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CAP IV - IMPERFEIÇÕES DA ESTRUTURA CRISTALINA Durante a solidificação, os Materiais sofrem o rearranjo
CAP IV - IMPERFEIÇÕES DA ESTRUTURA CRISTALINA Durante a solidificação, os Materiais sofrem o rearranjo
CAP IV - IMPERFEIÇÕES DA ESTRUTURA CRISTALINA Durante a solidificação, os Materiais sofrem o rearranjo
CAP IV - IMPERFEIÇÕES DA ESTRUTURA CRISTALINA Durante a solidificação, os Materiais sofrem o rearranjo
CAP IV - IMPERFEIÇÕES DA ESTRUTURA CRISTALINA Durante a solidificação, os Materiais sofrem o rearranjo
CAP IV - IMPERFEIÇÕES DA ESTRUTURA CRISTALINA Durante a solidificação, os Materiais sofrem o rearranjo
CAP IV - IMPERFEIÇÕES DA ESTRUTURA CRISTALINA Durante a solidificação, os Materiais sofrem o rearranjo
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CAP IV - IMPERFEIÇÕES DA ESTRUTURA CRISTALINA Durante a solidificação, os Materiais sofrem o rearranjo
CAP IV - IMPERFEIÇÕES DA ESTRUTURA CRISTALINA Durante a solidificação, os Materiais sofrem o rearranjo
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CAP IV - IMPERFEIÇÕES DA ESTRUTURA CRISTALINA Durante a solidificação, os Materiais sofrem o rearranjo
CAP IV - IMPERFEIÇÕES DA ESTRUTURA CRISTALINA Durante a solidificação, os Materiais sofrem o rearranjo
CAP IV - IMPERFEIÇÕES DA ESTRUTURA CRISTALINA Durante a solidificação, os Materiais sofrem o rearranjo
CAP IV - IMPERFEIÇÕES DA ESTRUTURA CRISTALINA Durante a solidificação, os Materiais sofrem o rearranjo
CAP IV - IMPERFEIÇÕES DA ESTRUTURA CRISTALINA Durante a solidificação, os Materiais sofrem o rearranjo

CAP IV - IMPERFEIÇÕES DA ESTRUTURA CRISTALINA

CAP IV - IMPERFEIÇÕES DA ESTRUTURA CRISTALINA Durante a solidificação, os Materiais sofrem o rearranjo de
CAP IV - IMPERFEIÇÕES DA ESTRUTURA CRISTALINA Durante a solidificação, os Materiais sofrem o rearranjo de
CAP IV - IMPERFEIÇÕES DA ESTRUTURA CRISTALINA Durante a solidificação, os Materiais sofrem o rearranjo de
CAP IV - IMPERFEIÇÕES DA ESTRUTURA CRISTALINA Durante a solidificação, os Materiais sofrem o rearranjo de
CAP IV - IMPERFEIÇÕES DA ESTRUTURA CRISTALINA Durante a solidificação, os Materiais sofrem o rearranjo de
CAP IV - IMPERFEIÇÕES DA ESTRUTURA CRISTALINA Durante a solidificação, os Materiais sofrem o rearranjo de

Durante a solidificação, os Materiais sofrem o rearranjo de seus átomos que determina a estrutura cristalina dos mesmos.

Dependendo do modo com que o líquido transforma- se em sólido, podem ocorrer defeitos no empilhamento e organização dos átomos, resultando em imperfeições estruturais.átomos que determina a estrutura cristalina dos mesmos. O tipo e a quantidade destas imperfeições afetam

O tipo e a quantidade destas imperfeições afetam decisivamente algumas propriedades e o comportamento dos materiais cristalinos.

Solidificações dos metais Com exceção de alguns poucos produtos conformados por sinterização (metalurgia do pó),
Solidificações dos metais Com exceção de alguns poucos produtos conformados por sinterização (metalurgia do pó),
Solidificações dos metais Com exceção de alguns poucos produtos conformados por sinterização (metalurgia do pó),
Solidificações dos metais Com exceção de alguns poucos produtos conformados por sinterização (metalurgia do pó),
Solidificações dos metais Com exceção de alguns poucos produtos conformados por sinterização (metalurgia do pó),
Solidificações dos metais Com exceção de alguns poucos produtos conformados por sinterização (metalurgia do pó),
Solidificações dos metais Com exceção de alguns poucos produtos conformados por sinterização (metalurgia do pó),
Solidificações dos metais Com exceção de alguns poucos produtos conformados por sinterização (metalurgia do pó),
Solidificações dos metais Com exceção de alguns poucos produtos conformados por sinterização (metalurgia do pó),
Solidificações dos metais Com exceção de alguns poucos produtos conformados por sinterização (metalurgia do pó),
Solidificações dos metais Com exceção de alguns poucos produtos conformados por sinterização (metalurgia do pó),
Solidificações dos metais Com exceção de alguns poucos produtos conformados por sinterização (metalurgia do pó),
Solidificações dos metais Com exceção de alguns poucos produtos conformados por sinterização (metalurgia do pó),
Solidificações dos metais Com exceção de alguns poucos produtos conformados por sinterização (metalurgia do pó),
Solidificações dos metais Com exceção de alguns poucos produtos conformados por sinterização (metalurgia do pó),

Solidificações dos metais

Solidificações dos metais Com exceção de alguns poucos produtos conformados por sinterização (metalurgia do pó),
Solidificações dos metais Com exceção de alguns poucos produtos conformados por sinterização (metalurgia do pó),
Solidificações dos metais Com exceção de alguns poucos produtos conformados por sinterização (metalurgia do pó),
Solidificações dos metais Com exceção de alguns poucos produtos conformados por sinterização (metalurgia do pó),
Solidificações dos metais Com exceção de alguns poucos produtos conformados por sinterização (metalurgia do pó),
Solidificações dos metais Com exceção de alguns poucos produtos conformados por sinterização (metalurgia do pó),

Com exceção de alguns poucos produtos conformados por sinterização (metalurgia do pó), todos os produtos metálicos passam necessariamente pelo processo de solidificação, em algum estágio de sua fabricação. Em geral, o processo de solidificação pode ser dividido em duas etapas:

a. Formação de embriões de cristais estáveis dentro do líquido ou etapa de nucleação, como mostra figura 4.1;

b.

Transformação

dos

núcleos

em

cristais,

ou

etapa de crescimento.

Processo de solidificação Nucleação Crescimento Formação dos contornos de grãos Figura 4.1 Nucleação e
Processo de solidificação Nucleação Crescimento Formação dos contornos de grãos Figura 4.1 Nucleação e
Processo de solidificação Nucleação Crescimento Formação dos contornos de grãos Figura 4.1 Nucleação e
Processo de solidificação Nucleação Crescimento Formação dos contornos de grãos Figura 4.1 Nucleação e
Processo de solidificação Nucleação Crescimento Formação dos contornos de grãos Figura 4.1 Nucleação e
Processo de solidificação Nucleação Crescimento Formação dos contornos de grãos Figura 4.1 Nucleação e
Processo de solidificação Nucleação Crescimento Formação dos contornos de grãos Figura 4.1 Nucleação e
Processo de solidificação Nucleação Crescimento Formação dos contornos de grãos Figura 4.1 Nucleação e
Processo de solidificação Nucleação Crescimento Formação dos contornos de grãos Figura 4.1 Nucleação e
Processo de solidificação Nucleação Crescimento Formação dos contornos de grãos Figura 4.1 Nucleação e
Processo de solidificação Nucleação Crescimento Formação dos contornos de grãos Figura 4.1 Nucleação e
Processo de solidificação Nucleação Crescimento Formação dos contornos de grãos Figura 4.1 Nucleação e
Processo de solidificação Nucleação Crescimento Formação dos contornos de grãos Figura 4.1 Nucleação e

Processo de solidificação

Processo de solidificação Nucleação Crescimento Formação dos contornos de grãos Figura 4.1 Nucleação e
Processo de solidificação Nucleação Crescimento Formação dos contornos de grãos Figura 4.1 Nucleação e
Processo de solidificação Nucleação Crescimento Formação dos contornos de grãos Figura 4.1 Nucleação e
Processo de solidificação Nucleação Crescimento Formação dos contornos de grãos Figura 4.1 Nucleação e
Processo de solidificação Nucleação Crescimento Formação dos contornos de grãos Figura 4.1 Nucleação e
Processo de solidificação Nucleação Crescimento Formação dos contornos de grãos Figura 4.1 Nucleação e
Nucleação Crescimento
Nucleação
Crescimento

Formação dos contornos de grãos

Nucleação Crescimento Formação dos contornos de grãos Figura 4.1 Nucleação e crescimento das estruturas

Figura 4.1 Nucleação e crescimento das estruturas cristalinas.

Tipos de solidificação com nucleação w Solidificação controlados Ex:insumos básicos para microeletrônica, onde a
Tipos de solidificação com nucleação w Solidificação controlados Ex:insumos básicos para microeletrônica, onde a
Tipos de solidificação com nucleação w Solidificação controlados Ex:insumos básicos para microeletrônica, onde a
Tipos de solidificação com nucleação w Solidificação controlados Ex:insumos básicos para microeletrônica, onde a
Tipos de solidificação com nucleação w Solidificação controlados Ex:insumos básicos para microeletrônica, onde a
Tipos de solidificação com nucleação w Solidificação controlados Ex:insumos básicos para microeletrônica, onde a
Tipos de solidificação com nucleação w Solidificação controlados Ex:insumos básicos para microeletrônica, onde a
Tipos de solidificação com nucleação w Solidificação controlados Ex:insumos básicos para microeletrônica, onde a
Tipos de solidificação com nucleação w Solidificação controlados Ex:insumos básicos para microeletrônica, onde a
Tipos de solidificação com nucleação w Solidificação controlados Ex:insumos básicos para microeletrônica, onde a
Tipos de solidificação com nucleação w Solidificação controlados Ex:insumos básicos para microeletrônica, onde a
Tipos de solidificação com nucleação w Solidificação controlados Ex:insumos básicos para microeletrônica, onde a

Tipos de solidificação

Tipos de solidificação com nucleação w Solidificação controlados Ex:insumos básicos para microeletrônica, onde a
Tipos de solidificação com nucleação w Solidificação controlados Ex:insumos básicos para microeletrônica, onde a
Tipos de solidificação com nucleação w Solidificação controlados Ex:insumos básicos para microeletrônica, onde a
Tipos de solidificação com nucleação w Solidificação controlados Ex:insumos básicos para microeletrônica, onde a
Tipos de solidificação com nucleação w Solidificação controlados Ex:insumos básicos para microeletrônica, onde a
Tipos de solidificação com nucleação w Solidificação controlados Ex:insumos básicos para microeletrônica, onde a

com

nucleação

w Solidificação

controlados Ex:insumos básicos para microeletrônica, onde a necessidade de monocristais perfeitos de silício, arsenito de gálio, etc, é fundamental.

crescimento

arsenito de gálio, etc, é fundamental. crescimento w solidificação com nucleação e crescimento

w solidificação com nucleação e crescimento não-controlados.

arsenito de gálio, etc, é fundamental. crescimento w solidificação com nucleação e crescimento não-controlados.
4.2. IMPERFEIÇÕES ESTRUTURAIS w Os cristais observados na prática nunca são totalmente perfeitos, exibindo defeitos
4.2. IMPERFEIÇÕES ESTRUTURAIS w Os cristais observados na prática nunca são totalmente perfeitos, exibindo defeitos
4.2. IMPERFEIÇÕES ESTRUTURAIS w Os cristais observados na prática nunca são totalmente perfeitos, exibindo defeitos
4.2. IMPERFEIÇÕES ESTRUTURAIS w Os cristais observados na prática nunca são totalmente perfeitos, exibindo defeitos
4.2. IMPERFEIÇÕES ESTRUTURAIS w Os cristais observados na prática nunca são totalmente perfeitos, exibindo defeitos
4.2. IMPERFEIÇÕES ESTRUTURAIS w Os cristais observados na prática nunca são totalmente perfeitos, exibindo defeitos
4.2. IMPERFEIÇÕES ESTRUTURAIS w Os cristais observados na prática nunca são totalmente perfeitos, exibindo defeitos
4.2. IMPERFEIÇÕES ESTRUTURAIS w Os cristais observados na prática nunca são totalmente perfeitos, exibindo defeitos
4.2. IMPERFEIÇÕES ESTRUTURAIS w Os cristais observados na prática nunca são totalmente perfeitos, exibindo defeitos
4.2. IMPERFEIÇÕES ESTRUTURAIS w Os cristais observados na prática nunca são totalmente perfeitos, exibindo defeitos
4.2. IMPERFEIÇÕES ESTRUTURAIS w Os cristais observados na prática nunca são totalmente perfeitos, exibindo defeitos
4.2. IMPERFEIÇÕES ESTRUTURAIS w Os cristais observados na prática nunca são totalmente perfeitos, exibindo defeitos
4.2. IMPERFEIÇÕES ESTRUTURAIS w Os cristais observados na prática nunca são totalmente perfeitos, exibindo defeitos

4.2. IMPERFEIÇÕES ESTRUTURAIS

4.2. IMPERFEIÇÕES ESTRUTURAIS w Os cristais observados na prática nunca são totalmente perfeitos, exibindo defeitos
4.2. IMPERFEIÇÕES ESTRUTURAIS w Os cristais observados na prática nunca são totalmente perfeitos, exibindo defeitos
4.2. IMPERFEIÇÕES ESTRUTURAIS w Os cristais observados na prática nunca são totalmente perfeitos, exibindo defeitos
4.2. IMPERFEIÇÕES ESTRUTURAIS w Os cristais observados na prática nunca são totalmente perfeitos, exibindo defeitos
4.2. IMPERFEIÇÕES ESTRUTURAIS w Os cristais observados na prática nunca são totalmente perfeitos, exibindo defeitos
4.2. IMPERFEIÇÕES ESTRUTURAIS w Os cristais observados na prática nunca são totalmente perfeitos, exibindo defeitos

w Os cristais observados na prática nunca são totalmente perfeitos, exibindo defeitos de diversas naturezas. w Tais imperfeições afetam diretamente várias características dos materiais, como os parâmetros envolvidos na deformação plástica, na condutividade elétrica de semicondutores, na corrosão em metais e em processos de difusão atômica.

plástica, na condutividade elétrica de semicondutores, na corrosão em metais e em processos de difusão atômica.
As 4.2. IMPERFEIÇÕES ESTRUTURAIS imperfeições presentes em estruturas cristalinas podem ser de três tipos básicos,
As 4.2. IMPERFEIÇÕES ESTRUTURAIS imperfeições presentes em estruturas cristalinas podem ser de três tipos básicos,
As 4.2. IMPERFEIÇÕES ESTRUTURAIS imperfeições presentes em estruturas cristalinas podem ser de três tipos básicos,
As 4.2. IMPERFEIÇÕES ESTRUTURAIS imperfeições presentes em estruturas cristalinas podem ser de três tipos básicos,
As 4.2. IMPERFEIÇÕES ESTRUTURAIS imperfeições presentes em estruturas cristalinas podem ser de três tipos básicos,
As 4.2. IMPERFEIÇÕES ESTRUTURAIS imperfeições presentes em estruturas cristalinas podem ser de três tipos básicos,
As 4.2. IMPERFEIÇÕES ESTRUTURAIS imperfeições presentes em estruturas cristalinas podem ser de três tipos básicos,
As 4.2. IMPERFEIÇÕES ESTRUTURAIS imperfeições presentes em estruturas cristalinas podem ser de três tipos básicos,
As 4.2. IMPERFEIÇÕES ESTRUTURAIS imperfeições presentes em estruturas cristalinas podem ser de três tipos básicos,
As 4.2. IMPERFEIÇÕES ESTRUTURAIS imperfeições presentes em estruturas cristalinas podem ser de três tipos básicos,
As 4.2. IMPERFEIÇÕES ESTRUTURAIS imperfeições presentes em estruturas cristalinas podem ser de três tipos básicos,
As 4.2. IMPERFEIÇÕES ESTRUTURAIS imperfeições presentes em estruturas cristalinas podem ser de três tipos básicos,
As 4.2. IMPERFEIÇÕES ESTRUTURAIS imperfeições presentes em estruturas cristalinas podem ser de três tipos básicos,

As

4.2. IMPERFEIÇÕES ESTRUTURAIS

As 4.2. IMPERFEIÇÕES ESTRUTURAIS imperfeições presentes em estruturas cristalinas podem ser de três tipos básicos,
As 4.2. IMPERFEIÇÕES ESTRUTURAIS imperfeições presentes em estruturas cristalinas podem ser de três tipos básicos,
As 4.2. IMPERFEIÇÕES ESTRUTURAIS imperfeições presentes em estruturas cristalinas podem ser de três tipos básicos,
As 4.2. IMPERFEIÇÕES ESTRUTURAIS imperfeições presentes em estruturas cristalinas podem ser de três tipos básicos,
As 4.2. IMPERFEIÇÕES ESTRUTURAIS imperfeições presentes em estruturas cristalinas podem ser de três tipos básicos,
As 4.2. IMPERFEIÇÕES ESTRUTURAIS imperfeições presentes em estruturas cristalinas podem ser de três tipos básicos,

imperfeições presentes em

estruturas cristalinas podem ser de três tipos básicos, quais sejam:

q

defeitos pontuais;

q

defeitos em linha;

q

defeitos de superfície.

três tipos básicos, quais sejam: q defeitos pontuais; q defeitos em linha; q defeitos de superfície.
Os cristais Dentre as 4.2.1. DEFEITOS PONTUAIS podem apresentar defeitos em pontos isolados de sua
Os cristais Dentre as 4.2.1. DEFEITOS PONTUAIS podem apresentar defeitos em pontos isolados de sua
Os cristais Dentre as 4.2.1. DEFEITOS PONTUAIS podem apresentar defeitos em pontos isolados de sua
Os cristais Dentre as 4.2.1. DEFEITOS PONTUAIS podem apresentar defeitos em pontos isolados de sua
Os cristais Dentre as 4.2.1. DEFEITOS PONTUAIS podem apresentar defeitos em pontos isolados de sua
Os cristais Dentre as 4.2.1. DEFEITOS PONTUAIS podem apresentar defeitos em pontos isolados de sua
Os cristais Dentre as 4.2.1. DEFEITOS PONTUAIS podem apresentar defeitos em pontos isolados de sua
Os cristais Dentre as 4.2.1. DEFEITOS PONTUAIS podem apresentar defeitos em pontos isolados de sua
Os cristais Dentre as 4.2.1. DEFEITOS PONTUAIS podem apresentar defeitos em pontos isolados de sua

Oscristais Dentre as 4.2.1. DEFEITOS PONTUAIS podem apresentar defeitos em pontos isolados de sua estrutura,

cristais

Os cristais Dentre as 4.2.1. DEFEITOS PONTUAIS podem apresentar defeitos em pontos isolados de sua estrutura,
Os cristais Dentre as 4.2.1. DEFEITOS PONTUAIS podem apresentar defeitos em pontos isolados de sua estrutura,
Os cristais Dentre as 4.2.1. DEFEITOS PONTUAIS podem apresentar defeitos em pontos isolados de sua estrutura,

Dentre

as

4.2.1. DEFEITOS PONTUAIS

Os cristais Dentre as 4.2.1. DEFEITOS PONTUAIS podem apresentar defeitos em pontos isolados de sua estrutura,
Os cristais Dentre as 4.2.1. DEFEITOS PONTUAIS podem apresentar defeitos em pontos isolados de sua estrutura,
Os cristais Dentre as 4.2.1. DEFEITOS PONTUAIS podem apresentar defeitos em pontos isolados de sua estrutura,
Os cristais Dentre as 4.2.1. DEFEITOS PONTUAIS podem apresentar defeitos em pontos isolados de sua estrutura,
Os cristais Dentre as 4.2.1. DEFEITOS PONTUAIS podem apresentar defeitos em pontos isolados de sua estrutura,
Os cristais Dentre as 4.2.1. DEFEITOS PONTUAIS podem apresentar defeitos em pontos isolados de sua estrutura,

podem

apresentar

defeitos

em

pontos isolados de sua estrutura, dando lugar às imperfeições de ponto.

mais

importantes são:

imperfeições

pontuais,

as

q

vacâncias ou vazios;

q

átomos intersticiais;

q

átomos substitucionais

imperfeições pontuais, as q vacâncias ou vazios; q átomos intersticiais; q átomos substitucionais
Vacância As vacâncias são vazios pontuais causados pela ausência de átomos em algumas posições da
Vacância
Vacância
Vacância
Vacância
Vacância
Vacância

Vacância

Vacância As vacâncias são vazios pontuais causados pela ausência de átomos em algumas posições da rede
Vacância As vacâncias são vazios pontuais causados pela ausência de átomos em algumas posições da rede
Vacância As vacâncias são vazios pontuais causados pela ausência de átomos em algumas posições da rede
Vacância As vacâncias são vazios pontuais causados pela ausência de átomos em algumas posições da rede
Vacância As vacâncias são vazios pontuais causados pela ausência de átomos em algumas posições da rede
Vacância As vacâncias são vazios pontuais causados pela ausência de átomos em algumas posições da rede
Vacância As vacâncias são vazios pontuais causados pela ausência de átomos em algumas posições da rede
Vacância As vacâncias são vazios pontuais causados pela ausência de átomos em algumas posições da rede
Vacância As vacâncias são vazios pontuais causados pela ausência de átomos em algumas posições da rede
Vacância As vacâncias são vazios pontuais causados pela ausência de átomos em algumas posições da rede
Vacância As vacâncias são vazios pontuais causados pela ausência de átomos em algumas posições da rede
Vacância As vacâncias são vazios pontuais causados pela ausência de átomos em algumas posições da rede

As vacâncias são vazios pontuais causados pela ausência de átomos em algumas posições da rede cristalina Este tipo de defeito pode ser produzido:

q durante o processo de solidificação;

como resultado de perturbações locais no

crescimento do cristal.

q no rearranjo atômico de um cristal.

do cristal. q no rearranjo atômico de um cristal. Figura 2.1. Defeito pontual - Vacância q

Figura 2.1. Defeito pontual - Vacância

q

na deformação plástica,

q

no resfriamento rápido

Defeitos pontuais em cristais iônicos w Em cristais iônicos, os defeitos pontuais exibem caráter mais
Defeitos pontuais em cristais iônicos w Em cristais iônicos, os defeitos pontuais exibem caráter mais
Defeitos pontuais em cristais iônicos w Em cristais iônicos, os defeitos pontuais exibem caráter mais
Defeitos pontuais em cristais iônicos w Em cristais iônicos, os defeitos pontuais exibem caráter mais
Defeitos pontuais em cristais iônicos w Em cristais iônicos, os defeitos pontuais exibem caráter mais
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Defeitos pontuais em cristais iônicos w Em cristais iônicos, os defeitos pontuais exibem caráter mais
Defeitos pontuais em cristais iônicos w Em cristais iônicos, os defeitos pontuais exibem caráter mais

Defeitos pontuais em cristais iônicos

Defeitos pontuais em cristais iônicos w Em cristais iônicos, os defeitos pontuais exibem caráter mais complexo
Defeitos pontuais em cristais iônicos w Em cristais iônicos, os defeitos pontuais exibem caráter mais complexo
Defeitos pontuais em cristais iônicos w Em cristais iônicos, os defeitos pontuais exibem caráter mais complexo
Defeitos pontuais em cristais iônicos w Em cristais iônicos, os defeitos pontuais exibem caráter mais complexo
Defeitos pontuais em cristais iônicos w Em cristais iônicos, os defeitos pontuais exibem caráter mais complexo
Defeitos pontuais em cristais iônicos w Em cristais iônicos, os defeitos pontuais exibem caráter mais complexo

w Em cristais iônicos, os defeitos pontuais exibem caráter mais complexo devido à necessidade de manter a neutralidade elétrica do sistema

complexo devido à necessidade de manter a neutralidade elétrica do sistema Figura 4.4. Defeitos de Frenkel
complexo devido à necessidade de manter a neutralidade elétrica do sistema Figura 4.4. Defeitos de Frenkel

Figura 4.4. Defeitos de Frenkel e Schottky.

Defeitos pontuais átomos intersticiais e substitucionais w átomos intersticiais são imperfeições causadas pela
Defeitos pontuais átomos intersticiais e substitucionais w átomos intersticiais são imperfeições causadas pela
Defeitos pontuais átomos intersticiais e substitucionais w átomos intersticiais são imperfeições causadas pela
Defeitos pontuais átomos intersticiais e substitucionais w átomos intersticiais são imperfeições causadas pela
Defeitos pontuais átomos intersticiais e substitucionais w átomos intersticiais são imperfeições causadas pela
Defeitos pontuais átomos intersticiais e substitucionais w átomos intersticiais são imperfeições causadas pela
Defeitos pontuais átomos intersticiais e substitucionais w átomos intersticiais são imperfeições causadas pela
Defeitos pontuais átomos intersticiais e substitucionais w átomos intersticiais são imperfeições causadas pela
Defeitos pontuais átomos intersticiais e substitucionais w átomos intersticiais são imperfeições causadas pela
Defeitos pontuais átomos intersticiais e substitucionais w átomos intersticiais são imperfeições causadas pela
Defeitos pontuais átomos intersticiais e substitucionais w átomos intersticiais são imperfeições causadas pela

Defeitos pontuais átomos intersticiais e substitucionais

Defeitos pontuais átomos intersticiais e substitucionais w átomos intersticiais são imperfeições causadas pela
Defeitos pontuais átomos intersticiais e substitucionais w átomos intersticiais são imperfeições causadas pela
Defeitos pontuais átomos intersticiais e substitucionais w átomos intersticiais são imperfeições causadas pela
Defeitos pontuais átomos intersticiais e substitucionais w átomos intersticiais são imperfeições causadas pela
Defeitos pontuais átomos intersticiais e substitucionais w átomos intersticiais são imperfeições causadas pela
Defeitos pontuais átomos intersticiais e substitucionais w átomos intersticiais são imperfeições causadas pela

w

átomos intersticiais são imperfeições causadas pela presença de átomos estranhos nos interstícios da rede cristalina

w

átomos substitucionais são defeitos provocados pela existência de átomos estranhos nos próprios vértices da rede cristalina, em substituição aos átomos que estavão.

vértices da rede cristalina, em substituição aos átomos que estavão. átomos substuticionais átomos intersticiais
vértices da rede cristalina, em substituição aos átomos que estavão. átomos substuticionais átomos intersticiais
vértices da rede cristalina, em substituição aos átomos que estavão. átomos substuticionais átomos intersticiais

átomos substuticionaisestranhos nos próprios vértices da rede cristalina, em substituição aos átomos que estavão. átomos intersticiais

vértices da rede cristalina, em substituição aos átomos que estavão. átomos substuticionais átomos intersticiais
vértices da rede cristalina, em substituição aos átomos que estavão. átomos substuticionais átomos intersticiais
vértices da rede cristalina, em substituição aos átomos que estavão. átomos substuticionais átomos intersticiais

átomos intersticiais

Defeitos pontuais átomos intersticiais e substitucionais Defeitos dessa natureza podem modificar o comportamento de
Defeitos pontuais átomos intersticiais e substitucionais Defeitos dessa natureza podem modificar o comportamento de
Defeitos pontuais átomos intersticiais e substitucionais Defeitos dessa natureza podem modificar o comportamento de
Defeitos pontuais átomos intersticiais e substitucionais Defeitos dessa natureza podem modificar o comportamento de
Defeitos pontuais átomos intersticiais e substitucionais Defeitos dessa natureza podem modificar o comportamento de
Defeitos pontuais átomos intersticiais e substitucionais Defeitos dessa natureza podem modificar o comportamento de
Defeitos pontuais átomos intersticiais e substitucionais Defeitos dessa natureza podem modificar o comportamento de
Defeitos pontuais átomos intersticiais e substitucionais Defeitos dessa natureza podem modificar o comportamento de
Defeitos pontuais átomos intersticiais e substitucionais Defeitos dessa natureza podem modificar o comportamento de
Defeitos pontuais átomos intersticiais e substitucionais Defeitos dessa natureza podem modificar o comportamento de
Defeitos pontuais átomos intersticiais e substitucionais Defeitos dessa natureza podem modificar o comportamento de
Defeitos pontuais átomos intersticiais e substitucionais Defeitos dessa natureza podem modificar o comportamento de
Defeitos pontuais átomos intersticiais e substitucionais Defeitos dessa natureza podem modificar o comportamento de
Defeitos pontuais átomos intersticiais e substitucionais Defeitos dessa natureza podem modificar o comportamento de

Defeitos pontuais átomos intersticiais e substitucionais

Defeitos pontuais átomos intersticiais e substitucionais Defeitos dessa natureza podem modificar o comportamento de
Defeitos pontuais átomos intersticiais e substitucionais Defeitos dessa natureza podem modificar o comportamento de
Defeitos pontuais átomos intersticiais e substitucionais Defeitos dessa natureza podem modificar o comportamento de
Defeitos pontuais átomos intersticiais e substitucionais Defeitos dessa natureza podem modificar o comportamento de
Defeitos pontuais átomos intersticiais e substitucionais Defeitos dessa natureza podem modificar o comportamento de
Defeitos pontuais átomos intersticiais e substitucionais Defeitos dessa natureza podem modificar o comportamento de

Defeitos dessa natureza podem modificar o comportamento de certas propriedades:

w aumento da condutividade de semicondutores;

Ex: Semicondutores tipo p: Si com impurezas de P

w aumento a resistência mecânica;

Ex: Ligas Au e Cobre; Ligas de Cu e Sn

w aumento a resistência à corrosão;

Ex: aço inox- FeC com 12% de Cr

w diminuição da condutividade em metais

Ex: Qualquer liga metálica

Ligas metálicas w É a mistura de dois ou mais metais ou metais e não-
Ligas metálicas w É a mistura de dois ou mais metais ou metais e não-
Ligas metálicas w É a mistura de dois ou mais metais ou metais e não-
Ligas metálicas w É a mistura de dois ou mais metais ou metais e não-
Ligas metálicas w É a mistura de dois ou mais metais ou metais e não-
Ligas metálicas w É a mistura de dois ou mais metais ou metais e não-
Ligas metálicas w É a mistura de dois ou mais metais ou metais e não-
Ligas metálicas w É a mistura de dois ou mais metais ou metais e não-
Ligas metálicas w É a mistura de dois ou mais metais ou metais e não-
Ligas metálicas w É a mistura de dois ou mais metais ou metais e não-
Ligas metálicas w É a mistura de dois ou mais metais ou metais e não-
Ligas metálicas w É a mistura de dois ou mais metais ou metais e não-
Ligas metálicas w É a mistura de dois ou mais metais ou metais e não-

Ligas metálicas

Ligas metálicas w É a mistura de dois ou mais metais ou metais e não- metais.
Ligas metálicas w É a mistura de dois ou mais metais ou metais e não- metais.
Ligas metálicas w É a mistura de dois ou mais metais ou metais e não- metais.
Ligas metálicas w É a mistura de dois ou mais metais ou metais e não- metais.
Ligas metálicas w É a mistura de dois ou mais metais ou metais e não- metais.
Ligas metálicas w É a mistura de dois ou mais metais ou metais e não- metais.

w

É a mistura

de

dois

ou mais metais ou metais e não-

metais.

w

Estas ligas podem ter estruturas relativamente simples, compostas por única fase (solução sólida) ou estruturas formadas por muitas fase(formação de precipitado).

w

Um outro exemplo de liga metálica pode ser observado no aço, onde as estruturas CFC e CCC do ferro abrigam átomos de carbono. Esta combinação permite obter um material extremamente versátil, com aplicações bastante diversificadas.

w

Tipos de soluções sólidas: substitucional e intersticial.

versátil, com aplicações bastante diversificadas. w Tipos de soluções sólidas: substitucional e intersticial.
w w w O termo solubilidade significa a quantidade de um certo material A (soluto)
w w w O termo solubilidade significa a quantidade de um certo material A (soluto)
w w w O termo solubilidade significa a quantidade de um certo material A (soluto)
w w w O termo solubilidade significa a quantidade de um certo material A (soluto)
w w w O termo solubilidade significa a quantidade de um certo material A (soluto)
w w w O termo solubilidade significa a quantidade de um certo material A (soluto)
w w w O termo solubilidade significa a quantidade de um certo material A (soluto)
w w w O termo solubilidade significa a quantidade de um certo material A (soluto)
w w w O termo solubilidade significa a quantidade de um certo material A (soluto)
w w
w
w
w
w
w w w O termo solubilidade significa a quantidade de um certo material A (soluto) que
w w w O termo solubilidade significa a quantidade de um certo material A (soluto) que

O termo solubilidade significa

a quantidade de um certo

material A (soluto) que

pode ser dissolvido em

outro B (solvente).

Soluções Sólidas Substitucionais

em outro B (solvente). Soluções Sólidas Substitucionais Nas soluções sólidas substitucionais formadas por dois
em outro B (solvente). Soluções Sólidas Substitucionais Nas soluções sólidas substitucionais formadas por dois
em outro B (solvente). Soluções Sólidas Substitucionais Nas soluções sólidas substitucionais formadas por dois
em outro B (solvente). Soluções Sólidas Substitucionais Nas soluções sólidas substitucionais formadas por dois
em outro B (solvente). Soluções Sólidas Substitucionais Nas soluções sólidas substitucionais formadas por dois
em outro B (solvente). Soluções Sólidas Substitucionais Nas soluções sólidas substitucionais formadas por dois

Nas soluções sólidas substitucionais formadas por dois elementos, os átomos do soluto podem ser substitutos dos átomos do solvente na rede cristalina. Neste caso, a estrutura do solvente não é alterada, sendo comum a distorção da rede cristalina, já que os átomos do soluto nem sempre exibem o mesmo diâmetro atômico dos átomos do solvente. A fração de átomos de um elemento que pode ser dissolvida em outro, é definida como solubilidade.

átomos do solvente. A fração de átomos de um elemento que pode ser dissolvida em outro,
Soluções Sólidas Substitucionais Para o caso de formação de uma solução sólida substitucional, a solubilidade
Soluções Sólidas Substitucionais Para o caso de formação de uma solução sólida substitucional, a solubilidade
Soluções Sólidas Substitucionais Para o caso de formação de uma solução sólida substitucional, a solubilidade
Soluções Sólidas Substitucionais Para o caso de formação de uma solução sólida substitucional, a solubilidade
Soluções Sólidas Substitucionais Para o caso de formação de uma solução sólida substitucional, a solubilidade
Soluções Sólidas Substitucionais Para o caso de formação de uma solução sólida substitucional, a solubilidade
Soluções Sólidas Substitucionais Para o caso de formação de uma solução sólida substitucional, a solubilidade
Soluções Sólidas Substitucionais Para o caso de formação de uma solução sólida substitucional, a solubilidade
Soluções Sólidas Substitucionais Para o caso de formação de uma solução sólida substitucional, a solubilidade
Soluções Sólidas Substitucionais Para o caso de formação de uma solução sólida substitucional, a solubilidade
Soluções Sólidas Substitucionais Para o caso de formação de uma solução sólida substitucional, a solubilidade
Soluções Sólidas Substitucionais Para o caso de formação de uma solução sólida substitucional, a solubilidade
Soluções Sólidas Substitucionais Para o caso de formação de uma solução sólida substitucional, a solubilidade
Soluções Sólidas Substitucionais Para o caso de formação de uma solução sólida substitucional, a solubilidade

Soluções Sólidas Substitucionais

Soluções Sólidas Substitucionais Para o caso de formação de uma solução sólida substitucional, a solubilidade de
Soluções Sólidas Substitucionais Para o caso de formação de uma solução sólida substitucional, a solubilidade de
Soluções Sólidas Substitucionais Para o caso de formação de uma solução sólida substitucional, a solubilidade de
Soluções Sólidas Substitucionais Para o caso de formação de uma solução sólida substitucional, a solubilidade de
Soluções Sólidas Substitucionais Para o caso de formação de uma solução sólida substitucional, a solubilidade de
Soluções Sólidas Substitucionais Para o caso de formação de uma solução sólida substitucional, a solubilidade de

Para o caso de formação de uma solução sólida substitucional, a solubilidade de um elemento em outro será elevada, desde que as seguintes condições sejam satisfeitas:

a. Os raios dos átomos dos dois elementos não

devem diferir em mais de 15%;

b. A estrutura cristalina dos dois elementos deve ser a

mesma;

c. Não deve existir diferença significativa entre a

eletronegatividade dos dois elementos, assim compostos não serão formados;

d. Os dois elementos devem ter a mesma valência.

Soluções Sólidas Substitucionais SOLUTO SOLVENTE RELAÇÃO SOLUBILIDADE   DE RAIOS % PESO % AT
Soluções Sólidas Substitucionais SOLUTO SOLVENTE RELAÇÃO SOLUBILIDADE   DE RAIOS % PESO % AT
Soluções Sólidas Substitucionais SOLUTO SOLVENTE RELAÇÃO SOLUBILIDADE   DE RAIOS % PESO % AT
Soluções Sólidas Substitucionais SOLUTO SOLVENTE RELAÇÃO SOLUBILIDADE   DE RAIOS % PESO % AT
Soluções Sólidas Substitucionais SOLUTO SOLVENTE RELAÇÃO SOLUBILIDADE   DE RAIOS % PESO % AT
Soluções Sólidas Substitucionais SOLUTO SOLVENTE RELAÇÃO SOLUBILIDADE   DE RAIOS % PESO % AT
Soluções Sólidas Substitucionais SOLUTO SOLVENTE RELAÇÃO SOLUBILIDADE   DE RAIOS % PESO % AT
Soluções Sólidas Substitucionais SOLUTO SOLVENTE RELAÇÃO SOLUBILIDADE   DE RAIOS % PESO % AT
Soluções Sólidas Substitucionais SOLUTO SOLVENTE RELAÇÃO SOLUBILIDADE   DE RAIOS % PESO % AT
Soluções Sólidas Substitucionais SOLUTO SOLVENTE RELAÇÃO SOLUBILIDADE   DE RAIOS % PESO % AT
Soluções Sólidas Substitucionais SOLUTO SOLVENTE RELAÇÃO SOLUBILIDADE   DE RAIOS % PESO % AT
Soluções Sólidas Substitucionais SOLUTO SOLVENTE RELAÇÃO SOLUBILIDADE   DE RAIOS % PESO % AT
Soluções Sólidas Substitucionais SOLUTO SOLVENTE RELAÇÃO SOLUBILIDADE   DE RAIOS % PESO % AT

Soluções Sólidas Substitucionais

Soluções Sólidas Substitucionais SOLUTO SOLVENTE RELAÇÃO SOLUBILIDADE   DE RAIOS % PESO % AT
Soluções Sólidas Substitucionais SOLUTO SOLVENTE RELAÇÃO SOLUBILIDADE   DE RAIOS % PESO % AT
Soluções Sólidas Substitucionais SOLUTO SOLVENTE RELAÇÃO SOLUBILIDADE   DE RAIOS % PESO % AT
Soluções Sólidas Substitucionais SOLUTO SOLVENTE RELAÇÃO SOLUBILIDADE   DE RAIOS % PESO % AT
Soluções Sólidas Substitucionais SOLUTO SOLVENTE RELAÇÃO SOLUBILIDADE   DE RAIOS % PESO % AT
Soluções Sólidas Substitucionais SOLUTO SOLVENTE RELAÇÃO SOLUBILIDADE   DE RAIOS % PESO % AT

SOLUTO

SOLVENTE

RELAÇÃO

SOLUBILIDADE

 

DE RAIOS

% PESO

% AT

Ni (CFC)

Cu (CFC)

1,24 =0,98

100

100

1,27

Al (CFC)

Cu (CFC)

1,43=1,12

9

19

1,27

Ag (CFC)

Cu (CFC)

1,44=1,14

8

6

1,27

Pb (CFC)

Cu (CFC)

1,75=1,37

» 0

» 0

1,27

Ag (CFC) Cu (CFC) 1,44 =1,14 8 6 1,27 Pb (CFC) Cu (CFC) 1,75 =1,37 »
Soluções Sólidas Intersticiais O soluto intersticial é o que fica nos "vãos" da matriz. Estes
Soluções Sólidas Intersticiais O soluto intersticial é o que fica nos "vãos" da matriz. Estes
Soluções Sólidas Intersticiais O soluto intersticial é o que fica nos "vãos" da matriz. Estes
Soluções Sólidas Intersticiais O soluto intersticial é o que fica nos "vãos" da matriz. Estes
Soluções Sólidas Intersticiais O soluto intersticial é o que fica nos "vãos" da matriz. Estes
Soluções Sólidas Intersticiais O soluto intersticial é o que fica nos "vãos" da matriz. Estes
Soluções Sólidas Intersticiais O soluto intersticial é o que fica nos "vãos" da matriz. Estes
Soluções Sólidas Intersticiais O soluto intersticial é o que fica nos "vãos" da matriz. Estes
Soluções Sólidas Intersticiais O soluto intersticial é o que fica nos "vãos" da matriz. Estes
Soluções Sólidas Intersticiais O soluto intersticial é o que fica nos "vãos" da matriz. Estes
Soluções Sólidas Intersticiais O soluto intersticial é o que fica nos "vãos" da matriz. Estes
Soluções Sólidas Intersticiais O soluto intersticial é o que fica nos "vãos" da matriz. Estes
Soluções Sólidas Intersticiais O soluto intersticial é o que fica nos "vãos" da matriz. Estes
Soluções Sólidas Intersticiais O soluto intersticial é o que fica nos "vãos" da matriz. Estes

Soluções Sólidas Intersticiais

Soluções Sólidas Intersticiais O soluto intersticial é o que fica nos "vãos" da matriz. Estes vãos
Soluções Sólidas Intersticiais O soluto intersticial é o que fica nos "vãos" da matriz. Estes vãos
Soluções Sólidas Intersticiais O soluto intersticial é o que fica nos "vãos" da matriz. Estes vãos
Soluções Sólidas Intersticiais O soluto intersticial é o que fica nos "vãos" da matriz. Estes vãos
Soluções Sólidas Intersticiais O soluto intersticial é o que fica nos "vãos" da matriz. Estes vãos
Soluções Sólidas Intersticiais O soluto intersticial é o que fica nos "vãos" da matriz. Estes vãos

O soluto intersticial é o que fica nos "vãos" da matriz. Estes vãos ou vazios são chamados de interstícios. As soluções sólidas intersticiais são formadas quando um átomo é muito maior que o outro.

Ex: Aço –liga de Ferro e Carbono

sólidas intersticiais são formadas quando um átomo é muito maior que o outro. Ex: Aço –liga
Soluções Sólidas Intersticiais A solubilidade do carbono: No ferro CFC é 2,08 % a 1148
Soluções Sólidas Intersticiais A solubilidade do carbono: No ferro CFC é 2,08 % a 1148
Soluções Sólidas Intersticiais A solubilidade do carbono: No ferro CFC é 2,08 % a 1148
Soluções Sólidas Intersticiais A solubilidade do carbono: No ferro CFC é 2,08 % a 1148
Soluções Sólidas Intersticiais A solubilidade do carbono: No ferro CFC é 2,08 % a 1148
Soluções Sólidas Intersticiais A solubilidade do carbono: No ferro CFC é 2,08 % a 1148
Soluções Sólidas Intersticiais A solubilidade do carbono: No ferro CFC é 2,08 % a 1148
Soluções Sólidas Intersticiais A solubilidade do carbono: No ferro CFC é 2,08 % a 1148
Soluções Sólidas Intersticiais A solubilidade do carbono: No ferro CFC é 2,08 % a 1148
Soluções Sólidas Intersticiais A solubilidade do carbono: No ferro CFC é 2,08 % a 1148
Soluções Sólidas Intersticiais A solubilidade do carbono: No ferro CFC é 2,08 % a 1148
Soluções Sólidas Intersticiais A solubilidade do carbono: No ferro CFC é 2,08 % a 1148
Soluções Sólidas Intersticiais A solubilidade do carbono: No ferro CFC é 2,08 % a 1148
Soluções Sólidas Intersticiais A solubilidade do carbono: No ferro CFC é 2,08 % a 1148

Soluções Sólidas Intersticiais

Soluções Sólidas Intersticiais A solubilidade do carbono: No ferro CFC é 2,08 % a 1148 o
Soluções Sólidas Intersticiais A solubilidade do carbono: No ferro CFC é 2,08 % a 1148 o
Soluções Sólidas Intersticiais A solubilidade do carbono: No ferro CFC é 2,08 % a 1148 o
Soluções Sólidas Intersticiais A solubilidade do carbono: No ferro CFC é 2,08 % a 1148 o
Soluções Sólidas Intersticiais A solubilidade do carbono: No ferro CFC é 2,08 % a 1148 o
Soluções Sólidas Intersticiais A solubilidade do carbono: No ferro CFC é 2,08 % a 1148 o
Soluções Sólidas Intersticiais A solubilidade do carbono: No ferro CFC é 2,08 % a 1148 o

A solubilidade do carbono:

No ferro CFC é 2,08 % a 1148 o C

No ferro CCC é 0,02% a 1148 o C

2,08 % a 1148 o C No ferro CCC é 0,02% a 1148 o C O

O raio do maior interstício (vão) do ferro CFC é 0,52 Å, enquanto o raio do maior interstícios do ferro CCC é 0,34 Å. Por isto a estrutura CFC pode acomodar melhor o carbono (raio 0,75 Å)

4.3. DEFEITOS LINEARES (DISCORDÂNCIAS) w Os cristais podem apresentar defeitos alinhados e contínuos em sua
4.3. DEFEITOS LINEARES (DISCORDÂNCIAS) w Os cristais podem apresentar defeitos alinhados e contínuos em sua
4.3. DEFEITOS LINEARES (DISCORDÂNCIAS) w Os cristais podem apresentar defeitos alinhados e contínuos em sua
4.3. DEFEITOS LINEARES (DISCORDÂNCIAS) w Os cristais podem apresentar defeitos alinhados e contínuos em sua
4.3. DEFEITOS LINEARES (DISCORDÂNCIAS) w Os cristais podem apresentar defeitos alinhados e contínuos em sua
4.3. DEFEITOS LINEARES (DISCORDÂNCIAS) w Os cristais podem apresentar defeitos alinhados e contínuos em sua
4.3. DEFEITOS LINEARES (DISCORDÂNCIAS) w Os cristais podem apresentar defeitos alinhados e contínuos em sua
4.3. DEFEITOS LINEARES (DISCORDÂNCIAS) w Os cristais podem apresentar defeitos alinhados e contínuos em sua
4.3. DEFEITOS LINEARES (DISCORDÂNCIAS) w Os cristais podem apresentar defeitos alinhados e contínuos em sua
4.3. DEFEITOS LINEARES (DISCORDÂNCIAS) w Os cristais podem apresentar defeitos alinhados e contínuos em sua
4.3. DEFEITOS LINEARES (DISCORDÂNCIAS) w Os cristais podem apresentar defeitos alinhados e contínuos em sua
4.3. DEFEITOS LINEARES (DISCORDÂNCIAS) w Os cristais podem apresentar defeitos alinhados e contínuos em sua
4.3. DEFEITOS LINEARES (DISCORDÂNCIAS) w Os cristais podem apresentar defeitos alinhados e contínuos em sua
4.3. DEFEITOS LINEARES (DISCORDÂNCIAS) w Os cristais podem apresentar defeitos alinhados e contínuos em sua

4.3. DEFEITOS LINEARES (DISCORDÂNCIAS)

4.3. DEFEITOS LINEARES (DISCORDÂNCIAS) w Os cristais podem apresentar defeitos alinhados e contínuos em sua estrutura,
4.3. DEFEITOS LINEARES (DISCORDÂNCIAS) w Os cristais podem apresentar defeitos alinhados e contínuos em sua estrutura,
4.3. DEFEITOS LINEARES (DISCORDÂNCIAS) w Os cristais podem apresentar defeitos alinhados e contínuos em sua estrutura,
4.3. DEFEITOS LINEARES (DISCORDÂNCIAS) w Os cristais podem apresentar defeitos alinhados e contínuos em sua estrutura,
4.3. DEFEITOS LINEARES (DISCORDÂNCIAS) w Os cristais podem apresentar defeitos alinhados e contínuos em sua estrutura,
4.3. DEFEITOS LINEARES (DISCORDÂNCIAS) w Os cristais podem apresentar defeitos alinhados e contínuos em sua estrutura,

w Os cristais podem apresentar defeitos alinhados e contínuos em sua estrutura, dando origem às imperfeições de linha. Os defeitos de linha, também chamados de discordâncias são defeitos que causam a distorção da rede cristalina em torno de uma linha e caracterizam- se por envolver um plano extra de átomos. w Estas imperfeições podem ser produzidas durante a solidificação, na deformação plástica de sólidos cristalinos ou ainda como resultado da concentração de vacâncias.

w A presença 4.3. DEFEITOS LINEARES (DISCORDÂNCIAS) deste defeito é a responsável pela deformação, falha
w A presença 4.3. DEFEITOS LINEARES (DISCORDÂNCIAS) deste defeito é a responsável pela deformação, falha
w A presença 4.3. DEFEITOS LINEARES (DISCORDÂNCIAS) deste defeito é a responsável pela deformação, falha
w A presença 4.3. DEFEITOS LINEARES (DISCORDÂNCIAS) deste defeito é a responsável pela deformação, falha
w A presença 4.3. DEFEITOS LINEARES (DISCORDÂNCIAS) deste defeito é a responsável pela deformação, falha
w A presença 4.3. DEFEITOS LINEARES (DISCORDÂNCIAS) deste defeito é a responsável pela deformação, falha
w A presença 4.3. DEFEITOS LINEARES (DISCORDÂNCIAS) deste defeito é a responsável pela deformação, falha
w A presença 4.3. DEFEITOS LINEARES (DISCORDÂNCIAS) deste defeito é a responsável pela deformação, falha
w A presença 4.3. DEFEITOS LINEARES (DISCORDÂNCIAS) deste defeito é a responsável pela deformação, falha

w A A

presença

4.3. DEFEITOS LINEARES (DISCORDÂNCIAS)

w A presença 4.3. DEFEITOS LINEARES (DISCORDÂNCIAS) deste defeito é a responsável pela deformação, falha e
w A presença 4.3. DEFEITOS LINEARES (DISCORDÂNCIAS) deste defeito é a responsável pela deformação, falha e
w A presença 4.3. DEFEITOS LINEARES (DISCORDÂNCIAS) deste defeito é a responsável pela deformação, falha e
w A presença 4.3. DEFEITOS LINEARES (DISCORDÂNCIAS) deste defeito é a responsável pela deformação, falha e
w A presença 4.3. DEFEITOS LINEARES (DISCORDÂNCIAS) deste defeito é a responsável pela deformação, falha e
w A presença 4.3. DEFEITOS LINEARES (DISCORDÂNCIAS) deste defeito é a responsável pela deformação, falha e

deste

defeito

é

a

responsável

pela

(DISCORDÂNCIAS) deste defeito é a responsável pela deformação, falha e rompimento dos materiais w A
(DISCORDÂNCIAS) deste defeito é a responsável pela deformação, falha e rompimento dos materiais w A

deformação, falha e rompimento dos materiais

w A quantidade e o movimento das discordâncias podem ser controlados pelo grau de deformação (conformação mecânica) e/ou por tratamentos térmicos, podendo desta forma endurecer os materiais metálicos.

podendo desta forma endurecer os materiais metálicos. w Os três principais tipos de defeitos em linha
podendo desta forma endurecer os materiais metálicos. w Os três principais tipos de defeitos em linha

w Os três principais tipos de defeitos em linha são conhecidos como: discordância em cunha, discordância em hélice e discordância mista.

Ocorre pela interrupção de um plano atômico. DISCORDÂNCIAS EM CUNHA Figura 4.7. Ilustração de uma
Ocorre pela interrupção de um plano atômico. DISCORDÂNCIAS EM CUNHA Figura 4.7. Ilustração de uma
Ocorre pela interrupção de um plano atômico. DISCORDÂNCIAS EM CUNHA Figura 4.7. Ilustração de uma
Ocorre pela interrupção de um plano atômico. DISCORDÂNCIAS EM CUNHA Figura 4.7. Ilustração de uma
Ocorre pela interrupção de um plano atômico. DISCORDÂNCIAS EM CUNHA Figura 4.7. Ilustração de uma
Ocorre pela interrupção de um plano atômico. DISCORDÂNCIAS EM CUNHA Figura 4.7. Ilustração de uma
Ocorre pela interrupção de um plano atômico. DISCORDÂNCIAS EM CUNHA Figura 4.7. Ilustração de uma
Ocorre pela interrupção de um plano atômico. DISCORDÂNCIAS EM CUNHA Figura 4.7. Ilustração de uma
Ocorre pela interrupção de um plano atômico. DISCORDÂNCIAS EM CUNHA Figura 4.7. Ilustração de uma
Ocorre pela interrupção de um plano atômico. DISCORDÂNCIAS EM CUNHA Figura 4.7. Ilustração de uma
Ocorre pela interrupção de um plano atômico. DISCORDÂNCIAS EM CUNHA Figura 4.7. Ilustração de uma
Ocorre pela interrupção de um plano atômico. DISCORDÂNCIAS EM CUNHA Figura 4.7. Ilustração de uma
Ocorre pela interrupção de um plano atômico. DISCORDÂNCIAS EM CUNHA Figura 4.7. Ilustração de uma

Ocorre pela interrupção de um plano atômico.

DISCORDÂNCIAS EM CUNHA

pela interrupção de um plano atômico. DISCORDÂNCIAS EM CUNHA Figura 4.7. Ilustração de uma discordância em
pela interrupção de um plano atômico. DISCORDÂNCIAS EM CUNHA Figura 4.7. Ilustração de uma discordância em
pela interrupção de um plano atômico. DISCORDÂNCIAS EM CUNHA Figura 4.7. Ilustração de uma discordância em
pela interrupção de um plano atômico. DISCORDÂNCIAS EM CUNHA Figura 4.7. Ilustração de uma discordância em
pela interrupção de um plano atômico. DISCORDÂNCIAS EM CUNHA Figura 4.7. Ilustração de uma discordância em
pela interrupção de um plano atômico. DISCORDÂNCIAS EM CUNHA Figura 4.7. Ilustração de uma discordância em
pela interrupção de um plano atômico. DISCORDÂNCIAS EM CUNHA Figura 4.7. Ilustração de uma discordância em
pela interrupção de um plano atômico. DISCORDÂNCIAS EM CUNHA Figura 4.7. Ilustração de uma discordância em

Figura 4.7. Ilustração de uma discordância em cunha

4.3.1. DISCORDÂNCIA EM HÉLICE w Uma discordância é helicoidal quando o empilhamento é feito como
4.3.1. DISCORDÂNCIA EM HÉLICE w Uma discordância é helicoidal quando o empilhamento é feito como
4.3.1. DISCORDÂNCIA EM HÉLICE w Uma discordância é helicoidal quando o empilhamento é feito como
4.3.1. DISCORDÂNCIA EM HÉLICE w Uma discordância é helicoidal quando o empilhamento é feito como
4.3.1. DISCORDÂNCIA EM HÉLICE w Uma discordância é helicoidal quando o empilhamento é feito como
4.3.1. DISCORDÂNCIA EM HÉLICE w Uma discordância é helicoidal quando o empilhamento é feito como
4.3.1. DISCORDÂNCIA EM HÉLICE w Uma discordância é helicoidal quando o empilhamento é feito como
4.3.1. DISCORDÂNCIA EM HÉLICE w Uma discordância é helicoidal quando o empilhamento é feito como
4.3.1. DISCORDÂNCIA EM HÉLICE w Uma discordância é helicoidal quando o empilhamento é feito como
4.3.1. DISCORDÂNCIA EM HÉLICE w Uma discordância é helicoidal quando o empilhamento é feito como
4.3.1. DISCORDÂNCIA EM HÉLICE w Uma discordância é helicoidal quando o empilhamento é feito como
4.3.1. DISCORDÂNCIA EM HÉLICE w Uma discordância é helicoidal quando o empilhamento é feito como
4.3.1. DISCORDÂNCIA EM HÉLICE w Uma discordância é helicoidal quando o empilhamento é feito como

4.3.1. DISCORDÂNCIA EM HÉLICE

4.3.1. DISCORDÂNCIA EM HÉLICE w Uma discordância é helicoidal quando o empilhamento é feito como se
4.3.1. DISCORDÂNCIA EM HÉLICE w Uma discordância é helicoidal quando o empilhamento é feito como se
4.3.1. DISCORDÂNCIA EM HÉLICE w Uma discordância é helicoidal quando o empilhamento é feito como se
4.3.1. DISCORDÂNCIA EM HÉLICE w Uma discordância é helicoidal quando o empilhamento é feito como se
4.3.1. DISCORDÂNCIA EM HÉLICE w Uma discordância é helicoidal quando o empilhamento é feito como se
4.3.1. DISCORDÂNCIA EM HÉLICE w Uma discordância é helicoidal quando o empilhamento é feito como se

w Uma discordância é helicoidal quando o empilhamento é feito como se fosse uma mola.

discordância é helicoidal quando o empilhamento é feito como se fosse uma mola. Figura 4.8. Discordância
discordância é helicoidal quando o empilhamento é feito como se fosse uma mola. Figura 4.8. Discordância
discordância é helicoidal quando o empilhamento é feito como se fosse uma mola. Figura 4.8. Discordância

Figura 4.8. Discordância em hélice.

w 4.3.3. DISCORDÂNCIA MISTA (CUNHA + HÉLICE) mista é formada por uma discordância em cunha
w 4.3.3. DISCORDÂNCIA MISTA (CUNHA + HÉLICE) mista é formada por uma discordância em cunha
w 4.3.3. DISCORDÂNCIA MISTA (CUNHA + HÉLICE) mista é formada por uma discordância em cunha
w 4.3.3. DISCORDÂNCIA MISTA (CUNHA + HÉLICE) mista é formada por uma discordância em cunha
w 4.3.3. DISCORDÂNCIA MISTA (CUNHA + HÉLICE) mista é formada por uma discordância em cunha
w 4.3.3. DISCORDÂNCIA MISTA (CUNHA + HÉLICE) mista é formada por uma discordância em cunha
w 4.3.3. DISCORDÂNCIA MISTA (CUNHA + HÉLICE) mista é formada por uma discordância em cunha
w 4.3.3. DISCORDÂNCIA MISTA (CUNHA + HÉLICE) mista é formada por uma discordância em cunha
w 4.3.3. DISCORDÂNCIA MISTA (CUNHA + HÉLICE) mista é formada por uma discordância em cunha

w4.3.3. DISCORDÂNCIA MISTA (CUNHA + HÉLICE) mista é formada por uma discordância em cunha associada

w 4.3.3. DISCORDÂNCIA MISTA (CUNHA + HÉLICE) mista é formada por uma discordância em cunha associada
w 4.3.3. DISCORDÂNCIA MISTA (CUNHA + HÉLICE) mista é formada por uma discordância em cunha associada
w 4.3.3. DISCORDÂNCIA MISTA (CUNHA + HÉLICE) mista é formada por uma discordância em cunha associada

4.3.3. DISCORDÂNCIA MISTA (CUNHA + HÉLICE)

w 4.3.3. DISCORDÂNCIA MISTA (CUNHA + HÉLICE) mista é formada por uma discordância em cunha associada
w 4.3.3. DISCORDÂNCIA MISTA (CUNHA + HÉLICE) mista é formada por uma discordância em cunha associada
w 4.3.3. DISCORDÂNCIA MISTA (CUNHA + HÉLICE) mista é formada por uma discordância em cunha associada
w 4.3.3. DISCORDÂNCIA MISTA (CUNHA + HÉLICE) mista é formada por uma discordância em cunha associada
w 4.3.3. DISCORDÂNCIA MISTA (CUNHA + HÉLICE) mista é formada por uma discordância em cunha associada
w 4.3.3. DISCORDÂNCIA MISTA (CUNHA + HÉLICE) mista é formada por uma discordância em cunha associada
w 4.3.3. DISCORDÂNCIA MISTA (CUNHA + HÉLICE) mista é formada por uma discordância em cunha associada

mista é

formada por uma discordância em cunha associada a uma discordância em hélice. As discordâncias são produzidas durante solidificação do material ou quando é aplicada uma tensão cisalhante sobre o mesmo.

A

discordância

do material ou quando é aplicada uma tensão cisalhante sobre o mesmo. A discordância Figura 4.9.

Figura 4.9. Discordância mista

4.4. DEFEITOS DE SUPERFÍCIES Os cristais também apresentam defeitos que se estendem ao longo de
4.4. DEFEITOS DE SUPERFÍCIES Os cristais também apresentam defeitos que se estendem ao longo de
4.4. DEFEITOS DE SUPERFÍCIES Os cristais também apresentam defeitos que se estendem ao longo de
4.4. DEFEITOS DE SUPERFÍCIES Os cristais também apresentam defeitos que se estendem ao longo de
4.4. DEFEITOS DE SUPERFÍCIES Os cristais também apresentam defeitos que se estendem ao longo de
4.4. DEFEITOS DE SUPERFÍCIES Os cristais também apresentam defeitos que se estendem ao longo de
4.4. DEFEITOS DE SUPERFÍCIES Os cristais também apresentam defeitos que se estendem ao longo de
4.4. DEFEITOS DE SUPERFÍCIES Os cristais também apresentam defeitos que se estendem ao longo de
4.4. DEFEITOS DE SUPERFÍCIES Os cristais também apresentam defeitos que se estendem ao longo de
4.4. DEFEITOS DE SUPERFÍCIES Os cristais também apresentam defeitos que se estendem ao longo de
4.4. DEFEITOS DE SUPERFÍCIES Os cristais também apresentam defeitos que se estendem ao longo de
4.4. DEFEITOS DE SUPERFÍCIES Os cristais também apresentam defeitos que se estendem ao longo de
4.4. DEFEITOS DE SUPERFÍCIES Os cristais também apresentam defeitos que se estendem ao longo de

4.4. DEFEITOS DE SUPERFÍCIES

4.4. DEFEITOS DE SUPERFÍCIES Os cristais também apresentam defeitos que se estendem ao longo de sua
4.4. DEFEITOS DE SUPERFÍCIES Os cristais também apresentam defeitos que se estendem ao longo de sua
4.4. DEFEITOS DE SUPERFÍCIES Os cristais também apresentam defeitos que se estendem ao longo de sua
4.4. DEFEITOS DE SUPERFÍCIES Os cristais também apresentam defeitos que se estendem ao longo de sua
4.4. DEFEITOS DE SUPERFÍCIES Os cristais também apresentam defeitos que se estendem ao longo de sua
4.4. DEFEITOS DE SUPERFÍCIES Os cristais também apresentam defeitos que se estendem ao longo de sua

Os cristais também apresentam defeitos que se estendem ao longo de sua estrutura, formando superfícies e denominados de imperfeições de superfície. Esse tipo de imperfeição cristalina pode ser de três tipos:

q

superfícies livres;

q

contornos de grão;

q

maclas.

imperfeição cristalina pode ser de três tipos: q superfícies livres; q contornos de grão; q maclas.
4.4.1. SUPERFÍCIES LIVRES Apesar de serem consideradas o término da estrutura cristalina, as superfícies externas
4.4.1. SUPERFÍCIES LIVRES Apesar de serem consideradas o término da estrutura cristalina, as superfícies externas
4.4.1. SUPERFÍCIES LIVRES Apesar de serem consideradas o término da estrutura cristalina, as superfícies externas
4.4.1. SUPERFÍCIES LIVRES Apesar de serem consideradas o término da estrutura cristalina, as superfícies externas
4.4.1. SUPERFÍCIES LIVRES Apesar de serem consideradas o término da estrutura cristalina, as superfícies externas
4.4.1. SUPERFÍCIES LIVRES Apesar de serem consideradas o término da estrutura cristalina, as superfícies externas
4.4.1. SUPERFÍCIES LIVRES Apesar de serem consideradas o término da estrutura cristalina, as superfícies externas
4.4.1. SUPERFÍCIES LIVRES Apesar de serem consideradas o término da estrutura cristalina, as superfícies externas
4.4.1. SUPERFÍCIES LIVRES Apesar de serem consideradas o término da estrutura cristalina, as superfícies externas
4.4.1. SUPERFÍCIES LIVRES Apesar de serem consideradas o término da estrutura cristalina, as superfícies externas
4.4.1. SUPERFÍCIES LIVRES Apesar de serem consideradas o término da estrutura cristalina, as superfícies externas
4.4.1. SUPERFÍCIES LIVRES Apesar de serem consideradas o término da estrutura cristalina, as superfícies externas
4.4.1. SUPERFÍCIES LIVRES Apesar de serem consideradas o término da estrutura cristalina, as superfícies externas
4.4.1. SUPERFÍCIES LIVRES Apesar de serem consideradas o término da estrutura cristalina, as superfícies externas

4.4.1. SUPERFÍCIES LIVRES

4.4.1. SUPERFÍCIES LIVRES Apesar de serem consideradas o término da estrutura cristalina, as superfícies externas de
4.4.1. SUPERFÍCIES LIVRES Apesar de serem consideradas o término da estrutura cristalina, as superfícies externas de
4.4.1. SUPERFÍCIES LIVRES Apesar de serem consideradas o término da estrutura cristalina, as superfícies externas de
4.4.1. SUPERFÍCIES LIVRES Apesar de serem consideradas o término da estrutura cristalina, as superfícies externas de
4.4.1. SUPERFÍCIES LIVRES Apesar de serem consideradas o término da estrutura cristalina, as superfícies externas de
4.4.1. SUPERFÍCIES LIVRES Apesar de serem consideradas o término da estrutura cristalina, as superfícies externas de

Apesar de serem consideradas o término da estrutura cristalina, as superfícies externas de um cristal são consideradas defeitos cristalinos, já que o número de vizinhos de um átomo superficial não é o mesmo de um átomo no interior do cristal (figura 4.10). Os átomos superficiais possuem vizinhos apenas de um lado, tem maior energia e assim, estão ligados aos átomos internos mais fragilmente. São responsáveis pelo processo de sinterização.

energia e assim, estão ligados aos átomos internos mais fragilmente. São responsáveis pelo processo de sinterização.
4.4.1. CONTORNOS DE GRÃO w Um metal puro, embora contenha um único elemento, possui vários
4.4.1. CONTORNOS DE GRÃO w Um metal puro, embora contenha um único elemento, possui vários
4.4.1. CONTORNOS DE GRÃO w Um metal puro, embora contenha um único elemento, possui vários
4.4.1. CONTORNOS DE GRÃO w Um metal puro, embora contenha um único elemento, possui vários
4.4.1. CONTORNOS DE GRÃO w Um metal puro, embora contenha um único elemento, possui vários
4.4.1. CONTORNOS DE GRÃO w Um metal puro, embora contenha um único elemento, possui vários
4.4.1. CONTORNOS DE GRÃO w Um metal puro, embora contenha um único elemento, possui vários
4.4.1. CONTORNOS DE GRÃO w Um metal puro, embora contenha um único elemento, possui vários
4.4.1. CONTORNOS DE GRÃO w Um metal puro, embora contenha um único elemento, possui vários
4.4.1. CONTORNOS DE GRÃO w Um metal puro, embora contenha um único elemento, possui vários
4.4.1. CONTORNOS DE GRÃO w Um metal puro, embora contenha um único elemento, possui vários

4.4.1. CONTORNOS DE GRÃO

4.4.1. CONTORNOS DE GRÃO w Um metal puro, embora contenha um único elemento, possui vários grãos,
4.4.1. CONTORNOS DE GRÃO w Um metal puro, embora contenha um único elemento, possui vários grãos,
4.4.1. CONTORNOS DE GRÃO w Um metal puro, embora contenha um único elemento, possui vários grãos,
4.4.1. CONTORNOS DE GRÃO w Um metal puro, embora contenha um único elemento, possui vários grãos,
4.4.1. CONTORNOS DE GRÃO w Um metal puro, embora contenha um único elemento, possui vários grãos,
4.4.1. CONTORNOS DE GRÃO w Um metal puro, embora contenha um único elemento, possui vários grãos,

w Um metal puro, embora contenha um único elemento, possui vários grãos, ou seja, regiões onde a estrutura cristalina tem a mesma orientação. Durante a solidificação, vários núcleos sólidos surgem no interior do líquido, cada um com uma direção.

surgem no interior do líquido, cada um com uma direção. w Numa fase seguinte, denominada de
surgem no interior do líquido, cada um com uma direção. w Numa fase seguinte, denominada de
surgem no interior do líquido, cada um com uma direção. w Numa fase seguinte, denominada de

w Numa fase seguinte, denominada de crescimento, estes núcleos crescem e se juntam, formando nestas "juntas", uma região conhecida como contorno de grão. Como os diversos grãos não apresentam necessariamente a mesma orientação cristalográfica, o encontro dos mesmos cria superfícies de contato dentro do cristal.

4.4.1. CONTORNOS DE GRÃO Formação de um material policristalino: (a) Etapa de nucleação; (b) Etapa
4.4.1. CONTORNOS DE GRÃO Formação de um material policristalino: (a) Etapa de nucleação; (b) Etapa
4.4.1. CONTORNOS DE GRÃO Formação de um material policristalino: (a) Etapa de nucleação; (b) Etapa
4.4.1. CONTORNOS DE GRÃO Formação de um material policristalino: (a) Etapa de nucleação; (b) Etapa
4.4.1. CONTORNOS DE GRÃO Formação de um material policristalino: (a) Etapa de nucleação; (b) Etapa
4.4.1. CONTORNOS DE GRÃO Formação de um material policristalino: (a) Etapa de nucleação; (b) Etapa
4.4.1. CONTORNOS DE GRÃO Formação de um material policristalino: (a) Etapa de nucleação; (b) Etapa
4.4.1. CONTORNOS DE GRÃO Formação de um material policristalino: (a) Etapa de nucleação; (b) Etapa
4.4.1. CONTORNOS DE GRÃO Formação de um material policristalino: (a) Etapa de nucleação; (b) Etapa
4.4.1. CONTORNOS DE GRÃO Formação de um material policristalino: (a) Etapa de nucleação; (b) Etapa
4.4.1. CONTORNOS DE GRÃO Formação de um material policristalino: (a) Etapa de nucleação; (b) Etapa
4.4.1. CONTORNOS DE GRÃO Formação de um material policristalino: (a) Etapa de nucleação; (b) Etapa
4.4.1. CONTORNOS DE GRÃO Formação de um material policristalino: (a) Etapa de nucleação; (b) Etapa
4.4.1. CONTORNOS DE GRÃO Formação de um material policristalino: (a) Etapa de nucleação; (b) Etapa

4.4.1. CONTORNOS DE GRÃO

4.4.1. CONTORNOS DE GRÃO Formação de um material policristalino: (a) Etapa de nucleação; (b) Etapa de
4.4.1. CONTORNOS DE GRÃO Formação de um material policristalino: (a) Etapa de nucleação; (b) Etapa de
4.4.1. CONTORNOS DE GRÃO Formação de um material policristalino: (a) Etapa de nucleação; (b) Etapa de
4.4.1. CONTORNOS DE GRÃO Formação de um material policristalino: (a) Etapa de nucleação; (b) Etapa de
4.4.1. CONTORNOS DE GRÃO Formação de um material policristalino: (a) Etapa de nucleação; (b) Etapa de
4.4.1. CONTORNOS DE GRÃO Formação de um material policristalino: (a) Etapa de nucleação; (b) Etapa de
4.4.1. CONTORNOS DE GRÃO Formação de um material policristalino: (a) Etapa de nucleação; (b) Etapa de
4.4.1. CONTORNOS DE GRÃO Formação de um material policristalino: (a) Etapa de nucleação; (b) Etapa de

Formação de um material policristalino: (a) Etapa de nucleação; (b) Etapa de crescimento; (c) Material policristalino.

Figura 4.12. Os grãos de um material policristalino não apresentam uma mesma orientação cristalográfica.

Figura 4.12. Os grãos de um material policristalino não apresentam uma mesma orientação cristalográfica.
4.4.1. CONTORNOS DE GRÃO Figura 3.13. Micrografias de aço baixo carbono, atacado com Nital (H
4.4.1. CONTORNOS DE GRÃO Figura 3.13. Micrografias de aço baixo carbono, atacado com Nital (H
4.4.1. CONTORNOS DE GRÃO Figura 3.13. Micrografias de aço baixo carbono, atacado com Nital (H
4.4.1. CONTORNOS DE GRÃO Figura 3.13. Micrografias de aço baixo carbono, atacado com Nital (H
4.4.1. CONTORNOS DE GRÃO Figura 3.13. Micrografias de aço baixo carbono, atacado com Nital (H
4.4.1. CONTORNOS DE GRÃO Figura 3.13. Micrografias de aço baixo carbono, atacado com Nital (H
4.4.1. CONTORNOS DE GRÃO Figura 3.13. Micrografias de aço baixo carbono, atacado com Nital (H
4.4.1. CONTORNOS DE GRÃO Figura 3.13. Micrografias de aço baixo carbono, atacado com Nital (H
4.4.1. CONTORNOS DE GRÃO Figura 3.13. Micrografias de aço baixo carbono, atacado com Nital (H

4.4.1. CONTORNOS DE GRÃO

4.4.1. CONTORNOS DE GRÃO Figura 3.13. Micrografias de aço baixo carbono, atacado com Nital (H 2

Figura 3.13. Micrografias de aço baixo carbono, atacado com Nital (H 2 NO 3 + álcool) e o respectivo tamanho de grão segundo a ASTM (X 100):

e o respectivo tamanho de grão segundo a ASTM (X 100): A região do contorno de
e o respectivo tamanho de grão segundo a ASTM (X 100): A região do contorno de
e o respectivo tamanho de grão segundo a ASTM (X 100): A região do contorno de
e o respectivo tamanho de grão segundo a ASTM (X 100): A região do contorno de

A região do contorno de grão aparece mais escura no microscópio devido à menor capacidade de reflexão de luz da mesma.

(a)

material não atacado quimicamente

(b)

material atacado quimicamente

monofásico

(c) material atacado

uimicamente difásico

M ACLAS w As maclas constituem um outro tipo de defeito de superfície e podem
M ACLAS
M ACLAS
M ACLAS
M ACLAS
M ACLAS
M ACLAS

MACLAS

M ACLAS w As maclas constituem um outro tipo de defeito de superfície e podem surgir
M ACLAS w As maclas constituem um outro tipo de defeito de superfície e podem surgir
M ACLAS w As maclas constituem um outro tipo de defeito de superfície e podem surgir
M ACLAS w As maclas constituem um outro tipo de defeito de superfície e podem surgir
M ACLAS w As maclas constituem um outro tipo de defeito de superfície e podem surgir
M ACLAS w As maclas constituem um outro tipo de defeito de superfície e podem surgir
M ACLAS w As maclas constituem um outro tipo de defeito de superfície e podem surgir
M ACLAS w As maclas constituem um outro tipo de defeito de superfície e podem surgir
M ACLAS w As maclas constituem um outro tipo de defeito de superfície e podem surgir
M ACLAS w As maclas constituem um outro tipo de defeito de superfície e podem surgir
M ACLAS w As maclas constituem um outro tipo de defeito de superfície e podem surgir
M ACLAS w As maclas constituem um outro tipo de defeito de superfície e podem surgir

w As maclas constituem um outro tipo de defeito de superfície e podem surgir a partir de tensões térmicas ou mecânicas. Tal defeito de superfície ocorre quando parte da rede cristalina é deformada, de modo que a mesma forme uma imagem especular da parte não deformada

parte da rede cristalina é deformada, de modo que a mesma forme uma imagem especular da
parte da rede cristalina é deformada, de modo que a mesma forme uma imagem especular da

MACLAS

Discordâncias Relação entre defeitos e propriedades mecânicas w Interferem na deformação plástica dos materiais.
Discordâncias Relação entre defeitos e propriedades mecânicas w Interferem na deformação plástica dos materiais.
Discordâncias Relação entre defeitos e propriedades mecânicas w Interferem na deformação plástica dos materiais.
Discordâncias Relação entre defeitos e propriedades mecânicas w Interferem na deformação plástica dos materiais.
Discordâncias Relação entre defeitos e propriedades mecânicas w Interferem na deformação plástica dos materiais.
Discordâncias Relação entre defeitos e propriedades mecânicas w Interferem na deformação plástica dos materiais.
Discordâncias Relação entre defeitos e propriedades mecânicas w Interferem na deformação plástica dos materiais.
Discordâncias Relação entre defeitos e propriedades mecânicas w Interferem na deformação plástica dos materiais.
Discordâncias Relação entre defeitos e propriedades mecânicas w Interferem na deformação plástica dos materiais.
Discordâncias Relação entre defeitos e propriedades mecânicas w Interferem na deformação plástica dos materiais.
Discordâncias Relação entre defeitos e propriedades mecânicas w Interferem na deformação plástica dos materiais.
Discordâncias Relação entre defeitos e propriedades mecânicas w Interferem na deformação plástica dos materiais.
Discordâncias Relação entre defeitos e propriedades mecânicas w Interferem na deformação plástica dos materiais.

Discordâncias

Relação entre defeitos e propriedades mecânicas

Relação entre defeitos e propriedades mecânicas w Interferem na deformação plástica dos materiais.
Relação entre defeitos e propriedades mecânicas w Interferem na deformação plástica dos materiais.
Relação entre defeitos e propriedades mecânicas w Interferem na deformação plástica dos materiais.
Relação entre defeitos e propriedades mecânicas w Interferem na deformação plástica dos materiais.
Relação entre defeitos e propriedades mecânicas w Interferem na deformação plástica dos materiais.
Relação entre defeitos e propriedades mecânicas w Interferem na deformação plástica dos materiais.

w

Interferem na deformação plástica dos materiais.

w

Sua presença facilita a deformação

materiais. w Sua presença facilita a deformação ). A quantidade e o movimento das discordâncias podem

).

A quantidade e o movimento das discordâncias podem ser controlados pelo grau de deformação (conformação mecânica) e/ou por tratamentos térmicos

(contorno de grãos, soluções

sólidas etc

Figura 4.17- Distorção na estrutura causado pela discordância. .

Soluções sólidas w Os defeitos causados pelas soluções sólidas (intersticiais e substitucionais), contorno de grão
Soluções sólidas w Os defeitos causados pelas soluções sólidas (intersticiais e substitucionais), contorno de grão
Soluções sólidas w Os defeitos causados pelas soluções sólidas (intersticiais e substitucionais), contorno de grão
Soluções sólidas w Os defeitos causados pelas soluções sólidas (intersticiais e substitucionais), contorno de grão
Soluções sólidas w Os defeitos causados pelas soluções sólidas (intersticiais e substitucionais), contorno de grão
Soluções sólidas w Os defeitos causados pelas soluções sólidas (intersticiais e substitucionais), contorno de grão
Soluções sólidas w Os defeitos causados pelas soluções sólidas (intersticiais e substitucionais), contorno de grão
Soluções sólidas w Os defeitos causados pelas soluções sólidas (intersticiais e substitucionais), contorno de grão
Soluções sólidas w Os defeitos causados pelas soluções sólidas (intersticiais e substitucionais), contorno de grão
Soluções sólidas w Os defeitos causados pelas soluções sólidas (intersticiais e substitucionais), contorno de grão
Soluções sólidas w Os defeitos causados pelas soluções sólidas (intersticiais e substitucionais), contorno de grão
Soluções sólidas w Os defeitos causados pelas soluções sólidas (intersticiais e substitucionais), contorno de grão
Soluções sólidas w Os defeitos causados pelas soluções sólidas (intersticiais e substitucionais), contorno de grão

Soluções sólidas

Soluções sólidas w Os defeitos causados pelas soluções sólidas (intersticiais e substitucionais), contorno de grão
Soluções sólidas w Os defeitos causados pelas soluções sólidas (intersticiais e substitucionais), contorno de grão
Soluções sólidas w Os defeitos causados pelas soluções sólidas (intersticiais e substitucionais), contorno de grão
Soluções sólidas w Os defeitos causados pelas soluções sólidas (intersticiais e substitucionais), contorno de grão
Soluções sólidas w Os defeitos causados pelas soluções sólidas (intersticiais e substitucionais), contorno de grão
Soluções sólidas w Os defeitos causados pelas soluções sólidas (intersticiais e substitucionais), contorno de grão

w Os defeitos causados pelas soluções sólidas (intersticiais e substitucionais), contorno de grão e deformação mecânica causam deformação na estrutura cristalina dificultando a movimentação das discordâncias aumentando a resistência à deformação do material

aumentando a resistência à deformação do material Figura 4.18 . Deformação da estrutura causada pela
aumentando a resistência à deformação do material Figura 4.18 . Deformação da estrutura causada pela

Figura 4.18 . Deformação da estrutura causada pela presença de impurezas substitucionais. .

Soluções sólidas w Os defeitos causados pelas soluções sólidas (intersticiais e substitucionais), contorno de grão
Soluções sólidas w Os defeitos causados pelas soluções sólidas (intersticiais e substitucionais), contorno de grão
Soluções sólidas w Os defeitos causados pelas soluções sólidas (intersticiais e substitucionais), contorno de grão
Soluções sólidas w Os defeitos causados pelas soluções sólidas (intersticiais e substitucionais), contorno de grão
Soluções sólidas w Os defeitos causados pelas soluções sólidas (intersticiais e substitucionais), contorno de grão
Soluções sólidas w Os defeitos causados pelas soluções sólidas (intersticiais e substitucionais), contorno de grão
Soluções sólidas w Os defeitos causados pelas soluções sólidas (intersticiais e substitucionais), contorno de grão
Soluções sólidas w Os defeitos causados pelas soluções sólidas (intersticiais e substitucionais), contorno de grão
Soluções sólidas w Os defeitos causados pelas soluções sólidas (intersticiais e substitucionais), contorno de grão
Soluções sólidas w Os defeitos causados pelas soluções sólidas (intersticiais e substitucionais), contorno de grão
Soluções sólidas w Os defeitos causados pelas soluções sólidas (intersticiais e substitucionais), contorno de grão
Soluções sólidas w Os defeitos causados pelas soluções sólidas (intersticiais e substitucionais), contorno de grão
Soluções sólidas w Os defeitos causados pelas soluções sólidas (intersticiais e substitucionais), contorno de grão

Soluções sólidas

Soluções sólidas w Os defeitos causados pelas soluções sólidas (intersticiais e substitucionais), contorno de grão
Soluções sólidas w Os defeitos causados pelas soluções sólidas (intersticiais e substitucionais), contorno de grão
Soluções sólidas w Os defeitos causados pelas soluções sólidas (intersticiais e substitucionais), contorno de grão
Soluções sólidas w Os defeitos causados pelas soluções sólidas (intersticiais e substitucionais), contorno de grão
Soluções sólidas w Os defeitos causados pelas soluções sólidas (intersticiais e substitucionais), contorno de grão
Soluções sólidas w Os defeitos causados pelas soluções sólidas (intersticiais e substitucionais), contorno de grão

w Os defeitos causados pelas soluções sólidas (intersticiais e substitucionais), contorno de grão e deformação mecânica causam deformação na estrutura cristalina dificultando a movimentação das discordâncias aumentando a resistência à deformação do material

aumentando a resistência à deformação do material Figura 4.18 . Deformação da estrutura causada pela
aumentando a resistência à deformação do material Figura 4.18 . Deformação da estrutura causada pela

Figura 4.18 . Deformação da estrutura causada pela presença de impurezas substitucionais. .

Variação da resistência e da dutibilidade em função da % de níquel numa liga de
Variação da resistência e da dutibilidade em função da % de níquel numa liga de
Variação da resistência e da dutibilidade em função da % de níquel numa liga de
Variação da resistência e da dutibilidade em função da % de níquel numa liga de
Variação da resistência e da dutibilidade em função da % de níquel numa liga de
Variação da resistência e da dutibilidade em função da % de níquel numa liga de
Variação da resistência e da dutibilidade em função da % de níquel numa liga de
Variação da resistência e da dutibilidade em função da % de níquel numa liga de
Variação da resistência e da dutibilidade em função da % de níquel numa liga de
Variação da resistência e da dutibilidade em função da % de níquel numa liga de

Variação da resistência e da dutibilidade em função da % de níquel numa liga de cobre-nìquel

Solução sólida substitucional

da resistência e da dutibilidade em função da % de níquel numa liga de cobre-nìquel Solução
da resistência e da dutibilidade em função da % de níquel numa liga de cobre-nìquel Solução
da resistência e da dutibilidade em função da % de níquel numa liga de cobre-nìquel Solução
da resistência e da dutibilidade em função da % de níquel numa liga de cobre-nìquel Solução
da resistência e da dutibilidade em função da % de níquel numa liga de cobre-nìquel Solução
da resistência e da dutibilidade em função da % de níquel numa liga de cobre-nìquel Solução
da resistência e da dutibilidade em função da % de níquel numa liga de cobre-nìquel Solução
da resistência e da dutibilidade em função da % de níquel numa liga de cobre-nìquel Solução
Variação da dureza e dutibilidade de uma liga de aço em função do teor de
Variação da dureza e dutibilidade de uma liga de aço em função do teor de
Variação da dureza e dutibilidade de uma liga de aço em função do teor de
Variação da dureza e dutibilidade de uma liga de aço em função do teor de
Variação da dureza e dutibilidade de uma liga de aço em função do teor de
Variação da dureza e dutibilidade de uma liga de aço em função do teor de
Variação da dureza e dutibilidade de uma liga de aço em função do teor de
Variação da dureza e dutibilidade de uma liga de aço em função do teor de
Variação da dureza e dutibilidade de uma liga de aço em função do teor de
Variação da dureza e dutibilidade de uma liga de aço em função do teor de
Variação da dureza e dutibilidade de uma liga de aço em função do teor de
Variação da dureza e dutibilidade de uma liga de aço em função do teor de
Variação da dureza e dutibilidade de uma liga de aço em função do teor de
Variação da dureza e dutibilidade de uma liga de aço em função do teor de

Variação da dureza e dutibilidade de uma liga de aço em função do teor de carbono solução sólida intersticial

Variação da dureza e dutibilidade de uma liga de aço em função do teor de carbono
Variação da dureza e dutibilidade de uma liga de aço em função do teor de carbono
Variação da dureza e dutibilidade de uma liga de aço em função do teor de carbono
Variação da dureza e dutibilidade de uma liga de aço em função do teor de carbono
Variação da dureza e dutibilidade de uma liga de aço em função do teor de carbono
Variação da dureza e dutibilidade de uma liga de aço em função do teor de carbono
Variação da dureza e dutibilidade de uma liga de aço em função do teor de carbono
Variação da dureza e dutibilidade de uma liga de aço em função do teor de carbono
Precipitados w Quando a solubilidade da solução sólida é ultrapassada, começará a se formar dentro
Precipitados w Quando a solubilidade da solução sólida é ultrapassada, começará a se formar dentro
Precipitados w Quando a solubilidade da solução sólida é ultrapassada, começará a se formar dentro
Precipitados w Quando a solubilidade da solução sólida é ultrapassada, começará a se formar dentro
Precipitados w Quando a solubilidade da solução sólida é ultrapassada, começará a se formar dentro
Precipitados w Quando a solubilidade da solução sólida é ultrapassada, começará a se formar dentro
Precipitados w Quando a solubilidade da solução sólida é ultrapassada, começará a se formar dentro
Precipitados w Quando a solubilidade da solução sólida é ultrapassada, começará a se formar dentro
Precipitados w Quando a solubilidade da solução sólida é ultrapassada, começará a se formar dentro

Precipitados

Precipitados w Quando a solubilidade da solução sólida é ultrapassada, começará a se formar dentro da
Precipitados w Quando a solubilidade da solução sólida é ultrapassada, começará a se formar dentro da
Precipitados w Quando a solubilidade da solução sólida é ultrapassada, começará a se formar dentro da
Precipitados w Quando a solubilidade da solução sólida é ultrapassada, começará a se formar dentro da
Precipitados w Quando a solubilidade da solução sólida é ultrapassada, começará a se formar dentro da
Precipitados w Quando a solubilidade da solução sólida é ultrapassada, começará a se formar dentro da
Precipitados w Quando a solubilidade da solução sólida é ultrapassada, começará a se formar dentro da
Precipitados w Quando a solubilidade da solução sólida é ultrapassada, começará a se formar dentro da
Precipitados w Quando a solubilidade da solução sólida é ultrapassada, começará a se formar dentro da
Precipitados w Quando a solubilidade da solução sólida é ultrapassada, começará a se formar dentro da
Precipitados w Quando a solubilidade da solução sólida é ultrapassada, começará a se formar dentro da

w Quando a solubilidade da solução sólida é ultrapassada, começará a se formar dentro da estrutura uma nova fase (precipitado) , esta causará uma descontinuidade na estrutura dificultando a movimentação das discordâncias, aumentando consideravelmente a resistência deste material.

Precipitados de Ag no cobre Numa liga de cobre com prata se colocarmos até 8%
Precipitados de Ag no cobre
Numa liga de cobre com prata se
colocarmos até 8% de prata
formamos uma solução sólida, se
colocarmos mais que 8%(limite
de solubilidade da prata no cobre,
conforme tabela 4.1) começamos
a formar uma segunda fase ou
seja começamos a formar uma
estrutura de prata, que
chamamos de precipitado.

Resistência deformação

Resistência deformação

Resistência deformação Resistência deformação Comparativo entre resistência a deformação e tipo de defeito.
Resistência deformação Resistência deformação Comparativo entre resistência a deformação e tipo de defeito.
Resistência deformação Resistência deformação Comparativo entre resistência a deformação e tipo de defeito.
Resistência deformação Resistência deformação Comparativo entre resistência a deformação e tipo de defeito.
Resistência deformação Resistência deformação Comparativo entre resistência a deformação e tipo de defeito.
Resistência deformação Resistência deformação Comparativo entre resistência a deformação e tipo de defeito.
Resistência deformação Resistência deformação Comparativo entre resistência a deformação e tipo de defeito.
Resistência deformação Resistência deformação Comparativo entre resistência a deformação e tipo de defeito.
Resistência deformação Resistência deformação Comparativo entre resistência a deformação e tipo de defeito.
Resistência deformação Resistência deformação Comparativo entre resistência a deformação e tipo de defeito.
Resistência deformação Resistência deformação Comparativo entre resistência a deformação e tipo de defeito.
Resistência deformação Resistência deformação Comparativo entre resistência a deformação e tipo de defeito.
Resistência deformação Resistência deformação Comparativo entre resistência a deformação e tipo de defeito.

Comparativo entre resistência a deformação e tipo de defeito.

entre resistência a deformação e tipo de defeito. precipitados precipitados S. S. Solida intersticiais
entre resistência a deformação e tipo de defeito. precipitados precipitados S. S. Solida intersticiais
entre resistência a deformação e tipo de defeito. precipitados precipitados S. S. Solida intersticiais
entre resistência a deformação e tipo de defeito. precipitados precipitados S. S. Solida intersticiais
entre resistência a deformação e tipo de defeito. precipitados precipitados S. S. Solida intersticiais
entre resistência a deformação e tipo de defeito. precipitados precipitados S. S. Solida intersticiais
precipitados precipitados S. S. Solida intersticiais Solida intersticiais S. S. Solidas Sub. Solidas Sub. Ra#Rb
precipitados
precipitados
S. S.
Solida intersticiais
Solida intersticiais
S. S.
Solidas Sub.
Solidas Sub.
Ra#Rb
Ra#Rb
S. S.
Solidas Sub.
Solidas Sub.
Ra@ Rb
Ra@ Rb

% de elemento de liga

% de elemento de liga

Ra@ Rb Ra@ Rb % de elemento de liga % de elemento de liga Figura 4.20.

Figura 4.20. Comparativo entre resistência a deformação e tipo de defeito.

Contornos de grão Em baixa temperatura w O contorno de grão interfere no movimento das
Contornos de grão Em baixa temperatura w O contorno de grão interfere no movimento das
Contornos de grão Em baixa temperatura w O contorno de grão interfere no movimento das
Contornos de grão Em baixa temperatura w O contorno de grão interfere no movimento das
Contornos de grão Em baixa temperatura w O contorno de grão interfere no movimento das
Contornos de grão Em baixa temperatura w O contorno de grão interfere no movimento das
Contornos de grão Em baixa temperatura w O contorno de grão interfere no movimento das
Contornos de grão Em baixa temperatura w O contorno de grão interfere no movimento das
Contornos de grão Em baixa temperatura w O contorno de grão interfere no movimento das
Contornos de grão Em baixa temperatura w O contorno de grão interfere no movimento das
Contornos de grão Em baixa temperatura w O contorno de grão interfere no movimento das
Contornos de grão Em baixa temperatura w O contorno de grão interfere no movimento das
Contornos de grão Em baixa temperatura w O contorno de grão interfere no movimento das
Contornos de grão Em baixa temperatura w O contorno de grão interfere no movimento das

Contornos de grão

Contornos de grão Em baixa temperatura w O contorno de grão interfere no movimento das discordâncias
Contornos de grão Em baixa temperatura w O contorno de grão interfere no movimento das discordâncias
Contornos de grão Em baixa temperatura w O contorno de grão interfere no movimento das discordâncias
Contornos de grão Em baixa temperatura w O contorno de grão interfere no movimento das discordâncias
Contornos de grão Em baixa temperatura w O contorno de grão interfere no movimento das discordâncias
Contornos de grão Em baixa temperatura w O contorno de grão interfere no movimento das discordâncias
Contornos de grão Em baixa temperatura w O contorno de grão interfere no movimento das discordâncias

Em baixa temperatura

w O contorno de grão interfere no movimento das discordâncias , ao alcançar um contorno há uma mudança de direção dos cristais, e para esta discordância continuar se movimentando ela deverá mudar de direção.

Figura 4.21. Movimentação de um discordância em material policristalino.

Variação da tensão de escamento em função do tamanho do grão
Variação da tensão de escamento em função do tamanho do grão
Variação da tensão de escamento em função do tamanho do grão
Variação da tensão de escamento em função do tamanho do grão
Variação da tensão de escamento em função do tamanho do grão
Variação da tensão de escamento em função do tamanho do grão
Variação da tensão de escamento em função do tamanho do grão
Variação da tensão de escamento em função do tamanho do grão
Variação da tensão de escamento em função do tamanho do grão
Variação da tensão de escamento em função do tamanho do grão
Variação da tensão de escamento em função do tamanho do grão
Variação da tensão de escamento em função do tamanho do grão
Variação da tensão de escamento em função do tamanho do grão
Variação da tensão de escamento em função do tamanho do grão

Variação da tensão de escamento em função do tamanho do grão

Variação da tensão de escamento em função do tamanho do grão
Variação da tensão de escamento em função do tamanho do grão
Variação da tensão de escamento em função do tamanho do grão
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Variação da tensão de escamento em função do tamanho do grão
Variação da tensão de escamento em função do tamanho do grão
Variação da tensão de escamento em função do tamanho do grão
w Resistência mecânica em materiais submetidos a alta temperatura A deformação dos materiais metálicos em
w Resistência mecânica em materiais submetidos a alta temperatura A deformação dos materiais metálicos em
w Resistência mecânica em materiais submetidos a alta temperatura A deformação dos materiais metálicos em
w Resistência mecânica em materiais submetidos a alta temperatura A deformação dos materiais metálicos em
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w

w Resistência mecânica em materiais submetidos a alta temperatura A deformação dos materiais metálicos em alta
w Resistência mecânica em materiais submetidos a alta temperatura A deformação dos materiais metálicos em alta
w Resistência mecânica em materiais submetidos a alta temperatura A deformação dos materiais metálicos em alta

Resistência mecânica em materiais submetidos a alta temperatura

mecânica em materiais submetidos a alta temperatura A deformação dos materiais metálicos em alta temperatura
mecânica em materiais submetidos a alta temperatura A deformação dos materiais metálicos em alta temperatura
mecânica em materiais submetidos a alta temperatura A deformação dos materiais metálicos em alta temperatura
mecânica em materiais submetidos a alta temperatura A deformação dos materiais metálicos em alta temperatura
mecânica em materiais submetidos a alta temperatura A deformação dos materiais metálicos em alta temperatura
mecânica em materiais submetidos a alta temperatura A deformação dos materiais metálicos em alta temperatura

A deformação dos materiais metálicos em alta temperatura( maior que 0,5xTf) ocorre nos contornos do grão. Desta forma quanto menor os grãos ou seja quanto maior o numero de contornos de grãos menor será a resistência deste material.

quanto menor os grãos ou seja quanto maior o numero de contornos de grãos menor será
Encruamento w É o fenômeno pelo qual um metal dúctil se torna mais duro e
Encruamento w É o fenômeno pelo qual um metal dúctil se torna mais duro e
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Encruamento

Encruamento w É o fenômeno pelo qual um metal dúctil se torna mais duro e mais
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Encruamento w É o fenômeno pelo qual um metal dúctil se torna mais duro e mais
Encruamento w É o fenômeno pelo qual um metal dúctil se torna mais duro e mais

w É o fenômeno pelo qual um metal dúctil se torna mais duro e mais resistente a deformação quando submetido a uma deformação plástica, é também chamado de endurecimento por deformação a frio.

w

deformação quando submetido a uma deformação plástica, é também chamado de endurecimento por deformação a frio.
Limite de Resistência e Dutibilidade de Ligas Metálicas após deformação mecânica
Limite de Resistência e Dutibilidade de Ligas Metálicas após deformação mecânica
Limite de Resistência e Dutibilidade de Ligas Metálicas após deformação mecânica
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Limite de Resistência e Dutibilidade de Ligas Metálicas após deformação mecânica
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