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Livros do autor publicados por essa editora: + Osalemies 4 lata pelo poder eo evelgae do neh nos séules XIN e XX. + Escritos & ensaios 1 - Bae press, opinito pica 2+ Subjesividade, eee at (em prepsacio) + Osestabelecidos eos outsiders ‘Seiko das relobes de poder a pot de wma pequenscomonidade + Mozact ‘Scxiologin de un genio + Norbest Blas por ele mesmo + Apperegrinasio de Watteauilha do amor + Oprocesso civilieador 1 - Una isda dos costumes 2. Formagio do Estado ecivlzaao + Sobre o tempo + Asociedade de corte + Asociedade dos individuos + Asolidio dos moribundos florbert Elias Eseritos & Ensaias 1—Estado, proeesso, opinigo piblica ‘Organizagdoe apresontapdo: Federico Reiburg Leopoldo Waizhors orga ZAHAR Editor lode Janelro ‘evdugio auotzada de ina selesfo de textos de Norbert las (Wer oscrédirocompletsde cada texto isp.18-20) Copyright © 2002 Nosbese Bias Stichting Amend, Holanda ‘Copyright dacdicio brsita ©2006: Jorge ZaharEeitor Ld 31 sobelajn 1 Rio defaneiea RJ tel 21) 2240-0226 / x21) 22625129 e-maljpeza.com br ‘Stzorwwzzhoccombr “Todos os dete reservadot. ‘reproduc nio-autoriads desta publicagiono todo uem pate consul violsio de deitos aoc. (Let 9.610/98) Jor Serio Beneves Ging), Antonio Cares dos Santos (emis) ¢ Joto Cates Papel (lend) Frepataio de origins: Ande Teles cisio ipogtiliea Eduardo Monteiro Antonio dos rarer Cape Strgio Camponte ‘caP-neas.Caaogego-miconte ici Naciwol dos Eons de Live By. lis, Nye 1097-1990 te poland cua Bsudo,proces,opmnio piblica/Nosbert linsongaieno eae ee Melo, Fedrio Nleiburg& Leopoldo Waiebort: adlo extos co ings SE Bence en Pjmmppel-— Riode eon Zar E2006 ISBN 5-7110.996-0 | hi Nesbert, 1897-1990 ~ Colts. 2.0 Brad 3, Cratos. Opinito pbc. § Socilog. Tuo aera avon Cao dos Sato textos em hoa Joko Caos op x01 06.0460 epuate RP art él Sumario Apresenbagdo oneeitos socil6gloos fundamentals » ‘iizago «= Figuagio = Prongssossonils Tecnizagdo e euilizagio Estudos sobrea p@nase da profissdo naval «Drake e Doughty: odesenvolimenta de um oonfia » Gontlemen tarpaulins Habitus nacional e opin plica +» Ropinldn pibtioa a loglaterra + Habitus nacionals:algumas peoulatidadesinglesas@ ems Processes de formagao de Estados e eanstaugzo denagdes Sobre asoclogénese da eeonomiae da soctolagia Paraa fundamentago de uma beoria dos processus souiis Notas a a a 10 18 Os textos originalmente om inglés fo a és foram taduzidos por Sérgio Benevid cm alemio por Antonio Catlos Santos,¢ o texto em holendée por Joie Carlos Pijnappel. Em tod I. Em todos 08 cas nizador revision a tad 05, 08 organizadores acompanharam ¢ t {een ei & profesor do Programa de Pés-gradvagio em Antropologia praie friday Universidade Federal do Rio de janeiro cimal facburgehen geet. UFRD « peseusador do CNG, Leopoldo Wainbor professo e-mail waisbondban ta, oc0l0gi dt Univesidae de So Paul (USP), T Conceitos sociolégices fundamentais Ciuilizaggo Embora ossereshunanos niosejam civilizadospor natureza,possuem, por natureza uma disposigo que torna possivel, sob determinads condigdes, uma civlicagdo, portanto uma auto-regulasio individual de impulsos do comportamentomomentineo,condicionado porale- tos e pubes, ou 0 desvio dessesimpulss de seus fins primisios para fins secundlérios,e eventualmente também sna reconfiguragio subli- sada. B decerto desnecessitio, mas talver siti dizer que Sigmund € ‘Anna Freud sio 0s pas do conceito de impulsos pulsionais humanos moldiveis,capazes de sublimagio.) © fato de que process de civili= _zagdo nao seriam possiveis sem um potencial de civilizagio biologico ‘que os antecedesse é facilmente esquecido, Dado que os sees hura- ‘nos diferentemente de muitos outros sees vives socias, nfo possuem. ‘una tegulagio nativa ds afetos e pulsdes,eles nfo podem prescindic a mobilizagio de sua disposicio nataral rumo a auto-regulagio mediante o aprendizado pessoal dos controles dos afetose pulsdes.o sentido de um modelo de civilizacdo especifico da ociedade,a fim de ‘que possam conviverconsigomesmose com soutrossereshumanos. O proceso universal de civilizagio individual pertence tanto 38 con- dligdes da individualizaio do ser humano singular como is condigbes a Vida social em comurn dos sees humanos. No uso cotidiano da lingnagem, 0 coneceito de civilizagio 6 mites vezes, despido de seu cariter originalmente processval (como derivaciodo equivalente francés" dvilizer”).Contudo, para realmente pesquisar 0 processo de civilizagio & necessirio saber a que elementos comuns nio-varisveis dosseres hurnanos,assim comoa que elementos diver 505 Waridveis,o conceito de cvilizagdo se tefere.A coacio social & autecoagioe ‘aapreensio de uma auto-regulacio individual,no sentido de modelos sociais, € variveis de civlizagio,sio universassociais.Emcontramos em todas associe~ dades humanas uma conversio das coagdes exteriores em autocoardes. Contucdo,embora ascoagdesexteriores— tanto de tipo natural como de tipo social — sejam indispensiveis para o desenvolvimento das autocoaySes individuais, nem todos 05 tipos de cou exterirsio apropriados para produ- Zit o desenvolvimento de instincias individuais de autocoagio ¢ muito _menos para foments-las em massa, portanto sem afetara capacidade indivi dual de satisfagio dos afetose pulsdes. Assim, por exemplo,a coagio exterior tna forma da violéncia fisica € menos indicada para a formago de instincias constantes de autocontrote que a persuasio paciente;coagies exteriores que ‘oscilam feqilentemente entre a ameaca violenta e a demonstragio calorosa {de amor sio menos indicadas que coagaes exteriores constantes fundamen {tadas no calor afetivo, que di seguranga, Se contemplarmos o desenvolvimento da humanidade, deparamo-nos ‘com um amplo processo de civilizaco humana. Esse processo,em constante embate com contraprocessos descivilizadores, permanece até agora — por tanto da Idade da Pedra até nossos dias — dominante, Nao hé nenhum motivo para supor que ele devs petmanecer dominante, Um de seus aspec~ tos o enorme crescimento dasunidades de subsisténcia humana,De peque- ‘nos grupos de parentes, que muitas vezes viviam em cavernas ¢ talvez no ‘compreendessem mais que 50 ou 60 pessoas, esuiltaram, com 0 curso do tempo, Estados nacionais que compreendcm muitos milhdes de pessoas. A ascensio das unidades de subsisténcia a uma maior ordem de grandeza,que ‘rouxe consigo vantagens a longo prazo em suas tas de segregacio, exigia cada vez o aflorar de uma nova figunigi, internamente mais oxt menos paci- ficada (por exemplo, da aldeia para a cidade, da tribo para 0 Estado), de wm. novo modelo de reserva ¢ distanciamer de um novo modelo de civiliza si0.0 destocamento progressivo dos gquilibrios de poder nesta tera em favor dos seres humanos, em relagio & natureza nfo-humana, atuou no mesmo sentido —o que resultou nuina redugio dosperigos do lado da natu reza nio-humana ¢ exigia uma contengio mais constante dos seres huma- ‘nos, Simplificando, pode-se dizer: quanto mais alto 0 nivel permanente de petictlosidade,tanto mais baixo o nivel permanente da civilizagi Insepariveis do processo de civizagio humana,mas distintes no plano do pensamento.sio os processos especiais de civilizay3o que—de tribo para ago para nagio, em suma,de unidade de subsisténcia para unidade pereieiitas ifr em fungio das particularidades de seu destino vial, Analogamente,é variado 0 desenvolvimento dos processos especisis ae meee aie ‘come de cada figuragio dos modelos de civilizagzo, es lens encontram una de sas enpresbes mas prementes no ais ovia comum dos individuos que formamentzesiuuma determinada unidade “Ge aubsisténcia, por exemplo uma (ribo ot Estado, Ele sio herdeiros nfo s6 de uma inguager epeciica, mas também de urn modelo especitico de tantes ds instncias pessoas de autocongio, eativamente mais figs Os deuses posuems, nese exgio, fungdes que, em estos posterionssc0 ‘exercidas em grande medida pela consciéncia eo entendimento individuais. Em conexio como oscilante nivel social de pereosiade os conte, scessos rornam-se fregiientemente dominantes. Mas, apesar disso, 2 ree ocona deca ermanece preponderant rei gem dos deusesedeusistransformou-seito sentido desse provesso soberan Jacivilizagio humana, Analogamente 4sua Faniio de suportes de una 2uto~ regulagio relativamente débil, eles nunca perderam o cariter de seresate= morizantes. Ao mesmo tempo, civilizaram-se. A. progiestiva ch deer deft, un das comprovigces mai expceion ts ona dine dea: Jos se¥0s humanos. la indica sua dites3o, Nas épocasprivior. itis os deuses eram em geral mais apaixonados, selva i de los, selvagens, instiveis. Um dia Saline totes € cheios de boa vonvace, no dia seguinte ceuéischeioe de Gu ch matureza— boas colheitas, mas colheitas~ os perigos tambon cy dewsestornaram.se, na cabega dos seres huumnnos ants comeantne oe apaixonads e mais estveis: urgiam entio,fegientemence con figuras Justas, morais, até mesmo amiveis e bondosas, sem perder inten gen como diss, sua capacidade de atemorinan coe A diminuigio das oscilagses naimagem dos deuses i eo de wm proceso de cilia Sears fn geen a bruas.em relagio a outrosseres humanog, Como um apanhado algo sumério do que se apurou Sigacio empirico-teorica das eransformagdes civilieaté .at& aqui na inves- : tias acerca Gissionamens, pods diner ue dena ox princpae ate aes Pinsesso de civilizagio estio as transformagdes do habitus social dos enn proces bitus social dos s mana ites de um modelo de autocontrole mais bem propoccion nado, universal e estivel Se cece Ber coterie errs Sem janis iberearem completamente ds cos. '¢8es ganham maior autonomia no curso do pro- cess0 humano de civilizacio, em contraposigio &s coagSes exteriores, A simetria da auto-regulagio na relagdo entre todos os seres humanos e em. _quase todas as stuagdes da vida cresce, Muitos elementos indicam que, no curso de tal processo,aummenta a capacidade (até agora muito pouco inves. tigada) de transformagZo sublimatéria dos impulsos comportamentais mais animalescos, prenhes de pulses. Em conexio com a crescente autonomi- aco dis instancias individuais de auto-regulacio — das quais azem parte © entendimento ¢ a conscidncia,o ego ¢o superego —,amplia-se também ‘manifestamente o alcance da capacidade de um ser humano dese identifi- car com outos eres humanos,em relativa independéncia do grapo a que pertengamn, ¢ portanto amptia-se também sua capacidade de sentir simpa- tia por eles, Destivlizajdo significa entio uma transformagio em diregio ‘oposta, uma reduig2o do alcance da simpatia. Atualmente,o fato de que em ‘nuitas sociedades a idia de que ltas de gladiadores ou execugdes pibli- cas possam causar alegria desperte antes sentimentos negatives é segura~ ‘mente um sintoma significativo de uma transformacio civilizatora, Figuragao © conceito de figuragio distingue-sé de muitos outros conceitos tedricos da sociologia por incluir expressamente os seres humans emsuaformacio, Contrasta portanto decididamente comms tipo amplamente dominante de formagio de conceitos que se desenvolve sobretudo na investigagio de ‘objetos sem vida, portanto no campo da fisica ¢ da filosofia para ela orien- ‘ada, Hi figurages de estrelas asim como de plantas de aninnais. Mas ape~ ‘nas of seres humanos formam Figurages uns com os outros. O modo de sua ida conjunta em grupos grandes e pequenos é,de certa maneira singular € sempre co-detetrinado pela transmissio de conhecimento de uma geragio outra, portanto por meio do ingresso do singular no mundo simbélico ‘specifice de uma figutagio ji existente de sereshumanos.Asquatrodimen- sBes espago-temporaisindisoluvelmente ligadas se soma,no caso dos sexes !humanos,uma quinta,a dos sfmbolossocialmente aprendidos,Sem sua apro- priago,sem, por exemplo,o aprendizado de uma determinada lingua espe- cificamente social, os seres humanos ni seriam capazes de se orientar n0 seumundo nem dese comunicaruunscom os outros. Umserhuimano adulto, {que nfio teve acesso 205 simbolos da lingua e do conhecimento de determi- nade grupo humane permanece fora de todasas figuragées humanase, por tanto, nfo é propriamente um ser humano.© crescimento de um jovern cin be mss sot tndanets tuuos vonsage 1~#Stan, paesso opm MICS 3 figuragGes humanas, como process e experiéncia assim como o aprendi- ‘ado de um determtinado esqema de auto-regulaco na relagio com os seres hurmanos, 6 condi¢io indispensivel do desenvolvimento rumo & hnumanidade. Sovalzaydoeindividualizago de um sec humano sio,portanto, nnomes diferentes para o mesmo processo. Cada ser humano assemelha-se aos outros e&,a0 mesmo tempo, diferente de todos os outros. ‘O mais das vezes, as teorias sociologicas deixam sem resolver 0 pro~ blema da relagio entze individuo e sociedade, Quando se fala que wma ‘rianga se corna un individue humano por meio da integragio em deter tninadas figuraces (como, por exemplo, enn familias, era classes escolaes, ‘em comunidades adeis ou em Estados) assim como mediante aaproptia- hoe reelboragio de um patriménio simbélico especificamente socal, ‘onduz-sc 0 pensamento por entre os dois grandes perigos da teoria ¢ das ‘aéncias humanas:o perigo de partir de ura individuo a-sociat, portanto como que de tum agente que existe por si mesmos¢ 0 perigo de postular dim Sistema", um "todo". etn suina, uma sociedade humana que exitiria paraalém do sex hurnano singular para alémn dos individ, ‘Embora no posstam am comegoabsoluto,ndo tendo nenhuma outta substincia a no ser seres humanos gerados por mes e pais, 3s sociedades humans ndo sfo simplesmente um aglomerado cumulativo dessis pessows © convivio dos seres huumanos em sociedades rem sempre, mesmo no ¢405, ha desintegragio, na maior desordem social, uma forma absolutamente determinada.E isso que 0 conceito de figuracio expritne. Os seres huma- pos, em viride de sua imerdependéncia fundamental uns dos outros,agra~ pan-se sempre na forma de figueacbes espectficas. Diferentemente dis onfiguragbes de outros sees vivos, esas figuragies nio sio fixadas nem ein gelagio 20 género humano, nem biologicamente. Vilarejos podem se rocnar cidades;claspodem se tornar pequemas familias;tribos podem se cor~ nar Estados. Seres humanos biologicamente invariaveis podem format figuracdes vvidves. Essasfiguragdes possuem peculiaridades estraturais€ lo representantes de uma ordem de tipo particular, formando,respectiva- mente, campo de investigacie de um tame da ciéncia de tipo particular, th ciéncias sctaisem gerale, também, a sociologia.A dlificuldade cognitiva sacontrada feeqlientemente nesse Eontexto baseia-se, em iltima analise, fm das attudesbisicas complementarcs-Talvez valha a pena apresent-las aqui brevemente. Setes hummanos singulates coavivern uns com os outros em figurages determinadas. Os seres humanos singulares se transformam. As fignr: ges que eles formam uns com os outres também se ecansformam, Mas a5 transfoemaedes dos seres humans singolates, © as tansformagdes dis fig- tacdes ape eles formam uns comn os outros, apesar de inseparaveise entele- ards ente sisi eransformagdes em planos diferentes e de tipo diferenee Unser humane singular pode terrelativa autonomia em relagio a determi- nadas figuracSes,mnas em relagio as figuragdes em getal, quando muico,ape~ pas en casos extremos (por exemplo,o daloucura).s iguragées podem ter autonomia elativa em relagio.a determinadosindividuos que as formam no fqui e agora as nunca em relagio aos individuos em geral. Dito de outa aneica: um ser humatio singular pode possi ums liberdade de agio que the permita deslgar-se de determinada hguragio ¢ introduzir-se em outra, mas se ¢ em que medida isto ¢ possivel depende de fato das peculiaridades {a figuragio em questio, As mesmas pessoas também podem formar ums ‘com as outras diferentes figuracdes (0s pssageiros antes durante e,possivel- rente, depois de um nauffgios burgueses ¢ nobres antes, durante e depois dda Revolugic). Inversamente, diferentes seres hurnanos singolates podem forrnaefiguracdessimilares,com certa variagées (familias, burocracias,cida- des, pases). Max Weber (1864-1920) tentou resolver esse problema central da sociologia, qual sea, da relativa antonomia das figueagdes frente acs indi- Yiduos que as formam,criando o conceito de tipo el, portanto admitindo iguefiguragbes enquanto tais no existem a nao ser como abstragbes idea Tizadas de aglomerados menos ordenados de agentes individuais e de suas ages orientadas expressamente para outros agentes. Ele também nto petvebia que as figuragdes que os seres humanos formam wns com os ‘utros sio to reais quanto cada um dessesseres humanos considerados por sis6. Emile Durkheim (1858-1917) percebeu a realidade das figuragdes,mas via-ts como algo que exists fora do ser humano singular; nfo foi capaz de conjugé-hs & existEncia dos seres humanos singolares (ow, quando muito, apenas mediante o conceito de interpenetracio de individuo e sociedade, {que indica bern claramente a aceitacio de uma existéncia separadh dos dois planos insepariveis da existéncia humana). Quando falamos de figuragSes, {gue os individuos humans formam uns com os outros, cispomos de wma imagem do ser huang e de um instrumento eonceitual mais adequado realidade ¢ com cujo auxilio podemos evitar 0 tradicional dilema da socio- logia: “aqui o individu, aia sociedade”, dilerna que se bascia na verdade ‘em um jogo, de tipo exteacientifico, com palavras ou com valores. Processes socials CO conceito de processo social efere-se is transformagSesamplas,continuas, de longa durago— ou soja,em geral io aquém de és geragdes— de fig ius ‘obs formadas por sees humans, ou de seusaspectos,emumade du Cpe Ud pe rent det cies of tm dectoio. Em ambos os casos os eritérios io puramente Gutios les independem do fato de o espectivo abservador es comida. ‘ar bons ou ruins, Exemplos dso sio:a diferenciagio cteszente eens Gente de Gangdessocisis.o aumento oua diminuiio do captalsoctal ax ste modo caracteristco, do emprego de conceitoshistérives dos na apreensio de detalhes anicos e nde Junto dos seres humanos no. passado. Processos sociais podem ter, em estigios anteriores om mesma dijo. Des forma sur de dtancemtnto noha ee fe de uma maior integracioe diferenciagSo,podem ser obra Coy na Idade da Pedra quanto na Epoca Moderna: Procesee Coca Ses Permitem reconhecer fregientementec de modo bastante clnoare tua de um estigio do proceso para outro mediante um deena ‘ede mento de poder Asst, o primi supto de industrialzagio (weensto vo ‘stigio de produgio industrial com miquinase do opecarinds industrial) andou de mios dadas com (0 declinio da produgio artesanal e do artesanato. cAavanto grupo socal o segundo sunt de industialivayo ener Eigio da producio automitica guiada por computadores,webéeere cde seit texbectivos grupos profsionsit), com o deenio da producto bed anterior e das formas de prestagho de servigon assy couyrnees {tupes profisionas, ae | Pares de conceitos opostos, que servem para a determinagio da direcao dos procesios sociais,nio tém apenas essa fang. Eles podem servi pata determinacio de oposigdes c tenséesestruturais no interior de uin movi. mento processual em cada época considctada. Eles sio imprescindiveis pata a determinasio de fases ou estigios de um procesto social. Uma fase poste- rior é geralmente caracterizada pela imposigio de uma estruturaocial mo- dlificada e especialmente, por uma mudanga decisiva nas telagdes de poder. favorecendo determinadas posigdes sociais¢ desfavorecendo outtas (por cextinplo o deslocamento definitivo do equilibrio de poder, anteriormente Autuante.cntresenhores cleriesisesecularesentre anobteza eda eos rin