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INDUSTRY PROCESS AND AUTOMATION SOLUTIONS

I NDUSTRY P ROCESS AND A UTOMATION S OLUTIONS Manual de instalação, uso e manutenção C,
I NDUSTRY P ROCESS AND A UTOMATION S OLUTIONS Manual de instalação, uso e manutenção C,

Manual de instalação, uso e manutenção

I NDUSTRY P ROCESS AND A UTOMATION S OLUTIONS Manual de instalação, uso e manutenção C,

C, A, F, S, VF, W

I NDUSTRY P ROCESS AND A UTOMATION S OLUTIONS Manual de instalação, uso e manutenção C,

ATEX

INCLUDED

I NDUSTRY P ROCESS AND A UTOMATION S OLUTIONS Manual de instalação, uso e manutenção C,
Manual de instalação, uso e manutenção 1.0 - INFORMAÇÕES GERAIS 2 1.1 - OBJETIVO DO
Manual de instalação, uso e manutenção 1.0 - INFORMAÇÕES GERAIS 2 1.1 - OBJETIVO DO

Manual de instalação, uso e manutenção

1.0 - INFORMAÇÕES GERAIS 2 1.1 - OBJETIVO DO 2 1.2 - IDENTIFICAÇÃO DO EQUIPAMENTO
1.0
- INFORMAÇÕES GERAIS
2
1.1 - OBJETIVO DO
2
1.2 - IDENTIFICAÇÃO DO EQUIPAMENTO
3
1.3 - GLOSSÁRIO E TERMINOLOGIA
4
1.4 - MODALIDADES PARA SOLICITAÇÃO DE SUPORTE
4
1.5 - RESPONSABILIDADE DO FABRICANTE
4
2.0
- INFORMAÇÕES TÉCNICAS
5
2.1 - DESCRIÇÃO DO REDUTOR
5
2.2 - CONFORMIDADE COM AS NORMAS
5
2.3 - LIMITES E CONDIÇÕES DE USO
6
3.0
- INFORMAÇÕES SOBRE A SEGURANÇA
7
3.1
- NORMAS DE SEGURANÇA
7
4.0
- MOVIMENTAÇÃO E TRANSPORTE
8
4.1 - ESPECIFICAÇÕES DAS EMBALAGENS
8
4.2 - FASES DE MOVIMENTAÇÃO
9
4.2.1 - locação das embalagens
9
4.2.2 - locação do equipamento
9
4.3 - ARMAZENAGEM
10
5.0
- INSTALAÇÃO
11
5.1 - INSTALAÇÃO DO REDUTOR
11
5.1.1 - redutores com eixo de saída cilíndrico
14
5.1.2 - redutores com eixo de saída oco
14
5.1.3 - redutores com junta de conexão
15
5.1.4 - redutor pendular tipo F
15
5.2 - INSTALAÇÃO DE MOTOR ELÉTRICO COM FLANGE PADRÃO IEC
16
6.0
- TESTE DO REDUTOR
17
7.0
- USO DO EQUIPAMENTO
19
8.0
- MANUTENÇÃO
20
8.1 - MANUTENÇÃO PROGRAMADA
21
8.2 - LUBRIFICANTES
23
8.3 - TROCA DE ÓLEO
.23
8.4 - ÓLEOS RECOMENDADOS / PERMITIDOS
24
8.5 - VERIFICAÇÃO DO ESTADO DE EFICIÊNCIA
26
8.6- LIMPEZA
26
8.7
- PINTURA
26
9.0
- SUBSTITUIÇÃO DE PEÇAS
27
9.1 - DESMONTAGEM DO MOTOR COM FLANGE PADRÃO IEC
27
9.2 - DESMONTAGEM DO REDUTOR
27
10.0 - PROBLEMAS E SOLUÇÕES
28
ANEXO 1 – VERIFICAÇÃO DO NÍVEL DE ÓLEO DOS REDUTORES “ATEX”
ANEXO 2 – QUANTIDADE DE LUBRIFICANTE
Redutores coaxiais, série C
Redutores ortogonales, série A
Redutores pendulares, série F
32
33
34
Redutores
de
rosca
sem
fim, série
VF .
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.35
Redutores de rosca sem fim, série W
Redutores helicoidais de redução simples, série S
36
36
ANEXO 3 – PRODUÇÃO DO EIXO DO CLIENTE
37
Série A
Série F
Série VF e W
37
38
39
ANEXO 4 – MODO DE LEVANTAMENTO
40
ANEXO 5 – INSTALAÇÃO DO MOTOR NOS REDUTORES TIPO ROSCA SEM FIM ATÉ TIPO VFR
47
ANEXO 6 – REGISTRO DO TORQUE DE DESLIZAMENTO DO LIMITADOR DE TORQUE
48

Revisões O índice de revisões do catálogo encontra-se na pág. 50. No site www.bonfiglioli.com estão disponíveis os catálogos nas suas versões mais atualizadas.

1.0 – INFORMAÇÕES GERAIS 1.1 - OBJETIVO DO MANUAL Este manual foi produzido pelo Fabricante
1.0 – INFORMAÇÕES GERAIS 1.1 - OBJETIVO DO MANUAL Este manual foi produzido pelo Fabricante

1.0 – INFORMAÇÕES GERAIS

1.1 - OBJETIVO DO MANUAL

Este manual foi produzido pelo Fabricante com o intuito de fornecer as informações necessárias ao pessoal autorizado a desenvolver em segurança as atividades de transporte, movimentação, instalação, manuten- ção, reparação, desmontagem e descarte do redutor

Todas as informações necessárias para os compradores e para os projetistas constam no “catálogo de venda”. Além de adotar as regras da boa técnica de construção, as informações devem ser lidas atentamente e aplicadas de modo rigoroso.

As informações a respeito do motor elétrico, que é acoplado ao redutor, podem ser encontradas no Manual de uso, instalação e manutenção do motor elétrico específico.

A não observância dessas informações pode causar riscos para a saúde e para a segurança das pessoas e

prejuízo econômico.

Essas informações, publicadas pelo Fabricante em seu próprio idioma original (italiano), também podem ser disponibilizadas em outros idiomas para satisfazer a exigências legais e/ou comerciais.

A documentação deve ficar sob a guarda de uma pessoa responsável, especificamente encarregada, em lo-

cal adequado, de forma a estar sempre disponível para consulta, em bom estado de conservação.

Em caso de extravio ou deterioração, uma nova documentação deve ser solicitada diretamente ao fabrican- te, mencionando o número de referência do presente manual.

O

manual reflete a situação presente no momento de sua publicação para o mercado de redutores.

O

fabricante se reserva o direito de modificar, integrar ou melhorar este manual, sem que isso constitua mo-

tivo para que se considere inadequada a presente publicação.

Para destacar alguma parte do texto que seja relevante ou para indicar algum ponto específico importante, foram adotados símbolos cujos significados serão descritos a seguir.

SIMBOLOGIA:

PERIGO – ATENÇÃO

O símbolo indica uma situação de grave perigo que, caso ocorra, pode causar sério risco

O

símbolo indica uma situação de grave perigo que, caso ocorra, pode causar sério risco

para a saúde e para a segurança das pessoas.

CAUTELA – ADVERTÊNCIA

CAUTELA – ADVERTÊNCIA

O

símbolo indica que é necessário adotar um comportamento adequado para não causar ri-

sco para a saúde e para a segurança das pessoas e não provocar prejuízo econômico.

IMPORTANTE

IMPORTANTE

O

símbolo indica informação técnica de particular importância que não deve ser negligenciada.

As normas que correspondem a esses símbolos, exibidos sobre um fundo amarelo, referem-se exclusivamente aos

As normas que correspondem a esses símbolos, exibidos sobre um fundo amarelo, referem-se exclusivamente aos equipamentos, conforme a Diretriz ATEX 94/9/CE. As operações indicadas com esse conjunto de símbolos devem ser executadas por profissionais qualificados, com com- petência específica a cerca da temática de segurança relativa a áreas caracterizadas pela pre- sença de atmosfera potencialmente explosiva. As instruções, caso ignoradas, podem causar grave risco para a segurança das pessoas e para o meio-ambiente.

explosiva. As instruções, caso ignoradas, podem causar grave risco para a segurança das pessoas e para
1.2 – IDENTIFICAÇÃO DO EQUIPAMENTO O redutor possui uma plaqueta de identificação. Nessa plaqueta constam
1.2 – IDENTIFICAÇÃO DO EQUIPAMENTO O redutor possui uma plaqueta de identificação. Nessa plaqueta constam

1.2 – IDENTIFICAÇÃO DO EQUIPAMENTO O redutor possui uma plaqueta de identificação. Nessa plaqueta constam todas as informações indispensáveis para a segurança do trabalho. Para interpretar o código de identificação do redutor, deve-se consultar o catálogo de venda. Caso o redutor esteja completo com motor elétrico (motoredutor), as informações relativas ao motor estão disponíveis no manual correspondente.

Conteúdo da placa

disponíveis no manual correspondente. Conteúdo da placa Identificação do redutor. Código do produto. Mês/ano de

Identificação do redutor.disponíveis no manual correspondente. Conteúdo da placa Código do produto. Mês/ano de fabricação. Posição de

Código do produto.Conteúdo da placa Identificação do redutor. Mês/ano de fabricação. Posição de montagem. Relação

Mês/ano de fabricação.da placa Identificação do redutor. Código do produto. Posição de montagem. Relação da transmissão. Placa dos

Posição de montagem.do redutor. Código do produto. Mês/ano de fabricação. Relação da transmissão. Placa dos redutores com opção

Relação da transmissão.do produto. Mês/ano de fabricação. Posição de montagem. Placa dos redutores com opção ATEX: Identificação do

Placa dos redutores com opção ATEX: Identificação do redutor. Relação da transmissão. Código do produto.
Placa dos redutores com opção ATEX:
Identificação do redutor.
Relação da transmissão.
Código do produto.
Torque transmissível [Nm] a n 1 =1400 rpm.
Posição de montagem.
Mês/ano de fabricação.
Velocidade máxima do comando.
Nº do certificado depositado.
Classe de temperatura ou temperatura
superficial máxima.
Temperatura superficial máxima.
Marcação CE –
• Limites ambientais (temperatura ambiente compreendida entre -20°C e +40°C).
• Temperatura superficial máxima: classe de temperatura T4 para 2G e 130°C para 2D. Alguns
tipos de redutores especificados no catálogo constituem exceção e são marcados como clas-
se de temperatura T3 para 2G ou 160°C para 2G e 2D.
• Tabelionato no qual está depositado o fascículo técnico.

Legibilidade da placa

A placa de identificação deve ser conservada, com limpezas periódicas, de modo que todas as informações nela contida sejam sempre legíveis.

Quando a placa se deteriorar e/ou não for mais legível, mesmo que isso afete apenas um dos elementos in- formativos, recomenda-se que uma outra placa seja solicitada à construtora, mencionando os dados conti- dos no presente manual, e se providencie sua substituição.

1.3 - GLOSSÁRIO E TERMINOLOGIA Descrevemos a seguir alguns termos recorrentes neste manual de modo
1.3 - GLOSSÁRIO E TERMINOLOGIA Descrevemos a seguir alguns termos recorrentes neste manual de modo

1.3 - GLOSSÁRIO E TERMINOLOGIA

Descrevemos a seguir alguns termos recorrentes neste manual de modo a determinar seu significado de forma inequívoca.

Manutenção ordinária: conjunto de operações necessárias para conservar a funcionalidade e a eficiência do redutor. Normalmente essas operações são programadas pelo Fabricante, que define a competência ne- cessária e a modalidade de intervenção.

Manutenção extraordinária:

ciência do redutor.Essas operações não são programadas pelo Fabricante e devem ser executadas por um técnico especializado.

Técnico especializado: técnico selecionado e autorizado dentre aqueles que atendem aos requisitos de competência e conhecimento mecânico e elétrico para reparar e executar a manutenção extraordinária do redutor.

Revisão: a revisão consiste na substituição dos rolamentos e/ou de outros componentes mecânicos que mostrem sinais de desgaste tais que possam prejudicar o funcionamento do redutor. Além disso, a revisão comporta uma verificação do estado de todos os componentes do redutor (chaveta, retentores, guarnições, respiros etc.). Em caso de dano, é necessário providenciar a substituição dos componentes e investigar as causas.

conjunto de operações necessárias para preservar a funcionalidade e a efi-

1.4 - MODALIDADE PARA SOLICITAÇÃO DE SUPORTE

Para qualquer solicitação de assistência técnica, dirija-se diretamente à rede de vendas do Fabricante, men- cionando os dados da plaqueta de identificação, as horas de trabalho aproximadas e o tipo de defeito apre- sentado.

1.5 - RESPONSABILIDADE DO FABRICANTE

O fabricante declina qualquer responsabilidade em caso de:

uso do redutor de forma contrária à legislação nacional de segurança e de prevenção de acidentes

erro de instalação, não cumprimento ou cumprimento errado das instruções constantes no presente manual

falhas na alimentação elétrica (para os motoredutores)

modificações ou adulterações

operações executadas por pessoal não treinado ou inidôneo.

A segurança do redutor depende da escrupulosa observação das instruções constantes do manual e, em particular, é necessário:

operar o redutor sempre dentro do seu limite de capacidade

executar sempre uma cuidadosa manutenção ordinária

designar operadores treinados para as fases de inspeção e manutenção

utilizar exclusivamente peças de reposição originais

• utilizar exclusivamente peças de reposição originais • as configurações previstas no catálogo do redutor

as configurações previstas no catálogo do redutor são as únicas reconhecidas

não tentar utilizar o redutor em desacordo com o indicado

as instruções mencionadas neste manual não substituem, mas resumem as obrigações determi- nadas pela legislação vigente sobre normas de segurança.

2.0 - INFORMAÇÕES TÉCNICAS 2.1 - DESCRIÇÃO DO REDUTOR O redutor de velocidade é projetado
2.0 - INFORMAÇÕES TÉCNICAS 2.1 - DESCRIÇÃO DO REDUTOR O redutor de velocidade é projetado

2.0 - INFORMAÇÕES TÉCNICAS

2.1 - DESCRIÇÃO DO REDUTOR

O redutor de velocidade é projetado e construído para ser incorporado, eventualmente acionado por um mo-

tor elétrico, a um conjunto de peças ou de componentes solidamente conectados a fim de executar uma fun- ção bem determinada. Em função das diversas exigências operacionais, o redutor pode ser fornecido em várias versões e configurações. Dessa forma, satisfaz às exigências das indústrias mecânica, química, agroalimentar etc. Com o objetivo de aumentar a versatilidade de seus redutores, a BONFIGLIOLI RIDUTTORI disponibiliza

uma série de acessórios e de variantes opcionais. Para obter todas as informações técnicas e descritivas, consultar o catálogo de venda correspondente.

É de responsabilidade do usuário utilizar o redutor de modo apropriado, respeitando as advertências e as in-

struções do produto em relação à correta instalação e manutenção dos redutores BONFIGLIOLI.

 

ESPECIFICAÇÕES DE SEGURANÇA ADOTADAS PELOS REDUTORES NA VERSÃO “ATEX”

utilizar apenas lubrificantes (óleo e graxa) sintéticos

retentores em VITON ®

trava das roscas de todos os parafusos externos

tampas do respiro com válvula antiintrusão

• retentores duplos na saída dos redutores série C e retentores dotados de lábio antipó

retentores duplos na saída dos redutores série C e retentores dotados de lábio antipó nos outros tipos

componentes e produtos compatíveis com temperaturas superiores ao limite previsto

 

ausência de elementos metálicos que possam danificar a parte externa do redutor

• ausência de peças plásticas capazes de acumular carga eletrostática ou, ao contrário, isolar

ausência de peças plásticas capazes de acumular carga eletrostática ou, ao contrário, isolar

adoção de relés termosensíveis do tipo irreversível

 

para as instalações nas zonas 21 e 22, deve estar previsto e ativo um programa específico de limpeza periódica das superfícies e dos rebaixos, a cargo do comprador, para se evitar que eventuais depósitos de pó excedam a espessura de 5 mm

para prevenir o acúmulo de pó em zonas de difícil acesso, as áreas próximas à área de aco- plamento móvel, do flange de fixação e de eventuais sedes roscadas externas são seladas de diversas maneiras.

2.2 - CONFORMIDADE NORMATIVA

Os redutores e os motoredutores (quando fornecidos completos com motor) são projetados levando-se em conta os Requisitos Essenciais de Segurança e sua aplicabilidade, da Diretiva de Máquinas 98/37/CE e, a pedido, podem ser fornecidos com a Declaração do fabricante – Anexo IIB, com relação à mesma diretiva. Os motores elétricos dos motoredutores fabricados pela BONFIGLIOLI RIDUTTORI estão em conformidade com a Diretiva de Baixa Tensão 73/23/CEE e com a Diretiva de Compatibilidade Eletromagnética 89/336/CEE.

 

Além disso, caso os redutores sejam específicos para uso em ambientes com atmosfera poten- cialmente explosiva, eles são projetados e construídos de acordo com os Requisitos Essenciais de Segurança (RES) do Anexo II da Diretiva “ATEX” 94/9/CE e seguem a seguinte classificação:

• Grupo do equipamento: II .

Grupo do equipamento: II.

Categoria: Gás 2G – Pós 2D.

• Área: Categoria: Gás 1 – Pós 21 .

Área: Categoria: Gás 1 – Pós 21.

Temperatura superficial máxima: classe de temperatura T4 para 2G e 130°C para 2D. Alguns tipos de redutores, especificados no catálogo, constituem exceção e são marcados como classe de temperatura T3 para 2G ou 160°C para 2G e 2D.

2.3 - LIMITES E CONDIÇÕES DE USO Modificações na forma construtiva ou na posição de
2.3 - LIMITES E CONDIÇÕES DE USO Modificações na forma construtiva ou na posição de

2.3 - LIMITES E CONDIÇÕES DE USO

Modificações na forma construtiva ou na posição de montagem são permitidas somente median- te prévia

Modificações na forma construtiva ou na posição de montagem são permitidas somente median- te prévia consulta e autorização da assistência técnica da BONFIGLIOLI RIDUTTORI.

Na falta de autorização, a homologação ATEX é cancelada.

Na falta de autorização, a homologação ATEX é cancelada.

Condições ambientais

Admite-se para o funcionamento do redutor uma temperatura ambiente entre -20°C e +40°C. Para uma temperatura ambiente entre -20°C e -10°C, o acionamento do redutor só poderá ser feito após um pré-aquecimento progressivo e homogêneo da unidade, ou com funcionamento sem carga aplicada. A carga poderá ser aplicada ao eixo do redutor quando o mesmo tiver atingido a temperatura de -10°C ou superior.

É vedada a utilização dos redutores em ambientes com atmosfera potencialmente explosiva ou onde tenhasido recomendado o uso de componentes antiinflamáveis, a não ser que explicitamente previsto no fornecimento.

Os dados da plaqueta relativos à temperatura superficial máxima, referem-se a uma medição feita em
Os dados da plaqueta relativos à temperatura superficial máxima, referem-se a uma medição feita em

Os dados da plaqueta relativos à temperatura superficial máxima, referem-se a uma medição feita em condições ambientais normais e com uma instalação normal. Variações nessas condições, ainda que míninas (ex.: compartimentos reduzidos de montagem), podem ter efeitos significativos no incremento da temperatura.

que míninas (ex.: compartimentos reduzidos de montagem), podem ter efeitos significativos no incremento da temperatura.

Iluminação

Em caso de manutenção realizada em área com iluminação insuficiente, uma lâmpada extra deve ser utilizada garantindo que a atividade ocorra em condições de segurança segundo o previsto pelas disposições legais vigentes.no incremento da temperatura. • Iluminação • Ruído - Vibrações A pressão acústica, durante o

Ruído - Vibrações

A pressão acústica, durante o teste de funcionamento feito pelo fabricante, medida a plena carga a 1 m de distância, a 1,6m do solo e na ausência de reverberações, deve ser inferior a 85 dB(A).

As vibrações produzidas pelo redutor não apresentam risco para a saúde das pessoas. Uma vibração excessiva pode ser causada por uma avaria que deve ser imediatamente identificada e eliminada.

3.0 - INFORMAÇÕES SOBRE A SEGURANÇA 3.1 - NORMAS DE SEGURANÇA • As instruções constantes
3.0 - INFORMAÇÕES SOBRE A SEGURANÇA 3.1 - NORMAS DE SEGURANÇA • As instruções constantes

3.0 - INFORMAÇÕES SOBRE A SEGURANÇA

3.1 - NORMAS DE SEGURANÇA

As instruções constantes neste manual e aquelas eventualmente aplicadas diretamente no redutor, em par- ticular as que se referem à segurança, devem ser lidas com atenção.

O pessoal que efetuar qualquer tipo de intervenção durante todo o ciclo de vida do redutor deverá possuir rigorosa competência técnica, capacitação específica e experiência adquirida e reconhecida pelos setores específicos onde o equipamento está instalado e saber usar as ferramentas necessárias para o trabalho e os equipamentos de proteção individual (DPI) adequados segundo o Decreto Legislativo 626/94 (Itália). A não observância desses requisitos pode causar riscos à segurança e à saúde das pessoas.

Utilizar o redutor apenas para os fins previstos pelo Fabricante. O uso dos redutores de forma imprópria pode causar risco para a segurança e para a saúde das pessoas e prejuízos econômicos.

e para a saúde das pessoas e prejuízos econômicos. Os usos previstos pelo Fabricante são aqueles

Os usos previstos pelo Fabricante são aqueles industriais, para os quais os redutores fo ram desenvolvidos.

Manter o redutor em condições de máxima eficiência, efetuando as operações de manutenção programa- da prevista. Uma boa manutenção permitirá obter um melhor desempenho, um trabalho de atividade mais longo e uma conservação constante dos itens de segurança.

Para executar intervenções de manutenção em áreas de acessibilidade difícil ou perigosa, o técnico deve predispor as condições adequadas de segurança para si próprio e para os demais em conformidade com as leis vigentes de segurança no trabalho.

As atividades de manutenção, inspeção e reparação podem ser desenvolvidas apenas por um técnico especializado, consciente dos riscos envolvidos. É necessário, portanto, antever os procedimentos opera- cionais relativos à toda a maquina, adequados à administração das situações de perigo que podem se apresentar e os métodos para preveni-las. O técnico especializado deve sempre trabalhar com extrema prudência, prestando a máxima atenção e respeitando escrupulosamente as normas de segurança.

No caso dos redutores que devem operar em ambientes com a presença de atmosfera potencial-

No caso dos redutores que devem operar em ambientes com a presença de atmosfera potencial- mente explosiva, o pessoal encarregado, antes de iniciar sua atividade, deve obrigatoriamente de- sativar a alimentação do redutor, colocando-o em condição de “fora de serviço”, tomando cuidado em relação a qualquer condição que possa reativá-lo involuntariamente ou de qualquer forma mo- vimentar os componentes do redutor. Além disso, devem-se tomar todas as medidas necessárias para garantir a segurança ambiental (ex.: a eventual eliminação do gás, de resíduos de pós etc.).

necessárias para garantir a segurança ambiental (ex.: a eventual eliminação do gás, de resíduos de pós

Na fase de trabalho, utilizar apenas roupas e/ou dispositivos de proteção individual eventualmente indica- dos nas instruções de uso fornecidas pelo Fabricante e aqueles previstos nas leis vigentes em matéria de segurança do trabalho.

Substituir as peças desgastadas por peças de reposição originais. Usar óleos e graxas recomendados pelo Fabricante.

Não descartar materiais poluentes no meio-ambiente. Efetuar o descarte respeitando as leis vigentes sobre a matéria.

Após ter efetuado a substituição do lubrificante, deve-se proceder à limpeza das superfícies do redutor e do piso próximo à área da intervenção.

4.0 - MOVIMENTAÇÃO E TRANSPORTE 4.1 - ESPECIFICAÇÕES DAS EMBALAGENS A embalagem padrão, caso não
4.0 - MOVIMENTAÇÃO E TRANSPORTE 4.1 - ESPECIFICAÇÕES DAS EMBALAGENS A embalagem padrão, caso não

4.0 - MOVIMENTAÇÃO E TRANSPORTE

4.1 - ESPECIFICAÇÕES DAS EMBALAGENS

A embalagem padrão, caso não tenha sido acordado algo diferente, não é impermeabilizada contra a chuva e é preparada para o transporte terrestre e não marítimo, e para ambientes cobertos e secos.

O material, adequadamente conservado, pode ser armazenado por um período de cerca de dois anos em

área coberta, com temperatura entre -15°C e +50°C e umidade relativa não superior a 80%. Para condições ambientais distintas, deve-se dispor de embalagens específicas.

Para facilitar as operações de movimentação das embalagens de volumes pesados pode ser usado um sistema

de paletes.

As figuras mostram os tipos de embalagem mais freqüentes.

- Embalagem de madeira para produtos variados para expedição marítima.

madeira para produtos variados para expedição marítima. - Embalagem em papelão para produtos individuais e

- Embalagem em papelão para produtos individuais e fornecidos em kits.

Embalagem para posicionamento horizontal

Embalagem para posicionamento vertical

Embalagem para posicionamento horizontal Embalagem para posicionamento vertical
Embalagem para posicionamento horizontal Embalagem para posicionamento vertical

Ao receber o redutor, certificar-se que suas especificações estejam de acordo com o pedido e que ele não apresenta danos ou anomalias. Relatar eventuais inconvenientes ao ponto de venda da BONFIGLIOLI RIDUTTORI.horizontal Embalagem para posicionamento vertical Descartar o material de embalagem segundo as disposições

Descartar o material de embalagem segundo as disposições legais sobre o tema.

4.2 - FASES DE MOVIMENTAÇÃO Movimentar os volumes respeitando as indicações fornecidas pelo Fabricante e
4.2 - FASES DE MOVIMENTAÇÃO Movimentar os volumes respeitando as indicações fornecidas pelo Fabricante e

4.2 - FASES DE MOVIMENTAÇÃO

Movimentar os volumes respeitando as indicações fornecidas pelo Fabricante e gravadas diretamente na embalagem. Considerando-se que a massa e a forma nem sempre permitem a movimentação manual, é necessário utilizar equipamentos específicos com o propósito de se evitar danos materiais ou ferimentos às pessoas. Aqueles autorizados a efetuar tais operações, deverão possuir capacidade e experiência específi- cas, a fim de salvaguardar sua própria segurança e das pessoas envolvidas.

A pessoa autorizada a movimentar o material deverá predispor todas as condições necessá- rias para garantir sua própria segurança e daquelas pessoas diretamente envolvidas.sua própria segurança e das pessoas envolvidas. 4.2.1 - Deslocamento das embalagens • Predispor uma

4.2.1 - Deslocamento das embalagens

Predispor uma área delimitada e adequada, com base ou piso plano, para a operação de descarga e de- pósito dos volumes.

Predispor os equipamentos necessários para a movimentação do volume. A seleção das características dos meios de levantamento e movimentação (ex.: grua ou empilhadeiras) deve levar em conta a massa a ser mo- vida, suas dimensões, pontos de fixação e baricentro. Esses dados, quando necessários, são indicados no volume a ser movido. A amarração dos volumes pesados deverá ser feita por meio de correntes, cintas e cor- das cuja capacidade deverá ser verificada em relação à carga a ser movida, cujo peso é sempre indicado.

Durante a fase de movimentação é sempre oportuno nivelar horizontalmente o volume para evitar o risco de perda de estabilidade e/ou de deslizamento.

4.2.2 - Deslocamento do equipamento

Todas as operações a seguir devem ser sempre desenvolvidas com cautela e sem acelerações bruscas durante a fase de movimentação.e/ou de deslizamento. 4.2.2 - Deslocamento do equipamento • Identificar os pontos de fixação para o

Identificar os pontos de fixação para o levantamento do redutor Consultar para isso o Anexo 4 do presen- te Manual.

Predispor o redutor para levantamento por intermédio de correias, ganchos, grades etc. presos nos pon- tos de fixação, ou usando um palete como plataforma de apoio. No caso de movimentação com grua, le- vantar primeiro o redutor e extraí-lo pela parte de cima da embalagem.

Na movimentação com empilhadeira ou paleteira, remover a embalagem e prender a carga posicionando os garfos da empilhadeira nos pontos indicados.

Executar uma primeira manobra de levantamento de forma bem lenta para certificar-se de que a carga esteja equilibrada.

Mover e apoiar delicadamente o redutor na área designada para descarga, com cuidado para não provocar oscilações bruscas durante o posicionamento.

não provocar oscilações bruscas durante o posicionamento. Se um motor elétrico estiver acoplado ao redutor, não

Se um motor elétrico estiver acoplado ao redutor, não utilizar para levantamento os olhais eventualmente presentes no motor, a menos que isso seja expressamente indicado.

4.3 - ARMAZENAGEM Em seguida são mencionadas algumas recomendações a serem observadas para a armazenagem
4.3 - ARMAZENAGEM Em seguida são mencionadas algumas recomendações a serem observadas para a armazenagem

4.3 - ARMAZENAGEM

Em seguida são mencionadas algumas recomendações a serem observadas para a armazenagem do redutor.

1. Evitar ambientes com excessiva umidade e expostos às intempéries (excluir áreas ao ar livre).

2. 2. Evitar o contato direto do redutor com o solo.

3. Dispor o redutor de tal modo que haja uma base de apoio estável e certificar-se de que não exista risco de movimentação inesperada.

4. Empilhar o redutor embalado (caso permitido), seguindo as indicações mencionadas na embalagem do mesmo.

Para períodos de armazenagem superiores a 6meses, executar as seguintes operações posteriores:

5. Recobrir toda a parte externa com um protetor antioxidante tipo Shell Ensis ou outro similar em termos de propriedades e campo de utilização.

6. Proceder ao abastecimento completo com óleo lubrificante.

 

PRECAUÇÕES DE SEGURANÇA para o abastecimento do redutor após a armazenagem.

O

eixo de saída e a superfície externa devem estar completamente livres de produtos antiferrugem,

de contaminantes ou de outras impurezas (usar um solvente comum vendido no comércio).

Essa operação deve ser executada fora da área de risco de explosão.

Essa operação deve ser executada fora da área de risco de explosão.

O

solvente não deve entrar em contato com os retentores para evitar danos ao material e compro-

metimento da sua funcionalidade!

metimento da sua funcionalidade!

Se o óleo ou o produto protetor usado na armazenagem não for compatível com o óleo sintético utilizado para o funcionamento, é necessário efetuar uma lavagem cuidadosa do interior do redu- tor antes de abastecê-lo com o óleo de funcionamento.

O

período de ação da graxa dos rolamentos é reduzido em períodos de armazenagem superiores

a um ano. A graxa usada nos rolamentos deve ser obrigatoriamente do tipo sintético.

5.0 - INSTALAÇÃO 5.1 – INSTALAÇÃO DO REDUTOR Todas as fases de instalação devem ser
5.0 - INSTALAÇÃO 5.1 – INSTALAÇÃO DO REDUTOR Todas as fases de instalação devem ser

5.0 - INSTALAÇÃO

5.1 – INSTALAÇÃO DO REDUTOR

Todas as fases de instalação devem ser consideradas parte do projeto geral. Aquele autoriza- do a executar essa operação deverá se necessário, criar um “plano de segurança” para salva- guardar a integridade das pessoas diretamente envolvidas e aplicar de modo rigoroso todas as leis existentes sobre o tema.5.0 - INSTALAÇÃO 5.1 – INSTALAÇÃO DO REDUTOR Para instruções relativas à instalação de um motoredutor,

Para instruções relativas à instalação de um motoredutor, consultar preventivamente o manual de uso e insta- lação do motor elétrico específico.

1. Limpar cuidadosamente o redutor de resíduos de embalagem e de eventuais produtos de proteção. Prestar particular atenção nas superfícies de acoplamento.

2. Verificar se os dados gravados na plaqueta de identificação correspondam àqueles especificados no pedido.

3. Assegurar que a estrutura à qual o redutor está ligado seja rígida e robusta o suficiente para suportar seu próprio peso e a força gerada durante o funcionamento.

4. Verificar se a máquina na qual o redutor estiver sendo instalado está desligada, sem a possibilidade de ser iniciada acidentalmente.

5. Verificar se as superfícies de acoplamento estão planas.

6. Verificar o correto alinhamento eixo/eixo ou eixo/orifício.

7. Predispor proteção adequada em relação aos componentes rotativos externos do redutor.

8. Caso o ambiente de trabalho seja considerado corrosivo para o redutor ou para seus componentes, será ne- cessário recorrer a uma montagem específica adequada para ambientes agressivos. Nesse caso, consultar a assistência técnica da BONFIGLIOLI RIDUTTORI.

9. Recomenda-se usar uma pasta protetora (Klüberpaste 46MR 401, ou produto similar em termos de proprie- dades e campo de utilização) sobre todos os eixos de acoplamento entre o redutor/motor e outros compo- nentes, que facilitem o acoplamento e impeça a oxidação por contato.

10. Para garantir um acoplamento eficaz, é conveniente utilizar eixos de acordo com a tolerância descrita na tabela (A16), (A17), (A18), (A19), (A20) e (A21), fornecida no Anexo 3 do presente Manual.

11. No caso de instalação ao ar livre com a presença de um motor elétrico, este último deve ser protegido da radiação solar direta e dos efeitos das intempéries mediante a interposição de telas de proteção ou cobertura. Garantir de todos os modos uma ventilação suficiente.

Proceder seqüencialmente à instalação na forma indicada:

1. Posicionar o redutor próximo à área de instalação.

2. Montar o redutor e fixá-lo corretamente à estrutura nos pontos previstos. A fixação do redutor deve ser fei- ta aproveitando-se integralmente os orifícios disponíveis para este fim no componente de acoplamento se- lecionado (pés ou flanges).

3. Identificar o tampão cego usada para transporte, normalmente de cor vermelha, e substituí-la pelo respiro, fornecido com o equipamento.

4. Apertar os tirantes e verificar o correto fechamento das tampas de serviço com o torque indicado na tabela (A0).

(A0) Diâmetro dos Torque do aperto do tirante [Nm] +5% / -10% parafusos Classe de
(A0) Diâmetro dos Torque do aperto do tirante [Nm] +5% / -10% parafusos Classe de

(A0)

Diâmetro dos

Torque do aperto do tirante [Nm] +5% / -10%

parafusos

Classe de resistência

8.8

10.9

M4

3

3,8

M5

5,9

8,0

 

M610,3

13,0

M8

25,5

32

M10

50

64

M12

87,3

110

M14

138,3

180

 

M16210,9

275

M18

306390

 

M20

432

540

M22

592

720

M24

744

930

M27

1100

1400

M30

1500

1850

Rosca do

   

Tampão/Respiro

Passo

Torque de aperto [Nm]

1/8"

28

5

1/4"

19

7

3/8"

19

7

1/2"

14

14

3/4"

14

14

1"

11

25

5. Efetuar o primeiro enchimento ou o eventual reabastecimento de óleo fazendo referência à normativa de abastecimento de lubrificantes aplicada na fábrica aos redutores objeto de este Manual. A adoção de série de lubrificantes sintéticos permanentes é assim resumida:

(A1)

C

05

C

11

C

21

C

31

C

35

C

41

C

51

C

61

C

70

C 80

C 90

C 100

A

05

A

10

A

20

A

30

A

35

A

41

A

50

A

55

A

60

A 70

A 80

A 90

F

10

F

20

F

30

F

40

F

50

F

60

F

70

F

80

F

90

     

S

10

S

20

S

30

S

40

S

50

             

VF 27

VF 30

VF 44

VF 49

VF 130

VF 150

VF 185

VF 210

VF 250

     

W

63

W

75

W

86

W 110

               

Fornecimento de lubrificantes permanentes.                Fornecimento de lubrificantes permanentes apenas em

Fornecimento de lubrificantes permanentes apenas em combinação com a opção ATEX.W 86 W 110                 Fornecimento de lubrificantes permanentes.

  Os redutores coaxiais C11, C21 e C31 não são dotados de tampa de serviço
  Os redutores coaxiais C11, C21 e C31 não são dotados de tampa de serviço
 

Os redutores coaxiais C11, C21 e C31 não são dotados de tampa de serviço para o con- trole direto do nível de óleo. Os redutores ortogonales A10, A20 e A30 não têm tampas de serviço para controle direto do nível de óleo, exceto nas posições de montagem B6 e B7. Para esses tipos de redutores, consulte o Anexo 1 deste Manual. Antes da instalação, faça a verificação segundo a modalidade descrito a seguir:

1. Posicione o redutor na posição de montagem indicada no Anexo 1 para aquele redutor

1. Posicione o redutor na posição de montagem indicada no Anexo 1 para aquele redutor espec- ífico. Aguardar 10 mins. para que o nível de óleo se estabilize no interior da carcaça. 2. Através do orifício indicado no esquema gráfico (S4) ou (S5), inserir uma haste e medir a distância entre a superfície do líquidoeasuperfície externa da carcaça. A medida obtida deve ser confrontada com os valores de distância, expressos em mm, fornecidos nas tabelas (A7) e (A8) do mesmo Anexo 1, em função da posição na qual o redutor deverá ser instalado. 3. Se o teste revelar uma distância superior e, portanto, uma quantidade insuficiente de lubrificante, completar o nível correto segundo as indicações do catálogo. Para todos os demais redutores, o controle do nível de óleo deve ser feito através da tampa de ser- viço específica, do tipo com respiro, fazendo uso da haste de verificação descrita no Anexo 1. Para o primeiro enchimento e para eventuais reabastecimentos, usar sempre e exclusivamente os óleos recomendados.

usar sempre e exclusivamente os óleos recomendados.   Instalação dos redutores classificadas segundo a
 

Instalação dos redutores classificadas segundo a Diretiva 94/9/CE

Os redutores da categoria 2D devem ser instalados em conformidade com as normas EN 1127-1 e EN 50281-1-2, portanto o instalador deve possuir pleno domínio das mesmas.

O instalador deve conhecer a classificação ATEX da área de instalação, assim como os riscos existentes em um ambiente com atmosfera potencialmente explosiva, com particular destaque ao risco de explosão e incêndio, de modo a poder adotar as formas adequadas de proteção.

Todos os trabalhos de manutenção, montagem e desmontagem devem ser realizados fora da área de risco de explosão, por pessoal especializado.

Verificar que os acessórios (cabos, juntas, mangas, trocadores de calor etc.) estejam de acor- do com os requisitos essenciais de segurança da diretiva ATEX. Operá-los com extremo cui- dado para não alterar suas características.

Remover os parafusos que selam as sedes roscadas, caso seja necessário para a fixação do redutor. Não danificar a superfície de acoplamento.

Na instalação de redutores dotados de braço de torção, evitar que em condição de operação se produza atrito entre as partes metálicas em movimento relativo. Interpor eventualmente elementos antiatrito não metálicos conforme 94/9/CE.

Não associar ao produto nenhum componente que tenha uma resistência elétrica própria supe- rior a 10 9 .

• Predispor proteção adequada para impedir o acúmulo perigoso de pó/líquidos próximos ao re- tentor

Predispor proteção adequada para impedir o acúmulo perigoso de pó/líquidos próximos ao re- tentor do eixo externo e para a proteção mecânica do mesmo.

• No caso de instalação do motoredutor em posição vertical, apontado para baixo, é obrigatório

No caso de instalação do motoredutor em posição vertical, apontado para baixo, é obrigatório dotar o motor elétrico de uma cobertura protetora.

É necessário garantir o correto paralelismo entre os eixos e o eixo de saída e eventuais polias ou outros componentes da transmissão.

 

O redutor deve ser instalado exclusivamente na versão e na posição de montagem especifi- cadas no pedido. Na montagem do tipo pendular é aceitável uma tolerância de ± 5° em rela- ção à especificação teórica.

Se o redutor for fornecido originalmente sem lubrificante, ele deverá ser instalado nesse esta- do e somente depois abastecido com lubrificante.

Adaptar o redutor a uma estrutura plana antivibratória e suficientemente resistente a torsões. Preste atenção para não causar a deformação das superfícies de contato, dos pés e/ou dos flanjes de montagem por um aperto excessivo dos parafusos.

Para a fixação dos redutores devem ser utilizados parafusos de qualidade não inferior ao grau 8.8, todavia para instalações em condições particularmente severas, podem ser utilizados pa- rafusos de qualidade 10.9. Para informações sobre o torque a ser aplicado, ver a tabela A0. Para impedir que os parafusos se soltem, aplicar Loctite 510 ou equivalente na rosca de todos os parafusos usados para a fixação do redutor à estrutura e/ou ao motor elétrico.

Certificar-se que não sejam aplicadas forças radiais ou axiais, assim como torque operacional superior àquele admissível.

O respiro e de controle do nível de óleo deve ser fácil de acessar e de inspecionar.

Limpar o redutor uma vez que a fase de instalação tenha sido completada.

5.1.1 - Redutores com eixo de saída cilíndrico Para a montagem dos componentes externos não
5.1.1 - Redutores com eixo de saída cilíndrico Para a montagem dos componentes externos não

5.1.1 - Redutores com eixo de saída cilíndrico

Para a montagem dos componentes externos não usar martelos ou outros instrumentos para não danificar os eixos ou os suportes do redutor. Ao invés disso, proceder como ilustrado no esquema a seguir:5.1.1 - Redutores com eixo de saída cilíndrico O parafuso (1) e a cremalhera (2) ilustrados

invés disso, proceder como ilustrado no esquema a seguir: O parafuso (1) e a cremalhera (2)

O parafuso (1) e a cremalhera (2) ilustrados não são fornecidos com o equipamento.

Com o objetivo de minimizar a força agindo sobre o suporte do eixo, quando se monta componentes de transmissão com cubo assimétrico, recomenda-se a disposição ilustrada no esquema (A) mencionado mais

abaixo:

ilustrada no esquema (A) mencionado mais abaixo: (A) 5.1.2 - Redutores com eixo de saída oco

(A)

ilustrada no esquema (A) mencionado mais abaixo: (A) 5.1.2 - Redutores com eixo de saída oco

5.1.2 - Redutores com eixo de saída oco

Para facilitar a montagem dos redutores com eixo oco no eixo cilíndrico da máquina comandada recomenda-se proceder conforme ilustrado no esquema a seguir. O anexo 3 deste Manual também deveria ser consultado no que concerne a produção do eixo do cliente.

consultado no que concerne a produção do eixo do cliente. O tirante (1) e a cremalhera

O tirante (1) e a cremalhera (2) não são fornecidos junto com o equipamento.

5.1.3 - Redutores com disco de contração Os redutores das séries A e F podem
5.1.3 - Redutores com disco de contração Os redutores das séries A e F podem

5.1.3 - Redutores com disco de contração

Os redutores das séries A e F podem ser dotados de discos de contração para a fixação do eixo de saída oco sobre o eixo conduzido. Ao instalar um redutor desse tipo, siga a seqüência indicada abaixo:

1. Desapertar os parafusos de travamento de maneira gradual e em seqüência, removendo ao final o disco de contração inteiro.

2. Limpar e desengraxar completamente a área de acoplamento entre o eixo de saída do redutor e o eixo da máquina a acionar.

Não usar bissulfeto de molibdênio, ou qualquer outro tipo de graxa, que reduziria consideravel- mente o coeficiente de atrito na área de contato, comprometendo a correta funcionalidade do disco de contração.o eixo de saída do redutor e o eixo da máquina a acionar. 3. Instalar o

3. Instalar o redutor na máquina, acoplando o eixo de saída ao eixo conduzido.

4. Montar o disco de contração no eixo do redutor.

5. Prender totalmente todos os parafusos do disco de contração de maneira gradual e em uma seqüência circular, com uma chave de torque. É normalmente necessário repetir a operação algumas vezes, antes de alcançar o torque Mt especificado na tabela a seguir:

(A2)

 
  A 05 A 10 A 20 A 30 A 35 A 41 A 50 A

A

05

A

10

A

20

A

30

A

35

A

41

A 50

A 55

A

60

A 70

A 80

A 90

             
             
             

Mt [Nm]

14,5

14,5

14,5

14,5

14,5

14,5

35

35

35

35

69

69

F 10 F 20 F 30 F 40 F 50 F 60 F 70 F

F

10

F

20

F

30

F

40

F

50

F

60

F 70

F 80

F

90

     
 

Mt [Nm]

8,5

14,5

14,5

14,5

14,5

35

35

69

69

     

5.1.4 - Redutores pendulares tipo F

Ancoragem do braço de torção A utilização do kit antivibração original proporciona a melhor garantia

Ancoragem do braço de torção

A utilização do kit antivibração original proporciona a melhor garantia de funcionalidade ao conjun- to, sendo especificamento projetado e dimensionado de acordo com as exigências da área de ri- sco de explosão, conjuntamente com o redutor.

Para os redutores com classificação segundo a 94/9/CE o não uso de acessórios originais invali- da a homologação ATEX.

de acessórios originais invali- da a homologação ATEX.   Mt [Nm] F 10 10 F 20
 

Mt

[Nm]

F

10

10

F

20

10

F

30

20

F

40

20

F

50

50

F

60

50

O braço de torção exibido no esquema não é fornecido junto com o equipamento.

5.2 - INSTALAÇÃO DE MOTOR ELÉTRICO COM FLANGE PADRÃO IEC Além de todas as observações
5.2 - INSTALAÇÃO DE MOTOR ELÉTRICO COM FLANGE PADRÃO IEC Além de todas as observações

5.2 - INSTALAÇÃO DE MOTOR ELÉTRICO COM FLANGE PADRÃO IEC

Além de todas as observações acima, no caso de instalação de um motor elétrico padrão IEC 72-1 é neces- sário respeitar também as seguintes instruções:

Não forçar o acoplamento na fase de montagem e não utilizar instrumentos inadequados. Evitar danos às superfícies de acoplamento planas e/ou cilíndricas.

Não forçar com cargas axiais e/ou radiais relevantes os componentes rotativos de acoplamento.

Para facilitar a montagem, usar uma pasta lubrificante de base de sintética como a Klüberpaste 46MR 401, ou produto similar em termos de propriedades e campo de utilização.

Prender todos os tirantes do motoredutor com o torque prescrito. Para os valores de torque ver a tabela (A0).

 

Quando se acopla um redutor a um motor elétrico padrão IEC 72-1, deve-se proceder da se- guinte maneira:

Sobre o flange de acoplamento motor-redutor, depositar uma película de pasta seladora tipo Loc- tite 510 (ou produto similar em termos de propriedades e campo de utilização), sobre a superfície de centralização, assim como sobre as superfícies frontais de acoplamento. Ver esquema (S1).

(S1)

superfícies frontais de acoplamento. Ver esquema (S1). (S1)   1 - Aplicar “Loctite 510” na centralização
superfícies frontais de acoplamento. Ver esquema (S1). (S1)   1 - Aplicar “Loctite 510” na centralização
  1 - Aplicar “Loctite 510” na centralização do flange.
 

1 - Aplicar “Loctite 510” na centralização do flange.

2 - Aplicar “Klüberpaste 46MR401” no in- terior do orifício do eixo de entrada e

2 - Aplicar “Klüberpaste 46MR401” no in- terior do orifício do eixo de entrada e no eixo do motor.

3 - Selar com “Loctite 5366” a área de con- junção entre o redutor e o motor, tendo cuidado de preencher o eventual espa- ço vazio entre os dois flanges. (por ex., as ranhuras para a desmontagem).

Além disso, após montar o motor, deve-se aplicar uma película seladora, tipo Loctite 5366 ou similar em termos de propriedades e campo de utilização, no perfil de contato entre os flanges de modo a assegurar a vedação de eventuais interstícios entre a superfície dos flanges.

Quando houver um flange no eixo de saída, será responsabilidade do usuário efetuar procedi- mentos análogos para impedir a formação de acúmulos anômalos de pó nos interstícios do flange ou próximos dos acoplamentos móveis.

6.0 - TESTE DO REDUTOR O redutor é previamente testado pelo Fabricante. Antes de ativar
6.0 - TESTE DO REDUTOR O redutor é previamente testado pelo Fabricante. Antes de ativar

6.0 - TESTE DO REDUTOR

O redutor é previamente testado pelo Fabricante.

Antes de ativar a máquina, verificar:

se a máquina que incorpora o redutor está em conformidade com a Diretiva de Máquinas 98/37/CE e ou- tras normas de segurança eventuais vigentes e aplicáveis especificamente.

se a posição de montagem do redutor é aquela prevista e indicada na plaqueta de identificação.

a idoneidade e o correto funcionamento dos dispositivos elétricos de alimentação e acionamento, segun- do a norma EN 60204-1, além do aterramento, segundo a norma EN 50014.

se a tensão de alimentação do motor corresponde à prevista e se seu valor está dentro dos limites de tensão nominal de +/- 5%.

se o nível de óleo é aquele previsto e se não há vazamento de lubrificante pelos tampões ou retentores

se não há ruídos e/ou vibrações anormais.

 

Antes de ativar a máquina, deve-se verificar e garantir que:

Durante a montagem do redutor o ambiente não apresenta uma atmosfera com risco de explosão (óleo, ácido, vapores ou radiação) e que não haja acúmulo de pó com espessura superior a 5 mm.

Durante o serviço o redutor esteja ventilado de modo suficiente e que não ocorra nenhuma pre- sença significativa de radiação externa de calor.

• Durante o trabalho, a temperatura do ar de refrigeração não pode superar os 40°C.

Durante o trabalho, a temperatura do ar de refrigeração não pode superar os 40°C.

Os tampões para controle e descarga de óleo e a válvula de respiro devem estar acessíveis.

• Todos os acessórios ou quaisquer elementos montados no redutor devem possuir certificação ATEX.

Todos os acessórios ou quaisquer elementos montados no redutor devem possuir certificação ATEX.

A montagem do redutor com eixo oco, com ou sem disco de contração, seja realizada do modo correto.

Limpar o redutor uma vez que a instalação tenha sido completada.

Verificar que todos os dispositivos colocados para impedir contatos acidentais entre os opera- dores e os componentes rotativos e/ou retentor do redutor sejam eficazes.

Controle da temperatura superficial do redutor • A temperatura superficial máxima do redutor varia em
Controle da temperatura superficial do redutor • A temperatura superficial máxima do redutor varia em
Controle da temperatura superficial do redutor • A temperatura superficial máxima do redutor varia em

Controle da temperatura superficial do redutor

A temperatura superficial máxima do redutor varia em função do número de rotações, da rela- ção de redução e da versão e em nenhum caso deve superar os 130ºC (160ºC quando indicado na placa).

Os dados da plaqueta relativos à temperatura máxima superficial, referem-se a uma medição feita em condições ambientais normais com uma instalação correta. Variações, ainda que mínimas, dessas condições (ex.: reduzido espaço de montagem), podem produzir efeitos consideráveis no aumento da temperatura.

Durante a ativação da máquina recomenda-se observar a temperatura superficial do redutor nas mesmas condições operacionais que são previstas para a aplicação. A temperatura superficial deve ser observada na área de junção entre o redutor e o motor no ponto mais protegido em re- lação à ventilação forçada do motor.

(S2)

em re- lação à ventilação forçada do motor. (S2) IMPORTANTE: A temperatura máxima superficial se estabiliza

IMPORTANTE:

A temperatura máxima superficial se estabiliza após cerca de três horas de funciona- mento a plena carga. A temperatura medida dessa forma deve apresentar uma diferença ( T) em relação à temperatura ambiente superior à indicada na tabela que segue:

(A3)

 

T [°C]

C

11

C

61

75

A

10

A

60

75

F

10

F

60

75

VF 44, VF 49

75

W

63

W

86

75

W 110

 

90

Caso essa medição apresente um diferencial superior, parar instantaneamente o redu- tor e consultar a assistência técnica da BONFIGLIOLI RIDUTTORI.

Se o diferencial de temperatura observado não for superior aos valores mencionados acima, esperar que o redutor esfrie e, em seguida, posicionar o indicador termosensível fornecido pró- ximo ao ponto onde se encontra a temperatura máxima.

Exemplo:

ao ponto onde se encontra a temperatura máxima. Exemplo : • Verificar a ausência de vibrações

Verificar a ausência de vibrações ou ruídos anormais.

  • Se todas as verificações acima especificadas forem concluídas efetivamente com resul- tado positivo
  • Se todas as verificações acima especificadas forem concluídas efetivamente com resul- tado positivo
 

Se todas as verificações acima especificadas forem concluídas efetivamente com resul- tado positivo e se qualquer outra instrução indicada no presente Manual for pontual e corretamente seguida, um motor elétrico caracterizado por um tipo de proteção ATEX igual ou superior àquela do redutor poderá ser instalado, dando origem a um motoredu- tor igualmente em conformidade com a mesma Diretiva 94/9/CE.

Se, pelo contrário, durante o acoplamento do motoredutor se desenvolverem ações di- ferentes daquelas instruídas
Se, pelo contrário, durante o acoplamento do motoredutor se desenvolverem ações di- ferentes daquelas instruídas

Se, pelo contrário, durante o acoplamento do motoredutor se desenvolverem ações di- ferentes daquelas instruídas no presente Manual e/ou uma ou mais das instruções não tenham sido satisfeitas, será de responsabilidade do usuário desenvolver uma análise oportuna e personalizada dos riscos em referência direta ao acoplamento do motoredu- tor. A análise de risco será de qualquer forma exigida se estiver previsto que o motor será alimentado por um inversor. Apenas desse modo e com prévia autocertificação sob a responsabilidade do montador, todo o sistema, incluindo também o redutor, esta- rá em conformidade com a Diretiva 94/9/CE.

7.0 - USO DO EQUIPAMENTO

Antes de colocar o redutor em funcionamento, é necessário verificar se a instalação onde será montado está em conformidade com todas as diretivas vigentes, em particular com aquelas relativas à segurança e saúde das pessoas nos seus postos de trabalho.

 

O redutor não deve ser usado em ambientes e áreas:

• Com vapores, fumos ou pó altamente corrosivo e/ou abrasivo.

Com vapores, fumos ou pó altamente corrosivo e/ou abrasivo.

Em contato direto com produtos alimentícios fora da embalagem.

 

Áreas perigosas e pessoas expostas:

A área perigosa do redutor é a extensão livre do eixo onde eventuais pessoas expostas

A

área perigosa do redutor é a extensão livre do eixo onde eventuais pessoas expostas podem estar

sujeitas a riscos mecânicos por contato direto (esmagamento, cortes, tração). Em particular, quando

 

redutor funciona em modo automático e em área acessível, é obrigatório proteger o eixo com uma cobertura adequada.

o

8.0 - MANUTENÇÃO As operações de manutenção/substituição devem ser efetuadas por técnicos especializados que
8.0 - MANUTENÇÃO As operações de manutenção/substituição devem ser efetuadas por técnicos especializados que

8.0 - MANUTENÇÃO

As operações de manutenção/substituição devem ser efetuadas por técnicos especializados que respeitem as leis vigentes relativas a segurança nos locais de trabalho e as questões am- bientais da instalação específica.8.0 - MANUTENÇÃO Antes de realizar qualquer intervenção, o pessoal encarregado deve obrigatoriamente desati- var a

Antes de realizar qualquer intervenção, o pessoal encarregado deve obrigatoriamente desati- var a alimentação do redutor, colocando-o em condição de “fora de serviço” e estar atento a qualquer situação que possa reativá-lo involuntariamente e movimentar assim os componen- tes do redutor (movimentos gerados por massas suspensas ou similares). O pessoal deve, além disso, implementar todas as medidas de segurança ambientais necessárias (ex.: a even- tual depuração de gases ou de resíduos de pó etc.).e as questões am- bientais da instalação específica. • Antes de efetuar qualquer intervenção de

Antes de efetuar qualquer intervenção de manutenção, ativar todos os dispositivos de segurança previ- stos e avaliar se é necessário informar em tempo oportuno o pessoal que opera a máquina e que trabalha próximo da mesma. Em particular, assinalar adequadamente a área limítrofe e impedir o acesso a todos os dispositivos que poderiam, caso ativados, provocar inesperadamente condição de perigo, com riscos à segurança e à saúde das pessoas.

Substituir os componentes muito desgastados somente por peças de reposição originais.

Usar óleos e graxas recomendados pelo Fabricante.

Quando se intervir no redutor, substituir sempre as juntas dos retentores por juntas originais novas.

Caso seja necessário substituir um rolamento, recomenda-se substituir o outro rolamento que suporta o mesmo eixo.

Após uma intervenção de manutenção recomenda-se substituir o óleo lubrificante.

Isso tudo poderá assegurar a funcionalidade do redutor e o nível de segurança previsto.

Rejeita-se toda a responsabilidade por lesões corporais ou danos aos componentes devido ao uso de peças de reposição não originais e intervenções extraordinárias que podem alterar itens de segurança sem a autori- zação do Fabricante.

Para pedidos de componentes, consultar as indicações existentes no catálogo de peças de reposição do redutor específico.

Não derramar no ambiente líquidos contaminantes, peças usadas e resíduos de manutenção. Efetuar o descarte

Não derramar no ambiente líquidos contaminantes, peças usadas e resíduos de manutenção. Efetuar o descarte respeitando as leis vigentes sobre a matéria.

 

Respeitar os intervalos de inspeção e manutenção ordinária a fim de assegurar condições de serviço adequadas e proteção antiexplosão.

Recobrir todos os parafusos e orifícios com pasta Loctite 510 ou produto similar em termos de propriedades e campo de utilização.

Antes de intervir na parte interna para manutenção ou reparações, retardar a abertura do redutor

aguardar seu completo resfriamento, para evitar risco de queimaduras devido à presença de peças ainda quentes.

e

• Após a intervenção de manutenção, certificar-se de que todas as medidas de segurança previ-

Após a intervenção de manutenção, certificar-se de que todas as medidas de segurança previ- stas tenham sido correta e integralmente reativadas.

• Limpar o redutor uma vez que a fase de manutenção/reparação tenha sido completada.

Limpar o redutor uma vez que a fase de manutenção/reparação tenha sido completada.

Após a manutenção, fixar novamente os respiros, carga e nível com o torque indicado (tabela A0).

Ao terminar qualquer intervenção de manutenção é necessário revisar o estado original da ve-

 

dação dos retentores. Para os redutores fornecidos com retentores duplos, é necessário encher

câmara entre os dois retentores com graxa sintética Fluorocarbon gel 880 ITP ou produto si- milar em termos de propriedades e campo de utilização.

a

Independentemente do tipo de redutor e por ocasião da substituição de um retentor é necessá- rio antes de proceder à montagem, aplicar sobre a borda uma película de graxa tipo Fluorocar- bon gel 880 ITP ou produto similar em termos de propriedades e campo de utilização, antes de proceder à montagem.

Utilizar apenas peças de reposição originais nas reparações.

8.1 - MANUTENÇÃO PROGRAMADA Manter o redutor em condições de máxima eficiência, efetuando a operação
8.1 - MANUTENÇÃO PROGRAMADA Manter o redutor em condições de máxima eficiência, efetuando a operação

8.1 - MANUTENÇÃO PROGRAMADA

Manter o redutor em condições de máxima eficiência, efetuando a operação de manutenção programada prevista pelo fabricante. Uma boa manutenção permitirá obter um melhor desem- penho, uma vida útil mais longa e uma conservação constante dos itens de segurança.8.1 - MANUTENÇÃO PROGRAMADA Freqüência Componente Tipo de intervenção Ação 1000 h Retentor

Freqüência

Componente

Tipo de intervenção

Ação

1000

h

Retentor externo e guarnições

Verificar nível do óleo. Con- trole visual em busca de eventuais perdas

Manutenção eventual ou sub- stituição dos componentes

3000

h

Para redutores com braço de torção: buchas em polímero

Certificar-se de que não estejam gastas/rachadas

Substituir se houver compro- metimento da eficiência

5000

h

Retentor externo e guarniç- ões do redutor

Controle preciso do desgaste ou eventual envelhecimento dos retentores externos

Em caso de desgaste/envel- hecimento substituir o retentor

Em função da temperatura alcançada pelo lubrificante, a substituição do lubrificante deverá ser feita de acordo com o intervalo indicado na tabela (A4):

(A4)

Temperatura do óleo t [°C]

Horas

 

t 65

25000

65

t 80

15000

80

t 95

12500

Para as instalações nas áreas 21 e 22 deve estar previsto e ativo um programa

Para as instalações nas áreas 21 e 22 deve estar previsto e ativo um programa específico de limpeza periódica das superfícies e dos rebaixos, a cargo do comprador, para se evitar que eventuais depósitos de pó excedam a espessura de 5 mm.

Cada 1000 horas de funcionamento ou após 6 meses:

A temperatura superficial deve ser observada na área de junção entre o redutor e o motor no ponto mais protegido em relação à ventilação forçada do motor. A temperatura máxima não deve apresentar, em relação à temperatura ambiente, uma diferença superior ao informado na tabela a seguir, nem essa diferença deve ser ultrapassada durante o trabalho.

(A3)

 

T [°C]

C

11

C

61

75

A

10

A

60

75

F

10

F

60

75

VF 44, VF 49

75

W

63

W

86

75

W 110

 

90

Verificar em relação a isso o estado do detector termosensível instalado preventiva- mente no redutor
Verificar em relação a isso o estado do detector termosensível instalado preventiva- mente no redutor
Verificar em relação a isso o estado do detector termosensível instalado preventiva- mente no redutor

Verificar em relação a isso o estado do detector termosensível instalado preventiva- mente no redutor na fase de teste.

Exemplo:

preventiva- mente no redutor na fase de teste. Exemplo : Temperatura limite ultrapassada Temperatura limite NÃO
preventiva- mente no redutor na fase de teste. Exemplo : Temperatura limite ultrapassada Temperatura limite NÃO

Temperatura limite ultrapassada

Temperatura limite NÃO ultrapassada

Controlar também que não ocorram temperaturas anormais na proximidade dos rolamentos do redutor.

Verificar o nível do óleo de acordo com a tabela e o esquema constantes nos Anexos 1 e 2.

Certificar-se de que não haja traços de vazamento de lubrificante nas proximidades do redutor.

No caso de se encontrar anormalidades, identificar a causa, executar os reparos e re- stabelecer o nível correto de lubrificante antes de retomar a operação do redutor.

Adicionalmente, a cada 3000 horas de funcionamento:

Para os redutores com braço de torção, verificar se as buchas em polímeros não estão gastas ou danificadas. Em caso de o funcionamento das buchas estar minimamente comprometido, efetuar a substituição com uma peça de reposição original.

Adicionalmente, a cada 5000 horas de funcionamento:

Realizar a troca do óleo sintético e da graxa dos rolamentos se o redutor não tiver sido forne- cido com lubrificação permanente.

Substituir os retentores acessíveis do exterior a menos que isso não seja necessário em ante- cipação a anormalidades de funcionamento descobertas antes do período programado.

A cada 5000 horas de funcionamento com torque nominal

(O tempo mínimo de revisão indicado pode ser consideravelmente aumentado em relação aos ciclos reais de utilização segundo indicado na tabela (A5)).

Revisão geral dos redutores a menos que isso não seja necessário em antecipação a anor- malidades de funcionamento descobertas antes do período programado.

(a revisão consiste na substituição dos rolamentos e/ou de outros componentes mecânicos que mostram sinais de desgaste tais que possam prejudicar o funcionamento do redutor).

(A5)

M

n2

 

M

r2

Intervalo em horas

1,0

5000

1,25

10000

1,5

17000

1,75

27000

2,0

40000

M n2 = Torque nominal referente ao eixo de saída.

M r2 = Torque exigido em relação ao eixo de saída.

8.2 - LUBRIFICANTES Antes de colocar o redutor em funcionamento, verificar o nível do óleo
8.2 - LUBRIFICANTES Antes de colocar o redutor em funcionamento, verificar o nível do óleo

8.2 - LUBRIFICANTES

Antes de colocar o redutor em funcionamento, verificar o nível do óleo lubrificante. Essa operação é realizada com o redutor colocado na posição de montagem na qual será efetivamente instalado. Se for necessário reali- zar o enchimento ou o reabastecimento, tomar sempre como referência a linha central do tampão do nível que pode ser do tipo transparente ou sensível ao tato.

Nos redutores com lubrificação permanente e na ausência de contaminação externa, não se faz, por norma, a substituição periódica do lubrificante.que pode ser do tipo transparente ou sensível ao tato. Não misturar óleos de marca ou

Não misturar óleos de marca ou características diferentes e certificar-se de que o óleo em uso tenha elevadas características antiespuma e EP.faz, por norma, a substituição periódica do lubrificante. Se não houver um tipo idêntico de lubrificante,

Se não houver um tipo idêntico de lubrificante, esvaziar completamente o óleo do redutor e fazer uma lava- gem interna com um solvente suave, antes do reabastecimento.

8.3 - SUBSTITUIÇÃO DO ÓLEO

1. Colocar um recipiente de capacidade adequada sobre o tampão de descarga.

2. Retirar o tampão de carga e descarga e deixar fluir o óleo.

o tampão de carga e descarga e deixar fluir o óleo. Para facilitar a operação de

Para facilitar a operação de descarga trabalhar com óleo morno.

3. Esperar alguns minutos até o óleo sair, então recolocar a tampa de descarga após substituir a guarnição.

4. Colocar o óleo novo somente após ter instalado o redutor na sua posição definitiva, até onde permitido pela linha central do visor de nível.

5. Atarraxar o tampão de carga de óleo após ter substituído a guarnição correspondente.

O redutor pode ser fornecido com ou sem a carga de lubrificante, conforme especificação do cliente. A quantidade de óleo a ser colocada é informada no catálogo correspondente de ven- da. Lembrar todavia, que essa quantidade é indicativa e que em todo o caso deve-se ter como referência a linha média do visor de nível, que é disposto em função da posição de montagem especificada na fase de pedido.óleo após ter substituído a guarnição correspondente. Os lubrificantes, solventes e detergentes são produtos

Os lubrificantes, solventes e detergentes são produtos tóxicos/nocivos à saúde:

se ingeridos podem causar a morte.e detergentes são produtos tóxicos/nocivos à saúde: - - - se colocados em contato direto com

-

-

-

se colocados em contato direto com a pele podem causar irritação

se inalados podem provocar intoxicação grave

Manusear com a utilização adequada de equipamentos de proteção individuais. Não dispersar no am- biente e providenciar o descarte em conformidade com as disposições legais vigentes.

Se for constatado um vazamento antes de recolocar a quantidade de lubrificante necessária, identifique a causa da perda antes de colocar o redutor novamente em operação.Não dispersar no am- biente e providenciar o descarte em conformidade com as disposições legais vigentes.

8.4 - ÓLEOS RECOMENDADOS / PERMITIDOSI   GRAXA E ÓLEO COMPATÍVEIS para redutores na execução
8.4 - ÓLEOS RECOMENDADOS / PERMITIDOSI   GRAXA E ÓLEO COMPATÍVEIS para redutores na execução

8.4 - ÓLEOS RECOMENDADOS / PERMITIDOSI

 

GRAXA E ÓLEO COMPATÍVEIS para redutores na execução ATEX Graxas:

Klüber Asonic GHY 72

(para os rolamentos)

Shell TVX Composto B

(para a engrenagem lubrificada com graxa)

Shell Tivela GL 00

(alternativa para a engrenagem lubrificada com graxa)

• Klüberpaste 46MR 401 (para facilitar os acoplamentos dos cilindros)

Klüberpaste 46MR 401

(para facilitar os acoplamentos dos cilindros)

ITP Fluorocarbon gel 880

(para a lubrificação dos retentores móveis)

Óleo (como alternativa ao Shell Tivela S 320):

Óleo (como alternativa ao Shell Tivela S 320):

Shell:

Tivela Oil SC320

 

Aral:

Degol GS 320

Telium Oil VSF 320 (o Agip)

IP:

Klübersynth GH 6320

Klüber:

Total:

Carter SY 320

Mobil:

Glygoyle HE 320

C S F A VF VF R VF_L VF-EP V VR 11…100 10…50 10…90 05
C S F A VF VF R VF_L VF-EP V VR 11…100 10…50 10…90 05
C S F A VF VF R VF_L VF-EP V VR 11…100 10…50 10…90 05
C
S
F
A
VF
VF R
VF_L
VF-EP
V
VR
11…100
10…50
10…90
05
30
35
41
60
70
90
W
W R
W_L
W-EP
0.25-0.5
1…10
0.25…10
Tivela S 220
Tivela S 320
Tivela S 460
Donax TX
Donax TA
Cassida Fluid WG 460
F
FFFFFFFF
F
Cassida Fluid HF 46
F
F
Tivela GL 00
G
G
Blasia S 220
Blasia S 320
Spartan EP 220
Spartan EP 320
Klübersynth GH 6 220
Klübersynth GH 6 320
Klübersynth UH1 6-460
F
FFFFFFFF
F
Glygoyle 320
Glygoyle 460
Mobilgear SHC XMP 220
Mobilgear SHC XMP 320
Mobil SHC 630
Mobil SHC 632
Glygoyle 460 UH1
F
FFFFFFFF
F
Alphasyn PG 220
Alphasyn PG 320
Carter SY 220
Carter SY 320
Carter SY 460
Nevastane SY 460
F
FFFFFFFF
F
Degol GS 220
Degol GS 320
Degol PAS 220
Synlube CLP 220
Synlube CLP 320
Renoling PG 220
Renoling PG 320

G = Graxa F = Uso alimentar

Uso recomendado220 Synlube CLP 220 Synlube CLP 320 Renoling PG 220 Renoling PG 320 G = Graxa

Uso permitido220 Synlube CLP 220 Synlube CLP 320 Renoling PG 220 Renoling PG 320 G = Graxa

8.5 - VERIFICAÇÃO DO ESTADO DE EFICIÊNCIA • Limpar a superfície do redutor e do
8.5 - VERIFICAÇÃO DO ESTADO DE EFICIÊNCIA • Limpar a superfície do redutor e do

8.5 - VERIFICAÇÃO DO ESTADO DE EFICIÊNCIA

Limpar a superfície do redutor e do motor, eliminando eventuais poeiras depositadas sobre a carcaça

Verificar se o ruído em carga constante não apresenta variações de intensidade. A vibração ou ruído ex- cessivos podem evidenciar desgaste da engrenagem o avaria de um rolamento.

Verificar a absorção e a tensão em comparação aos valores nominais indicados na placa do motor.

Controlar o desgaste da superfície de atrito e da guarnição dos motores autofrenantes e, se necessário, providenciar a regulagem do entreferro.

Certificar-se de que não haja vazamento de lubrificante na guarnição, tampão e carcaça.

Verificar se as juntas aparafusadas não estão desgastadas, deformadas ou corroídas, providenciando o aperto das mesmas, sem ultrapassar o torque previsto.

8.6 - LIMPEZA

Retirar o pó do redutor e eventuais resíduos de operação. Não usar solvente ou outros produtos não com- patíveis com os materiais de fabricação e não expor o redutor a água com alta pressão.

8.7 - PINTURA

Na fábrica, a carcaça de ferro é magnetizada e pulverizada com pó termoendurecido à base de resina de poliéster; em seguida é aquecida no forno para fixação. Com a carcaça em alumínio não é feito nenhum tipo de pintura. A tabela (A6) mostra em cores os tipos e os tamanhos dos redutores aos quais é aplicado o tratamento de pintura.

(A6)

C

05

C

11

C

21

C

31

C

35

C

41

C

51

C

61

C

70

C 80

C 90

C 100

A

05

A

10

A

20

A

30

A

35

A

41

A

50

A

55

A

60

A 70

A 80

A 90

F

10

F

20

F

30

F

40

F

50

F

60

F

70

F

80

F

90

     

S

10

S

20

S

30

S

40

S

50

             

VF 27

VF 30

VF 44

VF 49

VF 130

VF 150

VF 185

VF 210

VF 250

     

W

63

W

75

W

86

W 110

               

Caso o redutor deva ser pintado, proteger antes a plaqueta de identificação e o retentor evi- tando que entrem em contato com o solvente.      W 63 W 75 W 86 W 110          

9.0 - SUBSTITUIÇÃO DE PEÇAS • Não hesitar em substituir a peça e/ou os componentes
9.0 - SUBSTITUIÇÃO DE PEÇAS • Não hesitar em substituir a peça e/ou os componentes

9.0 - SUBSTITUIÇÃO DE PEÇAS

9.0 - SUBSTITUIÇÃO DE PEÇAS • Não hesitar em substituir a peça e/ou os componentes da

Não hesitar em substituir a peça e/ou os componentes da mesma, se os mesmos não estiverem em condição de oferecer garantia de segurança suficiente e/ou funcionamento confiável.

Não efetuar reparos improvisados ou por conta própria!

O uso de peças não originais, além de anular a garantia, pode comprometer o bom funcionamento do redutor.

9.1 - DESMONTAGEM DO MOTOR COM FLANGE PADRÃO IEC

Se durante o funcionamento não aparecerem efeitos pronunciados de oxidação no acoplamento móvel en- tre o motor e o redutor, o motor poderá ser removido aplicando-se uma força moderada de desacoplamento. Se a desmontagem do motor parecer especialmente difícil, não utilizar chaves de fenda ou alavancas para não danificar o flange e a superfície de acoplamento. Proceder conforme o modo indicado a seguir.

(S3)

1. Perfurar e rosquear o eixo do motor (lado da ventoinha). 2. Aparafusar a extremidade

1. Perfurar e rosquear o eixo do motor (lado da ventoinha).

2. Aparafusar a extremidade de um extrator de percussão no orifício resultante.

3. Desapertar o parafuso da junção com o redutor.

4. Utilizar a força inercial do extrator para remover o motor elétrico.

9.2 - RETIRADA DE SERVIÇO DO REDUTOR

Tal operação deve ser realizada por operadores experientes obedecendo-se as leis vigentes em matéria de segurança no trabalho. Não descartar no ambiente produtos não biodegradáveis, óleos lubrificantes e componentes não ferrosos (cola, PVC, resinas etc.). Efetuar o descarte respeitando as leis vigentes sobre a proteção ao meio-ambiente.

Não reutilizar peças ou componentes que aparentem alguma integridade quando eles, após a verifi- cação pelo controle de qualidade e/ou substituição conduzida por pessoal especializado, forem de- clarados não aproveitáveis.(cola, PVC, resinas etc.). Efetuar o descarte respeitando as leis vigentes sobre a proteção ao meio-ambiente.

10.0 - PROBLEMAS E SOLUÇÕES As informações a seguir têm por objetivo ajudar a identificação
10.0 - PROBLEMAS E SOLUÇÕES As informações a seguir têm por objetivo ajudar a identificação

10.0 - PROBLEMAS E SOLUÇÕES

As informações a seguir têm por objetivo ajudar a identificação e a correção de eventuais anomalias e disfun- ções. Em certos casos, esses inconvenientes podem também ser causados pela máquina na qual o redutor está inserido. Dessa forma, a causa e a possível solução deverão ser buscadas na documentação técnica for- necida pelo fabricante da máquina.

PROBLEMA

CAUSA

SOLUÇÃO

 

Nível de óleo muito baixo

Completar o nível de óleo

Temperatura elevada dos

Óleo muito velho

Trocar o óleo

rolamentos

Rolamentos com defeito

Consultar uma oficina autorizada

 

Nível de óleo muito alto

Verificar o nível de óleo

Temperatura de trabalho muito alta

Óleo muito velho

Trocar o óleo

Presença de impurezas no óleo

Trocar o óleo

 

Engrenagens danificadas

Consultar uma oficina autorizada

Jogo axial dos rolamentos muito elevado

Consultar uma oficina autorizada

Ruído anormal na fase de

Rolamentos defeituosos ou gastos

Consultar uma oficina autorizada

funcionamento

Carga externa muito elevada

Corrigir o valor da carga externa segundo os dados nominais men- cionados no catálogo de venda

Presença de impurezas no óleo

Trocar o óleo

Ruídos anormais na área de fixação do redutor

Tirantes soltos

Apertar o parafuso no torque correto

Tirantes danificados

Substituir os tirantes

 

Nível de óleo muito alto

Verificar o nível de óleo

Vazamento de óleo

Vedação insuficiente da cobertura ou do acoplamento

Consultar uma oficina autorizada

Guarnição gasta

Consultar uma oficina autorizada

 

Viscosidade do óleo muito elevada

Substituir o óleo (consultar tabela de lubrificantes recomendados)

O

redutor não funciona ou faz

   

isso com dificuldade

Nível de óleo muito alto

Verificar o nível de óleo

Carga externa muito elevada

Adequar a transmissão para o uso ao qual ela se destina

O

eixo na saída não gira mesmo

Engrenagens danificadas

Consultar uma oficina autorizada

com o motor em funcionamento

ANEXO 1 – VERIFICAÇÃO DO NÍVEL DO ÓLEO DOS REDUTORES “ATEX” Os redutores normalmente são
ANEXO 1 – VERIFICAÇÃO DO NÍVEL DO ÓLEO DOS REDUTORES “ATEX” Os redutores normalmente são

ANEXO 1 – VERIFICAÇÃO DO NÍVEL DO ÓLEO DOS REDUTORES “ATEX”

Os redutores normalmente são fornecidos com tampão de cor amarela para a verificação por contato do nível de lubrificante.

Para o controle do nível correto de lubrificante identificar primeiro no redutor a tampa de serviço de cor amarela.

Retirá-lo e introduzir através dele uma vareta de dimensão compatível com o orifício e da forma indicada no esquema abaixo.

Se o nível encontrado estiver distante em mais de 3 mm em relação ao nível gravado na haste, restabelecer a quantidade correta e investigar a causa da diminuição do nível.

N.B.: VERIFICAR SE A VARETA ESTÁ BEM APOIADA NO PERFIL DO ORIFÍCIO ROSCADO.
N.B.: VERIFICAR SE A VARETA ESTÁ
BEM APOIADA NO PERFIL DO
ORIFÍCIO ROSCADO.

Os redutores coaxiais C11, C21 e C31 (todos na posição de montagem) e os ortogonales A10, A20 e A30 nas posições B6e B7 sem os visores de nível e a verificação do nível mínimo de óleo deve ser conduzida, diferentemente do que foi especificado, através do orifício adequado para tal e de acordo com a modalidade descrita a seguir.

do que foi especificado, através do orifício adequado para tal e de acordo com a modalidade
Redutores coaxiais C 11, C 21, C 31 (S4) (A7)          
Redutores coaxiais C 11, C 21, C 31 (S4) (A7)          
Redutores coaxiais C 11, C 21, C 31 (S4) (A7)          

Redutores coaxiais C 11, C 21, C 31

(S4)

Redutores coaxiais C 11, C 21, C 31 (S4) (A7)           B3

(A7)

   
         

 
         

 
         

 

B3

B6

B7

B8

V5

V6

B5

B51

B53

B52

V1

V3

B5

B51

B53

B52

V1

V3

C

11 2_ P63-P71

70

70

70

70

70

45

70

70

70

70

60

30

70

70

70

 

70

60

30

C

11 2_ P80…P112

75

75

75

75

75

45

75

75

75

75

70

30

75

75

75

 

75

70

30

C

21 2_ P63-P71, HS

70

70

70

70

70

40

70

70

70

70

70

45

70

70

70

 

70

70

45

C

21 2_ P80…P112

75

75

75

75

75

40

75

75

75

75

75

45

75

75

75

 

75

75

45

C

21 3_ P63-P71

50

50

50

50

50

30

50

50

50

50

50

30

50

50

50

 

50

50

30

C

21 3_ P80…P112

55

55

55

55

55

30

55

55

55

55

55

30

55

55

55

 

55

55

30

C

31 2_ P63…P112, HS

65

65

65

65

60

60

65

65

65

65

55

55

65

65

65

 

65

55

55

C

31 3_ P63…P112

55

55

55

55

55

55

55

55

55

55

55

55

55

55

55

 

55

55

55

O nível indicado na tabela é expresso em mililitros.

Para a verificação do nível de lubrificante proceda como segue:

1. Colocar o redutor na posição de montagem como indicado no esquema (S4).

2. Através da tampa de serviço, identificada pela cor amarela e colocada na parte superior do re- dutor, inserir uma haste fina de confirmação até o fundo da caixa. Marcar a intersecção da va- reta de medição com a superfície superior da caixa.

3. Retirar a vareta de confirmação e medir a distância X descrita no esquema (S4) acima mencionado.

4. A medição X assim revelada deve ser inferior ao valor fornecido na tabela (A7).

Redutores ortogonales A10, A20, A30 - Posição de montagem B6 e B7 (S5) (A8)  
Redutores ortogonales A10, A20, A30 - Posição de montagem B6 e B7 (S5) (A8)  
Redutores ortogonales A10, A20, A30 - Posição de montagem B6 e B7 (S5) (A8)  
Redutores ortogonales A10, A20, A30 - Posição de montagem B6 e B7 (S5) (A8)  

Redutores ortogonales A10, A20, A30 - Posição de montagem B6 e B7

(S5)

A10, A20, A30 - Posição de montagem B6 e B7 (S5) (A8)   B6 B7 A

(A8)

 

B6

B7

A

10_ P63

P112

30

30

A

20_ P63

P112,

HS

25

25

A

30_ P63

P112,

HS

30

30

O valor indicado na tabela é expresso em milímetros.

Para a verificação da quantidade de lubrificante, proceder como segue:

1. Colocar o redutor na posição de montagem como indicado no esquema (S5).

2. Através da tampa de serviço, identificada pela cor amarela e colocada na parte superior do re- dutor, inserir uma haste fina de confirmação até o fundo da caixa. Marcar a intersecção da va- reta de medição com a superfície superior da caixa.

3. Retirar a haste de confirmação e medir a distância X descrita no esquema (S5) acima mencionado.

4. A medição X assim revelada deve ser inferior ao valor fornecido na tabela (A8).

ANEXO 2 - QUANTIDADE DE LUBRIFICANTE: Redutores coaxiais, Série C: (A9)     oil [l
ANEXO 2 - QUANTIDADE DE LUBRIFICANTE: Redutores coaxiais, Série C: (A9)     oil [l

ANEXO 2 - QUANTIDADE DE LUBRIFICANTE:

Redutores coaxiais, Série C:

(A9)

 
    oil [l ]
 
oil
oil

[l]

 

P

   

F

 

U - UF

 
 

B3

B6

B7

B8

V5

V6

B5

B51

B53

B52

V1

V3

B5

B51

B53

B52

V1

V3

C

05 2

0,35

0,35

0,35

0,35

0,35

0,35

0,35

0,35

0,35

0,35

0,35

0,35

   

------

     

C

11 2

0,45

0,45

0,45

0,45

0,50

0,60

0,40

0,40

0,50

0,50

0,50

0,60

0,40

0,40

0,50

0,50

0,50

0,60

C

21 2

0,80

0,80

0,80

0,80

0,85

1,1

0,75

0,75

0,75

0,75

0,80

1,0

0,75

0,75

0,75

0,75

0,80

1,0

C

21 3

1,2

1,2

1,2

1,2

1,3

1,4

1,2

1,2

1,2

1,2

1,3

1,4

1,2

1,2

1,2

1,2

1,3

1,4

C

31 2

1,4

1,4

1,4

1,4

1,5

1,5

1,3

1,3

1,3

1,3

1,5

1,5

1,3

1,3

1,3

1,3

1,5

1,5

C

31 3

   

1,61,61,61,61,8

   

1,8

   

1,61,61,61,61,8

   

1,8

   

1,61,61,61,61,8

   

1,8

C

35 2

1,6

1,5

1,5

1,3

2,1

2,4

-

-

-

 

-

-

-

1,6

1,5

1,5

1,3

2,1

2,4

C

35 3

1,5

1,4

1,5

1,3

2,0

2,3

-

-

-

 

-

-

-

1,5

1,4

1,5

1,3

2,0

2,3

C

35 4

2,3

2,1

2,3

2,1

2,7

3,1

-

-

-

 

-

-

-