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Lição 11 - Respostas Liberdade em Cristo Dúvidas; Opiniões; Dúvidas; Opiniões; Sugestões: Sugestões: ramos@advir.com ramos@advir.com O

Lição 11 - Respostas

Liberdade em Cristo

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O Evangelho em Gálatas

02 a 09 de setembro de 2017

Lição 11 - Respostas Liberdade em Cristo Dúvidas; Opiniões; Dúvidas; Opiniões; Sugestões: Sugestões: ramos@advir.com ramos@advir.com O

Sábado à tarde, 24 de 2017 INTRODUÇÃO

VERSO PARA MEMORIZAR: Irmãos, vocês foram chamados para a liberdade. Mas não usem a liberdade

para dar ocasião à vontade da carne; ao contrário, sirvam uns aos outros mediante o amor” (Gl 5:13).

Escreve Paulo aos gálatas: "Eu quereria que fossem cortados aqueles que vos andam inquietando. Porque vós,

irmãos, fostes chamados à liberdade. Não useis então da liberdade para dar ocasião à carne, mas servi-vos uns

aos outros pela caridade. Porque toda a lei se cumpre numa só palavra, nesta: Amarás ao teu próximo como a

ti mesmo. Se vós, porém, vos mordeis e devorais uns aos outros, vede não vos consumais também uns aos

outros. Digo, porém: Andai em Espírito, e não cumprireis a concupiscência da carne." Gál. 5:12-16.

Falsos mestres haviam levado aos gálatas doutrinas que se opunham ao evangelho de Cristo. Paulo procurou

expor e corrigir esses erros. Desejava ele grandemente que os falsos mestres fossem separados da igreja, mas

sua influência afetara de tal forma os crentes que parecia arriscado agir contra eles. Havia perigo de causar

discórdia e divisão que seriam ruinosos aos interesses espirituais da igreja. Procurou, pois, impressionar os

irmãos com a importância de buscarem ajudar-se uns aos outros, em amor.

Declarou ele que todas as reivindicações da lei que estabelecem nosso dever para com nossos semelhantes,

cumprem-se no amor mútuo. Advertiu-os de que, se condescendessem com ódio e lutas, dividindo-se em

partidos, e como os animais se mordessem e devorassem uns aos outros, trariam sobre si mesmos infelicidade

no presente e ruína no futuro. Um só caminho havia para prevenir esses males terríveis, isto é, como o

apóstolo lhes ordenou, "andai em Espírito". Tinham de, por meio de constante oração, buscar a guia do

Espírito Santo, que os levaria ao amor e à unidade. Testemunhos Seletos, v. 2. p. 84-85.

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Domingo, 03 de setembro - Cristo nos libertou

“Foi para a liberdade que Cristo nos libertou. Portanto, permaneçam firmes e não se deixem submeter

novamente a um jugo de escravidão” (Gl 5:1, NVI).

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Entre os ouvintes, muitos foram para Jesus atraídos com fé, e a esses Ele disse: “Se vós permanecerdes na

Minha palavra, verdadeiramente sereis Meus discípulos; e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará”

(Jo 8:31 e 32). Essas palavras ofenderam os fariseus. Eles passaram por alto a longa sujeição de seu povo a um

jugo estrangeiro, e exclamaram, zangados: “Somos descendência de Abraão, e nunca servimos a ninguém;

como dizes Tu: Sereis livres?” (Jo 8:33). Jesus olhou a esses homens, escravos da malignidade, cujos

pensamentos iam após vinganças, e respondeu com tristeza: “Em verdade, em verdade vos digo que todo

aquele que comete pecado é servo do pecado” (Jo 8:34). Eles se achavam na pior espécie de servidão,

governados pelo espírito do mal. Toda pessoa que se recusa entregar-se a Deus, está sob o domínio de outro

poder. Não pertence a si mesma. Pode falar de liberdade, mas está na mais miserável servidão. Não lhe é

permitido ver a beleza da verdade, pois sua mente está sob o poder de Satanás. Enquanto se envaidece de

seguir o próprio discernimento, obedece à vontade do príncipe das trevas. Cristo veio libertar a alma

quebrando as algemas da escravidão do pecado. “Se pois o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres.”

“A lei do Espírito de vida, em Cristo Jesus” nos liberta “da lei do pecado e da morte” (Rm 8:2; O Desejado de

Todas as Nações, p. 466).

1. Leia Gálatas 1:3, 4; 2:16 e 3:13. Quais são as metáforas usadas nesses versos? Como essas figuras nos

ajudam a entender o que Cristo fez por nós?

Gl 1:3-4, (ACF 1753/05); 3 Graça e paz da parte de Deus Pai e do nosso Senhor Jesus Cristo, 4 O qual se deu

a si mesmo por nossos pecados, para nos livrar do presente século mau, segundo a vontade de Deus nosso Pai,

Gl 2:16, (ACF 1753/05); 16 Sabendo que o homem não é justificado pelas obras da lei, mas pela fé em Jesus

Cristo, temos também crido em Jesus Cristo, para sermos justificados pela fé em Cristo, e não pelas obras da

lei; porquanto pelas obras da lei nenhuma carne será justificada.

Gl 3:13, (ACF 1753/05); 13 Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se maldição por nós; porque está

escrito: Maldito todo aquele que for pendurado no madeiro;

Resposta 1. “foi para a liberdade que Cristo nos libertou” (Gl 5: 1, NVI), está palavra (alforria) é a utilizada

para libertação de escravos. Somos livres em Cristo ao mesmo tempo que nós tornamos “servos”, “escravos”

voluntários para servir a Deus em obediência e ao próximo na sua necessidade, baseados no amor.

Jesus morreu para salvar Seu povo dos pecados deles, e redenção em Cristo significa cessar a transgressão da

lei de Deus e estar livre de todo pecado. Nenhum coração que é incitado pela inimizade contra a lei de Deus

está em harmonia com Cristo, o qual sofreu no Calvário para vindicar e exaltar a lei diante do Universo. Os

que fazem ousadas pretensões de santidade demonstram com isso que não vêem a si mesmos à luz da lei; não

são iluminados espiritualmente e não sentem aversão a toda espécie de egoísmo e orgulho. De seus lábios

manchados pelo pecado saem as expressões contraditórias: “Sou santo, sou sem pecado. Jesus me ensina que,

se eu guardar a lei, cairei da graça. A lei é um jugo de servidão.” Diz o Senhor: “Bem-aventurados aqueles que

guardam os Seus mandamentos, para que tenham direito à árvore da vida, e possam entrar na cidade pelas

portas.” Devemos estudar diligentemente a Palavra de Deus para que cheguemos a decisões corretas e

procedamos de acordo com elas; pois então obedeceremos à Palavra e estaremos em harmonia com a santa lei

de Deus (Fé e Obras, p. 95).

Quão fervorosamente Cristo Se dedicou à obra de nossa salvação! Que dedicação revelou Sua vida, ao

procurar valorizar o ser humano caído, atribuindo a todo pecador arrependido e crente, os méritos de Sua

imaculada justiça! Quão incansavelmente trabalhava Ele! No templo e na sinagoga, nas ruas das cidades, na

praça, na oficina, junto ao mar, entre as montanhas, Ele pregava o evangelho e curava os doentes. Deu de Si

totalmente, a fim de que pudesse efetuar o plano da graça remidora. Cristo não estava sob obrigação nenhuma

de fazer esse grande sacrifício. Voluntariamente, Ele Se entregou para sofrer a punição devida ao transgressor

de Sua lei. Seu amor era Sua obrigação única, e sem um queixume suportou toda dor e recebeu toda a

indignidade que eram parte do plano da salvação (Nos Lugares Celestiais, MM 1968, p. 43).

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Segunda-feira, 04 de setembro - A natureza da liberdade cristã

“Cristo nos libertou”. Por que os cristãos deviam ficar firmes em sua liberdade? Porque Cristo os havia

libertado. Em outras palavras, nossa liberdade é o resultado do que Cristo fez por nós.

2. De acordo com Romanos 6:14, 18; 8:1; Gálatas 4:3, 8; 5:1 e Hebreus 2:14, 15, do que Cristo nos libertou?

Rm 6:14, (ACF 1753/05); 14 Porque o pecado não terá domínio sobre vós, pois não estais debaixo da lei,

mas debaixo da graça.

Rm 6:18, (ACF 1753/05); 18 E, libertados do pecado, fostes feitos servos da justiça.

Rm 8:1, (ACF 1753/05); 1 Portanto, agora nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus, que

não andam segundo a carne, mas segundo o Espírito.

Gl 4:3, (ACF 1753/05); 3 Assim também nós, quando éramos meninos, estávamos reduzidos à servidão

debaixo dos primeiros rudimentos do mundo.

Gl 4:8, (ACF 1753/05); 8 Mas, quando não conhecíeis a Deus, servíeis aos que por natureza não são

deuses.

Gl 5:1, (ACF 1753/05); 1 Estai, pois, firmes na liberdade com que Cristo nos libertou, e não torneis a

colocar-vos debaixo do jugo da servidão.

Hb 2:14-15, (ACF 1753/05); 14 E, visto como os filhos participam da carne e do sangue, também ele

participou das mesmas coisas, para que pela morte aniquilasse o que tinha o império da morte, isto é, o

diabo; 15 E livrasse todos os que, com medo da morte, estavam por toda a vida sujeitos à servidão.

Resposta 2. Cristo nos libertou da escravidão do pecado, da condenação da lei e do legalismo. Nossa liberdade

está fundamentada em nosso relacionamento com Jesus Cristo.

“Fora de Jesus Cristo, a existência humana é caracterizada como escravidão: da lei, dos elementos do mal que

dominam o mundo, do pecado, da carne e do diabo. Deus enviou Seu Filho ao mundo para quebrar o domínio

desses senhores de escravos” (Timothy George, Galatians, p. 354).

Deus roga aos homens que se oponham aos poderes do mal. Ele diz: “Não reine, portanto, o pecado em vosso

corpo mortal, para lhe obedecerdes em suas concupiscências; nem tampouco apresenteis os vossos membros

ao pecado por instrumentos de iniquidade; mas apresentai-vos a Deus, como vivos dentre mortos, e os vossos

membros a Deus, como instrumentos de justiça” (Rm 6:12 e 13). Nesse conflito da justiça com a injustiça, só

podemos ser bem-sucedidos mediante o auxílio divino. Nossa vontade finita precisa ser submetida à vontade

do Infinito; a vontade humana precisa confundir-se com a divina. Isso trará em nosso auxílio o Espírito Santo;

e toda vitória tenderá à recuperação da comprada possessão de Deus, à restauração de Sua imagem na pessoa

(Nossa Alta Vocação, MM 1962, p. 151).

A morte entrou no mundo devido à transgressão. Mas Cristo deu a vida para que o ser humano tivesse outra

prova. Não morreu na cruz para abolir a lei de Deus, mas para garantir ao homem uma segunda prova. Não

morreu para tornar o pecado um atributo imortal; morreu para garantir o direito de destruir aquele que tinha o

império da morte, isto é, o diabo. Sofreu toda a penalidade de uma lei quebrada pelo mundo todo. Ele o fez,

não para que os homens pudessem continuar na transgressão, mas para que pudessem voltar à sua lealdade e

guardar os mandamentos de Deus, e a Sua lei como a menina de seus olhos (Testemunhos Para Ministros e

Obreiros Evangélicos, p. 134).

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Servindo a si mesmas, multidões estão subjugadas em servidão a Satanás. São escravas de seus próprios

impulsos e paixões, que estão sob o domínio do maligno. Ao chamá-las para Seu serviço, Deus lhes oferece a

liberdade. A obediência a Deus é liberdade da escravidão do pecado, livramento das paixões e impulsos

humanos (Testemunhos Para Ministros e Obreiros Evangélicos, p. 247).

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Terça-feira, 05 de setembro - As perigosas consequências do legalismo (Gl 5:2-12)

3. Leia Gálatas 5:2-12. Qual foi a advertência de Paulo sobre a questão da circuncisão?

Gl 5:2-12, (NVI); 2 Ouçam bem o que eu, Paulo, lhes digo: Caso se deixem circuncidar, Cristo de nada lhes

servirá. 3 De novo declaro a todo homem que se deixa circuncidar que está obrigado a cumprir toda a

lei. 4 Vocês, que procuram ser justificados pela lei, separaram-se de Cristo; caíram da graça. 5 Pois é

mediante o Espírito que nós aguardamos pela fé a justiça que é a nossa esperança. 6 Porque em Cristo Jesus

nem circuncisão nem incircuncisão têm efeito algum, mas sim a fé que atua pelo amor. 7 Vocês corriam bem.

Quem os impediu de continuar obedecendo à verdade? 8 Tal persuasão não provém daquele que os chama. 9

"Um pouco de fermento leveda toda a massa". 10 Estou convencido no Senhor de que vocês não pensarão de

nenhum outro modo. Aquele que os perturba, seja quem for, sofrerá a condenação. 11 Irmãos, se ainda estou

pregando a circuncisão, por que continuo sendo perseguido? Nesse caso, o escândalo da cruz foi removido. 12

Quanto a esses que os perturbam, quem dera que se castrassem!

Resposta 3. A advertência de Paulo sobre a questão da circuncisão é que se está fosse aceita estaria assim

negando a necessidade do sacrifício de Cristo. Eles estriam então “separados” de Cristo. A decisão de ser

justificado pelas obras envolvia ao mesmo tempo uma rejeição da maneira divina de justificação em Cristo.

“Você não pode obtê-la pelos dois caminhos. É impossível receber Cristo, reconhecendo assim que você não

pode salvar a si mesmo, e depois receber a circuncisão, dizendo assim que você pode” (John R. W. Stott, The

Message of Galatians [A Mensagem de Gálatas], Leicester, Inglaterra: InterVarsity Press, 1968, p. 133).

Fé, Condição da Promessa

Sem a graça de Cristo acha-se o pecador em estado desesperador; coisa alguma pode ser feita em seu favor;

mas pela graça divina é comunicado ao homem poder sobrenatural, que opera em seu espírito, coração e

caráter. É pela comunicação da graça de Cristo que se discerne o pecado em sua natureza odiosa, sendo afinal

expulso do templo da alma. É pela graça que somos levados em comunhão com Cristo, para com Ele sermos

associados na obra da salvação. A fé é a condição sob a qual Deus escolheu prometer perdão aos pecadores;

não que exista na fé qualquer virtude pela qual se mereça a salvação, mas porque a fé pode prevalecer-se dos

méritos de Cristo, o remédio provido para o pecado. A fé pode apresentar a perfeita obediência de Cristo em

lugar da transgressão e rebeldia do pecador. Quando o pecador crê que Cristo é seu Salvador pessoal, então, de

acordo com as Suas promessas infalíveis, Deus lhe perdoa o pecado e o justifica livremente. A pessoa

arrependida reconhece que sua justificação vem porque Cristo, como seu Substituto e Penhor, morreu por ele,

e é sua expiação e justiça.

"Creu Abraão a Deus, e isso lhe foi imputado como justiça. Ora àquele que faz qualquer obra não lhe é

imputado o galardão segundo a graça, mas segundo a dívida. Mas àquele que não pratica, mas crê nAquele que

justifica o ímpio, a sua fé lhe é imputada como justiça." Rom. 4:3-5. justiça é obediência à lei. A lei requer

justiça, e esta o pecador deve à lei; mas é ele incapaz de a apresentar. A única maneira em que pode alcançar a

justiça é pela fé. Pela fé pode ele apresentar a Deus os méritos de Cristo, e o Senhor lança a obediência de Seu

Filho a crédito do pecador. A justiça de Cristo é aceita em lugar do fracasso do homem, e Deus recebe, perdoa,

justifica a pessoa arrependida e crente, trata-a como se fosse justa, e ama-a tal qual ama Seu Filho. Assim é

que a fé é imputada como justiça; e a pessoa perdoada avança de graça em graça, de uma luz para luz maior.

Pode dizer, alegremente: "Não pelas obras de justiça que houvéssemos feito, mas segundo a Sua misericórdia,

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nos salvou pela lavagem da regeneração e da renovação do Espírito Santo, que abundantemente Ele derramou

sobre nós por Jesus Cristo nosso Salvador; para que, sendo justificados pela Sua graça, sejamos feitos

herdeiros segundo a esperança da vida eterna." Tito 3:5-7.

Mais: Está escrito: "Mas, a todos quantos O receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus; aos

que crêem no Seu nome; os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do

varão, mas de Deus." João 1:12 e 13. Disse Jesus: "Aquele que não nascer de novo, não pode ver o reino de

Deus." João 3:3. "Aquele que não nascer da água e do Espírito, não pode entrar no reino de Deus." João 3:5.

Não é baixa a norma que nos é dada, pois devemos tornar-nos filhos de Deus. Devemos ser salvos como

indivíduos; e no dia da prova seremos capazes de discernir entre aquele que serve a Deus e o que não O serve.

Somos salvos como crentes individuais no Senhor Jesus Cristo.

Muitos estão a perder o caminho certo, por pensarem que têm de alçar-se ao Céu; que têm de fazer algo para

merecer o favor de Deus. Procuram tornar-se melhores por seus próprios esforços, desajudados. Isso jamais

conseguirão realizar. Cristo abriu caminho morrendo como nosso sacrifício, vivendo como nosso exemplo,

tornando-Se nosso grande Sumo Sacerdote. Diz Ele: "Eu sou o caminho, e a verdade e a vida." João 14:6. Se

por qualquer esforço nosso pudéssemos subir um único degrau na escada, as palavras de Cristo não seriam

verdadeiras. Mas quando aceitamos a Cristo, as boas obras aparecerão como frutífera prova de que nos

achamos no caminho da vida, que Cristo é nosso caminho, e que estamos palmilhando a vereda certa, que

conduz ao Céu. Fé e Obras, p. 100-102.

Quando as pessoas alegam que estão santificadas, dão suficiente evidência de estar bem longe de ser santas.

Deixam de ver a própria fraqueza e próprio desamparo. Olham para si mesmas como refletindo a imagem de

Cristo, porque não têm verdadeiro conhecimento dEle. Quanto maior é a distância entre elas e seu Salvador,

tanto mais justas se parecem aos próprios olhos. Quando, com penitente e humilde confiança, meditamos em

Jesus, a quem nossos pecados traspassaram, podemos aprender a andar em Suas pisadas. Contemplando-O,

somos transformados à Sua divina semelhança. E quando essa obra se operar em nós, não pretenderemos ter

qualquer justiça em nós mesmos, mas exaltaremos Jesus Cristo, pois nosso enfraquecido coração confia em

Seus méritos (Santificação, p. 8).

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Quarta-feira, 06 de setembro - Liberdade, não libertinagem (Gl 5:13)

Gálatas 5:13 marca uma importante mudança nessa epístola. Ao passo que até esse ponto Paulo havia se

concentrado exclusivamente no conteúdo teológico de sua mensagem, ele agora se voltou para a questão do

comportamento cristão.

[Satanás] tem destruído e está a destruir milhares por meio da satisfação das paixões, embrutecendo assim toda

a natureza do homem. E, para completar sua obra, declara por meio dos espíritos que "o verdadeiro

conhecimento coloca o homem acima de toda a lei"; que "tudo está certo"; que "Deus não condena"; e que

"todos os pecados que se cometem, são inocentes". Sendo o povo assim levado a crer que o desejo é a mais

elevada lei, que a liberdade é a libertinagem, e que o homem é apenas responsável a si mesmo, quem poderá

maravilhar-se de que a corrupção e a depravação prolifere por toda parte? Multidões aceitam avidamente os

ensinos que as deixam em liberdade para obedecer aos impulsos do coração carnal. As rédeas do domínio

próprio são dirigidas pela concupiscência, as faculdades do espírito e da alma são submetidas às inclinações

animais e Satanás arrasta exultantemente para a sua rede milhares que professam ser seguidores de Cristo. O

Grande Conflito, págs. 555 e 556.

Prevalece hoje um febril amor dos prazeres, um terrível aumento de libertinagem, um desprezo de toda a

autoridade. Não só os profanos, mas também cristãos professos, são governados pela inclinação em vez de

pelo dever. Ressoam através dos séculos as palavras de Cristo: "Vigiai e orai." Mat. 26:41. Review and Herald,

20 de dezembro de 1881.

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4. De acordo

com Gálatas 5:13, que possível abuso da liberdade Paulo

queria evitar que os Gálatas

cometessem?

Gl 5:13, (ACF 1753/05); 13 Porque vós, irmãos, fostes chamados à liberdade. Não useis então da liberdade

para dar ocasião à carne, mas servi-vos uns aos outros pelo amor.

Resposta 4. Paulo apelou aos seguidores de Jesus para que não satisfizessem a vontade da carne. Na verdade,

ele queria que eles fizessem o contrário, como está no verso 13: “Sirvam uns aos outros mediante o amor”

(NVI). Toda pessoa que serve aos outros por amor sabe que isso só pode ser feito mediante a morte para o eu e

para a carne. Os que se entregam aos desejos da carne não tendem a servir aos outros.

Assim, nossa liberdade em Cristo não é meramente uma libertação da escravidão do mundo, mas um chamado

para um novo tipo de serviço, a responsabilidade de servir aos outros por amor. É “a oportunidade de amar o

próximo sem obstáculos, a possibilidade de criar comunidades com base na doação mútua e não na busca de

poder e status” (Sam K. Williams, Galatians [Gálatas], Nashville, Tennessee: Abingdon Press, 1997, p. 145).

Roma tinha representado falsamente o caráter de Deus e pervertido Seus mandamentos, e agora os homens

rejeitavam tanto a Escritura Sagrada como seu Autor. Exigira fé cega nos seus dogmas, sob o pretenso apoio

das Escrituras. Na reação, Voltaire e seus companheiros puseram inteiramente de lado a Palavra de Deus,

disseminando por toda parte o veneno da incredulidade. Roma calcara o povo sob seu tacão de ferro;

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agora as massas, degradadas e embrutecidas, ao revoltarem-se contra a tirania, arrojaram de si toda a restrição.

Enraivecidos com o disfarçado embuste a que durante tanto tempo haviam prestado homenagem, rejeitaram a

um tempo a verdade e a falsidade; e erroneamente tomando a libertinagem pela liberdade, os escravos do vício

exultaram em sua liberdade imaginária. O Grande Conflito, p. 281-282.

A todos quantos recebem o espírito deste serviço, ele nunca se poderá tornar uma simples cerimônia. Sua

constante lição será: “Servi-vos uns aos outros pela caridade” (Gl 5:13). Ao lavar os pés aos discípulos, Cristo

deu nova prova de que estaria disposto a fazer qualquer serviço, por mais humilde que fosse, que os tornasse

co-herdeiros Seus da fortuna eterna do tesouro celeste. Seus discípulos, ao realizarem o mesmo rito,

penhoram-se a si mesmos para servir de igual maneira aos seus irmãos. Sempre que essa ordenança é

devidamente celebrada, os filhos de Deus são levados a uma santa relação uns para com os outros, para se

ajudar e beneficiar mutuamente. Comprometem-se a dar a vida a um ministério desinteressado. E isso não

somente uns pelos outros. Seu campo de labor é tão vasto como era o de Seu Mestre. O mundo está cheio de

pessoas necessitadas de nosso ministério. Os pobres, os ignorantes, os desamparados, acham-se por toda parte.

Aqueles que comungaram com Cristo no cenáculo, sairão para servir como Ele serviu. Jesus, o que era servido

por todos, veio a Se tornar Servo de todos. E porque ministrou a todos, por todos há de ser novamente servido

e honrado. E os que quiserem compartilhar de Seus divinos atributos, participando com Ele da alegria de ver

pessoas redimidas, devem seguir-Lhe o exemplo de abnegado ministério (O Desejado de Todas as Nações, p.

651).

O amor é o cordão de seda que liga entre si os corações. Não devemos julgar que nos precisamos pôr como

modelos. Enquanto pensarmos em nós mesmos e o que nos é devido pelos outros, será impossível para nós

realizar nossa obra de salvar pessoas. Quando Cristo tomar posse de nosso coração, não mais faremos o

estreito círculo do eu o centro de nossos pensamentos e atenções. Que admirável reverência pela vida humana

Jesus expressou na missão de Sua vida! Não esteve entre o povo como um rei, exigindo atenção, reverência,

serviço, mas como alguém que desejava servir, erguer a humanidade. Disse que não tinha vindo para ser

servido mas para servir. … Onde quer que Cristo visse um ser humano, via alguém necessitado de simpatia.

Muitos de nós estamos dispostos a servir certas pessoas – aqueles a quem honramos – mas justo aquelas para

quem Cristo queria nos tornar uma bênção caso não tivéssemos tanta frieza de coração, não fôssemos tão

descorteses e egoístas, passamos por alto como indignas de nossa atenção (Nossa Alta Vocação, MM 1962, p.

174).

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Quinta-feira, 07 de setembro - Cumprindo toda a lei (Gl 5:13-15)

5. Como você concilia os comentários negativos de Paulo sobre “guardar toda a lei” (Gl 5:3) com sua

afirmação positiva de que “toda a lei se cumpre” (Gl 5:14)? Compare Rm 10:5, Gl 3:10, 12, e 5:3 com Rm 8:4,

13:8, e Gl 5:14

Rm 10:5, (ACF 1753/05); 5 Ora Moisés descreve a justiça que é pela lei, dizendo: O homem que fizer estas

coisas viverá por elas.

Gl 3:10, (ACF 1753/05); 10 Todos aqueles, pois, que são das obras da lei estão debaixo da maldição;

porque está escrito: Maldito todo aquele que não permanecer em todas as coisas que estão escritas no livro da

lei, para fazê-las.

Gl 3:12, (ACF 1753/05); Ora, a lei não é da fé; mas o homem, que fizer estas coisas, por elas viverá.

Gl 5:3, (ACF 1753/05); 3 E de novo protesto a todo o homem, que se deixa circuncidar, que está obrigado

a guardar toda a lei.

Rm 8:3-4, (NVI); 3 Porque, aquilo que a lei fora incapaz de fazer por estar enfraquecida pela carne, Deus o

fez, enviando seu próprio Filho, à semelhança do homem pecador, como oferta pelo pecado. E assim

condenou o pecado na carne, 4 a fim de que as justas exigências da lei fossem plenamente satisfeitas em

nós, que não vivemos segundo a carne, mas segundo o Espírito.

Gl 5:13-14, (ARA-2); 13 Porque vós, irmãos, fostes chamados à liberdade; porém não useis da liberdade para

dar ocasião à carne; sede, antes, servos uns dos outros, pelo amor. 14 Porque toda a lei se cumpre em um só

preceito, a saber: Amarás o teu próximo como a ti mesmo.

Resposta 5. Paulo ensina que seu uso da expressão “guardar (poiêsai, em grego) toda a lei” significa as “obras

da lei” (Rm 3:19-28; Gl 2:16; 3:2-10) o legalismo, a justiça própria do ser humano de que nada valem (Is

64:6), em contraste com (“toda a lei se cumpre (plêroutai, em grego)”. Que é obedecer a Deus, amando nosso

próximo isso ocorre como resultado de ter um relacionamento com Cristo que é a nossa justiça (Jr 23:6;

33:16), a justiça que vem de Deus (Fp 3:9; Gl 2:21).

Uma religião legalista tem sido considerada uma forma correta de religião para este tempo. Mas é engano. A

repreensão de Jesus aos fariseus é aplicável aos que perderam do coração o primeiro amor. Uma religião fria,

legalista, jamais pode levar almas a Cristo; pois é destituída de amor, é religião sem Cristo. Quando o jejuar e

orar é praticado num espírito de justificação própria, são abomináveis a Deus. A solene assembléia de culto, a

rotina de cerimônias religiosas, a humilhação exterior, o sacrifício imposto - tudo proclama ao mundo o

testemunho de que o praticante dessas coisas se considera justo. Estas coisas chamam a atenção para o

observador de deveres rigorosos, dizendo: Este homem tem direito ao Céu. Mas tudo é engano. As obras não

nos comprarão a entrada ao Céu. A grande Oferta que foi feita é ampla para todos os que crêem. O amor de

Cristo animará o crente com nova vida. Aquele que bebe da água da fonte da vida, será farto com o novo vinho

do reino. A fé em Cristo será o meio pelo qual espírito e motivo retos atuarão no crente, e toda a bondade e

espiritualidade procederão daquele que olha para Jesus, autor e consumador de sua fé. Olhai para Deus, e não

para os homens. Deus é vosso Pai celestial, disposto a suportar pacientemente vossas fraquezas, perdoá-las e

saná-las. "A vida eterna é esta: que Te conheçam, a Ti só, por único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem

enviaste." João 17:3. Contemplando a Cristo, tornar-vos-eis transformados, até ao ponto de odiardes vosso

orgulho anterior, vossa anterior vaidade e presunção, vossa justiça própria e incredulidade. Lançareis para o

lado esses pecados, como cargas inúteis, e andareis humilde, mansa e confiantemente perante Deus. Praticareis

amor, paciência, afabilidade, bondade, misericórdia e todas as graças que habitam no filho de Deus, e afinal

encontrareis um lugar entre os santos e puros. Testemunhos Seletos, v. 1. p. 388.

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6. De acordo com Paulo, onde encontramos o pleno significado da lei? Lv 19:18; Mc 12:31, 33; Mt 19:19; Rm

13:9; Tg 2:8

Lv 19:18, (ACF 1753/05); 18 Não te vingarás nem guardarás ira contra os filhos do teu povo; mas amarás o

teu próximo como a ti mesmo. Eu sou o SENHOR.

Mc 12:31, (ACF 1753/05); 31 E o segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo.

Não há outro mandamento maior do que estes. 32 E o escriba lhe disse: Muito bem, Mestre, e com verdade

disseste que há um só Deus, e que não há outro além dele; 33 E que amá-lo de todo o coração, e de todo o

entendimento, e de toda a alma, e de todas as forças, e amar o próximo como a si mesmo, é mais do que

todos os holocaustos e sacrifícios.

Mt 19:17-19, (ACF 1753/2011); 17 E ele disse-lhe: Por que me chamas bom? Não bom senão um só, que é

Deus. Se queres, porém, entrar na vida, guarda os mandamentos. 18 Disse-lhe ele: Quais? E Jesus disse: Não

matarás, não cometerás adultério, não furtarás, não dirás falso testemunho; 19 Honra teu pai e tua mãe, e

amarás o teu próximo como a ti mesmo.

Rm 13:9, (ACF 1753/05); 9 Com efeito: Não adulterarás, não matarás, não furtarás, não darás falso

testemunho, não cobiçarás; e se há algum outro mandamento, tudo nesta palavra se resume: Amarás ao teu

próximo como a ti mesmo.

Tg 2:8, (ACF 1753/05); 8 Todavia, se cumprirdes, conforme a Escritura, a lei real: Amarás a teu próximo

como a ti mesmo, bem fazeis.

Resposta 6. O pleno significado da lei é o amor a Deus e ao próximo. Jesus como nosso modelo perfeito viveu

à graça e confirmou a lei (Jo 15:10) ligando a obediencia a lei como resultado do amor (Jo 14;15), demonstrou

que a lei e o amor são a base do trono do pai (Sl 89:14, 85;10). Sem amor, a lei é vazia e fria; sem lei, o amor

não tem eficiência.

A seguir a certeza do amor de Deus para conosco, Jesus recomenda amar-nos uns aos outros, em um vasto

princípio que abrange todos os relacionamentos dos homens entre si. Os judeus se interessavam no que deviam

receber. A preocupação que os fazia ansiosos era garantir-se aquilo a que se julgavam com direito quanto ao

poder, ao respeito e ao serviço. Cristo ensina, porém, que nossa ansiedade não devia ser: Quanto devemos

receber? mas: Quanto podemos dar? O padrão de nossa obrigação para com os outros é-nos apresentado no

que nós mesmos consideramos como sua obrigação para conosco.

Em nossa associação com outros, coloquemo-nos em seu lugar. Procuremos sentir seus sentimentos, suas

dificuldades, decepções, alegrias e tristezas. Identifiquemo-nos com eles, e depois, façamos a eles como se

fossem trocados os lugares, desejaríamos que eles procedessem para conosco. Essa é a verdadeira regra da

honestidade. É outra expressão da lei: “Amarás o teu próximo como a ti mesmo” (Mt 22:39). E isso constitui a

substância dos ensinos dos profetas. É um princípio do Céu, e se desenvolverá em todos quantos se acharem

habilitados a participar de sua santa convivência. … Homem algum que tenha o verdadeiro ideal quanto a um

caráter perfeito, deixará de manifestar o espírito de compreensão e ternura de Cristo. A influência da graça há

de abrandar o coração, refinar e purificar os sentimentos, dando uma delicadeza e um senso de correção de

origem celeste (O Maior Discurso de Cristo, p. 134, 135).

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