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Coração, Cabeça e Estômago: Resumo por Capítulo

Paráfrase da obra Coração,Cabeça e Estômagode Camilo Castelo Branco, por Bruno Alves

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, por Bruno Alves Todos os direitos reservados. © 2012-2017 ResumoPorCapítulo.com.br contato@resumoporcapitulo.com.br

PARA ENTENDER A OBRA

ÍNDICE

3

Preâmbulo

3

PRIMEIRA PARTE Coração

4

Sete Mulheres - I

4

Nota

4

Sete Mulheres- II

5

Sete Mulheres - III

5

Sete Mulheres - IV

6

Sete Mulheres - V

Erro! Indicador não definido.

A Mulher que o Mundo Respeita I

Erro! Indicador não definido.

A Mulher que o Mundo Respeita II

Erro! Indicador não definido.

A Mulher que o Mundo Respeita III

Erro! Indicador não definido.

A Mulher que o Mundo Respeita IV

Erro! Indicador não definido.

A Mulher que o Mundo Respeita V

Erro! Indicador não definido.

A Mulher que o Mundo Respeita VI

Erro! Indicador não definido.

A Mulher que o Mundo Respeita VII

Erro! Indicador não definido.

A Mulher que o Mundo Respeita VIII

Erro! Indicador não definido.

Conclusão

Erro! Indicador não definido.

A mulher que o mundo despreza - I

Erro! Indicador não definido.

A mulher que o mundo despreza - II

Erro! Indicador não definido.

A mulher que o mundo despreza - III

Erro! Indicador não definido.

A mulher que o mundo despreza - IV

Erro! Indicador não definido.

A mulher que o mundo despreza - V

Erro! Indicador não definido.

A mulher que o mundo despreza - VI

Erro! Indicador não definido.

A mulher que o mundo despreza - VII

Erro! Indicador não definido.

A mulher que o mundo despreza - VIII

Erro! Indicador não definido.

A mulher que o mundo despreza - IX

Erro! Indicador não definido.

SEGUNDA PARTE Cabeça

Erro! Indicador não definido.

Jornalista - I

Erro! Indicador não definido.

Jornalista - II

Erro! Indicador não definido.

Jornalista - III

Erro! Indicador não definido.

Páginas Sérias da Minha Vida - I

Nota

Erro! Indicador não definido.

Erro! Indicador não definido.

Páginas Sérias da Minha Vida - II

Nota

Erro! Indicador não definido.

Erro! Indicador não definido.

Páginas Sérias da Minha Vida - III

Páginas Sérias da Minha Vida - IV

Páginas Sérias da Minha Vida - V

Páginas Sérias da Minha Vida - VI

Páginas Sérias da Minha Vida - VII

Nota

Erro! Indicador não definido.

Erro! Indicador não definido.

Erro! Indicador não definido.

Erro! Indicador não definido.

Erro! Indicador não definido.

Erro! Indicador não definido.

TERCEIRA PARTE Estômago

De como me casei - I

Erro! Indicador não definido.

Erro! Indicador não definido.

De como me casei - II

Erro! Indicador não definido.

De como me casei - III

Erro! Indicador não definido.

De como me casei - IV

Erro! Indicador não definido.

De como me casei - V

Erro! Indicador não definido.

De como me casei - VI

Erro! Indicador não definido.

De como me casei - VII

Erro! Indicador não definido.

De como me casei - VIII

Erro! Indicador não definido.

De como me casei - IX

Erro! Indicador não definido.

De como me casei - X

Erro! Indicador não definido.

O editor ao respeitável público

QUESTÕES DE VESTIBULARES

Erro! Indicador não definido.

Erro! Indicador não definido.

CORAÇÃO, CABEÇA E ESTÔMAGO: RESUMO POR CAPÍTULO

PARA ENTENDER A OBRA

Publicado em 1862, Coração, Cabeça e Estômago é editado como o relato de um português que divide suas experiências pessoais em três fases, cada uma identificada com uma das partes do corpo, conforme o título. Em sua trajetória o narrador vai de um romantismo apaixonado, passa por um racionalismo calculado e termina com uma aceitação da vida como ela é, sem grandes paixões ou idealizações. A obra inova ao abordar uma história que não é de sucesso, nem de total fracasso, mas de uma existência média e reflexiva.

Este resumo destina-se a contar o livro em uma linguagem mais acessível e concisa, sem deixar de lado os episódios que sustentam a obra como um todo e explicando alguns pontos que podem não ficar claros apenas com a leitura do texto original. Em alguns casos, para explanações mais completas sobre fatos históricos e expressões da época, há links que podem ser acessados diretamente no texto.

Caso restem dúvidas quanto à obra ou ao próprio resumo, entre em contato pelo site

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Preâmbulo

O autor, em uma conversa com Faustino Xavier de Novais, um amigo seu, relata a morte de Silvestre da Silva. Tal homem, por ser um filósofo, não poderia ser considerado morto, mas apenas metamorfoseado: suas partículas haviam se desintegrado para fazerem parte de outros seres e elementos, os quais davam continuidade à sua existência.

Alguns credores de Silvestre interessaram-se pelos papéis dos quais o autor fora herdeiro, porém estes não eram papéis de crédito, e sim pedaços de um romance, publicados agora neste livro.

A obra divide-se em três volumes: Coração, escrito entre 1844 e 1854, quando Silvestre fez “tolice brava”; Cabeça, fruto de uma transfiguração ocorrida entre 1855 e 1860; e Estômago, consequência dos maus resultados atingidos com seus “sistemas de cabeça”, entre 1860 e 61, quando falecera. Estes textos precisariam ser adulterados para formarem um romance, porém seriam publicados da forma como estavam: histórias

No último volume havia

soltas, algumas sem começo, outras que começam pelo fim

algumas poesias, mas foram retiradas por estarem fora do contexto da obra, além de

serem vulgares.

Os escritos de Silvestre da Silva, segundo o autor, era repleta de imoralidades:

questionamentos existenciais e religiosos que poderiam levar seus leitores ao inferno.

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CORAÇÃO, CABEÇA E ESTÔMAGO: RESUMO POR CAPÍTULO

PRIMEIRA PARTE Coração

Sete Mulheres - I

Silvestre relata que amou as sete primeiras mulheres que conheceu em Lisboa.

Leontina, uma órfã que vivia de caridade com um ourives, amigo de seu falecido pai, foi a primeira delas. Não “tinha ideias”, mas seus olhos e jeitos eram bonitos. Era vizinha de Silvestre, que a disputava com um outro vizinho, um algibebe que ia mal nos negócios por distrair-se em seus galanteios.

Certo dia Silvestre recebeu uma carta anônima que o ameaçava de morte, caso continuasse a morar ali. Mostrando-a a Leontina, ela reconheceu a letra do algibebe, que

a escrevera em outras ocasiões. Como vingança a garota mandou sua criada atirar no moço cascas de melão.

Tempos depois Leontina desapareceu, até enviar-lhe um bilhete de Almada, contando que o namoro dos dois fora denunciado pelo algibebe ao seu padrinho, o ourives, e por isso se mudaram.

O tal padrinho era viúvo e também se interessava em Leontina, a contragosto de suas

duas filhas, que não a queriam ter como madrasta. De qualquer forma, ele ofereceu-lhe “a mão, e uma pulseira de brilhantes”, que a fez esquecer-se rapidamente de Silvestre.

Isto é tudo que Silvestre soube a respeito de sua primeira amada.

Nota

O autor do livro conta que soube mais sobre o destino de Leontina: após casar-se com o

ourives, ela desfrutou o quanto podia da riqueza do marido, até que ele descobriu o filho

de seu primo, Anselmo, escondido no quarto da empregada após uma noite de festa.

Leontina foi para o Convento da Encarnação, onde ficou por dois anos, até que o marido

a reencontrasse para viajarem juntos. Quando retornavam para casa o ourives faleceu e a deixou com quase toda a herança e alguns poucos rendimentos às suas filhas.

Nessa época Leontina lembrou-se de Silvestre e pediu a um compadre que procurasse por ele. Porém, antes, reencontrou o algibebe, que havia ganhado um prêmio de loteria e fechado sua loja: com ele se casou, indo morar em Buenos Aires.

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CORAÇÃO, CABEÇA E ESTÔMAGO: RESUMO POR CAPÍTULO

Sete Mulheres- II

A segunda mulher que amou também era sua vizinha. Como Silvestre vivia em uma

esquina, podia mudar de amores de uma janela à outra, sem que suas amadas desconfiassem de tal variação.

O romance se deu com trocas de olhares por meio das persianas da casa da jovem, a

qual ele nem soube o nome. Enviou-lhe cartas e poesias, que foram correspondidas com apreço. Após adoecer por onze dias, soube que fora procurado por um galego da tal casa

e nunca mais abriu a janela por onde se comunicava com sua segunda amada.

Silvestre soube depois a história daquela mulher: apaixonada por um conde de Lisboa, fugiu da casa dos pais e viveu sustentada por seu amante, que casou-se com outra. Tentou retornar à família, mas não teve perdão dos familiares.

O terceiro amor de silvestre era uma quarentona que frequentava a hospedagem em que

estava Silvestre. D. Catarina, ótima dançarina e conversadora, declarou-se a ele e enviou-lhe algumas cartas, nas quais listava suas posses inclusive uma dezena de burrinhos em Cacilhas, que lhe davam renda.

Silvestre falava-lhe mais sobre os fatos do coração e foi visitar a janela de seu quarto certa noite, quando foi surpreendido pelo irmão possessivo de Catarina, que o recebeu com espada em punho. Após sua fuga a mulher lhe enviou uma carta em que exigia um casamento, visto que ficaria mal falada, mas Silvestre recusou a oferta.

Cinco anos depois se soube que D. Catarina foi ao Pará com seu irmão, após herdarem alguns contos de um tio. Ela havia comprado um palácio em Benfica, que ordenara reformar. Silvestre perguntou sobre os burrinhos de Cacilhas ao homem que lhe contou tais fatos, e ele respondeu que poderia encontrá-los no Ministério e no Parlamento.

Sete Mulheres - III

Convidado por um amigo a uma reunião de famílias, Silvestre foi apresentado por um cavalheiro a algumas damas, sobre as quais ele alertou um defeito: elas amavam a todos

os homens. Interessado somente em ser amado, Silvestre trocou olhares com uma das moças e conseguiu saber seu endereço.

Após visitar por algumas vezes a residência de sua quarta mulher amada e sempre encontrá-la fechada, Silvestre indagou a uma vizinha sobre quem morava ali. Ela relatou viviam um sujeito e outras três moças, que pareciam suas irmãs.

Nesse dia, por acaso, Silvestre encontrou-se com o cavalheiro que havia lhe apresentado

as moças na reunião familiar e confessou-lhe seu romance. O rapaz disse que conhecia a

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CORAÇÃO, CABEÇA E ESTÔMAGO: RESUMO POR CAPÍTULO

tal menina, chamada Clotilde, e que ela era sua esposa, mas que se quisesse poderia ficar com uma de suas duas cunhadas. Envergonhado, Silvestre retirou-se.

Sete Mulheres - IV

A dona do hotel em que morava, D. Martinha, também fora amada por Silvestre: ela lhe

dava o melhor quarto, a melhor manteiga, cafés além da conta poucos anos, tinha um bom corpo e cabelos sempre enfeitados.

Viúva, com trinta e

Nos jantares de domingo D. Martinha dançava voluptuariamente após tomar vinho de Setúbal, trazido sempre por seu tio sexagenário. Os amigos de Silvestre compareciam a estas noites e admiravam a figura, mas garantiam que ela amava somente a ele. Ao saber do amor do rapaz, a viúva revelou que sentia ciúmes de seus outros amores.

Tudo corria bem até que uma mulata foi contratada como criada do hotel: era a sexta mulher a ser amada por Silvestre. Sabendo do romance de seu amante com a viúva, a empregada convidou-o para mostrar-lhe D. Martinha “no momento em que ela for mais digna de sua compaixão”: Silvestre viu a senhora entregando-se ao tal tio sexagenário que lhe levava vinhos. Perturbado, decidiu sair do hotel.

A mulata passou a visitá-lo aos domingos, mas em três semanas desapareceu: casou-se com um brasileiro rico que a levou para viver numa província. Três anos depois Silvestre a encontrou vestida ricamente num Teatro, ao lado de seu companheiro.

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