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UNICID – Universidade Cidade de São Paulo Curso de Direito Núcleo de Prática Jurídica – NPJ

UNICID – Universidade Cidade de São Paulo Curso de Direito Núcleo de Prática Jurídica – NPJ Estágio de Prática Jurídica RELATÓRIO DE VISITA II

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o . Sem. – turma __

Prof.: ______________

Nome: ____________________________________________

CA

__________________

Relatório de Audiência Penal

Vara

Criminal -

Comarca:

/

Data __

/200_

___

___

Horário da audiência:

 

Número dos autos: _____________

Nome do(a) juiz(juíza): _____________________________________________________

Nome do(a) representante do Ministério Público: ________________________________

Nome do(a) querelante: 1

___________________________________________________

Nome do(a) advogado(a) do(a) querelante: 2 ____________________________________

Nome do(a) acusado/querelado(a): ___________________________________________

Nome do(a) defensor(a) do(a) acusado/querelado(a): 3 ____________________________

Ação: 4

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Procedimento: 5 ___________________________________________________________

Resumo dos fatos narrados na denúncia ou queixa-crime: _________________________

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Em audiência

Foi respeitada a ordem prevista no art. 396 do CPP: (

___

)

Sim

(

___

)

Não 6

 

Houve pedido de substituição de testemunha: (

)

Sim 7

(

)

Não

___ Número de testemunhas da acusação que foram ouvidas: ________

___

 

Número de testemunhas da defesa que foram ouvidas: ________ Número de testemunhas referidas que foram ouvidas: ________

Houve desistência da oitiva de alguma testemunha: (

___

)

Sim 8

(

___

)

Não

 

Foram abertos os prazos dos arts. 499 e 500 do CPP: (

___

)

Sim

 

(

___

)

Não 9

  • 1 Somente preencher se for ação penal privada.

 
  • 2 Somente preencher se for ação penal privada.

  • 3 Informar no quadro “Resumo dos fatos ocorridos em audiência” se o(a) advogado(a) foi constituído pela parte ou nomeado pelo juízo.

  • 4 Informar se é privada, se é pública incondicionada ou se é pública condicionada; declinando o(s) dispositivo(s) capitulado(s) na denúncia ou na queixa-crime.

  • 5 Exemplos: “procedimento comum” e “procedimento especial”.

  • 6 Desrespeitada a ordem, descrever como foi produzida a prova oral no quadro “Resumo dos fatos ocorridos em audiência” (no verso).

  • 7 Descrever no quadro “Resumo dos fatos ocorridos em audiência” (no verso) o fundamento fático e jurídico do pedido de substituição.

  • 8 Descrever no quadro “Resumo dos fatos ocorridos em audiência” (no verso) quem desistiu e se explicou as razões da desistência.

  • 9 Descrever no quadro “Resumo dos fatos ocorridos em audiência” (no verso) o(s) motivo(s) pelo(s) qual(is) o(s) prazo(s) não foi aberto.

Resumo dos fatos ocorridos em audiência: _____________________________________

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Assinatura do(a) acadêmico(a)

Assinatura e carimbo do(a) juiz(juíza)

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Código de Processo Penal:

Art. 396. Apresentada ou não a defesa, proceder-se-á à inquirição das testemunhas, devendo as da acusação ser ouvidas em primeiro lugar. Parágrafo único. Se o réu não comparecer, sem motivo justificado, no dia e à hora designados, o prazo para defesa será concedido ao defensor nomeado pelo juiz.

Art. 397. Se não for encontrada qualquer das testemunhas, o juiz poderá deferir o pedido de substituição, se esse pedido não tiver por fim frustrar o disposto nos arts. 41, in fine, e 395.

Art. 398. Na instrução do processo serão inquiridas no máximo oito testemunhas de acusação e até oito de defesa. Parágrafo único. Nesse número não se compreendem as que não prestaram compromisso e as referidas.

Art. 404. As partes poderão desistir do depoimento de qualquer das testemunhas arroladas, ou deixar de arrolá-las, se considerarem suficientes as provas que possam ser ou tenham sido produzidas, ressalvado o disposto no art. 209.

Art. 499. Terminada a inquirição das testemunhas, as partes - primeiramente o Ministério Público ou o querelante, dentro de 24 (vinte e quatro) horas, e depois, sem interrupção, dentro de igual prazo, o réu ou réus - poderão requerer as diligências, cuja necessidade ou conveniência se origine de circunstâncias ou de fatos apurados na instrução, subindo logo os autos conclusos, para o juiz tomar conhecimento do que tiver sido requerido pelas partes.

Art. 500. Esgotados aqueles prazos, sem requerimento de qualquer das partes, ou concluídas as diligências requeridas e ordenadas, será aberta vista dos autos, para alegações, sucessivamente, por 3 (três) dias:

I - ao Ministério Público ou ao querelante; II - ao assistente, se tiver sido constituído; III - ao defensor do réu. § 1º. Se forem dois ou mais os réus, com defensores diferentes, o prazo será comum.

§ 2º. O Ministério Público, nos processos por crime de ação privada ou nos processos por crime de ação pública iniciados por queixa, terá vista dos autos depois do querelante.