UNIVERSIDADE FEDERAL DO TOCANTINS CURSO DE CIÊNCIAS ECONÔMICAS INSTITUIÇÕES DE DIREITO

1 NOÇÕES DE DIREITO 1.1 INTRODUÇÃO AO ESTUDO DO DIREITO / NOÇÕES DE DIREITO 1.2 VÁRIAS ACEPÇÕES DA PALAVRA DIREITO Para o jurista Miguel Reale, “Direito é a realização ordenada e garantida do bem comum numa estrutura tridimensional bilateral atributiva.”
Diríamos que Direito é como o rei Midas: se na lenha grega esse monarca convertia em ouro tudo aquilo em que tocava, aniquilando-se na sua própria riqueza, o Direito, não por castigo, mas por destinação ética, converte em jurídico tudo aquilo que toca, para dar-lhe condições de realizabilidade garantida, em harmonia com os demais valores sociais (Miguel Reale).

Nesse mesmo raciocínio, Paulo Gusmão Dourado conceituou o Direito como sendo um “conjunto de normas executáveis coercitivamente, reconhecidas ou estabelecidas e aplicadas por órgãos institucionalizados (estatais ou internacionais)”. A palavra Direito assume muitos significados na língua portuguesa. Conforme empregado em uma frase, a palavra Direito poderá significar: - Direito como norma (direito objetivo) Conjunto de normas ou regras jurídicas que regem a conduta humana, prevendo sanções para casos de descumprimento. No sentido de norma, o direito pode significar: - Direito como faculdade (direito subjetivo) Autorização que um sujeito tem para exigir a prestação de um dever por parte de outro sujeito, como ocorre, por exemplo, no direito das obrigações (pagamento, por exemplo). Tal direito possui essa denominação porque consiste em permissões, e estas, de acordo com o que dispõe a lei, são próprias das pessoas que as têm, podendo ou não serem usadas. O Direito Subjetivo não existe sem a prévia existência da norma objetiva.

1. são eternos e imutáveis.4 DIREITO NATURAL Trata-se de um direito não criado pela sociedade. à sua natureza. um modelo imposto que deve ser seguido. obrigando a todos que se encontram em situações que se encaixam O conteúdo dessa página não é suficiente para estudo. Paulo Dourado de Gusmão. o nascimento. em regra.3 MORAL E DIREITO a) Determinação do Direito e a Forma não concreta da Moral b) A Bilateralidade do direito e a Unilateralidade da Moral c) Exterioridade do Direito e Interioridade da Moral d) Coercibilidade do Direito e incoercibilidade da Moral 1. Miguel Reale.6.1 Dados gerais As normas jurídicas são regras de conduta impostas pelo Estado. 1. ou seja. não formulado pelo Estado. Paulo Nader.2 Características das Normas Jurídicas -BILATERALIDADE: O direito existe vinculado sempre a duas ou mais pessoas. a concepção. . é geral. Pode-se dizer que é um direito inerente ao homem. de acordo com os anseios da coletividade. fala-se em ILÍCITO JURÍDICO. e.6 NORMAS JURÍDICAS 1. André Franco Montoro. entende-se que a norma jurídica abrange a todos. formado por conjuntos genéricos. que não necessita nem sequer estar escrito. a morte. Maria Helena Diniz. o aluno deverá fazer as leituras das obras indicadas pelo professor. por isso. que vai contra as regras estabelecidas pelo Estado. para que se promova a paz social. por exemplo. Quando as normas jurídicas não são seguidas. o direito à vida e à liberdade. Nada mais é do que uma conduta exigida. que este toma conhecimento através de sua razão e sua experiência. Para maior aproveitamento da matéria. servirá apenas como um roteiro de aula para o Professor e de estudo para o aluno. São direitos que possuem caráter universal. Importante ressaltar que a prática de atos ilícitos ou antijurídicos é condição para a aplicação de sanção (pena) pelo Poder Público. também conhecido como algo ANTIJURÍDICO. dignidade humana. como.6. É a fórmula indicada para os homens de como proceder corretamente. Obra resumida dos autores Victor Emanuel Christofari. garantindo direitos a uma e impondo deveres a outra.5 DIREITO POSITIVO 1. -GENERALIDADE: Por essa característica.2 1.

-COERCIBILIDADE: quer dizer a possibilidade do uso da coação. ou seja.6. falta de terminologia técnica. ou seja. Miguel Reale. A coação material é a força propriamente. Paulo Nader. Prazo determinado: quando se fixa tempo para sua vigência. Maria Helena Diniz. Atenção: coação e sanção não se confundem. elaboradas e corporificadas em lei. André Franco Montoro. Jurisprudenciais: normas criadas pelos tribunais. todos são iguais perante a lei. imperfeição.3 Classificação das Normas Jurídicas A) Quanto à fonte: Legislativas. ordinárias (leis em geral. De tal característica deduz-se o princípio da ISONOMIA DA LEI. Obra resumida dos autores Victor Emanuel Christofari. O conteúdo dessa página não é suficiente para estudo. Para maior aproveitamento da matéria. má redação. *funções da interpretação: . o psicológico e o material. CP. para atender a casos singulares. constante e uniforme. 1. através das hipóteses previstas para a hipótese de violação da norma jurídica. consuetudinárias: são normas não escritas. -ABSTRATIVIDADE: A norma jurídica é abstrata. CF). Paulo Dourado de Gusmão. medidas provisórias).3 na norma jurídica. quando o tempo para a vigência de tal lei não é fixado. A coação é uma reserva de força a favor do Direito. o aluno deverá fazer as leituras das obras indicadas pelo professor. que engloba dois elementos. ambigüidade.2 Subsunção Interpretação *vaguidade. TEMPORAIS: prazo indeterminado. servirá apenas como um roteiro de aula para o Professor e de estudo para o aluno.1 Interpretação e subsunção 2. locais: são aplicadas em determinadas partes do território (leis estaduais e municipais). A coação psicológica se dá através da intimidação. não adotando sistema de especificidade. elaboradas espontaneamente pela sociedade. visa atingir o maior número possível de situações. que é acionada quando o destinatário da regra não a cumpre espontaneamente (condução de testemunha requerida ex officio). deve haver a prática reiterada. . 2 INTERPRETAÇÃO E HERMENÊUTICA 2.aplicação das normas no mundo real. enquanto a sanção é medida punitiva no caso de violação das normas (pena privativa de liberdade). B) Quanto aos diversos âmbitos de validez: ESPACIAIS: gerais. se aplicam em todo o território nacional (CC. C) Quanto à hierarquia: Constitucionais.

AXIOLOGIA: É a parte da filosofia que estuda os valores em caráter abstrato.Pressupõe vontade e raciocínio -Lógica interna: -Lógica externa: ampla analise do próprio texto legislativo.3. Paulo Nader. O conteúdo dessa página não é suficiente para estudo. caput II Elemento lógico: . Classificação das espécies de interpretação da lei (técnicas interpretativas) *Métodos utilizados para desvendar as várias possibilidades de aplicação da norma: I Elemento gramatical: . bipolaridade. . misto.Direito escrito. . -Lógica do razoável: III Elemento Sistemático -Diz respeito à estrutura: unidade do ordenamento jurídico. -Legislador: redação simples e clara.Caracteres: correspondem às necessidades humanas. o aluno deverá fazer as leituras das obras indicadas pelo professor. servirá apenas como um roteiro de aula para o Professor e de estudo para o aluno. -Literalidade da lei. *sentença: informação fática e valorativa (fatos. . -Primeiro contato: elemento gramatical. no objeto. significado. Obra resumida dos autores Victor Emanuel Christofari. o que quer dizer -art 5°. localização: no sujeito. -Organização Hierárquica. Miguel Reale. um mesmo valor para dois indivíduos). visa completar o sentido da lei. Paulo Dourado de Gusmão.4 . investigação das razões sociais analise do histórico e do direito comparado. aplicação). necessariamente. André Franco Montoro.alcance da norma aos interesses sociais *ato interpretativo: duplicidade: objeto e intérprete (transferência das propriedades do objeto para o sujeito cognoscente). Maria Helena Diniz. processo legislativo. codificação. -Valor semântico: sentido da palavra contextualizada. Para maior aproveitamento da matéria. 2. *Fins sociais e valores (coeficiente axiológico): . São relativos (um mesmo objeto não tem que ter. lição dos fatos.normas de direito e situações inéditas no tempo de sua criação (teoria objetiva).

.2 Método histórico-evolutivo O conteúdo dessa página não é suficiente para estudo. -Art 5º.Escola da Exegese (grego . André Franco Montoro.5 -Qualquer preceito isolado deve ser interpretado em harmonia com os princípios gerais do sistema (nunca levar em consideração um artigo isolado. LICC 2. . -Intérprete: estar atento aos novos fins -Levado em consideração na elaboração de uma lei. guiar) (França): culto permanente à vontade do legislador.Infalibilidade do Código Civil francês: satisfação das necessidades da vida social daquela época.6. -Teoria objetiva (o que quer dizer a lei) V Elemento Teleológico -fim a ser atingido. .1 Método tradicional das Escola da Exegese 2. sem se levar em conta a Constituição Federal).Aperfeiçoamento da teoria da interpretação.6 Principais sistemas interpretativos e as escolas de hermenêutica 2. -Fim não pensado pelo legislador. Maria Helena Diniz. .conduzir.6.Lei: produto de uma só vontade ou de um querer social? .Pelo o que está escrito o intérprete descobrirá o pensamento do legislador.Intérprete pesquisa a vontade da lei.“O indivíduo que legisla é mais ator que autor. ou uma lei. 2. considerado como obra perfeita pelos juristas da época .5 Teoria Objetiva: . -leva-se em consideração o elemento gramatical e lógico IV Elemento Histórico -Estudo da História do Direito.Abstratividade da lei. Para maior aproveitamento da matéria. 2. servirá apenas como um roteiro de aula para o Professor e de estudo para o aluno. Obra resumida dos autores Victor Emanuel Christofari.Código Civil da França (séc XIX): prestígio mundial. mas implícito na mensagem da lei. Paulo Dourado de Gusmão.Escola Histórica: importância do pensamento social na formação do Direito.4 Teoria Subjetiva (o que é subjetivo?): . o aluno deverá fazer as leituras das obras indicadas pelo professor. traduz apenas o pensar e o sentir alheios” . . Paulo Nader. -Estudo dos fins almejados pela lei. mas a lei. -unicidade do sistema jurídico. Miguel Reale. .

Etimologia: controvérsia. Para uma terceira corrente.7 Teoria Tridimensional do Direito 3 FONTES DO DIREITO 3. b) FONTES MATERIAIS. .1 Noções . impondo a uma deveres e atribuindo à outra direitos e poderes. -“a justiça pelo código ou apesar do código”. nascente d’água. Miguel Reale. tornam-se conhecidas. a principal forma de expressão do direito é o direito escrito. lugar de onde promana água. Para uma corrente. aspectos gerais . o aluno deverá fazer as leituras das obras indicadas pelo professor. porque o legislador escolhe . lei deriva de eligere (escolher). que se manifesta por leis e códigos. que ali eram fixadas. . 2. . pois os antigos tinham o costume de ler em praça pública.6. Nos países que seguem a tradição romano-germânica. Paulo Nader.2 A LEI COMO FONTE DO DIREITO 3. Para maior aproveitamento da matéria. dentre várias proposições (opções). Obra resumida dos autores Victor Emanuel Christofari.HISTÓRICAS.4 A corrente do Direito Livre -Oposto da Exegese. c) FONTES FORMAIS: as fontes formais são os meios de expressão do direito. . 3. mas através dos Códigos 2. lei deriva de ligare (ligar).3 Livre investigação do Direito -Ir além dos Códigos. O conteúdo dessa página não é suficiente para estudo. as formas pelas quais as normas se exteriorizam. LEI deriva do latim legere (ler).Direito: origem do Direito = estudo da origem das regras jurídicas. como o Brasil.1. .2. ao local (costumes). Paulo Dourado de Gusmão. .6 2. André Franco Montoro. .Ordenamento Jurídico Brasileiro: principal fonte de direito. a cópia das leis. Para outra corrente.6. MATERIAIS E FORMAIS (Paulo Nader) a) FONTES HISTÓRICAS: época. uma para ser lei. fontis.As leis baseiam-se na ética (grego: ethos – costume).Do latim: fons. servirá apenas como um roteiro de aula para o Professor e de estudo para o aluno. por entender que a norma jurídica liga duas partes.Forma moderna de produção do Direito Positivo. Maria Helena Diniz.Não pacificação no que diz respeito às fontes do Direito.

examinando cuidadosamente as provas. coercibilidade. para poder pronunciar sobre os fatos ocorridos. a um caso que não parecer ter solução. * CARACTERES FORMAIS: forma: escritas. emanadas do Poder Legislativo.7 3.Caráter imperativo. nesta fase. voltar-se-á ao teor. bilateralidade. Para maior aproveitamento da matéria. CRÍTICA FORMAL: conhecidos os fatos e verificada a existência da lei. o aluno deverá fazer as leituras das obras indicadas pelo professor. André Franco Montoro. alegando que não a conhece”. 3.A lei em sentido estrito possui dois caracteres: substanciais e formais. DIAGNOSE DO FATO: é considerada como fase preliminar de definição dos fatos. 2.2. com a finalidade de se saber se a lei é constitucional ou não.2. deve-se verificar a regularidade do seu processo de formação. deve-se aplicar a mesma disposição legal.4 Aplicação da lei 1. . de acordo com a sua competência. O conteúdo dessa página não é suficiente para estudo. de caráter comum e obrigatório.3 Obrigatoriedade da lei . pois não há como todos se adequarem 100% com o que diz a norma. . Trata-se apenas de um trabalho de constatação da existência da lei. INTERPRETAÇÃO DA LEI: deve o juiz saber interpretar a lei de acordo com cada caso.Desencontro cronológico entre o avanço social e a correspondente criação de regras disciplinadoras -Não é fonte formal. o juiz deve considerar os fatos apresentados pelas partes. Miguel Reale.Relação de semelhança entre duas coisas. . .3 ANALOGIA: . DIAGNOSE DO DIREITO: esta etapa tem por finalidade indagar sobre a existência ou não de lei que discipline os fatos apresentados.art 3° da Lei de Introdução do Código Civil. servirá apenas como um roteiro de aula para o Professor e de estudo para o aluno. 3. 4. Para tanto. emanado pelo poder legislativo.Conseqüência natural da vigência da lei. Paulo Nader. A analogia segue o princípio de que onde houver a mesma razão. 3. É o levantamento e estudo dos fatos a serem atingidos pela lei. -Ligação ao Direito Positivo. 5. Paulo Dourado de Gusmão.2 Lei . de uma solução jurídica conhecida de um caso semelhante. . 3.É a declaração solene. Obra resumida dos autores Victor Emanuel Christofari. Maria Helena Diniz. que dispõe: “Ninguém se escusa de cumprir a lei. ao conteúdo das normas jurídicas.2. CRÍTICA SUBSTANCIAL: A atenção do juiz. A analogia é a aplicação. * CARACTERES SUBSTANCIAS: à generalidade. abstratividade.

pressupondo lei anterior. constante e uniforme. é o uso.Elementos dos Costumes *O ELEMENTO MATERIAL.8 -Fundamento: harmonia e coerência ao sistema jurídico. ou que servem de apoio para alguma disposição O conteúdo dessa página não é suficiente para estudo. . Maria Helena Diniz. servirá apenas como um roteiro de aula para o Professor e de estudo para o aluno. é o pensamento. Paulo Nader. . Miguel Reale.4 Direito Costumeiro -Lei: processo intelectual. estão. segundo a lei. *O ELEMENTO PSICOLÓGICO. .“O que é costume? Lei não escrita. Para maior aproveitamento da matéria. Paulo Dourado de Gusmão.Impedir que as relações sociais fiquem desamparadas pela lei 3. -Espécies de Costume a) Costume Secundum Legem: são os costumes que. a repetição constante e uniforme de uma prática social. Quid Lex? Consuetudo scripta). o aluno deverá fazer as leituras das obras indicadas pelo professor. a convicção de que a prática social reiterada. Obra resumida dos autores Victor Emanuel Christofari. criadas espontaneamente pelo povo através do uso reiterado. uniforme e que gera a certeza de obrigatoriedade. é necessária e obrigatória. André Franco Montoro. reconhecidas impostas pelo Estado.Portanto. dentro dos preceitos legais. REFERÊNCIAS Autor Forma Obrigatoriedade Criação Positividade Condições de Validade Lei Poder Legislativo Escrita Início de Vigência Reflexiva Validade que aspira à Costume Povo Oral A partir da Efetividade Espontânea Efetividade que aspira à validade Ser admitido como fonte e respeito à hierarquia das fontes Presumida efetividade Cumprimento de formas e respeito à hierarquia das fontes Quando costumes sociais Quanto à legitimidade traduz e os valores . subjetivo ou interno. -Costume: espontâneo: formação lenta. -Forças psicológicas: HÁBITO e a IMITAÇÃO (tendência de copiar modelos adotados por outras pessoas que se revelam úteis . também chamado objetivo ou exterior. ou seja. O que é Lei? Costume escrito” (Quid consuetudo? Lex non scripta. pode-se DEFINIR o direito costumeiro como conjunto de normas de conduta social.

Paulo Dourado de Gusmão.8 Acórdão O conteúdo dessa página não é suficiente para estudo. II. são aplicados na hipótese de lacunas da lei (ver art. Alguns doutrinadores questionam sua existência. em julgar o caso com plena liberdade. 3. O artigo 5º. CF/88). devidamente autorizado pela lei. justiça) A quantidade de acontecimentos sociais que são submetidos à análise do legislador é tão grande que é impossível sua total catalogação. a aplicação rígida da lei poderia fazer com que o direito se transformasse em um instrumento injusto. ou seja.6 Equidade (igualdade. c) Costumes Contra Legem: são caracterizadas pelo fato de normas de direito escrito. Obra resumida dos autores Victor Emanuel Christofari. outras não.5 Princípios Gerais de Direito . deve adaptar tal regra. Maria Helena Diniz. Também configura a equidade o fato de o juiz. como. o artigo 3º da Lei de Introdução ao Código Civil. não prevendo todos os casos possíveis.Os princípios gerais de direito são diretrizes para a integração das lacunas estabelecida pelo legislador -Princípios Gerais de Direito como Norma *PGD implícitos nas normas. Paulo Nader. para a concretização da justiça. sem a necessidade de serem adaptadas.7 sentença 3. Quando se depara com o caso concreto. 4° da LICC). 3. André Franco Montoro. que dispõe: “Ninguém se escusa de cumprir a lei. Algumas normas se ajustam perfeitamente ao caso prático. o juiz deve aplicar a norma e. *PGD prescritos em normas. alegando que não a conhece”. 3. retidão. dizendo que se trata de prática social decorrente de lei. III. A lei é abstrata. b) Costume Praeter Legem (omissão da lei): também são denominados de SUPLETIVOS. por exemplo. genérica e abstrata. sua prática contrariar as . não ocorrendo uma adaptação da norma ao caso concreto. Trata-se da justiça do caso particular. Miguel Reale. Daí entra o papel da equidade. Se tal fato não fosse possível. Para maior aproveitamento da matéria.9 legal. que tem por finalidade adaptar a norma jurídica e abstrata ao caso concreto. Dignidade da Pessoa Humana (art 1º. não sendo possível. o aluno deverá fazer as leituras das obras indicadas pelo professor. da Constituição Federal dita: “ninguém será obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude de lei”. que se revelam bem rigorosas. servirá apenas como um roteiro de aula para o Professor e de estudo para o aluno. mas a elaboração da norma e sua aplicação.

Paulo Dourado de Gusmão.10 3. Gozavam de autoridade mediante o magistrado e o povo. para acompanhar a evolução do direito. . O conteúdo dessa página não é suficiente para estudo.10 Doutrina Tem sua origem na Roma Antiga. 3. Obra resumida dos autores Victor Emanuel Christofari.FUNÇÃO PRÁTICA: reunião de todas as normas jurídicas de um determinado assunto.ATIVIDADE CRIADORA: Introdução a novos conceitos. servirá apenas como um roteiro de aula para o Professor e de estudo para o aluno. . Para maior aproveitamento da matéria.ATIVIDADE CRÍTICA: submissão da legislação a juízos de valor. . Maria Helena Diniz.9 Jurisprudência É o conjunto de decisões uniformes e constantes dos tribunais. tendo como funções: . André Franco Montoro. o aluno deverá fazer as leituras das obras indicadas pelo professor. Pode-se entender também como pensamento dado como correto por determinado grupo de pensadores. Paulo Nader. teorias. Miguel Reale. Advém do latim docere. que significa ensinar. onde era atribuído aos Jurisprudentes o poder de responder as consultas sobre temas jurídicos. resultantes da aplicação de normas a casos semelhantes. Acusar falhas e deficiências.

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