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Secretaria de Estado de Educação Esporte e Lazer do Estado de Mato Grosso (SEDUC/MT) Apoio

Secretaria de Estado de Educação Esporte e Lazer do Estado de Mato Grosso (SEDUC/MT)

Apoio Administrativo Educacional

Língua Portuguesa

1

FONÉTICA: fonema e letra; classificação dos fonemas (vogais, semivogais e consoantes); encontros

2

ORTOGRAFIA: Emprego das letras maiúsculas e minúsculas; acentuação gráfica; representação das

6

MORFOLOGIA: Famílias de palavras; afixos; processos de formação de palavras; reconhecimento, emprego,

13

SINTAXE: A estrutura da oração (classificação e emprego dos termos); a estrutura do período composto

(classificação e emprego das orações); emprego dos sinais de pontuação; regência verbal e nominal; a

flexões e classificações das classes

unidades de medida; emprego do

vocálicos; encontros consonantais; dígrafos; sílabas; tonicidade das

TEXTO: Interpretação de texto informativo ou

ocorrência da crase, concordância verbal e

40

Noções de Informática

Word, Excel,

1

Sistema Operacional Windows,

16

Aplicativos do pacote Microsoft Office, Conhecimentos de Internet e

23

Legislação Básica

1. Princípios fundamentais da CF/88 (arts. 1º a 4º);

1

2. Direitos e garantias fundamentais (arts. 5º a 11);

2

3. Organização do Estado político-administrativo (arts. 18 a 33);

9

4. Administração Pública na CF/88 (arts. 37 a 41);

15

5. Organização dos Poderes (arts. 76 a 91)

25

6. Constituição

31

7. Leis Complementares Estaduais e suas atualizações posteriores: LC 04 de 15 de outubro de

73

LC n. 13 de 16 de janeiro de 1992,

93

LC n. 14 de 16 de janeiro de 1992,

96

LC 50 de 01 de outubro de

108

LC 80 de 14 de dezembro de 2000,

116

LC n. 112 de 01 de julho 2002

117

8.

LC 206 de 29 de dezembro de

120

História de Mato Grosso

PERÍODO COLONIAL. 1. Os bandeirantes: escravidão indígena e exploração do ouro; 2. A fundação de Cuiabá: Tensões políticas entre os fundadores e a administração colonial; 3. A fundação de Vila Bela da

1

Santíssima Trindade e a criação da Capitania de Mato Grosso; 4. A escravidão negra em Mato

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PERÍODO IMPERIAL. 1. A crise da mineração e as alternativas econômicas da Província; 2. A Rusga; 3. Os

quilombos em Mato Grosso; 4. Os Presidentes de Província e suas realizações; 5. A Guerra da Tríplice Aliança contra o Paraguai e a participação de Mato Grosso; 6. A economia mato-grossense após a Guerra da Tríplice

3

Aliança contra o Paraguai; 7. O fim do Império em Mato

PERÍODO REPUBLICANO. 1.O coronelismo em Mato Grosso; 2. Economia de Mato Grosso na Primeira

República: usinas de açúcar e criação de gado; 3. Relações de trabalho em Mato Grosso na Primeira República;

4.

Mato Grosso durante a Era Vargas: política e economia; 5. Política fundiária e as tensões sociais no campo;

6.

Os governadores estaduais e suas realizações;

10

7. Tópicos relevantes e atuais de política, economia, sociedade, educação, tecnologia, energia, relações

internacionais, desenvolvimento sustentável, segurança, ecologia e suas vinculações

15

Geografia de Mato Grosso

1. Mato Grosso e a região Centro-Oeste

1

2. Geopolítica de Mato Grosso

1

3. Ocupação do território

2

4. Aspectos físicos e domínios naturais do espaço mato-grossense

2

5. Aspectos político-administrativos

3

6. Aspectos socioeconômicos de Mato Grosso

3

7. Formação étnica

5

8. Programas governamentais e fronteira agrícola mato-grossense

8

9. A economia do Estado no contexto nacional

10

10. A urbanização do Estado

15

Noções Básicas de Administração Pública

1. Estado, governo e administração pública: conceitos, elementos, poderes e organização; natureza, fins e

princípios

1

2. Organização administrativa do Estado

3

3. Administração direta e indireta

10

4. Agentes públicos: espécies e classificação, poderes, deveres e prerrogativas do cargo, emprego e função

 

17

5. Poderes

23

6. Atos administrativos: conceitos, requisitos, atributos, classificação, espécies e invalidação

27

7. Controle e responsabilização da administração: controle administrativo, controle judicial, controle

legislativo,

31

Responsabilidade civil do

34

Noções Básicas de Ética e Filosofia

1.

Fundamentos da Filosofia. 2. Filosofia moral: Ética ou filosofia moral. 3. Consciência crítica e

1

4.

A relação entre os valores éticos ou morais e a cultura

12

5.

Juízos de fato ou de realidade e juízos de valor

14

6.

Ética e cidadania

16

7.

Racionalismo ético

20

8.

Ética e liberdade

21

Raciocínio Lógico e Matemático

1. Situações Contextualizadas,

1

2. Sequências (números, figuras, letras);

2

3. Porcentagem;

8

4. Conceito de

10

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Relações Interpessoais

1. Relações Humanas/interpessoal;

1

2. Comunicação Interpessoal;

2

3. Característica de um bom atendimento;

4

4. Postura Profissional;

6

5. Integração;

9

6. Empatia;

10

Capacidade de

7. ouvir;

11

8. Argumentação

11

Questões

14

Noções Básicas de Políticas Educacionais

Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva

1

Diretrizes Nacionais para a Educação Especial na Educação Básica

6

Noções Básicas de Saúde e Segurança do Trabalho

O gás de

1

Habilidades manuais no desempenho das tarefas: sequência correta das operações

4

Utilização, manuseio e conservação de ferramentas, utensílios, equipamentos e

4

Noções Básicas de Higiene

1. Noções básicas de higiene e limpeza

1

2. Cuidados pessoais na manipulação de

2

3. Reaproveitamento de alimentos. Estocagem dos

4

4. Conservação e validade dos

5

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A apostila OPÇÃO não está vinculada a empresa organizadora do concurso público a que se

A apostila OPÇÃO não está vinculada a empresa organizadora do concurso público a que se destina, assim como sua aquisição não garante a inscrição do candidato ou mesmo o seu ingresso na carreira pública.

O conteúdo dessa apostila almeja abordar os tópicos do edital de forma prática e esquematizada, porém, isso não impede que se utilize o manuseio de livros, sites, jornais, revistas, entre outros meios que ampliem os conhecimentos do candidato, visando sua melhor preparação.

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LÍNGUA PORTUGUESA Apostila Digital Licenciada para NELSON FERREIRA ALVES - nelsonferreiraalves68@gmail.com (Proibida a

LÍNGUA PORTUGUESA

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APOSTILAS OPÇÃO

TEXTO: Interpretação de texto informativo ou literário.
TEXTO: Interpretação de texto
informativo ou literário.

Interpretação de texto

É muito comum, entre os candidatos a um cargo público, a preocupação com a interpretação de textos. Isso acontece porque lhes faltam informações específicas a respeito desta tarefa constante em provas relacionadas a concursos públicos. Por isso, vão aqui alguns detalhes que poderão ajudar no momento de responder às questões relacionadas a textos. Texto – é um conjunto de ideias organizadas e relacionadas entre si, formando um todo significativo capaz de produzir interação comunicativa (capacidade de codificar e decodificar). Contexto – um texto é constituído por diversas frases. Em cada uma delas, há uma certa informação que a faz ligar-se com a anterior e/ou com a posterior, criando condições para a estruturação do conteúdo a ser transmitido. A essa interligação dá-se o nome de contexto. Nota-se que o relacionamento entre as frases é tão grande que, se uma frase for retirada de seu contexto original e analisada separadamente, poderá ter um significado diferente daquele inicial. Intertexto - comumente, os textos apresentam referências diretas ou indiretas a outros autores através de citações. Esse tipo de recurso denomina-se intertexto. Interpretação de texto - o primeiro objetivo de uma interpretação de um texto é a identificação de sua ideia principal. A partir daí, localizam-se as ideias secundárias, ou fundamentações, as argumentações, ou explicações, que levem ao esclarecimento das questões apresentadas na prova.

Normalmente, numa prova, o candidato é convidado a:

1. Identificar – é reconhecer os elementos fundamentais de uma argumentação, de um processo, de uma época (neste

caso, procuram-se os verbos e os advérbios, os quais definem o tempo).

2. Comparar – é descobrir as relações de semelhança ou de

diferenças entre as situações do texto.

3. Comentar - é relacionar o conteúdo apresentado com uma

realidade, opinando a respeito.

4. Resumir – é concentrar as ideias centrais e/ou secundárias

em um só parágrafo.

5. Parafrasear – é reescrever o texto com outras palavras.

Condições básicas para interpretar

Fazem-se necessários:

a) Conhecimento histórico–literário (escolas e gêneros

literários, estrutura do texto), leitura e prática;

b) Conhecimento gramatical, estilístico (qualidades do

texto) e semântico; Observação – na semântica (significado das palavras) incluem-se: homônimos e parônimos, denotação e conotação,

sinonímia e antonímia, polissemia, figuras de linguagem, entre outros.

c) Capacidade de observação e de síntese e

d) Capacidade de raciocínio.

Interpretar

X

compreender

Interpretar significa

- explicar, comentar, julgar, tirar conclusões, deduzir.

- Através do texto, infere-se que

- É possível deduzir que

- O autor permite concluir que - Qual é a intenção do autor ao afirmar que

Compreender significa

- intelecção, entendimento, atenção ao que realmente está escrito.

- o texto diz que

- é sugerido pelo autor que

- de acordo com o texto, é correta ou errada a afirmação

- o narrador afirma Erros de interpretação

É muito comum, mais do que se imagina, a ocorrência de erros de interpretação. Os mais frequentes são:

a) Extrapolação (viagem)

Ocorre quando se sai do contexto, acrescentado ideias que não estão no texto, quer por conhecimento prévio do tema quer pela imaginação.

b) Redução

É o oposto da extrapolação. Dá-se atenção apenas a um

aspecto, esquecendo que um texto é um conjunto de ideias, o que pode ser insuficiente para o total do entendimento do tema desenvolvido.

c) Contradição

Não raro, o texto apresenta ideias contrárias às do candidato, fazendo-o tirar conclusões equivocadas e, consequentemente, errando a questão.

Observação - Muitos pensam que há a ótica do escritor

e a ótica do leitor. Pode ser que existam, mas numa prova de

concurso, o que deve ser levado em consideração é o que o autor diz e nada mais.

Coesão - é o emprego de mecanismo de sintaxe que relacionam palavras, orações, frases e/ou parágrafos entre si. Em outras palavras, a coesão dá-se quando, através de um pronome relativo, uma conjunção (NEXOS), ou um pronome

oblíquo átono, há uma relação correta entre o que se vai dizer

e

o que já foi dito.

OBSERVAÇÃO – São muitos os erros de coesão no dia-a-dia

e,

entre eles, está o mau uso do pronome relativo e do pronome

oblíquo átono. Este depende da regência do verbo; aquele do seu antecedente. Não se pode esquecer também de que os pronomes relativos têm, cada um, valor semântico, por isso a necessidade de adequação ao antecedente. Os pronomes relativos são muito importantes na interpretação de texto, pois seu uso incorreto traz erros de coesão. Assim sendo, deve-se levar em consideração que existe um pronome relativo adequado a cada circunstância, a saber:

que (neutro) - relaciona-se com qualquer antecedente, mas depende das condições da frase. qual (neutro) idem ao anterior. quem (pessoa) cujo (posse) - antes dele aparece o possuidor e depois o objeto possuído. como (modo) onde (lugar) quando (tempo) quanto (montante) Exemplo:

Falou tudo QUANTO queria (correto) Falou tudo QUE queria (errado - antes do QUE, deveria aparecer o demonstrativo O ).

Dicas para melhorar a interpretação de textos

- Ler todo o texto, procurando ter uma visão geral do assunto;

- Se encontrar palavras desconhecidas, não interrompa a leitura;

- Ler, ler bem, ler profundamente, ou seja, ler o texto pelo menos duas vezes;

-

Inferir;

-

Voltar ao texto tantas quantas vezes precisar;

 

-

Não permitir que prevaleçam suas ideias sobre as do autor;

-

Fragmentar

o

texto

(parágrafos,

partes)

para

melhor

compreensão;

APOSTILAS OPÇÃO

- Verificar, com atenção e cuidado, o enunciado de cada questão;

-

O

O autor defende ideias e você deve percebê-las;

Questões

uso da bicicleta no Brasil

A utilização da bicicleta como meio de locomoção no Brasil

ainda conta com poucos adeptos, em comparação com países

como Holanda e Inglaterra, por exemplo, nos quais a bicicleta

é um dos principais veículos nas ruas. Apesar disso, cada vez mais pessoas começam a acreditar que a bicicleta é, numa comparação entre todos os meios de transporte, um dos que oferecem mais vantagens.

A bicicleta já pode ser comparada a carros, motocicletas

e a outros veículos que, por lei, devem andar na via e jamais

na calçada. Bicicletas, triciclos e outras variações são todos considerados veículos, com direito de circulação pelas ruas e prioridade sobre os automotores. Alguns dos motivos pelos quais as pessoas aderem à bicicleta

no dia a dia são: a valorização da sustentabilidade, pois as bikes não emitem gases nocivos ao ambiente, não consomem petróleo e produzem muito menos sucata de metais, plásticos e borracha;

a diminuição dos congestionamentos por excesso de veículos

motorizados, que atingem principalmente as grandes cidades; o

favorecimento da saúde, pois pedalar é um exercício físico muito bom; e a economia no combustível, na manutenção, no seguro e, claro, nos impostos. No Brasil, está sendo implantado o sistema de compartilhamento de bicicletas. Em Porto Alegre, por exemplo,

o BikePOA é um projeto de sustentabilidade da Prefeitura, em

parceria com o sistema de Bicicletas SAMBA, com quase um ano de operação. Depois de Rio de Janeiro, São Paulo, Santos, Sorocaba e outras cidades espalhadas pelo país aderirem a esse sistema, mais duas capitais já estão com o projeto pronto em 2013: Recife e Goiânia. A ideia do compartilhamento é semelhante em todas as cidades. Em Porto Alegre, os usuários devem fazer um cadastro pelo site. O valor do passe mensal é R$ 10 e o do passe diário, R$ 5, podendo-se utilizar o sistema durante todo o dia, das 6h às 22h, nas duas modalidades. Em todas as cidades que já aderiram ao projeto, as bicicletas estão espalhadas em pontos estratégicos. A cultura do uso da bicicleta como meio de locomoção não está consolidada em nossa sociedade. Muitos ainda não sabem que a bicicleta já é considerada um meio de transporte, ou desconhecem as leis que abrangem a bike. Na confusão de um trânsito caótico numa cidade grande, carros, motocicletas,

ônibus e, agora, bicicletas, misturam-se, causando, muitas vezes, discussões e acidentes que poderiam ser evitados. Ainda são comuns os acidentes que atingem ciclistas. A verdade é que, quando expostos nas vias públicas, eles estão totalmente vulneráveis em cima de suas bicicletas. Por isso

é tão importante usar capacete e outros itens de segurança. A

maior parte dos motoristas de carros, ônibus, motocicletas e caminhões desconhece as leis que abrangem os direitos dos ciclistas. Mas muitos ciclistas também ignoram seus direitos

e deveres. Alguém que resolve integrar a bike ao seu estilo de

vida e usá-la como meio de locomoção precisa compreender que deverá gastar com alguns apetrechos necessários para poder trafegar. De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro, as bicicletas devem, obrigatoriamente, ser equipadas com campainha, sinalização noturna dianteira, traseira, lateral e nos pedais, além de espelho retrovisor do lado esquerdo.

(Bárbara Moreira, http://www.eusoufamecos.net. Adaptado)

01. De acordo com o texto, o uso da bicicleta como meio de locomoção nas metrópoles brasileiras

(A) decresce em comparação com Holanda e Inglaterra

devido à falta de regulamentação.

(B) vem se intensificando paulatinamente e tem sido

incentivado em várias cidades.

(C) tornou-se, rapidamente, um hábito cultivado pela

maioria dos moradores.

(D) é uma alternativa dispendiosa em comparação com os

demais meios de transporte.

(E) tem sido rejeitado por consistir em uma atividade

arriscada e pouco salutar.

02. A partir da leitura, é correto concluir que um dos objetivos centrais do texto é

(A) informar o leitor sobre alguns direitos e deveres do

ciclista.

(B) convencer o leitor de que circular em uma bicicleta é

mais seguro do que dirigir um carro.

(C) mostrar que não há legislação acerca do uso da bicicleta

no Brasil.

(D) explicar de que maneira o uso da bicicleta como meio de

locomoção se consolidou no Brasil.

(E) defender que, quando circular na calçada, o ciclista deve

dar prioridade ao pedestre.

03. Considere o cartum de Evandro Alves.

Afogado no Trânsito

Considere o cartum de Evandro Alves. Afogado no Trânsito (http://iiiconcursodecartumuniversitario.blogspot.com.br)

(http://iiiconcursodecartumuniversitario.blogspot.com.br)

Considerando a relação entre o título e a imagem, é correto

concluir que um dos temas diretamente explorados no cartum é

(A)

o aumento da circulação de ciclistas nas vias públicas.

(B)

a má qualidade da pavimentação em algumas ruas.

(C) a arbitrariedade na definição dos valores das multas.

(D)

o número excessivo de automóveis nas ruas.

(E)

o uso de novas tecnologias no transporte público.

Respostas 1. (B) / 2. (A) / 3. (D)

FONÉTICA: fonema e letra; classificação dos fonemas (vogais, semivogais e consoantes); encontros vocálicos; encontros consonantais; dígrafos; sílabas; tonicidade das sílabas.

consonantais; dígrafos; sílabas; tonicidade das sílabas. Fonética A fonética, de acordo com Paula Perin dos Santos,

Fonética

A fonética, de acordo com Paula Perin dos Santos, estuda

os sons como entidades físico-articulatórias isoladas (aparelho fonador). Cabe a ela descrever os sons da linguagem e analisar suas particularidades acústicas e perceptivas. Ela fundamenta- se em estudar os sons da voz humana, examinando suas propriedades físicas independentemente do seu “papel lingüístico de construir as formas da língua”. Sua unidade mínima de estudo é o som da fala, ou seja, o fone.

A Fonética se diferencia da Fonologia por considerar os sons

independentes das oposições paradigmáticas e combinações sintagmáticas. Observe no esquema:

1. Oposições paradigmáticas: aquelas cuja presença ou ausência implica em mudança de sentido. Ex.

APOSTILAS OPÇÃO

/p/ata

/b/ata

/m/ata

Oclusiva

Oclusiva

Oclusiva

Bilabial

Bilabial

Bilabial

Surda

Sonora

Surda

Oral

Oral

Nasal

2. Combinações Sintagmáticas: arranjos e disposições lineares no contínuo sonoro. Troca na posição dos fonemas entre si. Ex.

Roma, amor, mora, ramo

AFonéticaeaFonologiasãoduasdisciplinasinterdependentes, uma vez que, para qualquer estudo de natureza fonológica, é imprescindível partir do conteúdo fonético, articulatório e/ou acústico, para determinar as unidades distintivas de cada língua. Desta forma, a Fonética e a Fonologia não são dicotômicas, pois a Fonética trata da substância da expressão, enquanto a Fonologia trata da forma da expressão, constituindo, as duas ciências, dentro de um mesmo plano de expressão. O termo ‘Fonética’ pode significar tanto o estudo de qualquer som produzido pelos seres humanos, quando o estudo da articulação, da acústica e da percepção dos sons utilizados em línguas específicas. No primeiro tipo de investigação, torna-se evidente a autonomia da Fonética em relação à Fonologia. No segundo tipo de investigação, porém, as relações entre as duas ciências se tornam patentes.

VOGAIS

entre as duas ciências se tornam patentes. VOGAIS Transcrição Fonética: ] e para fazê-las, os linguistas

Transcrição Fonética:

] e para

fazê-las, os linguistas recorrem ao Quadro Fonético Internacional. Nesse quadro há para cada fone um símbolo fonético específico. Segue abaixo uma versão adaptada do quadro:

As transcrições fonéticas são feitas entre colchetes [

As transcrições fonéticas são feitas entre colchetes [ Fonte: http://www.fonologia.org/fonetica_articulatoria.php

Fonte: http://www.fonologia.org/fonetica_articulatoria.php

Exemplos de transcrições fonéticas de palavras:

Exemplos de transcrições fonéticas de palavras: Letra e fonema Fonema é som da fala. Letra é

Letra e fonema

Fonema é som da fala. Letra é o sinal gráfico que representa

o som da fala.

O sistema fonético do português falado no Brasil registra um

número aproximado de 33 fonemas. Já o alfabeto português é constituído de 26 letras.

O número de fonemas nem sempre é igual ao número de

letra em uma palavra:

Duas letras podem representar um só fonema - carroça; assalto; chave

A letra x pode representar dois fonemas ao mesmo tempo -

fixo (/k//s/); táxi (/k//s/) Há letras que não representam fonemas, mas são apenas símbolo de nasalidade - canto [cãto], santo [sãto]; falam [falã]

Observação:

A letra H não corresponde a nenhum som. É apenas um

símbolo de aspiração, que permanece em nosso alfabeto por força da etimologia e da tradição.

DÍGRAFO

Dígrafo - é o conjunto de duas letras que representam um só fonema. São dígrafos:

ch

- chave, achar

lh

- lhama, telha

nh

- ninho, menininho

rr

- terra, carro

ss

- isso, pássaro

gu

- guincho, joguinho

qu

- quiabo, aquilo

sc

- nascer, descer

- cresça, desça

xc

- excelente, excêntrico

Também são dígrafos os grupos que servem para representar as vogais nasais. São eles:

am - campo

an - anta

em - embora

en

- tentar

im

- importar

in - findo om - bomba

on - desponta

um - atum

un - profundo

Não confunda os fonemas com as letras. Fonema é um elemento acústico e a letra é um sinal gráfico que representa

o fonema. Nem sempre o número de fonemas de uma palavra

APOSTILAS OPÇÃO

corresponde ao número de letras que usamos para escrevê-la. Na palavra chuva, por exemplo, temos quatro fonemas, isto é, quatro unidades sonoras [xuva] e cinco letras. Certos fonemas podem ser representados por diferentes letras. É o caso do fonema /s/, que pode ser representado por: s (pensar) – ss (passado) – x (trouxe) – ç (caçar) – sc (nascer) – xc (excelente) – c (cinto) – (deo) Às vezes, a letra “x” pode representar mais de um fonema, como na palavra táxi. Nesse caso, o “x” representa dois sons, pois lemos “táksi”. Portanto, a palavra táxi tem quatro letras e cinco fonemas. Em certas palavras, algumas letras não representam nenhum fonema, como a letra h, por exemplo, em palavras como hora, hoje, etc., ou como as letras m e n quando são usadas apenas para indicar a nasalização de uma vogal, como em canto, tinta, etc.

Classificação dos Fonemas Vogais: são fonemas que saem livremente pelo canal bucal. (a, e, i, o, u) Consoantes: são fonemas produzidos com obstáculos à passagem da corrente expiratória (b, c, d, f, g, h, j, k, l, m, n, o, p, q, r, s, t, v, x, w, y, z).

Semivogais: são as vogais I ou U, quando acompanhadas de outra vogal na mesma sílaba, formando, assim, um ditongo ou tritongo. Exemplo: CASEIRO

Sílaba: fonema ou grupo de fonemas emitidos de uma só vez. Exemplo: Acaso (a - ca - so).

ENCONTROS VOCÁLICOS Ditongo: é o encontro de uma vogal e de uma semivogal ou vice-versa na mesma sílaba. Os ditongos podem ser: orais ou nasais, crescentes ou decrescentes. Ditongos orais: quando a vogal e a semivogal são orais. Exemplo: pai - fui - partiu Ditongos nasais: quando a vogal e a semivogal são nasais. Exemplo: mãe - muito - quando Ditongos crescentes: quando constituído por uma semivogal e uma vogal na mesma sílaba, isto é, quando a semivogal antecede a vogal. Exemplo: lírio - história Ditongos decrescentes: quando formados por uma vogal e uma semivogal, isto é, a vogal antecede a semivogal. Exemplo:

pai - mau Tritongos: é o encontro de uma vogal entre duas semivogais na mesma sílaba. Tritongos orais: quais - averigüei - enxagüei Tritongos nasais: enxáguam - saguão - deságüem Hiatos: é o encontro de duas vogais em sílabas diferentes:

Exemplo: vôo (vô - o) - saúde (sa - ú - de)

CLASSIFICAÇÃO DAS VOGAIS 1.Quanto a zona de articulação * anteriores ou palatais: quando à língua se eleva gradualmente para a frente. (/ É / - / Ê / - / I /) *média: quando o fonema vocálico é emitido coma língua baixa, quase em repouso. (/ A /) *posteriores ou velares: quando a língua se eleva para trás. (/ Õ / - / Ô / - / U /)

2. Quanto à intensidade

* átonas - são aquelas que se pronunciam com menor

intensidade ( casa, rosa, Pelé).

* tônicas - são as que se pronunciam com maior intensidade, isto é, onde cai o acento tônico (casa, rosa , Pelé).

3. Quanto ao Timbre

*abertas: maior abertura do tubo vocal. (pá, pé, pó) *fechadas: menor abertura do tubo vocal. (vê, vinda, avô, mundo)

4. Quanto ao papel das cavidades bucal e nasal: as vogais podem ser orais e nasais

* orais: são aquelas cuja ressonância se dá na boca: ( par, fé, negro, vida, voto, povo, tudo)

* nasais: são aquelas cuja ressonância se dá no nariz (lã, pente - cinco - conto - mundo)

CLASSIFICAÇÃO DAS CONSOANTES 1.Quanto ao modo de articulação:

* oclusivas: quando a corrente expiratória encontra um

obstáculo total (oclusão), que impede a saída do ar, explodindo subitamente. / P / - / T / - / K / - / B / - / D / - / G /

* constritivas: quando há um estreitamento do canal bucal,

saindo a corrente de ar apertada ou constrita, ou melhor, quando

o obstáculo é parcial.

* fricativas: quando a corrente expiratória passa por uma

estreita fenda, o que produz um ruído comparável a um fricção.

/ F / - / S / - / X / - / N / - / Z / - / J /

* laterais: quando a ponta ou dorso da língua se apóia

no palato (céu da boca), saindo a corrente de ar pelas fendas laterais da boca. / L / - / LH /

* vibrantes: quando a ponta mantém com os alvéolos contato

intermitente, o que acarreta um movimento vibratório rápido, abrindo e fechando a passagem à corrente expiratória. / R / - / RR /

2.Quanto ao ponto de articulação:

* bilabiais: quando há contato dos lábios.

* labiodentais: quando há contato da ponta da língua com a arcada dentária superior.

* alveolares: quando há contato da ponta da língua com os alvéolos dos dentes superiores.

* palatais: quando há contato do dorso da língua com o

palato duro, ou céu da boca.

* velares: quando há contato da parte posterior da língua com o palato mole, o véu palatino.

3.Quanto ao papel das cordas vocais:

* surdas:quando são produzidas sem vibração as cordas

vocais. / P / -

/ T / - / K / - / F / - / S / - / X /

* sonoras: quando são produzidas por vibração das cordas

- /

vocais. (/ B

R / -

/ - / D / - / G / - / V / - / Z / - /

/ M

/ -

/ N / -

/ NH /)

J / - / L /- / LH /

/ RR / -

4.Quanto ao papel das cavidades bucal e nasal:

* nasais: quando a corrente expiratória se desenvolve pela

boca e pelo nariz, em virtude do abaixamento do véu palatino. / M / - / N / - / NH / *orais: quando a corrente expiratória sai exclusivamente pela boca.

ENCONTRO CONSONANTAL

É o encontro de duas ou mais consoantes na mesma sílaba ou em sílabas diferentes Exemplo: su-bli-me

DÍGRAFO OU DIGRAMA

É o grupo de duas letras que representam um só fonema. Os

dígrafos podem ser consonantais ou vocálicos. Dígrafos consonantais: CH, LH, NH, RR, SS, SC, SÇ. XC, XS, QU, GU. Dígrafos vocálicos: AM ou AN, EM ou EN, IM ou IN, OM ou ON, UM ou UN.

LETRAS (DIACRÍTICA E ETIMOLÓGICA) Diacrítica: é a segunda letra de dígrafo. Exemplo: chave - campo Etimológica: é o h sem valor fonético . Exemplo: hoje - haver.

CONTAGEM DE FONEMAS 1.dígrafo: vale 1 fonema 2.x - ks: vale 2 fonemas 3.letra etimológica: não valem fonema algum 4.Exemplos: (chave -> 5 letras e 4 fonemas) (fixo -> 4 letras e 5 fonemas) (hoje -> 4 letras e 3 fonemas).

Fonte: http://www.mundovestibular.com.br/articles/2445/1/

CLASSIFICACAO-DOS-FONEMAS/Paacutegina1.html

APOSTILAS OPÇÃO

Questões

Separam-se as vogais dos hiatos. Exemplos: ca-a-tin-ga, fi- el, sa-ú-de;

-

01.

A palavra que apresenta tantos fonemas quantas são as

-

Separam-se as letras dos dígrafos rr, ss, sc, sç xc. Exemplos:

letras que a compõem é:

car-ro, pas-sa-re-la, des-cer, nas-ço, ex-ce-len-te;

(A)

importância

-

Separam-se os encontros consonantais das sílabas internas,

(B)

milhares

excetuando-se aqueles em que a segunda consoante é l ou r. Exemplos: ap-to, bis-ne-to, con-vic-ção, a-brir, a-pli-car.

(C)

sequer

(D)

técnica

 

(E)

adolescente

Acento Tônico Na emissão de uma palavra de duas ou mais sílabas, percebe- se que há uma sílaba de maior intensidade sonora do que as demais. calor - a sílaba lor é a de maior intensidade. faceiro - a sílaba cei é a de maior intensidade. sólido - a sílaba é a de maior intensidade. Obs.: a presença da sílaba de maior intensidade nas palavras, em meio à sílabas de menor intensidade, é um dos elementos que dão melodia à frase.

02.

Em qual das palavras abaixo a letra x apresenta não um,

mas dois fonemas?

(A)

exemplo

(B)

complexo

(C)

próximos

(D)

executivo

(E)

luxo

03.

Marque a opção que apresenta uma palavra classificada

 

como trissílaba.

Classificação da sílaba quanto à intensidade -Tônica: é a sílaba pronunciada com maior intensidade.

(A)

Alimentação

(B)

Carentes

-

Átona: é a sílaba pronunciada com menor intensidade.

(C)

Instrumento

Subtônica: é a sílaba de intensidade intermediária. Ocorre, principalmente, nas palavras derivadas, correspondendo à tônica da palavra primitiva.

-

(D)

Fome

(E)

Repetência

Respostas

Classificação das palavras quanto à posição da sílaba tônica De acordo com a posição da sílaba tônica, os vocábulos

da língua portuguesa que contêm duas ou mais sílabas são classificados em:

01.

(D) (Em d, a palavra possui 7 fonemas e 7 letras. Nas

demais alternativas, tem-se: a) 10 fonemas / 11 letras; b) 7 fonemas / 8 letras; c) 5 fonemas / 6 letras; e) 9 fonemas / 11 letras).

-

Oxítonos: são aqueles cuja sílaba tônica é a última. Exemplos:

02.

(B) (a palavra complexo, o x equivale ao fonema /ks/).

a, urubu, parabéns

Paroxítonos: são aqueles cuja sílaba tônica é a penúltima. Exemplos: cil, suavemente, banana - Proparoxítonos: são aqueles cuja sílaba tônica é a antepenúltima. Exemplos: ximo, pabola, íntimo

-

03.

(B)

(A)

Alimentação = a-li-men-ta-ção - polissílaba

(B)

Carentes = ca-ren-tes - trissílaba

(C)

Instrumento = ins-tru-men-to - polissílaba

 

(D)

Fome = fo-me - dissílaba

Saiba que:

(E)

Repetência = re-pe-tên-cia – polissílaba

São palavras oxítonas, entre outras: cateter, mister, Nobel, novel, ruim, sutil, transistor, ureter.

-

Divisão Silábica

-

São palavras paroxítonas, entre outras: avaro, aziago,

boêmia, caracteres, cartomancia, celtibero, circuito, decano,

Sílaba

A palavra amor está dividida em grupos de fonemas pronunciados separadamente: a - mor. A cada um desses grupos pronunciados numa só emissão de voz dá-se o nome de sílaba. Em nossa língua, o núcleo da sílaba é sempre uma vogal: não existe sílaba sem vogal e nunca há mais do que uma vogal em cada sílaba. Dessa forma, para sabermos o número de sílabas de uma palavra, devemos perceber quantas vogais tem essa palavra. Atenção: as letras i e u (mais raramente com as letras e e o) podem representar semivogais.

filantropo, fluido, fortuito, gratuito, Hungria, ibero, impudico, inaudito, intuito, maquinaria, meteorito, misantropo, necropsia (alguns dicionários admitem também necrópsia), Normandia, pegada, policromo, pudico, quiromancia, rubrica, subido (a).

-

São palavras proparoxítonas, entre outras: aerólito, bávaro,

bímano, crisântemo, ímprobo, ínterim, lêvedo, ômega, pântano, trânsfuga.

-

As seguintes palavras, entre outras, admitem dupla

tonicidade: acróbata/acrobata, hieróglifo/hieroglifo, Oceânia/ Oceania, ortoépia/ortoepia, projétil/projetil, réptil/reptil, zângão/zangão.

 

Questões:

Classificação das palavras quanto ao número de sílabas

Monossílabas: possuem apenas uma sílaba. Exemplos: mãe, flor, lá, meu;

-

01-Assinale o item em que a divisão silábica é incorreta:

A) gra-tui-to;

Dissílabas: possuem duas sílabas. Exemplos: ca-fé, i-ra, a-í, trans-por;

-

B) ad-vo-ga-do;

C) tran-si-tó-ri-o;

Trissílabas: possuem três sílabas. Exemplos: ci-ne-ma, pró- xi-mo, pers-pi-caz, O-da-ir;

-

D) psi-co-lo-gi-a;

E) in-ter-stí-cio.

-

Polissílabas: possuem quatro ou mais sílabas. Exemplos:

 

a-ve-ni-da, li-te-ra-tu-ra, a-mi-ga-vel-men-te, o-tor-ri-no-la-rin- go-lo-gis-ta.

02-Assinale o item em que a separação silábica é incorreta:

A) psi-có-ti-co;

 

B) per-mis-si-vi-da-de;

Divisão Silábica

C) as-sem-ble-ia;

Na divisão silábica das palavras, cumpre observar as seguintes normas:

D) ob-ten-ção;

E) fa-mí-li-a.

Não se separam os ditongos e tritongos. Exemplos: foi-ce, a-ve-ri-guou;

-

03-Assinale o item em que todos os vocábulos têm as sílabas corretamente separadas:

A) al-dei-a, caa-tin-ga , tran-si-ção;

Não se separam os dígrafos ch, lh, nh, gu, qu. Exemplos: cha- ve, ba-ra-lho, ba-nha, fre-guês, quei-xa;

-

Não se separam os encontros consonantais que iniciam sílaba. Exemplos: psi-có-lo-go, re-fres-co;

-

B) pro-sse-gui-a, cus-tó-dia, trans-ver-sal;

C) a-bsur-do, pra-ia, in-cons-ci-ên-cia;

APOSTILAS OPÇÃO

D) o-ccip-tal, gra-tui-to, ab-di-car;

E) mis-té-ri-o, ap-ti-dão, sus-ce-tí-vel.

Respostas 01-E / 02-C / 03-E

ORTOGRAFIA: Emprego das letras maiúsculas e minúsculas; acentuação gráfica; representação das unidades de medida; emprego do hífen.

representação das unidades de medida; emprego do hífen. Ortografia A ortografia se caracteriza por estabelecer

Ortografia

A ortografia se caracteriza por estabelecer padrões para a

forma escrita das palavras. Essa escrita está relacionada tanto a critérios etimológicos (ligados à origem das palavras) quanto fonológicos (ligados aos fonemas representados). É importante compreender que a ortografia é fruto de uma convenção. A forma de grafar as palavras é produto de acordos ortográficos que envolvem os diversos países em que a língua portuguesa é oficial. A melhor maneira de treinar a ortografia é ler, escrever e consultar o dicionário sempre que houver dúvida.

O Alfabeto

O alfabeto da língua portuguesa é formado por 26 letras. Cada letra apresenta uma forma minúscula e outra maiúscula. Veja:

a

A (á)

b B (bê)

c

C (cê)

d D (dê)

e

E (é)

f F (efe)

g

G (gê ou guê)

h H (agá)

i

I (i)

j J (jota)

k

K (cá)

l L (ele)

m

M (eme)

n N (ene)

o

O (ó)

p P (pê)

q

Q (quê)

r R (erre)

s

S (esse)

t T (tê)

u

U (u)

v V (vê)

w

W (dáblio)

x X (xis)

y

Y (ípsilon)

z Z (zê)

Observação:

emprega-se

também

o

ç,

que

representa

o

fonema /s/ diante das letras: a, o, e u em determinadas palavras.

Emprego das letras K, W e Y

Utilizam-se nos seguintes casos:

a) Em antropônimos originários de outras línguas e seus

derivados. Exemplos: Kant, kantismo; Darwin, darwinismo; Taylor, taylorista.

b) Em topônimos originários de outras línguas e seus derivados. Exemplos: Kuwait, kuwaitiano.

c) Em siglas, símbolos, e mesmo em palavras adotadas como

unidades de medida de curso internacional. Exemplos: K (Potássio), W (West), kg (quilograma), km (quilômetro), Watt.

Emprego de X e Ch Emprega-se o X:

1) Após um ditongo.

Exemplos: caixa, frouxo, peixe Exceção: recauchutar e seus derivados

2) Após a sílaba inicial “en”.

Exemplos: enxame, enxada, enxaqueca Exceção: palavras iniciadas por “ch” que recebem o prefixo “en-” Exemplos: encharcar (de charco), enchiqueirar (de chiqueiro), encher e seus derivados (enchente, enchimento, preencher )

3) Após a sílaba inicial “me-”. Exemplos: mexer, mexerica, mexicano, mexilhão Exceção: mecha

4) Em vocábulos de origem indígena ou africana e nas palavras inglesas aportuguesadas. Exemplos: abacaxi, xavante, orixá, xará, xerife, xampu

5) Nas seguintes palavras:

bexiga, bruxa, coaxar, faxina, graxa, lagartixa, lixa, lixo, puxar, rixa, oxalá, praxe, roxo, vexame, xadrez, xarope, xaxim, xícara, xale, xingar, etc.

Emprega-se o dígrafo Ch:

1) Nos seguintes vocábulos:

bochecha, bucha, cachimbo, chalé, charque, chimarrão, chuchu, chute, cochilo, debochar, fachada, fantoche, ficha, flecha, mochila, pechincha, salsicha, tchau, etc.

Para representar o fonema /j/ na forma escrita, a grafia considerada correta é aquela que ocorre de acordo com a origem da palavra. Veja os exemplos:

gesso: Origina-se do grego gypsos jipe: Origina-se do inglês jeep.

Emprega-se o G:

1) Nos substantivos terminados em -agem, -igem, -ugem Exemplos: barragem, miragem, viagem, origem, ferrugem Exceção: pajem

2) Nas palavras terminadas em -ágio, -égio, -ígio, -ógio, -úgio Exemplos: estágio, privilégio, prestígio, relógio, refúgio

3) Nas palavras derivadas de outras que se grafam com g Exemplos: engessar (de gesso), massagista (de massagem), vertiginoso (de vertigem)

4) Nos seguintes vocábulos:

algema, auge, bege, estrangeiro, geada, gengiva, gibi, gilete, hegemonia, herege, megera, monge, rabugento, vagem.

Emprega-se o J:

1) Nas formas dos verbos terminados em -jar ou -jear Exemplos:

arranjar: arranjo, arranje, arranjem despejar: despejo, despeje, despejem gorjear: gorjeie, gorjeiam, gorjeando enferrujar: enferruje, enferrujem viajar: viajo, viaje, viajem

2) Nas palavras de origem tupi, africana, árabe ou exótica Exemplos: biju, jiboia, canjica, pajé, jerico, manjericão, Moji

3) Nas palavras derivadas de outras que já apresentam j Exemplos:

laranja- laranjeira

loja- lojista

lisonja

-

lisonjeador

nojo- nojeira

cereja- cerejeira

 

varejo- varejista

rijo- enrijecer

jeito- ajeitar

4) Nos seguintes vocábulos:

berinjela, cafajeste, jeca, jegue, majestade, jeito, jejum, laje, traje, pegajento

Emprego das Letras S e Z Emprega-se o S:

1) Nas palavras derivadas de outras que já apresentam s no radical

Exemplos:

análise- analisar

catálise- catalisador

casa- casinha, casebre

liso- alisar

2) Nos sufixos -ês e -esa, ao indicarem nacionalidade, título ou origem

APOSTILAS OPÇÃO

Exemplos:

Emprego de S, Ç, X e dos Dígrafos Sc, Sç, Ss, Xc, Xs Existem diversas formas para a representação do fonema /S/. Observe:

burguês- burguesa

inglês- inglesa

chinês- chinesamilanês- milanesa

3) Nos sufixos formadores de adjetivos -ense, -oso e -osa Exemplos:

Emprega-se o S:

Nos substantivos derivados de verbos terminados em

catarinense

gostoso- gostosa

amoroso- amorosa

“andir”,”ender”,

“verter” e “pelir”

 

palmeirense

gasoso- gasosa

teimoso- teimosa

Exemplos:

4) Nos sufixos gregos -ese, -isa, -osa Exemplos:

expandir- expansão pretender- pretensão verter- versão expelir- expulsão estender- extensão suspender- suspensão

catequese, diocese, poetisa, profetisa, sacerdotisa, glicose, metamorfose, virose

converter - conversão

repelir- repulsão

Emprega-se Ç:

5) Após ditongos Exemplos:

Nos substantivos derivados dos verbos “ter” e “torcer” Exemplos:

coisa, pouso, lousa, náusea

ater- atenção

torcer- torção

 

deter- detenção

distorcer-distorção

6) Nas formas dos verbos pôr e querer, bem como em seus derivados Exemplos:

manter- manutenção

contorcer- contorção

Emprega-se o X:

pus, pôs, pusemos, puseram, pusera, pusesse, puséssemos quis, quisemos, quiseram, quiser, quisera, quiséssemos repus, repusera, repusesse, repuséssemos

Em alguns casos, a letra X soa como Ss Exemplos:

 

auxílio, expectativa, experto, extroversão, sexta, sintaxe, texto, trouxe

7) Nos seguintes nomes próprios personativos:

Baltasar, Heloísa, Inês, Isabel, Luís, Luísa, Resende, Sousa, Teresa, Teresinha, Tomás

Emprega-se Sc:

Nos termos eruditos Exemplos:

8) Nos seguintes vocábulos:

acréscimo, ascensorista, consciência, descender, discente, fascículo, fascínio, imprescindível, miscigenação, miscível, plebiscito, rescisão, seiscentos, transcender, etc.

Emprega-se Sç:

abuso, asilo, através, aviso, besouro, brasa, cortesia, decisão,despesa, empresa, freguesia, fusível, maisena, mesada, paisagem, paraíso, pêsames, presépio, presídio, querosene, raposa, surpresa, tesoura, usura, vaso, vigésimo, visita, etc.

Emprega-se o Z:

Na conjugação de alguns verbos Exemplos:

 

1) Nas palavras derivadas de outras que já apresentam z no radical Exemplos:

nascer- nasço, nasça crescer- cresço, cresça descer- desço, desça

deslize- deslizar razão- razoável vazio- esvaziar raiz- enraizar cruz-cruzeiro

Emprega-se Ss:

2) Nos sufixos -ez, -eza, ao formarem substantivos abstratos a partir de adjetivos Exemplos:

Nos substantivos derivados de verbos terminados em “gredir”, “mitir”, “ceder” e “cutir” Exemplos:

agredir- agressão

demitir- demissão

ceder- cessão

inválido- invalidez rígido- rigidez

limpo-limpeza

macio- maciez

discutir- discussão

progredir- progressão

transmitir- transmissão

frio- frieza

nobre- nobreza

pobre-pobreza

surdo-

exceder- excesso

repercutir- repercussão

 

surdez

 

Emprega-se o Xc e o Xs:

3) Nos sufixos -izar, ao formar verbos e -ização, ao formar substantivos Exemplos:

Em dígrafos que soam como Ss Exemplos:

 

civilizar- civilização hospitalizar- hospitalização colonizar- colonização realizar- realização

exceção, excêntrico, excedente, excepcional, exsudar

4) Nos derivados em -zal, -zeiro, -zinho, -zinha, -zito, -zita Exemplos:

Observações sobre o uso da letra X 1) O X pode representar os seguintes fonemas:

/ch/ - xarope, vexame

cafezal, cafezeiro, cafezinho, arvorezinha, cãozito, avezita

/cs/ - axila, nexo

5) Nos seguintes vocábulos:

azar, azeite, azedo, amizade, buzina, bazar, catequizar, chafariz, cicatriz, coalizão, cuscuz, proeza, vizinho, xadrez, verniz, etc.

/z/ - exame, exílio

/ss/ - máximo, próximo

6) Nos vocábulos homófonos, estabelecendo distinção no contraste entre o S e o Z Exemplos:

/s/ - texto, extenso

cozer (cozinhar) e coser (costurar) prezar( ter em consideração) e presar (prender) traz (forma do verbo trazer) e trás (parte posterior)

2) Não soa nos grupos internos -xce- e -xci- Exemplos: excelente, excitar

 

Observação: em muitas palavras, a letra X soa como Z. Veja os exemplos:

Emprego das letras E e I Na língua falada, a distinção entre as vogais átonas /e/ e /i / pode não ser nítida. Observe:

exame exato exausto exemplo existir exótico inexorável

APOSTILAS OPÇÃO

 

Emprega-se o E:

 

Disse o Padre Antonio Vieira: “Estar com Cristo em qualquer lugar, ainda que seja no inferno, é estar no Paraíso.”

1)

Em sílabas finais dos verbos terminados em -oar, -uar

Exemplos:

   

magoar - magoe, magoes continuar- continue, continues

 

“Auriverde pendão de minha terra, Que a brisa do Brasil beija e balança, Estandarte que à luz do sol encerra As promessas divinas da Esperança…” (Castro Alves)

2)

Em palavras formadas com o prefixo ante- (antes, anterior)

Exemplos: antebraço, antecipar

 

3)

Nos seguintes vocábulos:

 

Observações:

cadeado, confete, disenteria, empecilho, irrequieto, mexerico, orquídea, etc.

No início dos versos que não abrem período, é facultativo o uso da letra maiúscula.

-

 

Emprega-se o I :

 

Por Exemplo:

1)

Em sílabas finais dos verbos terminados em -air, -oer, -uir

“Aqui, sim, no meu cantinho, vendo rir-me o candeeiro, gozo o bem de estar sozinho e esquecer o mundo inteiro.”

Exemplos:

 

cair- cai

doer- dói

influir- influi

 
 

Depois de dois pontos, não se tratando de citação direta, usa- se letra minúscula. Por Exemplo:

-

 

2)

Em palavras formadas com o prefixo anti- (contra)

 

Exemplos:

 

Anticristo, antitetânico

 

“Chegam os magos do Oriente, com suas dádivas: ouro, incenso, mirra.” (Manuel Bandeira)

3)

Nos seguintes vocábulos:

aborígine, artimanha, chefiar, digladiar, penicilina, privilégio,

b)

Nos antropônimos, reais ou fictícios.

etc.

Exemplos:

Pedro Silva, Cinderela, D. Quixote.

 

Emprego das letras O e U Emprega-se o O/U:

 

c)

Nos topônimos, reais ou fictícios.

A oposição o/u é responsável pela diferença de significado de algumas palavras. Veja os exemplos:

comprimento (extensão) e cumprimento (saudação, realização) soar (emitir som) e suar (transpirar)

Exemplos:

Rio de Janeiro, Rússia, Macondo.

d)

Nos nomes mitológicos.

Exemplos:

 

Dionísio, Netuno.

 

Grafam-se

com

a

letra

O:

bolacha,

bússola,

costume,

moleque.

 

e)

Nos nomes de festas e festividades.

 

Exemplos:

 

Grafam-se com a letra U: camundongo, jabuti, Manuel, tábua

Natal, Páscoa, Ramadã.

Emprego da letra H Esta letra, em início ou fim de palavras, não tem valor fonético. Conservou-se apenas como símbolo, por força da etimologia e da tradição escrita. A palavra hoje, por exemplo, grafa-se desta forma devido a sua origem na forma latina hodie.

Emprega-se o H:

f)

Em siglas, símbolos ou abreviaturas internacionais.

Exemplos:

ONU, Sr., V. Ex.ª.

g) Nos nomes que designam altos conceitos religiosos, políticos ou nacionalistas. Exemplos:

 

1)

Inicial, quando etimológico

 

Igreja (Católica, Apostólica, Romana), Estado, Nação, Pátria, União, etc.

Exemplos: hábito, hesitar, homologar, Horácio

 

2)

Medial, como integrante dos dígrafos ch, lh, nh

Observação: esses nomes escrevem-se com inicial minúscula quando são empregados em sentido geral ou indeterminado. Exemplo:

Exemplos: flecha, telha, companhia

 

3)

Final e inicial, em certas interjeições

Todos amam sua pátria.

Exemplos: ah!, ih!, eh!, oh!, hem?, hum!, etc.

 

Emprego FACULTATIVO de letra maiúscula:

4) Em compostos unidos por hífen, no início do segundo elemento, se etimológico Exemplos: anti-higiênico, pré-histórico, super-homem, etc.

Observações:

a)

Nos nomes de logradouros públicos, templos e edifícios.

Exemplos:

Rua da Liberdade ou rua da Liberdade Igreja do Rosário ou igreja do Rosário Edifício Azevedo ou edifício Azevedo

 

1)

No substantivo Bahia, o “h” sobrevive por tradição. Note que

nos substantivos derivados como baiano, baianada ou baianinha ele não é utilizado.

2) Utiliza-se inicial minúscula:

a) Em todos os vocábulos da língua, nos usos correntes.

 

Exemplos:

2) Os vocábulos erva, Espanha e inverno não possuem a letra “h” na sua composição. No entanto, seus derivados eruditos sempre são grafados com h. Veja:

carro, flor, boneca, menino, porta, etc.

b)

Nos nomes de meses, estações do ano e dias da semana.

 

herbívoro, hispânico, hibernal.

 

Exemplos:

Emprego das Iniciais Maiúsculas e Minúsculas

 

janeiro, julho, dezembro, etc. segunda, sexta, domingo, etc. primavera, verão, outono, inverno

1) Utiliza-se inicial maiúscula:

 

a) No começo de um período, verso ou citação direta.

   

Exemplos:

 

c)

Nos pontos cardeais.

APOSTILAS OPÇÃO

Exemplos:

Percorri o país de norte a sul e de leste a oeste. Estes são os pontos colaterais: nordeste, noroeste, sudeste, sudoeste.

Observação: quando empregados em sua forma absoluta, os pontos cardeais são grafados com letra maiúscula. Exemplos:

Nordeste (região do Brasil) Ocidente (europeu) Oriente (asiático)

Lembre-se:

Depois de dois-pontos, não se tratando de citação direta, usa- se letra minúscula.

Exemplo:

“Chegam os magos do Oriente, com suas dádivas: ouro, incenso, mirra.” (Manuel Bandeira)

Emprego FACULTATIVO de letra minúscula:

a) Nos vocábulos que compõem uma citação bibliográfica.

Exemplos:

Crime e Castigo ou Crime e castigo Grande Sertão: Veredas ou Grande sertão: veredas Em Busca do Tempo Perdido ou Em busca do tempo perdido

b) Nas formas de tratamento e reverência, bem como em nomes sagrados e que designam crenças religiosas. Exemplos:

Governador Mário Covas ou governador Mário Covas Papa João Paulo II ou papa João Paulo II Excelentíssimo Senhor Reitor ou excelentíssimo senhor reitor Santa Maria ou santa Maria.

c) Nos nomes que designam domínios de saber, cursos e

disciplinas.

Exemplos:

Português ou português Línguas e Literaturas Modernas ou línguas e literaturas modernas História do Brasil ou história do Brasil Arquitetura ou arquitetura

Fonte: http://www.soportugues.com.br/secoes/fono/

fono24.php

Emprego do Porquê

Exemplo: Por que devemos nos preocupar com o meio ambiente? Exemplo: Os motivos por que

Exemplo:

Por que devemos nos preocupar com o meio ambiente?

Exemplo:

Os motivos por que não respondeu são desconhecidos.

Exemplos:

Você ainda tem coragem de perguntar por quê?

Você não vai? Por quê?

Não sei por quê!

Exemplos: Você ainda tem coragem de perguntar por quê ? Você não vai? Por quê ?
quê ? Você não vai? Por quê ? Não sei por quê ! Por Que Por

Por

Que

Por

Quê

Orações

Interrogativas

(pode ser

substituído por:

por qual motivo, por qual razão)

Equivalendo a “pelo qual”

Final de frases e seguidos de pontuação

por: por qual motivo, por qual razão) Equivalendo a “pelo qual” Final de frases e seguidos

Exemplos:

A situação agravou-se porque ninguém reclamou.

Ninguém mais o espera, porque ele sempre se atrasa.

Exemplos:

Não julgues porque não te julguem.

Exemplos:

Não é fácil encontrar o porquê de toda confusão.

Dê-me um porquê de sua saída.

Conjunção de Finalidade – equivale a “para

que”, “a fim de que”.

Função de substantivo – vem acompanhado de artigo ou pronome

de substantivo – vem acompanhado de artigo ou pronome Porque Porquê Conjunção que indica

Porque

Porquê

Conjunção

que indica

explicação ou

causa

– vem acompanhado de artigo ou pronome Porque Porquê Conjunção que indica explicação ou causa

1. Por que (pergunta)

2. Porque (resposta)

3. Por quê (fim de frase: motivo)

4. O Porquê (substantivo)

Emprego de outras palavras

Senão: equivale a “caso contrário”, “a não ser”: Não fazia coisa nenhuma senão criticar. Se não: equivale a “se por acaso não”, em orações adverbiais condicionais: Se não houver homens honestos, o país não sairá desta situação crítica.

Tampouco: advérbio, equivale a “também não”: Não compareceu, tampouco apresentou qualquer justificativa. Tão pouco: advérbio de intensidade: Encontramo-nos tão pouco esta semana.

Trás ou Atrás = indicam lugar, são advérbios. Traz - do verbo trazer.

Vultoso: volumoso: Fizemos um trabalho vultoso aqui. Vultuoso: atacado de congestão no rosto: Sua face está vultuosa e deformada.

Questões

01. Que mexer o esqueleto é bom para a saúde já virou até sabedoria popular. Agora, estudo levanta hipóteses sobre praticar atividade física benefícios para a totalidade do corpo. Os resultados podem levar a novas terapias para reabilitar músculos contundidos ou mesmo para e restaurar a perda muscular que ocorre com o avanço da idade.

(Ciência Hoje, março de 2012)

lacunas

respectivamente, com:

As

do

texto

devem

ser

preenchidas,

(A)

porque … trás … previnir

(B)

porque … traz … previnir

(C)

porquê … tras … previnir

(D)

por que … traz … prevenir

(E)

por quê … tráz … prevenir

correta

e

02. Assinale a opção que completa corretamente as lacunas

ela está com os olhos vermelhos,

da frase abaixo: Não sei o

talvez seja

chorou.

(A)

porquê / porque;

(B)

por que / porque;

(C)

porque / por que;

(D)

porquê / por quê;

(E)

por que / por quê.

APOSTILAS OPÇÃO

03.

APOSTILAS OPÇÃO 03. Considerando a ortografia e a acentuação da norma- padrão da língua

Considerando

a

ortografia

e

a

acentuação

da

norma-

padrão da língua portuguesa,

as

lacunas

estão,

correta

e

respectivamente, preenchidas por:

(A)

mal

por que

intuíto

(B)

mau

por que

intuito

(C)

mau

porque

intuíto

(D)

mal

porque

intuito

(E)

mal

por quê

intuito

 

Respostas 01. D/02. B/03. D

Acentuação

A acentuação é um dos requisitos que perfazem as regras

estabelecidas pela Gramática Normativa. Esta se compõe de algumas particularidades, às quais devemos estar atentos, procurando estabelecer uma relação de familiaridade e, consequentemente, colocando-as em prática na linguagem escrita.

Regras básicas – Acentuação tônica

A acentuação tônica implica na intensidade com que são

pronunciadas as sílabas das palavras. Aquela que se dá de forma mais acentuada, conceitua-se como sílaba tônica. As demais, como são pronunciadas com menos intensidade, são denominadas de átonas. De acordo com a tonicidade, as palavras são classificadas como:

Oxítonas – São aquelas cuja sílaba tônica recai sobre a última sílaba. Ex.: café – coração – cajá – atum – caju – papel

Paroxítonas – São aquelas em que a sílaba tônica se evidencia na penúltima sílaba. Ex.: útil – tórax – táxi – leque – retrato – passível

Proparoxítonas - São aquelas em que a sílaba tônica se evidencia na antepenúltima sílaba. Ex.: lâmpada – câmara tímpano médico ônibus

Como podemos observar, mediante todos os exemplos mencionados, os vocábulos possuem mais de uma sílaba, mas em nossa língua existem aqueles com uma sílaba somente:

são os chamados monossílabos, que, quando pronunciados, apresentam certa diferenciação quanto à intensidade.

Tal diferenciação só é percebida quando os pronunciamos em uma dada sequência de palavras. Assim como podemos observar no exemplo a seguir:

“Sei que não vai dar em nada, seus segredos sei de cor”.

Os monossílabos em destaque classificam-se como tônicos; os demais, como átonos (que, em, de).

Os Acentos Gráficos

acento agudo (´) – Colocado sobre as letras “a”, “i”, “u” e sobre o “e” do grupo “em” - indica que estas letras representam as vogais tônicas de palavras como Amapá, caí, público, parabéns. Sobre as letras “e” e “o” indica, além da tonicidade, timbre aberto.

Ex.: herói – médico – céu(ditongos abertos)

acento circunflexo (^) – colocado sobre as letras “a”, “e” e “o” indica, além da tonicidade, timbre fechado:

Ex.: tâmara – Atlântico – pêssego – supôs

acento grave (`) – indica a fusão da preposição “a” com artigos e pronomes. Ex.: à – às àquelas àqueles

trema (¨) – De acordo com a nova regra, foi totalmente abolido das palavras. Há uma exceção: é utilizado em palavras derivadas de nomes próprios estrangeiros. Ex.: mülleriano (de Müller)

til (~) – indica que as letras “a” e “o” representam vogais nasais. Ex.: coração – melão – órgão – ímã Regras fundamentais:

Palavras oxítonas:

Acentuam-se todas as oxítonas terminadas em: “a”, “e”, “o”, “em ”, seguidas ou não do plural(s):

Pará – café(s) – cipó(s) – armazém(s)

Essa regra também é aplicada aos seguintes casos:

Monossílabos tônicos terminados em “ a”, “e”, “o ”, seguidos ou não de “s”. Ex.: pá – pé – dó – há

Formas verbais terminadas em “a”, “e”, “o” tônicos, seguidas de lo, la, los, las. respeitá-lo – percebê-lo – compô-lo

Paroxítonas:

Acentuam-se as palavras paroxítonas terminadas em:

- i, is

táxi – lápis – júri

- us, um, uns

vírus – álbuns – fórum

- l, n, r, x, ps

automóvel – elétron - cadáver – tórax – fórceps

- ã, ãs, ão, ãos

ímã – ímãs – órfão – órgãos

- Dica: Memorize a palavra LINURXÃO. Para quê? Repare que essa palavra apresenta as terminações das paroxítonas que são acentuadas: L, I N, U (aqui inclua UM =fórum), R, X, Ã, ÃO. Assim ficará mais fácil a memorização!

- ditongo oral, crescente ou decrescente, seguido ou não de “s”.

água – pônei – mágoa – jóquei

Regras especiais:

Os ditongos de pronúncia aberta “ei”, “oi” ( ditongos abertos), que antes eram acentuados, perderam o acento de acordo com a nova regra, mas desde que estejam em palavras paroxítonas.

Cuidado: Se os ditongos abertos estiverem em uma palavra oxítona (herói) ou monossílaba (céu) ainda são acentuados. Mas caso não forem ditongos perdem o acento. Ex.:

Antes

Agora

assembléia

assembleia

idéia

ideia

jibóia

jiboia

apóia (verbo apoiar)

apoia

Quando a vogal do hiato for “i” ou “u” tônicos, acompanhados ou não de “s”, haverá acento:

Ex.: saída – faísca – baú – país – Luís

APOSTILAS OPÇÃO

 

Observação importante:

Ela pode fazer isso agora. Elvis não pôde participar porque sua mão não deixou

Não serão mais acentuados “i” e “u” tônicos, formando hiato quando vierem depois de ditongo: Ex.:

 
 

O

mesmo ocorreu com o verbo pôr para diferenciar da

 

Antes

Agora

preposição por.

 

bocaiúva

bocaiuva

feiúra

feiura

- Quando, na frase, der para substituir o “por” por “colocar”, então estaremos trabalhando com um verbo, portanto: “pôr”; nos outros casos, “por” preposição. Ex:

O

acento pertencente aos encontros “oo” e “ee” foi abolido.

Ex.:

 

Antes

Agora

Faço isso por você. Posso pôr (colocar) meus livros aqui?

 

crêem

creem

vôo

voo

Questões

 

- Agora memorize a palavra CREDELEVÊ. São os verbos que, no plural, dobram o “e”, mas que não recebem mais acento como antes: CRER, DAR, LER e VER.

 

01.

“Cadáver” é paroxítona, pois:

A) Tem a última sílaba como tônica.

B) Tem a penúltima sílaba como tônica.

 

C) Tem a antepenúltima sílaba como tônica.

 
 

Repare:

D) Não tem sílaba tônica.

 

1-) O menino crê em você Os meninos creem em você. 2-) Elza lê bem! Todas leem bem! 3-) Espero que ele dê o recado à sala. Esperamos que os dados deem efeito! 4-) Rubens vê tudo! Eles veem tudo!

 

02.

Assinale a alternativa correta.

 

A palavra faliu contém um:

 

A) hiato

 

B) dígrafo

C) ditongo decrescente

 

D) ditongo crescente

 

03.

Em

“O

resultado

da

experiência

foi,

literalmente,

 

-

Cuidado! Há o verbo vir:

aterrador.” a palavra destacada encontra-se acentuada pelo mesmo motivo que:

A) túnel

Ele vem à tarde! Eles vêm à tarde! Não se acentuam o “i” e o “u” que formam hiato quando seguidos, na mesma sílaba, de l, m, n, r ou z:

 

B) voluntário

 

C) até

 
 

D) insólito

 
 

Ra-ul, ru-im, con-tri-bu-in-te, sa-ir, ju-iz

 

E)

rótulos

Não se acentuam as letras “i” e “u” dos hiatos se estiverem seguidas do dígrafo nh:

 

Respostas 1-B / 2-C / 3-B

 
 

ra-i-nha, ven-to-i-nha.

Símbolos

Não se acentuam as letras “i” e “u” dos hiatos se vierem precedidas de vogal idêntica:

No dia a dia percebe-se muita confusão quanto aos símbolos, siglas e abreviaturas. As dúvidas começam nas formas de representação das unidades de tempo, comprimento e massa:

 

xi-i-ta, pa-ra-cu-u-ba

As formas verbais que possuíam o acento tônico na raiz, com “u” tônico precedido de “g” ou “q” e seguido de “e” ou “i” não serão mais acentuadas. Ex.:

 

Como se escreve 4 horas?

 

É

com «h» maiúsculo, minúsculo ou com «s» indicando

plural?

 
 

Antes apazigúe (apaziguar) argúi (arguir)

Depois

Até 1960 o Brasil, aderindo à “Convenção do Metro”, adotou

apazigue

o

Sistema Métrico Decimal. Nele as unidades básicas de medida

argui

eram o metro, o litro e o quilograma. O desenvolvimento científico e tecnológico exigiu medições cada vez mais precisas e diversificadas. Por essa razão, o Sistema Métrico Decimal acabou sendo substituído pelo Sistema Internacional de Unidades - SI, adotado também no Brasil a partir de 1962.

Acentuam-se os verbos pertencentes à terceira pessoa do plural de:

 

ele tem – eles têm ele vem – eles vêm (verbo vir)

 

Vejamos

 

algumas

convenções

reconhecidas

 

internacionalmente por esse acordo.

 
 

A

regra prevalece também para os verbos conter, obter, reter,

 

deter, abster. ele contém – eles contêm ele obtém – eles obtêm ele retém – eles retêm ele convém – eles convêm

   

1

metro

1 m

1 tonelada

1 t

 

4

metros

4 m

1 hora

1 h

   

1

quilômetro

1 km

4 horas

4 h

 

1

litro

1 l

1 minuto

1 min

   

4

litros

4 l

30 minutos

30 min

 

1quilolitro

1 kl

1 segundo

1 s

Não se acentuam mais as palavras homógrafas que antes eram acentuadas para diferenciá-las de outras semelhantes (regra do acento diferencial). Apenas em algumas exceções, como:

As unidades do SI podem ser escritas por seus nomes ou representadas por meio de SÍMBOLOS, um sinal convencional

invariável utilizado para facilitar e universalizar a escrita e a leitura das unidades do SI. Lembre-se de que os símbolos que representam as unidades do SI não são abreviaturas; por isso mesmo não são seguidos de ponto, não têm plural nem podem ser grafados como expoentes.

e

 

A

forma verbal pôde (terceira pessoa do singular do

pretérito perfeito do modo indicativo) ainda continua sendo acentuada para diferenciar-se de pode (terceira pessoa do singular do presente do indicativo). Ex:

APOSTILAS OPÇÃO

Exemplo: se um jogo começa às dezenove horas e trinta minutos e você quer anotar isso de acordo com as normas internacionais, deverá escrever 19h30min, sem ponto depois do min. Essa é a forma oficial.

 

super-requintado

 

super-realista

inter-resistente

CONTINUAMOS A USAR O HÍFEN

 

Na linguagem cotidiana é comum o uso de quilo em lugar de quilograma. Raramente ouvimos a forma correta:

Depois dos prefixos “ex-, sota-, soto-, vice- e vizo-“:

Por favor, quero um quilo de açúcar Por favor, quero um quilograma de açúcar

Ex-diretor, Ex-hospedeira, Sota-piloto, Soto-mestre, Vice- presidente , Vizo-rei Depois de “pós-, pré- e pró-“, quando TEM SOM FORTE E ACENTO. pós-tônico, pré-escolar, pré-natal, pró-labore pró-africano, pró-europeu, pós-graduação

Depois de “pan-”, “circum-”, quando juntos de vogais. Pan-americano, circum-escola

Quilo, que é representado pelo símbolo k, indica que determinada unidade de medida (metro, litro, watt) está multiplicada por mil. Sendo assim, “quilo” é um prefixo, razão pela qual o símbolo “k” não pode ser utilizado sozinho:

1000

metros = 1 quilômetro → km

   

1000

litros = 1 quilolitro → kl

 

OBS. “Circunferência” – é junto, pois está diante da consoante

1000

watt = 1 quilowatt → kW

“F”.

Portanto kg é o símbolo utilizado para representar quilograma. Atenção: use o prefixo quilo da maneira correta, como nos exemplos:

quilômetro

 

NOTA: Veja como fica estranha a pronúncia se não usarmos

o

hífen:

 

Exesposa, sotapiloto, panamericano, vicesuplente, circumescola.

quilograma

quilolitro 1

 

ATENÇÃO!

 
 

Hífen

 

Tem se discutido muito a respeito do Novo Acordo Ortográfico e a grande queixa entre os que usam a Língua Portuguesa em sua modalidade escrita tem gerado em torno do seguinte questionamento: “por que mudar uma coisa que a gente demorou um tempão para aprender?” Segundo Paula Perin dos Santos, para quem já dominava a antiga ortografia, realmente essa mudança foi uma chateação. Se você tem dificuldades em memorizar regras, é inútil estudar o Novo Acordo comparando “o antes e o depois”. O ideal é que as mudanças sejam compreendidas e gravadas na memória: para isso, é preciso colocá-las em prática.

Não se usa o hífen após os prefixos “CO-, RE-, PRE” (SEM ACENTO)

 

Coordenar

reedição

preestabelecer

Coordenação

refazer

preexistir

Coordenador

reescrever

prever

Coobrigar

relembrar

Cooperação

reutilização

Cooperativa

reelaborar

O ideal para memorizar essas regras, lembre-se, é conhecer

e usar pelo menos uma palavra de cada prefixo. Quando bater

 

a dúvida numa palavra, compare-a à palavra que você já sabe e

Regra Geral

 

escreva-a duas vezes: numa você usa o hífen, na outra não. Qual

A letra “H” é uma letra sem personalidade, sem som. Em

certa? Confie na sua memória! Uma delas vai te parecer mais familiar.

a

“Helena”, não

tem

som;

em

“Hollywood”,

tem som de “R”.

Portanto, não deve aparecer encostado em prefixos:

 

pré-história

 

REGRA GERAL (Resumindo)

 

anti-higiênico

   

sub-hepático

 

- Letras iguais, separa com hífen(-).

 

super-homem

- Letras diferentes, junta.

 

- O “H” não tem personalidade. Separa (-).

Então, letras IGUAIS, SEPARA. Letras DIFERENTES, JUNTA.

O “R” e o “S”, quando estão perto das vogais, são dobrados. Mas não se juntam com consoantes.

-

Anti-inflamatório

 

neoliberalismo

Supra-auricular

extraoficial

 

Questões

Arqui-inimigo

semicírculo

 

sub-bibliotecário

superintendente

 

01.

Assinale a alternativa em que o hífen, conforme o novo

 

Acordo, está sendo usado corretamente:

 

Quanto ao “R” e o “S”, se o prefixo terminar em vogal, a consoante deverá ser dobrada:

 

(A)

Ele fez sua auto-crítica ontem.

(B)

Ela é muito mal-educada.

suprarrenal (supra+renal) ultrassonografia (ultra+sonografia)

 

(C)

Ele tomou um belo ponta-pé.

(D)

Fui ao super-mercado, mas não entrei.

minissaia

antisséptico

(E)

Os raios infra-vermelhos ajudam em lesões.

contrarregra

 

megassaia

 
   

02.

Assinale a alternativa errada quanto ao emprego do

Entretanto, se o prefixo terminar em consoante, não se unem de jeito nenhum. Sub-reino ab-rogar sob-roda

hífen:

 

(A)

Pelo interfone ele comunicou bem-humorado que faria

uma superalimentação.

 
 

(B)

Nas circunvizinhanças há uma casa malassombrada.

(C)

Depois de comer a sobrecoxa, tomou um antiácido.

 

(D)

Nossos antepassados realizaram vários anteprojetos.

ATENÇÃO!

(E)

O autodidata fez uma autoanálise.

 

Quando dois “R” ou “S” se encontrarem, permanece a regra geral: letras iguais, SEPARA.

Fonte http://cmais.com.br/aloescola/linguaportuguesa/problemas- gerais/normaseconvencoes-simbolosesiglas.htm

1

03.

Assinale a opção cuja palavra apresenta erro quanto ao

emprego do hífen:

(A)

(B)

ultravioleta

infravermelho

 

APOSTILAS OPÇÃO

(C)

mal-me-quer

(D)

extraordinário

04.

Fez um esforço

para vencer o campeonato

Qual a

alternativa completa corretamente as lacunas?

(A)

sobreumano / interregional

(B)

sobrehumano / interregional

(C)

sobre-humano / inter-regional

(D)

sobrehumano / inter-regional

(E)

sobre-humano / interegional

05.

Suponha que você tenha que agregar o prefixo sub às

palavras que aparecem nas alternativas a seguir. Assinale aquela que tem de ser escrita com hífen:

(A)

(B)

(C)

(D)

(E)

01.

(sub) chefe

(sub) entender

(sub) solo

(sub) reptício

(sub) liminar

Resposta B

Respostas

O hífen continua em compostos formados pelo advérbio “mal” seguidos de palavras que comecem pela letra “H” ou por vogais. Mal-educado: inicia-se por vogal.

02. Resposta B

A composição “mal-assombrada” precisa de hífen, já que a

palavra seguinte ao advérbio “mal” inicia-se pela vogal “A”.

03. Resposta C

O vocábulo “malmequer” não apresenta hífen, pois o advérbio “mal” só aceita o hífen com palavras iniciadas por “H” ou vogal.

04. Resposta C

Após o prefixo “SOBRE” deve-se manter o hífen se a próxima palavra começar com a letra “H”.

O prefixo “INTER” mantém o uso do hífen quando a próxima

palavra é iniciada por “R”.

05. Resposta D

O prefixo SUBusa hífen antes de palavras iniciadas por R

ou B.

MORFOLOGIA: Famílias de palavras; afixos; processos de formação de palavras; reconhecimento, emprego, flexões e classificações das classes gramaticais.

flexões e classificações das classes gramaticais. Estrutura e formação das palavras Observe as seguintes

Estrutura e formação das palavras

Observe as seguintes palavras:

escol-a

escol-ar

escol-arização

escol-arizar

sub-escol-arização

Percebemos que há um elemento comum a todas elas: a forma escol-. Além disso, em todas há elementos destacáveis, responsáveis por algum detalhe de significação. Compare, por exemplo, escola e escolar: partindo de escola, formou-se escolar pelo acréscimo do elemento destacável: ar. Por meio desse trabalho de comparação entre as diversas palavras que selecionamos, podemos depreender a existência de diferentes elementos formadores. Cada um desses elementos formadores é uma unidade mínima de significação, um elemento significativo indecomponível, a que damos o nome de morfema.

Classificação dos morfemas:

Radical Há um morfema comum a todas as palavras que estamos analisando: escol-. É esse morfema comum – o radical – que faz com que as consideremos palavras de uma mesma família de significação –

os cognatos. O radical é a parte da palavra responsável por sua significação principal.

Afixos Como vimos, o acréscimo do morfema – ar - cria uma

nova palavra a partir de escola. De maneira semelhante,

o acréscimo dos morfemas sub e arização à forma escol

criou subescolarização. Esses morfemas recebem o nome de afixos. Quando são colocados antes do radical, como acontece

com sub, os afixos recebem o nome de prefixos. Quando, como arização, surgem depois do radical os afixos são chamados

de

Prefixos e sufixos, além de operar mudança de classe gramatical, são capazes de introduzir modificações de significado no radical a que são acrescentados.

sufixos.

Desinências Quando se conjuga o verbo amar, obtêm-se formas como amava, amavas, amava, amávamos, amáveis, amavam. Essas

modificações ocorrem à medida que o verbo vai sendo flexionado em número (singular e plural) e pessoa (primeira, segunda ou terceira). Também ocorrem se modificarmos o tempo e o modo

do verbo (amava, amara, amasse, por exemplo).

Podemos concluir, assim, que existem morfemas que indicam as flexões das palavras. Esses morfemas sempre surgem no fim das palavras variáveis e recebem o nome de desinências. Há desinências nominais e desinências verbais.

Desinências nominais: indicam o gênero e o número dos nomes. Para a indicação de gênero, o português costuma opor as desinências -o/-a: garoto/garota; menino/menina. Para a indicação de número, costuma-se utilizar o morfema –s, que indica o plural em oposição à ausência de morfema, que indica o singular: garoto/garotos; garota/garotas; menino/meninos; menina/meninas. No caso dos nomes terminados em –r e –z, a desinência de plural assume a forma -es:

mar/mares;

revólver/revólveres;

 

cruz/cruzes.

Desinências

verbais:

em

nossa

língua,

as

desinências

verbais pertencem a dois tipos distintos. Há aqueles que indicam

o modo e o tempo (desinências modo-temporais) e aquelas que

indicam o número e a pessoa dos verbos (desinência número- pessoais):

cant-á-va-mos cant-á-sse-is cant: radical cant: radical -á-: vogal temática -á-: vogal temática

-va-: desinência modo-temporal(caracteriza o pretérito imperfeito do indicativo) -sse-: desinência modo-temporal (caracteriza o pretérito imperfeito do subjuntivo) -mos: desinência número-pessoal (caracteriza a primeira pessoa do plural) -is: desinência número-pessoal (caracteriza a segunda pessoa do plural)

Vogal temática Observe que, entre o radical cant- e as desinências verbais, surge sempre o morfema –a.

Esse morfema, que liga o radical às desinências, é chamado

de vogal temática. Sua função é ligar-se ao radical, constituindo

o chamado tema. É ao tema (radical + vogal temática) que se

APOSTILAS OPÇÃO

   

1-) Derivação regressiva: a palavra nova é obtida por

acrescentam as desinências. Tanto os verbos como os nomes apresentam vogais temáticas.

Vogais temáticas nominais: São -a, -e, e -o, quando átonas finais, como em mesa, artista, busca, perda, escola, triste, base, combate. Nesses casos, não poderíamos pensar que essas terminações são desinências indicadoras de gênero, pois a mesa, escola, por exemplo, não sofrem esse tipo de flexão. É a essas vogais temáticas que se liga a desinência indicadora de plural:

mesa-s, escola-s, perda-s. Os nomes terminados em vogais tônicas (sofá, café, cipó, caqui, por exemplo) não apresentam vogal temática.

redução da palavra primitiva. Ocorre, sobretudo, na formação de substantivos derivados de verbos. Exemplo: A pesca está proibida. (pescar). Proibida a caça