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Biblioteca Parque Estadual

Projeto de Interveno em Stios Histricos


Maro de 2015
Por ocasio de um incndio em 1984 que destruiu a antiga Biblioteca Publica do
Rio de Janeiro, o Governo promoveu um concurso para eleger um Projeto para uma
nova Biblioteca.
O Projeto escolhido pela comisso, da qual Oscar Niemeyer fazia parte, foi o de
Glauco Campello, no qual havia uma passarela que interligaria o prdio ao campo de
Santana. Tal acesso nunca foi construdo.
Havia no projeto original um anexo, que s veio tona na obra empreendida em
2013.
Na poca do concurso, aconteceram diversas manifestaes contra a
veredito do jri, o qual foi considerado arbitrrio na deciso, por questes
de falta de cumprimento dos requisitos descritos no edital.
Sobre a reforma de 2013

A Biblioteca Pblica do Estado do Rio de Janeiro completa, em 2012, 139 anos de


atuao permanente e profcua na difuso e consolidao do hbito da leitura
entre os fluminenses. Criada em 1873, teve, em 1984, parte do prdio e de seu
precioso acervo destrudos em um incndio. Darcy Ribeiro, no governo Leonel
Brizola, idealizou a nova biblioteca, pautada na Bibliothque Publique
d'Information, do Centre Georges Pompidou.
Fonte: Governo do Estado do Rio de Janeiro;Secretaria de Cultura;Superintendncia de
Bibliotecas; A nova Biblioteca Pblica- Projeto Atualizado; 2011; p.:08.
Localizao no entorno
Localizao no entorno
Comparativo de projeto- Subsolo
Comparativo de projeto- Trreo
Comparativo de projeto
1 Pavimento
Comparativo de projeto
2 pavimento
Comparativo de projeto
2 pavimento
Concluso
Atravs da anlise do projeto original e de seu acrscimo feito em
2013, possvel notar como, em termos de composio volumtrica, no
foi pensada uma soluo plausvel para que houvesse um dilogo com seu
entorno. notrio como o volume, principalmente do anexo que tem
fachada para a Rua da Alfndega, interfere no conjunto de arquitetura
ecltica.
O projeto que trouxe consigo divergncias e polmicas em 1984,
continua a ser polmico em 2013, com a construo deste anexo, tambm
projetado por Glauco Campello.
possvel, vivel e imperativo que se estude de forma mais
competente a insero da arquitetura contempornea em um tecido
histrico, que conviva harmoniosamente com os remanescentes do
passado, respeitando sua composio enquanto conjunto.