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DESCRITIVO DE INSTALAÇÃO, OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO

DESCRITIVO DE INSTALAÇÃO, OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO

DESCRITIVO DE INSTALAÇÃO, OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO

1. TERMO DE GARANTIA

1. TERMO DE GARANTIA COBERTURA Esta garantia cobre exclusivamente equipamentos novos dentro dos limites do que

COBERTURA

Esta garantia cobre exclusivamente equipamentos novos dentro dos limites do que foi fornecido pela STEMAC S/A GRUPOS GERADORES, tais como: motores, geradores, quadros de comando, quadros de transferências, contêineres, carretas, bombas hidráulicas, tanques de combustível, baterias, silenciosos e seus componentes. Redes hidráulicas, redes de combustível, redes elétricas, redes de escape, isolamento térmico e isolamento acústico estarão cobertos sempre que fornecidos e instalados pela STEMAC S/A GRUPOS GERADORES. No caso de instalação sob responsabilidade do Cliente, todos os itens devem estar instalados em conformidade com as normas da Stemac e respectivos fabricantes.

PRAZO DE VALIDADE

O prazo de validade da garantia se estende pelo período de 12 (doze) meses a partir da Entrega

Técnica (primeiro funcionamento do equipamento) desde que esta seja solicitada até 90 (noventa) dias da data da Nota Fiscal de embarque do equipamento e executada pela STEMAC S/A GRUPOS GERADORES. Caso não ocorra a situação citada acima, a garantia passa a ter um prazo de validade de 12 (doze) meses a partir da data da entrega do equipamento.

GARANTIA BÁSICA A Garantia Básica aplica-se exclusivamente ao escopo do fornecimento da STEMAC S/A

GRUPOS

GERADORES. É limitada a defeitos de fabricação de materiais, peças, acessórios e redes, desde que o equipamento esteja instalado conforme detalhado no manual de instruções do produto, em condições normais de uso e operação, de acordo com regime de funcionamento estabelecido no ato da compra (emergência ou stand by, contínuo em horário de ponta, contínuo Base Power).

NOTA: A STEMAC S.A Grupos Geradores reserva-se ao direito de modificar as especificações e/ou introduzir aperfeiçoamentos nos projetos e configuração de seus produtos, em qualquer época, sem incorrer na obrigação de aplicá-las em produtos anteriormente vendidos.

LIMITAÇÕES A GARANTIA Esta garantia não se aplica aos defeitos ou falhas advindas de acidentes, descargas atmosféricas, descargas elétricas, falta ou falha de aterramento, ambientes inadequados (ácidos, maresia, alta umidade, etc), aplicação de líquido de arrefecimento fora das especificações do manual do fabricante do motor, maus tratos ou negligência do operador, não observância das normas de manutenção e instalação, prática incorreta de armazenagem e utilização de componentes e/ou acessórios não recomendados e homologados pela STEMAC S/A GRUPOS GERADORES.

A STEMAC S/A GRUPOS GERADORES não se responsabiliza por perdas do tipo lucro cessante,

multas, aluguel de equipamento e quaisquer outros tipos de perdas pessoais ou financeiras.

A Garantia perderá seu efeito se o equipamento e/ou seus acessórios tiverem sido alterados ou

reparados por mão-de-obra não autorizada pela STEMAC S/A GRUPOS GERADORES.

Não estão cobertas por esta garantia peças consideradas itens de manutenção rotineira tais como:

filtros, correias, mangueiras, fusíveis, lâmpadas, etc., exceto quando sua substituição for a falha recorrente coberta em garantia.

A garantia é considerada nas oficinas STEMAC S/A GRUPOS GERADORES, nos respectivos

fabricantes ou na sua Rede Autorizada. Portanto, não cobre as despesas de deslocamento, estadia e alimentação dos nossos técnicos durante o período de manutenção nem despesas de transporte e seguro do equipamento, a menos que seja estabelecido em contrário contratualmente.

nem despesas de transporte e seguro do equipamento, a menos que seja estabelecido em contrário contratualmente.
É de responsabilidade do proprietário a correta operação e a manutenção do equipamento, conforme especificado

É de responsabilidade do proprietário a correta operação e a manutenção do equipamento,

conforme especificado no manual de operação e manutenção.

Nos componentes com garantia do fornecedor, o laudo decisório sobre a cobertura em garantia, será emitido pelo fornecedor. Por exemplo, fornecedores de baterias, turbo compressores, motores, bombas injetoras, geradores, etc.

É item de restrição da garantia a não observância dos limites de potência elétrica do GMG

estipulados pelos fabricantes do motor e do gerador. Este limite deverá ser adequado ao

funcionamento do GMG, de acordo com os regimes PRIME ou BASE POWER ou STAND BY conforme o caso.

Para grupos geradores usados, revisados e comercializados pela STEMAC S/A GRUPOS GERADORES, o prazo de validade é de 06 (seis) meses, ou diferente deste, se formalizado em contrato.

Descritivo STEMAC de Instalação, Operação e Manutenção para GMG MWM

diferente deste, se formalizado em contrato. Descritivo STEMAC de Instalação, Operação e Manutenção para GMG MWM
2. INSTRUÇÕES DE ENTREGA TÉCNICA A garantia concedida pela STEMAC ao conjunto, é regida pelas

2. INSTRUÇÕES DE ENTREGA TÉCNICA

A garantia concedida pela STEMAC ao conjunto, é regida pelas condições estabelecidas na

documentação de compra e venda do equipamento e contada a partir da data da sua entrega.

Para colocação em funcionamento do equipamento ou ENTREGA TÉCNICA, o cliente deverá solicitar este serviço ao Departamento de Assistência Técnica da STEMAC que, por sua vez deslocará um técnico especializado ao local de sua instalação.

Concluída a revisão inicial e os testes de funcionamento, nosso técnico emitirá o CERTIFICADO DE GARANTIA e REVISÃO INICIAL DO MOTOR, que será na ocasião, assinado pelas partes. Este certificado é um documento exclusivo do fabricante do motor para registro do início da colocação em funcionamento.

Caso o cliente não deseje convocar o técnico da STEMAC, para realizar a entrega técnica de todo

o CONJUNTO DE EQUIPAMENTOS adquiridos, instruímos que o cliente é obrigado a solicitar a

entrega ou revisão inicial do MOTOR DIESEL ao DISTRIBUIDOR MWM autorizado da sua região,

o qual procederá a emissão do(s) certificado(s) de entrega/garantia correspondentes unicamente para o motor.

A não observância pelo cliente das opções para ENTREGA TÉCNICA acima apresentadas,

acarretará a não concessão da garantia a atendimentos de assistência técnica, realizados pelos

DISTRIBUIDORES do fabricante do motor, com prejuízo de todas as vantagens referente ao fornecimento de peças sem custo, bem como ônus de despesas de viagem.

O(s) respectivo(s) certificado(s) de garantia do(s) motor(es) encontram-se em poder da STEMAC aguardando sua convocação para ENTREGA TÉCNICA ou, então, serão remetidos a V.S.as., sem preencher, caso nos sejam solicitados para realização da entrega técnica através do DISTRIBUIDOR da sua região.

Anterior à etapa ENTREGA TÉCNICA, o cliente é responsável pela conservação e qualidade do armazenamento do equipamento adquirido, sob risco de que avarias causadas por deterioração ou intempéries, fiquem sem a cobertura da garantia.

NOTA: O cumprimento da data acordada para a finalização da entrega técnica (instalação e funcionamento do equipamento) está condicionado a adequação e ajustes de outros equipamentos quando estes forem de responsabilidade de terceiros.

está condicionado a adequação e ajustes de outros equipamentos quando estes forem de responsabilidade de terceiros.

3.

CONSIDERAÇÕES GERAIS

3.1

CAPACITORES NA REDE

3. CONSIDERAÇÕES GERAIS 3.1 CAPACITORES NA REDE É comum, em instalações elétricas, a existência de banco

É comum, em instalações elétricas, a existência de banco de capacitores nos circuitos de carga

para a correção do fator de potência, visto que as concessionárias aplicam multas para fatores de

potência inferiores à 0,92. Porém, quando o grupo gerador assumir à carga, deve-se ter o cuidado para que ele não venha atender, num primeiro instante, apenas os capacitores, pois tais componentes provocam uma sobre-excitação no gerador, abalando dessa forma, a regulagem da tensão.

3.2 ATERRAMENTO

Todas as interligações do sistema de aterramento deverão ser executadas utilizando-se cabos de cobre nu. Leitos, eletrocalhas, cabos blindados e eletrodutos metálicos deverão ter suas blindagens aterradas nas duas extremidades. Vide DIP0109F.

A impedância máxima admitida para a malha de aterramento do cliente é de 10 ohms.
A impedância máxima admitida para a malha de aterramento do cliente é de 10 ohms.
duas extremidades. Vide DIP0109F . A impedância máxima admitida para a malha de aterramento do cliente
duas extremidades. Vide DIP0109F . A impedância máxima admitida para a malha de aterramento do cliente

3.2.1 SISTEMAS DE BAIXA TENSÃO

Com base no DIP0110, observe o seguinte:

DE BAIXA TENSÃO Com base no DIP0110 , observe o seguinte: • Deverá ser instalada uma

Deverá ser instalada uma barra de cobre na sala do(s) grupo(s) gerador(es), o mais próximo possível deste(s), que será conectada ao ponto de aterramento disponibilizado pelo cliente.

As carcaças dos painéis elétricos, os tanques metálicos e as carcaças dos ventiladores e eletrobombas serão aterrados na barra de terra da sala.

Estarão conectados ao Grupo Gerador o escapamento, o caixilho metálico dos atenuadores e a base metálica do grupo gerador, tendo um único ponto de saída localizado na carcaça do gerador, que deverá ser interligado à barra de terra dentro da sala.

A barra de terra da USCA deverá ser interligada à barra de terra da sala através de condutor específico para o terra, não podendo ser utilizado o condutor de neutro.

O terminal de neutro de cada gerador deve ser interligado à barra de neutro da USCA ou do QTA, através de cabos de força para neutro dimensionados.

gerador deve ser interligado à barra de neutro da USCA ou do QTA, através de cabos

3.2.2 SISTEMAS DE MÉDIA TENSÃO

Com base no DIP0111, observe o seguinte:

DE MÉDIA TENSÃO Com base no DIP0111 , observe o seguinte: • Deverá ser instalada uma

Deverá ser instalada uma barra de cobre na sala do(s) grupo(s) gerador(es), o mais próximo possível deste(s), que será conectada ao ponto de aterramento disponibilizado pelo cliente.

As carcaças dos painéis elétricos, os tanques metálicos e as carcaças dos ventiladores e eletrobombas serão aterrados na barra de terra da sala.

Estarão conectados ao Grupo Gerador o escapamento, o caixilho metálico dos atenuadores e a base metálica do grupo gerador, tendo um único ponto de saída localizado na carcaça do gerador, que deverá ser interligado à barra de terra dentro da sala.

A barra de terra da USCA deverá ser interligada à barra de terra da sala através de condutor específico para o terra, não podendo ser utilizado o condutor de neutro.

As carcaças dos transformadores elevadores também devem ser interligadas à barra de terra da sala.

Os terminais de neutro dos geradores devem ser interligados entre si através de cabos de força para neutro, ou conforme projeto específico. O gerador mais próximo da barra de terra da sala deve ser interligado a esta através de cabo de cobre nu.

específico. O gerador mais próximo da barra de terra da sala deve ser interligado a esta
3.3 PÁRA-RAIOS Se a região onde está instalado o grupo gerador for muito propensa a

3.3 PÁRA-RAIOS

Se a região onde está instalado o grupo gerador for muito propensa a distúrbios atmosféricos, como por exemplo raios, solicitamos que seja instalado no equipamento, pára-raios de baixa tensão e supressores de surto (varistores), na entrada de rede da chave de transferência.

3.4 FUSÍVEIS DE PROTECÃO

Quando o grupo gerador for provido de fusíveis de proteção, instalados na bazeta do alternador, recomendamos quando da reposição dos mesmos, que sejam aplicadas aos parafusos de fixação das tampas dos fusíveis, pequenas gotas de adesivo, ( Loctite ou similar ). A Stemac utiliza fusíveis anti-vibração da marca TEE. Contate a área de peças de reposição, em nossa assistência técnica.

NOTA IMPORTANTE:

Grupos Geradores requerem aplicação de carga mínima equivalente a 1/3 de sua potência nominal. Operar com carga inferior a este patamar provoca espelhamento das camisas do motor diesel, consumo excessivo de óleo lubrificante e considerável redução da vida útil do equipamento.

4. ORIENTAÇÃO

O presente manual foi elaborado com o objetivo de possibilitar ao usuário, a instalação e operação dos GRUPOS GERADORES STEMAC com seus próprios recursos, dispensando mão-de-obra especializada.

Em vista deste fato, os assuntos contidos neste manual são abordados de maneira sucinta e objetiva.

Eventualmente poderão surgir dúvidas na instalação ou operação dos grupos geradores, não solucionáveis pelo manual. Nestes casos, colocamos à disposição dos clientes, os nossos departamentos de Engenharia e Assistência Técnica, nos seguintes endereços:

STEMAC S/A GRUPOS GERADORES

Av. Sertório, 905 – Navegantes - POA - RS

Fone : XX 51 3358- 3800 Fax : 51 3358 3899

e-mail: pcontrol@stemac.com.br

STEMAC S/A GRUPOS GERADORES

DSP - DIVISÃO DE SERVIÇOS E PEÇAS

Av. Pernambuco, 925 – Navegantes – POA - RS

Fone : (xx51) 3358 6100 Fax : (xx51) 3358 6188

E-mail: dsp@stemac.com.br

Av. Pernambuco, 925 – Navegantes – POA - RS Fone : (xx51) 3358 6100 Fax :
5. APRESENTAÇÃO DO MANUAL Este manual de orientação básica e consulta r ápida engloba informações

5. APRESENTAÇÃO DO MANUAL

Este manual de orientação básica e consulta rápida engloba informações necessárias para instalação, operação e manutenção de todos os grupos geradores de nossa linha padrão. Logo, para consultá-lo, verifique exatamente a descrição do seu equipamento: marca e modelo do motor, marca e modelo do gerador, tipo de regulador ou excitatriz do seu gerador, tensão do seu equipamento, tipo de comando (manual ou automático) e tipo de configuração (singelo ou paralelo).

tensão do seu equipamento, tipo de comando (manual ou automático) e tipo de configuração (singelo ou
6. IDENTIFICAÇÃO SÉRIE 229 Para a identificação do motor, existe uma placa, montada à esquerda

6. IDENTIFICAÇÃO SÉRIE 229

Para a identificação do motor, existe uma placa, montada à esquerda do bloco (visto do volante) e

o número do motor gravado próximo ao cabeçote do cilindro 1 (lado do volante) à direita do bloco.

Na placa consta: o tipo do motor, o número do motor, ponto de bomba e a folga de válvulas à frio.

A identificação do motor deverá sempre ser feita pelo tipo e pelo seu número.

A série 229 dos motores MWM é constituída pelos seguintes motores:

D 229/3

D 229/4

D 229/6

TD 229-EC/6

Sendo:

D

Diesel

T

Turbo-Comprimido

229

Série

3,4,6

Número de Cilindros

EC

Combustão Econômica

DADOS TÉCNICOS

 

MODELO

D229/3

D229/4

D229/6

TD229EC/6

Tipo de construção

Cilindros verticais em linha, 4 tempos

Número de cilindros

3

 

466

 

Sistema de combustão

 

Injeção direta

 

Diâmetro do êmbolo

 

102

mm

Curso do êmbolo

 

120

mm

Cilindrada unitária

 

0,980 litros

 

Cilindrada total

2,94 L.

3,92 L.

5,88 L.

5,88 L.

Taxa de compressão

16,6:1

16,6:1

16,6:1

15,9:1

Seqüência de ignição no sentido de rotação anti-horário visto contra o volante

1-3-2

1-3-4-2

1-5-3-6-2-4

Lubrificação do motor

Circulação forçada por meio de bomba

Tipo do filtro de óleo lubrificante

 

Micro-filtro no circuito principal

 

Sistema de arrefecimento

Por radiador ou trocador aquo-tubular

Folga das válvulas com motor frio

 

0,20 mm

 

Pressão do óleo com motor quente:

   

mínima rotação nominal mínima em marcha lenta

3,0 bar

3,0 bar

1,0 bar

1,0 bar

Capacidade de água no motor sem radiador

5,0 L

6,0 L

9,0 L

9,0 L

Capacidade de óleo no cárter até a marca superior da vareta

7,25 L

9,5 L

13,0 L

13,0 L

Capacidade de óleo no cárter até a marca inferior da vareta

4,0 L

4,5 L

7,0 L

7,0 L

Temperatura óleo lubrificante

 

90°C à 110°C

 

Temperatura da água de arrefecimento

 

80°C à 95°C

 
lubrificante   90°C à 110°C   Temperatura da água de arrefecimento   80°C à 95°C  
7. IDENTIFICAÇÃO SÉRIE 10 Para a identificação do motor, existe uma placa, montada no tubo

7. IDENTIFICAÇÃO SÉRIE 10

Para a identificação do motor, existe uma placa, montada no tubo d'água e o número do motor gravado próximo ao cabeçote do cilindro 3 (lado do volante) à direita do bloco.

Na placa consta: o tipo do motor, o número do motor, ponto de bomba e a folga de válvulas à frio.

A identificação do motor deverá sempre ser feita pelo tipo e pelo seu número.

A série 10 dos motores MWM é constituída pelos seguintes motores:

6.10 T

6.10 TCA

Sendo:

6

Número de Cilindros

10

Série

T

Turbo-Comprimido

TCA

Turbo-Comprimido com Aftercooler

DADOS TÉCNICOS

 

MODELO

6.10 T

6.10 TCA

Tipo de construção

Cilindros verticais em linha, 4 tempos

Número de cilindros

6

6

Sistema de combustão

Injeção direta

Diâmetro do êmbolo

103

mm

Curso do êmbolo

129

mm

Cilindrada unitária

1,075 litros

Cilindrada total

6,45 L.

6,45 L.

Taxa de compressão

17,1:1

15,8:1

Seqüência de ignição no sentido de rotação anti- horário visto contra o volante

1-5-3-6-2-4-

1-5-3-6-2-4-

Lubrificação do motor

Circulação forçada por meio de 2 rotores excêntricos

Tipo do filtro de óleo lubrificante

Filtro no circuito principal

Sistema de arrefecimento

Por radiador ou trocador aquo-tubular

Folga das válvulas com motor frio

0,40 mm

Pressão do óleo com motor quente:

   

mínima rotação nominal mínima em marcha lenta

4,5 bar

4,5 bar

1,0 bar

1,0 bar

Capacidade de água no motor sem radiador

9,0 L

9,0 L

Capacidade de óleo no cárter até a marca superior da vareta

17,0 L

17,0 L

Capacidade de óleo no cárter até a marca inferior da vareta

13,0 L

13,0 L

Temperatura óleo lubrificante

90°C à 110°C

Temperatura da água de arrefecimento

80°C à 90°C

13,0 L Temperatura óleo lubrificante 90°C à 110°C Temperatura da água de arrefecimento 80°C à 90°C
8. TRANSPORTE O transporte deverá ser feito em caminhões ou vagões cobertos; caso contrário, deverá

8. TRANSPORTE

O transporte deverá ser feito em caminhões ou vagões cobertos; caso contrário, deverá ser

providenciada uma boa cobertura por lona impermeável. Antes de proceder o carregamento dos equipamentos, recomenda-se esboçar um lay-out das embalagens na plataforma do veículo, a fim de se obter um melhor aproveitamento de espaço.

Recomenda-se que, durante o transporte, as embalagens sejam bem fixadas por meio de calços

no piso, além de bem amarradas por cordas, cabos de aço ou correntes.

O carregamento e descarregamento poderá ser feito através de pórtico, talha elétrica,

empilhadeira, ponte rolante ou equipamentos similares.

As instruções para transporte e manuseio do equipamento constam no fim deste manual (Desenho de

Descarregamento).

Observações a serem respeitadas quanto ao içamento dos equipamentos:

Faça o içamento das embalagens, através dos olhais apropriados fixados nos quadros de comando, se acessíveis externamente.

Cuide para que as operações de içar e baixar a carga sejam feitas de forma gradual e o mais suave possível.

Não faça içamento oblíquo de carga. Caso não consiga erguê-la, como indicado no Desenho de Descarregamento, use cabos auxiliares e ice gradualmente. O mesmo cuidado deverá ser tomado na operação inversa.

Use guindaste ou ponte para cargas maiores, sempre o mais próximo possível do local definitivo da instalação. Translade a carga horizontalmente, sobre roletes de aço ou madeira, para o local exato da instalação.

Quando utilizar roletes, é aconselhável o emprego de cabos auxiliares em ambos os lados para prevenir eventuais deslizes. Quando for retirar o equipamento de sobre os roletes, para bases ou fundações de concreto, utilize cordas ou alavancas, para evitar trancos e batidas indesejáveis.

roletes, para bases ou fundações de concreto, utilize cordas ou alavancas, para evitar trancos e batidas
9. ARMAZENAGEM O ideal seria que, uma vez recebido os equipamentos, estes fossem imediatamente instalados.

9. ARMAZENAGEM

O ideal seria que, uma vez recebido os equipamentos, estes fossem imediatamente instalados. Como nem sempre isto acontece, torna-se imperioso selecionar um local ideal para armazenagem, que deverá atender os seguintes requisitos:

Local fechado, protegido contra chuva, sol, pó, vapores ou gases;

Umidade menor que 95% (recomendamos entre 70% e 75%);

Boa ventilação;

Se o período de armazenagem for superior à 60 dias, recomendamos a colocação de sacos com sílica gel no interior do equipamento, estes deverão ser periodicamente inspecionados e colocados

a secar quando perderem a coloração azulada.

Dependendo da umidade presente no local, destinado a armazenar o equipamento recomenda-se

a utilização de resistores de desumidificação, controlados por termostatos ajustados em 20°C. Recomenda-se manter a embalagem no mínimo à 2m (dois metros) de paredes e janelas, com sua base afastada 10cm do piso (utilize peças de madeira como apoio).

à 2m (dois metros) de paredes e janelas, com sua base afastada 10cm do piso (utilize
10. DESEMBALAGEM A desembalagem deverá ser feita por ocasião da instalação do equipamento. Isto porque

10. DESEMBALAGEM

A desembalagem deverá ser feita por ocasião da instalação do equipamento. Isto porque a movimentação do mesmo embalado torna-se mais segura. Ela deverá ser feita com muito cuidado, e sempre junto aos locais de instalação. Um cuidado especial deverá ser tomado com a pintura e com os instrumentos instalados externamente. Imediatamente após a desembalagem, recomenda-se uma inspeção visual geral, visando detectar eventuais danos de transporte e manuseio. Caso algum dano seja verificado, anote-os e encaminhe ao setor responsável. Nunca mantenha grandes embalagens umas sobre as outras. Para pequenas embalagens isto é permitido, em virtude das caixas serem apropriadas. Neste caso, isto será claramente indicado externamente. Confira o equipamento recebido, atenção especial deverá ser dada às partes do equipamento eventualmente embaladas em separado, objetivando facilitar o transporte.

deverá ser dada às partes do equipamento eventualmente embaladas em separado, objetivando facilitar o transporte.

11. MONTAGEM

11. MONTAGEM Verifique cuidadosamente as características dos equipamentos fornecidos: deverão estar de acordo com o

Verifique cuidadosamente as características dos equipamentos fornecidos: deverão estar de acordo com o indicado no projeto.

Prepare ferramentas e instrumentos necessários. Assegure-se da disponibilidade de todas as ferramentas necessárias à realização do trabalho, nunca improvise ferramentas, use sempre a ferramenta adequada para cada tipo de trabalho.

Leia atentamente este manual e verás que 90% da instalação será executada com sucesso.

Depois de concluído, assegure-se de possuir cópias de desenhos utilizadas para instalação de itens específicos (comando elétrico principalmente).

Antes de iniciar os trabalhos, inspecione cuidadosamente o local de montagem, tendo em mãos os desenhos e procure por possíveis interferências.

Certifique, se o piso, suportará sem riscos o peso do equipamento.

os desenhos e procure por possíveis interferências. Certifique, se o piso, suportará sem riscos o peso

12. INSTALAÇÃO

12.1 LOCAL PARA INSTALAÇÃO

12. INSTALAÇÃO 12.1 LOCAL PARA INSTALAÇÃO • Os motores equipados com radiador tem ventiladores soprantes, isto

Os motores equipados com radiador tem ventiladores soprantes, isto é, sopram o ar através

do radiador. É imprescindível que a sala seja varrida pelo fluxo de ar, através de uma abertura de

admissão e outra de exaustão situadas, de preferência, em paredes opostas;

Os GMGs devem receber ar fresco e limpo e a abertura de exaustão deve ser posicionada

frontalmente ao radiador, o mais próximo possível, sem obstáculos que provoquem realimentação;

O pé direito mínimo é de 2,50m;

A bitola e a quantidade de cabos de energia entre gerador/quadro de comando/ponto de conexão de carga estão relacionados às distâncias entre estes pontos;

Os grupos geradores não são chumbados ao solo, apenas apoiados sobre coxins anti- vibratórios fornecidos como acessórios;

Observação: Caso o equipamento adquirido possua coxins intermediários entre motor/gerador e base metálica, não se faz necessário apoiá-lo sobre outros coxins anti-vibratórios, sendo possível chumbar a base diretamente sobre o piso.

Não utilizar a sala do grupo gerador como depósito de materiais.

chumbar a base diretamente sobre o piso. • Não utilizar a sala do grupo gerador como

12.2 SISTEMA DE COMBUSTÍVEL

12.2 SISTEMA DE COMBUSTÍVEL Os Grupos Geradores STEMAC são fornecidos com os respectivos reservatórios de

Os Grupos Geradores STEMAC são fornecidos com os respectivos reservatórios de combustível, dotados de mangueiras de ligação nas bitolas adequadas e um kit de conexões para sua instalação. Caso a instalação possua conexões com tanques de armazenamento com bombas de abastecimento, em caso de dúvidas, consulte nosso Departamento de Assistência Técnica.

Para ligação das mangueiras entre tanque e motor devem ser identificados os pontos de conexão conforme instruções na figura abaixo.

pontos de conexão conforme instruções na figura abaixo. Os tanques diários deverão ser locados preferencial mente

Os tanques diários deverão ser locados preferencialmente com o nível “A” entre os níveis “B” e “C”.

NOTA: Após efetuadas as conexões das mangueiras e abastecido o reservatório, verificar se o combustível chega ao motor. Caso exista ar na tubulação, soltar a mangueira de alimentação junto ao motor e extrair o ar.

chega ao motor. Caso exista ar na tubulação, soltar a mangueira de alimentação junto ao motor

12.3. TUBULAÇÃO DE ESCAPAMENTO

12.3. TUBULAÇÃO DE ESCAPAMENTO Os Geradores STEMAC são fornecidos em duas versões quanto à tubulação de

Os Geradores STEMAC são fornecidos em duas versões quanto à tubulação de escapamento de gases:

STANDARD: Nesta execução, acompanham o equipamento, como peças avulsas, um silenciador e um segmento elástico amortecedor de vibrações em gramianto. Vide figura abaixo:

como peças avulsas, um silenciador e um segmento elástico amortecedor de vibrações em gramianto. Vide figura
como peças avulsas, um silenciador e um segmento elástico amortecedor de vibrações em gramianto. Vide figura
SKID: Nesta execução o silenciador sai montado junto ao motor com a respectiva curva, ponteira

SKID: Nesta execução o silenciador sai montado junto ao motor com a respectiva curva, ponteira

e suporte, sem existir, no entanto, segmento elástico. Para melhor compreensão da execução verificar a figura abaixo.

melhor compreensão da execução verificar a figura abaixo. Os silenciosos utilizam fibra de vidro como material

Os silenciosos utilizam fibra de vidro como material fonoabsorvente, portanto durante a instalação dos mesmos deve-se evitar todo e qualquer tipo de soldagem em seus corpos.

O silencioso é montado o mais próximo possível do motor de modo a manter sua eficiência e uma

temperatura que evite o acúmulo de carvão no mesmo.

Os silenciosos são preferencialmente montados na posição horizontal, observando-se o nivelamento correto dos mesmos e a perfeita vedação entre os flanges de acoplamento destes à tubulação (utilize juntas de amianto).

As bitolas da tubulação de escape abaixo indicadas são baseadas em comprimento máximo de 12m com um máximo de 3 curvas. Para trajetos longos ou sinuosos, deverá ser consultado o Departamento de Engenharia de Aplicação.

DIÂMETRO NOMINAL (φ)

MOTOR

mm

POLEGADA

MWM LINHAS

229

E

10

75

3"

o Departamento de Engenharia de Aplicação. DIÂMETRO NOMINAL ( φ ) MOTOR m m POLEGADA MWM

12.4. INSTALAÇÃO ELÉTRICA

12.4. INSTALAÇÃO ELÉTRICA 12.4.1 LIGAÇÕES ELÉTRICAS DO GRUPO GERADOR Entre alternador e quadro de comando são

12.4.1 LIGAÇÕES ELÉTRICAS DO GRUPO GERADOR

Entre alternador e quadro de comando são necessárias interconexões elétricas de potência e comando. Estas ligações estão descritas nos diagramas constantes nas figuras abaixo e devem seguir as seguintes prescrições:

A seleção de bitolas de cabos de energia para conexão de força, é baseada em condutores do

tipo subterrâneo, isolamento para 1000V, instalação em canaletas, distância máxima de até 50 metros.

Para iniciar a instalação elétrica de comando poderão ser colocadas as seguintes quantidades de cabos e respectivas bitolas, descritas no diagrama de interligações.

a) Para Grupos Geradores Manuais

Verifique se o seu grupo gerador possui reguladores de tensão e velocidade na própria máquina, caso positivo é necessário apenas conectar os cabos de força conforme Tabela 1.

Se os reguladores de tensão e velocidade estiverem no quadro de comando, faz-se necessária

a interligação com as respectivas quantidades de cabos, descritas no diagrama de interligações.

Para conexão dos cabos de comando, consulte nosso Departamento de Assistência Técnica,

caso você não possua os diagramas de interligações.

Cabos de energia devem obrigatoriamente utilizar conectores de pressão de bitola adequada e

com aperto correto.

As ligações na caixa de bornes do alternador devem ser perfeitamente isoladas, utilizando tiras de borracha de 1 mm de espessura recobertas com fitas isolante vinílica de boa qualidade (se aplicável).

As conexões nas réguas de bornes devem assegurar o contato eficaz das réguas das sapatas com a parte metálica do condutor, com aperto correto.

Alguns geradores podem apresentar 12 terminais, neste caso, unir os terminais 10, 11 e 12 os quais constituem o terminal N indicado nos diagramas (se aplicável).

Alguns alternadores podem apresentar terminais duplos para cada número; os mesmos devem

ser unidos aos pares. Os alternadores atuais tem facilidade para conexão dos cabos de força.

As bitolas dos condutores para conexão dos cabos de comando entre grupo gerador e quadro

de comando e deste a chave de transferência, caso a mesma seja à distância, estão indicados em

diagrama específico.

Observar que os bornes utilizados para conexão entre os equipamentos são do tipo mola. Não

utilize chave de fenda com largura maior que a entrada, para colocar o cabo, pois poder danificar o equipamento.

Não utilize chave de fenda com largura maior que a entrada, para colocar o cabo, pois
NOTA : Conforme detalhes da bazeta do alternador, as fases A, B, C e o

NOTA: Conforme detalhes da bazeta do alternador, as fases A, B, C e o Neutro correspondem respectivamente aos terminais U, V, W e N. Para os alternadores cuja bazeta não se apresenta como mostrado na figura, as ligações deverão ser executadas conforme abaixo:

As ligações do regulador de tensão deverão ser feitas conforme indicado no diagrama elétrico, quando este for instalado no quadro de comando. Para reguladores instalados na bazeta do gerador, verificar o respectivo manual técnico.

Ligação 380/220Vca ou 440/254Vca

instalados na bazeta do gerador, verificar o respectivo manual técnico. Ligação 380/220Vca ou 440/254Vca
instalados na bazeta do gerador, verificar o respectivo manual técnico. Ligação 380/220Vca ou 440/254Vca

Ligação 220/127Vca

Ligação 220/127Vca
Ligação 220/127Vca
Ligação 220/127Vca
12.4.2 BATERIAS DE PARTIDA Os Grupos Geradores STEMAC são fornecidos com sua respectiva bateria de

12.4.2 BATERIAS DE PARTIDA

Os Grupos Geradores STEMAC são fornecidos com sua respectiva bateria de partida equipada com cabos de interligação com conectores. As ligações elétricas são executadas conforme a figura abaixo.

elétricas são executadas conforme a figura abaixo. NOTA: Toda bateria estocada, sem uso, descarrega-se

NOTA: Toda bateria estocada, sem uso, descarrega-se lentamente necessitando recarga após um determinado período.

As baterias do tipo sem manutenção, apresentam uma descarga espontânea extremamente reduzida, permitindo um aumento para 60 dias no prazo de permanência em inatividade.

ATENÇÃO:

Para grupos geradores automáticos.

As baterias de partida nunca deverão ser desconectadas do GMG sem que a botoeira de emergência no quadro de comando esteja acionada, pois poderá ocasionar danos ao sistema de comando.

a botoeira de emergência no quadro de comando esteja acionada , pois poderá ocasionar danos ao
13. VERIFICAÇÕES INICIAIS ANTES DA ENTRADA EM FUNCIONAMENTO 13.1 COMBUSTÍVEL Abastecer o reservatório de combustível

13. VERIFICAÇÕES INICIAIS ANTES DA ENTRADA EM FUNCIONAMENTO

13.1 COMBUSTÍVEL

Abastecer o reservatório de combustível com óleo diesel de boa qualidade isento de água e impurezas. Abrir o registro de saída do reservatório e certificar que o combustível chega até o filtro

de entrada no motor.

Caso necessário, desconectar a mangueira do filtro e baixar a mesma até o combustível fluir pela

extremidade.

13.2 ÁGUA DE ARREFECIMENTO

13.2.1 ÁGUA PARA REFRIGERAÇÃO DOS MOTORES

O líquido refrigerante para arrefecimento dos motores, deve ser composto por uma mistura de

"água limpa" , com anti-congelante e/ou aditivos anti-oxidantes. As proporções e referências para

cada parcela destes componentes, são encontradas nos Manuais de Manutenção, específicos para cada tipo de motor e acompanham os respectivos equipamentos.

Quanto à "água limpa", deve ser observado que a qualidade da mesma é de suma importância para a vida útil dos motores ,tanto em instalações de motores com radiadores, como com trocadores de calor e torres de arrefecimento. Excessivos níveis de cálcio e magnésio na água, contribuem para o aparecimento de incrustações e o excesso de cloretos e/ou sulfatos, causam problemas de corrosão.

A água de refrigeração deve ser abrandada ou desmineralizada em qualquer enchimento ou

reposição do sistema. Em motores com radiadores ou com trocadores de calor (circuito interno), a qualidade da água deve respeitar os limites abaixo:

Os elementos químicos que conferem dureza a água (cálcio e magnésio) formam uma incrustação

que isola as superfícies quentes do motor da água de arrefecimento. A água de arrefecimento deve atender as seguintes especificações:

Cálcio (Ca) Magnésio (Mg) Dureza Total (CaCO3) Cloretos Sulfatos

Menos que 1 ppm Menos que 1 ppm Menos que 1 ppm Menos que 25 ppm Menos que 25 ppm

No circuito externo de água (lado das torres de arrefecimento), a água de refrigeração deverá ter

no

mínimo a qualidade abaixo:

 

PH :

entre 6

e 9

Sulfatos :

máximo 15 mg/ litro

Cloretos :

máximo 50 mg/litro

Enxofre :

100 ppm como SO4

Manganês :

máximo 0,5 mg/litro

Cálcio :

máximo 200 mg/litro como CaCO3

Sólidos em suspensão : máximo 50 mg/litro

Obs : As instalações com trocadores de calor refrigerados por água salgada (embarcações e

: máximo 50 mg/litro Obs : As instalações com trocadores de calor refrigerados por água salgada
plataformas marítimas ) ,estão desobrigadas ao atendimento das recomendações acima, exceto para sólidos em

plataformas marítimas ) ,estão desobrigadas ao atendimento das recomendações acima, exceto para sólidos em suspensão.

Verificar e completar o nível de água no radiador e atarraxar a tampa de pressão do mesmo. Recomenda-se o uso de anti-incrustantes comerciais.

Aditivo Anti-corrosivo MWM ( referência 9.0193.05.6.0004 ) : Recomenda-se o uso, na proporção de 1 frasco ( 470 ml ) para cada 15 litros de água ( 3% ), do sistema de arrefecimento. O anti-corrosivo MWM é compatível com os anti-congelante comerciais à base de Etileno Glicol.

Aditivo anti-congelante MWM (referência 9.0193.05.6.0007 ) : Coolant ( anti-congelante + anti- corrosivo MWM ) . Recomenda-se o uso, na proporção de 40% do volume total do sistema. As aplicações devem ser feitas à cada 250 horas, em dosagens de 1 frasco para cada 30 litros de água do sistema (concentração final de 1,5%).

NÃO MISTURAR PRODUTOS DE MARCAS DIFERENTES.

NÃO MISTURAR O ANTI-CORROSIVO, REFERÊNCIA : 9.0193.05.6.0004, COM O COOLANT

REFERÊNCIA : 9.0193.05.6.0007.

13.3 BATERIAS DE PARTIDA

Verificar o nível de eletrólito e completá-lo se necessário, utilizando somente água destilada.

Verificar o aperto correto dos terminais de cabos.

13.4 ÓLEO LUBRIFICANTE

Os motores são fornecidos sem carga de óleo lubrificante, e deverão ser abastecidos através dos bocais próprios até a marca superior das varetas de nível.

ÓLEO LUBRIFICANTE PARA MOTORES MWM

TIPO DE ÓLEO - CLASSIFICAÇÃO API - CD

FAIXA DE VISCOSIDADE - SAE 30 OU SAE 15W - 40

INDICAÇÃO DE MARCAS

INDICAÇÃO DE ÓLEOS LUBRIFICANTES

API - CD • FAIXA DE VISCOSIDADE - SAE 30 OU SAE 15W - 40 •
  BARDHAL       MÓBIL PETROBRÁ       ATLANTIC PROMAX CASTROL ESSO
 

BARDHAL

     

MÓBIL

PETROBRÁ

     

ATLANTIC

PROMAX

CASTROL

ESSO

IPIRANGA

SHELL

TEXACO

VALVOLINE

ULTRAMO

MAXLUB

CASTROL

BRINDILLA

IPILUBE

DELVAC

LUBRAX

RIMULA

URSA OIL

SUPER

D-3

SD 3

TROPICAL

D3

SD

1330

MD 400

CT-30

LA3

VALVOLINE

ULTRAMO

SUPER

1000-S3

SUPER

TROPICAL

BRUTUS

DELVAC

RIMULA

TURBO

SUPER

T5

1400

SUPER

TURBO

MARINE

SUPER

MV

MPX

CAPACIDADE E PERÍODOS DE TROCA

 

MOTOR

CAPACIDADE (L)

PERÍODO DE TROCA EM HORAS DE FUNCIONAMENTO

 

D229-3

7,0

 

MWM

D229-4

9,0

200

D229-6

13,0

TD229-EC/6

13,0

6.10T / 6.10TCA

17,0

250

13.5 SANGRIA DO SISTEMA DE COMBUSTÍVEL

Antes do primeiro funcionamento é conveniente sangrar a linha de combustível mediante instruções constantes na figura abaixo.

a linha de combustível mediante instruções constantes na figura abaixo. 13.6 PARTIDA DO MOTOR POR COMANDO
a linha de combustível mediante instruções constantes na figura abaixo. 13.6 PARTIDA DO MOTOR POR COMANDO
• Identificar os componentes do painel de proteção do motor diesel. • No quadro de

Identificar os componentes do painel de proteção do motor diesel.

No quadro de comando elétrico, posicionar as chaves conforme abaixo:

Seletora de voltímetro

RS

Seletora de amperímetro

R

Regulador de tensão

Desligado (se aplicável)

Chave de carga

Desligada

No painel do motor, comandar a partida através da chave apropriada com tentativas de intervalos curtos.

Os motores são ajustados no teste em nossa fábrica para a rotação de 1800 rpm, a qual corresponde em geradores de 4 pólos, à freqüência de 60 Hz, quando for 50Hz 1500 rpm.

13.7 OPERAÇÃO DO ALTERNADOR POR COMANDO MANUAL

Após colocar o motor diesel em serviço:

Ligar o regulador de tensão no quadro elétrico, (se aplicável).

Serão indicadas, a tensão e a freqüência, no voltímetro e frequencímetro, respectivamente.

O ajuste de tensão é executado através dos potenciômetros situados na excitatriz estática ou regulador de tensão.

Após ajustados os valores nominais de tensão e freqüência, deve ser verificada a seqüência de fases de alimentação da excitatriz estática ou regulador de tensão. Caso constate-se que há inversão de fases, efetuar a troca de fases R/S ou R/T ou S/T.

Efetuados todos ajustes citados, observando que a temperatura do motor tenha alcançado no

mínimo 60°C, ligar a carga através do dispositivo de conexão no quadro (seccionadora, reversora

ou disjuntor).

13.8 OBSERVAÇÕES DURANTE FUNCIONAMENTO

Durante o funcionamento do grupo gerador deverão ser observados os seguintes pontos:

Tensão:

Valor nominal.

Freqüência:

60 Hz ± 1,5 Hz

ou

50 Hz

±

1,5 Hz

Temperatura d'água:

Máxima 95°C.

Pressão de lubrificação:

Mínimo 1,0 bar.

Corrente elétrica: A corrente máxima indicada na placa de identificação do equipamento é válida somente para cargas com fator de potência 0,8 indutivo e por período intermitente (1 hora a cada 6 horas).

Para fatores de potência superiores à 0,8 a corrente será menor, variando de acordo com a razão 0,8/fp da potência real. Esta limitação é imposta pela potência do motor diesel, responsável pelo

com a razão 0,8/fp da potência real. Esta limitação é imposta pela potência do motor diesel,

acionamento da carga ativa (kW).

acionamento da carga ativa (kW). 13.9 PARADA DO EQUIPAMENTO POR COMANDO MANUAL • Desligar a carga

13.9 PARADA DO EQUIPAMENTO POR COMANDO MANUAL

Desligar a carga elétrica através da chave geral.

Desligar o regulador de tensão ou excitatriz estática, (se necessário).

Deixar o motor em funcionamento à vazio por período de 3 minutos.

Parar o motor através da chave de partida/parada ou da botoeira de parada.

NOTA: Para equipamentos de comando automático, a transferência da carga e a parada do motor após tempo de resfriamento dão-se automaticamente.

comando automático, a transferência da carga e a parada do motor após tempo de resfriamento dão-se
14. PLANO DE MANUTENÇÃO PARA O MOTOR 14.1 VERIFICAÇÕES DIÁRIAS   Radiador Verificar Nível Tanque

14. PLANO DE MANUTENÇÃO PARA O MOTOR

14.1 VERIFICAÇÕES DIÁRIAS

 

Radiador

Verificar Nível

Tanque de Combustível

Verificar Nível

Óleo Lubrificante

Verificar Nível

Vazamentos

Verificar

14.2 30 HORAS INICIAIS

 
 

Óleo Lubrificante e Filtro

Trocar

Uniões e Braçadeiras das Mangueiras

Reapertar

Correias

Tensionar

Cabeçotes

Reapertar

Válvulas

Regular

14.3 100 HORAS

 
 

Filtro de Ar

Limpar

Bomba Injetora

Verificar Nível do Óleo

14.4 200 HORAS

 

Óleo Lubrificante e Filtro

Trocar

Uniões e Braçadeiras das Mangueiras

Reapertar

Coletores, Cárter

Reapertar

Correias

Tensionar

Bomba Alimentadora

Limpar

Bateria

Verificar

Filtros de Combustível

Trocar

Pré-Filtro de Combustível

Limpar

Tanque de Combustível

Drenar

Articulações

Verificar

14.5 400 HORAS

 
 

Filtro de Ar

Trocar Elemento

Drenar Articulações Verificar 14.5 400 HORAS     Filtro de Ar Trocar Elemento

14.6 1000 HORAS

14.6 1000 HORAS   Cabeçotes Reapertar Válvulas Regular Motor de Partida e Alternador Verificar
 

Cabeçotes

Reapertar

Válvulas

Regular

Motor de Partida e Alternador

Verificar

Cremalheira

Engraxar

Bicos Injetores

Testar

Compressão

Testar

Bomba de Água

Verificar

Sistema de Arrefecimento

Lavar

Filtro do Respiro do Motor

Limpar

Instrumentos de Controle e Comando

Testar

Válvula Termostática

Testar

Mangueiras do Turbo Alimentador

Verificar

Tubos de Óleo do Turbo Alimentador

Verificar

Carcaça e Rotor do Turbo Alimentador

Verificar

Eixo e Rotores do Turbo Alimentador

Verificar

14.7 5 ANOS

 
 

Bateria(s) Selada(s) do Comando

Trocar

14.8 PEÇAS DE REPOSIÇÃO

Solicite ao Departamento de Peças da STEMAC um kit de peças de manutenção para 1500 horas. De imediato, enviaremos lista sugestiva com preço para pronto fornecimento.

NOTA: Quando solicitar um kit de peças, identifique o equipamento, devido a constantes trocas de referências do fabricante. Ex.: Motor MWM Modelo D229

Gerador WEG

Modelo

GTA

devido a constantes trocas de referências do fabricante. Ex.: Motor MWM Modelo D229 Gerador WEG Modelo
15. PESQUISA DE DEFEITOS E CAUSAS PROVÁVEIS PARA O MOTOR Observar que este é apenas

15. PESQUISA DE DEFEITOS E CAUSAS PROVÁVEIS PARA O MOTOR

Observar que este é apenas um guia, pois alguns desses itens podem ser reparados em campo; ao passo que outros só podem ser sanados em serviço autorizado do motor ou de seus equipamentos.

CAUSAS PROVÁVEIS

CORREÇÃO

01 - Bateria com carga baixa

Carregar ou substituir

02 - Mal contato nas conexões elétricas

Limpar e reapertar

03 - Motor de partida defeituoso

Consertar

04 - Óleo lubrificante de viscosidade inadequada

Substituir o óleo

05 - Baixa rotação de partida

Verificar conexões, baterias e motor de partida

06 - Falta de combustível

Abastecer o tanque

07 - Estrangulador de combustível defeituoso

Verificar a liberdade de cabos, solenóide, cremalheira da bomba injetora

08- Tubo de alimentação de combustível obstruído

Limpar o sistema

09 - Bomba alimentadora de combustível defeituosa

Reparar a bomba

10 - Filtros de combustível obstruídos

Limpar ou substituí-los

11 - Restrição no sistema de admissão de ar

Desobstruir o sistema ou limpar o elemento do filtro de ar (tipo seco) ou trocar o óleo (tipo banho de óleo)

12 - Ar no sistema de combustível

Sangrar o sistema

13 - Bomba injetora defeituosa

Enviar a um posto de serviço BOSCH

14 - Injetores defeituosos ou incorretos

Verificar o tipo de injetores ou corrigí-los

15 - Vazamento pelos anéis de vedação das camisas de

Substituir

cilindro

16 - Assentamento irregular dos anéis

Substituir

17 - Nível elevado de óleo no cárter

Substituir

18 – Bomba injetora fora do ponto

Corrigir o ponto de injeção da bomba

19 - Sincronismo das engrenagens do eixo comando de

Corrigir sincronismo

válvulas incorreto

20 - Baixa compressão

Medir compressão e corrigir falha

21 - Respiro do tanque de combustível obstruído

Limpar ou substituir

22 - Combustível inadequado

Substituir

23 - Acelerador preso ou com movimento limitado

Liberar ou regular as ligações do acelerador

24 - Escapamento obstruído

Limpar canos, silencioso, etc.

25 - Vazamento na junta do cabeçote

Substituir a junta e verificar as causas do vazamento

26 - Superaquecimento

Verificar sistema de arrefecimento, ponto do motor e condições de operação e instalação

27 - Motor demasiadamente frio

Verificar válvula termostática

28 - Folga de válvulas incorreta

Regular folga de válvulas

29 - Válvulas presas

Corrigir operação das válvulas

30 - Tubos de alta pressão incorretos

Substituir

31 - Desgaste dos cilindros

Corrigir e substituir

32 - Válvulas e sedes de válvulas queimadas

Recondicionar ou substituir

33 - Anéis queimados, gastos ou presos

Substituir

e sedes de válvulas queimadas Recondicionar ou substituir 33 - Anéis queimados, gastos ou presos Substituir
  CAUSAS PROVÁVEIS   CORREÇÃO 34 - Hastes e guias de válvulas desgastadas   Substituir
 

CAUSAS PROVÁVEIS

 

CORREÇÃO

34

- Hastes e guias de válvulas desgastadas

 

Substituir

35

-Filtro

de

ar

(tipo

banho

de

óleo)

com

nível

Corrigir o nível ou trocar o óleo

demasiadamente alto, ou com óleo inadequado

36 - Mancais danificados ou gastos

 

Substituir

37 - Nível baixo de óleo no cárter

 

Completar

38 - Instrumento indicador de pressão (manômetro)

Substituir

deficiente

 

39 -Bomba de óleo lubrificante com desgaste interno

 

Substituir ou recondicionar

40 - Válvula de alívio de pressão da bomba de óleo

Liberar e corrigir defeito

travada aberta

 

41

- Válvula de alívio de pressão da bomba de óleo

Liberar e corrigir defeito

travada fechada

 

42 - Mola da válvula de alívio de pressão quebrada

 

Substituir

43 - Tubo de sucção da bomba de óleo combustível

Corrigir

defeituoso

 

44 - Filtro de óleo lubrificante entupido

 

Substituir elemento

45 - Pistão engripado

 

Reparar cilindros

46 - Altura do pistão em relação a face usinada do bloco

Usar pistões adequados

incorreta

 

47 - Ventilador danificado

 

Substituir

48 - Coxins de suportação do motor defeituoso

 

Substituir/corrigir montagem

49 - Carcaça do volante ou volante desalinhado

 

Alinhar

50 - Válvula termostática defeituosa

 

Substituir

51 -Restrição nas galerias de água/camisas de cilindro

Limpar o sistema

com crostas

 

52 - Correias do ventilador frouxas

 

Tensionar

53 - Radiador entupido externa ou internamente

 

Limpar

54 - Bomba de água defeituosa

 

Reparar ou substituir

55 - Tubo de respiro do cárter entupido

 

Limpar

56- Vazamento no intercambiador de óleo lubrificante

Corrigir

57 - Falta de água no sistema de arrefecimento

 

Completar nível

58 - Peneira do tubo

de sucção da bomba de óleo

Limpar

entupida

 

59

- Mola da válvula quebrada

 

Substituir

60

-

Turbo

alimentador

danificado

ou

necessitando

Reparar ou limpar

limpeza

 

61

- Vazamentos pelos retentores de óleo do turbo

Substituir retentores

alimentador

 

62

- Coletor de escape ligado ao turbo alimentador,

Substituir juntas

vazando pela junta

 

63

- Pressão de sobre alimentação de ar baixa

 

Verificar turbo alimentador/corrigir vazamentos

64- Vazamentos externos (juntas, retentores, etc.)

 

Corrigir

65 - Ângulo de inclinação do motor inadequado

 

Corrigir

66 - Comando reseta na partida

 

Verificar Baterias de Partida e bateria do comando/ Substituir

Corrigir 66 - Comando reseta na partida   Verificar Baterias de Partida e bateria do comando/
  DIAGNÓSTICO DEFEITO CAUSAS PROVÁVEIS Baixa rotação de partida 01-02-03-04 Motor não pega
 

DIAGNÓSTICO

DEFEITO

CAUSAS PROVÁVEIS

Baixa rotação de partida

01-02-03-04

Motor não pega

05-06-07-08-09-10-12-13-14-18-19-20-22-31-33 -66

Motor custa a pegar

05-07-08-09-10-11-12-13-14-18-19-20-21-22-24-29-31-

32-33 -66

Falta de potência

08-09-10-11-12-13-14-18-19-20-21-22-23-24-25-26--27-

31-32-33-35-60-62-63

Motor falhando

08-09-10-12-13-14-18-19-20-25-26-28-29-30-32

Consumo excessivo de combustível

11-13-14-18-19-20-22-23-24-25-27-28-29-31-32-33-63

Fumaça preta

11-13-14-18-19-20-22-24-25-27-28-29-31-32-33-60

Fumaça branco-azulada

04-18-19-20-25-27-31-33-34-35-45-61

Baixa pressão de óleo

04-36-37-38-39-40-42-43-44-58

Motor com batidas internas

14-18-19-22-26-28-29-31-33-36-45-46-59

Funcionamento irregular

07-08-09-10-11-12-13-14-20-21-23-26-28-29-30-33-35-

45-59

Vibração excessiva

13-14-20-23-25-26-29-30-33-45-47-48-49

Alta pressão de óleo

04-38-41

Superaquecimento

11-13-14-18-19-24-25-45-50-51-52-53-54-57

Excessiva pressão no cárter e possíveis vazamentos de óleo

25-31-33-34-45-55

Baixa compressão

11-19-25-28-32-33-34-46-59

Motor pega e morre

10-11-12

Motor dispara

07-13

Alto consumo de óleo lubrificante

04-16-17-20-31-33-34-55-64-65

Água misturada ao óleo lubrificante

15-25-56

DESCOBRIR E CORRIGIR A CAUSA BÁSICA DA FALHA

Depois da correção de uma avaria mecânica, certificar-se que a mesma foi corretamente localizada e corrigida, de forma que não volte a repetir-se. Um engripamento do êmbolo do injetor poderá ser corrigido pela substituição do injetor, porém não há dúvidas que algo causou este engripamento, por exemplo, ajuste incorreto do mesmo, sobre-aquecimento do motor e até água no combustível.

este engripamento, por exemplo, ajuste incorreto do mesmo, sobre-aquecimento do motor e até água no combustível.
16. PESQUISA DE DEFEITOS E CAUSAS PROVÁVEIS PARA O GERADOR A seguir, enumeramos algumas falhas

16. PESQUISA DE DEFEITOS E CAUSAS PROVÁVEIS PARA O GERADOR

A seguir, enumeramos algumas falhas ou defeitos possíveis, bem como o procedimento correto para a sua verificação e correção.

16.1 O ALTERNADOR NÃO EXCITA

 

MOTIVO PROVÁVEL

PROCEDIMENTO

a)

Não existe, ou não há contato suficiente entre os

Verificar cuidadosamente a ponte de ligação. Ponte retificadora no gerador

terminais I, K no bloco de conexão no gerador.

b) Interrupção no circuito do enrolamento auxiliar

Verificar a união dos cabos da excitatriz auxiliar no bloco de conexão , prosseguindo até o bloco de conexão do regulador;

c) Tensão residual demasiadamente baixa.

Fazer excitação com bateria externa de 4,5 a 12V até o início do processo de excitação; pólo negativo em K, sobre o bloco do gerador; polo positivo em I.

d) Velocidade de acionamento não está correta.

Medir as rotações, fazer, eventualmente, nova regulagem.

e) Interrupção no circuito da excitação principal.

Fazer medições em todos os retificadores girantes; trocar retificadores defeituosos ou trocar o conjunto todo.

f) Diodo ou varistor de proteção (quando houver) está defeituoso.

Caso estiver defeituoso, deve ser trocado, ou se não houver peça de reposição, retirá-lo temporariamente.

g)

Relé, ou outro componente do regulador, com

Trocar o regulador de tensão.

defeito.

h)

Potenciômetro de ajuste de tensão externo

rompido ou ligação interrompida.

16.2 O ALTERNADOR NÃO EXCITA ATÉ A TENSÃO NOMINAL

MOTIVO PROVÁVEL

PROCEDIMENTO

a) Retificadores girantes defeituosos.

Fazer medição individual em todos os retificadores girantes repor o retificador defeituoso, trocar eventualmente o conjunto todo.

b) Velocidade incerta.

Medir a velocidade e regulá-la.

c) Alimentação do regulador de tensão não está de

Verificar se as ligações estão de acordo com o manual do regulador de tensão.

acordo com a tensão de saída desejada.

se as ligações estão de acordo com o manual do regulador de tensão. acordo com a
16.3 EM VAZIO, O ALTERNADOR EXCITA ATÉ A TENSÃO NOMINAL, PORÉM ENTRA EM COLAPSO COM

16.3 EM VAZIO, O ALTERNADOR EXCITA ATÉ A TENSÃO NOMINAL, PORÉM ENTRA EM COLAPSO COM A CARGA

MOTIVO PROVÁVEL

PROCEDIMENTO

a) Retificadores girantes estão defeituosos.

Fazer medições individuais em todos os retificadores girantes: repor retificadores defeituosos: trocar, eventualmente o conjunto todo.

b) Forte queda de velocidade.

Controlar seletor Diesel.

16.4 O ALTERNADOR, EM VAZIO, EXCITA-SE ATRAVÉS DE SOBRE-TENSÃO

MOTIVO PROVÁVEL

PROCEDIMENTO

a) Regulador de tensão com defeito.

Trocar regulador de tensão.

Refazer as ligações , verificando o manual do regulador de tensão.

b) Falta de referência para o regulador.

Verificar as conexões.

16.5 OSCILAÇÕES NAS TENSÕES DO ALTERNADOR

MOTIVO PROVÁVEL

PROCEDIMENTO

Oscilações na rotação da máquina de acionamento.

As oscilações freqüentes são originárias da máquina de acionamento e precisam ser eliminadas.

16.6 AQUECIMENTO ANORMAL

 

MOTIVO PROVÁVEL

PROCEDIMENTO

a)

Abertura de entrada de ar obstruída ou base mal

Verificar se as aberturas estão livres.

executada.

b)

Temperatura de ar ambiente acima do

Verificar a temperatura do ar ambiente.

especificado em norma.

c) Sobrecarga no alternador.

Verificar a carga se corresponde a especificada em placa.

d) Baixa rotação do gerador.

Verificar a rotação ou freqüência se corresponde a especificada em placa.

d) Baixa rotação do gerador. Verificar a rotação ou freqüência se corresponde a especificada em placa.

17. RETIFICADOR DE BATERIAS

17.1 Descrição das Funções

17. RETIFICADOR DE BATERIAS 17.1 Descrição das Funções Este retificador é destinado a carga de acumuladores

Este retificador é destinado a carga de acumuladores do tipo chumbo-ácido. A comutação de CARGA para FLUTUAÇÃO e vice-versa é efetuada através da medição de transitórios característicos de corrente, com a conseqüente redução ou elevação da tensão de saída. A máxima corrente de carga disponível é de 5A.

Os retificadores possuem um relé de sinalização, com um contato de comutação e um LED para a indicação de funções.

Os seguintes estados de falha são sinalizados:

Atuação da proteção de rede;

Atuação da proteção no lado da saída, por inversão de polaridade;

Sobretensão;

Falha no conversor.

As entradas e saídas são realizadas por meio de conectores-parafusos. A tampa e a base da carcaça são em alumínio. É adequado para montagem em painéis auto-portantes. A placa do circuito impresso é envernizada nos dois lados e, os capacitores eletrolíticos, estão fixados adicionalmente à placa.

circuito impresso é envernizada nos dois lados e, os capacitores eletrolíticos, estão fixados adicionalmente à placa.
18. INSTRUÇÕES DE OPERAÇÃO, MANUTENÇÃO E DEFEITOS DE FUNCIONAMENTO Ver "Manual de Operação e Manutenção"

18. INSTRUÇÕES DE OPERAÇÃO, MANUTENÇÃO E DEFEITOS DE

FUNCIONAMENTO

Ver "Manual de Operação e Manutenção" Motores MWM, série 229 e Série 10.

19. PEÇAS DE REPOSIÇÃO

Ver " Manual de Operação e Manutenção ", Motores MWM.

20. ALERTA – REBOQUE RÍGIDO

ALERTA!

Deverá ser obedecida a velocidade máxima de 10km/h.

Deverá ser obedecida a velocidade máxima de 10km/h. Este produto foi desenvolvido para trafegabilidade em

Este produto foi desenvolvido para trafegabilidade em canteiros de obra, instalações internas, parques industriais. Desta forma, não poderá rodar em rodovias, estradas e perímetros urbanos, pois este equipamento não está configurado como veículo rodoviário, não atendendo as Normas de Trânsito.

Sendo assim, não é autorizado a sua trafegabilidade pelos Órgãos de Fiscalização (Ex. Polícia Rodoviária Estadual e Federal, DAER, DNER e outros).

Em rampas além do uso do freio mecânico de estacionamento do Reboque e do veículo tracionador o operador deverá calçar os pneus do Reboque na finalidade de evitar com que o equipamento dessa.

21. DESENHO DE DESCARREGAMENTO

Página 01/02 - Descarregamento por içamento do equipamento

Página 02/02 - Descarregamento por empilhadeira do equipamento série 229

Página 02/02 - Descarregamento por empilhadeira do equipamento série 10

Página 01/01 - Descarregamento por içamento do equipamento em contêiner

por empilhadeira do equipamento série 10 Página 01/01 - Descarregamento por iç amento do equipamento em

DESENHO DE DESCARREGAMENTO

DESENHO DE DESCARREGAMENTO Página 01/02 - Descarregamento por içamento do equipamento

Página 01/02 - Descarregamento por içamento do equipamento

DESENHO DE DESCARREGAMENTO Página 01/02 - Descarregamento por içamento do equipamento

DESENHO DE DESCARREGAMENTO

DESENHO DE DESCARREGAMENTO Página 02/02 - Descarregamento por empilhadeira do equipamento série 229

Página 02/02 - Descarregamento por empilhadeira do equipamento série 229

DESENHO DE DESCARREGAMENTO Página 02/02 - Descarregamento por empilhadeira do equipamento série 229

DESENHO DE DESCARREGAMENTO

DESENHO DE DESCARREGAMENTO Página 01/02 - Descarregamento por içamento do equipamento

Página 01/02 - Descarregamento por içamento do equipamento

DESENHO DE DESCARREGAMENTO Página 01/02 - Descarregamento por içamento do equipamento

DESENHO DE DESCARREGAMENTO

DESENHO DE DESCARREGAMENTO Página 02/02 - Descarregamento por empilhadeira do equipamento série 229

Página 02/02 - Descarregamento por empilhadeira do equipamento série 229

DESENHO DE DESCARREGAMENTO Página 02/02 - Descarregamento por empilhadeira do equipamento série 229

DESENHO DE DESCARREGAMENTO

DESENHO DE DESCARREGAMENTO Página 02/02 - Descarregamento por empilhadeira do equipamento série 10

Página 02/02 - Descarregamento por empilhadeira do equipamento série 10

DESENHO DE DESCARREGAMENTO Página 02/02 - Descarregamento por empilhadeira do equipamento série 10

DESENHO DE DESCARREGAMENTO

DESENHO DE DESCARREGAMENTO Página 01/01 - Descarregamento por içamento do equipamento em contêiner

Página 01/01 - Descarregamento por içamento do equipamento em contêiner

DESENHO DE DESCARREGAMENTO Página 01/01 - Descarregamento por içamento do equipamento em contêiner