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CURSO PARA TECLADO E LIÇÕES PARA PIANO

CURSO PARA TECLADO E LIÇÕES PARA PIANO Prof. ANDRÉ ALVES 1ª Edição Produção Independente

Prof. ANDRÉ ALVES

1ª Edição

Produção Independente

Introdução

Estudaremos neste método os principais temas abordados no grandioso estudo da música, que inclui a fase teórica e a fase prática do estudo. É totalmente indispensável que todos tenham bastante atenção e interesse, pois é impossível ser um bom músico, sem esforço e sem paciência. Alguns alunos têm pressa para tocar antes mesmo de um conhecimento teórico, más isso é um erro grave. Seja paciente e sempre escute seu professor. Quanto ao tempo de aprendizagem: dependerá muito do aluno. Quanto maior o interesse, mais rápido será seu desenvolvimento. Ouça musica sempre que puder e pratique seu instrumento todos os dias, pelo menos 6 horas diárias, com duração de 2 horas cada estudo. Seja humilde; faça amigos que sejam músicos; tenha curiosidade de aprender sempre mais; procure tocar músicas de qualidade e siga em frente.

Aproveite bem, e bom estudo!

2 André Alves

História da Música

As primeiras manifestações musicais não deixaram vestígios da forma como na Pré-História se começou a fazer arte com os sons. Os timbres produzidos pela Natureza e pelo próprio corpo fascinaram certamente o Homem desses tempos, dando-lhe vontade de imitá-los. Portanto, muito antes do aparecimento dos primeiros instrumentos musicais o homem já fazia a sua música,

imitando os sons da Natureza (gritos, sons corporais, paus,

ramos, pedras, conchas

).

Presume-se que o homem de Neandertal já fizesse música. Sabe-se com alguma certeza que o homem da Cro-Magnon, mais evoluído que os seus antecessores conheciam o prazer de escutá-la e interpretar como o Homo Sapiens, a fala e a capacidade de abstração. Há vestígios, tal como podemos observar nas pinturas das

cavernas, de que o homem utilizava a música nas cerimônias rituais (caça cultos dos mortos, evocação das forças da

natureza

)

Primeiro usaria a voz e outros sons do corpo, mas ao longo do

tempo, foi construindo instrumentos musicais, e com eles acompanhou essas músicas e danças para torná-las mais “agradáveis” e, deste modo, a agradar os seus deuses. Na Mesopotâmia encontraram-se provas de que existiram grupos de instrumentos de sopro, cordas e percussão. Nos vasos sumérios (meados do Século III a.C.) estão reproduzidos intérpretes de instrumentos musicais de corda. No segundo milênio a.C. existia já uma notação musical na Mesopotâmia, assim como uma teoria musical baseada em princípios matemáticos.

3 André Alves

PRINCÍPIOS BÁSICOS DA MÚSICA

MÚSICA é a arte de expressar e manifestar diversos afetos de nossa alma através da combinação e efeito dos sons.

A Música está dividida em três principais partes:

MELODIA que é a combinação dos sons sucessivos (isto é, notas tocadas uma após outra) Ex: Solo e Canto. No teclado geralmente executa-se na mão direita.

HARMONIA que é a combinação dos sons simultâneos (isto é, notas tocadas de uma só vez) Ex: Acordes. No teclado geralmente executa-se na mão esquerda.

RÍTMO que é a combinação dos valores (isto é, o som que é produzido por instrumentos de percussão que movimentam e marcam a pulsação ou o andamento da música)

Pulsação é o movimento contínuo sobre qual se organizam as durações dos sons. Andamento é a velocidade em que a música é executada.

PROPIEDADES DO SOM

Altura é a propriedade de o som ser mais grave (grosso) ou mais agudo (fino).

Duração é o tempo de reprodução do som.

Intensidade é a propriedade de o som ser mais forte ou mais fraco.

Timbre é a qualidade do som que nos permite reconhecer sua origem. É através do timbre que sabemos se o som foi produzido por um piano, um cavaquinho, uma flauta ou uma voz humana.

4 André Alves

A Música escreve-se com caracteres chamados de notas. Estes são sete: Dó -Ré - Mi - Fá - Sol - Lá - Si Estas notas representam os sons.

Mi - Fá - Sol - Lá - Si Estas notas representam os sons. Essas mesmas

Essas mesmas notas se repetem de 7 em 7, simultaneamente a mudança de suas alturas, como mostra a figura abaixo.

a mudança de suas alturas, como mostra a figura abaixo. PAUTA MUSICAL ou PENTAGRAMA As notas

PAUTA MUSICAL ou PENTAGRAMA

As notas colocam-se sobre a pauta musical, o que chamamos o conjunto de cinco linhas e quatro espaços, como mostra a figura abaixo.

4° espaço

linha linha linha

3° espaço

linha

2° espaço

linha

1° espaço

5 André Alves

CLAVES

As claves determinam a localização das notas na pauta.

Clave de Sol (determina o local da nota Sol na 2° linha) Sendo utilizada em notas médias e agudas.

 Sol

Sol

Clave de Fá (determina o local da nota Fá na 4° linha, podendo ser usada na 3° linha) Sendo utilizada em notas graves.



Clave de Dó (determina o local da nota Dó, podendo ser usada na 1°, 2°, 3° e 4° linhas) Sendo utilizada para o canto.

na 1°, 2°, 3° e 4° linhas) Sendo utilizada para o canto. Distribuição das notas em

Distribuição das notas em duas claves.

na 1°, 2°, 3° e 4° linhas) Sendo utilizada para o canto. Distribuição das notas em

6 André Alves

Notas na Clave de Sol:

Notas nas linhas MI SOL SI RÉ FÁ
Notas nas linhas
MI
SOL
SI
Notas nos espaços FÁ LÁ DÓ MI
Notas nos espaços
MI

Notas Suplementares Superiores

SOL

SI

MI

DÓ MI Notas Suplementares Superiores SOL LÁ SI DÓ RÉ MI RÉ DÓ SI LÁ SOL

SI

SOL

Notas Suplementares Inferiores

QUADRO DE NOTAS NA EXTENSÃO DE DUAS OITAVAS.

Graus

I° II° III° VI° V° VI° VII° VIII° Acidentes Dó # Ré # Fá #
II°
III°
VI°
VI°
VII°
VIII°
Acidentes
Dó #
Ré #
Fá #
Sol#
Lá#
C#
D#
F#
G#
A#
Ré b
Mi b
Sol b
Lá b
Sib
Db
Eb
Gb
Ab
Bb
MI
SOL
SI
C
D
E
F
G
A
B
Naturais
Extensão de uma oitava
Cifra

7 André Alves

METRÔNOMO Instrumento usado para marcar o andamento. Ele tem a função de manter o músico

METRÔNOMO

Instrumento usado para marcar o andamento.

Ele tem a função de manter o músico dentro do ritmo.

Ele tem a função de manter o músico dentro do ritmo. Quando o marcador está em

Quando o marcador está em

= 60, por exemplo, o metrônomo

bate sessenta vezes por minuto, que é igual a uma batida por segundo, ou seja neste caso terá o mesmo andamento do ponteiro de um relógio.

FIGURAS E VALORES

Nome

 

Nome

   

positivo

Figura

negativo

Figura

Duração

semibreve

semibreve pausa de 4

pausa de

semibreve pausa de 4

4

semibreve

tempos

mínima

mínima pausa de 2

pausa de

mínima pausa de 2

2

mínima

tempos

semínima

semínima pausa de  

pausa de

semínima pausa de  
 

semínima

1 tempo

 
  pausa de ½ tempo

pausa de

  pausa de ½ tempo

½ tempo

colcheia

colcheia

 
  pausa de semicolcheia ¼ de

pausa de semicolcheia

  pausa de semicolcheia ¼ de

¼ de

semicolcheia

tempo

fusa

fusa pausa de 1/8 de

pausa de

fusa pausa de 1/8 de

1/8 de

fusa

tempo

semifusa

semifusa pausa de 1/16 de

pausa de

semifusa pausa de 1/16 de

1/16 de

semifusa

tempo

Partes da figura:

1/8 de fusa tempo semifusa pausa de 1/16 de semifusa tempo Partes da figura: 8 André

8 André Alves

COMPASSO Compasso é a divisão da música em pequenas partes, de duração igual ou variável.

Os compassos são divididos por uma linha vertical, chamada travessão ou barra de divisão. Pode ser dupla quando se separa seções da música e para concluí-la a segunda barra é mais grossa, chamada barra de fim.

barra de divisão

barra dupla

barra de fim




compasso

compasso

compasso

dupla barra de fim  compasso compasso compasso compasso  Há três espécies de compassos são:

compasso

Há três espécies de compassos são:

Os que se dividem em 4 tempos, chamados QUATERNÁRIO

3

Os que se dividem em 4 tempos, chamados QUATERNÁRIO 3 1 2 4 2 4 1
Os que se dividem em 4 tempos, chamados QUATERNÁRIO 3 1 2 4 2 4 1

1 2

4

2

4

se dividem em 4 tempos, chamados QUATERNÁRIO 3 1 2 4 2 4 1 3 Os

1

3

Os que se dividem em 3 tempos, chamados TERNÁRIO

3

1 2
1
2
3
3

1

2

Os que se dividem em 2 tempos. chamados BINÁRIO

2

2 3 1 2 Os que se dividem em 2 tempos. chamados BINÁRIO 2 1 2

1

2
2

1

Os tempos de cada espécie de compasso são também divididos em tempos fortes e tempos fracos.

9 André Alves

Nos compassos a quatro tempos, o primeiro e o terceiro são fortes; o segundo e o quarto são fracos.

Nos compassos a três tempos, o primeiro é forte; o segundo e o terceiro são fracos. No entanto em alguns casos os dois primeiros são fortes e o terceiro fraco, e outros em que o primeiro e o terceiro são fortes e o segundo fraco.

Nos compassos a dois tempos, o primeiro é forte; e o segundo fraco.

FRAÇÃO OU FÓRMULA DE COMPASSO

4 TEMPOS 3 TEMPOS 2 TEMPOS
4 TEMPOS
3 TEMPOS
2 TEMPOS

COMPASSOS SIMPLES

COMPASSOS COMPOSTOS

A fração indica qual figura musical vai ser a unidade de tempo (valor da pulsação) e quantos tempos serão usados em cada compasso.

Unidade de compasso Fração Numerador Denominador
Unidade de compasso
Fração
Numerador
Denominador

Unidade de tempo

Numerador: indica a unidade de compasso. Denominador: indica a unidade de tempo. Unidade de compasso: é a figura que soma todos os tempos do compasso. Unidade de tempo: é a figura que vale um tempo no compasso.

10 André Alves

Denominadores correspondentes

1 2 4 8 16 32 64
1
2
4
8
16
32
64

Compasso simples é aquele que a unidade de tempo é um valor simples. Os valores simples servem para indicar a unidade de tempo, divisível em duas partes. Ex:

indicar a unidade de tempo, divisível em duas partes. Ex: Compasso composto é aquele que a

Compasso composto é aquele que a unidade de tempo é um valor composto. Os valores pontuados servem para indicar a unidade de tempo, divisível em três partes. Ex:

indicar a unidade de tempo, divisível em três partes. Ex: Tendo-se um compasso simples acha-se o

Tendo-se um compasso simples acha-se o composto multiplicando o numerador por 3 e o denominador por 2.

multiplicando o numerador por 3 e o denominador por 2. Tendo-se um compasso composto acha-se o

Tendo-se um compasso composto acha-se o correspondente Dividindo o numerador por 3 e o denominador por 2.

um compasso composto acha-se o correspondente Dividindo o numerador por 3 e o denominador por 2.

11 André Alves

ACIDENTES

acidente que eleva em meio tom a altura da nota.

Sustenido,

Bemol,

Bequadro,

Dobrado sustenido

Duas vezes o efeito do sustenido, elevando dois semitons

Dobrado bemol

Duas vezes o efeito do bemol, diminuindo dois semitons

acidente que eleva em meio tom a altura da nota.



anula qualquer acidente.



SEMITOM E TOM Semitom é o menor intervalo entre uma nota e outra no teclado. Tom é a soma de dois semitons.

Existem dois tipos de semitom, são eles:

Semitom Cromático; quando um intervalo de meio tom recebe o mesmo nome, acrescentando-se apenas o símbolo de acidente.

Ex: Dó,Dó# - Lá, Láb.

Semitom Diatônico; quando um intervalo de meio tom recebe

nomes diferentes. Ex: Mi, Fá Si, Dó Lá#, Si.

ESCALAS (Diatônica e Cromática)

Escalas são sons que se sucedem por certo número de graus conjuntos, ascendentes ou descendentes, dentro da oitava. A escala DIATÔNICA é composta de intervalos de cinco tons e dois semitons, sendo um semitom do 3° ao 4° grau e um semitom do 7° ao 8° grau.

Numeração dos dedos:

Mão Esquerda

Mão Direita

do 3° ao 4° grau e um semitom do 7° ao 8° grau. Numeração dos dedos:

12 André Alves

ESCALA DIATÔNICA EM DÓ MAIOR

(Exercitar no teclado com a numeração dos dedos)

Escala ascendente

Escala descendente

numeração dos dedos) Escala ascendente Escala descendente 1 2 3 1 2 3 4 5 4

1

2

3

1

2

3

4

5

4

3

2

1

3

2

1

ascendente Escala descendente 1 2 3 1 2 3 4 5 4 3 2 1 3

A escala CROMÁTICA é composta de intervalos de semitom, portanto encontra-se esta escala, tocando nota a nota a percorrer o teclado.

ESCALA CROMÁTICA EM DÓ MAIOR

Ascendente

o teclado. ESCALA CROMÁTICA EM DÓ MAIOR Ascendente 1 2 1 3 1 2 3 1

1

2

1

3

1

2

3

1

2

1

3

4

5

Descendente

DÓ MAIOR Ascendente 1 2 1 3 1 2 3 1 2 1 3 4 5

5

4

3

1

2

1

3

2

1

3

1

2

1

Os graus da escala são assim classificados:

TÔNICA

II°

SUPERTÔNICA

III°

MEDIANTE

IV°

SUBDOMINANTE

DOMINANTE

VI°

SUPERDOMINATE

VII°

SENSÍVEL

VIII°

TÔNICA

13 André Alves

INTERVALOS

(O espaço entre duas notas musicais)

Ex:

INTERVALOS (O espaço entre duas notas musicais) Ex: Uníssono Int. 2ª Int. 3ª Int. 4ª Int.

Uníssono

Int. 2ª

Int. 3ª

Int. 4ª

Int. 5ª

Int. 6ª

(Exercitar no teclado)

Int. 7ª

Int. 8ª

1 3 2 4 3 5 2 4 3 4 2 3 1
1
3
2
4
3
5
2
4
3
4
2
3
1

CIFRAS

(Este é um sistema universal que serve para dar nomes aos acordes)

C DÓ MAIOR.

Cm

DÓ MENOR

D RÉ MAIOR

Dm

RÉ MENOR

E MI MAIOR

Em

MI MENOR

F FÁ MAIOR

Fm

FÁ MENOR

G SOL MAIOR

Gm

SOL MENOR

A LÁ MAIOR

Am

LÁ MENOR

B SÍ MAIOR

Bm

SÍ MENOR

CAMPO HARMÔNICO MAIOR

(TRÍADES E TÉTRADES)

Tríade é o acorde de três notas, separadas por terças.

Campo Harmônico de Dó Maior em Tríades.

por terças. Campo Harmônico de Dó Maior em Tríades. C Dm Em F G Am B°

C

Dm

Em

F

G

Am

C

Tétrade é o acorde de quatro notas, separadas por terças.

Campo Harmônico de Dó Maior em Tétrades.

separadas por terças. Campo Harmônico de Dó Maior em Tétrades. C7M Dm7 Em7 F7M G7 Am7

C7M

Dm7

Em7

F7M

G7

Am7

Bm7/b5

C7M

14 André Alves

FORMAÇÃO DOS ACORDES MAIORES E MENORES NATURAIS.

Os acordes maiores são formados do 1º, 3º e 5º graus da escala maior. Os acordes menores são formados do 1º, b3º e 5º graus da escala maior.

C

menores são formados do 1º, b3º e 5º graus da escala maior. C D E F

D

menores são formados do 1º, b3º e 5º graus da escala maior. C D E F

E

menores são formados do 1º, b3º e 5º graus da escala maior. C D E F

F

menores são formados do 1º, b3º e 5º graus da escala maior. C D E F

G

menores são formados do 1º, b3º e 5º graus da escala maior. C D E F

A

menores são formados do 1º, b3º e 5º graus da escala maior. C D E F

B

menores são formados do 1º, b3º e 5º graus da escala maior. C D E F

Cm

menores são formados do 1º, b3º e 5º graus da escala maior. C D E F

Dm

menores são formados do 1º, b3º e 5º graus da escala maior. C D E F

Em

menores são formados do 1º, b3º e 5º graus da escala maior. C D E F

Fm

menores são formados do 1º, b3º e 5º graus da escala maior. C D E F

Gm

menores são formados do 1º, b3º e 5º graus da escala maior. C D E F

Am

menores são formados do 1º, b3º e 5º graus da escala maior. C D E F

Bm

menores são formados do 1º, b3º e 5º graus da escala maior. C D E F

15 André Alves

CAMPO HARMÔNICO MENOR

(TRÍADES E TÉTRADES)

CAMPO HARMÔNICO MENOR (TRÍADES E TÉTRADES) Cm D° Eb+ Fm G Ab B° Cm7M D°7 Eb+7M

Cm

Eb+

Fm

G

Ab

Cm7M D°7 Eb+7M Fm7 G7 Ab7M B°7
Cm7M
D°7
Eb+7M
Fm7
G7
Ab7M
B°7

EXERCÍCIO 1

 C G C 3 5 3 4 4 3 2 2 1 1 F

C
G
C
3
5
3
4
4
3
2
2
1
1
F
5
3
2
1
2
3
4
4
G
F
C
1
4 + 1
5
1 + 5
5
4
1

EXERCÍCIO 2

C G 5 4 5 3 4 4 3 2 3 3 2 2 1
C
G
5
4
5
3
4
4
3
2
3
3
2
2
1
C
G
5
5
4
3
3
5
3
4
2
1
1
C
F
4
5
4
3
3
3
1
2
5
1
C
G
C
3
3
5
3
4
5
4
1
3
2
2
5
1

16 André Alves

FORMAÇÃO DOS ACORDES MAIORES COM SÉTIMAS MAIORES E ACORDES MENORES COM SÉTIMAS MAIORES. Os acordes maiores com sétimas maiores são formados do 1º, 3º, 5º e 7º grau maior da escala maior. Os acordes menores com sétimas maiores são formados do 1º, b3º, 5º e 7º grau maior da escala maior.

C7M

do 1º, b3º, 5º e 7º grau maior da escala maior. C7M D7M E7M F7M G7M

D7M

do 1º, b3º, 5º e 7º grau maior da escala maior. C7M D7M E7M F7M G7M

E7M

1º, b3º, 5º e 7º grau maior da escala maior. C7M D7M E7M F7M G7M A7M

F7M

b3º, 5º e 7º grau maior da escala maior. C7M D7M E7M F7M G7M A7M B7M

G7M

5º e 7º grau maior da escala maior. C7M D7M E7M F7M G7M A7M B7M Cm7M

A7M

5º e 7º grau maior da escala maior. C7M D7M E7M F7M G7M A7M B7M Cm7M

B7M

5º e 7º grau maior da escala maior. C7M D7M E7M F7M G7M A7M B7M Cm7M

Cm7M

5º e 7º grau maior da escala maior. C7M D7M E7M F7M G7M A7M B7M Cm7M

Dm7M

5º e 7º grau maior da escala maior. C7M D7M E7M F7M G7M A7M B7M Cm7M

Em7M

5º e 7º grau maior da escala maior. C7M D7M E7M F7M G7M A7M B7M Cm7M

Fm7M

5º e 7º grau maior da escala maior. C7M D7M E7M F7M G7M A7M B7M Cm7M

Gm7M

5º e 7º grau maior da escala maior. C7M D7M E7M F7M G7M A7M B7M Cm7M

Am7M

5º e 7º grau maior da escala maior. C7M D7M E7M F7M G7M A7M B7M Cm7M
5º e 7º grau maior da escala maior. C7M D7M E7M F7M G7M A7M B7M Cm7M
5º e 7º grau maior da escala maior. C7M D7M E7M F7M G7M A7M B7M Cm7M

Bm7M

5º e 7º grau maior da escala maior. C7M D7M E7M F7M G7M A7M B7M Cm7M
5º e 7º grau maior da escala maior. C7M D7M E7M F7M G7M A7M B7M Cm7M

17 André Alves

ACORDES MAIORES COM SÉTIMAS MENORES E ACORDES MENORES COM SÉTIMAS MENORES

Os acordes menores com sétimas menores são formados do 1º, 3º, 5º e 7º grau menor da escala maior. Os acordes menores com sétimas menores são formados do 1º, b3º, 5º e 7º grau menor da escala maior.

C7

do 1º, b3º, 5º e 7º grau menor da escala maior. C7 D7 E7 F7 G7

D7

do 1º, b3º, 5º e 7º grau menor da escala maior. C7 D7 E7 F7 G7

E7

do 1º, b3º, 5º e 7º grau menor da escala maior. C7 D7 E7 F7 G7

F7

do 1º, b3º, 5º e 7º grau menor da escala maior. C7 D7 E7 F7 G7

G7

do 1º, b3º, 5º e 7º grau menor da escala maior. C7 D7 E7 F7 G7

A7

do 1º, b3º, 5º e 7º grau menor da escala maior. C7 D7 E7 F7 G7

B7

do 1º, b3º, 5º e 7º grau menor da escala maior. C7 D7 E7 F7 G7

Cm7

do 1º, b3º, 5º e 7º grau menor da escala maior. C7 D7 E7 F7 G7

Dm7

do 1º, b3º, 5º e 7º grau menor da escala maior. C7 D7 E7 F7 G7

Em7

do 1º, b3º, 5º e 7º grau menor da escala maior. C7 D7 E7 F7 G7

Fm7

do 1º, b3º, 5º e 7º grau menor da escala maior. C7 D7 E7 F7 G7

Gm7

do 1º, b3º, 5º e 7º grau menor da escala maior. C7 D7 E7 F7 G7

Am7

do 1º, b3º, 5º e 7º grau menor da escala maior. C7 D7 E7 F7 G7

Bm7

do 1º, b3º, 5º e 7º grau menor da escala maior. C7 D7 E7 F7 G7

18 André Alves

EXERCÍCIO 3

4 3 3 4 3 2 3 2 2 1 5 4 C G7 C
4
3
3
4
3
2
3
2
2
1
5
4
C
G7
C
3
1
2
2
3
4
5
4
1
3
3
3
2
5
2
5
4
2
4
F
C
G7
C
3
3
1
2
2
3
4
5
4
5
1
3
2
2
4
1

C

G7

C

F

INVERSÃO DOS ACORDES

Quando a nota fundamental deixa de ser a nota mais grave do acorde, trata-se de um acorde invertido. Na cifra, coloca-se em destaque a nota mais grave, que passará a ser o baixo do acorde.

A tríade tem duas inversões.

a ser o baixo do acorde. A tríade tem duas inversões. C C/E C/G P. Fundamental
C C/E C/G
C
C/E
C/G

P. Fundamental

1ª inversão

2ª inversão

Dm

Dm/F

Dm/A

C/G P. Fundamental 1ª inversão 2ª inversão Dm Dm/F Dm/A P. Fundamental 1ª inversão 2ª inversão
C/G P. Fundamental 1ª inversão 2ª inversão Dm Dm/F Dm/A P. Fundamental 1ª inversão 2ª inversão

P. Fundamental

1ª inversão

2ª inversão

A tétrade tem três inversões.

D7

D7/F#

D7/A

D/C

inversão A tétrade tem três inversões. D7 D7/F# D7/A D/C P. Fundamental 1ª inversão 2ª inversão

P. Fundamental

1ª inversão

2ª inversão

3ª inversão

D/C P. Fundamental 1ª inversão 2ª inversão 3ª inversão Observe a ausência do 7 em D/C

Observe a ausência do 7 em D/C, pois o baixo já é a 7ª do acorde.

19 André Alves

ARMADURAS, TONS MAIORES E RELATIVAS MENORES

Sustenidos

ARMADURAS, TONS MAIORES E RELATIVAS MENORES Sustenidos Bemóis (x) C ou Am (1#) G ou Em

Bemóis

TONS MAIORES E RELATIVAS MENORES Sustenidos Bemóis (x) C ou Am (1#) G ou Em (2#)

(x) C ou Am

(1#) G ou Em

(2#) D ou Bm

(3#) A ou F#m

(1b) F ou Dm

(2b) Bb ou Gm

(3b) Eb ou Cm

(4b) Ab ou Fm

F ou Dm (2b) Bb ou Gm (3b) Eb ou Cm (4b) Ab ou Fm (4#)
F ou Dm (2b) Bb ou Gm (3b) Eb ou Cm (4b) Ab ou Fm (4#)

(4#) E ou C#m

(5#) B ou G#m

(6#) F# ou D#m

(7#) C# ou A#m

(5b) Db ou Bbm

(6b) Gb ou Ebm

(7b) Cb ou Abm

20 André Alves

SINAIS DE REPETIÇÃO

RITORNELO: Palavra italiana que quer dizer: Retornar. Este sinal quando colocado em um trecho da musica deve-se repetir a execução.

em um trecho da musica deve-se repetir a execução. E ainda podendo acrescentar o número de

E ainda podendo acrescentar o número de repetições.

3x
3x

EXPRESSÕES 1ª VEZ E 2ª VEZ Quando o trecho que se repete não deve terminar igual a primeira repetição usa-se as expressões 1. e 2.

igual a primeira repetição usa-se as expressões 1. e 2. Da Capo: Palavra italiana cujo significado

Da Capo: Palavra italiana cujo significado é: do princípio. Indica que se deve voltar ao início.

é: do princípio. Indica que se deve voltar ao início. Da capo al Indica que se
é: do princípio. Indica que se deve voltar ao início. Da capo al Indica que se

Da capo al Indica que se deve voltar ao lugar onde se encontra o sinal e quase sempre terminando em Fine .

Sinal de salto ou Coda

O nome já diz tudo, saltar o trecho até o próximo sinal

quase sempre fazendo uma combinação com o Da Capo.

,
,

21 André Alves

LIGADURA Liga-se uma figura á outra. Ex:

LIGADURA Liga-se uma figura á outra. Ex: Total de 3 tempos Total de 1 tempo e

Total de 3 tempos

Total de 1 tempo e meio

SÍNCOPA ou SÍNCOPE Liga de um tempo fraco a um forte de outro compasso. Existem dois tipos de Sincopa:

Sincopa Regular; quando as figuras ligadas têm os mesmos valores.




Sincopa Irregular; quando as figuras ligadas têm valores diferentes.

; quando as figuras ligadas têm valores diferentes.  FERMATA (sustentação indeterminada da nota indicada)

FERMATA (sustentação indeterminada da nota indicada)

diferentes.  FERMATA (sustentação indeterminada da nota indicada) LEGATO (execução ligada) 2 2 André Alves

LEGATO (execução ligada)

diferentes.  FERMATA (sustentação indeterminada da nota indicada) LEGATO (execução ligada) 2 2 André Alves

22 André Alves

STACCATO (execução destacada)

ESCRITA
ESCRITA

EXECUÇÃO

STACCATO (execução destacada) ESCRITA EXECUÇÃO PONTO DE AUMENTO E PONTO DUPLO O ponto de aumento serve

PONTO DE AUMENTO E PONTO DUPLO O ponto de aumento serve para prolongar a nota por mais da metade de seu valor, por exemplo:

Se uma Mínima for pontuada ela valerá 3 tempos.

=
=

Neste caso o ponto valerá 1 tempo, que é a metade da Mínima. Então se esta Mínima vale 2 tempos, e o ponto 1 tempo, calculando o valor total será de 3 tempos.

Se uma semínima for pontuada ela valerá 1 tempo e ½.

=
=

O Ponto Duplo é a metade mais a metade da figura pontuada.

=
=

23 André Alves

PARABÉNS PRA VOCÊ (Happy Birthday)

Mildred J. Hill/Patty S. Hill

= 120

C

G

C

C7 F G C C
C7
F
G
C
C

NOITE FELIZ

J.MOHR F. GRUBER

= 100

C G C F C F C G Am C G C
C
G
C
F
C
F
C
G
Am
C
G
C

24 André Alves

SINFONIA N° 9

L. V. Beethoven

= 100

C

G

C

G

C G C G C G C G C G Am D G C F
C
G
C
G
C
G
C
G
C
G
Am
D
G
C
F
C
G
C

QUIÁTERAS São grupos de notas que não obedecem à divisão normal do compasso, ou a subdivisão normal de seus tempos.

normal do compasso, ou a subdivisão normal de seus tempos. Neste exemplo aparecem três semínimas, onde

Neste exemplo aparecem três semínimas, onde normalmente seria duas. As quiálteras são chamadas de acordo com o número de notas que as compõem.

chamadas de acordo com o número de notas que as compõem. - três quiálteras ou “tercina”.

- três quiálteras ou “tercina”.

-
-
que as compõem. - três quiálteras ou “tercina”. - - cinco quiálteras ou “quintina”. - seis

- cinco quiálteras ou “quintina”.

- seis quiálteras ou “sextina”.

25 André Alves

FORMAÇÃO DOS ACORDES MAIORES SUSTENIDOS E BEMÓIS E MENORES SUSTENIDOS E BEMÓIS.

C# ou Db

E BEMÓIS E MENORES SUSTENIDOS E BEMÓIS. C# ou Db D# ou Eb F# ou Gb

D# ou Eb

E BEMÓIS E MENORES SUSTENIDOS E BEMÓIS. C# ou Db D# ou Eb F# ou Gb

F# ou Gb

E MENORES SUSTENIDOS E BEMÓIS. C# ou Db D# ou Eb F# ou Gb G# ou

G# ou Ab

SUSTENIDOS E BEMÓIS. C# ou Db D# ou Eb F# ou Gb G# ou Ab A#

A# ou Bb

E BEMÓIS. C# ou Db D# ou Eb F# ou Gb G# ou Ab A# ou

C#m ou Dbm

C# ou Db D# ou Eb F# ou Gb G# ou Ab A# ou Bb C#m

D# m ou Ebm

C# ou Db D# ou Eb F# ou Gb G# ou Ab A# ou Bb C#m

F#m ou Gbm

C# ou Db D# ou Eb F# ou Gb G# ou Ab A# ou Bb C#m

G#m ou Bbm

C# ou Db D# ou Eb F# ou Gb G# ou Ab A# ou Bb C#m

A#m ou Bbm

C# ou Db D# ou Eb F# ou Gb G# ou Ab A# ou Bb C#m

26 André Alves

ACORDES DE SÉTIMA MENOR COM QUINTA DIMINUTA ou ACORDES SEMIDIMINUTOS

Estes acordes são formados do I, III menor, V diminuta e VII menor da escala maior.

EX:



Cm7( 5) ou

e VII menor da escala maior. EX:   Cm7( 5) ou C° ACORDES DE 7°

ACORDES DE 7° DIMINUTA ou ACORDES DIMINUTOS

Os acordes diminutos são formados do I°, III menor, V diminuta e VII diminuta da escala maior.

EX:

ou Cdim

V diminuta e VII diminuta da escala maior. EX: C° ou Cdim ACORDES AUMENTADOS Os acodes

ACORDES AUMENTADOS Os acodes aumentados são formados do I, III, V aumentada.

EX:

C+, C(#5) ou Caug

formados do I, III, V aumentada. EX: C+, C( # 5) ou Caug ACORDES AUMENTADOS COM

ACORDES AUMENTADOS COM SÉTIMA MENOR OU SÉTIMA DA DOMINANTE

Estes acordes são formados do I, III, V aumentada e sétima menor.

EX:

C+7 ou C7(#5)

DOMINANTE Estes acordes são formados do I, III, V aumentada e sétima menor. EX: C+7 ou

27 André Alves

ACORDES COM SEXTA Os acordes maiores com sexta são formados do 1°, 3°, 5° e 6° graus da escala maior. Os acordes menores com sexta são formados do 1°, 3° menor, 5° e 6° graus da escala maior.

EX:

C6

do 1°, 3° menor, 5° e 6° graus da escala maior. EX: C6 Cm6 ACORDES SUS4

Cm6

1°, 3° menor, 5° e 6° graus da escala maior. EX: C6 Cm6 ACORDES SUS4 E

ACORDES SUS4 E SUS2 Os acordes sus “suspensão” não possui a 3ª. No exemplo abaixo vemos que a 3ª e substituída pela 4ª ou 2ª da escala maior.

EX:

CSUS4

e substituída pela 4ª ou 2ª da escala maior. EX: C SUS 4 C SUS 2

CSUS2

pela 4ª ou 2ª da escala maior. EX: C SUS 4 C SUS 2 ACORDES OMITIDOS

ACORDES OMITIDOS Estes acordes não possuem a 3°, apenas 1° e 5° graus.

EX:

Comit3

2 ACORDES OMITIDOS Estes acordes não possuem a 3°, apenas 1° e 5° graus. EX: C

Comit5

2 ACORDES OMITIDOS Estes acordes não possuem a 3°, apenas 1° e 5° graus. EX: C

28 André Alves

NOTAS ORNAMENTAIS

11ª 12ª 13ª NATURAIS 9ª 10ª ORNAMENTAIS
11ª
12ª
13ª
NATURAIS
10ª
ORNAMENTAIS

As notas ornamentais podem ser empregadas aos acordes, sendo conhecidos por acordes dissonantes.

Ex:

C(9)

sendo conhecidos por acordes dissonantes. Ex: C (9) C7M (#11) E ainda: (b9), (#9), (b13) .

C7M(#11)

conhecidos por acordes dissonantes. Ex: C (9) C7M (#11) E ainda: (b9), (#9), (b13) . C

E ainda: (b9), (#9), (b13) .

Cadd9

Ex: C (9) C7M (#11) E ainda: (b9), (#9), (b13) . C add9 C7 (13) PRINCIPAIS

C7(13)

C (9) C7M (#11) E ainda: (b9), (#9), (b13) . C add9 C7 (13) PRINCIPAIS TERMOS

PRINCIPAIS TERMOS QUE IDICAM ADAMENTO

Termos Italianos.

LENTO

ADÁGIO

ANDANTE

ALEGRO

PRESTÍSSIMO

Significado.

Lento.

Lentamente, Pausadamente.

Gracioso, não muito Lento.

Vivo, Alegre.

Muito vivo, Impetuoso.

PRINCIPAIS TERMOS QUE IDICAM EXPRESSÕES

Termos Italianos.

Símbolo.

Significado.

piano

p

suave

pianíssimo

pp

sonoridade muito suave

mezzo-piano

mp

meio suave

mezzo forte

mf

meio forte

forte

f

forte

fortíssimo

ff

muito forte

29 André Alves

ESCALAS NOS TONS MAIORES

DÓ

1

sustenido - SOL

ESCALAS NOS TONS MAIORES DÓ 1 sustenido - SOL 2 sustenidos - RÉ 3 sustenidos -
2 sustenidos - RÉ
2
sustenidos - RÉ
3 sustenidos - LÁ
3 sustenidos - LÁ
4 sustenidos - MI
4 sustenidos - MI

5 sustenidos - SI

- RÉ 3 sustenidos - LÁ 4 sustenidos - MI 5 sustenidos - SI 6 sustenidos

6 sustenidos FÁ#

sustenidos - LÁ 4 sustenidos - MI 5 sustenidos - SI 6 sustenidos – FÁ# 7

7 sustenidos DÓ#

sustenidos - LÁ 4 sustenidos - MI 5 sustenidos - SI 6 sustenidos – FÁ# 7

30 André Alves

1 bemol - Fá

1 bemol - Fá

2

bemóis Si bemol

1 bemol - Fá 2 bemóis – Si bemol 3 bemóis – Mi bemol 4 bemóis

3

bemóis Mi bemol

- Fá 2 bemóis – Si bemol 3 bemóis – Mi bemol 4 bemóis – Lá

4

bemóis Lá bemol

Si bemol 3 bemóis – Mi bemol 4 bemóis – Lá bemol 5 bemóis – Ré
5 bemóis – Ré bemol
5 bemóis – Ré bemol

6

bemóis Sol bemol

4 bemóis – Lá bemol 5 bemóis – Ré bemol 6 bemóis – Sol bemol 7
7 bemóis – Dó bemol
7 bemóis – Dó bemol

31 André Alves

MENORES RELATIVAS

Observação. Cada escala maior possui três escalas menores relativas:

Escala Menor Natural ou Pura Escala Menor Harmônica Escala Menor Melódica
Escala Menor Harmônica Escala Menor Natural ou Pura Escala Menor Melódica
Escala Menor MelódicaEscala Menor Natural ou Pura Escala Menor Harmônica

Todas estas escalas menores têm como o Iº grau o 6º grau da escala maior

A menor natural sobe e desce sem nenhuma alteração em

relação ao seu modo maior.

sem nenhuma alteração em relação ao seu modo maior. A menor harmônica possui o 7º grau

A menor harmônica possui o 7º grau aumentado.

maior. A menor harmônica possui o 7º grau aumentado. A menor melódica possui o 6º e

A menor melódica possui o 6º e o 7º grau aumentado quando

é ascendente, e anulam as alterações quando é descendente.

 
 

32 André Alves

ESCALAS NOS TONS MENORES NATURAIS

ESCALAS NOS TONS MENORES NATURAIS LÁ

1 sustenido - MI

ESCALAS NOS TONS MENORES NATURAIS LÁ 1 sustenido - MI 2 sustenidos - SI 3 sustenidos
2 sustenidos - SI
2 sustenidos - SI
3 sustenidos - FÁ#
3
sustenidos - FÁ#
4 sustenidos - DÓ#
4
sustenidos - DÓ#

5 sustenidos - SOL#

3 sustenidos - FÁ# 4 sustenidos - DÓ# 5 sustenidos - SOL# 6 sustenidos - RÉ#

6

sustenidos - RÉ#

3 sustenidos - FÁ# 4 sustenidos - DÓ# 5 sustenidos - SOL# 6 sustenidos - RÉ#

7

sustenidos - LÁ#

3 sustenidos - FÁ# 4 sustenidos - DÓ# 5 sustenidos - SOL# 6 sustenidos - RÉ#

33 André Alves

1 bemol - RÉ

1 bemol - RÉ

2 bemóis - SOL

1 bemol - RÉ 2 bemóis - SOL 3 bemóis - DÓ 4 bemóis - FÁ

3 bemóis - DÓ

1 bemol - RÉ 2 bemóis - SOL 3 bemóis - DÓ 4 bemóis - FÁ

4 bemóis - FÁ

1 bemol - RÉ 2 bemóis - SOL 3 bemóis - DÓ 4 bemóis - FÁ
5 bemóis - SIb
5 bemóis - SIb

6 bemóis - Mib

RÉ 2 bemóis - SOL 3 bemóis - DÓ 4 bemóis - FÁ 5 bemóis -
7 bemóis - Láb
7 bemóis - Láb

34 André Alves

LIÇÕES PARA PIANO

1ª Lição

LIÇÕES PARA PIANO 1ª Lição 2 ª Lição 3 ª Lição 3 5 André Alves

2ª Lição

LIÇÕES PARA PIANO 1ª Lição 2 ª Lição 3 ª Lição 3 5 André Alves

3ª Lição

LIÇÕES PARA PIANO 1ª Lição 2 ª Lição 3 ª Lição 3 5 André Alves

35 André Alves

4ª Lição

4 ª Lição 5 ª Lição 6 ª Lição 3 6 André Alves

5ª Lição

4 ª Lição 5 ª Lição 6 ª Lição 3 6 André Alves

6ª Lição

4 ª Lição 5 ª Lição 6 ª Lição 3 6 André Alves

36 André Alves

7ª Lição

7 ª Lição 8 ª Lição 3 7 André Alves

8ª Lição

7 ª Lição 8 ª Lição 3 7 André Alves

37 André Alves

VALSA DA DESPEDIDA

VALSA DA DESPEDIDA 3 8 André Alves

38 André Alves

UM XODÓ

UM XODÓ 3 9 André Alves
UM XODÓ 3 9 André Alves

39 André Alves

ATENÇÃO

APÓS O CONTEÚDO DESTE MÉTODO SERÁ APLICADO O REPERTÓRIO PARA TECLADO E PIANO” PARA TODOS OS ALUNOS PRATICAREM DE FORMA CONJUNTA OU INDIVIDUAL.

FIM

40 André Alves