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(in)Justiça e as mazelas da acultura da superficialidade

Justiça e as mazelas da ​ acultura da superficialidade ​ http://bit.ly/mazelas ​ ​ Acultura da

http://bit.ly/mazelas​ ​Acultura da Superficialidaderepresentada por Maglianiem óleo sobre cartão, 1998.

A

acultura

da

superficialidade

escravização humana!

e

medo

ambientam

a

idiotização

e

a

A acultura da superficialidade globalista está na raiz de todos os problemas da sociedade, desde a violência até o desmanche da educação e dos serviços

Em 1995, alertou-se sobre as consequência da "acultura da superficialidade" (então) começando a ser imposta. Os "controladores globalistas", através de departamentos, das megacorporações como a Monsanto, especializados em assassinar reputação, e de lobistas, promoveram bullying, assédio moral e outras mazelas, sufocando as vozes dos conscientizadores e de quem defende a verdade.Saiba mais aqui: http://bit.ly/mazelas A encenação jurisdicional camufla a corrupção no Judiciário, a pior de todas pois não há como ser combatida. Corajosos a denunciam, como o advogado Felisberto Odilon Córdova, na Tribuna do TJSC, rompendo a espiral do silêncio

Os 3 pilares da sociedade:

Como no filme Matrix, fomos envolvidos em um holograma surreal da acultura

da superficialidade e do medo. A idiotização para escravizar humana é promovida

mediante técnicas de propaganda desenvolvidas a partir dos estudos de Freud

O egocentrismo incentivado pela acultura da superficialidade e do medo está na

raiz de todos os problemas da sociedade, desde a violência até o desmanche da

educação e dos serviços de saúde: http://bit.ly/aculturadasuperficialidade

Deperte da escravização humana dissimulada no falso-humanismo http://bit.ly/escravizacao

Descubra como escapamos dessa prisão sem correntes http://bit.ly/1mundomelhor vencendo

A sociedade contemporânea depende do equilíbrio na interseção de três Sistemas os quais sustentam a paz social, sem a qual, não há progresso. Contudo, tudo vem sendo escondido de nós. Compreenda a acultura da superficialidade e do medo, criada para escravizar a humanidade, a partir de uma coletânea de vídeos: https://vimeo.com/album/3144893/

São pilares dos quais depende a manutenção da sociedade:

1. O sistema de direito, o qual foi tornado ineficaz por falsas crenças e pela

adulteração dos valores http://bit.ly/mazelas

Compreenda melhor o Sistema Jurídico na perspectiva antropológico e humanista

transdisciplinar da TgpT aqui:http://bit.ly/tgp-t

2. O sistema desportivo. Entenda o papel e a importância do esporte e do direito na

sociedade aqui: http://bit.ly/4plano

3. O sistema de crenças e valores. As crenças falsas são disseminadas mediante HEM, a

hipnose em massa, subvertendo os valores. Saiba mais aqui http://bit.ly/hipnose-massahttps://t.co/1cg9ZLeFbT

A acultura da superficialidade e as mazelas forenses:

Quem quer mostrar celeridade, acreditando ser mais importante que fazer o que é certo em cada caso, usando qualquer meio evitar examinar o caso concreto porque é trabalhoso e demorado! O tempo necessário para examinar um caso para poder decidir corretamente o mérito é muito comparado a possibilidade de prolatar centenas de decisões formais apenas editando modelos de indeferimento ou de extinção sem, na verdade, ter examinado caso algum.

Enquanto os critérios de promoção e merecimento validarem um arquivamento apressado com o mesmo peso de uma sentença trabalhosa, será difícil mudar essa acultura de superficialidade.

A maioria de quem age assim são pessoas bem intencionadas que ainda não perceberam: estão minando a paz social estimulando a violência e os maus comportamentos mediante a impunidade dos maus porque, a maioria das reparações de dano é arquivada. "Quem não pune o mal o está incentivando!" Leonardo Da Vinci

O perigo da acultura da superficialidade é o juiz fazer o que quiser, sem se importar

Ao alertamos, em 1995, que isso aconteceria, sofremos assédio moral, bullying e assassinato de reputação para sufocar a nossa voz. Saiba mais aqui: http://bit.ly/PADilla

Sobre a causa e soluções para as mazelas forenses, saiba aqui: http://bit.ly/mazelas

http://bit.ly/PADilla Sobre a causa e soluções para as mazelas forenses, saiba aqui: ​ http://bit.ly/ ​ mazelas

Por isso, a maioria dos processos de reparação de danos é arquivado ou indeferido por qualquer pretexto. Nas raras procedências, os valores são pífios e incapazes de reparar. Conforme expressão criada pelo professor Padilla nos anos noventa, acontece uma encenação jurisdicional. As falsas crenças semeadas por todos os meios impregnaram o inconsciente dos operadores jurisdicionais resultando em uma inversão dos valores. Hoje, no meio forense, a paz social é desconsiderada e não há preocupação em solucionar correta e justamente cada demanda. A maioria dos operadores quer apenas produzir estatísticas e acha “normal” julgar sem examinar e muito menos sem ter

qualquer compromisso com a reparação dos danos​​http://www.padilla.adv.br/processo/morosidade/

A injustiça das decisões judiciais incentiva os maus comportamentos e se torna lucrativo agir ilicitamente.

O direito do consumidor só existe na teoria. Na prática, as grandes empresas aumentam seus lucros lesando os consumidores. Por exemplo, desde 2015, as operadoras de celular passaram a inserir cobranças indevidas em quase todas as contas da maioria dos usuários e venderam centenas de vezes mais serviços do que podem prestar com qualidade mínima. Os lobistas regiamente pagos tratam de conseguir o arquivamento das ações eventualmente ajuizadas pelos que ainda teimam em buscar Justiça.

Exemplo do abuso cotidiano, a maneira profissionalmente treinada com a qual o SAC irritando o consumidor com fala desumana, desprovida de emoção e com uma falsa-polidez irônica para desestimular reclamações:https://vimeo.com/231996190

os causadores de danos não os reparam. Como consequência,

aumentam os litígios e cresce a insatisfação. Cada vez mais abalada a paz social, amplia-se a quantidade de demandas.

No

direito

civil,

Há muitos anos, os consumidores não têm acesso à Justiça como se demonstra aqui:

Por isto, nem chamou tanta atenção o fato de, em 2003, o Código do Consumidor ser revogado com relação aos espetáculos desportivos profissionais como demonstramos em

Com o novo CPC 2015 outorgando liberdade de forma ao juízes (na prática, leia-se, aos estagiários), a tendência é agravar-se o problema.

Até o início dos anos noventa, o Direito era levado muito a sério. Os casos exóticos eram tratados como anedotário! Hoje, começam a escassear os julgamentos com exame profundo do caso. A maioria das questões é resolvida com “modelões”, não raro, equivocadamente escolhidos. Em muitos processos, discutem-se questões diferentes das tratadas no modelo escolhido pelo estudante - que estaria ali supostamente ´para aprender - o qual, contudo, edita muitas decisões que, ao fim e ao cabo, são “homologadas” sem ninguém fazer um esforço de examinar e corrigir.

Conheça o autor do Habeas Pinho e do Habeas Porcus, e as duas das mais célebres pérolas do surreal anedotário jurídico, quando o direito era algo

muito sério, neste vídeo: https://vimeo.com/236092917

Há mais de duas décadas, o professor Padilla percebeu e começou a alertar sobre o desmanche da efetividade do sistema jurídico pelas Janelas de Overton e Espiral do Silêncio. Para calá-lo e o impedir de atrapalhar, os controladores globalistas promoveram o seu assassinato de reputação mediante intenso assédio moral e bullying desumanos. Saiba mais em

Quer que desenhe? O jornal Le Monde desenhou:

Quer que desenhe? O jornal Le Monde desenhou: Capa do jornal Le Monde, Francês. O tribunal

Capa do jornal Le Monde, Francês. O tribunal de exceção brasileiro onde a justiça está sendo assassinada… Os manipulados, o pato de tróia e o povo com camisa de futebol. No canto superior direito, panelaço; no canto inferior direito, um casal tira foto despreocupada enquanto a justiça é executada.u

A justiça carcomida é o pior câncer de uma sociedade.

John Kirchhofer

Em 1971, ganhei um bolsa para estudar nos USA. Foi um seminário sobre desenvolvimento econômico na Harvard University. Em um encontro com um professor, eu propus uma simples pergunta a ele. Qual o principal fator (citando apenas um), para explicar a diferença do desenvolvimento americano e o brasileiro, ao longo dos 500 anos de descobrimento de ambos países? O então mestre sentenciou sem titubear: A justiça!

Explicou ele em poucas palavras: A sociedade só existe e se desenvolve fundamentada em suas leis e sua igualitária execução. A justiça é o solo onde se edifica uma nação e sua cidadania. Se pétrea, permitirá o soerguimento de grandes nações. Se pantanosa, nada de grande poderá ser construído. Passados quase 50 anos deste aprendizado, a explicação continua cristalina e sólida como um diamante. Sem lei e justiça, não haverá uma grande nação. Do pântano florescerão os "direitos adquiridos", a impunidades para os poderosos. Dai se multiplicarão as ervas daninhas da corrupção. Que por sua vez sugaram a seiva vital que deveria alimentar todas as folhas que compõem a sociedade. Como resultado se abrirá o abismo da desigualdade. Este abismos gerará a violência e tensão social. Neste ambiente de pura selvageria, os mais fortes esmagarão os mais fracos. O resultado final: o pântano se tornará praticamente inabitável. As riquezas fugiram sob as barbas gosmentas da justiça paquiderme para outras nações. Os mais capazes renunciarão a cidadania em busca por terras onde a justiça garanta o mínimo desejado por todos: que a lei seja igual para todos. Este é o fato presente e a verdade inegável do pântano chamado Brasil! Minha geração foi se esgotando na idiota discussão entre esquerda e direita e ainda continua imbecilizada na disputa entre "nós e eles", criada pelo inculto Lula e o seu séquito. Não enxergaram um palmo na frente do nariz da essência da democracia. Foram comprados com pixulecos, carros, sítios e apartamentos. Não sei quantos jovens lerão este texto e terão a capacidade de interpretar e aprofundar a discussão. Aos meus quase 70 anos, faço o que está ao meu pequeno alcance.

​ Em Direito Penal, essa ​ “coisa” ​ causa problemas ainda mais graves. Há pouco,

Em Direito Penal, essa “coisa” causa problemas ainda mais graves. Há pouco, na Apelação Criminal 70057362683, um traficante foi absolvido da acusação de porte ilegal de armas sob alegação de precisar da arma para se defender dos outros traficantes. Enquanto isto, o cidadão de bem que tiver uma arma para se defender de

Se isso ocorre no Poder Judiciário do RS, um dos mais qualificados, o que sobra para outras partes do país?

O STF passou a incentivar o roubo? O seu celular foi roubado? Se custar menos de R$500,00, o ladrão pode nem ser preso em flagrante! E mesmo se custar mais de quinhentos reais, o meliante será solto na audiência de custódia!

"Estamos cansados" frisa ROGOWSKI no Blog do Forum Justiça e Cidadania,

S egue um exemplo de superficialidade ​ no RESP 70054555362(CNJ: 0180163-14.2013.8.21.7000) ​ onde repetem a

S egue um exemplo de superficialidade no RESP 70054555362(CNJ: 0180163-14.2013.8.21.7000) onde

repetem a decisão recorrida afirmando estar adequada ao entendimento do STJ.

Contudo, n ão há qualquer relação do julgamento do STJ citado (aqui

destacado e m cor vermelha) com o caso concreto.

A acultura superficialidade impregnada nos operadores jurídicos os faz achar

“normal” indeferir usando " modelões" sem esforço nem de escolher o modelo de

forma que há decisões dissonantes da realidade dos autos.

Em 25/09/2017, trocava ideias com Bibo Nunes e o Professor Cesar Augusto Cavazzola Jr.

sobre tomarmos medidas judiciais contra falso-humanismo desencadeador do desmanche.

O falso-humanismo globalista gerou a impunidade e incentivou os bandidos a fazer o mal.

Mesmo um bandido pedófilo como o preso dia 23/9/2017 (Processo 2.17.0082128-6 Serviço de Plantão do Foro

Central de Porto Alegre: “Vistos etc. Homologo o presente flagrante, eis que presentes os requisitos legais. De outra banda, trata-se, em tese, de

estupro de vulnerável, eis que a vítima é criança, o que torna o fato ainda mais grave, cometido em local público, o que demonstra uma

grande audácia do flagrado, o qual pelo vídeo juntado ao presente expediente, [- vídeo privado em https://vimeo.com/235417352 senha

chega-de-falso-humanismo -] fica demonstrado com clareza meridiana, a autoria delitiva. Assim, trata-se de fato grave, que nitidamente, ofende a paz

social e ordem pública. Ante o exposto, converto a presente prisão em flagrante de JUAREZ GOMES FLORES, em preventiva, como garantia da ordem

pública, nos termos do art.312 do CPP.” Felipe Keunecke de Oliveira, Juiz de Direito) fica detido pouco tempo. Talvez,

alguns

dias

As entidades de "direitos dos manos" financiadas pelos suado

dinheiro dos nossos impostos, sem se preocupar com as consequências, fazem DE

TUDO para o libertar e, com uma desculpa qualquer, o Judiciário vai, em algum

momento, soltá-lo antes de cumprir toda a pena. Isso ocorre porque o Sistema

Jurídico foi desmanchado, do ponto de vista de sua eficácia, pelos globalistas e sua

entourage psicopateta

Mais de vinte e cinco anos de ensino e pesquisa sobre o que denominamos de

"encenação jurisdicional", o julgamento formal sem o efetivo e ponderado exame

das questões. Processos sobre um assunto terem uma "respeitável" decisão a

respeito de outro tema porque o estagiário, leia-se, o estudante de direito, pegou o

modelo errado, não conferiu porque o assessor iria revisar; este não olhou nada,

achando que o chefe de gabinete que tem a senha da assinatura digital do juiz

olharia e…

Ninguém olhou e era isso! Há até "respeitável" sentença prolatada sem ser aberto

o laudo pericial entregue em um envelope fechado pelo perito Henrique Witller

https://www.facebook.com/henrique.wittler?ref=br_rs Sendo volumoso, o escrivão juntou o laudo no envelope lacrado,

anexando-o como um volume extra ao processo. O processo foi para o gabinete e o

juiz, ou alguém, “por ele” - Pode? Essa gente acha "normal" uma decisão judicial

ser prolatada por um(a) estudante e sem chances de revisão pelo juiz porque,

considerando os gabinetes prolatarem centenas de decisões toda a semana, nem

trabalhando 12 horas por dia quatro dias por semana [porque, em um dos dias, há

sessão de julgamento] não há tempo para a revisão: um juiz não conseguiria

examinar trezentos processos - mais de 75 por dia! - A (respeitável!?!?!?) sentença

deferiu a estultice sem olhar o anexo lacrado, contendo o laudo, o qual, em cem

laudas, provou cabalmente ser, o pedido, uma estultice contrária à ciência. A

"respeitável" sentença condenou o réu a uma indenização vultosa, hoje mais de

um milhão, baseada numa afirmação cientificamente falsa. Acha ruim? É muito

pior!

O réu recorreu, o processo foi para o Tribunal de Justiça onde foi levado para a

sessão de julgamento com uma minuta de voto confirmando a decisão pelos seus

próprios

"fundamentos",

provavelmente

elaborada

a

partir

de

algum

desses

modelões por algum(a) belo(a) jovem estagiário(a). E o laudo continuava lacrado.

Não fosse a diligência do advogado o qual, presente, insistiu tanto no laudo que o

Relator terminou rompendo o protocolo e questionando o advogado de que laudo

que ele falava…

Houve processo condenando um prédio a pagar uma indenização,

Passariamos a semana inteira, todo o mês, todo o ano, relatando os casos

teratológicos.

Piora ainda mais! Visionário, percebi, há mais de vinte anos, onde isso ia nos

levar quando a forma como adaptaram o maravilhoso funcionamento do antigo

Juizado de Pequenas Causas da Lei de 1984 para a, então, nova Lei 9.099 de 1995

criando os Juizados Especiais Cíveis e Criminais

Saiba mais aqui http://bit.ly/mazelas Se gostar, e tenho

certeza que qualquer pessoa decente vai, por favor compartilha: precisamos tirar o pais do marasmo promovendo a conscientização!

Ricardo Lorenzetti e a razoabilidade!

Ricardo Lorenzetti, Ministro que presidiu a Suprema Corte da Argentina,

ostenta magnífica contribuição à humanidade! http://www.ricardolorenzetti.com.ar/ - destaca, dos

últimos poemas de Borges, a máxima de São Tomás de Aquino:

A efetividade da Justiça só depende de pessoas

que

tomem

razoáveis. "

"a estranha

decisão

de

serem

Acesse

os

demais

livros

em

No magnífico volume "Fundamentos do direito privado", professor Lorenzetti

adverte:

a decodificação leva a resultados catastróficos! Leis isoladas geram

conflitos, dos quais se aproveitam os psicopatas para criar mais legislação: os

malvados dissimulados instalam um ambiente caótico propício à manipulação,

jogando uns contra os outros: é a acultura da superficialidade descrita na tgpT -

Teoria Geral do Processo Transdisciplinar.

A crise do Direito decorre do modelo ultrapassado, incompatível com a forma de

vida contemporânea. A nossa sociedade é muito diferente da antiga Roma, como

adverte

o

historiador

francês

Numa

Denis

Fustel

de

Coulanges:

O mundo mudou exponencialmente enquanto os

operadores jurídicos persistem enraizados em um sistema de trabalho obsoleto

obsoleto http://www.padilla.adv.br/ ​ crenca ​ / Não encontraremos a solução dos problemas da aplicação

Não encontraremos a solução dos problemas da aplicação do Direito no plano jurídico

onde tem sido "procurada" criando novas leis: basta a simples sincronia do P lano das

Crenças e Valorescom o Plano do Direito:

Como se chegou a esse cotidiano de horrores? ​ http://bit.ly/mazelas ​ http://bit.ly/aculturadasuperficialidade

Como se chegou a esse cotidiano de horrores? http://bit.ly/mazelas http://bit.ly/aculturadasuperficialidade

Proteja-se da política desumana de idiotização reduzindo a saúde mediante alimentação

tóxica e não nutritiva… Descubra o que não querem que saibas

O que está acontecendo com o Sistema Jurídico no Brasil? Como afeta a vida de todos nós?

​ -e-as-mazelas-da-acultura-da- superficialidade As mazelas da acultura da superficialidade Artigos |

As mazelas da acultura da superficialidade

Artigos | Publicação em 23.07.12 em http://www.espacovital.com.br/noticia-27693-as-mazelas-acultura-superficialidade

ARTIGOS

Por Luiz R. N. Padilla,

professor da UFRGS e advogado (OAB/RS nº 16.697)

Os recentes artigos dos colegas João Francisco Rogowski e Joaquim Falcão, entre tantas reclamações, cada vez mais frequentes, refletem a insatisfação com esse fenômeno acultural de viver superficialmente, e suas mazelas: o vício da improcedência, indenizações pífias e honorários aviltantes.

Já registrara o Espaço Vital - em artigo que escrevi - que a encenação jurisdicional começou nos anos noventa.

Há 20 anos, os juízes usavam um mês de seus dois de férias para produzir dezenas de sentenças. Ponderar a razão? Mensurar valores? Demora e consome energia! Hoje, o que um experiente juiz precisava um mês para sentenciar, um imaturo estudante faz numa tarde com ´modelões´ e desculpas. Na pressa, sequer folheia, e "era isso"

Se não houver alguém importante e do círculo de influência a pedir o exame, a praxe é essa, ninguém

examina p

isso, recorrem e o tribunal corrige."

nenhuma. O jurisdicionado que vá catar coquinhos! Descarga de consciência? "Se não for

Risos! Ali também chegou o vício do "achismo". Faz-se seis ou mais recursos até encontrar quem se digne a examinar (ex: REsp nº 13703/RS).

A linha de frente do Judiciário é constituída de jovens que se consideram modernos. Contudo, exalam os ares fétidos da decadência do Império Romano: "Carpe diem!" Acreditam poder não haver amanhã! Cresceram sob o bombardeio de falsas crenças, estímulo à inveja, ao sexismo e egocentrismo. Sofrendo sobrecarga de “informações” irrelevantes, incompletas e distorcidas pela mídia que mistura de realidade, ficção e imagens manipuladas e apologia o aparentar, a superficialidade, e a pseudo-reflexão.

Acham "normal" a pressa de viver o presente até o esgotamento, e inverter valores. Como podem achar normal decidir sem ponderar nem estudar? Falta alguém os acordar desse torpor.

Ai, invertem os

valores! A vítima, é escorraçada! As pessoas bem intencionadas têm sido jogadas, umas contra as outras, por distorções da realidade, preconceitos, bullying, difamações, assédio, ameaças e medo, muito medo e abuso de poder! Percebi o nascimento do fenômeno, como registrou o Espaço Vital em 6 de julho de 2005 ("Desrespeito aos idosos, aos jovens e a todos").

Quem luta contra, sofre desrespeito, repetidas vezes. Humano, perde a paciência

Não consegui ser muito claro, porque sofria um intenso assédio na PGE-RS, em represália por combater a corrupção. Sobrecarregado com três vezes mais processos do que os meus colegas de equipe. Um dos procuradores de melhor desempenho na defesa judicial, e que jamais causou prejuízo ao interesse público, demitido sem direito a recurso suspensivo, sob um pretexto. Enquanto outro procurador, envolvido no escândalo do Detran, e preso por corrupção, foi aposentado com proventos integrais!

No mandado segurança nº 70018675462 no TJRS, a represália prometida. Após sete embargos de

declaração questionando a desculpa inventada para obter maioria no julgamento do Agravo Regimental

contra o indeferimento da inicial, o Relator aposentou-se. Concluso um ano, o novo ameaçou com multa

por má-fé. Recurso Ordinário, no STJ. Acessem o link.

Causas da corrupção, morosidade da justiça e violência? Vejam em meu blog - o link vai indicado mais

adiante.

luizrobertonunesos@padilla.adv.br

da justiça e violência - Blog do autor deste artigo Publicado em 23.07.12 ​ em ​

Para acessar outros arquivos na Rede de Conscientização:

Justiça morosa e corrupção política,

causas e soluções

Luiz Roberto Nuñes PADILLA, Professor da Faculdade de Direito da UFRGS

 

Desde a fundação do IBDP, Instituto Brasileiro de Direito Processual, há 53 anos,

no dia 15 de agosto de 1958, na nossa Faculdade de Direito, da Universidade do Rio

Grande do Sul, houve profundas transformações.

 
Sul ​ , ​ houve profundas transformações.   De ​ Faculdade de Direito UFRGS Das profundas

Das

profundas

transformações

políticas,

econômicas,

sociais e

jurídicas:

Até a década de 50, mais de 70% dos brasileiros moravam na área rural. A

Até a década de 50, mais de 70% dos brasileiros moravam na área rural. A

economia era fraca e predominantemente primária; não havia indústria de automóvel;

economia era fraca e predominantemente primária; não havia indústria de automóvel;

a

quase totalidade dos fogões era a lenha. Eletrodomésticos como fogão a gás e

geladeira eram artigos de luxo; telefone e televisão eram raríssimos. Hospitais particulares eram uns poucos ligados às colônias de imigrantes. Particulares, somente

escolas religiosas.

 
 

A

família

brasileira,

até

os

anos

50,

era

extremamente

tradicional

e

conservadora. A mulher casada não era capaz para a prática dos atos da vida civil, devendo ser sempre assistida pelo marido. Ao se desquitar sofria preconceitos e vergonha. O racismo não era motivo de debates, porque o negro brasileiro não desenvolvia movimentos sociais de protestos e reivindicações. A estrutura social era marcada pelo coronelismo. “Casa grande e senzala” ainda eram perceptíveis. O transporte era deficiente e as comunicações inexistentes. Professores eram valorizados, e os vencimentos que auferiam no ensino público permitia-lhes sustentar suas famílias, na qual a mulher não trabalhava, e ter os confortos da época, como o de

dispor de empregados domésticos.

 
 

Na

década de 50, o Brasil passou a viver uma experiência política esperançosa,

reflexo da Constituição Federal de 1946 e do clima liberal posterior à morte do Presidente Getúlio Vargas. Saiba mais sobre o tempo e a influência desse ex-aluno da

 
 

No

campo social, foram as maiores e mais importantes mudanças da história do

Brasil. A população migrava para as grandes cidades. Rio de Janeiro ainda era a Capital da República e exercia atração natural aos que pretendiam seguir as carreiras públicas e, como metrópole, desenvolvia-se nas artes, no turismo, na indústria naval e do petróleo. São Paulo atraia cada vez mais trabalhadores para a indústria e o comércio. Em 1958, sob a Presidência de Juscelino Kubtischek, a construção de Brasília, nova capital do país, em grande otimismo, embriagou a economia em euforia.

Também criou uma alternativa ao movimento migratório nordestino para o sudeste.

 
 

Nas artes, 1958 marca o surgimento da “bossa nova”, afirmado na música “chega

de saudades”, de Tom Jobim e Vinícius de Moraes, lançada no LP “Canção do amor demais”, na voz de Elizeth Cardoso e violão de João Gilberto. No esporte, o pais que se denominava“do futebol” venceu, pela 1ª vez, uma Copa do Mundo; revelou Pelé, autor de 2 gols na final, o qual se tornaria, nas décadas seguintes, o maior notório e conhecido ser humano de todos os tempos:

 
 

Após o regime centralizado da Velha República e da ditadura do Estado Novo, em

contraponto seguiu-se a exacerbação da liberdade. Todos podiam exprimir livremente seus pensamentos e ideologias. Qualquer partido político seria aceito e os de esquerda saíram da clandestinidade. Contudo, justamente os regimes fechados desencadearam as mais intensas modificações estruturais criando novos paradigmas, como o Direito do Trabalho, o Direito Desportivo, e o acesso à

 

Das mudanças globais:

 

O Brasil foi afetado por acontecimentos, em todas as áreas, cujos reflexos ainda

são observados. Em 1958, o Tratado de Roma funda a Comunidade Econômica

Européia; O Cardeal Angelo Roncalli, Papa João XXIII, convocou o Concílio Vaticano II;

A

renovação constitucional na França instituiu a Cinquième République. Mao Zedong

(então Mao Tse-Tung), inicia a forçada industrialização na China, o “grande salto”

para a “revolução cultural”dos anos 60.

 
 

O ditador Fulgêncio Batista abandonara Cuba a Fidel Castro que, colocando

mísseis soviéticos apontados para a Flórida, levou ao extremo a guerra fria quase

desencadeando uma IIIª Guerra.

 
 

Nikita Khrushchovv, que denunciou os crimes de Stalin, iniciou uma competição

de duas décadas entre a União Soviética e os Estados Unidos (Einsenhower/Kennedy):

O ícone do desenvolvimento econômico e militar, a corrida espacial, criou novas tecnologias em ritmo cada vez mais acelerado. O inconsciente coletivo, impregnado de ansiedade, sobrecarregado de novidades, e borbardeado por crenças disseminadas pelos lobistas dos controladores globalistas,impôs padrões de consumo alimentados

pela pseudoreflexão, açodada e superficial.

 
De ​IBDP
De ​IBDP

Das mudanças forenses e da criação do IBDP:

 

O

consumismo, o coletivismo, o multiculturalismo e a globalização mudaram o

perfil dos conflitos jurídicos. Embora faltem estatísticas precisas, a maioria dos tipos de conflitos que, hoje, encontramos nos tribunais, são posteriores ao processo

trabalhista, e ao acesso à Justiça (Lei 1.060/60): http://www.padilla.adv.br/desportivo/idolatria/

 

O

primeiro código de processo civil unitário do Brasil, de 1939, mal entrara em

vigor, quando o país foi agraciado pela primeira experiência renovadora: Um dos maiores processualistas italianos, Enrico Tulio Liebman, fugiu das atrocidades da Guerra Mundial e, temporariamente afastado da cátedra em Milão, proporcionou a consolidação técnico-científica do direito processual brasileiro. Promoveu encontros, sábados à tarde, fomentando uma geração de professores que (equivocadamente ao nosso sentir) foi denominada de Escola Paulista de Direito por Niceto Alcará Zamora y Castillo. Se, de fato, Alfredo Buzaid, Bruno de Afonso André, Frederico Marques, Luiz Eulálio de Bueno Vidigal, entre tantos outros paulistas, a integravam, faltou homenagear aqueles que transpunham as grandes distâncias em transportes precários, como os professores Galeno Lacerda (Porto Alegre/RS), Alcides de Mendonça Lima

(Pelotas/RS), Edson Prata (Uberaba/MG).

 
Alguns desses professores associaram-se com índole científica, para aprimorar o direito processual:
Alguns desses professores associaram-se com índole científica, para aprimorar o

Alguns desses professores associaram-se com índole científica, para aprimorar o

Alguns desses professores associaram-se com índole científica, para aprimorar o direito processual:
direito processual:

direito processual:

 

“Aos quinze dias do mês de agôsto do ano de mil novecentos e cinqüenta e oito, na Faculdade

de Direito de P. Alegre, da Universidade do Rio Grande do Sul, presentes o Sr. Diretor, Prof. José Salgado Martins, e os Srs. Professores Luiz Eulálio de Bueno Vidigal, Alfredo Buzaid, José Frederico Marques, Bruno de Mendonça Lima, Alcides de Mendonça Lima, Vicente Marques Santiago e Galeno Vellinho de Lacerda, foi decidida a fundação do Instituto Brasileiro de Direito Processual Civil (I. B.

D. P. C.).”

 
 

“A idéia de fundação do Instituto, que vinha sendo difundida nos meios universitários,

encontrou caloroso acolhimento na sessão de encerramento dos trabalhos da “1ª Semana de Estudos de Direito Processual Civil”. O momento e o local escolhidos para a concretização daquela idéia, representam uma homenagem do Processualistas Brasileiros ao Estado do Rio Grande do Sul, que, no ano corrente, celebra o cinqüentenário de promulgação do primeiro Código Estadual de Processo Civil elaborado no Brasil. O referido código, trabalho pessoal do ilustre Dr. Antonio Augusto Borges de Medeiros, foi, a pedido dêste, estudado, emendado e refundido por uma comissão de professores da então Faculdade Livre de direito de Pôrto Alegre, tornando-se lei em 15

de janeiro de 1908.”

 
da então Faculdade Livre de direito de Pôrto Alegre, tornando-se lei em 15 de janeiro de
De ​IBDP
De ​IBDP

Da manipulação globalizada:

 

Podemos considerar a Copa do Mundo de 1966 como o marco da globalização.

Quando 400 milhões de espectadores a assistiram, até mesmo os cartolas norte-americanos que haviam acabado com o futebol nos EUA, nos anos 30, recriaram aquele esporte que, como um negócio, não parava de crescer. Leia sobre isso e veja

 
 

Por aquela época, as lutas atingiram o apogeu de crescimento no Sec. XX; eram

da moda e estavam na mídia. Contudo, as Artes Marciais são uma eficaz defesa contra

a acultura da superficialidade e dificultam a terceirização do pensamento; Ademais, os grandes mestres em artes marciais são éticos, disciplinados, dotados de elevada percepção e de poder de curar, características abominadas pelos lobistas dos controladores globalistas das multinacionais de medicamentos, as empresas mais ricas do mundo, que manipularam as crenças e valores para semear doenças e ampliar os seus lucros. Contudo, apesar de todo esforço em acabar com as lutas, como sementes que caem próximas – entre os que observavam os benefícios nos parentes, amigos e colegas - espalharam-se até que, em 2011, as lutas superaram a audiência dos jogos dos campeonatos estaduais de futebol profissional, e a Rede Globo percebeu que não

de

mais

sobre

isso em

   
 

Jogar uns contra os outros é uma das principais estratégias dos lobistas dos

controladores globalistas (psicopatas coletivos) e dos políticos , sabias? A maioria da população urbana brasileira cresceu sob a influência da acultura da superficialidade; e acreditam que viver cercados de paradoxos e conflitos, e impregnados de medo é

"normal".

 
 

Quem está dominado pelo medo, não consegue pensar com clareza. As emoções

intensas, como a raiva e o empilhamento de frustrações,

também oblitera a

capacidade de pensar. Como funciona o processo de pensamento?

 
 

Para

facilitar

a

manipulação

coletiva,

os

paradoxos

cotidianos

empilham

frustrações, alimentam a raiva e a insegurança, das tragédias anunciadas, impondo padrões de comportamento e consumo, criando a "aldeia global" profetizada por Marshall McLuham ("Os meios de comunicação como extensões do homem" Cultrix, 1969; traduzido por Décio Pignatari de "Understanding Media: The Extensions of

Man", New York, 1964, McGraw-Hill).

 
 

Para anular as pessoas decentes,

passamos a sermos jogados, uns contra os

outros; Fomentam os conflitos, desde os entre as gerações, até os das classes de um mesmo setor; alunos são jogados contra os professores; empregados contra os empregadores; nos mais diversos grupos de interesse, são criados antagonismos artificialmente alimentados, como os entre heteros e GLST: Todos - heteros e GLST - querem ser felizes, e ter liberdade de vivenciar as suas convicções e desejos. Se o mundo é tão grande, jogar uns contra os outros só interessa aos que querem fragmentar a sociedade em grupos fratricidas para facilitar sua dominação –

Maquiavel: Dividir para conquistar! Tem sido assim há muito tempo!

 
 

Enquanto a sociedade está entorpecida por esses paradoxos, os psicopatas

disfarçadamente empurram uns contra os outros. O medo, e todos esses e tantos

outros conflitos, num ambiente desprovido de mobilidade urbana, as pessoas decentes estão isoladas. A maior corrupção do planeta sustenta-se sobre a fragmentação da

sociedade onde todos estamos sendo jogados uns contra os outros

Como isso

 
A maioria da população acredita em falsas crenças e acha "normal" a inversão de valores.
A maioria da população acredita em falsas crenças e acha "normal" a inversão de

A maioria da população acredita em falsas crenças e acha "normal" a inversão de

A maioria da população acredita em falsas crenças e acha "normal" a inversão de valores.
valores.

valores.

 

Até a imprensa, apesar de composta por pessoas bem intencionadas, incentiva os

paradoxos, a perplexidade, e as emoções que limitam; e não divulga informações que permitiriam que a população pensasse com clareza, especialmente com relação à saúde: Para que o corpo e o cérebro funcionem mal, dificultando ainda mais o

raciocínio e facilitando a manipulação, a população tem sido envenenada.

 
 

Note

o

paradoxo

atual:

pessoas

muito

bem

intencionadas

querendo

discriminalizar as drogas; ao mesmo tempo, acontece uma demonização do álcool o qual, antes mesmo da civilização, usado moderadamente é um importante auxiliar para liberar as pressões da socialização. As drogas, ao contrário, só são úteis para fins ritualísticos ou medicinais; socialmente, seu uso é degradante para o indivíduo e

perigoso para a coletividade (Padilla, Teoria Geral do Direito Desportivo 2013; Freud, “O mal-estar na Civilização”, 1930; Norbert Elias, The Civilizing Process, 1939; Jung, “Obras completas”, postmortem,

1982).

 
 

Contudo,

em

pleno

Século

XXI, se formos convidados para um coquetel,

casamento, formatura, etc., não vamos relaxar. Porque ou não poderemos brindar, ou não voltaremos para casa. O risco de sermos duramente multados e até presos é alto! Se deixarmos o carro em casa, não disporemos de transportes coletivos e nem mesmo de táxi. Até quem tomar uma inocente homeopatia e dirigir também poderá ser preso como o pior dos criminosos. Enquanto os entorpecidos por medicamentos ou drogados ilicitamente passam incólumes pelas blitz. As estatísticas provam que apenas um pequeno percentual dos acidentes é causado por pessoas embriagadas. Assim, é muito mais perigoso, estatisticamente, você dirigir sóbrio, porque a probabilidade de você se acidentar é maior do que se beber moderadamente! Isso demonstra o quanto é hipócrita demonizar a bebida. Quando uma pessoa não pode relaxar com uma bebida, sob pena de não poder se deslocar, o recado subliminar é: "use drogas que não dá

nada!".

 
 

Por trás dessa demonização da bebida, enquanto se discute a descriminalização

das drogas, estão os mesmos lobistas que, desde os anos setenta, vem disseminando as drogas entre a juventude. Os jovens, em geral, dispõe de mais tempo, energia e

motivação que os adultos. Em 1968 os jovens se mobilizaram e mudaram o mundo!

 
 

Para

evitar

que

a

juventude

voltasse

a

se

mobilizam,

os

lobistas

dos

controladores globalistas desenvolveram a acultura da superficialidade, disseminaram

o

consumo de drogas entre os jovens. Dai a importância de praticar esportes de alto

rendimento, meditação e artes marciais, os quais desenvolvem o raciocínio espacial e

capacidade de percepção, sendo que os dois últimos ainda ensinam a controlar o medo e as emoções, tornando a pessoa menos propensa a ser manipulada. Acorde sobre como tudo isso tem sido feito para nos manipular

a

 

Do

sistema

processual

repleto

de

boas

intenções:

 

Direito da UFRGS, em 1958, o Brasil possui três sistemas de processo civis, nenhum deles

eficiente.

 

Do 1º modelo processual civil:

No CPC de 1939, vigente até 1973, herdamos práticas das Ordenações e dos Códigos Estaduais.

No CPC de 1939, vigente até 1973, herdamos práticas das Ordenações e dos

Códigos Estaduais. Repleto de arcadismos, sem preocupação com efetividade, chegava à esquizofrenia no sistema

Códigos Estaduais. Repleto de arcadismos, sem preocupação com efetividade, chegava à esquizofrenia no sistema recursal. Qual o meio adequado de impugnação? Apelação

ou o agravo de petição seriam cabíveis conforme fosse ​ terminativa ​ ou ​ extintiva

ou o agravo de petição seriam cabíveis conforme fosse terminativa ou extintiva a

sentença.

ou o agravo de petição seriam cabíveis conforme fosse ​ terminativa ​ ou ​ extintiva ​
A mudança moral em sedimentação, estimulava os malabaristas a manobras protelatórias:
A mudança moral em sedimentação, estimulava os malabaristas a manobras

A mudança moral em sedimentação, estimulava os malabaristas a manobras

A mudança moral em sedimentação, estimulava os malabaristas a manobras protelatórias:
protelatórias:

protelatórias:

 

o

processo jurídico era informado pela moral vigente, que exigia uma

postura ética: O processo judicial era uma exceção à regra do adimplemento espontâneo das obrigações. As discussões se limitavam à divergência de interpretar a aplicação da lei. Raras, porque o imobilismo era característica imposta por assegurar a paz social. A sociedade era estruturada sobre a obediência civil e simplesmente não tolerava quem não adimpliu as suas

obrigações!

 
 

“A quebra da bolsa afetou os costumes. Até então, o inadimplente era

discriminado pela sociedade. Ninguém queria passar por esse constrangimento,

havia o cumprimento espontâneo das obrigações.

 
 

“Após

1929,

muitas

pessoas,

simultaneamente,

perderam

tudo.

O

inconsciente coletivo começou a ter tolerância com o inadimplemento. Não tardou para que algumas pessoas, percebendo a vantagem financeira de não cumprirem com as obrigações, iniciassem uma onda de desobediência civil. Antes desprezível, cresceu, aumentando a quantidade de demandas nas quais as indagações importantes, e de complexidade, perdiam-se em meio a uma grande quantidade de litigâncias lucrativas. O mau exemplo do Poder Público

sobrecarregou o sistema judicial.Luiz R. N. Padilla, TGPs - Teoria Geral dos Processos: Processos de pensamento e de comunicação, e as modalidades jurídico-administrativas, cíveis, desportivas, eleitorais, legislativas, penais e trabalhistas; p. 8, in

   
Os inescrupulosos diziam aos prejudicados para ​ “procurar seus direitos” ou “ ​ entrar na
Os inescrupulosos diziam aos prejudicados para ​ “procurar seus direitos” ou

Os inescrupulosos diziam aos prejudicados para “procurar seus direitos” ou

aos prejudicados para ​ “procurar seus direitos” ou “ ​ entrar na justiça” ​ enquanto lucravam
“ ​ entrar na justiça” ​ enquanto lucravam com a demora!

entrar na justiça”enquanto lucravam com a demora!

 

A tolerância com o comportamento ilícito acentuou-se no mau exemplo do poder

público. Exemplo não é a melhor forma de ensinar, é a única! Como surgiu e se

manteve essa forma de estelionato institucionalizado do precatório?

 
 

O precatório é um mecanismo protelatório e de fomento à corrupção,

 

criado no início do Sec.XX no Rio de Janeiro. O poder público, até então, dava o exemplo. Quando uma condenação transitava em julgado, era paga. A desculpa de previsão orçamentária é prosopopéia flácida para acalentar bovinos, derrubar lagartixa da parede e que vem servindo para alimentar uma corrupção cada vez maior. Não há necessidade de previsão orçamentária de condenação judicial, porque esta pressupõe um fundamento lógico-jurídico de Justiça, princípio de igual ou superior hierarquia aquele que limita a disponibilidade dos recursos da população àquelas despesas previamente debatidas e aprovadas pelos representantes do povo. Quem administra recursos públicos (portanto: alheios) deve estar prévia e expressamente autorizado efetuar tal despesas. Diferente do setor privado, o administrador não pode decidir realizar uma despesa. Não é o caso da condenação judicial, a qual decorre do exercício de outro poder do Estado,

http://www.padilla.adv.br/teses/

 
“Então, lá no início do Século XX, bastaria ao juiz mandar pagar. Decisão judicial transitada

“Então, lá no início do Século XX, bastaria ao juiz mandar pagar. Decisão

judicial transitada em julgado se cumpria. Ao invés de impor respeito à autoridade municipal recalcitrante,

judicial transitada em julgado se cumpria. Ao invés de impor respeito à autoridade municipal recalcitrante, criou um novo procedimento o qual, perceberam os políticos, permitir-lhes-ia cobrar polpudas propinas: A ameaça de longos anos de espera judicial para receber desintegra capacidade de resistência

do credor: Ou paga o PF ​ "por fora" ao dirigente político que detém o

do credor: Ou paga o PF "por fora" ao dirigente político que detém o poder de autorizar o pagamento da despesa, ou a empresa “quebra”. Para pagar o PF, as empresas começaram a superfaturar os preços. E passaram a exigir PF cada vez maior. Dizem que, nas obras do Pan-2007, passou de 30%. Isso explica porque, apesar de cobrar impostos mais caros do mundo, o Brasil oferece péssimos serviços públicos de saúde, educação, segurança. Corrupção, superfaturamento,

etc., são constantes escândalos.

serviços públicos de saúde, educação, segurança. Corrupção, superfaturamento, etc., são constantes escândalos.
 

“O poder público dá o pior dos maus exemplos: Protelação e corrupção! As

empresas protelam para lucrar. Apenas o fraco e pobre cidadão é obrigado a

cumprir a Lei?

 
 

“Para acabar com a corrupção, basta extinguir o precatório. Num primeiro

momento, a fase de transição poderá escalonar a mudança para reduzir o impacto de décadas de corrupção. E o poder público, quando a condenação transitar em julgado, passará a pagar imediatamente. Primeiro porque tem deve dar o bom exemplo. Segundo, porque concentra todo o poder econômico e político, e sua fonte de recursos é inesgotável, porque a arrecadação de impostos não para de crescer: http://www.impostometro.org.br/

 
 

Não obstante os prazos reduzidos e rigorosos, a Justiça foi ficando cada vez

mais distante. A demora tornou a inadimplência mais lucrativa! Outrora um dos principais mecanismos para a realização da Justiça e paz social, o processo se tornou um expediente para aumentar o lucro dos inescrupulosos:Luiz R. N. Padilla, TGPs -

Teoria Geral dos Processos: Processos de pensamento e de comunicação, e as modalidades jurídico-administrativas, cíveis, desportivas, eleitorais,

legislativas, penais e trabalhistas. in http://www.padilla.adv.br/processo/tgp/

 
O precatório é um estelionato institucionalizado porque, havendo inflação, o credor está sendo induzido em
O precatório é um estelionato institucionalizado porque, havendo inflação, o

O precatório é um estelionato institucionalizado porque, havendo inflação, o

estelionato institucionalizado porque, havendo inflação, o credor está sendo induzido em erro, porque nunca irá,
credor está sendo induzido em erro, porque nunca irá, realmente, receber!

credor está sendo induzido em erro, porque nunca irá, realmente, receber!

A litigância lucrativa é uma das piores formas de concorrência desleal:

Distorce todo o mercado, obrigando a concorrência a seguir o mau exemplo. Somada à inadimplência
Distorce todo o mercado, obrigando a concorrência a seguir o mau exemplo.

Distorce todo o mercado, obrigando a concorrência a seguir o mau exemplo.

o mercado, obrigando a concorrência a seguir o mau exemplo. Somada à inadimplência estatal, multiplicou a
Somada à inadimplência estatal, multiplicou a quantidade de processos.

Somada à inadimplência estatal, multiplicou a quantidade de processos.

estatal, multiplicou a quantidade de processos. De ​ Encenação Juridicional? Do 2º modelo processual

Do 2º modelo processual civil:

 

O

Código de 1973 vigorou, como um sistema, até a intensa reforma, em 1994.

Embora o processo seja um mecanismo para realizar a Justiça e, através dela, fomentar a paz social, o CPC de 1973 é uma concepção encantadoramente filosófica, em uma disciplina eminentemente pragmática. A influência de Liebman, professor pouco habituado ao nosso tráfego forense, ensejou paradoxos e polêmicas. Por exemplo, propunha a efetividade e a oralidade do processo, contudo, conservava

formalismos do CPC/1939.

 
 

As

soluções

que

propunha

à

crise

eram, teoricamente, ótimas. Faltavam

mecanismos para as colocar em prática. Demonstra a dissociação da teoria e prática

forense o fato, relatado por Carlos Alberto Carmona, no Congresso Internacional de

forense o fato, relatado por Carlos Alberto Carmona, no Congresso Internacional de

Direito Processual, em Brasília, 1997:

forense o fato, relatado por Carlos Alberto Carmona, no Congresso Internacional de Direito Processual, em Brasília,
De ​IBDP 1997
De ​IBDP 1997
 

Presenteou um professor italiano com o CPC Anotado do Theotônio Negrão. O

processualista italiano começou a folhear o livro, até se deparar com o Procedimento Sumaríssimo. Encostou-se na mesa e, cuidadosamente, leu do art. 275 ao 281. Ao encerrar o breve capítulo, assumiu um ar contemplativo. Fechou o livro, virou-se para

jogá-lo sobre a mesa e, retornando, disse:

 

- Que maravilha essa legislação de vocês

Carmona, que é alto ​ (foto acima) ​ , sentia-se crescer ainda mais, quando o
Carmona, que é alto ​ (foto acima) ​ , sentia-se crescer ainda mais, quando o

Carmona, que é alto (foto acima), sentia-se crescer ainda mais, quando o professor

Carmona, que é alto ​ (foto acima) ​ , sentia-se crescer ainda mais, quando o professor
completou:

completou:

- Certamente não funciona!

Da importância da Faculdade de Direito da UFRGS na Reforma:

 

Quando o Código completava dez anos, em 1983, a Faculdade de Direito da

UFRGS sediou o I Congresso Brasileiro de Direito Processual. Diversas teses apresentadas embasaram a Reforma Processual. Milton dos Santos Martins faleceu

antes que a sua, sobre embargos infringentes, fosse convertida em lei, em 1994.

 
 

Extraviada a ata de 1958, decidiram elaborar nova ata de fundação do Instituto

Brasileiro de Direito Processual, com a participação dos professores gaúchos Adroaldo Furtado Fabrício, Alcides de Mendonça Lima, Araken de Assis, Athos Gusmão Carneiro, Carlos Alberto Álvaro de Oliveira, Carlos Silveira Noronha, Galeno Velinho de Lacerda,

Ovídio A. Baptista da Silvae Teori Albino Zawaski.

 
 

Em 1995, em Brasília, em membros presentes ao Congresso Processual, o Rio Grande

do Sul perdia apenas para a sede e São Paulo. Contudo, de 1983 a 1997, apenas este gaúcho que voz fala foi admitido no Instituto! Por nossa sugestão e apoiados por Ada Pelegrini Grinover, Thereza Celina Arruda Alvim Wambier, Carlos Alberto Carmona, Petrônio Calmon, entre outros, na Assembléia Geral de 13-8-2000, alteramos o Estatuto, criando a administração regional, por Diretoria Executiva ombreada por Conselho Diretor. Com apoio de Nelson Nery Jr., apresentamos novos sócios gaúchos: Ademir Fernandes Gonçalves, Ana Luiza Carvalho Ferreira, Darci Guimarães Ribeiro, Dulce Helena Coelho Klein, Maria Berenice Dias, Maria Cristina de Oliveira Silva, Marco Aurélio Bortowski e Ricardo de Oliveira Silva (RePro 85/2-3). Repassamos fichas para inscrição de outras dezenas de professores gaúchos a Berenice Dias, a qual deu seguimento à formação da Diretoria Executiva Regional e, eleita presidente, isso ajudou a romper o paradigma que, até então, vinha obstaculizando sua promoção como a primeira Desembargadora gaúcha. Em 2000, o ampliado Instituto Brasileiro, com duas centenas de membros

gaúchos, alterou o estatuto extinguindo a Diretoria Executiva Regional.

 
 

tornara, na virada do milênio, a mais moderna do mundo. E a contribuição gaúcha foi significativa. A legislação italiana modelo para a antecipação de tutela estava toda baseada na doutrina de Ovídio A. Baptista da Silva, o primeiro, no mundo, a defender

tal possibilidade.

 
 

Contudo, apesar da lei, em 1994, elevar a ordem pública o princípio da lealdade,

os juizes continuaram agindo como antes, quando o exame a conduta processual da parte dependia de pedido expresso da parte contrária. Previmos os males que provocaria ao sistema jurídico em alguns trabalhos, sobre princípio da lealdade; um é

citado como referência, na Wikipedia:

 
trabalhos, sobre ​ princípio da lealdade ​ ; um é citado como referência, na ​ Wikipedia
De ​Wikipedia
De ​Wikipedia

Do 3º modelo processual civil:

Dos 10 projetos da Reforma Processual dos anos noventa, 4 leis com extensas modificações foram
Dos 10 projetos da Reforma Processual dos anos noventa, 4 leis com extensas

Dos 10 projetos da Reforma Processual dos anos noventa, 4 leis com extensas

10 projetos da Reforma Processual dos anos noventa, 4 leis com extensas modificações foram publicadas no
modificações foram publicadas no dia 14.12.1994.

modificações foram publicadas no dia 14.12.1994.

 

Pretendia dar um caráter satisfativo ao processo de conhecimento. Até o

conceito de sentença foi alterado para se adequar a tal modelo: Antes, o fim do processo de conhecimento, agregou um apêndice, a fase de cumprimento. O processo de execução recebeu reformulação cosmética, quando necessitava um

posicionamento ideológico e algumas providências simples:

 

No processo de conhecimento o autor pretende que reconheçam um direito,

declare a existência ou não, de uma relação, ou extinga, ou modifique algum ato. O autor

alega. O Estado-Juiz abre prazo para o réu responder. Busca o contraditório porque, no início

desse processo, autor e réu são iguais:

porque, no início desse processo, autor e réu são iguais: De ​ Igualdade até o final

No processo de execução a situação é totalmente diferente. Mais do que um simples

autor, quem postula é um credor. No pólo passivo, não é apenas um réu; o acionado é

devedor. Exeqüente e executado situam-se a diferentes distâncias do órgão julgador. Os

pratos da balança não têm o mesmo peso.

Porque o devedor tem uma sobrecarga, algo que

deve ao credor, e o seu prato está mais pesado, fica abaixo. O autor é credor, contudo,

falta-lhe algo, o seu prato está leve, e fica mais próximo. O Estado-Juiz deve restabelecer o

equilíbrio: Retirar do devedor, e entregar ao credor:

o equilíbrio: Retirar do devedor, e entregar ao credor: De ​ Disparidade até o final do
Essa fase da ​ Reforma ​ quis se espelhar na Justiça do Trabalho. Contudo, limitou-se

Essa fase da Reforma quis se espelhar na Justiça do Trabalho. Contudo,

limitou-se a adaptar regras, sem a preocupação de adotar os paradigmas que amparam sua eficácia

limitou-se a adaptar regras, sem a preocupação de adotar os paradigmas que amparam sua eficácia na Justiça Trabalhista, a qual se baseia na presunção de disparidade entre

as partes. No processo civil, a execução continuou sendo tratada com base no modelo de

as partes. No processo civil, a execução continuou sendo tratada com base no modelo de paridade e, conforme prevíramos, as mudanças cosméticas ampliaram a quantidade

de atos e pioraram os problemas.

de paridade e, conforme prevíramos, as mudanças cosméticas ampliaram a quantidade de atos e pioraram os
Hoje em dia, penso, seriamente, que meus bem intencionados Colegas do IBDP foram iludidos pelos
Hoje em dia, penso, seriamente, que meus bem intencionados Colegas do IBDP

Hoje em dia, penso, seriamente, que meus bem intencionados Colegas do IBDP

penso, seriamente, que meus bem intencionados Colegas do IBDP foram iludidos pelos lobistas dos controladores globalistas.
foram iludidos pelos lobistas dos controladores globalistas.

foram iludidos pelos lobistas dos controladores globalistas.

foram iludidos pelos lobistas dos controladores globalistas. De ​ Acultura da superficilidade egocêntrica Das falsas
Das falsas crenças e valores invertidos dos ​ lobistas dos ​ controladores globalistas ​ :
Das falsas crenças e valores invertidos dos ​ lobistas dos ​ controladores

Das falsas crenças e valores invertidos dos lobistas dos controladores

Das falsas crenças e valores invertidos dos ​ lobistas dos ​ controladores globalistas ​ :
globalistas ​ :

globalistas:

 

(sofisma

1)

julgar procedente estimularia o ajuizamento de

demandas?

 
 

(sofisma 2) indeferir reduzirá o volume de ações?

Os processos que envolvem órgãos governamentais e instituições financeiras

representam mais de 90% das ações. Se os eliminarmos, ao invés de julgar centenas de processos por semana, cada órgão jurisdicional prolataria algumas dezenas de decisões. Com dez vezes mais tempo, ponderariam sobre as informações seriamente coletadas, produzindo magníficas decisões. Estas, por sua vez, estimulariam o comportamento ajustado, e a sociedade teria um nível, jamais alcançado, de paz

social.

 
 

Você já se perguntou porque há tanta violência e insegurança se esta geração

atual é a mais preparada e toda a história humana? Tal paradoxo só explica pela

existência .

 
 

Querem culpar os advogados pelo aumento na quantidade de processos nos

advogados. Contudo, a maioria das demandas seria evitada se juízes estudassem os casos e realizassem justiça. Os 90% de processos são motivados em auferir o lucro

propiciado pela demora.

 
As corporações, somadas aos políticos, todos estão interessados na ineficácia da Justiça e colocam em

As corporações, somadas aos políticos, todos estão interessados na ineficácia da

Justiça e colocam em prática um superficialismo acompanhado da ​ vergonhosa ​ prática

Justiça e colocam em prática um superficialismo acompanhado da vergonhosa prática

de buscar motivos para a improcedência, sob a desculpa de pressa. Não haver tempo é

de buscar motivos para a improcedência, sob a desculpa de pressa. Não haver tempo é

uma falsa crença:

de buscar motivos para a improcedência, sob a desculpa de pressa. Não haver tempo é uma

Há juízes que estudam os processos, e proferem magníficas decisões!

Vocacionados, focados em Justiça e paz social, são a prova de que podemos ter uma
Vocacionados, focados em Justiça e paz social, são a prova de que podemos ter

Vocacionados, focados em Justiça e paz social, são a prova de que podemos ter

Vocacionados, focados em Justiça e paz social, são a prova de que podemos ter uma Justiça
uma Justiça fabulosa.

uma Justiça fabulosa.

O bom juiz, resolve todo e qualquer problema, independente da Lei, porque:

 

"O Direito é muito maior do que a Lei e seu objetivo devem

ser sempre a realização da Justiça." Ministro Garcia Vieira, Resp

495-RJ, v. u. 5-2-1990, RSTJ 8/301.

 
 

Curiosamente, entre os que alegam falta de tempo, encontramos muitos que

criam embaraços, especialmente contra os advogados que ousam discordar da crença de que o juiz é Deus. Talvez tenham razão: Só Deus para saber o que existe nos autos

de um processo que jamais abriram!

 

Assinar mais decisões do que poderiam ler, em processos que nunca examinaram!

 

Sob a crença da pressa, os gabinetes são orientados a usar o modelão,

copiar

parte da sentença, colocar o nome das partes e, em minutos, um estudante editou um acórdão que decidirá o futuro de muitas pessoas, e o fez enquanto navega pela Internet e paquera seus colegas! Qualquer desculpa é usada para indeferir: O papel aceita tudo! O vício da improcedência aumenta o lucro ilícito: Apesar das barbaridades que praticam, vencem sempre. Se não formalmente, lucram com a

demora; Os honorários são aviltantes, e as indenizações pífias!

 
são aviltantes, e as indenizações pífias!   De ​ Lucrar, lucrar, lucrar! Da cupidez: Valorar o

Da cupidez:

Valorar o lucro acima de tudo, está na raiz de todos os problemas!

 

A

cultura que predomina (aceita pela maioria) flutua sobre um sistema de

crenças falsas e de valores invertidos, disseminados pelos lobistas dos controladores

globalistas.

 
Habilmente, os lobistas dos ​ controladores globalistas semearam a hostilidade, alimentada por sofismas, tais como:
Habilmente, os lobistas dos ​ controladores globalistas semearam a hostilidade,

Habilmente, os lobistas dos controladores globalistas semearam a hostilidade,

Habilmente, os lobistas dos ​ controladores globalistas semearam a hostilidade, alimentada por sofismas, tais como:
alimentada por sofismas, tais como:

alimentada por sofismas, tais como:

- o advogado seria culpado pela morosidade da justiça, e não merece ser tratado com
- o advogado seria culpado pela morosidade da justiça, e não merece ser

- o advogado seria culpado pela morosidade da justiça, e não merece ser

- o advogado seria culpado pela morosidade da justiça, e não merece ser tratado com dignidade;
tratado com dignidade;

tratado com dignidade;

- os honorários e indenizações pífios desestimulariam o ajuizamento de

demandas;

- decisões justas poderiam ser alcançadas sem informações sobre a

controvérsia;

- julgar seria concluir rapidamente em exame superficial e sem precisar

colher todas informações;

- decisões injustas seriam menos danosas à sociedade do que a demora

provocada pelo exame cuidadoso;

- a prestação jurisdicional poderia ser terceirizada através de estudantes

que mal sabem limpar seus traseiros;

 

-

e a pior de todas, que Sálvio de Figueiredo Teixeira denominou de

juizite, o complexo de autoridade e de abuso de poder que comete pessoas não vocacionadas que, lamentavelmente, cada dia estão em maior quantidade:

Juiz é Deus, representa a justiça, e não pode ser contestado, e se for permitida a exposição da injustiça e abuso cometido, a instituição perderá sua

credibilidade.

 

São sofismas.

Para acreditar nessas mentiras, é necessário que a pessoa esteja bastante distraída, enquanto a mentira
Para acreditar nessas mentiras, é necessário que a pessoa esteja bastante

Para acreditar nessas mentiras, é necessário que a pessoa esteja bastante

nessas mentiras, é necessário que a pessoa esteja bastante distraída, enquanto a mentira é repetida até
distraída, enquanto a mentira é repetida até se tornar parte do cotidiano.

distraída, enquanto a mentira é repetida até se tornar parte do cotidiano.

 

A

essencialidade de tais características é conhecida de qualquer processualista

sério, como registra o Professor Galeno Lacerda (Teoria Geral do Processo. Forense,

ed. 2006).

 
 

Sem ponderação sobre informações seriamente coletadas, não é justiça;

mas

encenação!

 
 

Ademais,

para

funcionar

adequadamente,

são

necessários

o

respeito

e

a

confiança:

 

“Juiz e advogado são como espelhos: cada um deles olhando

para o interlocutor, reconhece e saúda, reflete em si mesmo a

própria dignidade.”

Piero Calamandrei, “Eles, os juízes, vistos por nós, os advogados”.

Então, como que isto aconteceu?

Os lobistas dos ​ controladores globalistas e políticos corruptos envolveram os magistrados com distrações.
Os lobistas dos ​ controladores globalistas e políticos corruptos envolveram os

Os lobistas dos controladores globalistas e políticos corruptos envolveram os

Os lobistas dos ​ controladores globalistas e políticos corruptos envolveram os magistrados com distrações.
magistrados com distrações.

magistrados com distrações.

Distrair para permitir semear crenças falsas e inverter os

valores:

 

A

 
 

A experiência dos magistrados gaúchos, transformada na Lei Federal nº 7.244, de

7/11/1984, de intentar conciliação, produzira excepcionais resultados:

 
 

Durante uma década, as Pequenas Causas dependeram do trabalho abnegado dos

operadores:

Juízes,

advogados-conciliadores

e

servidores,

todos

trabalhavam

motivados pelo ideal de Justiça.

 
 

Em 1990, o Código de Defesa do Consumidor criou regras fabulosas. Contudo,

mais de duas décadas depois, as corporações continuam com práticas e lucros abusivos como se grande parte delas não estivesse em vigor! As normas do Direito do Consumidor asseguram tutela plena, contudo, no Foro são ineficazes. Raramente

o consumidor vence e os valores são uma piada.

 
 

Como conseguiram isto? Convocaram lobistas dos controladores globalistas,

pessoas eloqüentes, charmosas, capazes de impressionar e de cativar rapidamente

para assumir a liderança e espalharem crenças falsas, invertendo valores.

 
Uma das piores é a crença de que reduz o volume de trabalho indeferir e
Uma das piores é a crença de que reduz o volume de trabalho indeferir e

Uma das piores é a crença de que reduz o volume de trabalho indeferir e fixar

crença de que reduz o volume de trabalho indeferir e fixar indenizações pífias, mentira adocicada para
indenizações pífias, mentira adocicada para quem quer evitar o trabalho:

indenizações pífias, mentira adocicada para quem quer evitar o trabalho:

É fácil e rápido achar um motivo para indeferir.

 

É trabalhoso julgar: Entender todos os fatos e o pedido; Dirimir controvérsias das

versões mediante um cuidadoso exame da prova; Estabelecer o silogismo entre os

fatos e o Direito; Retornar aos fatos para mensurar o valor do dano.

 

Para que tanto, se basta escolher um único motivo e julgar improcedente?

Nos casos onde a lesão é mais evidente, se a prestadora não for poderosa, deferem

Nos casos onde a lesão é mais evidente, se a prestadora não for poderosa,

deferem indenizações pífias, e honorários aviltantes, para refrear o ​ animus ajuizandi ​ .

deferem indenizações pífias, e honorários aviltantes, para refrear o animus ajuizandi.

 

Isso causa frustração e prejuízo porque o valor não cobre o custo do processo, de

tempo,

deslocamentos,

etc.

A advocacia artesanal

é

privada

de

efetiva

contraprestação

 
Insatisfeitos, os jurisdicionados passaram a acionar a Justiça comum. Contudo, não demorou a copiar o
Insatisfeitos, os jurisdicionados passaram a acionar a Justiça comum. Contudo,

Insatisfeitos, os jurisdicionados passaram a acionar a Justiça comum. Contudo,

passaram a acionar a Justiça comum. Contudo, não demorou a copiar o mesmo mecanismo, que vem
não demorou a copiar o mesmo mecanismo, que vem minando a paz social:

não demorou a copiar o mesmo mecanismo, que vem minando a paz social:

A Lei 9.099/95 nasceu repleta de boas intenções. Contudo, devido à crise que assolava a
A Lei 9.099/95 nasceu repleta de boas intenções. Contudo, devido à crise que

A Lei 9.099/95 nasceu repleta de boas intenções. Contudo, devido à crise que

assolava a magistratura, foi usada para criar cargos e reduzir o arrocho vencimental.

assolava a magistratura, foi usada para criar cargos e reduzir o arrocho vencimental.

Contudo, devido à crise que assolava a magistratura, foi usada para criar cargos e reduzir o

Isso inverteu o perfil dos operadores:

Antes, o ​ Juizado de Pequenas Causas ​ era movido pela labuta dos ​ abnegados
Antes, o ​ Juizado de Pequenas Causas ​ era movido pela labuta dos ​ abnegados

Antes, o Juizado de Pequenas Causas era movido pela labuta dos abnegados

Juizado de Pequenas Causas ​ era movido pela labuta dos ​ abnegados voluntários ​ , ​
voluntários ​ , ​ sem remuneração ​ .

voluntários, sem remuneração.

Os cargos do Juizado Especial são disputados por quem quer melhorar o vencimento.
Os cargos do Juizado Especial são disputados por quem quer melhorar o

Os cargos do Juizado Especial são disputados por quem quer melhorar o

Os cargos do Juizado Especial são disputados por quem quer melhorar o vencimento.
vencimento.

vencimento.

 

A

conscientização

dos

direitos,

aumentou as demandas e os lobistas dos

controladores globalistas aproveitaram para implantar a encenação jurisdicional a fim

de assegurar o lucro das grandes empresas lesando o consumidor impunemente.

 
 

Do lucro em protelar:

 

As Instituições Financeiras estão entre os maiores litigantes. Retardam os

pagamentos para manter, em seu poder, os recursos, que emprestam a juros

compostos, mês a mês, de 8% a 12% (dados públicos, art. 334, CPC).

 
No Foro o juro é simples, de 12% ao ano. Em poucos meses, a diferença
No Foro o juro é simples, de 12% ao ano. Em poucos meses, a diferença

No Foro o juro é simples, de 12% ao ano. Em poucos meses, a diferença passa

simples, de 12% ao ano. Em poucos meses, a diferença passa de 100%. Memória de cálculo
de 100%. Memória de cálculo de juros em um intervalo de 2 anos:

de 100%. Memória de cálculo de juros em um intervalo de 2 anos:

Juros forenses, de 12% ao ano, em 2 anos:

Juros percentuais em 2 anos = 24,00 %

Valor para fim de exemplo: R$ 8.000,00

Valor dos juros = R$ 1.920,00

Total com os juros forenses = R$ 9.920,00

* Observações sobre o juro forense simples:

Fórmula dos juros simples: Juros = (taxa / 100) * períodos

períodos = 17/31 (prop. Jul-09) + 23 (de Ago-09 a Jun-11) + 14/31 (prop. Jul-11) = 24

Juros = (1 / 100) * 24 = 24,00 %

Compare aos Juros bancários compostos a 8% ao mês:

Juros percentuais compostos em 2 anos = 534,12 %*

Aplicado sobre mesmo valor do exemplo: R$ 8.000,00

Valor dos juros = R$ 42.729,60

Valor total com juros = R$ 50.729,60

* Observações sobre os juros compostos bancários:

Fórmula dos juros compostos: Juros = ((1 + taxa / 100) ^ períodos) – 1

períodos = 17/31 (prop. Jul-09) + 23 (de Ago-09 a Jun-11) + 14/31 (prop. Jul-11) = 24

Juros = ((1 + 8 / 100) ^ 24) - 1 = 534,12 %

Diferença em um ano R$ 40.809,60 (R$ 42.729,60 – RS 1.920,00).

O exemplo comparou juros forenses ao percentual mínimo (8%) dos juros compostos bancários. Contudo, não
O exemplo comparou juros forenses ao percentual mínimo (8%) dos juros

O exemplo comparou juros forenses ao percentual mínimo (8%) dos juros

comparou juros forenses ao percentual mínimo (8%) dos juros compostos bancários. Contudo, não pense que só
compostos bancários. Contudo, não pense que só os bancos lucram.

compostos bancários. Contudo, não pense que só os bancos lucram.

 

As atividades comerciais bem sucedidas lucram alguns pontos percentuais

mensais.

Desta

forma,

toda

empresa

pode

ter

lucros

consideráveis

apenas

“discutindo” na Justiça o que deveriam ter pagado!

 
 

O comportamento protelatório transforma a derrota em vitória:

 

Em meses,

o lucro da atividade é diversas vezes superior ao valor da

condenação. Paga toda a conta do processo,

e ainda sobra! Mesmo agregando custas, a

multa de mora de 10% do art.475-J, honorários e indenização pela litigância de má-fé, em 20%, e multa em favor do Estado, a conta forense será inferior ao resultado dos juros bancários, de maneira que as

instituições financeiras lucram – daí a necessidade de punir o litigante de má-fé para refrear essa conduta.

 

Contudo, o fato de haver tantos processos permitiu aos juízes acreditarem nas

mentiras adocicadas dos lobistas dos controladores globalistas de que não existe como examinar a conduta processual. Não há notícia de condenações contra grandes empresas. Pelo contrário, ao invés de punir quem agiu ilicitamente, não vocacionados inventam pretextos para punir quem pede que trabalhem: Embora a condenação seja da

parte, obviamente prejudica ao advogado, vítima do abuso de poder, uma violação aos direitos humanos, pois é flagrante represália pelo fato do causídico ter solicitado que o juiz cumprisse o dever do cargo no

qual está investido!

 
Comprova o mal que vem sendo causado por não punir os infratores, a Assistência Judiciária
Comprova o mal que vem sendo causado por não punir os infratores, a Assistência

Comprova o mal que vem sendo causado por não punir os infratores, a Assistência

Comprova o mal que vem sendo causado por não punir os infratores, a Assistência Judiciária Gratuita.
Judiciária Gratuita.

Judiciária Gratuita.

 

A

Lei

1.060/50, com a nova redação do art. 4º, em vigor a partir de 1986,

assegurou desfrutar do benefício mediante a singela alegação. Contudo, como a litigância de má-fé não era penalizada, cada vez mais pessoas que não reuniam as

condições pediram, estimulando lides aventureiras!

 
 

Novamente, bastava punir os infratores: A Lei autoriza condená-los a pagar o

décuplo das custas: “Presume-se pobre, até prova em contrário, quem afirmar essa condição

sob

pena de pagamento até o décuplo das custas judiciais.” Lei 1.060/50, art. 4º, § 1º, redação da Lei nº 7.510, de

4/7/86.

 

Ao invés disto, passaram a exigir prova da necessidade de todos que solicitavam.

Criaram problemas para todas as pessoas, a maioria delas honestas e sem recursos.
Criaram problemas para todas as pessoas, a maioria delas honestas e sem

Criaram problemas para todas as pessoas, a maioria delas honestas e sem

Criaram problemas para todas as pessoas, a maioria delas honestas e sem recursos.
recursos.

recursos.

Dificultaram o acesso à justiça!

Retardaram a prestação jurisdicional com atos desnecessários.

Sem falar do volume de documentos ilegalmente esigidos.

E o pior:
E o pior:

Continuaram sem punir os infratores!

 

A

impunidade dos maus, ampliou-lhes a audácia, aumentando a ocorrência de

atos ilícitos e, conseqüentemente,

a quantidade de litígios, apesar de dispormos de

normas adequadas para reduzir as demandas:

 

Art. 18. O juiz ou tribunal, de ofício ou a requerimento, condenará o litigante de má-fé a pagar multa não

excedente a um por cento sobre o valor da causa e a indenizar a parte contrária dos prejuízos que esta sofreu, mais os

honorários advocatícios e todas as despesas que efetuou

( )

§ 2o O valor da indenização será desde logo fixado pelo juiz, em quantia não superior a 20% (vinte por

cento) sobre o valor da causa, ou liquidado por arbitramento.

​ o valor da causa ​ , ou liquidado por arbitramento. De ​ Prof. PADilla Faculdade
Para acabar com a corrupção, vimos acima, é só extinguir o precatório e controlar a
Para acabar com a corrupção, vimos acima, é só extinguir o precatório e

Para acabar com a corrupção, vimos acima, é só extinguir o precatório e

Para acabar com a corrupção, vimos acima, é só extinguir o precatório e controlar a morosidade
controlar a morosidade processual.

controlar a morosidade processual.

A vida é simples, algumas pessoas é que são complicadas como, no caso, as que
A vida é simples, algumas pessoas é que são complicadas como, no caso, as

A vida é simples, algumas pessoas é que são complicadas como, no caso, as

simples, algumas pessoas é que são complicadas como, no caso, as que criaram esse ambiente de
que criaram esse ambiente de encenação jurisdicional.

que criaram esse ambiente de encenação jurisdicional.

Podemos quebrar este paradigma?

Podemos eclodir um movimento para ACORDAR:

 

Acordar a maioria que,

entorpecida,

alimenta as torres gêmeas da

SUPERFICIALIDADE e das FALSAS CRENÇAS,

formando a base que alimenta os

politicos corruptos e lobistas dos controladoresglobalistas.

 

Acordar do torpor da acultura da superficialidade egocêntrica!

 

Os

psicopatas

são

insensíveis,

frios,

calculistas

e

capazes

de

mentiras

inteligentes possuindo "brutal capacidade de manipulação e nenhum sentimento de culpa ao fazer isto". Extremamente lúcidos, não perdem tempo, nem energia, com juízos de valor. Agem rapidamente, tudo fazendo para satisfazer os desejos egocêntricos de quem os financia. Não tem qualquer remorso, mesmo se impuserem

aos outros todo o tipo de sofrimento

Inteligentes, são capazes de falsamente

demonstrar sentimentos altruístas que não possuem, pois aprendem a estudar seus

comportamentos, para conquistar simpatia. Nada (em termos morais) os detém.

 
 

A

maioria das pessoas é decente, e quer o bem. A maioria se deixa levar por

achar

“normal”

esse

egocentrismo

artificial

espalhado

pelos

lobistas

dos

controladoresglobalistas. Resgate o seu livre arbítrio.

   

Chega de corrupção e ineficácia da Justiça.

Podemos controlar a morosidade mediante o acréscimo de cinco §§, ao art. 18, do CPC:
Podemos controlar a morosidade mediante o acréscimo de cinco §§, ao art. 18,

Podemos controlar a morosidade mediante o acréscimo de cinco §§, ao art. 18,

Podemos controlar a morosidade mediante o acréscimo de cinco §§, ao art. 18, do CPC:
do CPC:

do CPC:

 

§

3º. Em cada Tribunal, junto à Corregedoria-Geral, funcionará um Departamento

Comportamental para o exame da conduta processual e parecer técnico.

 
 

§

4º. O Departamento Comportamental manterá um banco de dados dos atos

que, em tese, configurem conduta desleal, a partir das comunicações que receber, de ofício, ou a requerimento, do interessado ou Ministério Público, devidamente

instruído.

 
 

§

5º. Comportamentos de distintos processos poderão ser agrupados e serem

objeto de parecer conjunto da conduta processual.

 
 

§

6º. No prazo previsto no art. 495, do CPC, o parecer sobre a tipicidade da

conduta e a recomendação de sanções será encaminhado ao órgão julgador, onde será assegurada vista às partes e Ministério Público, em prazo sucessivo, de dez (10)

dias cada, findos os quais serão conclusos para homologação.

 
 

§

7º. Considerar-se-ão todas as circunstâncias e, analogicamente, no que

pertinente, os princípios e normas de aplicação da pena (arts. 59 a 67) do Código

Penal.

 

A verificação do comportamento processual exige o exame de atividades em

conjunto. Um ato isolado nem sempre se percebe a tipicidade. A avaliação de conduta

na litigância de má-fé possui natureza distinta do exame de mérito dos processos de

natureza cível onde a intenção do agente é, muitas vezes, irrelevante. Numa

reparação de dano, interessa o nexo causal e a dimensão do dano. O exame da

conduta processual exige um tipo de valoração comportamental que mostra mais

afinidade com o direito penal do que com o civil.

Certamente você já deve ter desconfiado que, ao desenvolver uma linha de

pesquisa expondo as manipulações da opinião pública e todo mal que isso causa,

confrontamos interesses muito poderosos. Então, agora ficou fácil entender tudo que

eles nos fizeram.

A acultura da superficialidade é uma das mais consistentes explicações, talvez a única a fazer

sentido, o paradoxo de uma quantidade impressionante de novos profissionais do direito escreverem tão mal. A linguagem é o instrumento de trabalho jurídico como se frisa-se a lustros http://www.padilla.adv.br/teses/normas/linguagem/ causando espécie pessoas colarem grau em direito sem domínio da principal ferramenta dessa ciência!

“Ainda que a concentração de renda não seja algo problemático, ao contrário do que o mantra estatista geral reproduz, a Justiça do Trabalho e seus magistrados mantêm um papel ativo quando se trata de diminuir a produtividade, aumentar o desemprego, destruir a criação de riquezas, criar um ambiente jurídico inóspito para a inovação e o crescimento profissional e — como este artigo tentou demonstrar — concentrar renda na mão de

poucos. Especialmente se esses poucos são eles mesmos.” http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=2492#.V7YmF5jdwUQ.facebook

Novo CPC: mais um engodo? Previmos a ineficácia da mudança desde quando surgiu a ideia de criar um novo CPC. A mudança alegadamente bem intencionada pavimentou o caminho do inferno

O excesso de legislação amplia o engodo: Será de pouco proveito para as pessoas o fato

das leis serem feitas por homens eleitos por elas, se as leis forem tão volumosas que elas não possam ser lidas, ou tão incoerentes que não possam ser compreendidas; se elas são rejeitadas ou revistas antes de serem promulgadas, ou se submetem a incessantes alterações de modo que nenhum homem que saiba o que é uma lei hoje possa adivinhar o que ela será amanhã.” James Madison Federalist no. 62 [27 de Fevereiro, 1788]

“Uma democracia pressupõe o Governo a serviço do Povo. No Brasil, há uma vocação política doentia em sempre considerar os interesses do Governo como sendo coincidentes com os do Povo.” Jorge Ernesto Macedo Geisel http://www.midiasemmascara.org/arquivos/3538-quimera-republicana.html

No mesmo sentido: Novo CPC trouxe mais problemas do que soluções

Há anos previmos! Divulgamos advertências sobre ineficácia da mudança desde quando surgiu a ideia de criar um novo CPC na primeira década do milênio. A mudança, alegadamente bem intencionada, pavimentou o caminho do

inferno

Confira

E ​ scultura do artista dinamarquês Jens Galschiot Uma Justiça obesa, ociosa e parasita, sustentada

Escultura do artista dinamarquês Jens Galschiot Uma Justiça obesa,

ociosa e parasita, sustentada pelo povo miserável e quebrado com o sofrimento. Nenhuma imagem conseguiria retratar, de forma tão fiel como essa, o Judiciário brasileiro. Deveria haver algo assim em frente ao STF, em Brasília? Ou uma foto dessas na entrada de cada Forobou Sala deAudiencia?

A encenação jurisdicional camufla a corrupção:

Julgamento

no

TJ-SC

é

suspenso

quando

desembargador de pedir propina:

advogado

acusa

Felisberto Odilon Córdova acusou o relator Eduardo Gallo de pedir R$ 700 mil para julgar

favoravelmente aos seus interesses.

Por Rafael Martini 03/08/2017 21h34min

Não se fala noutra coisa no meio jurídico em Santa Catarina. O clima esquentou no Tribunal de Justiça nesta quinta à tarde. Durante a sustentação oral na 1ª Câmara Cível, o advogado Felisberto

Odilon Córdova acusou o desembargador Eduardo Gallo, relator do processo, de ter lhe feito uma proposta pedindo R$ 700 mil para julgar favoravelmente aos interesses do cliente. A causa envolve uma disputa de R$ 35 milhões (agravo de instrumento interposto em execução de honorários). Bastante exaltado, Córdova não economizou nas críticas e exigiu apuração do Ministério Público. - Este julgamento merece ser impugnado porque ele está comprado -, bradou o advogado do púlpito. Diante da denúncia considerada infundada pelo desembargador, Gallo exigiu que se desse ordem de prisão ao advogado. Reclamou dos excessos verbais e disse nunca ter sido chamado de vagabundo em 25 anos de magistratura. Para acalmar os ânimos, o presidente da Câmara,

desembargador Raulino Brunning, pediu vista dos autos, suspendeu o julgamento e decidiu oficiar

o Ministério Público e OAB para acompanharem o caso. Um vídeo que mostra o momento do auge da discussão circulou rapidamente em grupos sociais na internet. O presidente da OAB-SC, Paulo Brincas, determinou a instauração de uma comissão

que será presidida por ele para apurar os fatos. O presidente em exercício do Tribunal de Justiça de Santa Catarina, desembargador Alexandre d'Ivanenko, também informou por meio da assessoria de comunicação que já tinha ciência do ocorrido e pretende analisar o caso para depois se manifestar. A coluna também procurou o desembargador Gallo, via assessoria do TJ, mas foi informada que ele não estava mais na corte. Aliás, independentemente da polêmica, a gravidade da denúncia exige uma rápida apuração dos fatos com toda a transparência necessária e respeito aos princípios legais. Caberá à OAB, Tribunal

e Justiça e ao próprio Ministério Público assumirem o protagonismo do caso, evitando que o tema fique restrito aos compartilhamentos nas redes sociais. Inclusive pelo bem da carreira dos envolvidos.

O pedido de vista:

http://zh.rbsdirect.com.br/imagesrc/23549582.jpg

Atuação de juíza de Porto Alegre é alvo de críticas de MP e polícia:

Em pouco mais de um mês, a magistrada soltou 20 presos perigosos: Mauricio Tonetto

07/03/2014 - 04h51min

Conhecida no meio jurídico como "Iraque" pela violência dos réus, a 1ª Vara Criminal do Tribunal do Júri de Porto Alegre é alvo de polêmica desde 21 de janeiro deste ano devido à atuação da juíza Sonáli da Cruz Zluhan, 54 anos, uma magistrada de perfil “liberal.” Designada por tempo indeterminado para o lugar de Volnei dos Santos Coelho, agora na Corregedoria do Tribunal de Justiça (TJ), ela já revogou as prisões de 31 réus no período de atuação, alguns de alta periculosidade. Membros do Ministério Público (MP) e da Polícia Civil estão indignados.

Essa vara é o Iraque. Algo está errado. Ela faz um trabalho danoso em nome de uma ideologia de esquerda,

marxista, que prega que todo mundo é vítima da sociedade. Vai repercutir diretamente no aumento da criminalidade— acredita o promotor Eugênio Amorim, da Promotoria de Justiça do Tribunal do Júri da Capital.

Alinhada ao direito alternativo, recomenda que a aplicação de uma lei deve levar em conta o contexto social de cada caso, Sonáli Zluhan fez com que 20 presos voltassem às ruas — 11 dos 31 cumprem pena por outros crimes e seguiram detidos — em pouco mais de um mês em Porto Alegre. Na maioria dos casos, eles respondem por delitos como homicídio doloso, formação de quadrilha, tráfico de drogas e receptação.

— São reincidentes e perigosos. Deixá-los soltos pode motivar até atos de linchamento. Quando o Estado não se faz presente, as pessoas agem. Não acho que ela tenha de ser dura, apenas imparcial. Isso precisa ser denunciado para a sociedade. Qual é a responsabilidade do Judiciário com os homicídios em Porto Alegre? — questiona Amorim.

O histórico de polêmicas da magistrada não é de hoje. Quando trabalhou em Caxias do Sul, na Serra, ela

permitiu, em 2004, a soltura de Cristiano Ribeiro, condenado por roubo e extorsão.

Em liberdade condicional, ele foi flagrado ao entrar no Presídio Industrial com drogas. Libertado novamente, participou de assalto que resultou na morte do comerciante Luiz Alberto Moretto, irmão do então bispo da cidade, dom Paulo Moretto.

Soltura de réus elimina provas, diz delegado

A promotora do Tribunal do Júri de Porto Alegre Lúcia Callegari argumenta que a postura da juíza aumenta a

sensação de insegurança:

— Temos problemas em localizar as pessoas para as provas nos processos, e as revogações das detenções

tendem a piorar o cenário, pois ninguém se sentirá motivado a depor com o suspeito livre. Isso vai de encontro a uma megaestrutura de 16 delegacias de polícia montada para combater os homicídios.

Para a Polícia Civil, o sentimento é de frustração. A soltura de réus, de acordo com o diretor de Homicídios do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa, Cristiano Reschke, é decisiva para a coação de testemunhas e a eliminação das provas:

— É muito frustrante. Não podemos ser coniventes e aceitar calados tais liberalismos e excesso de garantismos. Quem assegura a integridade física, psíquica e a vida das testemunhas que passarão a sofrer ameaças graves para que não confirmem seus depoimentos no júri, uma vez que os autores dos crimes muitas vezes residem na mesma vila ou bairro que elas?

Por meio de uma nota (leia abaixo), o TJ limitou-se a comentar que a Corregedoria não interfere no conteúdo das decisões dos juízes. Zero Hora tentou contato com Sonáli durante toda a quinta-feira, mas, em férias, ela não foi encontrada.

CONTRAPONTO

O que diz Deborah Coleto Assumpção de Moraes, juíza da Corregedoria-geral da Justiça no Estado: "A Vara

do Júri está vaga, atendida, por Juiz Substituto. A designação de Sonáli, juíza substituta de entrância final, na referida Vara, decorreu da necessidade de priorizar o atendimento à unidade mediante atuação de um Juiz com dedicação exclusiva. O conteúdo de suas decisões traduz aspecto de ordem jurisdicional, no que a Corregedoria-Geral de Justiça não interfere. Eventual inconformidade do promotor de Justiça deve ser veiculada

PERFUME NA MERDA: OBRIGADO, SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL! Marcelo Rates Quaranta

Eu quero agradecer, em meu nome e em nome de todas as pessoas comuns, cidadãos simples do meu país

como eu, pelas últimas decisões tomadas pelo nosso Egrégio Supremo Tribunal Federal.

Sim, o Supremo fez de nós pessoas melhores do que pensávamos ser.

Quando olhávamos aqueles Ministros sob suas togas, com passos lento e decididos, altivos, queixos erguidos,

vozes impostadas ditando verdades absolutas e supremas, envoltos numa aura de extrema importância e

autoridade, nos sentíamos pequenos, minguados e reles plebeus diante de uma Corte que beirava o sublime, o

inatingível e o intangível.

Com essas decisões o Supremo conseguiu fazer com que a minha percepção sobre mim e sobre nós mudasse. Eles não são deuses. São pessoas tão pequenas e tão venais, que qualquer comparação que eu .faça de mim e

de nós em relação a eles, seria desqualificar-nos a um nível abissal. Tudo aquilo é fantasia, tudo aquilo é pose e tudo aquilo não passa de um teatro, mas nós somos reais. Foi aí que eu vi o quanto somos mais importantes que eles! Enquanto as divindades supremas encarnam seus personagens de retidão e lisura, mas com suas decisões abduzem a moral e destroem o país (e de quebra a reputação do Judiciário), nós brasileiros comuns e sem toga trabalhamos arduamente dia e noite para construir o país, ou pelo menos para minimizar os danos que eles provocam.

Como é que um dia eu pude vê-los como sendo superiores a nós? Eu estava enganado. Nós somos

muito superiores a eles, mesmo sendo zés, joãos, marias, desde o pequeno ambulante ao médico ou engenheiro. Nós somos as verdadeiras autoridades, porque nossa autoridade não foi conferida por um político malandro capaz de tudo com uma caneta. Nossa autoridade nos foi dada pela nossa força de continuar tentando fazer um Brasil melhor. Fico sinceramente com pena é dos advogados, que são obrigados a chamar esses ministros de Excelência, ainda que com a certeza de que não há excelência alguma nos serviços que eles estão prestando à nação. Acho que deve ser o mesmo sentimento de ser obrigado a chamar o cachorro do rei de "my lord". Agora eu sei o quanto somos bem maiores que eles, mesmo sem aquelas expressões em latim e doutrinas rebuscadas cheias de pompas e circunstâncias, que no final significam apenas passar perfume em merda. Se há alguém realmente importante no Brasil, esse é o Excelentíssimo Povo Brasileiro, que apesar de tudo é obrigado a sentir o mau cheiro que vem da “alta” Corte, e mesmo com náuseas e ânsia de vômito, tem que acordar as 5 da manhã pra fazer aquilo que eles não fazem: Produzir. Obrigado, Supremo, por nos mostrar que hoje o rei sou eu e o meu povo.

Então

Turma Recursal desconstituiu sentença copiada na íntegra por juíza

31 de janeiro de 2017, 14h35 Por Jomar Martins

Sentença copiada na íntegra de outro juiz afronta o princípio constitucional de que todas as decisões devem ser motivadas, como exige o artigo 93, inciso IX, da Constituição. Além disso, descumpre a regra prevista no artigo 489, inciso II, do novo Código de Processo Civil, pois os fundamentos são elementos essenciais da sentença.

Movida por esse fundamento, a 2ª Turma Recursal da Fazenda Pública dos Juizados Especiais da Justiça Estadual do Rio Grande do Sul desconstituiu, de ofício, sentença proferida pela juíza Márcia Kern, que jurisdiciona na Comarca de Porto Alegre. Ao julgar uma ação sobre diferenças de horas extras de agente penitenciário, a juíza Márcia transcreveu na íntegra

sentença da colega Rosana Broglio Garbin, ‘‘a fim de evitar desnecessária tautologia’’ — não ser

redundante.

A juíza relatora Rosane de Oliveira Michels disse que nem se manifestaria sobre o mérito do

recurso inominado porque a ‘‘sentença vergastada’’ julgou o pedido da inicial improcedente com

base na sentença de outra magistrada. Ela entendeu que essa questão prejudicial se sobrepõe à

apreciação do mérito recursal, já que a matéria discutida não recebeu um provimento judicial.

‘‘Assim, ante a absoluta ausência de manifestação do juízo sentenciante sobre os fatos debatidos

nos autos, torna-se inviável a este Colegiado confirmar ou reformar a deliberação judicial. Por

outro lado, estar-se-ia suprimindo um grau de jurisdição’’, escreve Rosane na decisão

monocrática.

Prejudicada a análise do recurso, os autos retornaram ao Juizado Especial da Fazenda Pública,

onde Márcia jurisdiciona, para produção de nova sentença. A decisão monocrática da juíza

relatora do recurso foi tomada na sessão de 26 de janeiro.

Clique aquipara ler a íntegra da sentença.

Clique aquipara ler o acórdão.

Intromissão de Suprema Corte em fatos culturais de estado autônomo prova ser falso o federalismo tupiniquim. Supremo julga inconstitucional lei cearense

regulamentando a vaquejada. A Lei 15.299/2013, do estado do Ceará, regulamentou a

vaquejada como prática desportiva e cultural no estado. Dia 6/10/16, a maioria do STF acompanhou o voto do relator, ministro Marco Aurélio, considerando haver “crueldade intrínseca” na norma.

considerando haver “crueldade intrínseca” na norma. Laudos demonstram consequências nocivas à saúde dos

Laudos demonstram consequências nocivas à saúde dos animais. O julgamento da matéria teve início em agosto de 2015, quando o relator, ao votar pela procedência da ação, afirmou que o dever de proteção ao meio ambiente (artigo 225 da Constituição Federal) sobrepõe-se aos valores culturais da atividade desportiva. Em seu voto, o ministro Marco Aurélio afirmou que laudos técnicos contidos no processo demonstram consequências nocivas à saúde dos animais: fraturas nas patas e rabo, ruptura de ligamentos e vasos sanguíneos, eventual arrancamento do rabo e comprometimento da medula óssea. Também os cavalos, de acordo com os laudos, sofrem lesões.

Para o relator, o sentido da expressão “crueldade” está no inciso VII do parágrafo 1º do artigo 225 da Constituição e alcança a tortura e os maus-tratos infringidos aos bois durante a prática da vaquejada. Assim, para ele, revela-se “intolerável a conduta humana autorizada pela norma estadual atacada”. Na mesma ocasião, o ministro Edson Fachin divergiu do relator e votou pela improcedência da ação. Para ele, a vaquejada consiste em manifestação cultural, o que foi reconhecido pela própria Procuradoria Geral da República na petição inicial. Esse entendimento foi seguido, também naquela sessão, pelo ministro Gilmar Mendes. Na sessão de 2 de junho deste ano, os ministros Luís Roberto Barroso, Rosa Weber e Celso de Mello seguiram o relator. Já os ministros Teori Zavascki e Luiz Fux seguiram a divergência, no sentido da validade da lei estadual. Na sua manifestação em agosto de 2015, no início do julgamento da ação, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, afirmou que o momento era de dar um passo à frente no processo civilizatório brasileiro, apesar da vaquejada ser reconhecida como um patrimônio nacional. Ele afirmou que o STF deveria ter posicionamento contramajoritário para vencer situações consolidadas pelo tempo, citando dois casos classificados como “evolução da jurisprudência”: a farra do boi e as rinhas de galos. Para ele, a Justiça, ao proibir as práticas, optou pela “evolução do nosso processo civilizatório”. Janot afirmou na ocasião que existem estudos té