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A Escrava Isaura: Resumo Por Capítulo

Paráfrase da obra “A Escrava Isaurade Bernardo Guimarães, por Bruno Alves

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, por Bruno Alves Todos os direitos reservados. © 2012-2017 ResumoPorCapítulo.com.br contato@resumoporcapitulo.com.br

PARA ENTENDER A OBRA

ÍNDICE

2

Capítulo 1

2

Capítulo 2

2

Capítulo 3

3

Capítulo 4

3

Capítulo 5

3

Capítulo 6

Erro! Indicador não definido.

Capítulo 7

Erro! Indicador não definido.

Capítulo 8

Erro! Indicador não definido.

Capítulo 9

Erro! Indicador não definido.

Capítulo 10

Erro! Indicador não definido.

Capítulo 11

Erro! Indicador não definido.

Capítulo 12

Erro! Indicador não definido.

Capítulo 13

Erro! Indicador não definido.

Capítulo 14

Erro! Indicador não definido.

Capítulo 15

Erro! Indicador não definido.

Capítulo 16

Erro! Indicador não definido.

Capítulo 17

Erro! Indicador não definido.

Capítulo 18

Erro! Indicador não definido.

Capítulo 19

Erro! Indicador não definido.

Capítulo 20

Erro! Indicador não definido.

Capítulo 21

Erro! Indicador não definido.

Capítulo 22

Erro! Indicador não definido.

A ESCRAVA ISAURA: RESUMO POR CAPÍTULO

PARA ENTENDER A OBRA

Escrito em 1875, período em que ainda vigia a escravidão no Brasil, A Escrava Isaura apresenta o drama de uma escrava branca que é brutalmente perseguida pelo seu senhor enquanto busca a realizar a única liberdade que lhe é possível: a de seu coração. Tal trama denuncia os absurdos de um regime desumano, já em decadência, cativando os leitores pela personalidade frágil e pura da protagonista.

Este resumo destina-se a contar o livro em uma linguagem mais acessível e concisa, sem deixar de lado os episódios que sustentam a obra como um todo e explicando alguns pontos que podem não ficar claros apenas com a leitura do texto original. Em alguns casos, para explanações mais completas sobre fatos históricos e expressões da época, há links que podem ser acessados diretamente no texto.

Caso restem dúvidas quanto à obra ou ao próprio resumo, entre em contato pelo site

para

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Capítulo 1

A história se passa na época do início do reinado de D. Pedro II (1840), no município de Campos dos Goitacases, onde há uma magnífica e serena fazenda.

Após a descrição dos encantos naturais do lugar, é apresentada uma formosa figura feminina que canta ao piano. Isaura tem a pele branca e cabelos negros, veste-se com simplicidade e beleza. Os versos de sua cantiga lamentam o cativeiro no qual vive e que não permite ao seu coração conhecer o amor.

Entra em cena Malvina que, embora bonita e muito bem vestida, não tem uma beleza a altura da cantora. A senhora gosta de ouvir a voz de Isaura, mas não acha cabível uma canção tão triste: entende que a escrava branca deve estar apaixonada e lhe promete a liberdade, a qual pedirá a Leôncio.

Capítulo 2

Chegam à fazenda dois cavaleiros: Leôncio, marido de Malvina, e Henrique, seu cunhado, que veio visitar a irmã.

Leôncio era filho único do comendador Almeida, proprietário da fazenda, que vivia na Corte. Desde jovem revelou-se insubordinado, preguiçoso com os estudos e devasso:

passou nos exames escolares por influência de seu pai, foi ao nordeste e a Paris para estudar, mas não concluiu nenhum curso e, por fim, casou-se como meio de manter-se rico.

A ESCRAVA ISAURA: RESUMO POR CAPÍTULO

Pouco após o casamento de Leôncio, sua mãe faleceu. A velha senhora, sentida por não

ter gerado uma filha, adotara a filha de uma escrava, que nascera branca: Isaura. A mãe

de Isaura, que era perseguida pela libidinagem do comendador Almeida, engravidou do

feitor da fazenda e, logo após dar à luz, foi maltratada por seu proprietário a ponto de falecer. Assim a pequena fora criada e bem educada pela senhora da fazenda, que não queria dar-lhe a liberdade por temer a perda de sua agradável companhia.

Antes de morrer, a mãe de Leôncio confidenciou à sua nora que gostaria que Isaura fosse liberta após sua morte e Malvina prometeu cumprir seu desejo.

Capítulo 3

O segundo cavaleiro, Henrique, era um jovem bonito e elegante. Apesar de um pouco

insensato e vaidoso, tinha um bom coração. Seu senso moral reprovava a forma como o cunhado vinha lhe descrevendo a escrava branca de sua família.

Há algum tempo Leôncio, que se casara por interesse e se unia à esposa somente para atender aos instintos sensuais, passou a nutrir desejos também por Isaura e recusava-se a libertar aquela que fora maior joia deixada por sua mãe.

Na manhã seguinte à chegada dos dois homens, enquanto Malvina tentava convencer Leôncio a libertar Isaura, Henrique declarou estar apaixonado por ela: a assumiria como esposa, seria fiel e devotado ao seu amor. Isaura, resignada a sua condição de serva, repeliu o interesse do jovem e, por um lapso, disse sentir-se incomodada o suficiente com as investidas de Leôncio. Sabendo do comportamento impróprio de seu cunhado, Henrique sentiu-se impelido a denunciá-lo a sua irmã.

Capítulo 4

Leôncio, percebendo o comportamento esquivo de Henrique e Isaura, ameaçou a escrava de confiná-la caso continuasse a conversar intimamente com outros homens ou revelasse algo sobre seus galanteios.

Acuada, Isaura sofria ao pensar que poderia ter o mesmo destino de sua mãe. Elucidar todo o caso a Malvina poderia salvá-la, mas desgraçaria o casamento de sua senhora, culpa que Isaura não queria carregar. Outra escapatória poderia ser construída pelas mãos de seu pai, que trabalhava como jornaleiro e tinha intenção de comprar sua liberdade, mas ainda não possuía o dinheiro suficiente.

Capítulo 5

Isaura ruminava sua tragédia quando surgiu Belchior, o jardineiro da fazenda: figura grotesca, corcunda, manca e aparvalhada que trazia flores para tentar conquistar a jovem escrava branca, que respondia com delicadeza as lisonjas do pobre coitado.

A ESCRAVA ISAURA: RESUMO POR CAPÍTULO

Leôncio retorna e expulsa Belchior, tentando abraçar Isaura na sequência. Malvina testemunha esta cena e a lamenta com Henrique, que já havia lhe alertado sobre o caráter de seu marido.

Leôncio fica desconcertado com o flagrante de sua infidelidade, atribuindo a Henrique a culpa por tal infortúnio, e sai para cavalgar. Malvina se recolhe em seus aposentos, não deixando o quarto nem para as refeições. Isaura busca refúgio em meio aos laranjais. Henrique procura espairecer indo à caça no bosque.

À noite Henrique retorna e encontra Malvina com os olhos inchados, ainda em sua cama. Ela pede ao irmão que a acompanhe na presença do marido, para apoia-la numa possível discussão que deve surgir.

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