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28/08/2017

Formação do estado brasileiro - formação constitucional do estado brasileiro

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Formação do estado brasileiro

Respostas   Formação do estado brasileiro Enviado por: Rozelaine Rauter da Silva | 2 comentários

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Arquivado na FACENSA Download Curtir 4 Tw eet (Parte 2 de 3) 1818 – Com a

(Parte 2 de 3)

1818 – Com a morte da mãe, dona Maria I, o regente é coroado rei de Portugal, do Brasil e de Algarves, no Rio de

Janeiro, com o título de dom João VI.

1819 – Com a vinda de imigrantes suíços para a região de Nova Friburgo, no Rio de Janeiro, têm início as primeiras

experiências de substituição de mão-de-obra escrava por imigrantes estrangeiros, principalmente europeus. Esse

movimento, no entanto, se torna mais significativo a partir de 1870.

1821 – O Brasil anexa a Banda Oriental (atual Uruguai) a seu território, como Província Cisplatina. Localizada na

entrada do estuário do Prata, a Cisplatina é uma área de alto valor econômico e estratégico para brasileiros e argentinos

em relação ao controle da navegação e ao comércio de toda a bacia Platina.

As Cortes Constituintes – o Parlamento português – impõem a dom João VI o juramento antecipado da primeira

Constituição portuguesa e exigem sua volta. No ano anterior havia estourado em Portugal a Revolução do Porto,

movimento liberal e antiabsolutista da burguesia. Depois de se comprometer a seguir a futura Constituição, dom João VI

regressa a Portugal, deixando dom Pedro, seu filho mais velho, como regente do Reino Unido do Brasil. Dom João

submete-se ao regime constitucionalista, mas readquire plenos poderes monárquicos em 1823, enfrentando sua mulher,

a espanhola Carlota Joaquina, e seu filho dom Miguel na luta pelo trono.

1822 – Pressionado pelas Cortes Constituintes, dom João VI chama dom Pedro a Lisboa. O príncipe regente resiste às

pressões por considerá-las tentativa de esvaziar o poder da monarquia. Sua decisão de permanecer no Brasil é

anunciada no dia 9 de janeiro, o Dia do Fico. Ele conta com o apoio de um grupo de políticos brasileiros, defensor da

manutenção do Brasil como Reino Unido, que organiza um abaixo-assinado pedindo-lhe que não deixe o Brasil.

Dom Pedro recusa fidelidade à Constituição portuguesa e convoca a primeira Assembléia Constituinte brasileira. Após

ter declarado inimigas as tropas portuguesas que desembarcassem no Brasil, o príncipe regente publica o Manifesto às

Nações Amigas, redigido por José Bonifácio, o Patriarca da Independência, justificando o rompimento com as Cortes de

Lisboa e assegurando a independência do Brasil, mas como reino irmão de Portugal.

Pós-Independência

Os primeiros países que reconheceram a independência do Brasil foram os Estados Unidos e o México. Portugal exigiu

do Brasil o pagamento de 2 milhões de libras esterlinas para reconhecer a independência de sua ex-colônia. Sem este

dinheiro, D. Pedro recorreu a um empréstimo da Inglaterra. Embora tenha sido de grande valor, este fato histórico não

provocou rupturas sociais no Brasil. O povo mais pobre se quer acompanhou ou entendeu o significado da

independência. A estrutura agrária continuou a mesma, a escravidão se manteve e a distribuição de renda continuou

desigual. A elite agrária, que deu suporte D. Pedro I, foi a camada que mais se beneficiou.

Proclamação da República

No final da década de 1880, a monarquia brasileira estava numa situação de crise, pois representava uma forma de

governo que não correspondia mais às mudanças sociais em processo. Fazia-se necessário a implantação de uma

nova forma de governo que fosse capaz de fazer o país progredir e avançar nas questões políticas, econômicas e

sociais.

Crise da Monarquia

A crise do sistema monárquico brasileiro pode ser explicada através de algumas questões:

1. Críticas feitas por integrantes do Exército Brasileiro, que não aprovavam a corrupção existente na corte. Além

disso, os militares estavam descontentes com a proibição, imposta pela Monarquia, pela qual os oficiais do

Exército não podiam se manifestar na imprensa sem uma prévia autorização do Ministro da Guerra;

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Formação do estado brasileiro - formação constitucional do estado brasileiro

2. A classe média ( funcionário públicos, profissionais liberais, jornalistas, estudantes, artistas, comerciantes)

estava crescendo nos grandes centros urbanos e desejava mais liberdade e maior participação nos assuntos

políticos do país. Identificada com os ideais republicanos, esta classe social passou a apoiar o fim do império;

3. Falta de apoio dos proprietários rurais, principalmente dos cafeicultores do Oeste Paulista, que desejavam obter

maior poder político, já que tinham grande poder econômico;

Diante das pressões citadas, da falta de apoio popular e das constantes críticas que partiam de vários setores sociais,

o imperador e seu governo encontravam-se enfraquecidos e frágeis. Doente, D.Pedro II estava cada vez mais afastado

das decisões políticas do país. Enquanto isso, o movimento republicano ganhava força no Brasil.

No dia 15 de novembro de 1889, o Marechal Deodoro da Fonseca, com o apoio dos republicanos, demitiu o Conselho de

Ministros e seu presidente. Na noite deste mesmo dia, o marechal assinou o manifesto proclamando a República no

Brasil e instalando um governo provisório.

Após 67 anos, a monarquia chegava ao fim. No dia 18 de novembro, D.Pedro II e a família imperial partiam rumo à

Europa. Tinha início a República Brasileira com o Marechal Deodoro da Fonseca assumindo provisoriamente o posto de

presidente do Brasil. A partir de então, o pais seria governado por um presidente escolhido pelo povo através das

eleições. Foi um grande avanço rumo a consolidação da democracia no Brasil.

No final da década de 1880, a monarquia brasileira estava numa situação de crise, pois representava uma forma de

governo que não correspondia mais às mudanças sociais em processo. Fazia-se necessário a implantação de uma

nova forma de governo que fosse capaz de fazer o país progredir e avançar nas questões políticas, econômicas e

sociais.

HISTÓRIA CONSTITUCIONAL DO BRASIL

O Brasil, desde a sua independência, teve sete Constituições: as de 1824, 1891, 1934, 1937, 1946, 1967 e 1988.

Alguns consideram como uma oitava Constituição a Emenda nº 1, outorgada pela junta militar, à Constituição Federal

de 1967, que teria sido a Constituição de 1969. No entanto, a história oficial considera apenas sete.

Evolução histórica do direito constitucional no Brasil. Constituição do Império (1824). República e Federalismo na

Constituição de 1891. A revolução de 30 e a nova Constituição (1934). O Estado Novo e a “Polaca” (1937).

Redemocratização (1946). O golpe militar e a Constituição de fachada (1967-69). A volta da democracia e a

“Constituição Cidadã” (1988).

Constituição de 1824

Contexto Histórico:

Formação do Estado Brasileiro: Declaração da Independência.

Forma Política de Elaboração da Constituição

Autoritária: Foi outorgada por D Pedro I.

Características Básicas

1. Concentração de poder nas mãos do imperador.

2. Estado organizado em quatro poderes: Executivo, Legislativo, Judiciário e Moderador;

3. Manutenção do regime de trabalho escravo;

4. Voto censitário e permissão do voto ao analfabeto.

Duração:67 anos.

Preâmbulo: DOM PEDRO PRIMEIRO, POR GRAÇA DE DEUS, e Unânime Aclamação dos Povos, Imperador

Constitucional, e Defensor Perpétuo do Brasil: Fazemos saber a todos os Nossos Súditos, que tendo-Nos requerido os

Povos deste Império, juntos em Câmaras, que Nós quanto antes jurássemos e fizéssemos jurar o Projeto de

Constituição, que havíamos oferecido às suas observações para serem depois presentes à nova Assembléia

Constituinte; mostrando o grande desejo, que tinham, de que ele se observasse já como Constituição do Império, por

lhes merecer a mais plena aprovação, e dele esperarem a sua individual, e geral e felicidade Política: Nós Juramos o

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Formação do estado brasileiro - formação constitucional do estado brasileiro

sobredito Projeto para o observarmos e fazermos observar, como Constituição, que d’ora em diante fica sendo deste

Império; a qual é do teor seguinte: (

).

Constituição de 1891

Contexto Histórico

Formação do Estado Nacional Republicano: Proclamação da República.

Forma Política de Elaboração da Constituição

Democrática: Elaborada por um Congresso Constituinte.

Características Básicas

1. Forma republicana de governo: consagra o regime representativo, o presidencialismo e o federalismo;

2. Organização do Estado em três poderes: executivo, Legislativo e Judiciário;

3. Voto universal e direto (mas não secreto);

4. Proibição do voto aos analfabetos, às mulheres e aos menores de 21 anos.

Duração: 43 anos.

Preâmbulo: Nós os Representantes do Povo Brasileiro, reunidos em Congresso Constituinte, para organizar um regime livre e democrático, estabelecemos, decretamos e promulgamos a seguinte CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA DOS ESTADOS UNIDOS DO BRASIL.

Constituição de 1934

Contexto Histórico

Crise do Estado Oligárquico: O fim da república Velha e Revolução de 1930.

Forma Política de Elaboração da Constituição

Democrática: Elaborada por uma Assembléia Constituinte.

Características Básicas

1. Manutenção do federalismo, do presidencialismo e do sistema federativo;

2. Extensão do direito de voto às mulheres e aos menores de 18 anos;

3. Reconhecimento dos direitos trabalhistas;

4. Amplo reconhecimento dos direitos e garantias individuais.

Duração: 3 anos

28/08/2017

Formação do estado brasileiro - formação constitucional do estado brasileiro

Preâmbulo: Nós, os representantes do Povo Brasileiro, pondo a nossa confiança em Deus, reunidos em Assembléia Nacional Constituinte para organizar um regime democrático, que assegure à Nação a unidade, a liberdade, a justiça e o bem estar social e econômico, decretamos e promulgamos a seguinte CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA DOS ESTADOS UNIDOS DO BRASIL.

Constituição de 1937

Contexto Histórico

Golpe do Estado Novo (ascensão do nazi-fascismo na Europa).

 

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