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a revista do engenheiro civil eC eon techne GUINDASTES: Pesos=pesados para igamento PATOLOGLA Onde acontecem os principais defeitos WALS | Editorial sobre CTT eC I(0) superdemanda de obras SOdMLE lagGeInéneePCongaOpars echere wilredag@epe stegGligeo crogriema US engenharia de fundagées Re st Beek tl OC A Costa Fortuna se orgulha de ter participado em mais um empreendimento da Hochtief, executando os services de Parede Dicfragme Afirantada no Edificio Eco Berrini, atendendo aos requisitos solicitados para garantir fases executivas ecologicamente corretos. Aproveitamios a oportunidade para parabenizar a Hochtief por ter implantado, neste edificio de alto padréo, um nove modelo sustentavel que a coloca em uma posicéo de prestigio entre as emprescs do setor da construcé Fundacées Especiais e Geotecni eRe Roce Recon Coser ae Rae A SUMARIO 36 42 GUINDASTES Braco mével Como contratare se preparar para receber equipzmentos méveis da ‘ransporta de cargas 50 PISCINAS Larer ampliado Pianejamento de piscinas aquecidas ‘eve prover desempeno € ENTREVISTA manutencao de equipamentos Padrao acustico europeu Especialista tala sobre critérios de ‘56 SISTEMAS desempenno aciistica e da norma CONSTRUTIVOS Paredes de concreto armado ‘moldadas no local CConheca 0 sistema construtivo cesenvolvido pela Tenda para construgéo de habitagées econdmicas ‘que pauta especiticacéo ra Espanna 30 PATOLOGIA Riscos em alta (Obras répidase pris ndo-recorenidedas ‘muttplicam ocoréacias de pOs-obra CAPA, Rapido Bertini Construtorainova na execugio da estrutura eda facheda para atendera cronograma dticil 60 ARTIGO ‘Anélise do desempenho estrutural de médulos de wood frame Pesquisadores mostram resultados sobre re de construgéo téncia de sistema leve 76 COMO CONSTRUIR: Galpdes metalices para usos gerais Veja come executar arrazéns com cestraturas metéicar SECOES Ezitorial web Cartas rea Con Indices: IPT Responds Carreira Melhores Prices par Obra Abeta soenca capa Layout: Lucia Lopes Foto: Marcelo Scandarali 10 2 16 18 % 2 65 70 EDITORIAL Riscos da superdemanda de obras Inddstria da construgao civil atravessa um ciclo de prosperidade nos negécios, mas também de temeridades do ponto de vista técnico Conselho Editorial da revista Téchme, publicada pela Editora PINI,temacompanhado com interesse eentusiasmo 0 cido virtuoso pelo qual passa a cadeia produtiva da industria da construcao civil. Retomada de in- vestimentos paiblicos, atragdo de re- cursos financeiros internacionais, so- fisticagao des negécios e dos instr mentos de gestao,expansio geografica das incorporadoras ¢ eonstrutoras, va~ lorizagao dos protissionais e mahoria da remuneragao sio alguns dos aspec- tos positivos neste nove censrio, que ganhou forga a partir de 2006, Apis décadas de desconfianga do ‘mereado financeiro edo governo federal em relagio a industria da constragio civi formalosetorvoltou wcumprir um papel decsivo no proceso de retomada do crescimento da economia. Isso tom ocortido tanto no que se rere aintraes- tratura quanto na érea imobilisia, be- neficiada por melhorias no ambiente juridico e institucional, pe abertura de capital de grandes incorporadoras e construtoras, redugio de carga tributé- ria, maior disponibilidade de crédito eo langamento de programas para habita- 80 de interesse socal, caso do Minha Cas, Minha Vidaem 2008, Laaina de geracées, O perindo de estagnagio da indis- tria da construgao civil formal — entre 0 inicio da década de 1980 € meados dda década de 2000 — deo marcas mais profundas do que se poderia imaginar. Uma das mais perceptiveis consiste na migragao dealgumas gera~ c0es de engenhreiros civis para outros Setores da economia, com destaque para 0 mercado financeiro, Tal fend- meno criou uma lacuna de profissio- nafsatuantesque,apésa rtomada dos negocios, comecou a ser fortemente notada, Onde esto, afinal, os enge- rnheitos civis, com boa experiencia profissional, que possuem entie 30 45 anos de idade? Poucos sao vistos nos canteiros de obras, Outras decorréncias dasdécadas de hibemnago econdmica referem-se 20 atraso no processo de mecanizacdo ¢ industralizagaio dos canteiros de obras, 0 pouco interesse pela profisionaliza~ s80da maode obra,odesaparecimento c/ou enfraquecimento dos grandes es crit6rios de projeto,o maior distancia- mento des arquitetos do processo de execugdo das obras, os pouces investi- mentos da indistria de materiais de construgio‘em produtos etecnologias Graves consequéncias Ocomre que, apés.a forte retomada de negécios, osetor se viu desprepara- do para atendera uma demand antes inimaginavel, s6 comparada 20 auge ddo chamado “milagre brasileira esas grandes obras de infraestratura e do apogeu do Baneo Nacional da Habita ‘40 (BNH). Fallas pontunis de mate- rials, dificuldade para contrataga de mao de obra e 0 despreparo para im- primir um novo modelo de gestao, capar de suportar iam némero maior de canteiros com dimensoes bastante superiores, tem sido algumas das d= culdades encontradas. Uma reatidade que se alterou de forma dristica em um espago de tempo tao reduzido tende a produzir alguns resultados pouco apraziveis, que ja podem ser notedos nos canteiros de todo o Pats: aparecimento precoce de patologias nas construgdes, cescimen- todo ntimero de acidentes de trabalho, aso no cronograma das obras e& queda da qualidade do produto final, com repercussio imediataeintensa.n08 grandes vefculos de comunicagio e nas ‘midias sociais da internet. Preocupado com essa situagio, o Conselho Editorial da revista Teéctne dlecidiu dvidir com 0 meio tenico al- sgumas das principais preocupasies em relagio i forma como os empreen dimentos tém sido planejados, proje tados e executados. O objetivo élevan- tar a discussio sobre alguns pontos que precisam ser equacionados sob pena de ocorréncias graves nos proxi- ‘mos anos, 0 que poderia acarretar grandes prejuizos para toda a socieda- debrasileira. Naose trata aqui de promovera ge- neralizagdo, que no caberia para um. universo de empresas como as que compiem a cadeia produtiva da cons- ‘rucao civil. Nao se trata tamém de eleyer on perseguir cuipados. Propoe- -s apenasencararde frente quesiées de Ambito setorial, que depenciem da atu- ago de diferentes clos dacadeia produ- tivapara seremequacionadas.Cada um dospontos a seguit merece uma discus- sao técnica especifca,ce maiorprofian- didade. Coube ao Conselho apenas le- vanté-los para adiscussio, TEOHNE 171 | JUNHO DEZO1, Insuficiéncia de estudos geotécnicos ‘A pressa somada dingennidade ou Airresponsabilidade técnica tem pres- sionado construtoresa iniciara etapa de fundagoes de empreendimentos sem estudos adequados do solo e, em alguns casos, com laudos de empresas de qualificacao duvidosa. Podemos dizer que quase se trata de um “vicio tecnico” A amosira- gem por comparagao ¢ regra, nao excecto, Os dacos sobre terrenos € reas vizinhas sao usados para se imero de sondagens muito inferior a0 que se deveria, mesino tratando-se de algo previsto em norma técnica. executar um Falhas em projetos Os escritérios de projeto estio atolados. A capacidade de gerar tra balhos de qualidade esté ameagada tanto pelo volume quanto pelos pra 203 a que esti submetides. O seg mento nio foi capaz de atrair corpo ‘téenico nem de fazer a sucessio de geragdes, Ou seja, nao hé projetistas saficientes, no momento, com expe- riéncia para lidar com projetos com. plexos. A isso tudo soma-se a busca desenfreada pela redugio de custos, que leva i utilizagao" vega” de progra- mas de computador, sem uma base conceitual técnica e criteriosa. Sio ccomuns relatos como: fo cilculo mio levon em considera- io peculiaridades do planejamento lasesiruturasque podem submeté-is acamregamentose esforgosdetrabalho ‘go previsios em idade mais jovem: f= edificios maisdelgados nao foram devidamente analisados quanto aos esforgos: f= nas estruturas mistas,as interacoes de forgas entre materiais diferentes ndo receberam os devides cuidados, afetando yedacdes, revestimentos € ‘outrus sistemas da edificagao. Coordenacao falha de projetos Avelocidade eo volume dos em- preendimentos tornaram mais criti 00 planejamento das construtoras, demandando urgentemente, nessas empresas, a implantagio de um mo- delo de sistema de gestao e coorde nacao dos projetos. Na escola atual, a falta de integragao e as improvisa- oes decorrentes de um planejamen- to inicial malconcebido provocam rejuizos durante a execucio e po- tenciais patologias durante a vide stil da edificagao. Concreto ndo-conforme £ feto notérie no meio tecnico que muitos concretos fornecidos no atingem a resisténcia caracteris- & compressio determinada nos projetos estruturais, A polémica en- volve eonstrutores, fornecedores de concreto, projetistas € laboratorios, E preciso, entretanto, sairmos do es tigio de apontar culpados ¢ entrar mos em uma nova etapa, de provi- déncias técnicas de ambito setorial. Falta de checagem das estruturas A velocidadee o volume das obras rio constituem desculpas para o des- caso com procedimentos bisicos em tum canteiro de obras. E uma questio de responsabilidade profissional, téc- nica ¢, inclusive, juridica. Os novos Profiscionais que chegam agora 10 mercado precisam ser devidamente rientadas para evitar ervas grasseiros deexecugio, Despreparo dos engenneiros de obras A lacuna de varias geracoes de Profissionais que migraram para on- tros setores da economia cbrigou as empresas a apostar em uma leva de novos engentheiros, Ha excelentes téc- nicos em formagao, mas muitos deles 0 Conselho Editorial da revista Téchne decidiu dividir como meio técnico algumas das princi Preocupacoes em relacao a forma como 0s empreendimentos tém sido planejados, projetados e executados Os escrit6rios de projeto estao atolados. Acapacidade de gerar trabalhos de qualidade esta ameacada tanto pelo volume quanto pelos prazos a que estao submetidos EDITORIAL Orespeito (...) as caracteristicas inexatas e imprevisiveis da atividade de construir (...) passou a ser menosprezado, em nome deuma légica focada exclusivamente em resultados finant de curto prazo Com baixos niveis de exigéncia de qualidade por parte dos clientes, alguns que s6 exigem prego, a tendéncia da inddstria de materi (..) € ceder a tentacao de buscar maior competitividade com produtos de qualidade duvidosa \ém assumido desafios incompativeis com a sua experiéncia e, muitas vezes, até coma sua capacitagio. Em meio & superdemanda de produgdo, o tempo para treinamento torna-se ainda mais escasso, ¢ a formayao dos enge- nnheires de obras segue comprometi- da, realizada algumas veves de forma atabalhoada e sujeita a sérins riscos. Visao da construcdo como commodity: predaminancia da Incorporacao sobre a construcao ‘Apdso ciclodeabertura de capital de varias ineorporadoras na Bolsa de Valores.a partir de 2005, 0 segmento de real estate no Brasil passou a ser objeto de desejo de investidores locais e esttangeiros. A logica do mercado financeiro, com a publicacto ea and- lise trimestral de resultados, passou a ser predominante, principalmente nas grandes incorporadoras & cons- trutoras. O respeito as particularida- des técnicas de cada obra eas caracte- risticas inexatas © imprevisiveis da atividade de construin sempre sujcita as diversas condicionantes, sociais, culturais ¢ naturais (geologicas, cli- miiticas, hidrografieas ete), passou a ser menosprezado,em nome de uma logica focada exclusivamente em re- sultados financeires de curto prazo. Falta de treinamento da mao de obra Outra decorréncia direta de déca- das de estagnagao, este problema exige, tanto do governo quanto da iniciativa privada, ages eoordenadas em larga escala que, do pontode vista pritico, ainda nao se desencadearam. A capacidade de atendimento das instituigées tradicionais de capacita- 20 dos operirios mio anmentou na mesma proporgio exigida pela de- manda de mercado. As tentativas de treinamento nos canteiros sao louva- veis, mas, infelizmente, ainda inci pientes se comparadas ao volume de bras no Fais. Maior entre todos os gargalos, a falta de profissionais em nntimero e qualidade afeta tanto 0 mercado quanto o nivel dasobras. Prazos inexea Seja por pressio de investidores f- nanceiros interessados na maximizagio de retormo oude governantes évidos por dividendos politicos as empresastém se deparado com prazos de execigio de obras que, mais do que desaf demonstram-se teenicamente i comprometendo a racional custos ¢,em muitos casos, principios bé- sicos da boa técnica. Nota-se hoje certo descuidonocanteira.Atividades que de- veriam ser rigorosamente acomparha- das frequentemente caem na rotina das necessidades do empreteirn que execu- tao trabalho sem cuidados maioresnem com a qualidade nem coma seguranga, Qualidade dos materiais e componentes F inegivel que o controle sobre os imateriais hoje € muito maior do que hid duas deécadias; sao feitos mais en- saios,retiram-se mais amostras eo n6- mero de produtos verificados & bem maior. Mas no momento em que a dis- ponibilidade de material passa a ser cstratégica para conclusio das obras € a pressio por redusio de custos al- cansa niveis antes intoleraveis, 0 grat de exigéncia em relagio a qualidade dos insumes utilizedos acaba por ser, em alguns casos, relativizada, Com baixos niveis de exigincia de qualida- de por parte dosclientes,algums que s6 exigem presoya tendéncia da ineistria de materiais de construgio—em mui- tos segmentos, ainda bastante pulveri- ada no Pais ~ é ceder & tentagao de buscar maior competitividade com produtos de qualidade duvidosa. Arevista Téchne espera de todos os profissionais, entidades e daqueles a quem cabe discutirdiariamentea qua- lidade em nosso setor medidas para amplificagao deste debate. Nessesenti- do, reafirmamos o nosso papel de di- ‘vulgar e exaltar as melhores priticas, ‘assim como, sempre que possive,alet- tar quanto as praticas de risco nas obras. A consolidagao, enfim, de um setor moderna e eficiente depende do compromisso com a qualidade. Conselho Editorial da Revista Téchne TEOHNE 171 | JUNHO DEZO1, Um case de sucesso construido com alta tecnologia em concreto AEngemix oferace solugées em concrate ‘Como desat todos projetos! tender um projeto complexo ¢ diferent uma das principeis avenides de Paulo, a Engemin dese 'Sé quem oferece controle teenolégico de alto padre pata todos os tipor de obra, poderia ser 6 vezes camped consecutivas CONSTRUIR & REALIZAR, (11) 2184-7200 “Of Votorantim sac@engemix.com.br Cimentos www.engemix.com.br Vendaedeavsinataras manaaistéesicor, TCPO catendimeaw ae assinamte Segunda aera dis 9h 188 4001-6400 eeepc 0800 596 6400 demais mene fue (11) 2173-2496 anc wed wove LojaPINLeom.br tendimiento web: ‘emepiniveh come conosco ‘canta deligart lea ax princpae cde, vr lsa cm wrwpeivehcom'400L ‘nfo mallsuporteportalpini com be Publicidad fone (1) 2173-2304 fax (11) 2173-2502 act pel eek peter Takfego (amd nce) Fae (11) 9173-2361 ‘mai tafero@pin.com be Engenaria e Custos foae (1 24732373) ‘rei angenharepinienmbe Reprints editors Pans aolickar empeeades de mpertgens arts pabcagos foe (1) 2173-2304 peeiereeeereete PINIrovistas Redacto Fone 1) 2173-2303 fas (11) 2173 2907 ait constructo@pin.com.be PINImanuais técnicos foge (1) 2173.25 ‘anil anauaipinicom.br PINIcistemes Suerte fone (11) 2173-2400 ‘mull suporteepniwed.com be Vendas Foe (1) 2173.2423 (Grace Sie Paslo) De0-707-655 (nai oad) ‘mul weadasepniveb.com.br PINIservicos de engenharia fone (11) 2173349 ‘aul engenbaria@pinicombr Pil adhd Robert LP (937 1560), Fat Pt (10-1967) Sérgio a (608.2003) Adenis Peta Maer kee dea Tic Gaers erlegpnicom be ator Pas Kis prlatiaopin onbe Faltars-aistente Sly Carvli Repotees Ass Pals Roc ase Sai vier: Mura: Pasos Gabon Crain O. Fue (alae) Cotdenalors de arte Lata Lops ‘Digramadee: Leta Meare Reno Bills Conte (ramee) Iutradors Sergio Calta © Dini Deneve Feats Marc ScndaetPodeyac erat Ra ge ard (ane Comalhe Técnico Adminisrter Cio bi, Mats (in memoriam) Clad Nie, To Thu do Kis Ene Cou Lue Guo: # Olea Conse Flea: Ande eoriee Glen Can Mer Bl Emo RF Klos, ern "Aker, Franco Pal rasa Jodo Prmands Comes (presitnt daha), Giniee Lene, Jonge Bilounl Neto, ve Cats de Fguceda Fes mehra) ose Mana de Campo as, ‘sna Nammini Ubsaci Epa eres de Sena Vrs Feraances Hachich pein) ENGENHARIA ECUSTOS: Remarc Conts Neto Amore de Pega fnkrn isco rsa Lona Sms le Ss pefcaghestesias Ant Cota era Indes Gatos ate ferwnds Sas Sha Composioesde Css Abaicade UlNeds Fewere SHIVICOS DE ENGENHARIA: Nii Sig Pi astwos dea Alc ara, Andre barn, eas ace, Durie ese Daria Alpe aban Arn, Paria Csr Wap ee (are epbille le iz raga MARKETING EVENTOS: Suardo Masco LUVROS EASSINATURAS Jost Cras Pre RELAGOES INSTITUCIONAIS: Wao Pi "ADMINISTEAGAO E FINANGAS Darl esena CIRCUTACAOs fe Aber Pi SISTEMAS joes Grucci Pale Nas MANUAIS TECNICOS CURSOS: sca ENDIREGO ETELEFONES us Ania. 964 ~CEP 030-90 - So Puke SP Ses FINE Pati, Paget, Amine Reda fone (1) 21732300 PINE Sina. sapete port Pine — one (11) 2173.280) fx) 273.205, Vite cto ate wich co.br epeesnates da Publdade MGNSGA Ineroit PRIC Tome I ngeverts €G Top RS Acta SP/mterie Laz Super Mate (11) 2173-2304, Represents de Livros ¢Asinataras Aagons(52) 3838-2290 Arama (92) 463013 Bahia (7) 334-2610 Cea (85) 378-16 inte Sante 27) 32423591 Marni (58) 2066 0528 as 91) 3246-5522 Paratha $3) 325-105 Fa (86) 3228-5386 ‘lod ents (2) 2965 709 He Grn do Nort) 361222 Rio Gaede do Sal (51) 370-3050 Sto Pad Marin 1) 3217-2089, ‘Sa ede Campos (12) 1730-245 Soa eb (5) 971848 dahne ISN €104-059 Aina aud RY 28600 (12 exci) sinatra ina RS 5700 (24 examples (Os aos asinatos ao deresponsilade exclasisco ator no express, severities WE Anh oc) PROIBIDAA REPRODUCAD E A TRANSCRICAO PARCIAL GUTOTAL TODCS OS DIRETOS RESEIVADOS. EFORIACRTOGRAFICA Apart dani e208, revit yucca plato PIM psa a sag ‘ssnoves noes isan pal AcrdoO tess Go Lingua Pertugunsn aprovolono Basi ple Decree Teta W'S 18 oe abate 195, TECHNE71 | JUNHO DE 2011 = JAHU* Quer saber como constr M 7 | | em tempo recorde? I Ss Uma diviséo ca Ais: zn Easy Set A forma mais rapida e econémica para construir casas e edificios. Tecnologia de titina geragéo para a construgao de peredes ‘de concreto moladas n feco, Fossiilte « execugio simultinen de poredes, lojes¢ escadas yond Son, ‘om uma tinea coneretagom, (7 FINAME NA Proporciona ganthos de prazo e qualidade com redugao de GUSOS. SP (11) 2790-4733 SP ( Ru (21) 3295-1313 MG (31) 3 ES (27) 3207-7234 DF (61) 3039-7505 GO (62) 3261-3344 AS (51) 3942-1600 PR (41) 3278-1815. BA (71) 3503-9900 PE (81) 3463-9428 CE (85) 3311-3800 revistatechne — ECO Berrini Enquetes PINI desse equament. Normal para setoraquecide > Bobagem, coisa 1: Guindastes deaecturara Eacelente, a SeitarrassobreoPlanodeRacingeoutes | *ougena” o ster ° detates 6 pandarmento parecontatacéo | Passaneiro, desergnsde transporte com guindast logo auedram v ulm para quern ” € sério no reno para a Copa e Olimpiada? Pesseline para an Desse jeite, soucontra 13 Let 8.566 também z eum Vai gorarmuitos Itigios 10 Néovejooutra saida 7 Veja nos extras da reportagem sobre piscinasenbertase aquecidas como execatarpiscinas de concreto oroptado, Com muitos diferencias eonstrutvos,o | Yetos computados entre 26 demsio ciclo ECO Bein, construido pela e1°dejunho Hocntief,utilzou na concretagem uma Doms hidraulica com ciro de 360" € ‘Muitas empresas novas estao alcance de 30m Velano site mais detalhes | entrando na constucao ciul. Isso &.- 45,1406 270% 21.53% 11.81% 18,7536 O que voce acha da proposta de Regime Diferenciado de Contratagoes 72,5586 corruncio 35% 7,846 6.54% 458% TEOHNE 171 | JUNHO DEZO1, 0 Design do Confort Todos os Fluidos. Toda a Vida. Com tecnologia de ponta e maxima confiabilidade,o Grupo DEMA produz todos os sistemas de conducao de fluidos que garantem a mais alta seguranga e conforto em todo o tipo de obra. Um fornecedor tinico, Uma qualidade superior. Uma garantia plena. 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Na materia quere- cebeu 0 titulo “Reforco de fra’ publi- cada na revista Téchrier¥ 170, de maio 2011, ocorreram alguns problemas que precisam ser esclarecidos, (Oprimeizodelesacontevena propria chamada de reportagem: “Fras evitam fissuragdo ¢ aumentem a resistencia & tragdo dospisose pavimentos deconere= to2Na verdad, 0 teorregularmente uti= lizado nos pavimentos € sempre inferior 0 chamado teorcritende fibrasenio hi aumento de resisténcia & tragio nessas condigbes, O que ocorw de fate & 0 au- ‘mento da ressténcia pés-fissuragio ¢, consequentemente, da tenacidade. Com isto, projetista pode utiizar uma “par- cela” maior da resistincia & tragio do conereto como parimetro de projeto, dado queo concretopasa ster um com- portamento ndo-frigi, Outra possibili- dade é permit « phstifcagio da estru- tra, contando com aresisténcia residual do material Noentanto, ressalto que no bh aumento de resisténcia &tragio e,em alguns casos, pode haver até redo, casnafibra venhaa prejudicara compac- tagao do material (aque nao rao) ‘Alem disso, as fibras colaboram para o controle da fissuragdo.mas nem sempre sa0 capazes de evité-la total- rmente.INo caso de omissto do procedi- mento de cura, mesmo com a utliza- a0 de bras, havera uma grande possi- bilidade de ocorréncia de fissuras. Se 0 projetista se utiliza do conceito de plas- Uiicaydo da estrutura pare aproweitar @ resistencia residual pds-issuracdo do material, necessariamente vai contar com a possibilidade de fissuras ocorre- rem nas placas de concreto, ‘Outro problema ocorre com a afir~ magao de que os fabricantesfornecedo- res deve comprovar por ensaios que suas fibras atendemn aos requisitos de projeto. Na verdace, considero esa afr- magao um endosso a uma pratica vicia- dda de mercaco, que baseia a especitica- G20 do concreto reforcaclo com fibras em informagoes fornecidas exclusiva- mente pelo fabricante, prejudicando a realzaqao de etapasimportantesdo pro- cesso como a dosegein previa e princi- palmente, proprio controle de quali- dade do material. A pritica comreta, pelo ponto de vista de engenhaia, seria aes- pecificagio de umnivelde desempenho adequado por partedo prejtista.O que pode ser explictado pelo proprio Re3. executor deveriaentio selecionar uma fibra no mercado ¢ solicitar estudo de dosagem de modo a verificar qual & 0 consumo queatende a ess exigéncia.Ao longo da execugio da bra, o desempe- nnho do conereto deveria ser verificado regularmente de modo a se gorantir a qualidade minima do material Caso 0 construtor solicite © concrete a uma sina, 2 central deveria providenciar um estudode dosagem que definisse qual 0 teor de fibras que atende & exigincia de ddesempenho. Neste caso,0.consinator se mantém como responsivel pelocontra- le de acetagio do produto, Nese senti- do, € muito louvavel a recomendagio feita pela reportagem para o construtor realizar estos previs, Fim restimo, deve-se abandonar a pratica de especificagao de concretocom fibras que fixa apenas urn teor minima ‘para uma daca fibracujo fornecedor ga- ante @ atendimento do desermpenho. Esta pritica umequiveco como atesiao fato comprovao de que os valores de Envie sua critica ou sugestio. fechne@pini.com br Re dependem néo sda fibrae de seu tenr, mas também das caracteriticas da rmatriz, comornivel de resistencia, tipo de agregado utlizado ete. Ou sei. fizenco ‘umpparalelo com 0 concreto comencio- nal como pedi a um fabricante de c- ‘mento que defina qual é 0 consumo de cimentonceessirio paraatingi determi- nadonivel de esistenciacaracteristica do concreta,semaue sesaibaque agrezados acitivos serao utilizadosna producao do material situagao seria ainda pior quando um projetista deixa de ey car qual €a resisténcia caracteristica de uma determinada obra ¢ fixa apenas uma marca de cimento ¢ um consumo minimo do mesmo, sendo que nem 0 consumo € nem a marca de cimento serio controlados na obra, pois se aro apenas des informagies do fabricante Ouseja, parao concreto reforgado com, ‘bras para pavimentos,a boa priticain- dca realizagdo de estudos de dosagem. specifics para verificar 0 desempenho especificado para 0 material no 56 em, termos de Re,3, como também de resis- ténciaa tragio na flexio, abatimento do conereto ete, Durante a exeeugio da obra estes pardmetros deve ser verili- cados para garantie que o material util- zado na execuso do pavimento apre- sente desemipenho compativel com o especificado, seia pelo controle direto daspropriedades on pelocontrole tipoe do teor de fibras incomporado. Fste pec fundarnental Si, infelizmente, es quecido durante a apresentagao dos “euidados na execacao” e a omissa0 do programa de controle de qualidade, obrigagao do executor, $9 aumentara a sua responsabtidade na ocorréncia de algum problenapatoidgicn ounaocon- ‘ormidade do pavimeni. Deparaneto de evar deCarstcie Out soa Potesicade USP TECHNE 71 | JULHO DE Z011 BRAVA! Saia do comum. Faga diferente. Venha para BRAVA! EXCLUSIVIDADE: tomada DUPLEX Does aes Pea MeL Peewee ee ti ae INOVAGAO: exclusive cortrole do vertiador com o batic PUSH. A a a ee eee Ce ny Tae aay Pee eee ey cee ees eos Cee Meee Cean CeCe L ng Pee AREA CONSTRUIDA Setor quer barrar fle: izagao na Lei de Licitagées para as obras da Copa e da Olimpiada A Comissio de Obras Puilicas da Ci- mara Brasileira da Industria da Cons- trugao (COP/CBIC), por meio da As- sociagio Paulista de Empresarios de Obras Publicas (APEOP), divulgou tum informe no wikimo mes se posicio- nando contra a emenda para agilizar as licitagdes para obras éa Copa do Mundo de 2014 e Olimpfada de 2016. emenda esié inserida na Medida Provis6ria 521/10, que trata do valor da bolsa de médicos residentes, € nd0 de algum assunto relacionado a licita- $68 ou obras publicas, Segundo o informe, a mudanga na Lei de Licitagbes (n° 8.666/93) € conside~ rada necessiria, mas deve ser feta" por meio de tratamente legislativo espect fico, seja com uma MP especial, seja com 0 fecho do processo de revisio da 8.656 om tramitagdo ne Congreso desde 2007, queo governo tem deixa- do em banho-maria’: A comissio sugere mudangas em seis pontos da emendla. Entre eles, estio os lances suevssivos, quena visio dasenti- dades é uma caracteristica da modali- dade do pregio no adequada 4 con- tratagio de obras e servigos de enge- nharia, escolhidos pela melhor pro- posta; inversio das fases, que “oferece sériosriscos de contratagio de empresa sem aptidbes nevessérias a exccugdodo bjeto§ de acordo com a comissio; eo Regime de Contratasio Integrada, que sera utilizado em obras e servigos de maior vulto e complexidade, mes pro deo prazo de 30 dias para apresenta- das propostas desde o projeto basi- co a.orgamento detalhacto.“Propostas completas ¢ bem elaboradas demanda- ro no minimo 150 dins para sua exe- cugio’ acredita a comisso. ACOPICBIC ainda critica 0 orgamen- ooculto proposto no Art. da emen- da ea abrangéncia do regime diferen- ciado de contratacio, e prope a cria- (20 de Comissio de Acompanhamen- todo RDC, integrada por membros do governo eda sociedade, Laboratério da Concremat para testes de concreto e agregados éampliado no Rio de Janeiro A Coreremat retormou e ampliou 0 seu laboratério especializado em testes de conereto @ anrevados no Rode danelra. com um investimento de 8$.1.5 mito, © espaco passa ater agora capacidade para realizar testes ¢e components da corsirugao civ, como pegas de pavimentos, blocos eescuaerias, para ensaios em asalo Acreditada pel Instituto Nacioral de Metrologia, Normatizagéo € Quelidade Industrial (Inmetro) ne area de construgéo civil, a unidade também realica testes paraa cerlifcago de produtos industriais, controle da qualidade do concreto, soles, pavimentos © estrutures metélices; evalogio de ENTREVISTA es além dos ser causados. Hi i quais podem ser cousados danos ermanentes a uma pessoa. A res- peito da variabilidade entre regides, € cultural. Se aplicassemos na Espa- nha os mesmos niveis da Suécia, te- rlamos problemas. Vivernas de outra aneira, Agora, por exemplo, na F panha, exige-se um isolamento de 50 dB: antes ere de 45 dB. Estamos discutindo uma norma de desempenho, e a Espanna | revisou sua norma de actstica. Em sua opiniao, quais s0 0s principals ontos que precisam de mais atencao neste momento? Nao tenho conhecimento tao pro- fundo ca siruagao do Brasil. Na anha, vivemos am momento simi- lar criando esta norma, foram tres ntensos de negociagdes per Les, muitas idase voltas. Nao | Inicialmente a norma € ais exigente, e tivemos que redu- zirla por dificuldades de aplicagao. Telvez @actstica seja polémica em tedo 0 mundo, Fla € subjetiva. A estabilidade es trutural é mais obj subjetive. Creio que o conforto aciistico seja 0 iltimo limite de qualidade, Na Espanha, melhora- mos a qualidade, estanqueidade da estrutura, a estabilidade, estan- queidade de fachadas, elementos de sombreamento. Tivemos preo- cupagao com sustentabilidade, controle e seguranca da edificagao, coisas ja habituais. Porém, a aciis- tica é a altima discussio, ea prote- G40 20 ruido foi a tiltima de todas as normas revisadas 0 ruido & 0s parametros sao rigorosos demais? Depende da cultura local. Na Espa- ‘nha, temos muito ruido, falamos muito alto, a contaminagao acasti- ca € grande, mas estamos habitua~ dos. Na Austria, a cultura é com- pletamente diferente. Nao se ow nada nos recintos, a protecio & muito maior. Ea dificuldade para 0 isolamento ¢ infinitamente maior, porque, conforme se sobe 0 isola- serugo 7 Exemplo de implantacéo arauitetonica junto @ uma rodovia de rande tréteao. Fonte: Cécloo Técnico de La Ectfcacién Haptablidad Ruldo (CTE-DB-HR). mento, @ trabalho vai se multipli- cando; subir 5 dB de 40 dB a 45.dB € um trabalho muito grande, de todo um processo consteutivo, & muito custoso. Na Austria, esta- mos falando de 60 dB, que € um nivel actistico extraordindrio, AEspenha fez sua norma em um momento de ascensio no consirugio @ agora se encontra em cificuldedes. Como é lidar com isso? Custa mais para fazer uma casa, todas as melhorias tém um custo. Em um mercado em baixa, sio mais dificuldades, as casas tém que ser mais baratas, mas os eustos ficam mais altos. Tudo é para que a habi- Lagio seja mais eficaz. Ideias novas so necessirias, porque segue-se 0 mesmo caminho sem inventar nada, Vai-se desperdicar dinheiro, porque o procedimento nio seré mais efica2; por outro Lado, quando se busea alternativas e solugoes criativas que deem resposta a tudo isso, encontra-se este equilibrio, No projeta do seu escritorio foi usada uma barreira natural. Pode nos explicar como funciona? Fizemos a implantacao da solacao construtiva para barrar o ruido da ro- dovia, que é altissimo. Usmos uma praya verde ¢ 0 proprio elificio como barreira para o ruido. Um bom projeto de actistica elimina totalmente os ruidos dentro da construcao? Ou, assim como um nivel maximo, ha um minimo que se deve deixar passar? Parte-se do fato de que nio se pode alcangar um nivel zero de transmis- so sonora, ou teriamos que eliminar © espago exterior estar no vario, sem ar. Comesamos a ouvir um pouco a partir de 20 dB e temos um limite de percepgio além de certa frequéacia. Entdo, podemos construir cimaras que asseguram méximo isolamento, ‘mas elas nio sio para habitagao ou ividades normais. Masaté zer0 nao é possivel e também desnecessirio, afinal, nés fazemos barulho, existe ressoniincia quando falamos. Testes podem dizer quanto uma janela absorve de barulho, mas como conclu © quanto de ruido passa por la? Que testes s40 necessarios? No lahoratsrio pode-se fazer a prova com uma montagem de um elemen- to com parede e janela, Coloca-se ‘uma fonte emissora, registra-se 0 nivel sonoro no lado aposto 20 ele- mento e, com isso, mede-se a redui- ¢a0 sonora. Uma ver conhecida 0 indice de reducao da parede, sua area e da janela,e os niveis de pressao so- noraem ambosos lads do elemento construtivo, pode-se obter, a partir de toda essa anil, nivel de redu- TEOHNE 171 | JUNHO DEZO1, 4glo sonora da janclo, Claro que em _tratar os dois de forma diferente? condigdes ideais a jancla esté perfei-- Sim, claro, A diferenga ¢ 0 canal que tamente instalada no elemento. transmite o ruido, enio o ruido em si mesmo, Podemos dizer que sio canais A construgao industrializada tem distintos. O ruido de impacto vai dire- mais condicSes de fazer esse controle tamente por um canal solide: 6 aéreo ‘que uma construcio convencional? se transmite primeiramente pelo ar, Creio.que sim, mas no final eedificio é nao &igual. Esta é uma p life. consteuido por partes, é montado, renga. As duas medidas so similares, Irata-se de executar bern a obra. Por masas correcbes no sia iguais. O que ais quese pré-fabrique uma peca de se tenta evitar é a transmissio direta 2m x4m,sea juntanio ébem-feita,a por um sblido imediatamente 20 resto aciistica serd rum, dia estrutura e as paredes divisorias, ‘pois 0 ruido ressoaria ea estrutura 0 As juntas seriam o maior problema transmitria como uma caixa, moyen naexecucao? do todo o ar que esta dentro dos ele "Nao. Hi outros problemas, pequenos _ mentos. Os ruidos de impacto sto difl- efeitos de execucao que fezem com ceis de corrigir; se nzo se coloca ini- que o controle acistico perca a eficé- _cialmente uma camada anti-impacto, cia. A acistica ésensivel,sobretudo.em —émuito cific depois, por baixo. niveis cada yer mais altos. Um peque- no deialhe faz com que se pesca mui- SolugSes que fazem isolamento de tos decibéis. Conforme o nivel vai su- som de impacto sdo a5 mesmas para Dino, ¢ necessiria uma mao de obra som aéreo? Por qué? queconhegao problemaderuido, A diferenga de tratamento esté nos ca- nais de transmissdo, © ruido aérco Quanto mais exigente o nivel, a tem velocidade de propagagdo muito execugio se tomna mis importante baixa, 340 mis, ¢ de impacto ¢ entre que a febricagéo da janela? 2,5 mila Sil m/s, Por isso, energia Sehi nivel maior deprotegio,éneces sonora nesses materiais demora sirio um nivel melhor de execugae. ‘mais par se dissipat. Impacto Para uma parede diviséria tipo em umsélido tem dissipagao diferen- drywall, com protegio de 30 dB, se te, Podemos diminuir o ruido de im- houver um erro pequeno, perde-se pacto de uma edificacdo colocando 3 €B. Com uma parede de 60 dB, um elemento eléstico debaixo de um mesmo erro faz com que se persa piso flutuante, mas esta shugo nio é 30 dB. O nivel de 60dB éexigente, ea eficaz para ruido aéreo. Pode-se au: cexecugio tem que ser perfita mentaro isclamento para ruido aéreo fazendo um teto rebaixado, mas oim- Ha uma diferenga entre som aéroo_pacto passaria. No final, a norma es- (Como de um apareiho desom)e —_pankola prevé a obrigatoriedade do som deimpacto de piso, como 0 piso fiutuante, porque é uma boa me- de salto de sapato. € preciso dida para a melhora acistica e de im- Mana de ruidos da rodovia N-I ra passagem pela cidade ce ‘Alcobendas. Forte: igo Técnico de La Eieacion abitabiided Rudo (CTEDB-HR). ppacto— nas dus situagdes. Claro que teve repercussio, porque diminui « alturado pé-direito em torno de7 cm, masé uma melhoria. Entlo ha, para pisos, uma solucio para melhorar 0 isolamento em qualquer caso? ‘A finalidade das medidas de isola- ‘mento no piso ¢ evitar que se injete energia nele. As solugies se divide em dois tipas: cobrir 0 piso com um ‘material flexivel ou constrairum piso futuante, separado da laje por uma camada elistica. Dessa forma, 0 con: junto se comporta como um sistema ‘massa-mola-massa, que se mostrou até agora como o sistema mais eficaz para isolamento acustico. uanto meior 0 isolamento aciistico dde uma parede (interna ou externa), seu isolamento térmico também seré necessariamente maior? Nao necessariamente, Em determi- nados isolamentos, sim, ha matcriais que funcionam simultancamente como isolanies térmico € aciistico, como as lis minera plisticas e aglomerados de material vegetal. Hesoferccem pouca conduti vidade e muita resistencia &passagem de calor. Sio poroses,flexiveis ¢ dic tis, com excoyéo dali mineral. Se for colocada muita la de rocha ou fibra de vidro em uma cimara de drywall seri um isolinteaciistico muito bom, vinho, Nao ha necessidade, mas na fachada sim. A fachade 6 onde acon- tecea maior exposicdo térmica. as espumas 0s dois isolamentos juntos podem ‘ser uma vantagem a ser explorada em fachadas, mas nao tanto entre ambientes? ‘Se ha muita necessidade de calefa- ‘a0, sim, com cémodios climatizados eoutros nao. Ha casos em que o rui¢o na regiao do empreendimento seja t80 grande ‘que demande mudancas no sistema cconstrutivo projetado, para fazer um. isolamento eficiente o suficiente? (Claro, norma espanhola prevé que os” ENTREVISTA 45 40 35 \ \ 30 [ 25 \ 20 Isolamanto actistico R( <8) 5 25 250 500 Omm — 8mm yoo 2000000 Frequéncia (He) CComparativo de desempenho de diversos tipos de vidro usacos em fachadas. Fonte: Cocigo Técnico de La Eciticacién Habitablicad Ruido (CTE-DB-HR). diferentes lugares tem diferentes emis- sos de nuido. Em zonas residenciais, ha tum nfvel de ruido menos e zonas de infego ferrovidrio ou a€teo proporcio- ham um entorno mais agressivo. A norma vai subvindo o nivel de exigéncia Ue protecao de acordo com 0 caso: quando o entorno é mais agcesivo,exi- ige-se maior protegio da fachada para rmanter as condigdes interiores. Temos 1s primeitos mapas de ruido, com dados do rude local medidos em solo, feito pelasadministragoes municipais, Analisando o mapa de ruido, pode-se concluir entre uma ou outra solugao? O urbanismo também afeta todo esse proceso. Se vivéssemios em casas iso- ladas nio teriamos esse problema mas teriamos outros. Morar do lado de um aeroporto ou rodovia & bem diferente. Pode-se colocar teas acisti- cas no entorno da rodovia, esta é uma 6tima invengao, a solugio na fonte de ruido e n3¢ nos edificios. Mesmo assim, 0 edlificio também tem que en- trar nesta discussio, porque hi vizi~ ‘thas, e mesmo dentrodo proprio edi- fick na problemas Quando a construcao ja existe e sera felta uma reforma, como analisar as melhores salucdes para cada situacao especitica? Em principio, em uma reforma ha possibilidade de se fazer todas essas solugGes que discutimes, mas perde- -se espaco. Pode-se dobrar a parede, perder altura etc. Tambem deve-se verificar se a construgao pode seral- terada, como em edificios tombados. AAs chaves para o isolamento sao tres. Um, éevitarque se elimine aeficacia do isolamento prévio. As obras de reforma geram ume unio rigida entre dois clementos que precisam ser isolados, ou realizam alguma perfuragao em uma drea que precisa ser estangue, € 0s isolamentos ficam seriamente diminuidos. Segundo, é aumentar o isolamento prévio em paredes divis6rias incluinde novos materiais que podem aumentar 0 nivel de isolamento, Terceiro, tam- bem se deve levar em conta quea di- nuigao de massa das paredes exis- tentes implica uma diminuigio dos Videos duplos si0 os melhores para isolamento acdstico? Por qué? Nao, sea distancia de separacio entre os vidros for menor que 2 cm. Deve haver esta distincia, ou os vidros se tanem e rescam, O problema da video duplo é que sua cimara tem 6 mm. ‘Termicamente, ¢ um video deal acus- ticamente, precisaria de wma camara maior, Nesse sentido, © monolitico funciona melhor. Ovidro laminado? Se tiver uma lamina actistica, lexivel, tem rendimento actistico maior. (Quanto mais massa tiver 0 vidro, vai Funcionar melhor, mas claro que lid tum Limite, Para indices de isolamento maior, deve-se escolher um vidro duplo cuja cimara seja maior, e com material cbsorvente dentro dela. Masa jnela vai ficando bem mais cara. Foifundada este ano, no Brasil, uma associaco de empresas de aciistica (Prodciistica). Sua principal atuacao 6 colaborar na criac’o de leis € normas técnicas. Qual é a atuaca0 de associacoes como esta na Espanha? Existe a Aecor — Asociacién Espaio- la para la Calidad Actistica (Associa- 20 Espanhola para Qualidade Actis- tica), formada por empresas e pro- fissionais do setor, como fabricantes, engenheiros, laboratories, consulto- 16s, instaladores etc. Ela representa e faz a interlocucao do setor com ou- tras entidades, como governos, ad- ministragoes publicas, universidades ‘ou outros setores que nao a acistica Ela faz e divulgagao de tudo relacio- ado daciisticae também tem atare- de clevar a qualidade técnica das cdificagdes. Hé também a Sociedad Expafiola de Aciistica (SEA), voltada 4 docéneia € pesquisa, formada por associagées como 0 Colegio Oficial de Ingenieros Técnicos de Teleco ‘én, Colegio Oficial de In genicros Industriales. Ela faz estu dos, difusio ¢ assessoria em qual- quer campo relacionado & acistica, organiza congresses, conferéncias, cursos e difunde os conhecimentos adquiridos por uma revista propria uma vantagem ter das associacdes de naturezas diferentes? Sim, cada uma defende sua visio do rocesso, pois as normas tém que ser efetivas e visveis. Se a norma é ‘muito dificil de cumprir, hd um pro- blemaem verde umasalugao. Entao creio que cada um, de seu angulo, deve propor solugbes para chegar a ‘um equilibrio. Toda esta melhora de qualidade supe um processo de formagao. Os fabricantes tem seus produtos, e os projetistas tém seus requisitos. No meio de tudo issoesta a execugio, 0 nivel de dificuldade quanto 20 projeto. O processo de melhora € para todos. « TEOHNE 171 | JUNHO DEZO1, imprescincve ver obra: 0 er rutural Alem de receber o mereci Prémie Talento nen . dor de rice £ _ Engenharia Estrutural 2011 sinscnco = “ a Abc Inscreva-se pelo site bc |ABECE GERDAU www.premiotalento.com.br 30 PATOLOG Riscos em alta Saiba quais sao os sistemas mais suscetiveis a erros e ma execugao e como o planejamento pode diminuir falhas em obras Pox nas gu taka evouido ee= nicamente, a construgao civil ainda sofre com as consequencias causadas por patologias em edifica- G0es. Problemas como fissuras, infil- tragdes e corrosao de armaduras podem interferir nao s6 na estética como também na durabilidade e nas caracterfstices estruturais de uma obra, RecuperagGes € reforgos so processos custosos € nem sempre vi- fveis para todas as situegdes. Nesse contexto,o projeto tem papel funda~ ‘mental no combate aos riseos. “Diria que 509% das falls ji vm. tno projeto. Os outros 50% podem ser repartidos em material deficiente, mao de obra maltreinads ¢ falhas ge- ras de exeeugio ¢ até de uso da obra’, afirma Excio Thomaz, do Centro de Tecnologia do Ambiente Construido (Cetac) do Instituto de Pesquisas Tec- rnoligicas do Estado de Sio Paulo (IPT). Um projeto bem elaborado, na visio dele, deve apresentar nao apenas desenhos, como estados de concep- 80, andlises de possiblidades diferen- tes, defesa técnica do que foi adotado, entre outros detalhamentos. “De 15 anos para ci, a construgio civil eve uma grande onda da chama- dda racionalizagao, quando um monte de coisa irraciomal fo feita com 0 rotu= lo de racionalizar. Racionalizou-se a velocidade na obra. Nao posso nem falar que se racionalizou 0 lucro do (Cuidados no projeto poder evitar recuperacies¢ reforgns pOs-obre ‘TEOHNE 171 | JUNHO DEZON, CLASSIFICACAD INGLESA DEDANOS EM EDIFICIOS Abertura de Efeito na estrutura fissura (mm) a uso da edificacdo Residencial Comercial oupiblica Industria <1 nsigniicente Insigrificante Insignificante Nentum oaa03 Muito love Muitoleve Insignificante Nentum o3a1 Leve Love Muito eve Estética apenas i Esiético: acelera efeitos a2 Levea mederade Levea moderedo Muito leve fypeiainenapoed 0 uso da ediicagéo sera 2as Moderado Mederavo Lee —_— eine superior podem pOr em riscoa estabitade Sais Moderado a severo Moderedoe severo Moderedo 15025 Severoamuitosevero —SeveroamuitoseveroSeveroa muito severo Gresce oriscoda estruture 225 Muito seveoaperigoso Severoamultoserero —_Saveroamutosevero | ONO construtor porque deu tanta patologia que ficou mais caro do que se tivesse feito diccito’, avalia Thomaz. “Racio nalizar éracionalizar custo-beneficio. F preciso primero atingir o desempe ho minimo necessério para depois vero que pode ser mudado no proces: so, para tornd-lo mais ripido e menos custoso’,acrescenta, Para Tito Livio Ferreira Gomide, perito e diretor do Gabinete de Pe cias Gomide, problemas futuros podem ser evitados se alguns pontos forem observados em cada fase do ido da edificagio. “No planejamen to, por exemplo, a principal falha é a eventual falta de estudos, vistorias & analises no local do empreendimento ena sua virinhanca, inclasive, Meitas ve7es 0 projeto diz uma coisa e quan do vai ser executado € outta tota mente diferente. E preciso diagnos! car antes © problema para eventual mente até optar por outro terreno’, explica Gomide, Hina fase de projeto,deacordo com Gomide,a grande dificuldade continue sendo a falta de compatibilidade entre os subprojetos da edificagto. Isso fica ainda mais evidente ma hora da execu: gio de sisternas hidriulicos e elétricos, ue, muilas vezes, sio controversos centre si."Cada projetista quer suber do seu projeto, 0 que il6gico, porquecles estio projetando uma coisaimportante deum todo’ crtica’Thomaz ‘Na etapa de execucdo do empre- endimento, por sua ver, Gomide re- comenda que o projeto seja respeita do, Depois, os materiais precisim ser devidamente ensaiados, aprovados ¢ correspondentes as especiticagoes. Por fim, a mao de obra também deve ser especializaca, Na fase de entrega do condomi- nio, por sua ver, Gomide aponta a falta de entendimento entre a cons. trutoraeomorador. “Nao teros une cultura © uma organizagio muito sgrande nessa fase. O pessoal ji na mu- danga comega « danificar 0s elevado. res, por exerplo,e fica aquela discus- sio que foi a construtora que en‘r: ‘gout o equipamento riscado, Precisam cexistir regras estabelecidas’, firma 0 perito, Na etapa deuso, por fim, as pa tologias acontecem por falhas de ma rutengio, cuje periodicidade podeser determinads jf no projeto. perito defende a criagao de um banco de dados com informagoes sobre as patologias. “Muito mais do aque detectar avaliar ¢corrigir um pro bbiema patol6gico é preciso eriar um bbanco de dados para se registrar e€ talogar todas esses anomalias” acredi- ta 0 perito, “Na Alemanha, por exer- ia, 05 projetos s6 s20 aprowados se jum engenheito experiente ou um grupo de profissionais analisar todos 08 projetos conjuntamente e conchuir que eles sa0 compativeis. Isso é uma norma que poderia ser adotada aqui também”, defenle, « 7 Paks 31 32 PATOLOGIA Etapas criticas Fundagao ‘ho longo das vida itl, as fundagdes ecto sueitas a esforgos resutantes de alensamento do solo, plcacio de cargas ® vibragBas causadas por obras em terranosvzinos,princpalmenta eploséesfeitas em subsolo para 2 implantagio de mat. "Costuma-e dizer auetundacio é una coisa superdimensionaca, que ditclmente 8 broblems, poraue se utlizam coefcentes de mejoragéo e de sequrance ats. Porém. os probierras acontecem eauendo acontecem cuase seme S30 compiicades, podendo lev até a rupture a obra conta ErcioThomaz, do IPT Um bom projeto de rundagSesceve censiderar ao menos dezfatores: a5 cerecterstcas geotécnicas do cal; posigdo de enol iredtin no terreno; a geclogia do entorng; cergas e momentos nas fundagdes en todas as etaoas da construgéo;estruturas expecia’ ou sensives adeformagies;nves de implantagio da arquitetur; imitagies legsise ambient; eouirascordigSes cxpeciis, como estruturasexistentes, fundogées antigas ete £ importonte ‘também queseja ‘eto um levertamento plaraltiméric com niveisde todos es vizinhose um leventamento periial dos iméeisHndeiros 3 bra, Para Mion Gelomck, séco-dirctor da Coneultri ocenselhire daAssociagéo Brasilsra daMocnica des Solos (ABMS), 2 proocupacio dave comagar na fade centengio das obras. "A roa de contengdes é3 que apresenta mais riscos de problemas epatologias, por intrferir com construgéesvsinhase avelver sccavagbes cada ver mais profandas”, eplca oengenheiro. De acoréo comele, dependendo das profuncidadesa serern atingides existea necessicade de utilizag de irantes ou chumbadores, independiente da solucio aotada. ¢ fundamental obedecer as auras masimas a serem escavacas em cada etapa, considerando sempre os nives externos asescaracies. [Na fundacio em s, as patoloaias mais comuns soos acaiaues e desaprumcs, Coeficiente de segurance contra a ruptura e ecalque em fundagSes deve ser compatfvel com 2 esirutura a ser suportada "Durentea execuclo, a fundecio defeituosa ou duvidosa pode ser substuida por outa, pacerse execute estas adicionasou substiutas, ume sapeta pode ser demaldae reconcetada da forma comet, pode se ar vias de ‘gid, aarneas pare corigr sacentcidages et. Ji nes obras prentas, somos obrigedosa execurarretrgas de ‘uncagées devido ae comportament insatisatro allergies de uso ou motives eatemos' eciiacio", detalha Golombek. 5 dilerntas formas derotorar ‘undagdesap6s a cenclusio do cdc. Nas sapais d fundag dirt, por svemal, 6 possvelamplar asd monséos per mcio dum omsarto de conceto armado sobre sapate easton. JS ‘ubuléee alusbert, podese fora abetura de tubules aciionals cabo exista spac disponivel ou esavar oeistontee fazer urna nova concrotager, coma colocagio de armaduraaticioral Alm de eforgos,pade-seexscutar otras ‘uneagies nar trabalhar junto com as evistenis. Pra nequenascargas, a aliemativa sas estacas mega, qe ‘ambsém S30 conheccas como estacas ce reacao, Ese sistama consistera imrocugéo de ctraos de metal ou coneretosobaturdacdo eistente. 0s ‘Tabalos siorealzadosa part de cesses escavacos até cerca de 1,5 mabaivo da ‘undagéo orginal. Os'stema ndo provoca vibragdes nem no solo, ner ne estrutura existene ASestacas raz, por sua vez, permitem o relorgo de praticamente quaiquertipe de fundagio, dado o pequero porte do equipamento, a possibilidade ce ultragasser concretoe atingir grandes profundidades, e alte caoacidede de carga das estacas.O sistema pode ser cexecutado ne cuantidade necessiria para sgerantira copacidade de carga atuante,¢ 9 bloco de capsamentoseré reloradode ‘modo a englobar todas as estacas. “Como provencéo, 2 dica énéo imansionar a fundagio com os indices do soguranga no limite, po-qua, duranto 3 cracugio daobra,namsempre 9 pila & concratade no ax, alaje pode ser engrossada, orevestimente trocado. Apesar de ndo previsto n0 projeto, isso acontace bastante”, expica Thomaz. "Vale lembrar que a NBR 6122/2010 cbrigac controle de recalquesem todos os eifcios cam mais 60m deattura ou cujarolagao de esheltz so maior que 4.1.0 recalaue por sis nao 6 necessaramante motivo de preccupaci0, E necessaro saber como e quendo core, se esi establizad ou no, se continua ocorrendoe com que velocidad’, acrescente Golombek. TECHNE 171 | JUNHO DE ZOTT Estrutura e fechamento ‘estrutura eo feckamanto éas adifcacbos io as tapas mais sujitas& ocoréncia éo problemas patolégios. Enire os mais Comuns,estio incase fesuras, coerosbes a armaiur,infiltracdes»deformacoas emlajese parades. As causas para essas patologias sic inimeras e deve ser araliadas de forme diferente em caca ecacdo Toca elas, porém, podem ser resolves com um born projtoestrutral Ccompatiiizaco coms desma disciinas. “A patolocia ave mais ocorre é @corosio a armature. vant 0 aco est no concretonos prmeiros anos, el esté numa situagéo de passivdade, imune a corrosao, [Mas com o tempo 3 aio de agenies agressvasfazcom que que propenso 4 corosio. nlio essa deleroragzo natu, aliada a eros de execusio, como falas de concretager,sesregaddes ecobrimentios baiscsfazcom que esse fenémmeno acontege antes do temo”, expe Thomas Carmona, cirtor de Assccigio Brasilia de Engenharia © ConsitrieEstrutral (Abe). De acordo com ele, é primordial ‘que © projetoatendo & NBR 6118 no que dz respeito 20 cobrimentonecessirio para recomendara também &que o projeto jd levasse em conte ums proteséo adicionala esse concreto, como pinturas, vernizese 316 revestimentos especias. Isso tom que ser decido dasde a arquitetura”, indica Além do cobrimento, & preciso tar um ‘uldado especial coma armadurano carteiro de obras. "Exster projatos am ‘que a armadura @ pesada demais para 2 Viga. Entéo, na obra, é preciso encontrar ‘um espagador resistonta para evitar cua a armadura nao fcue exposta e nfo lencoste no fund da forma, Mas ha casos ‘que chegam a usar pedacos de ago como espacedor, porave plastica amassa. armadiura fica muito propensa a ccomrosio, porque tudo fica exposto na ‘obra, conta Ercio Thomaz, que diz que nesses casos ocoreto é usar um espacedor feito de conceto ou deuma argamassa mais resistent2. ‘A prépria montagem ca armadura pede ‘ausar problemas na concretagam. "0. adensamerto muito grande da armadura os encontros ou sobreposicie de muito ferro no pil, na viga cu na iaje pode alrapalhara passagem do conereto, que precisaria ser superfiudo 2 autoadensivel para preancher ado oespaco. Falta ‘também uma vvéncia de obra de quam est montando aarmradura para percener ‘580 concrato va fica nor fore e o niciea vazio”acreaita Taomez Aececugio deve respettar nio si as Drétias corrias, como também es prazos, Necessércs para a cure co concrete. “A retirada dos escoramentos tem sido falta caca vez d2 forme mas precoce, dificimente esperam o prazo minimo de 14 diss Caro que dé para taro escoramenta coin mais rapidez, mes, paraisso, tem que ‘serfeito um projeto especico de escoramento revanescente’, arma ‘Thomas Carmona. "Nacura deslajes ‘tembém épreciso ser respeitado 0 prazo de pelo menos 14 Gas, casonio seutiice predutos quimices aceleradores. cua inadequada provoca a fssuragio ea mi {qualidade do conereto, principalments na superficie, que é justamentaendea gonte tom a armacura prosente”, completa. CO projeta deve considerar ainda 3 re'agio cere #estrutura eo fechamento para io gerar fissuracio."Outra fala forte no projeto de astrutura é ndolimitar ddaformacées. Temos um limita de flechas fe datorgées muito grande, que para a estrutura é pleramente aceitivel, mas. ‘com repercusséo séria na alvenaria, no revestimento de piso, na porta, najanela, na fachadia, que s40 muito rigidos. Alias, 2 nossas alvenarias passaram a ser ‘muito rigidas, incompativeis com a flenibilizagéo gradativa que as esiruturas vieram ganhando”,acredita Tomaz ‘ale lembrar que novas tecnclogias ‘também podem causar patoosies, se N20 adotadas deforma core. “Un exempla {oo queaconteceu com alaje zero, que ‘comecarams fazer poraue dinirui violentamente a espessurada ae, uma lecanamnis de concreto, quepode gerar uma sériede problemes de inflvacéese de existica, que peradepo's conigirice roe. ‘complicad.A solucio & étima, mas predsa PATOLOGIA CLASSES DE AGRESSIVIDADE AMBIENTAL, Classe de Classificagao eral do ‘Risco de agressividade Agressividade tipo de ambiente para deterioracao da ambiental efeito de projeto estrutura 1 Fraca Rural Insigificante Submersa Tr Moderada Urbane’? Pequeno Mm Forte Minha Grande Industrial? Ww Muito forte Industria? Elevedo Respingos de meré 1) Pode-se admitir um microctima comume classe de agressividede mais brande (um nivel acime) para ambientes internos secos (selas, ¢ormitérios, banheiros, cozinhas@ ‘reas de servigo para apartamentos residencisis e conjurtos comerciais ou ambientes ‘com concreto revestido com argamasss ¢ pintura). 2) Pode-se admitr uma clase de agressividsde mais branda (um nivel acima) em: ‘obras em regides de clima seco, com umidade relatva do ar menor cu igual a 65¥, partes da estrutura protegidas de chuva em ambientes predominantemente seces, ou rogiGos onde chove raramente. 3)Ambientes quimicamante zgressives, tanquas industrais, galvanoplastia, branqueamento em indistrias de calulese e papel, armazéns deferilizantas, indistrias quiricas, ‘CORRESPONDENCIA ENTRE CLASSES DE AGRESSIVIDADE AMBIENTALE. (COBRIMENTO NOMINAL PARA C= 10 MM (C-Tolerancia de execugao para o cobrimento Toe Componente Clase oe agressivdode smbienta esruuras _cuelererto (bela 1) 1 W um 3) Cerin nomial (rm) Consete ye » sos « Were a bedboee ‘Todos 30 35 45 35 protendido? 4) Cobrimento nominal da armadura passiva que envolv bana ov es os, cabos & cordoalhas, sempre superior ao especificado para o elemento de concreto armaco, vido 20s ses de ear oso glizante 0b tensso 2) Para lace superior de ees vigas que sero revestides com argamasse de ontiopso, com revestimentosfnas e005 po carte e madeira, com argamassa de revestimentoe acebamento tais como piscs de elevado desermpento, pisos czrimics, pisos astlics,e outros tantos, as exgéncias desta tabela podem ser substtudas pelo item 7.4.7.5 respetando um cobrimentonominal > 15 mm. 3) Nas acesinfercres de nese vigos de reseretrias estagbes de tratamento dedgua «© esgote, condutas de esgoto, canaletas do efluents ¢cutras obras om ambiontes duimiea eintensamente agresivs aamaduradevetereabrimento nominal = 45 mm. serestuchea etesiada antes dewsernes _serexecutadioem cime deumproeto.€ cetiicagoes. Hoje esseproblema fol ‘comum as mantas serem unis deuma Dratcamente resolvida”,contaToLivia _rraneiraincoreta, na ser feito um dom Ferreira Gomice, juste nos als ero terem adabredura ea Portim,devese compatbiizaro rojetode _elevacSominimanecessiranasahenans. estruturacom asinstalacdes erica & 1s tudo val gerarintitragbes, que poderam Hidrdukes,evitandosou@esna otra "AI sereviladascom unprooadeaiads", mesmoosstema delmpemeabilzago cere aneise Gomide Revestimento e fachadas Patologias om fechadas sao cortamente tum dos problornas mis tomidos polos construtores, no sé por compromater a estitica éaodificagio, como tambim por colocar om riscoa vids de pessoas Expostos is intempéries e muito mais delgados do que aestrutura,os revestimentosextarnos podem fissure, ‘manchar, escolar e até mesma serem alvosde fungos @ alg. No caso das fssuras, segurido Jonas Silvestre Madeias, diretor téonia da ‘novatec Consultores Associados,existern ois uoos mais comans: as d2retracgo de argamessa,causadas por detcéncia ra dosagem do materiel utiizado no embego ou rebcco, eas ave sio causacas pela ‘movimentacéo entre alvenar'ae estrutue, cua fssuraaceba passando pare a cerémica, pintura ou ergamnasse. No primeira caso, mals simples, a argamasse 6 precisa ser trocada para que o problema nose proifere. dé no segundo, deve-se reforgar o revestimento com juntas de movimentacéo ou telas metdicas. "So dois caminhos opostes: 2 tela ‘rabalha impadindo que a fssura passe por cla e junta deixaa fissara passa, definindo o lugar pare que afissura se movimentee evitendo que agua se inftre”, expica Medeiros. "A definigao de conde vai tla e de onde va una &téenica porque épreciso saber qual éo limite que 2 ‘ela suporta, Mas olhar pera um projeto do um edifco, enxergar a estratura dle, centander como ele val sa movimentar @ dofiné entre tals ¢ junta ex'ga.um pouco ‘mais de conhosimonto’, acedita. 48 6 descolamento do rovestimentoé causa pols expociticasSoincorreta de matorisis e/ou pelo uso de tanicas do cevacugioinadequada."O que sefaz rormalmente é aspect, jé no projeto, os matarais eas taenicas de execugio que ever serutiizadas para orevestimento néosolta- Entao o projeto cama Icom asjuntas, para evita e controlar as figsuras, depois ale entrana especticacio das camalas para eas conseguirem adert uma as oulras, ce maneira que no soltem’,afrma Medeiros. Sequndo Medetras, 90% cos erros nas ‘achadas acontecem por fainas de evecucio, Nao necessariamente porque TEOHNE 171 | JUNHO DEZO1, ‘© operiio da obra ndo sabe fazer, mas porque o projetista nc cotiniu de uma ‘mansira clara 0 qua davoria sar feito. “Indopendente do tipo de fachada, o ‘método de aplicacio do revestimanto ainda é muito artesaral, deponde muito dda pessoa quo esta fazondo. Por isso, abe 20 projtista detiir como deve ser feita essa execucéo, desde a forma como & misturada a argamassa até oassentamento da ceramice, ae a forma do recipiente da argamassa, tipo de desempenadeira at.", indica oeagenneito, (Outros problemas que também podem. acontecer em fated Sioa presenca te ‘unao e alga que sepratteraram ra arqamasse ce reunte, caysads pelo uso 2 argamassa de reunte com porosidade elevada e sem acicéo de agentes resistentes ¢ esses micro-organisms, e infitragées, que podem ser consequéncies, de ssuras eaté mesmo por fall no luatemento da junta de movimentacao, ‘com auséncia de finitador de profundidave e feta de cuidado na limpeze daabertura. Para evitaro problema, é recomendivelo fresamenta do embogo fresco eo corte ‘prévio des places. "Entio na hora de projetar fachade deve- se considerer um conjunto Ge vaidveis cextamas, como as climéticas, eas internas, com relagio ao sistema construtvo. Fora as varibveis Jimpendersveis, que sBo aquelas em que 0 lente determina 0 tipo de cor ¢ material ‘que quorem para a fachada, mas nem ssompre cclente esté persardo”, anal CCausadas por fssurasnas alvenarias e revestimentos, 2s, ‘manchas s60 depositos de sais resultados da hidratacao do cimento Portland Ravestimente pode se soltar da fachads eas0 0 material aderente ndo soje de boa ‘qualidace ou nie tenhasido fixado da mancira corrota ‘Atala ce tala deve tuncionar dentro do emboco atastaca pelo ‘menos 1 cm do chanisco. O melhor resultado pode ser oso com espacadores de argamassa de Scmx5 on x1 cm CAPA Rapido Berrini Equipamento permitiu executar a estrutura com menos ciclos de concretagem, menos pessoal na laje e racionalizando ouso de mangpotes. Diferenciais de engenharia e de planejamento reduziram cronograma Circe Stictenate aces dace deSio Paulo, 0 eiificio Leo Ber~ rinj destaca-se em seu entorno pela altura ~ 35 pavimentos em cerea de 140 m-~e pela arquitetura, com pro jeto de Aflalo & Gosperini. A obra, conduzida em 24 meses e balizada para certificagdo com selo Platinum, fing, contou com mui- s de engenharia e de planejamento para ser répida, emmaa e referéneia para outras construses da Hochtief Em concreto armado, 0 edi possuii duas entradas, separadas por sum “tine!” A partir oS" andar, o pré- dio se une novamente em um tinico bloco, formando o pavimento-tipo. Na entrada principal,o hall de 18 m de al- tora e 17 mde vaotemas fichadascom vidros unicles por “spiders elementos metdlicos para fixagao mecanica que propiciam distancia minima entre pla- as de vidro. No 31° andar, 0 edificio conta com um jardim de inverno, ena cobertura, um heliponto em balango prodizido com estrutura metalica, O prazo, de dois anos, foi deter Ceedifcio ECO Berrini, de 35 endares, cujs canis foram tstados em ténel 2 minante para que a construtora op- vento com presses de até 4 mil Pa (laboretGrio da UFRGS) € cargas nos blocos de tase, entre outras medidas, pelo uso fundagio de até 20,5 mil t de tres gruas, banheiros promtos € H fF 36 TEOHNE 171 | JUNHO DEZO1, RESUMO ECO Bertini Local: a Luis Carlos Berrni, 1.400 Construtora: Hochtiet Area co terreno: 23.485,91 m? Area construlda: 101.000 m2 Altura total da torre: 140,07 m Pavimentos: 3 andares, ‘5 subsolos,netiponto Volume de concreto: 42.500 m Aco frouxo: 4747 t Aco protendido: 202,785 Area de formas: 164.500 m Fachadas 26 mil Elevadores: 23, Prazo de execucao: 24 mases Performance: 50 anos maestro de langamento de concreto, para grandes volumes, Também por conta do prazo, a construtora optou por subir facheda ao mesmo tempo fem que executavaa estrutura “Acobo- mos a estrutura simultancamente com a fachada’, comemora o enge mheiro Pedro Keleti,da Hochtief, Para transporte dos materiais, como nio poderiam ser fixados elevadores na fachads, a construtora fez 6 trabalho pelo poco dos elevadores. "Placing boom” Um diferencial dessa obra, que ji aparecen em outras construgies no Brasil foi o uso de masiro distribuicar para concretagem das ljes e pilares, chamado“placeand boon” E umequi pamento hidraulica que sobe junto com 2 estrutura, tendo que ser movi- mented a cada dois andarese fixado em apoias nas jes O masim distribuidor pode girar 360° e alcangar até 30m de raio, 0 que permitiv atender toda a laje de 1.850 m?, coneretada em duas feses © mastro enchia laje e pilares com ‘A fachada subi junto com a esirutara. 1550 dermandou um estudo de gistica de tensporie vertical interno, pos no era possive! colocagao de cremalhsiras do ado de fore Viabilizagao metalica Projetado pimeromente sobre estrutura de concreto, helipoato precsou ser alterado para estrus metilice,90r cause do grande balango. Como esté muito adi éa Gitimaliaje, a solugio em concrete demanderis grande quantcade do cimbramento & por um tempo maiz "Terfamos que sogurarocimbramenio por aigunsmeses, o 31#20 35¢ ands 0 terms problema com a prazo, conta 9 engereiro Pedeo Kee Ouira vantagem viabilizada ps esrutura racionalizacio de mangotes sobre a laje, reduzindo © numero de pessoas no local de langamento. ‘Alem dessa faclidade, 0 principal criterio para a utilizagao do equipa- mento fo: 0 ganho de tempoe a libera- Gao das gruas para fazer ontros traba- Thos. “Quando chegamos a0 quinto andar, percebi que nao atenderiamos a cronogram’, revela Keleti, “Entao aluguei a bomba e liberei a grua para fazer secvigos paralelos como citnbra- smetélica~ treligada em forma de pergalado~foia construgio de mais dois andaresno edifio de garagem A solugio reduziva sobrecarga sem os eslorgos que demandariom reforgo des fundacbes. Inicilmente aditima lje do centro ‘adminis rativo abrigaria um clube, mas 0 projeto foi abandonado justamante por ‘causa da sobrecarga dos andares baixes © da cobertura.O corte permitiu, assim, a corstrucio de mais doi andares em esteutura matdlica, mentos, formas einstalagio de hanhei ros" explica A tubulacdo partiu simuttanea- ‘mente de dois caminhdeestacionedos no terreo, “Chegamos a langar 50 m* por hora’yafirma Keleti. Apesar da alta- ta fator que redu7 a procttividade, 0 azo de concretagem foi redurido de 12 horas para ses a oito horas, a exe ccagio daestrutura de 15 para 13 meses, segundo a corstrutora. Oandar-tipo era concluidoa cada »> 38 ara executr oblaca principal de undagio, devido ao grande volume de ccncrato foi neoessrio o uso de retarcador de pega e geo adicionado ne betoneira, medias para evitar a retracao muito répids e fssuracao seis dias uteis;no final da obra, acada mes eram feitas quase cinco lajes. © ciclo era dividido em dus fases, com concretagem de 340 m? na primeira fase ¢ 320 m? na segunda, com dois dias de defasagem de wma para outta, ‘Num dla era coneretaca a laje; no seguinte, es pilares da periferia, No terceito dia, fazia-se 0 escoramento residual, enquanto as gruas passavam as escoras para o andar superior. As sgruas também transferiam os 3.300 im? de forma, 70 t de ago para arma- 20 dalajee 201430 tde cimbramen- toy equivalentesa 8 mil m' “Especificamos concreto de 45MPa ‘nos andares mais baisos, até aprosima- damente 0 décimo andar; 40 MPs nos maisaitos © 50 MP logo ebaixo do an- dar-tipo do quinto andar, que éumaes- ‘rutura de transi’ conia Saely Bueno, S6cla-diretora da JKMR, responsivel pelo projeto estrutural do empreendi- mento. 0 médulo de elasticidade de ,§ GPa estringiu otipo de concrete a ‘ finalizacio 60 andar é do tipo "core andshell’, com intraestruture pronta e layout sberto para instalacoes. Na foto, lum andar pronto para ser entregue ser utilizado, & nao foi possivel, por esempla, optarpeloautoadensivel Fachada dedesempentio A fachada ¢ constitulda de paingis tunitizados de aproximacamente 2,5 m de largura x 384 m de altura, ea execu~ cao precisava, obrigatoriamente, ser Continua, sem interrupgio, Por isso, alm do eevador eremalheira para ma~ terial havia maisum soments paraaten- der aos equipamentos paraafachada. “Agrande dificuldade de trabalhar na fachada foram os cantes, nenhum deles tem 90” explica Keleti. Segundo o engenheiro,« tolerineia da estrutura para que a fochada se fechasse era de 40 mm no prédio inteiro. O gerente eral da Schiico do Brasil, Michael Ei- dinger, conta que “a fachada é de alto desempenho em varios aspectos”. Foram feitos perfis especificos para a obra,eo design é exclusiv. Os ensaios de vento indi presses que chegavam ordem de No 33* do edifico ha dois comoressores de ar-condicionado de 1.730 HR pasando 1steada 4 mil Pa, “Ha vidros de quatro espes- suras diferentes, que variam de acor- do com as regioes de pressao indica- das’, conta Eiinger. Os vidros usados também tém propriedades para blo- quear o calor mas sem prejucicar a transmissao luminosa, Os caixithos foram produzides no primeiro subsolo da obra e instalados sempre a partir um andar acima de onde scriam montados. Cada médulo tem 500 kg, “Se bem equacionada, a ‘operagao de montagem nao leva mais, ddo que 15 minutos" conta eles Porém, do 27° andar para prédio tinha muitos recortes,varandas, reentrincias¢ inclinagoes.O problema eracncaixar tudo ¢ gorantiracontinui- dade. Enquanto do primeizo 20 26° andar foram precisos cinco meses para instalagio dos caixithos, do 27° a0 3 foram oito. ‘A colagem do vidro é uma etapa delicada, pois requer arnbiente limpo ¢ isento de pocira. Nesta etapa, o for- Certificagao Platinum (ECO Bernini esta categoria mais ata da certilicagSo LEED, 2 Platinum. Além dos, sistemas visendo economia ce energia © redugio de consumo de aoue, durante @ ‘bra também foram tomados au\dados ara carantir mar sustentabilidade durante 2 obra. Vela algumas delas: ‘= istoria das manérias-primas ¢ equipamentosna origem S protegSo das bocas de labo e impeza de guias sarjetas 5 prtecao co solo #taludes contra er0sz0 = controle de emissoo de particulas e deruidos '= controle de entrada de materiais com etiqueta, pare evitartrocas uso de matérias-primas e produtos fabricades num raio lente de 800 km uso de mada com selo FSC de origem Ss tratamento eaproveitamento de agua (de reso paralavagem de pnaus S decantagéo de aguas usadas antes 2 lancamenta na rede coletora ss equines da qualidade, sequranca no ‘rabaho e daengentaria ro meloarbiente ss presenca de gente de comissionamento para ceriticagio LEED. TEOHNE 171 | JUNHO DEZO1, Data do contrato: 23/11/2010 Conclusao: 11/10/2010 CConciusao das tachadas, exceto reo Data do contrato: 28/02/2011 Conclusao: 01/02/2011 ‘Inicio da montagem dos levacores da zona alta Data do contrato: 10/12/2019 Conclusao: 22/11/2010 F_ Conclusio das estruturas do concrete do 15%pavimento Data do contrato: 30/04/2010 Conclusée as fachadas até o Concluséo: 30/03/2010 15 pavimento, exceto térra0 Data do contrato: 20/08/2010 Concluséo: 30/05/2010 Inicio da montagem dos elevadores da zona baixa e-aragem Data do contrato: 28/10/2010 Concluséo: 17/09/2010 icone estrutaral ferins- elemento horizontal portante, tracio- _abaixo do nivel de Berri." rnados por cabor de ago, que usar o martelo pneu Uma tipelogia desta fachada, que piclo, para desmonte, porque escava. segundo a Schiico ainda ado cheyou a Estruturae fundacio deiras normais ado conseguiriam esca- outrasobras,éocaixilho projetantepa--Opilarauntralsoma 0 milt,evirios — var',explica Golombeck ralelo, Trata-se de um caixilhode aber- outros tém cargas também muito im- Par causa do volume dos blocos de ‘ura conectado ao sistema de detecgio portantes. As cargas da torre variam de _fundayio, foi necessério utilizar retar- de fumaca de incéndio, para captagio 1,7 milta 10,5 mil t,commomentos de _dador de pega e gelo adicionado nabe- de ar. "O sistema de eliminagio saga a até toneira, para controle da temperatura firmaca, por isso é preciso permitir a A ondlem de execagio também Qs 17 mde escavagioparaas cinco entrada dear pela fachacl’ explica Fi-_seguiu os crtérios de prazo.“Iniciei o subsolesatingiram um material de a: dinget. “Para isso, oscaxilhos possuem core me feque no prédio,depois izas —tssima capacidade,e varios trechos da {tes motores dois pura movimentagio laterals’ conta Petro Katt contengao nao conseguiram atingir @ outro de travamento, que €acionado A fundacao executada ¢ direta pois cota, depois suplementades na exec parafechar todo operimetroesuportar “terreno é praticamente uma altera- io da obra. a8 condigdes de vento nas condicées Gio derocha'sconta Miltan Golombek, A contengio possui cinco inhas de maisexiremas;completaFidinge. _projetista de fundagoes e diretor da _tirantes para formar a parede-ciafiag No térreoaté olobby.afachada 8doConsultrix. A maior sapata, debaixo do ma, as duas tltimas com capacidade tipo stick, presiem ums esirutura por-pilarcentral,tem13mx17m,comvo- para suportar 150 t de carga. Ao todo, tante mista de ago e vidro. Colunas de lume de ordean de 710 n°, si 24 sapatasia torre e 40 ma periferia vidro ebrises horizontaisservem como As sapatas estdo de 20 m a 21 m com taxano solo de 10 kxffem*, ri CAPA Na cobertura foram projetados um skylight, jarelim ée inuemo e heliponta As portas do éltimo andar so de alto desempentho acistico, com vedacio perimetral Suely Bueno, da JKME, conta que inicialmente havia sido projetada uma solugao em ajese vigas engastadas nos pilares das fachadas. Porém,2restrigao da prefeitura a altura do prédio obrigaria a eliminagao de um andar. Para evitar isso, reduziu-se 0 piso a piso, e em lugar de lajes simples, tou-se por lajes e vigas protendi resolvendoassimo problema daaltura cede acomoxlagdodas instalacdes. © formato dos pilares muda na parte da freate do edificio, quando atravessam 0 lobby, para pilares cit- culares. Também por serem mi esheltos ¢ macdarem na parte de trés onde esté localizado o edificio-gara gem,o cileulo dessas pegasexigiu um pouco mais de trabalho. Qutraparticularidade do projetoar- quiteténico 6 0 tine do téreo. O ensaio no tine de vento mostrou uma torgio significativa na empena lateral direts. selusio, segundo a engenheira, fo enti jecer a estrutura e aumentar os pilares para impedir esses efeitos desfavorsve grande desafio desta obra, ape- sar da fachada complexa, esbeltez € modelo construtivo, foi mesmo 0 prazo, Finalizada em doisanos, a obra finha datas-limite contratuais inter- medirias. “Ou atingiamos os praros ou perdiamos’, resume Luiz Nunes, tecnico da qualidade da Hochtief. A partir de certo ponto, as entregas eram inclusive antectpadas (veja quar), ‘tea compra do ago preciso ser te vista durante a obra, No comegaa cons- tnatora comprava cor‘ado e dobrado; ‘mas, por conta da velocidaceequantida- de demandeds,chegou-se aconclusio de que 6 forneoedor ngo poder atender & obra."A perda dedobrar na obra émnaior, masse nao fréssemosisso nan atenderia- mosao pra reaonhece Keleti”™ Outro problema enfrentado foi a falta de espago para canteiro. A cons- trutora precisou de dois espacos ex- ternos para acomodar os materiais, para depois transporté-los no mo- mento da demanda, “Entrega just in time nao funciona numa obra desse porte, o risco de ficar desabastecido € muito grande’ justifica 0 gerente, FICHA TECNICA Constugéo: Hochtif;gerenciadora: Planservice; projeto de erqitetura ‘lao & Gasperni; projeto de fundagées: Consultrix proeto de csteutura de concreto: KM; consitor de achadas: Paulo Duarte Consultores; consutorde concres ‘ShunjiTakashima/Roberto Dalaszaeu: projet de arcendicionad « ventilagio: Teknika; projeto de combate a incBncio, alia, hidrlica eautomagao: SKK Projotos; projet de impamesbilzacio: Proassp;prejeto daacistica: Acistca Engenharia;projeto deriso Monabeton;luminotienica: Esther Stiller Consultria paisagisro ‘Soma Arquitetos; projto de eleradores: Empro; consulta de maneiode iho: Cavo;|impeza de ‘achada: Goncomatic; seguranca: Global ICTS do Brasil; assessoia -sereniuticae eliponto: HR Assessoria Aeronautica: consltor de esto de venos A= Laboratorio ‘Michel Sola; onsuttora Green Building: CTE; teraplenager: ( canteino era abastecido por trés gruas, com capacidade de 4 t cada uma. Os banheiros prontos — seis mo dulos por andar— chegavam aos saba- dos demanha,e depois detrés horas ja estavam todos no andar. A instalagao, por exigir mais tempo e precisio nas conexdes hidréulicas e eétri feita durante @ semana, qu ‘nals pessoal e super visores « Jomater; sondagem: Sondasa; méo de obra, undacées, estrutura de concreto eacebamentesinternos: Hoch; instalagGes elétricas e hidrdulicas e mentagem cletromecinica: Temon; seguranc: Controller; fachada: Schiico/ Artalum; pintura: Rafertec/Isocor; ino de obra de atmagior CHA Construcées; ago: Gerdau; instalaqBas eltrica ohidréuli Temon arcondicionade: Star Center; elovadores: Atlas Schindler; concroto usinado: Votorantim; porede-ciafragma: Costa Fortuna; ‘ema ecimbramentor: Mille; caixithes: Artalurn;sistema de fachada: Schiico do Brasil vidres: Glassec; vidros especiais: 126 Engenharia; astnstura metalice €a geragem: Madabil; estrutura metalica do heipontor Engenharia e Construcao Mectal; kanheros prontos: Tecnobagno: piso elevado: ‘Mega Comercio de Pisos Elevados: sranitos: Oderom; geradores: Batista; aurernaqéo predial: Controller BMS. TEOHNE 171 | JUNHO DEZO1, Oriontagio Técnica forme Publicitario INSTTUTO BRASLERODS IMPERMMEABLZACIO Patologias associadas a falhas de impermeabilizagao eM ecg eee Cre en PCa Falhas podem acorrer quando es sistemas impermeabilizantes ndo eo devidamente projetados, eepectficados ou aplicados. Os problemas mais comuns geralmente cecorrem da escolha equvocada do sistema a ser aplicado e do emprego de mac- e-obra nao qualificada para a execugao Assim cama a selecao dos aplicadores, a escolha dos fomacedores @ fundamental para que a iimparmesbilizagao seja realizada com sucesso. No momento da contratacao, deve-se considerar, principalmante, o raspetto dos pradutos aferecidos As normas técnicas, a axisténcia da certficagoes de qualidade, o historico da atuagao da empresa no mercaco e a lagistica envolvida para a antrega dos materiais 4 obra Exemplos de falhas de impermeabilizacao Passagem de cabos ao na espaco entie os cabos para 2 aplicacio do impormestileante.0 preioms pode ter sido causado por falta de projeto ou faha de comunicacao entre o projeista eoapicador Verde indesejado A invasto de plas predca 0 desempeito de estutra de conerta © éonucia fake ne imparmecbiizacao. A superficie io foi davtamene prepare ames de recebero imperniea- bilan Fana na protecac Falha na aplcagao ‘Acustacia detela para estuturr Nesse case, néo fi respiiade acugimassa na roe o vertical a abura minima para apicagio leva a problemas de isuraca qe 3 apamassa conforma masta imagem, do impeimeabiizante. Alem disso, a protec. metanica fol executata sobre o sistem ainéa em provesso desecagem OSCE OST ey Ore ne Oe ce ee Teneo eM et eer ee erate cee nc ee ent ma Roe en eee ae eS Ces Se ce www.ibibrasil.org.br ss ras Goa AR ESLWART Cees er GUINDASTES Braco movel Com diferentes tipos e capacidades. equipamento deve ser escolhido apés a execucao de um projeto detalhado de movimentacao de carga ‘om 0 advento des pré-moldados e 'das obras industrializadas, vem | assarela leada por crescendo, nos ultimosanos.autiliza- | uindaste para instalaceo (20 de guindastes méveis na constru- | ma¥ia Mangue, em Recile (ao civil, Equipamentos de diversos portes sto contratados pa de paredes, armacoes, telas, blocos, eleyadores, caixas-dégua, miquinas de ar-condicionado ¢ outrosit gundo a Associagio Brasileira de Tec- nologia para Equipamentos ¢ Manu- tengao (Sobratema), somente em 2011 esta prevista a venda de 600 ndastesno Brasil. Ni faltarn tipos € modelos de guindaste, mas como eseolher 0 equipamente certo para cada situagio? ‘A primeira diferenga que deve ser observada esta na forma como 0 ndaste se locomove: sobre esteiras tou pneus. O guindaste do tipo veicw lar astalado sobre caminhoes co- merciais ou chassis de t ratores, possi- bilitando a locomogao pelo canteiro de obras ¢ também pelas estradas, 0 que elimina a necessidade de equi mentos especiais para otransporte, [4 1s guiindastes sobre este propar- cionam maior estabilidade e mobili dade dentro de terrenos acidentados e locais de dificil acesso, porém s80 mais pesados que 0s demais e devem ser transportados por carretas ou conteineres em navios Dentro desses dois grupos, os equipamentos se subelividern entre os modelos rodoviario (T em inglés de truck crane), para todo terreno (AT, deal terrain) para terre- nos ictegulares (RT, de rough tersain) 0 tipo compacto para cargas médias (CT, de compact truck). ‘A segunda diferenga entre os guindastes esté no tipo de estratura uusada para o igamento das cargas. O guindaste telesc6pico, por exemplo, tem uma langa, também chamada de de tubos montados um dentro do outro. Um mecanismo hidraulico ou de forsa estende e retrai os tubos para aumentar ou diminuir 0 compri mento total da lanca. Jé 0 guindaste articulado € um braco hidraalico montado sobre um caminhao ou trailer, que, normalmente, ¢ usado para carga e descarga de um veiculo. Asmumerosas articulagoes podem ser dodradas em um pequeno espaco quando 0 guindaste nao estiver em uso. Finalmente, ainda existe o guin daste treligado, que funciona da ‘mesima forma que o telescépico, mas com langas treligadas, “Os guindastes do tipo CT e RT, de porte médio € pequeno, sio apli- cados em servigos rotineiros dentro dda obra, com cargas pequenas,carre: gamento ¢ descarregamento de ca minhoes, remogio de cargas, dentro de galpoes, pitios de equipamentos etc. Ji os guindastes veiculares sio usados na montagem de estruturas matilicas, pré-moldados de concre. to. montagens de pequeno porte, pois apesar de o guindaste em sua concepso nio ser uma maquina de produgio, permite maior produti dade, Para cargas de porte médio ‘usam-se basicamente os guindastes de langa hidréulica sobre pneus, ccujos tipos tradicionais sio 0 IC eo AT, os quais tém as vantagens de serem rodovidrios e se deslocam até a obra. Jé os guindastes de Langa tre. ligada sobre esteiras tem maior capa cidade em operagao devido a sua forma construtiva’, sintetiza Oswel do A. Biltoveni, professor do Instita- to Opus da Sobratema. Por fim, ceve-se olhar para aca pacidade de carga do equipamento, Esse fator depende sempre da rela. Glo matematica entrea forca utiliza: velo cabo de ago, 0 angulo em que se encontra o material a ser erguido © © contrapeso. “Considerando 0 porte do guindaste nés temos atual mente uma variagio de capacidade nominal de 1ta3,600t. No Brasil, 0 maior guindaste hidraulico disponi- vel sobre pneus para locaio tem capacidade nominal de 1.200 t”, conta Biltoveni. Plano de Rigging Devido a0s varios tipos existen- tese as varidveis de seguranca e ca- pacidade dos equipamentos, cada situagao requer um estudo criterio- so para se determinar o melhor tipo de guindaste e a melhor estrategia de movimentacao que proporcione seguranga, eficiencia e economia. Esse estudo € conhecido como Plano de Rigging, elaborado pelo profissional chamado “rigger”. Além de especificacoes téenicas, 0 projeto € acompanhado por dese ria de céleulo, listas tabelas aplicadas. Basicamente, o Plano de Rigging deve conter oito informagées: a con- figuragio de guindaste, como tipo de langa.e moi dle operagio, pas: sadas de cabo, contrapesos e ete; ea pacidade brute do ime valores das tabelas de cargas e di grama de igamento; yelocidade méxima do vento permitida para operagao do guindaste com carga; a carga que o equipamento exerceré sobre a fundagios 2 porcentagem de utilizagio do guindaste na eperagio em questio; © desenho t layout completo da operagio; a rela- gio de estingase acess6rios com deta- thes da montagem das amarragbes, tipos de cintase cabos; ea idemtifica- 40 do guindaste (marca, modelo, ca- pacidade nominal esérie). nohos técnicos, meu daste confor ‘nico do Griterios de seguranca Dentre as pontosmais criticos de tum Plano de Rigging estao os crite- ios de seguranca, fandamentais para evitar tombamentos, que é @ principal causa de acidentes com guindastes, ¢falhasnoequipamento. A seguranga deve considerar fatores como & estabilidade, resistencia do solo, velocidade do vento, condi¢oes Guindestes foram os principals, equipamentos utiizados para a ‘movimentagéo de cargas na construcio a Petroauimica de Suape de conservacao do guindaste, limites operacionais determinacos pela ta- bela de carga ou pelo computador, dimensionamento das amarragoes € ‘qualificacao e experiencia do opera: dor. Além dessesitens, irés se desta- cam pela sua importincia diz Carlos Gabos, gerente de equipamentos da rca de apoio funcional da Odeber- cht, vale o momento estitico de tombamentos o fator de contingén cia em relagao ao peso da carga e « porcentagem de utilizagao. No primeiro iter, ¢ importante que o guindaste trabalite a 75% do ‘momento estitico de tombamento,¢ milo 85%. "Se 0 guindaste for a 85% do momento estitico de tombamen to, tem que ser feita uma corresio porque € muito p Gabos. E importante lembrar que 0 dado do limite de tombamento vem determinado em cada equipamento. J4 0 fator de contingéncia em re- ago 20 peso da carga deveserconsi- derado diferentemente em das sita- ages. “Quando se trabalha apenas ‘com um guindaste, se o pesoda carga foiinformade pormeio de um calcu- Jo do volume dos materiais, nos actescentamos um fator de conti géncia que varia de 5% a 10%, de- pendendo das informactes obtidas. ‘Masse a pega foi pesada numa balan- 2 ou num macaco hidréulico, ten dose certeza do peso da carga, colo- camos um fator de contingéneia de 3%" explica Gabos, » GUINDASTES Plano de Rigging y \ 5 3] fan \\ eA, \ zg : d mM \ 8 a Es A \ 8, g \ eh \ L \Fa\ YQ \ c | Act ie Figura mostra trés guindastes em momentos diferentes de icamento, Para cada carga, existe uma altura especitica para o gancho e um distancamento horizontal entre a amerragdoe a lanca do equipamento 2m 2 050,329 | too at nome Imagem mostra fsb ortiode giro que aman oguindaste deve 7 soit ‘rer 30 \ desearreger uma r Maras pega da careta NY co) \ pare © canteiro / debra Cle Ae \ \S | ean 1 ire sias25¢ a | Afigura do sistema de amarragio de carga, chamada de lingada, mostra como as forcas dos cabos variam de acordo com a inciinacao do icamento. Guanto menor 0 rio, mais estorco tema tingada (0 cemonstrativo de giro cetermina ‘0 posicionamenta do quindaste & ‘como ele vai girar a peca igada 4a TECHNE 171 | JUNHO DE ZOTT De acordo com o engenheito, hi outras situagdes que necessitam de fatores de contingéncia maiores, quando a carga vai ser nao somente igada, como também transportada pelo guindaste e quandoa maquina vai trabalhar em uma irea sobre balsa ouem uma frea nao a Na primeira situacao ele r da um fator de contingéncia de 15%, ena segunda, de 30%. “ssas operacbes de balsa e de iar e cami- mhar fornecem ao conjunto uma dinamica que nao esti considerada na tabela de carga do guindaste, porque ela é puramente estatica’, lembra Gabos. Por fim, se tem a porcentagem de utilizacao, que deve ser determi- nada a partir do risco que o seupro- jeto est causando, como, poresern- plo, se ele est operando perio de muita casas ou em éreas apertadas, De 80% @ 85% da capacidade do guindaste é um fator de utilizagio considerado bom; de 85% a 90% a operagao envolve mais riscos de 90% a 95% de utilizagao a operagio € chamada “assistida’. “B de 95% a 100% a gente prefere ndo user 0 guindaste, porque é muito grande © risco de acidentes”, analisa Gabos. Nas operagées assistidas € preciso que uma equipe de topdgrafos acompanhe ¢ mesa os movimentos do equipamento, que nao pode ceder para nenhum dos lados. Se ndo observades os cr seguranga, além de tombamentos, ainda podem ocorrer quedas de car {25 suspensas. Por isso, os cabos e prendedores devem ser examinados dizriamente e inspecionados pelo ‘menos uma ver par semana e m: frequentemente ao se aproximar de sua vida Gi Todos os fabricantes estabelecem (os limites de carga de seguranga para diferentes angulos de inclinaséo da langa. Os limites especificados na ta- hela de carga munca devem ser exce- didos € as instrucoes de operacoes ever ser sempre seguidas. jos de Locacio e compra de equipamentos A primeira opcao se mostra ais eficiente quando & para obras de curto prazo ou para equipamen. tos cujo valor de compra seja muito elevado, lembrando que a locagio pode serfeita porcusto/hora ou por servi. J4 2 segunda ¢ ideal para as obras de longa dura empresas com grande volume de empreendimentos, visto que o equipamento poders ser reutilizado em outra situagio. Para escolher entre a locacao ea compra deve-se analisar qual o servi- ‘co que esta proposto para o guindas- te, Sea maquina vai trabalhar o cia todo, 24 horas por dia, pode valer mais a pena a compra. Se trabalhar ‘uma vez por dia, nao compensa, 5 tipos de guindaste também facilitam na escolha entre o aluguel ou a aquisicae do equipamento. Os guindastes telescpicos sobre rodas, apesar de serem muito requisitados fo ou para as nos caateiros de obras, costumam. ser mobilizados por curto espaso de tempo, nos contratos que as locado ras derominam como spot. Os mo delos do tipo todo-terreno de maior porte (AT], por sua ver, sio mais so- licitados para obras com mai prazo de execugao, assim como os sguindastes para aplicagio em terre- ros dificeis (RTs) ¢ 0s equipamentos sobreesteiras. Para a operagio do guindaste é necessério dispor de, a0 menos, trés profissionais: 0 operadar de guin- daste, 0 supervisor de movimenta ao de carga eo auxiliar de movi- ‘mentagao de carga, que em alguns lugares sao chamados também de amarradores sinaleiros. Em casos especiais, de operacao assistida, também sto necessitios topdgrafos e auxiliares diversos. « Alguns equipamentos disponiveis para contratacdo Sobre esteira (Os guincastes sobre esteia da Uniserv atendem a montegem de pré-moldados de concreto, estruturas metalicas, apoio para fundacdese servicns de bate-estaces, ‘empresa traalna com locagao e possui (uindastes com capacidede que vari de astaz0t Unsere (2 4997-0297 vwwsstuniservoc.com.br ate 7501 Disoonivel para loca na Guindastes ‘Tatuap2, o equipamento N1.8000, fabricado pete Manitowoc, tam capacidade ‘nominal de 750t2 se movimenta sobre ester. A empresa ainda oferece plano de rigging e outros servic técricos. GuindestesTauapé 2 2636-1100 ‘wvcguindasiestatuape.com. br GUINDASTES comoe sistema direcional ede tranemisso, exo duple de nove marchas com embo sincronizado ¢ tio fexial dupio. Seny do Bras (12) 3876-7600 werwesanycobrasilcam Telescépico 0 GuincasteTruck Crane XCMG, madelo ¥-704-1, tem capacidade mavima de igamento d2 70 te pode aleancar uma altura de59,5 m, seutilzado com ianca estendida eI8. Oequipamento demanda um raio minima de oneracao de 3 m, segundo a fornecadora GTN. GTM Méquinas e Equiaemen tos (1) 3912-5555 wawatminebr "i Langa treligada Com capaccade decaraa de 2501, 0 uindaste Maritowac 999 possu laica treligaca de 90 m, que pode ser estendida até 60 m. 0 equipemento se movesobre esteras. Manitowoc (a) 3003-0200 Hidraulico O guindaste veiular modelo H-43.000, da Hincol, tem Enguto de giro de 360° e alcance méximo de 21,5 m na vertical ede 17,6 ma horizontal. Oeguipament ossui ito langas, ses acionadas hidraulicarnente eduas mecanicamente, Hincol Equipamentes.e Pecas (a6) 3950-2924 worwincol.com br Articulado Oguindaste IMSS, da Imaa, &eorstituido or bragosarticulados e telescSpicos acicnados por ciindroshidréuicos.O alzance méximo do equipement é de 22,70m na vertical e de 19,20 m na horizontal. Jé 0 momento de carga itl & de $5 millgt Imp (1) 3668-8500 wormimap.com.be Miniguindaste 8 i Para St Montado sobre camino, o guindaste QYS0C tem capacidade de igamento Dara até 55 Le incorpora componentes Importado pata Fest Importacio e Exportacio, 0 mmgundaste 35064, da Kegiom, pesa 1.380 ka, tem capecidade de carga para até 2.050 kg 2alcance mais de 8 m de altura com a sua lenge ‘ode estendida. Por ser compacta, node Ser transportad por cremalherasoa cade por gruasno canteiro ce obras. Fest Importagéo e Exoortacao (ay z207-2986 worlestimportecom.br Locagao e estudo de rigging Alem de olerecer os equisementos,a Saraiva tamben desenvoive a aralise de ‘odo 0 projeto de movimentacao, Identficando qualo melhor ‘equipamento a se orgado, tipo de sole, espago necessério para gro, entre utras nvormacées. Saraiva Equipamenios (1) 3956-2066 wowsaraiaequipamertos.com.br TECHNE 171 | JUNKO DE ZI [0 novo TCPO agora é Modelatto | A nova ferramenta que contém a Base de Dados da PINI com milhares de composigdes de pregos para orcamentos. Apresenta os critérios, referéncias e informacdes pesquisadas, avaliadas e organizadas pela PINI. Conhega as novidades! Cora Pree ed ee) Ot ee ene cece : ulo Oreck Ree ue Roe ke Re eer Stood OE Nee Sou Crean Eon. Baca tcl ra een) iweb.com.br/modelatto .com.br/modelatto Ou ligue: 11 2173-2340 (Sao Paulo) » 4001-6400 (principais cidaces) + 0800 596 6400 (demois regides) Para adiouir: www.lojapi Vote! Comecou a maior premiacao do construbusiness brasileiro. Sn) Tecnologia, De: = i, Baresi c=] 0) Celtel ear logicas Pee ce ceed COCR Une OU Oe nt nd Ce ee Tendéncias de Materiais, Tecnologias ee OR Ce en CMe 4 e Processos de Construcao de Edificios Pr Ie in Eble Teawas EOE SUC rE Ce i Ly Or ee Set ambiental ou pelos proprios ust Orr Cee Ono Insta te Pesquisas Taenoligicas do stad ca So Paula - PT Expaniencia ca Tec li manna ferificagao e Cumprimento da Norma 23 de Agosto de Desempenho PG Engenheiro Maericlo PERC) oo ete) jemnardes Selegao de Insumos e Fornecedores com Critérios de Sustentabilidade Te Engenheira Vera Femandles Hachich rene eed ‘Ay. Boa Viagem, 4070 - Recife - PE TESIS - Tecnologia de Sistemas em Engenharia Como Enfrentar os Gargalos UGE ee esr a tl da Produgao nos Canteiros de Obras? Pee eee) Engenhetro André Glogowsky HOCHTIEF do Brasil im Resume PINE 50 PISCINAS Lazer ampliado Piscinas ganham cascatas, paisagismo e sistema automatizado de controle. As cobertas devem ter projeto especial Piscinas cobertas e aquecidas vm ganhando espaco nes condominios de médi e alto padrao Asstisinscertominis catas,jatosde borda, borda infi- ita, hidroterapia, har molhado e ralas. Atendencia deincorporar lazer esatide a esse equripamenta veio para ficar Alem disso,a preocupagao cam a aces- sibitidadeé maior, Segundo a arquiteta Renata Mat ques, especializada em gerenciamento de projetos.as incorporadoresbouscam integrar as piscines as dreas de lazer como chuirasqueitas, sales de festa, reas de recreagao e paisigismo, “Os constumidores querer piscinas com sistema de aquecimento ¢ tratamento automatizado de agua’. completa Piscinas indoor ou cobertas si tendéncia, pois todos querem nsufruir da piscina 0 ano toxio e nao apenasno verdo.As pessous querer utilizar a pis- cina o ano todo e nie apenas no verao, principaliente praticantes de natacao ce quem ustoeguipamento para condli- cionamento fsieo’,explica 0 engenhei- 10 Luiz Henrique Marques, especialisia em piscinas, da Comarx & Acqualinea. como nos Estados Unidos e Europa, ainda s20 poucas no Brasil. "O que se vé sao as solcoes como as de policarbo- rato, bastante eficientes no inverno, ‘nas que nao podem ser totalmente re- smovidas no verd0’ esclarece, TEOHNE 171 | JUNHO DEZO1, ‘demir Camera Venes, da Primeiro ‘Mundo Piscinas,acredita que a necessi- dade de seguranga e 0 deslocamento problematico nas grandes cidades tor- rraram o comprador de imaveis mais exigente quanto aos itens de lazer. “Ele busca empreenclimentos que tenham tudo, incluindo a piscina com sistemas ‘omamentais, de aquecimento, equate: rapia ¢ hidromassagem. E querer que 6 hos tenham qualidade de vida sem sair decasa. Nesseaspecto aspisinassio maior atragao’ aponta Venes Toda essa evolugao possibilitou um maior indice de aproveitamento das piscinas em condominios elevan- do-o para 70%, Antes, apenas 20% a 30% cas pessoas aproveitavam a pisci- rma, estima Venez. Nilson Maier, especialista em pis- cinas ¢ autor do livro “Piscinas litro « litro confirma que es pisinas eobertas ce semicoberlas vim ganhando espago, ‘mesmo no Brasil, um Pois tropical. “Uma piscina deste tipo valoriza 0 em- preendimento a um custo infimo em relagio ao custo total da obraacredica, Piscinas cobertas A cobertura pode ser executada alicergada ne propria estrutura do prédio, intograda 4 Arca de lazer, aca- emia etc. Ou serem coberturas teles- cépicas, que permite abertura e fe- chamento quando necessirio. “A co- bertura para piscina deve ser muito hem projetada, pois as prodatos que tratam quimicamente a agua, como 0 cloro, sio agressivos, principalmente ppara.as pecas metalicas’ alerta Venezi, F preciso ainda uma boa ventilarao, natural oa mecanica, levando em conta 0 conforto térmico. (© projeto deve ser adequado a0 tipo e tamanho da piscina, ao esparo disponive, terreno, entre outras condi (es. AsopgOes construtivas como con- creto,alvenaria, fra de vidro ou vinil, Solugéo de raiasparcialmente cobertas oferece aos usuérios opgio de praticar natacdo sem ter de sairdo condominio Piscina coberta e aquecids em condominio, er Gramado (RS), pade ser usada mesmo nos di de iverno e clima frio variam de acordo comas necessidades durabitidade de cada sistema."A pisci- rade concreto, bem executade, 6a que tem maior vida itil lém de pessibiltar inuimeras opcdes de design’ acredita Verner Suas etapas construtivas sao as rmesmas de qualquer estrutura de con- creto, ou seja, projeto arquitetonico ¢ pPaisegistico, sondagem do solo, const toria ténica especitica para piscinas, Projeto estrutaral, projeto hidraulico e eletrico, Fundacao, estrutura, instala bes hidréulcas e elétricas, impermea- Dilizacdo, testes, revestimento eacaba- mento edrea de deck, Marcio Martins, da Prolazee Pisci- ras, que projet, executa e faz instala- shes no Rio Grande do Sul, avalia que ‘oaquecimenta da égua émaiseficen te com as bombas de calor. “Para as piscinas térmicas, que devem ser ca- bertas e oferecer agua aquecida 0 ano todo, optamos pelo aquecimento a ais feito por aquecedores de passa- geme tracadarde calor, ou osaquece- ores importados, conhecidos como bombas de calor a gis, uma tendéncia ji que sua instalagdo e operacao sao ‘muito mais préticas, eficientes ¢ eco- nOmicas. O aquecimento solar e as > PISCINAS Esquema de piscina aquecida VValuuia do passagom tinica (somente quando 0 trocador Uilize sempre curias enie cotovelos na ASS Coptassi ester abana do nivel < antcso jinstalagdo hidréulica fe da piscina) SS de ar quente 2 retorno Ye } ‘gis ON Senate teéaue Fonte: Igapo Pscines, bombas de calor nao dio conta nos xiliares do aquecimento principal, gis. A bombs térmica elétrica oferece is tém baina eficiéneia pela dif cia, pois aproveita 0 Jd-em piscinas de grande porte culdade de insolagio. Mas em condi- calor do ar,e pode ser usada em pisci como de clubes, hotéis¢ alguns con- _¢6cs favoréveis podem incrementar nas que requerem aquecimento cons- dominios, muitas vezes,a op¢ao sioas até 7°C. “Na especificagio de siste-_tante, como é o caso de escolas de na~ caldciras a gis, lenha ou éleo diesel, mas de aquecimento, deve-se consi-_tagio e clubes. Jd osaquecedores elé- fornecidas por empresas especializa-~ derara érea superficial e volume da tricos convencionais, devido 0 alto das em sistemas de aquedimento de piscina, incidéncia de ventos, ¢.a consumo de enengia elétrica, io usa grande porte, No aquecimento solar, os especiais como dosapenssem spasoupiscinas peque- informa Martins, é necessiria uma _jatos, cascatas e transbordamentos, nas” avalia Maiers. Alguns frea de telhado voltada para 0 Norie que funcionam como ‘resfriadores’ de aquecedores utilizam softwares meses mais frios”,esclarece Martins, falbricantes coma mesma dimensiodapiscina. da gua’, adverte Marques. que, por meio éa introdugao de uma Segundo Luiz Henrique Mar- —Embora a eficiéncia seja um ele- série de varidveis e dados de projeto, ques, os critérios de especiticagio mento preponderante na escolha de _fazem uma anilise de cada situacio. devem levar em conta os tipos e ta- um aquecedor, Nilson Maier consi-. Para a especificagio dos sistemas manhos das piscinas. Hoje, aeficién- dera que outros fatores sio tambsm de aquecimento, Marques recomendia ciade cada sistema dependedaclima —fundamentais na hora da especifica-_ estudes detalhados, que devem visar dda regido e da instalagao.“Os siste- (20. “O aquecedor a gis tem proble- economia deenergia,redugio doscus- ‘mas a gissto muito eficientes.aque- mas de poluigioambientaleperigo de tos de mamutengao € condominiais. cendoa piscina com rapidez. No en- incéndio ou explosto, Porém, mesmo “Ao definir um projeto, deve-se levar ‘ante, sto grandes consumidores de no fri, aquece a agua com rapicez, emeonta ouso da piscina, se édecara- gas, exigindo cuidados especiais na _vantagem importante em piscinas tivo, paraa pratica de esportes,recrea- instalagao de redes e exaustao dos _usadas durante a semana. solar de- ¢20e, partir dai,avaliara necessidade aquecedores de passagem’, destaca_pendemuitodo tempo,eémisapro- de aquecimenio para o ano todo, ape Marques. Os coletores solares, espe-priado para residéncias, ou como nas para algumas épocas, ou até em cialmente nas cegides metropolita- aquecimente inicial, complementedo determinadas dias’, enfatiza. En fun- nas, devem ser encarados como au- com bomba térmica ou aquecedor a ¢80 disso, especifici-se a combinagio TEOHNE 171 | JUNHO DEZO1, possivel, mas ainda agradivel para os usudrios, Segundo Maieré, com um ggau a menos, a economia de energia. Ede aproximadamente 10%.O uso de aqnecedores automatizados, com ter- ‘mostato de precisio, contribui para redugio de custos. Maieri indica também os robas que aspi piscinas, responsaveis pela reciusio da utilizagio de mao de obra na ma- rutengio de rotina, uso de um programador de tempo, para ligar e desligar a bomba do filtro automaticamente, oferece economia razoavel de energia. di nuindo o desgaste do equipamento. ‘As operagoes de aspiragao, sempre ‘que possivel, devem ser feitas na po- sigao filtar. Ea operaczo de retrola- vagem ¢ indicada quando 0 mand- Piscina com borda infnit integrada 20 patsagsmo.cria esnaco em harmonia coma natureza doenterno de sistemas elétrico e a gés, apenas _portantes. Como Marques, ele eniati clétrico, apenas a gis ou 0 solar, entre za que as piscinas aquecidas devem as sclugoes posstveis. utilizar capa térmica, mesmo que i =r : : GUE petro do filtro apontar um acrésci possuam cobertura. “Uma piscina PSU? oo 0 Economia de agua e energia aquecida sem capa é o mesmo que a Segundo Marques, « iemperatu raideal da dgua deve ser entse 28°C ¢ 30°C, quande se trata de uso reerea- tivo, “Para a prética de esporte com- petitivo, esse valor pode chegar a cyem casos de tratamento fisio- — terdpico, 35°C, Para spas e ofards, « Seguranca prioritaria temperatura recomendada é de 36°C, € 0 seu controle pre Algm do tipo de aquecedor, Nil- uma geladeira sem porta. Além disso, son Maier lembra que para econo- _acapaeconomiza agua, evitando eva- mizar energia, gua e mao de obra € poragao’, visa. A temperatura da preciso observar algumas regras im- agua de piscing deve sera mais baixa aa ser le Emboreaspiscinassejamitensde lazer _infelizmente€comurn.Por isso, aor en ee oe bastante salorzados an acidentes,ineusive snalizagi eutlizacSo de revestimentos Ps : : : 39°C podem ocorrer graves danos & fli, sb msiscomure do que se ‘ntiderapantes so fundamentaa", eile betemunes dos chuiciae™ Jmogina.Porisso, aseguranga deve sere pondera Marques. cules Marguen 2 , Prordccenteasneheresoriasde As prlundiedesodeandsiambin —TMEAMMGR projeto e consrugio de piscinas devem ser igotosementeobseradss.Por 4. herediur voprs dimensionar 0 consumo de igua, energia, ratamento da agua, estabele jous melhores priticas em rdagio ‘condominisis. "A sogurancs cove estar om oxemplo, pars criancas poquonas, 2 ‘rimeio ugar N3o pedemosdascuids des profundidace ideal dove ser de corsa do rales, boc, agers, stoma de 5dem, ora piscinasroqeatvas fer “endoasnichore peiticisemsdasie iluminagio, bord eroestmenios,que ante ma.S m, oque pomitea haar hing emer cdevem serantiderepantes, para quendo pessoas de véras idades e estaturas ra couipitmentas de qualidade aja riscosde addentes",adverte Luiz aproveitaram confertavelmente o banho. ia i " com capacidade adequads, nao sio necessérios tratamentos de choque, como aslimperas profundas, que exi Henrique Marques. Relossubdimensionados Nas piscnas para prtice de natacéo, 0 ‘04 colocadosno localerado podem sugar ideal 61,40 m, permitindo as virias series rage coeesrogscens ferns conatos stern no aslinpezas pofundas se Clemente moragtenke, Pa, senna en, 9 ge decatago, renga e grandes Choques elétricns por instalagies elétricas importante é queas criangas devem ser a P 2 a 0s filtros e bombas funcionam por pe- som aoe. eaters sernee sine rst. " adios menorescom a alsin irateava, tiem Soran ces, abasnelaan osesrecmentos_ ‘los Menore com ama alsin Alen disso, bocais e revestimentos: dados acs usuarios sobre como utilizar a ‘ a ae sua ver, faz com que a égua permane- «2 sempreem boas condicoes, reque- rendo menores quantidades de pro internos, tordae dack de ma qualidade ou piscina, e especiicacio ce sistemas e _ma-instalacos podem ferir macs epés do enuipamentos certiicadese garantdos, usuérioe a causar tomibos graves. seguindo esctésios norte-americanes, fs vuunncgs dtsogone lampeces “Escorregar em patamaresinternos & conhacigos comVGB,reduzem osaciemes fy Wun Sn NTSB a ‘dacks molhados e bate a cabeca, 20 minima”, esclarece Vena ek ini eee Seminario Habitacao ) Economica | ‘ a aprovelte promogao VIABILIDADE TECNICA E FINANCEIRA DE EMPREENDIMENTOS Assinante PIN | Haga mends Cee eo aon i) = Nee ee ea Se eens Esesnas See ees PoC ee as an Validacao de investimentos em See eR Ree Mute Rial Empreendimentos para Baxa Renda: Pee ee rp aeCey Pregos com Cobertura de Riscos eta Profesor Jodo da Rech tima Cocrsenacer co lao cea sao ele Posteo oS Minha Casa, Minha Vida 2 e Pesoectivas See en ee a de Negécios para Incorporadoras eae tes © Construtoras is, para ae Advegdo Maio de Amide ond no Bice Ak Daserchiearta cle Desaffios de Produgao em Empreendimentos co Segmento Econémico - Case DMO eee yaa Engenhete Aloxandke luis de Olveica At ot eS ere Recenter Reet Alvenatia Esirutural ==; para HabitacSes Econémicas Acuiteto Carlos Alberto Tau Loce we 4 loco Bail |Axociago Brooke co resin de lecoxde Conese} Hotel Renaissance eae O RRS eetoc re) Sistemas Construtivos para = - Empreendimentos Residenciais relief SMU elite] Econémicos— Case Rossi 11 2173-2474 / 2396 ~) Engentelo thiago Bitiencourt ieee Res Reconciel Paci Aono oe tase tae ec SA) GE CompraconO? construc ne aU PINE Volare Nova Geragao 0 mais moderno software para gestao de obras, agora em seu Ipad e Iphone. 0 Volare 13 Web funciona com qualquer navegadorde qualquer celular que tenha acesso a internet,por exemplo Nokia, Motorola, Samsung, LG etc. PINIsistemas (11) 2173-2423 (g Pe Aco eT SOM SYN) CONSTRUTIVOS Paredes de concreto armado moldadas no local Descricao do sistema Sistema construtivo composto por paredes e lajes macicas estruturais, de concreto, com 10cm de espessura (masse especiica aproximada de 2.300 kg/m’ e resisténcia caracteristica & compresséo f,,= 25 MPa), moldades em formas de luminio, no local definitive, Conforme Documento de Araliagdo Técnica 004, DATec 004, o sistema construtivo destina-se a editicios habitacionais de até cinco pevimentos. Caracteristicas técnicas As paredes so armadas com telas imetélicas cletrossoldadas (didmetro: 4,2 mm) posicionadas no eentro da espessiura das paredes e com reforgos de acordo com o projeto estrutural. A fundasio é definida considerando cada local de implantagio das unida- des habitacionais. A cobert mada por estrutura de madeira com telhado em telhas de fibrocimento com 6 mm de espessura. Formas As formas sia consiitidas por chapas de aluminio, estruturadase re- forgadas com perfis extrudados do ‘mesmo material. As formas s3o fixa- das por meiode tirantespassantes, que definem o distanciamento entre as faces das formase configurama espes- sura das pared, Estrutura -Acspessura das paredes ¢ das lajes € de 10 ca. As pasedes so armadas com telas de ago eletrossoldadas com fos de 4.2 mm de ditmetro (tea tipo Q 92, ago CA60), de acordo com o projeto estrutural. O cobrimento no- minal das armaduras estrutaraise de reforgo € de 30 mm. A resistencia ca- racteristicaa compressao do concretd, 0528 dias, é de 25 MPa,e a resistencia ininima do concreto para desenforma (id horas) éde 3,0 MPe. A consis cia especificada do concreto & de 20 + 3 em. O concreto utilizado emprega cimento CP I E,arcia média,britas0 € |e adisio de fibras de polipropileno, Revestimentos ‘Nas paredes internas de & Ihaveis a aplicagao das placas cerimi- cas ¢feita com argamessa colante tipo ACIL Nasparedes etetos de reas secas 6 aplicada massa corrida e pintura. As a Vista geral do empreendimento executado com o sistema construtive paredes externas sao revestidas com textura acrilica, Nas demais areas de piso ¢ aplicado revestimento em pla- cas ceramicas, ou cimentado liso. Execugéo A execugao do sistema é apresentada ha sequencia.a segui Execugdo da fundagdo, conforme projeto estrutural, incorporando acal- sada ao redor de Alinhamento dos arranques com diametro de 6,3 mm, distribuidos conforme projet Coloeasio dos limitadoresde forma la 50cm; da tela (armaddura) das pa rodes considerando a altura da parede e da lip conforme projeto estrutural Colocagio de reforgos ¢ corte das telas metilicas nos locais de vios de TEOHNE 171 | JUNHO DEZO1, Tabela 1- CARACTERIZACAO DO CONCRETO Cassificagao ‘Classe Normal (ABNT NBR 6118) Trabalhabilidade e d’ametro ménimo do acregado cratida Especticade contorme projeto, consi¢erando a espessura das parades earmadura de projeto ‘Nassa especifica (NBR 9778) 2.300 kg/m? Preparo DDosadoe controlado em central Resisténcia 8 compressdo 203 28 dias (ABNT NBR 5739) fa, = 25 MPa Consistncia Shump: 202360 Aglomeranies e agregados (Cimento CP IL E: 300 2 340 hymn? Britas mOele Areiamédia + Aditivos Aitivo plestificante: 1,40 kg/m (média) Fibre de pol propileno: 0,35 hg/m* Resisténcia na desenforma, conforme o ciclo de concretagem Classe de agressividade a que as estruturas poderéo ser ssubmetidas conforme NBR 6118 3,0 MPa com 14 heras(ou contorme especificado no projeto cestrturel) Classes Ie IT (Rural 2 Urbana) janelas e portas, conforme projeto es cessivamente para os demais pavi- s Bandeias primirias-e secundérias trutural; mentosdo elificio, f= Cancelis para bloqueio de circulacao f= Montagem dos paingis de frmas Tamponamento des furos deixadlos Tela de proteydo para fachadlas internos ¢ plataforn conforme projeto e aplicagio de des: ‘moldante nas faces das formas; = Execugio do travamento interno das execugdo de acabamentos. egas conforme projeio, colocagio dos cletrodutos, caixas létriease posicio Ferramentas ¢ equipamentos ss de traballio nas paredes pelos tirantes das fOrmas Teles de proteyao do andar ‘metilicas, com argamassa de cimento ccarcia fing, regularizagio superficial ¢ A seguir a relacao dos EPIs necessarios para executar 0 servigo: f= Bota de seguranga com bivo de ago f= Capacete de segaranga ‘namento dos tiantes para travamento; necessérios para a execucio do servico _m Cinto de seguranca com trava-que & Colocagio dos espagadores plisti- ‘aminhio betoneica-bomba hs (preso em cabo de ago oucorda de cos nas telas a cada 50 crm (‘ante na = Manipulador teleseopico(telchandler) —seguranga ausilior) vertical como na horizontal) para per mitir 0 cobrimento das armaduras Seguranga conforme projetos fm Conferéneia dasinstalagies prediais, dos gabaritos de portas e esquad ‘= Luva de protegao (vinilica ou raspa) '= Oculos de seguranga Oinicio dosservigosdeve serprece-_® Protetor curicular l= Delimitagao de vaos de janelas e dido das protegées, evitando, d portass forma, queda de pessoasou materi ‘us bordas das aes ou nas aberturas © depiso fux-se necessiria a instalagio de na obradeacordo com os documentos Controle da qualidade Ocontrole da qualidade éexercido dos espacadores das tas aplicagio de protegBescoletivas, comoguanda-corpos, —técnicos do sistema da qualidade da desmoldante e colocagio dos painéis plataformasctc.eosopeririosdevemiuti- Constratora Tenda, incluindo proce- externos, conforme sequéncia do pro- _lizarsempre cintos desegaranga. © uso de EPIs faz-se necessirio servigos fichasde verificagio de mate- quando daexecusiode servigoscome: _riais e servizas, projeto executive do jeto demontagem, 2 execu do trava- mento dasfirmas com os tirantes, dimentos de execucio e inspegio de f= Fechamento com asférmasextemas, Trabalhos em alturas superiores a sistema construtivo etc = Concretagem das paredes comet 2.00) m: € pecessirio oso do xilio de caminhao-betoncira-bomba; — deseguranga tipo paraqued sta: nturio OQ cnntrole da resistencia & com pressao do concreto € de 100%, ou © concreto especificado ¢ dosaco ¢ = Emqualquersituagio de transporte _seja.¢ feito pare cada ceminhao-beto- misturadoem central edispensacen- vertical, a carga maxima suportada neira recebido, conforme @ NBR samento mecanico; pelo equipamento tem de ser respeita- 12655. De cada caminhao sao retira- = Desenforma das paredes apés, no da, além ce serem tomadas todas as dos seis corpos de prova, senda dois minimo, 14 horas da concretagem, e somente depois deverificado o atendi cautelasnecessarias para que nao aja destinadas a ensaios de resistencia & quedas de materiais; compressao a 14 horas, dois para 0 mento da resistencia & compressio = Veja uma reece dosequipamentos — mesmo ensaio a sete dias ¢ dois a 28 minima de concteto @3,0MPa);seyue -sea coneretagem daslajes € assim su cugao do servigo: de protegio coletivanewessériosa exe- dias. O slump ¢ verificado em cada caminbio-betoneira. » SISTEMAS CONSTRUTIVOS ‘Tebela 2 -DESEMPENHO TERMICO_ Materiais Espessura (mm) Condutividade (V//m.K) Densidade (kg/m°) Calor especitico (d/kg". Portas nternas de maceéra 0s 0,058 200 2300 Esquedrias ce aluminio 0,003 230,00 2700 880, Piso cerarico 0.015 0,90 1600 920, Tala de fibrocimento 0,006 0.90 2200 840 Augamassa de concreto 02 als 2000 ‘1000 Argamassa de essa ce 070 1200 840 Concreto (ajes) 020 175 2500 1000 Concreto (varedes) 020 175 2500 1000 Execugio coradier Montagem cas férmase calocagéo das tolas de ago Avaliagbes técnicas © sistema construtiva é detentor do Documento de Avaliagao Técnica no 004 ~ DAT no 004, emitido pelo Sistema Nacional de Avaliacoes Técni- cas (Sinat), em fevereiro de 201 1, com validade ae janeiro de 2013. A seguir sioapresentados os resul- tados da avaliagio de desernpenho do sistema construtivo, conforme cons- tam no DATecrY 004, Desempenno estrutural ‘A tabela | apresenta os resultados de caracterizagao do concreto ‘As paredes de concreto si0 estr= turadas com ‘elas ce ago tipo "Q92” com malha quadrada de 150 mm e fios com diametro de 4,2:mm,centra- liradas na espessura das paredes, além de refarcos em ago CA30 posi- cionados conforme profete. A Dire- triz Sinat np O01 revisdo 01, de agosto de 2010, admite uma redugao de até 10% na taxa de armadura minima, limitando-se 0 valor minimo morum em 0,09% da sesio de con- ereto em construgoes de até cinco pavimentos, tanto para armadura vertical como horizontal, quando do emprego de ago C60 e fibras plisti- «as, respeitando-se também as se- guintes condigdes: A planta do edificio avalindo é re- tangular com dimensdes aproximadas de 14,0 mem cada lado; Aslujestém vio livre com dimensao inferior a 4,00 m e sobrecarga de cél- culo maxima de 200 kefim’s O pé-direito de piso pisoéde 2,70 m5 Aarmadura empregada é em ago CA60, associnda ao emprego de fibras plasticas na ordem de 350 g/m’ de coneret. ‘A Construtora Tenda S/A deve sempre elaborar projetos estruturais especificos para cada empreendi- mento. © projeto das fundagoes dos edificins ¢ feito pela Tenda para cada situagao especifica, com base na and lise do solo. As caracteristicas do sis tema construtive da Construtora Tenda S/A atendem as especificagdes da Ditetriz Sinat no 001 -revisdo OL, TEOHNE 171 | JUNHO DEZO1, Tabola 3- DESEMPENHO ACUSTICO (ISOLAMENTO) femas Critério de desempenho para Valor determinado em censaios de campo: valor minimo (dB) campo Dnijw (dB) Parode entre unidados 40048 a Fachadas 25329 27% Piso entre unidades 40 48 * Difarenca Padronizada de Nivel a 2m, D, yy fechada, considerande que a unidade ensaiada na esta situaea em via de tfago intenso, de agosto de 2010 quanto a cargas_radosparaos componentesdo sistema transmitidas por pecas suspensas e construtivo, impactos de corpo mole e corpo duro. Atendem também as solicita- Desempenho actstico Goes transmitidas por portas, estas H- Os resultados referentes ao desem- xadas com buchas e parafusos, con-penho actistico sao apresentados na forme analise de projeto, tabelas. Estanqueidade a doue ‘Seguranca 2o foao Acestanqueidade 3 dgua foi avalia- A Diretriz Sinat n° 001 ~ revisio da para elementos internos nas dreas 01, deagosto de 2010, considera queas molhveise sujeitos daca da dgua de paredes de concreto armado, caracte uso ¢ lavagem dos ambientes, ¢ para _rizado com massa espevficada ordem elementos externos, sujeitos 2 agio dade 2.300 kg/m’ € 30 MPa & £2 20 gua de chuve. MPo, com espessuraminima de 10cm, Deacorlocom o DATécO04,ode- atendem aos requisitos de sexuranga _ tora'TendaS/A emprege concreto das- sempenho das paredes internas de ao fogo para o tempo de 30 minutos, se C25 © que permite enquadramen- reas molhiveis foi considerado satis- _considerandooscu emprego emedifi- to nas classes de agressividade am fatirio em rario das caracteristicas clos residenciaisdeaté cinco pavimen-biental Te II. No caso espeeifico das construtivas. As paredesexternasrece- tos. Resalla-se queo projelo de cada _paredesde concretoavaliadas, foi con bem pintura texturizada acrilica que edificagdo deve considerar as exigén- siderado ainda como contribuinte © impormeabiliza estas superficies ve- cia do Corpo de Bombcitos contidas _revestimento texturizado acrilico apli dando micropores existentes na sa- nas regulamentagées das UF - Unida- _cado externamente ¢ 0 valor de resis- perficie das paredes de concreto da fa- des Federativas do Brasil em quea edi-_téncia do concreto fy = 25 MPa. Em chada. Segundo o DATec004 0 sistema _ficagao sené constraida e atender as complemento, para enquadramento construtivo pode ser estanque na in- exigéncias do usuirio conforme a do concreto armado na classe Il de terface entre parede e esquadrias de NBR 14432, além dos regulamentos agressividade o cobrimento nominal Eaiicagées em fese de concluséo ‘executadas como sistema consirutvo acordo com os critérics dz NBR municipais especificos. dhs armaduras nas paredes deve ser de 15575-4. A estangueidade 3 agua de 30mm, com variabilidade de 10 rm. cchuva foi verificada em projeto pela Durabilidade e manutenibilidate __-E importante o controle do uso de es- forma de fixagao dasjanelasetambém — Condigées e limitagées de uso pacadores, tanto na diregio horizontal pelo ensaio com pressio de 50 Pae As paredes e lajes de concreto ar quanto na vertical « vvazao de 3,0 I/min/m’ realizado pelo mado sio estruturais, nio podem ser SSSR LA. Falcao Bauer .Nos pisos dasdreas total nem parcialmente demolidas molhaveis, a estanqueidade a pelo usuario. Qualquer modificagio jbtida pelo revestimento em placas em paredes elas tais como aberturs | SERVIC ceramicas, pelo sistema de impemmea- de viose rasgos para execugao de ins- bilizagdo da laje e pelos caimentos € —talacdes hidraulicas ¢elétricas deve ser | ConstrutoraTenca S/A. dliferencas ce cotas dos pisos, previamente acordada com a Cons- | x. Nacies Unidas, 8501 ~ trutora ‘Tenda S/A, na fase de projeto | 19andar, Pnneiros Desempenho térmico doedificio. 105425-070 De aconto com a Diretriz Sinat So Paulo (SP) 001 ~revisao O1, de agosto de 2010.0 Vida til de projeto e prazos de (21) 3025-9459 Fax: (11) 3025- desempentio térmico fot atemdido. A garantia (NBR15575~1:2008) 9084 tabela 2 apresenta os valores conside- -Ossistemaconstrutivo daConsiru- | wiwa.tenda.com ARTIGO Envie artigo para: techne@pini.com br. Otexto ndo deve ultrapassar o limite dde 15 mil caracteres (com asp.a¢0) Fotos devern ser enceminhedas separadamante em JPG Analise do desempenho estrutural de mddulos de wood frame Figura 1 ~ Estruturas executacas em wood frame Asia da madeira na consteu- civil tem sido retomada com mais tengo nos iiltimos anos no Bra sil, principalmente em fungio de ser lum material bastante utilizado no mer cado extern e7é consageado em paises desenvolvides. Outro fator relevante desta tondéncia a capacidade dereno- vagio desta matéria-prima, sendo,por- tanto, um material sustentdvel econ to, ecnlogicamente, desde que regrasde ‘manejo sejam obedeci Denire os prineipais aspeetos que proporcionam vantagens 20 uso da madeira esti a possbilidade de produ- sdorenovavel das dorestas, Outrasvan- tagenssio as modemas técnicasutiliza- das em retlorestamentos, as quais per- rmitem alterar a qualidade da matér prima de seardo com o seu uso final Alem disso, a madeira também possi um baixo consumo de energia para Drocessamento, alta resistencia especi- ficae presenta bom isolamento térmi- ca, Em paises da América do Norte eda Enropa, muitas residencias, com até trés parimentos,sao de wood frame. Na figura 1, pode-se observar, de forma ilustrativa, a estética agradvel que as estruturas em wood frame pruporcio- nam ao usuério, Elisabeth Penner Professora-doutora de UTFPR (Universidade Tearobigica Federal do Parens) epenner@utipredu.br Fabiano Warkentin Engenheiro civil pela UTFPR (Uriversidaée Tecnoldcica Federal éo Porans) Rafael Hamm Engenheiro civil pela UTFPR (Universidade Tecnolécica Fadoral éo Parané) 40mm L 90mm J Figura 2 ~Secio transversal das pacas 'soladas que compéem os modulos Procedimentas metocol6gicos da pesquisa ‘A escolha do material foi feta de acordo com @ espécie que & usual- mente, empregada nesse tipo de es- tuutura, Pinus taeda, Esta madeira é uma conifera quecortespende 3 clas- se de resisténcia C30, de acordo com a NDR 7190/1997. Os valores dee trada para aandlise numérica corres- pondem a resisténcia & compressio paralela as fidras, no seu valor carae ieristico igual a f,, = 30 MPas resis ‘€ncia ao cisalhamento, no scu valor stico igual af, = 6 MPasm dulo de elasticidade igual a En. = 14.500 MPs; ¢ densidade aparente gual a Pyeone= 600 kel Ainda de acordo com a NBR 7190/1997, 0 dim gages metilicas,fitas com progos ou parafusos, para unir os diferentes ele- ‘ments estruturais, deve ser feito de tal forma garantir que as mesmas sejam consideradas rigs, Numa modelagem meric, fila por mei da metodo des ents finilos, a geometria do dets- lramento das ligagoes &invidvel de ser representaca de forma realista. Desa forma, optou-se por empregar 0 ele- ‘mento de portico que, nada mais é, a juncao de um elemento de barra com tum elemento de viga, com grans de I berdade que caracterizam a capacidade de absorver esforgos axis e tranversais, que garante a solictagzo da eteutura em diferemtes diregoes. Na modelagem TEOHNE 171 | JUNHO DEZO1, dda cstrutura tridimensional o peso rel rente aos componentes metilicas das li gagdes foi considerado embutido no ‘peso préprioda esrutura com um acrés- imo de 5% do peso proprioda madeira, Nesta pesquisa, a partir da veri fieacio dos métados consirutivos semelhantes disponiveis no merea. do nacional, foi definide que 0 es: tudo fosse baseado nos padrées ja existentes. Isto se deve ao fato de tomar o resultado do estudo possi vel de ser construido. Desta mane 12, foi adotada a secao transversal de 40 rm x 90 mm (figura 2) para todas as pecas que compoem um modulo de 80 cm x 3 m, composto or pilaretes e travessas (figura 3). Para o estudo, foram unidos trés pilaretes, como pode ser observado na figura 3. Esta uniao se deve ao fato de tornar um médule isolado con: traventado por uma trayessa inter medidria, © que proporciona uma estubilidade maior a estrutura geral. Por meio de simulasdes de mode~ Jos numéricos,a rigidez de cada parte da estrutara de um méddulo foi ve cada por meio da aplicagao de cargas unitirias ede presides unitérias. Essas partes isoladas foram definidas como sendo © contraventamento, composto por barras horizontais(travessas) ¢ a5 cchapas de OSB, fixadas somente de um. ado dos médulos,como também nos dois lados formando uma perede M1 -releréncio No dupla, Todas as combinages geome tricassimuladas estdo apresentadas na {figura 4,conforme nomenclaturas: MI ~referéncia — modelo sem a tra ‘essa intermedisria e sem chapas de OSB (12. mm} M2 modelocoma travessa interme. disiria e sem capa de OSB (12mm) (M3—modelosema travessa intermedi- Fiaecomumachapa de OSB (12mm) M4 — modelo com « travessa inter- mediaria e com uma chapa de OSB (22mm) M5— modelo anm a travessa intermedi dciaecom duas chapasdeOSB (12mm) 13m an 40 em] 40m Figura 3 -Médulo composto por tiés pilarotes ¢travessas M3. ‘Ao final, considerando diferentes combingées possiveisde carga, ou sei com os pesos préprios dos materials, sobrecarga eo vento, tomou-sevitvel 0 comhecimento da capacidade de carga real que a estratura de um médulo apresentow, Dentre diversns valores ob. tidos para as diferentes com args, correspondentes ds reas de in- ffudncia, pode-se citar valores proximos 225) Nim para a sobrecarga e para 0 vento umvalorde725 Nim:. Valerescal- tar que nao foram empregadios coe'i- cientes de seguranca ao longo das sima- lagnes Ascargasnao foram majoradase nem as resistencias minoradas. Essa ‘opgzo de anilise torna posstvel conhe- cer 0 comportamento efetivo da resis- tenciae da rigidee daestrurara. Para andlises complementares, 0s médulos foram justapostos, forma cdo uma estrutura em trés dimensoes e, da mesma forma, foram feitas as combinagdes das cargas possiveis a serem aplicadas na estrutura.A esiru- tura utilizada teve as dimensies de 4,8 mx 4,8. m eum pé-dircito de 3m (figura 5). Resultados Como varidvel de controle, foram adotados 0s deslocamentos horizon tais sofridos pela estrutura, Figura 6. Essaeseolha permite quea rigidez late ral seja um parimetro de comparegio centre as diferentes simulagies quando > nacies de 5 Ma Figura 4 ~Contiguragdes geométricas dos mécuios empregedos nas simulacdes numérices para andlises estruturais ARTIGO uma carga horizontal de valor uniti rio € aplicads sobre a estrutura. Qs resultados comparatives estio apresentados na tabela 1, com as diferengas entre todos os modelos analisados e 0 modelo adotado como referéncia, ode-se observar na tabela 1, ‘uéncia do contraventamento na tratura, Além disso, jé se verifica a grande possibilidade deste contraven- tamenta ser feito coma prépria chapa de OSB (Oriented Strand Board), sem a colocacao da travessa intermettiaria, uma ver que 0s resultados sao muito prGximos (entre M3 ¢ M4), ApOs esses primeiros resultados, foram modetadas as estruturas com a agao de uma pressdo unitéria de forma perpendicular as chapas de OSB (figura 7). Nessasandlises, foram consideradas apenasassituagoescom chapas de fechamento e, além da barra transversal & meia-altura do médulo, foram analisadas situagdes com duas travessas intermediarias servindo de contraventamento. Como varidvel de controle, ado- tou-se por referénciao valor de tenséo normal resistente a flexio das chapas de OSB, 0 valor especificado pelo fa bricante, iguala 10 MPa, Qs resultados dessa andlise para verificagio da rigides a flexao estéo apresentados na tabela 2, Poder ser verificados valores de tenses normais nas chapas de OSB muito inferiores Aquelas especificadas como resistentes (1OMP2), Esse resultado roforgaa via~ bilidade do uso dessas chapas nesse tipo de sistema construtivo, sendo vi~ lidos para aconsiderasao de chapas de OB comespessura de 12 mm. Em seguida, foi realizada umaan: lise em relagio & carga critica de flam- bagem (carga de Files), nas situagnes ddos modulas com e sem a barra hori- rontala 1.5m, Observou-se que o tra- vamento do modulo em sua repizo central ¢ fundamental, pois amplia a capacidade de carga da estratura em até quatro vezes, uma vez que diminui comprimento de flambagem des pi- laretes (iabeta 3). Com esses resultados, passou-se para a modelagem de estruturas em Us dimensoes (figura 5), com divee-ausiliar para uma estrutura que sofre sos pavimentos sofrendo a ago de grande agio do vento. Outro fato im- cargas reais, porém em valores carac- portante dessas anilises sio as forgas teristicos, ou seja, no foram conside-_axiais de compressio, as quais foram rados coeficientes de seguranca. Com consideradas como sendo as cargas diferentes combinagies de ages, ini-_criticas para o colapso da estrutura ciou-se umaanslise com uma estrutu- Neste caso, observou-se que a estrutu= raem wood frame com oito pavimen- ra com estas caracteristieas poder tos. Destes resultados foi possivel de-possuir no méximo 12 pavimentos, terminar uma combinagio critica de combasenovalor de 30,5KN da tatela agbes, considerando pesos préprios, 3. Esses resultados sio vilidas sem sobrecargas e 0 vento. Destas andlises, considerar cneficientes de seguranca, verificou-se a inviabilidade do uso do tanto para agoes como para solicita- OSB sem outro tipo de travamento ¢oes.tabela4. ‘Tabela | - COMPARAGAO DOS VALORES DOS DESLOCAMENTOS HORIZONTAIS. RESULTANTES DA APLICAGAO DE UMA CARGA HORIZONTAL UNITARIA Modelo Desiocamento horizontal (mm) — Razao de diferenca MI (raferéncia) 90.1 1 we 269 wa. 035 wa 035 i 025 Tabela2~ VALORES DAS TENSOES NORMALS E DOS DESLOCAMENTOS, RESULTANTES DA APLICACAO DE UNA PRESSAO (CARGA DISTRIBUIDA) UNITARIA Modelo Deslocamento _-Razéode horizontal (mm) —_diferenca om sravossa a 15m 0 uma chapa de O88 aay 08 358 Sema travessaa1Smeumachepade O88 -1,54/ +158 ma Sem travessa 31,5 me uas chapasde OSB -0,63 / +063 32 Figura 5 ~ Esirutura modular adotada para andlise com carregamentos em valores caracieristoos (sem a consideracéo de coeticentes de seguranca) TEOHNE 171 | JUNHO DEZO1, Conclusées, Primeiramente, de acordo com as andlises iniciais com corgas unit Tias laterais e frontais, verificou-se que um médulo nas configuragoes estudadas necesita de um contra. ventamento, seja pela presenca tuma travessa ou por uma chapa de fechamento, Nesta anilise verificou: “se que, pare esta configurasio de esteutura, pode ser feito apenas com a chapa de OSB, a qual pode ser colocada em ambos 05 lados de médulo que, sem a travessa intermediiria, apresentou tum deslocamento 353,5 veres infe- rior ao pértico sem nenhum ou tipo dettravamento, tabela 1 Na anilise de um modulo com ‘uma carga distributda unitéria frontal ste contraventamento Tabela 3—-RESULTADOS DOS VALORES DAS CARGAS CRITICAS DE FLAMBAGEM PARA DIFERENTES SITUAQOES Modelo Nodelo Mil ~referincia Ne Carga critica de flambagem (KN) 76 3058 ‘Tabela 4— RESULTADOS DA ANALISE DE ESTRUTURASEM TRES DIMENSOES, COM DDIVERSOS PAVIMENTOS SOB A ACAO DE NATUREZAS DIFERENTES, NUMA ‘COMBINAGAO CRITICA 12 pavimentos 13 pavimentos 16 aavimentes Deslocamento nonzontal devido a carge unitiia A AA Figura 6 ~Mdulo de reteréncia (WA) ‘cor carga horizontal unitira pare ewerminacéo da r'gidez lateral Tenses normais maximas de ‘compresio/tracao (MPa) 414) +335 1) 48.26 Figura 7 ~Wédulo com aplicagio ce ‘uma presséo unitéria pera verificacdo ca ‘gid2@ lexi das chapas de OSB também foi verificado que « chapa de OSB resiste bem as forgas que foram analisadas. Isto foi comprovado por ‘meio da anilise das tenses normais gptadas pelas combinagdes nas cha- pas, as quais so muito inferiores a0 seu limite de resisténcia flexio, igual 10. MPa (em tragio ou compressio). Com isso, também se conclui que ¢ ;possivel utilizar 0 OSB em edificacbes ccom mais de trés pavimentos, mesmo com uma forte incidéncia de vento, Considerando que a estrutura em ‘wood frame em trésdimensoes, figura 5. foi analisada com carregamentos e resistencias em valores caracteristicos, chegou-se a um resultado de deser- peao seguro de 12 pavimentos. Se for considerado um coeficiente global de seguranga iguala 14 tantopara majo- Tar as carges como para minorar as resistencias, pode-se consiclerar um valor de 1,42 = 1,96, Com isso, chess uum niimero de seis pavimentos, numa situagao de projeto. Esses resultados mostram a srande capacidade de carga € de se- suranga estrutural que o sistema construtive wood frame pode for: necer ao usuirio, além da rapide ¢ praticidade na consteugao. « LEIAMAIS Para Conhecer a Construgao Seca. Marcos de Souza. Disponivel tem: wen porialosb com Ita: da pedra a madeira serrada. Madeira come Estrurura:A historia da Tta.A. Martins. Sa0 Paulo, Paraaxe, 2005. Macisa, Curitiba, 2008, Disponive em: wa masisa com Aplicacao na Construcao Seca ~ Sistema de Framing, Portal OSB, Disponive! em: wwrwportalosb.com. UsHome. Disponive! em: waweushome.com.br Preconceitos em Relaco aoTipa de Construcao em Madeira Pertencem aos Arquivos. Stefan Winter Germansimber, 2004, Dispontiel fem: www.germentimbercom Ce aU RTE UO Weare delim Rc Milt em concreto para toda a cadeia da construcao civil vv CONCRETE 2011 Tone es ere Leeann Petree) Sra etre er sien Sa ney Da eee eet ‘ Evento integrario: Global infrastructure Forum Se out ea eee ecco > ye ust ea va E Y Habitagao e Infraestrutura pst i ae cd ee Mee een ¥ Industrializagao da Construgao > Aerie eer ee Parone Se IS INFORMACOES: 11 4689.1935 concrete@concreteshow.com.br Www.concreteshow.com.br Bho 7 venontearc ACABAMENTOS CONCRETO E COMPONENTES PARA ESTRUTURA REVESTIMENTO Oporetnaxo esmateco Wrage CARPETE Teoasion retorts PRE-FABRICADO DE Garmeeanpeassasana | jummesinetocom host CONcRETO Uric: fetocension, odaide | "wkmbe ongam cepa! | ANDAIME! 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DICIONARIO Dicionério de Engenharia Geotécnica e Fundagies* Luts Fernando de Saives Neves 432 paginas Edigdo doAutor Divicido em duas partes, J@s-portuguds e portugués-inglés, odiciondrio conta com mais de 5.500 verbetes em cada lingua, além de dez tabelas de conversio de unidades elistas bilingues de soles, rochas, rminerais, elementos gut ce cutros.As 22ilustragées, como prove de carga estitica ‘euro de artime em concreto, datalham termos usados na engenharia ‘avotSenica ede fundagées. Calculo e Detathamento de Estruturas Usuais de Concrete Armadlo ~ 3*edig0 Roberto Chust Carvalhoe sesson Rodrigues de Figueiredo Fao Editorada Universiade Federal deSio Carlos rweitora.ufscarbr Esta nova edigéo considera 0 vigoramento da NBR 6118:2003, com referéncias atualizadas e tés anexos que abordam lajes macicas com sralogia de grelha, 0s para lajes com vigotas, pré-moldedas e flexio de bbjes nervuradas unidirecionais continvas com vigotas pré-moldadas. *Yendas PINE wvetstjusbr/prevence0 No hot site do Programa Nacional de Prevengéo de ‘Acidentes doTrabalho € possfvel encontrar noticias, ‘slaiisticas de acidentes do trabalho e uma biblioteca virtual com links para portarias, decretas e sites relacionades a0 tema. 0 Programa tem objetivo de reyertero crescimento do riimero de acidentes do trabalho no Brasil, feito ‘em uma iniciatva doTST edo Conseiho Superior da Justiga éo Trabalho em parceria com ‘oMinistivic 6a Saige, Ministirio da Previdncia Social, Ministério de Trabaho ‘eEmprogo eAdvocacia-Goral 2 Unio. Fone: 4001-6400 (nas principals cidades) cu 0800-5956¢00 (ras demais cidades) wrwLojaPINI.combr TEOHNE 171 | JUNHO DEZO1,