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Estacio vw Disciplina: DESENHO TECNICO Desenho Técnico Moderno 4a. Edic&o/2006 Silva, Arlindo Ribeiro, Carlos Tavares Dias, Jodo Sousa, Luis Capitulos ~ Perspectivas - Cotagem - Desenho Técnico em Projetos de Arquitetura e de Engenharia Civil DESENHO TECNIC a utc gn | LES http://www. Itceditora.com.br ISBN 9788521615224 alr ‘ parte 2 de 2 Lh eae PAgrESSOR 4 = 11.10.2014 « 14:09:12 - Aluno:DC PERSPECTIVAS 1521615224 » COD:3237C20BD2 ~ Direltes Reservados ~ Copy OBJETIVOS pos estudar este capituio, 0 letor devord estar apio a: "+ Descrever as diferencas, vantagens e desvantagers existentes entre a reprecentagilo em vistas miltiplas, projecdes obliquas, perspectiva e projecées centrais; + Represcntar planos inclinados ¢ circulos em perspectivas isométricas, + Decent rigorosamente a perspeiva ou projesto cbliqua de qualquer objet, + Desenhat a pespeciva de um objet parindo da sua represertagto em visas onsitplas 1+ Esbogar a mio livre a perspectiva de um objeto. 2014 = 14:09:12 » Aluno:DOUGLAS FERNANDO Z A St Desenho Técnica Modemo Silva, Arlindo; Ribelro, Carlos Tavares;dias, Jo%o;sousa, Luis Direltos Reservados - Copyright LTC - 9788521615224 ~ 00D:3237C208D2 - Direltos Reservados Copyright LTC.» 91 Estaclo + 3407573900184 «11.40, > Direktos Reservatios - Copy’ > 9788521615224 ~ COD:3237C20BD: SOUZA Matricula:14004538 ~ Estaclo - 3407573900184 ~ 11.10.2014 » 14:09:12 ~ Aluno:D¢ :37C20BD2 - Direltos Reservadios - Copyright LTC 32: Estaclo » 3407573900184 = 11.10.2044 ~ 14:09:12 » Aluna:DOUGLAS FERNANDO Z A : 8 B 5 b £ 2 5 3 z i i 96 capiao sess 6.1 INTRODUCAO A perspectiva € uma represcntagio grifica de exirerna utlida- de pant uma visio espacial de qualquer objeto, £ particular. mente usada cm folhetos de divulgagio de produtos ¢ cm publicdade. Atualmente, atendendo 2 facilidade da sua ob- tengo, usando sistemas de CAD 3D, a perepectiva deve acom. panhar 03 deseahos em vistas miltiplas, pois sua inclusdo fa- alta a compreensio da pega Em desenho téenico, por vezes pretende-se que a represen- ‘acto grifica fommeca uma imagem tanto quanto posstyel idén- tica a que € obtida pelo observador na realicade. Quando tal sucede, escolhe-se um ponto de vista para ebservacio ¢ uti- liza-se 4 perspectiva mats conveniente, Contd, 28 perspec- tivas quase alunca permitem uma boa representagto de 10- dos 0s detalhes de uma pega. Por este motivo, ndo sio usa- das em desenhos de dlefinicio ou de fabricacao por si s6, ‘mas acompanham 05 deseahos de montagem, para misiot lateza. Algumas vezes, para Faeilidade de leitura do deseaho, uhliza- Se @ perspectiva, que consiste em representar a peca dando Idéia imediata do seu volume, De fato, quer se trate de uma projecio central ou paralela, cbliqua ou ortogonal, este tipo de representacio tem urna forma parecida com a da sua foro- gratia, mais ou menos distorcica, conforme o tipo de projecto Figura 6.1), A definigio de todos estes teemos associador a projecdes foi if aprescatada no Capitulo 4 ¢ esté identificada em destaque na Figuea 6.2, A perspectiva de uma pega 6, portanto, um desenho simples de interpretar, embora nem sempre de fc realizaca0. Neste capitulo, abordam-se as perspectivas correntes em desenho téenico com algum detalhe, bem como as projegées paralelas Prope paris ert ‘pependcutes 0° pmo eee QB = roptreos para er ci wo Hae 9 Preto pai sgn obliquas, fiz s referencia 3s projgbes contas. Note 3eque 6 habitual designar todos estes pas de projeqdes como pers pectvss. A Figura 6.1 mostea clasamente as diferengas catre 08 diver 508 tipos de projecto, Alem do Angulo de incidéneia das I thas de projesio, tambéra & importante « onientacio do obje {02 ser projetado em relacio a0 plano de projecio. Serve come resumo da exphcagio completa apresentacia no Capinulo 4. 6.2 PROJECAO PARALELA OU CILINDRICA (PERSPECTIVA RAPIDA) Posiches do objeto em relacao 20 plano de peojecio diferen: tes das posigdes que conduzem as projeedes ortogonais mil tiplas (sta), sto €, com Angulos entre 0s eixes dos referencias aseociadas 20 objeto e 20 plano de projecio diferentes de (, 90° ou 180°, conduzem & outros tipos de prosegio paralela Conforme a ciregao cas projeantes,serd assim onogonal eu obliqua e simvlari em dss dimensées 2 percepgio espacial dada pela visto. [Esta representagio, por resultar de projetantes paralelas, cor rezponde, como 2¢ releriv, a uma sitvagio irre (observador unm distinciainfinita do plano de projecio) mas inequivo- 2 do ponte de usta tecnico, Estes modes de representagio que permitem ums visualiea «20 global dos objeios, © a quc correspond apenas uma pro: jepto e, conseqilentemente, um tinice plano de projege, 0 comumente designados de perspectives ripidas. sta designagio deve.se & relatva facihidade e “rapide2” com que se obtém, face a morosidade da perspective rigorosa (pro. ject central, Protarte prin ere ‘gpeependcuares 9 Pure se Z eae sees 3-3 Fenn 6.1 Guat fpce de prego Desenho Técnico Moderne Silva, Arlindo; Ribelro, Carles Tavares;dias, Jo%o;sousa, Luls Perpeioas 97 PROJEQOES GEOMETRICAS PLANAS ‘BROJEGOES PARALELAS PERSRECTIVAS | FERSCEGTIVAS | PERSPECTIVAS reoneTaIGAs. | "DME “rmernicns ‘loune 6.2 Idenitcagao e losalzapao das projaybes partetas, 6.21 Obliqua (Cavaleira, Gabinete € dos cexpectivamente 20 objeto 20 plano de projecio de 0°) Miliear) aparece sempre em verdadeira grandeza, qualquer quc sca a Hear) dlrecao cas projetantes, [Na project obliqua (peajecto cilindnea de projetantes obli. Na reaidade, a perspectiva assim obtida resulta das projegoee quas ao plano de projeca0), a face do objeto paralela ao pla- de tgs cixos, de forma a aprescatarem dois angulos de 135° ¢ 10 de projec Cngulos entre os eixos dos referenciaisassocia~ um Angulo de 59°, em que (Figura 6.3) as alturs ¢ laeguras Ly A-~efxo das altura, D ~ etxo das larguras; C- eixo das profundicades Floura 6.3 Obtengie ch perepectva de gatinet, Desenho Técnico Moderne Silva, Arlindo; Ribelro, Carlos Tavares;dias, Jo%o;sousa, Luis Direltos Reservados - Copyright LTC - 9788521615224 ~ COD:3237C208D2 - Direltos Reservas - Copyright LTC - 9788521615224 - COD:3237C20BD2 - Direltes Reservatios - Copy’ Estaclo » 3407573900184 = 11.10.2014 ~ 14:09:12 » Aluna:DOUGLAS FERNANDO Z A SOUZA = Matricula:14004538 ~ Estaclo - 34075739000184 = 11.10.2014 = 14:09:12 - Aluno:DC ieservads :37C2OBD2 - Direltes 1325 9000184 = 11. 5224 - COD staclo = 340757: right LTC - 978852161! Aluno:D 312 014 = 14: 39% 4 14004538 capinul Sess silo marcadas em verdadeira grandeza, sendo as profundida- des afetadas de um coeficiente de reduco r = 0.5: perspecti- va de gabinete, e ¢ = 1,0: perspectiva cavaleira. Venilica-se que © prolongamento do cixo € coincide com 0 tracaco da bissein do Angulo formado pelos outros dois ede- termina ums linha de 45°. A esta inelinagio corresponde designado Angulo de fags, que pod assumit valores de AIP e Gt Quanto a0 coeficiente de reducae + pode assumit valores de: 1, 0,75, 06, 05 ou 0.4. A relagio Angulo de fuga 45° 0s.coeficente de reducio 0,5 € ams requente, 6 sendo subsituida quando se pretende crar algum efewto especial A utlizagio de outras relagdes fica reservad para situagdes de apresentacao de casos particulares de alguma das faces relativamente a outeas. 6.2.2 Ortogonal: Axonométrica (Trimétrica, Isométrica e Dimétrica) Conforme refendo, 0 diferentes npos do projecio ortogonal axonométrica resultam, para um feise de projetantes paralelo Cobservador a uma dstinaa snfinita de plano de projecao), chs infinitas posigSes possiveis do objeto, isto é, dos diferen tes Angulos possiveis de estabelecer entre os cixos dos referenciais as0c.ados, respectivamente 20 objeto e 20 plano de project. Sto de considerar as situagdes jf caracterizadas es quais c respondem as perspectivas (projecio paralela ortogonal axo- rpométrica)trimetica, isométrica € dimética. ‘Teiméteica Bata perspectiva resulta do faro de © objeto ter todas as fa- ces contidas em planos obliquos 20 plano de project (Fl- gura 6.4) Fraga 6.4 PosgSo possvel do objeto para oblengao de perDeciva ‘vimeties, (Os eixos com que esta perspectiva se apresenta formam entre si Angulos de valor vandivel conforme a projecio. Considers se, no entanto, uma aresia em verdadeira grandeza correspon, dendo a urna das diregGes dos eixos (Figura 6.5). Somente as alturas sio representadas em verdadeira grande za, sendo as outras dimensGes sujetas a coeficientes de redu- (20. Os conjantos mus comuns para os Angulos a e fre coe. ficicntes de tedugao segundo A, B ¢ C esiae cepresentados na Figuea 6.5. Ente tipo de perspectiva implica uma exccucdo ainda algo smorosa, dada 2 existenca de irs (i) escalas (métrcas) dif rentes, azio pela qual o eu uso nao & muito contum, pref ‘indo-se car primazia is cimetca ¢ isométnica, que se const ‘tuem em casos partculares da tméteica, 8 Tegion | Freie [Ebon | ene 8 [Evo veo [ew] 1 | 0 | 0 wae [ae [1 fo | oF wee] oe | po | or Ficuna 6.6 Obtongie dh porepectiva titra Desenho Técnico Moder: Silva, Arlindo; Ribelro, jeservatios - :3237C20BD2 - Direlte: coo 15224 = 14004538 ~ Estaclo ~ 3407 Copyright LTC - 97885211 3 8 2 Ireltos Reservados - Copyrigh staclo » 3407 2014 » 14:09:12 » Aluno:D) 39000184 = 11.11 FERNANDO Z A AS 09:12 = Aluno:DOl 5739000184 » 11.10.2014 = 14 Perspoctivas 99) Fiouna 66 Cbtencio de perpectva somética. Isométeica Dente as projegdes axonométricas, a isométrica € a mais ttiizada, prinapalmente porque m0 carece de coeficientes de redugio (¢ = 1) ¢ 02 ingules de fuge sto ambos de 3°, peemitiado asim obser perspectives “verdadeicamenteeipidas” Figura 6.6) No catanto, éa que apresenta visualmente maior dstorgo em selagio a0 modo real, € assim, cao se pretend uma per ppectva matz prosioa do mada coma se "v8" 6 cbjeto real, deve se optic por uma representagio em dimetn No cas particular daisomretra do cabo, vito que urn da 9003 dagonais ¢ perpeneicula 20 plano de projeqo, 4 sobeepos ho das aresias vives « invisivets determina um ponte “Ao Cento” da figura obtda, que no é mus do que acoinciléncia dos exremos de um segmento de topo (a diagonal do culo) Sob o titulo de perepectva isomeética exter ainda a pers: pectiva someinica simpliicada ¢ a persoectva tsométnica teal (er Figura 6.7) A perspeenva isometaca real possum fx tor de escala de 0,8 em relgio & cimeario real da pega a re peescntar uma Vez abe a reprcsentago isomética equal a face toma inchnagio do objeto em reagio a0 plano de proiego. A perspectva someétnca simplilicada repeesenta os objetos ern escala ral, dando, por iss, a apartncie de que 0 objeto em perspectia ¢ ligerramente maior que sta representacze em ‘stas miplas. A perspectivaizometricasimphticada é 2 mais uusada, pois € mais simples de exccuta. As projects das ibs arestas do cubo mas afistadas do plano vertical que faaem entre si tim Angulo de 120° so charmdas Desenho Técnico Moder: Silva, Arlindo; Ribelro, Carlos Tavares; esti el somata simpiiaea Flour 6,7 Perspectvas iscmética real e sinoiieada. de etxos isométicos. Todas as cirecdes nao-isométnicas, isto 6, todas as diregdes nit paralelas aos eixos isométricos, tém representagdes com comprimenitos deformados em relacao a0 real, Por isso mesmo, as medigaes na perspectiva ssométrica 26 podem ser realizadas nas direrSes tcométnicas. A Figuea 6.8 mosira o modo como podem ser localizados detalhes e me- didas distancias em perspectiva, Note-se que estas medigdes sito Fetes segundo as diregbes isométricas, porque #6 estas so representadas em verdadeira grandeza Dimétcien [Neste ipo de perspeciva, utizam-se dois coeficientes cle re dugio:¢ = 1, portanto dimenedes em verdadeiea grandeza noe jeservatios - 212 » Aluno:D) -37C20BD2 - Diretes 32: 0001 39% 5224 - COD Estaclo = 340757: right LTC - 978852161! 14004538 iS FERNANI A 14:09:12 184 » 11.10.2014 a PASTA DO 100 Caprio sos we Flauna 6. Mesigbes em perspective erxos das almns ¢ larguns, © + = 08, portant reducto de mmetade para a dimensio da profuncidade CFiguea 6.9). © eixo B (das larguras) no sofre reducio € apresenta um Angulo de pequeno valor com honzental, admitindo se, no entanto, o coeficiente de reducio r = 1. Na Figura 6.9 apre- senta.se uma tabela com Angulos de fuga e coeficientes de re- ducio utilizidos, 6.2.3 Desenho de Perspectivas Rapidas Para a obtengio das perepectivas descnias, € Fundamental a.utilizario de materal de desenho adequade para perspec- Assim, para o tragado de perspectivas cavaleiras, pode-se re comer réguas emi T e esquaciros de 45°, daddo que 0 seu dm. gulo de fuga se estabelece normalmente com este valor, As perspectivas dimétvicas podem ser exceutadas usando um papel préiprio, onde estzo impressas linhas em forma de ma: ha de médulo quadrangular formando com a horizontal in- gulos iguais ao das diregGes cimétricas (papel reticulado diméinco ~ Figura 6.102). ainda no Ambito da execucio 2 imo livre, ¢€ na auséncia de papel reticulado, podem ser esta Delecidas relagbes trigonométricas, em geral baseadas na tan: gente (relacao ¥/0) do Angulo respective, Na utlizago de sistemas CAD em geval, € disponiblizada uma fincao que estabelece evxas de movimentacto do cursor que a 6 Flaum 810 Papel retculaco escala em que @ comurente comercaliza 60) a) Dimetico,b) lsometico A a er se & Te Angus | Argues | Fxoa | Gone | Foc 7 a « [s [os wie fare [ot 1 fer Ce oe fs Ficuna 6.9 Obtenpio de porspectiza dmsiren Desenho Técnico Moder: Silva, Arlindo; Ribelro, 1s Reservatios = Copy! 2014 » 14:09:12 = Aluno:DC > Diretes 15224 - COD:3237C20BD2 ZA ~ Matricula:14004538 ~ Estaclo ~ 34075739000184 - 11.10. OW Copyright LTC - 9788521 SOU; S FERNANDO ZA :3237C20BD2 - Direltos Reservados = Aluno:DOUGLAS OZ ur Estaclo » 3407573900184 - 11.10.21 8 i determina o deseaho interativo, segundo os cixos de axono- Para o tragade das pergpectivas isométrieas, alm, do uso da régua T utlizamse esquadros de 20°, gabartes soméincos, fou papel-base para o desenho de wometnas (papel reniculado ‘someteico ~ Figura 6.10b). As proxinnas decisoes a serem tomadas consistem na escola dda posiclo segundo a qual se representaci 0 objeto em pers pectiva € no tipo de perspectiva a usar para que se apresen- fem visiveis o maior niimero de detalles possivel. Finalmente, um outro aspecto a considerar consiste no modo de obter a pedpria perspectiva em si. Tanto no dezenho in, Perspectives 101 ‘erative em sistema CAD como & mio live, os procedimentos sito do mesmo tipo, para o que existem basicamente dois méio- dos: 0 da envolvente (paralelepipedo arcunsento) e 0 das coordeandas. © primeiro consisie em determinar, segundo as trés dimen- sbes, € constnuir 6 s6lido perspectvado (sdlido envolvente) com detalhes do objeto (Figuea 6.11 ¢ Figura 6.12) © segundo método consiste em se considerar um dos planos que contenha simaltaneamemte uma das faces do objeto eduas dae diregSes axonométricas e construir toda a perepectiva ut lizando este plano como referencia para marcagio dos vért- ces da peca definidos por conrdenadas em relagio 20 plano de refertacis considendo, Fouad 6.11 Seqincia para a cbtence da reprecentagie am percpectva de uma pega. Flauna 6.12 Favee de conctugio de uma perepectva, Desenho Técnico Mode Silva, Ariindo; Ribelro, Carlos Tavares;dias, ofo;sousa, Lu's ‘py Aluno:D jeservatios ~ C 2014 » 14:09:1: :3237C20BD2 - Direlte: oo 739000184 = 11.1 » Estaclo = 3407 a right LTC - 9788521615224 - Flours 6.43 Conctugio de perspeatvas > Copy 6.2.4 Construgio de Pecas em Perspectiva Tsométrica ZA = Matricula:14004538 0 A consirucao de uma pega em perspectiva tsomeéirica, partin= do da cua representagio em vistas maltiplas, & relanvamente simples. Basta desenhae o paralelepipedo envolvente depois R as distincias relativas entre os diversos cetalhes existentes, medindo sempre estas distincias 20 longo das diregoes isometricas. A Figura 6.13 mostra 0s passos a realizar na cons- rucio de uma pect em pempectiva, parindo da sua repre- sentacdo em vistas mull, FERNAND: GLAS © caso da Figura 6.13 € bastante simples, uma vez que no eexister planos inclnados nem planos obliques em relacao aos planot de projecio, No casode exstir um plano inchinado, mais 137C20BD2 - Direltos Reservados $3 tama vez, as medigBes devem scr fits a0 longo das linhas 2 frometicas. Deve-se racar primeio a interscao do plano it @ geass caies pune ds pildeneas evarene oe. = s6-depois fazendo a intersegio do plano inclinado com « peea propramente dita, como mostra a Figura 6.14. A representa- {ode um plano obliquo é mais complexa, mas 0 principio é 0 mesmo: acher primeiro a intersee20 do plano oblique com 0 paraelepipeco envolvente es6 depois com a peca propramente dita. Ressalte-se que duas linhas paralelas num determinado plano serio prralclas sempre, qualquer que seit orientagio desse plano, sendo a consirugio faclitada, como na Figura 6.15, 1615224 ~ COD: 9:12 c-9 10.2014 = 14: 6.2.5 Marcagio de Angulos 0s angulos nade podem see marcados em perspectiva porque mo sto represcntados em verladeira grandeza nos planos tsométacos, Dever set, por i830, transformados em medidas de eatetos, dado que estas podem ser teatadas em verdadeiea sgrandeza ao longo das lnhas sométicas (Figura 6.16). Note- se que esta consinugio ¢ em tudo semethante a constnugae de tum plano inclinado, mosteada na Figuea 6.14 Flasna 6.14 Representagdo de um plano inctinado, ur 3739000184» 1: Desenho Técnico Mode Silva, Arlindo; Ribeiro, Carlos Tavares;dias, Jo%0;sousa, Lui § i Estaclo » 3407 103 o Fura 6.15 Representagée dour plano clique, Fauna 6:16 MoreagSe e construgSo de um Snguo om perspectva, los Tavares; dias, Jofo;sousa, Lu's ZEGO:PT = PLOTOT TT = $BTOODSELSLOFE = ODEIST :OuNly = ZEEO:FT « PIOZ'OT'TT = PATOOUSELSLOFE = OPETSY - BESHOOFT:e TLSTSTZSBBLE © 217 TUBUAdoD ~ Sopeniessy 803154) Ades - Sopeasesey SOIC - TASOTIZETE!GOD - #TTSTSTTSBALG ~ 317 Wb OUNEW = YZNOS ¥ Z CUNYNRA SYD Jon - Sopeniesey Soyouid ~ ZABOTIZETE!GOD jeservatios - :3237C20BD2 - Direlte: coo 15224 = 14004538 ~ Estaclo ~ 3407 Copyright LTC - 97885211 3 8 2 Ireltos Reservados - Copyrigh staclo » 3407 2014 » 14:09:12 » Aluno:D) 39000184 = 11.11 FERNANDO Z A AS 09:12 = Aluno:DOl 5739000184 » 11.10.2014 = 14 zi ( , SS G) 8 e. & . CD = “ aA at Fleur 6.47 Decerno ce crcunteréncine nos tie planes fsomeétices. 6.3, DESENHO DE CIRCUNFERENCIAS NUMA PERSPECTIVA QUALQUER Note-se que a5 represcntagdes em perspectiva apresentadas revelamse eficizes para a representacio de objetos de ares- A sequit, serio abordadas situagdes de representagao 4 mio livre que wncltaa linhas curvas, em paricalar arcos de circn- Feréncia, As drcunfertncias em vistas miltiplas transformam-se em elipses em perspectiva izométnca. No entanto, usando uma técnica de aproximar a representacio da cipse por quatro arcos de circunferéncia, sua constructo mio é muito diffi. Para a compreensio da consirugio de arcunferéacias em perepect- va, a Figura 6.17 € esclarecedora, Note-se, nesta figura, que tuma eircunferénaa, em qualquer dos planos isometnicos, & composta por quatro arcos de circunferéncia, cada um deles com centro facilmente localizivel. A Figura 6.18 mostra a con trugio de vinas elipses numa peca em UA sequenca de construgo pode ser envmerada na seguinte forma: 1. Constréi-se a perspectiva isométrica dos retangulos: osanges) que envolver as figuras que compaem a base, De igual modo, represenitant-se 0s fosangos que envol- ver as elipses na perspectiva. 2. Através dos losangos, tramse os arcos de concord ca necessirios, eguindo 0 precedimento da Figura 6.17. 3. Dada a espessura da pega, estes centros e of arcos 40 transferidos, ao longo da linha isométrica vertical, para a face paralela inferior 4. Desenhae a tangente vertical a0 arco de eiscuniertaci. C Flounk 6.18 Perepectiva da ua papa om U. Desenho Técnico Moder: Silva, Arlindo; Ribelro, Carlos Tavares; Na perepectiva dimétrica, ¢ alo obstante a considerscao de ‘um coeficiente de reduc significtiivo, existem construcdes ‘geométricas que permitem a reprecentacio com bastante fi or, merecendo consideracio duas situacdes: 8) Circunteracia em faces definidas por ditegdes com igual coeficente de reducio (Figura 6.202), Esta construcio € executada com base no tracado da oval, Considersse 0 uadrudo perspectivado que ciccunsereve a crcunferéncia, @ pelos pantos médios levantam-ce pecpeadiculares cujos portos de cruzamento das diagonais delinem os quatro cen- nos da oval 'b) Circuneréncia em faces definidas por direpSes com coeti ciente de reducio diferente (Figura 6.20b). Nesta constew (cto deterrinam-se es doss etxos da elipse, insceta mum quadndo perpectivade, © nas diregdes desses cixos faz se centro para tragar os quairo arcos que foram a elipse ccujos ruios terio. que ser determinados previemente: pro longando o cizo menor di clipse e fazendo centro no pon: to médio Ml, como masiraa figura traga-se tim rato R, cia celacio com o diimetro da circunferéaciainscnita &de A= 1,228 D (felacio calculada para 0 caso mais comum de dimetria) © que iri detemminar 0 ponte Cl, ou seja, © pri meio centro. Deve-se proceder da mesma para determi fnar 0 centeo C2, com base no ponte MZ e no mio R= 0,086. [Na perspectiva cavaleita existe uma face que se encontra na ava totalidade em verdadcira grandeza. A represcatacio de arcos de circunferéncia neste plano ¢ imediiats; nas restantes situagdes, em faces onde se aplicam coelicientes de reducio, estes mesmes arcos tomam configuragdes elipicas culo rigor de repesentacto € apenas aproximado, convinde evvtar ser pre que possivel. Na perepectivatmmetrica, e perante os cocficientes de sedu considerados, torm-se desaconsclhivel a representagio de objetos contendo hnhas corvas. ‘A construcio de uma circunferéacia aun plano oblique, em igor, & morosa, mas existe um fxto que pode ajudar bastante na visualizagao das clipses derivadas das circunferncias em panos obiiquos: eixo maior ch elipse é sempre perpendicu larao eixo de rotagio da circunferéncia que Ihe dev origem. A Figura 6.19 e a Figuea 6.21 mostram claramente este as peeto. Além disso, a consinucio do losango que as envolve facilita 0 seu desenho, pois a clipse deve ser tangente 20 loeango no ponte médio de cada aresta jos ~ Copy Aluno:D jeservatios 2014 » 14:09:1: :3237C20BD2 - Direlte: oo 739000184 = 11.1 staclo ~ 340° right LTC - 9788521615224 - oe > Copy ZA = Matricula:14004538 SOU; FERNAND: 137C20BD2 - Direltos Reservados GLAS OZ 32: 3 = 1615224 ~ COD: 9:12 Lc-9 10.2014 = 14: 3739000184» 1: § i Estaclo » 3407 Perspecivas 105 Ficura 6.20 Tragado de crcunterdncia om devetia, Flours 6.24 Conetugdo de alpeas em qualgue plane oblique 6.4 LINHAS INVISIVEIS, LINHAS DE. E CORTES EM PERSPECTIVAS Em geral, no se representa linas invsiveis em perspect- va, exceto quando 220 estniamente necessinias para a com- preensio da peca represeateds. EIXO As linhas de eixo também devern ser evitadas em perspectiva, exceto quando & necessirio cotar 0 centro de um fur, por cexemplo, devendo-se enize representar © centro do furo com lum par de linbas de eixo, tal como em vistas miltplas, @ eu eixo longitudinal, (Os cortes em perspectivas so raros, mas sio usados, em es- pecial, quando existem detalhes interiores que no poder Desenho Técnico Mode Silva, Arlindo; Ribeiro, Carlos Tavares;dias, Jo%0;sousa, Lui ser elaramente visualizados, 0 tracejado deve ser feito de tal mancita que « inclinacio dos teacos seja a oposta, em faces perpendiculares da peca, no cxs0 des meios cortes. A Fig: £4 6.22 mostra esta particulandade: note-se a inekinagae dos tracclados de cada lado do cone. O tacejado é feito de tal modo que, ao se "Fechar” a peca sobre o corte, os teacejacos coincidam, 6.5 INTERSECAO DE SUPERF{CIES Nos casos em que alguma, ov algumias, das faces do objeto de cui perspectiva se pretende obier uma projeede axono- méirica ¢ tim plano obliquo om € uma superficie nao plana, a deteeminagio da linha de intersegao —reta obliqua no caso de 1s Reservatios = Copy! 10184 ~ 11.10.2014 - 14:09:12 - Aluno:D 5224 » COD:3237C20BD2 - Dirette 17573900 Estaclo - 340° right LTC - 978852161! Matricula:14004538 ZA z FERNANDO Z A C20BD2 - Direltos Reservado: GLAS 000:3237¢ Aluno:D01 21615224 = 14:09:41: ~ 97985: utc 10.2014 Ireltos Reservados - Copyrigt 5739000184 » 1: Estaclo » 3407 106 Caprio sos Flauna 6.22 Figuropio do racejade em msice cores em perepecivas. pelo menace uma das faces ser um plane oblique, ov links nao retiliaea no caso de uma das faces ser uma superficie nto pla a = no € imediata Nesse caso, & necessinio recortet 20 método geral da intense io de supertcies, nos termos da gcometriaelissica, ¢ prove- der 3 sua aplicacao no Ambto do desenho da perspectiva 6.5.1 Método Geral da Intersecao de Superficies © metodo geral da imtersecao de superifces dads (faces do bjeto cuja interserio ce pretende obter) consiste em consi dderar um plano qualquer ¢ por coaseguinte um plano conye- niente do pont de vista da facade de representagao, em genil um plano de tipo projetante (plano de nivel, plano de Frente, plano vertical ou piano de topo), e determinar 2 sua intersecio com unm des superficies dades, A intersegio de un plano de tipo projetante com uma superficie qualquer é facil de determinar, sobretudo porque a linha de intersepio ert contida, necessariamente, na superficie dada, mas também no plano projerante escothido. Ein seguida esse mesmo plano deveri interoeptar « outa su- perfice daca, de que resuita outa inka tambem contida no plano auniliae. Na medida em que essas linhas esto contidas ‘num mesmo plano — 0 plano auxiliar-, sus interseclo existe © € um ponto perencente « ambas as linhas e por conseguin, te, simultaneamente, aambasas superficies dadas. 8, pos, um onto da intersegio entre as duas superticies dadas. Sabendo ue aintersegio das superficies dadas deve resultar numa reta = sinuagio em que ambas as superfices daca sio planas -, bastard considerar outro plano auailiar de tipo projetante, podendo inclusivamente ser paralclo © a uma distincia qual- guerdo plano ausiliarinieil, ¢ deterrminar, deforma aniloga, outro ponto da interserto pretendida. No caso das superffcies dacs nto serem planas, deverto ser consideradas sucesswva- mente vieioe planos ausiliares, determinando-ce atraves de cada um deles um ponto ca intersecao entee as duas super cies dadae. Desenho Técnico Mode Silva, Arlindo; Ribelro, Carlos Tav: 6.5.2 Aplicacio do Método Geral da Interse¢ao de Superficies na Representacio em Perspectiva ara 0 exemplo do objeto tepresentado em projerdes ortogo. fais maliplas na Figuea 4.48, © que esta representado em projecito axonometnica isomemeca na Figura 6.23, € necessi nho determinar a hha de intersegio entre a superficie semict lindrict «-¢ o plano de ramps . Para tal foram considerados come planos auriliares os planos projetantes 1, 2, 3, 4¢5 (planos de frente). Cada umn destes planos intercepts cada uma dis superticies dadas segundo duas lnhas, 1, € Ig. n0 caso do plano 1, ¢ eva interesio di origem ao poate I, e sesim st cessivamente para a obtenca0 des pontos I, hy I, € ly Estes ppontos 40 pontos da intersecio pretendida entre as super ies @-¢ B dadas, pelo que a linha que 0s coatém constituise como a linha de intersecao dlessas superficies e portanto como taterseeio dessas duns faces do objet. Quanto mator for 6 ntimero de planos ausliares, maior © simero de pontes obtidos pam o tracado da linha de interse (20 € portanto maior preciso no seu rragado, mas também mais tempo e trabalho de execucio. Como em quase todas as situagdes, © melhor compromisso possivel determinado pelo melhor bor senso, O cstabelecimente de um algontmo para este procedimento & relatvamente simples, ¢ por 20, quando da utihzagio dos sistemas CAD, 0 processo de intersecio de superficies consti raise em geral uma fancionalidade para a qual 0 usuario se limita quase a identifica 9 superficies, a interseeto ¢ a preci so descjada, ito €, impliciamente, 0 admero de plans au- saliares a consideeat 6.6 COTAGEM EM PERSPECTIVAS {As perspectivas, em geral, ato sto cotadas, uma ver que exis- ‘tem detalhes que nunca si0 mostrados na sua verdadeira gran deza, Contude, pode-se cotar uma perspectiva, desc que sejim seguidas as cegras de cotagem descatas no capitulo ceguinte FlaunA 6.28 Determinagio de interoegie de duns faces cendo uma de- Ie ua superisia rao plana jares;dias, JoSo;sousa, Luts \eservatios = Copy 212 » Aluno:D 10184 ~ 11.10.2014 - 14: 5224 » COD:3237C20BD2 - Dirette Estacla = 3407573900 right LTC - 978852161! uc 10.2014 6 - Copyrigh 739000184 » 1: do 3407 clo Esti Perspectives 107 Floura 6.28 Cotagem em perepectva. [Bxastem formas aceitiveis € outrae desaconselhiveis de cotar luma pees em perspectiva. A Figura 6.24 mostra o3 virios imodos de coma, 6.7 METODOLOGIA PARA LEITURA DE. PROJECGOES ORTOGONAIS (VISTAS) © problema da lenura de projegdes onogonais (usta), iden- tifica se logicamente com © préprio conceito de projegdes ‘ortogonais, Encontra-se neste capitulo do livre por ser neces- sino fazer leiturs e interpretagio da representagao em vistas para fazer a representacio em perspectiva. De um modo resumido, € dado 0 propssito de este zssunto ser aqui tatado na sia essénesa, importa reorcheos aspectos Fundamentais da kitumn de projegbes extogonais. E em aura 6 processo que coniibui para o desenvclvimento da capac cde de percepeo expacal da formas, vulgo “vito no espa 07,4 pare da sua eepresentario plana Asti, interessa ter sab atengao a obtervacao simultinen de todas as vstor necezenae ¢ abficientes apresentadas ¢ plena consciéncia do modo como se estazclece a relagio observa- doe objeto;phino de projecto perinte a obsewaqa0 de Uma dada vot. Iso 6, olhae a planta sigrifica ero objeto de cima caso, enttetanco, se pretencla observar 0 objeto de frente para, por exemplo, saber como se estabelece a continuidade de uma aresta que se vé de cima com a “frente’ do objeto, & impor tante saber que € vista principal que se passa a prestaraten- ao eter plena nacio de que a esta corresponde 2 “Ieiura” do objeto, de frente Assim, para o objeio que se apresenta na Figura 6.25 interes ‘3, de inicio, slennificar a vista principal (vista de Frente), 2 planta Crista de cima) © a vista lateral esquerda (vista do lado esquerdo), Por observagio da vista principal, a obsenvagio de uma aresta significa obngatortumente a exsténcia de (pelo menos € de Inicio) doss planes dstintos, *separados” pela aresta em refe- facia. Nada se pode conctuir de momento em termos da re Iago entre os dois planos, até que se observe 0 objeto de cima ‘Toda a atengio deverd centrar-se entio na leitura da planta cem que de novo se verfica a diferenciagio entre dois planos. Seri'2 mes aresta, sto ¢, serio duas projecces de uma mes: ima aresta os segmentos observados no “intenior’ das vistas) A resposta vird ndo da leitura independente, como até agora, dda vista prnaipal ¢ da planta, ms de uma leitura conjunta Figura 6.26. A posaibildade de Wennficar por comrespondéncia dias pro- jesdes de um mesmo vértice desigande A, emborn poses in: dluzic a idéia de exisir urna aresia a de projecdes a! a" Oe ‘guea 6.27) pode igualmente indie a ids de uma aresta h, it pn ZIN= b FlourA 6.25 Vietas nococedise« euclontos de uma papa (a) cua iderifoagso Desenho Técnico Mode Silva, Ariindo; Ribeiro, rios Tavares; dias, Jofo;sousa, Lu's Reservados - ~ Dirette: 237C20BD2 1 5: 14: 11.10.2014 PASTA DO 108 Caprio sos om oy ea roe Flour 625 Vita principale visa lateral anquerda ca pega ds Figura 525 Flaune 8.27 Vista pincipal e plana da peca da Figura 625. dicfinida por be b’, ou mesmo a aresta € definida por o © fou ainda na aresta d definidla por de d” fundumcatal observa a pega de lado", toda &atengio deve concentrar'se ta letura da vista teral esquerd. AqU t bem se venfies a exsténcia de uma areeta dehimando dois planos distiatos, 1Na0 6, no entanto, ainda posstvel conhecer nada de concreto. E impretervel o relacionamento das vistas duas a duas e em conjunto, Assim, 0 relacionamento ca vist lateral e ca vist principal permite identifica, por correspondéncia, o vérice B a patie das projegdes BY ¢ B” (Fgura 6.28). De modo andlogo, po- derseua indiziea exsténcn das acest delinidas pelae poje- chee’, eI" Do elctonamento dias a das das vistas apeesentacas fot possvel constatar apenas a existéncia de dois planos diferen tes, visivets a partir de cada uma cas vistas, Fo ainda possivel {Co que spesar de do nem sempre acontece por excesso de hipSteses) identficar duas projegdes dos vérices A ¢ B, Repare-se, no entanto, que, destes vértces, a necessidade de conhecer tts projegdes (das vistas, ¢ portante dus proj Bes, no sto suficientes) implica cbnigetoramente 0 elaco- framento e por conseguinte 2 letura conjunta das ts proe- cer F desse relaciommento (Figuea 6.28) que resulta uma Desenho Técni Silva, Ariindo; Flouna 6.26 idertlicagdo de dois vérices em projegdes ortogonais, completa identiicagio (rés projerbes) das wstas A ¢ B.A iden: tificagdo de uma aresta é entio imediata CFiguea 6.29). A identifieacto por processo andlogo (e neste cas0 mais sin ples) dor restantes vertices arestae (Figuea 6.31) pemnit, finalmente, uma leitura € visualizagio inequivoca da pega OF guia 6.30), Fiauna 629 denitcacio de uma ores, fe Ficuna 6.80 Viaualizapie ca papa ca Figura 628. ofo;sousa, Lut c AF oc Foa | IB led H=G isi J=G D> E=H ¢| JaB A PSG FlourA 631 Identicagso de vérices, A exccucio de perspectivas & mio live € tambem de extrema importance para o engenheiro, tanta na transmissto de idéi- as ripides como na viaualizasio de objetos ne face de projeto, Por este fato, o treino de perspectivas € recomtendadt. 6.8 PROJECOES CENTRAIS As proizebcs centais ob eSnicas (Figura 6.32) sto principal: ‘mente usadas em desenho de arquiterura, A norma ISO 10208- 21933 designa estas projecdes como perspectivas. sas perspectivas tém a vantagem de mostrar © abjeto con- Fore ele aparece aos olhos da abservacor, mas apresentam ‘a desvantagem de nio nos informer sobre as suns dimensdes, luma vez que, no aso geral, nenhunn das cimensdes estat representada em verdadeiea grandeza, Alguas programas de CAD 3D pernitem a representagio em [projecto central mediante a definiczo da localizac2o do ob: servador (ou cimara), direcao de observacio e Angulo de vi | Perspectives 109 io (Figura 6.33). A combinagic destes tres parimetros, tal como em forograia, Faz variar a distorcto dos objetos 6.9 A PERSPECTIVA EXPLODIDA A perspectiva explodida € mito usada em desenhos de mon: tagem de conjuntas, uma vez que da uma boa idéva da forma da order segundo a qual se montam as pegs. Muitas vezee cevita o uso de cortes para mostrar detalles interiores do con: jnnto, i que, nesta representagio, todas as pecs esto Vist veis, Aparvee, sobretude pelo sev’ aspecto visual, em catilo 08 € apresentacdes publicivinas de produtos. A Figura 6.34 ‘mostra wm exemplo muito simples de uma perspectiva explo. dida. A Figura 6.35 mostra uma pecspectiva cxplodida de um conjunta biela-pistio, com sombreado fotorreabista Flcuna 6.35 Peropectva expledda dour conjunto bisa pico, jos ~ Copy Aluno:D jeservatios 4 2014 » 14:0: > Diretes 323 7C20BD: 1615224 - #4004538 ~ Estado - 34075739000184 ~ 11.1 > Copyright LTC - 9788521 = & ASOL FERNANDO Z. 137C20BD2 - Direltos Reservados GLAS 232% 00: = Aluno:DO1 14 © 14:09:1 8 Ireltos Reservados - Copyright LTC clo - 34075739000184 - 11.10.21 110 Caprio sos 6.10 APLICACOES EM CAD © uso de CAD €, como sempre, vantajoso na construcio de perspecivas, Alguns programas de CAD permiter consteait perspectivas isométricas a dues dimenedes usando algumas Ferramentas de ajuda para 03 ingulos isométrices, como o panilelismo on 2 perpendiculandade ao longo dos e1xos 1s0- ‘meétricos. Podem ainda ajudar muito na construgio de cite. los em perspectiva isomnéirica, desenhando automaticamente 6 ciecule projerada como elipse no plana iscrnétaica que se pretende, bastando para isso fornecer o centro do ciclo € 20 aio ov ditmetzo, Contudo, como © desenho & bidimensi onal, perspectiva fica “esttica", ato se podendo rodar para ser visualizads de outros ingulos Moito muis interessante & a construgie de modelos tridimen- sionais que, depos de consinuidos, podem ser rodados em qualquer eto, mostrindo a perspectiva mais conveniente. A maior parte dos progearmas di ainda a possibiidade de cons. ‘truir 0 modelo em estrutura de arame e, posteriormente, fazer ‘uma represenracao fotorrealista desse modelo, aetescentando: Ihe cor, testures, luz e sombras. A Figura 6.36 mostra alguns dos varios modes de representar umn objeto tridimensional emt perspectiva. A obtencio de perspectivas explodidas é também automith ca em conjuntos de pecas modelados © montados a trés di mensdes. Frauna 8.6 Vaiss represertacdes tidimensionsis de um objeto: estusura de arare, usando sonbras ¢ textures, # perapectvaisomeética REVISAO DE CONHECIMENTOS 1. Quais sto as diferengas entre projegdes obliquas, ortogo- nats ¢ centrais! 2. Por que & que a perepectiva isométrica é mais sada em desenho técnico de engenharia que a perspectiva central? 3. Um citculo ¢ representlo, em perspectiva womettica, por qunntos arcos de ciceunfertacia? Escolha um plano isomé nico e desenhe nele um circulo em perspectiva. 4. Qual 0 Angulo formade entre os eixos isometnccs? CONSULTAS RECOMENDADAS + French, TE, Vierek, CJ. ¢ Foster, RJ, Engineering Drawing and Graphic Teh ology. McGraw-Hill, 148 B4., 1993. + Giesecke, FE, Mitchell, A, Spencer, H.C, HUIL, LL, Dygdon, J-T., Novak, JE. € Lockhaet, S., Modern Grapbies Communication. Prentice Hall, 1998. #180 5456-1:1996, Technical drawings — Projection Methods: Synopsis. + 180 5456-21996, Technical drawings ~ Projection Methods: Onhographic Represen- = 180 5456-31996, Technical drawings ~ Projection Methods: Awonometnie Representations, Desenho Técnico Moder: iva, Arlindo; Ribelro, C: 5. Qual &a diferenca entre as perspectivas isométricas real ¢ simplificada? 6. Como se deve medir ¢ representar Gngulos em perspectiva Isometrica? (Qual & diferenca entre a peojegto cavaleiea & a peojecao de gabinete? & Por que sio as projegCes ontogonais preferidas em relaca0, as projecoes obliquas? + 180 5456-41996, Technical drawings ~ Projection Methods: Central Projection. + 150 10209.2:1993, Technical product documentation - Vo. cabulary: Terms Relating to Projection Methods. + Endereco eletrénico da revista Machine Design, com um links, CYBERCAD, onde ‘podem sce vistes desenhos de elementos ide maquina — ‘ewe machinedesign com! + Enderego eletrénico ligado 4 NASA, onde podem ser visualizadas perspectivas de dispositivos usados lid gre:nasa, gov/ Publishing/graphicy/oamillus bien usa, Luts ‘Aluno:D¢ jeservatios = Copy’ 2014 » 14:09:1: :3237C20BD2 - Direlte: coo 15224 = staclo - 3407573900184 ~ 11.16 oe Copyright LTC - 97885211 ZA = Matricula:14004538 SOU; FERNAND: GLAS 3237C20BD2 - Direltos Reservados = Aluno:DO1 188521615224 - COD “ 4 5 $ s g z 3 LTC 8 i Perspectives WA PALAVRAS-CHAVE consiugio perspectiva mmétrica ccortes em perspectiva perspectiva explodich ccotagem de perspectivas projerio cavalciea exo isoméeicos projecao central ‘somnéteiea projecae de gabinete perspectiva bimétrica EXERCICIOS PROPOSTOS: 6.1 — Consirua a perspeciiva Bométrica ¢ a perspectiva ca valeica dos cbjetos eepresentados por tres poojegces ortoge- sais na Figura 6.37. Flour 6.97 Exercsio de representagie de perspectives wometicse cave Desenho Técnico Mode Silva, Arlindo; Ribelro, Carlos Tavares;dias, Jo$0;sousa, Luis ‘laura 6.38 Exereisios de eprecentago de perspectives. Silva, Arlindo; Ribelro, Carlos Tavares;dias, Jo%o;sousa, Luis gE 3 2 oe 8 3 acy 3 ao 4 7 x § 2 2 5 se q 3 20:OUNly = ZE6O%T = FTOT OTT = PETOOUSELSLOFE - OPERA - SESPOOFT:e/NDWNeW = YZMOS ¥ Z CANYNEAA SYTONOG:OUNIY - Z1:60:hT = PEOZ'OT TT = FETOONGELSZOFE - OPES Adod + SopEnies9y SONBIIA - ZABOTILETE!GOS - HTTSTSTZSBRLE ~ 317 WBUAdeD » SOpEniSssy SONBNIC - ZABOTIZETE!GON - HTLSTSTZSBALG ~ 3171 WYBUAdod ~ sopenisssy se318N1 3 Perspeaivas oe 1 i § 4 LP) i - i 8 $ i 3 | On ! — 8 # 3 8 : 3 i Rg s : E £3 ge eB 8 $8 a $8 “ 2 = AG OuNy = ZE:60:#T « PTOT'OT'TT = PETOOUSELSLOPE = OPEISY = SESPOOHT:eIND}NeW ~ YZNOS ¥ Z CANYNEAY S¥TBY NY = ZT:6O:PT = PEOZ'OT TT = PETOOUGELSZOFE - OPEISA 10D = SOPEAIOSEY SOMPIIC ~ ZABOZILETE:OD = HTTSTSTZSRALE « 317 IUBUAKOD - SopeNIDseY SoMaNIC ~ ZABOTIZETE:GOO = HETSTSTZSABLE ~ 317 IUBUAdED - Sopenrasey soaaNIG Ficuna 6.10 Exereisios de eprecentago de parepectvas. bo 8 Caprio sos 4 Silva, Arlindo; Ribelro, Carlos Tavares;dias, Jo$0;sousa, Luis Desenho Técnico Mode 20:OUNly = ZE6O%T = FTOT OTT = PETOOUSELSLOFE - OPERA - SESPOOFT:e/NDWNeW = YZMOS ¥ Z CANYNEAA SYTONOG:OUNIY - Z1:60:hT = PEOZ'OT TT = FETOONGELSZOFE - OPES Ade - SOPEAIBSDY SOWBIIC - TABOTILETE! AOD - $TTSTSTTSBALE ~ 3.17 WBuAdOD - Sopersssay SONIC - TAGOTILETE:IOO - HTTSTSTZSHRLE - 317 WBUAdoD - sopensessy Sor84) us Perspeaivas = | sf t fl ‘ i YhZ 7 oe 2 LLoyd i i iz 2 qd oho: \] + - . 8 “4 3 tt { 8 g i ( q : i g | mit £8 ANN 3s - te 4 x af He 4 * 3 3 | i 3 | a 2 - 3 : | q a i z i “ © 2 or ge = 23 Bz 2O:OUnIy = ZEEO:FT = FTOTOT'TT = PETOOOSELSLOFE = OPE - BESFOOFT!EIMO}NEM - ¥ZNOS ¥ Z CUNVNRAA SYIONOA:OUNIY « ZT:6O:PT = PEOT'OT'TT = FETOODEELSLOFE - OPAEA kdoo = Sopentosoy Sousuid = ZAROZILETE:GOD - #UZSTSTESAALE ~ 217 IUBUAdeD - SopeAIOseH SoH|auG - CABOTIZETE:AON - HELSTSTESHALS ~ 211 BUAded - sopENIssey sea} FicuRa 6.42 Enereicios de epcecentac de perspactias Caprio sos a, Arlindo; Ribelro, Carlos Tavares;dias, Jo$0;sousa, Luls, Desenho Técnico Medemio 116 PAgrESSOR 09:12 - Aluno:D¢ COTAGEM OBJETIVOS Apo estudar este capitulo, 0 lettor deverd estar apio a: + Usar a cotgem para indicar a forma € a localizato dos elementos de uma pega; ‘+ Selecionar criteriosamente as cotas a serem inscritas no desenhe, tendo em conta as fungdes ch pega ¢ 0s processos de Fabricacio; + Escolher acequadaimente a visia onde 2 cota deve ser ioscrita, assim come sua rentagaas ‘+ Cora clesenhos com representagies ¢ aplicagées diversas, tals como: vistas ‘miiltiplac, decenhor de conjunte ¢ perspectivacy 1+ Aplicar as técnieas ca cotagem a pecas de geomettia ¢ complexidade diversas, de modo a garantir a legibilidade, simplicidade ¢ clareza do desenho. Desenho Técnica Modemo Silva, Arlindo; Ribelro, Carlos Tavares;dias, Jo%o;sousa, Luis Direltos Reservados - Copyright LTC - 9788521615224 ~ COD:3237C208D2 - Direltos Reservados - Copyright LTC - 9788521615224 - COD:3237C20BD2 - Direltes Reservatios - Copy’ Estaclo - 3407573900184 ~ 11.10.2014 - 14:09:12 - Aluno:DOUGLAS FERNANDO Z A SOUZA - Matricula:i4004538 ~ Estaclo - 3407573900184 ~ 11.10.2014 - 14; ieservads :37C2OBD2 - Direltes 1325 9000184 = 11. 5224 - COD staclo = 340757: right LTC - 978852161! Aluno:D 312 014 = 14: 39% 4 14004538 Capptuto Sexe 7.1 INTRODUCAO Nos capitulos anteriores foram descritas pormenorizadamen- te ae técnicas, convengses priacipios de representacio da forme: dos objetos ou pecas em deseaho. Do ponto de vista geom#ineo, o leiorsahe agora representar com exatillo € pgor esas complezas, Todavia, a correta reprezeniagao geométn, ca no € suficiente para a fabricagio das peas. Além da re- presentacao da forma, € necessirio quintifici-la, isto & defi- hr com exatidie av dimensdes ¢ posicio dos diferentes ele rmenios na peca. Esta nformaglo € chamada de cotagern, Saber cotar é muito mais do que colocar ar cimensoes nos desenhos. A cotagem requer conheamentos das norma, tée- nicas © principios a ela associados, alem dos processcs de abricagio e das fungées da pega ou dos elementos que a constituem. Uma cotagem incorreta ou ambigua pode causar grandes prejuizas na fabricagto do produ. 7.2 ASPECTOS GERAIS DA COTAGEM A cotagem requer a aprendizagem de um conjunto de regras e principics, os quais, cumpridos, permitem uma fal e coere- ta interpretagio da peca, sendo imprescindiveis para sva defi nici, fabricacaoe controle. A aprendlizagem da cotagem pode ser subdividida em trés aepectos fundamentaie: + elementos da cotager + selepio das coras a serem insentas nos desenhes As coras devem ter em conta a fungio dos elementos ou das pega. s processas de fubricacao ¢ controle desempenliam tam- ‘bem um papel wmporante na selecao das cots, + posicionamento das cotas. As cotas devem ser posicion: das no desenho de fomna a definirern ngorosamente 08 ob- jetos cotados, facihtando a sua lemara e intespeetagto, 7.3 ELEMENTOS DA COTAGEM. Os elementos da cotager, necessirios para a inscrigao das cotas nos desenhos, sto representades na Figuea 7-1 Cotas ~ Sao miimeros que indicam as dmensbes lineares angulares do elemento. A unidade das cotas lineares & 0 mii metro, usada nos paises que adotaram o Sistema {nternacio- nal (SP de unicades, na rea da engenhana meciinica. Se hou- ver dividas em relagto ae wnidader usc, o4 ce Forem usa- das outras unidades que no 0 milfmsetco, estas devem ser chnigatonamente indicadas no campo aprapriado da legenda Sea Luana on cen Flour 74 Elementoe da cotager. Desenho Técnico Moder: Silva, Arlindo; Ribelro, (ver Capitulo 2). A unidade das cotas angulares & o grau ( independentemente da unidade usadke nas cotas lineutes Linhas de chamada — Sio linhas 2 teago continue fino, nor malmente perpendicalares 3 linha de cota, que a ulteapassam ligeiramente, e que tém origem no elemento a corar ‘Linhas de cota ~Sio linhas retas ou arcos, normalmente com setas nas extremidades, a trago continue fino, paralelas a0 contomo do elemento cujz dimensio define. Setas ~ As sctas (ou fechas) como s20 nosmalmente chama- das, nlo sto mais do que as terminagbes da linha de cota. De acordo com a norma ISO 125-1985, as terminaces podem ser dos tipos indicados na Figura 7.2. Em Eagenhana Mecinica, devem ser usadas preferencialmente setas chesas (peimetto aso), enguanto em Engenharia Civil se adotam 05 teagos ou (0 pontos (ois tltimos casos). Em situacdes em que o espa ¢0 disponivel nio seja suficiente para a colocagio das setas ‘ou tragos, usam-se pontos (hime e230). As setas (normalmente dias) apontam da cota, colocada en: ‘tre as linhas de chamsda, para fora, de acoedo com a Figuea 7.3 (cota de 18 mn), Quando 0 espa¢o é reduzido, de tal modo que nao é possivel aplicar a regra anterior, az setas podem ppassar para fora dos limites das linhas de chamada (cota de 8 ‘mm na Figura 7.3). Note-se que esta cota pode ser colocada centre a¢ inhas de chameds, de acordo com az nomaas em vi sor, apesar de a poscao indicada na figura ser a recomenda- da, No caso da cota de 4 mm, em que nio é possivel uulizar rncnhuma das alternativas anteriores, as sctas devem ser subs tirufdas por pontos. Por uma quesiao de simplicidade, neste capitulo o temo seta é ueado pam designar terminagSe: daz linhas de cora em geral Simbotos - Em cotagem, existe uim conjunto de simbolos, denominados simbolos complementares de cotagem, que pernitern identificar diretamente a forma de alguns elemen: tos, melhorando a interpretacao do desenho, Na Figuea 7.4 Flour 7.2 Terninagéee de inhe de cota 18 -| 8 Frauna 7.8 Cetagom:cetac © pontos. jeservatios - :3237C20BD2 - Direlte: coo 15224 = 14004538 ~ Estaclo ~ 3407 Copyright LTC - 97885211 3 8 2 Ireltos Reservados - Copyrigh staclo » 3407 2014 » 14:09:12 » Aluno:D) 39000184 = 11.11 FERNANDO Z A AS 09:12 = Aluno:DOl 5739000184 » 11.10.2014 = 14 KZ : +<] Flouna 7.9 Cotas redundanic, Desenho Técnico Moder: Silva, Arlindo; Ribelro, Flounh 7 AD nscrigao dae cotaonos devenhncoperalaasdctinnas de cota 11) As cotas devern ser posicionadas sobre a linha de cor, parlelas a esta e, preferencalmente, no ponto médio da linha, de acorco com a Figurat 7.10. A norma ISO 129 tar hem permite 0 posicionamenta das cotas sempre aa hon zontal, de tal modo que sejam lidas da margem inferior a folha de desenho, Na Figura 7.11, apresenta-sea peca da Figura 7.10 cotads com eeta técniea, a qual obrigi & inrerrupedo da linha de cota, Num desenbo, deve ser usada apenas uma das dhias teemieas, sendo ecomendada a pa 12) Os algansmos da cota nize dever ficar sobreposios on separados com nenhum outro detalhe do desenho, sejam arestas, eixos etc. Bsa situaco € comum, por exemplo, ‘quando ae inhas de eixo separam os algansmos da cota (Figuea 7-12), sendo contornada ‘puxando se” 05 alga ramos pan a esquerta om para a direita da linha, 13) Num desenio, devern ser usadas sempre as mesmas uni ddades, em geral milfmctros. As unidades n20 sto indica das nas cotas, podendo ser indicadas no campo apropa ado da legenda, de forma a evitae mis interpretagdes, Quando € necessirio indicar outro tipo de unidades, por ‘exernplo um binério ou pressio, as unidades devem, obri ‘gatoriamente, ser indicadas 14) As cotas podem ser indicadas junto a uma das setas © 2 linha de cota interrompida, de modo a evita lirbas de cota longas, ou eventuns eruzamentos de linhas (Figuea 7.13) Flour 7.12 Cetac: eoparaco de carateres Copy’ ‘Aluno:D¢ Reservados - 2014 » 14:09:12 = > Diretes 00 :3237C20BD: ZA = Matricula:14004538 » Estaclo ~ 34075739000184 - 11.10. > Copyright LTC » 9789521615224 - SOU; FERNANDO ZA 137C20BD2 - Direltos Reservados 00:32: = Aluno:DOUGLAS 7a g i § . d Estaclo » 3407573900184 - 11.10.; Cougen 121 FiauRa 7:18 Catagem com trhas de cota parts. 15) Quando o espace necessirio para a cota nao € suficiente equer para serem colocados pontos, a cota pode cer posicionada abaixo da linha de cota ¢ ligads a linha de cota através de urm pequena linha de referéncia, de acolo com a Figura 7.14 Flauna 7.14 Cotas abaixe da linha de 019. 7.4.1 Orientacdo das Cotas As cotas devem ser orientadas sempre em relacio 3 legenda da folla de desenho (Figura 7.15), de tal mado que sejam lidas em dune diregSer perpendiculares entre 6, 4 partie do ccanto inferior direito da Folba. Os valores de cotas obliquas devem ser incicados de acordo com 2 Figura 7.16, Na zona sombreada, embora permtide pela norma ISO 129, ndo € recomenthdo colocar cotas. As cotas angulares dever ser orientadas de acordo com a Fi ura 7.17, Legenda Flour 7.15 Ofentaydo dae ooae am reaps & legends. Desenho Técnico Mode Flouea 7.17 Orentari de cot anguaes. 7.5 COTAGEM DOS ELEMENTOS A cotagem dos elementos & fandamental para a definigao, quer da sua forma, quer da cua posigio. Uma pega, por mais com plicada que seja, pode ser considerads como um conjunto de elementos bisicos, part os quais existem regras de cotagem ‘bem definidas, apresentadas nesta seco, Alguns dos elemen- 105 bisicos si0: prismas, cndros, cones, piriimides, esferas etc, exteriores ou inteiores. Por exemplo, um eixo é um ele mento exterior, um furo € un elemento interior 7.5.1 Cotagem de Forma ‘A.cotagem de forma diz respeito ds dimensBee dos elementoe nas pec2s. Na Figura 7-18, apresentase a cotagem de um pris- ima retangulae, Note-se que uma cota que kz respeito 4 um detalhe que & viaivel em duas ow mais vistas, deve localizar se, preferencialmente, entre sss vistas, As comas tomas das pecas devem localizarce preferencialmente do meemo lado. Silva, Arlindo; Ribelro, Carlos Tavares;dias, JoSo;sousa, Luls right LTC - 978852161! tos Rest C20BD2 = D LA 000184 = 11. 75739 S FERNANI 7885218 14: 14 Ireltos Reservado: Estacl 09:12 f PASTA DO 122 capo see FiguRa 7:18 Cotagom de forma de prema retanguiares Flour 7.19 Gotagem ce toma de nds, Na Figura 7.19 apresenta-se um exemplo da cotagem de for- rma de um olindro, Note-se que, na vista em que ¢ indicado 0 didmetro, o respective simbolo pode ser omitido por ser evi- dente que € una ciecunfer@ncit. A noema ISO 129 € omissa neste aspecto, No caso de 0 dximetro ser indicado na outea vista, entio € obrigaténa sua indlicagac. Os firos devern ser sempee coracos ulizando-se 0 valor do dlidmetro ¢ nao o do rai. Uma das razbez para tal é que a6 brocas so catalogadas de acorde com seus diametros (x. bro 6 mm, em que 6 € 0 valor da ctimetro) Na Figuea 7.20 iluetrase cotagem de elementos de forma piramidal e c6nica, [Na cotagem de arcos, apenas é usada uma seta que toca 0 arco ser cotado. A linha de cota deve estar oricatada segundo a directo que liga 20 seu centro, parinde ew nite do centro. Quando © centro esti a uma distiacia relatwamente curta do arco, a linha de cota parte do centro ¢ ligase 2 superici. (Quanclo o centro esta a uma distancia grande, a linha de cota ponta na diregao do centro ficticio, O centto do arco #6 deve ser indicado se for imprescindivel na construgao do arco. Na Figura 7.21 apeesentam-se algumas stuagées de cotagem de ay Frouna 7.2 Cotagem de arco 245 cH S_ | => =z Ficus 7.22 Cotagem 6e posicae, 7.5.2. Cotagem de Posigao A cotagem de posi¢io diz respeito i localizagio dos diferen tes elementos na peca, sendo essencial panna fabricago. Deve ser sempre indicada relativamente a detalher, elementor ou arestas de referéncia, a partic dos quais as dimcasies ou dis ‘ncias possam ser medidas, Na Figura 7.22 apresentanse cexemplos da cotagem de posigio de elementos. 7.5.3 Boleados e Concordancias (Quanto uma pega possut as arestas © concordncias arredon, dadas, 0 que pode ser devido, por exemplo, a0 processo de fabricacio (come a fundic20), pode-se colocar junto legen: dda. uma incieagio geral do ripe. Boloads concordtncias r2 significando que todos os boteados (arestas arredondadas) « @ g 3 s . cO: Ot TNL Flauna 7.20 Cotagem de forma de cementoo gitomidai eebnices Desenho Técnico Modem: va, Arlindo; Ribelro, C ‘Aluno:D¢ jeservatios = Copy’ 2014 » 14:09:1: :3237C20BD2 - Direlte: coo 15224 = staclo - 3407573900184 ~ 11.16 oe Copyright LTC - 97885211 ZA = Matricula:14004538 SOU; FERNAND: GLAS 3237C20BD2 - Direltos Reservados = Aluno:DO1 188521615224 - COD “ 4 5 $ s g z 3 LTC 8 i concordincias tém raio 2, com excegio das indicadas explic amente nos desenhos, 7.6 CRITERIOS DE COTAGEM. A organizacto das cotas num desenho esté intimamente liga- da a finalidade do desenho e aos métodar de fabricagio © controle utilizados. 7.6.1 Cotagem cm Série Na Figura 7.23 apresenta-se um excmplo de cotagemn cn sé- rie, na qual 2 colas sto dispostas em sucessio. 7.6.2 Cotagem em Paralelo sia técnica é usa quando um determinado mimero de co- tas, com a mesma diego, & definido em relagdo a uma on: gem comum. Na cotagem em paralelo, as diferentes co1as $10 posicionadas com as las de cota paralelas umas ’s outeas, tal como aa Figura 7.24 [Na cotagem em paralelo, pode ser preferivel, em algumas si- ‘wages, por uma questio de clarcza ¢ legibilidade, ao colo- caras cotas 20 meio da linha de cota (Figuea 7.25) 1 5 rE = i laura 7:29 Cotagem em séte Caugen 123 Ne ones EaWvEL Es — NN Ned Contet0 igus 7.28 Gategem em paratlo com eotae detzeacns 3 cn a) ‘lau 7.26 Cotagern em paraelo com Eras de cota sabcencsias. plo de aphcacio desta técnica, para a mesma sitiagao apre- sentada na cotagem em paralelo, [Nesta forma de cotagem, as cotas podem ser orientadas nia ‘vertical ov na horizontal 4.cotagem com linhas de cota sobrepostas, também pode ser ‘dul em situagdes de cotagem em dus ciregdes, tal como apre- sentado na Figuea 7.27, Figura 7.24 Gotagem em paraklo, 7.6.3, Cotagem em Paralelo com Linhas de Cota Sobrepostas ‘Uma variante da cotagem cm paralelo, © que pode ser consi derada uma simplifieicio desta, é a cotager com linhas de cota sobrepostas. Eurada sobretudo po limitagSes de e=paco quando sua aplicac2o nto provoca probleatas de compre ensio e leghilicade. Na Figura 7.26 apresenta-se umn exem- Desenho Técnico Mode Silva, Ariindo; eee et | | | ce | Figuna 7-27 Cotagem oom nhac ce cota cobropoztac om duse diego, Ribelro, Carlos Tavares; dias, Jofo;sousa, Lu's 1s Reservatios = Copy! 10184 ~ 11.10.2014 - 14:09:12 - Aluno:D 5224 » COD:3237C20BD2 - Dirette 17573900 Estaclo - 340° right LTC - 978852161! Matricula:14004538 ZA z FERNANDO Z A C20BD2 - Direltos Reservado: GLAS 000:3237¢ Aluno:D01 21615224 = 14:09:41: ~ 97985: utc 10.2014 Ireltos Reservados - Copyrigt 5739000184 » 1: Estaclo » 3407 -* fax + Le 3 |e =| 60 [40 7 [40 ofa Fiuna 7.28 Colagern por coordenads, 7.6.4 Cotagem por Coordenadas A cotagem por coordenadas é usada quando na peca existem divenos clementos de forma e/ou dimensées idénticas. Neste centézio de cotagem, consteci-se uma tabela com as coras de posicao dos elementos e respectivas dumensbes, tal como in- dicado na Figura 7.28, Note-se que este tipo de eotagem, que na desenho 2 mio I- vre pode ser demorada, é Fic quendo sio usados programas de CAD jatramétricos. Para adefinicito da posicio dos clemen- tos € necessino indicar um referencal 6.5 Cotagem de Elementos Eqiiidistantes Quando as pecas contém elementes equidistantes ou unifor- ‘memente ditabuidos, a sua cotagem pode ser simpliicads de acordo com a Figura 7.29 Quando puder ocorrer mé intempretaco entre o espacamento € 6 ntimero de elementos, entio deve-se cotar um dos espa- os (Figura 7.30) 000000 FiguRA 7.28 Catagem de element nares eqidictates. O10-O-O-O IE 8 A Flouna 7.30Cetagem de clementosinearesenietantes com cotagem dour dos eopagee. Desenho Técnico Mode Silva, Arlindo; Ribelro, Carlos Tav: FiaaRk 7-2Gotagem simpli delerentas angulares ecudstanies. Do mesmo mode, podem ser cotados espagamentos angula res Figura 7.30) Nas situagses em que © espagamento & evidente, este pode set omitido. Note se que nesias situagdes € recomendada a indicagio do némero de elementos (Figura 7.32). 7.6.6 Cotagem de Elementos Repetidos (Qwanco uma peea contém virios elementos igus, basta co thru deles ¢ indicar a quantidade, tal como no cxemplo da Figuea 7.33, n2s quatro formas alrernats permitidas pela norma ISO 129, Vieando evitar ambigiidades, recomenda +e jares;dias, JoSo;sousa, Luts esaeir BD2 = D FERNANDO 39000184 » 1: STA_DO Ss Fun 7.33 Cotagee de alemonicerepeidos numa crags, a utilizacto de um dos lois métodos do lado esquerdo, Nos casos A direita na mesma figura, a seta deve, obnigatoriamen. te, apontar para 0 centro do furo. A. mesma técnica pode ser usada pari elementos dispastos radialmente, tal como no exemple da Figura 7.34. Quando se eepetem elementos numa pega, mas de uma Jor ins nao tnifome ou progresswa, pode ser usada ims tecnica de identificagio dos elementos, designada por cotager de elementos repetidos por referéncia (Figura 7.38). Na vista, os elementos sto identificados por uma letra mastccula, e junto ‘esta ou numa tabela adjacente slo indicadas as suss carac- teristcas, Note-se que as inhas de referencia podem ser oF tides xen FiguRA 7:36 Cotagam par releréncia de slenente repetidos, 7.6.7 Cotagem de Chanfros ¢ Furos Fscareados A couagernde chants pode ser feita de acordo coma Figura 7.36. Quando o Angulo do chanfro é de 45 gravs, a represen- Desenho Técnict Sliva, Arlindo; Cougen 125 os FIGuRA 7.36 Gotagem de chants, aaa es FlcuRa 1.87 Gotagem simpiteada de chants, ‘acto pode scr simplificada (Figura 7.37). Para a cotagem de chanfros inteniores, a eenica é a mesma, Foros eacareados sito cotados tal come indicado na Figu- £27.38 7.6.8 Cotas Fora de Escala Em algumas situagdes, apés a realtzagto dos desenhos, € necessirio alterar dimensbes, Quando a simples alteragiio da cota nao provoce na geometria do elemento alteracoes {que poseam pr em causa sua clareza, entio a cota é sim. plesmente alterada para 0 novo valor, scado sublinhada (Figura 7.39) Flaum 7.88 Cotagem de furos ecoateads ofo;sousa, Luls PASTA DO 126 capo se 7.7.2. Cotagem de Vistas Parc’ Interrompidas [Na coragem de vistas parciais ou locais, a linha de cora pode cer interrompida, de acordo com a Figuen 7.42, Neste exer plo, a cota 190¢ 4 distincia até & extremidade digeita da peea. 184 = 11. [Numa vista interrompida, a linha le cora nunca € interromp a (Figura 7.43), 57390 Fauna 7.39 Cote fora de exzaln 7.7.3. Cotagem de contornos invisiveis 3407! _Arepresentacio por inhas invsivess, tal como Fo desenito no Capiule 4, € uma reprerentagio pouco clara e que pode ge ‘As cotas pa as quais soja necessriainepegio de controle ambisttidades ever ser explictamente indicadas nos desenhos. Esta ind\- As linhasinssiveis no cevem ser cota, exceto se no exist cacio ¢ ealizada envolvendo-se a cota como na Figuea 7.40, oui altematva mais cra para a cotegern lo element, Na maior parte das situagdes, as linhas invisiveis podem ser eliminadas & Big . (> af ‘ — | 3 |__§ 7.6.9 Cotas para Inspecio FiouRA 7.40 Cotee parainepecéo. Flouna 7.42 Gotagem em vistas patdals ou locas << 7.7 COTAGEM DE REPRESENTACOES 9 7.7.1 Cotagem de Meias Vistas ‘ Be Para a cotagem de meias vistas, as linhas de cota sto inter- rompiias, e devem prolongar se um pouco alémn dos eixos de siunetia, fal como indicado nx Figura 7-41. 5 cotas a serem Insenias s20 sempre a8 cotas tora Flouna 7.43 Cotagom om veta intrrompidas 29521815: 14:09:41: a - gs 1 14 @ ¢ $ ' 38 Tecorrase 3k Prat Canin en fein 74 cxtapm dae nt Desenho Técnico Mode Silva, Arlindo; Ribeiro, ofo;sousa, Luls jos ~ Copy Aluno:D jeservatios 2014 » 14:09:1: :3237C20BD2 - Direlte: oo 739000184 = 11.1 staclo ~ 340° right LTC - 9788521615224 - oe > Copy ZA = Matricula:14004538 SOU; FERNAND: 137C20BD2 - Direltos Reservados GLAS OZ 32: 3 = 1615224 ~ COD: 9:12 Lc-9 10.2014 = 14: 3739000184» 1: § i Estaclo » 3407 Caugen 127 7.7.4 Cotagem de Desenhos de Conjunto Em desenhos de conjunto, normalmente apenas sto cotadas as dimenades totaise as dimensdes de atravancamento dimen sbes da forma geoménica que circunscreve 0 conjunto). Tamn- bem devem ser indicadas as cotas de montagem, que corres pondem a inseredo de subconjuate nouiro conjunto. Quan- do, noutras sinzagbes, & necesséno indicar todas as coras clas pegus que fazem parte co conjunto, as cotas relacionadas com cada uma das pecas individuats devem ser separadas © sais possivel das cotas das outras pecas, tal como no exemplo apresentado na Figuea 745. 7.7.5 Cotagem de Perspectivas As perspectivas, em geral, no sio cotadas, uma vez que exis- tem detalhes que nunca sio mostradosina sua verdadiea gran- deza, A Figura 7.46 mostra es vinios modos de cotar uma perspectiva. As cotas devem aparecer alinhadas com a linha de cola, sequindo as regras da cotagem em geral 7.7.6 Cotagem de Ajustamentos ou Montagens Quando uma pee ou subconjunto € cotado, sua montagem ‘no conjunto deve ser levada em conta. Considere-se © motor Fiaura 7.48 Cotagem do perspectivas, Desenho Técnico Mode Silva, Arlindo; Ribeiro, Carlos Tavares;dias, Jo%0;sousa, Lui Frouna 7-45 Gotagem de deseninos de - conju, de modelismo indicado na Figura 7.47, em particular a mou- tagem da tampa no bloco (Figura 7.48), Para 0 "encatxe" cor- cto destas duas peas, existe um conjunto de eotas que de- vem ser escolhidas adequadamente, Esias coms esto indica- das aa Figuea 7.49, para 0 cseo da tampa, designande-se por cotas de ajustamento, isto é, 2s cotas que so comuns as duas pecas a serem montidas e que definem omnpo de apssamento. Ficus 7.47 Motor de model. 1s Reservatios = Copy! 10184 ~ 11.10.2014 - 14:09:12 - Aluno:D 5224 » COD:3237C20BD2 - Dirette 17573900 Estaclo - 340° right LTC - 978852161! Matricula:14004538 ZA z FERNANDO Z A C20BD2 - Direltos Reservado: GLAS 000:3237¢ Aluno:D01 21615224 = 14:09:41: ~ 97985: utc 10.2014 Ireltos Reservados - Copyrigt 5739000184 » 1: Estaclo » 3407 FIQURA 7 ter ca modetemo’ montagern da tampa na boce, oe Astaro Flour 7.49.Gotas de austamenie ou rontagem 7.7.7 Linhas de Referéncia e Anotagdes: - As linhas de referencia sto inhas auiliares sacs na coragem ue permiter inserever anotagSes, ou os referéncia termina no contomo da pega, us-se como termi nnacdo da habia una seta; quando termi no interior da peca, ‘usa-se um ponto, 7.8 SELECAO DAS COTAS (0s processos de fabricagio desempenham um papel impor tante na selecio das covas 2 serem insenitas num desenbo. Um desenho enviado para a produgio mostra a pegs 1a ata For sma final © deve comter, obnigatoramente, toda a informag2o necessicia, e sem ambigitdades, para a sta fabricagae. Assim sendo, durante 0 projeto © & claboragto dos desenhos. 0 proj ‘neta eo desenhista dever ter em mente os pracessos de fa bricaglo a serem usados ¢ afangio da pega no conjunto onde vvat ser montads. Nao faz sentido definit coras em relaco euperficies 2s qunis © trabalhador nae consegue ter acess0, cou tendo acesso alo consegue medir 45 distincias com rigor © exatidao, No entanto, © papel crucial na selegio das cotas esti relacio- nado com a fingao das pegas, isto é, 2 cotagem funcional 7.8.1 Cotagem Funcional ‘Uma cota denomina se funcional se é essencial para a fungao da peca Pigura 7.51), Quando uma cota nao € essencial para a funpto da pega denomina-se cots n2o-funcional As cotas funcionais devem, sempre que possivel, ser indica dis digetamente nos desenhos. Por ve7es € necessino, 01 05 tifica-se, indicé-las indiretamente (Figuea 7-52). Flouna 764 Catoe funciona, ‘timeros de referén ia, no caso de desenbos de conjunto. Na Figura 7.50. apre- senta.se um exemplo da sva aplicacio. ecsminde Flouna 7.50 Linhoo de referencia ou Desenho Técnico Mode Silva, Arlindo; Ribelro, Carlos Tav: ‘Quando a linha de © de enosago, Fiouna 7.52 incase ndeota do eotaefunconsie, jares;dias, JoSo;sousa, Luts 7.9 APLICACOES EM CAD Os programas de CAD SD pacimétricos permitem importar dirctamente para os desenhos muitas das cotas usadas na modelacao sélida. Todlavia, nem sempre as coras usadas para a construgio dos sélidos sio as cotas necessdeias&fabricagio Caugen 129 das pecas, devendo o projetista tet todo 0 cvidado neste as pecto particular. Na Figura 7.53, apresentase 0 desenho de conjunio do mo. tor de modelisma que foi apresentaco na Figuea 7.47, execw tado em Solid Exige. Na Figuea 7.54 apresenta-se a cotagem do bloco do motor FIGuRA 7.58 Decenno de oan- Junio do otor ae mocstemo, Fiauna 7.56 Cotagem do loco do moter de model TERE 21] ar ersten 5 i ry > Direktos Reservatios - Copy’ SOUZA = Matricula:14004538 » Estaclo ~ 34075739000184 - 11.10.2014 » 14:09:12 - Aluno:DC 137C20BD2 - Direltos Reservadios - Copyright LTC - 9788521615224 - COD:3237C20BD: DOUGLAS FERNANDO Z A, 8 B 5 b £ 2 5 3 z i i Estaclo » 3407573900184 = 11.10.2014 14:09:12 » Aluno: 130 Caputo see Flauna 7.55 Aluslicapio das visias © otagen em Soli Ede. Ovtea das grandes vantagens dos programas de CAD 3D é aque qualquer alieracao do modelo sélido, durante as stces- sivas terages do projeto, cond2 a alteracao automstica, quer da geometria, quer das cotas das pecas. Na Figura 7.55 in- dica-se um exemplo do respective aviso no programa Sotid Edge. 7.10 EXEMPLO DE APLICAGAO E DiscussAo, Na Figura 7.56 apresenta se um exernplo no qual so come- tidos alguns err0s tipicos em cotagem. Estes erros, identifiea- dos por baldes, s20 0s seguintes: A, Osclementos deve ser cotados, preferencialmente, na vista ‘em que € visivel sua forma, ou su localizagio. Eventual- mente, ¢ de modo 2 evitar uma excessiva concentragio de cotas nalguras vistas, estas situagdes podem ser acei- rivers. BB. Na cotagem em série, estando espeaticada a cota total (@ (que € essencial) deve-se omitir una das coras parciais. ©. Na cotagem de elementos repetides, apenas um deles & ccotado, sendo indicada a quantidade antes da cota. Note- se que, no caso de arcos, quando nao exista ambighidade usual omitira quanuidade. D.As cons $10 nomalmente alginsmes interes. A precisa0 dda cota é definida pela tolerincia ¢ nunca pelo valor da cota. Este € umm eno pico em CAD. que resulta de 0 pro- grim, por omisso, usar valores decimais nas cotas E. Deve se evitar a cotagem de linhas invisiveis, F. A cotagem de furos deve ser feita em relagao ao seu eixo, Por outro lado, 0 controle dimensional da peca acabada € feito relativamente 20 eu contomo. G.0 simbolo de ciimeto 95 € obrigatério nas vistas em que ‘nao seja chica a simetna axial do elemento cotado, HLA posicao do arco fica definids a partie das cotas totais da pect 1. Quando um furo e um arco tém um centro comum, nto & necessiria a cotagem de posigio do furo,ficando esta de finda pelo rato do arco. J. Cota redondante. A posicte dos furos esti definica em re. lagao as exteemidades, XK Furos ou elementos circulares devem ser cotados como, dkdmettos e nao como 2108. [Na Figuea 7.57 presenta se a peca da Figuea 7.56 comets. mente cotada =D. ye Ficunn 7.58 Exemplo de eplioagso o dieauseo:cotagem com inootragéee. Desenho Técnico Moderne Silva, Arlindo; Ribelro, Carlos Tavares;dias, JoSo;sousa, Luis right LTC - 978852161! tos Rest C20BD2 = D LA 184 = 11. 75739 FERNAN al Ireltos Reservado: Estacl 09:1: 14: 14 f PASTA DO Caugen 131 Ul 1, Podem ser usados tragos # 45° como terminagdes das li inhas de coma? 2. Qual « diferenga entre cotagem de forma e cotagem de posicic? 3. Quais as principuis regeas para a escolha da vista onde deve see cotado um clemento ou detalhe da pega? 4, Numa visia interrompida, as linhas de cota sto interrom- pide? 5. O valor da cota depende da eseala do desenho? 6. © que voce entende por cota funcional? CONSULTAS RECOMENDADAS: Na cotagem de fures ou de clementos de se¢do circular € obrigatéria a indicacto do simbolo de diimetrc? Em que aituagées podem ocorrer cruzamentor de linhse de cota e de charmada? {as cotas poclem 1120 ser paralelas 2 linha de com? (© que voos entende por cotagem em aérie?E por cotagem ‘em paralelo? Diga em que situagdes & cecomendada a cotagem por ‘coordenadas, Como se indicar cons fora de escala? © Bertoline, GR, Wiebe, EN, Millet, C1. ce Nasman, LO., Technical Graphics Com ‘muenication. ein Graphics Series, 1995. © Geesece, FE, Mitchell, A, Spencer, H.C, Hill, LL, Dygdon, J. © Noval, J.E., Te chnicat Drawing. Prentice Vall. 1!" Ed, 1999. 180 129985 Technical drawings - Dien, sioning: General principles, definitions, me- thoes of execution and special indications. # SO/CD 129.2 Technical drawings ~ Dirnen. sioning - Part 2: Mechanical engincering ‘= 180 1119:1998 Geometrical Product Specifications (GPS) ~ Series of conical tapers and taper angles. ISO 1660 1987 Technical drawings ~ Dimenstor tolerancing of profiles ISO 3040.1990 Technical drawings ~ Dimensioning and toleraneing: Cones ISO 10579.1993 Technical dexwvings tolerancing: Non-tigid pars. NBR 10126 Cotagem em Desenho Tée Endereco elettGnico do Instituto Port guts de Qualidade (PQ)-sw.ipq pv Enderege elewrénico da Intemational Organization for Standardization (SO)-worw.iso.ch. ag and Dimensioning and PALAVRAS-CHAVE anotagdes cotagem de posicio coxa ccaragem em paralelo ccotagem de forms, Desenho Técnico Modem: va, Arlindo; Ribelro, C ccotagem em sécie PASTA DO 132 Capmulo see ~ Dire: O14 » 14: cxtagern Fnciooal linha de chamada cotagem por coordenadas lina de con GS elemento snimeros de referencia S5 cscla provesso de fbi B= formas bisicas Re os "5 EXERCICIOS PROPOSTOS 390% P71 Usando.o formato A4, cote as pecas incieadas na Figea 7.3 - Cote 2s pecas indicadas na Figura 4.65 usandlo 2 esca 7.58 em uma escala adequada. Obtenha as dimensdes dhs pe- la da figura, (cs usancio uma régua ¢ com hase na escala lateral indicada, 7.4 - Cote as pecas indicadas na Figura $.39 usando uma P7.2. Cote as pecas indicadas na Figuea 4.64em uma escala _escala adequada 3 sva representacio em papel de formate adequada i sua representacio em papel de formato M4 ou A3. Af 3407! BD FERNANDO GLA 9:13 52181522: 14: Bt 10.2014 Floura T'58 Exereicios ce cotagem, 39000184 » 1: Desenho Técnict Silva, Ariindo; Ribeiro, dias, Jo%0;sousa, Luis Cauagen 139 7.5. Represente ¢ cote convenientemente as pegas da Figu- ra7.59. Flour 7.59 Exeicios de cotagem, :237C20BD2 - Direltos Reservadios - Copyright LTC - 9788521615224 - COD:3237C20BD2 - Direltes Reservatis - Co IGLAS FERNANDO Z A SOUZA - Matricula:14004538 = Estaclo - 3407573900184 = 11.10.2014 » 14:09:12 Aluno:DC 7.6 - Na Figuea7.60 hi uma representacio ERRADA de um —seja representado © desenho correto do eixo inclvindo sua exx0, 0 exxo € siméinco © as medidas apresentadas sto ape- cotagem ¢ detalhes relevantes (detalhes, aegdes, et.) ‘nasindkcativas dos *comprimenios ds linbas’, Pretende-se que 10 e Flouna 7.60 Exeroiso de cotagen, Desenho Técnico Moderne Silva, Arlindo; Ribelro, Carlos Tavares;dias, Jo%o;sousa, Luis Direltos Reservados - Copyright LTC - 9788521615224 - COL Estaclo » 3407573900184 = 11.10.2014 ~ 14:09:12 » Alu Frouna 7.61 Reprecentagie da nha mécia deur tube, Silva, Arlindo; Ribelro, Carlos Tavares;dias, Jo%o;sousa, Luis média de unt tubo de 15 mm de didmetto exterior ¢ 1 ram de espestura de parede. Realize 0 desenho correto do tubo, 7.7 A Figuea 7.61 cepresenta a cotagem ERRADA da linha g 3 2 ow 5 8 a &B 4 4 ee 3 2 = se z 3 30:OUNly = ZE:60°+T = FTOZ'OT'TT = PaTOOUSELSLOFE = OPEISA - SESPOOFT:eINOUNEW = YZMOS ¥ Z CANYNLA S¥IDNO ideo = SopEAsOS9Y SONBIIG = ZABOTILETE!GOD - PTTSTSTZSRALG ~ 217 IYBUAdeD ~ Sopensesey SoENIC ~ TABOTILET! NY « ZT:60:bT = PEOZ"OT'TT = FBTOODGELSZONE - ODeISa 100 ~ $ELSTSTZSBBL6 ~ 317 wBUAdeD ~ sopensesey se3re41 Direltos Reservados - Copyright LTC - 9788521615224 ~ COD:3237C208D2 - Direltos Reservados - Copyright LTC - 9788521615224 - COD:3237C20BD2 - Diretes Reservatios - Copy’ Estaclo = 3407573900184 = 11.10.2044 = 14:09:12 » Aluna:DOUGLAS FERNANDO Z A SQUZA = Matricula:14004538 = Estaclo 34075739000184 = 11.10.2014 = 14:09:12 - Aluno:DC | c a) DESENHO TECNICO EM PROJETOS DE ARQUITETURA E DE ENGENHARIA CIVIL OBJETIVOS Apés estucar este capitillo, 0 vitor deverd estar apio a: ++ Lnterpretar plantas e cartas topogeificas e sua articulagio com levantamento de perl; + Analisar cartas ¢ perfic geolégicoss + Executar estucos de implantagio de cbeas; + Incerpretar desenhios em estucos e projetos de planejamento regkvnal e urbano; * Incerpretar, definie a respectiva articulagio ¢ executar decenhos de projetes de argpaitetaea: + Innerpretar, definit © exceutar desenbos de projetos de instalaySes; * Incerpretar, conceber ¢ representar desenhos de ectruturas em estudos © projetes cle engeniharia civil € sua anicula¢20 com os desenios de projetos de instalacoes © de projetos de arquitetura, Desenho Técnico Modemo Silva, Arlindo; Ribelro, Carlos Tavares;dias, Jo%o;sousa, Luis ieservads :37C2OBD2 - Direltes 1325 9000184 = 11. 5224 - COD right LTC - 978852161! - 9788! Copyright LTC Reservados - staclo » 3407 014 » 14:09:12 - Aluno:D 1757354 staclo ~ 340° 14004538 FERNANDO Z A St AS 3 = 14:09:41: 5739000184 » 11.10.2014 Deseno Tecnico em Profeos de arguterure e de Engenbaria Civil 9.1 INTRODUCAO A concretizagao das disposigdes relativas acs usos do solo no Ambito do planejamento regional e urbano a que se refere 0 Capitulo 8 pars além de infra-estruturas regionais © rede vi fnias entre os virios aglomeridos urbanics, conciuz a proces- sae de concepcan das edlfieacdes e des expaces livres, segin- do enitérios de exigéncia, de funcionalidade e de extética. Neste mbito,privilegianse, porsva vex (emnais uma vee. a represertaczo de conjuntos de pecas desenhadas, mals 0 m: os complesas 0 projeto de arquitetura relctivo a cada nidade constraiva ~ edifices publicos,ediicios de in estar de uso coletvo, elementos de idetidade Iocal n- tervencaes de preservacao reciperacdo em edificagber exis tentes, ecficagdes de uso privado individual ou comum, 20: brenido habicagdes e servigos. Em concordiincta com os enténos de Funcionalidade estabele- cidas no ambito do projeto de arquiteturs, estao ainda as dis pposicdes referents 20s tipos e caracterfsticas dos dispositivos de comand e wilizaeio, consignadas nos respectvos Proje: tos de Iastalagdes de Abastecimento de Agua, Sistema de Drenagea ¢ de Instalagdes Eletricas, COpeionalmente, podem ainda ser considendas os projetos de codes de comunicagdes ¢ redes de climatizacio, cujo dimenss onamento € tracado € objeto de estudo € desenho proprios, cconstinnclo os respective projetos de espectaidade. Permit a existéncia real das ecificagses, sto é, dos expagos ‘construidos inerentes 20s projetos de urbanismo ¢ de arquite- ‘ura, implica recorrer a estos de estabilidade que envolvem lum conhecimento 0 mis exaustvo possivel dos matenas & das suas caractersticas, em particular dos materiastidos como de consirucio ~ 0 projeto de estabilidade. Nele se inclui a representagia detalhada de todas as pecas ¢ elementos esin- turais capazes de suportar ag agdes a que as edificagdes deve 20 esia sueita, quer nas fases de servigo, quer inclusivamente is fases de construcio, no sentido de ser legivel a sua cons- titwigdo © montagem durante os trabalhos de constnagio, Por ser atalmente o mais corrente, salientarse-d 0 caso da elaboracao de projetos de constaugao em concreto armado na f2ua componente grifies, tendo em conta o¢ aspectos regula: ientares com implicagbes diretas ¢, loge de inicio, nos res- pectives desenhos. Que outro modo de definie a idéia ¢ proposta de intervencio, sua aprovacio pelas comunichdes interessadas ccnvolvidas, as configuracdes arquiteiGnicas dos espagos em que se inter” vém ¢ de estabelecer seqiéncias de procestos consteutvor, sem ura deralhada eepresentagto peévia eecorrendo-se ao desenho (téenico?) Paralelamente 2 execugio das obras de construgio, segundo A prescricto dos respectivos projetos, assume ainda particular Interesse todo 0 proceso de planejamento, relativamente 20 ual tambem s10 inerentes representagoes grificas diversas, Tadicionalmente apresentadas 0b a forma de grificos de bacras c atualmente geracos « panir de sofware de plancja- mento € gesiio de projetos, € também possivel e desejivel cstabelecer 0 processo de planclsmento em confommidade com © processo consinativo que o proprio projeto determina, at ves da representacio do que neste veo se designa por mode- los geométncos de planejamento, Desenho Técnico Moder: Silva, Arlindo; Ribelro, Carlos Tat 183 E,cmaums, oteabalho de representagio grificainerente 3 ea: boracdo de projetos do dominio da arquitetura¢ di enge- raharia eivil, nos termos e sequiencia deventos, como aplica Go da teria das prods geometvias plinas, no ambito do desenho téenco, que constitu © presente capitulo. 9.2 DESENHO DE ARQUITETURA Naseqiitncia do processo global de adaptacio do espaco na- tral, segundo crtenos consensuais de ceupacaa do sol para determinadoe fins, impe-se a necessidade de estudar deta Ihadamente as relagBes volumétnicas das edificagées entre sic com a espaca em que se inserem, no sentido de estabelecer conjuntos harmoniotos e coerentes com 0 objetivo para o local fem questio, 0 designado projeto de anquitensea tem como objetivo funda, mental este tipo de estude, no sentido de confer fom ae cxificagdes, quer de um modo global (voluméinea), quer 2 ni vel de detaite (detalhamento) e acabamentos. Envolvendo um conhecimente multidicipliaar com referén- it a conceitos procedimentas de ordem histérica, socials. fica, aisica e ecnclagiea, 0 arquitets ¢ por excelénca 0 ator da configungio das edificagées ¢ da sua ariiculagio com os cespacos em que elas se inserem, segundo ua etica capaz de proporcionar a coneretzagao dos principio: fumdamentais cenunciados, em conjugacio com dimensées estabelecidas por legisliedo € regulamentacdo ticita ou recomendacdes que a expenéncia ¢ 2 vivéncia tenbam pematide aeurslar A situagio acima, em nosso entender nem sempre & conse uida, dada a sobreposigio de inieresses, por vezes desde © ropno projeto até a conclisao da respectiva abea ou a negh- éncia de peincipios que deviam reger objerivos, nem sempre comreta ¢ claramente definides. Em tedo 0 caso, 0 projeto ce arquitetura nto deixa de se apre- sentar como um documento constiuide por wma pare escrita © um conjunto de pecas desenbadas que constituer o cha- mado desenho de arqiatenura, e que inchat 98 seguintes gran- des grupos ou tipos de desenho, aprecentados, em geral, nae cescalas indicadas: = Desenhos de locslizagie Ese. 1:500 ou Ese. 1:1009 ~ Desenhos de conjune: Ese. 1:50 ou Fee. 1-10 Desenhos de detalhe, Esc. 1:20 00 Bsc. 1:10 (0s desenhos de detalhe referentes a elementos constautivos ou de ligagio, podem ainda, com alguma especificidade, ser objeto de apreseniacio em ouiras escalas, depenciendo das dimensées reais do detalhe « cepresentac, podendo-te inchsi- ‘ve utilizar a escala 1: 2 ou mesmo 1.1 9.2.1 Desenhos de Localizacio e Desenhos de Implantagio Este tipo de desenho integra qualquer projeto de arquiterura informa 0 local ea pasicao da edificarto a projetar, acessos, Limiter do terrenc e onientagio dominante, Deve incluir cotae alimétricas ¢ cotas de localizacio, > Direktos Reservatios - Copy’ > 9788521615224 ~ COD:3237C20BD: SOUZA Matricula:14004538 ~ Estaclo - 3407573900184 ~ 11.10.2014 » 14:09:12 ~ Aluno:D¢ :37C20BD2 - Direltos Reservadios - Copyright LTC 32: Estaclo » 3407573900184 = 11.10.2044 ~ 14:09:12 » Aluna:DOUGLAS FERNANDO Z A : 8 B 5 b £ 2 5 3 z i i 184 Capinlo Now Para 0 desenhos de localizacio, recorre-e freqitentemente as plantas fundidnas, fomecidas pelos proprios municipios, na cecala 1:10,000, onde se marca a localizagio ds obra em ques- Ho, Estas indicagbes podem surgir em forma de planta €/ou cone, conforme a referencia tomack, 0s desenhos de implanta¢lo resultam de levantamento to- pogrifico, em geral em escalas 1:1600, 1:5000u 1100, con- Forme a necessidade de detalhe a0 nivel da implantagio, cujo estudo se baseta nos procedimentos descrites 20 lon” go de 84.3, 9.2.2 Desenhos de Conjunto: Plantas, Vistas ¢ Cortes (Os desenhos de continto definem a forma, as dimensoes ¢ 2 artculagio dos pnneipais elementor daz construgses. Ape sentam-se sob a forrma de plans, vistas € conte. As plantas referem-se 20s virios nivess de edkfieacao, sneren- teza cada piso e também da coberrura da construcio, Nao cor responderi exatamente 20 conceito de planta apresentado em 4.4, mas 21m corte horizontal na planta a uma altura condici a Fiounh 9:1 Prejto de avqitotura de morocs: 2) Plants, (continua) Desenho Técnico Moderne Silva, Arlindo; Ribelro, Carles Tavares;dias, Jo%o;sousa, Luls 014 » 14:09:12 = Aluno:DC 14» COD:3237C20BD2 161522: > 97B8521 SOUZA = Matricula:14004538 » Estaclo - 3407573900184 - 11.10. Ke :37C20BD2 - Direltos Reservadios - Copyright LTC iS FERNANDO Z A S 32: = Aluno:DOUGLA: 14 © 14:09:12 = E £ s § 3 . i zg Estaclo » 3407573900184 - 11.10.; Deseno Tecnico em Profeos de arguterure e de Engenbaria Civil conacla pela altura dos vios (de pons ¢ de janclas) cle modo 2 incluFles. Pte core é, em ger, supostamente considerado 41m de altura, sempre que se eesperta uma implantacto do parapeto das juncas « 0.99 m ov ainda urna outa alto, como, por exempio, abaixo do ponto de inicio de arcos, se 0s hhouver, ou ainda passando por diferentes nives, se necesté- fio, para uma maior explicitagae de outros elereatos arquiterénices do projeto (Figura 8.1 2) ‘Ao vistas correspondem rigorosamente a@ conceito de vista apresentado no Capitulo 4, identficadas pela sua orientaclo geogrilica (Norte, Sul, Leste ¢ Oeste) CFiguea 9.1). Os cortes (ver Capitulo 5) definem os detalhes interes dos eedificios, por exemplo, comparimentos ¢ escadas. Permitem wera 185 csclarecer a configuragio interior das edificagses (Figura 9. 1) e devem ser referenciados nas plantas. 4s plantas que, como se referiv, correspondem a um corte hor zontal, apresentam as paredes em corte, podendo ser preen- chicas em rracejadio ou em preto nas soperfices correspon- dentes as segder determinadas pelo plano de corte. O seu dimensionamento deve ser respeitado © depend do material unlizado. Se for concreto, sua Gimensto é da ordem dos 0,25, im, x for de alvenaria,estédicetamente relacionada nio 56 com as dimensbes dos ifolos, mas também com a sus disposicio. (Os vaos sto representados de moda diferenciad confoeme correspondam a portas ou jancls. A representa das ports di tindkcagto do seu seaudo de movimenio ¢, tal como a lanelas, [ | conte N Fil b) CORTEHO. Frouna 9:1 Prejto de arqutetura do motada:b) Ceres (sontruspo} Desenho Técnico Medemio Silva, Arlindo; Ribelro, Carles Tavares;dias, Jo%o;sousa, Luls > Diretos Reservacios + 9788521615224 - COD:3237C20BD: SOUZA - Matricula:14004538 ~ Estaclo ~ 34075739000184 - 11.10.2014 - 14:09:12 - Aluno:D¢ Ast :37C20BD2 - Direltos Reservadios - Copyright LTC 3: = Aluno:DOUGLAS FERNANDO B 8 £ 2 8 3 z a E Estaclo » 3407573900184 » 11.10.2044 ~ 14:09:1: Norte sul Poonte Nascente FrCURA 1 Projete de auitetura de moraca: Vista (contruago), concapondea representagies simbéiicas O grav de detallamento depende da escala do cesenio, mas é, em geral, objso de inclu- 10 no conjunto de deserihos de deraihe (Os detalles mais elevantes da constrasio, que ficam acima do plano de corte, como sea um arco, uma clarabéia no teto, et, ‘deve ser epresentados m planta tavo interrompdto, Na planta deve estar também representada 6 equipamento saniting © as coziahas ¢ respectivas cimaras pora paseagem de tubula- (es (couretes), assim como 0 tipo de pavimento utllzado, segundo legenda apropriada. + erténoe do seu dimensionamento podem ser consultades em bibliografia especializada e em catalogos dos fibricantes, sendo 6 seu espace de uniizacae definido pelo peojesta Desenho Técnico Medemio [As vistas sto, como ae referiu, designadas pela sua orientacdo. sgeogrifica, ou aind: pelo nome da rua 20 longo da qual es!20 dispostor. Devem ser em igual niimero a0 de factadas livres, A.sua claboragio esti sujeita 2 um estudo em principio com plexo, baseado em regras de composicio de supedicies, com a finalidade de clevaro seu valor estético e conjugando vos, saliéncias € reenirincias, varandas ¢ sacadas, Com materials de revestimento adequades ¢ indicadoe através de repeeten- tages a tracejado convencionais. “A claboragio de plantas e victas com uso de sistemas CAD es pecificos pode permite a representacio siemultinea, garantin- ddo.a coeréncia entre as plantas ¢ vistas Em geral, este proces co preseupse a construgiio do respective modelo geométnco Silva, Arlindo; Ribelro, Carles Tavares;dias, Jo%o;sousa, Luls _Desenbo Técnico em Projeos de argutecura e de Engenbrria Civ! ae | Claleial sie) xinleletels| al ale ola) cicacual 2) 187 Flour 9.2 Elaborapio smulanea de plana, vistas # modelagern ern 30 de uma ed fcacdo em s do sstema AUISOAD da Autodesk, ne em 3D, com o qual, de resto, se relaciona 0 deseo sucessi- wo de plantas e vistas (Figuea 9.2) 9.2.3 Desenho de Coberturas A representacao de cobertras correspande 2 1m eas parten- lar do projeto de arquiterur. Com efeio, representa a planta do nivel sup 10 nivel da ecficagao e, contranamente a todas ac outras plantas, nio comesponde a urn corte da cedificagto por um plano de nivel, mas sim a uma vista em planta. A cobertura de uma edifiacio, ském do aspecto funcional que a propria designacio sugere, pode apresentar diferentes tipos de con- Figuragio, ber como matenats © procesos constnsivos, ute. do-os, prfercncialmente, de acordo com a localizago geogrifica db eaificio em questio, o que infelizmente nem sempre acontece. (Oc casos mais correntes de coberturss comrespondem, em geral a terragos e telhados, Os tetracos, embors correspondence do ponto de vista estru- tural a um pavimento do tipo dos adotados nos pisos da cedificagao, inciuem um acabamento diferente, que prev? for da mento, de preferéncia com maceriais levee, de forma a char declives que ascegurem © excoamento paras tubos de queda (Ver 9.2.2) € revestimentos com mater nis de tsolamento térmico e de impemmeabilizicto (Figura 9.5). mente um ench 0s telhados sto, de acordo com a designagao, cobertu- Fas constituidas por uma esteutura comumente de madei- ra ou de elem: 6 Fabricados em conereto, sobre qual se dispdem de forma adequada elementos pre-faby cados, em geral, cerimicos — as telbas, inevitavelmente lema GAD especiicopara aculleura. araves conhecidas dada a identidade que tm conferido a muitas egies que as adotam de um modo conjunto ¢ harmanioro, ‘Um conjunto de telhas corretamente dsposias sobre a estrurura que as siporta coasitu tim plano Coit 230 ‘exclusiva em telhados) com tum declive aprecidvel ¢ adequade ao escoamento de dguas (da chuva ou do degelo das neves, 0s planos de umm cobertura, que tém onientagées de ac cont 0s lados do poligono que em pianita definem o contorne da edficagae Figura 9.4 2), determinam catee si retas de a tersecio (Figura 9.4 b) que, de resto, cecebem designacdes propnas em termos do telhado que passam a constinnir, A determinagio dessas intersegbes, A luz dos conceitos de pro. eg € fundamental na representagio de lum cohertiea ¢ é resolvica geometneamente cotadas (ver 8. Neste mbito, importa desde jf notar a identificagio do con cette de orientacio de plano acima mencionado © recordar © conceite de seta de maior declive (ver 82.1.2) no Ambito do codo das projegies cotadas também a identificagae de poligono de contomo da cdificacio como plano de nivel de releréncia: os laclos do poligono serio, assim, reras de nivel de cota 0° e, como tal tragos horizontas dos planos em questo, cuja intersecio de fine a configuracio da cobertura, como se refer. Assim, determinagao ou desenho de coberturss consti se, fundamentalmente, intersecao de varios planos dois a doss e Comskcr=o en rciyi deckeaun, que essentite sopstor ds eco ingocl, define 9 os Oda coker 1s Reservatios = Copy! 2014 » 14:09:12 = Aluno:DC > Diretes 15224 - COD:3237C20BD2 ZA ~ Matricula:14004538 ~ Estaclo ~ 34075739000184 - 11.10. Copyright LTC - 9788521 SOU; S FERNANDO ZA :3237C20BD2 - Direltos Reservados = Aluno:DOUGLAS OZ ur Estaclo » 3407573900184 - 11.10.21 8 i 188 Capinulo now Flaum 9.3 Deiahe de revestinento de cobertua #atrenates, oceiga cums Eee » lou 9.4 Cobenua de uma eateacao como jf citado, de acordo com 0 método das projeedes cota- das (ver 12.0, Na Figuea 9.5 apeescata-se a configuragio em planta de co- berturas com winiasiguas cujos decives, embora arbitrados, 10 declives correntes das aguas de cobertias Para a determinacio dos segmentos de intersecio dos virios planos (guas da cobertura), sio graduadas retas de maior declive que idennficam cada um dos planos coastituintes las Aguas da cobertura Desenho Técnico Mode Silva, Ariindo; Para cada caso deveri ver procurada a intersegio de planes Gguas), definidos pelas suas retas de maior declive, em prin- cipto adjacentes. Pelos pontos geaduados fazem-se passat pla nos de nivel de igual oota que interceptam cada urna dss gvas cuja interseeao se pretende determinar, segundo retas de nf vel a essa mesma cota A intersegio das retas de nivel de igual cota, de cxda uma das Aguas, (Método Geral de Intersegiio de Planos ~ ver 1.2.1.4), ‘determina tim ponta pertencente a ambas as aguas e, portan, 10, um ponto da intersesio pretendida, Ribelro, Carlos Tavares;dias, ofo;sousa, Lu's py Reservados - 2 = Direkes 00 :3237C20BD: "37C20BD2 - Direltos Reservadios » Copyright LTC - 9788521615224 - Ct 232% = 9798521615224 - Ireltos Reservados - Copyright LTC 9:12 = Aluno:D 2014 » 14:0: #4004538 ~ Estado - 34075739000184 ~ 11.1 = & U FERNANDO ZA GLAS 14 = 14:09:12 » Aluna:DOl clo = 34075739000184 » 11.10. _Deseno Tecnico em Projeos de Arguitesura e de Engenbaria Civ! 189 500 260 : 10s. 6 . w a © e Bow 290 FlouRA 9.5 Exempice de determinagio de uma ebertuta com vine Sguas em planta 0 proceso repeti pelo mene para mais um pont. Note- Se que os vémces do contemno da cobemir stom ponto dh interseio de duns guns adacentes — 0 ponto de cota 0. (Quando da utiliza de sistemas CAD, & possivel ger auto tmaticamente configuragbes de coberuas sendo dados os dlcives de cada uma das vinas Agoas (Figura 9.6) 9.2.4 Comunicagdes Verticais Ham elemento consitivo comm a todas 26 eifieacdes com iiais de um piso, cujs importincia & Ho fundamental quanto © scr possivel estabelecce a comunicagio (vertical) entre os vvinos pisos: sia as escadas e, em edificagaes de mécha e gran- de porte, timbém os elevadores Desenho Técnico Moder: Silva, Arlindo; Ribelro, C: 9.2.4.1 Fscadas ‘A eacada tem como principais elementos os degraus ¢ pata: mares. O degra constiruide por dias partes distintas: 0 cobertor (0,25 a 0,28 m) visivel em planta, € 0 espelho, obser vvado em vista (0,175 a 0.195 m). A relagio de dimensio entre cabertor e espelho ¢, em geral,fixada de acordo com a ex- pressio empirica seguinte dete 64 sendo e+ altura do espelho, em centimettos <: largura do cobertor, em centimetros Constiuinds em geral objeto de desenhos de detalhe, & ne centanto, sdispensivel a sua representagio nas plantas © cor ooie4 190 capttuo neve Flouna 9.6 Gerapse da contguracse de cobertura am sisters CAD. (Reprodupae Auterzada Reofbulse o-oo) tes (ou vista, se forem exteriores) no sentido de ser conheci da a sua localizacio e insercio no conjunto da edlificacao, As escadas slo, em ger, constituidas por vrios lances € pata nutes intermediaries. Entre 05 patamares, 0s latices de esca- ca, ou seja, 0 conjunto de degrius, vencem 0 desnivel [Na sua representacéo em planta, 0 sentido ascendente da ee cada € referenciado por uma seta colocada sobre a linha de etxo do lance (Figra 9.7), Sempre que existam mais de dois pisos servides pela mesma escada, 2 sna represennicio na plana da escada, vs'vel em cada ‘um dos pisos, inctui dots tragos paralelos de tpo trago-ponto com aorientagiode 45° Figura 9.7 b) intereeptande a linha de cixo do lance no pent pertencentean plano de corte horizontal (pla- ro de nivel) que dé origem a esea planta. nho Técn As dimensies das escadas sio regulamentadas, sendo comuns (0 seguintes valores para a largura 0,80 mem moradiass 0,90 mem habitagdes coleiivas: 1.10 mem habyragio com mats de 2 pases; — patame: 1,20 my 1,40 m em edificios com mais de 10 pisos 1550 ma, patamar, A distancia horizontal entte as escadas que vio para o pavimento supetior © para o pavimento inferior é, cm geral, de 0,40 m quando nto hi elevadores enrte elas No caso do devenho de ezcadlas, também os sistemas CAD e, em particular, os sistemas CAD especificos para arquitetur, dispoem de fincicnalicadles que desencadevenn um algontma para cl le tragado automitico de escadas com opgic de observincia ousa, Luis _Desenbo Tecnico em Projeos de arqutecura e de Engenbaria cit 191 i co Ez eA 1 | t= = 3 — a » dda formula empitica acima apresentacla € respectiva representa (940, simultane ot ao, em 3D. Para o efeito, dependendo do algoritmo implementado, si dados, por exemplo, as dimensdes da drea de implantacio, 0 ‘timero de lances desejido e 0 desnivel a vencer (Figuea 9.8) Claro que pode haver situagées de impossibilidade — basta que fo niimero de lances, por exemplo, nto seia compativel com as dimens6es ca rea de implantacao, face 20 desnivel a ven- cer que o tema deve necessariamente rejitar 9.2.4.2 Flevadores Sempre que uma construgo exceder 11,5 ma partir da cota dd soleira, deve incluir elevador. © elevador, que pede ocv: par o espaco entre as escadas, necessita de um espago acima do nivel superior, destinado 2 casa das miquinas, As dimensoes correntes do corpo de elevadores sto da order de 1.25 X 1,35 m, devendo.se considerar ainda um aceéscimo de 0.50 m para © contrapeso, que pode ser em largura ou e profundiade (Figura 9.9) aca out pos de edificios, come edificios pablicos (p. ex bhospitais), ou edifcios com garagens subterrineas ¢ elevado. res para atomévers, as dimensies dos elevadares serio obj tode antlize proprat e de acordo com isporigées dot prépn: 08 fabricantes 9.2.5 Deseahos de Detalhe (0 desenho de detalhe é uilizado principalmente na apresen tacdo de paricularidades menos comuns aa consirucio quc devam ficar bem definicas, quer em termos de configurario FicuRa 9.8 Selupie do excada gorada autocticamente om sete ica, quet em termos de foncionamento ¢ materiais CAD de 2cordo 6am dadee do ueuae, gcomé Reservados - ~ Dirette: 237C20BD2 1 ERNAND PASTA DO 192 Caputo Nowe Flotna 8.9 Elevadores (em core) e casa das mécuinas. constituintes: madeira, ferro ¢ ligis metaliease, mais atvalmen. te, oaluminio anodizado, 9.2.5.1 Janelas ¢ portas Sempre que exibiam diferentes ipos ou dimensbes de janclas © poras 2 consderar numa construcio é usual incluir no proweto ‘umn outra pega desenbadh, o mapa de vtos devidamente refe renciado nos desenios de conjunt. ‘O mapa de vios estabelece a5 cimensdes, Formas de abri, pro cceaso de montagem, etc. de portas ¢ janclas (Figuca 9.10 Figura 9.11), interiores ¢ extenores, constiti-se como um desenho de detalhe. Um mapa de vaos inelui, por conseguinte, a represcntacio, em planta ¢ em vista, das janelas ¢ pomas da edificago em cescalas geralmente 1:20 ou 1:35, referenciadas por urna letea cou um nimero em relacdo 5 representagdes nos desenhos de conjunto (em geral, as plantas) No que se refere is janelas, podem ser de dimensio varitvel, sendo as mais frequentes argues: 1,50 m Altura: 0,50 m acima do peitorl ou 2,50 m se forde sacada, Desenho Técni Silva, Ariindo; As ports, sendo exteriores, devern assentarna coleiea, quedeve cestara unt nivel maximo de 0,19 em acima do nivel do solo, « suas dimensbes mais coerentes sto (Figuea 9.12) Alira, 2,10 m Larguras: 0.70 m em portas interiones ( batente) 980 m em ports exteriores (uma folha ou um Datente) 0.75 m em portas exteriores (duns folhas ou um Datente) ma follsa ow um [No Ambito da wiikzagio dos sistemas CAD, vale citar a possi bilidace de deseaho de portas (assim como qualquer outro detathe) através da sua insereao no desenho em curso. Esses desenhos, disponiyeis em bibliotecis de desenhos, por exer plo de ports, de janelas, ou de qualquer outro detalhe (puxt dores, por exemplo, se assim se entender) podem ser obtides por qualquer dos processos seguintes: = Acumulagio de desenhos propnas 20 longo de tempaon pro. posits em momentos de inspiracio de desenho de ports; ~ Aquisigio junto de produtores de software (na internet hd fitas propostas de arquiver de desenhos de detalhes de consirucao), ofo;sousa, Lut 199, 8 i ‘ i a ™ 8 « “ 4 i Ss. x 3 Qe. a é B ASS: 4 WS : A i i Fiauna 9:10 Dasenhe do deine: dottho do janela(slomento dasenhade cenetivinta do um mapa d vos), Silva, Arlindo; Ribelro, Carlos Tavares;dias, Jo%o;sousa, Luis $3 1. Ne, i z 3 ow eg ox S. Copy ZA = Matricula:14004538 SOU; FERNAND: 137C20BD2 - Direltos Reservados GLAS OZ 32: 3 = 1615224 ~ COD: 9:12 Lc-9 10.2014 = 14: 3739000184» 1: § i Estaclo » 3407 194 Flour 9.12 Reprosentagie dos vives tpcs de potas em plantas de conunt,nclindo reteéncia rurnéiica para represantogdo dos cous detalhee en mapas de vce, Solicitaedo junto de alguns fabricantes de um dado tipo de detalhes (a idéia teré comecado por um fabricante de lou- ‘¢36 sanitinas), que, no propdsito de incrementae as suas ‘vendas, disponibilizam 209 projetista arquivos de deseo dos seus produros, no sentido de que a sua inserca0 em projetor de arquiteturs acabard por prescrevé los. Os exemples da Figuea 9.10 c da Figuea 9.11 correspondem a algumn destes modes, Dentre os desenhos de detalhe, vale ainda citar 0 caso da re- preseniacic de chaminés (Figuea 9.13) Sto recomendagées gerais de dimensionamento considerarum nnomero de safdas de fumaca igual a0 dos dispositives que servem. Cada conduto de furaga pode mecke 0.30 X 0,30 m (por cada safda de Fumo), elevando se a uma altura de 0,60 m em relacio 2 linha de cumeeita. A espessum das paredes é, fem geral, de 0,30 m, inciuindo material isolante. 9.2.6 Cotagem em Desenho de Arquitetura Embora em todas as figuras apretentadas até aqui neste capi tulo 9° tenha seguide a normas geris de cotagem em dese tho téenico,ineressa citar alguns aspectos de ulizago pric thea bastante generalzada, resutanter da adogio de normas intemacionais, em especial das normas frrncerss, como com plemento das nomias gerais de cotagem em descnho ténco. 9.2.6.1 Cotas em plantas | coxagem em planta utliza os pos de cotagem em série ¢ em paralelo com a erigem conmum a detemniondo ponto de refer Desenho Técnico Mode Silva, Arlindo; Ribeiro, Carlos Tavares;dias, Jo%0;sousa, Lui laura 9.19 Reprecentario de charings Porlem ser consideradlas coras interiores ou exteriores, con forme se apresentem no interior ou no exterior da planta, E> tas no devem ser repetidus nem aplicadas sobre 0 descnbo de escaths, vios de poras, aparethos sanitinos, etc sua representacio deve seguir uma orcem pedpria Figura 9.44) jeservatios - 2 = Aluno:D 014 » 14:09:41 :37C2OBD2 - Direltes 1325 9000184 = 11. 5224 - COD 1757354 staclo ~ 340° right LTC - 978852161! 14004538 FERNANDO Z A St AS 3 = 14:09:41: - 9788! Copyright LTC 5739000184 » 11.10.2014 Reservados - staclo » 3407 ‘Deseno Tecnico em Projeos de Arquitesura e de Engenbaria Civ 195 200 400 200 197 10 200 268 ons or 1o0 Sons ors ano Flouna 0:14 Cotagom de platae om arqutotr. cotas de espessurass representando as medidas da eepes sura dos pilares, paredes € pavimentos = cotas de eixe dos vaos: que esiabelecem as medias en- tre etxos de todo 08 vos; = cotas de implantacio: determinant a localizagio paca implantagao dos pilares, das paredes e nivers de pa mentos apresentando'se o valor da cota, perpendicular’ linha de cova, comtespondendo a distincias medidas a pare de um poate cconum até 0 inicio das paredes € eixos dos pilares. As cotas resultanies correspondem 2 adicao ou subiricao das cotas refendas. 9.2.6.2 Cotas em cortes Neste tipo de representacio, si inclufdas cotss de implania- (cto telatvas a uum nivel considerado de reference, Assim, sto cotados todos os niveis (pavimentos) em relagio a essa refertncia, devendo-se indicar também 2 cota do teto do ‘alumo piso. Dever ser apresentadas indicagbes sobre as dimensbes vert Cais entre os niveis dos pavimentos, sua espessura, pes direitos cealturas de porta ¢ janelas (Figues 9.15). Quanto utlizagao dos sistemas CAD, € ji conhecica a fun- Clonaldade de atrinacao automatiea de cotas Mais interessante ainda ¢ a sua alteracio simultfinea por ma- nipulagao e modificacto dos desenos no mbito da produ- 10 € da concepeio, nos terms detalhadamente descrtos Desenho Técnico Moder: Silva, Arlindo; Ribelro, Carlos Tat Como se sabe, aumentarou reduzir as dimensdes de um dado desenho cotado segundo qualquer das dircedes permite a mesma modificacao na linha de cota coreespondente, po- dendo optar-se pelo reajustamento automético do respecti vo valor. 9.2.6.3 Equipamento interior e cotagem A representacio de equipamento em desenos de arquiterura cenvolve, fundamentalmente, 05 aparclhos sanitirios ¢ os apa- relhos das covinhas, Em situagdes de edificios de maice porte, sobeetude edificios comerciais, pelo menos em nivel de estudo de instalagho, € usual a representacao do pedprie mabiliino. De resto, utih- zagio dos sistermas CAD para simular a instal tes tipos de mobiliirio & nestes casos perfet e ueual Existem simbolos que peritem, quer em planta, quer em vis- 1h, representar qualquer tipo de mobileina no sentido de dar maior énfase 3 justfica edo do espago projetado por compact: mento €, por conseguinte, aps valores das cotas considerados (Figuea 9.16), 9.2.7 Apresentacdes Realistas Sao jd bem conhecidas as apresentagées ¢ anumacées realistas de projetos de arquitetura, em termos de forma, cor e textura dos prprios materiais a uuilizar, quer em temnos da apresei tapto do seu exterior, do interior, da sus insergto num con- 014 » 14:09:12 = Aluno:DC 14» COD:3237C20BD2 161522: > 97B8521 SOUZA = Matricula:14004538 » Estaclo - 3407573900184 - 11.10. Ke :37C20BD2 - Direltos Reservadios - Copyright LTC iS FERNANDO Z A S 32: = Aluno:DOUGLA: 14 © 14:09:12 = E £ s § 3 . i zg Estaclo » 3407573900184 - 11.10.; | G KG i 200 Mo nM FloURA 8.15 Cotagem de um cere er arqutetura Flcura 9.18 Inserpio de ecuparments em pana junto urbano ji exictente, da sua insergio no terreno, do efei- to de luminosidade © sombreamentes ¢ ainda a pessibilidade de insercao de "cendnos”, desde ce com muvens a fundo relvado, Mais interessante, porém, € 0 processo de simulacio de um transeunte, quer no intenor das edificagbes, quer no extent, a0 longo dos expagos de circulagao, no sentido de poder set avaliada a sua mteracio © wnsereo no espaco delimitado pe- los volumes edificados, stuagio jd referda em 842. O eferto € if conhecido. Constinanecessartamente tim trabalho aparentemente acres- cido relativamente aoe processos tradicionais ou acs proces- Desenho Técnico Medemio 208 de utilizagio do sistema CAD come instrumentagio de desenlio em 2D, na medida em que pressupde « modelagem geométtica dimensional da edificacao. Todavia, este processo € atualmeate muito freqilente n0 Ambit to do projeto de arquitetura, nz medica em que, como se refe- su, pade ser simultineo 3 elaboracio de plantas e vistas em 2D, a que se segue um processo de rendering do modelo 3D. A Figura 9.17 apresenta iusiragbes deste tipo, por utilizaga0 do sistema 3DStudio da Autodesk. Inc. sobre modelos geo. métricos, obtides em Architectural Desktop ~ sistema CAD cespectlico para arquitctura, que opera sobre o sistema CAD {generico ANIOCAD, 9.3 DESENHO DE INSTALACOES: A satisfago dos mais variados critérios de funcionalidade das edificagses conforme os diversos modos de unlizagto a que ce destinam implica necessanamente a existéncia de sistemas bisicos que tomem subconsciente a sarisfacio de necessida- des elementares inerentes prope aritude de existir, numa scala de valores do atuslmente designado mundo descnvl- vido. Dotar as edificagdes das necessiriasinstalagdes que gerantam sa satisfacio for considerada uma aco Go importante como a concepgao ¢ consinicaa das propria edhficacoes Inserem-se neste fbito a instalagao de sistemas de abasteci mentos de agua, de drenagem, de forneeimento de energia (Cermcidade © nos grandes meios urbanos, também 0 25), redes de comunicagdes e, mais recentemente, redes de climaizagao © fomecimenta destes hens ¢ cervigos, que se processa ate vés de condutores, quer sob a forma de tubulagdes (iguas) quer sob a forma de fios ou cabos (eleticcacle), implica a comets insergio destes elementos nas constnugées, sab a for sma de redes. Silva, Arlindo; Ribelro, Carles Tavares;dias, Jo%o;sousa, Luls right LTC - 978852161! tos Rest C20BD2 = D LA 000184 = 11. 75739 S FERNANI al Ireltos Reservado: Estacl 14 © 14:09:12 f PASTA DO ‘Desenbo Tecnico em Projeos de Arquitesura e de Engenbaria Cit 17 stato da numnacdo exer do Fost Hal, ropIO de Kiara Touro, CN) oxoeuad ‘rad Doig Ton, ON, Pade etaadentasartntanoa seraonng cetera Shisike Babe une, ‘au 9.17 Rendering de modelos 30 (reprodupae autoizada Lightimape Sottrsre) As reces de abasteamento de Aggn, de drenagern,elética e de ‘is , atualmente, cada vex mats, de telefones ¢ comunicagces fem geral, sto igualmente objeto de esrudo e projet. 0 projeto de instalagdes, que envolve mais uma vez uma pat te escrita dejusificicio, quer de iragado quer de dimension ‘mento, com base em concetos e principles de oxdem cient exe tecnolégica, com observineia de requisitos minimos (em sgecal demasiado minimos, consignados em regulamentacto prépna (Regulamentor Gerais das Canalizagdes de Agua e de Esgoto e Regolamento de Instalagbes Elétricas em Edificios), fe uma parte decenhada por recurso a desenho tecnica de instalagdes. 9.3.1 Redes de Canalizacao de Abastecimento de Agua ‘As redes de canalizagdes que slimentam 02 chamados apare. thos sanitinios nos locais das edificagtes que a arquitetura definiy (avatéeo, bide, chuvetro, pewvach, ete), st0 consti dhs por partes prinipaisligtdas 3 rece geral de abastecimento de dgua da gona em que a caificacao se insere. Delas parte as denvacoes necessinas 4 caca aparelho sanitino caja al ‘ientagao € comandada pelo usuisio através do acionamento de vilvuks. Estas vilualas, de que slo exemplo as tomeiras, podem também, na sua concepeio ¢fabncagio, envelver cn” trios de estética © decoracio. A complexidade do fendmeno fisico do escoamento.em pres- sho no interior de tubulacdes obniga 2 considera¢io de cvida ddosos critérios de tragado © dimensionamento € incluso de vvinos acessénos complementares, Desenho Técnico Modem: va, Arlindo; Ribelro, C © desenho de instalagées, cuja maior importineia se reporta a0 tragado em planta, deve, pois, ser explicito em todos estes aspector. Representado em geral eobre plantss de anquiterur nfo cotadae sc. 1100 0u 1:50), ulza diferentes tipos de trago para repre- sentagio dhs tubulagdes (de aguas fas e de Aguas quentes, por cexemplo), cédigos de indicacao de trajetes, indicagio do calibre das tubulagoes, modos de ligaeao des diversas panes da rede (pramadss)¢ simbologia para indicagio de acessérios. Na Figura 9.18 apresenta-se 0 tragado em plants da rede de abastecimento de agua celerente a uma pequena edkificagto, € na Figura9.19 apresentam-se detales de instalagio de equipa- reatos sanitinos, de acordo com a regulamentacao respeciva, Nao hi normas rigidas para a indicagio de simbologia, po endo vatiar de projetiste para projetista, inclusive em nfvel tnsunvcional, De fato,algumas cimarss municipais, para efet- tode recepeto de um projeto deste tipo, impdem simbologias proprias (nem sempre com a configuragio mais racional). estes termos, éinciepensiivel que nas pecas desenhadas seja inclufa uma Iegenda da simbologia af adotada (Figura 9.20), © projeto de abastecimento de agua pode ainda inchue dese- tnhos de detallic em ume eseala maior (1:20 ou 1:10), n0 sen- tido de estabelecer disposigdes consirurivas mais rigorosas do aque © habitual e cortes (em geral, a 1:100), explictando ais talagio de equipamentes menos comuns, principalmente cis- temas ¢ sistemas de bombeamento. Por vezes, quando hi muitos pisos, muitas derivacdes e, em sgeral, maisdo que uma coluna de ahastecimento, € ainda ustal a inclusio de uma perspectiva isométnca da rede de abastect i 3 & B 5 2 i 14» COD:3237C20BD- 161522: > 97B8521 :37C20BD2 - Direltos Reservadios - Copyright LTC 1:32: = Aluno:DOUGLA: 3 Ireltos Reservados - Copyright LTC - 9798521615224 - Estaclo » 3407573900184 - 11.10.; 014 » 14:09:12 - Aluno:D z = a FERNANDO ZA 14 © 14:09:12 198 Capitulo Nowe \ a Flcuna 9.19 Rede de abactecenento de Saua em exifeapio oom indicagio de cimetroe das tubulapiee, Av Ficuns 9:19 Desenno oe detahe ce picjeto de abastecimanto de agua. mento de agua, sem escala, vulgarmente designada fir de montagem Isto tem como eletlo exphiatara sua configuragto para além da representacao cm planta ¢ cortes € ausiliar a quannficacto de dispositivas acessérias ¢ de ligaeo das mi- bulagoes, sobretudo curvas ¢ té6 (Figuea 9.20). O tragado de reds de abastecimento de agua com austio dos sistemas CAD também & muito facitado em rel2¢20 aos pro- ceases tradicionais, Mesmo no Ambito dos sistemas CAD ge- néricos, a prépria caractenizago geral da sua uilizacto, prin- cipalmente a uilizagio de camadae (layers), permite o traca- do da rede cm camadas propnas ~ rede de guas fins numa canada, rede de Aguas quentes em outra, ¢ ainda 2cess6rios em ours. Estas camadas sio estabelecidas, por sua ve2, sobre a camada (ou camades) que contém 08 varios desenbos de nquitenura, sobre as quass se wsstala (deseno)a rede ce abas- tecimento de agua, Desenho Técnico Medemio Silva, Arlindo; Ribelro, Carlos Tavares; las, Jo%0;sousa, Luis ove de Anus Fie Fd de Agus Quenos ia ce eadegan pre cone eto oh counties / Pe Wihacapegon Wve deearue Schwein. Te wre rence te Fe, tnncacesqm orients Flaum 9.20 Sintologi para representapo de acecodio em redesinte: tes de abastecrnento de gu, Caso se recorra A utlizaglo de sistemas CAD especificos para reces de abastecimento de agua, normalmente dispbe-se, logo de principio, de bibliotecas de desenhos de acessériog. Se no i 3 & B 5 2 i 14» COD:3237C20BD- 161522: > 97B8521 :37C20BD2 - Direltos Reservadios - Copyright LTC 1:32: = Aluno:DOUGLA: 3 Ireltos Reservados - Copyright LTC - 9798521615224 - Estaclo » 3407573900184 - 11.10.; 014 » 14:09:12 - Aluno:D z = a FERNANDO ZA 14 © 14:09:12 Deseno Tecnico em Profeos de arguterure e de Engenbaria Civil apo tree 19 (Unig cara gor Foun 9.21 Esquema (kin de montagem ce rede-de abastecimento de agua, fivel do projeto de arquitenuca de algum modo estiveres paramettizdas cotas alimétricas, pode se ainda pemmitir 0 tragado automatico do esquema de montagem do tipo indica- do na Figuea 9.21 (O emas interessante ainda na uiliagio de sistemas CAD espect fioos para © tacado de reds de abastocmento de agua referee também a6 provesso de dimensionamento, medigses e quanit- dades. Com efeito, associados 20s elementos grifcos, ineluindo as bibliowcas de acesscinos, pode haver atrbutos alfanuméicos que incluam, no nivel do dlmensionamento ¢ do esquema geral ddefuancionamento da rede (Figura 9.22), restiges, quer de ta~ cdo, quer de inclusto de acesssrios, e mesmo possibliace de observiincia e de controle de disposigbes regulamentares ou de caitenios de dimensionamenvo (por exemplo, a impossbilidade de ligar doss diimetros sem ura junta de transig20) No caso de redes de abastecimento de gua de maior comple: xidade. por exemplo, em edificios altos para os quais € neces- ‘sino bombeamento e para cujo dimensionamento se requer cileulo hicriulic, além da mera observancia de disposigoes regulamentares pode estar associado a0 sistema CAD) especi coum modelo matemitico pars 6 respectivo cilculo, cues re sultados se traduzem em indicacdes quanto as curactericas de imensionamento a adotar dimensionamento de redes de incndio obedece a expeci- ficidades de dimensionamento e iracado, que fogem necess:- rramente Fora do Ambito deste livro, mas cuja representagto Desenho Técnico Medemio Silva, Arlindo; Ribelro, Carlos Tavares; las, Jo%0;sousa, Luis grifica, no nivel das pecas desenhadas do projeto de rede de {incdadlos, pauia-se por eriténos do mesmo tipo dos deseniios € ilusirados para as redes de abastecimento de dua. © programa CAD especifico pode também, ede modo anilogo, aunilar no dimensionamcnto¢ instlacio (representacia) de redes de incéndios e, em especial, dos chamados sprinklers (Figura 9.23) 9.3.2 Redes de Canalizagdes de Drenagens A drenager, que, pot definicto, completa um ciclo face 20 fornecimento, € também objeto de um proicte préprio 90, Ambo dos projeros de instalagbes, No Ambito do projeto de drenagem interessa considerar as recs de drena gem de dguas residuais e de drenagern de dguas plovisis Reportase ao tracado ¢ dimensionamento das redes de esg0- tos e inclut as redes de esgotos domésticos (ou aguas serv dae) e a rede pluvial ‘As pecas desenhadas que iaregramo projeto de drenagemn e380 sujeitas 20 moda de onentacioe sequéncia do projeto de abas- ‘tecimento de gua, muite embora urna diferenca fundamental ceie as reces de ahastecimento de agua e as cedes de drena- gem determinem configueagses de tracado, de diferentes ti 200 Capitulo neve laura 9.22 Proves funconarnento reproducso autoizada Halk detaC), so de dmensionamento ce tece ueando-ce 0 sistema CAD ~ Pine Network Anavis Program, 2 parte do-cey ecquera de Fiouna 9:29 Represantagso de rade de sprinklers usanco-2e osictema GAD espactice (reproduce autorzaca Autodesk, Ine) pos, Enquanto na rede de abastecimenta de agua 0 escoamento {sob pressio, preenchendo toda a segio da tubulagio, nas redes de drenagem 0 excoumento € em supedicie livre (aio preenche toda a seco da tubvlagio, ¢ 0 escoamento se da por agio da gravidade), Embors o tradi das redes de drenagem obedega a cntenios di- Ferentes,as cedes de esgotos domésteos ¢ a rede de dguas plu- vis 620, em gerl, epeesentadhs simaltaneamente sobre dese- bos de arquiterur na escala 1:100 ou na eseala 150 dos utlizindo diferentes ipos e espessuras de trago, conforme se refirim a drenagem de gua servidas, pluviais 08 tubos de toda recle domestica ¢incluem simbologia propa para repretentigio de elementos e ongios acessénos (Figura 9.28). “Também, quanto a se recorrer 403 ssternas CAD, os procedimen: tos s20 do tipo descnto em relaco 20 cimensionamento,traca do.e representacio de redes de abastecimento de gus, Assim, enquanto na cede de abastecimento de gua o trajcto das tubuligoes é qualquer, na caso das redes de drenager tor 1a. se impossivel a consideraeio de trajetos que obsiguem ‘a 50 Dida” do excoamento,a menos ques prevea (¢ sempre se deve citar) a inchiste de bornbas bidraulies que elevemo fluid em ‘bombeaniento de éguas servidas jeservatios - 212 » Aluno:D) -37C20BD2 - Diretes 32: 0001 39% 5224 - COD Estaclo = 340757: right LTC - 978852161! 14004538 AS 14:09:12 184 » 11.10.2014 a PASTA DO _Desenbo Tecnico em Projeos de arqutecurn e de Engenbaria cit 201 ose te esgesconttos = ate tas 97B8521 SOUZA = Matricula:14004538 » Estaclo - 3407573900184 - 11.10. Ke :37C20BD2 - Direltos Reservadios - Copyright LTC iS FERNANDO Z A S 32: = Aluno:DOUGLA: 14 © 14:09:12 = E £ s § 3 . i zg Estaclo » 3407573900184 - 11.10.; _Deseno Tecnico em Projeos de Arguitesura ede Engenbaria Civ! 203 snes ‘tea pte Flours 9.29 Reprosontapdo ax coite« em planta de parle dc redos de dronagemn de uma pequona estleapéo, de deenagem de guas servidas, ser qualquer confusio, fa zendo-se uso de simbologia ¢ tipos de itaco proprios (Figura 9.24), A rede de drenagem pluvial &, em gersl, constituida por tubos de queda embutidos nas paredes (em geral nes cunlais) ou Insendos em conreniesca edificagio ou fixes nas paredes, por vvezes com efato extético, sobrenudo através de cones contess- antes com as do edifice (Os nubos de queda tecebem 2 agua da chuva que cai sobre a cobertura da edificagio © em pavimentos expostos (varandas (1 terr2¢08), No topo dos tubos, ¢a0 nivel da cobertunt dos pavimentor expostos, emergem ralor para onde a existéncia de pequenos declives nos pavimentos ou coberturs dinigem as Aguas. 2 "s Spqpoc \ or ree 3 Para cower pul tual cats No caso de coberturas em telhado, 6 frequente 2 instalagio de callas ao longo dos beiras pare recolhimento das dius. Psias calhas estto ligadas em alguns pontos da sua extensio a t- bor de queda, em geral desembocando em caisas de visita, colocadas 20 nivel treo (Figura 9.30). © ramal de ligagio a0 coletor pluvial, em geral instalado no nivel térreo, est sujeito a0 mesmo entério de teacado que os amas de ligagto em redes de Agguns servidas, 9.3.3 Redes de Instalacio Elétrica Os projetos de redes de instalacto elétrica S46, do ponto de ‘vista grifico, do tipo dos projetos de redes de canalizagbes de abastecimenios de gua Fiauna 9.80 Rede de drenagem pluvial de coberura de eaifeago Desenho Técnico Medemio Silva, Arlindo; Ribelro, Carles Tavares;dias, Jo%o;sousa, Luls ieservads :37C2OBD2 - Direltes 1325 9000184 = 11. 5224 - COD right LTC - 978852161! - 9788! Copyright LTC Reservados - staclo » 3407 014 » 14:09:12 - Aluno:D 1757354 staclo ~ 340° 14004538 FERNANDO Z A AS 3 = 14:09:41: 5739000184 » 11.10.2014 Capitulo Nove Sio apresentados, mais uma vez, sobre plantas de arquitetuea e delinem o trarado dos condutores © 03 aparelivs eléricos a instalarrepresentados através de simbologia propria. A instalaco elétrica &, em geral, embutida, sto & 5 conduro- res sio colacadas em tubos-base de plisicn, por sua vez in- serides no interior das paredes nas quais so aberios canais ainda antes do seu acabamento (reboco e pintura) No caso de eclficagSer industnaic, cu intalacio elétrica en, volve condutores de maior diimetro (e, por vezes, com maior ‘numero de fics), podem ser exteniores e fixos nas paredes ou tetos por meio de acess6rios adequados (tipo bracadeiras apa- rafusaclas) ou por coligern. aca este fim, nas plantas que integrim 6 projeto de instala- Ges ektricas € acompanhado de simbologia adequada (Fi ‘gura 9.31), deve o tracado ser fetio no extenor da parede de Forma a clucidar sobre a face em que devem ser abertos 03 respectivos canis (Figura 9.32) (© numero de condutores no intecice do tube Cembutido ou niio) em exda zona do tragado ¢ represeniado por micio de peqnenos irigos abliquos, podendo-se também recormee a si boloe geilicos. Quantlo existem ciecuitos independentes na instalagio el ca de uma edificagio, pode-se recorrer 2 diferentes tipos de trago pra visualizios de modo independente ¢, portanto, mais explicit Em termos de dezenhos de detalhe, 0 projetos de redes de Instalacgo eléwica limtam-se, em geral € nas situagdes mais correntes, & apresentacao esquematica (¢, portanto, sem esca- 1h) dos quadros de distnbuigio (Figura 9.32 6), que, mais uma. ‘ez, inclu simboles grficos adequads. Em situagdes de maior complexidade ou de inclusio de disposi tiyos ¢ acessSrios especias, ckverio também ser apreseniados (0s respectivas cesenlios e detahe constuivos ou de instalacio, 9.4 DESENHO DE ESTRUTURAS DE EDIFICACGES Entende-se por estrutura de uma constructo © conjunio de elementos desea construgio cuja Fungio ¢ azsegurar boas con- digoes de esiablidade c, para um dado petiodo de tempo, re sist 208 esforcas que as 2¢bes 2 que esti submenica Ihe tens iter A configuracdo das esiruturas depende de varios fatores, com fore o fim a que se destinam, tendo em conta as caracters ‘eas fisicas do ponto de vista da resisténcia dos matenaio dos viiios elementos esiruturats que as constituem, 2 luz da plenia satisfagio de estabikdade face 2s acées que estario sujet, «em conjugacio com eritérios de economia © de estética 9.4.1 Generalidades. Materiais No que se refere aos matersis principais dos elementos cons tituintes das estruturas resistentes que asseguram a estaba de de uma dada edifieacao, os mats utlizadas sioa madeira a pedea, © ago € 0 concrete armado. CCada um lestes mateniais tem caractersticas de resistencia prs pias ¢ € vtikzado segundo técnicas de trabalho especificas. mm ~ — conn Sri gre! _Eemamopemamio _Eetmiin psn Ea Pe oe ¢ - © calact treo coreouaramience eeu eau ‘Pisces weacamoseranende ene seins vos — Carta Terasancips me Sisto tara tes Seo) 4 ql x % sx60W Liege — ce non dst, ecmelte — anam svotiane Soa eS x x — + D ee ee sano igezs Genet ga ts onsite Flour 9.31 Sinboiogia uitzada na reprecentagso doe acecebtoc male comune em inctalapbes slétieae de ediloag ec, Desenho Técnico Moder: Silva, Arlindo; Ribelro, Carlos Tat _Desenbo Tecnico em Projeos de Arguitesura e de Engenbaria Civ! 205 Frauna 8.82 Pare da plana de uma rede ce instaiagaoelaic’ a) Ccuto de uminagao,b) Cieuito de temadas: (contra) llva, Arlindo; Ribelro, Carlos Tavares;dias, Jo%o;sousa, Lut Desenho Técnico Medemio OUNy = ZEGOFT = PTOTOT'TT = $81 fod = Sopeniesey SoyesiCl SELSZOFE - OETA = SESPOOPT:2/NIEW - YZNOS ¥ Z CUNYNEA4 SYD: 1009 * ¥TZSTSTZSBAZ6 + 317 IYBUAdOD + Sopenressy Soysuia » ZABOTIZET! Copy Reservados - 2014 » 14:09:12 = Aluno:DC > Diretes 1615224 - COD:3237C20BD: 175739000184 - 11.40. > 97B8521 SOUZA = Matricula:14004538 » Estaclo = 3407 Ke :37C20BD2 - Direltos Reservadios - Copyright LTC iS FERNANDO Z A S 32: = Aluno:DOUGLA: 14 © 14:09:12 8 B # E 8 j : Estaclo » 3407573900184 - 11.10.; Se] Fisuna 9.92 Pare da penta de urna S| rede de inetalazao elie: e) Quacro Stico[ecntinuagdo) 9411 Pedea A pedm, que foi muito utlizada na Antiguidade, cobretudo pelos exipos, gregos © romanos, € um material com elevada resistencia A compressto, mas de feaca esisténcta 3 t2¢40. F, pot isto, um material de excelentes condigSes para sce utiliza” do cm colunas, pilates ou parcdes, desde que estejun sufcitos apenas a forcas de compressio ¢ centtadas. F 0 case das es. trumunas cepecsentadas na Figura 9.33 a ¢ b. (© vio representado na Figura 9.33 a ¢ vencido através de um clemento eetrutueal designado vig, que deve suportar & agio uc lhe ¢ transmits por uma parede que suporte qualquer outa io (e, portanto, 0 seu proprio peso) que sobre ele se apsta, ‘Assim, sto teansmitidos a vig eaforges de flex, ¢ 209 apoi 6s, esforges de compressio, a 0s ecforgos de flesio resultam em forgas (representadas por setas) que tendlem a deformar a viga tal como indica a linha toterrompida na figuea Quando a viga se deforma, suas fibeas superiores ficam sujei tas 2 esforgos de compressio, € as inferiores, a exforcos de racio. Se a viga for de pedea, se rompe mais fadilmente que outros matenais para uma dada carga, poirresiste muito pow £0 a csforgos de tracio, condicionando assim 0 vo, (05 esforeos de compressto sobre os apoios (pared ou pilar sobre os quais se apéia a viga), s20 teansmitides 2 estes, const: tuindo-se como ages sobre cada um deles. Em situscto de estabilidade, devem suscitar um esforgo de reago (reste cia 2 compressio por parte dessa parede ou pila capaz de cequilibrara agi sobre cada um delee. Estas ages sobre cada «um dos apoios que suportam a viga so iguais,c, neste caso, ores » Flouna 8.89 Etetce de apdee em vigae (a) am aoe (0) Desenho Técnico Mode Silva, Arlindo; Ribelro, Carlos Tavares;dias, JoSo;sousa, Luls jos ~ Copy Aluno:D jeservatios 4 2014 » 14:0: > Diretes 323 7C20BD: 1615224 - #4004538 ~ Estado - 34075739000184 ~ 11.1 > Copyright LTC - 9788521 = & ASOL FERNANDO Z. 137C20BD2 - Direltos Reservados GLAS 232% 00: = Aluno:DO1 8 2014 ~ 14:09:1: Ireltos Reservados - Copyright LTC clo - 34075739000184 - 11.10. _Deseno Tecnico em Projeos de Arquitesura ede Engenbaria Civ! 207 rnetade do valor da acio exterior se esta for concentrada a meio do vio da viga Gupondo também que, quanto 3s suas carac- teristicas fisias, a viga ¢ perfestamente homogénea) ot se for uma aio exterior distribuida de forma perfeitamente unilor ime a0 lango do seu vao, Se, em vee de uma viga, #e recomer a um arco de volta iateiea Figura 9.33 ba concqpcio da geometia dos blocos que cons- riniem determina uma onentacto das esforons de modo a ania- rem perpendicularmente as juntas, ¢ 05 blocos que constituer ‘arco sio solicitados 3 compressio transmatindo esforgos igual- iene de compeessao aos pilares em que 0 area se api. ‘Assim, para uma mesma carga consegue-se, em geral, um vio faior com um arco do que com uma viga, processo, como se tbe, determinante na arquitenina e na construcio em geril fa Antiguidade 9.4.1.2 Madeira (Quase simnltaneamente com as estruturas de alvenaria, a5 ¢5 truturas de madeira também foram de unkzaco frequente, sendo, no entanto, utizadas em consteucées relativamente pequenas © que nao se pretendiam tio duradouras como as de pede. Muito embora seja hoje em dis possivel um teatamento da radeira para aumentar substancialmente o seu periodo nor rial de chirigto, 0 problema fundamental contintia a sera sa vulnerabilidade 4 agio do Fogo. Relativamente 2s suas caracterfsticas mecinicas,a madeira su- porta deformagées relanvamente grandes, pancipalmente se ‘comparadas com as deformagdes a que a ped resiste antes de angie a roprara Quando solicitada segundo a diregio das bras esiste de forma aproximadamente igual 20s esforyos de iragdes ¢ a0s esforgos ide compressio, Quando solicitada normalmente (perpendicularmente) is f bras, resisncias 2 compressio e2 tracio sto ciferentes entre s1e-ambas consideravelmente menores do que no caso de ser sujcita a uma agio longitudinal, [sia dhferenca de caracteriscas mecinicas segundo a directo dh acio atuante € designada anisoteopia. 9.4.1.3 Estruturas metilicas 4s cstruturas metilicas so formadas por elementos de ago la- ‘minado, geralmente chapas ou pertis laminados, ligados en- tte #1 por meio de rebites, parafusos ou soldagem, segundo cespecificagées a delinir caso a caso (Figura 9.39). A ligacto dos diversas elementos metilicos ~ barras ou perfis laminados, podendo ainda por combinaglo entre si (coldagem ou aparafusamento) dar origem a outros petiis, ligados was Ans outros pelas extremidades, em pontos designadas nos da cotrutura ~ permite constiir esteutuas metslieas, em geral do ‘ipo reticulado (Figura 9.38 2), cujos projetos também se apresentam segundo of concettos de projegter geomeétricas planas no imbito do desenho técnico. Tal como ao nivel ch elabors co de projeto de anquiteniea, aut lizagao de sistemas CAD, além do desenho a duas dimensdes, Desenho Técnico Moder: iva, Arlindo; Ribelro, C: ‘PERE > 180 AgoFer0209 NPEN 10025 Parnas ¢ prea roace tian hg cate 9.3 ‘Decapager a gunata ape ao geasSA2 1 2 Mataaage a pr apa praro ope deco, ‘Pa a de acne oe ao Soldaduras 1G oD Petes re ER 4) 4) | ABS Sy 0 00 [Eararan ce Ago pate ica (at 20 91,60, C&R 1519) oa Ferrencan eSomancace eoFUOCODE SSDWND eIgA 00 tetede quateco ‘Orservares: Sato incantes nos dixaes do NM, Jee {ar so cores ccm 0,7 en eapesaa oo ean ral fea ss ‘eset de arg, cu de penatacao‘ctal nas pnts do rpm atop lau 938 Tino celagenda sabre espacitcarae das igagees dos ele rmentoeestnrirais em aeinnirae metalens reiculadse. pemnite também a geracto de modelos geométricos e sun vsua- lacio tidimensonal em fases coastativas Figura 9.35 b ec) bbem como fases finais da edifcacio a executar (Figura 9:36). Esta possiblidade assume ainda maior interesse no caso de cesrutaras especias, em geral decariter publico (Figuea 9.37). Com jf foi referido, © provesso pode ser sinmultineo & repre senmacio das projecdes ortogonais que fornalmente consi em 6 projeto, ou, conforme 2 tendéncia arual, © peocesso de desenho consiste na modelacao tridimensional, a partied qual so gerad2s as vistas desejadss ~ plantas e vistas na conformi- dade da representacio ¢ aprecentagto formal dos projetos. 9.441. (© material estratural mais uilizado atualmente na consinigae € o concreto, Estruturas de concreto armado “Aargamacca de cimento é uma mistum de arei, mento ¢ gua ‘em proporgies adequedas. Se akémn destes clementos a mistura tncluie também pedra, com dimensdes e dosagens conventen- ‘es, 0 material assim obtido passa a constitur se concrete, usa, Luts its agin Silva, Arlindo; Ribelro, Carlos Tavares;dias, Jo%o;sousa, Luis Siesuegereatesusincas oe, Desenho Técnico Moderna {te igap20 9prueo autonza) Fiauna 9.96 Vieuslizagso do modelo > Oi Capitulo Nove ® Flour 9.95 2) Vietapoeial da vita arn ‘pal dora ecttura metic retioulad \iciranaional de uma eae 2 (rpredupe autorzaes), ae g 20:OUNly = ZE6O%T = FTOT OTT = PETOOUSELSLOFE - OPERA - SESPOOFT:e/NDWNeW = YZMOS ¥ Z CANYNEAA SYTONOG:OUNIY - Z1:60:hT = PEOZ'OT TT = FETOONGELSZOFE - OPES Aden ~ SOPEAIBSDY SOWBIIC - TABOTILETE!AOD - TTSTSTTSBALE ~ 3.17 WBuAdOD - Sopersssay SONIC - TAGOTILETE:IOO - HTTSTSTZSHRLE - 317 WBUAdoD - sopeniessy Sou1BI10 jos ~ Copy Aluno:D jeservatios 4 2014 » 14:0: > Diretes 323 7C20BD: 1615224 - #4004538 ~ Estado - 34075739000184 ~ 11.1 > Copyright LTC - 9788521 = & ASOL FERNANDO Z. 137C20BD2 - Direltos Reservados GLAS 232% 00: = Aluno:DO1 14 © 14:09:1 8 Ireltos Reservados - Copyright LTC clo - 34075739000184 - 11.10.21 Deseno Tecnico em Profeos de arguterure e de Engenbaria Civil 209 Flauna 0.87 Vicusizagde 6D ce modelo geonéti co uma ponte moilica (precio auterizad). rhe t ty PAD WR, sees Toreoe varie Fleur 9.08 Goistagdes nurna paga de concrete armado. O concreto, no momento em que é hbricado, éfuido e pode ser langado em qualquer molde ou recipiente, adapeando-se 3 sua Fora. Passado certo tempo, fxz pega e endurece, comportan- do-se entito, do ponto de vista da resistencia, de modo anélo- go 2 pedra. Poctanto, resiste hem ans esfarcos de campres- >. € mal aos de tego, A colocacio de aco nas pecas de concreto, nas zonas que cam sujeitas a tragio (Figuea 9.38), permite tom las resizentes também aos esforgos de tracio, cbtendo'se assim umm material bheterogéneo — omatenal concrete armado, mas de alta ress- ‘éncia, quer A tragio quer compressio, bastante trabalhivel € econdemico relaivamente a outros materiis. com idnticas Fungoes. O.ago, aver colocade nas zenas que, devido 20 efeito dasagdes sobre os elementos consttuinies das estrururas de concreto armado ~ normalmente, lajes, vigas e pilares ~ ficario traconadas, é cm geral sob a forma de barras. O conjunto de Darras que se utilza no concreto armado designs-se arma, Com 2 utlizagio de barra, no $6 se permite obter sucessiva- mente ireas de armagio ~ areas das segbes de ago Goma das Desenho Técnico Moder: iva, Arlindo; Ribelro, C: fireas das sees das barras a considerar) conforme o ntimero de barras € os dilmetros das suas seyDes ~ gradualmente varid- ‘veis em conformidade com a vanacac da valor dos esforgas a que 09 elementos estrururas extario aujeitos, como também a mto-de-obra de corte, dobrager ¢ colocacto das barnis no interior das pegas de concreto armado, quando da sva moldagem, fica inquestionavelmente mais fcilitado de que se a configuracio dos elementos de aco, em vez de sera base de Darras, fosse outea 9.4.1.5 Pegas desenhadas em projetos de estruturas de concreto armado Atualmente ¢ FreqUente 4 utilzagao de estruturas de concrete armado, Neste caso € necessiria a consirucio de um mokde rma), geralmente em macleira, destinado a conter 6 con- creto ¢ 2 permitir a correta colocagio da. armagéo. A fBrma € posterionmente retiacka aps a pega do concrete = reacao quimmica do cimento com a agua durante 6 processo de evsporagio desta, que confere a0 concreto o endurecimente ue Ihe faz conferir a designacio de pedra artificial. Assim € usa, Luts jos ~ Copy Aluno:D jeservatios 4 2014 » 14:0: > Diretes 323 7C20BD: 1615224 - #4004538 ~ Estado - 34075739000184 ~ 11.1 > Copyright LTC - 9788521 = & ASOL FERNANDO Z. 137C20BD2 - Direltos Reservados GLAS 232% 00: = Aluno:DO1 8 2014 ~ 14:09:1: Ireltos Reservados - Copyright LTC clo - 34075739000184 - 11.10. 210 Capito neve nceconirio, par cada estrurura de concreto armado, formecer dois tipos de informacae: ‘= Osdesenhos definidores da estrutura ou deseahos de mol: de, que representam a forma exterior final da estrutura © destinam-se 20s carpanteitos que constroem a forma. O-¢8- ténio de cotagem nests desenhos deve ter em conta este proceso constnutve, ‘+ Os desenhos constituintes do projeto de estrutura de con- creto armado devem incluir logo a9 inicio urn outro dese- rho especialmente importante — 0 esquema estrutiral. A cescala. mais corrente € 1.100, mas também podem ser usa: das as escalas 1:50 0 1-200) Auténtico maps da disposiglo ¢ ligacio dos virios elementos cssiruturais, destna-se, pois, a aprescntar o modo como todos estes elementos estraturis deverto te ligar ea referenciar cada tum deles a pam clessa refertniaa que se identifica a representagto em detalle, em geral contida em outro desenho, dt ava configurs- (lo geomnéiica demlhada, a disposicao e configurago geornéin- ca das armagses ea reepectiva cotagern, Os desenkos dos elementos estruturas, ou desenbos de arma- (es, contespondem, do ponto de visti do desenho téenico, 2 representagio de corteslongitudinais trinsversais ede segées rransversais das vinas pegas de concreto armado (lajes, vigaas © pilares e/ou pérticos, muros ¢/ov paredes resistentes © ozs sapatas),indicando a consttucio, a forma e a localizagio das amagbes, desinandse a formecer aos armadores de fer tra ze denomina armadores de bars de ago) indicagées pars © corte, dobragem ¢ mootagem dhs bares. Unlzam-se em geral, ag escalas 1:20 e 1:10, 9.4.1.6 Deseahos definidores da estrutura: ‘esquemas esteuturais (Os desenhos definidores da estratura, ov deseno de molde, representam as formas extemas dos elementos de concrete armada sem acabamento, [Na Figuen 9.39 aprescate se a planta da estruturs do pavimento de um edifcio, A esta vista corresponde um corte em planta, feito acima do pavimento, de forms que os pilares eepresentados que est belecem a continuidade para © piso superior se aptesentem como clementos cortados, ¢ que as arestas das vigas desse pavimento (sto €, imediatamente abaixo € que o suportem) ejam convenconalmente, ¢ no imbito do desenbo de esteu, turas, representadas a trazo cheio (e no a trago interrompi: do, embora se trate de arestas mnvisiver). Com efeito, nos termos das convengdes do desenho técnico, (0s contomos das vigas deveriam ser representados a 1r1¢0 im terrompido, dado que sko arezias invisive Naoaoxos%) 22442 Fiouna 9.30 Relerdncia coe elementos cetnturac num projte de concrate amd, Desenho Técnico Moder: iva, Arlindo; Ribelro, C: usa, Luts Copy Aluno:D 2 = Direktos Reservados - 00 :3237C20BD: 15224 = :37C20BD2 - Direltos Reservadios - Copyright LTC - 97885216; 232% = 9798521615224 - Ireltos Reservados - Copyright LTC 014 » 14:09:12 = 0184 » 11.10 8 B g 3 i : x = & U DO ZA FERNANDC IGLAS 414 = 14:09:12 = Aluno:DO clo = 34075739000184 » 11.10. Deseno Tecnico em Profeos de arguterure e de Engenbaria Civil Tal nlo ¢ adctado, pois tornaria morosa a representagio~ pein- cipalmente se por processos cle desenho tradicionais ~ ¢ s0- bretudo a posterior letra, Por outro lado, a no neceseidade de represeniacio de outras arestas que wnduzissem a simulia- neidade de acestas visivess permite adotar una representacao ‘cont todos 03 tragos a cheio, que se pode considerar corees- pondente a0 que seria © aspecta de tim vista por batxo do pavimento, devendo todos oe elementos ser referenciados, A referéncia dos elementos consiste em alrbuir designagbes ‘05 piles ¢ vigas e¢ insonts geralmente junto dos elementos a que dizem reepeito, usilande ae lahas de referéncia, ¢ 0s pilares podem ser cepresentados de duae forrmas diferen tes. Se 08 pilares tiverem continuidade para © piso superior, escurece-se tocla 2 seo (Figura 9.40), Se os pilares ex rem apenas para baixo do pavimento reprecentado, desens- se apenas 0 contorno da seg comumn a traco mais gr0ss0 do que 0 correspondente so contomo das vigis e lies As designages das lajes aio indicadas dentro de uma peque fa circunferéncia desentiada a traco fino localizala no centro dh laje. No caso de haver setas em duas direpSes ortogonais, trata-se de ma laje armada ern cruz, A espessura das lies € aut indicada escrevendo-se © = x. sendo x, a cepessuri da laje em metos, aproximada até os ceniinetros. Jato des designagdes dos piles ¢ vigas & também possivel indicar as dimens6es das suas se96es 30b a forma de um pro- duto dedois ntimerosa x 2, sendo 0 segundo mtimero (no caso das vigas) a altura total medida desde a face supedice da lj Por veces, nas plantas dos descabos ¢ de fom a tomar a e- presentacio mas explicta, as vigas podem ser sombreacas Umtipo de representagio, specislmente pars o esquems es: trutural em que o principal objenvo ¢ explicitaro modo como 6s vinios elementos esiratura se gam, através da sua ree scia exausiva, € a forma apresentads nn Figura 9.40. sta representacio€ sficente para localiza todos os elemen- top estutunis a serem detlhados nas restates pecas dese nhadas que integram o projcto estrtural de concrete armado, A funrdacto dos pilares€, em ger constnda por sapatas de concreto armade. Para localiza as fandagbes dos vérios pilares da exrotura & necessrio recores una planta de fundagbes, como a que se apresenta na Figura 9.41, correspondente &esiatura do ppvo representada nn Figura 9.40, 3 | q | & g g} 5 3 4 5 3 4 aS g s 3 Ficuna 9.40 Excuoms eetutua Desenho Técnico Moder: Silva, Arlindo; Ribelro, C: os Tavares; las, Jo%0;sousa, Lu! Copy Aluno:D 2 = Direktos Reservados - 00 :3237C20BD: 15224 = :37C20BD2 - Direltos Reservadios - Copyright LTC - 97885216; 232% = 9798521615224 - Ireltos Reservados - Copyright LTC 014 » 14:09:12 = 0184 » 11.10 8 B g 3 i : x = & U DO ZA FERNANDC IGLAS 414 = 14:09:12 = Aluno:DO clo = 34075739000184 » 11.10. 212° captao nexe ee ee ee] , T PL e100 44 4 J J g 1 g + ' amt 4 A —| p Ce le al 1 q Hl x 2 3 i g q H : g a a aie 3] ! ra ‘ val x HI a 1 tet a [oe Flcuna 6.41 Planta ce tundapsee, A cotagem de localizagio dos pilares e das reepectivas funda, Ses faz se mediante a indicacao da distancia entre 05 respec {vos eixos e também entre os préprios elementos estrururats, que, neste ciso, #20 a8 sapatas © oF palaces 9.4.1.7 Desenhos dos clementos estruturais (0s desenhos dos elementos estruturis, que, como se refer, correspondem a representacées em corte, cm geral por pla ros vertcais, longitudinais ou transversas, (C250 das [ajes) © segoes longitudinais e transversais, respectwamente por pla- nce de frente € por planos de perfil (caso de vigts), e por planos de atvel (caso dos pilares), devem ter todas as informagdes sobre a geomeiria do respectivo elemento e sobre o ntimero, ciametro, localizagio, expagamentos, amarragao ¢ dobramen. to das barras que constituem as armagocs, A qualidade do concreto € do ago bem como os recobri- ‘mentos urilizados devem ser indicacios nas pecas desenhia- das, sendo estes valores definides de acordo com 0 “Regu Lamento de Esteuturas de Concreto Armado © Pré-csforga~ vigente. As barras das armagoes, de seco circular, tm dedmetros nor- rmalizados (ver Anexos) expressos em mm, devendo se re Desenho Técnico Moder: Silva, Arlindo; Ribelro, C: os Tavares; las, Jo%0;sousa, Lu! presentar ace desenhos tanto em corte transversal como lon- situdinal, (Os ganchos na exttemidade das barras, que se desiinam aumentar a sua adertnca ao concreto, tém as dimensdes de acordo com 2 classe do ago € sao definiclos no regulamento teferido, Note-se, no entanto, que sendo attalmente frequente a.utilizagio de barras nervuradas nas armagées, 6 dispeaivel a execuciode ganchos nas extremidades, procedendo-se sua tepresentacao como se indica na Figuea 9.42. © modo de indicacio dos grupos de buerss representados no mito das pecas de concrete armado em que se inseresn OF guea 9.43) 0 seguinte: a@dxLa que significa n barras de ditmeito d Cem mm) ¢ comprimento L (em mm) de ago da classe A .. indicada na legenda do res, peetivo desenko. © compnmento 1.é um comprimento toa, inclnindo ganchos quando houver, €indicado quando © projeto expecificamente o enige, A classe do ago 96 € insenta quando existe na mesma ppeca mais do que uma qualidade de ago, caso conteario essa {nformagio seni incluida oa legenda do deseaho, > Direktos Reservatios - Copy’ 2014 » 14:09:12 = Aluno:DC SOUZA = Matricula:14004538 » Estaclo - 3407573900184 - 11.10. IC2OBD: > 9788521615224 - COD:3237 A 3237C20BD2 - Direltos Reservadios ~ Copyright LTC = Aluno:DOUGLAS FERNANDO 7 8 B 8 £ 2 8 3 z 4 E Estaclo » 3407573900184 » 11.10.2044 ~ 14:09:1: Pas PROFESSO! _Desenbo Tecnico em Projeos de Arguitesura ede Engenbaria Civ! 213 ¢ Flouna 9.42 Representapio de armagées, em desenhos de projto, de elementos de eenereto ermads: vga. (Como, em geral, ndo se requer a capecificagie do comprimen- ta, tadicarse apenas: nod 0s ertétios de cotagem de desenhos de armavoes em clemen- tos estrinis de concrete armada e a designacao eo modes ais comuns de apresentacdo de conjuntos desses elementos sto ilusteados nas figueas seguintes, respectivamente para Vi- gus (Figuea9.42), plares (Figuea9.43) c lajes (Piguea 9.44). Assim, por exemplo, na viga V3 da Figura 9.42, existe uma armagiio de trée barras de diimeteo 12 mm, Desenho Técnico Medemio Quando uma armagio & constituida por visias barras iguaie Figura 9.44), dispostas paralelamente, a designacao geral pode ser festa por ura das doas formas seguintes: a@d pal. aay sendo, no primeiro caso, a 0 ntimero de barras por metro I- near (piml.) ¢, no segundo caso, Li, a equidistincia entre barra, A snclicagao de 1 pode ser suprimida nas condlicoes jd refen- dae, O simbolo // indica a equidistincia entre as barras ¢ pode Silva, Arlindo; Ribelro, Carlos Tavares;dias, JoSo;sousa, Luls Copy jeservatios - 2014 » 14:09:12 » Aluno:D) > Diretes 5739000184 = 11.11 15224 - COD:3237C20BD: > 97885216) 714004538 » Estaclo = 3407 £ = & FERNANDO Z A SC 5 8 8 a 4 a 8 4 5 8 IGLAL 00:32: = Aluno:DO1 14 © 14:09:12 8 : # E 5 j clo = 34075739000184 » 11.10. 214 Capito neve Ee am f al me sal ila 7 ro ok Flour 9.49 Desens de detaes de concrete armade: maps de plese muro de supone. ser substituida pelo simbolo # quando se trata de uma malha, tsto 6, barras equicistantes segunda as dss diregbes perpen diculares, Pode se eserever # Od //L1 ou Ly % La, tratando-se, no p= metro c2s0, de uma malha quadeada com as baerasa distancia L, Grequente cm malhas de ammacio de lajes (Figura 9.48); fo segundo cao, de una malha retangolae com barras distin tes de um valor L, num sentido ¢ de ur valor L.no outro. Astin n@d; oGd pml: Sd //L, eno caso de malhas quadeadas OAVLXL w Cd//L,sxeh=b antes destas designacoes, pode-se acrescentar outta designa- io A natureza ou funcio da armagiic. Estio, neste caso, por exemplo, as designagdes para os estibos das vigas e as cintas pos pilares (Figura 9.42 ¢ Figuea 9.43). A indicagdo do comprimento total das barras interessa para que 0 armador de ferro passa corti-las com compnmentos adequados. No entanto, ele necessita tembém de indicagSes para poder dobri-las convenientemente. Por isso, lever ser desenhados esquemse relatwoe a forma de dobrar as barre, que podem ser incluidos nos préprics desenhos de arnagdes, confoeme se apresenta na Figura 9.45, ou faz2-los constar de ‘uma lista que inclva essas informagdes, Eo que acontece, em geral, quando se recorte h representa- 20 em planta das armagdes de Iajes, Estas nomalmente 620 onstividas por conjuntes de barras iguais ¢ eqbidistantes: de Desenho Técnico Moder: Siva, Arlindo; Ribelro, Carlos Tavares; las, Jo%o;sousa, Lut senha-se apenas urn tipo de barra de cada camada da arma: 20, indicando, atraves de linhas de referéncia ou diretamen: te sobre a barra, 0 didmetro eo comespondente alactemento, ou entio o mimero de barras por metro (Figues 9.45). No caso das sapatas, cujo dimensionamenta se rege pela rela: cao entre a eapacidade de carga do terreno e a ago que the E tansmitida pelos divenos clementos catruturas (em sera fs places e paredes da estrumir) (Fignea 9.46), as pega de- cenhadas devem obviamente definis todos oe aspector de detalhe da sua geometnia © das respectivas aemagées, endo referencias em telacio & planta de fundagees. Por vezes, ¢ dada d semelhanga de geometnia entre um con junto de sapata, €comuma apresentacio de uma supata-tipe companhads de win etacr que inclu todas a5 sitiagbes Mio € comum 2 inchisto de esquema para debramento daz areas. Recomenda-se, contudo, esa patics ao caso de peeas com armagées cua dabragem seja menos haba CCabe ainda refere que, quando ze pretende executar smagbes loogas, € gecalmente necessivo sereseentar as barra, endo neste case indispensivel prever uma sobreponicao © amas 20 numa extensio que esti regulamentada (ver REBAP) em fungio do ditmetro da bara cdas classes de ago edo conere 1, Sendo também mporante a cotagem dessas sobeeposteoes Finalmente, apresentam-se ainda exemplos de peas deseaha das integantes de prjctos de esabiidade em concrete armed que, pela canfigracan © geometna expciicas da esau em quetti, aio apresentados sob a forma de win desenho de con 215 Deseno Tecnico em Profeos de arguterure e de Engenbaria Civil FlounA 6.14 Decanno da detalnee ce concrete armado: ee. pareve eToys BREEN A "| : 113 Zs. fs - a cecmoine® VOTP1OT aaa ESTES ad “ora rouse Silva, Arlindo; Ribelro, Carlos Tavares;dias, JoSo;sousa, Luis Si Desenho Técnico Moderne 20:OUNly = ZE6O%T = FTOT OTT = PETOOUSELSLOFE - OPERA - SESPOOFT:e/NDWNeW = YZMOS ¥ Z CANYNEAA SYTONOG:OUNIY - Z1:60:hT = PEOZ'OT TT = FETOONGELSZOFE - OPES Aden ~ SOPEAIBSDY SOWBIIC - TABOTILETE!AOD - TTSTSTTSBALE ~ 3.17 WBuAdOD - Sopersssay SONIC - TAGOTILETE:IOO - HTTSTSTZSHRLE - 317 WBUAdoD - sopeniessy Sou1BI10

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