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SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL

CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS


ITR - INFORMAÇÕES TRIMESTRAIS Data-Base - 30/06/2010 Legislação Societária
EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS

O REGISTRO NA CVM NÃO IMPLICA QUALQUER APRECIAÇÃO SOBRE A COMPANHIA , SENDO OS SEUS
ADMINISTRADORES RESPONSÁVEIS PELA VERACIDADE DAS INFORMAÇÕES PRESTADAS.

01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

00403-0 COMPANHIA SIDERURGICA NACIONAL 33.042.730/0001-04


4 - NIRE

33-300011595

01.02 - SEDE

1 - ENDEREÇO COMPLETO 2 - BAIRRO OU DISTRITO

RUA SÃO JOSÉ,20 GR,1602 PARTE CENTRO


3 - CEP 4 - MUNICÍPIO 5 - UF

20010-020 RIO DE JANEIRO RJ


6 - DDD 7 - TELEFONE 8 - TELEFONE 9 - TELEFONE 10 - TELEX

021 2141-1800 - -
11 - DDD 12 - FAX 13 - FAX 14 - FAX

021 2141-1809 - -
15 - E-MAIL

invrel@csn.com.br

01.03 - DIRETOR DE RELAÇÕES COM INVESTIDORES (Endereço para Correspondência com a Companhia)

1 - NOME

PAULO PENIDO PINTO MARQUES


2 - ENDEREÇO COMPLETO 3 - BAIRRO OU DISTRITO

AV BRIGADEIRO FARIA LIMA,3400,20º ANDAR ITAIM BIBI


4 - CEP 5 - MUNICÍPIO 6 - UF

04538-132 SÃO PAULO SP


7 - DDD 8 - TELEFONE 9 - TELEFONE 10 - TELEFONE 11 - TELEX

011 3049-7100 - -
12 - DDD 13 - FAX 14 - FAX 15 - FAX

011 3049-7212 - -
16 - E-MAIL

paulopenido@csn.com.br

01.04 - REFERÊNCIA / AUDITOR

EXERCÍCIO SOCIAL EM CURSO TRIMESTRE ATUAL TRIMESTRE ANTERIOR

1 - INÍCIO 2 - TÉRMINO 3 - NÚMERO 4 - INÍCIO 5 - TÉRMINO 6 - NÚMERO 7 - INÍCIO 8 - TÉRMINO

01/01/2010 31/12/2010 2 01/04/2010 30/06/2010 1 01/01/2010 31/03/2010


9 - NOME/RAZÃO SOCIAL DO AUDITOR 10 - CÓDIGO CVM

KPMG AUDITORES INDEPENDENTES 00418-9


11 - NOME DO RESPONSÁVEL TÉCNICO 12 - CPF DO RESP. TÉCNICO

ANSELMO NEVES MACEDO 033.169.788-28

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ITR - INFORMAÇÕES TRIMESTRAIS Data-Base - 30/06/2010 Legislação Societária
EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS

01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

00403-0 COMPANHIA SIDERURGICA NACIONAL 33.042.730/0001-04

01.05 - COMPOSIÇÃO DO CAPITAL SOCIAL

Número de Ações 1 - TRIMESTRE ATUAL 2 - TRIMESTRE ANTERIOR 3 - IGUAL TRIMESTRE EX. ANTERIOR

(Mil) 30/06/2010 31/03/2010 30/06/2009


Do Capital Integralizado
1 - Ordinárias 1.510.359 1.510.359 793.404
2 - Preferenciais 0 0 0
3 - Total 1.510.359 1.510.359 793.404
Em Tesouraria
4 - Ordinárias 52.389 52.389 34.734
5 - Preferenciais 0 0 0
6 - Total 52.389 52.389 34.734

01.06 - CARACTERÍSTICAS DA EMPRESA

1 - TIPO DE EMPRESA

Empresa Comercial, Industrial e Outras


2 - TIPO DE SITUAÇÃO

Operacional
3 - NATUREZA DO CONTROLE ACIONÁRIO

Privada Nacional
4 - CÓDIGO ATIVIDADE

1060 - Metalurgia e Siderurgia


5 - ATIVIDADE PRINCIPAL
FABRICAÇÃO, TRANSFORMAÇÃO E COMERCIALIZAÇÃO DE PRODUTOS SIDERÚRGICOS

6 - TIPO DE CONSOLIDADO

Total
7 - TIPO DO RELATÓRIO DOS AUDITORES

Sem Ressalva

01.07 - SOCIEDADES NÃO INCLUÍDAS NAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS

1 - ITEM 2 - CNPJ 3 - DENOMINAÇÃO SOCIAL

01.08 - PROVENTOS EM DINHEIRO DELIBERADOS E/OU PAGOS DURANTE E APÓS O TRIMESTRE

1 - ITEM 2 - EVENTO 3 - APROVAÇÃO 4 - PROVENTO 5 - INÍCIO PGTO. 6 - ESPÉCIE E 7 - VALOR DO PROVENTO P/ AÇÃO
CLASSE DE
AÇÃO

01 AGO 30/04/2010 Dividendo 25/06/2010 ON 1,0288280000

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EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS

01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

00403-0 COMPANHIA SIDERURGICA NACIONAL 33.042.730/0001-04

02.02 - BALANÇO PATRIMONIAL PASSIVO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 - 30/06/2010 4 - 31/03/2010

2 Passivo Total 33.585.424 34.166.011


2.01 Passivo Circulante 4.252.349 5.330.886
2.01.01 Empréstimos e Financiamentos 1.920.342 1.644.548
2.01.02 Debêntures 22.177 8.211
2.01.03 Fornecedores 437.590 323.116
2.01.04 Impostos, Taxas e Contribuições 916.289 932.136
2.01.04.01 Salários e contribuições sociais 112.959 87.701
2.01.04.02 Tributos a recolher 48.381 95.549
2.01.04.05 Tributos parcelados 754.949 748.886
2.01.05 Dividendos a Pagar 179.759 1.650.908
2.01.06 Provisões 94.291 119.855
2.01.06.01 Contingências cível e trabalhista 196.568 183.410
2.01.06.02 Depósitos judiciais (102.277) (95.867)
2.01.06.03 Provisão fundo de pensão 0 32.312
2.01.07 Dívidas com Pessoas Ligadas 0 0
2.01.08 Outros 681.901 652.112
2.01.08.01 Contas a pagar empresas controladas 376.627 283.292
2.01.08.02 Outros 305.274 368.820
2.02 Passivo Não Circulante 22.438.177 22.784.954
2.02.01 Passivo Exigível a Longo Prazo 22.438.177 22.784.954
2.02.01.01 Empréstimos e Financiamentos 11.940.600 12.196.857
2.02.01.02 Debêntures 600.000 600.000
2.02.01.03 Provisões 722.326 636.759
2.02.01.03.01 Contingências fiscais 1.855.777 1.808.835
2.02.01.03.02 Contingências ambientais 122.240 122.277
2.02.01.03.03 Contingências previdenciárias 67.003 51.533
2.02.01.03.04 Depósitos judiciais (1.345.810) (1.345.886)
2.02.01.03.05 IR e CSLL diferidos 23.116 0
2.02.01.04 Dívidas com Pessoas Ligadas 0 0
2.02.01.05 Adiantamento para Futuro Aumento Capital 0 0
2.02.01.06 Outros 9.175.251 9.351.338
2.02.01.06.01 Provisão para perda em investimentos 35.631 34.091
2.02.01.06.02 Contas a pagar empresas controladas 8.069.104 8.104.477
2.02.01.06.03 Provisão fundo de pensão 0 0
2.02.01.06.04 Tributos parcelados 852.451 962.991
2.02.01.06.05 Outros 218.065 249.779
2.03 Resultados de Exercícios Futuros 0 0
2.05 Patrimônio Líquido 6.894.898 6.050.171
2.05.01 Capital Social Realizado 1.680.947 1.680.947
2.05.02 Reservas de Capital 30 30
2.05.03 Reservas de Reavaliação 0 0

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EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS

01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

00403-0 COMPANHIA SIDERURGICA NACIONAL 33.042.730/0001-04

02.02 - BALANÇO PATRIMONIAL PASSIVO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 -30/06/2010 4 -31/03/2010

2.05.03.01 Ativos Próprios 0 0


2.05.03.02 Controladas/Coligadas e Equiparadas 0 0
2.05.04 Reservas de Lucro 4.265.935 4.265.970
2.05.04.01 Legal 336.190 336.190
2.05.04.02 Estatutária 0 0
2.05.04.03 Para Contingências 0 0
2.05.04.04 De Lucros a Realizar 3.779.357 3.779.357
2.05.04.05 Retenção de Lucros 0 0
2.05.04.06 Especial p/ Dividendos Não Distribuídos 0 0
2.05.04.07 Outras Reservas de Lucro 150.388 150.423
2.05.04.07.01 De investimentos 1.341.947 1.341.982
2.05.04.07.02 Ações em tesouraria (1.191.559) (1.191.559)
2.05.05 Ajustes de Avaliação Patrimonial (240.642) (270.538)
2.05.05.01 Ajustes de Títulos e Valores Mobiliários 181.406 147.798
2.05.05.02 Ajustes Acumulados de Conversão (422.048) (418.336)
2.05.05.03 Ajustes de Combinação de Negócios 0 0
2.05.06 Lucros/Prejuízos Acumulados 1.188.628 373.762
2.05.07 Adiantamento para Futuro Aumento Capital 0 0

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01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

- . . / -

01.09 - CAPITAL SOCIAL SUBSCRITO E ALTERAÇÕES NO EXERCÍCIO SOCIAL EM CURSO

1- ITEM 2 - DATA DA 3 - VALOR DO CAPITAL SOCIAL 4 - VALOR DA ALTERAÇÃO 5 - ORIGEM DA ALTERAÇÃO 7 - QUANTIDADE DE AÇÕES EMITIDAS 8 - PREÇO DA AÇÃO NA
ALTERAÇÃO EMISSÃO
(Reais Mil) (Reais Mil) (Mil)
(Reais)

01.10 - DIRETOR DE RELAÇÕES COM INVESTIDORES

1 - DATA 2 - ASSINATURA

10/08/2010

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ITR - INFORMAÇÕES TRIMESTRAIS Data-Base - 30/06/2010 Legislação Societária
EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS

01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

00403-0 COMPANHIA SIDERURGICA NACIONAL 33.042.730/0001-04

02.01 - BALANÇO PATRIMONIAL ATIVO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 - 30/06/2010 4 - 31/03/2010

1 Ativo Total 33.585.424 34.166.011


1.01 Ativo Circulante 5.626.688 7.133.218
1.01.01 Disponibilidades 507.817 1.681.646
1.01.01.01 Caixa 33.017 24.808
1.01.01.02 Equivalentes de caixa 474.800 1.656.838
1.01.02 Créditos 2.618.540 3.124.296
1.01.02.01 Clientes 1.429.378 1.617.863
1.01.02.01.01 Contas a receber controladas 915.191 1.155.925
1.01.02.01.02 Contas a receber clientes 859.959 802.483
1.01.02.01.03 Provisão para devedores duvidosos (345.772) (340.545)
1.01.02.02 Créditos Diversos 1.189.162 1.506.433
1.01.02.02.01 Empregados 7.208 5.449
1.01.02.02.02 IRPJ e CSLL a compensar 140.960 264.053
1.01.02.02.03 IR e CSLL diferidos 579.335 664.433
1.01.02.02.06 Outros tributos 103.569 164.052
1.01.02.02.07 Dividendos propostos a receber 176.349 369.981
1.01.02.02.08 Aplicação financ.títulos para negociação 119.757 0
1.01.02.02.09 Outros créditos 61.984 38.465
1.01.03 Estoques 2.485.136 2.303.834
1.01.04 Outros 15.195 23.442
1.01.04.02 Despesas antecipadas 15.195 23.442
1.02 Ativo Não Circulante 27.958.736 27.032.793
1.02.01 Ativo Realizável a Longo Prazo 3.101.707 3.109.757
1.02.01.01 Créditos Diversos 487.757 518.041
1.02.01.01.01 Títulos e valores a receber 23.131 26.422
1.02.01.01.02 IR e CSLL diferidos 345.847 355.977
1.02.01.01.04 Outros tributos 118.779 135.642
1.02.01.02 Créditos com Pessoas Ligadas 1.197.800 1.197.800
1.02.01.02.01 Com Coligadas e Equiparadas 0 0
1.02.01.02.02 Com Controladas 1.197.800 1.197.800
1.02.01.02.03 Com Outras Pessoas Ligadas 0 0
1.02.01.03 Outros 1.416.150 1.393.916
1.02.01.03.01 Depósitos judiciais 1.222.253 1.213.634
1.02.01.03.02 Despesas antecipadas 29.030 16.650
1.02.01.03.03 Outros 164.867 163.632
1.02.02 Ativo Permanente 24.857.029 23.923.036
1.02.02.01 Investimentos 16.843.062 16.083.352
1.02.02.01.01 Participações Coligadas/Equiparadas 0 0
1.02.02.01.02 Participações Coligadas/Equiparadas-Ágio 0 0
1.02.02.01.03 Participações em Controladas 16.833.012 16.073.321
1.02.02.01.04 Participações em Controladas - Ágio 0 0

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EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS

01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

00403-0 COMPANHIA SIDERURGICA NACIONAL 33.042.730/0001-04

02.01 - BALANÇO PATRIMONIAL ATIVO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 -30/06/2010 4 -31/03/2010

1.02.02.01.05 Outros Investimentos 10.050 10.031


1.02.02.02 Imobilizado 7.900.069 7.724.853
1.02.02.02.01 Em operações líquido 6.609.150 6.350.864
1.02.02.02.02 Em obras 1.205.436 1.288.594
1.02.02.02.03 Terrenos 85.483 85.395
1.02.02.03 Intangível 87.924 87.650
1.02.02.04 Diferido 25.974 27.181

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ITR - INFORMAÇÕES TRIMESTRAIS Data-Base - 30/06/2010 Legislação Societária
EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS

01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

00403-0 COMPANHIA SIDERURGICA NACIONAL 33.042.730/0001-04

03.01 - DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 - 01/04/2010 a 30/06/2010 4 - 01/01/2010 a 30/06/2010 5 - 01/04/2009 a 30/06/2009 6 - 01/01/2009 a 30/06/2009

3.01 Receita Bruta de Vendas e/ou Serviços 3.690.364 6.973.063 2.516.244 4.798.504
3.02 Deduções da Receita Bruta (806.280) (1.539.637) (579.945) (1.056.187)
3.03 Receita Líquida de Vendas e/ou Serviços 2.884.084 5.433.426 1.936.299 3.742.317
3.04 Custo de Bens e/ou Serviços Vendidos (1.546.867) (2.967.582) (1.225.531) (2.570.626)
3.04.01 Depreciação, exaustão e amortização (164.369) (325.028) (167.043) (279.487)
3.04.02 Outros (1.382.498) (2.642.554) (1.058.488) (2.291.139)
3.05 Resultado Bruto 1.337.217 2.465.844 710.768 1.171.691
3.06 Despesas/Receitas Operacionais (329.865) (1.038.433) (142.832) (322.222)
3.06.01 Com Vendas (134.490) (306.277) (120.469) (216.902)
3.06.01.01 Depreciação e amortização (1.330) (2.640) (1.252) (2.378)
3.06.01.02 Outros (133.160) (303.637) (119.217) (214.524)
3.06.02 Gerais e Administrativas (89.466) (161.009) (84.470) (155.247)
3.06.02.01 Depreciação e amortização (2.343) (4.583) (1.904) (3.732)
3.06.02.02 Outros (87.123) (156.426) (82.566) (151.515)
3.06.03 Financeiras (603.554) (1.162.377) 325.261 18.855
3.06.03.01 Receitas Financeiras 73.958 301.838 93.431 168.304
3.06.03.02 Despesas Financeiras (677.512) (1.464.215) 231.830 (149.449)
3.06.03.02.01 Variação monet. e cambial líquidas (137.598) (329.905) 838.574 1.023.269
3.06.03.02.02 Despesas financeiras (539.914) (1.134.310) (606.744) (1.172.718)
3.06.04 Outras Receitas Operacionais 78.496 106.543 30.603 105.423
3.06.05 Outras Despesas Operacionais (157.103) (306.519) (144.556) (229.733)
3.06.06 Resultado da Equivalência Patrimonial 576.252 791.206 (149.201) 155.382
3.07 Resultado Operacional 1.007.352 1.427.411 567.936 849.469
3.08 Resultado Não Operacional 0 0 0 0
3.08.01 Receitas 0 0 0 0
3.08.02 Despesas 0 0 0 0
3.09 Resultado Antes Tributação/Participações 1.007.352 1.427.411 567.936 849.469

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01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

00403-0 COMPANHIA SIDERURGICA NACIONAL 33.042.730/0001-04

03.01 - DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 - 01/04/2010 a 30/06/2010 4 - 01/01/2010 a 30/06/2010 5 - 01/04/2009 a 30/06/2009 6 - 01/01/2009 a 30/06/2009

3.10 Provisão para IR e Contribuição Social 6.129 (3.671) (333.719) (418.704)


3.11 IR Diferido (109.410) (56.703) 142.206 249.702
3.11.01 IR Diferido (82.718) (44.464) 105.005 184.350
3.11.02 Contribuição social diferida (26.692) (12.239) 37.201 65.352
3.12 Participações/Contribuições Estatutárias 0 0 0 0
3.12.01 Participações 0 0 0 0
3.12.02 Contribuições 0 0 0 0
3.13 Reversão dos Juros sobre Capital Próprio 0 0 0 0
3.15 Lucro/Prejuízo do Período 904.071 1.367.037 376.423 680.467
NÚMERO AÇÕES, EX-TESOURARIA (Mil) 1.457.970 1.457.970 758.670 758.670
LUCRO POR AÇÃO (Reais) 0,62009 0,93763 0,49616 0,89692
PREJUÍZO POR AÇÃO (Reais)

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EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS

01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

00403-0 COMPANHIA SIDERURGICA NACIONAL 33.042.730/0001-04

04.01 - DEMONSTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA - METODO INDIRETO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 - 01/04/2010 a 30/06/2010 4 - 01/01/2010 a 30/06/2010 5 - 01/04/2009 a 30/06/2009 6 - 01/01/2009 a 30/06/2009

4.01 Caixa Líquido Atividades Operacionais 915.957 1.349.959 (494.165) (1.725.427)

4.01.01 Caixa Gerado nas Operações 1.061.255 2.229.607 (396.604) (156.271)

4.01.01.01 Lucro líquido 904.071 1.367.037 376.423 680.467

4.01.01.02 Variações monetárias e cambiais líquidas 161.140 403.957 (1.163.727) (1.362.124)

4.01.01.03 Provisão para encargos e empréstimos fin 421.188 877.790 149.319 577.709

4.01.01.04 Depreciação / exaustão / amortização 168.042 332.251 170.199 285.597

4.01.01.05 Resultado de participações societárias (576.252) (791.206) 149.200 (155.383)

4.01.01.06 IR e CSLL diferidos 109.410 56.703 (142.206) (249.702)

4.01.01.07 Resultado na baixa de alienação de bens 0 0 15.733 15.733

4.01.01.08 Provisão para contingências 8.165 43.046 32.805 46.364

4.01.01.09 Provisão passivo atuarial 0 0 (10.731) (21.283)

4.01.01.10 Outras provisões (134.509) (59.971) 26.381 26.351

4.01.02 Variações nos Ativos e Passivos (145.298) (879.648) (97.561) (1.569.156)

4.01.02.01 Contas a receber 135.882 (61.520) 71.307 81.953

4.01.02.02 Estoques (175.111) (438.332) 135.839 185.276

4.01.02.03 Impostos a compensar 143.839 342.081 (397.572) (464.846)

4.01.02.04 Fornecedores 115.436 97.750 (217.540) (325.674)

4.01.02.05 Salários e encargos sociais (44.869) (48.655) 17.679 10.372

4.01.02.06 Tributos 35.993 125.148 305.251 374.633

4.01.02.07 Passivos contingentes 57.142 14.744 7.308 19.957

4.01.02.08 Contas a pagar controladas 2.434 11.594 213.696 213.696

4.01.02.09 Juros pagos (324.924) (641.405) (138.897) (367.424)

4.01.02.10 Créditos com controladas 0 0 432.583 (765.804)

4.01.02.11 Depósitos judiciais (6.698) (13.236) (662.740) (715.461)

4.01.02.12 Tributos parcelados - Refis (159.439) (316.675) 0 0

4.01.02.13 Dividendos recebidos controladas 171.232 191.649 225.765 225.765

4.01.02.14 Investimentos em títulos para negociação (119.757) (119.757) 0 0

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EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS

01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

00403-0 COMPANHIA SIDERURGICA NACIONAL 33.042.730/0001-04

04.01 - DEMONSTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA - METODO INDIRETO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 -01/04/2010 a 30/06/2010 4 -01/01/2010 a 30/06/2010 5 - 01/04/2009 a 30/06/200901/04/20096a- 30/06/2009


01/01/2009 a 30/06/200901/01/2009 a 30/06/2009

4.01.02.15 Outros 23.542 (23.034) (90.240) (41.599)

4.01.03 Outros 0 0 0 0

4.02 Caixa Líquido Atividades de Investimento (407.719) (2.862.514) 882.790 2.630.914

4.02.01 Redução do capital soc controlada 234.172 234.172 1.674.829 3.816.387

4.02.04 Investimentos (363.334) (2.897.592) (387.229) (624.337)

4.02.05 Imobilizado (278.557) (498.326) (404.810) (561.136)

4.02.06 Caixa incorporação de controlada 0 299.232 0 0

4.03 Caixa Líquido Atividades Financiamento (1.682.079) (852.580) (1.657.886) (1.426.114)

4.03.01 Empréstimos e financiamentos-captação 44.220 1.272.570 542.676 1.005.513

4.03.02 Instituiçõs financeiras principal-pagto (165.901) (564.752) (432.473) (663.536)

4.03.05 Juros sobre capital próprio e dividendos (1.560.398) (1.560.398) (1.768.089) (1.768.091)

4.04 Variação Cambial s/ Caixa e Equivalentes 12 33 (1.049) (1.159)

4.05 Aumento(Redução) de Caixa e Equivalentes (1.173.829) (2.365.102) (1.270.310) (521.786)

4.05.01 Saldo Inicial de Caixa e Equivalentes 1.681.646 2.872.919 2.018.068 1.269.544

4.05.02 Saldo Final de Caixa e Equivalentes 507.817 507.817 747.758 747.758

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ITR - INFORMAÇÕES TRIMESTRAIS Data-Base - 30/06/2010 Legislação Societária
EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS

01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

00403-0 COMPANHIA SIDERURGICA NACIONAL 33.042.730/0001-04

05.01 - DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO DE 01/04/2010 a 30/06/2010 (Reais Mil)
1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 - CAPITAL SOCIAL 4 - RESERVAS DE 5 - RESERVAS DE 6 - RESERVAS DE 7 - LUCROS/ PREJUÍZOS 8 - AJUSTES DE 9 - TOTAL PATRIMÔNIO
CAPITAL REAVALIAÇÃO LUCRO ACUMULADOS AVALIAÇÃO LÍQUIDO
PATRIMONIAL

5.01 Saldo Inicial 1.680.947 30 0 4.265.970 373.762 (270.538) 6.050.171

5.02 Ajustes de Exercícios Anteriores 0 0 0 0 0 0 0

5.03 Saldo Ajustado 1.680.947 30 0 4.265.970 373.762 (270.538) 6.050.171

5.04 Lucro / Prejuízo do Período 0 0 0 0 904.071 0 904.071

5.05 Destinações 0 0 0 0 (89.205) 0 (89.205)

5.05.01 Dividendos 0 0 0 0 0 0 0

5.05.02 Juros sobre Capital Próprio 0 0 0 0 (89.205) 0 (89.205)

5.05.03 Outras Destinações 0 0 0 0 0 0 0

5.06 Realização de Reservas de Lucros 0 0 0 0 0 0 0

5.07 Ajustes de Avaliação Patrimonial 0 0 0 0 0 29.896 29.896

5.07.01 Ajustes de Títulos e Valores Mobiliários 0 0 0 0 0 33.608 33.608

5.07.02 Ajustes Acumulados de Conversão 0 0 0 0 0 (3.712) (3.712)

5.07.03 Ajustes de Combinação de Negócios 0 0 0 0 0 0 0

5.08 Aumento/Redução do Capital Social 0 0 0 0 0 0 0

5.09 Constituição/Realização Reservas Capital 0 0 0 0 0 0 0

5.10 Ações em Tesouraria 0 0 0 0 0 0 0

5.11 Outras Transações de Capital 0 0 0 0 0 0 0

5.12 Outros 0 0 0 (35) 0 0 (35)

5.13 Saldo Final 1.680.947 30 0 4.265.935 1.188.628 (240.642) 6.894.898

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ITR - INFORMAÇÕES TRIMESTRAIS Data-Base - 30/06/2010 Legislação Societária
EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS

01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

00403-0 COMPANHIA SIDERURGICA NACIONAL 33.042.730/0001-04

05.02 - DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO DE 01/01/2010 a 30/06/2010 (Reais Mil)
1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 - CAPITAL SOCIAL 4 - RESERVAS DE 5 - RESERVAS DE 6 - RESERVAS DE 7 - LUCROS/ PREJUÍZOS 8 - AJUSTES DE 9 - TOTAL PATRIMÔNIO
CAPITAL REAVALIAÇÃO LUCRO ACUMULADOS AVALIAÇÃO LÍQUIDO
PATRIMONIAL

5.01 Saldo Inicial 1.680.947 30 0 4.265.970 0 (382.314) 5.564.633

5.02 Ajustes de Exercícios Anteriores 0 0 0 0 0 0 0

5.03 Saldo Ajustado 1.680.947 30 0 4.265.970 0 (382.314) 5.564.633

5.04 Lucro / Prejuízo do Período 0 0 0 0 1.367.037 0 1.367.037

5.05 Destinações 0 0 0 0 (178.409) 0 (178.409)

5.05.01 Dividendos 0 0 0 0 0 0 0

5.05.02 Juros sobre Capital Próprio 0 0 0 0 (178.409) 0 (178.409)

5.05.03 Outras Destinações 0 0 0 0 0 0 0

5.06 Realização de Reservas de Lucros 0 0 0 0 0 0 0

5.07 Ajustes de Avaliação Patrimonial 0 0 0 0 0 141.672 141.672

5.07.01 Ajustes de Títulos e Valores Mobiliários 0 0 0 0 0 144.521 144.521

5.07.02 Ajustes Acumulados de Conversão 0 0 0 0 0 (2.849) (2.849)

5.07.03 Ajustes de Combinação de Negócios 0 0 0 0 0 0 0

5.08 Aumento/Redução do Capital Social 0 0 0 0 0 0 0

5.09 Constituição/Realização Reservas Capital 0 0 0 0 0 0 0

5.10 Ações em Tesouraria 0 0 0 0 0 0 0

5.11 Outras Transações de Capital 0 0 0 0 0 0 0

5.12 Outros 0 0 0 (35) 0 0 (35)

5.13 Saldo Final 1.680.947 30 0 4.265.935 1.188.628 (240.642) 6.894.898

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EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS

01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

00403-0 COMPANHIA SIDERURGICA NACIONAL 33.042.730/0001-04

08.01 - BALANÇO PATRIMONIAL ATIVO CONSOLIDADO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 - 30/06/2010 4 - 31/03/2010

1 Ativo Total 32.662.337 31.155.699


1.01 Ativo Circulante 15.955.672 15.257.199
1.01.01 Disponibilidades 9.672.152 9.148.907
1.01.01.01 Caixa 165.968 132.722
1.01.01.02 Equivalentes de caixa 9.506.184 9.016.185
1.01.02 Créditos 2.937.785 2.892.859
1.01.02.01 Clientes 1.298.017 1.098.885
1.01.02.01.01 Contas a receber controladas 27.114 11.229
1.01.02.01.02 Contas a receber clientes 1.665.943 1.475.023
1.01.02.01.03 Provisão para devedores duvidosos (395.040) (387.367)
1.01.02.02 Créditos Diversos 1.639.768 1.793.974
1.01.02.02.01 Empregados 21.691 19.630
1.01.02.02.02 IR e CSLL a compensar 205.817 312.930
1.01.02.02.03 IR e CSLL diferidos 784.686 870.656
1.01.02.02.05 Outros tributos 244.377 264.677
1.01.02.02.06 Aplic financeira títulos para negociação 317.603 188.491
1.01.02.02.07 Outros créditos 65.594 137.590
1.01.03 Estoques 3.169.689 3.023.241
1.01.04 Outros 176.046 192.192
1.01.04.01 Margem de garantia inst. financeiros 147.109 155.686
1.01.04.02 Despesas antecipadas 28.937 36.506
1.02 Ativo Não Circulante 16.706.665 15.898.500
1.02.01 Ativo Realizável a Longo Prazo 3.497.551 3.537.541
1.02.01.01 Créditos Diversos 1.376.251 1.441.553
1.02.01.01.01 Títulos e valores a receber 211.721 209.732
1.02.01.01.02 IR e CSLL diferidos 938.347 990.965
1.02.01.01.04 Outros tributos 226.183 240.856
1.02.01.02 Créditos com Pessoas Ligadas 479.120 479.120
1.02.01.02.01 Com Coligadas e Equiparadas 0 0
1.02.01.02.02 Com Controladas 479.120 479.120
1.02.01.02.03 Com Outras Pessoas Ligadas 0 0
1.02.01.03 Outros 1.642.180 1.616.868
1.02.01.03.01 Depósitos judiciais 1.240.641 1.230.194
1.02.01.03.02 Despesas antecipadas 117.026 104.491
1.02.01.03.03 Títulos e valores mobiliários 0 0
1.02.01.03.04 Outros 284.513 282.183
1.02.02 Ativo Permanente 13.209.114 12.360.959
1.02.02.01 Investimentos 511.045 473.920
1.02.02.01.01 Participações Coligadas/Equiparadas 0 0
1.02.02.01.02 Participações em Controladas 0 0
1.02.02.01.03 Outros Investimentos 511.045 473.920

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ITR - INFORMAÇÕES TRIMESTRAIS Data-Base - 30/06/2010 Legislação Societária
EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS

01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

00403-0 COMPANHIA SIDERURGICA NACIONAL 33.042.730/0001-04

08.01 - BALANÇO PATRIMONIAL ATIVO CONSOLIDADO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 -30/06/2010 4 -31/03/2010

1.02.02.02 Imobilizado 12.199.654 11.384.015


1.02.02.02.01 Em operações líquido 9.046.489 8.807.606
1.02.02.02.02 Em obra 3.026.886 2.449.430
1.02.02.02.03 Terrenos 126.279 126.979
1.02.02.03 Intangível 468.983 471.636
1.02.02.04 Diferido 29.432 31.388

10/08/2010 19:34:32 Pág: 15


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ITR - INFORMAÇÕES TRIMESTRAIS Data-Base - 30/06/2010 Legislação Societária
EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS

01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

00403-0 COMPANHIA SIDERURGICA NACIONAL 33.042.730/0001-04

08.02 - BALANÇO PATRIMONIAL PASSIVO CONSOLIDADO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 - 30/06/2010 4 - 31/03/2010

2 Passivo Total 32.662.337 31.155.699


2.01 Passivo Circulante 4.117.301 5.170.031
2.01.01 Empréstimos e Financiamentos 1.435.768 1.055.846
2.01.02 Debêntures 33.159 18.983
2.01.03 Fornecedores 691.768 549.910
2.01.04 Impostos, Taxas e Contribuições 1.107.928 1.097.732
2.01.04.01 Salários e contribuições sociais 167.041 133.366
2.01.04.02 Tributos a recolher 152.445 184.173
2.01.04.03 Tributos parcelados 784.018 780.193
2.01.04.04 IR e CSLL diferidos 4.424 0
2.01.05 Dividendos a Pagar 179.030 1.651.110
2.01.06 Provisões 109.382 139.661
2.01.06.01 Contingências 220.866 212.461
2.01.06.02 Depósitos judiciais (111.484) (105.112)
2.01.06.03 Provisão para fundo de pensão 0 32.312
2.01.07 Dívidas com Pessoas Ligadas 0 0
2.01.08 Outros 560.266 656.789
2.01.08.01 Contas a pagar controladas 140.768 76.964
2.01.08.02 Outros 419.498 579.825
2.02 Passivo Não Circulante 21.553.457 19.802.587
2.02.01 Passivo Exigível a Longo Prazo 21.553.457 19.802.587
2.02.01.01 Empréstimos e Financiamentos 15.409.438 13.723.254
2.02.01.02 Debêntures 1.062.978 961.217
2.02.01.03 Provisões 803.479 704.257
2.02.01.03.01 Contingências trabalhistas e previdenciá 108.302 89.480
2.02.01.03.02 Contingências cíveis 18.501 18.673
2.02.01.03.03 Contingências fiscais 1.875.663 1.825.338
2.02.01.03.04 Contingências ambientais 122.748 122.521
2.02.01.03.05 Depósitos judiciais (1.387.339) (1.387.161)
2.02.01.03.06 IR e CSLL diferidos 65.604 35.406
2.02.01.04 Dívidas com Pessoas Ligadas 0 0
2.02.01.05 Adiantamento para Futuro Aumento Capital 0 0
2.02.01.06 Outros 4.277.562 4.413.859
2.02.01.06.01 Provisão para perda em investimentos 0 0
2.02.01.06.02 Contas a pagar - empresas controladas 2.977.760 3.011.178
2.02.01.06.03 Provisão de fundo pensão 0 0
2.02.01.06.04 Tributos parcelados 1.034.820 1.147.820
2.02.01.06.05 Outros 264.982 254.861
2.03 Resultados de Exercícios Futuros 0 0
2.04 Part. de Acionistas Não Controladores 142.327 168.450
2.05 Patrimônio Líquido 6.849.252 6.014.631

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01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

00403-0 COMPANHIA SIDERURGICA NACIONAL 33.042.730/0001-04

08.02 - BALANÇO PATRIMONIAL PASSIVO CONSOLIDADO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 -30/06/2010 4 -31/03/2010

2.05.01 Capital Social Realizado 1.680.947 1.680.947


2.05.02 Reservas de Capital 30 30
2.05.03 Reservas de Reavaliação 0 0
2.05.03.01 Ativos Próprios 0 0
2.05.03.02 Controladas/Coligadas e Equiparadas 0 0
2.05.04 Reservas de Lucro 4.220.289 4.230.430
2.05.04.01 Legal 336.190 336.190
2.05.04.02 Estatutária 0 0
2.05.04.03 Para Contingências 0 0
2.05.04.04 De Lucros a Realizar 3.779.357 3.779.357
2.05.04.05 Retenção de Lucros 0 0
2.05.04.06 Especial p/ Dividendos Não Distribuídos 0 0
2.05.04.07 Outras Reservas de Lucro 104.742 114.883
2.05.04.07.01 De investimentos 1.341.947 1.341.982
2.05.04.07.02 Ações em tesouraria (1.191.559) (1.191.559)
2.05.04.07.03 Lucros não realizados (45.646) (35.540)
2.05.05 Ajustes de Avaliação Patrimonial (240.642) (270.538)
2.05.05.01 Ajustes de Títulos e Valores Mobiliários 181.406 147.798
2.05.05.02 Ajustes Acumulados de Conversão (422.048) (418.336)
2.05.05.03 Ajustes de Combinação de Negócios 0 0
2.05.06 Lucros/Prejuízos Acumulados 1.188.628 373.762
2.05.07 Adiantamento para Futuro Aumento Capital 0 0

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01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

00403-0 COMPANHIA SIDERURGICA NACIONAL 33.042.730/0001-04

09.01 - DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO CONSOLIDADO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 - 01/04/2010 a 30/06/2010 4 - 01/01/2010 a 30/06/2010 5 - 01/04/2009 a 30/06/2009 6 - 01/01/2009 a 30/06/2009

3.01 Receita Bruta de Vendas e/ou Serviços 4.744.485 8.750.723 3.286.842 6.479.230
3.02 Deduções da Receita Bruta (871.930) (1.693.535) (795.141) (1.543.546)
3.03 Receita Líquida de Vendas e/ou Serviços 3.872.555 7.057.188 2.491.701 4.935.684
3.04 Custo de Bens e/ou Serviços Vendidos (2.002.139) (3.789.676) (1.714.019) (3.403.932)
3.04.01 Depreciação, exaustão e amortização (217.372) (427.428) (213.111) (369.593)
3.04.02 Outros (1.784.767) (3.362.248) (1.500.908) (3.034.339)
3.05 Resultado Bruto 1.870.416 3.267.512 777.682 1.531.752
3.06 Despesas/Receitas Operacionais (804.839) (1.693.483) (169.081) (469.418)
3.06.01 Com Vendas (168.479) (370.436) (150.920) (278.611)
3.06.01.01 Depreciação e amortização (1.718) (3.394) (1.551) (2.966)
3.06.01.02 Outros (166.761) (367.042) (149.369) (275.645)
3.06.02 Gerais e Administrativas (135.362) (247.738) (119.047) (227.764)
3.06.02.01 Depreciação e amortização (8.522) (16.195) (5.137) (12.171)
3.06.02.02 Outros (126.840) (231.543) (113.910) (215.593)
3.06.03 Financeiras (420.585) (898.493) 204.221 165.017
3.06.03.01 Receitas Financeiras 89.072 216.771 493.844 868.082
3.06.03.02 Despesas Financeiras (509.657) (1.115.264) (289.623) (703.065)
3.06.03.02.01 Variação monetária e cambial líquidas (34.953) (108.387) 311.660 363.246
3.06.03.02.02 Despesas financeiras (474.704) (1.006.877) (601.283) (1.066.311)
3.06.04 Outras Receitas Operacionais 90.700 137.168 53.339 123.311
3.06.05 Outras Despesas Operacionais (171.113) (313.984) (156.666) (251.375)
3.06.06 Resultado da Equivalência Patrimonial 0 0 (8) 4
3.07 Resultado Operacional 1.065.577 1.574.029 608.601 1.062.334
3.08 Resultado Não Operacional 0 0 0 0
3.08.01 Receitas 0 0 0 0
3.08.02 Despesas 0 0 0 0
3.09 Resultado Antes Tributação/Participações 1.065.577 1.574.029 608.601 1.062.334

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01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

00403-0 COMPANHIA SIDERURGICA NACIONAL 33.042.730/0001-04

09.01 - DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO CONSOLIDADO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 - 01/04/2010 a 30/06/2010 4 - 01/01/2010 a 30/06/2010 5 - 01/04/2009 a 30/06/2009 6 - 01/01/2009 a 30/06/2009

3.10 Provisão para IR e Contribuição Social (15.535) (53.170) (462.770) (577.423)


3.11 IR Diferido (154.497) (145.410) 188.913 218.657
3.11.01 IR diferido (112.702) (106.343) 139.585 161.445
3.11.02 Contribuição Social Diferida (41.795) (39.067) 49.328 57.212
3.12 Participações/Contribuições Estatutárias 0 0 0 0
3.12.01 Participações 0 0 0 0
3.12.02 Contribuições 0 0 0 0
3.13 Reversão dos Juros sobre Capital Próprio 0 0 0 0
3.14 Part. de Acionistas Não Controladores (1.546) 122 0 0
3.15 Lucro/Prejuízo do Período 893.999 1.375.571 334.744 703.568
NÚMERO AÇÕES, EX-TESOURARIA (Mil) 1.457.970 1.457.970 758.670 758.670
LUCRO POR AÇÃO (Reais) 0,61318 0,94348 0,44122 0,92737
PREJUÍZO POR AÇÃO (Reais)

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01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

00403-0 COMPANHIA SIDERURGICA NACIONAL 33.042.730/0001-04

10.01 - DEMONSTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA CONSOLIDADO - METODO INDIRETO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 - 01/04/2010 a 30/06/2010 4 - 01/01/2010 a 30/06/2010 5 - 01/04/2009 a 30/06/2009 6 - 01/01/2009 a 30/06/2009

4.01 Caixa Líquido Atividades Operacionais 994.268 1.254.038 (1.358.040) (1.367.773)

4.01.01 Caixa Gerado nas Operações 1.634.956 2.807.042 (546.216) (26.218)

4.01.01.01 Lucro líquido 893.999 1.375.571 334.745 703.569

4.01.01.02 Variações monetárias e cambiais líquidas 58.413 272.438 (967.280) (1.106.177)

4.01.01.03 Provisões para encargos sobre empréstimo 337.948 689.268 254.805 547.077

4.01.01.04 Depreciação / Amortização / Exaustão 227.612 447.017 219.799 384.730

4.01.01.05 Participação dos acionistas não controla 1.546 (122) 0 0

4.01.01.06 IR e CSLL diferidos 154.497 145.410 (188.914) (218.657)

4.01.01.07 Provisão swap 6.326 (136.714) (209.725) (407.438)

4.01.01.08 Provisão para contingências 28.532 28.936 25.392 53.497

4.01.01.09 Resultado baixa na alienação de bens 0 0 9.047 9.047

4.01.01.10 Provisão passivo atuarial 0 0 (21.282) (21.283)

4.01.01.11 Outras provisões (73.917) (14.762) (2.803) 29.417

4.01.02 Variações nos Ativos e Passivos (640.688) (1.553.004) (811.824) (1.341.555)

4.01.02.01 Contas a receber (115.354) (66.771) 123.748 (35.974)

4.01.02.02 Estoques (170.984) (602.902) 163.371 103.322

4.01.02.03 Impostos a compensar 59.985 292.472 (404.447) (345.329)

4.01.02.04 Fornecedores 141.944 183.794 (106.368) (239.710)

4.01.02.05 Salários e encargos sociais (38.037) (39.668) 24.553 12.067

4.01.02.06 Tributos 60.728 32.811 380.282 394.643

4.01.02.07 Passivos contingentes 44.541 26.536 8.978 21.709

4.01.02.08 Juros pagos (264.416) (624.873) (298.343) (523.569)

4.01.02.09 Tributos parcelados - Refis (159.143) (316.675) 0 0

4.01.02.10 Depósitos judiciais (9.387) (16.955) (664.614) (717.425)

4.01.02.11 Investimentos em títulos para negociação (168.235) (356.726) 0 0

4.01.02.13 Outros (22.330) (64.047) (38.984) (11.289)

4.01.03 Outros 0 0 0 0

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01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

00403-0 COMPANHIA SIDERURGICA NACIONAL 33.042.730/0001-04

10.01 - DEMONSTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA CONSOLIDADO - METODO INDIRETO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 -01/04/2010 a 30/06/2010 4 -01/01/2010 a 30/06/2010 5 - 01/04/2009 a 30/06/200901/04/20096a- 30/06/2009


01/01/2009 a 30/06/200901/01/2009 a 30/06/2009

4.02 Caixa Líquido Atividades de Investimento (988.772) (1.496.571) 655.364 436.234

4.02.01 Pagamento operações derivativas (10.004) (32.741) (169.382) 0

4.02.04 Investimentos (19) (34.217) 0 0

4.02.05 Imobilizado (977.992) (1.411.972) (500.601) (887.950)

4.02.06 Intangíveis (757) (17.641) (138) (1.301)

4.02.07 Realização swap 0 0 235.891 235.891

4.02.08 Resgate margem de garantia equity swap 0 0 1.089.594 1.089.594

4.03 Caixa Líquido Atividades Financiamento 454.020 1.723.110 (1.474.600) (1.239.511)

4.03.01 Empréstimos e financiamentos-captações 2.177.391 3.828.765 698.875 1.200.829

4.03.02 Instituições financeiras principal-pagto (162.973) (545.257) (405.386) (672.249)

4.03.04 Juros sobre capital próprio e dividendos (1.560.398) (1.560.398) (1.768.089) (1.768.091)

4.04 Variação Cambial s/ Caixa e Equivalentes 63.729 104.833 (898.565) (972.181)

4.05 Aumento(Redução) de Caixa e Equivalentes 523.245 1.585.410 (3.075.841) (3.143.231)

4.05.01 Saldo Inicial de Caixa e Equivalentes 9.148.907 8.086.742 9.156.722 9.224.112

4.05.02 Saldo Final de Caixa e Equivalentes 9.672.152 9.672.152 6.080.881 6.080.881

10/08/2010 19:34:33 Pág: 21


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ITR - INFORMAÇÕES TRIMESTRAIS Data-Base - 30/06/2010 Legislação Societária
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01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

00403-0 COMPANHIA SIDERURGICA NACIONAL 33.042.730/0001-04

11.01 - DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO CONSOLIDADO DE 01/04/2010 a 30/06/2010 (Reais Mil)
1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 - CAPITAL SOCIAL 4 - RESERVAS DE 5 - RESERVAS DE 6 - RESERVAS DE 7 - LUCROS/ PREJUÍZOS 8 - AJUSTES DE 9 - TOTAL PATRIMÔNIO
CAPITAL REAVALIAÇÃO LUCRO ACUMULADOS AVALIAÇÃO LÍQUIDO
PATRIMONIAL

5.01 Saldo Inicial 1.680.947 30 0 4.230.430 373.762 (270.538) 6.014.631

5.02 Ajustes de Exercícios Anteriores 0 0 0 0 0 0 0

5.03 Saldo Ajustado 1.680.947 30 0 4.230.430 373.762 (270.538) 6.014.631

5.04 Lucro / Prejuízo do Período 0 0 0 0 893.999 0 893.999

5.05 Destinações 0 0 0 0 (89.205) 0 (89.205)

5.05.01 Dividendos 0 0 0 0 0 0 0

5.05.02 Juros sobre Capital Próprio 0 0 0 0 (89.205) 0 (89.205)

5.05.03 Outras Destinações 0 0 0 0 0 0 0

5.06 Realização de Reservas de Lucros 0 0 0 0 0 0 0

5.07 Ajustes de Avaliação Patrimonial 0 0 0 0 0 29.896 29.896

5.07.01 Ajustes de Títulos e Valores Mobiliários 0 0 0 0 0 33.608 33.608

5.07.02 Ajustes Acumulados de Conversão 0 0 0 0 0 (3.712) (3.712)

5.07.03 Ajustes de Combinação de Negócios 0 0 0 0 0 0 0

5.08 Aumento/Redução do Capital Social 0 0 0 0 0 0 0

5.09 Constituição/Realização Reservas Capital 0 0 0 0 0 0 0

5.10 Ações em Tesouraria 0 0 0 0 0 0 0

5.11 Outras Transações de Capital 0 0 0 0 0 0 0

5.12 Outros 0 0 0 (10.141) 10.072 0 (69)

5.12.01 Lucro não realizado 0 0 0 (10.106) 10.106 0 0

5.12.03 Outros 0 0 0 (35) (34) 0 (69)

5.13 Saldo Final 1.680.947 30 0 4.220.289 1.188.628 (240.642) 6.849.252

10/08/2010 19:34:34 Pág: 22


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ITR - INFORMAÇÕES TRIMESTRAIS Data-Base - 30/06/2010 Legislação Societária
EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS

01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

00403-0 COMPANHIA SIDERURGICA NACIONAL 33.042.730/0001-04

11.02 - DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO CONSOLIDADO DE 01/01/2010 a 30/06/2010 (Reais Mil)
1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 - CAPITAL SOCIAL 4 - RESERVAS DE 5 - RESERVAS DE 6 - RESERVAS DE 7 - LUCROS/ PREJUÍZOS 8 - AJUSTES DE 9 - TOTAL PATRIMÔNIO
CAPITAL REAVALIAÇÃO LUCRO ACUMULADOS AVALIAÇÃO LÍQUIDO
PATRIMONIAL

5.01 Saldo Inicial 1.680.947 30 0 4.211.770 0 (382.314) 5.510.433

5.02 Ajustes de Exercícios Anteriores 0 0 0 0 0 0 0

5.03 Saldo Ajustado 1.680.947 30 0 4.211.770 0 (382.314) 5.510.433

5.04 Lucro / Prejuízo do Período 0 0 0 0 1.375.571 0 1.375.571

5.05 Destinações 0 0 0 0 (178.409) 0 (178.409)

5.05.01 Dividendos 0 0 0 0 0 0 0

5.05.02 Juros sobre Capital Próprio 0 0 0 0 (178.409) 0 (178.409)

5.05.03 Outras Destinações 0 0 0 0 0 0 0

5.06 Realização de Reservas de Lucros 0 0 0 0 0 0 0

5.07 Ajustes de Avaliação Patrimonial 0 0 0 0 0 141.672 141.672

5.07.01 Ajustes de Títulos e Valores Mobiliários 0 0 0 0 0 144.521 144.521

5.07.02 Ajustes Acumulados de Conversão 0 0 0 0 0 (2.849) (2.849)

5.07.03 Ajustes de Combinação de Negócios 0 0 0 0 0 0 0

5.08 Aumento/Redução do Capital Social 0 0 0 0 0 0 0

5.09 Constituição/Realização Reservas Capital 0 0 0 0 0 0 0

5.10 Ações em Tesouraria 0 0 0 0 0 0 0

5.11 Outras Transações de Capital 0 0 0 0 0 0 0

5.12 Outros 0 0 0 8.519 (8.534) 0 (15)

5.12.01 Lucro não realizado 0 0 0 8.554 (8.554) 0 0

5.12.03 Outros 0 0 0 (35) 20 0 (15)

5.13 Saldo Final 1.680.947 30 0 4.220.289 1.188.628 (240.642) 6.849.252

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

(Em milhares de reais, exceto quando mencionado de outra forma)

1. CONTEXTO OPERACIONAL

As principais atividades da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) ou “Companhia” são a produção de aços
planos, tendo como principal instalação industrial a Usina Presidente Vargas (“UPV”) localizada no Município
de Volta Redonda no Estado do Rio de Janeiro e a produção de minério de ferro cuja operação é
desenvolvida no município de Congonhas no Estado de Minas Gerais.

Explora ainda calcário e dolomito em filiais no Estado de Minas Gerais e estanho no Estado de Rondônia para
suprir as necessidades da UPV sendo que o excedente dessas matérias primas é comercializado com
controladas e terceiros. Para maior sinergia aos processos, investe estrategicamente em empresas de
mineração, transporte ferroviário, energia elétrica, cimento e está construindo uma fábrica de aços longos em
Volta Redonda (vide nota 12.c).

Com o objetivo de se aproximar dos clientes e conquistar mercados globalmente a Companhia possui
distribuidora de aço, fábricas de embalagens metálicas, além de uma planta de galvanização na região Sul e
outra na região Sudeste do Brasil para atendimento às indústrias da linha branca, construção civil e
automobilística. No exterior possui uma laminadora de aço em Portugal e outra nos Estados Unidos.

As ações são listadas em Bolsa, no mercado brasileiro CSNA3 (BOVESPA) e norte-americano SID (NYSE).

2. APRESENTAÇÃO DAS INFORMAÇÕES TRIMESTRAIS

As informações trimestrais individuais e consolidadas foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis
adotadas no Brasil, as quais abrangem a legislação societária, os Pronunciamentos, as Orientações e as
Interpretações emitidas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis e as normas emitidas pela Comissão de
Valores Mobiliários (CVM) vigentes em 31 de dezembro de 2009, que serão diferentes daquelas que serão
utilizadas para elaboração das demonstrações financeiras de 31 de dezembro de 2010.

Em 2009, o Comitê de Pronunciamentos Contábeis – CPC emitiu diversos pronunciamentos contábeis,


interpretações e orientações, aprovados pela CVM e pelo Conselho Federal de Contabilidade, ainda em 2009,
com aplicação mandatória a partir de 2010.

A CVM, por meio da Deliberação 603 de 10 de novembro de 2009, facultou às companhias abertas a
apresentação das informações trimestrais durante o exercício de 2010 conforme as práticas contábeis
vigentes em 31 de dezembro de 2009.

A Administração iniciou o processo de avaliação dos possíveis impactos desses novos normativos e, portanto,
está apresentando as informações trimestrais de 30 de junho de 2010 com base nas práticas contábeis
vigentes em 31 de dezembro de 2009. Este processo envolve a revisão de fluxos, controles internos, sistemas
e outros aspectos relevantes e, até este momento, as análises não estão suficientemente avançadas para
permitir a apresentação de estimativas seguras dos possíveis efeitos da adoção dos novos normativos
contábeis. Na avaliação preliminar da Administração os principais Pronunciamentos, Orientações e
Interpretações emitidas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis que poderão ter efeito nas
demonstrações financeiras a partir do exercício a findar-se em 31 de dezembro de 2010, são os seguintes:

 CPC 16 - Estoques

Em função de possíveis alterações nas taxas de depreciação dos bens do ativo imobilizado tendo em vista a
revisão de suas vidas úteis, o custo dos estoques e dos produtos vendidos deve ser impactado. Pelo fato de
não possuir uma estimativa dos impactos da alteração da vida útil dos bens do ativo imobilizado, objeto do
CPC 27, neste momento não foi possível mensurar os impactos no resultado do exercício, nem no patrimônio

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

líquido. A Companhia está avaliando outros possíveis impactos que poderão ter efeito advindos da adoção
deste pronunciamento.

 CPC 27 - Imobilizado e ICPC 10 - Esclarecimentos sobre os Pronunciamentos Técnicos CPC 27 –


Ativo Imobilizado e CPC 28 - Propriedade para Investimento

A adoção deste pronunciamento deve modificar os montantes apurados de depreciação em função da revisão
das vidas úteis dos bens do ativo imobilizado. Os reflexos contábeis esperados ocorrerão nas contas de custo
e despesa de depreciação do exercício e conseqüentemente na composição dos valores residuais dos ativos
imobilizados. A análise das alterações da vida útil dos ativos imobilizados está em andamento, e os reflexos
dessas possíveis alterações não foram mensurados até o momento. A Administração ainda está avaliando os
possíveis efeitos da eventual utilização do custo atribuído dos bens do ativo imobilizado.

 CPC 32 - Tributos sobre os Lucros

A adoção deste pronunciamento esta sendo avaliada quanto ao impacto na apuração dos tributos diferidos,
especialmente em relação ao tratamento de certas diferenças temporárias mencionadas parágrafo 39 deste
pronunciamento. A Administração não finalizou a análise deste pronunciamento e entende que até o momento
não é possível concluir com razoável segurança sobre eventuais efeitos nas demonstrações financeiras.

Além dos assuntos mencionados anteriormente, os pronunciamentos contábeis mencionados a seguir podem
apresentar impactos nas demonstrações financeiras da Companhia. Contudo os possíveis impactos da sua
adoção não foram concluídos pela Administração:

 CPC 22 - Informação por segmentos


 CPC 26 - Apresentação das demonstrações contábeis
 CPC 36 - Demonstrações consolidadas
 CPC 38 - Instrumentos financeiros: Reconhecimento e mensuração
 CPC 39 - Instrumentos financeiros: Apresentação
 CPC 40 - Instrumentos financeiros: Evidenciação
 ICPC 04 - Alcance do CPC 10 – Pagamento baseado em ações
 ICPC 05 - Pronunciamento CPC 10 Pagamento baseado em ações – Transações de ações do grupo e
em tesouraria
 ICPC 08 - Contabilização da proposta de pagamento de dividendos
 ICPC 09 - Demonstrações contábeis individuais, demonstrações separadas, demonstrações consolidadas
e aplicação do método de equivalência patrimonial
 OCPC 03 - Instrumentos financeiros: Reconhecimento, mensuração e evidenciação

A Companhia deverá reapresentar as ITR considerando a aplicação destes novos normativos até a
apresentação das demonstrações financeiras anuais.

Conversão em moeda estrangeira

As transações em moeda estrangeira são convertidas para reais usando-se as taxas de câmbio em vigor nas
datas das transações. Os saldos das contas de balanço são convertidos pela taxa cambial da data do
balanço, sendo US$1 equivalente a R$1,8015 em 30 de junho de 2010 (R$1,7810 em 30 de março de 2010).
As receitas de vendas, custos e despesas denominadas em moeda estrangeira, são convertidos pela taxa de
câmbio média do mês de suas ocorrências. Ganhos e perdas cambiais resultantes da liquidação dessas
transações e da conversão de ativos e passivos monetários denominados em moeda estrangeira são
reconhecidos na demonstração do resultado.

As presentes informações trimestrais foram aprovadas pelo Conselho de Administração da Companhia em 10


de agosto de 2010.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

3. PRINCIPAIS PRÁTICAS CONTÁBEIS

(a) Apuração do resultado

O resultado das operações é apurado em conformidade com o regime de competência dos exercícios. As
receitas de vendas de produtos são reconhecidas quando todos os riscos e benefícios significativos
relacionados com a propriedade dos bens são transferidos para o comprador, sendo que a receita de serviços
prestados é reconhecida em função de sua realização.

É adotada como política de reconhecimento de receita a data em que o produto é entregue ao comprador, e
quando puder medir o seu valor com segurança.

O resultado inclui os rendimentos, encargos e variações monetárias e cambiais, atualizados de acordo com
índices e taxas oficiais, incidentes sobre os ativos e passivos e quando aplicável, os efeitos de ajustes a valor
de mercado ou de realização.

(b) Ativos circulante e não circulante

 Caixa e equivalentes de caixa

Caixa e equivalentes de caixa incluem o caixa, os depósitos bancários e outros investimentos de curto prazo
de liquidez imediata, resgatáveis no prazo de até 90 dias das datas dos balanços, prontamente conversíveis
em um montante conhecido como caixa e com risco insignificante de mudança de seu valor de mercado. Os
certificados de depósito que podem ser resgatados a qualquer momento sem penalidades são considerados
equivalentes de caixa.

 Contas a receber de clientes

Registradas pelo valor faturado incluindo os respectivos impostos e despesas acessórias, sendo os créditos
de clientes em moeda estrangeira atualizados pela taxa de câmbio na data das demonstrações financeiras. A
provisão para créditos de liquidação duvidosa foi constituída em montante considerado suficiente para
suportar eventuais perdas. A avaliação da Administração considera o histórico do cliente, a situação financeira
e a posição de nossos assessores jurídicos quanto ao recebimento desses créditos para constituição dessa
provisão.

 Estoques

São registrados pelo menor valor entre o custo e o valor líquido realizável. O custo é determinado utilizando-
se o método do custo médio ponderado na aquisição de matérias primas, enquanto os produtos em processo
e/ou acabados são valorizados ao custo de produção ou aquisição. As importações em andamento são
registradas ao custo de compra identificado.

 Investimentos

Os investimentos em sociedades controladas, controladas em conjunto e coligadas são registrados e


avaliados pelo método da equivalência patrimonial e os ganhos ou as perdas são reconhecidos no resultado
do exercício como receita (ou despesa) operacional. No caso de variação cambial de investimento no exterior
que apresentam moeda funcional diferente da Companhia, as variações no valor do investimento decorrentes
exclusivamente de variação cambial são registradas na conta “Ajuste de Avaliação Patrimonial”, no patrimônio
líquido da Companhia e somente são registrados ao resultado quando o investimento for vendido ou baixado
por perda. Os ganhos ou transações a realizar entre a Companhia e suas controladas e equiparadas são
eliminados. Outros investimentos são registrados e mantidos ao custo.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

Quando necessário, as práticas contábeis das controladas e controladas em conjunto são alteradas para
garantir consistência e uniformidade de critérios com as práticas adotadas pela Companhia.

 Imobilizado

Registrado pelo custo de aquisição, formação ou construção. A depreciação é calculada pelo método linear
com base na vida útil econômica remanescente dos bens conforme nota 13 e a exaustão das minas é
calculada com base na quantidade de minério extraída. Os custos dos empréstimos são capitalizados até que
os projetos em andamento sejam concluídos.

Máquinas, equipamentos, edificações, e demais itens do imobilizado são demonstrados pelo custo histórico
de aquisição, corrigidos monetariamente até 31 de dezembro de 1995.

As melhorias nos bens existentes são acrescidas ao imobilizado e custos de manutenção e reparação levados
ao resultado, quando incorridos.

 Redução ao valor recuperável de ativos

O imobilizado e outros ativos não circulantes, inclusive ágio e ativos intangíveis são revisados anualmente
para se identificar evidências de perdas não recuperáveis, ou ainda, sempre que eventos ou alterações nas
circunstâncias indicarem que o valor contábil não pode ser recuperado. Para fins de avaliação, os ativos são
agrupados no menor grupo de ativos para o qual existem fluxo de caixa identificados separadamente.

 Ativos intangíveis

Os ativos intangíveis compreendem os ativos adquiridos de terceiros, inclusive por meio de combinação de
negócios e/ou gerados internamente.

Esses ativos são registrados pelo custo de aquisição ou formação e deduzidos da amortização calculada pelo
método linear com base nos prazos de exploração ou recuperação.

Os ativos intangíveis com vida útil indefinida e o ágio por expectativa de rentabilidade futura não são mais
amortizados a partir de 1º de janeiro de 2009 e têm o seu valor recuperável testado anualmente ou sempre
que se fizer necessário.

 Diferido

São mantidos neste grupo apenas os saldos remanescentes de despesas pré-operacionais diferidas que
serão amortizadas de acordo com os critérios anteriores à Lei nº 11.638/07 em função da opção oferecida
pelo pronunciamento técnico CPC-13 (adoção inicial da Lei nº 11.638/07) e MP 449/08.

 Demais ativos circulantes e não circulantes

Apresentados ao valor de realização incluindo, quando aplicável, os rendimentos auferidos até a data das
informações trimestrais ou, no caso de despesas antecipadas, ao custo.

(c) Passivos circulantes e não circulantes

Apresentados pelos valores conhecidos ou calculáveis e acrescidos, quando aplicável, dos correspondentes
encargos e variações monetárias e cambiais incorridas até a data das demonstrações financeiras.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

 Benefícios a empregados

i) Obrigações de pensão

O passivo relacionado aos planos de pensão de benefício definido é o valor presente da obrigação de
benefício definida na data do balanço menos o valor de mercado dos ativos do plano, ajustados por ganhos
ou perdas atuariais e custos de serviços prestados. A obrigação de benefício definido é calculada anualmente
por atuários independentes. O valor presente da obrigação de benefício definido é determinado pela
estimativa de saída futura de caixa, usando-se as taxas de juros de títulos públicos cujos prazos de
vencimento se aproximam dos prazos do passivo relacionado.

Os ganhos e as perdas atuariais advindos de mudanças nas premissas atuariais e emendas aos planos de
pensão são apropriados ou creditados ao resultado pela média do tempo de serviço remanescente dos
funcionários relacionados.

Para os planos de contribuição definida, a empresa paga contribuições a planos de pensão de administração
pública ou privada em bases compulsórias, contratuais ou voluntárias. Assim que as contribuições tiverem
sido feitas, a empresa não tem obrigações relativas a pagamentos adicionais. As contribuições regulares
compreendem os custos periódicos líquidos do período em que são devidas e, assim, são incluídas nos
custos de pessoal.

Em atendimento à Deliberação CVM nº 371/00 a Companhia optou por contabilizar o passivo atuarial a partir
de 1º de janeiro de 2002 nos termos da referida deliberação e consubstanciada em estudos de atuários
independentes realizados anualmente.

ii) Participação nos lucros e bônus

A participação dos colaboradores está vinculada ao alcance de metas operacionais e financeiras,


substancialmente alocadas ao custo de produção quando aplicável e às despesas gerais e administrativas.

 Imposto de renda e contribuição social

O imposto de renda é calculado com alíquota de 15% acrescida do adicional de 10% sobre a base tributável e
a contribuição social sobre o lucro líquido com alíquota de 9% sobre a base tributável. No cálculo dos
impostos é considerada, ainda, a compensação de prejuízos fiscais e base negativa de contribuição social,
limitada a 30% do lucro real.

Os impostos ativos diferidos decorrentes de prejuízo fiscal, base negativa da contribuição social e diferenças
temporárias entre bases de cálculo do imposto sobre ativos e passivos e valores contábeis das informações
trimestrais foram constituídos em conformidade com a Instrução CVM nº 371/02 e levaram em consideração o
histórico de rentabilidade e a expectativa de geração de lucros tributáveis futuros, fundamentados em estudo
técnico.

(d) Instrumentos financeiros

i) Classificação e mensuração

Os ativos financeiros são classificados sob as seguintes categorias: mensurados ao valor justo por meio do
resultado, empréstimos e recebíveis, mantidos até o vencimento e disponíveis para venda. A classificação
depende da finalidade para a qual os ativos financeiros foram adquiridos. A Administração determina a
classificação de seus ativos financeiros no reconhecimento inicial.

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 Ativos financeiros mensurados ao valor justo por meio do resultado

Os ativos financeiros mensurados ao valor justo por meio do resultado são ativos financeiros mantidos para
negociação ativa e freqüente. Os derivativos também são categorizados como mantidos para negociação e,
dessa forma, são classificados nesta categoria, a menos que tenham sido designados como instrumentos de
hedge (proteção). Os ativos dessa categoria são classificados como ativos circulantes. Os ganhos ou as
perdas decorrentes de variações no valor justo de ativos financeiros mensurados ao valor justo por meio do
resultado são apresentados na demonstração do resultado em "Resultado financeiro" no período em que
ocorrem, a menos que o instrumento tenha sido contratado em conexão com outra operação. Nesse caso, as
variações são reconhecidas na mesma linha do resultado afetada pela referida operação.

 Empréstimos e recebíveis

Incluem-se nessa categoria os empréstimos concedidos e os recebíveis que são ativos financeiros não
derivativos com pagamentos fixos ou determináveis, não cotados em um mercado ativo. São incluídos como
ativo circulante, exceto aqueles com prazo de vencimento superior a 12 meses após a data do balanço (estes
são classificados como ativos não circulantes). Os empréstimos e recebíveis compreendem os empréstimos a
coligadas, contas a receber de clientes, demais contas a receber e caixa e equivalentes de caixa, exceto os
investimentos de curto prazo. Os empréstimos e recebíveis são contabilizados pelo custo amortizado, usando
o método da taxa de juros efetiva.

 Ativos mantidos até o vencimento

São basicamente os ativos financeiros que não podem ser classificados como empréstimos e recebíveis e são
adquiridos com a intenção e capacidade financeira para sua manutenção em carteira até o vencimento. São
mensurados pelo custo amortizado por meio da utilização do método da taxa de juros efetiva.

 Ativos financeiros disponíveis para venda

São os ativos financeiros não derivativos que não são classificados em nenhuma outra categoria. Eles são
incluídos em ativos não circulantes, a menos que a administração pretenda alienar o investimento em até 12
meses após a data do balanço. Os ativos financeiros disponíveis para venda são contabilizados pelo valor
justo. Os juros de títulos disponíveis para venda, calculados com o uso do método da taxa de juros efetiva,
são reconhecidos na demonstração do resultado como receitas financeiras. A parcela correspondente à
variação no valor justo é lançada contra o patrimônio líquido, na conta ajustes de avaliação patrimonial, sendo
realizada contra resultado quando da sua liquidação ou por perda considerada permanente (impairment).

 Valor justo

Os valores justos dos investimentos com cotação pública são baseados nos preços atuais de compra. Para os
ativos financeiros sem mercado ativo ou cotação pública, é estabelecido o valor justo através de técnicas de
avaliação. Essas técnicas incluem o uso de operações recentes contratadas com terceiros, a referência a
outros instrumentos que são substancialmente similares, a análise de fluxos de caixa descontados e os
modelos de precificação de opções que fazem o maior uso possível de informações geradas pelo mercado e
contam o mínimo possível com informações geradas pela administração da própria entidade.

Na data do balanço é feita avaliação, se há evidência objetiva de que um ativo financeiro ou um grupo de
ativos financeiros está registrado por valor acima de seu valor recuperável (impairment). Para os ativos
financeiros disponíveis para venda, se houver alguma evidência, a perda cumulativa - mensurada como a
diferença entre o custo de aquisição e o valor justo atual, menos qualquer perda por impairment desse ativo
financeiro previamente reconhecido no resultado - é retirada do patrimônio líquido e reconhecida na
demonstração do resultado.

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ii) Instrumentos derivativos e atividades de hedge

Inicialmente, os derivativos são reconhecidos pelo valor justo na data em que um contrato de derivativos é
celebrado e são, subsequentemente, remensurados ao seu valor justo, com as variações do valor justo
lançadas contra o resultado, exceto quando o derivativo for designado como um instrumento de hedge de
fluxo de caixa.

Em 2009 a Companhia mantinha instrumento financeiro denominado total return equity swap com objetivo
elevar o retorno dos ativos financeiros. Esse instrumento era registrado a valor justo e os ganhos e perdas
foram reconhecidos no resultado por competência.

O registro deste instrumento estava em outras contas a pagar e a sua margem de garantia em outras contas a
receber sendo que o instrumento foi liquidado em 13 de agosto de 2009.

Embora a Companhia faça uso de derivativos com o objetivo de proteção, ela não aplica a chamada
contabilização de hedge (hedge accounting).

O valor justo dos instrumentos derivativos está divulgado na Nota 18.

(e) Ações em tesouraria

Conforme determina a Instrução CVM nº 10 de 14 de fevereiro de 1980 as ações mantidas em tesouraria


estão registradas pelo custo de aquisição e o valor de mercado dessas ações é calculado com base na
cotação média em bolsa do último dia do exercício.

(f) Estimativas contábeis

Na elaboração das informações trimestrais, é necessário o uso de estimativas contábeis para contabilizar
certos ativos, passivos e outras transações. Portanto, as informações trimestrais incluem estimativas para
mensurar provisão para créditos de liquidação duvidosa, provisão para perdas nos estoques, provisões para
passivos trabalhistas, cíveis, fiscais, ambientais e previdenciários, depreciação, amortização, exaustão,
provisão para redução do valor recuperável, tributos diferidos, instrumentos financeiros e benefícios a
empregados. As estimativas e premissas são revisadas periodicamente, no entanto, os resultados reais
podem apresentar variações em relação às estimativas.

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4. ALTERAÇÕES NAS INFORMAÇÕES TRIMESTRAIS DE 2009 CONFORME REVISÃO DO CPC 2R

Estas informações trimestrais incorporam as alterações introduzidas pela revisão do CPC 02. A Companhia
apresentas a seguir quadros com a identificação dos efeitos relativos a aplicação do CPC 2R.

 Resultado

(1) Mudança do tratamento contábil para as empresas Islands VII, VIII, IX, X, XI; Tangua e International
Investment Fund, contabilizadas anteriormente como filiais, e que passaram a ser registradas como entidades
controladas pela CSN, conforme a Deliberação CVM nº 624 de 28 de janeiro de 2010.
(2) Variação cambial de empréstimos e financiamentos com operações entre partes relacionadas: Fixed
rate notes, intercompany, pré-pagamento e mútuo.
(3) IR e CSLL referente variação cambial de empréstimos e financiamentos com operações intercias:
Fixed rate notes, intercompany, pré-pagamento e mútuo.

 Fluxo de caixa
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(1) Referem-se ao total das operações do fluxo de caixa que não sofreram alterações da Deliberação
CVM nº 624 de 28 de janeiro de 2010.

(2) Para melhor apresentação de acordo com o pronunciamento técnico do CPC n°03 – Demonstração
dos fluxos de caixa, as variações cambias sobre caixa e equivalentes de caixa foram reclassificadas na
controladora e no consolidado.

 DEMONSTRAÇÃO DO VALOR ADICIONADO

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5. INFORMAÇÕES TRIMESTRAIS CONSOLIDADAS

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EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS DATA-BASE - 30/06/2010

00403-0 COMPANHIA SIDERURGICA NACIONAL 33.042.730/0001-04

06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

As práticas contábeis foram tratadas de maneira uniforme em todas as empresas consolidadas.

As informações trimestrais consolidadas no período findo em 30 de junho de 2010 e 31 de março de 2010


incluem as seguintes controladas e controladas em conjunto, diretas e indiretas além dos fundos exclusivos
Diplic e Mugen, conforme demonstrado a seguir:

(1) Nova razão social da CSN Cement, alterado em 18 de junho 2010.

Na elaboração das informações trimestrais consolidadas adotamos os seguintes procedimentos de


consolidação:

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

 Eliminação dos saldos das contas de ativos e passivos entre as empresas consolidadas;
 Eliminação dos saldos de investimentos e patrimônio líquido entre as empresas consolidadas;
 Eliminação dos saldos de receitas e despesas, bem como de lucros não realizados decorrentes de
negócios entre as empresas consolidadas;
 Apresentação do imposto de renda e da contribuição social sobre a parcela do lucro não realizado
com tributos diferidos nas informações trimestrais consolidadas;
 Reclassificação das variações cambiais de itens monetários com característica de investimento líquido no
exterior, de resultado financeiro para patrimônio líquido. Em função de mudança na intenção da
Administração com relação à liquidação desses empréstimos, os efeitos cambiais apurados após 31 de
agosto de 2009 passaram a ser reconhecidos no resultado do exercício e o valor acumulado apurado até 31
de agosto de 2009 será reconhecido no resultado à medida que os respectivos itens monetários forem
liquidados.

De acordo com a instrução CVM nº 408 de 18 de agosto de 2004 a Companhia consolida as informações
trimestrais dos fundos de investimentos exclusivos Diplic e Mugen.

A data base das informações trimestrais das controladas e controladas em conjunto é coincidente com a da
controladora.

A conciliação entre o patrimônio líquido e o lucro líquido do período da controladora e do consolidado é


apresentada a seguir:

6. TRANSAÇÕES ENTRE PARTES RELACIONADAS

a) Transações com a Controladora

A Vicunha Siderurgia S.A. é uma Holding que tem por finalidade participar em outras sociedades sendo a
principal acionista da Companhia detendo 46,20% de participação no capital votante.

A estrutura societária da Vicunha Siderurgia é a seguinte (informações não revisadas):

Rio Purus Participações S.A. – detém 60% da National Steel e 59,99% da Vicunha Steel S.A.
CFL Participações S.A. – detém 40% da National Steel e 39,99% da Vicunha Steel S.A
National Steel – detém 33,04% da Vicunha Aços
Vicunha Steel – detém 66,96% da Vicunha Aços
Vicunha Aços – detém 99,99% da Vicunha Siderurgia

A CSN registrou os juros sobre o capital próprio do exercício, distribuiu dividendos e pagou juros sobre o
capital próprio para a Vicunha Siderurgia no montante indicado no quadro abaixo de acordo com o percentual
de participação da Vicunha Siderurgia na CSN, até a data de fechamento dessas informações trimestrais.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

b) Transações com controladas em conjunto

Nas áreas estratégicas de mineração, logística e energia mantém participação em empresas com controle
conjunto. As características, objetivos e as transações com essas companhias são demonstradas a seguir:

 Ativo

(*) Contrato de mútuo no montante de R$1.197.800, com início em 28 de janeiro de 2009, e juros no montante de
R$35.903 em 30 de junho de 2010, sobre o valor nominal desse contrato incide juros remuneratórios correspondentes a
101% do CDI Cetip, com vencimento em 31 de janeiro de 2012.

 Passivo e patrimônio líquido

Namisa: O adiantamento de clientes recebido da controlada em conjunto Nacional Minérios S.A. refere-se a
obrigação contratual de fornecimento de minério de ferro e serviços portuários. O contrato tem taxa de juros
de 12,5% a.a. e vencimento previsto para junho de 2042. A parcela a vencer em 2011 corresponde a
R$325.477.

O ajuste de avaliação reflexa refere-se a investida no exterior cuja moeda funcional é diferente do real.

(*) MRS: Em outras contas a pagar registramos o montante provisionado para cobrir despesas contratuais de
take or pay e block rates relativo ao contrato de transporte ferroviário.

(*) Itasa: Refere-se ao fornecimento de energia elétrica que é faturada em condições normais do mercado
brasileiro de energia, regulamentado pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

 Resultado

 Nacional Minérios S.A. (“Namisa”)

Tem como objeto principal a extração e comercialização de minério de ferro próprio e de terceiros. As
principais operações são desenvolvidas nos municípios de Congonhas, Ouro Preto, Itabirito e Rio Acima no
Estado de Minas Gerais e em Itaguaí, no Estado do Rio de Janeiro. São mantidas transações de fornecimento
de minério de ferro e prestação de serviços portuários, além de suporte administrativo, operacional e
financeiro.

 MRS Logística S.A.

Tem como objetivo a exploração e o desenvolvimento de serviço público de transporte ferroviário de carga na
Malha Sudeste que atende o eixo Rio de Janeiro, São Paulo e Belo Horizonte, e presta serviços de transporte
ferroviário de carga de matérias primas e produtos acabados para o abastecimento e escoamento dos
produtos da CSN.

 Itá Energética S.A. – Itasa

A Itasa é detentora de participação no consórcio da Usina Hidrelétrica de Itá e as operações entre as partes
são relativas à contratação do fornecimento de energia elétrica para as operações.

c) Transações com controladas e sociedades de propósitos específicos (fundos exclusivos)

 Ativo

(*) Contrato em US$ - IIF: juros de 3% a.a. com vencimento indeterminado.

(**) As aplicações financeiras nos fundos exclusivos administrados pelo Banco BTG Pactual.
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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

As contas a receber são decorrentes de operações de vendas de produtos e serviços entre a controladora e
as controladas.

 Passivo

As transações com essas controladas estão realizadas a condições de mercado.

(1) Contratos em US$ - Cement: juros de 4,00% a 9,78% a.a. com vencimento em junho de 2018.
Contratos em US$ - CSN Export: juros de 6,01% a 7,26% a.a. com vencimento em maio de 2015.

(2) Contratos em US$ - Cement: Intercompany Bonds juros de 9,12% a.a. com vencimento em 01 de junho de 2047.
Contratos em US$ - Cement (parte): 3,99% a.a. com vencimento em abril de 2013.
Contratos em YEN – CSN Islands VIII: Juros de 5,65% a.a. com vencimento de dezembro de 2013.
Contratos em YEN – CSN Ibéria: juros de 1,5% a.a. com vencimento em 13 de julho de 2015.
Contratos em US$ - CSN Europe (parte): Libor semestral + 2,25% a.a. com vencimento em 15 de setembro de 2011.

(3) Contratos em US$ - CSN Ibéria (parte): Libor semestral + 3% a.a. com vencimento indeterminado.
Contratos em US$ - CSN Export: Euribor semestral + 0,5% a.a. com vencimento indeterminado.
Contratos em US$ - CSN Europe (parte): Libor semestral + 3% a.a. com vencimento indeterminado.

(*) Outros: Prada, Metalic, Inal Nordeste, Sepetiba Tecon, Aços Longos e Energia.

 Resultado

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

(*) Sepetiba Tecon, ERSA, Aceros, Namisa Europe e IIF

d) Outras partes relacionadas

 CBS Previdência

A Companhia é a sua principal patrocinadora sendo esta uma sociedade civil sem fins lucrativos constituída
em julho de 1960 e cujo principal objetivo é o pagamento de benefícios complementares aos da previdência
oficial para os participantes. Como patrocinadora mantém transações de pagamento de contribuições e
reconhecimento de passivo atuarial apurado em planos de benefícios definidos, nota explicativa nº29.

 Fundação CSN

A Companhia desenvolve políticas socialmente responsáveis concentradas hoje na Fundação CSN da qual é
mantenedora. As transações entre as partes são relativas a apoio operacional e financeiro para a Fundação
conduzir os projetos sociais desenvolvidos principalmente nas localidades onde atua.

 Banco Fibra

O Banco Fibra está sob a mesma estrutura de controle da Vicunha Siderurgia e as transações financeiras com
esse banco estão limitadas a movimentações em contas correntes e aplicações financeiras em renda fixa.

Os saldos das transações entre a Companhia e essas entidades estão demonstrados a seguir:
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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

Ativo e Passivo

Resultado

e) Pessoal-chave da administração

O pessoal-chave da administração, que tem autoridade e responsabilidade pelo planejamento, direção e


controle das atividades da Companhia inclui os membros do conselho de administração e demais diretores.
Abaixo, informações sobre remuneração e saldos existentes em 30 de junho de 2010.

n/a – Não aplicável

7. CAIXA E EQUIVALENTES DE CAIXA

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

Os recursos financeiros disponíveis na controladora e nas controladas estabelecidas no país são aplicados
basicamente em fundos de investimentos exclusivos, com operações compromissadas lastreadas em títulos
públicos do governo brasileiro e com liquidez imediata. Adicionalmente, parte significativa dos seus recursos
financeiros e de suas controladas no exterior é aplicada em Time Deposits com bancos de primeira linha.

Os fundos exclusivos, administrados pelo BTG Pactual Serviços Financeiros S.A DTVM e os seus ativos
respondem por eventuais perdas nos investimentos e operações realizadas. A Companhia pode arcar com as
taxas de funcionamento do fundo (administração, custódia e auditoria), bem como pode ser chamada a
garantir o patrimônio líquido em caso de perdas decorrentes de alterações de taxa de juros, câmbio ou de
outros ativos financeiros.

(*) 67,58% - Operações compromissadas


29,80% - Aplicações em CDB
2,62% - Letras do Tesouro Nacional

(**) Debêntures: Aplicações da controlada em conjunto MRS no montante de R$217.073 em Debêntures


Compromissadas, com remuneração baseada na variação dos Certificados de Depósitos Interbancários – CDI
em títulos do Unibanco, Votorantim, Safra, Itaú BBA, Bradesco e ABN.

Renda Fixa: Aplicações financeiras no montante de R$15.062 na controladora e R$1.305.961 no consolidado,


lastreadas em Certificados de Depósitos Bancários, com remuneração baseada na variação dos Certificados
de Depósitos Interbancários – CDI.

8. CONTAS A RECEBER DE CLIENTES TERCEIROS

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

A Companhia mantém também outras contas a receber de longo prazo e dentre esses ativos encontram-se
debêntures emitidas pela Companhia Brasileira de Latas em 2002, no montante de R$212.870. Em 30 de
junho de 2010 a companhia mantinha provisão para perda da totalidade dessas debêntures.

9. DEPÓSITOS EM GARANTIA

A Companhia possui depósitos em garantia no montante de R$147.109 (R$155.826 em 31 de março de


2010). Esse valor está aplicado no Deutsche como garantia para a operação de swap entre a Islands VIII e
CSN (vide nota 18-XI).

Os valores depositados em garantia, servem para garantir as aplicações e suas operações financeiras, como
derivativos.

10. ESTOQUES

Determinados itens considerados obsoletos, ou de baixa rotatividade, foram objetos de constituição de


provisões para ajuste a valor de realização.

11. IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL DIFERIDOS

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

(a) Imposto de renda e contribuição social diferidos

São registrados para refletir os efeitos fiscais futuros atribuíveis às diferenças temporárias entre a base fiscal
de ativos, passivos e o respectivo valor contábil.

Consolidado Controladora
30/6/2010 31/3/2010 30/6/2010 31/3/2010
Diferido ativo
Prejuízos fiscais de imposto de renda 164.234 194.487 153.738 183.924
Bases negativas de contribuição social 61.529 74.597 57.613 70.550
Diferenças tem porárias 1.497.270 1.592.537 713.831 765.936
- Provisão para contingências 232.629 192.307 216.853 188.930
- Provisão para perdas em ativos 42.909 63.531 37.190 45.948
- Provisão para perdas de estoques 19.392 20.816 18.888 19.981
- Provisão para ganhos/perdas em instrumentos financeiros 128.258 152.721 121.694 150.690
- Provisão para JCP 60.719 51.041 60.719 51.035
- Provisão vendas a longo prazo 2.383 2.383 2.383 2.383
- Provisão para consumos e serviços 35.918 33.694 31.928 32.844
- Provisão para devedores duvidosos 110.290 136.891 107.061 110.060
- Ágio incorporação Big Jump 685.356 727.350
- Provisão para pagto planos previdência privada 7 16.964 10.986
- Outras 179.409 194.839 117.115 153.079
Total ativo 1.723.033 1.861.621 925.182 1.020.410

Ativo circulante 784.686 870.656 579.335 664.433


Ativo não circulante 938.347 990.965 345.847 355.977

Diferido passivo
Diferenças tem porárias
- Ágio incorporação 42.487 35.406
- Outras 27.541 23.116
Total passivo 70.028 35.406 23.116
Passivo circulante 4.424
Passivo não circulante 65.604 35.406 23.116

De acordo com a Instrução CVM nº 371/02, algumas companhias do grupo registraram créditos tributários
sobre prejuízos fiscais e base negativa de contribuição social não sujeitos a prazo prescricional e
fundamentadas no histórico de rentabilidade e na expectativa de lucros tributáveis futuros determinados em
estudo técnico aprovado pela Administração.

A Companhia possui créditos sobre prejuízo fiscal no montante de R$153.738 na controladora e R$164.234
no consolidado (R$183.924 e R$194.487 em 31 de março de 2010) e sobre a base negativa o montante de
R$57.613 na controladora e R$61.529 no consolidado (R$70.550 e R$74.597 em 31 de março de 2010). Por
estarem sujeitos a fatores relevantes que possam modificar as projeções de realização, os valores contábeis
do ativo fiscal diferido são revisados mensalmente e as projeções anualmente. Tais estudos indicam a
realização desses ativos fiscais dentro do prazo estipulado pela referida instrução e do limite de 30% do lucro
real.

O benefício fiscal do ágio da Nacional Minérios S.A., originado na incorporação da Big Jump em julho de
2009, foi de R$1.391.858. Até junho de 2010 foi realizado o montante de R$139.186 (R$115.988 no ano) e
nos anos seguintes (2011 a 2013) essa realização será de R$278.372 para cada ano. No último ano, em
2014, o benefício será de R$162.382.

(b) A conciliação das despesas e receitas de imposto de renda e contribuição social da controladora e
consolidado e o produto da alíquota vigente sobre o lucro antes do IR e da CSLL são demonstrados a seguir:
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(c) Regime Tributário de Transição

O Regime Tributário de Transição (RTT), que foi regulamentado pela Lei 11.941/09, terá vigência até a
entrada em vigor de lei que discipline os efeitos fiscais dos novos métodos contábeis, buscando a
neutralidade tributária.

O regime é optativo nos anos-calendário de 2008 e de 2009, respeitando-se: (i) aplicar ao biênio 2008-2009,
não a um único ano-calendário; e (ii) manifestar a opção na Declaração de Informações Econômico-
Financeiras da Pessoa Jurídica (DIPJ), sendo obrigatório a partir do ano calendário de 2010.

A Empresa optou pela adoção do RTT em 2008. Conseqüentemente, para fins de apuração do imposto de
renda e da contribuição social sobre o lucro líquido dos exercícios findos em 2009 e 2008, foram utilizadas
das prerrogativas definidas no RTT.

12. INVESTIMENTOS

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a) Participações diretas em empresas controladas e controladas em conjunto

Os valores de lucro/prejuízo do período e patrimônio líquido, referem-se a 100% dos resultados das
empresas.

b) Movimentação dos investimentos

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

(1) Outros ajustes de subsidiárias de acordo com as normas do CPC 02 - Classificados no patrimônio
líquido em ajustes acumulados de conversão.
(2) Ajuste ao valor justo, reflexo do investimento designados como disponível para venda (Riversdale
Mining Ltd.).
(3) Adiantamento para Futuro Aumento de Capital.
(4) Transferência ações preferenciais FINOR aos investidores decorrentes de liberação de recursos.
(5) Compra de 139 ações ordinárias da Panatlântica em 18 de junho de 2010.

c) Informações adicionais sobre as principais empresas controladas operacionais

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 CIA. METALIC NORDESTE

Sediada em Maracanaú, Estado do Ceará, a companhia tem como objeto social a fabricação de embalagens
metálicas destinadas basicamente à indústria de bebidas.

Sua unidade operacional se caracteriza como uma das mais modernas existentes no mundo e conta com
duas linhas de produção distintas: a de latas, cuja matéria-prima é o aço revestido de estanho e o fornecedor
é a controladora e a de tampas, cuja matéria-prima é o alumínio.

Sua produção está voltada principalmente para mercado norte e nordeste do Brasil, com oferta do excedente
de tampas para o mercado externo.

A controlada recebe incentivo do PROVIN – Programa de Incentivo ao Funcionamento de Empresas


estabelecido pelo governo do Estado do Ceará, o qual tem como objetivo principal a promoção do
desenvolvimento industrial e a geração de empregos naquele Estado.

 INAL NORDESTE

Sediada em Camaçari, Estado da Bahia, a sociedade tem como objetivo reprocessar e atuar como
distribuidora de produtos siderúrgicos da CSN na condição de centro de serviços e de distribuição na região
nordeste do país.

 AÇOS LONGOS

Sediada em Volta Redonda no Estado do Rio de Janeiro, tem como objetivo a fabricação e comercialização
de laminados longos de aço, exceto tubos.

A empresa iniciou a construção da planta em 02 de outubro de 2009, com previsão para término em 2010 e
início de operações 2011.

 GALVASUD

Situada em Porto Real, no Estado do Rio de Janeiro, tem como objeto todas as atividades industriais,
comerciais e de promoção de vendas relativas a: i) instalação e operação de um centro de serviços de
produtos siderúrgicos; ii) instalação e operação de uma linha de galvanização por imersão a quente; iii)
instalação e operação de linhas de solda a laser para a produção de blanques soldados voltados para a
produção automobilística; iv) fornecimento em tempo certo (Just in time) para a indústria automobilística e, v)
promoção e vendas dos produtos da Companhia e de terceiros, incluindo os acionistas, para a indústria
automobilística.

Em 29 de janeiro de 2010 a CSN incorporou a controlada GalvaSud S.A., tendo em vista que havia
similaridade nas atividades desenvolvidas por ambas as empresas. A incorporação do patrimônio resultou em
otimização dos processos e maximização dos resultados, concentrando em uma única estrutura
organizacional todas as atividades comerciais, operacionais e administrativas das duas sociedades. A
incorporação foi comunicada aos acionistas e ao mercado no dia 13 de janeiro de 2010 por meio de
arquivamento de Fato Relevante e aprovado em Assembléia Geral Extraordinária em 29 de janeiro de 2010.

Os valores incorporados totalizam acervo líquido de R$783.421 relativos principalmente a caixa e


equivalentes de caixa R$299.232, estoques R$122.104, imobilizado R$228.138 e outros ativos e passivos
R$142.355.

 COMPANHIA METALÚRGICA PRADA

10/08/2010 20:12:18
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Sediada na cidade de São Paulo, a Prada tem filiais em diversos estados da federação e tem como atividades
principais o reprocessamento e distribuição de aços laminados, fabricação e comércio de produtos metálicos,
fabricação e comércio de embalagens de aço, bem como a importação e exportação desses produtos.

 SEPETIBA TECON

Tem como objetivo a exploração do Terminal de Contêineres n.º 1 do Porto de Itaguaí, localizado em Itaguaí,
no Estado do Rio de Janeiro. O terminal é ligado à UPV pela malha ferroviária Sudeste, que está concedida à
MRS Logística.

A Sepetiba Tecon foi vencedora do leilão ocorrido em 3 de setembro de 1998 para assumir a concessão do
terminal e tal concessão permite a exploração do referido terminal pelo prazo de 25 anos prorrogáveis por
igual período.

 CSN ENERGIA

Tem como objetivo principal a distribuição e comercialização do excedente de energia elétrica gerada pela
CSN e por sociedades, consórcios ou outros empreendimentos nos quais a Companhia detenha participação.

É mantido um saldo a receber relativo às transações de venda de energia elétrica realizada no âmbito da
Câmara de Comercialização de Energia Elétrica – CCEE, no montante de R$54.224 (R$54.224 em 31 de
março de 2010) que são devidos por concessionárias que detém liminares para suspensão dos pagamentos
correspondentes. A Administração entende que não é necessária constituição de provisão para créditos de
liquidação duvidosa tendo em vista as ações judiciais tomadas pelas entidades oficiais do setor.

 TRANSNORDESTINA LOGÍSTICA

Tem como objetivo principal a exploração e desenvolvimento do serviço público de transporte ferroviário de
carga na malha nordeste do Brasil.

A Transnordestina assinou contrato de concessão com a União em 31 de dezembro de 1997 por um período
de 30 anos prorrogável por igual período. O contrato permite o desenvolvimento de serviço público de
exploração da malha nordeste que engloba sete estados da Federação em uma extensão de 4.534 km. A
concessão se estende também ao arrendamento dos bens da Rede Ferroviária Federal S. A. (RFFSA) que
servem a essa malha e contempla, dentre outros, edificações, vias permanentes, locomotivas, vagões,
veículos, trilhos e acessórios.

Em maio de 2009 o Fundo de Investimentos do Nordeste – FINOR integralizou capital na Transnordestina


com a emissão de 45.513.333 ações preferenciais no montante de R$27.308, gerando uma participação de
6,40% do capital social da Transnordestina.

Em 10 de dezembro de 2009 a Companhia aumentou o capital social da Transnordestina, com a emissão de


124.831.721 ações ordinárias, as quais foram subscritas e integralizadas mediante a capitalização de AFAC.
Com este evento, a participação da Companhia passou para 84,34%, a partir desse aumento, a
Transnordestina passou a ser consolidada integralmente.

Em março de 2010 o Fundo de Investimento do Nordeste aumentou capital na Transnordestina no montante


de R$89.438, devido esse aumento, a CSN deixou de ter 84,34% de participação no capital da controlada,
passando a ter 72,56% do capital social total da Transnordestina, gerando um ganho na variação percentual
no montante de R$2.959. A Transnordestina continua sendo consolidada integralmente, e a diferença de
percentual que não corresponde a Companhia estão contabilizados em participação minoritária.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

Em 07 de maio de 2010 foi autorizada a transferência de 45.513.333 ações preferenciais subscritas pelo
FINOR para a CSN. Devido essa transferência a CSN passou a ter 77,02% do capital social da
Transnordestina, gerando um ganho de variação percentual no montante de R$217.

 ESTANHO DE RONDÔNIA - ERSA

Sediada no estado de Rondônia, a controlada opera duas unidades, sendo uma na cidade de Itapuã do Oeste
e outra em Ariquemes. Em Itapuã do Oeste está sediada a mineração onde se extrai a cassiterita (minério de
estanho) e em Ariquemes a fundição onde se obtém o estanho metálico que é matéria-prima utilizada na UPV
para fabricação de folhas metálicas.

 CSN CIMENTOS

Sediada em Volta Redonda no Estado do Rio de Janeiro, tem como objetivo a fabricação e comercialização
de cimento e utiliza como uma de suas matérias-primas a escória de alto-forno gerada no processo de
produção de gusa da UPV. A companhia iniciou suas operações em 14 de maio de 2009 e tem resultados,
também, relativos a gastos residuais decorrentes das atividades de fabricação de estruturas metálicas
descontinuadas em 2002, quando a sociedade era denominada FEM-Projetos, construções e montagens.

d) Informações adicionais sobre as principais empresas controladas em conjunto

Os saldos do balanço patrimonial e demonstração de resultados das empresas cujo controle é compartilhado
estão demonstrados a seguir e foram consolidados nas informações trimestrais da Companhia de acordo com
o percentual de participação descritos no item (a) desta nota.

 NACIONAL MINÉRIOS – NAMISA

Sediada em Congonhas, no estado de Minas Gerais, a NAMISA, tem por objeto principal a produção, compra
e venda de minério de ferro. A NAMISA tem o mercado externo como foco principal na comercialização de
seus produtos. As principais operações da NAMISA são desenvolvidas nos municípios de Congonhas, Ouro
Preto, Itabirito e Rio Acima, no estado de Minas Gerais, e em Itaguaí, no estado do Rio de Janeiro.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

Em dezembro de 2008 a CSN alienou 2.271.825 ações do capital votante da Nacional Minérios S.A.
(“NAMISA”) para empresa Big Jump Energy Participações S.A. (Big Jump), cujos acionistas são as empresas
Posco e Brazil Japan Iron Ore Corp (Itochu Corporation, JFE Steel Corporation, Sumitomo Metal Industries,
Ltd., Kobe Steel Ltd., Nisshin Steel Co. Ltd., Nippon Steel). Subsequentemente a essa venda, a Big
Jump subscreveu novas ações integralizando em dinheiro o total de US$3,041,473 mil correspondentes a
R$7.286.154, dos quais R$6.707.886 foram registrados como ágio na subscrição de ações.

Devido à nova estrutura societária da controlada em conjunto, onde a Big Jump detém 40% e a CSN 60% e,
devido ao acordo de acionistas assinado entre as partes, a CSN consolida a NAMISA proporcionalmente.

Em continuidade ao processo de reestruturação da Namisa, em 30 de julho de 2009 a controlada em conjunto


incorporou a sua controladora Big Jump Energy Participações S.A. sem haver, nessa incorporação, nenhuma
alteração no quadro de participação.

 MRS LOGÍSTICA

A sociedade tem como objetivo explorar, por concessão onerosa, o serviço público de transporte ferroviário de
carga nas faixas de domínio da Malha Sudeste, localizada no eixo Rio de Janeiro, São Paulo e Belo Horizonte
da Rede Ferroviária Federal S.A. - RFFSA, privatizada em 20 de setembro de 1996. A CSN integralizou na
Namisa 10% de sua participação na MRS, baixando essa participação direta de 32,93% para 22,93%.

Além dessa participação direta, a Companhia ainda mantém participações indiretas de 6% por meio da
Nacional Minérios S.A. – Namisa, companhia consolidada proporcionalmente e, 4,34% por meio da
International Investment Fund.

A MRS poderá explorar, ainda, os serviços de transportes modais relacionados ao transporte ferroviário e
participar de projetos visando a ampliação dos serviços ferroviários concedidos.

Para a prestação dos serviços objeto da concessão obtida pelo período de 30 anos a partir de 1º de dezembro
de 1996, prorrogáveis por igual período por decisão exclusiva da concedente, a MRS arrendou da RFFSA,
pelo mesmo período da concessão, os bens necessários à operação e manutenção das atividades de
transporte ferroviário de carga.

 ITÁ ENERGÉTICA S.A. - ITASA

A Itasa detém 60,5% de participação no Consórcio Itá, criado para exploração da Usina Hidrelétrica de Itá,
conforme contrato de concessão de 28 de dezembro de 1995 e seu termo aditivo n.º 1 datado de 31 de julho
de 2000, firmado entre as consorciadas (Itasa e Centrais Geradoras do Sul do Brasil - Gerasul, antiga
denominação da Tractebel Energia S.A.) e a agência Nacional de Energia Elétrica.

A CSN detém 48,75% do capital subscrito e do total de ações ordinárias de emissão da Itasa, uma sociedade
de propósito específico, originalmente criada para viabilizar a construção da Usina Hidrelétrica de Itá: a
contratação do fornecimento de bens e serviços necessários à realização do empreendimento e a obtenção
de financiamento oferecendo as garantias correspondentes.

 CONSÓRCIO DA USINA ELÉTRICA DE IGARAPAVA

A Usina Hidrelétrica de Igarapava está localizada no Rio Grande, a 400 km de Belo Horizonte e 450 km de
São Paulo, com capacidade instalada de 210 MW, formada por 5 unidades geradoras tipo Bulbo, é
considerado um grande marco para a geração de energia no Brasil.

Igarapava distingue-se por ser a primeira Hidrelétrica constituída através de um consórcio de 5 grandes
empresas.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

A CSN detém 17,92% do capital subscrito do consórcio, cujo propósito específico é a distribuição de energia
elétrica, sendo que esta é distribuída de acordo com o percentual de participação de cada empresa.

e) Informações adicionais sobre participações indiretas no exterior

 COMPANHIA SIDERURGICA NACIONAL - LLC

Constituída em 2001 com os ativos e passivos da extinta Heartland Steel Inc., sediada em Wilmington, no
Estado de Delaware - EUA, possui planta industrial em Terre Haute, Estado de Indiana – EUA, onde está o
complexo composto de laminação a frio, linha de decapagem de bobinas a quente e linha de galvanização. A
CSN LLC é uma sociedade controlada integral e indiretamente por meio da CSN Panama.

 LUSOSIDER

Constituída em 1996 em continuidade à Siderurgia Nacional - empresa privatizada pelo governo português
naquele ano. A Lusosider é a única indústria portuguesa do setor siderúrgico a produzir aços planos
relaminados a frio, com revestimento anti corrosão. A Empresa dispõe, em Paio Pires, de uma capacidade
instalada de cerca de 550 mil toneladas/ano para produzir quatro grandes grupos de produtos siderúrgicos:
chapa galvanizada, chapa laminada a frio, chapa decapada e oleada.

Os produtos fabricados pela Lusosider podem ser aplicados na indústria de embalagens, construção civil
(tubagens e estruturas metálicas) e em componentes de eletrodomésticos.

 RIVERSDALE MINING LIMITED

Constituída em 1986, a Riversdale Mining Limited (“Riversdale”), é uma empresa de mineração listada na
Australian Stock. A Riversdale Mining pretende desenvolver-se como uma casa de mineração diversificada,
com foco no crescimento através do investimento em oportunidades de mineração. A empresa possui mina de
carvão na África do Sul, uma reserva em Moçambique, dentre outras minas.

Em novembro de 2009, o Conselho de Administração da Companhia aprovou a aquisição pela subsidiária


indireta CSN Madeira (atualmente denominada CSN Europe) de participação minoritária no capital social da
Riversdale Mining Limited. Tal aquisição compreendeu 28.750.598 ações, representativas de 14,99% do
capital social da Riversdale, em seguida, em 8 de janeiro de 2010 a Companhia obteve a aprovação das
autoridades australianas permitindo a conclusão da segunda etapa de aquisição de 2.482.729 ações do
capital social da Riversdale Mining Limited, ao preço de A$6.10 (seis dólares australianos e dez centavos) por
ação.

Em janeiro de 2010, com a conclusão das duas etapas da operação a CSN indiretamente atingiu a
participação total de 16,10% do capital social da Riversdale.

Em junho de 2010 a Riversdale teve um aumento de capital de terceiros, diminuindo a participação da CSN
em seu capital social para 15,6%.

f) Outros investimentos

 PANATLÂNTICA

Em 05 de janeiro de 2010 o Conselho de administração da Companhia aprovou a aquisição de 802.069 ações


ordinárias do capital social da Panatlântica S.A. (“Panatlântica”), sociedade anônima de Capital Aberto com
sede em Gravataí-RS e unidade industrial em Glorinha-RS, tem por objeto a industrialização, comércio,
importação, exportação e beneficiamento de aços e metais, ferrosos ou não ferrosos, revestidos ou não.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

Em 18 de junho de 2010 a Companhia adquiriu mais 139 ações ordinárias da Panatlântica totalizando uma
participação de 9,39% do capital social da empresa Panatlântica. Atualmente esse investimento está avaliado
como disponível a venda.

13. IMOBILIZADO

Segue movimentação do imobilizado entre 31 de março e 30 de junho de 2010:

a) Foram capitalizados custos dos empréstimos no semestre no montante de R$94.636 (R$29.003 no


primeiro semestre de 2009) na controladora e R$106.083 (R$31.668 no primeiro semestre de 2009) no
consolidado. Esses custos são apurados, basicamente, sobre os contratos de financiamento para os projetos
de mineração, cimento e aços longos.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

b) Os bens dados em garantia nas operações financeiras totalizaram R$47.985 em 30 de junho de 2010 e 31
de março de 2010.

14. INTANGÍVEL

Software: Avaliado ao custo de aquisição, deduzido da amortização acumulada e quando aplicável de perdas
por redução do valor recuperável.

Ágio: O fundamento econômico do ágio é a expectativa de rentabilidade futura e de acordo com os novos
pronunciamentos esses valores não são amortizados contabilmente desde 1º de janeiro de 2009, quando
passaram a estar sujeitos apenas aos testes de impairment, não sendo identificado necessidade de registro
de impairment sobre estes ativos.

15. DIFERIDO

Em atendimento à Lei nº 11.638/07 e pronunciamento técnico CPC-13 é mantido o registro do saldo


remanescente dos ativos diferidos relativos a despesas pré-operacionais reconhecidas até 31 de dezembro de
2007.

Esses ativos serão mantidos na contabilidade da companhia até sua amortização total e/ou baixa por
impairment. Em 30 de junho 2010 o saldo desses ativos era de R$25.974 (R$27.181 em 31 de março de
2010) na controladora e R$29.432 (R$31.388 em 31 de março de 2010) no consolidado.

16. EMPRÉSTIMOS, FINANCIAMENTOS E DEBÊNTURES


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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

Em 30 de junho de 2010 os custos de transação das captações de recursos estavam apresentados como
segue:

(1) TJ – Taxa de juros anual contratada


(2) TE – Taxa efetiva da transação

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

Em 30 de junho de 2010, os custos de transação das captações de recursos a serem apropriados ao


resultado em períodos subsequentes, são apresentados como segue.

Em 30 de junho de 2010, o principal dos empréstimos, financiamentos e debêntures de longo prazo apresenta
a seguinte composição por ano de vencimento:

Sobre os empréstimos, financiamentos e debêntures, incidem juros cujas taxas anuais em 30 de junho de
2010 estão apresentadas como segue:

Em julho de 2005, a Companhia por meio de sua subsidiária CSN Islands X Corp. emitiu bônus perpétuos no
montante de US$750 milhões. Esses bônus sem vencimento determinado têm cupom de 9,5% a.a. e a
Companhia tem o direito de liquidar a operação ao “par” (valor de face) após 5 anos, nas datas de vencimento
dos juros. Até o fechamento dessas informações trimestrais a Administração não tinha intenção de liquidar a
operação em prazo previsível.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

As garantias concedidas em razão dos empréstimos constituem-se de bens do imobilizado, avais, fianças e
operações de securitização (exportações), conforme demonstrado no quadro a seguir e não contemplam
garantias concedidas para empresas controladas e controladas em conjunto mencionadas na nota 20.

A tabela a seguir demonstra as amortizações e captações durante o período corrente:

(*)Inclusos variações cambiais e monetárias.

a) Os empréstimos e financiamentos com determinadas instituições financeiras possuem certas cláusulas


contratuais restritivas (covenants) usuais em contratos financeiros em geral e que se encontram
adequadamente atendidas pela Companhia em 30 de junho de 2010. Informamos, a seguir, algumas das
principais cláusulas restritivas:

Em Operações de financiamento à exportação e importação:

“A Companhia deve manter todas as autorizações necessárias ao cumprimento das obrigações previstas no
contrato.”

“A Companhia compromete-se a exportar em quantidade suficiente ao valor agregado de principal e juros


devidos nas respectivas datas de pagamento.”

Em Notas de Crédito à Exportação emitidas em favor do Banco do Brasil S.A. e Banco Nossa Caixa S.A.

“A Companhia compromete-se a exportar produtos siderúrgicos em geral e/ou minério em quantidade


suficiente ao valor de principal da operação.”

Em financiamentos obtidos junto ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social – BNDES

“A Companhia obriga-se a comprovar a aplicação dos recursos próprios previstos no projeto.”

“A Companhia obriga-se a não promover atos ou medidas que prejudiquem ou alterem o equilíbrio econômico-
financeiro da Beneficiária do crédito.”

Em emissões Debêntures:

“A Companhia deve notificar imediatamente o Agente Fiduciário da convocação de qualquer assembléia geral
de debenturistas pela emissora.”

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

b) A Companhia e suas controladas assumem também cláusulas restritivas que são específicas a
determinados contratos, mas habituais em operações da mesma natureza, e que também encontram-se
cumpridas em 30 de junho de 2010. Exemplificativamente:

Cláusulas restritivas da Companhia e controladas em Eurobonds emitidos por suas controladas:

“Em operações de dívida em moeda estrangeira representadas por valores mobiliários negociados em bolsas
de valores fora do Brasil, a Companhia não deve constituir garantias sobre seus ativos, exceto as permitidas
nos contratos da operação, sem ao mesmo tempo garantir as notas.”

CSN Islands IX Corp., CSN Islands X Corp. CSN Islands XI Corp. (Eurobonds): “A emissora não deve assumir
dívidas, exceto as representadas pelas Notas, ou dívidas representando comissões, custos ou indenizações
devidas de acordo com o previsto na documentação da operação.”

Cláusula restritiva da Companhia em Cédula de Crédito Bancário (“CCB”) com a Caixa Econômica Federal:

“A Companhia deve manter em cobrança, junto à Caixa Econômica Federal, recebíveis no valor de 10% do
saldo devedor da operação.

Cláusulas restritivas aplicáveis às controladas da Companhia:

CSN Export S.à.r.l (Securitização): “A CSN Export não deve assumir dívidas exceto as previstas na
documentação da operação e as dívidas decorrentes de lei e que não tenham efeito materialmente adverso.”

A CSN Export S.à.r.l. registrou no 26º trimestre do seu programa de Securitização, findo em 31 de janeiro de
2010, nível de exportação insuficiente para cumprir determinados índices de cobertura de exportações
previstos nos contratos do programa (coverage ratios), o que resultou em um Evento de Acumulação
(accumulation event), com direcionamento temporário de recursos (até o valor equivalente a duas vezes o
serviço da dívida) para uma conta administrada pelo banco custodiante (accumulation account). No 27º
trimestre do programa, findo em 30 de abril de 2010, a CSN Export retomou níveis de exportação suficientes
para cumprimento dos coverage ratios originalmente previstos no programa, resultando na liberação dos
fundos então retidos na accumulation account.

Transnordestina (Financiamento BNDES): “A Transnordestina obriga-se a não alterar, sem prévia e


expressa autorização do BNDES, seu controle acionário.”

17. DEBÊNTURES

Quarta emissão

Conforme aprovado na reunião do Conselho de Administração realizada em 20 de dezembro de 2005 e


ratificado em 24 de abril de 2006 a Companhia emitiu, em 01 de fevereiro de 2006, 60.000 debêntures não
conversíveis e quirografárias, em série única, ao valor nominal unitário de R$10. As referidas debêntures
foram emitidas ao valor total de R$600.000, sendo que os créditos gerados nas negociações com as
instituições financeiras foram recebidos em 03 de maio de 2006.

Sobre o valor nominal dessas debêntures incide juros remuneratórios correspondentes a 103,6% do CDI
Cetip, e o vencimento do valor nominal está previsto para 01 de fevereiro de 2012, com opção de resgate
antecipado.

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A escritura dessa emissão de debêntures possui cláusulas contratuais restritivas, usuais a esse tipo de
operações, tais como as indicadas a seguir, que estão adequadamente atendidas pela Companhia:

a) Prestação de informações: a Companhia deve fornecer ao agente fiduciário qualquer informação que lhe
venha a ser razoavelmente solicitada no prazo de até dez dias úteis contados da data da respectiva
solicitação;

b) Auditoria: a Companhia deve submeter, na forma da lei, suas contas e balanços a exame por empresa de
auditoria independente registrada na CVM;

Assembléia Geral: A Companhia deve notificar imediatamente o agente fiduciário da convocação de qualquer
Assembléia Geral pela Emissora.

18. INSTRUMENTOS FINANCEIROS

I - Identificação e valorização dos instrumentos financeiros

A Companhia opera com diversos instrumentos financeiros, com destaque para disponibilidades, incluindo
aplicações financeiras, duplicatas a receber de clientes, contas a pagar a fornecedores e empréstimos e
financiamentos. Adicionalmente, também opera com instrumentos financeiros derivativos, especialmente
operações de swap cambial e swap de juros.

Considerando a natureza dos instrumentos, excluindo-se os instrumentos financeiros derivativos, o valor justo
é basicamente determinado pela aplicação do método do fluxo de caixa descontado. Os valores registrados
no ativo e no passivo circulante têm liquidez imediata ou vencimento, em sua maioria, em prazos inferiores a
três meses. Considerando o prazo e as características desses instrumentos, que são sistematicamente
renegociados, os valores contábeis aproximam-se dos valores justos.

II - Caixa e equivalentes de caixa, aplicações financeiras, contas a receber, outros ativos circulantes e
contas a pagar

Os valores contabilizados aproximam-se dos de realização.

III – Investimentos (exceto controladas e coligadas)

Consistem, principalmente, em investimentos em entidades de capital aberto, registrados pelo valor justo e
designados como disponíveis para venda, nas quais tem interesse estratégico.

IV - Política de gestão de riscos financeiros

A Companhia possui e segue política de gerenciamento de risco, que orienta em relação a transações e
requer a diversificação de transações e contrapartidas. Nos termos dessa política, a natureza e a posição
geral dos riscos financeiros é regularmente monitorada e gerenciada a fim de avaliar os resultados e o
impacto financeiro no fluxo de caixa. Também são revistos, periodicamente, os limites de crédito e a qualidade
do hedge das contrapartes.

A política de gerenciamento de risco foi estabelecida pelo Conselho de Administração. Nos termos dessa
política, os riscos de mercado são protegidos quando é considerado necessário suportar a estratégia
corporativa ou quando é necessário manter o nível de flexibilidade financeira.

Nas condições da política de gerenciamento de riscos, estes são administrados por meio da utilização de
instrumentos derivativos.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

V - Risco de liquidez

É o risco de a Companhia não dispor de recursos líquidos suficientes para honrar seus compromissos
financeiros, em decorrência de descasamento de prazo ou de volume entre os recebimentos e pagamentos
previstos.

Para administrar a liquidez do caixa em moeda nacional e estrangeira, são estabelecidas premissas de
desembolsos e recebimentos futuros, sendo monitoradas diariamente pela área de Tesouraria.

VI - Risco de taxa de câmbio

Apesar da maior parte das receitas estarem denominadas em reais, em 30 de junho de 2010, R$8.436.611 ou
47% dos empréstimos e financiamentos consolidados eram denominados em moeda estrangeira (R$
R$8.381.684 ou 53% em 31 de março de 2010). Como resultado, está sujeita a variações de taxas de câmbio
e juros e administra o risco das flutuações dos valores em reais que serão necessários para pagar as
obrigações em moeda estrangeira, utilizando instrumentos financeiros diversos, incluindo caixa aplicado em
dólares e derivativos (contratos derivativos sem alavancagem financeira, a exemplo de swaps e contratos
futuros de moeda estrangeira).

VII – Derivativos

a) Políticas de utilização de derivativos de proteção

A política financeira da empresa reflete os parâmetros de liquidez; risco de crédito e de mercado aprovados
pelo comitê de auditoria e conselho de administração. A utilização de instrumentos derivativos com objetivo de
evitar que flutuações de taxas de juros e taxas de câmbio tenham impacto negativo sobre o balanço
patrimonial e demonstração de resultados da empresa deve observar estes mesmos parâmetros. Nos termos
das normas internas, esta política de investimentos financeiros foi aprovada e é administrada pela diretoria.

A Diretoria rotineiramente apresenta e discute, nas reuniões de Diretoria Executiva e Conselho de


Administração, as posições financeiras da companhia. Nos termos do estatuto social, operações de valores
expressivos requerem aprovação prévia dos órgãos da administração. A utilização de outros instrumentos
derivativos está condicionada à aprovação prévia do Conselho de Administração.

Para financiar suas atividades a Companhia recorre ao mercado financeiro de capitais, tanto local quanto
internacional e em função do perfil de endividamento que busca, parte da dívida está atrelada a moeda
estrangeira, substancialmente ao dólar norte-americano, o que motiva buscar proteção para o endividamento
através de instrumentos financeiros derivativos.

Para contratar instrumentos financeiros derivativos com objetivo de proteção dentro da estrutura de controles
internos, são adotadas as seguintes políticas:

 apuração contínua da exposição cambial que ocorre por meio do levantamento dos ativos e passivos
expostos a moeda estrangeira, dentro dos seguintes termos: (i) contas a receber e a pagar em moeda
estrangeira; (ii) disponibilidades e dívida em moeda estrangeira;

 apresentação da posição financeira e exposição cambial, rotineiramente, em reuniões de diretoria executiva


e do conselho de administração que aprovam a estratégia de proteção;

 realização de operações de derivativos de proteção somente com bancos de primeira linha;

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

A exposição líquida consolidada em 30 de junho de 2010 está demonstrada a seguir:

Os resultados obtidos com estas operações estão condizentes com as políticas e estratégias definidas pela
Administração.

b) Principais riscos decorrentes das operações da Companhia

• Risco de taxa de juros

Passivos de curto e longo prazo, indexados à taxa de juros flutuantes e índices de inflação. Devido a essa
exposição, a Companhia mantém derivativos para melhor administrar esses riscos.

• Risco de crédito

A exposição a riscos de crédito das instituições financeiras observa os parâmetros estabelecidos na política
financeira. A exposição a risco de crédito de nossos clientes e fornecedores observa os parâmetros
estabelecidos pela política de crédito.

Uma vez que parte dos recursos é investida em títulos do governo brasileiro, há exposição também ao risco
de crédito do Estado Brasileiro.

Para atenuar os riscos de mercado a exemplo de taxa de câmbio e taxa de juros, a Administração contrata
operações com derivativos demonstrados abaixo:

 Transações de swap Libor x CDI

Têm por objetivo proteger suas obrigações indexadas a libor de dólar americano contra oscilações dos juros
brasileiros. Basicamente, a Companhia realizou swaps de suas obrigações indexadas a libor, nos quais
recebe juros de 1,25% a.a. sobre o valor nocional em dólar (ponta ativa) e paga 96% do Certificado de
Depósito Interbancário – CDI sobre o valor de referência em reais na data da contratação (ponta passiva). O
valor de referência destes swaps, em 30 de junho de 2010 é de US$150.000 mil, protegendo uma operação
de pré-pagamento de exportação de mesmo valor. Os ganhos e perdas destes contratos estão diretamente

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

relacionados às oscilações de câmbio (dólar), Libor e do CDI. Tratam-se em geral de operações no mercado
de balcão brasileiro tendo como contraparte instituições financeiras de primeira linha.

Em 30 de junho de 2010, a posição desses contratos é a seguinte:

a) Operações em aberto

b) Operações liquidadas

A posição líquida dos contratos acima está contabilizada em conta específica de derivativos no grupo de
empréstimos e financiamentos como perda no montante de R$2.553 em 30 de junho de 2010 e seus efeitos
reconhecidos no resultado financeiro da companhia como perda no montante de R$8.303.

 Contrato Futuro de Taxa de Câmbio de Reais por Dólar Comercial

Tem por objetivo proteger as obrigações denominadas em moeda estrangeira contra variação do Real. A
Companhia pode comprar ou vender contratos futuros de dólar comercial na Bolsa de Mercadorias e Futuros
(BM&F) para mitigar a exposição cambial frente aos seus passivos denominados em dólar norte americano.
As especificações do contrato futuro de taxa de câmbio de Reais por Dólar, incluindo explicações detalhadas
sobre as características dos contratos e cálculo dos ajustes diários, são publicadas pela Bolsa de Mercadorias
e Futuros – BM&F e divulgadas em seu website (www.bmf.com.br). Ao longo do trimestre, a Companhia pagou
R$178.827e recebeu R$256.498 em ajustes, obtendo assim um ganho de R$77.671. Os ganhos e perdas
destes contratos estão diretamente relacionados às oscilações no câmbio.

Em 30 de junho de 2010, a posição dessas operações é a seguinte:

VIII - Transações de swap cambial

Têm por objetivo proteger suas obrigações denominadas em moeda estrangeira contra flutuação do Real.
Basicamente, a Companhia realizou swaps de suas obrigações em dólar, nos quais receberá a diferença
entre a variação cambial observada no período acrescida de taxa de juros que variam entre 4,35% a 9,00%
a.a., multiplicado pelo valor de referência (ponta ativa) e paga juros baseados no Certificado de Depósito
Interbancário – CDI, sobre o valor em reais de referência na data da contratação (ponta passiva). O valor de
referência destes swaps em 30 de junho de 2010 era de US$1.049.500 mil. Os ganhos e perdas destes
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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

contratos estão diretamente relacionados às oscilações no câmbio (dólar) e do CDI. Tratam-se em geral de
operações no mercado de balcão brasileiro tendo como contraparte instituições financeiras de primeira linha,
contratadas dentro dos fundos exclusivos.

Em 30 de junho de 2010, a posição consolidada desses contratos é a seguinte:

a) Operações em aberto

b) Operações liquidadas

A posição líquida dos contratos acima (dólares e euros) está contabilizada em conta específica de derivativos
no grupo de empréstimos e financiamentos como perda no montante de R$ 29.663 em 30 de junho de 2010
(perda de R$ 42.966 em 31 de março de 2010) e seus efeitos reconhecidos no resultado financeiro da
companhia como ganho no montante de R$ 50.611.

As controladas Tecon e Lusosider possuem operações com derivativos para proteger as exposições contra o
Iene e Dólar. O notional destas operações são JPY 2.390.398 e US$91.090 respectivamente e os resultados
destas operações estão consolidados no resultado da companhia no montante de R$15.043.

A controlada em conjunto MRS Logística tem operações com derivativos (swap) que geraram perdas
proporcionais à participação da Companhia no montante de R$971 reconhecidos no balanço consolidado de
30 de junho de 2010 da CSN.

Além dos swaps citados acima, a Companhia também realizou NDFs (Non Deliverable Forward) de seus
ativos em euros. Basicamente, a Companhia realizou derivativos financeiros de seus ativos em euros, nos
quais receberá a diferença entre a variação cambial em dólares observada no período, multiplicado pelo valor
de referência (ponta ativa) e paga a diferença entre a variação cambial em euros observada no período, sobre
o valor em euros de referência na data da contratação (ponta passiva). Tratam-se em geral de operações no
mercado de balcão brasileiro tendo como contraparte instituições financeiras de primeira linha, contratadas
dentro dos fundos exclusivos.

Em 30 de junho de 2010, a posição consolidada desses contratos era a seguinte:


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IX - Métodos e premissas utilizadas para cálculos e mensuração dos instrumentos financeiros -


derivativos

 Transações de swap cambial, Transações de swap Libor x CDI

A Companhia utiliza um fundo exclusivo para suas operações de swap cambial. O administrador do fundo,
Banco BTG Pactual calcula e divulga diariamente o valor de mercado dos ativos do fundo (NAV – Net Asset
Value), usando para apuração do valor de mercado de swap cambial a seguinte metodologia de precificação.

Dólar

Metodologia de Precificação

O primeiro passo para o cálculo do swap é atualizar o financeiro nocional do swap pela variação cambial.

O segundo passo consiste em levar o valor nocional corrigido para o vencimento.

A terceira e última etapa do cálculo é trazer o valor do swap no vencimento para a data de cálculo.

Colocando todos os passos na equação obtém-se:

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

Onde:

FinSwapcalc Financeiro do swap na data do cálculo


FinNocSwap Financeiro nocional do swap (financeiro inicial)
FinNocSwapcorr Financeiro nocional do swap Corrigido para a data de cálculo
FinSwapvcto Financeiro estimado do swap em seu vencimento
PtaxVcalc PTAX800 de Venda na data de cálculo. Fonte: BC
PtaxVini PTAX800 de Venda na data inicial do swap. Fonte: BC
DCvcto.ini Dias corridos entre o início do swap e o vencimento
DCvcto.hoje Dias corridos entre o início do swap e a data do cálculo
i Taxa de remuneração do swap
tx Taxa do Cupom Cambial atual de mercado. Fonte Primária: BM&F

Para todos os swaps, as taxas divulgadas pela BM&F são utilizadas. Na ausência das mesmas, ou em
situações de estreitamento de liquidez ou de crise sistêmica, os cupons dos títulos públicos de cada um dos
respectivos indexadores é utilizado como referência para o cálculo. Na ausência da taxa para o vértice
específico que deseja-se calcular são utilizadas as taxas interpoladas da BM&F.

O swap Libor x CDI foi contratado diretamente pela Companhia e portanto, o seu valor de mercado foi
calculado da seguinte forma:

 Ponta ativa: carregado ao valor futuro pela Libor corrente e descontado a valor presente pela curva pré
fixada de dólar americano.

 Ponta passiva: carregado ao valor futuro de CDI corrente e descontado a valor presente pela curva pré
fixada de reais.

As fontes de dados utilizadas para marcação de mercado desses instrumentos são as seguintes: BBA (British
Bankers Association), BM&FBOVESPA e CETIP, sendo que todos os dados foram extraídos da Bloomberg.

X - Análise de sensibilidade

Para as operações cambiais consolidadas com risco de flutuação do dólar, a partir da taxa de câmbio de 30
de junho de 2010 de R$1,8015 por US$1,00, foram estimados ajustes para cinco cenários sendo:

- Cenário 1: Cenário Provável, foi utilizado a cotação do dólar futuro BM&F com vencimento em 02 de agosto
de 2010 coletada em 30 de junho de 2010;
- Cenário 2: (25% de valorização do real) taxa de R$1,3511 por US$1,00;
- Cenário 3: (50% de valorização do real) taxa de R$ 0,9008 por US$1,00;
- Cenário 4: (25% de desvalorização do real) taxa de R$ 2,2519 por US$1,00;
- Cenário 5: (50% de desvalorização do real) taxa de R$ 2,7023 por US$1,00.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

XI – Classificação de instrumentos financeiros


30/6/2010 31/3/2010
Disponível Valor Justo Empréstimos e Outros Passivos - Disponível Valor Justo Empréstimos e Outros Passivos -
Saldos através do Recebíveis - Método do Custo Saldos através do Recebíveis - Método do Custo
Consolidado - R$ m il para venda resultado Taxa de juros amortizado para venda resultado Taxa de juros amortizado
Ativo
Circulante
Caixa e Equivalente de Caixa 9.672.152 9.672.152 9.148.907 9.148.907
Contas a Receber Líquidas 1.298.017 1.298.017 1.098.886 1.098.886
Aplicação financeira títulos para negociação (*) 317.603 317.603 188.491 188.491
Margem de garantia instrumentos financeiros 147.109 147.109 155.686 155.686
Fundo de reserva de securitização 23.413 23.413 101.436 101.436
Não Circulante
Outros títulos a receber 59.495 59.495 63.186 63.186
Investimentos 499.112 499.112 461.888 461.888
Fundo de reserva de securitização 35.119 35.119 35.034 35.034

Passivo
Circulante
Empréstimos e financiamentos 1.417.033 1.417.033 1.325.297 1.325.297
Debêntures 33.159 33.159 18.983 18.983
Derivativos 52.145 52.145 68.190 68.190
Fornecedores 691.768 691.768 549.845 549.845
Salários Encargos e Contribuições Sociais 167.041 167.041 29.730 29.730
Dividendos, JCP e Participações no Resultado 222.145 222.145 1.846.486 1.846.486
Não Circulante
Empréstimos e Financiamentos 15.475.408 15.475.408 13.711.812 13.711.812
Debêntures 1.062.978 1.062.978 624.570 624.570
Derivativos 8.697 8.697 10.445 10.445

(*) A CSN adquiriu em 2010 no exterior ADRs e ações de empresas de primeira linha. Esse investimento está
classificado na Companhia pelo seu valor justo, e não possui vencimento, podendo ser negociado a qualquer
momento. O cálculo do valor justo é efetuado levando-se em consideração as cotações de mercado do papel.

19. INSTRUMENTOS ASSOCIADOS A OUTROS RISCOS DE OSCILAÇÃO DE PREÇOS DE ATIVOS


FINANCEIROS

Contratos de total return equity swap

Foi liquidado antecipadamente em 13 de agosto de 2009 a operação de total return equity swap contratada
em 5 de setembro de 2008 conforme aprovação do Conselho de Administração de 08 de julho de 2009.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

Apesar do prejuízo acumulado dessa operação desde 5 de setembro de 2008 até a data de sua liquidação,
no montante de R$569.929, durante o exercício de 2009 a operação gerou ganho no montante de
R$1.026.465.

Contrato de swap sem caixa que tinha como contraparte o Banco Goldman Sachs International e estava
atrelado a 29.684.400 American Depositary Receipts (“ADR”) da Companhia Siderúrgica Nacional (ponta
ativa) e a Libor de 3 meses + spread de 0,75% a.a, (ponta passiva).

Os ganhos e perdas deste contrato estavam diretamente relacionados às oscilações do câmbio e cotação dos
ADRs da Companhia e da Libor. Este instrumento estava registrado em outras contas a pagar no balanço
patrimonial e os ganhos e perdas, por competência, no resultado financeiro da Companhia.

Esta operação tinha depósito referente a margem de garantia junto à contraparte no montante de
US$593.410 remunerados diariamente pela taxa de FedFund e esse depósito foi liberado na data de
liquidação da operação. A margem de garantia estava registrada em outras contas a receber no Ativo
circulante.

20. AVAIS E FIANÇAS

A Companhia possui responsabilidade por garantias fiduciárias, no montante de R$5.198 milhões (R$5.216
milhões em 31 de março de 2010), junto às suas controladas e controladas em conjunto, como apresentado a
seguir:

21. TRIBUTOS PARCELADOS

a) Programa de recuperação fiscal (Refis)

 Refis Federal

Em 26 de novembro de 2009, a Companhia e suas controladas aderiram aos Programas de Recuperação


Fiscal instituídos pela Lei nº 11.941/09 e pela Medida Provisória nº 470/09, visando regularizar os passivos
fiscais por meio de um sistema especial de pagamento e de parcelamento de suas obrigações fiscais e
previdenciárias. A adesão aos programas fiscais especiais reduziu o montante a pagar de multas, juros e
encargos legais anteriormente devidos.

A decisão da Administração levou em consideração matérias julgadas pelos tribunais superiores, bem como a
avaliação de seus consultores externos quanto à possibilidade de êxito nos casos em andamento.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

Em novembro de 2009 e fevereiro de 2010, as empresas registraram contabilmente os ajustes necessários


nas provisões, bem como as reduções nos débitos previstas nos programas especiais de acordo com as
datas de desistências de recursos administrativos ou de ação judicial. Em 2009, foi registrado um efeito antes
de IRPJ e CSLL positivo na ordem de R$505.853 na controladora e R$507.633 no consolidado. Já no 1º
trimestre de 2010, registrou-se um efeito negativo antes de IRPJ e CSLL no montante de R$48.890 na
controladora e R$ 42.364 no consolidado, que foram contabilizados no resultado financeiro e outras receitas e
despesas operacionais (vide notas 25 e 26).

O novo valor de débitos após aplicação das reduções relativas ao programa fiscal da Lei nº 11.941/09 foi
compensado com depósitos judiciais relacionados a essas ações e ainda está sujeito à validação pelas
autoridades competentes. O saldo remanescente será pago em 180 parcelas mensais a partir da
consolidação dos débitos pelas autoridades.

Já os débitos inscritos nos termos da Medida Provisória nº 470/09 estão sendo pagos em 12 parcelas a partir
de novembro de 2009.

Em 30 de junho de 2010, a posição dos débitos decorrentes do Refis, registrados em tributos parcelados, era
de R$1.607.400 (R$1.711.877 em 31 de março de 2010) na controladora e R$1.638.291 (R$1.742.135 em 31
de março de 2010) no consolidado.

 Refis Estadual

Em 18 de janeiro de 2010 foi publicada pelo Estado do Rio de Janeiro a Lei nº 5.647/10 que instituiu o
Programa de Recuperação Fiscal. Com base nesta nova regulamentação os valores devidos tiveram multas e
juros reduzidos e poderiam ser liquidados com precatórios até 31 de maio de 2010. A Companhia e suas
subsidiárias CSN Cimentos e MRS optaram pela inclusão de alguns débitos fiscais Estaduais no Programa de
Recuperação de Débitos Fiscais (REFIS) que totalizam o montante de R$52.387 sem impactos significativos
no segundo trimestre de 2010.

b) Tributos parcelados

Em 2008 a controlada em conjunto MRS Logística parcelou o débito de ICMS com o Estado de Minas Gerais
em 120 meses, e está cumprindo esse parcelamento de forma regular.

Em 30 de junho de 2010 a posição desse parcelamento era de R$180.547 (R$185.878 em 31 de março de


2009).

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22. PROVISÕES E DEPÓSITOS JUDICIAIS

Esta sendo discutindo nas esferas competentes, ações e reclamações de diversas naturezas. O detalhamento
dos valores provisionados e respectivos depósitos judiciais relacionados a essas ações são apresentados a
seguir:

A movimentação das provisões para contingências no período findo em 30 de junho de 2010 e 31 de março
de 2010 podem ser assim demonstradas:

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As provisões para passivos cíveis, trabalhistas, fiscais, ambientais e previdenciários foram estimadas pela
Administração consubstanciadas significativamente na avaliação de assessores jurídicos, sendo registradas
apenas as causas que se classificam como risco de perda provável. Adicionalmente, são incluídos nessas
provisões os passivos tributários decorrentes de ações tomadas por iniciativa da Companhia, acrescidos de
juros SELIC (Sistema Especial de Liquidação e Custódia).

A Companhia e suas controladas defendem-se em outros processos administrativos e judiciais (trabalhistas,


cíveis e fiscais), no montante aproximado de R$4,0 bilhões, sendo R$2,6 bilhões de processos fiscais, R$0,4
bilhões de cíveis e R$1,0 bilhão de processos trabalhistas e previdenciários. As avaliações efetuadas por
assessores jurídicos definem esses processos administrativos e judiciais como risco de perda possível, não
sendo provisionados em conformidade com o julgamento da Administração e com as práticas contábeis
adotadas no Brasil.

a) Ações trabalhistas

A companhia figura como ré, em 30 de junho de 2010 em 9.165 reclamações trabalhistas, sendo provisionado
o montante de R$142.703 (R$140.617 em 31 de março de 2010). Os pleitos das ações, em sua grande
maioria, estão relacionados com a responsabilidade subsidiária e/ou solidária, equiparação salarial, adicionais
de insalubridade e periculosidade, horas extras, diferença da multa de 40% sobre o FGTS em decorrência de
planos econômicos do governo federal e diferenças de participação nos lucros e resultados nos anos de 1997
a 1999 e de 2001 a 2003.

b) Ações cíveis

Dentre os processos judiciais cíveis em que figura como ré, encontram-se, principalmente, ações com pedido
de indenização. Tais processos, em geral, são decorrentes de acidentes de trabalho e doenças ocupacionais
relacionadas às atividades industriais da Companhia. Para processos envolvendo as matérias cíveis, foi
provisionado o montante de R$53.865 em 30 de junho de 2010 (R$43.818 em 31 de março de 2010).

c) Passivos ambientais

Em 31 de março de 2010, é mantida provisão no montante de R$122.240 (R$122.277 em 31 de março de


2010) para aplicação em gastos relativos a serviços para investigação e recuperação ambiental de potenciais
áreas contaminadas em estabelecimentos nos Estados do Rio de Janeiro, Minas Gerais e Santa Catarina.

d) Ações fiscais

 Imposto de renda e Contribuição social

(i) Plano Verão - A Controladora pleiteia o reconhecimento dos efeitos financeiro-fiscais na apuração do
imposto de renda e contribuição social sobre lucro líquido relativos ao expurgo inflacionário do IPC ocorrido
em janeiro e fevereiro de 1989, de 51,87% (“Plano Verão”).

Em 2004 o processo chegou ao fim tendo transitado em julgado a decisão que deferiu o direito de aplicação
do índice de 42,72% (jan/89), devendo ser descontado deste índice os 12,15% já aplicados. Foi deferida
também a aplicação do índice de 10,14% (fev/89). Atualmente o processo encontra-se em fase pericial.

Em 30 de junho de 2010 existe o montante de R$339.856 (R$339.483 em 31 de março de 2010) depositado


judicialmente, estando classificado em conta específica de depósitos judiciais no realizável a longo prazo e
provisão de R$20.892 (R$20.892 em 31 de março de 2010), que representa a parcela não reconhecida pelos
tribunais.

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(ii) CSLL Exportação – Em fevereiro de 2004, a Controladora ajuizou ação judicial para não se sujeitar ao
recolhimento de CSLL sobre suas receitas/lucros de exportação, bem como obter autorização judicial para
poder repetir/compensar todos os valores de CSLL indevidamente pagos sobre as receitas/lucros de
exportação desde a publicação da Emenda Constitucional 33/2001, que deu nova redação ao artigo 149,
parágrafo 2º da CF/88, ao determinar que “as contribuições sociais não incidirão sobre as receitas
decorrentes de exportação”.

Em março de 2004 foi concedida a medida liminar, confirmada posteriormente em sentença, que autorizou a
exclusão (da base de cálculo da CSLL) apenas do lucro decorrente da exportação.

A referida sentença foi reformada pela 4ª Turma do TRF da 2ª Região, que denegou a segurança pleiteada
pela Controladora. Contra tal sentença foi interposto Recurso Extraordinário, que teve o seu andamento
sobrestado até que o STF julgue a matéria nos autos do RE nº 564.413 (leading case), em que foi
reconhecida a existência de repercussão geral dessa mesma questão constitucional.

Em dezembro de 2008, a Controladora recebeu Carta de Cobrança dos valores referentes à exclusão das
“receitas” na base de cálculo da CSLL. Por conseguinte, o Conselho de Administração da Controladora
aprovou a adesão da Carta Cobrança ao programa de parcelamento instituído pela Lei 11.941/2009 (REFIS),
e também a continuidade da discussão judicial da tese principal, relativa à não incidência da CSLL sobre os
lucros de exportação, atualmente aguardando posicionamento do STF nos autos do RE nº 564.413 (leading
case).

Até 30 de junho de 2010, o montante da exigibilidade suspensa e os créditos compensados com base na
referida ação era de R$374.602 (R$324.557 em 31 de março 2010), o qual está acrescido da taxa SELIC.

 Contribuição de intervenção no domínio econômico - CIDE

A Controladora questionava a validade jurídica da Lei nº 10.168/00, que instituiu a cobrança de CIDE sobre
importâncias pagas, creditadas ou remetidas a beneficiários não residentes no país - a título de royalties ou
remuneração sobre contratos de fornecimento, assistência técnica, cessão e licenças de uso de marcas e
exploração de patentes.

A sentença de 1ª instância judicial foi desfavorável, o que foi ratificado pelo TRF da 2ª Região. Foram
interpostos Embargos de Declaração, os quais foram rejeitados, tendo sido interposto Recurso Extraordinário
ao STF, o qual aguarda decisão quanto à sua admissibilidade.

Por conta das decisões desfavoráveis e dos benefícios de redução de multa e juros, o Conselho de
Administração da Companhia aprovou a adesão de referida discussão judicial ao programa de recuperação
fiscal da Lei 11.941/2009.

Após aplicação dos benefícios deste programa, a controladora mantém depósitos judiciais no montante de
R$6.141, sendo R$2.895 a excesso de depósitos após aplicação das reduções do REFIS que poderá ser
compensado com outros débitos discutidos judicialmente pelo contribuinte ou convertido em renda. Em 30 de
junho de 2010 existe provisão no montante de R$3.277 (R$3.322 em 31 de março de 2010), o qual inclui
acréscimos legais.

 Salário-educação

A Controladora discutiu a inconstitucionalidade do salário-educação e a possibilidade de recuperação das


parcelas recolhidas no período de 05 de janeiro de 1989 a 16 de outubro de 1996, sendo que o processo foi
julgado improcedente, tendo o TRF mantido decisão desfavorável a CSN, decisão essa que transitou em
julgado.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

Ante o trânsito em julgado da decisão, a CSN tentou efetuar o pagamento do valor devido, sendo que o FNDE
e o INSS não chegaram a um entendimento sobre quem deveria receber, bem como exigiam que dito valor
fosse pago acrescido de multa, com o que a empresa não concordou.

Foram interpostas ações judiciais questionando os fatos acima com o depósito judicial dos valores envolvidos
nos referidos processos. No primeiro processo, a sentença de 1º grau julgou parcialmente favorável o pedido,
onde o Juiz afastou o valor da multa, mantendo, porém a taxa SELIC, sendo apresentado então Contra-
razões à apelação do réu, e recorreu em relação à taxa SELIC.

O valor provisionado e depositado judicialmente em 30 de junho de 2010 totaliza R$33.121 (R$33.121 em 31


de março de 2010).

 Seguro acidente do trabalho - SAT

A Controladora discute em juízo a ampliação da alíquota do SAT de 1% para 3% e também discute a


majoração do SAT para fins de Contribuição para Aposentadoria Especial, que teve a sua alíquota estipulada
em 6%, conforme legislação, para aqueles empregados expostos a agentes nocivos.

Quanto ao primeiro processo supracitado, a sentença da 1ª instância foi desfavorável e o processo encontra-
se em julgamento no TRF da 2ª Região. Já quanto ao segundo processo o mesmo se encerrou de forma
desfavorável à Companhia e os valores devidos neste processo no montante de R$33.077 que estavam
depositados judicialmente foram convertidos em renda em favor do INSS.

O montante provisionado em 31 de março de 2010 totaliza R$67.003 (R$50.880 em 31 de março de 2010), o


qual inclui acréscimos legais e se refere, exclusivamente, ao processo de diferença de alíquota de 1% para
3% para todos os estabelecimentos da Companhia. Em razão da probabilidade de perda dessa discussão o
Conselho de Administração aprovou a adesão de referidas discussões ao parcelamento da Lei 11.941/2009.

 Crédito prêmio de IPI sobre exportação

A legislação tributária permitia às companhias brasileiras o reconhecimento do crédito prêmio de IPI até 1983,
quando em ato executivo do governo brasileiro foram cancelados tais benefícios proibindo a utilização desses
créditos.

A Controladora contestou a constitucionalidade desse ato e ajuizou ação pleiteando o direito de utilização do
crédito prêmio de IPI sobre exportação de 1992 a 2002, uma vez que somente leis elaboradas pelo poder
legislativo podem cancelar ou revogar benefícios pontualmente elaborados por legislação pretérita.

Em agosto de 2003, a Companhia obteve decisão favorável de 1ª instância autorizando a utilização dos
referidos créditos. O Tesouro Nacional apelou dessa decisão e obteve decisão favorável sendo que a
Companhia então interpôs recurso especial e extraordinário contra essa decisão no Superior Tribunal de
Justiça - STJ e STF, respectivamente.

Entre setembro de 2006 e maio de 2007, a Fazenda Nacional ingressou com 5 execuções fiscais e 3
processos administrativos contra a Companhia requerendo o pagamento no montante de aproximadamente
R$2,6 bilhões em 30 de junho de 2010, referentes à cobrança dos impostos que foram compensados com
créditos prêmio de IPI.

Em 29 de agosto de 2007 a CSN ofereceu bens à penhora consubstanciados por ações em tesouraria no
montante de R$536 milhões sendo que o equivalente a 25% desse montante foi substituído por depósitos
judiciais em parcelas mensais efetuados até 31 de dezembro de 2007 e na medida em que ocorreram essas
substituições, foi requerida a liberação da penhora do equivalente em ações pelo valor de cotação da ação no
fechamento do dia anterior ao depósito, sendo que este requerimento estava para ser deferido.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

Em 13 de agosto de 2009, o STF proferiu decisão, dotada de efeitos de repercussão geral, determinando que
o Crédito Prêmio de IPI somente vigorou até outubro de 1990. Dessa forma os créditos apurados após 1990
não foram reconhecidos e em razão dessa decisão do STF o Conselho de Administração da Companhia
aprovou a adesão de referidas discussões aos programas de recuperação fiscal de débitos tributários
instituídos pela Medida Provisória nº 470/09 e pela Lei nº 11.941/09, em que há benefício da redução de
multas, juros e encargos legais.

A Controladora mantinha provisionado o montante dos créditos já compensados, acrescido dos encargos
moratórios até 30 de setembro de 2009. O novo valor de débitos após a aplicação das reduções previstas no
programa da Lei nº 11.941/09 foi compensado com depósitos judiciais relacionados a estas ações, resultando
em um excesso de depósitos no montante R$516.215 após aplicação das reduções do REFIS que poderão
ser compensados com outros débitos discutidos judicialmente pelo contribuinte ou convertido em renda. Estes
débitos ainda estão sujeitos a validação pelas autoridades competentes, o que ocorrerá em meados de 2010.

Já os débitos inscritos nos termos da MP nº 470/09 estão sendo pagos em 12 parcelas a partir de
Novembro/09

 Outros

A Controladora possui, ainda, provisões para processos relativos ao FGTS LC 110, COFINS Lei nº 10.833/03,
PIS Lei nº 10.637/02 e PIS/COFINS - Zona Franca de Manaus, cujo montante em 30 de junho de 2010 totaliza
R$81.435 (R$80.158 em 31 de março de 2010), o qual inclui acréscimos legais.

Com relação ao débito de COFINS Lei nº 10.833/03, o Conselho de Administração aprovou a adesão de
referidas discussões ao programa de recuperação fiscal Lei 11.941/09. A Controladora mantinha provisionado
o montante dos créditos já compensados, acrescido dos encargos moratórios até 30 de setembro de 2009.

O novo valor de débitos após a aplicação das reduções previstas no programa da Lei nº 11.941/09, foi
compensado com depósitos judiciais relacionados a estas ações, resultando em um excesso de depósitos no
montante R$9.141 após aplicação das reduções do REFIS que poderá ser compensado com outros débitos
discutidos judicialmente pelo contribuinte ou convertido em renda. Estes débitos ainda estão sujeitos a
validação pelas autoridades competentes, o que ocorrerá em meados de 2010.

Em 14 de junho de 2010, o Tribunal Regional Federal de Brasília julgou improcedente a ação anulatória
promovida pela CSN contra o CADE – Conselho Administrativo de Defesa Econômica, que visava a anular
decisão proferida por este órgão em 27 de outubro de 1999. Nesta decisão administrativa, houve a
condenação da CSN e mais duas empresas pelas infrações previstas nos artigos 20 e 21, inciso I, da Lei
8884/1984. A decisão judicial não foi publicada por isso, até o momento, ainda não se tem conhecimento do
inteiro teor desta; e, com a publicação, poderá haver a apresentação de outros recursos ao mesmo Tribunal
e/ou a Tribunais Superiores. No momento, não há nenhum procedimento administrativo ou judicial de
cobrança e o valor da dívida é incerto.

23. PATRIMÔNIO LÍQUIDO

i.Capital social integralizado

O capital social totalmente subscrito e integralizado em 30 de junho de 2010 é de R$1.680.947 (R$1.680.947


em 31 de dezembro de 2009) dividido em 1.510.359.220 (R$1.510.359.220 em 31 de março de 2010) ações
ordinárias e escriturais, sem valor nominal. Cada ação ordinária dá direito a um voto nas deliberações da
Assembléia Geral. Em Assembléia Geral Extraordinária realizada em 25 de março de 2010, foi aprovado o
desdobramento das ações representativas do capital social, operação pela qual cada ação do capital social
passou a ser representada por 2 (duas) novas ações.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

ii.Capital social autorizado

O estatuto social da Companhia vigente em 31 de março de 2010 define que o capital social pode ser elevado
a até 2.400.000.000 de ações, por decisão do Conselho de Administração.

iii.Reserva legal

Constituída à razão de 5% do lucro líquido apurado em cada período social nos termos do art. 193 da Lei nº
6.404/76, já sendo atingido o limite para sua constituição, conforme determina a legislação vigente.

iv. Ações em tesouraria

O Conselho de Administração autorizou diversos programas de recompra de ações, tendo como objetivo a
sua permanência em tesouraria e sua posterior alienação e/ou cancelamento, conforme quadro demonstrativo
a seguir:

(1) O início deste programa somente se deu após o cancelamento de ações aprovado na AGE de 22 de
janeiro de 2008.
(2) A partir deste programa de recompra de ações as quantidades informadas já refletem o desdobramento e
cancelamento de ações aprovados na AGE de 22 de janeiro de 2008.
(3) Todas as ações adquiridas neste programa foram recompradas a partir de outubro de 2008.
(4) Em AGE realizada em 03 de dezembro de 2008, foi aprovado o cancelamento de 10.800.000 ações
mantidas em tesouraria, sem redução do capital social.
(5) O Conselho de Administração aprovou a aquisição, por meio de uma operação privada, de 29.684.400
ADRs que eram detidos pela Goldman Sachs em decorrência da operação denominada “Total Return Equity
Swap Transaction”, pelo preço de liquidação que foi definido pela média ponderada da cotação em mercado
das ações da Companhia nos 30 pregões imediatamente anteriores à data em que ocorreu a liquidação,
convertido em dólares norte-americanos, mediante utilização da taxa de conversão dólar spot do dia útil
imediatamente anterior à data em que ocorreu a liquidação, nos termos da Decisão do Colegiado da
Comissão de Valores Mobiliários – Processo RJ2009/5962. Em 13 de agosto ocorreram a liquidação da
operação e a recompra dos ADRs, os quais foram convertidos em ações ordinárias e posteriormente
cancelados.
(6) Em AGE realizada em 21 de agosto de 2009, foi aprovado o cancelamento de 8.539.828 ações existentes
em tesouraria, sem redução do capital social;

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

(7) Foi aprovada em AGE realizada em 14 de setembro de 2009 cancelamento de 29.684.400 ações
existentes em tesouraria, pelo custo histórico das aquisições pelo valor unitário de R$25,28, sem redução do
capital social;
(8) Em 18 de dezembro de 2009 o Conselho de Administração autorizou a abertura de um novo programa de
recompra de ações , para permanência em tesouraria e posterior alienação ou cancelamento, até o
fechamento dessas demonstrações a Companhia não havia recomprado as ações.
(9) Em AGE ocorrida em 25 de março de 2010 foi aprovado o desdobramento das ações em tesouraria, após
o desdobramento cada ação passou a representar duas ações.
(10) Em 05 de maio de 2010 o Conselho de Administração autorizou a abertura de um novo programa de
recompra de ações, para permanência em tesouraria e posterior alienação ou cancelamento, até o
fechamento dessas informações trimestrais a Companhia não havia recomprado as ações.

Em 31 de março de 2010 a posição das ações em tesouraria era a seguinte.

(*) Utilizada a cotação média das ações na BOVESPA em 30 de junho de 2010 no valor de R$26,30 por
ação.

v. Composição acionária

Em 30 de junho de 2010, a composição acionária era a seguinte:

vi. Política de investimentos e pagamento de juros sobre o capital próprio e distribuição de dividendos

Em 11 de dezembro de 2000, o Conselho de Administração decidiu adotar uma política de distribuição de


lucros que, observadas as disposições constantes da Lei nº 6.404/76 alterada pela Lei nº 9.457/97, implicará
na distribuição de todo o lucro líquido aos seus acionistas, desde que preservadas as seguintes prioridades,
independentemente de sua ordem: (i) a estratégia empresarial; (ii) o cumprimento das obrigações; (iii) a
realização dos investimentos necessários; e (iv) a manutenção de uma boa situação financeira da Companhia.

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24. JUROS SOBRE O CAPITAL PRÓPRIO

O cálculo dos juros sobre o capital próprio tem como base a variação da Taxa de Juros de Longo Prazo -
TJLP sobre o patrimônio líquido, limitado a 50% do lucro do período antes do imposto de renda ou 50% dos
lucros acumulados e das reservas de lucros, podendo ser utilizado o maior entre os dois limites, conforme
legislação vigente.

Em atendimento à Deliberação CVM 207 de 31 de dezembro de 1996 e às normas fiscais, optou por
contabilizar os juros sobre o capital próprio propostos no montante de R$178.409 no semestre,
correspondendo a R$0,122367675 por ação em contrapartida da conta de despesas financeiras e, reverter na
mesma conta, não sendo apresentado na demonstração do resultado e não produzindo efeito no lucro líquido,
exceto quanto aos reflexos fiscais reconhecidos nas linhas de imposto de renda e contribuição social diferidos.
A Administração proporá que o montante de juros sobre o capital próprio seja imputado ao dividendo mínimo
obrigatório.

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25. RESULTADO FINANCEIRO E VARIAÇÕES MONETÁRIAS E CAMBIAIS LÍQUIDAS

26. OUTRAS (DESPESAS) E RECEITAS OPERACIONAIS


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27. INFORMAÇÕES POR UNIDADE DE NEGÓCIO

(i) Balanço patrimonial consolidado por unidade de negócio

(ii) Receita líquida e custo dos produtos vendidos

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28. DEMONSTRAÇÃO DO VALOR ADICIONADO

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29. FUNDO DE PENSÃO

(i) Administração do plano de previdência privada


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A Companhia é a principal patrocinadora da CBS Previdência, sociedade civil sem fins lucrativos constituída
em julho de 1960 e cujo principal objetivo é o pagamento de benefícios complementares aos da previdência
oficial. A CBS Previdência congrega empregados da CSN, de empresas a ela vinculadas e da própria
entidade, na medida em que esses firmem convênio de adesão.

(ii) Descrição das características dos planos

A CBS Previdência possui três planos de benefícios:

Plano de 35% da média salarial

Trata-se de plano de benefício definido (BD) iniciado em 01 de fevereiro de 1966, cujo objetivo é pagar
aposentadorias (tempo de serviço, especial, invalidez ou velhice) de forma vitalícia, equivalente a 35% da
média dos 12 últimos salários do participante. O plano também garante o pagamento de auxílio doença ao
participante licenciado pela Previdência Oficial e garante, ainda, o pagamento de auxílio morte e auxílio
pecuniário. Os participantes ativos e aposentados e os patrocinadores realizam 13 contribuições por ano,
sendo igual ao número de benefícios pagos. Este plano foi desativado em 31 de outubro de 1977, quando
entrou em vigor o plano de suplementação da média salarial que está em fase de extinção.

Plano de suplementação da média salarial

Este plano teve início em 01 de novembro de 1977 e é um plano de benefício definido (BD). Tem por objetivo
complementar a diferença entre a média dos 12 últimos salários e o benefício da Previdência Oficial para as
aposentadorias, também de forma vitalícia. Assim como no plano de 35%, há a cobertura dos benefícios de
auxílio doença, pecúlio por morte e pensão. São realizadas 13 contribuições e pagos o mesmo número de
benefícios por ano. Este plano foi desativado em 26 de dezembro de 1995, com a criação do plano misto de
benefício suplementar.

Plano misto de benefício suplementar

Iniciado em 27 de dezembro de 1995, é um plano misto de Contribuição Variável (CV). Além do benefício
programado de aposentadoria é previsto o pagamento de benefícios de risco (pensão em atividade, invalidez
e auxílio doença). Neste plano, o benefício de aposentadoria é calculado com base no que foi acumulado
pelas 13 contribuições anuais dos participantes e dos patrocinadores. Depois de concedida a aposentadoria, o
plano passa a ter a característica de um plano BD e são pagos 13 benefícios por ano.

Em 30 de junho e 31 de março de 2010 os planos apresentavam a seguinte composição de participantes:

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(*) Retorno ao Quadro Social da CBS participante Ativo vinculado ao Plano de 35% da Média Salarial por
determinação de Processo Judicial.

(iii) Equacionamento do déficit atuarial

De acordo com o ofício nº1555/SPC/GAB/COA, de 22 de agosto de 2002 ratificado pelo ofício nº


1598/SPC/GAB/COA de 28 de agosto de 2002, foi aprovada proposta de refinanciamento das reservas a
amortizar de responsabilidade dos patrocinadores, em 240 parcelas mensais e consecutivas, atualizadas
monetariamente pelo INPC + 6% a.a. a partir de 28 de junho de 2002.

O contrato prevê a antecipação de parcelas se houver necessidade de caixa nos planos de benefício definido
e a incorporação ao saldo devedor atualizado de eventuais déficits/superávits de responsabilidade dos
patrocinadores, para preservar o equilíbrio dos planos sem que o prazo máximo de amortização previsto no
contrato seja ultrapassado.

(iv) Passivo atuarial

Com o advento da Deliberação CVM nº 371/00 que aprovou a NPC 26 do IBRACON – “Contabilização de
Benefícios a Empregados” e que instituiu novas práticas contábeis de apuração e divulgação, a
Administração, por meio de estudo de atuários externos, apurou os efeitos decorrentes dessa prática e a
Companhia mantém os registros conforme laudo atuarial emitido em 21 de janeiro de 2010.

Movimentação do passivo atuarial

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Em 30 de junho de 2010 a Companhia não possui provisão para passivo atuarial, em função dos planos de
contribuição de benefícios definidos estarem com superávit. Em 31 de março de 2010 o saldo era de
R$32.312.

No âmbito do reconhecimento do passivo atuarial, a contribuição amortizante relacionada à parcela dos


participantes no equacionamento da insuficiência de reserva foi deduzida do valor presente das obrigações
atuariais totais dos respectivos planos. Alguns participantes encontram-se questionando judicialmente essa
contribuição amortizante, mas a Companhia, consubstanciada na opinião de seus assessores legais e
atuariais, entende que essa contribuição amortizante foi devidamente aprovada pela Secretaria da
Previdência Complementar – SPC, sendo, portanto, legalmente devida pelos participantes.

De acordo com os cálculos atuariais elaborados pelo método da unidade de crédito projetada, os valores a
apropriar em 2010 estão assim demonstrados:

Principais premissas atuariais adotadas no cálculo do passivo atuarial em 31 de dezembro de 2009

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Método atuarial de financiamento Crédito Unitário Projetado

Moeda Funcional Real (R$)

Contabilização dos ativos do plano Valor de Mercado

Melhor estimativa para patrimônio na data do encerramento do


Valor utilizado como estimativa do
exercício fiscal, obtida a partir da projeção dos valores
patrimônio de fechamento do exercício
contabilizados de outubro.

Taxa anual nominal de retorno dos 35% da média: 10,27%; Suplementação: 10,21%; Milênio:
investimentos 10,78%

Taxa anual nominal para desconto da


11,18%
obrigação atuarial

Taxa nominal anual de crescimento salarial 5,24%

Índice nominal anual de reajuste dos


4,2%
benefícios previdenciários

Taxa anual de inflação de longo prazo 4,2%

Os valores utilizados estão líquidos das despesas


Despesas Administrativas
administrativas

Tábua de mortalidade geral AT2000 segregada por sexo

Tábua de entrada em invalidez Mercer Disability com probabilidades multiplicadas por 2

Tábua de mortalidade de inválidos Winklevoss - 1%

Tábua de rotatividade Plano Milênio 2% ao ano, nula para os planos BD

100% na primeira data na qual se torna elegível a um benefício


Idade de aposentadoria
de aposentadoria programada pelo plano

Composição familiar dos participantes em 95% estarão casados à época da aposentadoria, sendo a
atividade esposa 4 anos mais jovem que o marido

A Companhia não possui outros planos de benefício pós-emprego.

30. SEGUROS

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

Visando a adequada mitigação dos riscos e face à natureza de suas operações, a Companhia e suas
Controladas contratam vários tipos diferentes de apólice de seguros. As apólices são contratadas em linha
com a política de Gestão de Riscos e são similares aos seguros contratados por outras empresas do mesmo
ramo de atuação da CSN e suas controladas. As coberturas destas apólices incluem: Transporte Nacional,
Transporte Internacional, Responsabilidade Civil Transportador, Importação, Exportação, Seguro de Vida e
Acidentes Pessoais, Saúde, Frota de Veículos, D&O (Seguro de Responsabilidade Civil Administradores),
Responsabilidade Civil Geral, Riscos de Engenharia, Riscos Diversos, Crédito a Exportação, Seguro Garantia
e Responsabilidade Civil Operador Portuário.

Foram renovados também os seguros de Danos Materiais e Lucros Cessantes para suas unidades e
controladas com as seguintes exceções: Usina Presidente Vargas, Casa de Pedra, Mineração Arcos, CSN
Paraná, Terminal de Carvão TECAR (possui Danos Materiais), que encontram se em fase de negociação com
seguradoras e resseguradores no Brasil e no exterior para a obtenção, colocação e integralização destas
demais apólices.

As premissas de riscos adotadas, dada a sua natureza, não fazem parte do escopo de uma revisão de
informações trimestrais, consequentemente não foram revisadas pelos nossos auditores independentes.

Durante o período entre 17 a 20 de junho de 2010, ocorreram fortes chuvas nos estados de Pernambuco e
Alagoas. Em decorrência a linha Tronco Sul Recife, que liga Cabo (PE) a Porto Real do Colégio (AL) sofreu
danos nos vários trechos, desde o Km 29 até o Km 450, causados por alagamentos em diversas localidades,
afetando infraestrutura e superestrutura da malha ferroviária. A companhia possui seguro contratado com a
seguradora MAPFRE Vera Cruz Seguradora SA, com coberturas obras civis em construção. A seguradora e o
regulador indicado pelos resseguradores já iniciaram os trabalhos de mapeamento e vistoria da área atingida,
porém até a conclusão da revisão trimestral, não houve conclusão dos laudos periciais junto a seguradora,
principalmente devido a dificuldade de acesso à região. Em conseqüência, não foi possível dimensionar o
impacto nas demonstrações financeiras encerrada em 30 de junho de 2010. Após a conclusão do laudo
pericial e levantamento completo do impacto no ativo imobilizado da companhia o impacto será reconhecido
nas demonstrações financeiras, entretanto, não é esperado nenhum impacto significativo ao resultado da
Companhia.

31. Eventos subsequentes

 Emissão de Bônus (Bonds)

Em 21 de julho de 2010 a Companhia, por meio de sua controlada indireta CSN Resources S.A., emitiu bônus
no valor de US$1 bilhão. O preço ofertado pelo mercado foi de 99,096% sobre o valor nominal, com taxa de
6,5% ao ano e vencimento em junho de 2020.

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07.01 - COMENTÁRIO DO DESEMPENHO DA COMPANHIA NO TRIMESTRE

VIDE ITEM 12:

“Para maiores informações vide comentário de desempenho consolidado no trimestre”

10/08/2010 19:34:42 Pág: 85


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12.01 - COMENTÁRIO DO DESEMPENHO CONSOLIDADO NO TRIMESTRE

Produção

No 2T10, a produção de aço bruto da Usina Presidente Vargas atingiu 1,20 milhão de toneladas, um
crescimento de 2% em relação às 1,18 milhão toneladas produzidas no 1T10. Já a produção de laminados do
2T10 cresceu 5%, passando de 1,20 milhão de toneladas no 1T10 para 1,27 milhão de toneladas no 2T10.

Em relação ao 2T09 os crescimentos foram bem mais expressivos. A produção de aço bruto do 2T10 cresceu
38% enquanto a produção de laminados aumentou 31%, conforme verifica-se no quadro a seguir.

Produção de Laminados - Usina Presidente Vargas (mil t)

600
543

389
301
254 261
190
174 171 157 175
52 116
50
5

Semi acabados Laminados a Laminados a Frio Laminados Zincados Folhas Metálicas


Quente

2T09 1T10 2T10

Custo de Produção (Controladora)

No 2T10, o custo total de produção siderúrgica atingiu R$1.432 milhões, um crescimento de 12%, ou R$154
milhões em relação aos R$1.278 milhões verificados no 1T10, devido principalmente aos maiores custos com
matérias-primas.

Matérias-primas: aumento de R$112 milhões, principalmente nos seguintes insumos:


- Carvão: aumento de R$10 milhões, basicamente em função do maior custo de aquisição;
- Coque: aumento de R$48 milhões, devido ao maior consumo e ao maior custo de aquisição;
- Pelotas: aumento de R$29 milhões, basicamente em função do maior custo de aquisição que foi
aplicado retroativamente a janeiro 2010;
- Bobinas adquiridas de terceiros: crescimento de R$11 milhões;
- Outras matérias primas: crescimento de R$14 milhões.

Mão-de-obra: crescimento de R$19 milhões, devido basicamente ao reajuste salarial em função do acordo
coletivo anual.

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Custos gerais: aumento de R$24 milhões, basicamente em:


- Energia e combustíveis: crescimento de R$10 milhões, principalmente em gás natural;
- Manutenção e Suprimentos: aumento de R$14 milhões, devido a manutenções periódicas.

CUSTO DE PRODUÇÃO SIDERÚRGICA (Controladora)


1T10 2T10

9% 21% 8% 21%
22% 20%
5% 7%
4% 4%
10% 5% 10% 5%
10% 8% 6% 6%
10% 9%

Carvão Coque Minério de Ferro


Metais Placas/Bobinas Compradas Outras Matérias Primas
Mão de Obra Energia/ Combustíveis Manutenção/Custos Gerais
Depreciação

Vendas

Volume de Vendas Totais


O volume vendido de produtos siderúrgicos pela CSN no 2T10 somou 1,3 milhão de toneladas, um aumento
de 37% quando comparado com o 2T09 e de 3% na comparação com o 1T10.

No primeiro semestre de 2010, o volume comercializado de aços planos pela CSN foi de 2,6 milhões de
toneladas, um crescimento de 61% em relação ao mesmo período do ano anterior.

Mercado Interno
No 2T10, o volume de vendas de produtos siderúrgicos no mercado interno cresceu 5% em relação ao 1T10.
Na comparação do volume comercializado de aços planos entre o 2T10 e o 2T09, verifica-se um crescimento
de 45%. No 2T10, o volume consolidado de produtos siderúrgicos comercializado pela CSN no mercado
interno, onde historicamente as margens são mais elevadas, atingiu 88,5% das vendas totais.

Mercado Externo
No 2T10, o volume exportado de aços planos totalizou 149 mil toneladas, uma redução de 11% quando
comparado com o 1T10 e de 3% na comparação com o 2T09. Esta redução deve-se ao direcionamento das
vendas para o mercado interno, onde historicamente as margens são mais elevadas.

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Volume de Vendas (Mil t)


1.300
1.262

149
948 167

153

1.095 1.151
795

2T09 1T10 2T10

M ercado Interno M ercado Externo

Vendas por Produto


2T09 1T10 2T10

3% 14% 2% 12% 1%
16%
32% 35% 39%

33% 32%
32% 16%
17% 16%

Laminados a quente Laminados a frio Zincados Folhas metálicas Placas

Preços

No 2T10, a receita líquida média por tonelada foi de R$2.074, um crescimento de 5,5% em relação ao 1T10,
impactado pelo mix de produtos vendidos no trimestre.

Mineração

 PRODUÇÃO
1
A produção própria de produtos acabados totalizou 6,9 milhões de toneladas no 2T10, um crescimento de
T09 1T10 2T10
11% em relação ao 1T10. Deste total, 5,6 milhões foram produzidos pela mina de Casa de Pedra e 1,3 milhão
pela Namisa.

A Namisa adquiriu minério de ferro de terceiros no montante de 2,9 milhões de toneladas, sendo 1,5 milhão
de toneladas compradas da CSN.

 VENDAS

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1
No 2T10, as vendas de produtos acabados de minério de ferro da CSN e da Namisa, excluindo consumo
próprio, somaram 6,2 milhões de toneladas, um crescimento de 11% em relação ao 1T10. As exportações
totalizaram 5,9 milhões de toneladas, o que representa 95% do total do volume vendido e uma evolução de
16% em relação ao trimestre anterior. O total comercializado no mercado interno foi de 0,3 milhão de
toneladas.

A Namisa comercializou 4,0 milhões de toneladas do volume total de produtos acabados no 2T10. Todas as
vendas realizadas pela Namisa foram destinadas ao mercado externo.
1
No 1S10, o volume vendido de produtos acabados de minério de ferro atingiu 11,9 milhões de toneladas ,
20% acima das vendas do 1S09. As exportações somaram 11,0 milhões de toneladas, 93% do total de
vendas, e apresentaram um crescimento de 15% em relação ao mesmo período de 2009. As vendas para o
mercado interno somaram 0,8 milhão de toneladas.

O volume de minério de ferro enviado para UPV foi de 1,7 milhão de toneladas no 2T10 e 3,3 milhões no
acumulado de 2010.

 ESTOQUES

Ao final do 2T10, o estoque de produtos acabados de minério de ferro era de 7,9 milhões de toneladas.
(1)
Volumes de produção, compras e vendas incluem 100% de participação na NAMISA.

Cimento

A produção de cimento atingiu 377 mil toneladas no primeiro semestre de 2010. No mesmo período as vendas
somaram 373 mil toneladas, com receitas líquidas de R$71 milhões.

A CSN está operando com 3 centros de distribuição nas cidades do Rio de Janeiro, Mauá e São José dos
Campos em São Paulo. Nos próximos meses pretende inaugurar um novo centro de distribuição no Estado do
Rio de Janeiro.

No mês de junho a CSN dobrou a capacidade de moagem de cimento e está operando com uma capacidade
de 200 mil toneladas por mês.

Receita Líquida

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No 2T10 a receita líquida atingiu R$3,9 bilhões, um crescimento de 22% em relação a receita líquida
verificada no 1T10. Contribuíram para este crescimento, principalmente as receitas de mineração, com um
aumento de 86% frente ao 1T10, resultado dos maiores preços de minério de ferro praticados no 2T10 e ao
aumento das vendas correspondentes. No segmento de siderurgia a melhora nos preços e o aumento das
vendas foram os fatores que contribuíram para o crescimento de 8% na receita líquida em relação ao 1T10.

Receita Liquida (R$ MM) Receita Líquida por Segmento (R$ MM)
3.873
3.185 1T10 2T10
1.007
2.492 637
567 5% 1% 7% 1%
14%
2.866 22%
2.548
1.925

70%
2T09 1T10 2T10 80%
Mercado Interno Mercado Externo
SIDERURGIA MINERAÇÃO INFRAESTRUTURA CIMENTOS

Despesas com Vendas, Gerais e Administrativas

As despesas com vendas, gerais e administrativas somaram R$304 milhões no 2T10, uma redução de R$10
milhões em relação ao 1T10. As despesas com vendas decresceram em R$34 milhões, refletindo a reversão
das provisões para créditos de liquidação duvidosa. As despesas administrativas apresentaram crescimento
de R$22 milhões, principalmente em função do dissídio coletivo ocorrido em maio e do aumento dos gastos
com prestadores de serviços.

Outras Receitas e Despesas

No 2T10, a CSN registrou resultado negativo de R$80 milhões na linha de “Outras Receitas e Despesas”
contra R$96 milhões negativos registrados no 1T10. Essa variação decorre, principalmente, da adesão ao
Programa de Recuperação Fiscal do estado do Rio de Janeiro (RJ).

EBITDA

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O EBITDA no 2T10 alcançou R$1.796 milhões, um crescimento de 38% em relação ao 1T10. A margem
EBITDA no 2T10 avançou 5 p.p. em relação ao 1T10 e atingiu 46%. Esse resultado decorre principalmente do
aumento dos preços do minério de ferro e produtos siderúrgicos, aliado a boa gestão dos custos de produção.

No 1S10, o EBITDA totalizou R$3.100 milhões, um crescimento de 120% em relação ao mesmo período de
2009. É importante destacar que o resultado do 1S09 ainda foi afetado pela forte retração econômica nos
mercados mundiais. A margem EBITDA foi de 44% no 1S10, 15 p.p. maior que a margem apresentada no
1S09.

EBITDA (R$ MM) e Margem EBITDA (%)


46%
39% 41%
33%
28% 29%
1.796
1.304
1.204
992
728
683

1T09 2T09 3T09 4T09 1T10 2T10

EBITDA Margem EBITDA

Resultado Financeiro e Dívida Líquida

O resultado financeiro líquido no 2T10 foi negativo em R$421 milhões, basicamente devido aos seguintes
fatores:

 Encargos de empréstimos e financiamentos, no total de R$424 milhões;


 Variações monetárias e cambiais negativas de R$39 milhões, incluindo o resultado das operações com
derivativos;
 Outras despesas financeiras no valor de R$18 milhões.

Compensaram parcialmente estes efeitos negativos sobre o resultado financeiro o rendimento sobre
aplicações financeiras, no valor de R$60 milhões.

Em 30/06/2010 a dívida líquida consolidada totalizou R$8,3 bilhões, um acréscimo de R$1,7 bilhão em relação
aos R$6,6 bilhões registrados em 31/03/2010. A seguir os principais fatores responsáveis por esta variação:

 EBITDA de R$1,8 bilhão;


 Realização de investimentos no montante de R$1,1 bilhão;
 Pagamento de dividendos e juros sobre capital próprio, totalizando R$1,6 bilhão;
 Efeito de R$0,4 bilhão referente ao custo da dívida alocado ao resultado;
 Parcelamento do REFIS no valor de R$0,2 bilhão;
 Efeito do capital de giro sobre o fluxo de caixa de R$0,2 bilhão.

Ao final do 2T10, a relação dívida líquida/EBITDA de 1,56x, calculada com base no EBITDA de R$5,3 bilhões
dos últimos 12 meses apresentou-se estável em relação àquela verificada em 31/03/2010. O aumento da
dívida líquida entre os dois trimestres foi compensado pelo crescimento do EBITDA acumulado.

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Evolução da Dívida (R$ MM) e Relação Dívida Líquida / EBITDA*

1,74

1,51
1,56
1,56

0,99 0,98

17.941
15.759
14.768

14.363
0,47

11.995
11.635

10.963
10.888

0,36

8.268
6.609
6.283

6.276
5.858
4.881
2.814
2.386

3T08 4T08 1T09 2T09 3T09 4T09 1T10 2T10

Divida Bruta Divida Liquida Dívida Liquida / EBITDA*

Impostos sobre Lucro

No 2T10, as despesas com Imposto de Renda e Contribuição Social somaram R$170 milhões, um acréscimo
de R$ 141 milhões em relação ao 1T10, refletindo a maior base tributária e a reversão de ativos fiscais
diferidos sobre prejuízos fiscais e base negativa de CSSL. No acumulado do 1S10, essas despesas
totalizaram R$199 milhões.

Lucro Líquido

O lucro líquido do 2T10 de R$894 milhões, foi 85% ou R$412 milhões, superior ao verificado no 1T10,
basicamente devido aos seguintes efeitos:

 Aumento de R$473 milhões no lucro bruto, devido a melhora nos preços de minério de ferro e produtos
siderúrgicos aliados ao maior volume de vendas nos dois segmentos;
 Melhora do resultado financeiro em R$57 milhões;
 Por outro lado houve maiores despesas com IR/CSLL em R$141 milhões no 2T10.

Investimentos

Os investimentos realizados pela Companhia totalizaram R$1,1 bilhão no 2T10, dos quais R$ 701 milhões
foram investidos em nossas controladas e controlada em conjunto, onde os principais são:

 Transnordestina Logística: R$ 449 milhões;


 CSN Aços Longos: R$127 milhões;
 CSN Cimentos: R$60 milhões;
 MRS Logística: R$41 milhões.

O saldo remanescente dos investimentos R$389 milhões foram aplicados na controladora, dos quais cabe
destacar:

 Almoxarifado / Outros: R$143 milhões;


 Manutenção e reparos: R$102 milhões;
 Expansão da mina de Casa de Pedra: R$61 milhões;

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 Melhorias tecnológicas: R$38 milhões;


 Expansão Porto de Itaguaí: R$36 milhões.

Capital de Giro

Ao final de junho de 2010, o montante de capital de giro aplicado no negócio totalizava R$1,9 bilhão, um
aumento de R$234 milhões em relação ao final do 1T10. Esse desempenho decorre do acréscimo de R$332
milhões no saldo de ativos com destaque para o crescimento de contas a receber do mercado externo (R$202
milhões) e o aumento de R$110 milhões no saldo de estoques (matérias primas, importações em andamento
e adiantamento a fornecedores). O crescimento do saldo de passivos foi de R$98 milhões, principalmente
devido ao crescimento de R$142 milhões no saldo de “Fornecedores”.

O prazo médio de pagamentos a fornecedores passou de 28 dias ao final de março de 2010 para 33 dias em
junho de 2010 e o prazo de recebimento de clientes passou de 25 dias no 1T10 para 27 dias ao final do 2T10.
O prazo médio de giro de estoques foi de 95 dias, uma redução de 2 dias em relação ao 1T10.

Variação
CAPITAL DE GIRO (R$ MM) 1T10 2T10
2T10 x 1T10
Ativo 3.444 3.776 332
Contas a Receber 1.099 1.298 199
- Mercado Interno 1.197 1.201 4
- Mercado Externo 292 494 202
- PDD (387) (395) (8)
- Créditos de Clientes (3) (2) 1
Estoques (*) 2.326 2.436 110
Antecipação de Impostos 19 41 23
Passivo 1.739 1.837 98
Fornecedores 550 692 142
Salários e Contribuições Sociais 133 167 34
Tributos a Recolher 975 936 (39)
Adiantamentos de Clientes 81 42 (39)
Capital de Giro 1.705 1.938 234
TURN OVER RATIO Variação
1T10 2T10
Prazos Médios 2T10 x 1T10
Recebimento 25 27 2
Pagamento 28 33 5
Estoques 97 95 (2)
* Estoques - inclui "Adiantamento a Fornecedores" e não considera "Almoxarifado".

Mercado de Capitais

Desempenho das Ações

No 1S10, as ações da CSN tiveram desvalorização de 3%, desempenho melhor que o IBOVESPA que
registrou uma desvalorização de 11% no período. Já os ADRs negociados na NYSE apresentaram
desvalorização de 5% no 1S10 diante de um resultado negativo de 6% do índice Dow Jones.

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12.01 - COMENTÁRIO DO DESEMPENHO CONSOLIDADO NO TRIMESTRE

A média diária do volume financeiro negociado com as ações da CSN foi de R$ 119 milhões no 2T10, 17%
menor que a média do 1T10. Já no 1S10 a média diária do volume negociado com as ações da CSN atingiu
R$ 131 milhões.

Rentabilidade - CSNA3 / SID / IBOVESPA / DOW JONES


2T10 1T10 1S10
Nº de ações 1.510.359.220 1.510.359.220 1.510.359.220
Valor de mercado
Cotação de fechamento (R$/ação) 26,30 34,53 26,30
Cotação de fechamento (US$/ADR) 14,69 19,34 14,69
Valor de mercado (R$ milhões) 38.345 50.348 38.345
Valor de mercado (US$ milhões) 21.418 28.200 21.418
Retorno total inclusive dividendos e JCP
CSNA3 -24% 27% -3%
SID -24% 25% -5%
Ibovespa -13% 3% -11%
Dow Jones -10% 4% -6%
Volume
Média diária (mil ações) 4.035 4.739 4.381
Média diária (R$ Mil) 118.838 143.703 131.067
Média diária (mil ADR´s) 6.383 6.577 6.478
Média diária (US$ Mil) 103.562 110.526 106.988
Fonte: Economática
* Os dados foram ajustados retroativamente pelo desdobramento de ações ocorrido em 25/03/2010

Na NYSE, os volumes médios diários negociados com os ADRs da CSN no 2T10, atingiram US$104 milhões,
inferiores em 6% em relação aqueles registrados no 1T10.

No 1S10, entre os papéis pertencentes ao IBOVESPA, as ações da CSN se situaram entre as 10 mais
negociadas, assim como os ADRs da CSN ficaram entre os 10 mais negociados na NYSE, entre as empresas
latino-americanas.

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12.01 - COMENTÁRIO DO DESEMPENHO CONSOLIDADO NO TRIMESTRE

Base 100
Performance: CSN x IBOVESPA

900
CSNA3
800

700

600

500

400

300

200

IBOVESPA
100

Nos últimos 5 anos, as ações da CSN apresentaram um retorno ao acionista de 465%, mais que o triplo da
valorização de 143% do IBOVESPA no mesmo período.

Pagamento de Dividendos

No 2T10, a CSN distribuiu proventos aos seus acionistas referentes ao exercício de 2009, no montante de
R$1.570 milhões, em complemento aos R$250 milhões pagos em 29 de dezembro de 2009, a título de
adiantamento de juros sobre capital próprio referentes aquele exercício:

 Em 30/4/10 foram distribuídos R$70 milhões referentes a juros sobre o capital próprio;
 Em 25/6/10 foram distribuídos R$1.500 milhões referentes a dividendos;

Eventos Subsequentes

Em 15 de julho, a CSN, por meio de sua subsidiária integral CSN Resources S.A., emitiu bônus no valor de
US$ 1 bilhão (“bonds”), a uma taxa de 6,5% ao ano e vencimento em Julho de 2020, conforme as
regulamentações “Rule 144A e Regulation S” dos EUA. O preço de oferta foi de 99,096%, e os mesmos são
garantidos pela CSN.

10/08/2010 20:17:18
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CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS
ITR - INFORMAÇÕES TRIMESTRAIS Data-Base - 30/06/2010 Legislação Societária
EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS

01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

00403-0 COMPANHIA SIDERURGICA NACIONAL 33.042.730/0001-04

09.01 - PARTICIPAÇÕES EM SOCIEDADES CONTROLADAS E/OU COLIGADAS

1- ITEM 2 - RAZÃO SOCIAL DA CONTROLADA/COLIGADA 3 - CNPJ 4 - CLASSIFICAÇÃO 5 - % PARTICIPAÇÃO 6 - % PATRIMÔNIO


NO CAPITAL DA LÍQUIDO DA
INVESTIDA INVESTIDORA
7 - TIPO DE EMPRESA 8 - NÚMERO DE AÇÕES DETIDAS NO TRIMESTRE ATUAL 9 - NÚMERO DE AÇÕES DETIDAS NO TRIMESTRE ANTERIOR
(Mil) (Mil)

01 CIA METALIC DO NORDESTE 01.183.070/0001-95 FECHADA CONTROLADA 99,99 1,48


EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 92.284 92.284

02 INAL NORDESTE 00.904.638/0001-57 FECHADA CONTROLADA 99,99 0,51


EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 43.981 43.981

03 CSN AÇOS LONGOS 05.023.529/0001-44 FECHADA CONTROLADA 99,99 6,57


EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 240.254 240.254

04 CSN STEEL 05.706.345/0001-89 FECHADA CONTROLADA 100,00 57,87


EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 480.727 480.727

05 CSN OVERSEAS 05.722.388/0001-58 FECHADA CONTROLADA 100,00 7,90


EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 7.173 7.173

06 CSN PANAMA 05.923.777/0001-41 FECHADA CONTROLADA 100,00 12,89


EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 4.240 4.240

07 CSN ENERGY 06.202.987/0001-03 FECHADA CONTROLADA 100,00 17,28


EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 3.675 3.675

08 CSN EXPORT 05.760.237/0001-94 FECHADA CONTROLADA 100,00 3,83


EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 1.036 1.036

09 CIA METALURGICA PRADA 56.993.900/0001-31 FECHADA CONTROLADA 100,00 7,17


EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 3.155 3.155

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ITR - INFORMAÇÕES TRIMESTRAIS Data-Base - 30/06/2010 Legislação Societária
EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS

01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

00403-0 COMPANHIA SIDERURGICA NACIONAL 33.042.730/0001-04

09.01 - PARTICIPAÇÕES EM SOCIEDADES CONTROLADAS E/OU COLIGADAS

1- ITEM 2 - RAZÃO SOCIAL DA CONTROLADA/COLIGADA 3 - CNPJ 4 - CLASSIFICAÇÃO 5 - % PARTICIPAÇÃO 6 - % PATRIMÔNIO


NO CAPITAL DA LÍQUIDO DA
INVESTIDA INVESTIDORA
7 - TIPO DE EMPRESA 8 - NÚMERO DE AÇÕES DETIDAS NO TRIMESTRE ATUAL 9 - NÚMERO DE AÇÕES DETIDAS NO TRIMESTRE ANTERIOR
(Mil) (Mil)

10 MRS LOGÍSTICA 01.417.222/0001-77 FECHADA CONTROLADA 22,93 27,21


EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 77.968 92.718

11 TRANSNORDESTINA LOGÍSTICA 02.281.836/0001-37 ABERTA CONTROLADA 77,02 12,22


EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 605.289 740.339

12 SEPETIBA TECON 02.394.276/0001-27 FECHADA CONTROLADA 99,99 2,76


EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 253.990 253.990

13 ITÁ ENERGÉTICA 01.355.994/0002-02 FECHADA CONTROLADA 48,75 9,53


EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 253.607 253.607

14 NACIONAL MINERIOS 08.446.702/0001-05 FECHADA CONTROLADA 60,00 152,54


EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 284.994 284.994

15 CSN CIMENTOS 42.564.807/0001-05 FECHADA CONTROLADA 99,99 7,24


EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 722.041 722.041

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ITR - INFORMAÇÕES TRIMESTRAIS Data-Base - 30/06/2010 Legislação Societária
EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS

01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

00403-0 COMPANHIA SIDERURGICA NACIONAL 33.042.730/0001-04

14.01 - CARACTERÍSTICAS DA EMISSÃO PÚBLICA OU PARTICULAR DE DEBÊNTURES

1- ITEM 05
2 - Nº ORDEM 4
3 - Nº REGISTRO NA CVM CVM/SRE/DEB/2006/011
4 - DATA DO REGISTRO CVM 28/04/2006
5 - SÉRIE EMITIDA UN
6 - TIPO DE EMISSÃO SIMPLES
7 - NATUREZA EMISSÃO PÚBLICA
8 - DATA DA EMISSÃO 01/02/2006
9 - DATA DE VENCIMENTO 01/02/2012
10 - ESPÉCIE DA DEBÊNTURE SEM PREFERENCIA
11 - CONDIÇÃO DE REMUNERAÇÃO VIGENTE

12 - PRÊMIO/DESÁGIO

13 - VALOR NOMINAL (Reais)


10.000,00
14 - MONTANTE EMITIDO (Reais Mil) 600.000
15 - Q. TÍTULOS EMITIDOS (UNIDADE) 60.000
16 - TÍTULO CIRCULAÇÃO (UNIDADE) 60.000
17 - TÍTULO TESOURARIA (UNIDADE) 0
18 - TÍTULO RESGATADO (UNIDADE) 0
19 - TÍTULO CONVERTIDO (UNIDADE) 0
20 - TÍTULO A COLOCAR (UNIDADE) 0
21 - DATA DA ÚLTIMA REPACTUAÇÃO

22 - DATA DO PRÓXIMO EVENTO


01/08/2010

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00403-0 COMPANHIA SIDERURGICA NACIONAL 33.042.730/0001-04

19.01 - PROJETOS DE INVESTIMENTO

Dentre os principais investimentos da Companhia, destacam-se a expansão da capacidade de produção da


mina de Casa de Pedra, Aços Longos e do Porto de Itaguaí, em 30 de junho de 2010 a Companhia mantém
um saldo de projeto de investimento no montante de R$793.713, R$36.444 e R$66.907, respectivamente.

Maiores informações vide comentário de desempenho consolidado no trimestre.

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EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS DATA-BASE - 30/06/2010

00403-0 COMPANHIA SIDERURGICA NACIONAL 33.042.730/0001-04

21.01 - RELATÓRIO DA REVISÃO ESPECIAL - SEM RESSALVA

Ao
Conselho de Administração e aos Acionistas da
Companhia Siderúrgica Nacional
Rio de Janeiro – RJ

1. Revisamos as informações contábeis contidas nas Informações Trimestrais (ITR) da Companhia


Siderúrgica Nacional e nas Informações Trimestrais Consolidadas dessa Companhia e suas controladas,
referente ao trimestre findo em 30 de junho de 2010, compreendendo os balanços patrimoniais, as
demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido, dos fluxos de caixa e do valor
adicionado, as notas explicativas e o relatório de desempenho, elaborados sob a responsabilidade de sua
Administração.

2. Nossa revisão foi efetuada de acordo com as normas específicas estabelecidas pelo IBRACON - Instituto
dos Auditores Independentes do Brasil, em conjunto com o Conselho Federal de Contabilidade (CFC), e
consistiu, principalmente, em: (a) indagação e discussão com os administradores responsáveis pelas
áreas contábil, financeira e operacional da Companhia e de suas controladas quanto aos principais
critérios adotados na elaboração das Informações Trimestrais; e (b) revisão das informações e dos
eventos subsequentes que tenham, ou possam vir a ter, efeitos relevantes sobre a posição financeira e
as operações da Companhia e de suas controladas.

3. Com base em nossa revisão, não temos conhecimento de nenhuma modificação relevante que deva ser
feita nas informações contábeis contidas nas Informações Trimestrais acima referidas para que estas
estejam de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e normas expedidas pela Comissão de
Valores Mobiliários (CVM), aplicáveis à elaboração das Informações Trimestrais.

4. Conforme mencionado na nota explicativa 30 às Informações Trimestrais, a Companhia está em


negociação com seguradoras e resseguradoras no Brasil e no exterior para obtenção de cobertura para
danos materiais e lucros cessantes em determinadas unidades da Companhia.

5. Conforme mencionado na nota explicativa nº 2, durante o ano de 2009, foram aprovados pela CVM
diversos Pronunciamentos, Interpretações e Orientações Técnicas emitidos pelo Comitê de
Pronunciamentos Contábeis (CPC) com vigência para 2010, que alteraram as práticas contábeis
adotadas no Brasil. Conforme facultado pela Deliberação CVM nº 603/09, a Administração da Companhia
optou por apresentar suas Informações Trimestrais (ITR) utilizando as práticas contábeis adotadas no
Brasil até 31 de dezembro de 2009, ou seja, não aplicou esses normativos com vigência para 2010.
Conforme requerido pela citada Deliberação CVM nº 603/09, a Companhia divulgou esse fato na nota
explicativa nº 2 às ITR e a descrição das principais alterações que poderão ter impacto sobre as suas
demonstrações financeiras do encerramento do exercício e os esclarecimentos das razões que impedem
a apresentação da estimativa dos seus possíveis efeitos no patrimônio líquido e no resultado, como
requerido pela Deliberação.

São Paulo, 10 de agosto de 2010

KPMG Auditores Independentes


CRC SP-014428/O-6 F-RJ

Anselmo Neves Macedo


Contador CRC SP-160482/O-6 S-RJ

10/08/2010 19:34:49 Pág: 100


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ITR - INFORMAÇÕES TRIMESTRAIS Data-Base - 30/06/2010 Legislação Societária
EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS

01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

00403-0 COMPANHIA SIDERURGICA NACIONAL 33.042.730/0001-04

ÍNDICE
GRUPO QUADRO DESCRIÇÃO PÁGINA

01 01 IDENTIFICAÇÃO 1
01 02 SEDE 1
01 03 DIRETOR DE RELAÇÕES COM INVESTIDORES (Endereço para Correspondência com a Companhia) 1
01 04 REFERÊNCIA DO ITR 1
01 05 COMPOSIÇÃO DO CAPITAL SOCIAL 2
01 06 CARACTERÍSTICAS DA EMPRESA 2
01 07 SOCIEDADES NÃO INCLUÍDAS NAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS 2
01 08 PROVENTOS EM DINHEIRO 2
01 09 CAPITAL SOCIAL SUBSCRITO E ALTERAÇÕES NO EXERCÍCIO SOCIAL EM CURSO 3
01 10 DIRETOR DE RELAÇÕES COM INVESTIDORES 3
02 01 BALANÇO PATRIMONIAL ATIVO 4
02 02 BALANÇO PATRIMONIAL PASSIVO 6
03 01 DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO 8
04 01 04 - DEMONSTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA 10
05 01 05 - DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO DE 01/04/2010 a 30/06/2010 12
05 02 05 - DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO DE 01/01/2010 a 30/06/2010 13
08 01 BALANÇO PATRIMONIAL ATIVO CONSOLIDADO 14
08 02 BALANÇO PATRIMONIAL PASSIVO CONSOLIDADO 16
09 01 DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO CONSOLIDADO 18
10 01 10.01 - DEMONSTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA CONSOLIDADO 20
11 01 11 - DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO CONSOLIDADO DE 01/04/2010 a 30/06/2010 22
11 02 11 - DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO CONSOLIDADO DE 01/01/2010 a 30/06/2010 23
06 01 NOTAS EXPLICATIVAS 24
07 01 COMENTÁRIO DO DESEMPENHO DA COMPANHIA NO TRIMESTRE 85
12 01 COMENTÁRIO DO DESEMPENHO CONSOLIDADO NO TRIMESTRE 86
13 01 PARTICIPAÇÃO EM SOCIEDADES CONTROLADAS E/OU COLIGADAS 96
14 01 CARACTERÍSTICAS DA EMISSÃO PÚBLICA OU PARTICULAR DE DEBÊNTURES 98
19 01 PROJETOS DE INVESTIMENTO 99
21 01 RELATÓRIO DA REVISÃO ESPECIAL 100
CIA METALIC DO NORDESTE
INAL NORDESTE
CSN AÇOS LONGOS
CSN STEEL
CSN OVERSEAS
CSN PANAMA
CSN ENERGY
CSN EXPORT
CIA METALURGICA PRADA
MRS LOGÍSTICA
TRANSNORDESTINA LOGÍSTICA
SEPETIBA TECON

10/08/2010 19:34:50 Pág: 101


SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS
ITR - INFORMAÇÕES TRIMESTRAIS Data-Base - 30/06/2010 Legislação Societária
EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS

01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

00403-0 COMPANHIA SIDERURGICA NACIONAL 33.042.730/0001-04

ÍNDICE
GRUPO QUADRO DESCRIÇÃO PÁGINA
ITÁ ENERGÉTICA
NACIONAL MINERIOS
CSN CIMENTOS /100

10/08/2010 19:34:50 Pág: 102