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A arte abstrata ou abstracionismo é geralmente entendido como uma forma de arte

(especialmente nas artes visuais) que não representa objetos próprios da nossa realidade
concreta exterior. Ao invés disso, usa as relações formais entre cores, linhas e
superfícies para compor a realidade da obra, de uma maneira "não representacional".
Surge a partir das experiências das vanguardas européias, que recusam a herança
renascentista das academias de arte. A expressão também pode ser usada para se referir
especificamente à arte produzida no início do século XX por determinados movimentos
e escolas que genericamente encaixam-se na arte moderna.

No início do século XX, antes que os artistas atingissem a abstração absoluta, o termo
também foi usado para se referir a escolas como o cubismo e o futurismo que, ainda que
fossem representativas e figurativas, buscavaresultando em obras que fugiam à simples
imitação daquilo que era "concreto".m sintetizar os elementos da realidade natu

O futurismo é um movimento artístico e literário, que surgiu oficialmente em 20 de


fevereiro de 1909 com a publicação do Manifesto Futurista, pelo poeta italiano Filippo
Marinetti, no jornal francês Le Figaro. Os adeptos do movimento rejeitavam o
moralismo e o passado, e suas obras baseavam-se fortemente na velocidade e nos
desenvolvimentos tecnológicos do final do século XIX. Os primeiros futuristas
europeus também exaltavam a guerra e a violência. O Futurismo desenvolveu-se em
todas as artes e influenciou diversos artistas que depois fundaram outros movimentos
modernistas.

Índice
[esconder]

• 1 mots en liberté: tipografia futurista


• 2 Pintura futurista
• 3 Futurismo no Brasil
• 4 Futurismo em Portugal

• 5 Ver também

[editar] mots en liberté: tipografia futurista


No primeiro manifesto futurista de 1909, o slogan era Les mots en liberté ("Liberdade
para as palavras") e levava em consideração o design tipográfico da época,
especialmente em jornais e na propaganda. Eles abandonavam toda distinção entre arte
e design e abraçavam a propaganda como forma de comunicação. Foi um momento de
exploração do lúdico, da linguagem vernacular, da quebra de hierarquia na tipografia
tradicional, com uma predileção pelo uso de onomatopéias. Essas explorações tiveram
grande repercussão no dadaísmo, no concretismo, na tipografia moderna, e no design
gráfico pós-moderno.

[editar] Pintura futurista


Auto-retrato de Umberto Boccioni
Ver artigo principal: Pintura do futurismo

A pintura futurista foi explicitada pelo cubismo e pela abstração, mas o uso de cores
vivas e contrastes e a sobreposição das imagens pretendia dar a ideia de dinâmica,
deformação e não- materialização por que passam os objetos e o espaço quando ocorre a
ação. Para os artistas do futurismo os objetos não se concluem no contorno aparente e
os seus aspectos interpenetram-se continuamente a um só tempo. Procura-se neste estilo
expressar o movimento atual, registrando a velocidade descrita pelas figuras em
movimento no espaço. O artista futurista não está interessado em pintar um automóvel,
mas captar a forma plástica a velocidade descrita por ele no espaço.

No primeiro manifesto futurista de 1909, o slogan era Les mots en liberté ("Liberdade
para as palavras") e levava em consideração o design tipográfico da época,
especialmente em jornais e na propaganda. Eles abandonavam toda distinção entre arte
e design e abraçavam a propaganda como forma de comunicação. Foi um momento de
exploração do lúdico, da linguagem vernacular, da quebra de hierarquia na tipografia
tradicional, com uma predileção pelo uso de onomatopéias. Essas explorações tiveram
grande repercussão no dadaísmo, no concretismo, na tipografia moderna, e no design
gráfico pós-moderno.

[editar] Pintura futurista

Construtivismo é uma das correntes teóricas empenhadas em explicar como a


inteligência humana se desenvolve partindo do princípio de que o desenvolvimento da
inteligência é determinado pelas ações mútuas entre o indivíduo e o meio.

Esta concepção do conhecimento e da aprendizagem que derivam, principalmente, das


teorias da epistemologia genética de Jean Piaget e da pesquisa sócio-histórica de Lev
Vygotsky, parte da idéia de que o homem não nasce inteligente, mas também não é
passivo sob a influência do meio, isto é, ele responde aos estímulos externos agindo
sobre eles para construir e organizar o seu próprio conhecimento, de forma cada vez
mais elaborada.

Nesta concepção, o conhecimento não se traduz em atingir a verdade absoluta, em


representar o real tal como ele é, mas numa questão de adaptação (noção trazida da
biologia) do organismo a seu meio ambiente. Assim, o sujeito do conhecimento está o
tempo todo modelando suas ações e operações conceituais com base nas suas
experiências. O próprio mundo sensorial com que se depara é um resultado das relações
que se mantém com este meio, de atividade perceptiva para com ele, e não um meio que
existe independetemente.

Na aquisição de novos conhecimentos o ser humano, segundo Piaget, adota dois


procedimentos: a assimilação e a acomodação. Estes dois processos buscam restabelecer
um equilíbrio mental perturbado pelo contato com um dado incompatível com aquilo
que se conhece até então (princípio de equilibração). No primeiro caso aquilo com que
se entra em contato é assimilado por um esquema já existente que então se amplia, no
segundo, o dado novo é incompatível com os esquemas já formulados e então se cria
um novo esquema acomodando este novo conhecimento. Este novo esquema será então
ampliado na medida em que o indivíduo estabelecer relações com seu meio.