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RESUMO DE Meteorologia

ATENÇAO: ITENS EM NEGRITO, SUBLINHADO OU DESTACADOS , POIS SEMPRE APARECE EM PROVAS.

É dividida em Meteorologia PURA e meteorologia APLICADA

- Pura (pesquisa) estuda fenômenos atmosféricos para fins estatístico, climatológicos e preventivos.

- Aplicada é a meteorologia utilizada na aviação

- Translação ou revolução é o movimento que a terra faz para contornar o sol ( gira em torno do sol)e

é responsável pelas estações do ano.

- Periélio quando a terra esta próxima do sol (solstício de verão dia 22 dez.)

- Afélio quando a terra esta afastada do sol (solstício de inverno dia 21 de junho.)

- Equinócio dias 23 de março e 21 de setembro dia em a noite e dia tem a mesma duração

- Inclinação do eixo da terra 23graus27minutos.

- Rotação É responsável pelo dia e pela noite.

Latitudes terrestres -polar clima seco e frio -temperadas quatro estações do ano são bem definidas. Clima ameno. -subtropicais apenas duas estações são bem definidas inverno e verão. - equatoriais ou tropicais clima quente e úmido, praticamente só se sente o verão.

Atmosfera

Seu tamanho é de aproximadamente 1000 km vertical da terra. No seu interior ocorre a maioria dos fenômenos atmosférica.

- expansibilidade

-compressibilidade

- mobilidade

Composição do ar atmosférico. 78% nitrogênio 21% oxigênio 1% outros gases VAPOR DE AGUA, NÃO FAZ PARTE DACOMPOSICAO ATMOSFERICA.

Estrutura vertical da atmosfera Troposfera onde ocorre a maioria dos fenômenos atmosféricos e meteorológicos e dos vôos

comerciais. Existe gradiente térmico vertical ( uma perda de temperatura) de 2 graus para cada

1000pés.

Dimensões:

equador 17 a 19 km

Trópicos 13 a 15 km

Pólos

7 a 9 km

Tropopausa ou zona de transição - existe um gradiente térmico neutro isotérmico que é de -56,5

graus.

As temperaturas horizontais são significativas, e a tropopausa é bem mais FRIA NO EQUADOR DO QUE NOS POLOS.( DEVIDO A ALTURA)

Dimensões : acima da troposfera de 3 a 5 km

Estratosfera 100km acida a superfície da terra, onde ocorre a filtragem dos raios ultravioleta (ozonosfera ou camada de ozônio) e a difusão (filtragem seletiva da atmosfera da radiação solar).

Ionosfera Contem partículas ionizadas, onde ocorre as transmissões de radio, e onde INICIA , INICIA, INICIA a difusão e absorção dos raios solares.

Exosfera é confundia com o espaço sideral e onde as partículas de ar circulam sem colisões freqüentes.

Filtragem seletiva da atmosfera -Absorção diminuição da quantidade de raios (x, gama, ultra, infra, e catódicos) -Difusão mesmo que espalhar os raios solares minimizando sua intensidade. -Reflexão albedo é maior em topo de nuvens e superfícies brancas, pois refletem a maior quantia de raios solares. -Insolação radiação solar filtrada que atinge a superfície da terra.

Calor e temperatura. Medida de calor ( maior calor, maior agitação das moléculas ) Termômetro - mede a temperatura. Termógrafo registra a temperatura. Escala termométrica 100®C = 212®F curiosidade -40®C = -40®F( pode cair). 0®C = 32®F ®C = ®F-32

5

9

Temperatura absoluta Escala kelvin 100®C = 373K

0®C

= 273K

-272®C = 0K

Propagação de calor

- Condução - Processo pelo qual o calor é transmitido pela agitação molecular(vareta do óleo do

motor quente).

- Convecção transferência VERTICAL de enérgica térmica. (formação de nuvens, elevação de

poluentes).

- Advecção transferência de calor na HORIZONTAL( vento na praia, no campo).

- Radiação transferência de calor através de ondas eletromagnéticas ( microondas)

-Temperatura indicada IAT temp. lida diretamente no termômetro de bordo sem correção -Temperatura calibrada CAT- temp. resultante da correção instrumental devido as variações de altitude. -Temperatura verdadeira TAT temp. resultante da correção do aquecimento dinâmico de atrito e da radiação solar.

Pressão atmosférica -A pressão padrão ao nível do mar é 1013,2hpa ou 29,92 pol Hg. -Torricelli foi o primeiro a medir a pressão com mercúrio. -Barômetro hidrostático principio de Torricelli -Barômetro aneróide (metálico ou elástico) -O barógrafo registra a pressão.

Variações de pressão na atmosfera. TEMPERATURA - é o que mais influencia na pressão.

Maior temperatura menor a pressão menor a densidade Menor temperatura maior pressão maior densidade

A pressão atmosférica é diretamente proporcional a densidade E inverso da temperatura.

Variação regular ou maré barométrica (10h e 22h máxima pressão , 04h e 16h mínima pressão) Variação irregular ou dinâmica (transformações bruscas de tempo , trovoadas, linhas de instabilidade, frente fria e a qualquer horas do dia).

Variação da pressão com a altitude PERDA DE PRESSAO DE 1hpa para cada 30 pés.

Sistemas de pressão (NMM) NIVEL MEDIO DO MAR É O PONTO DE REFERENCIA.

Pontos de mesma pressão são ISÓBARAS.

-Sistema fechado de alta pressão (centro de alta pressão ou anticiclone)centro tem maior pressão e decresce para a periferia de 2 em 2hpa. -Sistema aberto de alta pressão (crista/-\ ou cunha/\) - sempre favoráveis ao vôo. Pouco vento e boa visibilidade. -Sistema fechado de baixa pressão(ciclones) - centro de baixa pressão e aumenta para periferia de 2 em 2 hpa. -Sistema aberto de baixa pressão (cavado\/ ou depressão\_/) forma alongada de baixa pressão. Ventos fortes, desfavorável ao vôo, visibilidade restrita. -COLO região entre centros de baixa e alta pressa, cujos ventos são sempre fracos e variáveis.

Altimetria -A principal função da altimetria, é medir a elevação de uma aeronave. -A medida de elevação de uma aeronave é feita através do altímetro. -O altímetro funciona devido a variação de pressão e sua medida é em pés. -Altímetro é uma cápsula aneróide sensível a pressão estática, que converte variação de pressão com a altitude em distancia vertical. -ALTURA - medida entre aeronave e o aeroporto. -ALTITUDE medida entre aeronave e o nível do mar. -O SRPV padronizou que a distancia vertical no Brasil é sempre media em altitude.

Ajustes altímetro.

O altímetro baseia-se em pressão estática do ar, e suas indicações acompanham a variação de pressão atmosférica. Por isso existem três tipos de ajustes para acompanhar as variações altimetricas.

- QFE - CORRESPONTE A PRESSÃO ATMOSFERICA DA ESTACÃO, PISTA, E AJUSTE A ZERO.

- QNH - PRESSÃO AO NIVEL MEDIO DO MAR PARA FINS OPERACIONAIS. RECEBE A DENOMINACAO DE

AJUSTE DO ALTIMETRO.EX os helicópteros , sempre utilizam qnh.

- QNE - PRESSÃO PADRÃO AO NIVEL DO MAR PARA FINS DE VOO EM ROTA, SEU VALOR É FIXADO EM

1013,2HPA. PRESSÃO PADRAO, E SUA TEMPERATURA É ISA = 15®C.

- Nos vôos visuais local, pousos e decolagens utilizam-se o ajuste altímetro ou ajuste pressão QNH.

- Nos vôos em rota, utiliza-se o ajuste pressão padrão ( QNE ) pois devido as diferenças de pressões de um lugar para outro, pode por em risco a segurança do vôo.

CARACTERISTICAS DA ATMOSFERA PADRAO -20.000 MIL METROS de extensão vertical -TROPOSFERA- ATÉ 11.000 METROS. -TROPOPAUSA- DE 11.000 ATÉ 20.000 E TEMPERATURA DE -56,5°C. -GRADIENTE TERMICO VERTICAL DE -2°C PARA CADA 1000FTS. -GRADIENTE BAROMETRICO- 1HPA PARA CADA 30FTS. -PRESSÃO AO NIVEL DO MAR 1013,2 HPA OU 29,92 POL HG. -TEMPERATURA DO AR AO NIVEL DO MAR: CONSTANTE DE 15°C.

(ALTITUDE PRESSÃO DISTANCIA VERTICAL QUE SEPARA A AERONAVE DO NIVEL DE PRESSÃO PADRAO

1013,2(QNE))

Altitude de transição para nível de vôo. TRANSICAO DE ALTITUDE PARA NIVEL DE VOO

QNH- POUSO E DECOLAGEM QNE VOO EM ROTA OU EM NIVEIS.

ALTITUDE DE TRANSICAO - AJUSTE QNH PARA QNE NIVEL DE TRANSICAO - AJUSTE QNE PARA QNH.

ERROS ALTIMETRICOS ocorrem quando voamos em QNE Embora todos esses ajustes nos proporcione segurança nos vôos , quando voamos com ajuste QNE, ocorrerá alguns erros de indicação que não puderam ser evitados, esses erros surgem a medida que , quando voando ajustado QNE sobre regiões onde a pressão AT é diferente do nivel médio do mar e a temp. do ar na altitude de vôo (Tar) diferem dos valores padrões. Isso quer dizer que a indicação do altímetro não estará correta. ERROS DE PRESSÃO (VOANDO EM QNE 1013,2, SE A PRESSÃO AO NIVEL DO MAR FOR DIFERENTE A PADRAO, VC ESTARA VOANDO COM ERRO DE INDICACAO. E esse erro é chamado de FATOR D O FATOR D É A VARIACAO DA DIFERENÇA ENTRE QNE E QNH. ELE PODE SER POSITIVO OU NEGATIVO.

FATOR D POSITIVO É QUANDO O QNH É MAIOR QNE 1013,2, EXEMPLO QNH 1020,2 FATOR D NEGATIVO É QUANDO O QNH É MENOR QUE O QNE1013,2 . EXEMPLO 1002,2.

ERROS DE TEMPERATURA

Embora

AD = AP + (100 . d )

AD= ALTITUDE DENSIDADE AP= ALTITUDE PRESSAO OU ELEVACAO DO AERODROMO

d = T ar T Isa.

(só fazendo exercícios para gravar)

Quanto maior a temperatura do ar , menos será a sustentação da aeronave. Exemplo : aeronave pousada a 5000 pés e a temperatura do ar é de 35®C. ISA É 15®C Calcular a altitude pressão. AD=AP+(100. d) AP =5000 Tar = 35®c

Tisa a 5000 pés = 5000.2 = 10000/1000 = 10®c

D

= (Tar Tisa)

D

= (35 -5)

5000+{100.(35-5)} =AD

5000+(100.30)=AD

5000+3000 = 8000pés

=>

15 -10 = 5

Processos Adiabáticos Segundo a lei dos gases , o ar atmosférico se expande quando em altitudes mais altas, e devida a expansão, sua pressão e temperatura diminui . Quando em altitudes mais baixas, o ar se comprime , sua pressão e temperatura aumenta. Um exemplo disso é a bomba de encher pneu de bicicleta, quando comprime ela aumenta a pressão e esquenta, quando expande diminui a pressão e resfria. Esse processo de esquentar e esfriar o ar atmosférico, não se relaciona com trocas de calor com o ar ambiente. Então não existe condução e nem radiação , o ar se aquece e resfria devido a variações de pressão. Essas variações , são chamadas de variações adiabáticas , significando “sem transferência de calor”.

Transformações adiabáticas São variações efetuadas no interior da parcela de ar , sem troca de calor com o meio exterior,as quais de forma geral referem-se ao ar seco e ao ar saturado, isso denomina-se razão adiabática seca e razão adiabática úmida.

Razão adiabática

O gradiente térmico médio do ar ambiente é de 0,65®C/100m

Razão adiabática seca

O gradiente térmico do ar seco é de 1®C/100m

EX: ar seco a temp.20®C, forçado a se elevar a uma altitude de 850m, qual será a temperatura a essa

altitude?

1/100 x 850 = 8,5®C então

20®C subindo (-) 8,5®C = 11,5®C

Gradiente superadiabatico, ou gradiente auto convectivo

É acima do limite do gradiente do ar seco , porem existe um limite Maximo devido ao peso molecular do

ar seco e da aceleração gravitacional, que é uma constante de 3,42®C/100m

Gradiente do ponto de orvalho( Po) é de 0,2®C/100 ( fora na nuvem) Ex: a superfície, o Po de uma parcela de ar que se eleva, sem condensação, é de 14®C. Qual será o ponto de orvalho a 1000m. 0,2®/100 x 1000 = 2®C

E a 1000 metros será 14®C 2®C = 12®C

Razão adiabática úmida ( dentro da nuvem) Para se saber a razão adiabática ou gradiente dentro de uma nuvem ou ar saturado onde a temperatura do ar e do ponto de orvalho é igual, usaremos 0,6®C/100m, e é o mesmo que a variação media vertical para cima e para baixo. Ex: na base da nuvem CU, formada a 1000 metros de altura (sua base) e a 1000 metros a temperatura é de 6®C, determinar a temperatura do topo desta nuvem sabendo que ela tem 500m de amplitude. 0,6®C/100m x 500 = 3®C porem a 1000m a temp. é de 6®C então 6 3 = 3®C no topo da nuvem.

Nível de condensação convectiva ( NCC )

É quando a temperatura do ar e a temperatura do Ponto de orvalho se aproximam um do outro até se igualarem num det. Nível de atmosfera. Isso é conhecido como ponto de saturação

O ponto de saturação é quando a temp. Po e temp. do Ar se igualam e ocorre a formação de nuvens do

tipo cúmulos. Quando for necessário determinar a altura da base de uma nuvem cúmulos, podemos utilizar uma formula qual facilitará o calculo.

H = (T.ar T.po) x 125 Ex: H = (20-17,6).125 = 300m

Equilíbrio Atmosférico Existem 3 tipos de equilíbrio.

Equilíbrio estável = GTV<RAS Um volume de ar ao ser deslocado da superfície tende a retornar a sua posição original. Equilíbrio instável = GTV>RAS Um volume de ar ao ser deslocado da superfície tende a se afastar cada vez mais da superfície. Equilíbrio neutro = GTC=RAS Quando um volume de ar, ao ser deslocado, afasta-se até certa altura e estaciona , equilibrando-se.

Umidade do ar.

Valores da umidade do ar

%

vapor - % umidade -

00%

00% - seco

01%

03%

vapor - % umidade - 00% 00% - seco 01% 03% 25% - - 75%

25%

-

-

75%

Meios para atingir a saturação (quantidade máxima de vapor de água em um volume de ar).

- Evaporação passagem espontânea da água para vapor. -Resfriamento do ar quando o ar perde seu calor gradualmente, seu volume diminui, e a concentração de vapor aumenta, podendo chegar a saturação. E por esse motivo que pela manha a porcentagem da umidade é sempre maior.

PSICROMETRO INSTRUMENTO PARA MEDIR A UMIDADE RELATIVA DO AR, BASEADO EM DOIS TERMOMETROS, O DE BOLBO SECO E DE BULBO UMIDO.

Medidas da umidade Higrômetro mede a quantidade de vapor de água presente no ar. Higrógrafo registra a quantidade de vapor de água presente no ar. NA AVIACAO A UMIDADE DO AR É REPRESENTADO PELA TEMPERAURA DO PONTO DE ORVALHO (PONTO DE SATURAÇÃO.) Relação entre ar seco e ar saturado.

Ar seco é mais pesado ou mais denso (78% nitrogênio 21%oxigênio 1%outros gases.)

Ar saturado é mais leve e menos denso (75%nitrogênio 20%oxigênio 4% de vapor.)

Mudança das fases da água na atmosfera. -Solida (neve, gelo, granizo) -líquida (chuva, chuvisco, gotículas de compõe a nuvem) -Gasosa (vapor de água).

Mudanças de fase da água. Água para vapor vaporização Água para gelo solidificação Gelo para água fusão (fundir metal, derreter) Vapor para água condensação (vapor na tampa de panela) Solido para vapor sublimação (naftalina)

Ciclo da água na atmosfera Evaporação Saturação Condensação Nuvens Precipitação

Hidrometeoros e litometeoros. Hidrometeoros em suspensão - nuvens, nevoeiro, nevoa úmida. Hidrometeoros que precipitam chuva, chuvisco, neve e granizo. Hidrometeoros que se depositam orvalho, e geada.

Nuvens Existem nuvens que sobem em alta velocidade a mais de 6000 metros e de vapor ela é congelada (cirrus), pelo processo de sublimação. Classificação das nuvens. Forma da nuvem

Nuvens estratiformes formadas em ar estável, desenvolve-se na horizontal, não é uma nuvens turbulenta. Nuvens cumuliformes formadas de ar instável, desenvolve-se na vertical, são nuvens que tem turbulência convectiva (sobe ou desce.) Nuvens cirriformes formadas tanto de ar instável quanto de ar estável, é uma nuvem alta (6000metros) representam ventos forte e altitude. Composição das nuvens Nuvem solida formada de cristais de gelo, apenas a nuvens altas tem essas composição. Nuvens líquidas formada por gotículas de água. Nuvens mistas tanto água quanto gelo.

Altura das nuvens Altas sua base esta entre 6 a 8 km de altura. Medias equatoriais 2 e 8 km

- temperadas 2 e 7 km

- polares 2 e 4 km

Baixas entre 30 e 2000metros

Denominação das nuvens Nuvens de estagio alto (cabeça, chapéu = cirrus) -CI cirrus, nuvens isoladas sem sombra própria com textura fibrosa. São formadas de ar INSTAVEL com turbulência, ela é composta de gelo. -CC cirrocumulos, nuvens brancas composta por elementos muito pequenos, semelhante a grânulos, é instável com turbulência, fortes ventos em altitude e não tem sombra própria. Ela é composta por cristais de gelo e gotículas super resfriada. -CS cirrostratus nuvens, assemelha com um véu transparente, de aspecto liso ou fibroso, cobrem quase todo o céu, são formadas de ar estável sem turbulência e não tem sombra própria, ela é composta de cristais de gelo. Associada a nuvem cirrostratus, pode ocorrer o fenômeno HALO semelhante a um arco ao redor do sol ou da lua.

Nuvens de estagio médio(abdômen = altostratus) -AS- altostratus são formadas em ar estável sem turbulência, possuem sombra própria, composta por gotículas de água e cristais de gelo.( deixa o céu quase todo encoberto.). Esta nuvem produz chuva, chuvisco leve e continuo. -NS Nimbostratus nuvens de aspecto sombrio e embaçado são formadas de ar instável com turbulência e possuem sombra própria, essa nuvem é composta por gotículas de água e seu tipo de precipitação é chuva forte e continua.

Nuvens de estagio baixo(sapato = stratus) -ST stratus nuvens fragmentadas formada de ar estável e sem turbulência, quase sempre restringem o teto, prejudicando o pouso e decolagens. Composta por gotículas de água e produz chuvisco leve e continuo. -SC stratocumulus Nuvem branca acinzentada, com partes em forma de grânulos. São formadas em ar condicional, com turbulência dentro da nuvem e possuem sombra própria. Constituída por gotículas de água e produz chuva leve e intermitente ou continua. -CU cúmulos Nuvem branca, isoladas e densas, de contorno bem definido, com base horizontal, são formadas em ar instável e com turbulência, possuem sombra própria. Composta por gotículas de água e produz chuva em forma de pancadas.

-CB cumulonimbus Nuvem densa de grande desenvolvimento vertical, ao ponto de seu topo chegar a 6000metros, formada de ar extremamente instável com turbulência severa, representa perigo constante para aviação. Pois produz fenômenos com trovoadas, raios, ventos de rajada, etc. formada por gotículas de água e cristais de gelo, e produz pancadas intermitentes de chuva de granizo. -Nuvens altas Cirrus ( C) cabeça -Nuvens media Altocumulos ( A) - abdômen -Nuvem baixa Strato cúmulos ( S) sapato.

Nevoeiros Inversão térmica quando surge o nevoeiro. Afeta diretamente os pousos e decolagem. Nevoeiro é = visibilidade horizontal menor que 1000m e que a umidade relativa do ar seja igual ou maior que 97%.

-Nevoeiro de massa de ar (formado pela passagem de uma massa de ar). -Nevoeiro de radiação ar levemente aquecido e úmido entra em contato com a superfície resfriada pela radiação terrestre, ao tocar a superfície mais fria, o ar se satura por resfriamento e produz o nevoeiro. -Nevoeiro de vapor devido a passagem de uma massa de ar frio e seco sobre um lago ( água é mais quente) satura e forma um nevoeiro tênue igual a fumaça. -Nevoeiro orográfico passagem de um ar levemente aquecido e úmido sobre elevações montanhas, esse é chamado de serração ou neblina. -Nevoeiro de Advecção nevoeiro que se forma pelo deslocamento horizontal de um volume de ar levemente aquecido e úmido sobre uma superfície mais fria. -Nevoeiros marítimos devido a passagem de um volume de ar frio e seco sobre o mar. Muito denso. -Nevoeiros glaciais sublimação do gelo.

NEVOEIROS FRONTAIS Nevoeiro pós frontais formado pela passagem de uma frente fria. Nevoeiros pré frontais forma-se antes da passagem de uma frente quente.

NEVOA UMIDA Pode restringir a visibilidade horizontal prejudicando o pouso e decolagem. Nevoa úmida visibilidade horizontal de 1000 a 5000m inclusive, e que a U.R do ar seja igual ou maior a 80%, a nevoa úmida tende a azular o contorno dos objetos.

CHUVA Hidrometeoro precipitante, formada pela aglutinação de gotículas de água no interior das nuvens(COALESCÊCIA). CONTINUA precipita durante um período prolongado INTERMITENTE quando precipita durante intervalos curtos. Sua intensidade pode ser, Leve, moderada, forte, ou pancadas. Sua medida é feita pelo pluviografo.

CHUVISCO ( o que mais restringe a visibilidade) Hidrometeoro precipitante, formado a partir do processo da chuva, entretanto o tamanho das gotículas que o compõe é bem menor a ponto de flutuarem no ar.

NEVE Hidrometeoro precipitante formada a partir da transformação de gotículas de água em flocos de gelo. Leve, moderada, forte, pode ser continua ou intermitente

GRANIZO Hidrometeoro precipitado, congelamento gradual de gotículas de água, no interior dos CB.

ORVALHO Hidrometeoro depositante formado a partir da condensação do vapor de água sobre uma superfície.

GEADA Hidrometeoro depositante formado por congelamento do orvalho.

LITOMETEOROS Nevoa seca visibilidade horizontal menor ou igual a 5000m, e umidade relativa do ar ao Maximo é 79%. A NS tende a avermelhar o horizonte e contornos dos objetos envolvidos por ela. Fumaça parâmetro igual a nevoa seca. Poeira tente a amarelar o contorno dos objetos, e demais igual a NS.

Ventos Vento é a resultante da diferença de pressão de um lugar para outro. O ar flui da pressão mais alta para pressão mais baixa. Ar frio desce e ar quente sobe.

Vento barostrófico força derivada da relação entre a diferença de pressão e a distancia entre dois volumes ( gradiente de pressão)

Vento geostrofico força derivada da rotação da terra, o ar sai do pólo que é alta pressão e vai para o equador que é quente e baixa pressão. o vento resultante da associação da força do gradiente de pressão e da força de coriólis denomina-se vento geostrofico. -Devido a rotação da terra ser de W para E, os ventos que saem dos pólos derivam. Os ventos no Hemisfério Norte derivam para direita e no Hemisfério sul deriva para esquerda.

Vento ciclostrofico devido a força centrifuga da terra.

Vento de superfície devido ao atrito que o ar sofre com a terra. No mar é onde o vento tem menor atrito, nas montanhas é onde tem o maior atrito. E quanto maior for o atrito, menor será a velocidade do vento.

O vento é medido em relação ao norte verdadeiro e norte magnético, para pousos e decolagens, é usado o norte magnético. Velocidade do vento - o vento é medido pelo anemômetro e registrado pelo anemografo. Circulação dos ventos nos sistemas de pressão.

Hemisfério sul Centro de alta pressão -rotação anti-horária -anti-ciclonica

-nose (norte,oeste,sul,este) -divergente ( de dentro para fora A ) -descendente.(fria ou normal)

Centro de baixa pressão -rotação horária -ciclônica -neso (norte,este,sul,oeste) -convergente ( de fora pra dentro B ) -ascendente (quente) Hemisfério norte Centro de alta pressão -rotação horária -anti-ciclonica -neso -divergente -descendente Centro de baixa pressão -anti-horário -ciclônica -nose -convergente -ascendente.

Hemisfério norte -circulação horária Hemisférios sul -circulação anti-horária

horária Hemisférios sul -circulação anti-horária Ventos pertencentes a circulação inferior - ventos

Ventos pertencentes a circulação inferior

- ventos alísios ventos que sopram a partir de um anticiclone na direção das regiões equatoriais. Os ventos predominantes são os de nordeste no hemisfério norte e os de sudeste no hemisfério sul.

- ventos predominantes de oeste vento que sopra a partir de um anticiclone subtropical da direção das frentes polares.

-vento polar de este vento que sopra a partir dos pólos na direção das frentes polares.

Circulação secundaria ou regional dos ventos

Brisa marítima vento que sopra do mar para o continente durante o dia (diferença de pressão e temperatura) continente quente (baixa pressão) e mar frio (alta pressão).

Brisa terrestre vento que sopra do continente para o mar durante a noite, continente frio (alta pressão) e mar (quente baixa pressão).

Vento de vale vento que sobe o vale durante o dia vale (frio) e topo (quente)

Vento de montanha - desce durante a noite, topo (frio) e vale (quente).

Vento anabático vento resultante da transição do ar de uma superfície de água para o uma serra ou encosta durante o dia. Ana dá = sobe.

Vento catabático vento resultante da transição do ar de uma montanha ou encosta para uma superfície de água durante a noite. Namorado da Ana cata = desce.

de água durante a noite. Namorado da Ana cata = desce. Monções marítima – vento periódico

Monções marítima vento periódico do sul e do sudeste da Ásia, que sopra do mar para o continente, produzindo chuvas torrenciais durante o verão. (Vietnã tira horas que achava que a chuva vinha de baixo para cima Forest)

Monções continental vento periódico típico do sul e do sudeste da Ásia que sopra do continente para o mar durante o inverno.

Efeito fohein mudança nas características de umidade de um volume de ar. O ar quente e úmido que sobe uma montanha (barlavento) resfria-se no alto da montanha e perde sua umidade ao atingir o topo. Ao descer do outro lado da montanha (sotavento) o ar atinge o solo quente e seco. (por isso que o nordeste é seco.

Massas de ar e frentes

Classificação internacional das massas de ar Umidade -marítima sigla M -continental sigla C

Região de origem -polar (sigla P) -tropical (sigla T) -equatorial (sigla E) -antártica (sigla A continental) -ártica (sigla A marítima)

Temperatura Kalt (sigla K fria)instabilidade, turbulência, boa visibilidade, nebulosidade cumuliformes. Warm (sigla W quente)estabilidade, sem turbulência, visibilidade restrita, nebulosidade estratiforme.

Mpk massa de ar polar fria Mpw massa de ar polar quente Cpk massa de ar continental polar fria Cpw massa de ar continental polar quente Mtk massa de ar marítima tropical fria Mtw massa de ar marítima tropical quente

Ctk massa de ar continental tropical fria Ctw massa de ar continental tropical quente Mek massa de ar marítima equatorial fria Mew massa de ar marítima equatorial quente Cek massa de ar continental equatorial fria Cew massa de ar continental equatorial quente Ma- massa de ar marítima ártica Ca massa de ar continental antártica.

Frentes

Frente fria se o ar frio avançar e tomar o lugar do ar quente

Frente quente - se o ar frio recuar e ceder lugar ao ar quente

Frente estacionaria se houver um equilíbrio de pressão entre o ar frio e o ar quente.

Frente oclusa se o deslocamento do sistema frontal frio for interrompido por uma massa de ar frio, elevando o ar quente.

Frontólise se as massas de ar que envolve a frente perderem intensidade e entrarem em processo de dissipação.

Independente da qualificação de uma frente, o tempo na área frontal será sempre desfavorável a aviação.

Características das frentes

Frente fria Declive ou rampa frontal: frente rápida e frente lenta

Deslocamentos: - hemisfério norte de noroeste para sudeste. - hemisfério sul de sudoeste para nordeste.

Temperatura: pré frontal em elevação e frontal e pós frontal em declínio.

Pressão: na área pré frontal em declínio e pós frontal em elevação.

Direção dos ventos: -hemisfério sul - pré frontal noroeste. - pós frontal oeste.

-hemisfério norte - pré frontal sudoeste - pós frontal noroeste

Nebulosidade: CI, CC, AC, CU, SC, CB.

Precipitação: frente fria rápida pancadas de chuva + frente fria lenta chuva continua. Nevoeiro: após a passagem da frente fria (pós frontal)

Frente quente Declive ou rampa frontal

Deslocamento: HS- de noroeste para sudeste. HN- de sudoeste para nordeste.

Temperatura: pré frontal em declínio frontal em elevação pós frontal em elevação.

Pressão: pré frontal em elevação frontal em elevação pós frontal em declínio.

Direção dos ventos: HS- pré frontal sudoeste frontal oeste pós frontal noroeste. HN- pré frontal noroeste frontal oeste pós frontal sudoeste.

Nebulosidade: CI,CS,AS,NS,ST.

Precipitação: chuva ou chuvisco leve e continuo.

Nevoeiro: antes da passagem da frente quente pré frontal.

Condições atmosféricas adversas ao vôo.

Fenômenos associados às trovoadas

Raio descarga elétrica manifestada por nuvens do tipo CB.

Relâmpago luz intensa e rápida produzida pelo raio.

Trovão estrondo causado pelo aquecimento repentino do ar com a passagem do raio.

Granizo gotas de água que congelam na nuvem CB, precipitando em forma de pedras de gelo.

Turbulência intensa agitação atmosférica causada pelas correntes ascendentes e descendentes dentro e fora da nuvem CB.

Vento de rajada aumento repentino e temporário da velocidade do vento próximo a uma nuvem CB.

Ciclo de vida de uma trovoada

Estagio de CUMULUS ou DE DESENVOLVIMENTO parte inicial da trovoada na qual predominam as correntes ascendentes turbulência leve.

Estagio de Maturidade ou DE CHUVA trovoada na qual predomina o equilíbrio entre CORRENTES ASCENDENTES E DESCENDENTES- turbulência forte e intensidade máxima.

Estagio de dissipação ou de bigorna trovoada na qual predominam as correntes descendentes turbulência leve e moderada.

Orientações para vôos em trovoadas

- Evitar vôos em trovoadas

- Se o CB for isolado, circunde-o pela ESQUERDA no HS, ou pela DIREITA no HN, e mantenha distancia media de 30km da tempestade. Isso cai na prova !!!!!

- Se a aeronave tiver condições, sobrevoe a trovoada em niveis mais elevados acima do FL300 , seguindo sempre os critérios adotados pelos órgãos de controle de trafego aéreo.

Classificação das trovoadas Trovoada de massa de ar -Trovoada convectiva trovoada isolada ou esparsa que se forma principalmente no verão, a partir da convecção atmosférica. TERMICAS -Trovoada orográfica trovoada isolada oi esparsa que se forma sobre regiões montanhosas. -Trovoada noturna de Advecção trovoada isolada ou esparsa que se forma sobre os oceanos à noite.

Trovoadas frontais -Trovoada de linha de instabilidade trovoada dinâmica que precede uma frente fria.

Formação de gelo em aeronaves O gelo representa perigo constante para aviação, pois sua formação em algumas partes da aeronave como, por exemplo, nos bordos de ataque, hélice, carburador, pode afetar sensivelmente a aerodinâmica de vôo. Esse fenômeno acontece em ar saturado, sob chuvas ou com nuvens a temperatura do ar igual ou menor que ZERO, ao tocar a aeronave as gotículas de água se congelam e aderem formando uma cobertura de gelo. Algumas aeronaves possuem sistema de degelo.

Efeitos do gelo nas aeronaves em vôo aumento da resistência ao avanço, aumento de peso, etc.

Condições para a formação de gelo voar dentro de chuvas ou nuvens, temperatura do ar igual ou menor que zero, e temperatura da fuselagem igual ou menor que zero.

Tipos de gelo Gelo claro resistente formado em ar instável, também chamado de gelo liso, vidrado, cristal ou duro. Gelo escarcha menos resistente se forma em ar estável, também chamado de gelo opaco, granulado ou amorfo. Geada gelo depositado em forma de cristais de gelo fino, que prejudica a visibilidade.

Turbulência Turbulência convectiva ou térmica ocorre com a diferença do aquecimento das superfícies por sobre as quais sobrevoa a aeronave.

Turbulência orográfica resultante da descida de ar a sotavento de uma montanha.

Turbulência mecânica ou de solo resultante da passagem de ar por entre elevações artificiais (prédios, casas, hangares, torres, etc.)

Turbulência dinâmica turbulência resultante da ação de ventos superpostos.

Turbulência frontal turbulência dinâmica resultante da convergência dos ventos numa frente.

Turbulência em ar claro ( CAT) Clear air turbulence) resultante do deslocamento de correntes de jato.

Esteira de turbulência turbulência dinâmica resultante do fluxo de ar desordenado ou em forma de redemoinho produzido pelas turbinas ou hélices, e ocorre em maior freqüência em pousos e decolagens.

Cortante de vento (windShear) tesoura de vento, é uma turbulência resultante de fluxos de ar contrários, devido principalmente a presença de uma nuvem CB sobre o aeródromo.

Códigos meteorológicos Maneira de informar aos aeronavegantes de forma clara e objetiva as condições meteorológicas dos aeródromos de partida e destino e a rota a ser percorrida.

Código metar e speci. Metar ( meteorological airdrome report ) é uma informação regular , na qual são divulgadas as condições atmosféricas atuais de um aeródromo. O metar e confeccionado de hora em hora e em determinadas localidades de 30 em 30 minutos. O código speci é uma informação especial selecionada, irregular entre os intervalos do metar, na qual são divulgadas as condições atmosféricas que atingem os seguintes parâmetros meteorológicos para as operações de pouso e decolagem.

Os grupos codificados do metar

1-Nome do código ex: METAR

2-localidade, visto no rotaer ex: SBSP ou SBKY ou SBGR. 3-dia e hora da confecção ZULU ou UTC ex: 251200Z 25 é o dia 1200 é a hora zulu. 4-vento de superfície, direção em relação ao norte verdadeiro e velocidade em nós KT ex: 36010kt. Porem o vento poderá vir calmo ex: 000000KT. Ou

Variando de direção Variando de direção Vento de rajada

VRB

VRB+V

G

ex: VRB02KT. Ou ex: VRB10KT 060V180 ex: 13010G32KT vento de 10 KT e rajada de 32KT.

Particularidades dos ventos Vento calmo 00000kt (velocidade menor que 01kt) Vento variável VRB ( quando é impossível determinar sua direção.

5-visibilidade HORIZONTAL MINIMA em metros, tratadas em intervalos específicos EX: visibilidade entre 51 e 499 metros intervalos de 50 e 50 metros. Visibilidade entre 500 e 4999metros intervalos de 100 metros. Visibilidade entre 5000 e 9999 metros intervalos de 1000 metros. Particularidade das visibilidades Ex: visibilidade menor ou igual a 50 é igual a 0000. Visibilidade igual ou superior a 10000 é igual a 9999. Visibilidade variável ex : 3000N quer dizer que setor norte do aeródromo esta restrito. Visibilidade variável ex: 2000S quer dizer que setor sul do aeródromo esta restrito.

6-ALCANCE VISUAL DA PISTA (RVR)- grupo que representa a visibilidade na pista. Exemplos:

-R15/0900 pista 15 e visibilidade horizontal igual a 900 metros. -R30/P1500 pista 30 e visibilidade horizontal acima de 1500 metros. -R10/M0050 pista 10 e visibilidade horizontal abaixo de 50 metros. -R02/1200U pista 2 e visibilidade horizontal igual a 1200 metros com tendência a aumentar. -R36/0600D pista 36 e visibilidade igual a 600 metros com tendência a diminuir. -R29/0700V1000 pista 29 e visibilidade variando de 700 a 1000 metros. -R11/0800V1400U pista 11 e visib. Variando entre 800 e 1400 metros tendendo a aumentar. -R12/0800V1400D pista 12 e visib. Variando entre 800 e 1400 metros tendendo a diminuir.

7- Tempos presente:

Chuva

TSRA = trovoada com chuva moderada +TSRA = trovoada com chuva forte -TSGRRA = trovoada com granizo e chuva leve TSGRRA = trovoada com granizo e chuva moderada +TSGRRA = trovoada com granizo e chuva moderada VCTS = trovoada nas vizinhanças.

Nevoeiros(FOG) FG = total PRFG= Parcial MIFG = baixo BCFG = bancos

-RA = leve RA = moderada +RA = forte SHRA = em pancadas VCSH = pancada de chuva na vizinhança chuvisco -DZ = leve DZ = moderado +DZ = forte

Neve

-SN = leve SN = moderado +SN = forte Trovoadas TS = trovoada sem precipitação -TSRA = trovoada com chuva leve

Nevoa úmida = BR (Brasil, Roraima = úmido)

Nevoa seca

= HZ (Arizona deserto) = FU = DU

Fumaça

Poira

Areia soprada = AS Cinza vulcânica= VA

8- Nebulosidade FEW020- poucas nuvens a 2000ft (1 a 2 oitavos do ceu) STC100 - Scattered Nuvens esparsas a 10000 ft (3 a 4 oitavos) BKN005- Broken Nublado a 500ft (5 a 7 oitavos) OVC010- overcast Céu encoberto a 1000 ft(8 oitavos) TCU- Nuvens de cúmulos congestus CB- nuvens cúmulos nimbus. EX: METAR SBSP 121000Z 09007kt 2000 BR FEW003 BKN010 OVC080

9- Céu claro=SKC quando não houver nebulosidade e a visibilidade for menor que 10.000 metros

10- Visibilidade vertical segue sempre a frente de um indicador de nevoeiro Ex: METAR SBSP 141200 23012kt FG VV002 = visibilidade vertical de 200pés.

11- CAVOC este grupo substitui a visibilidade horizontal e quer dizer que :

-visibilidade horizontal igual ou superior a 10.000 (9999)metros. -nuvens com base a 5000ft ou mais. -ausência de fenômenos como : trovoada, neve, chuva, chuvisco e nevoeiro.

12- Temperatura do ar e do ponto de orvalho em graus Celsius 25/21 = 25 temperatura do ar e 21 é a temperatura do ponto de orvalho. Quanto mais próximas mais é a umidade e quando iguais, o ar é considerado saturado (ex: 25/25). Quando a temperatura for negativa, a letra M vem antes (ex: m10/m08).

13- Ajuste altímetro (QNH). Ex : Q1013

14-Informações suplementares grupo reservado para informar condições atmosféricas recentes ou turbulência do tipo CORTANTE DE VENTO próximo a cabeceira da pista. Ex: METAR SBSP 311200Z VRB10G32KT 1000 +TSRA OVB020CB 15/15 Q1001 (RERA, WS ALL RWY, WS RWY 15, RETS)-RERA- chuva recente ou na hora passada, RETS- trovoada recente ou na hora passada.)

Código TAF

1-

Nome do código

 

2-

Indicativo de localidade

 

3-

Dia e hora da confecção

4-

Inicio e termino da validade

Ex: TAF

SBSP

210930Z

211212 (21 é o dia e o código é valido das 12 as 12, portanto

validade de 24h.)

5-

Vento de superfície é igual no metar.

6-

Visibilidade horizontal em metros e é igual ao metar.

7-

Alcance visual da pista Ex: TAF SBSP 210930Z 211212 21010kt 1200 R22/0800 ( na pista 22 tem 0800 pés de visibilidade)

8-

Tempo presente igual no metar.

 

9-

Nebulosidade igual no metar.

10- Céu claro igual no metar. 11- Visibilidade vertical igual no metar. 12- CAVOC (teto e visibilidade OK) igual metar. 13- Temperatura máxima TX28/14Z, e quando negativa terá a letra M no inicio. TX28 quer dizer temperatura máxima / 14Z é o horário zulu da temperatura máxima. EX: TXM02/23Z = temperatura máxima de -2 graus as 23 zulu.

14- Temperatura mínima TN14/03Z, e quando negativa terá a letra M no inicio. EX: TNM05/08Z = temperatura mínima de -5 graus as 08 zulu.

15- Previsão de turbulência indicativo de grupo = 5 1.Turbulência leve 2.Turbulência ocasional moderada em ar claro 3.Turbulência freqüente moderara em ar claro 4.Turbulência ocasional moderada dentro de nuvem 5.Turbulência freqüente moderada dentro de nuvem

6.Turbulência ocasional forte em ar claro 7.Turbulência freqüente forte em ar claro 8.Turbulência ocasional forte dentro de nuvem 9.Turbulência freqüente forte dentro de nuvem EX: TAF SBSP 050230Z 050606 34005kt 9999 BKN020 BKN090 T26/12Z

Comentário: 5-indicativo de grupo turbulência, 2-intensidade da turbulência conforme tabela, 300- altura do inicio da turbulência igual a 30.000pés, 5 extensão vertical da turbulência x 1000 = 5000.

523005

16- Previsão de FORMACAO DE GELO indicativo de grupo = 6

1. Gelo leve

2. Gelo leve dentro de nuvem

3. Gelo leve sob precipitação

4. Gelo moderado

5. Gelo moderado dentro de nuvem

6. Gelo moderado sob precipitação

7. Gelo forte

8. Gelo forte dentro de nuvem

9. Gelo forte sob precipitação

EX: TAF SBSP 050230Z 050606 34005KT

Comentário: 6-indicativo de grupo gelo, 1-intensidade do gelo conforme tabela acima, 200- altura do inicio da formação de gelo igual a 20.000pés, 3-extensão vertical da área de formação = 3000.

3000 BR SCT200 612003

17- Mudanças significativas no TAF -FM (a partir de) grupo que indica uma mudança permanente nas condições previstas, a partir de um determinado horário. EX: TAF SBSP 050230Z 050606 34005KT 3000 STC020 FM1830 00000KT 3000 RA BKN010 . Comentário: a partir das 1830Z o tempo irá mudar. -BECMG (transformando-se) grupo que indica uma mudança permanente das condições previstas, a partir de um período de no Maximo duas horas. EX: TAF SBSP 050230Z 050606 34005KT 3000 -RA BKN025 BECMG 0002 2000 BR BKN010 Comentário: a mudança ocorrerá entre a 00:00 ás 02:00. -TEMPO (temporariamente) grupo que indica a mudança temporária das condições previstas dentro de um período. EX: TAF SBSP 050230Z 050606 34005KT 3000 BR BKN025 TEMPO1518 000000KT CAVOK. Comentário: 1518 é o tempo previsto para a mudança as 15:00 as 18:00.

-PROB (probabilidade) grupo que indica baixa probabilidade de mudanças temporária (entre 30 e 40%) das condições previstas dentro e um período.

EX: TAF SBSP 050230Z 050606 34005KT 3000 BR BKN010 T10/00Z PROB30 0204 00000KT

0800 FG OVC003

Comentário: PROB30 indicativo do grupo de mudança com probabilidade de 30% de ocorrência,

0204 período previsto para a mudança temporária das 02:00 as 04:00.

Demais códigos, consultar manual.