Brasil: uma democracia sub judice.

Somos mais de cem milhões de eleitores.

Após vinte e um anos de ditadura pelas armas, uma Constituição promulgada
em 1988, dois presidentes democraticamente eleitos, substituídos por um
suposto Congresso “democrático”, um Estado de Direito, uma rede Globo e
sete famílias construindo a opinião pública que interessa as elites, fazendo a
cabeça de duzentos milhões de brasileiros, um punhado de parlamentares
despachantes de interesses corporativos incrustados no parlamento do povo, e
agora uma sentença de um juiz, notadamente parcial e integrante de
sociedades secretas, põe em risco, sem nenhuma parcimônia o
questionamento jurídico de uma sociedade, que agora se pergunta e questiona
sobre a justiça dos homens; questiona-se sobre a justiça em nossa Pátria
brasileira, se a prevalência da opinião e do achismo, via convicção sem provas
materiais, se sobrepõe ao direito da demonstração efetiva de provas materiais,
que orientaria no direito internacional, o respeito a um julgamento justo e sem
vícios políticos.

No debate filosófico, fez-se mister o questionamento platônico da justiça que
nós sociedade, questionamos: queremos leis governando os homens ou
homens governados pelas leis?

Elas, as leis, devem ser aplicadas sem convicções, devem ser frias e
imparciais, abrangentes e despolitizadas, assim como impõem-se a
neutralidade para a efetivação da justiça, para que as sentenças sejam
desprovidas de paixões ou vícios, orientados pelo ódio ou tendência política do
julgador, que possa em julgamento, pôr em risco a democracia de todo um
país.

A sentença do juiz Moro, condenando o ex-presidente Lula da Silva, não é uma
sentença. É tão longa, que por si só gera dúvidas de materialidade. É uma tese
sem comprovação. Exala parcialidade e demonstra desprezo a nossa
democracia. Mostra lado, mostra desdém a nossos pilares democráticos,
mostra a submissão a interesses, e mostra ainda muita covardia a nossa
brasilidade.

Desde a invenção das ditas “pedaladas”, que nada mais foi que o
remanejamento do orçamento, de recursos do governo federal, para cobrir o
custeio do bolsa família a descoberto dos bancos oficiais, e que, se
transformou em impeachment da presidente Dilma Rousseff, a ditadura
disfarçada das togas culmina com esta condenação do juiz Moro, digno
representante desta casta, tentando eliminar da disputa eleitoral de 2018, um
cidadão que atualmente detém 44% das intenções de voto, de forma
espontânea. Isso é a democracia que eles querem, muda e calada, fora das
praças e do povo, fora do voto popular, fora das urnas, ou melhor, tentando-a
moldar, ao estilo fascista do pensamento dos camisas pretas da Loja italiana
P2.

A democracia deve ser preservada. Não defendemos aqui apenas a inclusão
de Lula na eleição de 2018. Defendemos a inclusão de Bolsonaro, defendemos
a inclusão de Marina, defendemos a inclusão de Cristovam Buarque,

defendemos a inclusão de candidatos dos trinta e cinco partidos que compõe nosso leque democrático. na disputa de 2018. e que demostram a transversão em arbitrariedades jurídicas. Esta decisão de primeira instância.IPG. É a submissão de nossa democracia sob a égide de sentenças. Sem estes candidatos. que se transvestem em sentenças. é a nossa democracia sub judice. seria ver. sem os mais variados setores dentro de nossa realidade democrática. a amputação de nossa democracia plena. Instituto João Goulart . João Vicente Goulart Diretor. que os brasileiros merecem. se assim o desejarem. uma disputa de cartas marcadas. é a submissão aos interesses escusos dos atuais interesses corporativos transvestidos em togas. não é "apenas" uma decisão. e se realmente estiverem prontos para enfrentar os restabelecimentos da democracia participativa.defendemos a inclusão de Alkmin. legislativas e executivas. defendemos a inclusão Álvaro Dias e de Ciro Gomes.

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