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IECEF – Instituto Fayol Uma forma diferente de aprender

IECEF – Instituto Fayol Uma forma diferente de aprender Gestão Educacional é um termo amplo, profundo
IECEF – Instituto Fayol Uma forma diferente de aprender Gestão Educacional é um termo amplo, profundo

Gestão Educacional é um termo amplo, profundo e sistêmico dentro do âmbito pedagógico educacional. Alguns estudiosos defendem a tese de que a Gestão Educacional é um fenômeno sócio-político, histórico e democrático que vem sofrendo mudanças constantes desde o período da Promulgação da Constituição Democrática no Brasil, em 1988. De fato, pensar em gestão da educação no mundo contemporâneo que é tão tecnológico, rápido, integrado e está em constante mudança, é algo que remete intrinsicamente ao conceito da adaptabilidade dos métodos às aplicações. Pensar a gestão da educação também é fazer referência às lógicas de organização e aplicação de atividades educacionais, ou seja, primar pela dinâmica do sistema de ensino como um todo, garantindo que esta dinâmica esteja alinhada com as diretrizes educacionais públicas no Brasil.

Janela Afonso (2010) defende, ainda, que a gestão possui uma função operacionalizadora, que aplica as políticas e orientações da instituição de ensino. Estas políticas podem ser produtivistas, competitivas, controladoras, democrática, autônoma e participativa. Nesse sentido, pode-se trazer esse conceito de gestão para o contexto integrativo existente dentro do conceito da Gestão Educacional.

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IECEF – Instituto Fayol Uma forma diferente de aprender A Gestão Educacional nacional é, ainda, baseada

A Gestão Educacional nacional é, ainda, baseada na organização dos sistemas de ensino federal, estadual e municipal e das incumbências desses sistemas; das várias formas de articulação entre as instâncias que determinam as normas, executam e deliberam no setor educacional; e da oferta da educação pelo setor público e privado. Cada sistema tem um papel a desempenhar no contexto educacional do País. No que diz respeito a educação básica, cabe aos Estados, Distrito Federal e Municípios ofertá-la, por sua vez, o ensino médio é um dever dos Estados e do Distrito Federal e a educação infantil dos Municípios. As instituições de ensino cuja União é responsável são as escolas particulares e órgãos federais, já aos Estados e Distritos Federais compete às instituições de ensino mantidas por eles, as de nível superior mantidas pelos Municípios, os particulares, de ensino fundamental e médio, os órgãos estaduais de educação e as instituições municipais de ensino particulares de educação infantil. Aos Municípios compete as instituições de educação infantil e de ensino fundamental e médio mantidas pelos municípios, as instituições particulares de educação infantil e os órgãos municipais de educação.

Como podemos perceber, embora os entes federativos compartilhem responsabilidades, cada um possui atribuições próprias, tendo a União o papel de coordenar e articular os níveis de sistemas, os Estados e o Distrito Federal o de elaborar e executar políticas e planos educacionais e os Municípios de organizar, manter e desenvolver seu sistema de ensino através da sua integração com as políticas e planos educacionais da União e dos Estados.

Diferente da Gestão Educacional, a Gestão Escolar trata das incumbências que os estabelecimentos de ensino possuem, respeitando as normas comuns dos sistemas de ensino. Cada escola deve elaborar e executar sua proposta pedagógica; administrar seu pessoal e seus recursos materiais e financeiros; cuidar do ensino-aprendizado do aluno, proporcionando meios para a sua recuperação; e articular-se com as famílias e a comunidade, proporcionando um processo de integração.

Outro ponto importante na gestão escolar é a autonomia que a escola possui e que esta prevista na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) de 1996. Através dessa autonomia as escolas conseguem atender as especificidades regionais e locais, assim como as diversas clientelas e necessidades para o desenvolvimento de uma aprendizagem de qualidade. Com base nisso, podemos perceber que a gestão educacional é compreendida através das iniciativas desenvolvidas pelos sistemas de ensino. Já a gestão escolar, situa-se no âmbito da escola e trata

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IECEF – Instituto Fayol Uma forma diferente de aprender das tarefas que estão sob sua responsabilidade,

das tarefas que estão sob sua responsabilidade, ou seja, procura promover o ensino e a

aprendizagem para todos.

seja, procura promover o ensino e a aprendizagem para todos. ́ O principal desafio da escola

́

O principal desafio da escola e

a complexidade do processo de ensino que, para seu

desenvolvimento e aperfeiçoamento, faz-se necessa rio a participaça ̃ o consciente da equipe

gestora e de toda a comunidade escolar. Para tanto, a escola define seus objetivos, suas metas

estrate ́ gicas e os planos de aça o para alcança ́ -los conjuntamente. Preocupados principalmente

com o crescimento individual de cada um, a escola deve criar uma identidade organizacional

́

̃

atrave ́ s de uma estrate ́ gia de relacionamento com a comunidade escolar, visando a melhoria na

qualidade do ensino e a participaça ̃ o dos pais atrave ́ s tambe ́ m de reunio ̃ es comemorativas

̀

consideradas importantes pela comunidade, pois se ela e tı mida

da escola, cabe a direça ̃ o dar o primeiro passo e a partir daı ́ a pro pria comunidade decidir a

freqüência de seus encontros.

em relaça ̃ o a uma aproximaça ̃ o

́

́

́

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IECEF – Instituto Fayol Uma forma diferente de aprender Desta forma Libâneo (2001), diz que atualmente,

Desta forma Libâneo (2001), diz que atualmente, o modelo democra ́ tico-participativo tem sido

influenciado por uma corrente teo ́ rica que compreende a organizaça ̃ o escolar como cultura e

identidade organizacional. Esta corrente afirma que a escola na o e

objetiva, calcula ́ vel, independente das pessoas, ao contra ́ rio, ela depende muito das experiências

subjetivas das pessoas e de suas interaço ̃ es sociais, ou seja, dos significados que as pessoas

da ̃ o as coisas em quanto significados socialmente produzidos e mantidos.

uma estrutura totalmente

̃

́

Pimenta (1993), fala que o resultado que a escola pretende é contribuir para o processo de

humanizaça ̃ o do aluno-cidada ̃ o consciente de si no mundo, capaz de ler e interpretar o mundo no

e nele inserir-se criticamente para transforma ́ -lo - na o se consegue pelo trabalho

qual esta ́

parcelado e fragmentado da equipe escolar- a semelhança da produça ̃ o de um carro, onde um

̃

̀

grupo de opera rios aperta cada parafuso, sempre da mesma maneira, conforme o que foi

concluı do ́

todos no todo, e de todos no de cada um. A especializaça ̃ o de um na o e somada a especializaça ̃ o

fora da linha de montagem, mas sim com o trabalho coletivo. Neste ha ́ contribuiça ̃ o de

́

̃

́

de outro, mas ela colabora com e se nutre da especializaça ̃ o do outro, visando a finalidades

comuns.

As Três Áreas Macro da Gestão Educacional

A Gestão Educacional é dividida em três áreas que se inter-relacionam de modo sistêmico, quais

sejam: Gestão Pedagógica, Gestão Administrativa e Gestão de Recursos Humanos. A Gestão

Pedagógica estabelece objetivos gerais e específicos no âmbito do ensino. Nesse sentido, define

as linhas de atuação, traça as metas a serem atingidas, elabora os conteúdos curriculares,

acompanha e avalia o desempenho da proposta pedagógica e dos resultados obtidos, de modo a

garantir o cumprimento das metas e dos objetivos traçados. Esta avalia, ainda, de forma

transparente, o desempenho dos corpos docente, discente e de funcionários da instituição como

um todo. Todas as especificidades da Gestão Pedagógica estão cerceadas pelos Regimentos

Escolares e Projeto Pedagógico da instituição.

Alguns elementos da Gestão Pedagógica, tais como plano de curso, plano de aula, metas gerais

e específicas e treinamento e avaliação do time escolar, estão inseridos no Plano Político

Pedagógico de Gestão Escolar. A Gestão Administrativa é responsável tanto pela parte

institucional, quanto pela parte física. A parte institucional engloba os direitos e deveres,

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IECEF – Instituto Fayol Uma forma diferente de aprender atividades de secretaria e legislação escolar. Por

atividades de secretaria e legislação escolar. Por outro lado, a parte física cuida de prédios, materiais e equipamentos da instituição de ensino. O Plano Escolar e o Regimento Escolar têm enunciadas as diretrizes da Gestão Administrativa.

A gestão de Recursos Humanos é, sem dúvidas, o pilar mais crítico desta tríade. Alinhar pessoas

com expectativas e costumes distintos em direção ao cumprimento de uma mesma meta ou de um mesmo objetivo, pode ser um desafio considerável. O Gestor de Recursos Humanos deve ter

a capacidade de orientar e treinar a equipe escolar e os alunos, em relação aos direitos, deveres

e atribuições cabíveis dentro do ambiente escolar. Se a execução da função deste gestor falhar, pode ocorrer o fracasso de toda a formulação educacional planejada.

o fracasso de toda a formulação educacional planejada. A Gestão Educacional Sob a Ótica Democrática Sob

A Gestão Educacional Sob a Ótica Democrática

Sob a perspectiva democrática, a Gestão Educacional vem sendo compreendida como uma oportunidade de desenvolvimento das instituições de ensino e de uma maior reflexão em áreas e temas importantes no que se refere a educação.

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IECEF – Instituto Fayol Uma forma diferente de aprender A visão democrática defende e aprecia o

A visão democrática defende e aprecia o desenvolvimento autônomo e participativo da instituição

de ensino, onde os agentes educacionais interagem ativamente de todas as etapas e processos

pedagógicos. Esse desenvolvimento é entendi, majoritariamente, como um processo contínuo,

que tende a transformar positivamente a sociedade que o cerca. Desse modo, é importante

entender que a vontade de mudança na Gestão Educacional, sem uma compreensão adequada

do contexto que a cerca, não pode gerar os resultados esperados, uma vez que se trata de um

processo sistêmico complexo. Outro fator que contribui para a complexidade citada anteriormente

é a ascensão de agentes políticos mal-intencionados à posição de gestor, que estão mais

preocupados com interesses de cunho pessoal ou mercadológicos do que com a auto condução

da instituição.

A Gestão Educacional Democrática não é um processo determinado e pronto, e sim um processo

contínuo de aprimoramento e adaptação. A Gestão Educacional passa pela democratização da

escola sob dois aspectos:

a) interno - que contempla os processos administrativos, a participação da comunidade escolar

nos projetos pedagógicos;

b) externo - ligado à função social da escola, na forma como produz, divulga e socializa o

conhecimento.

A partir da análise de alguns trabalhos recentes (pesquisas realizadas na área de gestão

educacional) o estudo pretende trazer suporte teórico para uma reflexão sobre o tema de forma

que seja possível ultrapassar o nível de entendimento sobre gestão como palavra recente que se

incorpora ao ideário das novas políticas públicas em substituição ao termo administração escolar.

O fato de que a idéia gestão educacional desenvolve-se associada a um contexto de outras idéias

como, por exemplo, transformação e cidadania. Isto permite pensar gestão no sentido de uma

articulação consciente entre ações que se realizam no cotidiano da instituição escolar e o seu

significado político e social. Barroso (2006) enfatiza que participaça ̃ o e autonomia sa o elementos

imprescindı vel ́ ao processo de tomada de decisa ̃ o

da democratizaça ̃ o. A participaça ̃ o e

democra ́ tica por possibilitar aos sujeitos acompanharem e decidirem pelos rumos da instituiça ̃ o

educacional.

̃

́

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IECEF – Instituto Fayol Uma forma diferente de aprender Enquanto a autonomia permite que a instituição

Enquanto a autonomia permite que a instituição implemente suas políticas internas sem

condicionamentos externos. Para Dourado (2006) a gesta ̃ o democra ́ tica, como instrumento de

que almeja a transformaça ̃ o da instituiça ̃ o e da

pro pria sociedade na qual esta ́

na o se constro ́ i somente com a vontade de mudar, mas requer o reconhecimento do contexto na

qual a instituiça ̃ o, de modo especial neste estudo, a universidade, esta ́ inserida, pois as polı ticas ́

externas embora anunciem a importância da gesta ̃ o democra ́ tica, de outro modo, engessam,

essa construça ̃ o, quando na o disponibilizam recursos suficientes, quando intensificam o trabalho

dos profissionais, quando atrelam os Projetos Pedago ́ gicos aos interesses do mercado, dentre

implementaça ̃ o de um processo participativo com exercı ́ cio da

outros fatores corrosivos a

autonomia.

Nesta direça ̃ o, entendemos que a gesta ̃ o democra ́ tica

participaça ̃ o e autonomia, e um processo contı nuo

́

́

̃

́

inserida.

̃

̀

Os sujeitos educacionais, em especial os gestores, precisam reconhecer-se como profissionais

e/ou estudantes ativos e comprometidos com o desenvolvimento da sociedade em primeira

A luta em prol de um projeto democra ́ tico para a universidade

instância e na o com o mercado.

expresso nos processos de eleiça ̃ o dos dirigentes, mas, sobretudo, na

que na o somente e

qualidade

participativa, seja nas instâncias colegiadas, nas assembléias das categorias, dentre outros, deve

ser centralidade nas polı ticas ́

vem sofrendo um reducionismo como aponta o excerto abaixo: A democracia torna-se um

internas e externas a instituiça ̃ o. No entanto, o termo democracia,

construção da universidade autônoma e

̃

de

̃

́

participaça ̃ o

efetiva

de

todos

na

̀

́

“consenso” em nossa e poca, ainda que seja ressignificada como arte de lidar com dissensos. O

que parece estar em jogo e a sua forma e conteu ́ do e, sobretudo, a denu ́ ncia de sua falsificaça ̃ o

́

na pra tica (SILVA, 2010, p.52). Ha ́

que assumem o poder polı tico ́

ou comerciais, sem contribuir para validar na pra tica a sua essência que e

́

um jogo de interesses, sobretudo, entre os grupos polı ticos ́

̃

́

́

que usam a terminologia para respaldar seus interesses pessoais

possibilitar que a

pro pria instituiça ̃ o possa se auto conduzir. Isso na o significa, no entanto, que os governos sejam

́

desobrigados de sua responsabilidade em garantir o ensino pu blico, gratuito e de qualidade, fator

este, que perpassa por maior repasse de recursos para a estruturaça ̃ o e organizaça ̃ o interna das

instituiço ̃ es de ensino.

́

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IECEF – Instituto Fayol Uma forma diferente de aprender Segundo Dourado (2006) a gesta ̃ o

Segundo Dourado (2006) a gesta ̃ o verdadeiramente democra ́ tica e importante para as instituiço ̃ es

́

educacionais e estas na o podem se curvar a s pra ticas utilitaristas e produtivistas do mercado,

mas, sobretudo, devem resgatar a qualidade da formaça ̃ o humana e polı tica ́

essa premissa, no cumprimento de seu papel social e para a implementaça ̃ o da gesta ̃ o

dos cidada ̃ os. Sob

̃

̀

́

democra ́ tica e necessa rio o fortalecimento das instituiço ̃ es no cumprimento de sua funça ̃ o social

a gesta ̃ o

que e contribuir para o desenvolvimento da educaça ̃ o com qualidade. Neste sentido: [

́

́

́

]

democra ́ tica

́ entendida

e

 

processo de

aprendizado

 

de

luta

polı tica ́

̃

como

e

que na o se

circunscreve aos limites da pra tica educativa, mas vislumbra, nas especificidades dessa pra tica

social e de sua relativa autonomia, a possibilidade de criaça ̃ o de canais de efetiva participaça ̃ o e

de aprendizado do “jogo” democra ́ tico e, conseqüentemente, do repensar das estruturas de poder

autorita ́ rio que permeiam as

(DOURADO, 2006, P.79).

relaço ̃ es sociais e, no seio dessas, as pra ticas educativas

́

́

́

́

um processo em

neoliberais que reduzem a autonomia a possibilidade da

Uma gesta ̃ o

democra ́ tica requer a presença do Estado a serviço da instituiça ̃ o pu blica, gratuita e de qualidade,

universidade

construça ̃ o que se contrapo ̃ e a s polı ticas

A gesta ̃ o democra ́ tica, portanto, na o esta ́

̃

̀

́

buscar

novas

formas

de

construı da ́

aquisiça ̃ o

e determinada, mas e

de

recursos

́

no

̀

mercado.

que conjuntamente com a sociedade, possa reorientar as suas aço es pelas escolhas de

prioridades advindas das demandas sociais, ale ́ m do que os compromissos polı ticos ́ educacionais

̃

devem refletir os interesses da maioria e na o de pequenos grupos polı ticos

defensores da universidade gerida por grupos empresariais e pautada sob princı pios ́

e econômicos

̃

́

economicistas.

ser de forma mecânica e/ou

catalisadora das determinaço ̃ es exteriores, seja do Ministe ́ rio da Educaça ̃ o e/ou dos organismos

internacionais, dentre outros organismos reguladores, mas de aço es advindas de participaça ̃ o

ativa e interna a instituição. Para Dourado (2006) essa possibilidade requer gestores e instancias

A aça o de gerir, numa gesta ̃ o de fato democra ́ tica na o podera ́

̃

̃

̃

colegiadas atuantes, representativas dos interesses institucionais e na o de seus pro prios

interesses pessoais e polı ticos. ́ Esses devem ser espaços de discussa ̃ o, debate, proposiço ̃ es e

deciso ̃ es coletivas e representativas do conjunto da instituiça ̃ o. Portanto, podera ́ ser um espaço

de conflitos, se considerarmos a existência de idéias divergentes, posicionamentos contra ́ rios,

etc., caracterı sticas ́ aceita ́ veis num processo democra ́ tico, onde o coletivo tambe ́ m apresenta

̃

́

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IECEF – Instituto Fayol Uma forma diferente de aprender especificidades, sendo inconcebı vel ́ hegemônicos. ser

especificidades, sendo inconcebı vel ́

hegemônicos.

ser um espaço do consenso em torno de interesses

ser um espaço do consenso em torno de interesses A gesta ̃ o democra ́ tica

A gesta ̃ o democra ́ tica requer o exercı cio da autonomia das universidades pu blicas. Essa e uma

questa ̃ o polêmica pela importância que exerce para o desenvolvimento das instituiço ̃ es e por

́

́

́

suas limitaço ̃ es, no entanto, temos clareza que a autonomia, quando colocada em pra tica,

oportuniza a participaça ̃ o dos diferentes segmentos da instituiça ̃ o, pois estes tera ̃ o motivaça ̃ o

para discutir os rumos de suas aço es, de forma coletiva, considerando tambe ́ m as peculiaridades

importante para a identidade da

e

os grupos se encontram no seu meio biolo ́ gico ou social, de acordo com as suas pro prias leis”

(BARROSO, 2006, p. 16).

instituiça ̃ o, pois possibilita “[

e necessidades da universidade. Exercer a autonomia e

́

̃

́

]

gerir, orientar, as diversas dependências em que os indivı duos ́

́

Nessa perspectiva, a autonomia por ser um conceito construı do ́

́

socialmente e

relacional e por

isso se manifesta num ambiente de relaço ̃ es interdependentes instaurado no interior das mu ltiplas

faces da universidade, daı ́ ser um campo de correlaça ̃ o de forças no qual se confrontam

́

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IECEF – Instituto Fayol Uma forma diferente de aprender diferentes detentores de influência e poder como

diferentes detentores de influência e poder como o governo, os gestores, professores,

Gutierrez e Catani (2006) enfatizam que a autonomia na o

estudantes, dentre outros sujeitos.

expressa uma soberania ilimitada, ou seja, capaz de manter todas as independências em relaça ̃ o

a ̀ s determinaço ̃ es externas na organizaça ̃ o de uma gesta ̃ o. Compreende-se, deste modo, que a

universidade dispo ̃ e de autonomia limitada pelos objetivos que a norteia.

̃

A sua autonomia perpassa, portanto, pelo aspecto dida ́ tico, cientı fico ́ e administrativo- financeiro.

Para os autores a autonomia dida ́ tica diz respeito ao reconhecimento da competência da

universidade para definir a importância do conhecimento a ser produzido, bem como, a sua forma

de transmissa ̃ o. Por sua vez a autonomia cientı fica ́ esta ́

pela qual os problemas podem ser pesquisados, julgados os resultados da investigaça ̃ o por parâ

a administrativa perpassa pela

condiça ̃ o de elaborar normas pro prias de organizaça ̃ o interna, em se tratando do dida ́ tico e

relacionada a capacidade e a maneira

metros internos, sem atrelamentos aos interesses externos. Ja ́

́

cientı fico, ́

bem como de administraça ̃ o de recursos humanos e materiais e do direito de eleger os

dirigentes.

Compreendemos que a autonomia universita ́ ria, uma vez materializada permite a

a serem implementadas. Nessa perspectiva

encaminhamentos e

deliberaço ̃ es de aço es, se utilizada a serviço da construça ̃ o de espaços democra ́ ticos e

envolve

definiça ̃ o da pro pria instituiça ̃ o sobre as polı ticas

́

́

sujeitos

individuais

̃

e

coletivos,

requer

relaço ̃ es de

dia ́ logo,

participativos. A autonomia, num contexto determinado pelas polı ticas ́ neoliberais e

como um instrumento de regulaça ̃ o a serviço do Estado capitalista, dada as novas manifestaço ̃ es

de atuaça ̃ o do Estado e suas nuances nas polı ticas ́ educacionais. Entretanto, cabe ressaltar que

ha ́ uma luta instalada em prol da universidade com gesta ̃ o democra ́ tica, autônoma e participativa.

Essa luta requer a superaça o da lo ́ gica da autonomia associada ao controle impregnada no

utilizada

́

̃

́

modelo de gesta ̃ o centralizadora do Estado neoliberal, como sera discutido adiante.

Outro aspecto importante na materializaça ̃ o da gesta ̃ o democra ́ tica e a participaça ̃ o de todo (a)s

os sujeitos nas deciso ̃ es, uma vez que: Para a concepça o democra ́ tica, a participaça ̃ o nas

́

̃

deciso ̃ es coletivas e

sem o que o indivı duo ́

caracterı stica ́

participaça ̃ o (SILVA, 2010, p.40).

polı tica, ́

́

um bem a ser promovido, pois e

̃

especı fico do homem participar da vida

na o se realiza plenamente, torna- se alienado ou perde sua

́

́

́

de ser livre, na medida em que a liberdade e entendida no seu sentido positivo de

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IECEF – Instituto Fayol Uma forma diferente de aprender A participaça ̃ o e segundo Silva

A participaça ̃ o e

segundo Silva (2010) como um instrumento que requer a cooperaça o aliada a solidariedade e a

responsabilidade, para combater os males advindos da competiça ̃ o e da racionalidade individual

que nega os interesses dos outros, do coletivo. A participaça ̃ o deve ser pensada como forma de

vida, com um bem promotor da coletividade.

um princı pio ́ fundamental para a concretizaça ̃ o da democracia, compreendida

́

̃

a concretizaça ̃ o da democracia, compreendida ́ ̃ Dessa forma surge como crı tica ao

Dessa forma surge como crı tica ao movimento liberal de sociedade, que supo e a autonomia da

A participaça ̃ o visa formar pessoas na sua

totalidade como membro de uma comunidade (SILVA, 2010, p.40). Para o autor a legitimidade do

competitivas e

pessoa concebida abstratamente como livre e igual.

́

̃

́

exercı cio

democra ́ tico

̃

centra

 

̃

deciso ̃ es

individuais,

na o

nas

opço es

ou

produtivistas, mas e , sobretudo, um produto coletivo, do interesse comum e de todos. As

expressar reconhecimentos de deveres,

vontades, definidos coletivamente com companheirismos e responsabilidades.

́

proposiço ̃ es,

̃

escolhas

 

deciso ̃ es

devem

aço es,

e

A LDB, em seus artigos 14 e 15, apresentam as seguintes determinações:

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IECEF – Instituto Fayol Uma forma diferente de aprender Art. 14 - Os sistemas de ensino

Art. 14 - Os sistemas de ensino definirão as normas da gestão democrática do ensino público na educação básica, de acordo com as suas peculiaridades e conforme os seguintes princípios: I. participação dos profissionais da educação na elaboração do projeto pedagógico da escola; II. Participação das comunidades escolar e local em conselhos escolares ou equivalentes.

Art. 15 - Os sistemas de ensino assegurarão às unidades escolares públicas de educação básica que os integram progressivos graus de autonomia pedagógica e administrativa e de gestão

financeira, observadas as normas de direito financeiro público. Cabe aqui, nesta regulamentação

o princípio da autonomia delegada, pois esta lei decreta a gestão democrática com seus

princípios vagos, no sentido de que não estabelece diretrizes bem definidas para delinear a gestão democrática, apenas aponta o lógico, a participação de todos os envolvidos. Nesse

ínterim, o caráter deliberativo da autonomia assume uma posição ainda articulada com o Estado.

É preciso que educadores e gestores se reeduquem na perspectiva de uma ética e de uma

política no sentido de criar novas formas de participação na escola pública, tais como ouvindo, registrando e divulgando o que alunos e comunidade pensam, falam, escrevem sobre o autoritarismo liberdade da escola pública e as desigualdades da sociedade brasileira. É tecendo redes de falas e de registros, ações e intervenções que surgirão novos movimentos de participação ativa e cidadã.

O novo paradigma da administração escolar traz, junto com a autonomia, a idéia e a recomendação de gestão colegiada, com responsabilidades compartilhadas pelas comunidades interna e externa da escola. O novo modelo não só abre espaço para iniciativa e participação, como cobra isso da equipe escolar, alunos e pais. Ele delega poderes (autonomia administrativa

e orçamentária) para a Diretoria da Escola resolver o desafio da qualidade da educação no âmbito de sua instituição.

Em certa medida, esta nova situação sugere o papel do último perfil de líder mencionado: o que enfrenta problemas "intratáveis", cuja solução não é técnica, mas de engajamento e sintonia com o grupo que está envolvido e que tem muito a ganhar com a superação do desafio.

No caso da escola, a qualidade da educação é interesse tanto da equipe escolar, quanto dos alunos e de suas famílias (além do Estado, das autoridades educacionais e da nação como um todo). Sua melhoria depende da busca de sintonia da escola com ela mesma e com seus

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IECEF – Instituto Fayol Uma forma diferente de aprender usuários. Uma escola de qualidade tem uma

usuários. Uma escola de qualidade tem uma personalidade especial, que integra os perfis (aspirações e valores) de suas equipes internas, alunos, pais e comunidade externa. Desenvolvimento profissional de professores e funcionários. Estados planejaram investir em programas de capacitação de professores e dirigentes escolares, Incluiu um programa de capacitação em liderança de escolas estaduais inovador baseado na escola. O enfoque da capacitação prático e não teórico. Os programas e seu material de apoio são desenvolvidos por grupo de treinamento central. O objetivo dos estados participantes é reforçar o conteúdo de capacitação e desenvolver escolas para demonstração. O fator crítico para o alcance do objetivo do estado é de descentralizar o processo divisório das escolas. Por que incentivar o desenvolvimento dos professores e funcionários.

As duas razões principais para que se tenha uma forte ênfase ao desenvolvimento dos funcionários e professores são: crescimento profissional e desenvolvimento pessoal. Os funcionários devem se sentir motivados para treinar e aprender mais na área em que atua, isto vai ser lucro para ambas as partes escola e funcionário. Os diretores poderão crescer mais em seus projetos e desenvolver cada vez melhor seu "perfil", sendo capaz de solucionar problemas com decisões certas. Porque sem este desenvolvimento os diretores tomavam decisões baseadas apenas em experiências e muitas vezes sem dinâmicas e sem percepção. Estratégias participativas do desenvolvimento de pessoal. Tanto os professores como os gestores devem ser envolvidos na concepção de programas de desenvolvimento de pessoal. Há cinco elementos chave de urna abordagem participativa de desenvolvimento pessoal:

1 - Consultar o pessoal sobre o que consideram necessário para promover o seu próprio crescimento e aprimorar o seu desempenho.

2 - Retribuir eu reconhecer o tempo dedicado à participação em atividades de desenvolvimento de pessoal

3 - Utilizar os quatro princípios de programas de capacitação eficazes. Esses princípios são:

a) Envolver os participantes na apresentação de concertos, idéias, estratégias e técnicas.

b) Planejar a aplicação dos conceitos acima.

c) Dar aos participantes feedback sobre o uso de novos conceitos.

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IECEF – Instituto Fayol Uma forma diferente de aprender d) Permitir que os participantes aplicassem seus

d) Permitir que os participantes aplicassem seus novos conhecimentos.

4 - Certificar-se de que o diretor da escola está presente e participar de todos os programas realizados em serviços.

5 - Acompanhar a utilidade de cada atividade de desenvolvimento profissional, apôs a realização da mesma.

A Gestão Educacional sob O Aspecto da Gestão Gerencial na Educação

Educacional sob O Aspecto da Gestão Gerencial na Educação Sob a concepção de Gestão Gerencial da

Sob a concepção de Gestão Gerencial da Educação, emerge uma visão fortemente mercadológica nos processos de gestão, com características tais como flexibilização, produtividade, eficiência e eficácia. Essas características surgiram do modelo capitalista de gestão e vêm sendo trazidas para as instituições educacionais, de modo que estas venham a atingir sucesso e ser empreendedoras.

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IECEF – Instituto Fayol Uma forma diferente de aprender É importante enfatizarmos que o modelo de

É importante enfatizarmos que o modelo de gesta ̃ o gerencial e adotado no curso da Reforma do

Estado capitalista com a finalidade de adequar as instituiço ̃ es educacionais, em especial nesse

́

estudo as universidades, a s exigências de modernidade traduzida em tecnologia informacional,

aligeiramento da formaça ̃ o, autonomia financeira e, de modo geral, atrelamento ao mercado

nacional e internacional. Nesta direça ̃ o as regulamentaço ̃ es atuais vê m legitimando esse modelo

e exigindo que as instituiço ̃ es adotem os princı pios ́ gerencialistas de gesta ̃ o como flexibilizaça ̃ o,

eficiência, efica ́ cia e produtividade. Princı pios ́ estes, inspirados na organizaça ̃ o das empresas

capitalistas e transplantados para as instituiço ̃ es educacionais para que estas tenham sucesso e

sejam cada vez mais empreendedoras.

̀

No caso das Universidades, observa-se que as atuais polı ticas ́ de gesta ̃ o, no curso da Reforma

modernizadoras difundidas pelos organismos

internacionais e consentidas internamente. Estas perpassam pelo planejamento eficiente, pela

avaliaça ̃ o produtivista, pela descentralizaça ̃ o administrativa como mecanismo de aquisiça ̃ o de

Contraditoriamente, observa-se que apesar de

recursos financeiros junto ao

documentos oficiais como a LDB 9.394/96, dentre outros, anunciarem a gesta ̃ o democra ́ tica por

meio das instâncias colegiadas, na pra tica ainda predomina a centralizaça ̃ o no gestor/gerente

ale ́ m do que os conselheiros expressam uma representaça ̃ o de si mesmos e na o dos interesses

do grupo ou segmento universita ́ rio que representam, na o expressando o compromisso com a

do

Estado,

̃

influenciadas

pelas

teorias

sa o

mercado.

́

̃

̃

́

coletividade. Isso e perigoso para a democracia por centrar a liderança num sujeito individual. No

modelo de gesta ̃ o gerencial a “autonomia e

capaz de exercê-la. Esse tipo de autonomia e

“autonomia do chefe, em detrimento da autonomia institucional”. Como enfatiza a seguir:

́

individual”, pois centraliza no gestor a autoridade

́

denominada por Janela Afonso (2010) de

Trata-se de uma autoridade cuja legitimidade adve ́ m agora da revalorizaça ̃ o neoliberal do direito

de gerir – direito esse, por sua vez, apresentado como altamente convergente com a idéia

neoconservadora que vê a gesta ̃ o como uma espe cie de tecnologia moral ao serviço da ordem

social, polı tica ́ e econômica (JANELA AFONSO, 2010, p.13).

́

centralizada e personificada na figura do gestor central, no caso da

universidade, no reitor, restringindo a atuaça ̃ o autônoma das instâncias colegiadas. Trata-se de

uma autoridade de chefe, de gerente, de controlador, que exerce a mediaça ̃ o entre a instituiça ̃ o e

os interesses externos, estando comprometido com este segundo, o que de fato, na o representa

Nessa o tica a gesta ̃ o e

́

́

̃

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IECEF – Instituto Fayol Uma forma diferente de aprender o participaça ̃ o efetiva. Enquanto instituiço

o

participaça ̃ o efetiva. Enquanto instituiço ̃ es sa o utilizadas para atingir o nı vel de capitalizaça ̃ o

e

compromisso

de

salvaguarda

como

princı pio ́

̃

fundamental

da

gesta ̃ o,

́

a

autonomia

necessa ria para a expansa o do mercado, transformando-se numa grande empresa prestadora de

mera

serviços para esse mercado capitalista, onde o exercı cio democra ́ tico da participaça ̃ o e

expressa o da legislaça ̃ o, como anunciamos anteriormente.

́

̃

̃

́

́

A reformulaça ̃ o da gesta ̃ o gerencial com eficiência, com vistas ao controle de resultado

quantitativo, para atender as expectativas do cidada ̃ o cliente, foi o ponto central no processo de

reforma, portanto, os problemas, de acordo com os neoliberais, esta ̃ o na forma de gerir as

e na o na problema ́ tica,

manifestada pelas contradiço ̃ es do pro prio sistema capitalista. Para os reformistas, as instituiço ̃ es

na o estariam administrando bem os recursos e potencializando as atividades para gerarem

maiores e melhores resultados, diante de um Estado, que por sua vez, na o possui recursos

suficientes para atender as necessidades do cidada ̃ o-cliente.

instituiço ̃ es, principalmente, no que diz respeito aos recursos disponı veis, ́

̃

́

̃

̃

que diz respeito aos recursos disponı veis, ́ ̃ ́ ̃ ̃ Instituto Fayol CNPJ: 21.878.207/0001-33

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IECEF – Instituto Fayol Uma forma diferente de aprender Esse modelo de gesta ̃ o vinculado

Esse modelo de gesta ̃ o vinculado a lo ́ gica de mercado respalda formas de avaliaça ̃ o com vistas

ao controle de resultados e comparaça o de produça ̃ o com o estabelecimento de ranques, por

̀

̃

́

meio de divulgaça ̃ o pu blica de resultados alcançados.

Outro aspecto que realça na lo ́ gica neoliberal e que dificilmente observamos acontecer processo

́

de avaliaça ̃ o do o rga o de gesta ̃ o, considerando seus va rios aspectos. Ao mesmo tempo em que

sobre a gesta ̃ o e a instituiça ̃ o recaem as responsabilizaço ̃ es pelo fracasso ou sucesso dos

resultados, o que isenta o Estado da responsabilidade. Neste sentido, Bresser Pereira (2006,

́

̃

́

p.07) afirma que “Na administraça ̃ o pu blica gerencial [

empregadas: a responsabilizaça ̃ o por resultados, a competiça ̃ o administrada e o controle social

novas formas passam a ser

́

]

por organizaço ̃ es da sociedade civil.” Ale ́ m do que os gestores sa o cobrados por meio de

“Contrato de gesta ̃ o” para que a instituiça ̃ o produza cada vez mais. Diante das cobranças pelo

alcance de metas estabelecidas, os gestores tendera ̃ o a criar mecanismos de controle cada vez

mais severo e formas de gesta ̃ o supostamente mais eficientes e eficazes para garantir as

condiço ̃ es necessa rias a obtença ̃ o de bons resultados acadêmicos e educacionais. É tambe ́ m por

isso que a ideologia organizativa designada por gesta ̃ o da qualidade total (nascidas nas

̃

́

̀

empresas lucrativas e agora transpostas para as organizaço ̃ es educativas e de sau de) pode

transformar a escola no novo mercado, incrementando os mecanismos de controle e vigilância

sobre os seus atores educativos (JANELA AFONSO, 2010, p.14). A autonomia e a gesta ̃ o esta ̃ o

́

vinculados a

concepça o de qualidade total. Sobre essa produça ̃ o e seu resultado e

este que aproxima as instituiço ̃ es do modelo de grupo empresarial.

̀

cobrança de prestaça ̃ o de contas dos resultados produtivistas, pautados na

exercido controle, fator

̃

́

Para o neoliberalismo a participaça ̃ o na gesta ̃ o e de cara ter instrumental, como um mecanismo

para defender as liberdades individuais e competitivas e na o da coletividade. Deste modo,

participar implica na visa ̃ o utilitarista do indivı duo, ́ que perpassa na instituiça ̃ o pela relaça ̃ o custo

́

́

̃

e beneficio. Nessa concepça o polı tica

se resumindo na aproximaça ̃ o ao mercado para adquirir meios econômicos para a manutença ̃ o

de seus projetos e demais atividades, bem como, complementaça ̃ o salarial para os profissionais.

Desse modo a democracia com participaça ̃ o e autonomia institucional se torna mera expressa o

legal, pois na lo ́ gica neoliberal a gesta ̃ o apresenta como caracterı sticas ́

no gestor, resultado produtivista, dentre outros que correspondem aos interesses mercadolo ́ gicos.

o controle, centralidade

a autonomia institucional se articula a lo ́ gica de mercado,

̃

́

̀

̃

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IECEF – Instituto Fayol Uma forma diferente de aprender BIBLIOGRAFIA

BIBLIOGRAFIA

http://www.infoescola.com/educacao/gestao-educacional-e-gestao-escolar/

http://www.infoescola.com/educacao/gestao-educacional/

http://educador.brasilescola.uol.com.br/gestao-educacional/

https://www.portaleducacao.com.br/conteudo/artigos/pedagogia/a-gestao-educacional-e-a-

ldb/2366

VÍDEOS

https://www.youtube.com/watch?v=50X6IXRFkYw

https://www.youtube.com/watch?v=-LNlNIyjIlw

https://www.youtube.com/watch?v=y8B2J8SB5gU

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