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Degradação Bioquímica

Degradação de Polímeros e Corrosão

Prof. Hamilton Viana Prof. Renato Altobelli Antunes

Degradação Bioquímica Degradação de Polímeros e Corrosão Prof. Hamilton Viana Prof. Renato Altobelli Antunes

Degradação Bioquímica

• 1. Introdução

A degradação dos polímeros pode acontecer:

Em presença de microorganismos (Biodegradação)

Na ausência de seres vivos (degradação abiótica)

Basicamente as formas de degradação anteriormente estudadas são formas abióticas.

A degradação bioquímica é precedida pelos ataques abióticos.

anteriormente estudadas são formas abióticas. A degradação bioquímica é precedida pelos ataques abióticos.

Degradação Bioquímica

• 1. Introdução (continuação)

Dentre os tipos de degradação que atuam no campo abiótico e tem funcionado como “prévia” do ataque biológico (bioquímico) os mais comuns são:

Hidrólise: Os poliésteres são os polímeros mais succetíveis à hidrólise, por conta da presença dos grupos ésteres.

Oxidação: neste grupo temos os polímeros olefínicos cujas ligações duplas são suscetíveis à oxidação.

• Oxidação: neste grupo temos os polímeros olefínicos cujas ligações duplas são suscetíveis à oxidação.

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• 1.1. Hidrólise

A reação por hidrólise é a que mais acontece para os poliésteres. A hidrólise de ésteres é bastante conhecida na Química Orgânica, e pode ser assim representada:

os poliésteres. A hidrólise de ésteres é bastante conhecida na Química Orgânica, e pode ser assim
os poliésteres. A hidrólise de ésteres é bastante conhecida na Química Orgânica, e pode ser assim

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• 1.1. Hidrólise (continuação)

Os produtos da reação de hidrólise podem também funcionar como catalisadores das reações de degradação das outras moléculas ou de outras posições na cadeia,acelerando o processo!

Ácidos e bases também podem catalisar esta reação!

ou de outras posições na cadeia,acelerando o processo! Ácidos e bases também podem catalisar esta reação!

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• 1.2. Oxidação

Resumidamente a oxidação consiste na introdução de um (ou mais) átomos de oxigênio na cadeia polimérica.

Os elastômeros são muito mais suscetíveis à oxidação pela presença de duplas ligações e à falta de cristalinidade.

A oxidação de um polímero envolve três etapas distintas:

de duplas ligações e à falta de cristalinidade. A oxidação de um polímero envolve três etapas

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• 1.2. Oxidação (continuação)

Degradação Bioquímica • 1.2. Oxidação (continuação)
Degradação Bioquímica • 1.2. Oxidação (continuação)

Degradação Bioquímica

• 1.2. Oxidação (continuação)

Degradação Bioquímica • 1.2. Oxidação (continuação)
Degradação Bioquímica • 1.2. Oxidação (continuação)

Degradação Bioquímica

• 1.2. Oxidação (continuação)

Degradação Bioquímica • 1.2. Oxidação (continuação)
Degradação Bioquímica • 1.2. Oxidação (continuação)

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• 2. Degradação microbiológica É o processo de degradação de um polímero que resulta da ação de microorganismos:

Bactérias

Fungos

As reações de degradação microbiológica têm lugar em ambientes aeróbicos e também anaeróbicos!

• Fungos As reações de degradação microbiológica têm lugar em ambientes aeróbicos e também anaeróbicos!

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• 2. Degradação microbiológica (continuação)

É um processo natural no qual os compostos orgânicos, em contato com o meio ambiente são convertidos em compostos:

mais simples,

Inorgânicos

Redistribuídos através dos ciclos alimentares do C, N, e S

Formam-se subprodutos como CO 2 , CH 4 , H 2 S, componentes celulares microbianos entre outros.

N, e S • Formam-se subprodutos como CO 2 , CH 4 , H 2 S,

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• 2.1 A ação de fungos

São os microorganismos responsáveis pela biodegradação de materiais poliméricos,principalmente no caso dos polímeros de origem natural, como o amido e a celulose.

Produzem enzimas como:

Lipases,

Invertases,

Lactases,

Proteinases,

Amilases,

Que hidrolisam as os substratos para que possam se alimentar dos nutrientes.

Lactases, • Proteinases, • Amilases, Que hidrolisam as os subs tratos para que possam se alimentar

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• 2.1 A ação de fungos (continuação)

Resultam de processos necessariamente aeróbicos, Liberam gás carbônico na atmosfera, Devolvem ao solo compostos nitrogenados entre outros. O balanço de carbono é equilibrado!

O que é gerado é igual ao absorvido no crescimento da fonte renovável.

O balanço de carbono é equilibrado! • O que é gerado é igual ao absorvido no

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• 2.1 A ação de fungos (continuação)

Existem condições essenciais para otimização do crescimento e da ação degradativa dos fungos:

Temperatura

Umidade

Presença de material nutriente.

pH

Luz

dos fungos: • Temperatura • Umidade • Presença de material nutriente. • pH • Luz

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• 2.1 A ação de fungos (continuação)

Os fungos necessitam de água, porém existem alguns que são halofílicos (crescem e se desenvolvem em ambientes com altas concentrações de sal).

O pH mais favorável ao desenvolvimento de fungos:

entre 5 e 7.

A maioria deles tolera variações de pH:

Os fungos filamentosos podem crescer entre 1,5 e 11

as leveduras não toleram pH alcalino

variações de pH: • Os fungos filamentosos podem crescer entre 1,5 e 11 • as leveduras

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• 2.1 A ação de fungos (continuação)

Muitas espécies fúngicas exigem luz para seu desenvolvimento,

Algumas são inibidas pela luz,

Outras são indiferentes à luz,

A luz solar direta, por conta da ´presença da luz UV , é fungicida.

O crescimento dos fungos é mais lento que o das bactérias e as culturas precisam de 7 a 15 dias como período de incubação.

dos fungos é mais lento que o das bactérias e as culturas precisam de 7 a

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• 2.2 A ação de bactérias

As que estão presentes no solo desempenham um importante papel na degradação de materiais poliméricos.

Ocorrem em praticamente todos os habitats

Apresentam grande versatilidade metabólica

Podem sobreviver em ambientes hostis a outras formas de vida!

os habitats Apresentam grande versatilidade metabólica Podem sobreviver em am bientes hostis a outras formas de

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• 2.2 A ação de bactérias (continuação)

Produzem enzimas como:

Lipases,

Invertases,

Lactases,

Proteinases,

Amilases,

Que hidrolisam as os substratos para que possam se alimentar dos nutrientes.

Lactases, • Proteinases, • Amilases, Que hidrolisam as os substratos para que possam se alimentar dos

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• 2.2 A ação de bactérias (continuação)

Na falta de nitrogênio, quando não podem sintetizar proteínas nem ácidos nuclêicos:

as bactérias acumulam o carbono excedente na forma de:

polímeros em ácido hidróxibutírico ou

polímeros de glicose (amido e glicogênio).

Estes grânulos são utilizados como fonte de carbono para síntese de:

Proteínas

Ácidos nuclêicos

Na presença de N suficiente

Os processos biodegradativos provocados pelas bactérias podem acontecer tanto em meio aeróbico quanto anaeróbico!

Os processos biodegradativos provocados pelas bactérias podem acontecer tanto em meio aeróbico quanto anaeróbico!

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• 2.3 Avaliação da biodegradação

Aspectos gerais

ASTM

Métodos

Medição do consumo de O 2 Medição da produção de CO 2 Métodos de análise de superfície Determinação de perda de massa Alteração em propriedades Agressividade da biodegradação

de superfície Determinação de perda de massa Alteração em propriedades Agressividade da biodegradação