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Petrologia Sedimentar

RESUMO P1 DE PETROLOGIA SEDIMENTAR

Importância do estudo de rochas sedimentares:

Sedimentos representam

cerca

de

70%

dos materiais

presentes

na

superfície

da

Terra.

Registram os principais acontecimentos da atmosfera, biosfera e hidrosfera. São recipientes

de importantes jazidas minerais, como ouro, diamantes, petróleo, água potável, fosfatos, etc.

Origem dos sedimentos:

São formados a partir de intemperismo físico e químico de rochas pré-existentes. Os elementos

formadores

incluem

partículas

e

minerais

primários

metaestáveis, minerais

secundários,

minerais instáveis, íons solubilizados em água, fragmentos de rochas metaestáveis e instáveis,

além

de

freáticas

fragmentos

e

águas

de

orgânicos.

formação,

Participam

além

de

do

processo petrogenético

águas

meteóricas,

CO2,

O2

e

organismos,

incluindo bactérias.A

petrogênese sedimentar ocorre sob valores relativamente baixos de pressão e temperatura.

Ciclo sedimentar

Uma rocha sofre intemperismo e os produtos podem ser removidos mecanicamente ou em

solução. O processo de remoção dos produtos de intemperismo é conhecido por erosão e a

movimentação desses materiais é chamada de transporte. Os sedimentos transportados são

eventualmente depositados, em geral, no mar. Lá, eles são acumulados, compactados e, pela

diagênese, podem formar rochas sedimentares. Movimentos crustais podem elevar essas rochas

acima do nível do mar e o ciclo se reinicia.

Intemperismo É o conjunto de processos físicos, químicos e biológicos que ocasionam a desintegração e a decomposição das rochas.

Intemperismo Físico

Se trata de esforços mecânicos na rocha causando a desagregação da mesma gerando sedimentos como produto. Três são as principais causas:

Alivio de Pressão: As rochas possuem propriedades elásticas e acham-se comprimidas a grandes profundidades pelo peso das rochas superpostas. Quando as rochas de cima são gradualmente intemperizadas e erodidas, a pressão exercida é aliviada. Então as rochas expandem-se e frequentemente provocam fraturas.

Cristalização de Sais e Congelamento da Agua: Ocorre quando a água que percola ao longo de fissuras e entre os grãos e cristais das rochas sofre congelamento. Isso se deve ao fato

de a água aumentar 9% de volume quando sofre congelamento. Essa variação de volume causa o fraturamento da rocha.

Expansão Térmica: Ocorre em áreas com grandes amplitudes de variação térmica entre o dia e a noite. As rochas expandem-se e contraem-se em virtude dessas variações de temperatura causando a desagregação.

Intemperismo Químico Ocorre quando o equilíbrio do conjunto de átomos, que constituem os minerais, é rompido e ocorrem reações químicas que conduzem o mineral a um arranjo mais estável em suas novas condições. O principal agente de intemperismo é a água. Poucos minerais formadores de rochas reagem com a água pura, exceto os minerais mais solúveis de evaporitos. Mas as águas subterrâneas e pluviais são frequentemente ácidas devido à dissolução de CO 2 da atmosfera, formando ácido carbônico diluído. Reações que podem ocorrer:

Dissolução: O volume de material dissolvido depende da quantidade e qualidade da água envolvida e da solubilidade do material. A halita é muito solúvel mesmo em agua pura, portanto só vai existe se o clima for extremamente seco.

Oxidação: É uma reação do oxigênio para forma óxidos e com o oxigênio e a agua para formar hidróxidos.

Hidratação: Se trata da adição de agua a um mineral sem que ocorra qualquer reação química.

Hidrólise: É uma reação química entre os íons da agua e os íons do mineral.

Quelação: É um processo orgânico pelo qual cátions metálicos são incorporados as moléculas de hidrocarbonetos.

Erosão Erosão é o processo de desgaste, transporte e sedimentação do solo, dos subsolos e das rochas como efeito da ação dos agentes erosivos, tais como a água, os ventos e os seres vivos. Tipos de Erosão Erosão Pluvial: É causada pela água das chuvas. Em menor intensidade, ela provoca apenas a lavagem dos solos, mas, em grandes proporções, provoca alterações mais intensas, com erosões mais profundas. Erosão Fluvial: É causado pela água dos rios transformando o seu curso em vales mais profundos do que o seu entorno. Erosão Marinha: causada pelo desgaste de rochas e solos litorâneos pela água do mar, contribuindo para a formação de praias e de paisagens costeiras, tais como as falésias. Erosão Eólica: é causada pela ação dos ventos, que provoca o intemperismo das rochas e também atua no transporte de sedimentos para zonas mais distantes dos pontos de erosão. Erosão Glacial: ocorre com o congelamento dos solos e a consequente movimentação em blocos. Erosão Gravitacional: esse tipo de erosão costuma ocorrer em localidades muito inclinadas, como em cadeias montanhosas.

Transporte O transporte e os seus processos traduzem-se no carregamento dos produtos de intemperismo de um local para o outro. Três principais tipos de transporte:

Agua: O transporte por agua pode carregar sedimentos mais grossos, podendo ocorrer por correntes, ondas, etc. Formando estruturas como ripples de onda e corrente. Vento: O vento é um grande agente selecionador de sedimentos, formando estruturas sedimentares como dunas de praias. Gelo: As geleiras promovem o deslocamento do material sedimentar declive abaixo através de um vale glacial, podendo carregar sedimentos muito grandes como blocos.

Tipos de Sedimentos:

De acordo com sua origem, os sedimentos podem ser classificados em três grupos: Sedimentos gerados pelo intemperismo dos continentes, sedimentos gerados a partir de restos de organismos que secretam conchas minerais e sedimentos compostos pela precipitação de cristais inorgânicos quando elementos químicos dissolvidos na água se combinaram para formar novos minerais.

Sedimentos Clásticos: São as acumulações de partículas clásticas, ou seja, aquelas geradas pela fragmentação das rochas pré-existentes na superfície, sujeitas a intemperismo. Sedimentos Químicos Os sedimentos químicos formam-se no local de deposição ou próximo a ele. Sedimentos Bioquímicos: Os sedimentos bioquímicos são minerais não-dissolvidos de restos de organismos ou minerais precipitados por processos biológicos.

Propriedades do Grão

Forma: Razão entre os eixos curto, intermediário e longo.

grãos ao longo do transporte e uma

consequente homogeneização granulométrica, formando um sedimento com poucas classes

granulométricas.

Grau de Seleção:

Significa a redução do tamanho dos

Textura do Sedimento: Textura é um elemento descritivo das rochas sedimentares, importante na classificação da rocha, interpretação do mecanismo deposicional e ambiente. Permite inferir relação entre porosidade e permeabilidade.

Arredondamento: É o grau de curvatura dos cantos e arestas do grão, reflete o tempo e a distância de transporte

Esfericidade: É o quanto a forma de um sedimento se assemelha a uma esfera perfeita.

Porosidade: É a percentagem de espaços vazios dentro da rocha quando comparado ao seu volume total. Existe dois tipos de porosidade: Intragranular: Dentro do grão e a Intergranular:

Entre os grãos.

Permeabilidade: É a propriedade que permite a passagem de fluidos através da rocha.

Maturidade Textural: O grão de seleção, arredondamento e conteúdo de matriz indicam a maturidade textural. A maturidade é uma medida do quanto o sedimento foi intemperizado, transportado e retrabalhado, até atingir o produto final.

Estruturas Sedimentares

Estruturas Sedimentares são feições geológicas formadas a partir de determinados tipos de transporte e tamanho de grão que podem ser estudadas em afloramentos, barrancas, cortes de

estradas, etc

processos físicos atuantes durante a sedimentação. As secundárias são formadas logo após ou muito tempo depois da deposição.

Podem ser subdivididas em primárias e secundárias. As primárias Resultam de

Estruturas Pré-deposicionais: Ocorrem antes da deposição. São estruturas interestratais, ou seja, situadas entre as camadas e podem ser aerodinâmicas e hidrodinâmicas.

Canais: Estrutura de grande porte, com base côncava,erosional, com sedimentos horizontais adjacentes

Escavação e Preenchimento: São feições erosivas bem menores que os canais, sendo as suas dimensões de decímetros a alguns metros.

Turboglifos: São originados a partir de séries de pequenas escavações assimétricas alongadas, dispostas paralelas sobre o substrato lamoso.

Marcas de sulcos: São originadas por objetos (seixos,conchas,etc.).

Estruturas Sin-deposicionais: Ocorrem durante a deposição, são estruturas intraestratais, ou seja, situadas no interior das camadas e podem ser aerodinâmicas e hidrodinâmicas.

Estratificação e laminação plano-paralela: Ocorre em regime de fluxo superior, associada a lineação de partição.

Estratificação e laminação cruzada: Ocorre como planos e lâminas inclinadas em relação ao acamamento, tanto em conglomerados, arenitos e calcários. Tipos Principais: Estratificação cruzada tabular; Estratificação cruzada acanalada;

Ripples: São ondulações de pequeno porte devido a ação da agua e vento sobre sedimento não coesivo.

Estratificação Gradacional: Ocorre uma diminuição do tamanho de grão da base para o topo da camada, formada por corrente de turbidez.

Estrutura Maciça: Camada que não apresenta estrutura interna.

Estratificação flase, lenticular, wavy: São ondulações arena-siltosas com deposição de argila e laminações cruzadas.

Gretas de Contração: Exposição subaérea de camada argilosa causando fendas de ressecamento.

Pingos de chuva: Pequenas impressões causadas por pingos de chuva.

Estruturas pós-deposicionais: Ocorre após a deposição geralmente quando os sedimentos ainda se encontram embebidos em água.

Escorregamento e Deslizamentos: Falhamentos sinsedimentares provocam escorregamentos e deslizamentos de sedimentos recém-depositados.

Camadas Convolutas: São estruturas de deformação plástica com dobras atectônicas devido à compactação.

Diques de Arenito: São projeções verticais de areia penetrando em camadas superiores/inferiores.

Estruturas Sedimentares Químicas: São resultados da diagênese.

Estruturas Biogênicas: Feições produzidas pela atividade em vidas dos animais nos sedimentos moles.

Fáceis sedimentares: Designa-se pelo somatório de todos os aspectos litológicos (composição, textura, estruturas sedimentares e cor), paleontológicos (conteúdo e registro fossilífero), geométricos e paleocorrentes, que integram uma unidade estratigráfica, tornando-a única e identificável entre aquelas ao seu redor.

Associação de Fáceis: Consiste em um conjunto faciológico onde cada unidade individual representa o registro de um determinado processo deposicional.

Bacias Sedimentares: São formações rochosas localizadas em áreas de depressões relativas ou absolutas, que acumulam espessas camadas ou estratificações formadas por rochas sedimentares.

Extensionais: Produzem uma série genético de bacias que se iniciam em um vale de rift e terminam em bacias oceânicas.

Compressivas: Produzem bacias associadas a zonas de subducção.

Transcendentes: São formadas por deslocamentos laterais dos blocos ao longo de falhas transformantes.

Deposição: A deposição corresponde à fase de sedimentação e/ou acumulação de partículas essencialmente minerais, em meios subaquosos ou subaéreos móveis, sob condições físicas e químicas normais.

Diagênese: É o conjunto de fenómenos físicos e químicos que transformam os sedimentos móveis em rochas sedimentares compactas. Estas mudanças acontecem em temperatura e pressão relativamente baixas e resultam em alterações mineralógicas que originam rochas.

Processos Diagenéticos

Compactação: Os sedimentos vão sendo comprimidos por acção dos sedimentos que sobre eles se vão depositando. Assim, os materiais que se encontram por baixo são sujeitos a um aumento de pressão, o que vai provocar a expulsão de água que existe entre eles.

Cimentação: Ente os espaços dos diferentes sedimentos pode ocorrer a precipitação de substâncias químicas dissolvidas na água. Este fenómeno resulta na agregação de sedimentos, com a ajuda da substância precipitada.Existem 3 tipos de cimento:

Carbonatico: Com maior quantidade de calcita.

Silicoso: Com maior quantidade de silica.

Ferruginoso/hematitico/oxido de ferro: Com maior quantidade de ferro, o oxido de ferro tem um grande poder de coloração para o vermelho.

Recristalização : Os minerais alteram as suas estruturas cristalinas. Este fenómeno ocorre devido a alterações das condições de pressão, temperatura, circulação de água, onde estão dissolvidos certos ions.

Dissolução por Pressão: Ocorre nas massas rochosas sedimentares ao longo de certo planos, produzindo uma variedade de superficies suaves e irregulares.

Dissolução Congruente: Todo o sedimento é dissolvido;

Dissolução incongruente: Ocorre a dissolução incompleta, gerando produto sólido.

Componentes Constituinte das Rochas Sedimentares

Componetes Terrigenos: São substancias minerais provenientes da erosão de uma area situada fora da bacia de sedimentação.

Componentes aloquímicos: São compostos minerais derivados do retrabalhamento de substancias quimicas precipitadas no interior da bacia de sedimentação.

Componentes Ortoquímicos: São os precipitados químicos normais, produzidos na bacia.

Classificação das rochas sedimentares

Clasticas/detriticas: São formadas por clastos (particulas de fora da bacia), mateiras resultantes da erosão de rochas ja existentes, a composição da rocha depende da area fonte e a textura é controlada pelo ambiente.Exemplos: Pelitos, Arenitos, Conglomerados.

Quimicas: São resultante de sedimentos quimicos. São formadas por minerais resultantes da precipitação de substancias em solução ou por evaporaçãoo da agua. Exemplos: Rochas Carbonáticas, evaporitos, fosfáticas, silicosas.

Híbridas: Possuem uma mistura de sedimentos clasticos e quimicos.

Vulcanoclasticas: São formadas por processos sedimentares de erosão e deposição de material vulcanico.

Classificação com base no tamanho de grão

por processos sedimentares de erosão e deposição de material vulcanico. Classificação com base no tamanho de

ARGILITOS (75%): São rochas lutáceas (granulação de argila, menor que 0,004 mm) maciças e compactas, sendo compostas por argilas litificadas, isto é, argilas compactadas e exibindo orientação dos minerais foliados.

Importância: Fontes de hidrocarbonetos, fontes de agua com íons e solventes, indústria da cerâmica e fonte de metal.

ROCHAS PELITICAS: São rochas com tamanho de grão de argila, são formadas em ambientes aquosos com um nível de energia muito baixo ou são resultados do transporte pelo vento.

Composição: Quartzo, feldspato em frações mais grossas, argilominerais em frações mais finas, carbonatos, óxidos e hidróxidos de ferro.

Estrutura:

Fissilidade: Disposição de filossilicatos em planos paralelos.

Laminação: Estratificação menor que 1cm, possui alternância de grãos mais finos e grossos, camadas mais claras e mais escuras, ou seja, com mais ou menos carbonatos.

ARENITOS: Rocha formada pelo grão do tamanho areia.

Composição: Quartzo, feldspato (ou outros minerais de origem ígnea) e fragmentos líticos.

Maturidade: Depende da seleção, arredondamento e conteúdo de lama.

Arenito Quartozoso: São formados por mais de 95% de quartzo. Sua cor é em geral branca podendo ser rósea ou avermelhada (devido ao revestimento de hematita que envolve os grãos).

Arenito arcosianos: Contêm mais de 25% de feldspato. O arcósio típico é uma rocha de granulação grossa e coloração cinza ou rósea-avermelhada.

Arenitos líticos: São caracterizados por conter mais de 25% de partículas detríticas de fragmentos de rochas, e por ter pouca ou nenhuma matriz. Apresentam em geral cor cinza e abundantes partículas líticas.

Grauvacas: São de coloração cinza-média à escura, compostas de grãos com granulometria variada. A fração arenosa tem quartzo, e proporções variáveis de feldspatos e partículas líticas, além de micas detríticas.

CONGLOMERADOS: É uma rocha formada por clastos rolados, de tamanho superior à 2 mm, agrupados por um cimento, formando um depósito consolidado.

Oligomítico: Apenas 1 tipo de clasto.

Poligomítico: Clastos de vários minerais diferentes.

Ortoconglomerado: Possui pouca matriz com os clastos se tocando.

Paraconglomerado: Possui um conteúdo maior de matriz sem que ocorra o contato entre clastos.

BRECHA: Possui fragmentos mais angulosos indicando pouco transporte dos clastos.

EVAPORITOS: São depósitos formados a partir da evaporação da agua, com comunicação restrita com o mar abertos submetidos a intensa evaporação em climas áridos a semiáridos.

Importancia Formações de Halita são famosas por sua habilidade de formar diápiros que produzem locais ideais para formar armadilhas e rochas selantes ou impermeáveis para os depósitos petróleo.

Evaporitos marinhos: Tendem a ter maior deposição, Eles também têm um sistema de evaporação, os minerais são depositados em uma ordem definida.

Evaporitos Não-Marinhos: Evaporitos não marinhos são geralmente compostos de minerais que não são comuns em ambientes marinhos.

Salinas: É uma área de produção de sal marinho pela evaporação da água do mar ou de lagos de água salgada. O sal marinho formado na salina é uma rocha sedimentar química que tem origem na precipitação, quando está sofrendo evaporação.

Salinas em mares abertos: Relacionada com o isolamento de uma parte da agua do oceano onde a mesma é evaporada e forma evaporitos.

Domos de Sal: É um tipo de domo estrutural formado quando una cama espessa de minerais evaporíticos (principalmente sal, ou halita) encontra-se verticalmente em profundidade em torno de estratos de rocha, formando um diapiro. É importante na geologia do petróleo porque as estruturas de sal são impermeáveis e podem conduzir à formação de uma armadilha estratigráfica.

Rosa do Deserto: É uma formação mineral que cresce em terrenos arenosos fazendo-se em pequenas flores de areia cristalizada e não em bastões como a branca Selenita, é associada com evaporitos e se forma em subsuperfície pela evaporação da agua subterrânea.

Sabkhas: São formados em condições subaéreas em continentes e desertos.

Sabkhas costeiros: São formados no limite continental-marinho.

ROCHAS FOSTÁTICAS: São as principais jazidas de fosfato para fertilizantes e possuem uma concentração de uranio, vanário e flúor.

Composição: Apatita, fosfato de cálcio.

Fontes de Fosfatos

Ressurgência: Consiste na remoção das aguas superficiais mais leves e mais aquecidas de regiões litorâneas por ação dos ventos paralelos à costa e sua distribuição por aguas de profundidade, mais frias e, portanto, mais densas.

Acumulações de excrementos fosfáticos de vertebrados: Quando existe a presença muito grande de aves.

Alterações intempéricas

ROCHAS

ferruginosos.

FERRIFERAS:

São

rochas

que

possuem

Importância: São as maiores jazidas de ferro.

uma

maior

quantidade

de

sedimentos

Composição: Óxidos e Hidróxidos, hematita, magnetita, geothita, limonita.

Fontes de Ferro: Os ambientes de formação de ferro são: planícies de mare e regiões paludiais, oceanos localizados em regiões tropicais, bacias profundas, e em ambientes com vulcanismo ativo.

Formação Ferrífera Bandada: São rochas sedimentares químicas compostas por bandas alternadas de óxido de ferro e bandas chert e/ou jasper. O bandamento típico é caracterizado pela repetição de bandas ricas em óxido de ferro com cor cinza à preta, alternando com bandas pobres em óxido de ferro, geralmente de cor vermelha ou branca, e de espessuras milimétricas ou centimétricas. O conceito convencional é que as camadas de formações ferríferas bandadas foram precipitadas da água do mar como resultado de oxigênio liberado pela fotossíntese cianobactérias. O oxigênio então se combinou com o ferro dissolvido nos oceanos da Terra para formar óxidos de ferro insolúveis, que precipitaram formando uma fina camada no fundo do oceano, o que pode ter sido uma lama anóxica (formando xisto e chert).