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PROJETO BÁSICO
CURSO DE FORMAÇÃO DE SOLDADO PM 2015
(CFSd PM/2015)

APRESENTAÇÃO

Este Projeto Básico visa apresentar Gerência de Educação Corporativa – GEDUC, da
Secretaria de Administração (SAD), o planejamento para a execução do Curso de Formação de
Soldados PM 2015, com carga horária total de 1.106 h/a, sendo a parte I – Formação Básica,
com 90 h/a e a parte II – Formação Técnica com 1.016 h/a, logo este projeto refere-se somente
a Parte II – Formação Técnica, o curso funcionará no Campus de Ensino Metropolitano I, da
Academia Integrada de Defesa Social – Acides, estando previsto para o período de fevereiro a
agosto de 2015, contemplando a formação de 1.100 (mil e cem) soldados aprovados nos Concursos
Públicos realizados nos anos de 2006 e 2009 pelo Governo do Estado. O curso fora dividido em 32
(trinta e duas) turmas, apresentando um investimento total orçado em R$ 4.571.080,00 (quatro
milhões quinhentos e setenta e um mil e oitenta reais), sendo o investimento por aluno de R$
4.155,53 (quatro mil quinhentos e noventa e oito reais e oitenta centavos).

1. JUSTIFICATIVA

A reforma que vem ocorrendo na Administração Pública tem por foco a análise e melhoria
das práticas de Gestão que se constituem condição sine qua non para o fortalecimento e
desenvolvimento dos processos de uma organização, conduzindo-a ao caminho da excelência no
exercício pleno de sua missão, razão de existir. A Polícia Militar de Pernambuco é uma organização
que tem como Missão Constitucional Art. 144, § 5º, manter, zelar, preservar precipuamente pela
Ordem Pública a bem dos cidadãos mesmo que por vezes tenha que fazer uso do Policiamento
Ostensivo. Tal modalidade de policiamento tem por objetivo principal atingir visibilidade à
sociedade proporcionando o desestímulo de infrações às Leis e a sensação de Segurança por
demonstrar força e representar a presença estatal. Os principais indicadores de suas intervenções
são: % localizações de veículos, % de prisões em flagrantes, % de procurados capturados, % de
armas apreendidas, % de entorpecentes apreendidos e a % de elaboração de Boletins de Ocorrências
e Termos circunstanciados. A Polícia Militar desenvolve ainda como atividade as Ações
Especializadas de: Policiamento Aéreo, Policiamento com Bicicletas, Policiamento com Cães,
Policiamento de Eventos, Policiamento Ambiental, Policiamento Montado. Conter índices elevados
de violência e criminalidade tornou-se um desafio as principais capitais do Brasil e do Mundo,

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desenvolver boas práticas de gestão sugere uma melhoria contínua que deve ser planejada e
projetada de modo a produzir resultados que satisfaçam as exigências da Sociedade. O principal
aspecto a ser considerado nas ações de melhoria de uma organização é a Valorização do
Profissional, é imprescindível e indispensável identificar suas necessidades, perspectivas e
requisitos enquanto cidadão representante da sociedade e enquanto profissional, que desenvolve
atividades de alta complexidade e que lhe foi atribuído legalmente o Poder de decidir pela Vida e
Liberdade de outros cidadãos; e muitas vezes em situações de pressão e estresse elevados.
É notória a obrigatoriedade e a importância dos Órgãos Públicos responsáveis tratarem
com mais cientificidade e profissionalismo a Contratação e Formação desses profissionais, da
mesma forma como é óbvio que a proporcionalidade do número desses profissionais em relação ao
número de habitantes e ao espaço geográfico de Pernambuco influência e compromete diretamente
a qualidade dos serviços prestados. Em se tratando de Vidas, não há como ser diferente, deve
sempre existir harmonia e equilíbrio entre Qualidade na formação e Quantidade para a prestação de
serviço (nº de policiais X nº de habitantes X espaços geográfico).
O Pacto Pela Vida – Plano Estadual de Segurança Pública prevê a realização de
concurso público para a incorporação de no mínimo 1.100 (mil e cem) novos Policiais Militares
por ano, visando a primeiro momento, ampliar a presença policial ostensiva, prioritariamente, nas
áreas que apresentam maiores índices de violência e criminalidade. No entanto, os esforços
necessários para se conter o avanço da criminalidade e da violência devem alicerça-se,
essencialmente, em medidas preventivas, porém, muitas vezes, não é do conhecimento de todos que
essas medidas também já são desenvolvidas por esses mesmos profissionais através de Ações
Sociais como: Educação e Conscientização para o Combate ao Uso de Drogas e Entorpecentes,
Educação para o Trânsito e Segurança Escolar, Educação e Conscientização para a Preservação
Ambiental executadas em parcerias com escolas públicas e privadas.
A Educação e a Conscientização sempre serão os melhores instrumentos de transformação
da sociedade e, diante deste fato, as atividades preventivas executadas pelas Policias devem ser
equiparadas em mesmo grau de importância às atividades ostensivas, atendendo também o que já se
constitui como uma das principais demandas sociais: uma policia com perfil pacificador e para essa
concretização o envolvimento da Alta Administração é fator importante e decisivo para despertar e
motivar todos os personagens envolvidos, de forma que os gestores e os servidores público da
Secretaria de Defesa Social trabalhem de forma integrada internamente e externamente e se
identifiquem com os desafios e resultados almejados pela organização. Segurança é trabalho
coletivo, de equipes capazes de se apropriar de saberes e informações, de utilizá-los, de tomar
iniciativas, de apontar alternativas viáveis para resolver problemas ou para equacionar situações
estratégias que indiquem o caminho para mudanças que façam a diferença.

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2. BASE LEGAL
1. - Constituição Federal de 1988;
2. - Constituição Estadual de 1989;
3. - Lei de Organização Básica da PMPE;
4. - Lei Complementar nº 049, de 31 de janeiro de 2003;
5. - Lei Complementar nº 066, de 19 de janeiro de 2005;
6. - Lei Complementar nº 108, de 14 de Maio de 2008;
7. - Decreto nº 5.622, de 19 de dezembro de 2005;
8. - Decreto nº 28.486, de 17 de outubro de 2005;
9. - Decreto nº 35.408, de 09 de agosto de 2010;
10. - Decreto nº 30.517, de 06 de junho de 2007;
11. - Portaria nº 2.183, de 19 de agosto de 2009;
12. - Portaria conjunta SAD/SDS nº 77, datado de 18 de dezembro de 2007, publicada no DOE
nº 239 de 20/12/07;
13. - Regimento Interno do Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças (RICFAP).

3. OBJETIVO

4.1. Geral
Capacitar 1.100 (mil e cem) alunos, aprovados no Curso de Formação de Soldados 2015 –
Formação Básica, para o desempenho das funções inerentes ao Soldado Policial Militar, atuando
principalmente no policiamento ostensivo.

4.2. Específicos
- Alinhar a Formação e Capacitação do militar estadual com a Matriz Curricular Nacional no que
tange a Segurança Pública Ostensiva;
- Agir com liderança e espírito de equipe, pautados pela criatividade, iniciativa, ações
inovadoras, ética, excelência profissional e respeito aos Direitos Humanos;
- Aplicar conhecimentos técnico-profissionais no emprego de equipamentos e instrumentos
próprios da sua especialidade;
- Executar a manutenção e a conservação de equipamentos e instrumentos técnico-profissionais
empregados na execução de suas tarefas;
- Reconhecer a função de soldado de polícia como agente pacificador no âmbito da sociedade;
- Compreender a importância de desenvolver as competências e habilidades interpessoais,
ancorados na pró-atividade, na ética, na excelência profissional e no respeito aos Direitos Humanos.

arguições e demonstrações que favoreçam o desequilíbrio e a reflexão por parte do apreendente. palestras. de segunda a sexta. complementando com a Formação Técnica. com duração de 180(cento e oitenta) dias. Em conseqüência. PLANEJAMENTO DE CURSO 6. 6. discussões dirigidas.Deverão ser utilizados os Fundamentos da Andragogia. O curso funcionará em 02 (dois) turnos (manhã e tarde). bem como a uniformidade de ensino. As turmas serão denominadas de A1 à A32. Proposta de Execução O Curso de Formação de Soldados PM funcionará no Campus de Ensino Metropolitano I . trabalhos em grupo. 10(dez) turmas com 40 alunos no CEMET – I e 12 (doze) turmas com 40 alunos no prédio Anexo ao CEMET-I em Maranguape I. apresentam como elementos norteadores das atividades pedagógicas: .1. e no anexo da Academia Integrada de Defesa Social – ACIDES. A hora-aula terá a duração de 50 (cinqüenta minutos) e serão distribuídos ordinariamente. 4 5.100 (mil e cem) candidatos ao cargo de soldado da polícia militar. tais como seminários. composto por 10 (dez) turmas de 35 alunos. e horários especiais. podendo ser utilizados os sábados e domingos. de acordo com o andamento do planejamento escolar como horários especiais. Será fracionado em 32 (trinta e duas) turmas nesse segundo momento. em função da natureza da instrução. . em função da natureza da instrução e possíveis ajustes na programação escolar. . aprovados na 1ª Etapa dos Concursos Públicos realizados em 2006 e 2009.2.Os métodos e processos de ensino utilizados pelos professores devem levar em consideração as circunstâncias caracterizadoras do Curso de Formação de Soldados PM e visando atingir o grau cognitivo que o futuro soldado da PMPE necessitará frente às missões que lhes serão asseguradas. podendo ser utilizado sábados. por meio das várias técnicas existentes. esta com duração de 06 meses. que serão distribuídos ordinariamente de segunda a sexta. 6. sendo parte integrante do Concurso. PÚBLICO ALVO São 1. Proposta Pedagógica É fundamental manter-se a qualidade na formação profissional. conforme a Lei Complementar nº 108. com 08 (oito) horas-aulas curriculares regulares por dia. de 14 de maio de 2008. domingos e feriados.

num processo de crescente complexidade do pensamento” (ANASTASIOU. Lista de tarefas (Job Aids). as Estratégias de Ensinagem propostas por Anastasiou. e será conduzido de modo que: As teorias abranjam situações da vida real. o professor deve assumir uma postura reflexiva e construtivista. uma vez que “ao escolher e efetivar uma estratégia o professor propõe aos alunos a efetivação de diversas operações mentais. por meio de trabalhos em grupo. O corpo docente e o administrativo devem estar imbuídos da filosofia do policiamento comunitário. 5 . 2004). valendo-se da tecnologia educacional disponível. consoante as disciplinas ou assuntos. avaliar constantemente a aprendizagem adquirida pelos discentes. Discussões em Grupos. exercícios e tarefas de classe e extraclasse.Para o melhor desenvolvimento do processo ensino-aprendizagem. visitas. . de modo que possa constatar se houve a indispensável fixação dos pontos essenciais de cada assunto. tais como: Palestras. contínuo. discussões dirigidas. análise e síntese. estimular a cooperação entre os Alunos Oficiais. gradual e sucessivo. debates. e destes com o instrutor ou professor. utilizar todos os recursos de clareza e precisão de linguagem. Resolução de problemas: Simulação (Role Playing): Portfólio: Estudo de Casos. incutir e desenvolver hábitos de trabalho mental. no sentido de facilitar a assimilação e acomodação por parte dos discentes do conteúdo ministrado. Painel de Discussão. o docente deverá se valer dos recursos didáticos existentes e disponíveis. estimular a dedicação ao trabalho e à pesquisa em todas as áreas e fases de ensino. estabelecer a interação e a participação ativa dos alunos. Discussão Dirigida. . para tanto se apresenta algumas técnicas que poderão ser utilizadas na construção desse profissional: Aula Dialogada. de acordo com os objetivos propostos.O instrutor ou professor deverá: Manter os alunos permanentemente motivados. Haja sequência lógica na enumeração e na exposição dos assuntos de cada disciplina. a fim de despertar o interesse inicial e enfatizar a compreensão quanto aos objetivos de ordem prática e ao emprego profissional do ensino ministrado. Tempestade Cerebral. método. da ética profissional. Demonstração ou Aula Prática. desenvolvendo a confiança no esforço pessoal do Aluno Oficial. A prática se traduza em aplicações de real utilidade. Na exposição dos programas. poderão ser adotadas as diversas estratégias de ensinagem. Grupo de Vivência ou Verbalização e Grupo de Observação (GV/ GO).O ensino deve ser objetivo. de atenção e reflexão. assim como espírito de ordem. da proteção aos direitos humanos e dos direitos da criança e do . outros procedimentos preconizados pela didática na execução dos programas do projeto de curso. Debate Cruzado. Tendo como referência os princípios que fundamentam a MCN e os objetivos das Ações Formativas para os Profissionais da área de Segurança Pública sugeridas por Cordeiro (2006). para bem se fazer compreender. Brainstorming e Brainwriting. bem como. no âmbito de cada disciplina.

de 25OUT08. -Duração: 06 meses. Processo de Seleção 6. que modificou dispositivos do Decreto 32.5.517 de 06 de junho de 2007.4 Período de Realização -Previsão de Início: 26 de fevereiro de 2015. 6. visando à difusão da doutrina junto ao corpo discente.ACIDES-PE. os alunos serão submetidos a avaliações teóricas e práticas. 063. publicado no Diário Oficial do Estado (DOE) nº. 7. 30. de 24OUT08. publicado no Diário Oficial de 07 de junho de 2007. Ao final da carga horária de cada disciplina.3 Horário das Instruções MANHÃ TARDE 07h00 às 07h50 14h20 às 15h10 07h50 às 08h40 15h10 às 16h00 08h40 às 09h30 20 minutos de intervalo 09h50 às 10h40 10h40 às 11h30 11h30 às 12h20 6. -Previsão de Término: 20 de agosto de 2015. observando as correlações com as demais disciplinas curriculares. 205. devendo ser observado o que estabelece a Portaria GAB/SDS Nº 2183. Os critérios de contratação de Instrutores e Coordenadores de turma para as disciplinas presenciais estão estabelecidos no Decreto Estadual nº.254. dentre aqueles instrutores cadastrados no Cadastro Estadual de Especialistas no Conhecimento e no Ensino de Temas Relativos à Defesa Social e de Defesa Civil.1 Corpo Docente Os instrutores e Coordenadores serão selecionados conforme Edital a ser publicado pela ACIDES.0 (cinco) para aprovação e um percentual mínimo de 75% (setenta e cinco por cento) de presença por disciplina. 6 adolescente. publicado no Diário Oficial do Estado de Pernambuco (DOE) nº. no âmbito da Academia Integrada de Defesa Social . devendo atingir a média global 5.540. MALHA CURRICULAR . de 03ABR09. de 19 de agosto de 2009. de forma que possam expressar os conhecimentos adquiridos de acordo com o conteúdo programático de cada disciplina. de 04ABR09. Decreto 33.

7 Formação Técnica-Matriz Curricular Nacional Área Temática Disciplinas C/H I – Sistemas. Cotidiano e Prática Diversidade Étnico Sócio-Cultural 12 Reflexiva Identidade e Cultura da Organização da Polícia Militar de Pernambuco 12 Abordagem 60 Preservação e Valorização da Prova 12 Atendimento Pré-Hospitalar (Nível Básico) 18 Armamento. Técnicas e Procedimentos Defesa Pessoal Policial 40 em Segurança Pública Técnicas de Imobilizações Policial e Utilização de Algemas 20 Técnicas de Radiopatrulhamento 40 Procedimento em Ocorrências 30 Técnica de Policiamento Ostensivo 60 Prática Policial 120 Carga Horária – Formação Técnica 994 Formação Complementar Orientação Profissional 22 Carga Horária – Formação Básica (Executada) 90 CARGA HORÁRIA TOTAL DO CURSO 1106 8. Social e Psicológica da Violência e da II – Violência. EMENTAS E CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS FUNDAMENTOS DA GESTÃO PÚBLICA . Informação e Documentação Técnica 24 Tecnologias em Segurança Pública Telecomunicações 20 Tecnologia e Sistemas Informatizados 20 Inteligência de Segurança Pública 24 Ética e Cidadania 18 VII – Cultura. Crime e Controle Social Criminalidade 12 Criminologia Aplicada à Segurança Pública 18 Fundamentos Jurídicos da Atividade Policial 30 III – Conhecimentos Jurídicos Legislação Básica da PMPE 20 Legislação Especial 30 Aspectos Jurídicos da Abordagem 30 Prevenção. Instituições e Gestão Fundamentos da Gestão Pública 12 Integrada em Segurança Pública Gestão Integrada e Comunitária 12 Abordagem Histórica. Munições e Tiro de Defesa 80 Uso Diferenciado da Força 20 VIII – Funções. Mediação e Resolução de Conflitos 18 IV – Modalidades de Gestão de Conflitos e Resolução de Problemas e Tomadas de Decisão 12 Eventos Críticos Análise de Cenários e Riscos 12 Gerenciamento Integrado de Crises e Desastres 18 Relações Interpessoais 24 V – Valorização Profissional e Saúde do Saúde e Segurança Aplicada ao Trabalho 12 Trabalhador Educação Física 60 Língua e Comunicação 26 Comunicação Social 18 VI – Comunicação.

Arthur Trindade Maranhão. O simbolismo e a cultura da empresa: os abusos conceituais às lições empíricas. R. BRAGA. A essência da motivação. 2. . Monteiro. violência urbana e reforma policial no Rio de Janeiro.1 Princípios da administração pública. 2004. 8 Carga Horária: 12 horas EMENTA: A noção do funcionamento da gestão pública é importante para que o policial militar ingressante entenda como os atos são gerados em sua função da sua ação e quais as repercussões e princípios que norteiam sua atividade. Martin. 3. Ferramentas de Modernização do Setor Público 3. 2001.5 Avaliação das políticas públicas. São Paulo: MccGraw-Hill.2 Tendências conceituais sobre gestão de banco de dados para o setor público. racionalização. v. 1998. 1. Jean François (Coord. Introdução aos Fundamentos da Gestão Pública 1. Brasília: ENAP/Editora Revan. 1. FOUCHER Dominique.3 Gestão de clima organizacional. 1. 2. as reformas na polícia de Nova York. 2.6 Construção de indicadores. Planejamento estratégico para instituições. gestão estratégica e participativa. 3.3 Fundamentos gerenciais. Planejamento do Setor Público 2. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Guia de gerenciamento do setor público. São Paulo: Hoper. ambientes. avaliação e controle de resultados. CLARET. 3. indicadores de desempenho. 1993.1 Conceitos básicos: organização. planejamento no setor público. Martin Claret.6Acompanhamento. 2005. cenários. entre a Lei e a Ordem. Serge. 3. São Paulo: Atlas.). Teoria geral da Administração. COSTA. 1.2 Diferenciação entre administração pública e administração privada. AKTOUF. 3.4 Avaliação de desempenho individual e institucional. CHIAVENATO Adalberto. Rio de Janeiro: FGV Editora.2 Visão sistêmica. Omar. 3.4 Conceitos gerais de políticas públicas. REFERÊNCIAS ALECIAN. Reforma policial: persistência e mudança institucional. In: CHANLAT.1 Ferramentas gerenciais. Os indivíduos na organização. 1.5 Processo de formulação e implementa_WW de políticas públicas. 1987. funções administrativas.

Ideias para uma nova comunidade. trabalho e competência. São Paulo. V. Experiências no Estado de Pernambuco.). Sylvie. P.1. Novos contornos da gestão local: conceitos em construção.2. Luiz C. MOTA. In: HESSELBEIN. F. A filosofia da Política Comunitária 1.1. BRESSER-PEREIRA. 4.. São Paulo. é de fundamental importância a fim de alinhar o desempenho da sua atividade com as novas práticas de policiamento. Importância da participação da comunidade nas políticas de defesa social REFERÊNCIAS .2. A comunidade do futuro. Importância da Comunidade 4. os problemas e a metodologia de Polícia Comunitária CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.2. Estratégias operacionais da Polícia Comunitária. Experiências De Polícia Comunitária No Brasil 3. 2003. 2. Futura. manutenção e avaliação de um programa de polícia comunitária. Brasília: ENAP/Editora Revan. PROGRAMA Gestão Pública e Cidadania.3. 2002. Instituto Polis. Fernando C. EDIPUCRS. Polícia comunitária como estratégia inclusiva de produção da segurança pública. Segurança pública e o papel da comunidade 1. Formação. Polícia Comunitária como uma estratégia de policiamento 2. Frances et al. Controle judicial da segurança pública: eficiência do serviço na prevenção e repressão ao crime. 2. São Paulo: Thomson Learning. de forma que venham entender as vantagens. Processos de implementação.3. Introdução aos movimentos sociais 1. 2004. 2001. São Paulo: Editora Revista dos Tribunais. TROSA. GESTÃO INTEGRADA E COMUNITÁRIA Carga Horária: 12 horas EMENTA: Para o Soldado da Polícia Militar de Pernambuco o conhecimento sobre as questões teóricas e práticas relacionadas à estratégia de Polícia Comunitária. Gestão Pública por resultados. 3. Julieta Beatriz Ramos (Org. SANTIN. Porto Alegre.1998. Pressupostos organizacionais e operacionais da policia comunitária 2. 1998. Introdução à organização burocrática. A sociedade nas Políticas de Defesa Social 4.2.1. Experiências de Polícia Comunitária no Brasil 3.1. 9 DESAUNIERS.

Ricardo. Secretaria de Comunicação Social. ABREU. São Paulo jan/mar. Recife.Plano Integrado Segurança Cidadã Pernambuco. integrando-o como fundamental tanto no controle social como na prevenção da violência CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. RS.CAPPI. Papel dos grupos sociais no comportamento humano. 3.Ministério das Relações Exteriores.Mundo afora – Programas de combate à violência urbana. sobre o fenômeno da violência suas causas e consequências. SENASP adota modelo das Bases Comunitária de Segurança para todo o país. p 66. ABORDAGEM HISTÓRICA. 4. A sociologia do crime e da violência e do crime e da violência no Brasil e no mundo.GUIMARÃES. Martim Luiz.Proporcionar a discussão e apurar o pensamento crítico. 2005. .100 e 101.mt. SOCIAL E PSICOLÓGICA DA VIOLÊNCIA E DA CRIMINALIDADE` Carga Horária: 12 horas EMENTA: A disciplina deve desenvolve a capacidade do policial refletir e agir demonstrando conhecimento sobre o perfil e modus operandi do criminoso ao proceder investigações de infrações penais.Secretaria de Defesa Social. Ricardo Brisola. GOMES. Disponível em: < http://www. Violência e crime no mundo contemporâneo: algumas considerações empíricas. Crime e Violência:conceitos e definições.php? pid=S0102-88392004000100015&script=sci_arttext> Acesso em 14 ago 2007. Mato Grosso. Feizi. Teorias Psicológicas sobre a violência.Disponível em:< http://www. MATO GROSSO. 2004. 85. 2007. PERNAMBUCO. 5. Marcelo Rezende. Edições CAPEC. São Paulo. BRASÍLIA. ao localizar pessoas e em outras situações diversas.MILANI. 2000. 86. 6. Sérgio Roberto de. Acesso em 14 ago 2007. Abordagens contemporâneas da Violência e do Crime. Gráfica Editora Bertheir.scielo. GUIMARÃES. Brasília. Luiz Brenner. 1. 2. A transição de uma polícia de controle para uma polícia cidadã.secom. Socialização na formação do padrão comportamental adequado às normas sociais. Teorias bioantropológicas e sociológicas. 10 BALESTRERI.br/scielo.gov. BENGOCHEA. Perspec. desenvolvendo ações pontuais sobre a atuação do Policial Militar nesse contexto. Vol 18 n°.br/conteudo.php?sid=13&cid=32620&parent=43>. 2003. p 14 a 17. 8. 7. Na Inquietude da Paz. Jorge Luis Paz.

2005. objetos. São Paulo: Brasiliense. BAUMAN. teorias da aprendizagem. Michel.análise pré-moderna e contemporânea do paradigma inquisitorial. 3. A teoria do etiquetamento ou da rotulação . 2009. conceito. CRIMINOLOGIA APLICADA À SEGURANÇA PÚBLICA Carga Horária: 18 horas EMENTA: Para a compreensão. Rio de Janeiro: Mauad X. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Teorias das penas. Ed. teoria da subcultura e neutralização. Marlene Neves et al. A violência multifacetada: estudos sobre a violência e a segurança pública. Criminalidade urbana violenta no Brasil: um recorte temático. 2. Microcriminologia: teorias biológicas. FOUCAULT. Vigiar e punir: nascimento da prisão. 1993. Porto Alegre: EDIPUCRS. (Orgs. Heitor.presente e futuro. 2006. Zygmunt. 2009. Raízes da ideologia da defesa social. 6. Criminologia. LEAL. . destacando a questão da ressocialização. Segurança e (des)esperanças. Violência gênero e políticas públicas. teoria da anomia. teoria dos lares destroçados) (Broken Homes). Cesar Barros. Confiança e medo na cidade.). Rio de Janeiro: Jorge Zahar. da vítima e dos instrumentos de controle social. 2003. Brasília: Senasp. Rio de Janeiro: BIB. 11 REFERÊNCIAS: ADORNO. Belo Horizonte: Del Rey. ODALIA. Guia para a prevenção do crime e da violência. do delinquente. Reflexões sobre a violência urbana. Michel. métodos e funções. O que é violência. teoria da associação diferencial. 2004. psicológicas e psiquiátricas. tradução de Raquel Ramalhete. STREY.. 6. 4. PIEDADE JR. teoria da socialização deficiente (teorias ecológicas da Escola de Chicago. manejo e aplicação eficiente de políticas de Segurança Pública são necessários o domínio de marcos teóricos robustos. BRASIL. O autor do delito frente ao paradigma etiológico. Macrocriminologia: teoria da estrutura social defensiva. Jandira et al. F. interpretação. 6. O princípio da secularização .a grande transformação. Petrópolis. 5. ed. S. 2004. conceitos esclarecedores e um conjunto de princípios ordenados e orgânicos acerca do delito. Nilo. RJ: Vozes. In: FEGHALLI. Ministério da Justiça/Senasp. MISSE. O paradigma da reação social .

2007. Criminologia: introdução a seus fundamentos teóricos. direito penal do inimigo. NOVA. Criminalidade e Prevenção – Brasília:EAD/SENASP. Alicia (Ed. Desta forma.). seus princípios e normas. prevenção situacional. Mapeamento criminológico. 2008. Estatística criminal. Luiz Flávio. 9. SOUSA. 8. A Criminologia crítica frente ao paradigma da neo-criminalização: neo-retributivismo. crime psicopático e crime epiléptico. vitimologia e vitimodogmática. Miriam e PINHEIRO. Curso Impactos da Violência na Saúde – Rio de Janeiro: EAD/ENSP. Ednilsa Ramos de (org). a histórica “neutralização” da vítima no processo penal. reparação do dano e medidas de segurança.Perfil criminal e a relação entre os diversos tipos de crimes e psicopatologia presente no autor: crime psicótico. abolicionismo. Vol. SOUZA. Curso: Violência. Vitimologia e vitimodogmática: pesquisas de vitimização. 11. Política criminal. São Paulo: Editora Revista dos Tribunais. Nelson Gonçalves de. delitos sem vítima. colocando em estrita consonância com a lei. 12 7. O QUE É DIREITO? . In: FRAERMAN. 12. MOLINA. pressupostos psíquicos da imputabilidade penal. Prevenção criminal. Inclusión Social y Desarrollo: Presente y futuro de La Comunidad IberoAmericana. garantismo. 10. 2007. Madri: Comunica. justiça restaurativa.A prestação policial em face de evolução dinâmica da sociedade pernambucana requer uma permanente vigilância dos institutos técnicos policiais estreitando sua aplicabilidade com limites jurídicos vigentes. Psicopatologia forense: Fatores psicopatológicos modificadores da imputabilidade penal e da capacidade civil. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. “Violência e Vulnerabilidade Social”. a implementação da disciplina visa a atuação do profissional em Segurança Pública em um Estado Democrático de Direito com domínio do conhecimento jurídico brasileiro. George Felipe de Lima. tolerância zero. descriminalização. teorias da pena. Bernadete . REFERÊNCIAS ABRAMOVAY. Cristina GrossVila. Leonardo Castro. jurisprudência e doutrina majoritária acerca do tema. GOMES. teoria das janelas quebradas (Broken Windows). FUNDAMENTOS JURÍDICOS DA ATIVIDADE POLICIAL Carga Horária: 30 horas EMENTA: . Antonio Garcia Pablos. 2003. 5 – 6ed. CORDEIRO. DANTAS. Políticas criminais alternativas: minimalismo.

8 Crime doloso e culposo 2.2 Qual a diferença entre crime e contravenção? E o que é ato infracional? 2.7 Crime impossível 2.17.2.1 Art. 3. paixão.2. arrependimento eficaz e arrependimento posterior 2.3 contra a administração da justiça 3 Compreender o que é Crime Militar 3.3 Diferença entre Transgressão Disciplinar e crime militar.15 Crimes contra o Patrimônio 2. 2.4 Outras questões que não são excludentes ( embriaguez.5 Crime tentado e crime consumado 2.12 Crimes contra a honra 2.17.17 Crimes contra a Administração Pública 2.14 Inviolabilidade de domicílio 2. O papel das funções governamentais na ação policial.1 Conceito 2.9 Crimes contra a vida 2. etc) 2. 2.1 Quem e quando uma pessoa pode ser presa? 2.1 Conceito e evolução histórica 1.16 Crimes contra a dignidade sexual 2.3 Excludentes de ilicitude 2. Pirâmide de Kelsen 1.2 Classificação ( Pública e privada) 1. 9º do Código Penal Militar 3.10 Das lesões corporais 2.1 Praticados por funcionário público contra a Adm. O QUE É CRIME? 2.11 Rixa 2.13 Crimes contra a liberdade 2.4 Dos crimes contra a autoridade militar 3. 13 1.2 A crise do Direito Militar: diferenças na persecução penal em desfavor de militares estaduais e militares federais 3.0 O QUE É CRIME MILITAR? 3.6 Desistência voluntária.17. Púb.4 Atores do ciclo da atividade policial.5 Aliciação e Incitamento .2 Praticados por particular contra a Adm. 2.2 Conceitos elementares 2. Púb.3 Hierarquização das normas.

Paulo.8 Crimes sexuais REFERÊNCIAS: BASTOS. recursos. medida administrativa).299. REFERÊNCIAS Decreto-Lei n° 88777/83 – R200. Saraiva. 2. Código Penal BRASIL.dos deveres e direitos. Dos aspectos remuneratórios (soldo. Dos cargos e da funções policiais militares. visando ampliar os conhecimentos em casos práticos detectados durante as atividades Policiais Militares. na interpretação e no entendimento da abordagens feitas a respeito da Legislação Penal Militar. . Do Estatuto . Da Movimentação e Promoção. Processual Militar. Cézar ROberto. Vol. 2015 BRASIL. 17ª Ed. é imprescindível proporcionar na formação profissional o conhecimento e a compreensão da legislação atinente e específica aplicada a realidade das Organizações Militares Estaduais e o desenvolvimento da capacidade analítica para usos das informações legais no planejamento da atuação policial. de OUT74 (Estatuto dos Policiais Militares). Olinda: Livro Rápido. 2010 BITTENCOURT. Direito Militar Contemporâneo. Do Regime disciplinar e administrativo (prazos. Contituição Federal BRASIL. gratificações e indenização) 5. Além disso. 2012 BONAVIDES. Editora Saraiva. Da Hierarquia e da Disciplina. 6. 2001 SILVA. Celso Ribeiro. Demétrios Wagner Cavalcanti da. DO estado liberal ao estado social. 3. 4. 22ª Ed.6 Da violência contra superior e a símbolo nacional e outros 3. de 07AGO96 e Lei nº 6. 1. Curso de Direito COnstitucional. Lei nº 9. et al.7 Abandono de posto e outros 3. Código Penal Militar LEGISLAÇÃO BÁSICA DA PMPE Carga Horária: 20 horas EMENTA: Diante da imperiosa necessidade de apropriação dos preceitos legais que regem à Instituição Policial Militar. São Paulo: Malheiros. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Tratado de Direito Penal.783. penas. 14 3.

4. de 16.5.3. abordará conteúdos específicos no que se refere aos direitos assegurados ao idoso.107/00. instrumentos legais e políticas públicas implementadas pelos organismos estatais e não governamentais de prevenção e combate à violência contra a mulher. pretende-se propicia ao discente o conhecimento de legislações especiais relacionada às temáticas do idoso.74 – Estatuto dos Policiais Militares. abuso de autoridade.783. n° 43/02. Majorações no Código Penal pela situação de idoso 2. Não aplicação da Lei nº 9.Competências do poder público 2. racismo. Desta feita. Quem são idosos? 1.2. Lei n° 12. crimes resultantes de preconceito de raça ou cor.6. normas para repressão à produção não autorizada e ao tráfico ilícito de drogas. n° 41/01. abuso de autoridade. CRIMES DE RACISMO . Lei Complementares n° 27/99.589. LEGISLAÇÃO ESPECIAL Carga Horária: 30 horas EMENTA: Diante do cenário de diversas temáticas emergentes na sociedade contemporânea.83 – Regulamento à convocação da Polícia Militar. n° 28/00.1. Dos crimes em espécie 1. Decreto Federal 88540.099/95 2.07. porte ilegal de armas e tráfico de entorpecentes. de 20. n° 3478. mulher.06. e suas respectivas alterações Lei de Promoção de Praças.3.344/03 e n° 12. Lei de Remuneração.75 – Regulamento da Lei de Promoções de Oficiais. Entendimento jurisprudencial 3.4. n° 32/01. de 16. Conceito de violência doméstica e familiar contra a mulher 2.2. Forma de violência doméstica e familiar contra a mulher 2. 15 Decreto-Lei. estatuto do desarmamento. Alterações legislativas no Código Penal 2. Decreto n° 17. aplicada à atividade policial. Restrição ao porte de arma como medida protetiva 2. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Lei 6.3. VIOLÊNCIA DOMÉSTICA E FAMILIAR CONTRA A MULHER 2.10. ESTATUTO DO IDOSO 1. de 20.94 – Regulamento Geral da PMPE. Garantias de prioridades 1.02.1.

Competência para julgar 4.3.Das Garantias Processuais 7. Breve histórico da legislação sobre armas 5.3.4.4.2. Deveres e direitos do Estatuto 7.1.2. 3º 4. distinção legal 7.4. 16 3. Conceito de autoridade 4.3. ESTATUTO DO DESARMAMENTO 5. Art.6.1. Objetivos do SISNAD 6.3. Atuação Policial frente aos crimes da Lei 11.1 Criança e Adolescente. 4º 4. Formas de conduta 4. Dos Crimes 6. Medidas Socio-educativas ≠ penas .5.1.2. ABUSO DE AUTORIDADE 4. Objeto jurídico 4.1. Ato infracional 7. Conceito 7. Aspectos comuns 3. Art. Aspectos penais 3.2.4. NORMAS PARA REPRESSÃO À PRODUÇÃO NÃO AUTORIZADA E AO TRÁFICO ILÍCITO DE DROGAS 6. Sujeitos 4.3.2.5.3.3.1.4. Racismo X Injúria Racial 4.3. Considerações jurisprudenciais 6.4. Legislação correlata e previsão constitucional 3.3.1.2.1. Crimes em espécies 3. ESTATUTO DA CRIANÇA E ADOLESCENTE 7.2.4. Dos crimes em espécie 5. Porte e Registro 5. Breves considerações à norma específica 6. Histórico legislativo 3.3.3.343/ 2006 7. Dos Direitos 7.2. Norma penal em branco (R-105) 5. Prescrição 5.

Brasília. altera o Código de Processo Penal.5.848. de 7 de agosto de 2006 (Lei Maria da Penha). Código Penal. 2010. 1990.340. de 24 de novembro de 2003. BRASIL. e 10. Decreto-Lei nº 2.069.778.6. 1991. BRASIL. Convenção contra a tortura e outros tratamentos ou penas cruéis. Lei nº 8. 7. Guia de Direitos Humanos: conduta ética. 2003. de 13 de julho de 1990. Dispõe sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente e dá outras providências. o Código Penal e a Lei de Execução Penal. Brasília. Punir e Erradicar a Violência contra a Mulher. BRASIL. Decreto nº 40. Brasília.2. Constituição (1988). técnica e legal para Instituições Policiais Militares. BRASIL. de 03 de outubro de 1941.1. Estatuto da Criança e do Adolescente.4.288. de 20 de julho de 2010. Brasília. Dispõe sobre o Estatuto do Idoso e dá outras providências. altera as Leis nº 7. Ministério da Justiça e Secretaria Especial dos Direitos Humanos. 9. Institui o Estatuto da Igualdade Racial. de 13 de abril de 1995. de 07 de dezembro de 1940. Código de Processo Penal. Brasília: Senado Federal. Medidas pertinentes aos pais 7. Decreto-Lei nº 3. da Convenção sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra as Mulheres e da Convenção Interamericana para Prevenir. de 24 de julho de 1985.7. .6. desumanos ou degradantes (CCT). Alterações do Código Penal.716.4. Estatuto da Igualdade Racial.689. 1990. Brasília. Rio de Janeiro: 1941. Internação 7.347. 2008. Brasília. Estatuto do Idoso. dispõe sobre a criação dos Juizados de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher. Lei nº 12. BRASIL. Lei nº 10. permissões e autorizações nos casos que menciona e dá outras providencias. de 1º de outubro de 2003. 2006. nos termos do §8o do art. O Conselho Tutelar e suas atribuições 7.1 Das infrações administrativas 7. Mantém concessões. BRASIL. 17 7. BRASIL. Dos crimes em espécie 7. Cria mecanismos para coibir a violência doméstica e familiar contra a mulher. Lei nº 11. 226 da Constituição Federal. de 5 de janeiro de 1989.741. Rio de Janeiro: 1940. REFERÊNCIAS BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil.029. BRASIL. de 15 de fevereiro de 1991. e dá outras providências.

Brasília. As normas constitucionais. FERRAZ. funções do Estado ( Executivo. Direito de ir. Estado Democrático de Direito.3.1. Princípios Básicos sobre o Uso da Força e Armas de Fogo pelos Funcionários Responsáveis pela Aplicação da Lei (PBUFAF).09. Princípios Orientadores para Aplicação Efetiva do Código de Conduta para os Funcionários Responsáveis pela Aplicação da Lei. §4ºCF). ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS. a disciplina deve fornecer os fundamentos que permeiam os aspectos jurídicos da abordagem. Portaria Interministerial nº 4. Submissão à tortura ou tratamento desumano ou degradante ( Art. forma de governo e de estado. 2008. Claudio Armando. 1. Estabelece Diretrizes sobre o Uso da Força pelos Agentes de Segurança Pública. 1990. ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS. Vinculação do Estado ( Cláusulas pétreas – Art. Adequação – necessidade – proporcionalidade. Principais conceitos. 18 BRASIL. Conceito de constituição. OLIVEIRA. Ministério da Justiça e Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Rio de Janeiro: ISP. 2008. ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS. Brasília. 1989. . ASPECTOS JURÍDICOS DA ABORDAGEM POLICIAL Carga Horária: 30 horas EMENTA: Dentro do princípio da legalidade. 5º III CF). Conjunto de Princípios para a Proteção de Todas as Pessoas Sujeitas a Qualquer forma de Detenção ou Prisão: 1988. 1. Súmula Vinculante nº 11. SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL. Alexandre Fontenelle. Limites constitucionais em face à atuação policial: Poder de Polícia – Art. Art. 60. Manual de negociação de Conflitos.1º ao 4º CF. classificação de constituição. Código de Conduta para os Funcionários Responsáveis pela Aplicação da Lei: 1979. 78 CTN. Rio de Janeiro: ISP. Vol.2. são de extrema necessidade para que o policial conheça as nuances da prática de suas atividades a fim de assegurar o cumprimento da lei e garantia dos direitos fundamentais do cidadão. vir e permanecer. Manual de Abordagem a Veículos e Edificações. Relativização. Direitos e garantias fundamentais. ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS. a legislação internacional e a atuação policial 1.226. legislativo e judiciário). de 31 de dezembro de 2010. 2008. 2010.

Estatuto do torcedor.atribuições de polícia ostensiva e judiciária. finalidade e motivo. Fundada suspeita para o TJPE. trailer. Conceito de casa x domicílio. 6.3.1. fundada suspeita da busca à pessoas x fundadas razões na busca domiciliar.02. J. fundamentação legal e necessidade de elementos objetivos. forma. . 4. 249 CPP. atributos e elementos. Atribuição e limitações jurídicas (casos especiais) 6. Lei nº 10.4. inexistência de limites de dia e hora. 4. 178). Atributos: presunção de legitimidade. imperatividade e auto-executoriedade. 2.ECA.305-4/GO-1ªT.1. 4. Limitações: Necessidade.01.054/00. Busca pessoal em mulheres: Art. 101 ao 105 da Constituição do estado de PE. 3º II. Abordagem policial. etc. 4.1. Atribuições e limites na atuação com crianças e adolescentes ( Lei 8069/90 . Discricionariedade x arbitrariedade. Capítulo XI do CPP. 5. Art.02. determinado. Fundamento da Busca pessoal divergente da busca domiciliar: desnecessidade de ordem judicial (Art. 240 e 244 do CPP). Diferenças entre o Art. Uso de algemas. p.3.2. Aspectos do Direito Administrativo relacionados à abordagem policial 2.35). Min. Apontamento doutrinário: hotel. objeto. Atributos: Discricionariedade. verbal. Exceções legais à possibilidade de invasão de domicílio.7. Pessoas suspeitas x pessoas em atitude suspeita. Art. 13 à 19. Ilmar Galvão. 2. Objeto: Lícito.. Rel. 3. 1º ao 3º.1. 37 à 41-G). auto-executoriedade e coercibilidade. proporcionalidade. 69 da Lei de Contravenções Penais e o Art. Fundada suspeita: conceituação. O ciclo de Polícia no iter criminis. Eficácia. por gesto ou sonoro. Fundada suspeita para o STF ( HC nº81.7. barraca. Elementos: Sujeito. Abordagem à Pessoas 4. Ato administrativo. 4.2. 4. 1º ao 2º.8. Abordagem em Edificações: 3. 4.3. Poder-dever de Polícia e poder-dever discricionário. 307 do CPB. Art. Atribuições e limites na atuação em praças desportivas ( Lei 10761/ 03 . v.u. Decreto 3688. Da abordagem à áreas comuns e privadas de condomínios. 19 1. 6. Não-obrigatoriedade de porte e apresentação documentos pessoais. Art. 3. Motivação. 4. Teoria do ("FRUITS OF THE POISONOUS TREE"). 2.2.5.6.2. barco. 13. 144 .11. Abordagem à Veículos: -da inaplicabilidade do veículo como extensão do domicílio. DJU 22. Finalidade. Órgãos de segurança Pública: limites e atribuições: Art. 3. Forma: escrito.

44. Art.1 Diferença entre conflito e briga 1. 243 §2ºCPP.5. Art.4 Benefícios do conflito. Limitação da atuação policial ante membros do Poder Judiciário. 6.8. Código Penal Brasileiro Lei 4898/65 – abuso de autoridade. MEDIAÇÃO E RESOLUÇÃO DE CONFLITOS Carga Horária: 18 horas EMENTA: Dentre os instrumentos metodológicos desenvolvidos para a prevenção da violência e a construção de uma cultura de paz. Atribuições e limites na atuação em presídios ( Lei 7210/84. 1.7. HC 91952-9 SP. 6. 1º ao 4º. 58. no qual os conflitos possam ser tratados sem confrontos e de modo não adversial. Limitação da atuação policial ante membros do MP. Atribuições e limites na atuação com pessoas de idade . Limitação da atuação policial ante membros do poder Legislativo. Arts. 6. 6.07. Art. 4º.3 Análise dos conflitos 1. 234 §1º CPM. Min.9. 284 e 292CPP. Lei 8906/94. 84. Lei de tortura: L 9455/ 97.2 Formas de Encarar o conflito 1. 1º ao 7º. Art. destinado a transformar padrões de comportamento e a estimular o convívio em ambiente cooperativo. REFERENCIAS BRASIL.6. Cármen Lúcia STF.4. 8º ao 10. Art. Portarias 1287 e 1288MJ. Conflito 1.Estatuto do idoso. 2º. PREVENÇÃO. Lei 10741/03 . pub.3. Prisão: publicidade e espetacularização – HC RO 89429-1. destaca-se a mediação de conflitos que deve ser entendida como um mecanismo mais amplo de desconstrução de conflitos.2005 Súmula Vinculante nº 11STF. Direito de fuga do preso 6. 6. 95 a 108. 6º. 199). em 01.5 Paz e conflito . Uso de algemas em audiências judiciais. Limitação da atuação policial ante advogados). 38 ao 43. contendo os aspectos técnicos que possibilitam o processo e a mediação CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Limitação da atuação policial ante membros do Poder Executivo. 1º. 20 6.

Violência 2. Upper Saddle River. 2001. Psicologia na mediação: inovando a gestão de conflitos interpessoais e organizacionais. MORAES. 78. New Jersey: Prentice Hall. FIORELLI.3 Postura e os impedimentos éticos 4.2 princípios éticos fundamentais 4. Abordagem mediativa 4.4 Código de ética dos mediadores 4. Rio de Janeiro: José Olímpio. VIVA RIO. O processo de mediação: estratégias práticas para a resolução de conflitos.1 Princípios Fundamentais 3. MOORE.3 Conflitos não mediáveis 3. ed.2 Cultura de Paz 2. mediação. Desenvolvimento interpessoal: treinamento em grupo. W. Fela. Porto Alegre: ArtMed. Vol.4 Diferença entre mediação e o processo judicial 3.6 Estilos de manejo de conflitos (Evolução dos norteadores para resolução de conflitos 2. . Ronald W. 21 1. Kenneth J. MALLHADAS. Resolução de conflitos.1 Capacitação dos mediadores 4.2008. Community Policing and Problem Solving: strategies and practices. 1998.3 Instrumentos de resolução pacífica de conflitos 3.2 Conflitos mediáveis 3.1 Relação entre Violência e Conflito 2. São Paulo: LTR. Carlos Eduardo Alcântara. 1999. conciliação.6 Etapas da mediação de Conflitos 4. Rio de Janeiro: ISP. Manual de negociação de Conflitos. Negociação. arbitragem 4 Mediação de Conflitos 3. 2nd. 2005. GLENSOR. 2004. MOSCOVICI. OLIVEIRA. p. Alexandre Fontenelle.. C. PEAK.5 Tipos de Mediação 3.09. Manual de Formadores de Mediadores e agentes da paz.5 O processo reflexivo a sua participação na escuta REFERÊNCIAS: BRANDÃO.

definindo o objetivo a ser alcançado. portanto. Discussão. identificando o obstáculo que se apresenta. 3. tendo a melhor solução. Brasília: Vida e Juventude. Ferramentas de auxílio à tomada de decisão. tipicamente reflexivo. no seu cotidiano. Diagnóstico de situações problemáticas. Avaliação de resultados. Tomada de decisão. Marshall B. 2007. Avaliação de alternativas. analisando as estratégias que tornam provável a superação do obstáculo e. Daniel [org. 2006. Brasiliense. Conceito e componentes de situações-problema. 4. 3ª Edição. buscando ampliar o conhecimento do responsável pela decisão sobre o que ele considera importante neste contexto. REFERÊNCIAS . Neto Adolfo.]. e que as alternativas para resolvê-los devem ser avaliadas. O que é mediação de conflitos. 5. ROSENBERG. tomar a decisão. planejamento e encaminhamento participativo de soluções. São Paulo: Ed. BRAGA. A inclusão desta disciplina pretende habilitá-lo a desenvolver um comportamento analítico. Etapas da solução de problemas. optar por um caminho ou uma solução sem se levar em consideração todos os caminhos ou possibilidades disponíveis. geralmente. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. 8. 2007 (Coleção Primeiros Passos). que precisa ser analisado sob diferentes ângulos. sob grande pressão. só depois de percorridas as diversas etapas deste processo pode-se tomar a decisão mais adequada à situação específica. 9. cuja construção implica em tomar-se consciência de que existe um problema. Comunicação não violenta. O profissional da área de segurança pública é levado. a tomar decisões a todo o momento e o faz. 22 SAMPAIO. 2. Mediação de conflitos: a solução de muitos problemas pode estar em suas mãos. RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS E TOMADAS DE DECISÃO Carga Horária: 12 horas EMENTA: A tomada de decisão constitui o ato final de um processo complexo. 6. Tomar decisão não é. Editora Agora. 7. análise de etapas e forma de comunicação. Lia Regina C. SEIDEL. Identificação de alternativas.

A. KATZ. GARIGNANO. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. A.M. São Paulo: Makron. Análise de risco. J. São Paulo: Atlas. São Paulo: Fundação Getúlio Vargas. Avaliação de cenários (quanto: ao risco. C. Processos de resolução de problemas aplicados aos eventos adversos. Mapa de risco. Rio de Janeiro: Campus. GOMES. 1995. Antônio César Amaru. Risco. técnicas avançadas de comunicação. M. Processos de intervenção em eventos adversos. D.. E. Avaliação da situação das pessoas. 1980. Liderança em ação. MARCH. Tais estudos visam incutir nos futuros profissionais de segurança pública o senso de percepção de risco para que eles desenvolvam a capacidade de autoavaliação e autoconfiança nas suas intervenções. Teoria das organizações. São Paulo: Makron. 23 BAND. Alerta e Alarme. Cláudia. LINDBLOM. R. Brasília: UNB. O processo de decisão política. São Paulo: Atlas. relação de ajuda e intervenção da autoridade pública. J. Evento adverso. H. Cenário. 3. Fases e etapas dos eventos adversos. MAXIMIANO. ao potencial ofensivo ao potencial do aparelho de segurança). Além da hierarquia: como implantar estratégias participativas para administrar a empresa enxuta. 1978. Competências críticas: dez novas idéias para revolucionar a empresa. 1972. Ameaça e vulnerabilidade. SIMON. PEREIRA. Luiz Flávio A. ANÁLISE E CENÁRIOS DE RISCOS Carga Horária: 30 horas EMENTA: O estudo desta disciplina está relacionado com o estudo de conhecimentos teóricos e práticos sobre o conceito de cenários e riscos. 1998. São Paulo: Piomeira Thomson Learning. Percepção de risco. Faces da decisão: as mudanças de paradigmas e o poder de decisão. técnicas e ferramentas que possibilitem avaliar cenários e riscos. Observação e análise de um evento adverso. L.. H. Antecipação e prevenção do risco. Métodos. REFERÊNCIAS . Tomada de decisão em Cenários Complexos: introdução aos métodos Discretos do Apoio Multicritério à Decisão. de B. W. 1998. G. 1995. Marcela Cecília. Psicologia social das organizações. característica importante para a melhoria da qualidade dos serviços que prestarão à sociedade. ARAYA. 2004. 2. MAUCHER. KAHN. Tipos de risco.

6 Estrutura e Gabinete de Gerenciamento de Crise: 7 Papel da negociação como solução para uma crise e conhecer seus objetivos principais. Jorge. Brasília: Ministério do Planejamento e Orçamento. assim denominadas. classificação da crise e níveis de resposta. Rosa M. Cultura e poder nas organizações. humanos e mistos. GERENCIAMENTO INTEGRADO DE CRISES E DESASTRES Carga Horária: 18 horas EMENTA: A presente disciplina tem por objetivo Discutir com o aluno aspectos que envolvem a moderna doutrina de atendimento às ocorrências consideradas como eventos ou situações cruciais que exigem uma resposta efetiva de Defesa Social a fim de assegurar uma solução aceitável. Estratégias de Controle da Violência Policial: notas de pesquisa. 3 Medidas de Resposta Imediata. FLEURY. Manual de desastres naturais. 2000. BRASIL. Departamento de Defesa Civil. Glossário de defesa civil: estudos de riscos e medicina de desastres. BRASIL. (BAGER).). CARNEIRO. Manual do curso de bases administrativas para a gestão de riscos. BRASIL. 2000. FISCHER. Brasília: Ministério da Integração Nacional. Políticas de segurança pública: dimensão da formação e impactos sociais. 1989. et al. In: ZAVERUCHA. Política nacional de defesa civil.. 24 BRASIL. objetivos e critérios de ação. 1998. perímetros de segurança. BRASIL. Políticas de segurança pública: dimensão da formação e impactos sociais. 2 e 3. Maria Tereza L. Recife: Massangana. características e exemplos. . Ministério da Integração Nacional. São Paulo: Atlas. Vs. (Coord. Recife/PE: Fundação Joaquim Nabuco: Massangana. ZAVERUCHA. Jorge (Org. Brasília: Ministério da Integração Nacional. 2002. Brasília: OFDA-USAID.). tipologias do causador e alternativas táticas. Piquet et al. crises CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1 Crise: conceito.). Segurança global da população. 2004. (Org. 2001. Secretaria de Defesa Civil. Brasília: Imprensa Nacional. 1. 2 Gerenciamento de Crise (GC): conceito. Secretaria de Defesa Civil. Secretaria Especial de Políticas Regionais. 2002. 4 Elementos essenciais de informação. 5 Negociação: Objetivos e síndromes de Estocolmo e Londres.

O foco no reconhecimento da importância da individualidade . RELAÇÕES INTERPESSOAIS Carga Horária: 24 horas EMENTA: Visando a melhoria das relações interpessoais e institucionais no âmbito das organizações que atuam na defesa social. ed. Negociação. MV. Relações Humanas na Família e no Trabalho. Portal do inferno. REFERENCIAS: AMORIM. WEILL. 1996. Wanderley Mascarenhas. Supere o Não: negociando com pessoas difíceis: como fechar grandes negócios transformando seu oponente em parceiro. BILL. Rio de Janeiro: Objetiva. 9 Regras básicas de negociação e sua correta utilização dentro de uma crise. WATKINS. bem como o papel de cada um para solucionar uma crise. Cristina de Assis Serra. 5. Boca Raton: CRC Press. Michael (org). Vidas do Carandiru: histórias reais. 1996. RODRIGUES. Como se Comportar Enquanto Refém.Mas há Esperança. ATHAYDE. 2008. Trad. Falcão: meninos do tráfico. 2002. Rio de Janeiro: Record. 2000. Estação Carandiru. Transtorno de Estresse Pós-Traumático em Vítimas de Sequestro. Michael J. 4. On-Scene Guide for Crisis Negotiators. LANCELEY. Cincinnati: CJ Anderson. ______. William. 43 ed. 1995. 10 Principais sinais de progresso das negociações. Inteligência Emocional: a teoria revolucionária que redefine o que é ser inteligente.. GOLEMAN. Rio de Janeiro: Record. São Paulo: WVC. 11 Características principais de um negociador e os itens que podem ser negociados. 25 8 Componentes de uma equipe de negociação. Luizão. ed. VARELLA. Crisis Negotiation: Managing Critical Incidents and Hostage Situations in Law Enforcement and Corrections. motivação e comunicação. Pierre.. Daniel. MULLINS. Eduardo. Dráuzio. FERREIRA-SANTOS. 2006. São Paulo: Ícone. Tradução Regina Amarante. 2003. Carlos. 1991. São Paulo: Geração Editorial. Rio de Janeiro: Objetiva. CV-PCC: a irmandade do crime. os quais necessitam serem observados nas relações humanas. URY. São Paulo: Companhia das Letras. 51 ed. Rio de Janeiro: Bestseller. criatividade. 1999. Humberto. WOLFMAM. Frederick J. McMAINS. 2007. a disciplina abordará aspectos conceituais e discutirá sobre os aspectos de liderança. Petrópolis: Vozes. Wayaman C. Celso. 2007. São Paulo: Summus. 2 ed. 2003.

Bahia. Motivação.3. 3. Humanização. Eliane Porangaba. Dinâmica e gênese dos grupos. Caderno de Pesquisas em Administração.4. São Paulo: PPGA/FEA/USP. 2002. Rio de Janeiro: José Olympio. Estudo de Casos. -jun. v. ed. S. 2. relacionamento interpessoal e ética. COSTA. Inteligência emocional. 4ª edição – 1991. Grupo. Lucila Rupp. Rio de Janeiro: Objetiva. 1999. REFERENCIAS BOCK. Aprendendo a Lidar com Gente: relações interpessoais no cotidiano. Daniel.5.1. Relações Interpessoal e Intrapessoal. Resgate da humanização no ambiente de trabalho. Ana M. abr. Equipe. 2. Liderança. Uma introdução ao estudo de Psicologia. Equipes dão certo. Conceitos Básicos nas Relações Humanas. p. 2002. COSTA. 1976. ed. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. MOSCOVICI. Rio de Janeiro: José Olympio.os servidores públicos dessas áreas devem ser portadores de atitudes que os farão decidirem como melhor agir nos momentos em que estiverem enfrentando situações de risco. Salvador: Casa da Qualidade. 2.6. 1998. Técnicas de Dinâmica facilitando o trabalho com grupos. Comunicação Humana. W. MAGALHÃES. . Introdução. 2. n. Administração de Conflitos 3. F.2. 2005. São Paulo: Livraria Duas Cidades. Rio de Janeiro. ed WAK. 1994. Saraiva. B. 2. 2004. 2. 3. 2. 2. Wellington Soares. 2.2. G. Feedback. São Paulo. Psicologias. F.8. 26 (eu–outro) nas relações humanas também será elemento crucial para desenvolver habilidades no que se refere à tomada de decisão e escolha de estratégias adequadas de ação no âmbito profissional e enfrentar as situações delituosas em seu cotidiano. 13-23. COSTA. Autoestima. GOLEMAN. 09. 3.7. 2. MOSCOVICI. Estratégias de ação em situações conflitantes.1. MAILHIOT. Desenvolvimento interpessoal.

com Apostila do CFSd PMBA – 2007 – Relações Interpessoais. Relações Humanas: competências intra e interpessoais.. 3. as atividade do profissional da área de segurança pública. 2. 2004. 10. relações de subordinação hierárquica. a eficácia e a produção social gerada pelo interesse na pessoa do agente de segurança pública. em gazetaweb. tanto no campo operacional como no administrativo. Ergonomia aplicada ao profissional de segurança pública. Grupos de Encontro.2 Atividades físicas. ROGERS. 27 MAIA. no âmbito da saúde e segurança no trabalho. As bases evolutivas do comportamento humano. 2006. STUART. 6.globo. Rio de Janeiro. SAÚDE E SEGURANÇA APLICADA AO TRABALHO Carga Horária: 12 horas EMENTA: A disciplina advém da necessidade de se estabelecer o vínculo entre a efetividade. O homem: um ser biopsicossocial. assédio sexual. A identidade cultural na pós-modernidadade. Prevenção de doenças do trabalho e doenças profissionais. Antonio Carlos do Amaral. como sujeito que participa “dos” e “nos” ambientes das comunidades que compõem a sociedade civil brasileira. Adriana. 5. . 4. THIARA. Ed DP&A. Carl R. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. violência no ambiente de trabalho. O relacionamento inter e intrapessoal. TREVISAN.1 Alimentação. Curitiba: Ibpex. A natureza do trabalho do profissional da área de segurança pública: consciência da natureza e das exigências do seu trabalho. Hábitos de vida como prevenção de saúde geral: 10. Fisiologia do estresse e diagnóstico precoce. Qualidade de vida: o que você pode fazer para ter também. 8. 10. Relações de poder no trabalho e repercussões na saúde do profissional e no ambiente familiar: assédio moral. Rosi Mary Soares. Noções de medicina e segurança do trabalho. 9. Hall. para que possam fazer uso de procedimentos e técnicas que auxiliem a tornar o ambiente de trabalho mais saudável e a melhorar a qualidade de vida. Equipamentos de proteção (EPI) e equipamentos de proteção coletiva (EPC). 2002. São Paulo. 7. É fundamental identificar fatores que influenciam.

1995. M. LIMA. S. 2002.4 Espiritualidade: técnicas de relaxamento e meditação. Rio de Janeiro. HARTZ.. 2005. C.C. Ciência & Saúde Coletiva. M. R. além de proporcionar sessões de exercícios físicos no sentido de desenvolver as capacidades físicas do aluno e instrumentalizá-lo com conhecimentos técnicos básicos para promover e disseminar a prática segura de atividades físicas junto a seus pares e subordinados. 28 10. Qualidade de vida e saúde: um debate necessário. MS: OPAS/Claves. n. MINAYO. O impacto da violência sobre a saúde. v. R. SOUZA. M. Ciência & Saúde Coletiva. 8. E. Tradução de Ana Isabel Paraguay e Lúcia Leal Ferreira. C. MINAYO. (Org. GOMEZ. C. C. Z.) Patologia do trabalho.1. Policial. Rio de Janeiro: Atheneu. P. Aspectos do trabalho policial. BUSS. A. M. R.5 Outros hábitos segundo características regionais. M. M. A loucura do trabalho: estudo da psicopatologia do trabalho. SOUZA. Missão prevenir e proteger: condições de vida.resistência. C. E.S. RJ: Editora Fiocruz. EDUCAÇÃO FÍSICA Carga Horária: 60 horas EMENTA: Para enfrentar as dificuldades cotidianas do exercício profissional.S. Além disso. 5. 2005... São Paulo: Edusp. Violência no trabalho. agilidade. São Paulo: Cortez/Oboré. 10. 5.. C. Rio de Janeiro: Garamond. 10. Missão investigar: entre o ideal e a realidade de ser policial. Esta disciplina envolve aspectos a serem desenvolvidos numa prática sistematizada de atividades físicas e melhorias na saúde geral do indivíduo e no desenvolvimento de capacidades físicas necessárias ao bom desenvolvimento das atividades inerentes ao Policial Militar. SOUZA. (Orgs.3 Atividades de lazer. trabalho e saúde dos policiais militares do Rio de Janeiro. que apresente vigor físico. Egon. R. São Paulo: AVM. Estresse policial. 1992.. MINAYO. S. 2003. Abrasco. 200 p. risco como profissão: morbimortalidade vinculada ao trabalho. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO . v.). MINAYO. é indispensável que o profissional da área de segurança seja sadio. o exercício da saúde física possibilita desenvolver a disciplina e o espírito de equipe. REFERÊNCIAS BITTNER. 2003. M. MENDES. P. destreza. DEJOURS. CONSTANTINO.. 2000. equilíbrio emocional.C. E. isto é. In: MINAYO. M. ed. força.

Sessões de atividade física e exercícios físicos (prática) 3. M. Treinamento Desportivo 3. Periodização 3. Ciência da flexibilidade. Metabolismo de Carboidratos.8. Prescrição de exercícios (referenciais e objetivos) 2. Balança energética 4. Porto Alegre: Artmed.2. Exercício e qualidade de vida: uma abordagem personalizada. J. Distinção entre Atividade Física e Exercício Físico.5.4. Nutrição.3. Tipos e especificidades 2. V. Exercícios Físicos e Qualidade de Vida 1.3. . Sessões de atividade física e exercícios físicos (prática) 2.6.1 Princípios básicos 3.2.3. Sarcopenia 4. Avaliação Física 2. Sessões de atividade física e exercícios físicos (prática) 4. Obesidade e Diabetes 4.2.3. Importância para a segurança e o desenvolvimento das atividades físicas 2. J. Atividade Física. Atividade Física e Envelhecimento 4.4. 2. 1999. Sessões de atividade física e exercícios físicos (prática) 5. BARBARA. exercícios aeróbicos e de resistência Muscular Localizada (RML) 1. M.Flexibilidade e alongamentos 4.3. Proteínas e Lipídios 4.5. 29 1. Qualidade de Vida e prevenção de Doenças Crônico-Degenerativas (diabetes. acessórios adequados e horário ideal para prática 5. 1999. E. Índice Glicêmico e Potencial Glicêmico 4. hipertensão.7. doenças do sistema cardiorespiratório) 1. Efeitos benéficos da Atividade Física no processo de envelhecimento 4.8. Atividade Física.2.1.1. Periodicidade na prática 5.ed. Vestuário. Atividades Físicas alternativas REFERÊNCIAS ALLSEN.1. P. ALTER. Realização de avaliação nos alunos 2.1. Esteróides e anabolizantes 4. São Paulo: Manole. 6. Atividade Física (Generalidades) 5.2. HARRINSON.ed.

Editora Rocca.3 Pontuação do discurso indireto. Desta forma. 2. próprias das comunicações verbais e.. NAHAS. V. 1ª Edição. Manual de Direito Penal. P. MOHR C. V. que não permita dúvidas. até mesmo. 2. Treinamento Desportivo: teoria e metodologia. S. Comunicação humana: 1. . os fatos que são levados à unidade de trabalho para registro. B. HEYWARD. 1. 1. capacitando o discente a utilizar uma comunicação escrita e falada como instrumento gerador de consequências justas.3 Expressão oral. Saúde e Qualidade de Vida.5 Leitura. VERKHOSHANSKI. Florianópolis. M.1 Linguagem. 1. Tipos de discurso: 2. Porto Alegre. L. no emprego simultâneo de diversas linguagens. H.4 Expressão escrita. Manual Prático para Avaliação em Educação Física. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. como a multimídia. Devemos lembrar que. 30 VOLPE. 2009. SABELAWSKI S. objetivas e transparentes no âmbito da segurança pública e da defesa social.2 Procedimentos para a transformação do discurso direto em indireto e indireto em direto. Avaliação Física e Prescrição de Exercício. Nutrição Para Praticantes de Atividade Física. R. Porto Alegre. 1ª Edição.1 Características dos discursos direto. precisam ser entendidos. Editora Midiograf. 2000. Editora Manole.. 1. Y. a disciplina se torna cada vez mais importante para os que compõem os quadros profissionais de segurança pública e defesa social. Editora Artmed. D. LÍNGUA E COMUNICAÇÃO Carga Horária: 26 horas EMENTA: A língua portuguesa se compõe e se faz necessária no uso diário de nossas atividades. São Paulo. GUEDES. indireto e indireto livre. 4ª Edição. Atividade Física. (2000). 2. corretas. compreendidos e redigidos com uma linguagem objetiva e clara. V. 2007. São Paulo. uma vez que desempenho das funções exige o uso de uma linguagem objetiva e clara. Editora Artmed. 2006.2 Funções da linguagem. 1ª Edição.

A. 3. Tipologia textual: 4. descritivo e dissertativo. do conhecimento da atividade dos profissionais de imprensa e da relação dos policiais com o público e a imprensa. Rio de Janeiro.3 Elementos essenciais dos textos narrativo. Cláudio. 3. E. Antonio. coerência. C. 3ª ed. 6. Publifolha.1 Interpretação de texto. concisão.3 Frase e parágrafo. A aplicação das habilidades e competências adiquiridas com a Comunicação Social servirá de ferramenta na atividade policial militar atravéz do emprego técnicas de comunicação e seus elementos. L. DUNNING. REFERÊNCIAS ANDRADE. Como Usar As Novas Regras do Novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa. 5 Qualidades do texto: clareza. Escrevendo pela nova ortografia. Publifolha. Impetus. Gramática Moderna da Língua Portuguesa . 2005. 31 3. N. Guia prático de português correto: para gostar de aprender. 2003.Teoria e Prática. geram a necessidade de internalização das noções de Comunicação Social e suas áreas de conhecimento. incoerência e vícios de linguagem. Chris et al. 2008 COMUNICAÇÃO SOCIAL Carga Horária: 18 horas EMENTA: A repercussão social das atuações policiais militares. entender e redigir um texto. coesão e harmonia. Estrutura do texto: 3. TEZZA. Maria Margarida de. 2003. V. C.2 Vocabulário. descritivo e dissertativo. Oficina de texto. HOUAISS. Língua Portuguesa: noções básicas para cursos superiores.M. Como ler. São Paulo: Atlas. ed. 2011. Mídia e público: Comunicação oral operacionalizada. HOUAISS. São Paulo. FAULSTICH.1 Características dos textos narrativo. FARACCO. São Paulo: Universidade de São Paulo.2 Estrutura dos textos narrativo. 3ª Ed. 4. 2009. 3. SCHOAIR. prolixidade. 7. 4.. Petrópolis: Vozes. HENRIQUES. 3ª Ed. J. Instituto Antonio. 2002. Petrópolis: Vozes. ambiguidade. 4. . descritivo e dissertativo. Gramática da Língua Portuguesa. Sintaxe. MORENO. Administração do trabalho policial: satisfação com a comunicação em uma organização policial. L&PM POCKET. 2004. Defeitos do texto: obscuridade. 7.

4.Entrevista individual ou exclusiva 3. Makron Books. São Paulo. Marilene.Entrevista ao vivo (TV e rádio) 3. Quem tem medo de ser notícia? – da informação à notícia. Os Veículos 2.O jornal impresso 2.2. A Síndrome de Aquiles – como lidar com as crises de imagem. O Relacionamento com a Imprensa 4. ROSA. . Mário. Gente.1.Principais mandamentos no relacionamento com a Imprensa 4.6.Abordagem durante eventos 3. em qualquer lugar.O que faz um fato “render uma matéria” 1. a qualquer hora.O que fazer quando a mídia se torna hostil REFERÊNCIAS ARBEX JR.Comportamento em debates 4.2.5 Entrevista por telefone 3.8.Como a notícia é tratada em cada veículo 2. LOPES.Conceito 3. (2000). A Notícia 1. (2001).3.3. 32 CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.1.1. Larry.A mídia virtual (Internet) 3. (2001).2.Entrevista coletiva 3. São Paulo.4. Campinas.Como agir em uma entrevista 3. KING. São Paulo. Showrnalismo – a notícia como espetáculo.Como administrar uma crise de comunicação 4. Os segredos da Boa Comunicação – como conversar com qualquer pessoa.2.1. (2000). Casa Amarela. José.3.O que é notícia? 1.7.4. A Entrevista 3.A televisão 2.3.O rádio 2. Livro Pleno.A importância da assessoria de Imprensa 4.

2005. São Paulo: Ed. Manual de redação da Presidência da República. COSTA. 2. termos circunstanciados. 6. O Cruzeiro. concursos.Sua importância na democracia. Campinas: Millenium. circulares. boletins de atendimento.Liberdade de imprensa . Líbero . Pierre . 1966 DOCUMENTAÇÃO TÉCNICA Carga Horária: 24 horas EMENTA: A comunicação oficial é uma ferramenta imprescindível nos âmbitos intraorganizacional e interorganizacional. Márcio Mendes. 2004. 5. Textos técnicos. requerimentos. HERDADE. modelos e exercícios. São Paulo. Oliveira. portarias. 1989 Badaró. 1981 Bradley. Antonio Suárez. ed. Paulinas. Manual de redação oficial. São Paulo: Ática. Apesar das instituições estarem diversificando os seus instrumentos de comunicação. O ensino dos aspectos relacionados à documentação técnica deve considerar também os documentos que o profissional da área de segurança pública utilizará em sua rotina de trabalho. 22.A Imprensa . Gilmar Ferreira Mendes e Nestor José Forster Júnior. Presidência da República. comunicações. 3. Curso de redação. Rio de Janeiro: Elsevier. Outros documentos utilizados na rotina de trabalho na área de segurança pública. Pronomes de tratamento. A. Novo manual de redação: básica. Parma. há padrões técnicos legais a serem se- guidos em relação à forma e a eficácia da mensagem. Odacir. LIMA. José M. vestibulares. REFERÊNCIAS ABREU.A era da comunicação. Duane . 33 Babin. ocorrências. 1994. 2007. ed. principalmente. . Brasília: Presidência da República. BELTRÃO. São Paulo: Atlas. memorandos e relatórios). técnica. 2002. Correspondência: linguagem & comunicação: oficial. 4. 2. Manual de redação profissional. particular. São Paulo: Pontes. 2002. com o uso das tecnologias. BRASIL. empresarial. Teoria. despachos. 3. ed. Características dos textos oficiais. Tipos de documentos (ofícios. Rio. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Uso da linguagem na redação oficial.

8 Histórico das telecomunicações 2. Cláudio.3 O ouvido 1. a partir dos fundamentos da telecomunicação. Portaria do Comando Geral da PMPE n° 122 de 04 Jun 2012. Além disso.4. fortalecer o papel e o uso da tecnologia da comunicação para apoio as atividades dos profissionais da área de segurança pública. Como escrever textos técnicos.5 Transformações de energia elétrica em energia acústica 1. Guia prático de português correto: para gostar de aprender.4.5 O significado do termo telecomunicações 1. L&PM POCKET. bem como. conhecer a maneira adequada para realizar suas atividades no âmbito do sistema operacional dos órgãos operativos de Defesa Social. 34 MORENO.3 Teoria das Telecomunicações 1. José Paulo Moreira de.4.1 O som 1.2 Histórico das telecomunicações 1. TELECOMUNICAÇÕES Carga Horária: 20 H/A EMENTA: Dentro do contexto de relevância da rapidez na comunicação.2 A voz 1. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Sintaxe.4 Transformação de energia acústica em energia elétrica 1. 2003. São Paulo: Pioneira Thomson Learning. a disciplina pretende oferecer condições para que o profissional da área de segurança pública desenvolva habilidades na para utilizar adequadamente os equipamentos disponibilizados.1 Elementos de um Sistema de Comunicação 2.7 Introdução e importância da comunicação para humanidade 1.4. OLIVEIRA. 3.2 Sistema de Comunicação por Sinais Elétricos .4 O processo de comunicação 1.6 tipos de sinais na comunicação 1. V. preenchendo corretamente o boletins de ocorrências e os arquivos relacionados aos sistemas de comunicação. Sistemas de Comunicações Genéricos 2. 2005. As Telecomunicações 1.4. do uso do alfabeto fonético internacional e do Código “Q”.1 Introdução e importância da comunicação para humanidade 1.

Sistemas de comunicações 3.4.BO 5.2 Sistema de vídeo monitoramento e rastreamento de pessoas 5.2 Taxa de FISTEL e taxa de uso de freqüência .“PC”.4.4 Classificação das Ondas de Rádio 3.3 Sistemas rádio digital 3.1 Lei Geral das Telecomunicações 6.4 Preenchimento de Boletim de Ocorrência .7 Utilização de Rádios: aula ilustrativa (prática) 5.1 Sistema troncalizado de radiocomunicação móvel 4.8.6.2.5 Mensagens 5.1 Sistema de rádio VHF/UHF 3.3.4.1.3 Manutenção (alinhamento de estação) 6.3 Tipos de Transmissão 2.1 Sistema de comunicação telefônico 3.2 Informações sobre DATA/HORA 5.1.2 Freqüência 2.2 Sinais Amigos na Manutenção de Rádio 5. no Interior do Estado.8.1 estações de rádio fixa.1 Sistema CIODS da Capital e RMR e os Postos de Comando .3 faixas de frequências utilizadas 2. As telecomunicações na Polícia Militar de Pernambuco.4.2 Sistemas de transmissão via rádio 3. 35 2.8.4 Canal de Radiofreqüência 2.3 Simulação de cadastramento pessoal e de Guarnição 5. móvel e portátil 5. 5.3 Ligação telefônica elementar 3.1 Telefonia Convencional 3. Código alfanumérico internacional 4.6 Equipamentos de radiocomunicação 5.1 Código “Q” internacional 4. 5.1.2 Telefonia Celular (Serviço Móvel Pessoal) 3.1 MANUTENÇÃO DE RÁDIO EM PRIMEIRO ESCALÃO 5.8 Das Inspeções nas Estações de Rádio 5.1 Antenas/ondas/freqüência (UHF e VHF) 2. Legislação sobre telecomunicações 6.

36 REFERENCIAS LATHI B. F.056 sobre alarme bancário. TECNOLOGIA E SISTEMAS INFORMATIZADOS Carga Horária: 20 horas EMENTA: A construção de conhecimentos a partir de informações qualitativas vem se firmando como um poderoso instrumento de trabalho nas empresas modernas.ETFSe. HELM CHATRAL. Lei da Interceptação Telefônica nº 9. COELT . São Paulo e Redes Telefônicas do mesmo Autor. política e criminal de uma determinada área tem se tornado fundamento para a implantação de políticas públicas de prevenção e repressão à violência e à criminalidade. Freed L.. Aracaju: 1997. A disciplina insere-se nesse contexto como meio que irá proporcionar aos profissionais de segurança pública a capacitação indispensável à utilização dos . Sistemas de Comunicação. Rio de Janeiro: Guanabara Dois: 1979. Santa Rita do Sapucaí-MG. TOLEDO. B. mostra-se como um poderoso recurso para a transformação de dados em informações e para a construção de modelos que auxiliam no processo de tomada de decisão. NETO. P. MC Grau Hill do Brasil. Leis das Telecomunicações nº 9. vem requerendo da segurança pública um perfil diferente do que vem sendo praticado ao longo dos tempos..wikipedia.UFPb.. New Jersey. A sociedade. Adailton Pereira de. Apostilas e resumos apresentados (notas de aulas).05. etc. COELHO. Campina Grande: 1997. Catálogo dos fabricantes: ARS. [1]TELECOMUNICAÇÕES: http: //pt. Conhecer e entender a realidade social. Jr. Decreto-Lei 236. Apostila. DEE . S. 1996.gov. FONSECA J. bem como na defesa social. baseados no empirismo e ações truculentas sem embasamento ou estudo anterior. Apostila. Exige-se profissionais mais capacitados e habilitados na realização de estudos prévios de cenários. Decreto-Lei nº 89. N. 1995. Tudo sobre cabeamentos de redes.. por sua vez. Sistemas de Comunicação. CARLSON A. Acessado em: 26. Lei nº 9. DERFLER.. 2007. Lei nº 4.295.. Vicente Soares.. por meio do estudo das tecnologias da informação. Noções de Comutação Telefônica... Rio de Janeiro: Campus.472. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil: 1981. MOTOROLA. RAPPAPORT. como pré- requisito para o desencadeamento de ações ou planejamentos de segurança pública. J. Inatel.. Theodoro S. Pretice Hall. Telecomunicações I. Curso de Telefonia. Apostilas: Curso de Telecomunicações para não Engenheiros Telebrás.2008 [2] Portal da ANATEL: http://www. 1994. Sistema de Telecomunicações para não Engenheiros Telebrás.anatel. MARKETRONICS. 1995.177..br/Portal. wireless Comunications. Rio de Janeiro.org/wiki/Telecomunica% C3% A7 %C3%A3o. Falsos conhecimentos.. ALENCAR M.296. Telefonia Móvel Celular. Telebrás. Patrícia Pinto. A informática. são cada vez mais repudiados pela sociedade.

5. II SBSI. FERREIRA LIMA. Internet e intranet. FURTADO. Campinas: Millenium. LAUDON. Epistemologia dos sistemas de informações gerenciais. 2. Conceitos básicos: 2. Saraiva. 2002. Sistemas de informação. 5. P. 2.. bem como de apoio às atividades operacionais de segurança pública.): Garamond. Sistema de Integração Nacional de Informações de Justiça e Segurança Pública 5.Breve histórico da tecnologia da informação. 37 sistemas informatizados. ed. Sistema de Informação: o uso consciente da tecnologia para o gerenciamento. Redes de computadores. 5. informação e conhecimento.l. M. 2. software e peopleware. Kenneth C. (s. RAVANELLO. Infoseg e outros com abrangência interestadual. 2008.3 Tecnologia da informação e comunicação versus sistemas de informações.. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. A. . Djalma de Pinho Rebouças de.3 Sistemas informatizados voltados à investigação criminal. São Paulo: Atlas. Tecnologia e gestão da informação na Segurança Pública.1 Sistemas informatizados de estatística e análise criminal. F. Emerson de Oliveira. Sistemas de informações gerenciais. 2006. implantados em âmbito estadual. Jane Price. Anais. voltados ao planejamento de ações de controle e combate à criminalidade.2 Sistemas informatizados voltados às atividades operacionais de segurança pública e de defesa social. 5. OLIVEIRA. 3. IUBEL. Crimes de computador e segurança computacional. 2005.1 Dados. 4. como instrumento de alicerce à construção de políticas públicas de defesa social.2 Sistema computacional: hardware.4 Sistemas de Informações: Conceito e Tipologia.4 Sistemas integrados de perícias. LAUDON. 4. Curitiba: Positivo. 2006. REFERÊNCIAS BATISTA. 2. Rio de Janeiro: LTC. 1999. Vasco.

O papel da atividade de inteligência em uma sociedade democrática. Redes de computadores. Rio de Janeiro: FGV. A atividade de inteligência no Estado de Pernambuco 1. Manual de inteligência: doutrina nacional de inteligência: bases comuns.. Escola Superior de Guerra. Dado. A. 1. 1. BRAGA. Brasília. 2009. . Secretaria Nacional de Segurança Pública. uma leitura da atuação dos serviços secretos brasileiros ao longo do século XX. É fundamental que o policial compreenda o desenvolvimento das atividades inerentes aos agentes de inteligência da Polícia Militar. REFERÊNCIAS AGÊNCIA BRASILEIRA DE INTELIGÊNCIA. Conceitos e definições da atividade de inteligência policial. A. Treinamento Desportivo 3. Doutrina Nacional de Inteligência de Segurança Pública. 38 ROSSETTI. MORALES.SNI &ABIN: entre a teoria e a prática.2. 1998. (Dissertação apresentada no Curso de Altos Estudos Estratégicos. Ciência da Informação. TANENBAUM. além de sua aplicabilidade nas atividades integradas de segurança pública e seu campo de utilização em suas atividades ostensivas. Brasília. a disciplina pretende desenvolver aspectos que envolvem a atividade de inteligência policial no Estado de Pernambuco. difusão e armazenamento de documentos de inteligência 3. 4. ANTUNES. Emprego do efetivo de inteligência da PMPE. Exército Brasileiro). Tipos de documentos de inteligência 2. 2. 13. Produção. conhecimento e informação. BRASIL. bem como a estrutura do Sistema no Estado e suas funções específicas. Pedro Luis de Araújo.2. O papel da tecnologia da informação na gestão do conhecimento.1. Legislação pertinente ao Serviço de inteligência no Estado de Pernambuco 3.2.1. 2003. INTELIGÊNCIA DE SEGURANÇA PÚBLICA Carga Horária: 24 horas EMENTA: Perspectivada pela valorização da informação no âmbito das ações de segurança pública. Conselho Consultivo do Sisbin. Brasília.1. ANDREW. 2004.. Tipos de documentos 2. 2002. Ministério da Justiça. 2007. São Paulo: Campus. B. p. ed. Rio de Janeiro. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Conhecer a legislação que rege o Sistema Estadual de Inteligência de Segurança Pública.3. Priscila Carlos B.

Atividade de inteligência legislação correlata. A disciplina deve abordar aspectos que permitam a compreensão da moral. 5º) . com segurança. 2008. ética e deontologia e possibilite estabelecer relações de cidadania com a profissão e proporcionar conhecimentos para a sua vivência. GONÇALVES. Espionagem e democracia.3 Conceitos 1. Matriz Doutrinária para a Atividade de Inteligência de Segurança Pública: Relatório Técnico. 39 BRASIL. Consciência da realidade como condição para o exercício ético 2.4 Diferenças 2.1. CEPIK. FERRO JÚNIOR. O homem como agente e paciente do processo ético 2. Brasília: Fortium. social e político 4. Secretaria Nacional de Segurança Pública. há uma dimensão pedagógica no seu “fazer profissional” que requer que ele aja de acordo com os princípios éticos. Doutrinas 1. 2003. Moral e ética 1. Ministério da Justiça.4. Indivíduo e sociedade 2.1.1. Virtudes e atitudes éticas fundamentais 3. Deontologia Conceituação 3.3. Histórico 1. ÉTICA E CIDADANIA Carga Horária: 18 horas-aula EMENTA: O estudo da ética é de fundamental importância para que o profissional de segurança pública possa optar. 2009. O Eu agente e paciente das circuntâncias 2. Belo Horizonte: [s. Rio de Janeiro: FGV. entendendo o significado do seu exemplo como protagonista do bem estar social. A Inteligência e a Gestão da Informação Policial. Condições para ser uma profissão 3. 2005. Além disso. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. tão frequentes em seu cotidiano profissional. sobre sua conduta ao defrontar-se com as situações de dualidade.2. espiritual. O homem como ser emocional. Marco Aurélio. Joanisval Brito. Niterói.]. Celso Moreira.3. RJ: Impetus.n. Aspectos jurídicos 4. Constituição Federal (Art.2.2.

1988. 325 e 326 4. Constituição.5 Regulamento de Ética PBrofissional dos Militares do Estado de Pernambuco 4. 40 4.4 Declaração sobre a Polícia.1. 1988. New York: ONU. respeitando os . patriarcado e violência. 1988. Conceito 5. Porto Alegre: Artmed.3 Princípios básicos de cidadania para o policial militar 5.817. Brasília: Senado Federal.) Ética e pratica: uma visão multidisciplinar. 1969.6 Código Disciplinar dos Militares Estaduais de Pernambuco 5. CP..3. Porto Alegre: EDIPUCRS. art. Valores básicos 5. KIPPER.114. Constituição da República Federativa do Brasil. Iara Bongiovani. de 13 de março de 2000 – Regulamento de Ética Profissional dos Militares de Pernambuco. Código de Conduta para os Encarregados da Aplicação da Lei 4. do Conselho da Europa 4.2. 2002. ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS. Gênero. H. São Paulo: Fundação Perseu Abramo. Passo Fundo: CAPEC. Resolução 34/69: Código de Conduta para Funcionários Responsáveis pela Aplicação da Lei. mostrando e discutindo temáticas que elevam e constroem uma sociedade de base civilizatória. Ricardo Brisolla.4 O profissional de segurança pública no Estado Democrático de Direito REFERENCIAS BRASIL.2006. JARES. Délio José (Org. 2004. Cidadania 5. SAFIOTTI. de 24 de Julho de 2000 – Código Disciplinar dos Militares do Estado de Pernambuco. DIVERSIDADE ÉTNICO SOCIO-CULTURAL Carga Horária: 12 horas EMENTA: A partir das bases conceituais do Estado Democrático Brasileiro. Direitos Humanos: Coisa de Polícia. raciais e religiosos. Xesús. a disciplina deve abordar questões no sentido de desconstruir preconceitos étnicos.2. Educação para a paz: sua teoria e sua prática. DECRETO nº 22.BALESTRERI. LEI nº 11.

Cartilha Brasil sem Homofobia. Cultura um conceito antropologico.2 Principais temáticas abordadas 2. Roque de Barros. Disponível em: http://www.1 Conceitos de etnia e raça 1. Acesso em 18 Jul 2010. REFERENCIAS KUPER. Cartilha da Diversidade religiosa. Porto Alegue. Portugal: Edições 70. Bauru. 2006. Brasília. GIDDENS. 3. Introdução á Antropoogia. BARBURJANI. com relação as religiões de matriz africana 4. 2007. DF.2002.Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. 41 direitos de liberdade.2002. disponível em: http://www.406. 2005. 19ed. Lisboa. Claude. Preconceito e discriminação 2. 2004. DF.laicidade.. sobretudo. igualdade e fraternidade de uma nação formada por uma diversidade cultural imensa.gov.br. 2004. acesso em: 16 de ago..presidencia. Anthony. Constituição da República Federativa do Brasil. homofobia e a intolerância religiosa. Explanada dos Ministérios. Artmed. Explanada dos Ministérios. Presidência da Repúlica. Etnia e raça 1. Traduzido por Ricardo Alves do original em língua francesa da Association Suisse pour la Laïcité. RIVIÈRRE. A postura do profissional da área de Segurança Pública diante dos conflitos relacionados a diversidade 4.1.2 Principais temáticas abordadas 3. SP: EDUSC. Sociologia. a discriminação de gênero. 2007.org/documentacao/textos-criticos. A invenção das raças. Guido. Acesso em 20 Jul 2010./aspl. 10. 2010. Brasília. www.gov. Tipos de preconceitos e discriminações 3. Adam.presidencia. Cultura: a visão dos antropólogos. tendo nos seus agentes públicos o dever da preservação. LARRAIA..1 O modus operandis dos agentes de segurança pública diante da diversidade. Lei nº 10. .1 Diferentes formas de racismos existentes na sociedade contemporânea.2 Racismo institucional. São Paulo: Contexto. Disponível em. Presidência da Repúlica. Secretaria Especial dos Direitos Humanos..1 Conceitos de etnia e raça 2. 4ª Ed.br. Secretaria Especial dos Direitos Humanos.

presidencia.106.planalto. disponível em ww. Como os sistemas policiais modernos se desenvolveram? 1.2. 9.gov. Its Brasil. Acesso em 20 Jul 2010 Lei nº. disponível em: http://www.605.. Curso Direitos Humanos e Mediação de Conflitos. Acesso em 20 Jul 2010. 42 Lei nº 5. de 9 de janeiro de 2003.gov. A atuação policial diante dos crimes mais comuns . de 12 de fevereiro de 1998.639. Secretaria Epecial de Direitos Humanos. Acesso em 21 Jul 2010.br. salário e promoções 3.gov. cria condições para que os profissionais compreendam a importância social da atividade. A formação histórica da PMPE na primeira metade do século XIX 2. disponível em: www. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1.br/ccivil. disponível em: http://www. O policiamento da cidade do Recife 3. seu valor dentro da instituição e.2. Acesso em 20 Jul 2010 Lei nº 11645 de 2008.639.1. consequentemente.. de 28 de março de 2005.presidencia.br.br. A atividade policial militar na primeira metade do século XIX 3. Analise das relações entre polícia e sociedade 1.3. As necessidades de criação de uma polícia militarizada 2. Que tarefas cabem à polícia ao longo dos séculos? 1.1973.planalto.. A polícia Militar e conhecimento histórico 1.presidencia.gov. 2010.. Acesso em 21 Jul 2010. Além disso./L10./lei/L11645. facilitando a sua adaptação a profissão.br/ccivil_03/Leis/. A Polícia enquanto ator social 2.869. Os aspectos que envolvem o processo de formação histórica da PMPE é fundamental para analisar as diversas modalidades de policiamento ao longo dos séculos e refletir a respeito das funções do policiamento ao longo dos séculos.1.2. Lei nº 10.3.gov. Fardamento.4.1. 11. disponível em: http://www.1. Os primeiros policiais e o seu alistamento 2.] IDENTIDADE E CULTURA DA ORGANIZAÇÃO DA POLÍCIA MILITAR DE PERNAMBUCO Carga Horária: 12 horas EMENTA: O conhecimento e reconhecimento da própria história são fundamentais na formação da identidade e sentimento de adesão grupal. Lei nº 11.

2004.2 – Uma polícia republicana 6. José Murilo de (Org. do Autor.2 A participação da Força Policial de Pernambuco na Guerra do Paraguai (1865 – 1870) 6.3. . O interior do Estado de Pernambuco – As tropas volantes e o combate ao cangaço.1 – As primeiras tropas Volantes 8.1 A participação da Força Policial de Pernambuco nas rebeliões regenciais 5. 2007. História da polícia militar Pernambuco: análise & comentários.).2 . Os principais tipos de crimes 4.3 – De mercado a quartel . A Força Policial de Pernambuco e o Estado Novo (1937-1945) e as novas modalidades de policiamento 9. policiais.2 – A polícia dos jornais 9.1 – O efetivo policial no início do século XX 6. CAVALCANTI.4 – Os “nazarenos” e o soldado do sertão 8. conflitos urbanos 7. “coronéis”.1 – O policiamento nos bairros afastados do Recife 7.1.2 – Cangaceiros contra volantes 8.3 – Fardamento e armamento 8.6 – O fim das volantes. contratados. Nação e cidadania no império: novos horizontes.1 – A Força Policial de Pernambuco e a construção da ordem 9. A Proclamação da República e Brigada Militar de Pernambuco 6.O quartel do Derby e sua importância histórica 7. Carlos Bezerra. Olinda-PE: Ed.3 – A Força Policial de Pernambuco e a Segunda Guerra Mundial REFERENCIAS CARVALHO. 9. Os principais pontos de desordens e a atuação policial 5. A urbanização do Recife e o desenvolvimento do policiamento na primeira metade do século XX 7. A manutenção da ordem na cidade do Recife na segunda metade do século XIX 4. coiteros e cangaceiros o universo volante 8.A primeiras ações de choque.3 – As novas modalidades de policiamento 8. 5. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira. Recife um cidade de grandes mobilizações e inquietações as dificuldades da atividade policial militar 4. 43 4. A participação da Força Policial de Pernambuco em conflitos bélicos.5 – “Cachimbos”. internos e externos ao longo do século XIX.2. 8.

Aspectos Legais da Abordagem 1. do CPPM) 1. O outro lado do cangaço: as forças volantes em Pernambuco: 1922- 1938.8. 1894 – 1933.6. Centro de Estudos de História Municipal. alinhado a conhecimentos técnicos e táticos profissionais. CAVALCANTI. FUNDAJ. Roberto Pedrosa. abordagens policiais. Carlos Bezerra. Jorge Luis. do STF) 2.4. 234. Art. Recife. Frederico Pernambucano de. MOURA. Busca Pessoal (arts. 244 e 249. com base em preceitos éticos. Recife. Recife: Ed. Prisão (CF/88) 1. 2002. promovendo os direitos humanos e fortalecendo a cidadania CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. coercibilidade 1. 2004. do Autor. Poder de Polícia 1. 1996. de forma prática.1. Recife: Fundação de Cultura Cidade do Recife.2. TORRES FILHO. Recife: Fundarpe. §2º e 242. CP) 1. Ed. o banditismo no Nordeste do Brasil. Técnicas e Táticas Individuais e em Duplas . do CPP e arts.5. 1985. 144. Lampião: memórias de um oficial ex-comandante de forças volantes. Epopéia de Bravos Guerreiros. Recife: Gráfica Editora do Recife. ABORDAGEM Carga Horária: 60 horas EMENTA: A Disciplina foi concebida em face da necessidade de ensinar e preparar o candidato aprovado no certame a efetuar. §1º. do CPPM e Súmula Vinculante nº 11.7. Recife. auto-executoriedade. Circunstâncias a serem observadas durante o patrulhamento 3. O miserável soldo & a boa ordem da sociedade colonial: militarização e marginalidade na Capitania de Pernambuco dos séculos XVII e XVIII. um bravo militar. Massangana.1. MONTEIRO. Guerreiros do sol. 150. 1953. Pernambuco no tempo do cangaço: Theophanes Ferraz Torres. João Gomes da.2. Lampião: Memórias de um soldado de volante. Geraldo Ferraz de Sá. 1990 MELLO. Busca Domiciliar (art. Procedimentos no Radiopatrulhamento 2.3. LIRA. Discricionariedade. CF/88 1. SILVA. Conceito 1. Optato. Kalina Vanderlei. 180 a 183. Uso de Algemas (art. Funções e procedimentos individuais do radiopatrulheiro 2. 2001. 44 GUEIRROS.

Técnicas de Varreduras 6.2. Código Penal. Escadarias e corredores 6. Abordagem a veículos de quatro rodas 5. Busca Pessoal (busca completa.5.7. Controle de cano 3. Decreto-Lei nº 3. Princípios da Abordagem 4.5.6.1.689.5. Técnicas de abordagem a pessoas isoladas 4.1. Técnicas de abordagem a pessoas em grupo 4.4. Rio de Janeiro: 1941.3. Técnicas de uso de algemas 5. Abordagem a ônibus e caminhões 5. Abordagem a Pessoas 4.2.6. Técnicas de entradas 6. Bloqueio 6. Abordagem a Veículos 5. Decreto-Lei nº 2.4. Retenção de armas 3. BRASIL. Posicionamento da equipe na viatura 5. . 45 3. Transposição de Obstáculos 6.Tipos de Porte 3. Regras a serem seguidas durante uma abordagem a pessoa em atitude suspeita 4. de 03 de outubro de 1941.4. Condução de preso em xadrez ou no interior da viatura 5.3. Código de Processo Penal. minuciosa e preliminar) 4.3.3. Constituição da República Federativa do Brasil.848.6.2. Processos da Abordagem 4. Táticas em dupla 4. Abordagem a Edificações 6. Brasília: Senado Federal. Saque 3. Progressão em área urbana 6. Rio de Janeiro: 1940. BRASIL.4. 1990. Operações simuladas REFERENCIAS BRASIL. Abordagem a veículos de duas rodas 5. de 07 de dezembro de 1940.2.1.5.1. Constituição (1988).

de 20 de julho de 2010. conhecimentos básicos necessários à sustentação dos procedimentos e atitudes que deverão ser adotadas por esses agentes na preservação da prova. Estatuto da Igualdade Racial. Estatuto da Criança e do Adolescente. Brasília. 2003. 2008. Noções gerais de local de crime e investigação policial . Lei nº 12. de 24 de novembro de 2003. Lei nº 11. de 7 de agosto de 2006 (Lei Maria da Penha). o Código Penal e a Lei de Execução Penal. Ministério da Justiça e Secretaria Especial dos Direitos Humanos.288. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. 226 da Constituição Federal. Guia de Direitos Humanos: conduta ética. Lei nº 10. da Convenção sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra as Mulheres e da Convenção Interamericana para Prevenir. BRASIL. Institui o Estatuto da Igualdade Racial. de 24 de julho de 1985. de 13 de julho de 1990. e 10. A utilização de técnicas de preservação da prova e isolamento de locais de crime promoverá as condições necessárias para o trabalho de preservação da prova criminal. BRASIL. dispõe sobre a criação dos Juizados de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher. BRASIL. de 1º de outubro de 2003. 1990. permissões e autorizações nos casos que menciona e dá outras providencias. Brasília. Brasília. 2010. 46 BRASIL. Lei nº 8. nos termos do § 8o do art. de 15 de fevereiro de 1991. enfim. e dá outras providências. Decreto nº 40. Mantém concessões. Além disso. Brasília. seja ela material ou subjetiva. Dispõe sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente e dá outras providências. Cria mecanismos para coibir a violência doméstica e familiar contra a mulher. de 5 de janeiro de 1989. Convenção contra a tortura e outros tratamentos ou penas cruéis. Brasília.347. altera as Leis nº 7.029. altera o Código de Processo Penal. BRASIL. pretende-se criar condições para que o profissional da área de segurança pública possa ter a compreensão das peculiaridades do local de crime e da investigação policial.716.069. de 13 de abril de 1995. técnica e legal para Instituições Policiais Militares. 2006.340. Brasília. a partir da legislação pertinente ao tema. 1991. 7.741.778. Punir e Erradicar a Violência contra a Mulher. Estatuto do Idoso. BRASIL. desenvolver a capacidade de refletir sobre sua a atuação do primeiro profissional de segurança no local de crime e a atuação da autoridade policial ao chegar ao local de crime. 9. Dispõe sobre o Estatuto do Idoso e dá outras providências. desumanos ou degradantes (CCT). PRESERVAÇÃO E VALORIZAÇÃO DA PROVA Carga Horária: 12 horas EMENTA: Partindo do pressuposto legal da preservação dos locais de crime.

Prova e sua classificação. Orientações em segurança pública. parentes da vítima e/ou populares em geral. 1999. evidências e indícios. ed. 2003. no caso do efetivo da Polícia Militar ainda mais. Tipos de vestígios ou evidências. Campinas: Millennium. Dinâmica dos acidentes de trânsito: análises e reconstruções. uma vez que em quase todas as ocorrências que a PMPE atende ou apóia tem a situação de risco de ferimentos e morte. Balística forense. DOREA. 47 2. Técnicas de abordagem. elemento. CRUZ.4 Tarefas da autoridade policial ao chegar ao local de crime REFERENCIAS ARAGÃO. 2007. ed. Domingos. 8.2 A relação entre os diferentes profissionais de segurança pública na cena do crime. meio e instrumento. produção e aspectos legais na relação com as atribuições e competências nas fases policial e judicial. ed. 2. falsa perícia. Campinas: Millennium. TOCCHETTO. Daniel. 2006. Local de crime. O conhecimento técnico de . Porto Alegre: Sagra Luzzatto. NOBORU. L. técnicas de isolamento e de preservação. ed. Marukawa.. 1 Características próprias as competências de cada organização de segurança pública.1 A Prova material: Vestígios. Campinas: Millennium. Local de crime: isolamento e preservação. 2003. 2. 4. vítimas e suspeitos. exames periciais e investigação criminal. Características especiais de vestígios encontrados na cena de crime. 4. 2. NEGRINE NETTO. Circunstâncias e condições especiais a serem consideradas. 4. Tarefas do primeiro profissional de Segurança Pública no local de crime 4. Falso testemunho. preservação. Abordagem de testemunhas. Alberi. 2. 2. Brasília: Alberi Espindula. FELIPETTO. Protocolos de procedimentos no local de crime. 2. Luiz Eduardo. Rodrigo.2 Prova subjetiva: Conceito e valor jurídico. 3. Oswaldo. Preservação da prova material. estrutura analítica. 2003.3 Trato com a imprensa. ATENDIMENTO PRE-HOSPITALAR (NIVEL BÁSICO) Carga Horária: 18 horas EMENTA: Primeiros socorros é uma competência básica inerente a qualquer cidadão. 4. Alexandre. classificação. KLEINUBING. Acidentes de trânsito: aspectos técnicos e jurídicos. 2003. Londrina: Instituto de Criminalística. Ranvier Feitosa. Campinas: Millennium. ESPINDULA. Local de crime: definição.

procurando por lesões que acometam a sua vida nos primeiros minutos do acidente.4 Uso de Desfibrilador. Hemorragias e hemostasia. 10. como o CFSD. APH- Básico. é uma das colunas essenciais para o rol de serviços realizado pelos Policiais Militares.2 assistência respiratória. Utilizar medidas de segurança para redução da exposição do Bombeiro Militar aos agentes biológicos. mais profissionais devem estar preparados para iniciar uma conduta que garanta vida e sobrevida sem seqüelas ou agravos decorrentes do atendimento. Ante o número crescente de vitimizados por traumas. . 6. 9. exame cefalo-caudal. Lesões ambientais e noções de remoção. bem como a fundamentação do conhecimento passa pelas linhas acadêmicas nos cursos de primeira entrada.1 Causas e consequências de uma parada cardíaca e respiratória. 12. . Reanimação cardiopulmonar 8. 2. 8. 13. pelo que. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Avaliação primária. 3. Noções de rolamentos. 2012. proporá ações exitosas na realização ou apoio de atendimentos que envolvam feridos. Aplicar corretamente os equipamentos e proteção individual 4. 8. 48 atendimento pré-hospitalar. Estado de choque. Realizar exame rápido na vítima. MATTOS. mesmo que básico. D. Rio de Janeiro: Elsevier. Desobstruir vias aéreas com obstrução severa nas vítimas em pé ou deitada 8.3 massagem cardíaca externa e ventilação artificial 8. elevações e transporte de vitimados REFERENCIAS ALFARO. correlações cinemática do trauma e possíveis lesões da vítima. 11. 5. quantificação de sinais vitais. Atendimento Pré-Hospitalar ao Traumatizado PHTLS. H. Avaliação secundária. Classificação das queimaduras quanto a sua profundidade e extensão. Atributos e Biossegurança. inclusive com manobras de abertura das vias aéreas superiores. Desobstrução de vias aéreas 7.

ANETTI. Marcelo D.3 Desmontagem e montagem do armamento a ser utilizado (PRIMEIRO ESCALÃO) .40. Matheus. erros estes que muitas vezes acarretam em danos irreparáveis para o policial. 2000. Fernando S. Suporte avançado de vida em cardiologia: livro do profissional de saúde. OLIVEIRA. Munição e Tiro de Defesa 1. São Paulo: Atheneu. Introdução à disciplina de Armamento. TEIXEIRA JR. 2002. Et al. 1.. São Paulo: ABHO. PAROLIN. Geriatria: fundamentos. TORLONI. Emergências traumáticas e não traumáticas: manual do residente e do estudante. Os ensinamentos práticos e teóricos devem enfocar a necessidade da adequada utilização do armamento na proteção da sociedade. Curitiba: Atheneu. no que se refere ao Tiro de Defesa. A instrução tem por objetivo proporcionar aos discentes conhecimentos teóricos e práticos para a correta utilização do armamento utilizado pela Corporação. Mônica Koncke Fiúza. Beatriz Ferreira Monteiro. Trauma: atendimento pré-hospitalar. São Paulo: Atheneu. 2004. São Paulo: Atheneu. mostrando casos reais de sucesso e de fracasso já acontecidos. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. 2008. M. Anatomia do movimento.1 Uso correto da arma de fogo. VIEIRA. 2007. Edison do Vale. PAPALÉU NETTO. clínica e terapêutica. Eurico Thomas. Maurício. MUNIÇÃO E TIRO DE DEFESA Carga Horária: 80 horas EMENTA: A instrução de tiro visa capacitar tática e tecnicamente os agentes de defesa social para o emprego do armamento em defesa da sociedade e com o fito de minimizar ou até mesmo eliminar a possibilidade de erros durante seu emprego. Manual Básico de Socorro de Emergência. Metralhadora FAMAE calíbre . 2001. A disciplina Armamento. Porto Alegre: Artmed. Manual de proteção respiratória. Tradução de Nilda Maria Farias de Albernaz. com observância dos princípios legais da utilização da força e dos direitos humanos.40 e Espingarda calíbre 12) 1. Robert S.2 Armas utilizadas pela PMPE (Pistola calíbre .PHTLS – Prehospital Trauma Life Support – Conselho Americano de Cirurgiões 2009 ARMAMENTO. 49 AMERICAN HEART ASSOCIATION. Munição e Tiro de Defesa tem uma importância indiscutível na formação dos futuros Soldados da PMPE. São Paulo: Prous Science. Raul S. ALVAREZ. para o cidadão ou para o agressor envolvido na ação. COIMBRA. CARVALHO FILHO. et al. Antônio Vladimir. 2003. BENHKE..

4.40.40. 50 2. PMPE. tiro instintivo com a FAMAE calíbre . de joelhos e deitado.40 fundamentos do tiro: 3. em segurança.40 em Estande de Tiro: 7. além de Legislação diversas envolvendo arma de fogo 6.1Manejo com a submetralhadora FAMAE calíbre .1 Tiro com barricada (à esquerda/à direita) nas posições de pé. Instrução prática com Pistola calibre . Regras de segurança em estande de tiro. nas posições em pé. ONU.40 e com a Espingarda calíbre 12 : 4. Capitão.1 Tiros instintivos de 5 a 7 metros (Double-tap) com varredura.2 Testes de balística realizados no estande de tiro com as munições citadas. Instrução prática com Pistola calíbre . 7. garrafas plásticas com água e botijão de GLP cheio): 2. 8. Tipos de munições. Manual de Tiro Policial. 6. 6.1 Tiros de precisão com a pistola calíbre .40.40 e com a Espingarda calíbre 12 em Estande de Tiro: 9. além de outros exercícios de tiro. 3.2 Transição de armas. Instrução prática com Metralhadora FAMAE calíbre . nas posições de pé e de joelhos.2 Tiros com a Espingarda calíbre 12.40.1 Tiros de precisão (fundamentos) com a FAMAE caíbre . 5. assim como com a Espingarda calíbre 12. Editora Del Prado. manejo com a Pistola calíbre . assistir aos vídeos de testes já realizados. 2. Wellington Bezerra. 9.40 em Estande de Tiro: 8. Coleção Armas Ligeiras de Fogo. atuando nas diferentes posições de tiro.3 Solução de panes. Princípios básicos sobre a utilização da força e de armas de fogo pelos funcionários .1 Tipos de munições utilizadas pela PMPE e outras existentes. 9.40. porte e utilização de armas de fogo de uso permitido por Militares Estaduais da Corporação (Portaria Normativa do Comandante Geral nº 025. Normas reguladoras da aquisição.1996. de 5 a 7 metros do alvo.1 Manejos diversos com a Pistola calíbre . atuando nas posições. também sendo inseridos exercícios de recarga(tática e emergencial). Manejo com a Submetralhadora FAMAE calíbre . de joelhos e deitados. registro. ou ainda. de 13 FEV 2009). REFERÊNCIAS CÂMARA JÚNIOR. exercício balístico sobre os efeitos de projéteis em materiais variados (melancias. Tiro com barricada: 6.

exijam o emprego de algum nível de força pelo operador no exercício de suas responsabilidades profissionais. controles de contato ou controle de mãos livres. Constituições Estaduais. angariando assim singular vantagem tática necessária à resolução de situações complexas. lesões corporais. Código de Processo Penal. Declaração Universal dos Direitos Humanos. 51 responsáveis pela aplicação da lei. Manual “O Tiro Defensivo na Preservação da Vida” – 513 – Manual da Pistola Semi-automática . São Paulo. Propostas de modelos de uso progressivo da força (FLETC.40 S&W. Nilson. Nilson. GIUESPIE REMSBERG CANADENSE. Análises comparativas dos Modelos do Uso da Força.ONU. NASHVILE. Código Tributário Nacional. técnicas de submissão. táticas defensivas não letais e tiro policial defensivo). 5. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. 4. PHOENIX. GIRALDI. PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO. excesso e outros). 2. verbalização. 3. treinamento e adequado aporte logístico permite que os policiais possam reagir adequadamente frente a possível ameaça e. estadual e nacional aplicáveis ao uso da força: Princípios básicos do Uso da Força e da Arma de Fogo. desacato. USO DIFERENCIADO DA FORÇA Carga Horária: 20 horas EMENTA: Ao lidar com situações potencialmente perigosas e imprevisíveis os profissionais de segurança pública costumam ter muito pouco tempo para avaliar e determinar o nível de resposta apropriada ao evento que requer a sua atuação. DVD “O Tiro Defensivo na Preservação da Vida – Método Giraldi”.POP- PMGO). desobediência. Constituição Federal. ainda que essas. Fundamentos técnicos do uso da força pelos profissionais de Segurança Pública (presença. São Paulo. Princípios legais (excludente de criminalidade. . Aspectos legais e éticos do uso da força (legislação internacional. tortura. A disciplina se propõe desenvolver o profissional da área de segurança pública para que possa analisar as peculiaridades dos aspectos legais e técnicos no uso da força a partir de procedimentos e táticas para tomada de postura adequada e proporcional à resistência e/ou a agressão recebida. danos morais. GIRALDI. Código de Conduta dos Profissionais dos órgãos de Segurança Pública). de forma eficaz e segura responder conscientemente. Código Penal. o conhecimento técnico. Nesse sentido. quando necessário.

Uso da força e ostensividade na ação policial. 1994. DEFESA PESSOAL POLICIAL Carga Horária: 40 horas EMENTA: Diante do debate do uso da força. Brasília: 2010. ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS. agressivo). esta disciplina tem papel fundamental na garantia da preparação do profissional para defesa . Polícia. Proposta de um modelo básico do Uso Progressivo a ser adotado pelos órgãos de Segurança Pública. ortogado pelo Estado aos agentes de segurança pública. LIMA. 2001. resistente ativo. táticas de defesa. Código de Conduta para os Funcionários Responsáveis pela Aplicação da Lei: 1979. João Cavalim de. BRASIL.. movimento e voz). 19. Carlos Magno Nazareth. Aspectos do trabalho policial. Coleção Polícia e Sociedade 8. Elementos do uso da força (armas e equipamentos. resistente passivo. Tipos de respostas do uso da força pelos profissionais de segurança pública (encontro cooperativo.nº 20 -. Rio de Janeiro. Egon. Polícia Militar de Minas Gerais. CERQUEIRA. 1999.226. ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS. CORRÊA. D. ano VII.. São Paulo: EDUSP. encontro resistente. 2003. REFERÊNCIAS BITTNER. Belo Horizonte. Uso da força letal pela polícia do Rio de Janeiro: os fatos e o debate. A Capacidade do uso da força como função nuclear no papel da polícia. Jacqueline. Marcelo Vladimir. período de 1998 a 2000. Curitiba: Juruá. 7. Belo Horizonte. 52 6. Ignácio. Atividade Policial e Confronto Armado. Conjuntura Política: Boletim de Análise do Departamento de Política da UFMG. Portaria Interministerial nº 4. n. Revista Arché Interdisciplinar. restrições. ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS. PROENÇA JR. violência e Direitos Humanos. de 31 de dezembro de 2010. Estabelece Diretrizes sobre o Uso da Força pelos Agentes de Segurança Pública. 1998. E.Série cadernos de polícia . 8. DINIZ. CANO. Princípios Orientadores para Aplicação Efetiva do Código de Conduta para os Funcionários Responsáveis pela Aplicação da Lei: 1989. Crime Organizado e Política de Segurança Pública no Rio de Janeiro. Abordagem policial militar no patrulhamento motorizado face ao treinamento profissional específico no 8º RPM. 2005. Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro . Ministério da Justiça e Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República. Princípios Básicos sobre o Uso da Força e Armas de Fogo pelos Funcionários Responsáveis pela Aplicação da Lei (PBUFAF): 1990. MUNIZ.

53 do próprio policial e/ou de terceiros que estejam sendo vítimas de ofensas físicas. ROBERT. Gozo.1. Condicionamento para defesa de ataque com quedas (Rolamentos) 1. TÉCNICAS DE IMOBILIZAÇÕES POLICIAIS E UTILIZAÇÃO DE ALGEMAS . Koichi. (1991). Defesa com tomada de revólver/pistola por trás. DUNCAN. que têm como função promover a segurança pública. 1. Belo Horizonte: Academia de Polícia Militar.3. Oswaldo. proporcionando o conhecimento sobre as Técnicas de Defesa Pessoal e de imobilizações táticas necessárias. 4. Tóquio. 4. Judô katas. 1. Defesa de arma de fogo. Os integrantes das organizações policiais. São Paulo. Sikido: la pratica. Defesa de agressão com faca por cima. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Defesa de agressão com faca pela lateral. (1968). LASSERRE. 15ª Edição. Buenos Aires. com tomada por antecipação ao saque. Técnicas de Manuseio Básico do Bastão (PR-24) TONFA 1. O judô. Defesa de agressão com faca pela frente.1. 3ª Edição. SHIODA. 5. Editorial Glem. 4. (1979). Defesa com tomada de revólver/pistola pela frente. Kisshomaru. (1986).2. Manuseio Básico de Imobilizações com Tonfa. para a preservação da integridade física do policial e de terceiros no exercício legal de suas atribuições. Técnicas de defesa contra agressão com faca.2. Dinamic aikido. 1.1. Manual de ataque e defesa. Aikido y autodefesa. 4. Madri. (1977). 1. Queda lateral. necessitam de treinamentos constantes para proporcionar essa segurança e proteção aos membros da sociedade. UESSHIBA. 4ª Edição. Queda para frente. Albano Augusto Pinto. Manuseio Básico de Defesas com tonfa. Editorial Noticias. 4.4. Rio de Janeiro.3. Editorial Eyra. Portugal. Robert. Kodansha Internacional. Atemis e jiu-jitsu.5. 4. Luis. Queda para trás.6. TOHEI. Tecnoprint. Mestre Jou. (1990). REFERENCIAS CORREA FILHO.3.2. Manuseio Básico de ataques com Tonfa. arma de fogo e bastão 4.

devido a sua velocidade e raio de ação. Técnicas individuais de colocação de algemas. 5. Brasília. 6. Técnicas individuais de imobilizações policiais. Técnicas em equipe para levantamento e condução do suspeito/preso algemado ao solo. Estabelece Diretrizes sobre o Uso da Força pelos Agentes de Segurança Pública. ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS. técnica e legal para Instituições Policiais Militares. Técnicas em dupla de imobilizações policiais. 54 Carga Horária: 20 horas EMENTA: Os integrantes das instituições policiais. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO . ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS. 9. Guia de Direitos Humanos: conduta ética. Conjunto de Princípios para a Proteção TÉCNICAS DE RADIOPATRULHAMENTO Carga Horária: 40 horas EMENTA: O radiopatrulhamento é a modalidade de policiamento utilizada com maior frequência dentro das corporações policiais. 3. 8.226. Código de Conduta para os Funcionários Responsáveis pela Aplicação da Lei: 1979. Ministério da Justiça e Secretaria Especial dos Direitos Humanos. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. de 31 de dezembro de 2010. Ministério da Justiça e Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República.las com eficácia e em consonância com os direitos e a dignidade da pessoa humana. 2008. Técnicas em equipe para colocação de algemas. BRASIL. Brasília: 2010. Técnica individual para levantamento e condução do suspeito/preso algemado ao solo. Técnicas em dupla para levantamento e condução do suspeito/preso algemado ao solo. 4. Técnicas em dupla para colocação de algemas. 2. Portanto faz-se necessário que o PM envolvido neste tipo de policiamento saiba desempenhá-lo com eficácia como também tenha a preparação para livrar-se de situação de crises. necessitam de treinamentos constantes com técnicas eficientes que lhes proporcionem segurança e autoconfiança para que possam aplicá. REFERÊNCIAS BRASIL. Brasília:. 7. Técnicas em equipe de imobilizações policiais. Portaria Interministerial nº 4. que têm como função promover a segurança e a manutenção da ordem pública.

São Paulo: Edusp. 55 1. REFERÊNCIAS: BAYLEY. Padrões de policiamento. Posicionamento da viatura com relação ao objetivo tático. 17 Exercícios simulados de ocorrências envolvendo combate urbano. O que faz a polícia: Sociologia da força pública. becos e vielas. 7. 8. 16.6 Progressões em escadarias. bem como dos patrulheiros. 2. 15. . Atribuições de cada patrulheiro durante as abordagens. Utilização e emprego de algemas comuns e improvisadas. 13. 9.3 Atribuições de cada componente da patrulha.4 Deslocamentos por lanços. Procedimentos operacionais durante o período noturno. Procedimentos individuais a serem adotados por cada um dos patrulheiros durante o serviço operacional. David. Tipos de policiamento desenvolvidos pelos integrantes do Batalhão de Polícia de Radiopatrulha. Técnicas de embarque e desembarque de viaturas e formas de aproximação aos objetivos. 3. Técnicas e táticas individuais e em duplas. 11. Procedimentos dos motoristas em estacionamentos e durante o deslocamento a pé dos integrantes da guarnição.2 Organização geral de uma patrulha urbana. 6. 12. Materiais essenciais que devem ser conduzidos pelos patrulheiros das guarnições táticas e especiais. 10. Série Polícia e Sociedade. n. 15.1 Segurança 360 (trezentos e sessenta graus) durante a ação em determinado objetivo. Emprego de técnicas de transposição de obstáculos. São Paulo: EDUSP. 4. Dominique. 2002 MONJARDET. ruas. Patrulha urbana. Posicionamentos dos patrulheiros durante paradas e estacionamentos rotineiros. 15. 15. 15. corredores. 14 Situações de ocorrências policiais em diversos graus de dificuldade. 2003. Segurança individual e coletiva durante deslocamentos e buscas pessoais a serem feitas pela patrulha urbana. 16. 15.5 Posicionamento de cada patrulheiro durante os deslocamentos. 15.1 Classificação das patrulhas. 10. 5. Funções de cada componente das guarnições especiais.

etapas de aproximação e de preservação de local de crime. objetivando. 1. Citação de doutrina sobre tipos de imunidades a que estão investidas certas autoridades distinguindo-as as que são de caráter transitória ou permanente. In: TONRY Michael.1 Procedimento em local de crime tendo pessoa como vítima.1 Emprego das algemas em audiência judicial. militares e profissionais de outra força policial.3 Custódia de meliantes em hospitais. 4.2 Preservação de local de sinistro de trânsito com vítima ou sem vítima.2 Escolta de preso. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. 4. 2. 56 MONKKONEN. 2008. (Org) Nancy Cárdia. Instruções para o preenchimento dos campos da 1ª parte do Boletim de Ocorrência (Manual de Procedimento em Ocorrência/PMPE. pautar as ações policiais nos ditames técnicos. Tomadas de decisões procedimentais para ocorrências envolvendo autoridades. MORRIS. 3. 5. Controle da criminalidade e segurança pública na Nova Ordem Constitucional. Tradução de Jacy Cárdia Ghirotti. 2. adotando os procedimentos administrativos e operacionais específicos em ocorrências. Série Polícia e Sociedade. contidas na Súmula Vinculante nº 11 do STF. págs 111 a 117). 2003. Orientação quando da responsabilidade administrativa. São Paulo: Edusp.). Norval (Orgs. Instruções para o preenchimento dos campos da 2ª parte do Boletim de Ocorrência (Manual de Procedimento em Ocorrência/PMPE. penal e civil do preenchimento do BO. Jorge. penal e civil do preenchimento do BO. nesse contexto. 7. 4. Policiamento moderno. PROCEDIMENTO EM OCORRÊNCIAS Carga Horária: 30 horas EMENTA: A presente disciplina visa nortear os discentes (Al CFSd 2015). Citação das condições para o emprego das algemas em ocorrências. n.1 Procedimento de condução de ocorrência afim. 6.1.1 Orientação quando da responsabilidade administrativa. 3. História da polícia urbana. Rio de Janeiro: Forense. quando na execução do policiamento ostensivo geral comunitário. 3. 3. contidas no Manual de Procedimento em Ocorrência/PMPE (págs. págs 118 a 121). SILVA. legais. 84 a 89). . 4. Princípios de Segurança.3 Legislação que autoriza a remoção de pessoa/objeto de local de crime. éticos e da preservação da garantia dos direitos fundamentais da pessoa humana. à tomada de decisão. 6. Eric H.

2002.. Diferenciação entre as tipificações penais contidas nos artigos do Estatuto do Desarmamento. contravenção penal. 1997 BIANCO.. POLICIA MILITAR DE PERNAMBUCO. A. Legislação federal que regula as sanções criminais ao traficante e o usuário de entorpecente. 12. Diferenciação de tipos de pessoas. violência e segurança pública no Brasil: uma discussão sobre as bases de dados e questões metodológicas. crime ambiental e/ou infração de trânsito. Fórum de debates criminalidade. Estratégias de intervenção policial no Estado contemporâneo. Coleção Polícia e Sociedade 1. s. por suas características que estão inseridas no grupo de vulneráveis. 2008. KANT DE LIMA. 2001. David H. 9. REFERÊNCIAS BAYLEY. Manual de Procedimento em Ocorrências.Padrões de policiamento: uma análise internacionalmente comparativa. 57 7. Efetuação da abordagem(aproximação). O sistema de justiça criminal no Brasil: dilemas e paradoxos. S. Revista Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas – Ipea. Lei Municipal do Recife que Regula horário de funcionamento de instrumentos sonoros.1 Sunor que regula arma de fogo no âmbito da Corporação. São Paulo: EDUSP.: as bases de dados policiais. TECNICA DE POLICIAMENTO OSTENSIVO Carga Horária: 60 horas . David H. l.. BAYLEY. 8. 2001. 10. São Paulo: EDUSP. São Paulo. polícia e democracia.: Illanud. 1º Encontro: Conceituação de sistema de justiça criminal. PERALVA. 12. 2000. In: Das políticas de segurança pública às políticas públicas de segurança . 11. Prevenção primária. 8. ADORNO. do gerenciamento e do encaminhamentos às instituições especializadas que tratam desses grupos. Criando uma teoria de policiamento: padrões de policiamento.Tempo Social.1 Compreensão das principais lesões à saúde devido a intensidade dos decibéis. Citação das atribuições dos agentes de instituições públicas responsáveis para coibir tal evento (Cartilha do MPPE). A. Diferenciação de quando se caracteriza crime contra a pessoa. R.2Sunor que regula o extravio de arma de fogo carga da corporação. 8.

58

EMENTA: O conhecimento teórico acerca do papel da PMPE no sistema de Defesa Social, através
da atuação do policiamento ordinário e/ou do emprego das tropas especializadas na manutenção e
restauração da ordem pública, deve fazer parte da formação policial de forma que ele possa bem
atuar na sua vida profissional conhecendo as modalidades encontradas na PMPE.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. Conceitos básicos do Policiamento Ostensivo
Conceituar Constituição Federal, Poder de Polícia e seus atributos, Polícia Militar, Segurança
Pública, Ordem pública, Preservação da Ordem Pública, Defesa Pública, Policiamento Ostensivo,
Polícia Ostensiva, Tática e Técnica Policial Militar, Região, área, sub-área, setor, sub-setor e Posto,
Patrulha e itinerário de Patrulhamento, Local de risco, Ocorrência Policial Militar, Ação Policial
Militar e Operação Policial Militar, Fração elementar e Fração constituída e Sistemas de
Policiamento.
2. Características do Policiamento Ostensivo
2.1 – Ação Pública
2.2 – Totalidade
2.3 – Dinâmica
2.4 – Legalidade
2.5 – Ação de presença
3. Princípios do Policiamento Ostensivo
3.1 – Universalidade
3.2 – Responsabilidade territorial
3.3 – Continuidade
3.4 – Efetividade
3.5 – Aplicação
3.6 – Isenção
3.7 – Emprego lógico
3.8 – Antecipação
3.9 – Profundidade
3.10 – Unidade de comando
3.11 - Objetivo
4. Variáveis do Policiamento Ostensivo
4.1 – Conceito
8.3. – Tipos de Policiamento Ostensivo
8.4. – Processos

59

8.5. – Modalidades
8.6. – Circunstâncias
8.7. – Lugar
8.8. – Número
8.10– Forma
8.11– Tempo
5. Procedimentos básicos durante a execução do PO
5.1 – Conceito
5.2 – Requisitos básicos
5.3 – Formas de empenho em ocorrências
6. Órgãos do sistema de segurança pública e relacionados
6.1 – Polícia Militar
6.2 – Polícia Civil
6.3 – Polícia Federal
6.4 – Polícia Rodoviária Federal
6.5 – Polícia Ferroviária Federal
6.6 – Sistema Penitenciário
6.7 – Poder Judiciário
6.8 – Ministério Público
7. Policiamento executado pelas OMEs especializadas da PMPE
7.1 – BPChoque
7.2 – BPRp
7.3 – 1ª CIOE
7.4 – 1º BPTran
7.5 – CIPOMA
7.6 – BPRv
7.7 – CIOSAC
7.8 – CIATUR
7.9 – CIPCães
7.10 – CIPMoto
8. Policiamento Ostensivo de trânsito
8.1 – Legalidade;
8.2 – Prevenção de acidentes e educação no trânsito;
8.3 – Sinalização: gestos, apitos e controle de semáforos;
8.4 - Acidentes de trânsito;

60

8.5 - Verificação de documentos obrigatórios;
8.6 - Número de Identificação Veicular (VIN);
8.7 - Direção defensiva e normas gerais de circulação;
8.8 - Relacionamento com o público, interceptação e abordagem de condutores.
9. Realização de Escoltas
9.1 - Normas gerais de escolta;
9.2 – Procedimentos quando do recebimento, condução e entrega do preso;
9.3 - Escolta em velórios, hospitais e em fóruns de justiça

REFERÊNCIAS
BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil de 1988
______. Código de Trânsito Brasileiro . 1997
______. Manual de Policiamento Ostensivo . Inspetoria Geral das Polícias Militares.
MANUAL DE POLÍCIA MONTADA ( M-9 ) PMERJ, Cel PMERJ Manoel Elysio dos Santos
Filho, 1988.
POLÍCIA MILITAR DE PERNAMBUCO. Manual de Técnicas de Abordagem, Recife-PE, Polícia
Militar de Pernambuco, 2002.
_______. Plano de Articulação 2004
POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO. M-14-PM, Manual de Policiamento
Ostensivo. 1997.
POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE RIO DE JANEIRO. M-4, Manual de Policiamento
Ostensivo,
SECRETARIA DE DEFESA SOCIAL. POPs (Procedimentos Operacionais Padrão), 2013

PRÁTICA POLICIAL
Carga Horária: 120 horas
EMENTA: Por ser praticamente a última matéria a ser vista no curso, reveste-se com especial
característica de ser o último esforço desprendido no sentido de que o discente possa fortalecer sua
autoconfiança, esclarecer dúvidas remanescente, sedimentar sua formação. Para isso deve ser
submetido a situações de contato direto com a realidade, primordialmente em duplas ou trios,
somente com recrutas da sua turma, onde possam demonstrar destreza, conhecimento e
discernimento na atuação do PM frente a situações operacionais reais.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. Pratica de policiamento ostensivo;

2. de acordo com as normas e condutas vigentes. 4. REFERÊNCIAS BRASIL. Regulamento Interno do Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças. 3. Relatório para os serviços internos. POLICIA MILITAR DE PERNAMBUCO. Comportamento ao dirigir-se com o superior e subordinado. A disciplina de Orientação Profissional é destinada ao Corpo de Alunos cujo objetivo seja conduzir o comportamento do policial dentro da Corporação. POLICIA MILITAR DE PERNAMBUCO. ORIENTAÇÃO PROFISSIONAL Carga Horária: 22 horas EMENTA: É necessário que o ingressante tenha um acompanhamento aliado a orientações no intuito de poder tirar as dúvidas surgidas na vivência do cotidiano da PMPE. Código de Conduta para os Funcionários Responsáveis pela Aplicação da Lei: 1979. de 30 de setembro de 1983. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Procedimento de tramitação de documentação interna nas unidades da PMPE. ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS. 61 2. habilidades e atitudes adquiridas durante o curso. Tratamento com o público externo. REFERÊNCIAS Código de ética da PMPE Regimento Interno do Centro Formação e Aperfeiçoamento de Praças Estatuto dos Policial Militares Código Disciplinar dos Militares do Estado de Pernambuco METODOLOGIA . Aprova o regulamento para as policias militares e corpos de bombeiros militares (R-200). Aplicabilidade dos conhecimentos. Portaria do Comando Geral da PMPE n° 122 de 04 Jun 2012. Decreto 88777.

de 19 de agosto de 2009. na exposição dialogada dos conteúdos. basicamente. As aulas práticas serão realizadas em laboratórios. As instruções serão norteadas. carga horária necessária e a bibliografia sugerida visam trabalhar os conteúdos programáticos expostos. c) Durante a aplicação da avaliação o docente a ser avaliado não deverá permanecer em sala de aula. -Serviços e Escalas diversas no âmbito interno do CEMET I e anexo. A elaboração do curso em questão. e aplicado por servidores do Campus de Ensino que não sejam instrutores titulares. Nas aulas teóricas serão utilizados recursos audiovisuais. Durante a aplicação da avaliação deverão ser observados os seguintes pontos: a) Não será obrigatória a identificação do aluno na ficha de avaliação. 9. 62 A Metodologia de Ensino terá como objetivo favorecer a articulação e a alternância entre teoria e prática.183. . Do Corpo Docente O Corpo Docente será avaliado pelos alunos de acordo com o modelo de fichas contidos na Portaria GAB/SDS nº 2. tais como projetor multimídia. microcomputador e aparelho de som. -Treinamento para Demonstração e Desfiles.1. b) A avaliação deverá ser aplicada. no último dia de aula da disciplina. bem como nos ambientes internos e externos do Campus necessárias ao processo ensino-aprendizagem. onde o instrutor demonstrará e treinará os alunos na execução da prática do conteúdo exposto em sala de aula. impreterivelmente. 9.1. tendo como base as determinações e orientações do presente documento e constante do Regimento Interno desde que não confrontem com Regulamento da ACIDES e demais legislações atinentes. As Atividades Extraclasses que os alunos do Curso de Formação de Soldados PM/I deverão ser submetidos são as constantes do rol das atividades abaixo discriminadas e decorrem das atividades de acompanhamento diário na vida do discente: -Formaturas e Desfiles. bem como a malha curricular. Atividades Extraclasse O planejamento e desenvolvimento das atividades extraclasse serão elaborados pelo Campus de Ensino Metropolitano I. secundários e coordenadores da turma a ser avaliada. demonstração das técnicas e posteriormente a prática. SISTEMA DE AVALIAÇÃO 10.

os alunos serão submetidos a avaliações teóricas das disciplinas constantes da Malha Curricular. o secundário e o coordenador deverão ser cientificados do resultado final das avaliações. por disciplina. O instrutor ou coordenador técnico-pedagógico que. f) Os coordenadores de turma serão avaliados pela Supervisão de Ensino da instituição. bem como de comprovação do cumprimento da carga horária do curso. pelo Corpo Discente e pela Direção do Campus de Ensino Recife. de exercer esta função.540.1. De acordo com o Decreto nº 32.2.2. Da Aprovação Para efeito de classificação final. bem como de comprovação do cumprimento da carga horária do curso. Da Frequência O Aluno deverá comprovar frequência mínima de 75% da carga horária. pelo prazo de 01 (um) ano. 10. g) O resultado das avaliações dos coordenadores de turmas seguirá o que está disposto nas alíneas (d) e (e) descritas acima. após a aplicação da mesma. 9º. Do Corpo Discente 10. sendo considerado reprovado o aluno que não atingir tal percentual. e dá outras providências. ficará impedido. 10. o qual cria a Instrutoria em Cursos de Formação inerentes a concursos públicos no âmbito do Poder Executivo Estadual. e) O docente titular. .2. dispõe: “Art. A 2ª via do documento deverá ser arquivada no Campus de Ensino. de acordo com normativo interno do RICFAP.2. sendo respeitado o Regimento Interno do Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças (RICFAP) que disciplinará a realização das avaliações. de 24 de outubro de 2008. injustificadamente. até sua utilização na elaboração do Relatório de Conclusão do Curso.3. faltar ou desistir dos compromissos pedagógicos acordados.” 10. de acordo com o registro do Instrutor na caderneta escolar. os alunos serão submetidos a avaliações teóricas e práticas nas disciplinas constantes da Malha Curricular. assinando a 2ª via do documento em que ficou registrado o seu desempenho. 63 d) O resultado da avaliação (tabulação) deverá ser realizado no prazo máximo de até 08 (oito) dias. Da Aprendizagem Para efeito de classificação final.2. sendo elaborado normativo próprio do Campus de Ensino que disciplinará a realização das avaliações.

64 11. que comprovam a execução do curso ficarão arquivados e disponíveis para consulta no Campus de Ensino Metropolitano I. de 06 de junho de 2007 para fins do planejamento financeiro.517. MONITORAMENTO DO CURSO O monitoramento do curso ficará sob a responsabilidade da Academia Integrada de Defesa Social. Os planos de aulas. tudo de conformidade com os valores contidos nas planilhas abaixo. RELATÓRIO DE CONCLUSÃO DO CURSO . ao final do curso com o relatório de Conclusão do curso. PROPOSTA FINANCEIRA O Boletim de Serviço para Saque de Horas-aula mensal deverá ser enviado à Gerência Geral de Articulação e Integração Institucional e Comunitária .00 Valor com Aluguel ônibus 196.960. Os valores para pagamento de horas-aula foram orçados em consonância com o Decreto n°.155. 12. devendo ser providenciado pelo Campus de Ensino Metropolitano I os devidos saques de horas-aula efetivamente ministradas. através de relatórios mensais.960. bem como.2. QUADRO GERAL DE INVESTIMENTO Valor com Hora Aula 3.160. apoiada diretamente pela Gerência de Integração e Capacitação – GICAP. atas de frequência e os registros diários das atividades.53 13. avaliação do curso e dos instrutores através dos critérios da Portaria SDS n° 2183/2009.00 12. INVESTIMENTO POR ALUNO 4.000.GGAIIC.571.080.00 Valor de Munição 597. protocolado na GICAP. conforme planejamento pedagógico das disciplinas do Campus de Ensino e atividades de Coordenação realizadas. 30.00 TOTAL 4. considerando o valor da hora-aula a seguir especificado: 12.1.740.00 Valor com Material de Instrução 36.

GGAIIC – no prazo de 05 (cinco) dias. INTEGRAÇÃO. INSTITUCIONAL E COMUNITÁRIA Manoel Caetano Cysneiros de Albuquerque Neto GERÊNCIA DE INTEGRAÇÃO E CAPACITAÇÃO Maj PM Geová da Silva Barros COORDENADOR DA UNIDADE DE PROJETOS GICAP Cap BM José Jailton Siqueira de Melo COMANDANTE DO CAMPUS DE ENSINO METROPOLITANO I Maj PM Ely Lira Leite SUPERVISOR DE ENSINO DO CAMPUS DE ENSINO METROPOLITANO I Maj PM Dímerson Mendes dos Santos APOIO PEDAGÓGICO DO CAMPUS DE ENSINO METROPOLITANO I Cap PM Ricardo Castelo Branco ANEXOS . 65 O Campus de Ensino Metropolitano I enviará o Relatório de Conclusão de Curso à Gerência Geral de Articulação e Integração Institucional e Comunitária . O Relatório deverá ser enviado em mídia. FICHA TÉCNICA GOVERNO DO ESTADO DE PERNAMBUCO Paulo Henrique Saraiva Câmara SECRETARIA DE DEFESA SOCIAL Alessandro Carvalho Liberato de Mattos GERÊNCIA GERAL DE ARTICULAÇÃO. após a conclusão do curso. para a GGAIIC e o original deverá ser arquivado no Campus de Ensino com toda documentação comprobatória da execução do curso. 14.

00 Defesa Pessoal Policial 40 2.560.00 Técnicas de Imobilizações Policial e Utilização de Algemas 20 1.080.240.920.00 34.00 38.040.00 230.00 76.00 115.00 Preservação e Valorização da Prova 12 720.080.00 57.080.400.00 Gestão Integrada e Comunitária 12 720.040.00 Armamento.200.560.600.400.040.00 Gerenciamento Integrado de Crises e Desastres 18 1.00 57.00 57.600.080.00 Língua e Comunicação 26 1.600.240.00 46.080.560.820.560.00 Comunicação Social 18 1. Social e Psicológica da Violência e da Criminalidade 12 720.00 Documentação Técnica 24 1.800.080.00 Identidade e Cultura da Organização da PMPE 12 720.00 Abordagem Histórica.00 Procedimento em Ocorrências 30 1.00 Aspectos Jurídicos da Abordagem Policial 30 1.00 23.00 Prevenção.00 46.800.00 34. Munições e Tiro de Defesa 80 4.440.00 153.440.040.00 49.080.00 Atendimento Pré-Hospitalar (Nível Básico) 18 1.00 34.560.800. 66 ANEXO I a) Planilha 1 – Custo com Coordenação VALOR TOTAL CARGA VALOR (R$) ATIVIDADE (R$) HORÁRIA (h/a) (por turma) (32 Turmas) Formação Técnica 994 29.040.200.800.00 Saúde e Segurança Aplicada ao Trabalho 12 720.00 23.00 Criminologia Aplicada à Segurança Pública 18 1.080.00 23.00 Análise de Cenários e Riscos 12 720.00 23.00 23.00 Relações Interpessoais 24 1.200.00 38.00 115.00 Educação Física 60 3.00 115.600.00 34.00 23.00 Inteligência de Segurança Pública 24 1.040.00 b) Planilha 2 – Custo com Instrutores Titulares (FORMAÇÃO TÉCNICA – MATRIZ CURRICULAR NACIONAL) Valor por Valor para Disciplinas Curriculares c/h turma 32 turmas (R$) (R$) Abordagem 60 3.200.800.600.00 .600.560.00 Legislação Especial 30 1.040.600.00 VALOR TOTAL COORDENAÇÃO 954.200.00 954.00 23.00 34.00 Técnica de Policiamento Ostensivo 60 3.00 Ética e Cidadania 18 1.040.00 23.00 Prática Policial 120 7.00 46.00 Resolução de Problemas e Tomadas de Decisão 12 720.080.200. Mediação e Resolução de Conflitos 18 1.040.600.560.00 Legislação Básica da PMPE 20 1.00 Diversidade Étnico Sócio-cultural 12 720.00 Fundamentos da Gestão Pública 12 720.00 23.400.800.00 34.00 57.00 Fundamentos Jurídicos da Atividade Policial 30 1.400.440.

00 “D” Abordagem 54 2 3.00 26.00 1.00 57.00 67.200.800.00 38.908.200.00 “N” Uso Diferenciado da Força 20 2 1.00 Subtotal 994 59.800.200.200.400.640.100.800.00 19.00 Telecomunicações 20 1.880.00 38.00 “G” Defesa Pessoal Policial 40 1 1.00 a) Planilha 3 – Custo com Instrutores Secundários (FORMAÇÃO TÉCNICA – MATRIZ CURRICULAR NACIONAL) Grupo Qtde.200.00 Técnicas de Imobilizações Policial “G” e Utilização de Algemas 20 1 600.00 7.00 76.00 “A” Prática Policial 120 3 10.00 Tecnologia e Sistemas Informatizados 20 1.400.800.00 172.200. Munições e Tiro de “B” Defesa 60 3 5.00 103.400.400.680.400.680.200.600.480. sec.00 Armamento.240. p/ Valor p/ Valor p/ Disciplinas c/h Técnico disciplina turma 32 turmas Atendimento Pré-Hospitalar “F” (Nível Básico) 14 2 840.400. 67 Técnicas de Radiopatrulhamento 40 2.00 Uso Diferenciado da Força 20 1.00 “H” Comunicação Social 04 2 240.00 38.00 345.00 .00 38.400.00 “G” Educação Física 60 1 1.600.00 38.00 “D” Técnicas de Radiopatrulhamento 35 2 2.

00 . Valor Total Alvo Humanoide 1320 R$ 2.00 R$ 7.720.320. 68 (FORMAÇÃO TÉCNICA – MATRIZ CURRICULAR NACIONAL) Grupo Qtde.00 Instrutor Titular 32 R$ 60.760.00 b) Planilha de custo com material de consumo para instruções Descrição Qtd Alunos Valor Unit.00 Munição Cal. 7. p/ Valor p/ Valor p/ Disciplinas c/h Técnico disciplina turma 32 turmas Valor Total Secundário 27. sec.00 Alvo Tiro precisão 1320 R$ 2.00 27. 12 1320 20 26400 R$ 2.00 Obrea 1320 R$ 18.00 29.920.160.00 b) Planilha 4 .00 954.Custo Total com Horas-Aula Formação Técnica Qtd Turma Valor H/A Valor por turma Valor Total Coordenador 32 R$ 20.420. Valor Total Munição Cal.00 877.280.740.80 R$ 73.440.80 R$ 100.00 Instrutor Secundário 32 R$ 30.440.908.00 Total R$ 36.640.920.00 R$ 23.420.820.00 877.14 R$ 423. 40 1320 150 198000 R$ 2.00 1.960.00 Munição Cal.960.00 59.62mm 1320 20 26400 R$ 3.00 ANEXO II a) Planilha de custo com munição Descrição Qtd Alunos Mat/Aluno Previsto Valor Unit.00 3.00 R$ 5.240.00 Total R$ 597.00 Valor Total de hora aula 116.880.480.

000.000.00 Instrução de Tiro 700.00 . Fisica 700. 69 c) Planilha de custos com aluguel de ônibus ALUGEL DE QTD DE QTD QTD DE TOTAL Valor Valor Total ÔNIBUS ÔNIBUS/ DE MÓDUL DE Unitári ENCONTR DIAS OS ALUGUE o O IS Ônibus para 4 5 5 100 R$ R$ 70.00 Ônibus para Inst.00 Total R$ 196.000. 3 20 3 180 R$ R$ 126.00 de Ed.