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Ciência e Tecnologia da Pasta e do PapelPropriedades do Papel Paulo Ferreira 30.10.2008 1

Ciência e Tecnologia da Pasta e do Papel Propriedades do Papel Paulo Ferreira 30.10.2008 1
Propriedades do Papel Paulo Ferreira 30.10.2008 1
Propriedades do Papel Paulo Ferreira 30.10.2008 1
Propriedades do Papel Paulo Ferreira 30.10.2008 1
Propriedades do Papel Paulo Ferreira 30.10.2008 1
Propriedades do Papel
Propriedades do Papel

Propriedades do Papel

Propriedades do Papel Paulo Ferreira 30.10.2008 1
Propriedades do Papel Paulo Ferreira 30.10.2008 1
Paulo Ferreira
Paulo Ferreira

Paulo Ferreira

30.10.2008
30.10.2008

30.10.2008

Propriedades do Papel Paulo Ferreira 30.10.2008 1
Propriedades do Papel Paulo Ferreira 30.10.2008 1
1
1

1

Ciência e Tecnologia da Pasta e do PapelParâmetros que afectam as propriedades do papel Parâmetros do processo: Cozimento e branqueamento Aditivos e

Ciência e Tecnologia da Pasta e do Papel Parâmetros que afectam as propriedades do papel Parâmetros

Parâmetros que afectam as propriedades do papel

Parâmetros do processo:

Cozimento e

branqueamento

Aditivos e cargas

Potencial

papeleiro do furnish Propriedades das fibras na pasta Propriedades da
papeleiro do
furnish
Propriedades das
fibras na pasta
Propriedades da

matéria-prima

Parâmetros do processo:

Máquina de papel e acabamento

Estrutura Propriedades do da folha produto final
Estrutura
Propriedades do
da folha
produto final

Parâmetros do processo:

Preparação da pasta para papel (refinação)

2

Ciência e Tecnologia da Pasta e do PapelPropriedades da matéria-prima Densidade da madeira (EW / LW, vasos, parênquima,…) Percentagem de fibras

Ciência e Tecnologia da Pasta e do Papel Propriedades da matéria-prima Densidade da madeira (EW /
Propriedades da matéria-prima Densidade da madeira (EW / LW, vasos, parênquima,…) Percentagem de fibras
Propriedades da matéria-prima Densidade da madeira (EW / LW, vasos, parênquima,…) Percentagem de fibras
Propriedades da matéria-prima Densidade da madeira (EW / LW, vasos, parênquima,…) Percentagem de fibras
Propriedades da matéria-prima Densidade da madeira (EW / LW, vasos, parênquima,…) Percentagem de fibras
Propriedades da matéria-prima Densidade da madeira (EW / LW, vasos, parênquima,…) Percentagem de fibras
Propriedades da matéria-prima Densidade da madeira (EW / LW, vasos, parênquima,…) Percentagem de fibras
Propriedades da matéria-prima Densidade da madeira (EW / LW, vasos, parênquima,…) Percentagem de fibras
Propriedades da matéria-prima Densidade da madeira (EW / LW, vasos, parênquima,…) Percentagem de fibras
Propriedades da matéria-prima Densidade da madeira (EW / LW, vasos, parênquima,…) Percentagem de fibras
Propriedades da matéria-prima Densidade da madeira (EW / LW, vasos, parênquima,…) Percentagem de fibras
Propriedades da matéria-prima Densidade da madeira (EW / LW, vasos, parênquima,…) Percentagem de fibras
Propriedades da matéria-prima Densidade da madeira (EW / LW, vasos, parênquima,…) Percentagem de fibras
Propriedades da matéria-prima Densidade da madeira (EW / LW, vasos, parênquima,…) Percentagem de fibras
Propriedades da matéria-prima Densidade da madeira (EW / LW, vasos, parênquima,…) Percentagem de fibras
Propriedades da matéria-prima Densidade da madeira (EW / LW, vasos, parênquima,…) Percentagem de fibras
Propriedades da matéria-prima Densidade da madeira (EW / LW, vasos, parênquima,…) Percentagem de fibras

Propriedades da matéria-prima

Densidade da madeira (EW / LW, vasos, parênquima,…) Percentagem de fibras Comprimento das fibras / Distribuição de comprimentos Dimensões transversais das fibras (largura, coarseness, área da secção recta do lúmen e da fibra, espessura da parede) Composição química (celulose, hemiceluloses, lenhina, extractivos e cinzas) Ângulo fibrilar Cristalinidade das fibras Grau de polimerização da celulose Porosidade da parede da fibra

fibrilar Cristalinidade das fibras Grau de polimerização da celulose Porosidade da parede da fibra …
fibrilar Cristalinidade das fibras Grau de polimerização da celulose Porosidade da parede da fibra …
fibrilar Cristalinidade das fibras Grau de polimerização da celulose Porosidade da parede da fibra …
fibrilar Cristalinidade das fibras Grau de polimerização da celulose Porosidade da parede da fibra …
fibrilar Cristalinidade das fibras Grau de polimerização da celulose Porosidade da parede da fibra …

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Ciência e Tecnologia da Pasta e do PapelRepresentação esquemática do analisador de fibras Fiber Quality Analyzer (FQA) (adaptado de Olson et al.,

Ciência e Tecnologia da Pasta e do Papel Representação esquemática do analisador de fibras Fiber Quality
Representação esquemática do analisador de fibras Fiber Quality Analyzer (FQA) (adaptado de Olson et al.,
Representação esquemática do analisador de fibras Fiber Quality Analyzer (FQA)
(adaptado de Olson et al., 1995, e de Trepanier, 1998)
1
N
k
2
2
(
x
x
)
+
(
y
y
)
2
i
+
k
i
k
i
+
k
i
k
L
=
2
k
+
2
k
i
=
k
4

Ciência e Tecnologia da Pasta e do PapelRepresentação esquemática do analisador de fibras Kajaani FS-200 A – Os diversos componentes do aparelho

Ciência e Tecnologia da Pasta e do Papel Representação esquemática do analisador de fibras Kajaani FS-200
Representação esquemática do analisador de fibras Kajaani FS-200 A – Os diversos componentes do aparelho
Representação esquemática do analisador de fibras Kajaani FS-200
A – Os diversos componentes do aparelho (adaptado de Bichard e Scudamore, 1988);
B – O princípio de funcionamento (adaptado de Jackson, 1988).
5

Ciência e Tecnologia da Pasta e do PapelDistribuições de comprimentos Frequência fraccional (%) 8 A 7 6 5 4 3 2 1

Ciência e Tecnologia da Pasta e do Papel Distribuições de comprimentos Frequência fraccional (%) 8 A

Distribuições de comprimentos

Frequência fraccional (%)

8 A 7 6 5 4 3 2 1 0 0 0,3 0,6 0,9 1,2
8
A
7
6
5
4
3
2
1
0
0
0,3
0,6
0,9
1,2
1,5
1,8

Comprimento (m m)

Frequência fraccional (%)

8 100 B 7 80 6 5 60 4 40 3 2 20 1 0
8
100
B
7
80
6
5
60
4
40
3
2
20
1
0
0
0
0,3
0,6
0,9
1,2
1,5
1,8
Freq. cum ulat iva (%)

Compriment o (mm )

Comprimento médio pesado em número (média aritmética):

n

i

Comprimento médio pesado em comprimento:

L

n

i l

i

2

6

L

n

= n

i

l

i

l

=

n

i l

i

Ciência e Tecnologia da Pasta e do Papelw i w i L w Comprimento médio pesado em massa: L w = ∑

Ciência e Tecnologia da Pasta e do Papel w i w i L w Comprimento médio
w i w i L w
w
i
w
i
L
w

Comprimento médio pesado em massa:

L

w

=

w

i

= c l

i

2 = k ⋅l ⋅l = k ⋅l i i i + w ⋅ L
2
= k ⋅l
⋅l
= k ⋅l
i
i
i
+
w
L
+
w
L
+
2
2
3
3

L

w

i

l

i

w ⋅ 4
w
4

L

w

1

L

1

L

4

= c

w

=

n

c

i l

⋅ ⋅

i

2

=

n

i

l

i

2

 
 

n

i

c

l

i

n

i l

i

=

n

i

k

l

i

2

l

i

=

l

n

i

i

3

 

n

i

k

l

i

2

l

n

i

i

2

+

w

5

L

5

 

=

W

7

w

i

l

i

Ciência e Tecnologia da Pasta e do PapelComparação das distribuições de comprimentos de uma pasta não refinada, sem finos, dadas por diferentes

Ciência e Tecnologia da Pasta e do Papel Comparação das distribuições de comprimentos de uma pasta
Comparação das distribuições de comprimentos de uma pasta não refinada, sem finos, dadas por diferentes
Comparação das distribuições de comprimentos de uma pasta não refinada, sem finos, dadas por diferentes
Comparação das distribuições de comprimentos de uma pasta não refinada, sem finos, dadas por diferentes

Comparação das distribuições de comprimentos de uma pasta não refinada, sem finos, dadas por diferentes equipamentos

não refinada, sem finos, dadas por diferentes equipamentos   100 FQA Microscópio Kajaani    
  100 FQA Microscópio Kajaani  
  100 FQA Microscópio Kajaani  
 

100

FQA Microscópio Kajaani
FQA
Microscópio
Kajaani
 
 

80

60
60

60

 

40

20
20

20

   

0

  0 ,0 0 ,5 1,0 1,5 2,0
  0 ,0 0 ,5 1,0 1,5 2,0
 

0 ,0

0 ,5

1,0

1,5

2,0

 

Co mp rimento (mm)

    80 60   40 20     0   0 ,0 0 ,5 1,0
    80 60   40 20     0   0 ,0 0 ,5 1,0
8
8

8

Ciência e Tecnologia da Pasta e do PapelRelação entre a resistência das fibras à tracção e o ângulo fibrilar   9

Ciência e Tecnologia da Pasta e do Papel Relação entre a resistência das fibras à tracção
Relação entre a resistência das fibras à tracção e o ângulo fibrilar  
Relação entre a resistência das fibras à tracção e o ângulo fibrilar  

Relação entre a resistência das fibras à tracção e o ângulo fibrilar

 
Relação entre a resistência das fibras à tracção e o ângulo fibrilar   9
Relação entre a resistência das fibras à tracção e o ângulo fibrilar   9
Relação entre a resistência das fibras à tracção e o ângulo fibrilar   9
Relação entre a resistência das fibras à tracção e o ângulo fibrilar   9
Relação entre a resistência das fibras à tracção e o ângulo fibrilar   9
Relação entre a resistência das fibras à tracção e o ângulo fibrilar   9
Relação entre a resistência das fibras à tracção e o ângulo fibrilar   9
Relação entre a resistência das fibras à tracção e o ângulo fibrilar   9
Relação entre a resistência das fibras à tracção e o ângulo fibrilar   9
Relação entre a resistência das fibras à tracção e o ângulo fibrilar   9
Relação entre a resistência das fibras à tracção e o ângulo fibrilar   9
Relação entre a resistência das fibras à tracção e o ângulo fibrilar   9
Relação entre a resistência das fibras à tracção e o ângulo fibrilar   9
Relação entre a resistência das fibras à tracção e o ângulo fibrilar   9
9
9

9

Ciência e Tecnologia da Pasta e do PapelPropriedades das fibras na pasta Largura da fibra Espessura da parede Coarseness Resistência

Ciência e Tecnologia da Pasta e do Papel Propriedades das fibras na pasta Largura da fibra
Propriedades das fibras na pasta
Propriedades das fibras na pasta

Propriedades das fibras na pasta

Largura da fibra
Largura da fibra

Largura da fibra

Espessura da parede Coarseness
Espessura da parede Coarseness

Espessura da parede Coarseness

Resistência intrínseca Deformações ( weak-points , curl )
Resistência intrínseca Deformações ( weak-points , curl )

Resistência intrínseca Deformações (weak-points, curl)

Conformabilidade (colapsabilidade, flexibilidade) Índice de curl e curvatura
Conformabilidade (colapsabilidade, flexibilidade) Índice de curl e curvatura

Conformabilidade (colapsabilidade, flexibilidade) Índice de curl e curvatura

Fibrilação (interna e externa) Distribuição de comprimentos
Fibrilação (interna e externa) Distribuição de comprimentos

Fibrilação (interna e externa) Distribuição de comprimentos

Percentagem de finos Nº de fibras por unidade de massa …
Percentagem de finos Nº de fibras por unidade de massa …

Percentagem de finos Nº de fibras por unidade de massa

10
10

10

Ciência e Tecnologia da Pasta e do PapelRepresentação esquemática da secção transversal de uma fibra e algumas das correspondentes dimensões. Perímetro do

Ciência e Tecnologia da Pasta e do Papel Representação esquemática da secção transversal de uma fibra

Representação esquemática da secção transversal de uma fibra e algumas das correspondentes dimensões.

Perímetro do lúmen, P l

Perímetro central, P c

d Fe,max d Fe,min
d Fe,max
d Fe,min

Perímetro externo, P o

Largura projectada, W p

Medição da espessura da parede numa fibra de pasta kraft por microscopia óptica

W W l
W
W l

W – largura da fibra

W l – largura do lúmen

W - W l = 2 × espessura da parede

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Ciência e Tecnologia da Pasta e do PapelImagem de cortes histológicos de fibras de E. globulus obtidas por microscopia de luz convencional.

Ciência e Tecnologia da Pasta e do Papel Imagem de cortes histológicos de fibras de E.
Imagem de cortes histológicos de fibras de E. globulus obtidas por microscopia de luz convencional.
Imagem de cortes histológicos de fibras de E. globulus obtidas por microscopia de luz convencional.
Imagem de cortes histológicos de fibras de E. globulus obtidas por microscopia de luz convencional.
Imagem de cortes histológicos de fibras de E. globulus obtidas por microscopia de luz convencional.

Imagem de cortes histológicos de fibras de E. globulus obtidas por microscopia de luz convencional.

 
 
 
 
Imagem de cortes histológicos de fibras de E. globulus obtidas por microscopia de luz convencional.  
Imagem de cortes histológicos de fibras de E. globulus obtidas por microscopia de luz convencional.  
Imagem de cortes histológicos de fibras de E. globulus obtidas por microscopia de luz convencional.  
Imagem de cortes histológicos de fibras de E. globulus obtidas por microscopia de luz convencional.  
Imagem de cortes histológicos de fibras de E. globulus obtidas por microscopia de luz convencional.  
Imagem de cortes histológicos de fibras de E. globulus obtidas por microscopia de luz convencional.  
Imagem de cortes histológicos de fibras de E. globulus obtidas por microscopia de luz convencional.  
Imagem de cortes histológicos de fibras de E. globulus obtidas por microscopia de luz convencional.  
12
12

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Ciência e Tecnologia da Pasta e do PapelCálculo da espessura da parede a partir de imagens da secção transversal das fibras  

Ciência e Tecnologia da Pasta e do Papel Cálculo da espessura da parede a partir de
Cálculo da espessura da parede a partir de imagens da secção transversal das fibras  
Cálculo da espessura da parede a partir de imagens da secção transversal das fibras  
Cálculo da espessura da parede a partir de imagens da secção transversal das fibras  
Cálculo da espessura da parede a partir de imagens da secção transversal das fibras  

Cálculo da espessura da parede a partir de imagens da secção transversal das fibras

 
T = A w
T = A w

T =

A

w

P c
P c

P

c

da espessura da parede a partir de imagens da secção transversal das fibras   T =
da espessura da parede a partir de imagens da secção transversal das fibras   T =
 
 
 
 
da espessura da parede a partir de imagens da secção transversal das fibras   T =
da espessura da parede a partir de imagens da secção transversal das fibras   T =
13
13

13

Ciência e Tecnologia da Pasta e do PapelCaracterísticas morfológicas das fibras (pastas kraft branqueadas) 1000 B 900 µµµµm 800 EG 700 EGR

Ciência e Tecnologia da Pasta e do Papel Características morfológicas das fibras (pastas kraft branqueadas) 1000
Ciência e Tecnologia da Pasta e do Papel Características morfológicas das fibras (pastas kraft branqueadas) 1000

Características morfológicas das fibras

(pastas kraft branqueadas)

1000 B 900 µµµµm 800 EG 700 EGR A 600 500 5 10 15 20
1000
B
900
µµµµm
800
EG
700
EGR
A
600
500
5
10
15
20
25
Comprimento da fibra, µµmµµ

E. Globulus

Largura da fibra, µµµµm E. Grandis Acácia
Largura da fibra, µµµµm
E. Grandis
Acácia

µµµµm

Bétula

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Ciência e Tecnologia da Pasta e do PapelCoarseness e comprimento das fibras Fracção Variação do   Coarseness das fibras (mg/100 m)  

Ciência e Tecnologia da Pasta e do Papel Coarseness e comprimento das fibras Fracção Variação do

Coarseness e comprimento das fibras

da Pasta e do Papel Coarseness e comprimento das fibras Fracção Variação do   Coarseness das

Fracção

Variação do

 

Coarseness das fibras (mg/100 m)

 

Retida*

Comprimento

         

das fibras

E. globulus

E. grandis

E. urophylla

B. verrucosa

P. radiata

R-30

 

9,1

10,3

12,6

34,8

P-30/R-50

P-30/R-50 8,1 8,3 9,5 9,2 24,3

8,1

8,3

9,5

9,2

24,3

P-50/R-100

6,5

7,5

8,3

8,5

20,2

P-100/R-200

 

5,4

* R-30 – Fracção retida no peneiro de 30 mesh. P-30/R-50 – Fracção que passou no peneiro de 30 mesh e ficou retida no de 50 mesh. P-50/R-100 – Fracção que passou no peneiro de 50 mesh e ficou retida no de 100 mesh. P-100/R-200 – Fracção que passou no peneiro de 100 mesh e ficou retida no de 200 mesh.

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Ciência e Tecnologia da Pasta e do PapelCoarseness e espessura da parede das fibras π ( 2 2 ) c = A

Ciência e Tecnologia da Pasta e do Papel Coarseness e espessura da parede das fibras π
Coarseness e espessura da parede das fibras π ( 2 2 ) c = A
Coarseness e espessura da parede das fibras
π
(
2
2
)
c
=
A
⋅ ρ =
d
d
ρ
w
o
l
4

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Ciência e Tecnologia da Pasta e do PapelCoarseness e espessura da parede das fibras 9 B 8,5 8 7,5 7 EGR 6,5

Ciência e Tecnologia da Pasta e do Papel Coarseness e espessura da parede das fibras 9
Coarseness e espessura da parede das fibras 9 B 8,5 8 7,5 7 EGR 6,5
Coarseness e espessura da parede das fibras
9
B
8,5
8
7,5
7
EGR
6,5
A
6
2,8
3
3,2
3,4
3,6
3,8
4
4,2
Espessura da parede, µµµµm
E. GLOBULUS
BIRCH
ACACIA
E. GRANDIS
Coarseness mg/100 m
3,4 3,6 3,8 4 4,2 Espessura da parede, µµµµm E. GLOBULUS BIRCH ACACIA E. GRANDIS Coarseness

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Ciência e Tecnologia da Pasta e do PapelMedição da flexibilidade das fibras (método de Steadman, CyberMetrics) 18

Ciência e Tecnologia da Pasta e do Papel Medição da flexibilidade das fibras (método de Steadman,

Medição da flexibilidade das fibras

(método de Steadman, CyberMetrics)

Ciência e Tecnologia da Pasta e do Papel Medição da flexibilidade das fibras (método de Steadman,

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Ciência e Tecnologia da Pasta e do PapelÍndice de curl das fibras = L − 1 I c d Fe ,max =

Ciência e Tecnologia da Pasta e do Papel Índice de curl das fibras = L −
Índice de curl das fibras = L − 1 I c d Fe ,max =
Índice de curl das fibras
=
L − 1
I c
d
Fe ,max
=
L − 1
I c
L '

L´- comprimento da fibra d Fe,max - maior distância entre dois pontos da fibra L’ – distância entre os extremos da fibra

(Jordan e Nguyen (1986) )

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Ciência e Tecnologia da Pasta e do PapelCurvatura das fibras L B α 2α R R-B L’ Fibra L - L’ -

Ciência e Tecnologia da Pasta e do Papel Curvatura das fibras L B α 2α R

Curvatura das fibras

L B α 2α R R-B L’
L
B
α
R R-B
L’

Fibra

L -

L’ - Distância entre os extremos da fibra

4α - Ângulo de curvatura

Comprimento da fibra

R

-

Raio de curvatura

B

-

Maior distância entre a fibra e a linha que une os extremos

Representação esquemática de uma fibra e das dimensões para o cálculo da curvatura

(adaptado de Nguyen e Jordan, 1995)

C =

1

8 B

=

R

4

B

2

+ L

'

2

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Ciência e Tecnologia da Pasta e do PapelDiferença entre Curl e Curvatura das fibras E’ E I c- AA’ = I c-BB’

Ciência e Tecnologia da Pasta e do Papel Diferença entre Curl e Curvatura das fibras E’
Diferença entre Curl e Curvatura das fibras E’ E I c- AA’ = I c-BB’
Diferença entre Curl e Curvatura das fibras
E’
E
I c- AA’ = I c-BB’ = I c-CC’
C AA’ <C BB’ <C CC’
D’’
D
C AA’ =C DD’ =C EE’
I c-AA’ > I c- DD’ > I c-EE’
A
B
C
C’
B’
A’

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Ciência e Tecnologia da Pasta e do PapelPotencial papeleiro do furnish Paper and Pulp Testing – L&W Handbook (Lorentzen and Wettre) Paulapuro,

Ciência e Tecnologia da Pasta e do Papel Potencial papeleiro do furnish Paper and Pulp Testing

Potencial papeleiro do furnish furnish

Paper and Pulp Testing – L&W Handbook (Lorentzen and Wettre) (Lorentzen and Wettre)
Paper and Pulp Testing – L&W Handbook (Lorentzen and Wettre)

Paulapuro, H., Levlin, J., Soderhjelm, L., Papermaking Science and TechnologyPaulapuro, H., Levlin, J., Soderhjelm, L., ; Finnish Paper Engineer’s Association; Technical Association of Pulp and ; Finnish Paper Engineer’s Association; Technical Association of Pulp and Paper Industry, 2000. - Vol. 17 - Pulp and Paper Testing, Jan-Erik Levlin and Liva S¨derhjelmPaper Engineer’s Association; Technical Association of Pulp and Paper Industry, 2000. - Vol. 17 - Pulp

Mark, R.E., Handbook of Physical and Mechanical Testing of Paper and Paperboard ; Vol 2., Marcel & Handbook of Physical and Mechanical Testing of Paper and Paperboard; Vol 2., Marcel & Dekker Inc., 1984.

Estructura y propiedades de la hoja: su influencia en las caracteristicas fisicas del papel, Catedra de Tecnologia , Catedra de Tecnologia

papelera - UPBEstructura y propiedades de la hoja: su influencia en las caracteristicas fisicas del papel , Catedra

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Ciência e Tecnologia da Pasta e do PapelAmostragem (norma ISO 186) Condicionamento (norma ISO 187) Temperatura • • Luz Exposição a vapores

Ciência e Tecnologia da Pasta e do Papel Amostragem (norma ISO 186) Condicionamento (norma ISO 187)

Amostragem (norma ISO 186)Ciência e Tecnologia da Pasta e do Papel Condicionamento (norma ISO 187) Temperatura • • Luz

Condicionamento (norma ISO 187)e Tecnologia da Pasta e do Papel Amostragem (norma ISO 186) Temperatura • • Luz Exposição

TemperaturaAmostragem (norma ISO 186) Condicionamento (norma ISO 187) • • Luz Exposição a vapores e líquidos

Luz

Exposição a vapores e líquidos186) Condicionamento (norma ISO 187) Temperatura • • Luz • Condições de condicionamento: • T =

Condições de condicionamento:• • Luz Exposição a vapores e líquidos • • T = 23º C ± 1º

• T = 23º C

± 1º C

Todos os testes realizados devem ser executados em ambiente• Condições de condicionamento: • T = 23º C ± 1º C condicionado com o objectivo

condicionado com o objectivo de controlar a influência de:

• HR= 50% ± 2%
• HR= 50% ± 2%

HR = Humidade do ar / humidade do ar saturado de vapor de água nas mesmas condições de P e T (NP EN 20287 / ISO 287)devem ser executados em ambiente condicionado com o objectivo de controlar a influência de: • HR=

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Ciência e Tecnologia da Pasta e do PapelHumidade relativa influencia teor de água no papel (moisture content): • HR ≈ 50% moisture

Ciência e Tecnologia da Pasta e do Papel Humidade relativa influencia teor de água no papel
Humidade relativa influencia teor de água no papel (moisture content):
Humidade relativa influencia teor de água no papel (moisture content):

Humidade relativa influencia teor de água no papel (moisture content):

• HR ≈ 50% moisture content ≈ 5-7% (teor de sólidos ≈ 93-95% ) •
• HR ≈ 50% moisture content ≈ 5-7% (teor de sólidos ≈ 93-95% ) •

• HR 50% moisture content 5-7% (teor de sólidos 93-95% )

• HR = 100% (ambiente saturado) moisture content 25-30% (teor de sólidos 70-75% )

content ≈ 25-30% (teor de sólidos ≈ 70-75% )   • Fala-se em Moisture content para
content ≈ 25-30% (teor de sólidos ≈ 70-75% )   • Fala-se em Moisture content para
 

• Fala-se em Moisture content para valores de M água / M total até 30%

• Fala-se em Teor de sólidos para valores de M á g u a /
• Fala-se em Teor de sólidos para valores de M á g u a /

• Fala-se em Teor de sólidos para valores de M água / M total superiores a 30%

• Há histerese: o teor de sólidos a uma dada HR é diferente consoante o
• Há histerese: o teor de sólidos a uma dada HR é diferente consoante o

• Há histerese: o teor de sólidos a uma dada HR é diferente consoante o papel está a absorver ou a perder água (o teor de sólidos a uma dada HR

é diferente se o papel vem de ambientes secos ou húmidos)
é diferente se o papel vem de ambientes secos ou húmidos)

é diferente se o papel vem de ambientes secos ou húmidos)

ou a perder água (o teor de sólidos a uma dada HR é diferente se o
ou a perder água (o teor de sólidos a uma dada HR é diferente se o
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Ciência e Tecnologia da Pasta e do Papel  Propriedades da pasta dependem de: •Tipo / natureza das fibras • Processo de obtenção

Ciência e Tecnologia da Pasta e do Papel   Propriedades da pasta dependem de: •Tipo /
  Propriedades da pasta dependem de: •Tipo / natureza das fibras • Processo de obtenção
  Propriedades da pasta dependem de: •Tipo / natureza das fibras • Processo de obtenção
 

Propriedades da pasta dependem de:

•Tipo / natureza das fibras
•Tipo / natureza das fibras

•Tipo / natureza das fibras

• Processo de obtenção da pasta (químico, mecânico, TMP)

• Sequência de branqueamento
• Sequência de branqueamento

• Sequência de branqueamento

• Grau de refinação

• Formação da folha
• Formação da folha

• Formação da folha

Necessário ter em conta:
Necessário ter em conta:

Necessário ter em conta:

• Bilateralidade da folha (face da folha): lado teia / lado filtro

• Anisotropia da folha (direccção MD / direcção CD) (as maiores diferenças são na direcção
• Anisotropia da folha (direccção MD / direcção CD) (as maiores diferenças são na direcção

• Anisotropia da folha (direccção MD / direcção CD) (as maiores diferenças são na direcção transversal (CD))

• Anisotropia da folha (direccção MD / direcção CD) (as maiores diferenças são na direcção transversal
• Anisotropia da folha (direccção MD / direcção CD) (as maiores diferenças são na direcção transversal
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25

25

Ciência e Tecnologia da Pasta e do PapelPotencial papeleiro do furnish Resistência à drenagem Propriedades estruturais: Espessura (+) Gramagem (+) • •

Ciência e Tecnologia da Pasta e do Papel Potencial papeleiro do furnish Resistência à drenagem Propriedades

Potencial papeleiro do furnish furnish

Resistência à drenagem da Pasta e do Papel Potencial papeleiro do furnish Propriedades estruturais: Espessura (+) Gramagem (+) •

Propriedades estruturais:

Espessura (+)

Gramagem (+)à drenagem Propriedades estruturais: Espessura (+) • • Densidade / Índice de mão ( bulk) (+)

Propriedades estruturais: Espessura (+) Gramagem (+) • • Densidade / Índice de mão ( bulk) (+)

Densidade / Índice de mão (bulk) (+) Densidade / Índice de mão (

Permeabilidade ao ar / porosidade (+)

Formação / Orientação da fibra

Humidadeao ar / porosidade (+) Formação / Orientação da fibra Lisura / Rugosidade superficial Propriedades ópticas:

Lisura / Rugosidade superficial / porosidade (+) Formação / Orientação da fibra Humidade Propriedades ópticas: Brancura (+) Opacidade (+) •

Propriedades ópticas:

Brancura (+)

Opacidade (+)/ Rugosidade superficial Propriedades ópticas: Brancura (+) • • Absorção de luz (+) • • Dispersão

Absorção de luz (+)Propriedades ópticas: Brancura (+) Opacidade (+) • • • • Dispersão de luz (+) • Brilho

Dispersão de luz (+)

Brilho

Na matriz

Na superfície

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Ciência e Tecnologia da Pasta e do PapelPotencial papeleiro do furnish Propriedades de resistência mecânica: • Resistências à tracção (+) Resistência ao

Ciência e Tecnologia da Pasta e do Papel Potencial papeleiro do furnish Propriedades de resistência mecânica:

Potencial papeleiro do furnish furnish

Propriedades de resistência mecânica: Propriedades de resistência mecânica:

Resistências à tracção (+)

Resistência ao rasgamento (+)resistência mecânica: • Resistências à tracção (+) Resistência a duplas dobras • • • • •

Resistência a duplas dobras à tracção (+) Resistência ao rasgamento (+) • • • • • Resistência ao rebentamento (+)

Resistência ao rebentamento (+)

Resistência interna (de Scott-Bond)

Resistência de zero-span

Resistência à compressãointerna (de Scott-Bond) Resistência de zero-span • • Rigidez à tracção Bending stiffness (rigidez ao

Rigidez à tracção

Bending stiffness (rigidez ao encurvamento) (rigidez ao encurvamento)

Propriedades de absorção Rigidez à tracção Bending stiffness (rigidez ao encurvamento) • • Teste Cobb • Capilaridade (teste Klemm)

• Teste Cobb
• Teste Cobb

Capilaridade (teste Klemm)

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Ciência e Tecnologia da Pasta e do PapelPotencial papeleiro do furnish Propriedades estruturais da matriz: São propriedades gerais associadas à

Ciência e Tecnologia da Pasta e do Papel Potencial papeleiro do furnish Propriedades estruturais da matriz:
Potencial papeleiro do furnish
Potencial papeleiro do furnish

Potencial papeleiro do furnish

Propriedades estruturais da matriz:
Propriedades estruturais da matriz:

Propriedades estruturais da matriz:

São propriedades gerais associadas à estrutura do material e são fundamentais para a especificação do
São propriedades gerais associadas à estrutura do material e são fundamentais para a especificação do

São propriedades gerais associadas à estrutura do material e são fundamentais para a especificação do produto

Propriedades estruturais da superfície: Estão associadas à topografia do produto e são fundamentais para a
Propriedades estruturais da superfície: Estão associadas à topografia do produto e são fundamentais para a

Propriedades estruturais da superfície:

Estão associadas à topografia do produto e são fundamentais para a qualidade de impressão

produto e são fundamentais para a qualidade de impressão   Propriedades Ópticas: Estão associadas a fenómenos
produto e são fundamentais para a qualidade de impressão   Propriedades Ópticas: Estão associadas a fenómenos
 

Propriedades Ópticas:

Estão associadas a fenómenos físicos, dizem respeito ao aspecto da folha e são fundamentais para
Estão associadas a fenómenos físicos, dizem respeito ao aspecto da folha e são fundamentais para

Estão associadas a fenómenos físicos, dizem respeito ao aspecto da folha e são fundamentais para a qualidade de impressão

associadas a fenómenos físicos, dizem respeito ao aspecto da folha e são fundamentais para a qualidade
associadas a fenómenos físicos, dizem respeito ao aspecto da folha e são fundamentais para a qualidade
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28

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Ciência e Tecnologia da Pasta e do PapelPotencial papeleiro do furnish Propriedades de resistência mecânica: Estão associadas a fenómenos de natureza

Ciência e Tecnologia da Pasta e do Papel Potencial papeleiro do furnish Propriedades de resistência mecânica:
Potencial papeleiro do furnish
Potencial papeleiro do furnish

Potencial papeleiro do furnish

Propriedades de resistência mecânica:
Propriedades de resistência mecânica:

Propriedades de resistência mecânica:

Estão associadas a fenómenos de natureza física e são fundamentais para a resistência do material
Estão associadas a fenómenos de natureza física e são fundamentais para a resistência do material

Estão associadas a fenómenos de natureza física e são fundamentais para a resistência do material

(são de extrema importância dado que o papel é submetido a tensões consideráveis durante a
(são de extrema importância dado que o papel é submetido a tensões consideráveis durante a

(são de extrema importância dado que o papel é submetido a tensões consideráveis durante a sua transformação e utilização)

Propriedades de absorção: Estão associadas à estrutura da folha e são importantes na interacção do
Propriedades de absorção: Estão associadas à estrutura da folha e são importantes na interacção do

Propriedades de absorção:

Estão associadas à estrutura da folha e são importantes na interacção do

papel com fluidos
papel com fluidos

papel com fluidos

de absorção: Estão associadas à estrutura da folha e são importantes na interacção do papel com
de absorção: Estão associadas à estrutura da folha e são importantes na interacção do papel com
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29

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Ciência e Tecnologia da Pasta e do PapelAvaliação do grau de refinação   Water Retention Value (WRV) Determinação da quantidade de água

Ciência e Tecnologia da Pasta e do Papel Avaliação do grau de refinação   Water Retention
Avaliação do grau de refinação   Water Retention Value (WRV) Determinação da quantidade de água
Avaliação do grau de refinação   Water Retention Value (WRV) Determinação da quantidade de água
Avaliação do grau de refinação
Avaliação do grau de refinação

Avaliação do grau de refinação

 

Water Retention Value (WRV)

Determinação da quantidade de água retida nas fibras
Determinação da quantidade de água retida nas fibras

Determinação da quantidade de água retida nas fibras

(intumescimento das fibras)
(intumescimento das fibras)

(intumescimento das fibras)

Grau de Shopper-Riegler (ºSR) Medida da drenabilidade de uma pasta
Grau de Shopper-Riegler (ºSR) Medida da drenabilidade de uma pasta

Grau de Shopper-Riegler (ºSR) Medida da drenabilidade de uma pasta

Canadian Standard Freeness (ºCSF)
Canadian Standard Freeness (ºCSF)

Canadian Standard Freeness (ºCSF)

Medida da drenabilidade de uma pasta
Medida da drenabilidade de uma pasta

Medida da drenabilidade de uma pasta

30
30

30

Ciência e Tecnologia da Pasta e do PapelGramagem Quociente entre a massa e a área de uma amostra. Define-se como a massa

Ciência e Tecnologia da Pasta e do Papel Gramagem Quociente entre a massa e a área

GramagemCiência e Tecnologia da Pasta e do Papel Quociente entre a massa e a área de

Quociente entre a massa e a área de uma amostra. Define-se como a massa por unidade de superfície de papel.Ciência e Tecnologia da Pasta e do Papel Gramagem Unidades: g/m 2 Norma: NP EN ISO

Unidades: g/m 2

Norma: NP EN ISO 536 / ISO 536 Norma: NP EN ISO 536 / ISO 536

Espessurade papel. Unidades: g/m 2 Norma: NP EN ISO 536 / ISO 536 Micr Micr ó

Unidades: g/m 2 Norma: NP EN ISO 536 / ISO 536 Espessura Micr Micr ó ó

MicrMicróómetrometro

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É a distância perpendicular entre as duas faces de uma folha de papel determinada nas condições do método de ensaio normalizado (100 kpa de pressão e 200 mm 2
nas condições do método de ensaio normalizado (100 kpa de pressão e 200 É a distância perpendicular entre as duas faces de uma folha de papel determinada mm 2
mm de uma folha de papel determinada nas condições do método de ensaio normalizado (100 kpa de 2 de área)

Unidades: mm (x10 -6 m)

Norma: NP EN ISO 20534 / ISO 534 Norma: NP EN ISO 20534 / ISO 534

Ciência e Tecnologia da Pasta e do PapelIndice de Mão / Densidade (Massa Volúmica) Índice de Mão é o volume por unidade

Ciência e Tecnologia da Pasta e do Papel Indice de Mão / Densidade (Massa Volúmica) Índice

Indice de Mão / Densidade (Massa Volúmica)Ciência e Tecnologia da Pasta e do Papel Índice de Mão é o volume por unidade

Índice de Mão é o volume por unidade de peso de papel, expresso em é o volume por unidade de peso de papel, expresso em

cm 3 /g.

Densidade aparente é a massa por unidade de volume de papel, expressa em g/cm 3 (kg/m aparente é a massa por unidade de volume de papel, expressa em g/cm 3 (kg/m 3 )
Densidade aparente é a massa por unidade de volume de papel, expressa em g/cm 3 (kg/m

Norma: NP EN 20534 / ISO 534

Densidade aparente (bulk) / densidade skeletal / densidade verdadeira (true) Densidade aparente (bulk) / densidade skeletal / densidade verdadeira (true)

Dependendo do uso específico de cada produto, o controlo desta(bulk) / densidade skeletal / densidade verdadeira (true) característica pode assumir particular relevância. (por

característica pode assumir particular relevância. (por exº: papel para

arquivo deverá ter um Índice de Mão baixo; em oposição papel parapode assumir particular relevância. (por exº: papel para desenho é especificado com Índice de Mão elevado.

desenho é especificado com Índice de Mão elevado.

Papel para caixas de bolos deverá ter um Índice de Mão baixo.)deverá ter um Índice de Mão baixo; em oposição papel para desenho é especificado com Índice

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Ciência e Tecnologia da Pasta e do PapelEspessura em Micras (função de gramagem e densidade) 33

Ciência e Tecnologia da Pasta e do Papel Espessura em Micras (função de gramagem e densidade)
Espessura em Micras (função de gramagem e densidade) 33
Espessura em Micras
(função de gramagem e densidade)
33

Ciência e Tecnologia da Pasta e do Papel• Espessura (t) pode ser calculada em função da rigidez à tracção (S t )

Ciência e Tecnologia da Pasta e do Papel • Espessura (t) pode ser calculada em função
• Espessura (t) pode ser calculada em função da rigidez à tracção (S t )
• Espessura (t) pode ser calculada em função da rigidez à tracção (S t )
• Espessura (t) pode ser calculada em função da rigidez à tracção (S t )
• Espessura (t) pode ser calculada em função da rigidez à tracção (S t )

• Espessura (t) pode ser calculada em função da rigidez à tracção (S t ) e da rigidez ao encurvamento (S b ):

 
S b = S t x t 2 / 12 [t] = m, [S t
S b = S t x t 2 / 12 [t] = m, [S t

S b = S t x t 2 / 12

[t] = m, [S t ] = N/m, [S b ] = Nm

• Espessura (t) pode ser medida por perfilometria óptica  
• Espessura (t) pode ser medida por perfilometria óptica  

• Espessura (t) pode ser medida por perfilometria óptica

 
(t) pode ser medida por perfilometria óptica     • Densidade: • Aparente (ISO 524; porosimetria
(t) pode ser medida por perfilometria óptica     • Densidade: • Aparente (ISO 524; porosimetria
 

• Densidade:

• Aparente (ISO 524; porosimetria de mercúrio (bulk density, P = 1 psia))
• Aparente (ISO 524; porosimetria de mercúrio (bulk density, P = 1 psia))

• Aparente (ISO 524; porosimetria de mercúrio (bulk density, P = 1 psia))

• Skeletal (porosimetria de mercúrio, P=30000 psia)

 
• Verdadeira (picnomteria de hélio)  
• Verdadeira (picnomteria de hélio)  

• Verdadeira (picnomteria de hélio)

 
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34

34

Ciência e Tecnologia da Pasta e do PapelPermeabilidade ao ar / Porosidade Volume de ar que atravessa 1 m 2 de área

Ciência e Tecnologia da Pasta e do Papel Permeabilidade ao ar / Porosidade Volume de ar
Permeabilidade ao ar / Porosidade
Permeabilidade ao ar / Porosidade

Permeabilidade ao ar / Porosidade

Volume de ar que atravessa 1 m 2 de área de folha sob diferença de
Volume de ar que atravessa 1 m 2 de área de folha sob diferença de

Volume de ar que atravessa 1 m 2 de área de folha sob diferença de pressão de 1

pa em 1 s, sob pressão constante, uma determinada área de papel. Quantifica a capacidade
pa em 1 s, sob pressão constante, uma determinada área de papel. Quantifica a capacidade

pa em 1 s, sob pressão constante, uma determinada área de papel. Quantifica a capacidade que o papel tem em se deixar atravessar pelo ar.

Unidades: ml / (m 2 .Pa.s) = 1 µ m/(Pa.s)
Unidades: ml / (m 2 .Pa.s) = 1 µ m/(Pa.s)

Unidades: ml / (m 2 .Pa.s) = 1 µm/(Pa.s)

 

Métodos:

Schopper (norma ISO 5636-2)
Schopper (norma ISO 5636-2)

Schopper (norma ISO 5636-2)

 

Bendtsen (norma ISO 5636-3)

Sheffiled (norma ISO 5636-4)
Sheffiled (norma ISO 5636-4)

Sheffiled (norma ISO 5636-4)

  Métodos: Schopper (norma ISO 5636-2)   Bendtsen (norma ISO 5636-3) Sheffiled (norma ISO 5636-4) 35
  Métodos: Schopper (norma ISO 5636-2)   Bendtsen (norma ISO 5636-3) Sheffiled (norma ISO 5636-4) 35
35
35

35

Ciência e Tecnologia da Pasta e do PapelResistência ao ar (Gurley) Tempo necessário para um certo volume de ar atravessar, sob pressão

Ciência e Tecnologia da Pasta e do Papel Resistência ao ar (Gurley) Tempo necessário para um
Resistência ao ar (Gurley)
Resistência ao ar (Gurley)

Resistência ao ar (Gurley)

Tempo necessário para um certo volume de ar atravessar, sob pressão
Tempo necessário para um certo volume de ar atravessar, sob pressão

Tempo necessário para um certo volume de ar atravessar, sob pressão

constante, uma determinada área de papel. Tal como a permeabilidade ao ar, quantifica a capacidade
constante, uma determinada área de papel. Tal como a permeabilidade ao ar, quantifica a capacidade

constante, uma determinada área de papel. Tal como a permeabilidade ao ar, quantifica a capacidade que o papel tem em se

deixar atravessar pelo ar.
deixar atravessar pelo ar.

deixar atravessar pelo ar.

Unidades: s/100 ml (pode ser medido para 50 ml ou 200 ml) 36
Unidades: s/100 ml (pode ser medido para 50 ml ou 200 ml) 36

Unidades: s/100 ml (pode ser medido para 50 ml ou 200 ml)

36
36
Norma: NP 795, ISO 5636-5
Norma: NP 795, ISO 5636-5

Norma: NP 795, ISO 5636-5

em se deixar atravessar pelo ar. Unidades: s/100 ml (pode ser medido para 50 ml ou
em se deixar atravessar pelo ar. Unidades: s/100 ml (pode ser medido para 50 ml ou
em se deixar atravessar pelo ar. Unidades: s/100 ml (pode ser medido para 50 ml ou
em se deixar atravessar pelo ar. Unidades: s/100 ml (pode ser medido para 50 ml ou

Ciência e Tecnologia da Pasta e do PapelLisura Bekk Tempo necessário para o escoamento de um determinado volume de ar entre uma

Ciência e Tecnologia da Pasta e do Papel Lisura Bekk Tempo necessário para o escoamento de

Lisura Bekk

Tempo necessário para o escoamento de um determinado volume de ar entre uma superfície polida (vidro) e a amostra de papel aplicada contra o vidro.

A resistência à passagem de ar entre o proveta e

a superfície polida será tanto maior quanto mais liso for o papel. Se o papel fosse perfeitamente liso o ar não poderia passar.

Unidades: s

Norma: ISO 5627

liso o ar não poderia passar. Unidades: s Norma: ISO 5627 → A lisura Bekk é

A lisura Bekk é determinada em ambas as faces da folha

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Ciência e Tecnologia da Pasta e do PapelRugosidade Bendtsen Medida do caudal de ar que passa entre uma cabeça de medida circular

Ciência e Tecnologia da Pasta e do Papel Rugosidade Bendtsen Medida do caudal de ar que

Rugosidade Bendtsen

Medida do caudal de ar que passa entre uma cabeça de medida circular

plana de vidro e a superfície de papel.

de medida circular plana de vidro e a superfície de papel. lisura Bekk s Papel +
lisura Bekk s
lisura Bekk
s

Papel + liso - rugoso

Unidades: ml/min

Norma: ISO 8791-2

rugosidade Bendtsen ml min
rugosidade Bendtsen
ml
min

Papel + rugoso - liso

• Rugosidade pode ser medida pelo método Sheffield (ISO 8791-3)

• Rugosidade pode ser medida por perfilometria óptica, obtendo-.se parâmetros como S a , S v , S p , SSk, Sdr

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Ciência e Tecnologia da Pasta e do PapelPropriedades ópticas Definições (ISO 2469, ISO 2470): • • • • • • Reflectância (%)

Ciência e Tecnologia da Pasta e do Papel Propriedades ópticas Definições (ISO 2469, ISO 2470): •

Propriedades ópticas

Definições (ISO 2469, ISO 2470):e Tecnologia da Pasta e do Papel Propriedades ópticas • • • • • • Reflectância

Reflectância (%) – Razão entre a intensidade do feixe incidente e a do feixe reflectido (percentagem de luz reflectida)Definições (ISO 2469, ISO 2470): • • • • • • Factor de reflectância (%) –

Factor de reflectância (%) – Razão entre a quantidade de luz reflectida por um corpo de teste e a reflectida por um difusor reflectante perfeito, nas mesmas condiçõese a do feixe reflectido (percentagem de luz reflectida) Factor de reflectância difusa (%) – Factor

Factor de reflectância difusa (%) – Factor de reflectância quando a luz usada é difusapor um difusor reflectante perfeito, nas mesmas condições Factor de reflectância difusa intrínseca (R 0 0

Factor de reflectância difusa intrínseca (R 0 0 , %) – Factor de reflectância difusa de uma folha de papel (não 00 , %) – Factor de reflectância difusa de uma folha de papel (não se altera por adicionar mais uma folha)

Factor de reflectância difusa no azul (brightness, brancura, %) – Factor de reflectância difusa intrínseco de uma folha de papel na banda do azul (457 nm); Iluminante / observador – C / 2º; valores entre 92 e 98% ISOfolha de papel (não se altera por adicionar mais uma folha) Brancura CIE (whiteness) – Medida

Brancura CIE (whiteness) – Medida do aspecto branco de uma folha; Factor de reflectância difusa intrínseco de uma folha de papel usando todo o espectro visível; Iluminante / observador – D65 (luz do dia) / 10º; C / 2º
visível; Iluminante / observador – D65 (luz do dia) / 10º; C / 2ºdo aspecto branco de uma folha; Factor de reflectância difusa intrínseco de uma folha de papel

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Ciência e Tecnologia da Pasta e do PapelBrancura ISO Opacidade • Factor de reflectância difusa intrínseco de uma folha de papel na

Ciência e Tecnologia da Pasta e do Papel Brancura ISO Opacidade • Factor de reflectância difusa

Brancura ISOCiência e Tecnologia da Pasta e do Papel Opacidade • Factor de reflectância difusa intrínseco de

OpacidadeCiência e Tecnologia da Pasta e do Papel Brancura ISO • Factor de reflectância difusa intrínseco

• Factor de reflectância difusa intrínseco de uma folha de papel na banda do azul (457 nm); percentagem de luz reflectida por uma folha de papel na
banda do azul; Iluminante / observador – C / 2ºintrínseco de uma folha de papel na banda do azul (457 nm); percentagem de luz reflectida

• É o atributo mais solicitado nos papeis para impressão e escrita. Para a
impressão, a brancura realça as cores, devido à luminosidade de fundo.• É o atributo mais solicitado nos papeis para impressão e escrita. Para a

• A brancura pode ser natural, mantendo a cor natural das fibra, ou induzida
por branqueadores ópticos (fazem com que o papel se torne fluorescente quando exposto a luz ultravioleta).• A brancura pode ser natural, mantendo a cor natural das fibra, ou induzida

• Capacidade de uma folha de papel para impedir a observação de caracteres
impressos na face oposta (nível de não transparência da folha)• Capacidade de uma folha de papel para impedir a observação de caracteres

• É o quociente entre o factor de reflectância de uma única folha contra um fundo

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completamente preto (R 0 ) e o factor de reflectância de um conjunto de folhas opaco (R 0 0 ) e o factor de reflectância de um conjunto de folhas opaco (R 00 ):

Opacidade (%) = R 0 / R 0 0 0 / R 00

• Norma: Tappi T425, ISO 2469, ISO 2471

Ciência e Tecnologia da Pasta e do PapelCoeficiente específico de dispersão da luz (CEDL) • É uma medida da capacidade da folha

Ciência e Tecnologia da Pasta e do Papel Coeficiente específico de dispersão da luz (CEDL) •

Coeficiente específico de dispersão da luz (CEDL)

• É uma medida da capacidade da folha para dispersar a luz (relaciona a intensidade do feixe de luz incidente com a do feixe de luz dispersa)

• Afecta a opacidade

• A dispersão contempla os fenómenos de reflexão, refracção e difracção e é função do tipo de fibras (do seu IR) e da superfície das fibras envolvidas nas ligações

• Pela teoria de Kubelka-Munk é dado por:

CEDL =

 

R

.ln

R

.(1

R

R

0

)

w

(1

R

2

)

R

R

0

[CEDL]= m 2 /kg, w – gramagem, [w] = g/m 2

• Norma ISO 2469

Coeficiente específico de absorção da luz (CEAL)

• É uma medida da capacidade da folha absorver a luz, i.e., de parecer mais escura

• Norma ISO 2469

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Ciência e Tecnologia da Pasta e do PapelResistência à Tracção • Força requerida para a ruptura de uma folha de papel de

Ciência e Tecnologia da Pasta e do Papel Resistência à Tracção • Força requerida para a
Resistência à Tracção
Resistência à Tracção

Resistência à Tracção

• Força requerida para a ruptura de uma folha de papel de 15 mm de
• Força requerida para a ruptura de uma folha de papel de 15 mm de

• Força requerida para a ruptura de uma folha de papel de 15 mm de largura quando submetida a uma tracção exercida nas suas extremidades nas condições indicadas no ensaio

• Unidades: N/m
• Unidades: N/m

• Unidades: N/m

 

• Norma: ISO 1924-2

no ensaio • Unidades: N/m   • Norma: ISO 1924-2 Índice de Tracção • Razão entre
no ensaio • Unidades: N/m   • Norma: ISO 1924-2 Índice de Tracção • Razão entre
no ensaio • Unidades: N/m   • Norma: ISO 1924-2 Índice de Tracção • Razão entre
Índice de Tracção
Índice de Tracção

Índice de Tracção

• Razão entre a resistência à tracção e a gramagem
• Razão entre a resistência à tracção e a gramagem

• Razão entre a resistência à tracção e a gramagem

• Unidades: N.m/g
• Unidades: N.m/g

• Unidades: N.m/g

• Norma: ISO 1924-2

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42

42

Ciência e Tecnologia da Pasta e do PapelComprimento de ruptura • Comprimento a partir do qual uma folha de papel de largura

Ciência e Tecnologia da Pasta e do Papel Comprimento de ruptura • Comprimento a partir do
Comprimento de ruptura
Comprimento de ruptura

Comprimento de ruptura

• Comprimento a partir do qual uma folha de papel de largura uniforme e suposta
• Comprimento a partir do qual uma folha de papel de largura uniforme e suposta

• Comprimento a partir do qual uma folha de papel de largura uniforme e suposta suspensa por uma das extremidades se romperia pelo seu próprio peso.

• Unidades: m
• Unidades: m

• Unidades: m

 

• Norma: ISO 1924-2

próprio peso. • Unidades: m   • Norma: ISO 1924-2 Alongamento • Deformação sofrida pelo papel
próprio peso. • Unidades: m   • Norma: ISO 1924-2 Alongamento • Deformação sofrida pelo papel
Alongamento
Alongamento

Alongamento

• Deformação sofrida pelo papel até à resistência à tracção máxima antes da ruptura.
• Deformação sofrida pelo papel até à resistência à tracção máxima antes da ruptura.

• Deformação sofrida pelo papel até à resistência à tracção máxima antes da ruptura.

• Unidades: %
• Unidades: %

• Unidades: %

• Norma: ISO 1924-2

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43

43

Ciência e Tecnologia da Pasta e do PapelResistência ao Rasgamento • Força média necessária para rasgar uma folha de papel na qual

Ciência e Tecnologia da Pasta e do Papel Resistência ao Rasgamento • Força média necessária para

Resistência ao Rasgamento

• Força média necessária para rasgar uma folha de papel na qual foi feito um rasgamento inicial.

• Unidades: mN

• Norma: ISO 1974

Índice de Rasgamento

• Razão entre a resistência ao rasgamento e a gramagem

• Unidades: mN.m 2 /g

• Norma: ISO 1974

Rasgamento • Razão entre a resistência ao rasgamento e a gramagem • Unidades: mN.m 2 /g

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Ciência e Tecnologia da Pasta e do PapelResistência ao Rebentamento Pressão máxima uniforme suportada por um provete de papel numa área de

Ciência e Tecnologia da Pasta e do Papel Resistência ao Rebentamento Pressão máxima uniforme suportada por
Resistência ao Rebentamento

Resistência ao RebentamentoPressão máxima uniforme suportada por um provete de papel numa área de • 30,5 mm

Pressão máxima uniforme suportada por um provete de papel numa área de •

Pressão máxima uniforme suportada por um provete de papel numa área de•

30,5 mm de diâmetro.

É independente da orientação das fibras •

É independente da orientação das fibras•

Unidades: KPa

Norma: ISO 2758 •

Norma: ISO 2758•

Norma: ISO 2758 •
Índice de Rebentamento

Índice de Rebentamentodas fibras • • Unidades: KPa Norma: ISO 2758 • Razão entre a resistência ao •

Razão entre a resistência ao •

Razão entre a resistência ao•

rebentamento e a gramagem

rebentamento e a gramagem • Índice de Rebentamento Razão entre a resistência ao • • Unidades: KPa.m 2 /g •

Unidades: KPa.m 2 /g

• Norma: ISO 2758

Norma: ISO 2758

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Ciência e Tecnologia da Pasta e do PapelFactores que afectam propriedades de tracção: Resistência individual das fibras Comprimento das fibras Formação e

Ciência e Tecnologia da Pasta e do Papel Factores que afectam propriedades de tracção: Resistência individual

Factores que afectam propriedades de tracção:Ciência e Tecnologia da Pasta e do Papel Resistência individual das fibras Comprimento das fibras Formação

Resistência individual das fibras

Comprimento das fibras de tracção: Resistência individual das fibras Formação e estrutura de folha (++ ) Ligação entre as

Formação e estrutura de folha (++ ) Resistência individual das fibras Comprimento das fibras Ligação entre as fibras (++) Refinação (++) Factores que

Ligação entre as fibras (++)

Refinação (++)

Factores que afectam resistência ao rasgamento:folha (++ ) Ligação entre as fibras (++) Refinação (++) Nº total de fibras Nº e

Nº total de fibras

Nº e resistência de ligações entre fibras Nº e resistência de ligações entre fibras

Refinação (++) (diminui c/ refinação a partir de determinado ponto) Refinação (++) (diminui c/ refinação a partir de determinado ponto)

Comprimento das fibras (++)

Factores que afectam resistência ao rebentamento: a partir de determinado ponto) Comprimento das fibras (++) Comprimento das fibras Ligação entre as fibras

Comprimento das fibras

Ligação entre as fibras (++)

Formação Formação

Refinação

46

Ciência e Tecnologia da Pasta e do PapelResistência interna • Energia requerida para delaminar uma folha de papel na direcção Z sob

Ciência e Tecnologia da Pasta e do Papel Resistência interna • Energia requerida para delaminar uma
Resistência interna
Resistência interna

Resistência interna

• Energia requerida para delaminar uma folha de papel na direcção Z sob

acção de um pêndulo de massa e velocidade controlada (resistência de
acção de um pêndulo de massa e velocidade controlada (resistência de

acção de um pêndulo de massa e velocidade controlada (resistência de

Scott-Bond)

• Equivalente à resistência à tracção na direcção Z
• Equivalente à resistência à tracção na direcção Z

• Equivalente à resistência à tracção na direcção Z

 

• Unidades: J/m 2

• Norma: Tappi T403
• Norma: Tappi T403

• Norma: Tappi T403

• Norma: Tappi T403
Factores que afectam resistência interna:
Factores que afectam resistência interna:

Factores que afectam resistência interna:

• Formação (ligação entre camadas)
• Formação (ligação entre camadas)

• Formação (ligação entre camadas)

• Refinação

Norma: Tappi T403 Factores que afectam resistência interna: • Formação (ligação entre camadas) • Refinação 47
Norma: Tappi T403 Factores que afectam resistência interna: • Formação (ligação entre camadas) • Refinação 47
47
47

47

Ciência e Tecnologia da Pasta e do PapelAplicações das pastas de Eucalipto em função dos requisitos dos papéis Volume Poros idade Opacidade

Ciência e Tecnologia da Pasta e do Papel Aplicações das pastas de Eucalipto em função dos
Aplicações das pastas de Eucalipto em função dos requisitos dos papéis Volume Poros idade Opacidade
Aplicações das pastas de Eucalipto em função dos requisitos dos papéis
Volume
Poros idade
Opacidade
Segmentos de
Resistência
Tipos de papel*
específico
mercado do
papel*
à tracção
Impressão e escrita
(não revestidos)
(sem pasta mecânica)
Normal, cópia,
inkjet ,
Elevado
Reduzido
Elevado
Elevado
offset , laser , livro
Impressão e escrita
(revestidos)
(sem pasta mecânica)
Todos os níveis de
revestimento
Elevado
Reduzido
Elevado
Elevado
Com aplicação de superfície
Papel e Cartão de
embalagem
Cartão para caixas
planificadas
Elevado
Elevado
Elevado
Sobescritos e Bolsas
Elevado
Elevado
Elevado
Elevado
Laminados para dec
oração
Revestidos de alto brilho
Elevado
Elevado
Elevado
Elevado
Papel para fumar
Pergaminho
Papéis especiais
Suporte para papel
fotográfico
Elevado
Elevado
Elevado
Etiquetas
Elevado
Reduzido
Elevado
Elevado
Papel de
Segurança
Papel de filtro
Elevado
Elevado
Elevado
48
Papel
Tissue
Tissue
facial
Elevado
Elevado
Ciência e Tecnologia da Pasta e do Papel Efeito da refinação nas Propriedades das Pastas

Ciência e Tecnologia da Pasta e do Papel

Ciência e Tecnologia da Pasta e do Papel Efeito da refinação nas Propriedades das Pastas Químicas
Efeito da refinação nas Propriedades das Pastas Químicas Resistência à tracção Dispersão de luz /
Efeito da refinação nas Propriedades das Pastas Químicas
Resistência à tracção
Dispersão de luz / Opacidade
Resistência ao rasgamento
(resinosas)
Resistência ao rasgamento
(folhosas)
Resistência ao ar (Gurley)
Resistência ao rebentamento
Índice de mão
Energia de refinação
Tempo de refinação
ºSR
49