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UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO

ESCOLA DE COMUNICAÇÃO E ARTES
DEPARTAMENTO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO

Levantamento Bibliográfico , Leitura, Fichamento e Resenha

Trabalho apresentado à disciplina
Orientação à Pesquisa Bibliográfica do
curso de Biblioteconomia da Escola de
Comunicações e Artes da Universidade de
São Paulo
Prof.ª Dr.ª Brasilina Passarelli

Adriana Mariana de Araujo Rodrigues Nº USP 157728
Cristine Vargas Pereira Nº USP 3119602
Rita Costa Veiga Zamboni Nº USP 1757570
BIBLIOTECONOMIA – DIURNO

............. FICHAMENTO ........................................ 3 1........ LEITURA .......................................................... 3 2... RESENHA .................................................................................... 8 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ............................................ 13 2 ............................................................................................................................. 4 3............... SUMÁRIO INTRODUÇÃO ... LEVANTAMENTO BIBLIOGRÁFICO ......................................... 6 4............................................

Devem constituir a maior parte da pesquisa. etc. artigos e revisão da literatura e revistas de compilação de resumos acadêmicos são ótima fonte de pesquisa para a constituição da bibliografia. LEVANTAMENTO BIBLIOGRÁFICO O levantamento bibliográfico é a etapa que segue à delimitação do tema e formulação do problema. Por exemplo. pode-se perceber que não há tempo hábil para concluir o trabalho tal como foi planejado. revistas. como se verá nesse trabalho. artigos publicados na Internet.INTRODUÇÃO O projeto de pesquisa. que são métodos de estudo. o tema escolhido é posto à prova. é importante ressaltar que. As fontes primárias são as que mais se relacionam com o tema da pesquisa. depende. Cada uma destas fontes pode ser encontrada de determinada maneira. o pesquisador sentirá dificuldade em fazer o levantamento se o seu sema não está definido adequadamente. para a maioria dos estudantes em nível superior representa o primeiro contato real com a pesquisa. A biblioteca é um excelente lugar para se começar a pesquisa. Daí a importância de que se reveste esse acontecimento: o principiante vai entender e julgar a dificuldade ou a possibilidade de fazer sua pesquisa pela dificuldade ou facilidade em fazer o seu projeto. Entre eles o levantamento bibliográfico e a leitura. As fontes podem ser livros. para o pesquisador iniciante. não é qualquer biblioteca que deve ser consultada. Alguns conceitos e métodos são básicos para a construção desse projeto. dependendo do tipo de pesquisa. Contudo. no entanto. fontes secundárias tais como literatura crítica . em algum momento. A maioria dos trabalhos. na medida em que eventuais falhas serão expostas pela pesquisa bibliográfica. 1. deve-se voltar à etapa anterior e repensar o tema. Nesta etapa. Também há a possibilidade de que as pesquisas preliminares já apontem o trabalho em outra direção do que aquela inicialmente planejada. de literatura prévia sobre o tema. Uma outra instância. 3 . inclusive com sua própria. É claro que. por sua vez são importantes técnicas de pesquisa. Fichamentos e resenhas. Neste caso. O tipo de material a ser utilizado no trabalho vai depender de sua natureza.

p. portanto. mas pode não estar tão familiarizado com o tema do pesquisador. em uma biblioteca municipal qualquer. É essencial manter as informações encontradas organizadas e descritas da maneira mais completa possível. principalmente aqueles on-line. na qual se busque estudar composições em suas partituras originais. Grande parte das bibliotecas (pelo menos as maiores e mais especializadas) oferecem o serviço de levantamento bibliográfico. quer porque não há traduções para a língua vernácula (ou outra de acesso do pesquisador). Um levantamento bibliográfico bem feito. Pode ser necessário recorrer à Biblioteca Nacional ou a outros arquivos especializados. O levantamento do bibliotecário deve ser. é instrumento fundamental para a aprendizagem no ensino superior. Assim. 19) Assim. O bibliotecário pode ser de grande ajuda. A simples referência do catálogo nem sempre traz todos os elementos que já poderiam ser inventariados nessa etapa do trabalho. 2002. “a leitura. pode se transformar nas referências bibliográficas finais da monografia. no qual os matérias foram devidamente anotados. dentre outros percalços. É importante ter em mente que o bibliotecário conhece bem os métodos de pesquisa bibliográfica. uma vez que todas as demais atividades. O que não significa que uma leitura prévia (primeiras páginas. é vantajoso já ter elaborado a bibliografia básica antes de começar a leitura em profundidade dos textos. capa. Os catálogos das bibliotecas. Todos estes cuidados devem ser tomados já no levantamento bibliográfico. Se isso parece (e é) trabalhoso. não é possível fazer uma pesquisa sobre a arte musical no período joanino.Obviamente. de fato.” (SEVERINO. cientificamente conduzida. LEITURA Para Antônio Joaquim Severino. complementado e revisado. a pressupõem. A princípio. 2. é importante seguir as normas de padronização tais como as da ABNT. sem dúvida será de grande ajuda a longo prazo e pode vir até mesmo a poupar tempo. contracapa e outros pontos de informação críticos do livro não seja desejável. por vezes oferecem uma enorme gama de documentos aos quais o pesquisador comum. inclusive as aulas. leitura do sumário. destaca uma série de procedimentos para garantir que a leitura seja eficiente em todos os 4 . não terá acesso. quer porque os documentos não circulam.

do mais simples ao mais complexo. o aluno retoma as questões do texto sob seu próprio ponto de vista. Os processos básicos sugeridos são a análise textual. A análise temática aprofunda um pouco mais a leitura. O terceiro passo é a análise interpretativa. Esta leitura (analítica) tem como objetivos o favorecimento da compreensão geral do texto. a análise interpretativa. 5 . entre alunos em grupos de estudo ou em sala de aula. etc. Cada um desses processos lida com determinado nível de compreensão do texto. é esperado que o aluno já seja capaz de ser crítico diante do texto e do autor. a análise temática. a problematização e a síntese pessoal. É também o momento de fazer um levantamento de termos e autores com os quais o aluno não esteja familiarizado. com redação própria e reflexões pessoais. o raciocínio do autor deve estar claro para o aluno. É o momento de identificar o tema-problema e esquematizar seu desenvolvimento em ideias primárias e secundárias ao longo do texto. Este procedimento vai além do texto e estabelece ligações entre este e seus contextos: contexto do autor. A análise textual envolve a preparação do texto para as primeiras leituras. Com a síntese pessoal. As questões apresentadas ou suscitadas pelo texto são debatidas. É sugerida uma leitura preliminar rápida com o objetivo de identificar as unidades do texto e esquematizá-lo. A problematização envolve a discussão do texto nas diversas instâncias acadêmicas. Neste momento. o desenvolvimento do raciocínio lógico. e de sua especialidade. e permitir que o aluno adquira instrumentos para uma leitura crítica do texto e para seu trabalho acadêmico.níveis. Neste estágio.

Fichar é selecionar. que geralmente constam da folha de rosto ou da ficha catalográfica: autor. de ligações entre ideias e seções do plano. Basta acessar o site e se cadastrar. número de edição. De acordo com Gil (1989). O cabeçalho do fichamento é constituído pelos elementos de identificação das fichas: título genérico. Nas fichas bibliográficas. os objetivos o fichamento são a identificação das obras consultadas. problemáticas (como abordar tal problema?). Os resumos devem expressar o pensamento do autor de forma abreviada. As citações são constituídas pela transcrição ipsis litteris do pensamento do autor. o registro dos comentários acerca das obras consultadas e a ordenação dos registros. número do volume (se for o caso). para ter acesso 6 . As fichas de leitura podem ser de diferentes tipos: fichas de leitura de livros ou artigos. Os comentários apresentam uma síntese da obra bem como uma apreciação crítica da mesma. Atualmente. O texto da ficha varia segundo sua finalidade. data da publicação. O site Minhas Citações (www. resumos e observações pessoais. o registro do conteúdo das obras consultadas. de sugestões. de trabalhos.minhascitacoes. de citações. de forma a constituir uma documentação que atenda aos objetivos do leitor. 3. por autores.com. etc. organizar e registrar informações. titulo especifico e numero de classificação. título. local da publicação. criando login e senha. o texto é constituído pelos comentários e nas fichas de apontamentos pelas citações. temáticas. As referências bibliográficas são constituídas pelos elementos indicadores da obra. FICHAMENTO Os fichamentos são formas organizadas de registrar as informações obtidas na leitura de um texto. editora. há programas disponíveis na Internet ou para uso off-line no computador que se apresentam como ótimos substitutos para as tradicionais fichas de leitura em papel.br) oferece o serviço on-line gratuitamente.

já em formato padronizado ABNT. ou para disciplinas para as quais as leituras foram feitas. O programa já oferece as entradas de referências bibliográficas. O programa oferece fichamento de livros. páginas de Internet. permitindo que o usuário simplesmente preencha os campos já selecionados e formatados com a informação pertinente. e citações. O programa permite também incluir o número da página da citação. artigo. Outro campo bastante útil é o de comentários. O programa “Fichamento” (www. etc). Pode-se. que podem sem recuperadas para uso posterior numa monografia.às opções de fichamento. Informações sobre as regras da ABNT 7 . O programa é instalado no computador e emula as fichas. o que pode acarretar sérios transtornos na hora de utilizar a citação em um trabalho e praticamente invalidar o trabalho de seleção de material ou fazer com que o estudante trabalhe dobrado.fichamento. procurando novamente as citações nos livros e artigos. documento eletrônico. muito úteis para a busca de citações a partir do momento em que estas se avolumam. O site permite que o usuário crie entradas para as citações de acordo com o tipo de material (monografia.br) é uma opção para download. periódicos da Internet. Não raro o estudante descuida-se de anotar esta informação.com. Permite também a criação de filtros. criar tags para os assuntos dos livros. periódicos. por exemplo.

Há aqui resumo crítico. apresenta uma avaliação da obra e diz a quem ela se destina (dissertação). filmes). A resenha configura-se como um texto que se propõe prestar informações sobre elementos complexos. atualização bibliográfica. descreve as propriedades da obra (descrição física da obra).também estão disponíveis para consulta. Pode referir-se a elementos reais (reuniões) ou a referentes textuais (livros. Há diversos modos de recuperação e visualização das fichas já preenchidas. é um tipo de redação técnica que inclui variadas modalidades de textos: descrição. 8 . apresenta suas conclusões e metodologia empregada. decisão de consultar ou não o texto original). Estruturalmente. finalmente. resume a obra. podem acrescentar-se ainda os de desenvolver a mentalidade científica e levar o iniciante à pesquisa e à elaboração de trabalhos monográficos. ou suas partes constitutivas. peças teatrais. narração e dissertação. 4. RESENHA Resenha é um relato minucioso das propriedades de um objeto. Além dos objetivos gerais da resenha (instrumento de pesquisa bibliográfica. bem como expõe um quadro de referências em que o autor se apoiou (narração) e. relata as credenciais do autor.

denominou a resenha de resumo crítico. descrever as circunstâncias que o envolvem”. enumerar cuidadosamente seus aspectos relevantes. A Associação Brasileira de Normas Técnicas. avaliar as informações nela contidas e a forma como foram expostas e justificar a avaliação realizada. 4. Assim. visto que o objetivo do autor é transmitir ao leitor um conjunto de propriedades do objeto resenhado. 121) examina as diretrizes para leitura. notas e correlações estabelecidas pelo juízo crítico de quem a elaborou é chamada por Platão e Fiorin de resenha crítica.1. Ela combina resumo e julgamento de valor. 4. artigo de periódico) 9 . Antonio Joaquim Severino (1986. O estudo dos princípios aí expostos favorece a prática da resenha. A resenha que. por sua vez. em que sobressaem aspectos relativos ao espaço e ao tempo que denotam a transformação ou a alteração dos acontecimentos ou da abordagem de um texto.1 ESTRUTURA DA RESENHA DESCRITIVA • Nome do(s) autor(es) • Título e subtítulo da obra (livro.1 RESENHA DESCRITIVA Para Fiorin e Platão (1990. argumentos que comprovem a qualidade do texto ou a ausência dela. análise e interpretação de textos. A resenha crítica é também denominada recensão crítica. além de aspectos descritivos. se revela instrumento de pesquisa. Contudo. p. por meio da NBR 6028:2003. Essa característica pode prevalecer em uma resenha. Pode-se acrescentar que é a base da resenha. apresenta julgamento ou apreciação da obra. Seu objetivo é oferecer informações para que o leitor possa decidir quanto à consulta ou não do original. 426). “resenhar significa fazer uma relação das propriedades de um objeto. eles consideram a resenha um texto descritivo. Para o autor a leitura analítica é um método de estudo. que. Finalmente a resenha pode ter ainda parágrafos dissertativos sobre o valor da obra. Daí a resenha deve resumir as idéias da obra. p. a resenha também pode ter parágrafos narrativos.

Umberto. ensaio literário. 2009. nome do tradutor • Nome da editora • Lugar e data da publicação • Número de páginas e volumes • Descrição sumária de partes. político.5 x 22. Eco vale-se de sua enorme experiência acadêmica para esquadrinhar desde os aspectos básicos de uma tese (a escolha do tema e do orientador. capítulos.2 EXEMPLO Eco. volume 85 Tradução: Gilson Cesar Cardoso de Souza Descrição: 12. Editora Perspectiva ISBN: 9788527300797 Preço: R$ 31. a defesa de um ponto de vista. Todavia os juízos avaliativos precisam apoiar-se em fatos. brochura. 246 g Edição: 22ª. exposta de maneira didática. desinteressante. esse livro segue firme comprovando sua ousada afirmação: "fazer uma tese significa divertir-se".1. Como se Faz uma Tese "A tese é como um porco: nada se desperdiça". Em 19ª edição. 10 . além dos elementos descritivos e narrativos. há os dissertativos. temerosa de comprometimento. a um senso de humor que tudo ilumina.2 RESENHA CRÍTICA Na resenha crítica. Assunto: Metodologia Coleção: Estudos. objetivo.00 4. sob pena de tornar-se um texto indigesto. em provas. dramaturgia. prosa. salientando objeto. as técnicas de pesquisa e fichamento) até as regras de sua redação (chegando mesmo a minúcias de diagramação).) • Tom do texto • Métodos utilizados • Ponto de vista que defende 4. capaz de interessar mesmo aos que não têm para ele um uso prático. Umberto Eco é o autor mais indicado para a árdua e indispensável tarefa de ensinar como se faz uma tese. provas. etc. A resenha não pode ser fria e distante.5 cm. Neste manual prático. Reunindo uma sólida erudição. gênero (poesia. 192 páginas. índices • Resumo da obra. • Se tradução. a apresentação de argumentos. O leitor espera um posicionamento do resenhista.

editora.1 ESTRUTURA DA RESENHA CRÍTICA 1. A leitura e redação de resenhas constituem exercícios que melhoram a qualidade da leitura e da redação. pois. se. data). Qual a contribuição da obra? As idéias são originais? Como é o estilo do autor: conciso. no entanto. Metodologia da autoria (Que métodos utilizou? Dedutivo? Indutivo? Histórico? Comparativo? Estatístico? Que técnicas utilizou? Entrevistas? Questionários?) 6. título da obra. Conclusões da autoria (A que conclusões o autor chegou?) 5. 4. formato.2. a resenha deixa de ter interesse para o pesquisador. Referência bibliográfica: autor. a resenha é um valioso instrumento de pesquisa. as idéias da obra resenhada. a crítica. ou revelam desinteresse em aprofundamento da análise. Resumo da obra (idéias principais. elementos de imprenta (local da edição. Indicações do resenhista (A quem é dirigida a obra? É endereçada a que disciplina? Pode ser adotada em algum curso? Qual?) 11 . formação universitária. Crítica do resenhista/apreciação (Julgamento da obra. os conceitos. Os juízos avaliativos devem ser claros. Deve ficar claro para o leitor se o resenhista adota como positivo ou negativo os posicionamentos. títulos. objetivo. exige tais elementos. Este é apenas um elemento da estrutura da resenha. 2.em argumentos consistentes. De que trata o texto? Qual sua característica principal? Exige algum conhecimento prévio para entendê-la? Descrição do conteúdo dos capítulos ou partes da obra. 4. o comentário. O resumo não admite o juízo valorativo. para que o leitor possa concluir sobre a validade da aquisição ou leitura da obra. simples. livros ou artigos publicados). Credenciais do autor (nacionalidade. A resenha não é. idealista. a resenha. a crítica apresentada é impressionista (gosto/não gosto). realista?) 8. Se bem redigida. Afirmações genéricas pouco acrescentam. Quadro de referência do autor (Que teoria serve de apoio ao estudo apresentado? Qual o modelo teórico utilizado?) 7. um resumo. 3. por outro. número de páginas.

voltando o seu foco para a microanálise de um exemplo concreto. o que se desenha nos interstícios e nos espaços em branco e quais os possíveis desenvolvimentos feitos. para Eco. E. para responder a tais indagações. Pois. na aparência. é magistral a aplicação que Umberto Eco faz das noções e estruturas que levanta. não menos do que para o crítico francês. sob a forma de "capítulos fantasma".2 EXEMPLO Eco. Lector In Fabula: A Cooperação Interpretativa nos Textos Narrativos As questões que Umberto Eco coloca nesta obra são. realizando-se como universo ficcional. 240 páginas. sobretudo.2. mas o que resulta dessa incisão crítica é um notável esclarecimento. no discurso teórico. mas também "por que" aquilo que proporciona está indissoluvelmente ligado à fruição do objeto atualizado. na verdade. volume 89 Tradução: Attílio Cancian Formato: 12. Lector in Fabula não poderia permanecer apenas no plano abstrato. No encalço sistemático e pertinaz desses alvos.00 12 .5 x 22. na realidade. de como se organiza e funciona a máquina textual. muito simples. o leitor de Lector in Fabula recorre a todos os elementos fornecidos pela pesquisa semiótica moderna e. Com efeito. por sua composição e estilo. 2008 . à proposta do ato de leitura que Roland Barthes consubstanciou na expressão "prazer do texto". brochura. Editora Perspectiva ISBN: 9788527302982 Preço: R$ 38. 4. transparente não só para o estudioso dessas matérias. isto é. 2ª reimpressão. ao propósito do analista. sem dúvida. pelo receptor-leitor. É claro que o relato de Alphonse Allais se ajusta perfeitamente. 272 g Edição: 2ª. Umberto. trata-se de declarar não apenas "o que" um texto proporciona. mas. qual o jogo que ocorre entre "o dito" e "o não dito". as perguntas básicas subjacentes à sua análise são: Quem é efetivamente o leitor de uma fábula? Qual o seu papel? Como e em que medida entra nesta decodificação a sua interpretação? Mas. em virtude de quais estratégias e que enciclopédias ledoras um texto desempenha a contento o seu papel. Assunto: Semiologia e Semiótica Coleção: Estudos.5 cm. fundamentais para uma teoria da leitura de um texto ficcional.

Como elaborar projetos de pesquisa. 2001.REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BELLO. 1978. Metodologia Científica. P. Disponível em: http://www. F. J. São Paulo: Cortez.br. 1993.com. B. MEDEIROS. resenhas.. M.br. TOBIAS. 2006.P.com. ECO. SEVERINO. www. A. Indexação e Resumos: teoria e prática.minhascitacoes. ORLANDI. resumos. 2005.br/met01. F. GIL. U. J. www. FIORIN. W. SAVIOLI. São Paulo: Perspectiva. E. São Paulo: Atlas. Discurso e leitura. M. O. 13 . 2006. Rio do Janeiro: Editora da Fundação Getúlio Vargas.pedagogiaemfoco. CAMARA JR. São Paulo: Cortez. J. São Paulo: Atlas. Metodologia do Trabalho Científico. Acesso em 03/10/2009. 2004. Petrópolis: Vozes. Para entender o texto: leitura e redação. J.htm. Manual de expressão oral e escrita. José Luiz de Paiva. 2002. Comunicação em prosa moderna: aprendendo a escrever.fichamento. LANCASTER. São Paulo: Ática. Redação Científica: a prática de fichamentos.pro. GARCIA. Antonio Carlos. L. 1989. Brasília: Briquet de Lemos. A. Como se faz uma tese. aprendendo a pensar. Acesso em 04/10/2009. Acesso em 03/10/2009. 1996.. Como fazer sua pesquisa. São Paulo: Ave Maria. J.