Você está na página 1de 96
Nome da Instituição CNPJ Data Número do Plano Eixo Tecnológico Centro Estadual de Educação Tecnológica
Nome da Instituição CNPJ Data
Nome da Instituição
CNPJ
Data
Número do Plano Eixo Tecnológico
Número do Plano
Eixo Tecnológico
Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza 62823257/0001-09
Centro
Estadual
de
Educação
Tecnológica
Paula
Souza
62823257/0001-09
04-09-2012
04-09-2012

Plano de curso atualizado de acordo com a matriz curricular homologada para o 1° semestre de 2017

a matriz curricular homologada para o 1° semestre de 2017 207 Recursos Naturais Plano de Curso
207 Recursos Naturais
207
Recursos Naturais
Plano de Curso para 01. Habilitação Habilitação Profissional de TÉCNICO EM FLORESTAS MÓDULO I +
Plano de Curso para
01.
Habilitação
Habilitação Profissional de TÉCNICO EM FLORESTAS
MÓDULO I + II + III
Carga Horária
1200
horas
Estágio
0000
horas
TCC
0120 horas
02.
Qualificação
Qualificação Profissional Técnica de Nível Médio de
AUXILIAR TÉCNICO EM FLORESTAS
MÓDULO I + II
Carga Horária
800
horas
Estágio
000
horas

CNPJ: 62823257/0001-09 207 Página nº 1

Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Rua dos Andradas, 140 Santa Ifigênia CEP: 01208-000 São Paulo SP

 Presidente do Conselho Deliberativo Laura M. J. Laganá  Diretor Superintendente Laura M. J.
 Presidente do Conselho Deliberativo
Laura M. J. Laganá
 Diretor Superintendente
Laura M. J. Laganá
 Vice-diretor Superintendente
César Silva
 Chefe de Gabinete
Elenice Belmonte R. de Castro
 Coordenador do Ensino Médio e Técnico
Almério Melquíades de Araújo
Equipe Técnica
Coordenação:
Almério Melquíades de Araújo
Mestre em Educação
Coordenador do Ensino Médio e Técnico
Organização:
Fernanda Mello Demai
Doutora e Mestra em Terminologia
Diretora de Departamento
Grupo de Formulação e Análises Curriculares
Regiane De Nadai
Coordenadora de Projetos Recursos Naturais
Grupo de Formulação e Análises Curriculares

CNPJ: 62823257/0001-09 207 Página nº 2

Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Rua dos Andradas, 140 Santa Ifigênia CEP: 01208-000 São Paulo SP

Colaboração Adriano Paulo Sasaki Tecnólogo em Gestão de Recursos Humanos Responsável pelo Catálogo de Requisitos
Colaboração
Adriano Paulo Sasaki
Tecnólogo em Gestão de Recursos Humanos
Responsável pelo Catálogo de Requisitos de Titulação para Docência
Ceeteps
Andréa Marquezini
Bacharel em Administração
Especialista em Gestão de Projetos
Responsável pela Padronização de Laboratórios e Equipamentos
Ceeteps
Camila Fonseca Poleto Xavier
Bacharel e Licenciada em Secretariado Executivo Bilíngue
Especialista em Docência do Ensino Superior
Licenciada em Língua Portuguesa
Coordenadora de Projetos Gestão Documental
Ceeteps
Carolina Marielli
Licenciada em Educação Artística – Artes Plásticas
Mestra em Artes
Etec de Carapicuiba
Caroline Cardoso de Oliveira
Graduação em Zootecnia
Etec Cônego José Bento (Jacareí)
Claudiana dos Santos Barbosa
Graduação em Engenharia Florestal
Etec Cônego José Bento (Jacareí)
Dayse Victoria da Silva Assumpção
Bacharel em Letras
Licenciada em Letras – Português e Inglês
Coordenadora de Projetos – Revisão e Gestão Documental
Etec Prof. Horácio Augusto da Silveira
Elaine Cristina Cendretti
Licenciada em Matemática, Física e Mecânica
Tecnóloga em Projetos Mecânicos
Especialista em Administração Escolar, Supervisão e Orientação

CNPJ: 62823257/0001-09 207 Página nº 3

Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Rua dos Andradas, 140 Santa Ifigênia CEP: 01208-000 São Paulo SP

Coordenadora de Projetos – Revisão e Gestão Documental Etec Prof. José Sant’Ana de Castro Marcio
Coordenadora de Projetos – Revisão e Gestão Documental
Etec Prof. José Sant’Ana de Castro
Marcio Prata
Tecnólogo em Informática para a Gestão de Negócios
Assistente Técnico Administrativo I
Ceeteps
Plínio Carielo
Graduação em Engenharia Florestal
Etec Professor Doutor Antônio Eufrásio de Toledo (Presidente Prudente)
Rodrigo Magno Aquino Moyses
Graduação em Engenharia Agronômica
Etec Cônego José Bento (Jacareí)
Sergio Luiz Alves Júnior
Tecnólogo em Gestão de Recursos Humanos
Assistente Técnico
Ceeteps

CNPJ: 62823257/0001-09 207 Página nº 4

Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Rua dos Andradas, 140 Santa Ifigênia CEP: 01208-000 São Paulo SP

SUMÁRIO

CAPÍTULO 1 Justificativa e Objetivos

06

CAPÍTULO 2 Requisitos de Acesso

09

CAPÍTULO 3 Perfil Profissional de Conclusão

10

CAPÍTULO 4 Organização Curricular

17

CAPÍTULO 5 Critérios de Aproveitamento de Conhecimentos e Experiências Anteriores

64

CAPÍTULO 6 Critérios de Avaliação da Aprendizagem

65

CAPÍTULO 7 Instalações e Equipamentos

67

CAPÍTULO 8 Pessoal Docente e Técnico

73

CAPÍTULO 9 Certificado e Diploma

81

PARECER TÉCNICO DO ESPECIALISTA

82

PORTARIA DO COORDENADOR, DESIGNANDO COMISSÃO DE SUPERVISORES

89

APROVAÇÃO DO PLANO DE CURSO

90

PORTARIAS CETEC, APROVANDO O PLANO DE CURSO

91

ANEXO I Matrizes Curriculares Anteriores

93

ANEXO II Matrizes Curriculares Atualizadas

95

CNPJ: 62823257/0001-09 207 Página nº 5

Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Rua dos Andradas, 140 Santa Ifigênia CEP: 01208-000 São Paulo SP

CAPÍTULO 1

JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS

1.1. Justificativa Desde o início da colonização do Brasil, as florestas da região costeira vêm sendo derrubadas. Naquela época, destacavam-se as matas de jacarandá e de outras madeiras nobres da região do Sul da Bahia, do Norte do Espírito Santo e da denominada Zona da Mata de Minas Gerais. A intensificação do desmatamento se acentuou a partir de 1920, após o término da I Grande Guerra, com a vinda de imigrantes, especialmente da Europa. Além do prosseguimento da derrubada das árvores da Mata Atlântica, ocorreu a destruição avassaladora dos pinheirais da Região Sul do país. Os carvoeiros e lenhadores avançavam com a derrubada de árvores para suprir as demandas dos usuários, destacadamente nas regiões dos Cerrados e do Meio-Norte, não respeitando as restrições legais de matas nativas, de proteção das nascentes, limites das margens dos cursos d’água, encostas com declives acentuados e topos de morros. Na região norte do Estado do Paraná as matas de peroba e outras espécies de madeiras de lei foram extintas sem o devido aproveitamento nas serrarias, porque o objetivo era a ocupação da área para plantios de cafezais. As áreas desmatadas da Floresta Amazônica, da Mata Atlântica e do Cerrado somam aproximadamente 30% do território brasileiro, ou a soma das superfícies formadas pelos Estados das Regiões Nordeste e Sudeste.

A comprovação que os desflorestamentos e as queimadas não só aceleram o efeito

estufa, como estão diretamente relacionados às mudanças drásticas na formação de nuvens, o que pode diminuir os índices de queda de chuvas não apenas em vastas áreas da Amazônia como em outras partes do país (Centro-Oeste, Sul e Sudeste),

especialmente durante o final da estação seca. (época das queimadas: agosto/ outubro)

O Brasil possui um dos maiores remanescentes de florestas nativas no mundo (cerca de

5,1 milhões de quilômetros quadrados), várias representações de zonas climáticas e inúmeros biomas, dentre eles a Amazônia brasileira. Em função disso detém 20% das espécies do mundo. Além disso, nossas áreas exploradas com atividades agropecuárias e florestais ainda estão longe de atingirem seu potencial máximo produtivo. Mesmo assim, as estatísticas econômicas mostram que o agronegócio florestal brasileiro

está em crescente expansão. Isto diz respeito à borracha natural, madeira, celulose, papel

e móveis e seria muito mais impactante se fossem incluídas as atividades ligadas aos

CNPJ: 62823257/0001-09 207 Página nº 6

Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Rua dos Andradas, 140 Santa Ifigênia CEP: 01208-000 São Paulo SP

demais produtos não madeireiros, erva-mate, cogumelo, plantas medicinais, entre outros,

e os serviços ambientais. Apesar de sua contribuição socioeconômica, tem-se atribuído

ao agronegócio florestal brasileiro grande parte da responsabilidade sobre os danos ambientais decorrentes do mau uso agropecuário e florestal nos diferentes biomas brasileiros, em especial no Cerrado, na Mata Atlântica e na Amazônia. Atender à demanda futura sem degradar as florestas naturais somente poderá ser conseguido se aumentarmos a eficiência e eficácia da produção, da exploração e da conversão da matéria-prima. (Clayton Campanhola) Os aspectos ambientais, sociais e econômicos do setor florestal brasileiro, o uso sustentável de florestas nativas e plantadas, atividades de reflorestamento, notadamente em pequenas propriedades rurais, a recuperação das florestas de preservação

permanente, o desenvolvimento das indústrias de base florestal, a ampliação dos mercados interno e externo de produtos e subprodutos florestais, o estímulo à proteção da biodiversidade e dos ecossistemas florestais são algumas das preocupações que, mais afligem este setor da vida brasileira. Os mais diversos mecanismos legais ou gerenciais estão revolucionando nossas vidas na tentativa de gerir os recursos naturais visando garantir nossa qualidade de vida e das gerações futuras. No setor florestal, o conflito entre a correta decisão de corte ou intocabilidade de uma árvore ou seu conjunto que formam as matas ou florestas, tem obrigado cada vez mais as empresas e a sociedade em geral, através do consumidor, a procurar uma forma confiável de conhecer a origem e o correto controle ambiental e socioeconômico dos produtos a base de madeira.

1.2. Objetivos

O Curso de TÉCNICO EM FLORESTAS tem como objetivo capacitar o aluno para:

planejar, monitorar e supervisionar a execução de atividades florestais;

coordenar e gerenciar empresas de exploração florestal;

atuar na conservação e preservação ambiental, considerando e respeitando os tratados regionais e mundiais referentes ao meio ambiente;

promover desenvolvimento sustentável, conciliando a exploração florestal com a proteção dos ecossistemas;

valorizar os aspectos ambientais, sociais e econômicos dos serviços e dos benefícios proporcionados pelas florestas públicas ou privadas.

CNPJ: 62823257/0001-09 207 Página nº 7

Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Rua dos Andradas, 140 Santa Ifigênia CEP: 01208-000 São Paulo SP

1.3. Organização do Curso

A necessidade e pertinência da elaboração de currículo adequado às demandas do

mercado de trabalho, à formação profissional do aluno e aos princípios contidos na LDB e demais legislações pertinentes, levou o Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza, sob a coordenação do Prof. Almério Melquíades de Araújo, Coordenador de Ensino Médio e Técnico, a instituir o “Laboratório de Currículo” com a finalidade de atualizar os Planos de Curso das Habilitações Profissionais oferecidas por esta instituição. No Laboratório de Currículo foram reunidos profissionais da área, docentes, especialistas, supervisão educacional para estudo do material produzido pela CBO Classificação Brasileira de Ocupações e para análise das necessidades do próprio mercado de trabalho, assim como o Catálogo Nacional de Cursos Técnicos. Uma sequência de

encontros de trabalho previamente planejados possibilitou uma reflexão maior e produziu a construção de um currículo mais afinado com esse mercado. O Laboratório de Currículo possibilitou, também, a construção de uma metodologia adequada para o desenvolvimento dos processos de ensino aprendizagem e sistema de avaliação que pretendem garantir a construção das competências propostas nos Planos

de Curso.

Fontes de Consulta 1. BRASIL Ministério da Educação. Catálogo Nacional dos Cursos Técnicos. Brasília: MEC: 2008. Eixo Tecnológico: “Recursos Naturais(site:

Ministério do Trabalho e do Emprego Classificação Brasileira de Ocupações CBO 2002 Síntese das ocupações profissionais (site:

2. BRASIL

CNPJ: 62823257/0001-09 207 Página nº 8

Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Rua dos Andradas, 140 Santa Ifigênia CEP: 01208-000 São Paulo SP

CAPÍTULO 2

REQUISITOS DE ACESSO

O ingresso ao Curso de TÉCNICO EM FLORESTAS dar-se-á por meio de processo

classificatório para alunos que tenham concluído, no mínimo, a primeira série e estejam matriculados na segunda série do Ensino Médio ou equivalente.

O processo classificatório será divulgado por edital publicado na Imprensa Oficial, com

indicação dos requisitos, condições e sistemática do processo e número de vagas

oferecidas.

As competências e habilidades exigidas serão aquelas previstas para a primeira série do

Ensino Médio, nas quatro áreas do conhecimento:

Linguagem;

Ciências da Natureza;

Ciências Humanas;

Matemática.

Por razões de ordem didática e/ ou administrativa que justifiquem, poderão ser utilizados

procedimentos diversificados para ingresso, sendo os candidatos deles notificados por ocasião de suas inscrições.

O acesso aos demais módulos ocorrerá por avaliação de competências adquiridas no

trabalho, por aproveitamento de estudos realizados ou por reclassificação.

CNPJ: 62823257/0001-09 207 Página nº 9

Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Rua dos Andradas, 140 Santa Ifigênia CEP: 01208-000 São Paulo SP

CAPÍTULO 3

PERFIL PROFISSIONAL DE CONCLUSÃO

MÓDULO III Habilitação Profissional de TÉCNICO EM FLORESTAS

O TÉCNICO EM FLORESTAS é o profissional que atua na produção de mudas florestais, na elaboração de projetos de formação de florestas comerciais e de preservação, na supervisão da extração e no beneficiamento da madeira e dos produtos florestais não madeireiros, os subprodutos. Executa os processos de produção, de manejo sustentável e de industrialização dos recursos de origem florestal. Orienta a prática florestal de menor impacto ambiental, inventaria florestas e administra unidades de conservação florestal. Atua na preservação e conservação ambiental de projetos florestais. Elabora e fiscaliza a execução de projetos de recuperação de áreas degradadas e de arborização urbana. Avalia fauna e flora silvestres e elabora atividades de educação ambiental.

MERCADO DE TRABALHO Instituições públicas, privadas e do terceiro setor; indústrias de papel e celulose; instituições de pesquisa, assistência técnica e extensão agroflorestal; parques e reservas naturais e empresas de silvicultura e exploração florestal; atuação em viveiros de produção de mudas nativas e exóticas; profissional autônomo atuando na área de Consultorias Técnicas.

Ao concluir os MÓDULOS I, II e III, o TÉCNICO EM FLORESTAS deverá ter construído as seguintes competências gerais:

analisar a situação técnica, econômica, social e ambiental da região de atuação, identificando as atividades peculiares das áreas a serem implementadas;

planejar, organizar e monitorar: a exploração e manejo do solo de acordo com as suas características; as alternativas de otimização dos fatores climáticos e seus efeitos no crescimento e desenvolvimento das plantas; a propagação em cultivos abertos ou protegidos (viveiros e casas de vegetação);

selecionar e aplicar métodos de erradicação e controle de pragas e doenças na exploração florestal, tanto químicos quanto orgânicos (biológicos);

implantar e gerenciar técnicas de controle de qualidade na produção florestal;

elaborar projetos florestais com incorporação de novas tecnologias;

CNPJ: 62823257/0001-09 207 Página nº 10

Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Rua dos Andradas, 140 Santa Ifigênia CEP: 01208-000 São Paulo SP

orientar e executar atividades ligadas à exploração, no que se refere à formação do meio ambiente na exploração florestal;

comunicar-se, demonstrando competências pessoais requeridas para o desenvolvimento de sua função relativo ao cumprimento das obrigações, respeitando normas e legislação ambiental;

atuar na formação de projetos rurais para a melhoria da qualidade da produção pecuária atuando diretamente na bioclimatologia dos animais;

elaborar projetos de recuperação de áreas degradadas;

minimizar os impactos e riscos ambientais ligados à exploração florestal.

ATRIBUIÇÕES/ RESPONSABILIDADES

Prestar assistência técnica a empresas de florestamento e reflorestamento.

Executar serviços de manejo e exploração florestal a produtores florestais e a empresas extrativistas e florestais, de forma cooperada.

Exercer a função de supervisor florestal.

Conduzir viveiros florestais para produção de mudas de espécies florestais, sementes, essências e resinas.

Caracterizar áreas degradadas e seus graus de degradação.

Aplicar a legislação pertinente em níveis: federal, estadual e municipal em projetos de exploração florestal.

Responsabilizar-se pela identificação das principais espécies florestais nos diferentes tipos de exploração florestal.

Produzir e comercializar mudas florestais.

Orientar e conduzir atividades de reposição florestal para o manejo de recursos edafoclimáticos.

Gerenciar empresas de florestamento e reflorestamento.

Avaliar e monitorar a produção florestal.

Avaliar e monitorar rendimento de máquinas e equipamentos florestais.

Conhecer e aplicar tecnologias conservacionistas e preservacionistas ao meio ambiente.

Fiscalizar e monitorar flora e fauna.

Elaborar laudos técnicos.

Elaborar e desenvolver atividades de educação ambiental.

Atuar como líder de cooperativas e associações do ramo florestal.

CNPJ: 62823257/0001-09 207 Página nº 11

Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Rua dos Andradas, 140 Santa Ifigênia CEP: 01208-000 São Paulo SP

Atuar na área de Produção de Produtos Florestais.

Atuar na área de Compensação Florestal, atendendo às exigências da legislação.

ÁREA DE ATIVIDADES

A

SUPERVISIONAR A EXECUÇÃO DE ATIVIDADES FLORESTAIS

Gerenciar o beneficiamento de produtos florestais.

Comercializar subprodutos.

Gerenciar a industrialização dos produtos florestais.

B

INVENTARIAR FLORESTAS

Auxiliar em levantamentos fitossociológicos.

Realizar inventários convencionais e contínuos.

Processar dados coletados.

Conferir dados coletados.

C

ELABORAR PROJETOS TÉCNICOS

Executar atividades relativas a relatórios técnicos.

Atualizar cadastros.

Executar procedimentos relativos ao preparo de documentos fiscais.

Fornecer dados técnicos para a elaboração de contratos.

D

MONITORAR FAUNA E FLORA

Visitar áreas de intervenção no meio ambiente.

Classificar biomas.

Monitorar a produção e a comercialização de produtos florestais.

Fiscalizar o controle fitossanitário de essências.

Fiscalizar caça e pesca predatória.

Avaliar a utilização de máquinas e equipamentos florestais.

E

PARTICIPAR DE PESQUISAS FLORESTAIS

Instalar experimentos em geral.

Acompanhar experimentos em geral.

Coletar dados, materiais e subprodutos para subsidiar pesquisas.

F

PRATICAR EXTENSÃO FLORESTAL

CNPJ: 62823257/0001-09 207 Página nº 12

Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Rua dos Andradas, 140 Santa Ifigênia CEP: 01208-000 São Paulo SP

Sistematizar informações socioeconômicas da comunidade.

Mobilizar comunidades.

Orientar sobre o uso de tecnologias.

Montar unidades demonstrativas.

Assessorar a criação de cooperativas.

G

PLANEJAR ATIVIDADES FLORESTAIS

Propor prática de uso alternativo de florestas.

Identificar potenciais alternativos em florestas.

Elaborar plano de manejo agroflorestal.

Executar e monitorar plano de manejo em florestas.

Planejar volume de colheita de madeira.

Definir logística de carregamento e transporte da produção agroflorestal.

H

DEMONSTRAR COMPETÊNCIAS PESSOAIS

Liderar equipes.

Demonstrar consciência ecológica.

Demonstrar sensibilidade ao meio ambiente.

Demonstrar capacidade de negociação.

Demonstrar visão empreendedora.

Demonstrar capacidade de organização.

Evidenciar ética profissional.

Evidenciar comprometimento profissional.

Desenvolver capacidade de delegar.

Trabalhar em equipe.

Atualizar-se.

Atuar na comunidade.

Prestar assistência técnica.

PERFIS PROFISSIONAIS DAS QUALIFICAÇÕES

MÓDULO I SEM CERTIFICAÇÃO TÉCNICA

ÁREA DE ATIVIDADES

CNPJ: 62823257/0001-09 207 Página nº 13

Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Rua dos Andradas, 140 Santa Ifigênia CEP: 01208-000 São Paulo SP

A

PREPARAR MUDAS E INSUMOS

Preparar substrato.

Preparar sementes.

Distribuir sementes em tubetes, sacos plásticos, bandejas e canteiros.

Semear sementes.

Produzir mudas.

Irrigar mudas.

B

EMPREGAR MEDIDAS DE SEGURANÇA

Vestir uniforme de proteção individual.

Sinalizar áreas de riscos.

Trabalhar com atenção seletiva.

C

RECOMENDAR PROCEDIMENTOS DE BIOSSEGURIDADE

Recomendar quanto ao uso racional de agrotóxico.

Recomendar sobre destino de embalagens de agrotóxicos.

Recomendar sobre limpeza e desinfecção de ferramentas, máquinas e equipamentos.

D

PRESTAR ASSISTÊNCIA E CONSULTORIA TÉCNICA

Orientar sobre a coleta e amostra de solo.

Orientar sobre poda, repicagem e desbrota em plantas de viveiro.

Orientar sobre preparo de substrato.

E

ADMINISTRAR UNIDADE DE PRODUÇÃO

Selecionar ferramentas florestais.

Coletar sementes.

Verificar uso de equipamentos de proteção individual.

Registrar a produção.

Reconhecer área de preservação ambiental.

F

DEMONSTRAR COMPETÊNCIAS PESSOAIS

Operar computadores.

Interagir com a comunidade.

Operar equipamentos e ferramentas.

Respeitar as normas de segurança do trabalho no campo.

CNPJ: 62823257/0001-09 207 Página nº 14

Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Rua dos Andradas, 140 Santa Ifigênia CEP: 01208-000 São Paulo SP

Demonstrar percepção.

Adotar medidas de segurança e biossegurança.

Demonstrar espírito cooperativo.

MÓDULO II Qualificação Profissional Técnica de Nível Médio de AUXILIAR TÉCNICO EM FLORESTAS

O AUXILIAR TÉCNICO EM FLORESTAS é o profissional que orienta, executa o manejo sustentável dos recursos florestais, aplicando técnicas que preservam o meio ambiente e a segurança do trabalhador.

ATRIBUIÇÕES/ RESPONSABILIDADES

Organizar e monitorar o manejo do solo de acordo com suas características, alternativas de otimização dos fatores climáticos e efeitos no crescimento e desenvolvimento de florestas.

Planejar e monitorar ações referentes aos tratos culturais em viveiros e florestas.

Auxiliar na elaboração e execução de projetos topográficos.

Conduzir viveiros de espécies florestais e essenciais.

Prestar serviço de manejo e exploração florestal e empresas extrativistas e florestais e produtores rurais.

Orientar e conduzir atividades de reposição florestal para o manejo de recursos edafoclimáticos.

Executar a manutenção de máquinas e equipamentos florestais.

Demarcar áreas de reflorestamento.

Orientar e executar práticas de conservação e preservação do meio ambiente.

ÁREA DE ATIVIDADES A SUPERVISIONAR A EXECUÇÃO DE ATIVIDADES FLORESTAIS

Supervisionar a aplicação de produtos químicos e orgânicos.

Supervisionar construção e conservação de viveiros.

Supervisionar produção de mudas.

Supervisionar manejo de florestas nativas e comerciais.

CNPJ: 62823257/0001-09 207 Página nº 15

Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Rua dos Andradas, 140 Santa Ifigênia CEP: 01208-000 São Paulo SP

B

PLANEJAR ATIVIDADES FLORESTAIS

Definir objetivos do reflorestamento.

Determinar área para implantação, condução e reforma de florestas.

Definir técnicas de preparo e conservação de solos.

Projetar viveiros.

Elaborar planilha de custos para execução de projetos.

Elaborar plano de custo para execução de projetos.

C

ADMINISTRAR UNIDADES DE PRODUÇÃO

Identificar zonas de amortização em unidades de conservação.

Estabelecer diretrizes de conservação.

D

MONITORAR FAUNA E FLORA

Visitar áreas de intervenção no meio ambiente.

Classificar biomas.

Monitorar a produção e comercialização de produtos florestais.

E

PARTICIPAR DE PESQUISAS FLORESTAIS

Selecionar matrizes de espécies florestais.

Supervisionar banco de dados.

F

ATUAR NA PRESERVAÇÃO E CONSERVAÇÃO AMBIENTAL

Orientar-se sobre a legislação ambiental.

Executar procedimentos de recuperação de áreas degradadas.

CNPJ: 62823257/0001-09 207 Página nº 16

Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Rua dos Andradas, 140 Santa Ifigênia CEP: 01208-000 São Paulo SP

CAPÍTULO 4

ORGANIZAÇÃO CURRICULAR

4.1. Estrutura Modular

O currículo foi organizado de acordo com a Lei Federal n.º 9394, de 20-12-1996;

Resolução CNE/CEB n.º 1, de 5-12-2014; Resolução CNE/CEB n.º 6, de 20-9-2012; Resolução SE n.º 78, de 7-11-2008; Decreto Federal n.º 5154, de 23-7-2004, assim como

as

competências profissionais que foram identificadas pelo Ceeteps, com a participação

da

comunidade escolar.

A organização curricular da Habilitação Profissional de TÉCNICO EM FLORESTAS está

organizada de acordo com o Eixo Tecnológico de “Recursos Naturais” e estruturada em módulos articulados, com terminalidade correspondente à qualificação profissional de nível técnico identificada no mercado de trabalho. Os módulos são organizações de conhecimentos e saberes provenientes de distintos campos disciplinares e, por meio de atividades formativas, integram a formação teórica à formação prática, em função das capacidades profissionais que se propõem desenvolver. Os módulos, assim constituídos, representam importante instrumento de flexibilização e

abertura do currículo para o itinerário profissional, pois que, adaptando-se às distintas realidades regionais, permitem a inovação permanente e mantêm a unidade e a equivalência dos processos formativos.

A estrutura curricular que resulta dos diferentes módulos estabelece as condições básicas

para a organização dos tipos de itinerários formativos que, articulados, conduzem à obtenção de certificações profissionais.

4.2. Itinerário Formativo

O

curso de TÉCNICO EM FLORESTAS é composto por três módulos.

O

MÓDULO I não oferece terminalidade e será destinado à construção de um conjunto de

competências que subsidiarão o desenvolvimento de competências mais complexas, previstas para os módulos subsequentes.

O aluno que cursar os MÓDULOS I e II concluirá a Qualificação Profissional Técnica de

Nível Médio de AUXILIAR TÉCNICO EM FLORESTAS.

CNPJ: 62823257/0001-09 207 Página nº 17

Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Rua dos Andradas, 140 Santa Ifigênia CEP: 01208-000 São Paulo SP

Ao completar os MÓDULOS I, II e III, o aluno receberá o Diploma de TÉCNICO EM FLORESTAS, desde que tenha concluído, também, o Ensino Médio.

MÓDULO I

que tenha concluído, também, o Ensino Médio. MÓDULO I MÓDULO II MÓDULO III SEM CERTIFICAÇÃO TÉCNICA

MÓDULO II

concluído, também, o Ensino Médio. MÓDULO I MÓDULO II MÓDULO III SEM CERTIFICAÇÃO TÉCNICA Qualificação

MÓDULO III

também, o Ensino Médio. MÓDULO I MÓDULO II MÓDULO III SEM CERTIFICAÇÃO TÉCNICA Qualificação Profissional

SEM CERTIFICAÇÃO TÉCNICA

Qualificação Profissional Técnica de Nível Médio de AUXILIAR TÉCNICO EM FLORESTAS

Habilitação

Profissional de

TÉCNICO EM

FLORESTAS

CNPJ: 62823257/0001-09 207 Página nº 18

Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Rua dos Andradas, 140 Santa Ifigênia CEP: 01208-000 São Paulo SP

4.3. Proposta de Carga Horária por Componente Curricular

MÓDULO I SEM CERTIFICAÇÃO TÉCNICA

 

Carga Horária

 

Horas-aula

     
 

Componentes

     

Prática Profissional

Prática Profissional 2,5

   

Total em Horas 2,5

Curriculares

Teórica

Teórica 2,5

Total

Total 2,5

Total em Horas

I.1 Ética e Cidadania Organizacional

 

40

50

00

00

40

50

32

40

I.2 Planejamento e Uso do Solo I

 

40

50

60

50

100

100

80

80

I.3 Morfologia e Taxonomia Vegetal

 

60

50

00

00

60

50

48

40

I.4 Viveiro Florestal

 

40

50

60

50

100

100

80

80

I.5 Saúde e Segurança no Trabalho Florestal

60

50

00

00

60

50

48

40

I.6

Linguagem,

Trabalho

e

40

50

00

00

40

50

32

40

Tecnologia

 

I.7 Estudos e Pesquisas na Área Florestal

40

50

00

00

40

50

32

40

I.8 Representação Gráfica na Área Florestal

00

00

60

50

60

50

48

40

Total 320 350 180 150 500 500 400 400
Total
320
350
180
150
500
500
400
400

CNPJ: 62823257/0001-09 207 Página nº 19

Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Rua dos Andradas, 140 Santa Ifigênia CEP: 01208-000 São Paulo SP

MÓDULO II Qualificação Profissional Técnica de Nível Médio de AUXILIAR TÉCNICO EM FLORESTAS

 

Carga Horária

 

Horas-aula

     
 

Componentes

     

Prática Profissional

Prática Profissional 2,5

   

Total em Horas 2,5

Curriculares

Teórica

Teórica 2,5

Total

Total 2,5

Total em Horas

II.1 Aplicativos Informatizados em Florestas

00

00

40

50

40

50

32

40

II.2

Recuperação

de

Áreas

60

50

00

00

60

50

48

40

Degradadas

 

II.3 Planejamento e Uso do Solo II

00

00

60

50

60

50

48

40

II.4 Silvicultura Básica

 

40

50

40

50

80

100

64

80

II.5 Planejamento do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) em Florestas

40

50

00

00

40

50

32

40

II.6 Mecanização Florestal

 

00

00

80

50

80

50

64

40

II.7 Mensuração Florestal

 

40

50

60

50

100

100

80

80

II.8 Entomologia Florestal

 

40

50

00

00

40

50

32

40

Total 220 250 280 250 500 500 400 400
Total
220
250
280
250
500
500
400
400

CNPJ: 62823257/0001-09 207 Página nº 20

Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Rua dos Andradas, 140 Santa Ifigênia CEP: 01208-000 São Paulo SP

MÓDULO III Habilitação Profissional de TÉCNICO EM FLORESTAS

 

Carga Horária

 

Horas-aula

     
 

Componentes

   

Prática Profissional

Prática Profissional 2,5

   

Total em Horas 2,5

 

Curriculares

 

Teórica

Teórica 2,5

Total

Total 2,5

Total em Horas

III.1 Análise Social e Econômica de Projetos Florestais

40

50

00

00

40

50

32

40

III.2 Manejo de Flora e Fauna

 

00

00

40

50

40

50

32

40

III.3

Tecnologia

de

Produtos

40

50

80

50

120

100

96

80

Florestais

 

III.4

Ações

Cooperativistas,

               

Assistência Técnica Agroflorestal

e

Extensão

40

50

00

00

40

50

32

40

III.5 Arborização Urbana

 

40

50

00

00

40

50

32

40

III.6 Manejo e Inventário Florestal

40

50

80

50

120

100

96

80

III.7 Inglês Instrumental

 

40

50

00

00

40

50

32

40

III.8 Desenvolvimento do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) em Florestas

00

00

60

50

60

50

48

40

Total 240 300 260 200 500 500 400 400
Total
240
300
260
200
500
500
400
400

CNPJ: 62823257/0001-09 207 Página nº 21

Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Rua dos Andradas, 140 Santa Ifigênia CEP: 01208-000 São Paulo SP

4.4.

Curricular

Competências,

Habilidades

e

Bases

Tecnológicas

MÓDULO I SEM CERTIFICAÇÃO TÉCNICA

por

Componente

 
I.1 – ÉTICA E CIDADANIA ORGANIZACIONAL
I.1 – ÉTICA E CIDADANIA ORGANIZACIONAL
 
 
Função: Planejamento Ético e Organizacional
Função: Planejamento Ético e Organizacional
 
COMPETÊNCIAS
COMPETÊNCIAS
 
HABILIDADES
HABILIDADES
   
BASES TECNOLÓGICAS
BASES TECNOLÓGICAS

1. Analisar os Códigos de Defesa do Consumidor, da legislação trabalhista, do trabalho voluntário e das regras e regulamentos organizacionais.

1.1

Interpretar

a

legislação

1.

Conceito

do

Código

de

trabalhista nas relações de

Defesa do Consumidor.

trabalho.

   

1.2

Interpretar

o

Código

de

2. Fundamentos de Legislação Trabalhista e Legislação para o Autônomo.

Defesa do Consumidor nas relações de consumo.

 

1.3

Identificar

o

papel

da

 

legislação no exercício do

3.

Normas e comportamento

trabalho voluntário.

 

referentes aos regulamentos

1.4

Identificar

as

regras

e

organizacionais.

 

regulamentos nas práticas trabalhistas das organizações

4.

Imagem

pessoal

e

institucional.

 

2. Analisar procedimentos para a promoção da imagem organizacional.

2.1

Identificar o contexto de

 

aplicação dos procedimentos na organização e adequá-los, considerando os critérios dos órgãos reguladores do setor de atuação.

5.

Definições

de

trabalho

voluntário

 
   

Lei Federal 9.608/98;

 

Lei

Estadual

 

10.335/99;

 

Discernir ameaças que

possam comprometer a organização. 2.3 Potencializar as oportunidades que impactem na

2.2

 

Deliberações CEETEPS Nº1 /2004.

6.

Definições

e

técnicas

de

trabalho

 

imagem da organização e resultem em novas relações de negócios e parcerias.

 

Gestão

de

autonomia

 

(atribuições

 

e

responsabilidades):

 

de liderança;

3. Relacionar as

técnicas e

3.1

Respeitar

as

diferenças

em equipe.

 

métodos de trabalho com os valores de cooperação, iniciativa e autonomia pessoal e organizacional.

individuais e regionais dos colaboradores no âmbito organizacional.

7.

Código

de

ética

nas

organizações

 

3.2

Identificar

valores

e

 

Públicas;

 
 

encorajar as manifestações de

Privadas.

diversidades culturais e sociais.

 

3.3

Utilizar

técnicas

de

aprimoramento das práticas de convivência com todos os envolvidos no processo de

8. Cidadania, relações pessoais e do trabalho.

9.

Declaração Universal dos

construção das relações profissionais e de consumo.

Direitos Humanos, convenções e

CNPJ: 62823257/0001-09 207 Página nº 22

Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Rua dos Andradas, 140 Santa Ifigênia CEP: 01208-000 São Paulo SP

   

Direitos Humanos no Brasil.

4. Analisar a importância da responsabilidade social e da sustentabilidade na formação profissional e ética do cidadão.

4.1 Identificar e respeitar as ações de promoção de direitos humanos. 4.2 Aplicar procedimentos de responsabilidade social e/ou sustentabilidade na área. 4.3 Utilizar noções e estratégias de economia criativa para agregar valor cultural às práticas de sustentabilidade.

10. Economia criativa

 

Conceitos, estratégias e desenvolvimento.

 

11. Respeito à diversidade cultural e social.

12.

Responsabilidade

social/sustentabilidade

   

Procedimentos para área de “Florestas”.

 
Carga Horária (horas-aula)
Carga Horária (horas-aula)
 

Teórica

40

Prática

00

Total

40

Horas-aula

 

Teórica (2,5)

50

Prática (2,5)

00

Total (2,5)

50

Horas-aula

CNPJ: 62823257/0001-09 207 Página nº 23

Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Rua dos Andradas, 140 Santa Ifigênia CEP: 01208-000 São Paulo SP

 
I.2 – PLANEJAMENTO E USO DO SOLO I
I.2 – PLANEJAMENTO E USO DO SOLO I
 
 
Função: Capacidade de Uso e Manejo do Solo
Função: Capacidade de Uso e Manejo do Solo
 
COMPETÊNCIAS
COMPETÊNCIAS
   
HABILIDADES
HABILIDADES
   
BASES TECNOLÓGICAS
BASES TECNOLÓGICAS
 

1. Correlacionar

 

as

1.1.

Enumerar os diferentes

1.

Origem do solo:

 

características do solo com os diversos fatores de formação.

tipos de solo.

 

formação e classificação

 

1.2.

Identificar as classes de uso

 
 

do solo.

 

2.

Características dos horizontes

 

superficiais e subsuperficiais

 

2. Planejar adequadamente a utilização florestal das glebas, avaliando as características químicas, físicas e morfológicas dos solos.

2.1.

Identificar os horizontes que

 

compõe o perfil do solo.

 

3.

Aspectos

morfológicos,

2.2.

Delimitar o perfil cultural e

propriedades físicas e químicas dos solos:

as propriedades físicas e

químicas do solo.

 

nutrientes:

 
 

2.3. Coletar amostras de solo.

 

o

macronutrientes

e

2.4. Fazer cálculos de calagem e

 

micronutrientes

adubação.

   
 

4.

Análise do solo:

 

3. Avaliar as consequências econômicas, sociais e ecológicas da erosão.

tipos

de

amostragem do solo;

 

3.1 Classificar os erosão e seus efeitos.

 

interpretação dos resultados;

4. Analisar e selecionar métodos de conservação do solo e da água.

4.1.

Selecionar métodos de

diferentes tipos de cálculos de calagem e adubação;

correção e corretivos;

conservação do solo e da água. 4.2. Executar práticas de conservação do solo e da água.

adubos:

 
 

o

químico, orgânico, verde e foliar;

 

o

simples e compostos

 

mistura de fertilizantes

5.

Erosão:

 

tipos:

o

superficial, sulcos, ravinas e voçoroca

impactos

 

técnicos,

ambientais e econômicos

 

6.

Conservação do solo:

métodos

e

técnicas

conservacionistas:

o

vegetativas,

edáficas

e

 

mecânicas

 
 
Carga Horária (Horas-aula)
Carga Horária (Horas-aula)
 

Teórica

40

Prática

60

Total

 

100

Horas-aula

Prática em

 

Teórica (2,5)

50

Prática (2,5)

50

Total (2,5)

 

100

Horas-aula

Laboratório

CNPJ: 62823257/0001-09 207 Página nº 24

Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Rua dos Andradas, 140 Santa Ifigênia CEP: 01208-000 São Paulo SP

 
I.3 – MORFOLOGIA E TAXONOMIA VEGETAL
I.3 – MORFOLOGIA E TAXONOMIA VEGETAL
 
 
Função: Identificação de Espécies Florestais
Função: Identificação de Espécies Florestais
 
 
COMPETÊNCIAS
COMPETÊNCIAS
 
HABILIDADES
HABILIDADES
   
BASES TECNOLÓGICAS
BASES TECNOLÓGICAS

1. Identificar os principais aspectos do Reino Vegetal.

1.1 Caracterizar a evolução das espécies vegetais.

1.

Origem

e

evolução

das

espécies vegetais

 

2.

Analisar as estruturas externa

2.1. Identificar e nomear as estruturas externa e interna.

2.

Órgãos das plantas:

 

e interna da planta e caracterizar

raízes;

 

morfologicamente suas estruturas reprodutivas.

2.2.

Citar as funções das

caule;

estruturas para a planta.

 

folha;

 

2.3.

Nomear as estruturas

estruturas florais:

 

reprodutivas e citar os processos

o

flor e inflorescências

de formação da semente.

 

fruto e semente

3. Analisar o processo de absorção e translocação de nutrientes, correlacionando com o processo de fotossíntese e desenvolvimento das plantas.

3.1.

Fazer o reconhecimento dos

3.

Reprodução:

 

vasos condutores.

 

polinização e fertilização

 

3.2.

Relacionar

as

etapas

do

 

processo

de

absorção

e

4.

Absorção e translocação de

translocação

de

água

e

solutos na planta:

 

nutrientes.

 

vasos condutores:

 

3.3.

Identificar

as

principais

o

xilema e floema

etapas

do

processo

de

 

fotossíntese.

 

5.

Fotossíntese

 

3.4.

Correlacionar o processo de

 

fotossíntese

com

o

6.

Anatomia da madeira:

 

desenvolvimento

vegetal

da

medula;

 

planta.

 

cerne;

4.

Identificar famílias botânicas e

4.1. Utilizar chaves taxonômicas,

alburno;

espécies florestais.

4.2. Identificar espécime a nível

câmbio;

de família, gênero e espécie.

 

casca;

 

4.3.

Classificar e organizar uma

composição da madeira

coleção de plantas.

 

7.

Características das famílias

5.

Correlacionar as estruturas da

5.1

Identificar

cada

parte

botânicas e reconhecer espécies importantes de diferentes famílias

planta com suas funções econômicas.

constituinte

da

planta

e

seus

usos.

   

8.

Confecção de exsicatas:

 

coleta de amostras vegetais;

técnica de herborização (prensa);

ficha de identificação da exsicata;

nomenclatura botânica

 

9.

Técnicas de preservação de

frutos secos e carnosos

 

10. Chaves taxonômicas:

CNPJ: 62823257/0001-09 207 Página nº 25

Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Rua dos Andradas, 140 Santa Ifigênia CEP: 01208-000 São Paulo SP

   

família, gênero e espécie

 
Carga Horária (Horas-aula)
Carga Horária (Horas-aula)
 

Teórica

60

Prática

00

Total

60

Horas-aula

 

Teórica (2,5)

50

Prática (2,5)

00

Total (2,5)

50

Horas-aula

CNPJ: 62823257/0001-09 207 Página nº 26

Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Rua dos Andradas, 140 Santa Ifigênia CEP: 01208-000 São Paulo SP

 
I.4 – VIVEIRO FLORESTAL
I.4 – VIVEIRO FLORESTAL
 
 
Função: Produção Vegetal
Função: Produção Vegetal
 
 
COMPETÊNCIAS
COMPETÊNCIAS
   
HABILIDADES
HABILIDADES
   
BASES TECNOLÓGICAS
BASES TECNOLÓGICAS
 

1.

Planejar

e

implantar

a

1.1 Identificar as estruturas de

1. Viveiro florestal:

 

construção

de

um

viveiro

um

viveiro

florestal

e

sua

importância;

 

florestal com todos os setores

importância.

 

função;

(estruturas,

insumos,

 

classificação:

 

ferramentas

e

equipamentos

 

o

permanente temporário

e

necessários).

 
 

escolha do local

2.

Planejar e executar todas as

2.1. Identificar uma planta matriz, determinando o ponto de colheita de sementes. 2.2. Utilizar técnicas de quebra de dormência de sementes e realizar propagação vegetativa de espécies florestais.

 

práticas culturais necessárias

para produção de mudas florestais via propagação sexuada e assexuada.

2. Dimensionamento de viveiros florestais

3.

Sistema de produção por

 

propagação sexuada:

 

3.

Avaliar o funcionamento dos

3.1 Dimensionar sistemas de irrigação e selecionar materiais necessários para sua construção.

seleção de árvores matrizes, coleta, beneficiamento e armazenamento de sementes de espécies florestais;

sistemas de irrigação utilizados

em viveiros florestais.

 

4. Discernir os métodos de prevenção, erradicação e controle de pragas e doenças em viveiros florestais.

4.1

Realizar

o

controle

de

técnicas

para

quebra de

pragas e doenças.

 

dormência

em

espécies

 

florestais;

 

semeadura:

o

direta

e

indireta

5. Detectar

o

padrão

de

5.1

Conferir

o

controle

de

   

qualidade

das

mudas

para

qualidade das mudas através de

(sementeiras)

teste

de

germinação

de

plantio

e controlar

sua

seleção, classificação

e

sementes;

 

expedição,

bem

como

o

padronização

 

antes

da

   

tipos

de

recipiente

e

transporte para o campo.

 

expedição.

substratos;

 

6.

Avaliar o custo de produção

6.1

Determinar

o

custo

de

tratos culturais

 

das mudas.

produção de uma muda.

 
 

4.

Sistema de produção por

7.

produção de mudas florestais.

Interpretar a legislação para a

a legislação

específica para a produção de mudas.

7.1

Aplicar

propagação assexuada:

seleção de árvores matrizes para coleta de material vegetativo;

técnicas de propagação vegetativa:

 

o

alporquia, mergulhia, enxertia, borbulhia e estaquia

tipos

de

recipientes

e

 

substratos;

 

tratos culturais

 

CNPJ: 62823257/0001-09 207 Página nº 27

Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Rua dos Andradas, 140 Santa Ifigênia CEP: 01208-000 São Paulo SP

   

5.

Sistema

de

irrigação

para

viveiros florestais:

planejamento,

instalação

e

manutenção

 

6.

Manejo de pragas e doenças

em viveiros:

 

controle de plantas daninhas e invasoras

7.

Controle

de

qualidade

e

expedição de mudas

8.

Custo de produção de mudas

florestais

 

9.

Legislação pertinente a viveiro

 
Carga Horária (Horas-aula)
Carga Horária (Horas-aula)
 

Teórica

40

Prática

60

Total

100

Horas-aula

   

Prática em

Teórica (2,5)

50

Prática (2,5)

50

Total (2,5)

100

Horas-aula

 

Laboratório

CNPJ: 62823257/0001-09 207 Página nº 28

Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Rua dos Andradas, 140 Santa Ifigênia CEP: 01208-000 São Paulo SP

 
I.5 – SAÚDE E SEGURANÇA NO TRABALHO FLORESTAL
I.5 – SAÚDE E SEGURANÇA NO TRABALHO FLORESTAL
 
 
Função: Estudos e Pesquisas
Função: Estudos e Pesquisas
 
 
COMPETÊNCIAS
COMPETÊNCIAS
   
HABILIDADES
HABILIDADES
   
BASES TECNOLÓGICAS
BASES TECNOLÓGICAS
 

1.

Avaliar a importância das

1.1 Aplicar conceitos de saúde e segurança no trabalho florestal.

1. Conceitos

de

saúde

e

normas de segurança e saúde no trabalho.

segurança no trabalho

2. Identificar e avaliar as principais causas dos acidentes de trabalho na área Florestal.

2.1.

Identificar

as

causas

de

2.

Acidentes no trabalho rural:

acidentes

no

trabalho

e

os

fator pessoal de insegurança e deficiências técnicas;

agentes de riscos para definir

 

medidas

preventivas

e

riscos

e

danos

em

corretivas.

 

potenciais;

 

2.2.

Recomendar

o

uso

de

acidentes

na

atividade

equipamento

de

proteção

florestal;

 

individual

(EPI)

adequado

organização do trabalho

 

conforme

o

agente

de

risco

 

identificado.

 
 

3.

Agentes físicos:

 

3.

Elaborar

mapas

de

riscos

3.1 Utilizar

mapa

de risco

no

raios, temperatura, chuvas, ventos, radiação solar, vibração e ruídos;

relacionados ao setor florestal.

 

setor florestal.

 

4. Interpretar

as

Normas

4.1. Cumprir as NRs rurais.

 

equipamentos de proteção individual (EPI) e coletivo (EPC):

Regulamentadoras (NRs) voltadas à área Florestal.

4.2. Identificar a importância das

CIPATR, SESTR e PPAT na empresa rural/ florestal.

o

tipos e funções

 

5.

Desenvolver

medidas

de

5.1 Executar atendimento de primeiros socorros em caso de acidentes no trabalho.

 

primeiros socorros.

 

4.

Agentes químicos produtos

 

fitossanitários:

 
 

aquisição, transporte, manipulação, armazenamento, aplicação e descarte;

EPI e EPC:

 

o

tipos e funções

 

5.

Agentes biológicos:

animais venenosos e

peçonhentos,

vírus,

bactérias, ácaros e plantas tóxicas;

EPI e EPC:

 

o

tipos e funções

 

6.

Agentes ergonômicos:

postura

de

trabalho,

movimentos

repetitivos,

CNPJ: 62823257/0001-09 207 Página nº 29

Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Rua dos Andradas, 140 Santa Ifigênia CEP: 01208-000 São Paulo SP

     

excesso de esforço, etc;

EPI e EPC:

 

o

tipos e funções

 

7.

Agentes mecânicos:

ferramentas, máquinas e implementos agrícolas e florestais;

EPI e EPC:

 

o

tipos e funções

 

8.

Risco de combate a incêndios

florestais:

 

prevenção, controle e segurança do combatente;

EPI e EPC:

 

o

tipos e funções

 

9.

Mapas de riscos

10. Normas Regulamentadoras (NR Rurais), CIPA, SESTR e Programas de PPAT (atribuições e objetivos)

11.

Medidas

de

primeiros

socorros

 
 
Carga Horária (Horas-aula)
Carga Horária (Horas-aula)
 

Teórica

60

Prática

00

Total

60

Horas-aula

 

Teórica (2,5)

50

Prática (2,5)

00

Total (2,5)

50

Horas-aula

CNPJ: 62823257/0001-09 207 Página nº 30

Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Rua dos Andradas, 140 Santa Ifigênia CEP: 01208-000 São Paulo SP

 
I.6 – LINGUAGEM, TRABALHO E TECNOLOGIA
I.6 – LINGUAGEM, TRABALHO E TECNOLOGIA
 
 
Função: Montagem e Argumentos e Elaboração de Textos
Função: Montagem e Argumentos e Elaboração de Textos
 
COMPETÊNCIAS
COMPETÊNCIAS
 
HABILIDADES
HABILIDADES
   
BASES TECNOLÓGICAS
BASES TECNOLÓGICAS

1. Analisar textos técnicos, administrativos e comerciais da área de Florestas por meio de indicadores linguísticos e de indicadores extralinguísticos.

1.1

Identificar indicadores

1.

Estudos

de textos

linguísticos e indicadores

técnicos/comerciais aplicados à área de Florestas, a partir do

estudo de:

extralinguísticos de produção de textos técnicos.

1.2

Aplicar procedimentos de

 

Indicadores linguísticos:

 

leitura instrumental (identificação do gênero textual, do público- alvo, do tema, das palavras- chave, dos elementos coesivos, dos termos técnicos e científicos, da ideia central e dos principais argumentos).

vocabulário;

morfologia;

sintaxe;

semântica;

grafia;

pontuação;

acentuação,

1.3

Aplicar procedimentos de

entre outros.

leitura especializada (aprofundamento do estudo do significado dos termos técnicos, da estrutura argumentativa, da coesão e da coerência, da confiabilidade das fontes).

Indicadores

extralinguísticos:

efeito de sentido

e

contextos

socioculturais;

modelos

pré-

 

estabelecidos de

2. Desenvolver textos técnicos, comerciais e administrativos aplicados à área de Florestas, de acordo com normas e convenções específicas.

2.1 Utilizar instrumentos da leitura e da redação técnica e comercial direcionadas à área de atuação.

produção

de

texto;

contexto

profissional

de

2.2

Identificar

e

aplicar

produção

de

 

elementos de coerência e de coesão em artigos e em documentação técnico- administrativos relacionados à área de Florestas. 2.3 Aplicar modelos de correspondência comercial aplicados à área de atuação.

textos