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>> Europa Ocidental, ano de 1940.

<<
A Alemanhã sob as ordem ditatorias de Hitler encontra-se em pleno ato es
pancionista e busca manter a supremacia Ariana, contudo, não são todos os alemãs
que concordam com isso.... é o caso de Jeniffer Van der Hiarne. Esta jovem de 1
9 anos, filha de alemãs ditos puros, é integrante de um recluso grupo que prega
a não violência e luta pela igualdade entre os povos. Ela integra esse grupo às
escondidas, ao menos por um certo tempo.
Quando seus pais descobrem o segrdo de Jeniffer ela é expulsa de casa e
recebe dois dias de prasos para sumir, pois eles a denunciariam após tamanha ver
gonha para sua família. Julgavam isso um absurdo que deveria ser punido. Apesar
da dor de ser rejeitada pela família Jeniffer não teve escolha se não fugir.
Auxiliada pelo seu grupo, foi mandada para uma das ilhas do arquipélado
grego, bem distante da alçada do Fürrer. Lá ela foi recebida com afeto mas com d
iscrição, pois teva até que mudar a cor dos cabelos. Foram tempos difíceis, mas
ela conseguiu se virar.
>> Grécia, ano de 1954.<<
Jeniffer está grávida e prestes a dar à luz. Isso aconteceu por conseque
ncia de um amor nascido 3 anos após chegar em solo helênico, quando conheceu Nik
kos Dracco, um grego simpático e bondoso, integrante do grupo que a refugiou. Es
se dia ficou marcado para ambos. Parecia o começo de uma nova vida de paz para a
mbos, longe do terror da guerra que já acabara.
>> Grécia, ano de 1979. <<
Yolauss Van de Dracco, filho de mãe alemã refugiada de Hitler e pai grec
o, é dado como morto após 4 meses de desaparcimento. Lauss, apelido dado por seu
s parentes, era um jovem bonito, mas muito desleixado em questão de apresentação
e de sociabilidade, que se preocupava mais em vver a vida do que qualquer outra
cosia. Ele estudou mas não dava sorte com empregos fixos preferindo empregos te
mporários onde pudesse fazer uso de seu porte atlético e quem sabe até mesmo apr
imorá-los. Era muito inquieto e estava sempre sumindo por um ou dois meses pois
quando se achava preso corria para casa pegava uma muda de roupas e metia o pé n
a estrada, porém sempre voltava. o que não aconteceu desta vez... Jeniffer e Nik
kos choravam a perda de seu único filho, fruto da renovção. Significaria alguma
coisa? Algum mau presságio? Não... não para eles... não para esses sofridos pais
desolados.
>> Grécia, ano de 1979... ainda. <<
Um velório acontece segundo as tradições Gregas. Ainda é dia, todavia as
núvens de tempestades enviadas por Deus obscurem tudo, parecendo que no céu há
dor pela perda que aconteceu.
Ao longe sob as sombras dos escombros olhos vermelhos cintilantes observ
am os acontecimentos. nada esta muito claro, apenas a sensação de que não deve s
air dali. Um temor grande pela luz do dia toma o âmago da criatura à espreita.
Flashs confusos de recordações com muitos dos rostos ali presentes surge
m na mente do predador de olhos rubros como o sangue, faznedo o desmaiar.
Seus olhos novamente se abrem. As imagens claras são claras, tudo parece
iluminado, mas ainda há aquele tom avermelhado sobre tudo, como se seus olhos e
stivesses sujos de sangue mas não pudessem ser limpos idependente do quanto os e
sfregasse. Pela janela as luzes das ruas estão acesas, mostrando ser noite.
Ele pensa em se virar e ir até a porta, mas algo pulsa dentro de si. Alg
o ritmado.
- tumtum... tumtum... tumtum -
Sim um tambor, abafado.... Seus tímpanos tremulam no memso ritmo. seu co
rpo pulsa e dentro de sua boca, ams precisamente em suas mandíbulas outra sensaç
ão nova. Ele se põe boqueaberto e leva as mãos até os dentes... percebe seus 4 c
aninos dissonantes do demias dentes... pontiagudos... grandes.... sua garganta c
oça... seu corpo se arrepia e seu olfato... bem, este é quem dá a partida de tud
o. Um cheiro súbto de sangue o faz saltar sobre o parapeito da janela e uivar pa
ra o céu se atirando ao chão logo após isso e indo intuitivamente na direção do
cheiro de sangue. Talvez pudesse parar, mas a sensação era tão boa e tão diferen
te. Sentia o ar batendo em seu rosto, seus cabelos voando e seus instintos tão a
centuados que parecia um novo jogo.
>> Itália, ano 1994. <<
Um jovem passeia calmamente pela rua enquanto ouve um silêncio angustiad
o das pessoas nos bares e nas salas de suas casas, onde as janelas estão abertas
e as bandeiras de seu país tremulam juntamente com uma camisa azul. Poucos minu
tos é a duração desse silêncio. A Itália é tomada por lamentos, gritos de desesp
ero e de decepção... A Itália perde a copa do mundo nos penaltis e Yolauss apena
s ri da frivolidade humana enquanto caminha com as mãos nos bolsos.
Nesse meio tmpo ele vê uma bela moça cabisbaixa e entristecida dirigir-s
e a um beco com as mãos próximas ao rosto. Apesar de tentado pela presa fácil, s
abia que ela estaria utilizando de coisas que maculam seu sangue e causam uma re
ação nada agradável nele, então apenas observa, pois a mesma experincia que o al
ertara do risco lhe ensinou que a presa não é fácil apenas para ele, um predador
faminto, mas também para outros predadores... os ambiciosos... garantido assim
sua refeição daquele dia.
Mas algo estranho também acenteceu após livrar-se do corpo de suas caças
e após divertir-se com o corpo da menina, agora eufôrica e ruborizada... Sons e
stranhos, na verdade palavras proferidas em uma lingua que mais parecia grego ar
caico chamaram sua atenção. Ele se se aproximou cuidadosamente e repticiamente p
ara ouvir e ver o que acontecia. Seus oculos escuros ajudavam a ocultar seus olh
os vermelhos, sem os quais não poderia ver com perfição os fatos, em meio as som
bras. Era um grupo de pessoas com vestes estranhas e livros nas mãos, além de fr
ascos e garrafas com um líquido vermelho viscoso. Yolaussa sabia que aquilo era
sangue, seu olfato era apurado de mais para errar sobre isso mas apra ter certez
a e garantir ao menos que não fosse atacado se fosse visto tranformou-se em lobo
, arte aprendida por impulso durante uma de susa viajens pelo mundo, e ficou à e
spreita quando um clarão súubito tomou o lugar, envolvendo ele inclusive. O sust
o foi tamanho que logo pulou e acabou por se revelar.
"Peguem aquele gangrel!!" -- gritou uma das pessoas que apontava para el
e.
"Gagrel? Mas do que estão falando?" -- pensava Yolauss enquanto corria o
mais rápido que podia na forma de lobo, encaminhando-se para a floresta. Sabia
não ser seguro, pois já quase morreu se não fosse o impulso de fundir com a terr
a uma vez ao deparar-se com um Lupino, mas não tinha escolha.
Em rápidas durante a fuga ele via aquelas pessoas gesticulando e falavan
do coisas apontando na sua direção seguida de grandes chingamentos. Pareciam ten
tar fazer algo com ele mas nitidamente não coseguiam. Ele pode ouvir uma única f
rase em meio a tudo isso: SEUS IMBECÍS MALDITOS, ELE TAMBÉM FOI AFETADO PERMANEN
TEMENTE!!
Afetado? Mas pelo que? Questionava-se o vampiro já em meio a floresta ap
ós o término da perseguição. Mas as complciações não paravam por aí... Uma matil
ha de lobos o cergou. Farejavam e farejavam durante vezes seguidas e o olhavam.
é, eram Lupinos, ele sabia e desta vez não teria como escapar, eram muitos porta
nto só lhe restava fica parado e aceitar seu fim. Estranhamente deram meia volta
após um certo tempo. Sem entender nada mas contente pelo que se sucedeu, tratou
de retornar para a cidade buscar uma casa onde alguém estivesse só e ele pudess
e se alimentar e passar o dia tranquilamente sem perturbações.
Na noite seguinte após isso tudo ele desperta pegando seus óculos e cobr
indo seus olhos vermelhos simultaneamente ouvindo uma voz dizendo: Você me supre
ende cada vez mais. Era outro vampiro que se apresentou como sendo seu criador e
lhe passou um livro. Conversaram muito tempo e veio a entender as consequencias
, positivas e negativas, dos acontecimentos da noite anterior. Seguiu durante um
tempo com o Tal vampiro de 10ª geração chamado Ykaro Cretíades, agora seu mento
r, que após lhe explicar sobre os Membros o apresentou nos circulos gangrel e en
sionou sobre os costumes dos mesmos. Também contou sobre as seitas eo os motivos
que os levaram a se unir a tal da Camarilla, mas informou que talvez isso fosse
passageiro.
Mutio do que Ykaro falou esta no livro, mas outras coisas não, assim com
o no livro também tinha coisas não mencionadas sobre fatos já conhecidos. Entret
anto após ler e memorizar o livro inteiro Yolauss o destruiu, optando por manter
a tradição gangrel de transmitir os fatos oralmente.
>> Irlanda, ano 2000 <<
Após inúmeras peregrinações Yolauss cruza com um grupo Rom e se espanta
com o modo que o olharam. Realmente eles sabem mais do que aparentam... Algumas
vezes durante seus tragetos cruzou com o mesmo grupo, mas como não é de sua pers
onalidade aceitar o miradas incomuns, aidna mais tantas vezes seguidas, se aprox
imou da "kumpania" imitando o modo que ouvira em alguns encontros do clã. É um f
ato.... a semelhança entre os gangrel e os Rom é enorme, a desconfiança, o senso
de liberdade e contraditóriamente o de território.
Foram horas de conversa e, discretamente, estudo uns dos outros. Na verd
ade isso estendeu-se durante dias, sempre que se encontravam, mas houve um fato
que levou ao "baro" a ter confiança em Yolauss... O filho de Tanuil, o "baro" ro
m, por havia sido emboscado num beco da capital por alguns vampiros, provavelmen
te neófitos que não sabem da encrenca que é ousar se alimentar de um cigano e Yo
lauss interveio com sanguinolência em defesa do garoto que trêmulo de medo grudo
u em sua perna e chorava ao ver aquele monte de sangue.
Apesar de Yolauss não ter mais muitos sentimentos de afeto por ninguém,
o constante convívio com as tradição dos Gangrel acentuaram nele, por intermédio
da euforia dos encontros, a noção de clã, e sendo os Rom parte de sua "família"
ele pôs o garoto nos ombros e levou-o de encontro à Tanuil. Assim ganhou um gra
nde aliado e para a vida toda (de Tanuil lógicamente).
>> EUA, ano 2009 <<
O século XXI esta sendo meio conturbado apra os Gangrel. Os fatos recent
es envolvendo a Camarilla, o Sabá e outras coisas que são comentadas apenas entr
e os seus iguais, os levou a tornarem-se independentes. Com isso Yolauss pela fa
cilidade que possui em cruzar as áreas dos Garou sem sofrer riscos começou a agi
r em benefício de sua família. Por mais que os demais acreditem num desorganizaç
ão entre os Forasteiros, como gostam de chamá-los, isso é ilusório e eles possue
m um objetivo secreto entre eles. Deste modo qualquer Gangrel que se una a uma s
eita tem sido caçado e eliminado, bem como qualquer outro que ouse usar da Metam
orfose sem a "bachat" de ser Gangrel.
Um dos principais motivos de ter vindo para esse continente é o cumprime
nto dessa missão, existem outros, porém qualquer outro torna-se secundário a men
os que possa forncer meios de facilitar a primeira.
Mas ainda sim a vida, e principalmente a nã-vida, é repleta de surpresas
e reviravoltas podendo ou não mudar os planos desse mestiço errante. Ou não...
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| FIM DO PRÓLOGO |