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Dicas dos professores do Ponto para a prova do TRF1 1 <a href=www.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-0-2" src="pdf-obj-0-2.jpg">
Dicas dos professores do Ponto para a prova do TRF1 1 <a href=www.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-0-4" src="pdf-obj-0-4.jpg">
Dicas dos professores do Ponto para a prova do TRF1 1 <a href=www.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-0-6" src="pdf-obj-0-6.jpg">

Dicas dos professores do Ponto para a prova do TRF1

1

Dicas dos professores do Ponto para a prova do TRF1 1 <a href=www.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-0-14" src="pdf-obj-0-14.jpg">
SUMÁRIO DIREITO PROCESSUAL CIVIL Prof. Anderson Noronha 4 LÍNGUA PORTUGUESA Prof. Albert Iglésia 7 15 DIREITOwww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-1-2" src="pdf-obj-1-2.jpg">

SUMÁRIO

SUMÁRIO DIREITO PROCESSUAL CIVIL Prof. Anderson Noronha 4 LÍNGUA PORTUGUESA Prof. Albert Iglésia 7 15 DIREITOwww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-1-6" src="pdf-obj-1-6.jpg">

DIREITO PROCESSUAL CIVIL Prof. Anderson Noronha

4

LÍNGUA PORTUGUESA Prof. Albert Iglésia

7

15

DIREITO CIVIL Prof. Elisa Pinheiro

20

23

DIREITO DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA Prof. Tiago Faria

30

ÉTICA Prof. Ricardo Wermelinger

34

50

ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA Prof. Renato Fenilli

55

2

SUMÁRIO DIREITO PROCESSUAL CIVIL Prof. Anderson Noronha 4 LÍNGUA PORTUGUESA Prof. Albert Iglésia 7 15 DIREITOwww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-1-63" src="pdf-obj-1-63.jpg">
ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS MATERIAIS Prof. Renato Fenilli 66 CONTABILIDADE PÚBLICA Prof. Marcelo Seco 73 ORÇAMENTO PÚBLICOwww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-2-2" src="pdf-obj-2-2.jpg">
ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS MATERIAIS Prof. Renato Fenilli 66 CONTABILIDADE PÚBLICA Prof. Marcelo Seco 73 ORÇAMENTO PÚBLICOwww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-2-4" src="pdf-obj-2-4.jpg">

ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS MATERIAIS Prof. Renato Fenilli

66

CONTABILIDADE PÚBLICA Prof. Marcelo Seco

73

ORÇAMENTO PÚBLICO Prof. Graciano Rocha

79

83

3

ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS MATERIAIS Prof. Renato Fenilli 66 CONTABILIDADE PÚBLICA Prof. Marcelo Seco 73 ORÇAMENTO PÚBLICOwww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-2-34" src="pdf-obj-2-34.jpg">
DIREITO PROCESSUAL CIVIL Prof. Anderson Noronha 1. Qualquer juiz investido regularmente na função tem jurisdição, ouwww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-3-2" src="pdf-obj-3-2.jpg">
DIREITO PROCESSUAL CIVIL Prof. Anderson Noronha 1. Qualquer juiz investido regularmente na função tem jurisdição, ouwww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-3-4" src="pdf-obj-3-4.jpg">

DIREITO PROCESSUAL CIVIL Prof. Anderson Noronha

  • 1. Qualquer juiz investido regularmente na função tem jurisdição, ou seja, pode exercer o poder

jurisdicional; as regras de competência, contudo, são limitações ao exercício da jurisdição.

  • 2. As partes e o juiz têm a possibilidade de fixar calendário para a prática de atos processuais, o que dará

previsibilidade maior quanto ao caminhar do processo e, por consequência, quanto à sua duração.

  • 3. O juiz titular tem a faculdade de editar ato autorizando o escrivão a praticar atos meramente

ordinatórios de ofício (antes era ato privativo e indelegável do juiz) como a juntada de peças ao processo, a

concessão de vista obrigatória dos autos etc.

4

DIREITO PROCESSUAL CIVIL Prof. Anderson Noronha 1. Qualquer juiz investido regularmente na função tem jurisdição, ouwww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-3-27" src="pdf-obj-3-27.jpg">
4. Contraditório não exige a efetiva reação (que é opção da parte), mas apenas a informaçãowww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-4-2" src="pdf-obj-4-2.jpg">
4. Contraditório não exige a efetiva reação (que é opção da parte), mas apenas a informaçãowww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-4-4" src="pdf-obj-4-4.jpg">
  • 4. Contraditório não exige a efetiva reação

(que

é

opção da parte),

mas apenas a

informação e a

possibilidade de reação.

  • 5. Por meio de negócios jurídicos processuais, as partes podem dispor sobre seus ônus, poderes,

faculdades e deveres processuais, antes ou depois do processo.

  • 6. Pode o exequente averbar certidão de execução no registro de imóveis, de veículos ou de outros bens

sujeitos a penhora, arresto ou indisponibilidade; contudo, se houver abuso ou irregularidade no exercício

desta faculdade, ele incorrerá na obrigação de indenizar.

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4. Contraditório não exige a efetiva reação (que é opção da parte), mas apenas a informaçãowww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-4-34" src="pdf-obj-4-34.jpg">
7. No Incidente de Resolução de Demandas Repetitivas o tribunal resolve uma questão de direito controvertidawww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-5-2" src="pdf-obj-5-2.jpg">
7. No Incidente de Resolução de Demandas Repetitivas o tribunal resolve uma questão de direito controvertidawww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-5-4" src="pdf-obj-5-4.jpg">
  • 7. No Incidente de Resolução de Demandas Repetitivas o tribunal resolve uma questão de direito

controvertida e veiculada em vários processos quando a indefinição sobre ela oferecer risco de ofensa à

isonomia e à segurança jurídica.

  • 8. No Incidente de Assunção de Competência, o tribunal pode fixar tese jurídica que entenda adequada

mesmo sem multiplicidade de processos.

  • 9. O CPC permite que uma tutela antecipada concedida em caráter antecedente se estabilize sem que seja

necessário prosseguir com o andamento do processo.

10. Em regra, o prazo recursal é de 15 dias úteis, sendo exceção o prazo para embargos de declaração, que é de 5 dias úteis.

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7. No Incidente de Resolução de Demandas Repetitivas o tribunal resolve uma questão de direito controvertidawww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-5-26" src="pdf-obj-5-26.jpg">
LÍNGUA PORTUGUESA Prof. Albert Iglésia 1. Uso dos porquês  Por que você não veio? (advérbiowww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-6-2" src="pdf-obj-6-2.jpg">
LÍNGUA PORTUGUESA Prof. Albert Iglésia 1. Uso dos porquês  Por que você não veio? (advérbiowww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-6-4" src="pdf-obj-6-4.jpg">

LÍNGUA PORTUGUESA Prof. Albert Iglésia

  • 1. Uso dos porquês

    • Por que você não veio? (advérbio interrogativo de causa, usado no início da oração, equivale-se a por qual motivo, o “que” é átono)

    • Quero saber por que você não veio. (a única diferença é que a frase interrogativa é indireta)

    • Você não veio por quê? (agora a expressão aparece no final da frase, e o “que” é tônico)

    • Quero saber o motivo por que você não veio. (preposição + pronome relativo, usado no início da oração, equivale-se a pelo qual)

    • Não vim porque estava cansado. (conjunção subordinativa adverbial, indica circunstância de causa)

    • Fique quieto, porque você está incomodando. (conjunção coordenativa explicativa)

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LÍNGUA PORTUGUESA Prof. Albert Iglésia 1. Uso dos porquês  Por que você não veio? (advérbiowww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-6-55" src="pdf-obj-6-55.jpg">
 Quero saber o porquê da sua falta. (vem precedido de artigo, é substantivo, equivale-se awww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-7-2" src="pdf-obj-7-2.jpg">
 Quero saber o porquê da sua falta. (vem precedido de artigo, é substantivo, equivale-se awww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-7-4" src="pdf-obj-7-4.jpg">
  • Quero saber o porquê da sua falta. (vem precedido de artigo, é substantivo, equivale-se a motivo, razão, causa)

  • 2. Acento diferencial: com a vigência das novas regras ortográficas, foi abolido, salvo algumas exceções.

    • Ele tem – eles têm (verbo TER na 3ª pessoa do plural do presente do indicativo)

    • Ele vem – eles vêm (verbo VIR na 3ª pessoa do plural do presente do indicativo)

    • Ele pôde (verbo PODER na 3ª pessoa do singular do pretérito perfeito do indicativo) Ele pode (verbo PODER na 3ª pessoa do singular do presente do indicativo)

    • Pôr (verbo) - por (preposição)

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 Quero saber o porquê da sua falta. (vem precedido de artigo, é substantivo, equivale-se awww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-7-44" src="pdf-obj-7-44.jpg">
3. Emprego de pronomes  Lhe(s) : como complemento verbal, funciona como objeto indireto.  O(s)www.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-8-2" src="pdf-obj-8-2.jpg">
  • 3. Emprego de pronomes

3. Emprego de pronomes  Lhe(s) : como complemento verbal, funciona como objeto indireto.  O(s)www.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-8-6" src="pdf-obj-8-6.jpg">
  • Lhe(s): como complemento verbal, funciona como objeto indireto.

  • O(s) e a(s): como complementos verbais, funcionam como objetos diretos.

  • Que: como conjunção integrante, não tem antecedente e conecta uma oração subordinada de valor substantivo (objeto direto, objeto indireto, complemento nominal, sujeito, predicativo, aposto) à sua principal; como pronome relativo, substitui um termo anterior e introduz oração subordinada adjetiva.

  • Cujo: estabelece uma relação de posse/dependência entre os termos antecedente e consequente, concorda em gênero e número com a “coisa” possuída e não admite artigo antes ou depois dele.

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3. Emprego de pronomes  Lhe(s) : como complemento verbal, funciona como objeto indireto.  O(s)www.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-8-30" src="pdf-obj-8-30.jpg">
4. Colocação pronominal  O particípio não admite ênclise.  O futuro do presente e owww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-9-2" src="pdf-obj-9-2.jpg">
  • 4. Colocação pronominal

    • O particípio não admite ênclise.

4. Colocação pronominal  O particípio não admite ênclise.  O futuro do presente e owww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-9-11" src="pdf-obj-9-11.jpg">
  • O futuro do presente e o futuro do pretérito também não admitem ênclise.

  • É lícita a próclise ou a ênclise mesmo quando o infinitivo estiver precedido de palavra atrativa.

  • 5. Voz passiva: indica que o processo

verbal foi sofrido

pelo

sujeito, ocorre

com VTD

e

não

pode ser

formada com VTI, VI, VL e na estrutura VTD+SE+PREPOSIÇÃO.

  • 6. Tempo composto dos verbos: é formado pelos verbos auxiliares ter ou haver, seguidos do particípio do verbo principal (tenho cantado, havia bebido, teria mentido)

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4. Colocação pronominal  O particípio não admite ênclise.  O futuro do presente e owww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-9-59" src="pdf-obj-9-59.jpg">
7. Modos verbais  Indicativo : é associado a ações presentes, pretéritas (ou passadas) ou futuraswww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-10-2" src="pdf-obj-10-2.jpg">
  • 7. Modos verbais

7. Modos verbais  Indicativo : é associado a ações presentes, pretéritas (ou passadas) ou futuraswww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-10-6" src="pdf-obj-10-6.jpg">
  • Indicativo: é associado a ações presentes, pretéritas (ou passadas) ou futuras que consideramos de ocorrência certa.

  • Subjuntivo: também é associado a acontecimentos presentes, pretéritos ou futuros; mas com ocorrência provável, hipotética, duvidosa.

  • Imperativo: é associado a ordens, pedidos, súplicas que desejamos.

  • 8. Regência nominal: é a relação entre um substantivo abstrato, adjetivo ou advérbio transitivo e seu respectivo complemento nominal. Essa relação é intermediada por uma preposição. Exemplo: Os cursos do Ponto têm sido úteis a muitos candidatos.

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7. Modos verbais  Indicativo : é associado a ações presentes, pretéritas (ou passadas) ou futuraswww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-10-36" src="pdf-obj-10-36.jpg">
9. Regência verbal  Assistir  Transitivo indireto com sentido de VER, OBSERVAR; seu complemento éwww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-11-2" src="pdf-obj-11-2.jpg">
  • 9. Regência verbal

    • Assistir

9. Regência verbal  Assistir  Transitivo indireto com sentido de VER, OBSERVAR; seu complemento éwww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-11-9" src="pdf-obj-11-9.jpg">
  • Transitivo indireto com sentido de VER, OBSERVAR; seu complemento é regido pela preposição A:

Assistimos ao final do campeonato.

  • Transitivo indireto com sentido de COMPETIR, CABER, TER DIREITO; seu complemento também é regido pela preposição A: Não assiste ao professor reclamar tanto.

  • Transitivo direto ou transitivo indireto (neste caso, exige preposição A) com sentido de SOCORRER, PRESTAR ASSISTÊNCIA: O médico assistiu a vítima. Igualmente correta estaria a construção: O médico assistiu à vítima. Repare o acento grave indicativo de crase (fusão da preposição A com o artigo feminino A(S) que antecede substantivo de mesmo gênero gramatical).

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9. Regência verbal  Assistir  Transitivo indireto com sentido de VER, OBSERVAR; seu complemento éwww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-11-51" src="pdf-obj-11-51.jpg">
 Intransitivo com sentido de MORAR, RESIDIR: Há seis anos resido em Brasília . Observe awww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-12-2" src="pdf-obj-12-2.jpg">
 Intransitivo com sentido de MORAR, RESIDIR: Há seis anos resido em Brasília . Observe awww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-12-4" src="pdf-obj-12-4.jpg">
  • Intransitivo com sentido de MORAR, RESIDIR: Há seis anos resido em Brasília. Observe a presença da preposição “em” exigida pelo verbo e que introduz o adjunto adverbial de lugar (não confunda esse termo com objeto indireto).

  • Aspirar

    • VTD = sorver, respirar: Gosto de aspirar o ar puro do campo.

    • VTI (prep. A) = desejar, almejar: O escriturário aspira ao cargo de gerente.

  • Visar

    • VTD = mirar, ver: O caçador visou o tigre.

    • VTD = rubricar, dar visto: O gerente visou o cheque.

    • VTI (prep. A) = almejar, ter como objetivo: Visamos ao bom ensino da linguagem.

  • 13

     Intransitivo com sentido de MORAR, RESIDIR: Há seis anos resido em Brasília . Observe awww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-12-47" src="pdf-obj-12-47.jpg">
    10. Crase  O acento grave não é empregado na estrutura SINGULAR + PLURAL: O fatowww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-13-2" src="pdf-obj-13-2.jpg">

    10. Crase

    10. Crase  O acento grave não é empregado na estrutura SINGULAR + PLURAL: O fatowww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-13-6" src="pdf-obj-13-6.jpg">
    • O acento grave não é empregado na estrutura SINGULAR + PLURAL: O fato corresponde a atividades exercidas anteriormente.

    • Se você utiliza ao(s) diante do gênero masculino, utilize à(s) diante do gênero feminino: Assistimos aos jogos pela televisão. / Assistimos às competições pela televisão.

    • A crase é obrigatória nas locuções femininas adverbiais, prepositivas e conjuntivas: Comprei o carro à vista. / À custa de muito esforço, conseguimos o bom resultado. / À medida que estudo, mais aprendo.

    • A crase não ocorre diante de verbos: A partir de agora, só estudo na turma de elite do Ponto.

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    10. Crase  O acento grave não é empregado na estrutura SINGULAR + PLURAL: O fatowww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-13-52" src="pdf-obj-13-52.jpg">
    DIREITO ADMINISTRATIVO Prof. Armando Mercadante 1. De acordo com a teoria da imputação volitiva, intimamente ligadawww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-14-2" src="pdf-obj-14-2.jpg">
    DIREITO ADMINISTRATIVO Prof. Armando Mercadante 1. De acordo com a teoria da imputação volitiva, intimamente ligadawww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-14-4" src="pdf-obj-14-4.jpg">

    DIREITO ADMINISTRATIVO Prof. Armando Mercadante

    • 1. De acordo com a teoria da imputação volitiva, intimamente ligada ao princípio da impessoalidade, os atos praticados pelos agentes públicos são associados à pessoa jurídica na qual estão lotadas.

    • 2. Associações públicas, agências reguladoras e agências executivas são pessoas jurídicas de direito público integrantes da Administração Indireta. As associações públicas e agências reguladoras são autarquias. Estas últimas podem ter outra natureza, porém todas até então criadas no Brasil são autarquias. Já as agências executivas são autarquias ou fundações públicas que formalizam contrato de gestão com a Administração Direta.

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    DIREITO ADMINISTRATIVO Prof. Armando Mercadante 1. De acordo com a teoria da imputação volitiva, intimamente ligadawww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-14-17" src="pdf-obj-14-17.jpg">
    3. O princípio da tutela corresponde ao controle que a Administração Direta exerce sobre as entidadeswww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-15-2" src="pdf-obj-15-2.jpg">
    3. O princípio da tutela corresponde ao controle que a Administração Direta exerce sobre as entidadeswww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-15-4" src="pdf-obj-15-4.jpg">
    • 3. O princípio da tutela corresponde ao controle que a Administração Direta exerce sobre as entidades da Administração Indireta. Já o princípio da autotutela justifica o controle que cada pessoa jurídica integrante da Administração Pública exerce sobre os seus próprios atos.

    • 4. Quanto ao tema responsabilidade civil do Estado, conforme recente posição do STF, “sendo inviável a atuação estatal para evitar a morte do preso, é imperioso reconhecer que se rompe o nexo de causalidade entre essa omissão e o dano. Entendimento em sentido contrário implicaria a adoção da teoria do risco integral, não acolhida pelo texto constitucional ( restará configurada a responsabilidade estatal.

    ...

    )”.

    Não havendo nexo causal, não

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    3. O princípio da tutela corresponde ao controle que a Administração Direta exerce sobre as entidadeswww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-15-20" src="pdf-obj-15-20.jpg">
    5. O Poder de Polícia manifesta-se por meio de atos gerais e abstratos e de atoswww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-16-2" src="pdf-obj-16-2.jpg">
    5. O Poder de Polícia manifesta-se por meio de atos gerais e abstratos e de atoswww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-16-4" src="pdf-obj-16-4.jpg">
    • 5. O Poder de Polícia manifesta-se por meio de atos gerais e abstratos e de atos individuais e concretos. Exemplo dos primeiros seria um decreto regulamentando a proibição de fumar em determinados locais públicos; exemplo do segundo, uma licença para funcionamento de estabelecimento comercial.

    • 6. Conforme art. 71 da CF/88, o controle externo, a cargo do Congresso Nacional, será exercido com o auxílio do Tribunal de Contas da União, em cujas competências estão incluídas, dentre outras, a de sustar, se não atendido, a execução do ato impugnado, comunicando a decisão à Câmara dos Deputados e ao Senado Federal.

    • 7. Os atributos dos atos administrativos são presunção de legitimidade e de veracidade, imperatividade, autoexecutoriedade e tipicidade. Contudo, de acordo com parte da doutrina, existem atos

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    5. O Poder de Polícia manifesta-se por meio de atos gerais e abstratos e de atoswww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-16-16" src="pdf-obj-16-16.jpg">
    administrativos que não gozam do atributo da imperatividade - ex. enunciativos (pareceres e certidões) e negociaiswww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-17-2" src="pdf-obj-17-2.jpg">
    administrativos que não gozam do atributo da imperatividade - ex. enunciativos (pareceres e certidões) e negociaiswww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-17-4" src="pdf-obj-17-4.jpg">

    administrativos que não gozam do atributo da imperatividade - ex. enunciativos (pareceres e certidões) e negociais (licenças e permissões) - e da autoexecutoridade (ex. cobrança de multas).

    • 8. De acordo com o art. 91 da Lei 8.112/90, o servidor em gozo de licença para interesse particular terá seu vínculo com a administração pública federal suspenso, não estando sujeito, durante esse período, aos deveres e proibições previstos, respectivamente, nos artigos 116 e 117 da referida lei.

    • 9. O art. 117, XI, da Lei 8112/90 teve sua redação alterada pela MP 792/17: Redação antiga: “atuar, como procurador ou intermediário, junto a repartições públicas, salvo quando se tratar de benefícios previdenciários ou assistenciais de parentes até o segundo grau, e de cônjuge ou companheiro”.

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    administrativos que não gozam do atributo da imperatividade - ex. enunciativos (pareceres e certidões) e negociaiswww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-17-18" src="pdf-obj-17-18.jpg">
    Nova redação: “atuar, como procurador ou intermediário, junto ao órgão ou à entidade pública em quewww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-18-2" src="pdf-obj-18-2.jpg">
    Nova redação: “atuar, como procurador ou intermediário, junto ao órgão ou à entidade pública em quewww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-18-4" src="pdf-obj-18-4.jpg">

    Nova redação: “atuar, como procurador ou intermediário, junto ao órgão ou à entidade pública em que estiver lotado ou em exercício, exceto quando se tratar de benefícios previdenciários ou assistenciais de parentes até o segundo grau e de cônjuge ou companheiro”.

    10. Conforme a Lei 9.784/99 (art. 56), das decisões administrativas cabe recurso em face de razões de legalidade e de mérito. O recurso será dirigido à autoridade que proferiu a decisão, a qual, se não a reconsiderar no prazo de cinco dias, o encaminhará à autoridade superior. Salvo exigência legal, a interposição de recurso administrativo independe de caução.

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    Nova redação: “atuar, como procurador ou intermediário, junto ao órgão ou à entidade pública em quewww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-18-15" src="pdf-obj-18-15.jpg">
    DIREITO CIVIL Prof. Elisa Pinheiro 1. Regra geral, quando uma lei entra em vigor, ela nãowww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-19-2" src="pdf-obj-19-2.jpg">

    DIREITO CIVIL Prof. Elisa Pinheiro

    DIREITO CIVIL Prof. Elisa Pinheiro 1. Regra geral, quando uma lei entra em vigor, ela nãowww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-19-7" src="pdf-obj-19-7.jpg">
    • 1. Regra geral, quando uma lei entra em vigor, ela não tem prazo de vigência, salvo a exceção já vista das leis temporárias, nos termos do art. 2º da LINDB. Desse modo, prevalece o princípio da continuidade das leis em nosso ordenamento jurídico.

    • 2. Admite-se, excepcionalmente, o fenômeno da ultratividade da norma, a qual continuará a proteger atos pretéritos, mesmo após ser revogada.

    • 3. A personalidade da pessoa física (humana, natural) começa do nascimento com vida e permanece ao longo de toda a sua existência.

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    DIREITO CIVIL Prof. Elisa Pinheiro 1. Regra geral, quando uma lei entra em vigor, ela nãowww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-19-19" src="pdf-obj-19-19.jpg">
    4. O fim da personalidade, nos termos do Código Civil, ocorrerá com o advento da mortewww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-20-2" src="pdf-obj-20-2.jpg">
    4. O fim da personalidade, nos termos do Código Civil, ocorrerá com o advento da mortewww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-20-4" src="pdf-obj-20-4.jpg">
    • 4. O fim da personalidade, nos termos do Código Civil, ocorrerá com o advento da morte (natural ou presumida).

    • 5. A comoriência acontece quando duas ou mais pessoas (que são reciprocamente herdeiras umas das outras) morrem ao mesmo momento, sem que se possa indicar com precisão se uma morte antecedeu a outra. Isso, normalmente, ocorre em acidentes de avião entre pai e filho, ou em acidente automotivo, etc.

    • 6. Nos termos, do art. 52 do CC, aplica-se às pessoas jurídicas, no que couber, a proteção aos direitos da personalidade.

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    4. O fim da personalidade, nos termos do Código Civil, ocorrerá com o advento da mortewww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-20-16" src="pdf-obj-20-16.jpg">
    7. O fato natural ou fato jurídico stricto sensu é aquele fato com repercussão na esferawww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-21-2" src="pdf-obj-21-2.jpg">
    7. O fato natural ou fato jurídico stricto sensu é aquele fato com repercussão na esferawww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-21-4" src="pdf-obj-21-4.jpg">
    • 7. O fato natural ou fato jurídico stricto sensu é aquele fato com repercussão na esfera do Direito proveniente de acontecimento da natureza, sem qualquer intervenção da ação humana.

    • 8. O objeto do negócio jurídico deverá ser lícito, possível, determinado ou determinável.

    • 9. Em caso de defeito no objeto, o ato será nulo.

    10. A condição consiste naquela cláusula acessória que, deriva exclusivamente da vontade das partes, e que subordina o efeito do ato jurídico a um evento futuro e incerto.

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    7. O fato natural ou fato jurídico stricto sensu é aquele fato com repercussão na esferawww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-21-18" src="pdf-obj-21-18.jpg">
    RACIOCÍNIO LÓGICO Prof. Guilherme Neves 1. Os conectivos lógicos cobrados em provas são Conjunção (e), Disjunçãowww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-22-2" src="pdf-obj-22-2.jpg">
    RACIOCÍNIO LÓGICO Prof. Guilherme Neves 1. Os conectivos lógicos cobrados em provas são Conjunção (e), Disjunçãowww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-22-4" src="pdf-obj-22-4.jpg">

    RACIOCÍNIO LÓGICO Prof. Guilherme Neves

    • 1. Os conectivos lógicos cobrados em provas são Conjunção (e), Disjunção Inclusiva (ou), Disjunção Exclusiva (ou memorizá-los.

    ...

    ou),

    Condicional (se

    ...

    ,

    então) e o Bicondicional (

    ...

    se

    e somente se

    ...

    ).

    É muito importante

    • 2. Os conectivos podem estar “disfarçados” sob expressões equivalentes.

    Exemplo 1: “Fui à praia, mas não estudei” = “Fui à praia e não estudei. Exemplo 2: “Quando vou à praia, não durmo”= “Se vou à praia, então não durmo”. Exemplo 3: “Penso, logo existo” = “Se penso, então existo”.

    23

    RACIOCÍNIO LÓGICO Prof. Guilherme Neves 1. Os conectivos lógicos cobrados em provas são Conjunção (e), Disjunçãowww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-22-59" src="pdf-obj-22-59.jpg">
    3. Cada um dos conectivos é representado por um símbolo. Nome do Conectivo Forma mais comumwww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-23-2" src="pdf-obj-23-2.jpg">
    3. Cada um dos conectivos é representado por um símbolo. Nome do Conectivo Forma mais comumwww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-23-4" src="pdf-obj-23-4.jpg">
    • 3. Cada um dos conectivos é representado por um símbolo.

    Nome do Conectivo

    Forma mais comum

    Símbolo

    Conjunção

    e

     

    Disjunção (Inclusiva)

    ou

       

    Disjunção Exclusiva

    Ou

     

    ou

     

    Condicional

    Se

    ,

    então

     

    Bicondicional

    ...

    se

    e somente se

     

    24

    3. Cada um dos conectivos é representado por um símbolo. Nome do Conectivo Forma mais comumwww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-23-73" src="pdf-obj-23-73.jpg">
    4. Como distinguir os símbolos Ú e Ù? Basta colocar uma letra O ao lado doswww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-24-2" src="pdf-obj-24-2.jpg">
    4. Como distinguir os símbolos Ú e Ù? Basta colocar uma letra O ao lado doswww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-24-4" src="pdf-obj-24-4.jpg">

    4.

    Como distinguir os símbolos Ú e Ù? Basta colocar uma letra O ao lado dos símbolos. Observe:

     

    /

    Em qual das duas situações você consegue ler “OU”? Na “palavra da esquerda! Portanto, aquele símbolo é o “ou”. Consequentemente o outro é o “e”.

    Outro processo mnemônico consiste em colocar um “pontinho” em cima do símbolo. Vejamos:

     

    Em qual das duas situações você consegue ver a letra cursiva “i”? No símbolo da direita! Portanto, aquele símbolo é o “e” (mesmo fonema do “i”).

    5.

    Para

    facilitar

    o

    processo

    mnemônico,

    podemos

    fixar

    as

    regras

    que

    tornam

    as

    compostas

    verdadeiras.

    25

    4. Como distinguir os símbolos Ú e Ù? Basta colocar uma letra O ao lado doswww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-24-79" src="pdf-obj-24-79.jpg">
    Conjunção As duas proposições p, q devem ser verdadeiras Disjunção Ao menos uma das proposições p,www.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-25-2" src="pdf-obj-25-2.jpg">
    Conjunção As duas proposições p, q devem ser verdadeiras Disjunção Ao menos uma das proposições p,www.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-25-4" src="pdf-obj-25-4.jpg">

    Conjunção

    As duas proposições p, q devem ser verdadeiras

    Disjunção

    Ao menos uma das proposições p, q deve ser verdadeira. Não pode ocorrer o caso de as duas

    Inclusiva

    serem falsas.

    Disjunção

    Apenas uma das proposições pode ser verdadeira. A proposição composta será falsa se os dois

    Exclusiva

    componentes forem verdadeiros ou se os dois componentes forem falsos.

    Condicional

    Não pode acontecer o caso de o antecedente ser verdadeiro e o consequente ser falso. Ou seja, não pode acontecer V(p)=V e V(q)=F. Em uma linguagem informal, dizemos que não pode acontecer VF, nesta ordem.

    Bicondicional

    Os valores lógicos das duas proposições devem ser iguais. Ou as duas são verdadeiras, ou as duas são falsas.

    26

    Conjunção As duas proposições p, q devem ser verdadeiras Disjunção Ao menos uma das proposições p,www.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-25-54" src="pdf-obj-25-54.jpg">
    6. Grosso modo, duas proposições são logicamente equivalentes quando elas “dizem a mesma coisa”. Por exemplo:www.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-26-2" src="pdf-obj-26-2.jpg">
    6. Grosso modo, duas proposições são logicamente equivalentes quando elas “dizem a mesma coisa”. Por exemplo:www.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-26-4" src="pdf-obj-26-4.jpg">
    • 6. Grosso modo, duas proposições são logicamente equivalentes quando elas “dizem a mesma coisa”.

    Por exemplo:

    Eu joguei o lápis. O lápis foi jogado por mim. As duas proposições acima têm o mesmo significado. Elas querem dizer a mesma coisa!! Quando uma delas for verdadeira, a outra também será. Quando uma delas for falsa, a outra também será. Dizemos, portanto, que elas são logicamente equivalentes. Em símbolos, escrevemos .

    • 7. Memorize as seguintes equivalências:

    Estas duas equivalências são responsáveis por 99% das questões sobre equivalências em concursos.

    27

    6. Grosso modo, duas proposições são logicamente equivalentes quando elas “dizem a mesma coisa”. Por exemplo:www.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-26-20" src="pdf-obj-26-20.jpg">
    A equivalência permite construir uma proposição composta pelo “se ... ,então ” ... a partir dewww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-27-2" src="pdf-obj-27-2.jpg">

    A equivalência

    permite construir uma proposição composta pelo “se

    ...

    ,então

    ...

    a

    partir de outra
    partir de outra

    proposição composta pelo “se

    ...

    ,então”.

    Para tanto, basta negar os dois componentes e trocar a ordem.

    Exemplo: São equivalentes as proposições “Se bebo, então não dirijo” e “Se dirijo, então não bebo”.

    A equivalência

    “se

    ...

    ,então

    ...

    ”.

    permite construir uma proposição composta pelo “ou” a partir de uma composta pelo Para tanto, basta negar o primeiro componente.

    Exemplo: São equivalentes as proposições “Penso, logo existo” e “Não penso ou existo”.

    8.

    Para negar uma proposição composta pelo conectivo “ou”, deve-se negar os componentes e trocar o conectivo por “e”.

    Exemplo: A negação de “Corro ou não durmo” é “Não corro e durmo”.

    28

    A equivalência permite construir uma proposição composta pelo “se ... ,então ” ... a partir dewww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-27-56" src="pdf-obj-27-56.jpg">
    9. Para negar uma proposição composta pelo conectivo “e”, deve-se negar os componentes e trocar owww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-28-2" src="pdf-obj-28-2.jpg">
    9. Para negar uma proposição composta pelo conectivo “e”, deve-se negar os componentes e trocar owww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-28-4" src="pdf-obj-28-4.jpg">

    9.

    Para negar uma proposição composta pelo conectivo “e”, deve-se negar os componentes e trocar o conectivo por “ou”.

    Exemplo: A negação de “Corro e não durmo” é “Não corro ou durmo”.

    10. Para negar uma proposição composta pelo “Se

    ...

    ,então

    ...

    ”:

    copie o antecedente, negue o consequente e

    troque o conectivo por “e”. Em outras palavras, copie a primeira parte, negue a segunda e troque por “e”.

    Exemplo: A negação de “Penso, logo existo” é “Penso e não existo”.

    29

    9. Para negar uma proposição composta pelo conectivo “e”, deve-se negar os componentes e trocar owww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-28-32" src="pdf-obj-28-32.jpg">
    DIREITO DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA Prof. Tiago Faria 1. Legislação Seca: teorias, correntes doutrinárias e jurisprudênciaswww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-29-2" src="pdf-obj-29-2.jpg">
    DIREITO DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA Prof. Tiago Faria 1. Legislação Seca: teorias, correntes doutrinárias e jurisprudênciaswww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-29-4" src="pdf-obj-29-4.jpg">

    DIREITO DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA Prof. Tiago Faria

    • 1. Legislação Seca: teorias, correntes doutrinárias e jurisprudências não têm sido cobradas pela Consulplan, será necessário memorizar o texto da Lei 13.146/2015. Para matérias de legislação é necessário ter a lei atualizada impressa para acompanhar a matéria, fazendo marcações. Busque a legislação atualizada no google e dê preferência para as encontradas no domínio planalto.gov.br.

    • 2. Como estudar: a leitura repetitiva da legislação não é a melhor maneira de memorizar. Deve-se focar nos artigos mais cobrados e entender o significado dos conceitos e a lógica do legislador. Esquemas, resumos e mapas mentais auxiliarão muito no processo.

    30

    DIREITO DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA Prof. Tiago Faria 1. Legislação Seca: teorias, correntes doutrinárias e jurisprudênciaswww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-29-21" src="pdf-obj-29-21.jpg">
    3. Estatuto da Pessoa com Deficiência (EPD): busca assegurar e promover o exercício dos direitos fundamentaiswww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-30-2" src="pdf-obj-30-2.jpg">
    3. Estatuto da Pessoa com Deficiência (EPD): busca assegurar e promover o exercício dos direitos fundamentaiswww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-30-4" src="pdf-obj-30-4.jpg">
    • 3. Estatuto da Pessoa com Deficiência (EPD): busca assegurar e promover o exercício dos direitos fundamentais pelas pessoas com deficiência, em condições de igualdade com as demais pessoas, visando sua inclusão social e a garantia de sua plena cidadania.

    • 4. Pessoa com deficiência: aquela que tem impedimento de longo prazo de natureza física, mental, intelectual ou sensorial, o qual, em interação com uma ou mais barreiras, pode obstruir sua participação plena e efetiva na sociedade em igualdade de condições com as demais pessoas.

    • 5. Barreiras: podem ser urbanísticas, arquitetônicas, nos transportes, nas comunicações e na informação, atitudinais ou tecnológicas.

    31

    3. Estatuto da Pessoa com Deficiência (EPD): busca assegurar e promover o exercício dos direitos fundamentaiswww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-30-28" src="pdf-obj-30-28.jpg">
    6. Atendimento prioritário: A pessoa com deficiência tem direito a receber atendimento prioritário e, por extensão,www.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-31-2" src="pdf-obj-31-2.jpg">
    6. Atendimento prioritário: A pessoa com deficiência tem direito a receber atendimento prioritário e, por extensão,www.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-31-4" src="pdf-obj-31-4.jpg">
    • 6. Atendimento prioritário: A pessoa com deficiência tem direito a receber atendimento prioritário e, por extensão, também possuem esse direito o seu atendente pessoal e o seu acompanhante. As exceções são para a finalidade de recebimento de restituição de imposto de renda e tramitação processual em procedimentos judiciais e administrativos.

    • 7. Capacidade civil: a deficiência não afeta a plena capacidade civil da pessoa.

    • 8. Consentimento prévio ao atendimento: é necessário o consentimento prévio, livre e esclarecido da pessoa com deficiência; únicas exceções: risco de morte e emergência em saúde.

    • 9. Curatela: apenas quando necessário, é medida protetiva extraordinária e afetará somente os atos de natureza patrimonial e negocial.

    32

    6. Atendimento prioritário: A pessoa com deficiência tem direito a receber atendimento prioritário e, por extensão,www.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-31-32" src="pdf-obj-31-32.jpg">
    10. Direitos políticos: a pessoa com deficiência pode exercê-los em condição de igualdade com as demaiswww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-32-2" src="pdf-obj-32-2.jpg">
    10. Direitos políticos: a pessoa com deficiência pode exercê-los em condição de igualdade com as demaiswww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-32-4" src="pdf-obj-32-4.jpg">

    10. Direitos políticos: a pessoa com deficiência pode exercê-los em condição de igualdade com as demais pessoas, inclusive para votar e ser votada.

    33

    10. Direitos políticos: a pessoa com deficiência pode exercê-los em condição de igualdade com as demaiswww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-32-14" src="pdf-obj-32-14.jpg">
    ÉTICA Prof. Ricardo Wermelinger 1. No ato da posse, o servidor apresentará declaração de bens ewww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-33-2" src="pdf-obj-33-2.jpg">

    ÉTICA Prof. Ricardo Wermelinger

    ÉTICA Prof. Ricardo Wermelinger 1. No ato da posse, o servidor apresentará declaração de bens ewww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-33-7" src="pdf-obj-33-7.jpg">
    • 1. No ato da posse, o servidor apresentará declaração de bens e valores que constituem seu patrimônio e declaração quanto ao exercício ou não de outro cargo, emprego ou função pública. Essa obrigação é essencial para a lei de improbidade administrativa, mas já aparece na 8.112.

    • 2. Ao entrar em exercício, o servidor nomeado para cargo de provimento efetivo ficará sujeito a estágio probatório por período de 24 (vinte e quatro) meses, durante o qual a sua aptidão e capacidade serão objeto de avaliação para o desempenho do cargo. Porém, pela Constituição Federal, a estabilidade é com 3 anos. Esses 24 meses só valem se a prova pedir "conforme a 8112".

    34

    ÉTICA Prof. Ricardo Wermelinger 1. No ato da posse, o servidor apresentará declaração de bens ewww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-33-17" src="pdf-obj-33-17.jpg">
    3. A reintegração é a reinvestidura do servidor estável no cargo anteriormente quando invalidada a suawww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-34-2" src="pdf-obj-34-2.jpg">
    3. A reintegração é a reinvestidura do servidor estável no cargo anteriormente quando invalidada a suawww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-34-4" src="pdf-obj-34-4.jpg">
    • 3. A reintegração é a reinvestidura do servidor estável no cargo anteriormente quando invalidada a sua demissão por decisão administrativa ou judicial, com ressarcimento de todas as vantagens. Ou seja, não apenas recupera o cargo, como recebe todos os vencimentos do período em que esteve afastado

    • 4. Exoneração de oficio é rara, ocorre apenas se o servidor nomeado não toma posse no prazo, ou se acumula cargos. A demissão é mais comum.

    • 5. A remoção a pedido vale caso o cônjuge, já servidor, seja removido de oficio para outra cidade. Se o cônjuge faz um concurso para outra cidade, o servidor não tem direito à remoção.

    • 6. São indenizações: ajuda de custo, diárias, transporte e moradia. Indenização seria um reembolso, uma restituição, diferente de uma vantagem. Por isso são tratadas separadamente.

    35

    3. A reintegração é a reinvestidura do servidor estável no cargo anteriormente quando invalidada a suawww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-34-18" src="pdf-obj-34-18.jpg">
    7. Algo não muito falado: se o servidor é removido para outra sede de ofício ewww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-35-2" src="pdf-obj-35-2.jpg">
    7. Algo não muito falado: se o servidor é removido para outra sede de ofício ewww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-35-4" src="pdf-obj-35-4.jpg">
    • 7. Algo não muito falado: se o servidor é removido para outra sede de ofício e morre, a família faz jus á ajuda de custo para voltar à cidade de origem, dentro de 1 ano do óbito.

    • 8. Servidor que lida com Raios X ou substancia radioativa tem 20 dias de férias a cada semestre, não podendo acumular. Deve haver algum estudo dizendo que isso evita doenças decorrentes da radiação.

    • 9. É dever do servidor levar as irregularidades de que tiver ciência em razão do cargo ao conhecimento da autoridade superior ou, quando houver suspeita de envolvimento desta, ao conhecimento de outra autoridade competente para apuração. Esse dispositivo é "novo", de 2011, tendo mais chances de cair, portanto.

    36

    7. Algo não muito falado: se o servidor é removido para outra sede de ofício ewww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-35-16" src="pdf-obj-35-16.jpg">
    10. Atualmente é permitido gozar licença para trato de interesses particulares para exercer administração de empresa,www.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-36-2" src="pdf-obj-36-2.jpg">
    10. Atualmente é permitido gozar licença para trato de interesses particulares para exercer administração de empresa,www.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-36-4" src="pdf-obj-36-4.jpg">

    10. Atualmente é permitido gozar licença para trato de interesses particulares para exercer administração de empresa, pela inclusão do art. 117, p. II.

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    10. Atualmente é permitido gozar licença para trato de interesses particulares para exercer administração de empresa,www.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-36-12" src="pdf-obj-36-12.jpg">
    LEGISLAÇÃO ESPECÍFICA Prof. Ricardo Gomes 1. A Constituição determina que os Tribunais Regionais Federais (TRFs) serãowww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-37-2" src="pdf-obj-37-2.jpg">
    LEGISLAÇÃO ESPECÍFICA Prof. Ricardo Gomes 1. A Constituição determina que os Tribunais Regionais Federais (TRFs) serãowww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-37-4" src="pdf-obj-37-4.jpg">

    LEGISLAÇÃO ESPECÍFICA Prof. Ricardo Gomes

    • 1. A Constituição determina que os Tribunais Regionais Federais (TRFs) serão compostos por, no mínimo, 7 (sete) Juízes Vitalícios. Assim, existe apenas um piso mínimo do número de Membros dos Tribunais Regionais Federais, isto é, somente não podem ser menos de 7 (sete).

    • 2. A regra é que os TRFs sejam compostos por bem mais que simplesmente 7 (sete) Membros.

    • 3. Os Juízes do TRF1 são denominados de Desembargadores Federais. Ressalto que o termo “Juízes” refere-se aos Membros do Tribunal, aos Desembargadores Federais que exercem suas funções no

    38

    LEGISLAÇÃO ESPECÍFICA Prof. Ricardo Gomes 1. A Constituição determina que os Tribunais Regionais Federais (TRFs) serãowww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-37-25" src="pdf-obj-37-25.jpg">
    próprio TRF e não aos Juízes Federais de 1ª Instância . Muitos alunos confundem Juízes Federaiswww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-38-2" src="pdf-obj-38-2.jpg">
    próprio TRF e não aos Juízes Federais de 1ª Instância . Muitos alunos confundem Juízes Federaiswww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-38-4" src="pdf-obj-38-4.jpg">

    próprio TRF e não aos Juízes Federais de 1ª Instância. Muitos alunos confundem Juízes Federais como Membros do TRF, o que não é verdade.

    4. Os Membros do Tribunal também são Juízes Federais, mas não são mais da 1ª instância, sendo considerados Desembargadores (fim de carreira dos Magistrados). Ainda, para ser Desembargador do TRF, é preciso que o Juiz já seja vitalício, isto é, que já tenha adquirido estabilidade definitiva no cargo (vitaliciedade). Para adquiri-la, é preciso que o Juiz possua mais de 2 ANOS de exercício, conforme art. 95, I, da CF-88:

    Art. 95. Os juízes gozam das seguintes garantias:

    39

    próprio TRF e não aos Juízes Federais de 1ª Instância . Muitos alunos confundem Juízes Federaiswww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-38-20" src="pdf-obj-38-20.jpg">
    I - vitaliciedade, que, no primeiro grau, só será adquirida após dois anos de exercício, dependendowww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-39-2" src="pdf-obj-39-2.jpg">
    I - vitaliciedade, que, no primeiro grau, só será adquirida após dois anos de exercício, dependendowww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-39-4" src="pdf-obj-39-4.jpg">

    I - vitaliciedade, que, no primeiro grau, só será adquirida após dois anos de exercício, dependendo a perda do cargo, nesse período, de deliberação do tribunal a que o juiz estiver vinculado, e, nos demais casos, de sentença judicial transitada em julgado;

    • 5. Seguindo a permissão constitucional, o Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) é composto de 27 (vinte e sete) Juízes vitalícios (Desembargadores Federais) nomeados pelo Presidente da República, sendo estes 27 Desembargadores assim distribuídos, de acordo com a origem:

    § 21 (vinte e um) entre Juízes FEDERAIS (de 1º grau)

    § 3 (três) ADVOGADOS

    § 3 (três) Membros do Ministério Público Federal (MPF)

    40

    I - vitaliciedade, que, no primeiro grau, só será adquirida após dois anos de exercício, dependendowww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-39-35" src="pdf-obj-39-35.jpg">
    6. Esta previsão do Regimento Interno respeita a regra constitucional do art. 107 da CF-88, quewww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-40-2" src="pdf-obj-40-2.jpg">
    6. Esta previsão do Regimento Interno respeita a regra constitucional do art. 107 da CF-88, quewww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-40-4" src="pdf-obj-40-4.jpg">
    • 6. Esta previsão do Regimento Interno respeita a regra constitucional do art. 107 da CF-88, que determina parâmetros numéricos/proporcionais da quantidade de Juízes Federais, Advogados e Membros do Ministério Público Federal (MPF):

    § 1/5 (um quinto) – dentre Advogados e Membros do MPF com + de 10 ANOS de efetiva atividade profissional/carreira § 4/5 (quatro quintos) - dentre Juízes Federais promovidos por antiguidade e merecimento, alternadamente, com + 5 ANOS de exercício

    • 7. Dos 27 Membros do TRF1, 1/5 equivale a 5,4, que foram arredondados para 6 (seis). Dos 6, 3 (três) são oriundos da Advocacia e 3 (três) do MPF.

    41

    6. Esta previsão do Regimento Interno respeita a regra constitucional do art. 107 da CF-88, quewww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-40-29" src="pdf-obj-40-29.jpg">
    8. Os outros 4/5 dos Membros equivalem aos 21 (vinte e um) Juízes Federais. 9. Awww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-41-2" src="pdf-obj-41-2.jpg">
    8. Os outros 4/5 dos Membros equivalem aos 21 (vinte e um) Juízes Federais. 9. Awww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-41-4" src="pdf-obj-41-4.jpg">
    • 8. Os outros 4/5 dos Membros equivalem aos 21 (vinte e um) Juízes Federais.

    • 9. A CF-88 prevê que os Advogados e Membros do MPF devem ter + 10 ANOS de atividade profissional ou de carreira. Por outro lado, os Juízes Federais precisam ter apenas 5 ANOS de exercício!

    10. Além dessas premissas, a CF-88 dispõe que, se possível, os Desembargadores serão recrutados na respectiva região (ex: 1ª Região – de preferência, Desembargador não será convocado do Estado de São Paulo, que pertence à 3ª Região) com idade entre 30 e 65 ANOS.

    42

    8. Os outros 4/5 dos Membros equivalem aos 21 (vinte e um) Juízes Federais. 9. Awww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-41-28" src="pdf-obj-41-28.jpg">
    DIREITO CONSTITUCIONAL Prof. Frederico Dias 1. Selecionamos 10 pontos importantes para acertar as questões da provawww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-42-2" src="pdf-obj-42-2.jpg">
    DIREITO CONSTITUCIONAL Prof. Frederico Dias 1. Selecionamos 10 pontos importantes para acertar as questões da provawww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-42-4" src="pdf-obj-42-4.jpg">

    DIREITO CONSTITUCIONAL Prof. Frederico Dias

    • 1. Selecionamos 10 pontos importantes para acertar as questões da prova de Direito Constitucional. São 10 tópicos que extrapolam o conhecimento literal da Constituição, mas são sempre cobrados nas provas de concursos.

    Podemos classificar

    os

    direitos

    fundamentais

    em

    três

    dimensões (ou gerações):

    Na primeira dimensão, temos os direitos ligados aos ideais do Estado liberal, de natureza negativa (exigindo um não fazer), com foco na liberdade individual frente ao Estado (direitos civis e políticos). Na segunda dimensão, temos os direitos ligados aos ideais do Estado social, de natureza positiva, com foco na igualdade entre os homens (direitos sociais, culturais e econômicos).

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    DIREITO CONSTITUCIONAL Prof. Frederico Dias 1. Selecionamos 10 pontos importantes para acertar as questões da provawww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-42-34" src="pdf-obj-42-34.jpg">
     Na terceira dimensão, temos os direitos de índole coletiva e difusa (pertencentes a um grupowww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-43-2" src="pdf-obj-43-2.jpg">
     Na terceira dimensão, temos os direitos de índole coletiva e difusa (pertencentes a um grupowww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-43-4" src="pdf-obj-43-4.jpg">
    • Na terceira dimensão, temos os direitos de índole coletiva e difusa (pertencentes a um grupo indeterminável de pessoas), com foco na fraternidade entre os povos (direito ao meio ambiente, à paz,

    ao

    progresso

    etc.)

    (Tema:

    Direitos

    e

    Garantias Fundamentais).

    • 2. As expressões direitos e garantias não se confundem. Enquanto os direitos são os bens em si mesmo considerados (principal), as garantias são instrumentos de preservação desses bens (acessório). Por exemplo, para proteger o direito de locomoção, a Constituição prevê a garantia do habeas corpus (Tema: Direitos e Garantias Fundamentais)

    • 3. Se inicialmente os direitos fundamentais surgiram tendo como titulares as pessoas naturais, hoje já se reconhece direitos fundamentais em favor das pessoas jurídicas ou mesmo em favor do Estado. Por

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     Na terceira dimensão, temos os direitos de índole coletiva e difusa (pertencentes a um grupowww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-43-31" src="pdf-obj-43-31.jpg">
    exemplo, o direito de requisição administrativa previsto do art. 5°, XXV da CF/88, é um direitowww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-44-2" src="pdf-obj-44-2.jpg">
    exemplo, o direito de requisição administrativa previsto do art. 5°, XXV da CF/88, é um direitowww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-44-4" src="pdf-obj-44-4.jpg">

    exemplo, o direito de requisição administrativa previsto do art. 5°, XXV da CF/88, é um direito fundamental que tem como destinatário o Estado. (Tema: Direitos e Garantias Fundamentais)

    • 4. Embora originalmente visassem regular a relação indivíduo-estado (relações verticais), atualmente os direitos fundamentais devem ser respeitados mesmo nas relações privadas, entre os próprios indivíduos (relações horizontais). Por exemplo, o direito de resposta proporcional ao agravo, no caso de dano material, moral ou à imagem (CF, art. 5°, V). (Tema: Direitos e Garantias Fundamentais)

    • 5. Os direitos fundamentais não dispõem de caráter absoluto, já que encontram limites nos demais direitos previstos na Constituição (Princípio da relatividade ou da convivência das liberdades públicas). Ademais, direitos fundamentais não podem ser utilizados como escudo protetivo da prática de atividades ilícitas. A título de exemplo: (i) a garantia da inviolabilidade das correspondências não será

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    exemplo, o direito de requisição administrativa previsto do art. 5°, XXV da CF/88, é um direitowww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-44-16" src="pdf-obj-44-16.jpg">
    oponível ante a prática de atividades ilícitas; (ii) a liberdade de pensamento não pode conduzir aowww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-45-2" src="pdf-obj-45-2.jpg">
    oponível ante a prática de atividades ilícitas; (ii) a liberdade de pensamento não pode conduzir aowww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-45-4" src="pdf-obj-45-4.jpg">

    oponível ante a prática de atividades ilícitas; (ii) a liberdade de pensamento não pode conduzir ao racismo – e assim por diante. (Tema: Direitos e Garantias Fundamentais)

    • 6. Embora o caput do art. 5º da Constituição diga textualmente que os direitos e garantias fundamentais são garantidos aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no país, a jurisprudência entendeu de forma diversa. Na verdade, a expressão “estrangeiros residentes no País” deve ser entendida como “estrangeiros sob as leis brasileiras”. Ou seja, os direitos e garantias fundamentais aplicam-se a estrangeiros residentes ou não-residentes, enquanto estiverem sob o manto do nosso ordenamento jurídico. Mas, atenção! Não é que todos os direitos são destinados a estrangeiros. Não, não. A ação popular, por exemplo, é garantia que não poderá ser estendida a estrangeiros em geral, pois apenas o cidadão é legitimado ativo. (Tema: Direitos e Garantias Fundamentais)

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    oponível ante a prática de atividades ilícitas; (ii) a liberdade de pensamento não pode conduzir aowww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-45-14" src="pdf-obj-45-14.jpg">
    7. Os direitos e garantias fundamentais estão disciplinados no Título II (arts. 5º a 17), porwww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-46-2" src="pdf-obj-46-2.jpg">
    7. Os direitos e garantias fundamentais estão disciplinados no Título II (arts. 5º a 17), porwww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-46-4" src="pdf-obj-46-4.jpg">
    • 7. Os direitos e garantias fundamentais estão disciplinados no Título II (arts. 5º a 17), por isso denominado “catálogo dos direitos fundamentais”. Mas, nem todos os direitos e garantias fundamentais presentes na nossa Constituição estão enumerados nesse catálogo próprio. Há, também, diversos direitos fundamentais presentes em outros dispositivos da nossa Constituição (ou mesmo fora dela). Assim, é bom lembrar que a enumeração constitucional dos direitos e garantias fundamentais não é limitativa, taxativa, haja vista que outros poderão ser reconhecidos ulteriormente, seja por meio de futuras emendas constitucionais (EC) ou mesmo mediante normas infraconstitucionais, como os tratados e convenções internacionais celebrados pelo Brasil. (Tema: Direitos e Garantias Fundamentais)

    • 8. Atualmente, os tratados e convenções internacionais celebrados pelo Brasil poderão assumir três diferentes posições hierárquicas ao serem incorporados ao nosso ordenamento pátrio, a saber:

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    7. Os direitos e garantias fundamentais estão disciplinados no Título II (arts. 5º a 17), porwww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-46-14" src="pdf-obj-46-14.jpg">
     tratados e convenções internacionais sobre direitos humanos incorporados pelo rito especial do § 3º dowww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-47-2" src="pdf-obj-47-2.jpg">
     tratados e convenções internacionais sobre direitos humanos incorporados pelo rito especial do § 3º dowww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-47-4" src="pdf-obj-47-4.jpg">
    • tratados e convenções internacionais sobre direitos humanos incorporados pelo rito especial do § 3º do art. 5º da Constituição Federal (CF, art. 5°, §3°): status de emenda constitucional.

    • demais tratados e convenções internacionais que não tratam de direitos humanos: status de lei ordinária federal.

    • tratados e convenções internacionais sobre direitos humanos incorporados pelo rito ordinário: status de supralegalidade (situam-se acima das leis, mas abaixo da Constituição). (Tema: Direitos e Garantias Fundamentais)

    9.

    As formas de Estado (Estado Unitário x Federação) não se confundem com os sistemas de governo (Presidencialismo x Parlamentarismo) ou com as formas de governo (República x Monarquia). (Tema:

    Organização do Estado)

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     tratados e convenções internacionais sobre direitos humanos incorporados pelo rito especial do § 3º dowww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-47-25" src="pdf-obj-47-25.jpg">
    10. Cada um dos poderes do Estado exerce não somente suas funções típicas, mas também funçõeswww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-48-2" src="pdf-obj-48-2.jpg">
    10. Cada um dos poderes do Estado exerce não somente suas funções típicas, mas também funçõeswww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-48-4" src="pdf-obj-48-4.jpg">

    10. Cada um dos poderes do Estado exerce não somente suas funções típicas, mas também funções atípicas. Por exemplo, o Poder Judiciário exerce tipicamente a função jurisdicional. Mas também exerce função executiva (atipicamente) ao realizar concurso público para suprir seu quadro de pessoal, ou ao realizar uma licitação para compra de canetas, por exemplo. E exerce função legislativa (atipicamente) quando um tribunal edita seu regimento interno (Tema: Princípios Fundamentais e Organização dos Poderes).

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    10. Cada um dos poderes do Estado exerce não somente suas funções típicas, mas também funçõeswww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-48-12" src="pdf-obj-48-12.jpg">
    DIREITO PENAL E PROCESSUAL PENAL Prof. Pedro Ivo 1. A regra geral no Direito Penal éwww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-49-2" src="pdf-obj-49-2.jpg">
    DIREITO PENAL E PROCESSUAL PENAL Prof. Pedro Ivo 1. A regra geral no Direito Penal éwww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-49-4" src="pdf-obj-49-4.jpg">

    DIREITO PENAL E PROCESSUAL PENAL Prof. Pedro Ivo

    • 1. A regra geral no Direito Penal é a da prevalência da lei que se encontrava em vigor quando da prática do fato, ou seja, aplica-se a lei vigente quando da prática da conduta – Princípio do “Tempus Regit Actum”.

    • 2. A lei penal mais grave aplica-se ao crime continuado ou ao crime permanente, se a sua vigência é anterior à cessação da continuidade ou da permanência. (Súmula nº 711, do STF).

    • 3. É possível a responsabilização penal da pessoa jurídica por delitos ambientais independentemente da responsabilização concomitante da pessoa física que agia em seu nome. Conforme orientação da

    50

    DIREITO PENAL E PROCESSUAL PENAL Prof. Pedro Ivo 1. A regra geral no Direito Penal éwww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-49-20" src="pdf-obj-49-20.jpg">
    Primeira Turma do STF, “O art. 225, § 3º, da Constituição Federal não condiciona a responsabilizaçãowww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-50-2" src="pdf-obj-50-2.jpg">
    Primeira Turma do STF, “O art. 225, § 3º, da Constituição Federal não condiciona a responsabilizaçãowww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-50-4" src="pdf-obj-50-4.jpg">

    Primeira Turma do STF, “O art. 225, § 3º, da Constituição Federal não condiciona a responsabilização penal da pessoa jurídica por crimes ambientais à simultânea persecução penal da pessoa física em tese responsável no âmbito da empresa. A norma constitucional não impõe a necessária dupla imputação” (RE 548.181).

    4. Segundo entendimento doutrinário e jurisprudencial, o arrependimento posterior pode ocorrer em qualquer espécie de crime e não somente nos delitos contra o patrimônio. Basta, como deixa claro o texto legal, que exista um dano passível de reparação.

    51

    Primeira Turma do STF, “O art. 225, § 3º, da Constituição Federal não condiciona a responsabilizaçãowww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-50-14" src="pdf-obj-50-14.jpg">
    5. É isento de pena o agente que, por doença mental ou desenvolvimento mental incompleto ouwww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-51-2" src="pdf-obj-51-2.jpg">
    5. É isento de pena o agente que, por doença mental ou desenvolvimento mental incompleto ouwww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-51-4" src="pdf-obj-51-4.jpg">

    5. É isento de pena o agente que, por doença mental ou desenvolvimento mental incompleto ou retardado, era, ao tempo da ação ou da omissão, inteiramente incapaz de entender o caráter ilícito do fato ou de determinar-se de acordo com esse entendimento.

    6. As denominadas circunstâncias incomunicáveis são aquelas que não se transmitem aos coautores e partícipes. Sobre o tema dispõe o Código Penal: Não se comunicam as circunstâncias e as condições de caráter pessoal, salvo quando elementares do crime.

    7. A diferença entre a graça e o indulto reside no fato de que a graça é concedida individualmente, enquanto o indulto de maneira coletiva a determinados fatos impostos pelo Chefe do Poder Executivo, daí a opção de alguns doutrinadores em denominar a graça de indulto individual.

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    5. É isento de pena o agente que, por doença mental ou desenvolvimento mental incompleto ouwww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-51-16" src="pdf-obj-51-16.jpg">
    8. O legislador optou por utilizar no Código Penal o conceito de Administração pública em sentidowww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-52-2" src="pdf-obj-52-2.jpg">
    8. O legislador optou por utilizar no Código Penal o conceito de Administração pública em sentidowww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-52-4" src="pdf-obj-52-4.jpg">
    • 8. O legislador optou por utilizar no Código Penal o conceito de Administração pública em sentido amplo, abrangendo assim o poder executivo, o legislativo e judiciário.

    • 9. O peculato é o delito em que o funcionário público, arbitrariamente, faz sua ou desvia em proveito próprio ou de terceiro, a coisa móvel que possui em razão do cargo, seja ela pertencente ao Estado ou a particular, ou esteja sob sua guarda ou vigilância. Está definido assim no Código Penal: Art. 312 - Apropriar-se o funcionário público de dinheiro, valor ou qualquer outro bem móvel, público ou particular, de que tem a posse em razão do cargo, ou desviá-lo, em proveito próprio ou alheio: Pena - reclusão, de dois a doze anos, e multa.

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    8. O legislador optou por utilizar no Código Penal o conceito de Administração pública em sentidowww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-52-14" src="pdf-obj-52-14.jpg">
    10. Júlio Fabbrini Mirabete, quanto à objetividade jurídica do crime de concussão, leciona: “Objetiva a incriminaçãowww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-53-2" src="pdf-obj-53-2.jpg">
    10. Júlio Fabbrini Mirabete, quanto à objetividade jurídica do crime de concussão, leciona: “Objetiva a incriminaçãowww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-53-4" src="pdf-obj-53-4.jpg">
    • 10. Júlio Fabbrini Mirabete, quanto à objetividade jurídica do crime de concussão, leciona: “Objetiva a incriminação do fato tutelar a regularidade da administração, no que tange à probidade dos funcionários, ao legítimo uso da qualidade e da função por eles exercida. Em plano secundário, protegido está também o interesse patrimonial de particular, ou mesmo de funcionário, de quem é exigida a vantagem. ”

    54

    10. Júlio Fabbrini Mirabete, quanto à objetividade jurídica do crime de concussão, leciona: “Objetiva a incriminaçãowww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-53-12" src="pdf-obj-53-12.jpg">
    ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA Prof. Renato Fenilli 1. O Caderno MARE nº 4 (p. 12-13) faz a seguintewww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-54-2" src="pdf-obj-54-2.jpg">
    ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA Prof. Renato Fenilli 1. O Caderno MARE nº 4 (p. 12-13) faz a seguintewww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-54-4" src="pdf-obj-54-4.jpg">

    ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA Prof. Renato Fenilli

    • 1. O Caderno MARE nº 4 (p. 12-13) faz a seguinte lista das diferenças entre os setores público e privado:

     

    DIVERGÊNCIAS GERAIS ENTRE OS SETORES PÚBLICO E PRIVADO

    SETOR PÚBLICO

    SETOR PRIVADO

         

    Finalidade

    A finalidade principal do setor público está imbuída do ideal democrático de prestar serviços à sociedade, em prol do bem-estar comum.

    A finalidade principal é o lucro e a sobrevivência em um ambiente de alta competitividade.

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    ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA Prof. Renato Fenilli 1. O Caderno MARE nº 4 (p. 12-13) faz a seguintewww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-54-37" src="pdf-obj-54-37.jpg">
    Cliente Há o dever de prover satisfação ao cliente (cidadão) Há interesse em prover satisfação aowww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-55-2" src="pdf-obj-55-2.jpg">
    Cliente Há o dever de prover satisfação ao cliente (cidadão) Há interesse em prover satisfação aowww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-55-4" src="pdf-obj-55-4.jpg">

    Cliente

    Há o dever de prover satisfação ao cliente (cidadão)

    interesse em prover satisfação ao cliente.

     
         

    Receita

    O pagamento pelo serviço prestado dá-se por meio de impostos, não havendo simetria entre o valor

    O

    cliente atendido remunera diretamente a

    organização, havendo proporcionalidade entre o valor

    despendido

    e

    a

    quantidade

    e

    a qualidade do

    despendido e a quantidade / qualidade do serviço

    serviço recebido.

     

    recebido.

         

    Qualidade

    A

    meta, em termos de política de qualidade,

    é

    a

    A

    meta, em

    termos de política de qualidade,

    é

    a

    busca da excelência no atendimento a todos os cidadãos, ao menor custo possível.

    obtenção, manutenção e expansão do mercado.

     

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    Cliente Há o dever de prover satisfação ao cliente (cidadão) Há interesse em prover satisfação aowww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-55-117" src="pdf-obj-55-117.jpg">
    Limites de Atuação limitada pelo estritamente disposto em lei Atuação não pode contrariar o disposto emwww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-56-2" src="pdf-obj-56-2.jpg">
    Limites de Atuação limitada pelo estritamente disposto em lei Atuação não pode contrariar o disposto emwww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-56-4" src="pdf-obj-56-4.jpg">

    Limites de

    Atuação limitada pelo estritamente disposto em lei

    Atuação não pode contrariar o disposto em lei

    atuação

    (Princípio da Legalidade).

    (Princípio da Legalidade).

    2. Para Brandão (2009), a comunicação governamental no Brasil tem apresentado uma natureza publicitária, sendo, assim, unidirecional (do governo à sociedade). Visa, principalmente, à divulgação das ações do governo e utilização da propaganda na mídia, com um viés de marketing, influenciando a agenda política do País. Já a comunicação pública, ainda segundo essa autora, abrange um processo de comunicação “que se instaura na esfera pública entre o Estado, o governo, e a sociedade e que se propõe a ser um espaço privilegiado de negociação entre os interesses das diversas instâncias de poder constitutivas da vida pública no país” (BRANDÃO, 2009, p. 31).

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    Limites de Atuação limitada pelo estritamente disposto em lei Atuação não pode contrariar o disposto emwww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-56-36" src="pdf-obj-56-36.jpg">
    3. Guardando íntima relação com o modelo gerencial de administração pública, surge o conceito de Estado-Rede,www.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-57-2" src="pdf-obj-57-2.jpg">
    3. Guardando íntima relação com o modelo gerencial de administração pública, surge o conceito de Estado-Rede,www.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-57-4" src="pdf-obj-57-4.jpg">

    3. Guardando íntima relação com o modelo gerencial de administração pública, surge o conceito de Estado-Rede, termo de autoria de Castells (1999), caracterizado pela descentralização das suas atividades e pelo fomento da participação de atores do primeiro, segundo e terceiro setores. Veja a análise que Martelli (2002) faz do Estado-rede:

    A construção do Estado-rede se dá por meio de uma reforma da administração pública. A ideia fundamental é a de difusão do poder de centros para o poder de redes. O novo Estado não elimina o Estado-nação, mas redefine- o. O novo Estado compartilha sua autoridade mediante uma série de instituições. Se ele assume a forma de uma rede, deixa de ter um centro bem definido: articula-se por meio de diferentes nós e de relações internodais frequentemente assimétricas. Todos os nós, porém, são necessários para a existência da rede. O novo Estado deve atuar com base na noção de um poder que se difunde em instituições regionais e locais.

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    3. Guardando íntima relação com o modelo gerencial de administração pública, surge o conceito de Estado-Rede,www.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-57-16" src="pdf-obj-57-16.jpg">
    4. Conforme salientado por documento produzido pelo Tribunal de Contas da União (TCU, 2011), os indicadoreswww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-58-2" src="pdf-obj-58-2.jpg">
    4. Conforme salientado por documento produzido pelo Tribunal de Contas da União (TCU, 2011), os indicadoreswww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-58-4" src="pdf-obj-58-4.jpg">
    • 4. Conforme salientado por documento produzido pelo Tribunal de Contas da União (TCU, 2011), os indicadores de desempenho organizacional quase sempre são compostos por variáveis provenientes de um dos seguintes grupos: custo, tempo, quantidade e qualidade.

    • 5. “Cronologicamente, a Administração Estratégica evoluiu do planejamento financeiro, materializado no orçamento, para o planejamento de longo prazo, passando desse para o planejamento estratégico. Este último foi incorporado pela Administração Estratégica, que uniu, em um mesmo processo, planejamento e administração, adicionando-lhes a preocupação com sua implementação e com o planejamento de potencialidades” (MEIRELLES, 1995).

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    4. Conforme salientado por documento produzido pelo Tribunal de Contas da União (TCU, 2011), os indicadoreswww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-58-20" src="pdf-obj-58-20.jpg">
    6. A elaboração da estratégia em uma organização é responsabilidade da alta liderança (cúpula). No entanto,www.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-59-2" src="pdf-obj-59-2.jpg">
    6. A elaboração da estratégia em uma organização é responsabilidade da alta liderança (cúpula). No entanto,www.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-59-4" src="pdf-obj-59-4.jpg">
    • 6. A elaboração da estratégia em uma organização é responsabilidade da alta liderança (cúpula). No entanto, neste nível, os objetivos são gerais e os planos, genéricos, sendo insuficientes para servirem de referenciais de desempenho. Os objetivos e os planos estratégicos devem ser desdobrados em níveis mais concretos (tático e operacional) para, aí sim, atuarem como referenciais de desempenho.

    • 7. Ao falarmos de gestão por competências na administração pública brasileira, vale a menção ao Decreto nº 5.707, de 23 de fevereiro de 2006, que institui a política e as diretrizes para o desenvolvimento de pessoal da administração pública federal direta, autárquica e fundacional.

    Para o citado normativo, eis a definição de gestão por competência:

    Art. 2 o Para os fins deste Decreto, entende-se por:

    60

    6. A elaboração da estratégia em uma organização é responsabilidade da alta liderança (cúpula). No entanto,www.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-59-27" src="pdf-obj-59-27.jpg">
    [ ] ... II - gestão por competência : gestão da capacitação orientada para o desenvolvimentowww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-60-2" src="pdf-obj-60-2.jpg">

    [ ] ...

    [ ] ... II - gestão por competência : gestão da capacitação orientada para o desenvolvimentowww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-60-6" src="pdf-obj-60-6.jpg">

    II - gestão por competência: gestão da capacitação orientada para o desenvolvimento do conjunto de conhecimentos, habilidades e atitudes necessárias ao desempenho das funções dos servidores, visando ao alcance dos objetivos da instituição;

    • 8. As tendências da gestão de pessoas no setor público, no contexto do New Public Management, constam da publicação A Nova Política de Recursos Humanos, publicado em 1997. Vejamos um breve excerto:

    “A política de recursos humanos da Administração Pública Federal se insere no processo mais amplo de Reforma do Estado. Com a redefinição de seu papel, ficarão concentradas no Estado atividades relacionadas com formulação, controle e avaliação de políticas públicas e que pressuponham o poder de Estado, transferindo-se as atividades que podem ser desenvolvidas pelo mercado e a execução de serviços que não envolvem o exercício

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    [ ] ... II - gestão por competência : gestão da capacitação orientada para o desenvolvimentowww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-60-25" src="pdf-obj-60-25.jpg">
    do poder de Estado, mas que devem ser subsidiados pelo Estado - como é o casowww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-61-2" src="pdf-obj-61-2.jpg">
    do poder de Estado, mas que devem ser subsidiados pelo Estado - como é o casowww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-61-4" src="pdf-obj-61-4.jpg">

    do poder de Estado, mas que devem ser subsidiados pelo Estado - como é o caso dos serviços de educação, saúde, cultura e pesquisa científica - para o setor privado e para o setor público não-estatal, respectivamente.

    Os servidores públicos, e portanto integrantes de carreiras de Estado, serão apenas aqueles cujas atividades estão voltadas para as atividades exclusivas de Estado relacionadas com a formulação, controle e avaliação de políticas públicas e com a realização de atividades que pressupõem o poder de Estado. Esses servidores representarão o Estado enquanto pessoal. Para a realização de atividades auxiliares como manutenção, segurança e atividades de apoio diversas será dada continuidade ao processo de terceirização, transferindo-as para entidades privadas”.

    • 9. O documento típico da iniciação de um projeto é o Termo de Abertura do Projeto, constituindo-se no marco de sua inauguração, assim definido pelo PMBOK:

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    do poder de Estado, mas que devem ser subsidiados pelo Estado - como é o casowww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-61-18" src="pdf-obj-61-18.jpg">
    Termo de Abertura do Projeto é um documento publicado pelo iniciador ou patrocinador do projeto quewww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-62-2" src="pdf-obj-62-2.jpg">
    Termo de Abertura do Projeto é um documento publicado pelo iniciador ou patrocinador do projeto quewww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-62-4" src="pdf-obj-62-4.jpg">

    Termo de Abertura do Projeto é um documento publicado pelo iniciador ou patrocinador do projeto que

    autoriza formalmente a existência de um projeto e concede ao gerente de projetos a autoridade para aplicar os

    recursos organizacionais nas atividades do projeto.

    10. Os tópicos a seguir ressaltam as principais características dos projetos:

    • Diferentemente de um processo – que possui natureza continua, sendo repetido de modo permanente, um projeto é limitado no tempo, ou seja, possui um início e um fim definidos (temporalidade);

    • O projeto visa à consecução de um objetivo específico predefinido (objetividade / especificidade);

    63

    Termo de Abertura do Projeto é um documento publicado pelo iniciador ou patrocinador do projeto quewww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-62-35" src="pdf-obj-62-35.jpg">
     O produto ou serviço gerado ao final do projeto (caso haja êxito) é exclusivo, ouwww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-63-2" src="pdf-obj-63-2.jpg">
     O produto ou serviço gerado ao final do projeto (caso haja êxito) é exclusivo, ouwww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-63-4" src="pdf-obj-63-4.jpg">
    • O produto ou serviço gerado ao final do projeto (caso haja êxito) é exclusivo, ou seja, é singular se comparado aos já existentes / ofertados pela organização. Esta é a razão, em última instância, de se estruturarem projetos (exclusividade / singularidade);

    • O projeto é conduzido dentro de restrições de recursos – sejam eles orçamentários ou de pessoal, havendo, ainda, incertezas diversas em seu ciclo de vida, em especial durante as fases de iniciação e de planejamento;

    • Um projeto, ao buscar a inovação, traduz-se em uma das hipóteses de ações de melhoria na organização. Para Chermont (2001), “ações de melhoria significam a obtenção de níveis de desempenho ainda não alcançados e promovem a sustentação da organização em um mercado cada vez mais exigente”. Indubitavelmente, contudo, há outras ações de melhoria inerentes às organizações, como a própria gestão por processos, por exemplo;

    64

     O produto ou serviço gerado ao final do projeto (caso haja êxito) é exclusivo, ouwww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-63-29" src="pdf-obj-63-29.jpg">
     O projeto possui uma natureza progressiva , sendo desenvolvido em etapas, de forma incremental. Apesarwww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-64-2" src="pdf-obj-64-2.jpg">
     O projeto possui uma natureza progressiva , sendo desenvolvido em etapas, de forma incremental. Apesarwww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-64-4" src="pdf-obj-64-4.jpg">
    • O projeto possui uma natureza progressiva, sendo desenvolvido em etapas, de forma incremental. Apesar dessa evolução gradual do projeto, sua abrangência (ou escopo) deve ser definida desde o início, mantendo-se, sempre que possível, constante até o término do projeto.

    65

     O projeto possui uma natureza progressiva , sendo desenvolvido em etapas, de forma incremental. Apesarwww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-64-15" src="pdf-obj-64-15.jpg">
    ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS MATERIAIS Prof. Renato Fenilli 1. Os parâmetros excludentes, tomados em conjunto, para awww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-65-2" src="pdf-obj-65-2.jpg">
    ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS MATERIAIS Prof. Renato Fenilli 1. Os parâmetros excludentes, tomados em conjunto, para awww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-65-4" src="pdf-obj-65-4.jpg">

    ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS MATERIAIS Prof. Renato Fenilli

    • 1. Os parâmetros excludentes, tomados em conjunto, para a definição de material permanente, são durabilidade, fragilidade, perecibilidade, incorporabilidade e transformabilidade.

    • 2. A administração de materiais pode ser conceituada como um sistema integrado que garante o suprimento da organização, no tempo oportuno, na quantidade necessária, na qualidade requerida e pelo menor custo (esse é o modo de cobrança da banca!).

    66

    ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS MATERIAIS Prof. Renato Fenilli 1. Os parâmetros excludentes, tomados em conjunto, para awww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-65-19" src="pdf-obj-65-19.jpg">
    3. Existem 3 (três) tipos principais de evolução da demanda (ou seja, do modo como awww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-66-2" src="pdf-obj-66-2.jpg">
    3. Existem 3 (três) tipos principais de evolução da demanda (ou seja, do modo como awww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-66-4" src="pdf-obj-66-4.jpg">

    3.

    Existem 3 (três) tipos principais de evolução da demanda (ou seja, do modo como a demanda de determinado item de material se comporta em determinado período), retratados na tabela a seguir:

    3. Existem 3 (três) tipos principais de evolução da demanda (ou seja, do modo como awww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-66-12" src="pdf-obj-66-12.jpg">

    67

    3. Existem 3 (três) tipos principais de evolução da demanda (ou seja, do modo como awww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-66-18" src="pdf-obj-66-18.jpg">
    4. Depreciação de um bem patrimonial é a redução do valor dos bens pelo desgaste ouwww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-67-2" src="pdf-obj-67-2.jpg">
    4. Depreciação de um bem patrimonial é a redução do valor dos bens pelo desgaste ouwww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-67-4" src="pdf-obj-67-4.jpg">
    • 4. Depreciação de um bem patrimonial é a redução do valor dos bens pelo desgaste ou perda de utilidade por uso, ação da natureza ou obsolescência.

    • 5. Há duas espécies de depreciação acelerada:

      • a reconhecida e registrada contabilmente, relativa à diminuição acelerada do valor dos bens móveis, resultante do desgaste pelo uso em regime de operação superior ao normal, calculada com base no número de horas diárias de operação, e para a qual a legislação fiscal, igualmente, acata a sua dedutibilidade (RIR/1999, art. 312);

    68

    4. Depreciação de um bem patrimonial é a redução do valor dos bens pelo desgaste ouwww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-67-23" src="pdf-obj-67-23.jpg">
     a relativa à depreciação acelerada incentivada considerada como benefício fiscal e reconhecida, apenas, pela legislaçãowww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-68-2" src="pdf-obj-68-2.jpg">
     a relativa à depreciação acelerada incentivada considerada como benefício fiscal e reconhecida, apenas, pela legislaçãowww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-68-4" src="pdf-obj-68-4.jpg">
    • a relativa à depreciação acelerada incentivada considerada como benefício fiscal e reconhecida, apenas, pela legislação tributária para fins da apuração do lucro real, sendo registrada no Lalur, sem qualquer lançamento contábil (RIR/1999, art. 313).

    • 6. Vida útil e vida útil econômica não são conceitos idênticos. Ao passo que a primeira refere-se ao período de tempo durante o qual o órgão ou a entidade espera utilizar o bem, a última diz respeito ao período de tempo durante o qual o bem poderá prover fluxos de benefícios futuros, ao longo de sua vida.

    • 7. A palavra alienação é atribuída a toda transferência de domínio de bens a terceiros (art. 6º, inciso IV da Lei nº 8.666/93).

    69

     a relativa à depreciação acelerada incentivada considerada como benefício fiscal e reconhecida, apenas, pela legislaçãowww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-68-25" src="pdf-obj-68-25.jpg">
    8. Em termos gerais, é possível a identificação de 5 (cinco) métodos de avaliação de estoqueswww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-69-2" src="pdf-obj-69-2.jpg">
    8. Em termos gerais, é possível a identificação de 5 (cinco) métodos de avaliação de estoqueswww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-69-4" src="pdf-obj-69-4.jpg">
    • 8. Em termos gerais, é possível a identificação de 5 (cinco) métodos de avaliação de estoques, a saber:

    8. Em termos gerais, é possível a identificação de 5 (cinco) métodos de avaliação de estoqueswww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-69-10" src="pdf-obj-69-10.jpg">

    70

    8. Em termos gerais, é possível a identificação de 5 (cinco) métodos de avaliação de estoqueswww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-69-16" src="pdf-obj-69-16.jpg">
    9. Os tipos de Inventários Físicos são:  anual - destinado a comprovar a quantidade ewww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-70-2" src="pdf-obj-70-2.jpg">
    • 9. Os tipos de Inventários Físicos são:

    9. Os tipos de Inventários Físicos são:  anual - destinado a comprovar a quantidade ewww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-70-8" src="pdf-obj-70-8.jpg">
    • anual - destinado a comprovar a quantidade e o valor dos bens patrimoniais do acervo de cada unidade gestora, existente em 31 de dezembro de cada exercício - constituído do inventário anterior e das variações patrimoniais ocorridas durante o exercício.

    • inicial - realizado quando da criação de uma unidade gestora, para identificação e registro dos bens sob sua responsabilidade;

    • de transferência de responsabilidade - realizado quando da mudança do dirigente de uma unidade gestora;

    • de extinção ou transformação - realizado quando da extinção ou transformação da unidade gestora;

    71

    9. Os tipos de Inventários Físicos são:  anual - destinado a comprovar a quantidade ewww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-70-30" src="pdf-obj-70-30.jpg">
     eventual - realizado em qualquer época, por iniciativa do dirigente da unidade gestora ou porwww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-71-2" src="pdf-obj-71-2.jpg">
     eventual - realizado em qualquer época, por iniciativa do dirigente da unidade gestora ou porwww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-71-4" src="pdf-obj-71-4.jpg">
    • eventual - realizado em qualquer época, por iniciativa do dirigente da unidade gestora ou por iniciativa do órgão fiscalizador.

    10. Além das peculiaridades atinentes à alienação, os bens imóveis apresentam algumas particularidades. Os bens imobiliários estatais, independentemente de sua titularidade (federal, estadual, distrital ou municipal), podem ser classificados em três categorias, de acordo com sua destinação. São elas:

    • Bens de uso comum do povo;

    • Bens dominiais; e

    • Bens de uso especial.

    72

     eventual - realizado em qualquer época, por iniciativa do dirigente da unidade gestora ou porwww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-71-25" src="pdf-obj-71-25.jpg">
    CONTABILIDADE PÚBLICA Prof. Marcelo Seco 1. Segundo a NBC T SP EC, entidade do setor públicowww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-72-2" src="pdf-obj-72-2.jpg">
    CONTABILIDADE PÚBLICA Prof. Marcelo Seco 1. Segundo a NBC T SP EC, entidade do setor públicowww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-72-4" src="pdf-obj-72-4.jpg">

    CONTABILIDADE PÚBLICA Prof. Marcelo Seco

    • 1. Segundo a NBC T SP EC, entidade do setor público é um ente governamental ou outra organização, programa ou outra área identificável de atividade que capta recursos da sociedade ou em nome desta ou utiliza recursos para realizar atividades em benefício dela. Por conta disso a entidade do setor público deve se preocupar com usuários de serviços ou provedores de recursos que dependem de informações contidas nas demonstrações contábeis para fins de prestação de contas e responsabilização (accountability) e tomada de decisão.

    • 2. A resolução 750/93 que tratava dos princípios de contabilidade foi revogada. A NBC T SP EC tem a função de tratar das características qualitativas da informação contábil, as quais, de certa forma,

    73

    CONTABILIDADE PÚBLICA Prof. Marcelo Seco 1. Segundo a NBC T SP EC, entidade do setor públicowww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-72-21" src="pdf-obj-72-21.jpg">
    preenchem parte do vazio deixado pela revogação dos princípios. Essas características são: relevância, representação fidedigna (semwww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-73-2" src="pdf-obj-73-2.jpg">
    preenchem parte do vazio deixado pela revogação dos princípios. Essas características são: relevância, representação fidedigna (semwww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-73-4" src="pdf-obj-73-4.jpg">

    preenchem parte do vazio deixado pela revogação dos princípios. Essas características são: relevância, representação fidedigna (sem elas a informação não é útil), compreensibilidade, tempestividade, comparabilidade, verificabilidade.

    • 3. O MCASP 7a Edição traz uma nova classificação da natureza da receita:

    C

    O E D DD D T

    C

    - Categoria Econômica;

    O - Origem;

    E – Espécie;

    D

    - Dígitos para desdobramentos;

    T - Tipo da Receita

    74

    preenchem parte do vazio deixado pela revogação dos princípios. Essas características são: relevância, representação fidedigna (semwww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-73-42" src="pdf-obj-73-42.jpg">
    4. Segundo o MCASP 7a Edição, as Despesas de Exercícios Anteriores (DEA) abrangem três situações, ewww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-74-2" src="pdf-obj-74-2.jpg">
    4. Segundo o MCASP 7a Edição, as Despesas de Exercícios Anteriores (DEA) abrangem três situações, ewww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-74-4" src="pdf-obj-74-4.jpg">
    • 4. Segundo o MCASP 7a Edição, as Despesas de Exercícios Anteriores (DEA) abrangem três situações, e não devem ser confundidas com ajustes de exercícios anteriores:

    -Despesas de exercícios encerrados, para as quais o orçamento respectivo consignava crédito próprio, com saldo suficiente para atendê-las, que não se tenham processado na época própria; -Restos a pagar com prescrição interrompida; -Compromissos reconhecidos após o encerramento do exercício correspondente.

    • 5. Na CASP não existem mais os conceitos de Lançamentos Contábeis Padronizados (LCP) e Conjunto de Lançamentos Padronizados (CLP).

    • 6. A DVP (demonstração das variações patrimoniais) poderá ser elaborada em dois modelos:

    75

    4. Segundo o MCASP 7a Edição, as Despesas de Exercícios Anteriores (DEA) abrangem três situações, ewww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-74-23" src="pdf-obj-74-23.jpg">
    Modelo Sintético: facilita a visualização dos grandes grupos de variações patrimoniais que compõem o resultado patrimonial.www.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-75-2" src="pdf-obj-75-2.jpg">
    Modelo Sintético: facilita a visualização dos grandes grupos de variações patrimoniais que compõem o resultado patrimonial.www.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-75-4" src="pdf-obj-75-4.jpg">

    Modelo Sintético: facilita a visualização dos grandes grupos de variações patrimoniais que compõem o resultado patrimonial. Esse modelo especifica apenas os grupos (2º nível de detalhamento do PCASP), acompanhado de quadros anexos que detalham sua composição. Modelo Analítico: detalha os subgrupos das variações patrimoniais em um único quadro. Esse modelo auxilia o recebimento das contas anuais por meio do Siconfi para fins de consolidação.

    • 7. A CASP utiliza o regime misto (caixa e competência) para reconhecimento dos fatos contábeis.

    Pela Lei 4320, enfoque orçamentário, temos:

    Receita – regime de caixa Despesa – regime de competência Pelo MCASP e NBC T SP EC, enfoque patrimonial, temos:

    76

    Modelo Sintético: facilita a visualização dos grandes grupos de variações patrimoniais que compõem o resultado patrimonial.www.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-75-25" src="pdf-obj-75-25.jpg">
    Receita – regime de competência Despesa – regime de competência 8. O conceito de subsistemas estáwww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-76-2" src="pdf-obj-76-2.jpg">

    Receita – regime de competência Despesa – regime de competência

    Receita – regime de competência Despesa – regime de competência 8. O conceito de subsistemas estáwww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-76-6" src="pdf-obj-76-6.jpg">
    • 8. O conceito de subsistemas está sendo substituído pelo conceito de natureza da informação. Não existe subsistema de informações financeiras (contas de natureza financeira) na CASP. O controle de contas com características financeiras é feito dentro do subsistema patrimonial (contas patrimoniais), por meio de um atributo chamado F/P.

    • 9. Atos ou fatos que apenas possam a vir representar variações no patrimônio da entidade do setor público são reconhecidos somente em contas de controle (ou compensação). É o caso, por exemplo, da assinatura de um contrato de garantia.

    77

    Receita – regime de competência Despesa – regime de competência 8. O conceito de subsistemas estáwww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-76-20" src="pdf-obj-76-20.jpg">
    10. Receitas e despesas efetivas são eventos que causam alteração no valor do patrimônio líquido dawww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-77-2" src="pdf-obj-77-2.jpg">
    10. Receitas e despesas efetivas são eventos que causam alteração no valor do patrimônio líquido dawww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-77-4" src="pdf-obj-77-4.jpg">

    10. Receitas e despesas efetivas são eventos que causam alteração no valor do patrimônio líquido da entidade do setor público, aumentando diminuindo o seu montante.

    78

    10. Receitas e despesas efetivas são eventos que causam alteração no valor do patrimônio líquido dawww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-77-14" src="pdf-obj-77-14.jpg">
    ORÇAMENTO PÚBLICO Prof. Graciano Rocha 1. Os princípios orçamentários servem, em sua maioria, para auxiliar owww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-78-2" src="pdf-obj-78-2.jpg">
    ORÇAMENTO PÚBLICO Prof. Graciano Rocha 1. Os princípios orçamentários servem, em sua maioria, para auxiliar owww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-78-4" src="pdf-obj-78-4.jpg">

    ORÇAMENTO PÚBLICO Prof. Graciano Rocha

    • 1. Os princípios orçamentários servem, em sua maioria, para auxiliar o controle do Poder Legislativo sobre as finanças públicas.

    • 2. A evolução das técnicas orçamentárias segue o critério do nível de integração do orçamento público com o planejamento governamental.

    • 3. O ciclo orçamentário é um processo ininterrupto, que abrange as etapas de elaboração, votação/aprovação, execução e avaliação/controle do orçamento.

    79

    ORÇAMENTO PÚBLICO Prof. Graciano Rocha 1. Os princípios orçamentários servem, em sua maioria, para auxiliar owww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-78-19" src="pdf-obj-78-19.jpg">
    4. A lei de diretrizes orçamentárias já havia ganhado um papel de destaque conferido pela Constituição,www.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-79-2" src="pdf-obj-79-2.jpg">
    4. A lei de diretrizes orçamentárias já havia ganhado um papel de destaque conferido pela Constituição,www.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-79-4" src="pdf-obj-79-4.jpg">
    • 4. A lei de diretrizes orçamentárias já havia ganhado um papel de destaque conferido pela Constituição, mas, a partir da Lei de Responsabilidade Fiscal, seu leque de atribuições aumentou significativamente.

    • 5. Os créditos adicionais são instrumentos de retificação do orçamento originalmente aprovado mediante a lei orçamentária anual. Em regra, devem ter autorização legislativa, mas é possível que o Parlamento autorize previamente que os órgãos executores abram créditos (apenas do tipo suplementares).

    • 6. A Constituição proíbe que sejam contratadas operações de crédito em valor superior ao das despesas de capital. Para excepcionar essa regra, só é possível mediante a abertura de créditos suplementares ou especiais aprovados por maioria absoluta dos parlamentares.

    80

    4. A lei de diretrizes orçamentárias já havia ganhado um papel de destaque conferido pela Constituição,www.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-79-16" src="pdf-obj-79-16.jpg">
    7. Se o Estado ou Município previu em sua Constituição ou Lei Orgânica a medida provisóriawww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-80-2" src="pdf-obj-80-2.jpg">
    7. Se o Estado ou Município previu em sua Constituição ou Lei Orgânica a medida provisóriawww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-80-4" src="pdf-obj-80-4.jpg">
    • 7. Se o Estado ou Município previu em sua Constituição ou Lei Orgânica a medida provisória como espécie normativa, deverá utilizá-la para abrir créditos extraordinários. Caso contrário, deverá utilizar decreto do Executivo.

    • 8. As classificações da despesa atualmente utilizadas servem para evidenciar o que é realizado pelo governo; qual o impacto econômico da intervenção estatal; em que área de atuação pública se dá a despesa; que objetivos estão sendo perseguidos; e quais órgãos são responsáveis pelo gasto.

    • 9. O empenho não cria uma obrigação real de pagamento para o ente público, mas representa a separação de uma parcela de dotação suficiente e adequada para realizar a despesa.

    81

    7. Se o Estado ou Município previu em sua Constituição ou Lei Orgânica a medida provisóriawww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-80-16" src="pdf-obj-80-16.jpg">
    10. O objetivo principal da Lei de Responsabilidade Fiscal envolve a prevenção de riscos e awww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-81-2" src="pdf-obj-81-2.jpg">
    10. O objetivo principal da Lei de Responsabilidade Fiscal envolve a prevenção de riscos e awww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-81-4" src="pdf-obj-81-4.jpg">

    10. O objetivo principal da Lei de Responsabilidade Fiscal envolve a prevenção de riscos e a correção de desvios capazes de afetar o equilíbrio das contas públicas.

    82

    10. O objetivo principal da Lei de Responsabilidade Fiscal envolve a prevenção de riscos e awww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-81-12" src="pdf-obj-81-12.jpg">
    ESTATUTO DO IDOSO, CDC E ECA Prof. Carlos Bandeira 1. Para efeitos do ECA, considera-se: www.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-82-2" src="pdf-obj-82-2.jpg">
    ESTATUTO DO IDOSO, CDC E ECA Prof. Carlos Bandeira 1. Para efeitos do ECA, considera-se: www.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-82-4" src="pdf-obj-82-4.jpg">

    ESTATUTO DO IDOSO, CDC E ECA Prof. Carlos Bandeira

    • 1. Para efeitos do ECA, considera-se:

      • criança: até doze anos incompletos;

      • adolescente: entre doze e dezoito anos;

      • apenas nos casos expressos em lei, podem-se aplicar, excepcionalmente, as disposições do ECA às pessoas entre dezoito e vinte e um anos de idade.

  • 2. Garantia de prioridade no atendimento das crianças e dos adolescentes é dever:

    • da família;

    • da comunidade;

  • 83

    ESTATUTO DO IDOSO, CDC E ECA Prof. Carlos Bandeira 1. Para efeitos do ECA, considera-se: www.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-82-41" src="pdf-obj-82-41.jpg">
     da sociedade em geral ; e  do poder público . ESTATUTO DO IDOSO 3.www.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-83-2" src="pdf-obj-83-2.jpg">
    • da sociedade em geral; e

    • do poder público.

     da sociedade em geral ; e  do poder público . ESTATUTO DO IDOSO 3.www.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-83-12" src="pdf-obj-83-12.jpg">

    ESTATUTO DO IDOSO 3. A criação do Estatuto do Idoso foi destinada a regular os direitos assegurados às pessoas com idade igual ou superior a sessenta anos.

    4.

    É obrigação do Estado garantir à pessoa idosa a proteção à vida e à saúde, mediante efetivação de políticas sociais públicas que permitam um envelhecimento saudável e em condições de dignidade.

    84

     da sociedade em geral ; e  do poder público . ESTATUTO DO IDOSO 3.www.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-83-29" src="pdf-obj-83-29.jpg">
    CÓDIGO DO CONSUMIDOR 5. Os direitos de terceira geração correspondem aos chamados direitos transindividuais , awww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-84-2" src="pdf-obj-84-2.jpg">

    CÓDIGO DO CONSUMIDOR

    CÓDIGO DO CONSUMIDOR 5. Os direitos de terceira geração correspondem aos chamados direitos transindividuais , awww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-84-6" src="pdf-obj-84-6.jpg">
    • 5. Os direitos de terceira geração correspondem aos chamados direitos transindividuais, a exemplo do direito ao desenvolvimento, direito à paz, direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, direito à comunicação, direitos dos consumidores e outros direitos relacionados com grupos de pessoas maisvulneráveis: a criança, idoso, deficiente físico.

    • 6. Para efeitos de definição de consumidor, segundo o Código de Defesa do Consumidor, memorize os seguintes dispositivos:

    “Art. 2° Consumidor é toda pessoa física ou jurídica que adquire ou utiliza produto ou serviço comodestinatário final.

    85

    CÓDIGO DO CONSUMIDOR 5. Os direitos de terceira geração correspondem aos chamados direitos transindividuais , awww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-84-30" src="pdf-obj-84-30.jpg">
    Parágrafo único. Equipara-se a consumidor a coletividade de pessoas, ainda que indetermináveis, que haja intervindo naswww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-85-2" src="pdf-obj-85-2.jpg">
    Parágrafo único. Equipara-se a consumidor a coletividade de pessoas, ainda que indetermináveis, que haja intervindo naswww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-85-4" src="pdf-obj-85-4.jpg">

    Parágrafo único. Equipara-se a consumidor a coletividade de pessoas, ainda que indetermináveis, que haja intervindo nas relações de consumo. .............. Art. 17. Para os efeitos desta Seção, equiparam-se aos consumidores todas as vítimas do evento. ...............

    Art. 29. Para os fins deste Capítulo e do seguinte, equiparam-se aos consumidores todas as pessoas determináveis ou não, expostas às práticas nele prevista.”

    • 7. O conceito legal de fornecedor inclui os entes despersonalizados (art. 3 o , “caput”):

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    Parágrafo único. Equipara-se a consumidor a coletividade de pessoas, ainda que indetermináveis, que haja intervindo naswww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-85-32" src="pdf-obj-85-32.jpg">
    “ Fornecedor é toda pessoa física ou jurídica, pública ou privada, nacional ou estrangeira, bem comowww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-86-2" src="pdf-obj-86-2.jpg">
    “ Fornecedor é toda pessoa física ou jurídica, pública ou privada, nacional ou estrangeira, bem comowww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-86-4" src="pdf-obj-86-4.jpg">

    Fornecedor é toda pessoa física ou jurídica, pública ou privada, nacional ou estrangeira, bem como os entes despersonalizados, que desenvolvem atividade de produção, montagem, criação, construção, transformação, importação, exportação, distribuição ou comercialização de produtos ou prestação de serviços”.

    • 8. O Conceito legal de produto inclui os bens imateriais, que são os bens não corpóreos (art. 3 o , “§ 1°): “

    Produto é qualquer bem, móvel ou imóvel, material ou imaterial”.

    • 9. O Conceito legal de serviço não inclui as relações trabalhistas (art. 3 o , § 2°):

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    “ Fornecedor é toda pessoa física ou jurídica, pública ou privada, nacional ou estrangeira, bem comowww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-86-33" src="pdf-obj-86-33.jpg">
    “ Serviço é qualquer atividade fornecida no mercado de consumo, mediante remuneração, inclusive as de naturezawww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-87-2" src="pdf-obj-87-2.jpg">
    “ Serviço é qualquer atividade fornecida no mercado de consumo, mediante remuneração, inclusive as de naturezawww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-87-4" src="pdf-obj-87-4.jpg">

    Serviço é qualquer atividade fornecida no mercado de consumo, mediante remuneração, inclusive as de natureza bancária, financeira, de crédito e securitária, salvo as decorrentes das relações de caráter trabalhista”.

    10. Vulnerabilidade e hipossuficiência são conceitos distintos:

    • vulnerabilidade: constitui fundamento do sistema jurídico de defesa do consumidor; a presunção de vulnerabilidade do consumidor é absoluta (material), e não depende da condição econômica ou de outros fatores.

    • hipossuficiência: é verificável para cada caso concreto, para efeitos de eventual inversão do ônus da prova em juízo (processual).

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    “ Serviço é qualquer atividade fornecida no mercado de consumo, mediante remuneração, inclusive as de naturezawww.pontodosconcursos.com.br " id="pdf-obj-87-25" src="pdf-obj-87-25.jpg">