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Por Justin Achilli

Um suplemento para Vampiro: A Idade das Trevas

Por Justin Achilli Um suplemento para Vampiro: A Idade das Trevas

CRÉDITOS DO 1 ÜRIGINAL

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CRÉDITOS DA EDIÇÃO

B RAS1LEIRA

Cop )·right White Wolf

T itulo Ori11inaL Chnl-« k -

Coord.:n;ição Editúrt.11: Dr1ir ltH11na

Traduç.io: ,\nJr.; Au1;u<1n "''""

Capp•

Re,·iUo: l\n1da-Qumra Rêis. V11na'll• Gil e

l\•11~l ' (D ll R1cord.1 Guun.ar.1"•

Editora~Aol!letron.im l'm<'Clu~a>

Ac,RADECL\tDn OS

.\.~1aJC"\:tn~tr~aci., l1luna~Ju Bt1a~11e &eu~f('fTOl,'h r-.~u

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4Ul"11' hllOl{l' OI~, r<;nK : 85-7532 001-7 Dados lntemac:lonala de C.talogaçlo na Publlcaçlo (CIP)

Dados lntemac:lonala de C.talogaçlo na Publlcaçlo (CIP)

(Clmara Brullelra do Uvro, SP, BruU)

Achill

Justin

L111ro do Clã Cap.tdócio J Justrn Ach~h ,

Tradução André Augusto Forte - São Paulo • Devir, 2001. Titulo onglnal: Clanbook : Cappadocian.

Vl'mos ilustradores

1. Jogos de avenlura 2. Jogos de f;mlasra

01-2926

C00-793.9

2. Jogos de f;mlasra 0 1 - 2 9 2 6 C00-793.9 ogo •atem 1. Jogos

ogo •atem

1. Jogos de aventura

2 Jogos de rantasí>'I

3 . "ROleplaying games•

• Racrea<;llo

Recreaçao

RectvAÇa<>

7939

7939

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l'odo. "' Jirdll\s reserv .•• 1

< r·rok~id11,

pd.1 Lei 5988 .i,. 14 12171.

É pn11ôitb 11 lq'r,-

loçã.'

rornl <>u r;iraal, pir qu~rsquer m<'ios

c:xis1,111<'!> ou qu

'c-nham a""''""~"'no fut11w

:t-t.·n1 uutori.:a\:i,1 1,révia, )Jt)r \'°:"i'-nttl, lt1 ttlllt\•r.1.

'r,xJos O dtn:ll<lSde<ta e l1~i\OrcSCI'\ ,\J.)'; )

ÓJÍf•DEVIR LIVRARIA LTDA.

BRASIL

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Camf.uca

CEl'01599.970 Sn,, Paul" SP

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SUMÁRIO CAPÍIUI.O UM: REvEl.AÇÃQ PARA UMA CruANçA•••••••••o.,u••••••••• 7
SUMÁRIO
CAPÍIUI.O UM: REvEl.AÇÃQ PARA UMA CruANçA•••••••••o.,u••••••••• 7
CAPÍTULO
Dois: MoRTE ENTRE os MORTOS
11
CAPÍTULO TRF.s: ÜBSERVAÇÕES E CONCLUSÕES
25
(;APÍI1.JL() QtJ~(): L'ECJ!() •••••••••••••~················~····················"'~
APÊNDICE l: PEsQUISAOORES NOTÁVEIS •••••••••
,.
.••••••••••••.•••••••••
61
APÊN'DICE II: NarAS ThsTórucAS
63
SUMÁRIO
3

npítulo ltm:

~euelnçõo pnrn

umn ~tnnçn

CTuci os OÜ?os e ntit ~ curnbo pdc:is tt~ €uesta""

~"t.:.boe set1tia a pebt-a ha Pot' tobos os (abos. ~

~os e tt'tli?US pés fatt-hém t:occ:u;x:.111 a tod~: ut esta-

~

betttro ~ "'8um t"spo ~

mi.rR.

~a

coua.Q ~

a{BO so{n

nlittl. -Era (~ nu.u-to seco e b-to ~

i'bstei-tl"tli?

bsse um ~co cotl'l let'7a c

um

f'OUCO pen"ª o Cabo - tet1fattbo ~f.cat:011~esfa"'1 - e

coisc:f, cobt-i:ttbo rtlit'Í;x:.

um

se soltou ~

pu~bo ~

boca e ~

ttmit-was l'~ que aquilo t°ttf?" o tl'tli?9'"

ttto comptitt~uto que eu. OJ 1tt1tU 'iPúas! Uttt mbR~!

9'n-tei o~l'1to 1et1~ et'ttpurt'at" o cot'po para Ul't-1

(abq t't'tli? aMat1bo fxn'a O OU~ tl'laS c:lS biJttn15Ões re-

~ ~ mi,ra me- pttttllTuntt mo~-{o apettaS ~15

'7A

~

centí~.Utt1 pe~o bo cocpo se soltou e ut o a-bs-

tei ra~tttet1te,c:ott10 se~ utttc:t m-a

~ki (e"'1t1ta&: tnRS bati a c.abeça t.a tatnpa ~ mí,m. €u~~a sibo enfttrabo ~

.

m-a ~ki (e"'1t1ta&: tnRS bati a c.abeça t.a tatnpa ~ mí,m. €u ~~a sibo enfttrabo ~

7

m-a ~ki (e"'1t1ta&: tnRS bati a c.abeça t.a tatnpa ~ mí,m. €u ~~a sibo enfttrabo ~

Abn hem os oUios, 1~ Je naJa adtmtou naquela au· sl'nda 1h•<'luta Jc lu:. Encolhi-me num Jo; l.iJos da mise-

r:'lvd tumh1, manremlo n cad:íwro mms afam1do J10S'Ívt>l.

Eu era cnpa: Jc scmir os vdhos ossos e , 1 pele Jum ~e parti·

Re.tava, Jo qu.:

r<.>m enquanto 1.:l1 ~hu1,wa e cmpurra\'a.

antes haV1a sidn um homem, apena~ um am >nwadn .:>ti· lhaçaJo. que cu turua ser nlllllu companhia eternJ. Gritei de pan1r e um ~unr frin lorncçnu a escortt'r pelo

meu m'to, carrcgaJ,, com um<"1oa1uc me cxc1wva e aterro·

ri:<wa,to mesmo 1cmpu. Chcm1v.1 comosangue. Samo Deus,

eu e>tJva sani;randn! Fni então que nNci um fot<l cun°'o e ;i,;su•rador: meu comç5o n:lo cst;wa b<itendo. lágrimas es· corrk1111 peLi nwih., fale, mtc11lillica11Jo aquele cheiro. bta- ria <'U re:ilmenre dwr:inJo e suanJ,, sangue! Escana real- mente morto?

A1 rnnhando o <ctll Je 1x da minúscula prb"º· rcdu -

Jr.1

:1 rnp1d:imenrc minhas mi\os a teridas >.'lngrcm:is numa vã tentativa Je c><.:tp.ir. Eu u:lo fora e1ucrrJJo \ ivo: com c"r·

te~.ae't.1v,1 morto. Oh, Deus m1:>.:rlcord1ow, me a1ude! M.:u

rude ela mortalha, que protegia o cad:'iver, também parecia -er imensanwnce complexo. l\a "1>Curldão, ima)?inei-me sentindo ca1fa 60 da trnma: ~c ao menu~ cu puJc>>e cont:l· los. o, ossos cambém revelavam algo novo quando cu Oi mç.arn: eram liso> e furado, como um" ílaut::i O cheiro. agora que eu prc>t3\'3 atenção, em tão revelador quanco horrível. Logo além do fedor d,t morre,

ja:ía um cheiro doce, m;is cnjo;11iv<>. Dot:nça. O cad:\1er

que escava na tumba devia tc1morrido de lepra ou J;t peste. Algun.; pechiço> J<> tecido cambém havi<un apodrecido e

a secura ela cnpta contrastava com o cheiro 'Util, úm1do t

n:luM?amc Jo mofo. Comci:ui até mesmo sentir o cheiro Jc

um palaço de metal: o C\lfPO havia mio ente 1ra<lo com um

;mel numft das m~o"

- Qut!m ~ você?

-

grird parn meu benfcicor oculto,

que tamhém part;>cia ser meu malfoltor. O ruj?ir de minh~ vo: quase me ensurdeceu, tão 3(.!UÇados cst::1v:immeus Sl!n·

rklos. Experimentando meu poder rccém-dc>cobcrto, p~t­

c:ebi que era capaz de desativá-lo. - f>t>1xe-me <air!

coração continu~waparado e o frio da cova arre-

piava meu corpo. ''Como é que ioto p\l<le ser a

morte"', minha mente amhulada tmagin~va, "sc-

eu ainda coru.iaó me mo,er'"

- E como pode ser a vi.la ~e seu

caraçdo e

é
é

41.

Taivez mai.~ wrdL -

ele resrondcu. -

Vou

Por enquanto 1·ocii lem multo a fazer

Jeixii-lo soz.Jnho até amanhã à now:. Voct morreu e renasceu, e l~o vai morrer de noYo. Pt!mc ni>s<' durante .;ua grac:io;a soliJno. O que

morrer e como você conseguiu escaparda mor· te? Ser:\ que e>capou? Você vh·e na m<>rte ou morre 1:m 1·ida 1 Qunn<lo 'ºmeça realmente a mor- te! Você não cnconcrará respostas para essas per· 1;1unt<1>, mab vai adquirir um 1monn" r•~pdto pcl.i gravidade delas, meu amígo. A voz sem corpo fora da minha cripca esr.:tva cerro. Pc1rcehi 4ue nã<1 re,pir:wa, meu CDr<lÇ~<I nAo 1->atia e

seu sangue .:sede> fno) r ltk.'Tfes' Vuce recebl-u a

ma1lição J~ Caim. A voz provocou um >nbrc'>.ilw cm mim. hu não estava sozinho/ Estaria aquele cadáver arrui- 1111Jo foltmlo cunúi?o' O horror Jo meu oepulci

mcnto <lcvJa tér me enlouquecido.

-

D~Lxe-a oui<ir /10r

Acalmc·sc. Debcl! o sangu~ falar rom wâ

oâ.

A \"e>: par.·cia \-ir de Jenrrn e.la minh~ caheça, embora rc.;;soassc como a vo: d~ oucra pessoa.

meu sangue se acumulava mcrre no lugar em que mcw

mmos humores rinham estado ante~- Nn momento em •1ue p;m>e1 n<> sangue, 'enti um•

Ac<1tren1aJ,, pelo m"do, s"gui as 1n;rniçf>es da voz.

Expirei por força dl) hábito, pcrcdx:nJo qul' n:\o cs·

t.wa respirando até aquele momenro. llecidindo pensar

1\l1<.juilo <lcpoi>. 'ohei toda a mmha att:nçllo pam 11 voz.

fome imensa crescer dcorro de llll.lIL. Alguns momenro; depois, eu esmva faminm. mas fofü por e~mr escondido do meu 11uerlocumr enquanto lambia o sangue <lc minhas mãos. Até estiquei minha ~a para sorver o precioso fluído que esçorria dos meus olhos e da minha r<:sta. Eu esta'"•' hchenJo sani,'Uel De ali,'11ma forma, eu me romara um monstro! Mas, devido à fome, minha monsrruo,ida,lr poucn importaw1. A 1ímca cOt$a que e11 de>eJllVa e ra me ali.menrar; a vontade de san.guc nnha anafado to<las :li mi· nh:i< faculdades. Imaginei meu mentor de,conheciJo fora Jo m.:u sepulcro e <IU<lSC COtl!;cgui ><:ntir <l sani,>uc vcmlClho e morno que, com certeza. corria em suas veias

ÜU\1 o ruído de ak:uém se movendo fora do meu sepul-

cro. juntamente com o crepitar da lamparina de óleo que

carrcg:wa. De,•i i <era pe<:;oa que e'rnvn falando comigo. O

c.w::u das minhocas am1n:, Jo.olu rn.mhtm cnclúa O> rucu>

<'t1\'1d."lS, r

umdo na p;:Jra da mmh<l tumba. Era cap<t• de ouvlr n som de minhas próprias sobranet:"lhas. abrindo e fechando so-

bre <'b oUlLl:-. inúlci~ n~1streva~.

1ncomoo

barulho das patas de um rato <e arra~­

- Agora. defre-o scruir /"1r uocê: deixe-o sal>orear ~

f<1rojvr <'tlt seu lugar.

fi: comn me fo1 solicitado. Meus dedos «mriam cada

aopectc> <la pcdrn lm1 m meu re.ior, perccl--endn irregulan

dadcs sutis t pequeno, !'devo. que cu nunrn ima,gmaria ser ci1ra: de enxeri:<ir com meus olh1l>- A ,-,,,.,im ~'perae fria do sepulcro parecia com uma cnl'mlc impn:s.!io digital, co- berrn wm marcas mai' finas qu<' um fio de cabelo. O recido

LIVRO 00 CLÃ: CAPAOOclO

- bpere! -

gritd, ouvinJo-n prepamr->e p;.ira p;1rrir.

- Pelo menos rrre em: cadnvi:r daqui'- e deixe-me rasgar

sua ,:prganta e sui:;ir seu sangue. pensei comiao. Ek dtssc as próximas palavras como:;(.' estives;,.: somn· do. ou ao menos a•sim parecin:

- Não. t•o11 deixá-lo com \!Ocê. Tah•a de possa rei·

f!llllder alg1muu de sua~ l>ergu111a.1.

npitulo Sota:

~ode entte oa

~ottoa

~ ttOl"tes ~

outtot'A ~o

~

quRt1to c:.s t101"t~ bAs outr"5 ~~

t:Ao tld>t'OSRS

f'lClC:.S ~

G:ntn.

f"U'c:I tl'RU 8"c:lt1~ ~J'011fmnettto }sto é: ~l'AtÍX> ~

'lue sottlOS uubt"tos e cott.Sd~ e (c~t1tA tt1uitas

~o~ .Sttà ~

tlOS consutttitttos ettt nossos ~u­

bos C:.s custas ~ tlOSSa pcópric:l '7ísf:ónc:1? t.1u sa-Ã ~

nosso ltt1bc:.~tett-1 ~ pt'óprios ~i8tliosobsn~ CsSA setttpt~bi e cottt"d'luru-Á 5a'lho " 8l'c:ll't~~O:

~é: " ~

~bel l~b .

CsSA setttpt~ bi e cottt"d'luru-Á 5a'lho " 8l'c:ll't~~O: ~é: " ~ ~bel l~b . 11

11

CsSA setttpt~ bi e cottt"d'luru-Á 5a'lho " 8l'c:ll't~~O: ~é: " ~ ~bel l~b . 11

NOITES DE ENOQUE,

A SEGUNDA CIDADE

E DEVANEIOS

~•nk '~ ,, rrorri• 1 Oirrad ><. 111> -.: leml>r.1 da época .:m que Enoque mn.b l.'xisua, pot.' a ª""'n11 d~r-'c 1110 ~m·

ele .1 m =-;e <Xmo. CappaJoc1us n;io

c•·r.im,·nre 411amo :

:

i:··rou rn,le dur.mtl' :u llPlll'S do n.-inado d

Enuque. e não

AL"·'~''un.:nhum~ena dur.111te n "'",.;:' Ja Sl>gund.1 CiJ iJc.

Cnpp.~Jn.:iu., n~o •"l.1\ .1 "mnho c1,mo Ca im, poh o

,A,h,11ç11 mln fm um~ m.1ld1ç"o pam nosso fundado r. l,d o

cont rino, o Abraço deu a Capp;a,{1)(ius a chnnce de e,LUd11r a cl<'ma questão que .1'"'mhn ns homens até dias Jc hoJ1: o mi>tério J.i ut••rlc. l"nscmaJu pela cu1111•lcxi1la1k• d.1

nlio-\ld.1. Cappadociu~ J1'\0lOU iodo >eu 1empo p:lra ,1c,.

\<·ndar :-e1" >egred<:h. E'tu.1011, aprendeu e expenmentou

ao longo do- ano

va, quetma\'a e destruía. Ele l!lJArdav:i l>t'.US pré·rrio~«:gre- d1is e. li~ve:es, os dos Vcntruc e S;111lot, nunca Jcwjn11dn un~1r .1os ourro;. 1• l'<!S(• J;i rc,oluç:lo Ja dia r.1d.1.,.,J,rl' o

çid1l J.1 \ iJa. M11 1111, C.tpadócio> acredirnm yuc

Capp 1d<1Clll> n;in q11eri:1 n 1mpamlhar su:is dl.'>eoh.:rta> e

i:uarJou-;1> para '"

~)u:mJ,,o diltí\·to atm.,'lu a Terra. CappaJtICLU' l'Sl.tV<l

l<11ige Jc rc,olver •• crugma. Quando a tra1çã< 1patrietd:i que pru\'OCMia a queda .la Sei:unJa Cidade .1comeceu,

UivpaJ,1C1u' pcrc.:heu que a l<'SJXlSlll lhe e5Capara l"m~uc n~;1htl\·ia comprL·cndido n que,,1ã11.

C11m i''° em mcntl', C:1ppad.iciuo d.:<:idiu i:crar uma

•ria Fui:mdo Ja, ruf1111' da S«i:tmd<t C idaJt· par:i ,,ua 11:rrn

narn l , <lomin;tJa, hlljl' em du1, reios turC<>S SeldJt'111111dth, C. 1w. 1docaus :\h nçou o pn111e1ro Jc sua r roi:cnu:. um via pme chamaJo Cmas K111nc. Foi nc,te momemo <1ue Cappa<l1xn1> reve, pd.1 pnm.-1-

?\0>><.l func.laJor viu-se

rnr10

enquanto o íl'MO da prole Je C:um lma·

ve:. >lia' vi'll<." pre

:ogrull\'ll:>.

··r.; ido por uma grande quanndade de .ua.s cri~.que \a.

m m wam a J'L'Tda d,· ali:o dcsconhcciJo. PnrulhanJu !'<:us

com Gias, 01pp;1Jo.:11E e >U.J cria .1,;.um1r.1111 e''"

bu'-

c1 .ulterior, a '>oluçn111l11 ,·ni~ma da morte,

1;nrão, Cappadodus t' Cam• criar:im um;J pr<}f.!o'111e p:im

.1Jt1d~·lo>cm seus c.<ru'l'~'•mduinJu Jafé e L1:.iru,, yuc "'

cncora1aram ao lon~odosmilêni<>- em ajuJ.iram .1 procu·

r.lr llS IC~p<»l.'bque hu-;(\I\ :llll. \'í,1jar:lnt pelo lllUlldn. \'<'n •

quando pre-

c, ,aw1m

l 1ppadocu.b l;l)nu com Zoroa>cro e Buda, adqumnd•l com

e'{<'' prolcras um conhcc1111cnlll maior sobre o ciuc de

novo mt,té rio com uma 1mix.i11 que rivalizava com"'"

• nht

do retll<h na-c

rem

e <Ufr,·rn, alim

ntando-se

Jc,cobrmdo ntl\'D>

pt>L3> a cadn no11c.

pro-

cur.1n1 no miscéno e t erno Ele v1n1ou 1~ J.1, t •·rr.1., da

R~hilô11ia com o i:r:i lllk N. 1hu"1J 11noS•lí e viu '"Ja rdins

"t"I"'"""; mrerrni:n11 Alcx.11\llre o B:írharo

te: 1)l'rgun·

1,1, '' l'wl"meu; c1'1Wcr>1•u bastante com Antú•c11 de· ~ leu.:.•e com uma mulu<llo J,• pensadorc> gtc').:tis. :-\cnhum deles lhe deu .1s re~po,rn>que de prt·,a-.1\"-

U\'RO 00 CtA.: CAPADÓCIO

SOBRE o PROGENITOR

S.Jl'>c·sc nn11to 1'<1 11co bObrc CuppaJ11<:111' an i l'•

Jc .cu

A bra.,;o, exato <JllC ele era um .accrJ,Jh'o 11111 xaml ou um

horn.:m -

111111,11.1

lo a fíl°"'fia' t.<J1,.1t'. M~m""''ª ••firma-

çfü• é, n.• mdhor da, h1r.~re-e-.,duh;1, j:111u~ nmguem é

capa: Jc dc1crmmar ,u;1 t~ onl(ln.11 ou tormubr qualquer

umdc seu~dngmns iniciais. Estudlíl50S dcmro Jocll apon· ram parn Enoquc, 1dcnnticando Cnn1adnc1us como um

nx"!Ubroda ca.>taJoio

,,,,;r;1,n;

mortaL,d· '5 ()(i.kru

"

C.11111tl<>

em .~u ,&pt•gcu.

O w rdade1ro nome de Cappadodw pcrJ<·u·'é nao vol·

ms da lu:.tóri.1· é c•>nheci.do ap~n~ 1 k1 pr<\priu' unp iro e

Mel S<'

·r(i,, em l'!l'lf n~·J1lllll . A &ncd1<1.1 \.IUé ª'

cuhur:i-

Cawa-1

,

Jv 1nuudo contl nu:l\ " "1 ge- us r">Co!heu um nome que rC\'1!18\'ll

•lurando.

m.:·nt<" ~ua

o~m <: n

quaod

el

i

a m315, oícr~

par

l i!l'm t

escolhcrrun ~-1'1'1:·'

ua prole

: "Da

c.~rad ~éludo o qul! '() munoo s.'ltv J c')le l!nf(m:luw

C.útlÍCI e . 1:iké:, 5e f .1 l ~~ .ele \'Hi\ IH~~.

Ala.:un

\'amp1ro5 11crciltia111 que t " hur A'br.içou

Capp.1d"cms enqu;111toOutros crêunqt•<' ~~hur~lipr()prio

CappaU o.:ui>: 1111.lcrc 11dtii1re Jl<sc. ~~ri.1 h

u cs o IJamfi-

cam c.~niô p.:· 11t-uc nt '1 à rercem1

·i:aç:IO. ~ " 111llló na ,io,

rext•" ••116ctü0s ü

n mpuos .i1J9«tl. un upcnaio r~ M<;rnl-ruo

da :<1-•u tl<fa Gl."rnçll(i l:.ssa d1.scTI:p.1nc1a~

\'ér.Ma:> dent

ro do cL'L.C::a~

us pertc1

u1m

mru· • tere ma ou

à

quarta ~ ç~I ~ qucAsh urp.:n,11~c • secu n da <:erd-

ção lu m Pre.'>.\"ll~•ro Je rrf\ e l que /ti «f1.4ll:ia l 1,Ja,k à

genc;ilog1a tlou \" ;im 11,)? Ou

,

,m\'.IUC

ek "' '

.J, te rceira

gernçlln e 1.,1,laal:ilrriii1i.10 pnr 0 1pp$d1lC1uS'! li

u•

te alguma

verd"d nos r11m0res de que Ai<h111 u1,1u também n linha-

gem que 1><: tbmarli\ o Bi13fi

Ou.s,,.~'U1n.1\Ppt~i\.io crn>-

1

nea acena

r t< Jô.i~ ~ mpll'ô&?

nea acena r t< Jô.i~ ~ mpll'ô&?

Fn1lll.,, ,hltlJares am11'm?,Utnl.fr«\l!Wid1.ie,dJ .:iw;-

têllCla Jc Cnrf1?Jocms; l"tne~. seus lf<'l!Ücnll's petío-

dm de tr>rpor.

s tm como muitOll que tc'l!I su.1 iJ3Je e po-

der. o lund.Jdor ~ 1.1L'(l(l parteM tt

1•1Jurmmdo11 >11nu

~m 'ªºilt•c dos Anngo• EntrL"t. 11n, d1f.r,·m« .la n•a1oria dti:. uum •'  lll•'\ hluviarn '' o 1><mo Je C1ppaJ(1Ci11s é e•pas.

móJ1ç(1e hl'~\i:,(lllllll ode um tnli<>lll' ou ode uma criança

perturhada. S:1hc·'>Cque ele ;e J,·vant.l dl1 tnrporpenoJica·

mente, rc.tli;a ul~umns r:irefa:

pronund.1 al~unsJ.:.:rcto:.

eni.,itátinl5 e volt3 a d

rmir. E.te fa1l1 é ~onsl,ln.1J,1um:i

J." prú1,1~~11llra:l'>c, ,J o cL1 C1pa,Jóc10 ~ r tão rd'Clde e

J.'>Cen1r:tlu:iJ.), rurquc '<'li fundador J">.lct~naraqual-

\.IUCf monwnto e .1nunctar novas d1retru:cs para 5ua rmk;

nenhum m.livíduo ou grupo roJe 1mpt>r $Cm 111'1eri\'06 ao

cl~.M'""'º)aí.:, C-11~)(1~ e Au~'lllLusG111wnni,

,,cri.t.,

do lundmlt>r \'Míl; wm mais frcqilênca.1 (>e é o.JUC >e ptlde di!eru m 1.:oiS<1 Jc.""'' d:i qu:irtn 1:~111çno),1iim perlodo de

di>fun\~'',,k.,11t\r10> e inc1lculA\ d,.

A PRIMEIRA REVELAÇÃO

Apesar d<

,ro

~

u.t

'1a~cn> parecerem mlrutífcras,

Capr;idoc1us nao Je,isliu, cn\'lando sua' nmh.tdas par:•

~·r o mundo ~ornoele h;ivi:l feiro. Será <Jlll.' nm1:ucm

J<'S\clWM o m1>1éno da morrd C'.om n·n

:a,

Ir~ha11am f">n<l,·rndn -.ohre e"ª' me,ma> <JUC>h'e'·

~tm f'('•lcna Ih

Ele paruu em husca d.1 rc>pt»tà numa pcrci:rln:1çfü1 pc·

lastwas d1>1 hdncu,, ao •ui de sua rt:rra na 1al, a Cap.1d«lcia.

ÍÀi t mt~ t<><Ll s ·" """ hu,.;a,, ele h~via perdido 00i~rlVP,1 >lln re~qub:l. Nenhuma quan11J<1Jc

dM ali.:uma luz?

Je 1 1,rn o

Je c>Cmlu

~ Ctlt('OS 01• lrtOS OU Je palavras arr::mcadas de 'll<I~ .1lma;

po lm1

rc1clar a vcrJ~Je sobre a afirmação ~1mpk'qu<• º'

~res1n1lS l<'Slc111unh.11;1m r<iJos os dia<. Snmenle Deus a grande v.:r.la.fo.

os dia<. Snmenle Deus a grande v.:r.la.fo. Carp;idoaus enconrrou uma cenda 5elu.\na nas pla-

Carp;idoaus enconrrou uma cenda 5elu.\na nas pla- llÍClõ de Canaã. mu1ro disrame ~ cidades Jc Gaza e

jMn.Jlém Uma luz 1ê11ue ucmt!lu:w dentro Jda e h:w1a

1r

e

uco mov11nc111<1. Uma 'olidã11 preenchia o

larJ'3dodu~ 1

1nt11n1l111

'"m d~e,peru.

l.ansadn, tl~11lud1do e faminro. 11osso fundador caiu

!i!m~tendacumo um predador. Pretendia, nc"I.' nmmcn-

ro, b~sca1 a rc'J.lll•t:I mat.mdo .14uela fonre,

k.\kJa&»1,1.

y\lt' 1a :.aclar :l

Lmçm1·

:

p:>ra dcnrro da tenda. os olhos em chumils, e

se encomm11a U Jcmru.

moru. Tult~ t1 ""' p.1":1"

u J'lr.1 o 1~u-cndo judeu que

Pmcmn t1 r~>l•»làp.m1 a

rtWlir '' i«r.f,1</c.

.l -

que ndri l•>S~ll imp.:di-lo.

rr<pon.lt!U o Ju,ku.

Mas Stl '(Ut !N10 me

Qurin ~ 1oc~ f>ar<I Deus cuidar do seu hem-estar ! - o funo:;o Anr,.J1lm'l::mo, de modo sarc<huco, con- uilindo wm d11lculJaJc st?u trene.<i.

'im1 a/1t:1kll um ho1n.'!n 0l'l.IS ruída ,/e mnn, ,,.,., de

re,pondeu " judt•u,

su.1' 1si\o.

sucr \'l<l<r -

ioli. 1Joo, rrmL-.:mdL11h1/ e hnm -

i:lJl1I 1 ' >: fmc:i.

Carradoc1us parou, a Besta desar:1Tt!c1:1 Ja

C.nn su,1 ,.,,/>t!J.iru1 .~ml/>le.1. i~icê :1alm11

lc Jr:.,e l'll •(U:mtci ;1 &•<ra deixava •ua .1lma .

Larpa.clocnr' amalJ1~ooua sí mesmo po1 sua wh~c. Ali eiurn ek. uma cn.1 <lc Caun que tinh:1v,1g.1Jn 1~•rtt>tl1 a

,

d~ª"º'•l>u

:andoem

mero' mor·

, h ,aodur •nt<' nulhar

a m•rmu,llo pira ·1 perguma que n~o tmha rc'f"l:\t.1 . WhattSde imos JQl!3dos lora! Se QUJ.SO>t.' n::ilmcnre aprl.'n ·

dtt :ma que

u1 u 1 r< 'lO!>tà ª°"pés J., O.,u,,

0 TEMPW EM ERCIAS DAGI

Cum () < rmt

rcJll\'l.'ne,crdo relo toco nxém·d~XO·

~ o. C 1rr~doci11~ emiou mensai:ens a >ua prole

i d

1vL"m·

ífJe tmha notídtl> Jc extrema impominci~. Dt•ntro de

ern.1mc1110: um rni:,, 11!<.lt>s rn. membros de su. 1 n111h.1J.1

1hrnam \t' rt•Unir na cídAJe d

rJr. 1 11v1r 1' nnv1dadt"s qu1: seu criador tinha pam c1,., ,

-

Goremc, rr.:par.1nd<1·Sl'

Q1wndo 01 CapndóciO> l!oc:wam rcwudo>, o funJ. 1dor

dis:c-1h1'3\jUC ·1 mwa Jirc.,.10 t.la >U<I busca extj.!i.1qu1• ek·~s1•

zrroxi1ru>l<!m Jc °""'·O primeim pa;so par.1 re,,.1h

-r u

.,. -m· 1mph1-.11-.i n.1 J'rox1m1•faJe física do P.m1l-

:1.

Monn r.rrRE os \fORT~

par.1 re,,.1h -r u .,. -m· 1mph1-.11-.i n.1 J'rox1m1•faJe física do P.m1l- :1. Monn r.rrRE os

13

par.1 re,,.1h -r u .,. -m· 1mph1-.11-.i n.1 J'rox1m1•faJe física do P.m1l- :1. Monn r.rrRE os

Os CapaJódos nunca foram famus01- como ~oldadt"'· Por Í';SO, foi muit•> estranht> qu;mJu, numa 1101te h!i mat>

Je 1200 an(l,, um;1

pr

x:i,são

Je mon~c> Lwrõc> de ScpuJ.

rurns escalou o monre Ercias Dai:i no ccnrro d .1 Cap-.1dócia.

As histórias sobre essa nom: percorreram caminhos tortu· vso> até al1ngir outro:. Calnita,. 01n:™» camiçai' ac,1rJa-

r:im e des1:obriram qu~·seus "'gentes (;;1p;1J1>do• haviam d<"aparec1do. Príncipe• ocidental' ouviram rumor"s solire um vasto exércnode vampU'<» páltJos cru:an,lo ~u~ tcm-

Mt!rca.lun:s a.mbulantcs, i.jUc ixi.Jerum rcr p.!rc'Cu.I.>

oob as presas Jc i de Cainltas menu.- olxeLa1fos. n;c,Ls.

tórío:

rrupoo

riram à horrível procissão do alto cl~ árvore;. Oum» \'ia·

janccs apcnru. ob.cn·avam. cn a legião ollcnuosa

guia semprc adiante.

1uanco

O Monte l:rci~ Dagi. também conh<!cu.lu como

Acgacm, nbnga"a um [X>hn: e c mo11a>tério, n•m·

rletamente in"ad1do peh prole de Cnpp:tdoc111s, que rmin·

marnr;1m os quarrocento' m0radttres hum1no;

p<'r

ram

i.jueciJo

-nte

do templo e s<u úmcu morador Cauma

l

1d.:r.1Jos

c~11a:-o K<\ine. o~ m(lng~ t<1mal(lm ,, temi 1<1 C1 ll)t{l\ t:-nl

:11uida.

vnltaram a 1i,;,,umir •ua narure!a <M.:il.

'lenhuma heresia ocorna no templo;°' ocupant"' an-

teriorc• ntlo faúam ~>.tclOS com JcmÓltio; e v1\ia111 Lomo

a>eelàS. O único vampiro que h.1vi.J lá, um ~lalk:J,·1.1n\Jco-

nhccilfo como Algol, cnconuou <l M,mc final sob,,, .1cu· saçõe~ de viver como um Os!rís e se aliment:1r Jos munm

sc>b o di.•furce de profeta. Numa únic.a nom:, a oricncaçã<>

nh,6fica do ccmrlo foi alterada pam scmprt: e .ltr.:cíonada

paro um novo aprendi.ado.

quandoª' no1ic1a~ comcçar.im

a ciTÇular. Cainitas de todn a regiâQ indagiw:im os mom·m

d<:» Capadóci0'i, embora a Omatlle pr05sei.,'l11".: com ;.ua~

vi las a -.:u moJn t1p1c<1mente ignnr.mte. V:tm" cum>""' , aproxun;Jram elo Erc1a• Datil sub" cobertura d." rrt!v••· na

csperanç,1 de observar as rcrri\eis orJ!i<I' e ricos i.jue. com

ccrtew. esrnvnm -endo reali'.!.Jdos M. Mas, cm ve: dí'"º· eles .:ncoruraram apenas mais monges_

O templo não ~e abalou

O

ccmplu cinha mudado da noite para o dia. Q,

Capa<lócim tinham uabalhado inca~wltncntt\ rcmot.k

bndo o ccmplo p:irn melhor ;1comodá-lo,, dcrrurnn<lo !"1·

red~anti~a<e erguend0 01nrn>. Esca\-aram s:mndc~cãma

ra> subtcrrân<.'11S c corutrufmm 1'1bl10h:cas e ITLlu>t>léus cm

cima dela>. Em alguns mC«e,, a r

-cnmm1ção

do t.:mplo

emwa ternunada. De;.de eml\o, o remrn 1:1 teve cent~n,.

de nome•, todo:> des sú1>lica' Je ilumma

ãn

e revcbçrtod~

><.'>(fedos. Para a4ude> i.juc conhccwm L'> C.ipaJócio>. dr·

culavam rumore> Jc 4uc o úiuco objeto de c>tudo Jo tem·

pio era a própria morte. Enqu;mto a maiori.i .1hs.,luca i.lo clã

esnwa em OUITO'l lugare•, todos os Capadócios podbm \Í<i·

rar Ercrn<Oagi a qualquer momencn paT"l escudar, partilhar

Jc>eobcn as t.iu :1pcn;1~Jc,cansar

.Depois de

,

ral.ideccrcm

>tu ªº"'' lar. º" Capadócios

proclamaram em ª~'t>mbléia que se reumnam. dcnrm de

'"ª' ltm11nç"'oe" rnJ<» º' ª"º' duranrc o "'1,tk 1n ,te m\ cr·

no. Nô><1 <Xn>i~11, dbcutinam >cu> c,tuJ,,, e form.~h:.m·

Ollll su,1' opmt<'-.'l> >obre o> 3J»\llllOS Jo d1l.

A A SCENSÃO DO C APPADOCIUS, o CRISTÃO CRISTIANISMO Entlxir.1 ""Cat1llt.L'>remnntem 'u;L'
A A SCENSÃO DO
C APPADOCIUS, o CRISTÃO
CRISTIANISMO
Entlxir.1 ""Cat1llt.L'>remnntem 'u;L' ori,:~1" 1~irtne••J.,
Poucn dernis da invasão do (emplo de Erc1as Dagi, a
hi,_tórh, blblica' <' algulb documento,, pc>u4uf$'1"1<'> Anl~.­
, mtanJa,lc conwçou a se c'palhar pelo mundo Oci<lcn-
~~"' :.li<) ·~aln1c 11te cratlic A lllalllrld Jdc• l'CLO l 1lllX-C {l °" '
cal o, Capad&
it"
<lCdtamm ~' cristi:lni:.mo s1:m ni>tri-
cn.st~o.maHoloc.i-•c acima ou à parte da rdi~i;"10,~c:rc U­
randoquc a(~é wn msr:rumenm para (l< morrais.!, om~
Ç•>t!>. Ja me>ma formn 4ue <Keitillnt'-' <{t1:tk1uer fé q11e J'I>·
1un relacíommenro inrcres<onre emw <>svampiros eo mnn
Jcna º'"' ajudar na bmca pela n<uureza do e>pfmo. A,
terras J.:i Capnd6da tornaram-se áreas de prmt:ç!lo para
do: ele, f>u,ca1n o Paraíso t>u cdehram t>ua maldiçllol C"ffi(
lls .:mtãos perseguidos, poL~. embora esti\•esse em ascen ·
é que 'eu agn<'sthm<1 explica a origem dele, em Caim, qu
matou seµ irmão Abel como um.1 oforenda a Deu.,!
~ão,a rdigi:-10 ainda enfi-emava :mragonismos. Duas cida·
des Cn!'l1d6cias encravadas no própno solo. Derinkuyu e
Ka1mal.h, abriJ.lllram 11111iros çri,r!ln< durante ª' prlme1-
Cappa<locíu~não rinha
&s:i.s dúvidfü. Me,mo duranre
sua viJa JTI<lrt.il, o fimd:iJ,1r tôatuni <acerJote -empre •ll-'nt<
rn, t\<lite> Je intlllerânda.
às obra<
ck
De'"•
embrom 11:\t 1fo,,,.,
:rbtAc
> naqu• la <' J•lCd.
(). Cap.'l<lóc1<1s foram dcdslvo~para n crc-sclmcnw Jo
(As noite> ·.111a11do Enn411<' clll!ott.1 >à<• muito Jllleriorc> à
l.'lllc.:rg~11l111dc>&t h:). Oqu.i Importá é , 1cunveri.à<' l< •tal de
Cn\t1an1smc>, CtH1Stf1.Lin<l<> 1grt:j.as ~ mclsteiros l'\â~ r<x:has
daquela$ terras. Na venlaJe, ainda existem membro:> :ui-
Vl1;;,Jo d!! ti•! ten d tLttal <lc llU>Hl fumLtdor, contríbuit1tlo
Cappadocius pa ra o cri.1tian i,m. >. rr
iduto
de um
mila~re
enviadodiretimemc pur L'.\éu&;
cvm Elm.ih Kili~. Kmanli.l Kili~ e U:umulu Kili"4!, igri?-
En4ua1llt1 Vi
J.wa
r··L!s k
de lar.
l [t\~ qu·· d1aiuu1 j
jai que acendem às necessidades crilicãs na mais sagrada
Capp.iJociuo f011Komc.u.Jô Jl"lo ~" J" dc>C<J)<lro. Ele
,fa; rerras.
havia passado ccnrctlll> dl' ;mns procuran.i •· novas ri>ri'\$
Se.11uindo os ensinamcmo> de CrisLo, o
próprio
sobre PS mi.;;térit.1~d11 morre. f
1t-S31S
~~\li~:t\f\1clStl(lnlffi•SC
Carr:iJociu:. rdui;iou-sc com alt.'llll1as de Slli15 cnfü n.i ci·
Jallc .ubtcrránc" de Dt:nnkuyu. (), vamp1ms preferiam o
int'ru1ffom$e a cargaJ 1n\1'-'i~( Ira
•esa.b l"·s.'\vasolil'I: leu
omhl'()S. Al~ ( jll.,, lH1 o;i1~1,~, ,- li: rc·:;olvêu Jw1sllr.
d1ma hicH• :<ee'1 da cidnd" 'ubterri\nea, e a proteçiio q11e ela
Dc1to11-se~e.:uma rocha V1llcüok:ae 1~
:hl•uij6
olhr•s.
o •ecm contra Q sol <1ra incomparável. Muitos d<1leo en-
Usando •.:u dumínt<> da Disc1pllna Metaml>rtose, o
v,1lwmn1-<.e auvameme na propagaçiio e no cn>tL10 do pt-n-
Ant.,U1IU\i<mt> afundou na terra. Permanece\J ~lium nú-
s.1mc11111 crhtllo entre os Alhos de Seth. Ourms se retira-
ram parn 11 escuridAo. buscando. aínJn m:ii· artluameme, a
mero im'.lllcul~vdde tl<~t.-s;Jiz1:111•1uc 3J •nu~>t:pa"umm.
EI~d<!opcrwv,t 10
lai.
<1>-tllllÍl<!!., caJ;i \'C: mais lkhi.litadn du
compreensão.
quê 1u 1witt? unttrior, nuLS r«:u~vn-:-.cAlevnn1. 1r ~e\1ll1.ar
l\c;.,a época, Cappatlociu> pL'rc
-beu
<jUe sua pro~nic
parasua busC!I vn1i:I.
IÜll pre<:1s.wa se devotar complctruntmte à rest1luçào tio
l'nt~'tlla.Seguindo a Alt>:;ofia ddineada pelo pai da história,
HL'll'1li1.ll<1, o fundador rrutnnu a todus com qut!m fulava a
\cr~m mcxlerado> em todasª' coi~as". Os Capadócios se-
Finalmente, dl!pôL' d~ muito~ a.nc)S, r.:~'<:•la \'b~oJ<·
um an1•1. CappaJ1x:lus aé.hou que Ac.1rí;1
Ah p: u 11 >clUprc oo.
rnlvez, f°"'c destruído pe l a< l 'T<'<a• ~~ uui CJlltíra tnllb lruoo-
Mas o aoj<' lhe tlisSi: que nllo 'enailS!iun. O atlJDrevdou que
cuuam n comdhL>d1; s~ufu11JaJ,1r e 1.;mp•.:raram >U•~bu,i.:a
' >m o estudo de Llutra> árc.i> de conhedmcntLl>- Dur.1nte
ov·ampim c'tava predc>nn.1doa enc0ntrara tespr\'ira,e Deus
desejava. que aquela 1-u•rn a.kanç:u";c s~uoh1ettvo.
L')Oé perfoJo. J quantida1ll! de bibliotecário,, filósofos,
Não COl1$Í3l
~proteHOll " fundndm dcrrota,Lo -
rt"'"fiscas, carcól!f<lfos. lini;iístas e eruditos de muita• ou-
f>rn.~sou muno fm1;n.
rrascategorias cresceu denero do clã. Alguns inconfonruJos
- Emilo. '~'OJ~L'(dr~ifvrk
rl'>pond1:u u an10, cor-
C<•nccJcmm o Abmçn a viajantes, guerrcims e «?rvos civis.
L:mdo>eu próptie>pulso com uma e•r:i,la de luz sagrada. O
lb .1lellavam que o motivo de·<sm; indulgêncim; era livrar o
d11 da e•rai::m1çí\o. Du01nte milênios, o dã ha\'ia segutdl>
sangue escorria pelt> hrnço d<>anjn e ~lg11ma<goras <-nírnm
nn1 l~h1osdo Anr.,.(liluvian<'I, rt'Vlf.(\.ltdn.l<H> ,., "" nw>mu
d11<'t11:<:>
rr(111cas.
A amplia~âo <ln ctmtato cull'I JX!•S<>J>
tempo, que1111anlk>-o com o 1>0d.:r da (é.
d1le1ente> a1utlou us Capadócios a li:rt?m no"ª' peropéCU·
- f),'I
de<ej(I q11t• tênha SllC<'<SO, rl1J:fJ </llt' ""'' nM"
,J,. O, c>tuJüs "1brc a morte continu.wam .em diminuir,
nL1S o d1 :tdmidu uma quantidade :;em precedenccs de no-
clc<ll/><>Tlf~-
1~ membros.
L>n:cn.lo b-,o, o al)Jo a.sccnCleu uó cfo.
Cappadodu:.
amu tãnlinJiO 31l"dVéS UO solo, o?Spallundq
laçn>Jc ~
pcdr~cm tó&L'<ª' dircçllés. Saciando o resrn de
sim fnml' voraz cÓnt uma cnrarnnn ~r:ibeque l"lss:wa, n
Anredtluvlano to111111hnu nuv1111.,·n1c ~la tcrr.1. ().14udc
mnmenro em Jw1m•, d<· .'\f-ri"iiou a ({: <:n>tà, sabendo 411•
Deus u h<Wl<I !!>COihidopara um prop6S110 m•mr.
MORTE ENTRE OS MORTOS
15
o TERRÍVEL EGITO Q, historiadores Cainíras parecem surpresoo com o foco do: o chi Capadócio
o TERRÍVEL EGITO
Q, historiadores Cainíras parecem surpresoo com o foco
do: o chi Capadócio ter desprezado o Egico como uma árcJ
de concenrrnç~o C.onherído há muito tempo com() a terra
Jo, mortos. o El(itn parecia ser uma opçt\o tdt'lll para um d:i
de estudiososque deseiava de~vendara natureui r.fa morte e
seus
mí.ltérios. Por esse muúvo, o Egiw """ª uma excelen-
te escolha de moradia.
l nfeli!mcnce, <l Eirito abrigava a escóri.1 das Scrptmt<'>,
os repulsivas seguidores do senúdcus morto·vivo S
r.
Os
Capadócios sabiam pouco sobre Set além do que havia dis·
poniYcl no folclore da regifio. Além disso, conheclllm·no
•ltrnvés dos textos do 1.111ro de Nnd; Set era um dos 13
Antedihl""ianns que dernm origem aos clãs. Ptiuqul:;simô:'i
Capadóciw. ce>nht'cCram o fundador <los Sctitl'~ deV1do a
sua idade avançadl~ima " ,,.;u sigilo inumano. l~so não é
muito cotnmho, j:I que poucos Capadócios conheceram
qualquer membro da terceua geração.
\lo enumtll, os Ca 1•ad6cio' cs t<l vam familiarizado~.;om
os Se!!ui<lorcs de Sct. O rclaciunamcnco entTe o~ clãs não
cm dos melhores, principalmente porque os CapaJocio.s
desejavam se dedicar pacificamente aos >eus esmdos cn-
quanw os ::-emas queriam conspurcar rudo aqu ilo em que
rncavam. As Jornada~ pnra o Egito quase semrre se mo>·
trav,1m infrutíferas, poi< o preço de lidar com ao Serrcn·
te,; >operava, em muiw, os possíveis benefk loo.
Ourante a propagaçll.o do cristianbmo na época do Im-
perador >.lct<l, Sãu Marco> trou)(t! com ele para o Egito o
que se tomaria c1 fé cóptica. Os Capadocios, segulndo a
bandeira Jo c:ri~tianismo, esconderam-se na.o. coatgrega-
çõe~.com a esperança de criar pootos Je obs~ação&ecre-
ms naquela cerra corrompida. No entanto, bastava aos
Scrirns uudr rumores sohre um vampiro num mon:isténo
p'1ra inundarª' igrejas ccíprica< com seus membros profa-
nos, que revmwam cada pedra até d.:S<:obnrern o Camita.
Entll<\ <">!>Capadócios (" outros vampiros - (1S Setitas
não fi:iam u[J,ti11çã.o} tornavam.,., alvos do~ métodos de
corrupçfü:>, que tinham como objet i vo des,•iar o~ C> tu dio -
sos Je su.i, buscas. Como alr:uns Ladrões de Scpultural>
puderam accstar, um Cap1.1d6cio "!<luzido pela via
Scrpenus é uma vls•lo terrível.
Apesar disso, os Capadóc ios amda temam se i1111luar
nn Eg1ro, realiiando cruiadas furcivas e sihmcinsas n11;
rerros do oucro lad(l do mar Mcdtterrllneo. Emlmra algun~
deles t<!nham corhcguiJu l.:var·a niio-vid~com dificulda·
de na• areia' c>cald.inte.s du Egito, ello!s não obtiveram
nenhum ben(!ffcio. Muito> ainda continuam lutando, na
.:?srermça de serem os pioneiros na itucrrupçlo Ju legaJo
de frac3sso do ela.
"
ExoDo DE DERINKUYU
Chegou uma época em que os hábito' Je Cappaclocius
comêçaram .1 innunu<lar o puvu de Derinkuyu. A inda que
o ar frio e subtcrránco prcser\'asse O> cadáveres que os
CapaJ6do>. adomvam <'studar a proximidade dos corpos
pr,wocava desconforto e nervosismo entre O> habi tantes
do subterrâneo. O Ancediluviano e sua prole perceberam o
LIVRO 00 CLA: CAPADOClO

d~i~ostodos filho. mort:ii> de Scth e apr<>ÍUndaram-se ain-

d.i DlllÍh cm >cu• <' ~tudosmacabros.

Com u wmpu, a população não conseguia niai> supor·

lar. tinh11m \'lSm

muicos ''aropiros cadav~rico> m1wcn-

do·se <ilenciosameme nas cacacumbas; huviam rolcnulo pnr m\uto tempo º' ricuais profanos prnricados por esses Mrnnhos (cml>ora b.:nevolenres) monsrros; tinham ofc- ll'ctd<• sangue suficiente para S\hlentar a presença penumadnra desses rara•ilas. que conúnuavam investl- ~a11,lo miscério,, proibido> para º" h<>mcn.1 d1;: fé. Cappadocius falou com o povo, percel>endo•1ue "cres- cctll< tamanhu de .ua ninhada exigia t!cmais dos rncur.u>

IL•mec:iLI<" ror t!Sses monai;; a. pc»oas esta\'am ani!mi-

ca1 devido ao enorme consumo de :.angue e doentes por

(QUsa da consrnme exposição aos cadáveres apodrecidos

em ~tuJ<J,

Emcndcndo o sofrimenw das pes--oas, o fundador per· c~heu que cometem um erro grave ao Abmçar tli!l furiJ. menre Voltou para Ercia:. Dagi e estudm1cuidadosamente

J> cradu~<ie> <lo L1vm de Noel; de~cobnndo na Lenda da

l'rim~1raOda<le. a cond.,naçã!l à prohferaçâ~>exce:.;1v;1 do ><ingue de C:nm e o pecado que resultou da de>ohediência de 'ua prole. De fato, Cappa<locim iembrou-<e das noites ~ que ftcava lendo, quando em o único membro dl' :.ua linhagem. enquanto seus irnt.'ios e irmãs amaldiçoodos cri- ~"i1msua progêni<;> cnm displicência. Arrcpcnt!ido de sua falt;1 de cuidado, con\ocou novamente sua ninhada, desra

V~•. parJ as ~âmai·a. m;1i; profunda. Ja .:1Jd<le vim1ha .1

Dcrinkuyu, Kaym:ikli.

do próprio Cappadoctus, niru:uém estava

preramdo para a assembléia. Uma visJu prc>cieme havia mostrado ao fundador u que Jcvcrfa ser feiro ame• me,mo de R mu lcid!lo chegar.

0 F ESTIM DOS T OLOS

C' <1me>Cceçiln

Q, corredores e c<lnura> >Ubtcrráncm de Ka}1nakli po- diam acomod;Jr att< 15.000 pcs.soa>. Na n0>ce d:i convoca-

ção, compareccmm 12.000 vampiros de nosso Uã. Tüdos

fkar:im cstupefuros. Como um ,i:rupo conhecido como Clã Ja Morte podia rer uma >irac tll.o téruH Ct>mo rcxlhmos exisnr numa quantidade tão c>:ipantosal f'.:uma congregação absurda e confusa. °'' C'.\padócios desalojamm os cidadãos de Kaymakh, expulst1ndo-Q<>de ,u:is

ca~asJurante ,·árias mmes enquanLo a çonvcn~r10acontt.'·

eia. De modo mofen>1vn e com a ajuda Je Onas e Jaf~, Cappadoclm ~dcdonava M• titmence as fileira> Jc >eu cl.1.

- Quet11 tlitncre t'<.ÍS não c.IJU<Úlll u lOU.nrwr m1 plane1e1r

pcrgumava u fundador, orden:•n-

urrut igreja ou r

do n Caiasque conduziss" àqudL'S que respond.am ll~cima·

'171plo?

-

ras mais profuml

b

da cidàdc.

- Quem dt!ntrL tlÚ! 1wo sabe ler

11c~ll e>erL'1•ttrl Quem

ndo segue a Via Cadi! Quem rulo começou a procurar res· postas para o grande enigma!

Quem ndo segue a Via Cadi! Quem rulo começou a procurar res· postas para o grande

17

Quem ndo segue a Via Cadi! Quem rulo começou a procurar res· postas para o grande
De maneirn lem11. mas inexorável, a l\Uant1dadc de Cainita> reunidos diminuía à medida que a
De maneirn lem11. mas inexorável, a l\Uant1dadc de
Cainita> reunidos diminuía à medida que a ma1orm ~ub
mergia na ciJjJc Com ccncza. o fundador rinha planos
para de,; C1pp<1dncius estava, sem Júvida, trau~forman­
Jo -.cus t11hu' mah cap;1ci 1."1<l•>' em lfde.res Je all(uma nova
ordem.
Qu.m<lo fe2 ~ua úlcima P'-'f.l~unra e en,·iou os últimos
C.1p;nMct<.lS t><;;;o)hid1lS para as profundezas Jc !Gi)•mal.li, o
íund.1d.u· 1•r<lt'nou qut: Caia' e Jafé fechasM!m p;fra ~empre <>
- Nm/1uma 1ragédu1 erig•
Wrada
por mim, 1mlÕ<J. A;i:
nas nos prott!gemos clu tmg~dUl plalle1ada (JOT nosw (lul.
Clias foi mmadn peh1 fúrfa. Quem cr.i Laz.1ru> paraqlll't
cilmar a vontade de Cappadocius? Entiío, lançou-:
;
,.Jb::
Lazarus para matá-lo c:nquanto a prole do último ol'>t'M
va aterronza<l.1. Do1> vampiros aml~o> c11Lid1ram nom;:
bamlki de proporções épicas. Dizem que o Nilo correu par.
a 1\a.<cente durance o ano se~umce.'Jo fim. no ent:in1<>, li
mesnw ,1 habiliJaJe
"" aotúcia de Caía~ mc"1srr.1ram-~ini·
reis; L1:ani" lnnÇ<lU mân d,1 n.:pubiv" D1sc1plma St!rp1:nn
f'l1rtõll Ja ddad.:. fa14uanto n 01t'Cll111SmO de pedra ~ilenci­
ava os gritos vindo> du poçu de Ca1111ns condenados.
Cappadnc1us bnçou uma proteção sobre o ix>rcal:
que é unammem.-nte reconhec1da como domínio do C
- Nãr1 /1ennita </lt~ nenhuma criu de Cuim saia i>cJr
da Víbora. Caias cruu. nu15 não sem ferir ~rr;wememeo tr.i<
dor Lazar~.que afundou no terreno arclloso e nuno m11:1
fo i vi.;,to.
e~w /><m<11:wm; 1/1t<' ll<'nlum1 filho de Serh i:ntrc:.
O fundador chorou l:igrtma5 de sangue qualldo voltou
as co1-1as p<ml a iumhà coletiva. Sua neglig~nciae sua ob·
Sem o com;mdo de s.:11 líJer, os C.1p.1Jôci<>;, ci;lpci<nf<
cspalkiram pelo mundo. Algun< deles 1•oltnram para Ercw
Dagi e pediram perdão a Cappadocius. A maiona si
st',.,i\o in'lmsa1.i haviam conde11;1dn milh;ircs Jc vampi·
ros 11wce11tes, que haviam >ido Al,raçadc» furilmenre
Apena.• fü;J h1pocmia <: a humanidade remaneocente ha-
\'tam salvado (.;.1ppa<lodus e a mmoria selecionada do
mesm1l desnno.
plesmente \'i;ijou sem 11enhunw <lircç;1o, indo para '"i&
seus desri1ws <'-" lt?'. ;wam.
A SEGUNDA REVELAÇÃO
- Saiam dtt<Jui
Fsie lugar eMli amaldiçoado -
Capp•1Joc1us disse para os habmmces morcah de Ka)•makl!.
Panam e ndo iolt<m mmca mms.
Proteção se mantém até hoje, apc;.ar dos prisioneiro,,
terem , com certCZ.'1, caído em rnrpor ou
['ttrecido »<>h ·"
Pouco tcmpó dcpóis do FcHím dos Tolos, Cappadocill!
teve tHHT<'I visão poJero:sa e ineg~vel ;,obre " que o Íuturi
reservava para ele e sua pwle.
O Antediluviano viu a Crucificação: o corpo andruto
de Crbto pr~~ado rut cruz como sacrifício pelos pemJ<l!
presas de
:us
Jo, fllh<>" de Seth. Depois, e l <? v i u os m i lhMes de vampu~
irm,,os. Entretc1nto, m;o nullca foi conArm<t·
do, pois nin1,"1ém tlese1a wstar a protcç1\o de Cappadocius.
que impede a s.1ída de qualquer C:imita daquele loc:il <lc·
pui> que de cncra.
que havia encerrado, amda despert<.l:>, urrandn com fúria'
impotêncm. A
(1':r~rc1.uva da vL>:'lo muJou para m<'>U<!
Cappadocius e os po11cos Cmniras rema11csce11tcs do '<'.U
clã afastando-se da prole aprisionado.
A AUSÊNCIA DE L AZARUS
Cappadoc iu> vi u uma relaçáo entre :l'!lleh
vamtli"'"
En-1uan10 C.1ppadoc1uo criava :i proteção sobre
o Filhu Jc Deu> -
l>!lcnílca1ldo a >i me,,mos para que, 0<1·
!Giymakh, Jaíé teve uma ç1•m er,;a parLi,ular com
Caiai
tros pudessem connnuar cxistmdo.
"\enhum deles tmha v1stn se11 irrnfü > L
1z;1ru~Jurante
a con·
venção e Jafé ju\gílva es<a 11usência um insulm ao seu se·
nhor. Embora um pouco relutante, Caias concordou em
vi;,itar ll refúgi<J do inn:lu e descobrir porque Lazarus se
Enrno. o fundador reve l>um1 vis:lo do fulltr<l, ruu l<l
vivida em sua mo.>nce do que o terror con rido n~ vi~fü1anre-
ril1r. Cappa<lociu• viu " si me;mo na cruz. Com os de
i•
•·
Jafé e Caias examinavam M:us ícnmcntrn; enquanto um;,
con~ideravaacima da conv1x:.1çfü1 do fundador.
La::arus ullha construido sua morada nas ferras arden
U!s <lu Egito, h:í mwto tempo. Semcemera maldição de Ser,
reuniu ul;.>uru Capadócio.- cor.ijoso l' c.u!Thtruiu:.cu refúgio
infinidade de mortais chora,·a no sopé da colin.
Cappaduciw. interprerou c~:i \'ii;ào como wna ordem. Seu
;,,Jerifído >l!rvirin pam ('Crp<?tu.ir :1 humal\iJJJ
:
em 111e10 1
próximu à> mari::~n•dn Nilo. Aré hojt!, 'us.wm» anônimm
m;ir opre.sivo d1~' vampiro;.
Cappadocius sabia que onh<t de nlc:mçar a tlivindade.
acu,am Laza r u' d<: trans1gênci~ çom
o~ de«.-jo,; de Set; ai·
Ele e •L•as crias mab próxima~ consagraram-se à obte11-
gu11:> rumores chegam a afirmar qu.: o Capad(lc10 perdido
ção da
divindade. Existem divero;a~ refer~nci1> ~o pnJer dt
est~pre<o pdo Voto ele Sangue.
consumir a h6sna nos estudos do clã. Certos doc11mcnt<'5
SejJ <lllal for a Vt!r<lade, ~1 vi,ila d(! Cai.1> foi mal rcccbi·
<1firmam, litcrnlmenfe, que é possível se tonmr Deus cm·
<la. Claro que Lazarus e >eu> cole1,1<1s tinham ouvido o cha-
mado Jo fundador, mas°" prcscicnt~'Sdentre eles ameei·
pan1m :i rerrh'el come<Jiiência de .itcndc-lo. SU3pe1ta·sc
4uc L:narus cemfa que Cappadocius pude~e ver , m:ildiçiio
de ScL ctnsua alma.
sumindo Sua came e Seu sangue. Entre esses cexcos. indu·
íam·-''2 c;,cri Los da Gnose e J Zoroai.trbmo, à.>.>iln coui
rei:btms egípdos ~nhrea vhigem entre o mundo Jo, \'i\'OI
1
i
e o mundo dos morcos. Realiiand,1 um ritual p8rn só alcan·
çar a paz e a tranq(iil1dade definitl\'a, era pos_shel ascen1!t1
- Meu imuto -
d~>.:Caias -
com cL-rlA.'za você 01wiu
o durmw:ln de nosso tm1, não d
- Sim, outi -
respondeu Lu.arus.
- E,, certamc>nt(, pn:r•
dw
atendê-Ili. Qire grcmde tra·
gédia o rmpcdnt! -
pel')!lmcou Caias, cuja fúria aument;iva
dhmtl! da im.olêncm <lo .cu unll!o de sani::ue.
ao próprio Paraíso, tomar o trono de Deus é levar roJa .<
human.i<la<lt! parn o Céu.
E_,tes fragmento~ d<: conhecimomto CS'\uecido 1n>p1·
raram novas esperanças em Carradoc1us. ')11;.i mte;>rpreta·
çl!o <los manuscritos di:ia que. se atingisse a Golcond1 r
cnmctcs.•e a diablcrie cm Deus, de podcria se tornar Dcll.i.
LivRo oo CLÃ: CAPADOCIO

Mrnno4u;indot:,ca\ a cm torpuc, o fumbJm sonhava com

llD mund.1 p.1rud1Síaco e cnm os meios de ;irin1:1-lo. Em mente,'' enl,l!m1 hav13 sido respondido m:u< uma vez,

u ptrgunm conunuava dtífcil Je entender A re,ros- 13trJ.jllt, :io tr.t;cr o l';ir.1ho parJ a Terra. a v1Ja e a mune

11'11.lm uma '''· infini1.1 e anfinJávt!l. A pt!rgulll<l, nu en-

rantn, er.1· ~llmtl'

AINFLUÊNCIA DOS

CAPADÓCIOS NA E UROPA

f.n

1uanto

CappaJoc1U> pass:wn >uas noircs no i>ola-

llll'llt" .le fadas D.1g1. os membros sobrcdvcntcs do cll 1tf51"1lharam pela Europa, an.,,osos por c'capar d;1 tclT:l "1t 1Cn1ra Je rumha para mmtas d<' sua' cria" e mnão<

A1

:is 1tc-1ram cm Ereias Dag1; outrus for.im para ns c.:r-

hv)c r.-damaJa_, '"''ª Turqui <t e Bi:átlcto; a maiori;i

0

w

dm.1111,eu' ).,~adrnJolc>ro,,rn, p<lnl cr{l,, indo caJa vez mau.

r-

o11c1denre.

\ei.<a• notte>, fc,l fimlaJ 1 uma aliança silt'ncwsa cnue

fc,l fimlaJ 1 uma aliança silt'ncwsa cnue Vcn•ru~ e m r 116·, ~ntilm.,nte, ajudáv.1mt» l»

Vcn•ru~ e m

r 116·, ~ntilm.,nte,ajudáv.1mt» l» P;nrfcw~'com ,l.',Sc!_,.

'<l

dll. Cm

troca dt· vantagdl> para c~tu­

:-na e p.:,qu.i.>a. Essa prálka ccmcínua até hoje e ess~

mio.! ' .1uxtliou no;.o;o, escudos de mumis form~s.

Os lNFrnoREs

Quandol

JppaJoou>

c<,awocouo Fcsam dosTolos.

J1vro•:asmrt.-grnmc' Je sua nmhiid:t ni\Q. puJerum com·

pa

:c<·r

::; ,J~â tmr<>SSt!iflkl 'Ide !Mc:ido!.vi.~ar,ao

')ll

esiikJJê\iOO ('l'f<:.grn~~bnpdJwll íl'CC!"l4'l ijQ cha-

ntJJ/i •11111 1IRUJna prcm~niçãoJo clJ que 1n1pcl1~ o

1 rprlt l'lt.:ui:mmder o i.lumatlo. al,u1"' CapaJ.'ic;10~ elt•l"•r<rn du 1pcis11>na111ento em Kayt1U\kli.

b.~~iti.c;,ulnh~tdr·~c'1m,1 ltifiti1Jr~,Pfl''ª~

IJlll ,1odf\r() t11ndaJ0Hlo cl.1, f'<>h não "1bi:un ;e es1.1rl-

rntre0>emcmlh. cru" li\ "';"m .att.-n.liJo ao clu~

inado. Eles renegam qual4ucr lig.içiio rnm o clã, bUt.

.:ifmm;; rn·rnos 1"11eri\•ns e. "'m:im qu.1l4~rconr~IOC'I

!Jm"11 mui:i" mn:'i1., lx\'1m1w'IO-,ida' cri>'tCSe mlt1 1ri-

s, ltm;líj,'UmJI

,

pl'i l tr1içfü' e pelo JUli;lllll>."ntO IOJU'tO

&1hhmem que. um dia, <el,'lnram de~ f<i

Os t~

mramenre U1f<'rai;em com 011m>· vnm

rim;. Ola' nu~Pm Outro { .ar:iJl\c1os. !'J1~<'lX,Jfllra-

Jt., pl'llu da Terra ::;a11tH <'cm l11i:arl'' manei k» pd<»

mo~ulmarx., Ji- i.s

c,oquaJ\<l<-''ião

N,,. úlnm

séi:ul"',

este pequcri< 1 trni;mmto da so-

a~,l;X:ia<""Cap.'.lll

da rc

'lllÇãNIOS Gionmn1

ne>Haau, Potl\l~al,

•IC'.l.JeC'

t miilfuu par.1com11nkl<!Je~1

,>ladlb

fJJruiui e illu~rcmot.i;.JaÁlr1<.t. O, lra/lt~·~sõbreovi-

1cnr<o; c\'Ít.1ri10o1~1rrid'dioJlhG'1ov,111uick\·iJa Ju ocu

rcrú.Jk> e 11 ful1;1 d<'!. c~munic 1ç.i''. wm y dã ori11inal e

iJu a •ua \ bit.tm.11, m3.i sigl\itkathú, muJanç ;i d JfOf"naa. :>:n <écul(' XX. o< n;:mani:sa.'lll:e> niio se pan:- mn wm nada remoramente humano, mei-mosob pou-

C' 1 1l1111llnaç~o, e renuncit1rnm a t0c.1.1 sua. herança

J

,

t

1rall&

L1.

Com a ajuda Jo capital J,,~ Vi!mruc, licuu mm> fácal

connnuar os estudos medicin~1s do clã. usando nossos própno' e<lorç0S e mtluenc1ando a crescente comunida·

d<' m&ltca dos harheiros e hcrMJi,ras. O Jinh

m1, o rrc--

tfg1tt t: conmt<» J,,, Vcntrm: no' l'""1hillt;m1m um acC"»O m;m Jire11.1 i\o.jud"' 'l"" h;wi;11n enc1>n1r.idn te XII"

e;quecidc» e de;;emerradn documentm úteis. As corte>

Joo Ventruc te, Je certa forma, Jo> W>0mh.1, eruhora

'lºttlo.Jue r con.o;elho

além do prc\prio) tJmb;ím ernm k•C:ll' cmmop.ihta<. unde

podfamos convt"rs1r com n> m:uores pen•adorc> daqueb

lo"e caro o MagilitrJJu que oud!>>é

épnca. tanto nmrta1s quanw <

ainhas.

Por ultlm<>, o>

Ventrul! ofcrl'Ci:tm uma hoa prutcç<1i1 conm1 1>'> pcrig•"

ubí•1uo' Jo mundo. Os lupinc•> achavam muti.' difkll nn>

at 1car no' c:1>rdo,_

'Jo"a hs,emmaç."i" Jl<!)a Euwpa fo1 me>ttmá,d, C<lllK'

mo.tram llUS>3> kumõt:,; anu,1is em Erdas Dai''· Embora

nt\o nos Jcvotá,;>eltlus .1 acumular inlluêncw, con"'~ui·

m<io. no> c,t.1l'ieleccr em cinto:. Jo cimrinente onde no~;o

crabalho pôde continuar no nm10qm: dcscjávamo>. (No:;-

so ilustre cl;l tem uté alguns Pnnc.:tpL"> cm ,·án.1s cidades

e>p.1lhada,.)

Sempr.:o fomos :icu!>.1dn5 de sermCls limando> cnrn11 um d5, ma,, na verd.ode. ptis,nmo;, por umn enorme d1vcrsiô- cação d.,.,de nO"'ª chL"!fJ.du à Eumpa. Temo:; ;unpl.1 ro:prt:-

scnmção. prlnc1p.alrn.:nte na form.i cio comando J," ani;i-

ÕC>, o.JUt! n<111 querem repcur ;1 per.:i:rinaçà<l inírmffera o.JUt!

se -cgu1u fl que<lJ da ScgunJ:J Cidade. Po.sulmos muit0:> poew" 4uc queslionrun a alma c1.1m >uib palavru> cuiJaJo.

s.uncnte clnhornJa_,; Jiv.:rs.is ~;icerdote'e cléri~'devL>t~­

dos il< várias crenças e paraí,0;; do cri-cianismo. i>luni>mo

e p3.1:3ni-mo, encre ourra.,. t\llr.i~·am1» .1rte~ãe»e cngenhe1-

rc» c1v1s, prc

:rv;mJn

as 11bras que satt<la;.:m ª' necesMda·

J.,, iv.l<1ca,J.1v1da 1wruma. (Niit1 exasttriam r<''f'<>sta< <'t<"r-

nt1~ n:is Ct1isas que C<:ln'(.i1

let.am<)S

J?Hl'ant1dtls fl

L.1 11nitt.·?)

fil<\'iOÍO>, h:lrbefro;. e cientistas pcncnn:m 1 no>><1' líld-

ras. 50manJ1•->C à fonte Jc con.hc-cuncnto 4uc r1c:ID10,

canto. Até mC>n11.1 ctllbdhcmis e ccôawmtl> ai:radam ll<"-

d:I, gm~nJo°' senhores fc11da1s com nossa sahedl'ria e compreensão.

INFLUÊNCIA NA I GREJA

Como nossos espírito> clamamm pela resix~ta à per- gunta CICffiA, múmel'()c'; Up::tdócio;: (l{Ct'IJcram '10 challl.1•

do da IJ:Teja. Durnnn.· ª' primcirn> n0ice,, dcpuas de n11:;,,a

migrnção parn a Euwpa, ck-s fücratn parte J11 ckm em mtma,tén<1> bul;idth. Enclausurn,los, !Pra cio alcance de num1' ,-,1mprn» e aa derredaç~'' Ja >0e1<.odadt" 11rhano, "

s11hd<\o. :-=a igre-

monge> Capadóc1t" 1-.:t>

'ilvam

-m

ª'noite~

ja, cncom1amo> um crabalho pr<lllull\o 'Iº" nm .11uJ.\ri.1 na pcrscguiç.'lo de no.so objetivos copi.mdu )i, r.is e tr.ttlu-

:inJo mnnuscrifl». Viwndo enrrc os hum:m0<> >em o co-

nhecínwmo dele,, º" Capadóc!O:i ;e espalhar.un como u.m

véu 101islvd '-Obre a terra, behen<l<l o mínimn pm,ivd de

seu' írrrui<» mon~stict" nu de ;mama" "'" e-t ihul05 da,

ahacha>. A mainna J," nmn,,stério' da cn,tamh,ie af.nga- ram. pelo menos 11ma ve:, 11m C:tpad&·11, t'ntre 1>s """"

monge,., ,;e é que amJa nãu o farem.

MORTE F.NTRF OS MORTO'i

t'ntre 1>s """" monge,., ,;e é que amJa nãu o farem. MORTE F.NTRF OS MORTO'i 19

19

t'ntre 1>s """" monge,., ,;e é que amJa nãu o farem. MORTE F.NTRF OS MORTO'i 19
Nu&>a maiur dillcu!J.:td era alcançar o,,, ak0> pus[& da Igreja. por causa ,1.,. nns,m aparência
Nu&>a maiur dillcu!J.:td
era alcançar o,,, ak0> pus[& da
Igreja. por causa ,1.,. nns,m aparência pálida e n:lturcza n<>·
1urn:i. De q11alqu.;-r fnm11. nfls insinuávamm em cada
diocei.e da Santa !X. dewt> os confins carólk°' d:i ln11later·
ra u.: ª' fo1 rnl1tzas orll1J,,xas da Huni:na 1111ental. "Juma
naram conrra a apro\•ação marrai e saudaram u na>Cer
sol com estacascm scu.s.corações. Fdwncme, J maior pam
dos mcmbms do n(lSso clã não é su:;cetível de '1rrogáfWl
époc;i ~m qu11 o clem apcn<is começava a >aoorcar a lndul-
go?11e1:1 :uuBI de"'ª posiiff10, ntl•'>IS (l<:Cllliarid.1de.' er.im, n:i
nem da rent~çãnm5emaw do p<x!er Em vez d1s.o, nfom"I'
""" ac11rdos aos nu~r~»dll<, s1rnílare-> a nossa aliança C•'m
os Venuuc;: em LrLlC!l de pmt.:ção é ace,sc.1 às reserva. ,
>abédoria, oferecemo>, de boa 'onta<le, nc>Sso con;cllw
pc4ul'na esc.1la 4ue a> ma11ánhamos, ~rdoadas. N1'>S<.\\
mcmbrth ob~rvavruu e
aprl'lldiam com cada diferença do
Ü E XPERIMENTO GIOVANNI
presbitério. Como aliaJe., incimmos m{>nastérios inteiros
'\l1i mkio do século xn. agente> du """"'' cl11 .lescnl:C
a l'uscar a verdade. Cnmci h1spc><, !Orritkamcis as cibras de
nnssn< nliadns. Como mode~tos v1!!ános, lideramos as mi.<·
mm um rc4ucnu grupn Je mvrtab neçrom~lllc>ll<' ci.1:1
Je V11n.-:a. Es$e rel11~m msular em cmnpv:;tu exclu,1\1'
"" e 'igfli " J:" completas, .11.: ª' matinas. As freiras
Capad1 icias e 'cus irm:1u> curaram doenças entre os mur-
mente de memhro• J.: urna familia: um )?rupo de exploo-
rni,, sempre ul,~rvnndt>''entropia e .1 JccadQm:ia l'vidc11Lc
dores l ias Cruzad:is. conhecidos como Giovanni. A Iam
adquiriu uma vasca riquc:a cobrando preços l'xorbicame;
11<1 escrn1-.1 m;us Jesprezfq:I ou no príncipe mai, nobre.
Apbcanws a cx1rcma-w1ç.fü.1 cm humanos e Cainitas cn
4uanto eram cmcrmdL», 4lW.Ildo o último vestígio da \'ida
O\I n:'io-vida dc1x~v:iseus corpcis.
pm passagens parn :1 Terra S:in1a e por entregar suprimcr
ros i\s !rente«de h 1talha. A degr;i,l:içãn e a cnm1rç~n~
ram ~eu S\1Cesso finance1m e 11> lnJul~ênci;is da f,1m~
G111van11i cmm conhecidas por todo o norte 1L1 ltálm. T<1>'
E NOS ASSUNTOS DE ESTADO
do pr:•ticado t(iJa, is at:ivid.id<:>s exeçrada' r~la Igreja, 11
Gim'"anni se <levornrarn à arre proibida da 1tiJtro11JtI11C1tt
Apesar de pouct1s dentre nós virem de hmílias nobres,
Estt.,, amadn1es "" pnwa1<lm notavdmenlc dkicn
mlluc.nciamu& bastatllC os ns>umo. de estado. Nrn.so co-
nhccimcmu é LJo vai.1u 4uc no&<;<:h con:.clhos ~o.freqücn·
t'm •Ua .lrté nt'~m,,1brindo novcis hori::.inte> e tenJn >Uú!.•
,us
'° onde ,
pred&es.!><m:s tinham cotbéJ:Uido 1po!n;•~11
remenr1•, solicmuJ<» pdo' lrderc!. Cain11 ª' e at~ mesmo
bilicar alc:umas blasfêmia:. em livros de pele de cabra. De;
p<>r auwnda<les mortai~ que conhecem nossos membr°'
conscQuiram conmmr os cspfrims dos mono• ainJ
por >\1a reputação. Os rumores dizem -we nos matar não
conectados (mc,mo que brandmncntc) ao mundo fui,
v.1le u eoi<irço, emlxira c>1c msulto it1cli4ue qu~ O> assassi-
no!- porenciab preforem ouvir
no conselho,, evitando que
o;,,os
per1,'1mtimdc>-lhe; o que htwi;i íllém. Naruralmente
CapadóciOl> levaram rdat6rio> sol:-re o rcfúgm dm.:tam.:nk
par,1 Ercia' Dági, onde <l1>cutirnm Mlll de>C{>Nrta C{>mJaft
~CUbittil11igth o fuçnnL
a matrona Cnnst:lnc1a. Jafé, receoso em t l<'•pcrti
T rah.:tlhumos à nurgcm
C<ippadocius de seu sono, preferiu deixai o; evcncu.s ;e dr:
do domínio da política. Mui-
tO" são os Cainitas que. pro·
clamando ~cus títulos
mundanos, g<>ver·
scnrolarl'tll p.ua \ l!r <)que ><'ria dos Giovanni. Cons1.ína
no cmamo. ficou imprcsi.ionnda com as nmidnde> e ctt·
reu parn o mm1snléu nndc <> hmd'1dor dormi:i e fulou C<I'
de através de seus sonhos csrranhos.
Emborn estivesse cm wrpor, Cappacloc111!> ficou mu;
fclu com a oportunidade que <!~ses nec-romanr•-< re
presenravam. Ele chamou Joft< e o 1mmnu
sangrá-lo, recolher a prec1os~ vitae ,;m um 1d
picntc e r~rvá-l.1.Jafl!, <.:mpr~le>ll, :;ari<té:
pcdidn Jo fwidadur, cml-x1ril e~t1Ve5
:
e~
o coração apreensivo. jafé :>6 prote>t•\
quando CappaJucius deixou sua L'l-
[Cnçücs claras, entrando cm Je1a·
cordo com <eu am:ido <enh:x-
pela primeira ve; deo.lt
o '<'U Abraçn.
LIVRO 00 CtA: CAPAD6cl0
LIVRO 00 CtA: CAPAD6cl0

A TRAGÉDIA DE p ADRE E USTÁQUIO

r\, foul do ><!~uh•XI, um Capadócio conh.•cidn 0011\ô

r,J ,• Emáq1Ji()a<~un\iua re,,po1\

abilida,le

da pa~ui.J , 1

mr 11··q11<'llll oJJdc i:nuc Toulou>e.: T ours, Ek cr.i (l([om·

J,,1wsuacmgrei;aç.'io, conduzmdo sua pan'iquia com firme-

:.i ~ ""'I"• rromerendo as \<J<rn> recompe1l.,·1s d\1 Pnrai:;o

l'l'li l<"<q1w ,icrita<'<'IU a gcn

•n,,;1d:1dc

de (

ri:;ró.

Ele tttm·

l:.:111p!OlllCtia""mllnitll>tormenru,Jo lnÍl!tTI•l ~queles<tu"

"'.x,,

,,.,m

Jo caminho, como'-(Wllqu"r00.n pad"' faria.

Q1 1ntíl mais Eustáqu111 ;e envolvia na vida da CQfl·~I<'·

va 1ooaJ.:. 1\.1 pessoas que compareciam a sua> mbsas à mcia-

'I~''-mal' ela o •mava. Ele lrrndi

um .<111r~ifo calma e

'll 11' wmiJcm' am ouu ~iliJL':um c>rnmho tipo~ ~.ug

na. -ilDfinnanJ,1 sua pruxuniJ;idc com Dewi. Mesmo a>

No fim, a popuLtrWadc de Etbtá<1ulo foi a cau>a de oua dblrui!,<'lO- No ínfdo<lc unw wlltdta prumÍ!»••ra. a aJoruJ:i paróquia tlo Capcdcício.e reuniu na il(feja. Convcncido,Je

que n benevolência de Prus panía dt: seu -eno mal, fcn·o-

r<''<l, uma 111ultld~ode ct1mpl>nt:'C' se reuniu .is p<>rtas da

1grc1a ~e>d~n pre""nça dó hom padre. Ignorando os ";""'

tle que o padre nãn pndm

o dia, n

,.,r

perturbado dur:mt

mulrldAo ell1m11 "" • 1uMW de Eu,1~-iu10,ctglll"ll" p.1c.lrc

a.k1onL><:kk>e ttlllr<Choo ltU111a ~nxi.bàoalc>.'1'." po!Wrua, cfan·

<lo \'iv-.i; cnqU:.UlWc.un!nlJal".l- é claro que. Llu 10!,"'o padre :sonolento foi éX]Xl>tl1 au010I, começou a arder cm ch.1rn:b, sc.-nd<> C00$\1 mido em roucos mnmcnms pelo coque impcr-

C.Náqni<>.: k·rnhm-

do,h·d d." l'<"llS rtlÍ<>s. Ac~ rnlj\", "P.1dr

-

cmti1~.renas em snc;ra pm11ddadc pcl(J5 ~fonunad°"'1 J<-l l\;.l c•d iJc e F\:vcrencJad,.> com•.>
cmti1~.renas em snc;ra pm11ddadc pcl(J5 ~fonunad°"'1
J<-l l\;.l c•d iJc e F\:vcrencJad,.> com•.> um santo convocado de
1 n-.taml' f(lra
'\<.>tem OU\ id<» Jl(lr Eu,láquiv, ui<lu:iam°' COll•
volta ao:;e,,,de Deus ~h1i~l\1>ránda1.foum f'<l'''' J.,,,11[.,.,.lt.
ente. O Senhor dá eo Scnh1>r 1<1n1;1J., volta.
(;:,
" oi um tipo dt! arremmmento.
'
\
,
\

21

ente. O Senhor dá eo Scnh1>r 1<1n1;1J., volta. (;:, " oi um tipo dt! arremmmento. '

O tunJadt>r queria 115ar o sanj!\1c p;irn cnm.u os Gim'nnni

pane do clã. Jnfé argumemou que°' morcais não mereciam

\lffi !iilllJ{UC tátl p,xJc rtl:-.(>, l.IU\.' a\.IUClcs VCl1C~HJntl~cntm ln•

dignos de çunfümça, e 4ue sena ncce,s:\no nh"<erv:\·1'1' mms

1em1

1.

r:e: alu"'º à tra1~âo dt" Trt'mt'rt' e ~'<hltu ljllt: os

C1rad<><llY.'> n~" n~l><:ta,><.·incom ··" má1;t1u.>s murcab.

Apc><tr Ja pre<><:upação J,. 'ua cria. Capp;1lloc1us afc,ui·

<;ou Augu>ttL' Ginvannt ;ttravés Je S<>nl"~'·EI., "'licitou"º

l!Jer Jo, n~'ÇJ'<1m:in1~ <.JUe fi ">e ;ué Erc1'1!> Dal?i para r<!<:C·

bcr o ,1om da ununalu.lade.

Jj 11a 'ua d1cir.;J

1,

Au~m111~ e~la\" ú1t1!l.a1He em sua

l letisão <ll' acdta r a oferta Jc Capp.1Jocius. fate templo

.1nri~tl, chci1' Cllllli) c~ta\~a\.1e sc.:~cd<l:s, nrc;.an<h, cm um;:t

.1mt•1xa mad11ra, pronra para ser colhida Jal~e Consc:lncm, tNmdo a V1s;\o da Alma, nlis.:rvaram a podridão que i:ier·

mln.n a <l<'ntru J~4udt· munal mes-1uinho. Augmcus bu>-

rncil~crctnt t:\<, c.orrur-

l<" 411.1n1<1 '" .le o.1u:1lquer Jé•f'<>I~mortal. Ainda <.JUe '>éll'

pr1 ·~re&.<.,,.n<><:rt>n'l.'imku~f,,~m1mpre''"'n.1nc.,,,,