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CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA AULA 1 Objetivo,
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS
ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA
AULA 1
Objetivo, Terminologia,
Normalização, Legislação e
Simbologia
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA OBJETIVO As aulas designadas
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS
ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA
OBJETIVO
As aulas designadas como “práticas” na
disciplina Subestações Elétricas, caracterizam
uma complementação ao texto teórico e têm
como objetivo fornecer ao aluno uma visão
mais próxima da realidade em termos das
instalações elétricas, realimentando os
conhecimentos adquiridos nas aulas teóricas.
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA TERMINOLOGIA Alguns termos
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS
ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA
TERMINOLOGIA
Alguns termos relacionados à eletricidade em
geral e às Subestações Elétricas em
particular, devem ser de fácil entendimento e
conceituação por parte dos alunos. Para isso,
recomenda-se consultar o Glossário de
Termos Técnicos respectivo.
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA NORMALIZAÇÃO E LEGISLAÇÃO
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS
ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA
NORMALIZAÇÃO E LEGISLAÇÃO
NORMA TÉCNICA -
DOCUMENTO APROVADO POR UMA
INSTITUIÇÃO
RECONHECIDA,
QUE
PREVÊ,
PARA
UM
USO
COMUM
E
REPETITIVO,
REGRAS,
DIRETRIZES
OU
CARACTERÍSTICAS PARA OS PRODUTOS OU PROCESSOS E
MÉTODOS DE PRODUÇÃO CONEXOS, E CUJA OBSERVÂNCIA
NÃO É OBRIGATÓRIA.
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA REGULAMENTO TÉCNICO -
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ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA
REGULAMENTO TÉCNICO - DOCUMENTO APROVADO POR
ÓRGÃOS GOVERNAMENTAIS EM QUE SE ESTABELECEM AS
CARACTERÍSTICAS DE UM PRODUTO OU DOS PROCESSOS E
MÉTODOS DE PRODUÇÃO COM ELES RELACIONADOS, COM
INCLUSÃO DAS DISPOSIÇÕES ADMINISTRATIVAS APLICÁVEIS E
CUJA OBSERVÂNCIA É OBRIGATÓRIA.
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ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA PRINCIPAIS ÓRGÃOS PÚBLICOS
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ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA
PRINCIPAIS ÓRGÃOS PÚBLICOS
RELACIONADOS À LEGISLAÇÃO
• ANEEL – Agência Nacional de Energia Elétrica
• ONS – Operador Nacional do Sistema Elétrico
• MTE – Ministério do Trabalho e Emprego
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA PRINCIPAIS ENTIDADES
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PRINCIPAIS ENTIDADES RELACIONADAS À
NORMALIZAÇÃO
• ABNT – Associação Brasileira de Normas
Técnicas
• CONCESSIONÁRIAS e DISTRIBUIDORAS
(CEMIG, AMPLA, BANDEIRANTES, CEEE, etc)
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA PRINCIPAIS ENTIDADES
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PRINCIPAIS ENTIDADES INTERNACIONAIS
RELACIONADAS À NORMALIZAÇÃO
• IEC – International Electrotechnical Comission
• ANSI – American National Standards Institute
• NEMA – National Electrical Manufacturers
Association
• IEEE – Institute of Electrical and Electronics
Engineers
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA PRINCIPAIS NORMAS TÉCNICAS E
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS
ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA
PRINCIPAIS NORMAS TÉCNICAS E
REGULAMENTOS RELACIONADOS ÀS
SUBESTAÇÕES ELÉTRICAS
• ABNT NBR-5410 – Instalações Elétricas em B.T.
• ABNT NBR-14039 – Instalações Elétricas em M.T.
• ABNT NBR-5434 – Rede de Distribuição Aérea
Urbana
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA • ABNT NBR-5419 –
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ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA
• ABNT NBR-5419 – Sistemas de Proteção contra
Descargas Atmosféricas
• ABNT NBR-10019 – SE Blindada Isolada a Gás
para Tensões Nominais Iguais ou Superiores a
72,5kV
• ABNT NBR-13231 – Proteção contra Incêndio em
Subestações Elétricas
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA • ANSI/IEEE STD 80-1986
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ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA
• ANSI/IEEE STD 80-1986 – IEEE Guide for Safety
in AC Substation Grounding
• ANSI/IEEE STD 32-1972 – IEEE Guide for
Neutral Grounding
• NR-10 MTE – Segurança em Instalações
Elétricas
• NR-23 MTE – Proteção contra Incêndios
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA • Resolução 456/2000 ANEEL
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS
ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA
• Resolução 456/2000 ANEEL – Condições
Gerais de Fornecimento de Energia Elétrica
• Dec. Lei n°73080 de 05/11/73 – Tensões
Nominais Normalizadas
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA SIMBOLOGIA As Normas
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ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA
SIMBOLOGIA
As Normas Técnicas fixam símbolos a serem
utilizados tanto para os diagramas elétricos
quanto para os desenhos de instalação.
Exemplos das simbologias usuais (ABNT e
Internacionais) em diagramas elétricos estão
apresentados na apostila a ser disponibilizada
para os alunos.
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA AULA 2 Conceituação e

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AULA 2

Conceituação e Classificação das Subestações Elétricas

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA CONCEITUAÇÃO O conceito de

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA

CONCEITUAÇÃO O conceito de “Subestação Elétrica” pode ser

entendido como sendo

“o conjunto de instalações elétricas que

compreendem equipamentos instalados em

ambiente abrigado ou ao tempo, destinado à

transformação da tensão, distribuição de energia,

seccionamento de linhas de transmissão e, em

alguns casos, à conversão de freqüência ou

conversão de Vca em Vcc”.

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA No Brasil, a legislação

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No Brasil, a legislação específica que define os níveis de tensão a serem obedecidos nos sistemas elétricos encontra respaldo no

DECRETO N°73.080, DE 5.11.1973

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA NÍVEIS DE TENSÃO Vca

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NÍVEIS DE TENSÃO Vca DO PONTO DE VISTA DA LEGISLAÇÃO

DISTRIBUIÇÃO

PRIMÁRIA

SUB-

TRANSMISSÃO

TRANSMISSÃO

DISTRIBUIÇÃO PRIMÁRIA SUB- TRANSMISSÃO TRANSMISSÃO (EM ESTUDO) 13,8kV 23kV 34,5kV 69kV 138kV 230kV

(EM ESTUDO)

13,8kV

23kV

34,5kV

69kV

138kV

230kV

345kV

460kV

500kV

750kV

1050kV

(*)

(*)

(*)

69kV 138kV 230kV 345kV 460kV 500kV 750kV 1050kV (*) (*) (*) CONCESSIONÁRIAS REDE BÁSICA ONS Obs.:
CONCESSIONÁRIAS REDE BÁSICA ONS
CONCESSIONÁRIAS REDE BÁSICA ONS
CONCESSIONÁRIAS REDE BÁSICA ONS
CONCESSIONÁRIAS REDE BÁSICA ONS
CONCESSIONÁRIAS REDE BÁSICA ONS
CONCESSIONÁRIAS REDE BÁSICA ONS
CONCESSIONÁRIAS REDE BÁSICA ONS
CONCESSIONÁRIAS
CONCESSIONÁRIAS

CONCESSIONÁRIAS

CONCESSIONÁRIAS REDE BÁSICA ONS
CONCESSIONÁRIAS REDE BÁSICA ONS
CONCESSIONÁRIAS REDE BÁSICA ONS
CONCESSIONÁRIAS REDE BÁSICA ONS
CONCESSIONÁRIAS REDE BÁSICA ONS
CONCESSIONÁRIAS REDE BÁSICA ONS
CONCESSIONÁRIAS REDE BÁSICA ONS
CONCESSIONÁRIAS REDE BÁSICA ONS
CONCESSIONÁRIAS REDE BÁSICA ONS
CONCESSIONÁRIAS REDE BÁSICA ONS
CONCESSIONÁRIAS REDE BÁSICA ONS
CONCESSIONÁRIAS REDE BÁSICA ONS
REDE BÁSICA ONS

REDE BÁSICA ONS

REDE BÁSICA ONS
CONCESSIONÁRIAS REDE BÁSICA ONS
CONCESSIONÁRIAS REDE BÁSICA ONS
CONCESSIONÁRIAS REDE BÁSICA ONS
CONCESSIONÁRIAS REDE BÁSICA ONS
CONCESSIONÁRIAS REDE BÁSICA ONS
CONCESSIONÁRIAS REDE BÁSICA ONS
CONCESSIONÁRIAS REDE BÁSICA ONS
CONCESSIONÁRIAS REDE BÁSICA ONS
CONCESSIONÁRIAS REDE BÁSICA ONS
CONCESSIONÁRIAS REDE BÁSICA ONS

Obs.: São comuns também as expressões EAT (Extra Alta Tensão) para os níveis de 230kV a 500kV e UAT (Ultra Alta Tensão) para os níveis acima de 500kV.

(*) Níveis de tensão não normalizados pelo Dec. N° 73.080, de 05.11.73

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA TIPOS USUAIS DE SUBESTAÇÕES:

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TIPOS USUAIS DE SUBESTAÇÕES:

SUBESTAÇÕES DE CONCESSIONÁRIAS DE SERVIÇO DE ENERGIA ELÉTRICA

e

SUBESTAÇÕES INDUSTRIAIS

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA CLASSIFICAÇÃO DAS

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CLASSIFICAÇÃO DAS SUBESTAÇÕES

Podemos classificar as subestações elétricas atendendo aos seguintes itens:

Quanto à relação entre os níveis de tensão de entrada e de saída

Quanto ao fluxo de potência (se direcional)

Quanto à sua função no sistema elétrico

Quanto ao fluxo de potência entre a subestação e o sist. de transmissão

Quanto ao tipo de instalação

Quanto ao tipo construtivo

Quanto à natureza dos parâmetros elétricos

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA QUANTO À RELAÇÃO ENTRE

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QUANTO À RELAÇÃO ENTRE OS NÍVEIS DE TENSÃO DE ENTRADA E DE SAÍDA:

Subestação de Manobra

Subestação Transformadora

Mantém o mesmo nível de tensãoOS NÍVEIS DE TENSÃO DE ENTRADA E DE SAÍDA: Subestação de Manobra Subestação Transformadora Muda o

Muda o nível de tensãoDE TENSÃO DE ENTRADA E DE SAÍDA: Subestação de Manobra Subestação Transformadora Mantém o mesmo nível

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA QUANTO AO FLUXO DE

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QUANTO AO FLUXO DE POTÊNCIA (SE DIRECIONAL):

Elevadora Subestação Transformadora Abaixadora
Elevadora
Subestação
Transformadora
Abaixadora

A tensão de saída é superior à de entrada(SE DIRECIONAL): Elevadora Subestação Transformadora Abaixadora A tensão de saída é inferior à de entrada

A tensão de saída é inferior à de entrada(SE DIRECIONAL): Elevadora Subestação Transformadora Abaixadora A tensão de saída é superior à de entrada

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA QUANTO À SUA FUNÇÃO

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QUANTO À SUA FUNÇÃO NO SISTEMA ELÉTRICO:

Subestação de Transmissão

Subestação de Sub Transmissão

Subestação de Distribuição

Ligada a LT’s (destinada a transporte

de energia elétrica em bloco, entre subestações, normalmente sem derivações)de Distribuição Ligada a LT’s (destinada a transporte Ligada a Linhas de Sub Transmissão (destinada a

Ligada a Linhas de Sub Transmissão (destinada a transporte de energia

elétrica das subestações de transmissão para as subestações de ramificações, anéis)de Sub Transmissão (destinada a transporte de energia Recebe energia das linhas de Sub Transmissão e

Recebe energia das linhas de Sub Transmissão e as transporta para as redes de distribuição (geralmente com abaixamento de tensão)a transporte de energia elétrica das subestações de transmissão para as subestações de ramificações, anéis)

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA QUANTO AO FLUXO DE

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QUANTO AO FLUXO DE POTÊNCIA ENTRE A SUBESTAÇÃO E O SISTEMA DE TRANSMISSÃO:

Subestação

Transmissora

Subestação

Seccionadora

Subestação

Receptora

O sentido do fluxo de potência sempre parte da subestaçãoSubestação Seccionadora Subestação Receptora Subestação de manobra inserida numa LT do sistema de

Subestação de manobra inserida numa LT do sistema de potênciaO sentido do fluxo de potência sempre parte da subestação O sentido do fluxo de potência

O sentido do fluxo de potência

parte sempre do sistema para a subestaçãoparte da subestação Subestação de manobra inserida numa LT do sistema de potência O sentido do

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA QUANTO AO TIPO DE

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QUANTO AO TIPO DE INSTALAÇÃO:

Subestação Externa

Subestação Abrigada

Subestação Interna

Subestação Móvel

Instalada ao tempoAbrigada Subestação Interna Subestação Móvel Protegida um teto Instalada edificação das intempéries

Protegida um tetoSubestação Interna Subestação Móvel Instalada ao tempo Instalada edificação das intempéries por no

Instalada

edificaçãoMóvel Instalada ao tempo Protegida um teto Instalada das intempéries por no interior de uma

das

intempéries

por

no

interior

de

uma

Montada sobre um veículoInstalada ao tempo Protegida um teto Instalada edificação das intempéries por no interior de uma

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA QUANTO AO TIPO CONSTRUTIVO:

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QUANTO AO TIPO CONSTRUTIVO:

Subestação

Convencional

Subestação em Cabine Metálica

Subestação

Blindada

Subestação

Subterrânea

Os equipamentos são construtivamente independentes uns dos outros, e são interligados por ocasião da montagemSubestação Blindada Subestação Subterrânea Com todos equipamentos e interligações executados em

Com todos equipamentos e interligações executados em fábricauns dos outros, e são interligados por ocasião da montagem Barramentos e equipamentos principais dotados de

Barramentos e equipamentos principais dotados de invólucro e isolamento específicoCom todos equipamentos e interligações executados em fábrica Equipamentos e conexões instaladas sob o nível do

Equipamentos e conexões instaladas sob o nível do pisoexecutados em fábrica Barramentos e equipamentos principais dotados de invólucro e isolamento específico

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA QUANTO À NATUREZA OS

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QUANTO À NATUREZA OS PARÂMETROS ELÉTRICOS:

Subestação de Corrente Alternada

Subestação Conversora de Freqüência

Subestação Conversora de Fases

Sem alteração de freqüência e do número de fasesConversora de Freqüência Subestação Conversora de Fases Destinada a converter a energia de uma determinada

Destinada a converter a energia de uma

determinada freqüência para outra freqüênciae do número de fases Destinada a converter a energia de uma Destinada a converter a

Destinada a converter a energia de um

determinado número de fases para um número de fases diferentea converter a energia de uma determinada freqüência para outra freqüência Destinada a converter a energia

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA QUANTO À NATUREZA DOS

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QUANTO À NATUREZA DOS PARÂMETROS ELÉTRICOS (cont.):

Subestação

Alternadora

Subestação

Retificadora

Subestação

Mutadora

Destinada a converter energia de corrente contínua para corrente alternada, sem previsão para conversão em sentido opostoSubestação Retificadora Subestação Mutadora Destinada a converter a energia de corrente alternada para

Destinada a converter a energia de corrente alternada para corrente contínua, sem previsão para conversão em sentido opostoalternada, sem previsão para conversão em sentido oposto Destinada a converter a energia de corrente alternada

Destinada a converter a energia de

corrente alternada para corrente contínua e vice-versaalternada para corrente contínua, sem previsão para conversão em sentido oposto Destinada a converter a energia

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA CONSIDERAÇÕES SOBRE AS

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CONSIDERAÇÕES SOBRE AS SUBESTAÇÕES DE CONCESSIONÁRIAS DE SERVIÇO DE ENERGIA ELÉTRICA

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA SUBESTAÇÕES NO NÍVEL DE

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SUBESTAÇÕES NO NÍVEL DE DISTRIBUIÇÃO (1 a 34,5kV)

• São planejadas, projetadas e construídas segundo as normas ABNT NBR-14039, relatórios da ABRADEE e Resoluções do ANEEL;

• Além dessas recomendações, devem obedecer às exigências específicas das distribuidoras de energia (concessionárias) através das ND’s (Normas de Distribuição);

• Caracterizam-se pelo fornecimento aos consumidores com demandas na faixa de 75 a 2500 kW, tipos residenciais (condomínios), hospitais, pequenos estabelecimentos industriais e setor público (hospitais, escolas, etc)

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA SUBESTAÇÕES NO NÍVEL DE

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SUBESTAÇÕES NO NÍVEL DE SUB-TRANSMISSÃO (acima de 34,5kV até 138kV)

• São planejadas, projetadas e construídas segundo as Resoluções do ANEEL e das distribuidoras de energia (concessionárias) através de manuais de instruções específicos para grandes consumidores;

• Em alguns casos, o nível de 138 kV pode ser atendido pelo ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico), dependendo da localização e topologia da subestação;

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA SUBESTAÇÕES NO NÍVEL DE

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SUBESTAÇÕES NO NÍVEL DE TRANSMISSÃO (acima de 138kV)

• Estes níveis de tensão (230, 500 e 750 kV) compõem a chamada “Rede Básica”;

• A rede básica é administrada pelo ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico);

• Além das exigências do ONS essas subestações se subordinam às Resoluções da ANEEL.

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA CONSIDERAÇÕES SOBRE AS

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CONSIDERAÇÕES SOBRE AS SUBESTAÇÕES INDUSTRIAIS

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA A – SE RECEPTORA

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A – SE RECEPTORA

• A SE Receptora (ou SE Principal) tem a sua tensão definida pelo fornecedor da energia (Concessionária ou ONS) em função da topologia do sistema elétrico - rede básica ou não, da demanda contratada e do local onde será instalada;

• Eventualmente, o consumidor industrial pode ser auto-produtor (dispor de geração própria). Ainda nesse caso, deve-se subordinar às exigências da ANEEL ou ONS onde aplicável;

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA B – SE’s DE

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B – SE’s DE DISTRIBUIÇÃO

• Tratam-se de Subestações internas à planta industrial, com a finalidade de fornecer alimentação às cargas em nível de tensão adequado;

• Usualmente, esses níveis de tensão situam-se entre 2,4 e 34,5 kV;

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA EXEMPLOS DE SUBESTAÇÕES DE

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EXEMPLOS DE SUBESTAÇÕES DE CONCESSIONÁRIAS DE ENERGIA

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CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA EXEMPLOS DE SUBESTAÇÕES

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EXEMPLOS DE SUBESTAÇÕES INDUSTRIAIS

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CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICAAULA 3 Subestações Elétricas Blindadas a Gás SF6, de Compensação Reativa, Subterrâneas, Unitárias e Móveis

AULA 3

Subestações Elétricas Blindadas a Gás SF6, de Compensação Reativa, Subterrâneas, Unitárias e Móveis

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICACompensação Reativa, Subterrâneas, Unitárias e Móveis A – SUBESTAÇÕES ELÉTRICAS BLINDADAS A GÁS SF6 CENTRO

A – SUBESTAÇÕES ELÉTRICAS BLINDADAS A GÁS SF6

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICAA – SUBESTAÇÕES ELÉTRICAS BLINDADAS A GÁS SF6 ENTENDENDO MELHOR O GÁS SF6 COMO ISOLANTE ELÉTRICO

ENTENDENDO MELHOR O GÁS SF6 COMO ISOLANTE ELÉTRICO E SUAS APLICAÇÕES NAS SUBESTAÇÕES ELÉTRICAS BLINDADAS

A técnica do SF6 desenvolveu-se muito rapidamente como agente

de corte e isolante elétrico nos circuitos de alta tensão com

disjuntores, seccionadoras, TP`s, TC`s, etc.;

Para melhor entender o sucesso deste gás em relação às suas

aplicações na eletricidade, vamos analisar as suas propriedades:

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICAna eletricidade, vamos analisar as suas propriedades: PROPRIEDADES DO GÁS SF6 • O Hexafluoreto de Enxofre

PROPRIEDADES DO GÁS SF6

O Hexafluoreto de Enxofre (SF6) é um material sintético, criado

intencionalmente graças à Engenharia Química;

Em condições normais de temperatura e pressão, é um gás não

inflamável, incolor, inodoro e não venenoso;

É quimicamente estável e possui exelentes propriedades como

isolante e como supressor do arco elétrico;

Nas mesmas CNTP, apresenta uma resistividade elétrica 2,5 vezes

superior à do azoto e uma rigidez dielétrica também 2,5 vezes

maior do que a do ar atmosférico, ou seja, equivalente a dos

melhores óleos isolantes.

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICACARACTERÍSTICAS FISICO-QUÍMICAS DO SF6 Massa Molecular 146,06 a 3,84 Mpa Temperatura de Sublimação - 63,8°C

CARACTERÍSTICAS FISICO-QUÍMICAS DO SF6

Massa Molecular

146,06 a 3,84 Mpa

Temperatura de Sublimação

- 63,8°C

Temperatura de Liquefação

- 50,8°C

Densidade como Sólido

2510 kg/m³

Densidade como Líquido

1,91 kg/L

Densidade como Gás

6,162 kg/m³ a 20°C e a 0,101 Mpa

Pressão de Vapor

22,8 atm a 21°C

Constante Dielétrica

1,002026 a 20°C e a 0,101 Mpa

Constante Dielétrica 1,002026 a 20°C e a 0,101 Mpa CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA

CARACTERÍSTICAS PRINCIPAIS DAS SUBESTAÇÕES ELÉTRICAS BLINDADAS A GÁS SF6

São regidas pela ABNT através da NBR-10019;

São comercialmente produzidas na faixa de 72,5 kV a 800 kV;

Devido às suas características

particulares de encapsulamento e suas dimensões reduzidas (arranjos compactos), são especialmente indicadas para instalação em regiões com custo do terreno elevado ou onde o espaço disponível é determinante.

elevado ou onde o espaço disponível é determinante. CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICAelevado ou onde o espaço disponível é determinante. CARACTERÍSTICAS PRINCIPAIS DAS SUBESTAÇÕES ELÉTRICAS

CARACTERÍSTICAS PRINCIPAIS DAS SUBESTAÇÕES ELÉTRICAS BLINDADAS A GÁS SF6 (cont.)

Um sistema eficiente de vedação garante taxas baixíssimas de vazamento do gás

SF6

gás/ano;

Sua estrutura modular permite atender a

diversos arranjos de layout, o que facilita,

inclusive, futuras ampliações;

São também recomendadas para operar

em regiões ambientalmente severas (poluição, salinidade, etc.) e onde o aspecto “urbanização” exerce influência na definição da escolha.

inferiores a 1%/compartimento de

na definição da escolha. inferiores a 1%/compartimento de CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS
na definição da escolha. inferiores a 1%/compartimento de CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICAna definição da escolha. inferiores a 1%/compartimento de VANTAGENS NA UTILIZAÇÃO DO SF6 NAS SUBESTAÇÕES

VANTAGENS NA UTILIZAÇÃO DO SF6 NAS SUBESTAÇÕES ELÉTRICAS BLINDADAS

Economia de espaço nas instalações de A.T., principalmente em subestações;

nas instalações de A.T., principalmente em subestações; • Permite uma grande variedade de opções na escolha

Permite uma grande variedade de opções na escolha da localização da subestação (tanto urbana quanto industrial);

Provoca pouco ou quase nenhum impacto ambiental e estético nas áreas urbanizadas;

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICAVANTAGENS NA UTILIZAÇÃO DO SF6 NAS SUBESTAÇÕES ELÉTRICAS BLINDADAS (cont.) • Não sofre influência das

VANTAGENS NA UTILIZAÇÃO DO SF6 NAS SUBESTAÇÕES ELÉTRICAS BLINDADAS (cont.)

Não sofre influência das condições climáticas uma vez que sua instalação ocorre normalmente no interior de edificações;

Garante maior segurança operacional e, consequentemente, menor probabilidade de ocorrerem defeitos, fator de evidente importância na economia e na qualidade do serviço;

O gás SF6 pode ser considerado como um material que não envelhece.

pode ser considerado como um material que não envelhece. CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICApode ser considerado como um material que não envelhece. DESVANTAGENS NA UTILIZAÇÃO DO SF6 NAS SUBESTAÇÕES

DESVANTAGENS NA UTILIZAÇÃO DO SF6 NAS SUBESTAÇÕES ELÉTRICAS BLINDADAS

Maior custo global da instalação, se comparada às subestações convencionais de igual porte;

Exige uma mão de obra especializada para sua manutenção de rotina;

Exige ferramental e mão de obra específica para manuseio do gás.

e mão de obra específica para manuseio do gás. CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICAe mão de obra específica para manuseio do gás. ASPECTOS / DIMENSÕES DE ALGUNS ARRANJOS MODULARES

ASPECTOS / DIMENSÕES DE ALGUNS ARRANJOS MODULARES DE SUBESTAÇÕES ELÉTRICAS BLINDADAS A GÁS SF6

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICAINDUSTRIAL ELÉTRICA ASPECTOS / DIMENSÕES DE ALGUNS ARRANJOS MODULARES DE SUBESTAÇÕES ELÉTRICAS BLINDADAS A GÁS SF6

ELÉTRICAS BLINDADAS A GÁS SF6 CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA
ELÉTRICAS BLINDADAS A GÁS SF6 CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICACOMO É CONSTITUÍDA UMA SUBESTAÇÃO ELÉTRICA BLINDADA A GÁS SF6 • Os componentes principais (barramentos,

COMO É CONSTITUÍDA UMA SUBESTAÇÃO ELÉTRICA BLINDADA A GÁS SF6

Os componentes principais (barramentos, disjuntores, seccionadoras,

TC`s, TP`s, etc.) são montados nos blocos das estruturas modulares,

formando os “bays” conforme os diagramas unifilares específicos;

os “bays” conforme os diagramas unifilares específicos; CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS
os “bays” conforme os diagramas unifilares específicos; CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICAos “bays” conforme os diagramas unifilares específicos; COMO É CONSTITUÍDA UMA SUBESTAÇÃO ELÉTRICA BLINDADA A

COMO É CONSTITUÍDA UMA SUBESTAÇÃO ELÉTRICA BLINDADA A GÁS SF6 (cont.)

Todo conjunto é montado no interior de um galpão com o pé direito e demais dimensões adequadas ao acesso e transporte de pessoas, materiais e veículos.

ao acesso e transporte de pessoas, materiais e veículos. CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICAao acesso e transporte de pessoas, materiais e veículos. COMO É CONSTITUÍDA UMA SUBESTAÇÃO ELÉTRICA BLINDADA

COMO É CONSTITUÍDA UMA SUBESTAÇÃO ELÉTRICA BLINDADA A GÁS SF6 (cont.)

Apenas o transformador principal (que pode ter, ou não, o seu isolamento a gás SF6) fica externo ao conjunto dos blocos modulares;

a gás SF6) fica externo ao conjunto dos blocos modulares; CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICAa gás SF6) fica externo ao conjunto dos blocos modulares; B – SUBESTAÇÕES ELÉTRICAS DESTINADAS A

B – SUBESTAÇÕES ELÉTRICAS DESTINADAS A COMPENSAÇÃO REATIVA

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA CONSIDERAÇÕES GERAIS • Para

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA

CONSIDERAÇÕES GERAIS

Para se suprir às necessidades de reativos em um sistema elétrico, podem ser adotadas várias soluções; As mais comuns são:

compensadores ou geradores síncronos capazes de fornecer reativos capacitivos (em avanço) ou reativos indutivos (em atraso); capacitores em derivação nos barramentos das subestações compensam o fator de potência em atraso de motores e transformadores; capacitores em série nas linhas reduzem a regulação de tensão da linha e aumentam a estabilidade da mesma; reatores em derivação instalados nos barramentos das subestações ou no terciário dos bancos de transformadores em condições de cargas leves compensam a elevação de tensão na extremidade das linhas longas.

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICAa elevação de tensão na extremidade das linhas longas. EQUIPAMENTOS USUALMENTE INSTALADOS EM UMA SUBESTAÇÃO

EQUIPAMENTOS USUALMENTE INSTALADOS EM UMA SUBESTAÇÃO ELÉTRICA DE COMPENSAÇÃO REATIVA

Motores ou geradores síncronos;

Bancos de capacitores (em série ou em derivação);

Reatores;

Pára-raios;

Chaves seccionadoras tripolares (na entrada do circuito);

Chaves seccionadoras tetrapolares (aterramento);

Transformadores de corrente de medição e proteção;

Oscilógrafos.

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICAde corrente de medição e proteção; • Oscilógrafos. EXEMPLOS DE SUBESTAÇÕES ELÉTRICAS DE COMPENSAÇÃO

EXEMPLOS DE SUBESTAÇÕES ELÉTRICAS DE COMPENSAÇÃO REATIVA

DE SUBESTAÇÕES ELÉTRICAS DE COMPENSAÇÃO REATIVA CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS
DE SUBESTAÇÕES ELÉTRICAS DE COMPENSAÇÃO REATIVA CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA

EXEMPLOS DE SUBESTAÇÕES ELÉTRICAS DE COMPENSAÇÃO REATIVA

TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA EXEMPLOS DE SUBESTAÇÕES ELÉTRICAS DE COMPENSAÇÃO REATIVA
TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA EXEMPLOS DE SUBESTAÇÕES ELÉTRICAS DE COMPENSAÇÃO REATIVA
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA EXEMPLOS DE SUBESTAÇÕES

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA

EXEMPLOS DE SUBESTAÇÕES ELÉTRICAS DE COMPENSAÇÃO REATIVA

DE SUBESTAÇÕES ELÉTRICAS DE COMPENSAÇÃO REATIVA CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICADE SUBESTAÇÕES ELÉTRICAS DE COMPENSAÇÃO REATIVA C – SUBESTAÇÕES ELÉTRICAS SUBTERRÂNEAS CENTRO FEDERAL

C – SUBESTAÇÕES ELÉTRICAS SUBTERRÂNEAS

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICAELÉTRICA C – SUBESTAÇÕES ELÉTRICAS SUBTERRÂNEAS POR QUE CONSTRUIR SUBESTAÇÕES ELÉTRICAS SUBTERRÂNEAS? A

POR QUE CONSTRUIR SUBESTAÇÕES ELÉTRICAS SUBTERRÂNEAS?

A necessidade de se construir subestações elétricas sob o nível do piso pode decorrer de exigências de várias origens. Por exemplo:

Técnicas;

Paisagísticas / Arquitetônicas;

Operacionais;

• Paisagísticas / Arquitetônicas; • Operacionais; CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA• Paisagísticas / Arquitetônicas; • Operacionais; NECESSIDADES DE ORIGEM TÉCNICA • Nas instalações

NECESSIDADES DE ORIGEM TÉCNICA

Nas instalações industriais, devido a questões de poluição, tráfego de pessoas e veículos, etc.;

Nas instalações das distribuidoras de energia elétrica em função de uma maior segurança pessoal, quando a subestação se localizar em centros urbanos de grande densidade demográfica;

de uma maior segurança pessoal, quando a subestação se localizar em centros urbanos de grande densidade

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICANECESSIDADES DE ORIGEM TÉCNICA (cont.) • Em função de indisponibilidade de área para implantação da

NECESSIDADES DE ORIGEM TÉCNICA (cont.)

Em função de indisponibilidade de área para implantação da subestação no nível da superfície;

Em função de uma melhor localização para a distribuição a centros de cargas com um mínimo de queda de tensão;

a centros de cargas com um mínimo de queda de tensão; CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICAa centros de cargas com um mínimo de queda de tensão; NECESSIDADES DE ORIGENS PAISAGÍSTICAS /

NECESSIDADES DE ORIGENS PAISAGÍSTICAS / ARQUITETÔNICAS

Quando se tratar de locais

tombados pelo patrimônio

histórico;

Em áreas de lazer da

população (parques, jardins,

etc.);

Em áreas urbanas com o

objetivo de se evitar impactos

ambientais;

urbanas com o objetivo de se evitar impactos ambientais; CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICAurbanas com o objetivo de se evitar impactos ambientais; NECESSIDADES DE ORIGENS OPERACIONAIS • Em instalações

NECESSIDADES DE ORIGENS OPERACIONAIS

Em instalações de processos industriais subterrâneos (minerações);

Em instalações com espaços confinados em geral;

Em instalações próximas a depósitos de explosivos e combustíveis;

próximas a depósitos de explosivos e combustíveis; CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICApróximas a depósitos de explosivos e combustíveis; EXEMPLOS DE CONSTRUÇÃO DE SUBESTAÇÕES ELÉTRICAS

TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA EXEMPLOS DE CONSTRUÇÃO DE SUBESTAÇÕES ELÉTRICAS
TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA EXEMPLOS DE CONSTRUÇÃO DE SUBESTAÇÕES ELÉTRICAS

EXEMPLOS DE CONSTRUÇÃO DE SUBESTAÇÕES ELÉTRICAS SUBTERRÂNEAS

DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA EXEMPLOS DE CONSTRUÇÃO DE SUBESTAÇÕES ELÉTRICAS SUBTERRÂNEAS

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICAD – SUBESTAÇÕES ELÉTRICAS UNITÁRIAS CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL

D – SUBESTAÇÕES ELÉTRICAS UNITÁRIAS

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICAELÉTRICA D – SUBESTAÇÕES ELÉTRICAS UNITÁRIAS CONCEITUAÇÃO O conceito de “Subestação Elétrica

CONCEITUAÇÃO

O conceito de “Subestação Elétrica Unitária” pode ser entendido

como sendo um

“conjunto de equipamentos projetados e montados de forma

ordenada, acoplados uns aos outros, servindo-se como alimentação

de cargas a partir de uma fonte de suprimento primária de energia

elétrica, após passar por uma transformação de tensão”.

após passar por uma transformação de tensão”. CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICAapós passar por uma transformação de tensão”. COMPOSIÇÃO BÁSICA DE UMA SUBESTAÇÃO ELÉTRICA UNITÁRIA

COMPOSIÇÃO BÁSICA DE UMA SUBESTAÇÃO ELÉTRICA UNITÁRIA

As Subestações Elétricas Unitárias são testadas e montadas em

fábrica. Em seguida, são desmontadas para transporte e

novamente acopladas e montadas no campo.

PAINEL DE ENTRADA

e novamente acopladas e montadas no campo. PAINEL DE ENTRADA TRANSFORMADOR DE POTÊNCIA PAINEL DE SAÍDA

TRANSFORMADOR DE POTÊNCIA

no campo. PAINEL DE ENTRADA TRANSFORMADOR DE POTÊNCIA PAINEL DE SAÍDA CIRCUITO PRIMÁRIO NA TENSÃO DE

PAINEL DE SAÍDA

CIRCUITO PRIMÁRIO NA TENSÃO DE ALIMENTAÇÃO DA FONTE

CIRCUITO SECUNDÁRIO NA

TENSÃO DE ALIMENTAÇÃO DAS CARGAS

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICASECUNDÁRIO NA TENSÃO DE ALIMENTAÇÃO DAS CARGAS FORMAS CONSTRUTIVAS USUAIS DAS SUBESTAÇÕES ELÉTRICAS

FORMAS CONSTRUTIVAS USUAIS DAS SUBESTAÇÕES ELÉTRICAS UNITÁRIAS

EXECUÇÃO INTERNA

EXECUÇÃO EXTERNA

ELÉTRICAS UNITÁRIAS EXECUÇÃO INTERNA EXECUÇÃO EXTERNA SALAS ELÉTRICAS LOCAIS ONDE NÃO EXISTEM EDIFICAÇÕES

SALAS ELÉTRICAS

LOCAIS ONDE NÃO EXISTEM EDIFICAÇÕES

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICAE – SUBESTAÇÕES ELÉTRICAS MÓVEIS CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL

E – SUBESTAÇÕES ELÉTRICAS MÓVEIS

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICAINDUSTRIAL ELÉTRICA E – SUBESTAÇÕES ELÉTRICAS MÓVEIS CONCEITUAÇÃO Uma “Subestação Elétrica Móvel” é,

CONCEITUAÇÃO

Uma “Subestação Elétrica Móvel” é, basicamente, um conjunto de

equipamentos interligados entre si em fábrica, montados sobre um

semi-reboque, formando um “bay” de alimentação e transformação em

níveis de tensão pré-determinados.

e transformação em níveis de tensão pré-determinados. CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICAe transformação em níveis de tensão pré-determinados. POR QUE ULTILIZAR SUBESTAÇÕES ELÉTRICAS MÓVEIS? As

POR QUE ULTILIZAR SUBESTAÇÕES ELÉTRICAS MÓVEIS?

As Subestações Elétricas Móveis constituem a solução de emergência para as concessionárias e consumidores de energia elétrica, proporcionando um rápido restabelecimento da energia no caso da ocorrência de faltas no sistema elétrico e ainda flexibilidade para manutenção programada das subestações convencionais.

manutenção programada das subestações convencionais. CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS
manutenção programada das subestações convencionais. CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA

CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS GERAIS DAS SUBESTAÇÕES ELÉTRICAS MÓVEIS

POTÊNCIAS ATÉ 12,5 MVA E TENSÕES ATÉ 138 kV

Construídas de acordo com a

legislação do trânsito, de forma a

qualquer restrição

permitir uma circulação livre, semlegislação do trânsito, de forma a qualquer restrição POTÊNCIAS ACIMA DE 12,5 MVA Mesmo sendo

POTÊNCIAS

ACIMA DE

12,5 MVA

Mesmo sendo construídas em

atendimento à legislação do trânsito,

algumas de suas características

total, largura, comprimento ou altura)

podem ultrapassar os limites legais,

exigindo, portanto, uma licença

especial do trânsito para circulação

técnicas (p. ex.: peso por eixo, pesopodem ultrapassar os limites legais, exigindo, portanto, uma licença especial do trânsito para circulação

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICACARACTERÍSTICAS TÉCNICAS GERAIS DAS SUBESTAÇÕES ELÉTRICAS MÓVEIS (cont.) MONTAGEM Sào montadas sobre um

CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS GERAIS DAS SUBESTAÇÕES ELÉTRICAS MÓVEIS (cont.)

MONTAGEM

GERAIS DAS SUBESTAÇÕES ELÉTRICAS MÓVEIS (cont.) MONTAGEM Sào montadas sobre um semi-reboque, com

Sào montadas sobre um

semi-reboque, com

características apropriadas

para transitar também em

estradas de terra, podendo

chegar até locais distantes,

ainda que servidos por uma

malha viária deficiente

ainda que servidos por uma malha viária deficiente CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICAainda que servidos por uma malha viária deficiente PRINCIPAIS APLICAÇÕES DAS SUBESTAÇÕES ELÉTRICAS MÓVEIS

PRINCIPAIS APLICAÇÕES DAS SUBESTAÇÕES ELÉTRICAS MÓVEIS

Devido às suas características próprias, este tipo de subestação é

utilizado em atendimento principalmente às seguintes aplicações:

Fornecimento de energia durante a etapa de construção das subestações convencionais

Reforço provisório de carga de subestações existentes

Atendimentos a eventos (shows, feiras, exposições, etc)

Na manutenção preventiva das subestações convencionais

Start-up de instalações de maior porte, ainda não operacionais

Back-up em caso de falhas em transformadores ou equipamentos de subestações existentes

Alimentação de cargas sazonais ou temporárias

Atendimento emergencial no caso de paradas intempestivas de subestações convencionais

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICAcaso de paradas intempestivas de subestações convencionais EXIGÊNCIAS PARA O CORRETO FUNCIONAMENTO DE UMA SUBESTAÇÃO

EXIGÊNCIAS PARA O CORRETO FUNCIONAMENTO DE UMA SUBESTAÇÃO ELÉTRICA MÓVEL

Posicioná-la de forma que o veículo que tracione a carreta tenha:

Facilidade de acesso Facilidade de manobras nas chegadas e saídas

Posicioná-la da forma mais adequada junto ao ponto de conexão

Promover um sistema de aterramento eficiente (aterrar todas as partes metálicas não condutoras de energia)

Delimitar a área e sinalizar o perigo potencial que representa o equipamento (risco elétrico)

Prever uma proteção contra a incidência de descargas atmosféricas sobre o equipamento

Impedir o acesso ou aproximação de pessoas não autorizadas

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICAo acesso ou aproximação de pessoas não autorizadas EXEMPLO DA CONEXÃO DE UMA SUBESTAÇÃO ELÉTRICA MÓVEL

EXEMPLO DA CONEXÃO DE UMA SUBESTAÇÃO ELÉTRICA MÓVEL À REDE DE ALIMENTAÇÃO

GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA EXEMPLO DA CONEXÃO DE UMA SUBESTAÇÃO ELÉTRICA MÓVEL À REDE DE ALIMENTAÇÃO
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA SUBESTAÇÃO ELÉTRICA MÓVEL

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA

SUBESTAÇÃO ELÉTRICA MÓVEL JÁ CONECTADA À REDE DE ALIMENTAÇÃO

ELÉTRICA MÓVEL JÁ CONECTADA À REDE DE ALIMENTAÇÃO CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICAELÉTRICA MÓVEL JÁ CONECTADA À REDE DE ALIMENTAÇÃO OUTRAS FORMAS CONSTRUTIVAS DE SUBESTAÇÕES ELÉTRICAS

OUTRAS FORMAS CONSTRUTIVAS DE SUBESTAÇÕES ELÉTRICAS MÓVEIS

SUBESTAÇÕES CONSTRUÍDAS SOBRE “SKID”

Este tipo construtivo é montado

sobre perfis de aço, com

configuração apropriada para

arraste do conjunto móvel

através de outro veículo;

para arraste do conjunto móvel através de outro veículo; CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICApara arraste do conjunto móvel através de outro veículo; OUTRAS FORMAS CONSTRUTIVAS DE SUBESTAÇÕES ELÉTRICAS

OUTRAS FORMAS CONSTRUTIVAS DE SUBESTAÇÕES ELÉTRICAS MÓVEIS (cont.)

Sua aplicação é intensa em

instalações onde a alimentação

elétrica necessita ter alterado o

seu posicionamento (necessidade

de se dispor de energia elétrica em

locais diferentes, onde o

deslocamento periódico é uma

exigência). Ex.: processos de

extração mineral.

é uma exigência). Ex.: processos de extração mineral. CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICAé uma exigência). Ex.: processos de extração mineral. OUTRAS FORMAS CONSTRUTIVAS DE SUBESTAÇÕES ELÉTRICAS

OUTRAS FORMAS CONSTRUTIVAS DE SUBESTAÇÕES ELÉTRICAS MÓVEIS (cont.)

SUBESTAÇÕES CONSTRUÍDAS SOBRE RODAS

Este tipo construtivo é montado

sobre rodas, com configuração

apropriada para movimentação

do conjunto móvel através de

outro veículo;

é montado sobre rodas, com configuração apropriada para movimentação do conjunto móvel através de outro veículo;

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICAAULA 4 Planejamento e Qualidades Operativas das Subestações Elétricas CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE

AULA 4

Planejamento e Qualidades Operativas das Subestações Elétricas

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICAe Qualidades Operativas das Subestações Elétricas ASPECTOS FUNDAMENTAIS • Toda subestação faz parte

ASPECTOS FUNDAMENTAIS

• Toda subestação faz parte integrante de um sistema elétrico, seja

qual for o seu porte;

• Para atendimento às necessidades deste sistema, é necessário

que se definam previamente as exigências operacionais da

subestação (p. ex.: segurança, confiabilidade, etc.);

• Essas necessidades são atendidas a partir da correta escolha do

chamado “Diagrama Unifilar Básico” da subestação, o qual responde,

de maneira simples e imediata, a todos os quesitos operacionais que

se deseje da mesma.

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICAa todos os quesitos operacionais que se deseje da mesma. FATORES A SEREM CONSIDERADOS NO MATERIAIS

FATORES A SEREM CONSIDERADOS NO

MATERIAIS FILTRANTES

PLANEJAMENTO DE UMA SUBESTAÇÃO

• O planejamento de uma subestação deve ser definido tendo como

função básica o fator custo, embora outros fatores também sejam

AREIA

levados em conta.

• AGREGADOS BRITADOS

• A par de todas as outras considerações que serão feitas a seguir, o

GEOTÉXTIL (SINTÉTICOS)

custo da instalação será sempre o elemento que definirá a solução

• ETC.

a ser adotada para a subestação.

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICAa solução • ETC. a ser adotada para a subestação. OUTROS FATORES MATERIAIS DRENANTES Além do

OUTROS FATORES

MATERIAIS DRENANTES

Além do custo da instalação, é comum se avaliar, dentre as alternativas de custo equivalente, a que ofereça uma maior

CONFIABILIDADE

custo equivalente, a que ofereça uma maior CONFIABILIDADE “EXPECTATIVA DE UM BOM FUNCIONAMENTO DAS INSTALAÇÕES, DE

“EXPECTATIVA DE UM BOM FUNCIONAMENTO DAS INSTALAÇÕES, DE FORMA A SE ATINGIR O OBJETIVO DE MANTER O FORNECIMENTO DA ENERGIA AOS CONSUMIDORES”

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICAOUTROS FATORES (cont.) Segurança do Sistema Continuidade de Operação Reportam-se diretamente à operação do

OUTROS FATORES (cont.)

Segurança do Sistema Continuidade de Operação Reportam-se diretamente à operação do sistema ao qual a
Segurança do Sistema
Continuidade de Operação
Reportam-se diretamente à
operação do sistema ao qual
a subestação se vincula
Flexibilidade Operativa
Facilidade de Manutenção Relacionam-se com a subestação em si mesma Simplicidade da Proteção
Facilidade de Manutenção
Relacionam-se com a
subestação em si mesma
Simplicidade da Proteção

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICAcom a subestação em si mesma Simplicidade da Proteção SEGURANÇA DO SISTEMA • Fator que se

SEGURANÇA DO SISTEMA

• Fator que se confunde com a própria confiabilidade, em sua

concepção mais ampla;

• Podemos entender “segurança” como sendo a capacidade do

esquema em eliminar defeitos, sem, no entanto, comprometer a

operação do sistema de potência;

• Assim, a segurança está intimamente relacionada com a

seletividade (coordenação) do sistema de proteção elétrica;

• Somente poderemos ter um sistema de proteção efetivamente

seletivo se o esquema elétrico da subestação permitir que todos os

circuitos possam operar, mesmo que o disjuntor esteja em processo

de manutenção.

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICAmesmo que o disjuntor esteja em processo de manutenção. SEGURANÇA DO SISTEMA (cont.) • Considerando-se que,

SEGURANÇA DO SISTEMA (cont.)

• Considerando-se que, como foi visto, o custo da instalação é um

fator predominante no planejamento, é provável e comum que, em

um mesmo sistema elétrico, existam subestações com diferentes

graus de segurança, conforme sua importância relativa na operação

do sistema;

• No entanto, um conceito deve ficar bem claro:

NENHUMA INSTALAÇÃO SERÁ 100% SEGURA!!

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICAficar bem claro: NENHUMA INSTALAÇÃO SERÁ 100% SEGURA!! CONTINUIDADE DE OPERAÇÃO • O próprio nome já

CONTINUIDADE DE OPERAÇÃO

• O próprio nome já diz o que essa qualidade significa para o sistema

elétrico;

• Se partimos da premissa de que a continuidade de operação da

subestação está ligada ao seu funcionamento em qualquer

condição (principalmente contra defeitos na própria subestação),

veremos que nenhum esquema elétrico garante esta possibilidade

• No entanto, sabe-se que determinados esquemas tiram a

subestação de serviço, qualquer que seja o defeito e outros

permitem parte do seu funcionamento, ainda que na presença de

um ou mais defeitos simultâneos.

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICACONTINUIDADE DE OPERAÇÃO (cont.) • Uma condição básica no planejamento da subestação é a definição

CONTINUIDADE DE OPERAÇÃO (cont.)

• Uma condição básica no planejamento da subestação é a definição do grau de continuidade operativa desejado, ou seja, qual ou quais circuitos pré-determinados devem se manter em serviço durante os defeitos;

• Outra situação em que a continuidade na operação da subestação deve ser mantida é aquela em que grandes blocos de energia são transmitidos. As subestações que interligarem esses sistemas de transmissão, deverão ter a sua continuidade preservada, ainda que em condições de defeitos.

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICApreservada, ainda que em condições de defeitos. FLEXIBILIDADE OPERATIVA • O conceito de flexibilidade

FLEXIBILIDADE OPERATIVA

• O conceito de flexibilidade operativa pode ser explicado como sendo a “característica do esquema que permite a distribuição das cargas ativa e reativa entre os circuitos da subestação, estando o sistema de potência em operação normal ou de emergência”;

• Isso significa que o esquema deve permitir um agrupamento de circuitos de várias maneiras;

• Um exemplo que pode indicar uma boa flexibilidade operativa é o que utiliza dois barramentos conforme será visto adiante. Essa concepção permite que inúmeras combinações de circuitos sejam feitas e ainda a subestação pode se repartir em duas outras, operando inclusive com tensões diferentes em seus barramentos.

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICAinclusive com tensões diferentes em seus barramentos. FLEXIBILIDADE OPERATIVA (cont.) • A flexibilidade

FLEXIBILIDADE OPERATIVA (cont.)

• A flexibilidade operativa, pela sua própria conceituação, é uma qualidade muito importante quando a subestação pertence a um sistema de transmissão fortemente interligado e com alternativas de suprimento de potências ativa e reativa;

• Nas subestações com esquemas radiais, a importância do duplo barramento não se refere propriamente à flexibilidade operativa, mas sim na possibilidade de se dar manutenção em cada um dos barramentos, principalmente se a mesma estiver localizada em regiões de grande poluição ambiental.

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICAlocalizada em regiões de grande poluição ambiental. QUALIDADE NA MANUTENÇÃO • Como foi visto, trata-se de

QUALIDADE NA MANUTENÇÃO

• Como foi visto, trata-se de uma qualidade operativa que se relaciona com a subestação em si mesma;

• Isso quer dizer que, na concepção da subestação, devem ser tomados cuidados especiais quanto à facilidade de se promover a sua manutenção. Senão vejamos:

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICAQUALIDADE NA MANUTENÇÃO (cont.) • Acesso de veículos transportando os equipamentos e materiais; • Acesso

QUALIDADE NA MANUTENÇÃO (cont.)

• Acesso de veículos transportando os equipamentos e materiais;

• Acesso dos equipamentos até o local de sua instalação (montagem

e retirada do material após os trabalhos);

• Espaço suficiente para uma manutenção segura do ponto de vista de mão de obra;

• Possibilidade de manutenção de determinado circuito com os demais energizados (inclusive os circuitos vizinhos).

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICAcom os demais energizados (inclusive os circuitos vizinhos). SIMPLICIDADE DA PROTEÇÃO • A exemplo da manutenção

SIMPLICIDADE DA PROTEÇÃO

• A exemplo da manutenção facilitada, a proteção concebida com simplicidade é uma qualidade operativa de uma subestação;

• É importante ressaltar, no entanto, que “simplicidade” não significa “economia” do ponto de vista das necessidades de ordem técnica.

• Não se deve, por exemplo, suprimir uma determinada proteção sob uma justificativa qualquer que não tenha uma sólida base técnica.

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICAqualquer que não tenha uma sólida base técnica. SIMPLICIDADE DA PROTEÇÃO (cont.) • A proteção deve,

SIMPLICIDADE DA PROTEÇÃO (cont.)

A proteção deve, portanto, ser simples, porém

Seletiva / Coordenada de rápida atuação incluir todas as funções operacionais requeridas

Em outras palavras, a simplicidade da proteção terá um maior grau de qualidade operativa quanto mais simples e completa for a sua concepção.

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICAquanto mais simples e completa for a sua concepção. FATORES ADICIONAIS QUE MERECEM DESTAQUE • Além

FATORES ADICIONAIS QUE MERECEM DESTAQUE

• Além dos aspectos de qualidade operativa já mencionados, o planejamento de uma subestação deve considerar ainda, os seguintes fatores:

Facilidade das ampliações / expansões

e

Limitação dos níveis de curto-circuito

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICAFACILIDADE DAS AMPLIAÇÕES / EXPANSÕES • Sabe-se de antemão que a maioria das subestações é

FACILIDADE DAS AMPLIAÇÕES / EXPANSÕES

• Sabe-se de antemão que a maioria das subestações é construída

por etapas; Isso torna relevante o estudo para que suas expansões

sejam devidamente planejadas no início de sua implantação;

• O planejamento deve incluir, neste caso, a previsão de áreas físicas

adicionais, a exigência de desligamento dos circuitos em operação

durante as obras de ampliação, etc;

• A definição do esquema a ser adotado é importante pois, às vezes

um esquema é excelente para operação da subestação em sua

primeira etapa, porém não oferece facilidades para as ampliações;

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICAetapa, porém não oferece facilidades para as ampliações; LIMITAÇÃO DOS NÍVEIS DE CURTO CIRCUITO • Os

LIMITAÇÃO DOS NÍVEIS DE CURTO CIRCUITO

• Os níveis de curto-circuito são aspectos técnicos de apreciável

importância na definição do esquema da instalação;

• Isso se explica pelo fato de que a limitação desses níveis, quando

necessária, requer a obrigatoriedade de um conveniente

seccionamento no esquema elétrico a ser definido.

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICAseccionamento no esquema elétrico a ser definido. CONCLUSÕES • As qualidades operativas em um esquema

CONCLUSÕES

• As qualidades operativas em um esquema elétrico guardam entre si as seguintes relações principais:

Confiabilidade

entre si as seguintes relações principais: Confiabilidade Relaciona-se com Continuidade Confunde-se com Segurança

Relaciona-se com

Continuidade

principais: Confiabilidade Relaciona-se com Continuidade Confunde-se com Segurança CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO

Confunde-se com

Segurança

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICARelaciona-se com Continuidade Confunde-se com Segurança CONCLUSÕES (cont.) • É interessante observar que, para

CONCLUSÕES (cont.)

• É interessante observar que, para cada esquema em particular,

devem ser analisados separadamente as suas qualidades operativas:

Por exemplo:

Quando se tratar de um defeito externo à subestação, o aspecto

relevante é a sua SEGURANÇA (embora um defeito no

barramento possa comprometer a segurança do sistema);

Quando se tratar de um defeito interno à subestação, o aspecto

relevante é a sua CONTINUIDADE.

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA AULA 5 Critérios Básicos
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ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA
AULA 5
Critérios Básicos para Escolha do
Local das Subestações Elétricas
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA CONSIDERAÇÕES PRELIMINARES
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS
ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA
CONSIDERAÇÕES PRELIMINARES
Embora possa parecer uma atividade simples, a escolha e definição
do local para se edificar uma subestação é uma tarefa que se
reveste de inúmeros requisitos, sem os quais o empreendimento
estará fadado ao insucesso, pois não se conseguirá cumprir as
exigências para uma futura operação satisfatória.
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA CONSIDERAÇÕES PRELIMINARES
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS
ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA
CONSIDERAÇÕES PRELIMINARES (cont.)
Neste particular, podemos dividir a escolha em duas partes
distintas, considerando-se as características específicas da
subestação:
A – SUBESTAÇÕES DO SISTEMA ELÉTRICO DE POTÊNCIA
(CONCESSIONÁRIAS / ONS)
e
B – SUBESTAÇÕES DO SISTEMA ELÉTRICO INDUSTRIAL
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA A – ESCOLHA DO
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A – ESCOLHA DO LOCAL DA SUBESTAÇÃO
DESTINADA A OPERAR NO SISTEMA
ELÉTRICO DE POTÊNCIA
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA 1 – DADOS OBTIDOS
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ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA
1 – DADOS OBTIDOS INICIALMENTE NO SETOR DE ENGENHARIA
Estudos baseados na confiabilidade,
qualidade do serviço e posicionamento
das redes de distribuição
Dados Fornecidos
pelo Planejamento
Normalmente, parte-se dos esquemas
elétricos preliminares de 1ª etapa e
expansões / ampliações
Nestes esquemas, são contemplados:
Arranjo das barras
Número de LD’s de chegada, RD’s de
saída e interligações com outras SE’s
Determinação
Aproximada da
Área Necessária
Com base nos esquemas elétricos
preliminares, determina-se a área
necessária, mediante a elaboração de
ante-projetos
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA Observar na maquete desta
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ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA
Observar na maquete desta subestação que a 1ª etapa da
implantação já se encontra concluída, porém existe espaço previsto
para possível expansão / ampliação futura
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA 2 – LEVANTAMENTOS INICIAIS
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ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA
2 – LEVANTAMENTOS INICIAIS
Com base em levantamentos da localidade
(aerofotogramétricos), mapas, cartas do IBGE e
esquemas elétricos, iniciam-se os estudos para
definição do local
O ideal é que o centro de cargas elétricas se
encontre na localidade considerada
Localização
Preliminar
da Área
Este local deve ser designado no mapa da região,
porém, pode muitas vezes não ser o mais
econômico (custo do terreno, disponibilidade de
abastecimento d’água, faixas de servidão de LT’s,
etc), o que leva à escolha de uma nova área
Na carta do IBGE, posiciona-se a subestação
conforme exposto acima e traça-se a direção das
LT’s e RD’s, tanto da 1ª etapa quanto das
ampliações / expansões
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA Exemplo de um levantamento
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS
ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA
Exemplo de um levantamento
aerofotogramétrico para a
escolha da área de uma
subestação e respectivas
LT’s e RD’s
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA Exemplo de estudo para
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Exemplo de estudo para ampliação de uma subestação e direção
das novas LT’s com base no levantamento aerofotogramétrico
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA 2 – LEVANTAMENTOS INICIAIS
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ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA
2 – LEVANTAMENTOS INICIAIS (cont.)
Nesta etapa, verifica-se a presença de obstáculos,
interferências tais como:
• proximidade de rios;
• proximidade de ferrovias, rodovias e aeroportos;
• proximidade de hortos florestais e culturas;
Localização
Preliminar
• proximidade de árvores de grande porte.
Se isso ocorrer, praticamente elimina-se a
possibilidade de escolha
da Área
A solução é verificar a topografia com base no
levantamento aerofotogramétrico, avaliando-se as
alternativas possíveis que atendam aos objetivos
técnicos requeridos
Finalmente, recomenda-se agendar uma visita de
caráter técnico-administrativa ao local escolhido,
com a participação de todos setores envolvidos
(engenharia, operação, jurídico, financeiro, etc.)
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA Na localização preliminar da
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ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA
Na localização preliminar da área a ser escolhida, vários aspectos
devem ser observados e atendidos
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA 3 – ELEMENTOS COLHIDOS
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ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA
3 – ELEMENTOS COLHIDOS NO LOCAL
Análise das possíveis alternativas
Encontro da Equipe de
Trabalho no Local
Análise e verificação das possíveis
regiões de expansão demográfica no
local
Dessas análises deverão surgir outras
alternativas e, caso positivo, as outras
áreas deverão ser pesquisadas e
também visitadas
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA 4 – ASPECTOS A
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4 – ASPECTOS A SEREM ANALISADOS E CONFIRMADOS DURANTE A
VISITA AO LOCAL
Existem rodovias próximas ao local escolhido?
Caso afirmativo, anotar o nome, registro,
jurisdição, km local, etc.
Faixas
de
servidão
para
obras
ao
lado
das
rodovias
• federais ou estaduais: 40m a partir do eixo da
Rodovias
mesma, em ambos os lados;
• municipais: sem recomendações
Se a solução recair ao longo de uma rodovia,
deve-se estudar a posição que conduza a um
impacto visual o menor possível
É preferível selecionar um local numa rodovia
secundária do que numa rodovia principal, pois
poucas pessoas ficarão cientes da subestação
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA Impacto ambiental de uma
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Impacto ambiental de uma subestação edificada às margens de
uma rodovia
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA 4 – ASPECTOS A
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ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA
4 – ASPECTOS A SEREM ANALISADOS E CONFIRMADOS DURANTE A
Acesso ao Local
Escolhido
VISITA AO LOCAL (cont.)
Para cada alternativa analisada, avaliar o acesso
à área escolhida. Alguns aspectos são
relevantes:
• é possível o tráfego de carretas?
• se a rodovia for pavimentada, é necessária a
construção de um trevo com pista de
desaceleração e respectivas obras de arte;
• se existirem acessos, verificar a necessidade
de alargamento de pistas, retificação de curvas,
largura e tonelagem das pontes, altura dos
viadutos, etc.
A rampa máxima para o acesso de carretas deve
ser de 10%
O custo do acesso é fator preponderante na
definição da alternativa a ser escolhida
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA Subestação escolhida em uma
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Subestação escolhida em uma área onde o acesso de pessoas e
veículos é extremamente adequado
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA 4 – ASPECTOS A
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ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA
4 – ASPECTOS A SEREM ANALISADOS E CONFIRMADOS DURANTE A
VISITA AO LOCAL (cont.)
Por
inspeção
visual,
observar
os
seguintes
aspectos:
• afloramentos rochosos;
Aspectos
• pântanos;
Geológicos
do Terreno
• grandes mananciais na área;
• possibilidade de assoreamento (erosão) e
desmoronamento.
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA Áreas propícias a erosões
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ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA
Áreas propícias a erosões devem ser descartadas
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA 4 – ASPECTOS A
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4 – ASPECTOS A SEREM ANALISADOS E CONFIRMADOS DURANTE A
VISITA AO LOCAL (cont.)
Caso o terreno se localize em área rural, a inspeção deve
constatar a existência de água no mesmo (riachos, rios, etc.)
Verificar a existência de redes de abastecimento na área e
qual a distância destas ao terreno pesquisado
Abastecimento
e Tratamento
De um modo geral, o abastecimento de água deve ser
pesquisado e definido a partir das seguintes alternativas
(escolha em ordem decrescente):
d’Água
• área rural: captação de água superficial (após análise
em laboratório);
poço artesiano;
caminhão pipa.
• área urbana: ligação à rede existente;
poço artesiano;
ligação à rede urbana planejada;
caminhão pipa.
A engenharia civil definirá a melhor e mais econômica
alternativa de abastecimento
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA 4 – ASPECTOS A
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ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA
4 – ASPECTOS A SEREM ANALISADOS E CONFIRMADOS DURANTE A
VISITA AO LOCAL (cont.)
Proteção Contra
Inundações
Evitar terrenos que necessitem proteção
contra inundações (terrenos inundáveis),
o que oneraria sobremaneira o custo da
instalação
Distância
Item
importante
em
função
da
Aproximada da
RD’s
e
Subestação ao
distribuição das
tensão requeridas
regulação de
Centro Urbano
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4 – ASPECTOS A SEREM ANALISADOS E CONFIRMADOS DURANTE A
VISITA AO LOCAL (cont.)
Posicionar a subestação no terreno em atendimento às
direções de chegada e saída de LT’s (conforme carta do
IBGE)
Chegadas e
Saídas de LT’s
Evitar LT’s que saiam formando ângulos próximos de 90°
(estruturas mais robustas e pesadas, consequentemente
mais caras). Mesmo em regiões urbanas, onde a área é
delimitada por ruas, este fator deve ser observado
Verificar os obstáculos para o posicionamento das
linhas (p. ex.: existência áreas de culturas agrícolas,
reflorestamentos, edificações, loteamentos)
Se a localização ocorrer às margens de rodovia ou
próxima à rua, uma sugestão é projetar os barramentos
ortogonais a estas pois isto facilitaria as saídas de
linha, evitaria cruzamentos, além de minimizar o custo
de implantação. Somente para reforçar: o traçado das
LT’s é o fator que mais influencia na definição do local
para edificação da subestação.
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA Exemplo de estudo para
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Exemplo de estudo para expansão de uma subestação e LT’s
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA 4 – ASPECTOS A
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4 – ASPECTOS A SEREM ANALISADOS E CONFIRMADOS DURANTE A
VISITA AO LOCAL (cont.)
Saídas
Quanto ao posicionamento das RD’s, devem ser
verificadas as mesmas exigências feitas para as LT’s,
porém existe a vantagem de que as RD’s podem ser
desviadas com uma maior facilidade sem onerar o seu
projeto
de RD’s
Se a subestação é urbana, devem ser observadas as
posturas municipais (obedecer a lei de uso do solo),
ainda que isto venha a impedir a escolha do local
Respeitar o máximo de 8 saídas aéreas de RD’s por rua
(ou 4 circuitos duplos). Os demais circuitos, se
existentes, deverão sair através de cabos isolados
O número ideal de saídas de RD’s por rua é de 4 saídas
(circuitos simples), o que facilita a manutenção das
mesmas. As demais saídas, se necessário, serão
subterrâneas.
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA A escolha do local
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A escolha do local da subestação urbana deve analisar um
possível crescimento demográfico da região (novos loteamentos)
e obedecer as posturas municipais
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4 – ASPECTOS A SEREM ANALISADOS E CONFIRMADOS DURANTE A
VISITA AO LOCAL (cont.)
Consultar o Decreto Lei nº 60.304, de 06.03.1967
Proximidade
Neste documento encontram-se as distâncias a
serem respeitadas
de
Aeroportos
As autoridades competentes (INFRAERO e DAC)
deverão tomar conhecinento e aprovar o projeto
de instalação da subestação
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4 – ASPECTOS A SEREM ANALISADOS E CONFIRMADOS DURANTE A
4 – ASPECTOS A SEREM ANALISADOS E CONFIRMADOS DURANTE A
VISITA AO LOCAL (cont.)
VISITA AO LOCAL (cont.)
Evitar escolha de área destinada à subestação em
locais próximos de LT’s existentes. Isto evitará
problemas com cruzamentos desnecessários
LT’s e
RD’s
Estas situações somente são adequadas e
convenientes para subestações de sangria ou
seccionamento de linhas para derivação ou manobras
Existentes
Caso a subestação seja de seccionamento de LT,
escolher uma área que se localize o mais próximo
possível de uma estrutura de ancoragem de linha
As RD’s são facilmente removíveis e deslocadas.
Portanto, não causam maiores transtornos durante a
etapa de escolha da área da subestação
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA 4 – ASPECTOS A
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ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA
4 – ASPECTOS A SEREM ANALISADOS E CONFIRMADOS DURANTE A
VISITA AO LOCAL (cont.)
Deverão ser evitados locais onde existam linhas
telefônicas, tudo isto em função de possíveis
interferências com as mesmas
Linhas
Telefônicas
Como solução, nestes casos recomenda-se
elaborar um orçamento para se avaliar a
viabilidade econômica da manutenção ou
remoção das referidas linhas e, ao mesmo
tempo, da mudança na escolha do local da
subestação
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA 5 – OUTRAS OBSERVAÇÕES
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ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA
5 – OUTRAS OBSERVAÇÕES DE CARÁTER GERAL
Áreas de reconhecida beleza paisagística devem
ser evitadas
Áreas de
Paisagismo
Quando for absolutamente necessário (área
paisagística, turística ou próxima a imóveis
tombados pelo patrimônio histórico) estudar um
local ou um projeto que conduza a um menor
impacto ambiental possível
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA EXEMPLOS DE SUBESTAÇÕES ONDE
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EXEMPLOS DE SUBESTAÇÕES ONDE O
IMPACTO AMBIENTAL FOI ESTUDADO E O
PAISAGISMO PRESERVADO
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ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA
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CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA 5 – OUTRAS OBSERVAÇÕES
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ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA
5 – OUTRAS OBSERVAÇÕES DE CARÁTER GERAL (cont.)
Evitar a seleção de áreas urbanas próximas a
edificações altas, uma vez que, além dos riscos
elétricos, desses locais pode-se acessar a subestação
de forma inconveniente (atirar objetos, detritos, etc.)
Áreas
Residenciais
Sempre que for possível, deve-se escolher um local
preferencialmente distante das moradias, a fim de não
causar nenhum sério desconforto aos seus habitantes
Ruídos
e
radio-interferência
são
exemplos
destes
inconvenientes
Disjuntores a ar comprimido também devem merecer
uma análise especial face ao elevado ruído que é
gerado durante a sua operação
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA 5 – OUTRAS OBSERVAÇÕES
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ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA
5 – OUTRAS OBSERVAÇÕES DE CARÁTER GERAL (cont.)
Locais de
Fácil
Sempre que possível, evitar a localização de
uma subestação em locais de campo aberto,
uma vez que o impacto visual fica altamente
destacado
Visualização
LT’s convergentes também contribuem para
deteriorar o impacto visual em áreas muito
abertas
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA 5 – OUTRAS OBSERVAÇÕES
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ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA
5 – OUTRAS OBSERVAÇÕES DE CARÁTER GERAL (cont.)
Assegurar que o local escolhido não se situe
próximo a áreas de lazer da população (p. ex.:
Áreas de
clubes esportivos, clubes sociais, parques, etc.)
Lazer da
População
Se possível, avaliar os hábitos culturais da
população local, do ponto de vista de lazer (p.
ex.: costumes em soltar pipas, balões, etc. são
problemas que devem ter sua solução analisada)
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA 5 – OUTRAS OBSERVAÇÕES
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ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA
5 – OUTRAS OBSERVAÇÕES DE CARÁTER GERAL (cont.)
Evitar conflitos de interesses com
autoridades municipais (sejam eles por
questões de estética ambiental ou
relacionados com o planejamento urbano
do município)
Conflitos com
Autoridades
Municipais e
Ambientais
Os locais mais elevados trazem com eles
a vantagem de se reduzirem possíveis
reclamações da população contra ruídos
uma vez que a eficiência das barreiras de
som (quando previstas e instaladas)
nestas condições é aumentada
Evitar locais com a possibilidade de
ocorrerem cortes de árvores. A legislação
competente nesse caso é severa e deve
ser consultada (IBAMA)
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA 5 – OUTRAS OBSERVAÇÕES
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ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA
5 – OUTRAS OBSERVAÇÕES DE CARÁTER GERAL (cont.)
Locais com
Elevada
Em locais onde a valorização imobiliária é
predominante, o custo do terreno certamente irá
inviabilizar o investimento
Valorização
Imobiliária
Neste caso a solução será estudar, p. ex, uma
subestação blindada, isolada a gás SF6
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA 6 – NEGOCIAÇÕES COM
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ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA
6 – NEGOCIAÇÕES COM O PROPRIETÁRIO DO TERRENO
• Após a escolha das alternativas possíveis, pesquisar no cadastro
do
Cartório
de
Registro
de
Imóveis
do
município
qual
é
o
proprietário do terreno;
• Promover um contato com o referido proprietário, após sondar o
preço de mercado do imóvel, bem como das faixas de servidão
necessárias para construção das LT’s e RD’s;
• Avançar nas negociações, uma vez escolhida a alternativa mais
favorável.
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA 7 – LEVANTAMENTO
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ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA
7 – LEVANTAMENTO TOPOGRÁFICO
• É necessário se promover um levantamento topográfico das áreas
incluídas nas duas melhores alternativas;
• A área do levantamento topográfico deve ser duas vezes maior do
que a área plana necessária caso o local não seja urbanizado e
dentro dos limites do quarteirão, caso contrário;
• No levantamento, o topógrafo deve ser instruído para incluir o
nome do proprietário, todos os acidentes físicos (benfeitorias,
limites de propriedades, arruamento existente ou planejado,
número do quarteirão e dos lotes) bem como os acidentes
geológicos (rios, riachos, mosaicos rochosos, vegetação, etc.).
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA Exemplos de plantas
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ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA
Exemplos de plantas topográficas onde as curvas de nível principais
estão representadas em traços mais fortes e as curvas de nível
intermediárias em traços mais fracos
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA Exemplos de interpretação de
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ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA
Exemplos de interpretação de uma planta topográfica considerando as
curvas de nível (planta e elevação)
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA 8 – ESTUDO DA
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ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA
8 – ESTUDO DA TERRAPLENAGEM
• Com base nos desenhos topográficos, são estudados os
problemas encontrados que dificultem a regularização do terreno;
• A partir das seções da área plana e das curvas de nível,
determina-se a cota base (nível do piso). Em seguida, é verificado
se esta cota é realmente exeqüível, dos pontos de vista técnico (p.
ex.: necessidade de grandes muros de arrimo, taludes de difícil
estabilização, etc.) e econômico (p. ex.: custo das obras de
nivelamento do piso, aterros, contenção de taludes, etc.);
• Finalmente calcula-se os volumes de corte e aterro e prepara-se
um orçamento preliminar da terraplenagem
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA 9 – ESTUDO COMPARATIVO
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ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA
9 – ESTUDO COMPARATIVO ECONÔMICO DAS ALTERNATIVAS
ESCOLHIDAS
A partir dos dados levantados, deve-se promover um estudo
comparativo do custo das duas melhores alternativas
selecionadas, o que finaliza o processo de escolha da área da
subestação.
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA 10 – ELABORAÇÃO DE
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ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA
10 – ELABORAÇÃO DE UM PROJETO PRELIMINAR
Uma vez escolhida definitivamente a área onde será construída a
subestação, é recomendável que seja elaborado um projeto preliminar
(também conhecido como ante-projeto), no qual se incluem:
• desenho da planta topográfica definitiva, delimitando-se a área a ser
adquirida;
• desenho da planta de situação e localização da subestação em
relação aos pontos notáveis em suas proximidades (estradas, rios,
arruamentos, etc.)
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA 10 – ELABORAÇÃO DE
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ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA
10 – ELABORAÇÃO DE UM PROJETO PRELIMINAR (cont.)
• inicia-se o processo de aquisição do terreno
• executa-se uma sondagem do solo, lembrando-se que os pontos de
perfuração devem ser previamente estudados. O projetista civil deve
ser previamente informado quais os locais onde serão instalados os
equipamentos de maior peso
• a sondagem informa eventuais problemas de drenagem superficial
(lençóis d’água) e resistência do solo a grandes cargas
• mede-se a resistividade do solo (Ω.m) em pelo menos 4 locais (duas
direções)
• solicita-se a remoção das RD’s, linhas telefônicas e demais
edificações, se necessário for.
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA B – ESCOLHA DO
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ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA
B – ESCOLHA DO LOCAL DA SUBESTAÇÃO
DESTINADA A OPERAR EM SISTEMAS
ELÉTRICOS INDUSTRIAIS
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA ALGUMAS CONSIDERAÇÕES
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ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA
ALGUMAS CONSIDERAÇÕES NECESSÁRIAS
• As subestações industriais aqui mencionadas devem ser
entendidas como aquelas de A.T. receptoras (subestações
principais) que alimentam unidades fabris;
• A escolha do terreno, nesse caso, fica delimitada pela área
destinada ao complexo industrial conforme seu Plano Diretor, uma
vez que a subestação é parte integrante do empreendimento;
• Sua definição se dará, portanto, no layout geral da fábrica.
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA Exemplo de uma subestação
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ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA
Exemplo de uma subestação de energia elétrica fazendo parte integrante
do um layout de um sistema de geração termoelétrica
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA QUESITOS A SEREM ATENDIDOS
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS
ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA
QUESITOS A SEREM ATENDIDOS NA ESCOLHA
DA ÁREA DESTINADA A SUBESTAÇÕES
INDUSTRIAIS
• Posicionamento favorável das chegadas de LT’s e saídas de RD’s
para as subestações de área (aéreas ou subterrâneas);
• Facilidade de acesso de carretas, veículos e pessoas;
• Proximidade dos centros de cargas elétricas;
• Definição da filosofia do aterramento da subestação com relação à
malha de terra industrial (p. ex. malhas interligadas ou isoladas);
• Possibilidade de expansão futura.

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICAAULA 6 Esquemas Elétricos Básicos das Subestações Elétricas CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS

AULA 6

Esquemas Elétricos Básicos das Subestações Elétricas

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA6 Esquemas Elétricos Básicos das Subestações Elétricas CONSIDERAÇÕES INICIAIS Quando planejamos construir uma

CONSIDERAÇÕES INICIAIS

Quando planejamos construir uma subestação, o aspecto de

maior importância está na escolha (e, conseqüentemente, da

definição) do chamado “esquema elétrico”.

Este, nada mais é do que um diagrama unifilar simplificado

da subestação que inclui, basicamente, os dispositivos de

chaveamento (manobras) e de proteção principais.

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICAde chaveamento (manobras) e de proteção principais. FATORES CONSIDERADOS NA ESCOLHA DO ESQUEMA ELÉTRICO DA

FATORES CONSIDERADOS NA ESCOLHA DO ESQUEMA ELÉTRICO DA SUBESTAÇÃO

Uma escolha criteriosa leva em conta vários fatores, muitos

deles inter-relacionados e nem sempre separáveis.

São eles:

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICAinter-relacionados e nem sempre separáveis. São eles: FATORES ASPECTOS RELEVANTES Técnicos Continuidade

FATORES

ASPECTOS RELEVANTES

Técnicos

Continuidade de suprimento, requisitos operacionais e de manutenção

Econômicos

Disponibilidade financeira, custos de implantação e de manutenção, custo das perdas, custos das interrupções de serviço

Locais

Área necessária, condições climáticas e ambientais, implicações ecológicas e estéticas

Políticos e

Predominantes em empreendimentos pioneiros ou de interesse público

Sociais

Ampliações

Previsão para uma expansão futura da subestação

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICAFATORES TÉCNICOS • O fornecimento ininterrupto de energia e o custo de implantação são motivos

FATORES TÉCNICOS

O fornecimento ininterrupto de energia e o custo de implantação são motivos para uma análise custo x benefício.

A continuidade no fornecimento a uma determinada carga é afetada pelo número de interrupções em um determinado período, bem como a sua duração.

A continuidade no fornecimento não depende apenas da subestação em si, mas também dos circuitos, LT’s etc. a ela conectados.

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICAsi, mas também dos circuitos, LT’s etc. a ela conectados. FATORES TÉCNICOS (Cont.) Algumas questões de

FATORES TÉCNICOS (Cont.)

Algumas questões de ordem técnica são importantes:

Os circuitos ligados à subestação permitem desligamento para manutenção do disjuntor respectivo na periodicidade desejada?

No caso de uma falta em um equipamento do circuito, este pode permanecer desligado até que seja consertado ou substituído? Em caso negativo, é possível uma interrupção momentânea para manobra de um equipamento reserva?

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICAmomentânea para manobra de um equipamento reserva? FATORES ECONÔMICOS Custo do Investimento (excluindo-se o

FATORES ECONÔMICOS

Custo do Investimento (excluindo-se o custo do terreno)

Custo do Investimento (excluindo-se o custo do terreno) Equipamentos principais de AT 48 a 55% Sistemas

Equipamentos principais de AT

48

a 55%

Sistemas de proteção, controle e medição

15

a 25%

Obras civis, estruturas e conexões de AT

20

a 30%

Montagens eletromecânicas

Aprox. 10%

Custo das Perdas

Montagens eletromecânicas Aprox. 10% Custo das Perdas Desprezível nas subestações de manobra, sem

Desprezível nas subestações de manobra, sem transformação

Considerável onde haja potências de transformação de valores significativos

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICAhaja potências de transformação de valores significativos FATORES ECONÔMICOS (cont.) Custo das interrupções  

FATORES ECONÔMICOS (cont.)

Custo das interrupções

FATORES ECONÔMICOS (cont.) Custo das interrupções   • Redução de receita Para concessionárias
 

• Redução de receita

Para concessionárias

• Penalidades

• Mau relacionamento com os consumidores

 

• Perda de produção

Para consumidores industriais

• Deterioramento dos insumos da produção

• Danos nos equipamentos fabris

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICAÁrea Necessária Condições Climáticas e Ambientais Implicações Ecológicas / Estéticas FATORES LOCAIS Esquema

Área Necessária

Condições Climáticas e Ambientais

Implicações Ecológicas / Estéticas

FATORES LOCAIS

Implicações Ecológicas / Estéticas FATORES LOCAIS Esquema elétrico mais complexo Necessidade de maior área

Esquema elétrico mais complexo

Esquema elétrico mais complexo Necessidade de maior área

Necessidade de maior área

Regiões com poluição

Regiões com poluição Desligamento periódico para limpeza (ex.: fábricas de cimento)

Desligamento periódico para limpeza

(ex.: fábricas de cimento)

Zonas urbanas

Zonas urbanas Requisitos arquitetônicos / paisagísticos

Requisitos arquitetônicos / paisagísticos

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICAZonas urbanas Requisitos arquitetônicos / paisagísticos FATORES POLÍTICOS E SOCIAIS Políticos Sociais

FATORES POLÍTICOS E SOCIAIS

Políticos

Sociais

Subordinam-se aos interesses do governoELÉTRICA FATORES POLÍTICOS E SOCIAIS Políticos Sociais Necessidades decorrentes do crescimento demográfico

Políticos Sociais Subordinam-se aos interesses do governo Necessidades decorrentes do crescimento demográfico

Necessidades decorrentes do crescimento demográfico associadas à economiaPolíticos Sociais Subordinam-se aos interesses do governo CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS

do crescimento demográfico associadas à economia CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICAdo crescimento demográfico associadas à economia FATORES ASSOCIADOS ÀS AMPLIAÇÕES / EXPANSÕES DA

FATORES ASSOCIADOS ÀS AMPLIAÇÕES / EXPANSÕES DA SUBESTAÇÃO

Ampliações / Expansões Futuras

EXPANSÕES DA SUBESTAÇÃO Ampliações / Expansões Futuras O conhecimento prévio das possíveis expansões /

O conhecimento prévio das possíveis expansões / ampliações facilita a implantação dos esquemas elétricos em todas as etapas, sem obras complexas e sem interrupção no fornecimento de energia.

Um bom planejamento deve permitir a evolução desde um esquema elétrico simples até um estágio complexo, de forma satisfatória e confiável.

Se a expansão / ampliação não tiverem sido previstas, pelo menos deve haver disponibilidade de área para efetivá-las.

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICAmenos deve haver disponibilidade de área para efetivá-las. ESQUEMAS ELÉTRICOS USUAIS PARA SUBESTAÇÕES DE ALTA TENSÃO

ESQUEMAS ELÉTRICOS USUAIS PARA

SUBESTAÇÕES DE ALTA TENSÃO

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICAREPRESENTAÇÃO GRÁFICA DOS ESQUEMAS ELÉTRICOS • Usualmente os esquemas elétricos contemplam apenas: Entradas e

REPRESENTAÇÃO GRÁFICA DOS ESQUEMAS ELÉTRICOS

• Usualmente os esquemas elétricos contemplam apenas:

Entradas e saídas de linhas (fontes e alimentações)

Chaves seccionadoras (manobras)

Disjuntores (manobras e proteção)

Barramentos (interligações)

• Existindo a transformação da tensão, os transformadores conectam

mais de um esquema elétrico nas diferentes tensões.

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICAmais de um esquema elétrico nas diferentes tensões. ESQUEMA ELÉTRICO COM BARRA SIMPLES CENTRO FEDERAL DE

ESQUEMA ELÉTRICO COM BARRA SIMPLES

INDUSTRIAL ELÉTRICA ESQUEMA ELÉTRICO COM BARRA SIMPLES CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICAINDUSTRIAL ELÉTRICA ESQUEMA ELÉTRICO COM BARRA SIMPLES CARACTERÍSTICAS PRINCIPAIS DO ESQUEMA ELÉTRICO COM BARRA

CARACTERÍSTICAS PRINCIPAIS DO ESQUEMA ELÉTRICO COM BARRA SIMPLES

Baixo investimento inicial

Máxima simplicidade

Boa facilidade de identificação dos circuitos

Baixa confiabilidade

Permite ser ampliada para um esquema mais complexo

Baixa flexibilidade

Requer desligamento total na barra para manutenção ou ampliação

O uso de by pass só é admissível e vantajoso em casos particulares (específicos), onde não complique demasiado os circuitos de proteção

Permite saídas de linha em qualquer direção, sem cruzamentos (desde que as expansões / ampliações tenham sido previstas)

Requer área mínima de pátio para arranjo físico

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICAtenham sido previstas) Requer área mínima de pátio para arranjo físico EXEMPLO DE BARRA SIMPLES EM

EXEMPLO DE BARRA SIMPLES EM SUBESTAÇÕES

DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA EXEMPLO DE BARRA SIMPLES EM SUBESTAÇÕES

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICAESQUEMA ELÉTRICO COM BARRA SIMPLES SECCIONADA CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA

ESQUEMA ELÉTRICO COM BARRA SIMPLES SECCIONADA

ELÉTRICA ESQUEMA ELÉTRICO COM BARRA SIMPLES SECCIONADA CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICAELÉTRICA ESQUEMA ELÉTRICO COM BARRA SIMPLES SECCIONADA CARACTERÍSTICAS PRINCIPAIS DO ESQUEMA ELÉTRICO COM BARRA

CARACTERÍSTICAS PRINCIPAIS DO ESQUEMA ELÉTRICO COM BARRA SIMPLES SECCIONADA

Investimento maior em relação ao esquema elétrico com barra simples

O

seccionamento aumenta área de pátio

Permite manter a metade da subestação em operação por ocasião de uma falha (ou manutenção) na barra

Permite ampliação da barra (desde que operando apenas com a metade da subestação)

Permite a distribuição a partir de duas fontes de suprimento e um bom número de saídas

Quando ocorre uma falha, o número de consumidores atendidos que sofre com a interrupção é reduzido

atendidos que sofre com a interrupção é reduzido CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA

ESQUEMA ELÉTRICO COM BARRA DUPLA E DISJUNTOR SIMPLES

ESQUEMA ELÉTRICO COM BARRA DUPLA E DISJUNTOR SIMPLES CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICAESQUEMA ELÉTRICO COM BARRA DUPLA E DISJUNTOR SIMPLES CARACTERÍSTICAS PRINCIPAIS DO ESQUEMA ELÉTRICO COM BARRA

CARACTERÍSTICAS PRINCIPAIS DO ESQUEMA ELÉTRICO COM BARRA DUPLA E DISJUNTOR SIMPLES

Permite manter toda subestação em operação durante a manutenção de uma barra (A) ou (B)

Permite manter toda subestação em operação durante a manutenção da

interligação

Permite manter toda subestação em operação durante as ampliações

Se as conexões à barra não forem todas elas do mesmo lado, a área de pátio aumenta em relação ao esquema elétrico com barra simples

É

uma solução vantajosa caso haja previsão de serviço em separado

das barras

O

custo em relação ao esquema elétrico com barra simples é maior em

função da maior área de pátio requerida

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICAEXEMPLO DE BARRA DUPLA EM SUBESTAÇÕES CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA

EXEMPLO DE BARRA DUPLA EM SUBESTAÇÕES

INDUSTRIAL ELÉTRICA EXEMPLO DE BARRA DUPLA EM SUBESTAÇÕES CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICAINDUSTRIAL ELÉTRICA EXEMPLO DE BARRA DUPLA EM SUBESTAÇÕES ESQUEMA ELÉTRICO COM BARRA DUPLA, DISJUNTOR SIMPLES E

ESQUEMA ELÉTRICO COM BARRA DUPLA, DISJUNTOR SIMPLES E BY PASS

ELÉTRICO COM BARRA DUPLA, DISJUNTOR SIMPLES E BY PASS CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICAELÉTRICO COM BARRA DUPLA, DISJUNTOR SIMPLES E BY PASS CARACTERÍSTICAS PRINCIPAIS DO ESQUEMA ELÉTRICO COM BARRA

CARACTERÍSTICAS PRINCIPAIS DO ESQUEMA ELÉTRICO COM BARRA DUPLA, DISJUNTOR SIMPLES E BY PASS

O

by pass permite efetuar a manutenção do disjuntor (utilizando-se o

disjuntor de interligação) sem desligar o circuito de saída

O

custo é superior ao do esquema barra dupla com disjuntor simples

(mais equipamentos, mais conexões, etc.)

Requer um complicado sistema de proteção e intertravamento

Embora esse esquema tenha sido utilizado não só no Brasil mas também no exterior, não é de todo recomendável pelas características acima mencionadas

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICAde todo recomendável pelas características acima mencionadas ESQUEMA ELÉTRICO COM BARRAS PRINCIPAL E DE TRANSFERÊNCIA

ESQUEMA ELÉTRICO COM BARRAS PRINCIPAL E DE TRANSFERÊNCIA

TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA ESQUEMA ELÉTRICO COM BARRAS PRINCIPAL E DE TRANSFERÊNCIA

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICACARACTERÍSTICAS PRINCIPAIS DO ESQUEMA ELÉTRICO COM BARRAS PRINCIPAL E DE TRANSFERÊNCIA Facilidade em permitir que

CARACTERÍSTICAS PRINCIPAIS DO ESQUEMA ELÉTRICO COM BARRAS PRINCIPAL E DE TRANSFERÊNCIA

Facilidade em permitir que o disjuntor (um de cada vez) seja substituído ou dada manutenção sem desligamento da carga

Facilidade de by pass dos disjuntores

Requer um quantitativo menor de seccionadoras em relação ao esquema anterior

menor de seccionadoras em relação ao esquema anterior CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA

ESQUEMA ELÉTRICO COM BARRA DUPLA E DISJUNTOR DUPLO

ESQUEMA ELÉTRICO COM BARRA DUPLA E DISJUNTOR DUPLO CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICAESQUEMA ELÉTRICO COM BARRA DUPLA E DISJUNTOR DUPLO CARACTERÍSTICAS PRINCIPAIS DO ESQUEMA ELÉTRICO COM BARRA

CARACTERÍSTICAS PRINCIPAIS DO ESQUEMA ELÉTRICO COM BARRA DUPLA E DISJUNTOR DUPLO

Não requer disjuntor de interligação entre barras

Permite a manutenção do disjuntor sem desligamento na saída respectiva

Custo mais elevado em relação aos esquemas anteriores, uma vez que o número de disjuntores é maior (fator negativo para a escolha)

Do ponto de vista de defeitos ou manutenção nas barras o desempenho é satisfatório pois as saídas podem ser mantidas ligadas a ambas barras, nada se perdendo ao desligar uma delas

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICApodem ser mantidas ligadas a ambas barras, nada se perdendo ao desligar uma delas ESQUEMA ELÉTRICO

ESQUEMA ELÉTRICO DISJUNTOR E MEIO

FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA ESQUEMA ELÉTRICO DISJUNTOR E MEIO
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA CARACTERÍSTICAS PRINCIPAIS DO

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA

CARACTERÍSTICAS PRINCIPAIS DO ESQUEMA ELÉTRICO DISJUNTOR E MEIO

Cada par de circuitos está em uma seção de barra separada e há três conjuntos de disjuntor + chaves para cada dois circuitos

Costuma dar boa confiabilidade. Tem sido muito empregado no Brasil e nos Estados Unidos para subestações de EAT

Aplicável a um mínimo de 4 saídas (melhor seriam 6), podendo se planejar um esquema inicialmente em anel para posteriormente transformá-lo em disjuntor e meio nas ampliações

Os equipamentos devem suportar a corrente de carga de duas saídas (disjuntor + chaves)

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICAa corrente de carga de duas saídas (disjuntor + chaves) CARACTERÍSTICAS PRINCIPAIS DO ESQUEMA ELÉTRICO DISJUNTOR

CARACTERÍSTICAS PRINCIPAIS DO ESQUEMA ELÉTRICO DISJUNTOR E MEIO (cont.)

Opera com qualquer um dos pares de circuito separados do restante do esquema

Do ponto de vista de visualização é bastante complexo, uma vez que cada disjuntor não está associado a apenas uma saída

Recomendado para subestações que manipulem grandes blocos de energia, devido à alta segurança contra perda de carga

O esquema como um todo é válido somente para disjuntores com TC’s em ambos os lados. Caso seja utilizado apenas um TC por disjuntor, perde-se as vantagens do esquema, pois pode ser desligado individualmente um elemento a mais para certos tipos de defeito.

um elemento a mais para certos tipos de defeito. CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA

ESQUEMA ELÉTRICO DISJUNTOR E UM TERÇO

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICAINDUSTRIAL ELÉTRICA ESQUEMA ELÉTRICO DISJUNTOR E UM TERÇO CARACTERÍSTICAS PRINCIPAIS DO ESQUEMA ELÉTRICO DISJUNTOR E

CARACTERÍSTICAS PRINCIPAIS DO ESQUEMA ELÉTRICO DISJUNTOR E UM TERÇO

Apresenta uma maior complexidade no seu arranjo físico

Exige uma maior área de pátio

Maior flexibilidade em relação ao esquema elétrico disjuntor e meio

Pouco usado e pouco recomendável

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICAESQUEMA ELÉTRICO BARRA DUPLA – 4 CHAVES CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS

ESQUEMA ELÉTRICO BARRA DUPLA –

4 CHAVES

ELÉTRICA ESQUEMA ELÉTRICO BARRA DUPLA – 4 CHAVES CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICAELÉTRICA ESQUEMA ELÉTRICO BARRA DUPLA – 4 CHAVES CARACTERÍSTICAS PRINCIPAIS DO ESQUEMA ELÉTRICO BARRA DUPLA

CARACTERÍSTICAS PRINCIPAIS DO ESQUEMA ELÉTRICO BARRA DUPLA – 4 CHAVES

Mais apropriado para sistemas de suprimento altamente interconectados

Cada circuito tem a capacidade de se conectar a uma ou outra barra

A seleção de barra pode ser feita sob carga

A ocorrência de uma falha na barra leva à perda de todos os circuitos

conectados à barra sob falha

Os circuitos com defeito podem ser transferidos para a barra sã e

restabelecidos

Neste esquema elétrico, apenas a barra B pode ser utilizada como barra de transferência

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICAa barra B pode ser utilizada como barra de transferência ESQUEMA ELÉTRICO BARRA DUPLA – 5

ESQUEMA ELÉTRICO BARRA DUPLA –

5 CHAVES

ELÉTRICA ESQUEMA ELÉTRICO BARRA DUPLA – 5 CHAVES CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICAELÉTRICA ESQUEMA ELÉTRICO BARRA DUPLA – 5 CHAVES CARACTERÍSTICAS PRINCIPAIS DO ESQUEMA ELÉTRICO BARRA DUPLA

CARACTERÍSTICAS PRINCIPAIS DO ESQUEMA ELÉTRICO BARRA DUPLA – 5 CHAVES

Mais apropriado para sistemas de suprimento altamente interconectados

Cada circuito tem a capacidade de se conectar a uma ou outra barra

A seleção de barra pode ser feita sob carga

A ocorrência de uma falha na barra leva à perda de todos os circuitos

conectados à barra sob falha

Os circuitos com defeito podem ser transferidos para a barra sã e

restabelecidos

Neste esquema elétrico, ambas as barras (A e B) podem ser utilizadas

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICAESQUEMA ELÉTRICO COM BARRA EM ANEL SIMPLES CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS

ESQUEMA ELÉTRICO COM BARRA EM ANEL SIMPLES

ELÉTRICA ESQUEMA ELÉTRICO COM BARRA EM ANEL SIMPLES CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICAELÉTRICA ESQUEMA ELÉTRICO COM BARRA EM ANEL SIMPLES CARACTERÍSTICAS PRINCIPAIS DO ESQUEMA ELÉTRICO COM BARRA

CARACTERÍSTICAS PRINCIPAIS DO ESQUEMA ELÉTRICO COM BARRA EM ANEL SIMPLES

Aplicável somente para um pequeno número de saídas pois, quando um disjuntor estiver em manutenção, a abertura do outro disjuntor não adjacente irá dividir o anel, podendo causar sérias perturbações no sistema

Requer seccionador de isolamento em todas as saídas, de modo a permitir a recomposição do anel caso seja necessário deixar uma saída desligada provisoriamente

Assim como em qualquer circuito em anel, todos os elementos desse circuito deverão ser dimensionados para suportar a corrente total da instalação e não apenas para cada saída em particular

Requer o uso de apenas um disjuntor por circuito

Cada circuito de saída permite dois caminhos de alimentação, tornando-o mais flexível

Requer maior área de pátio em relação ao esquema de barra simples equivalente

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICApátio em relação ao esquema de barra simples equivalente ESQUEMA ELÉTRICO ANEL MÚLTIPLO OU MODIFICADO CENTRO

ESQUEMA ELÉTRICO ANEL MÚLTIPLO OU MODIFICADO

ELÉTRICA ESQUEMA ELÉTRICO ANEL MÚLTIPLO OU MODIFICADO CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICAELÉTRICA ESQUEMA ELÉTRICO ANEL MÚLTIPLO OU MODIFICADO CARACTERÍSTICAS PRINCIPAIS DO ESQUEMA ELÉTRICO ANEL

CARACTERÍSTICAS PRINCIPAIS DO ESQUEMA ELÉTRICO ANEL MÚLTIPLO OU MODIFICADO

Melhora a confiabilidade em relação ao anel simples, porém, em alguns casos de desligamento de um disjuntor como o outro fora de serviço, pode também dividir o anel em duas partes

Valem as mesmas características apontadas para o anel simples quanto às saídas e o dimensionamento do anel

Do ponto de vista operacional, sua visualização é mais complexa, estando cada disjuntor associado a duas saídas, havendo certas saídas ligadas a até 3 disjuntores

Permite arranjos mais compactos e de maior flexibilidade na disposição do equipamento em relação aos esquemas com barras principais.

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICAARRANJO HÍBRIDO É a combinação de diferentes arranjos em uma subestação, seja por superposição de

ARRANJO HÍBRIDO

É a combinação de diferentes arranjos em uma subestação, seja

por superposição de dois esquemas elétricos, ou por adoção de

diferentes arranjos em circuitos individuais;

Geralmente possui alto custo;

A multiplicidade de procedimentos de operação e manutenção pode conduzir a uma má operação e redução da segurança;

Normalmente não recomendado.

e redução da segurança; Normalmente não recomendado. CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA

PROCEDIMENTOS DE REDE - ONS

• Configurações de barras para novas subestações:

Pátio de 765, 500, 440, e 345 kV: arranjo barra dupla com disjuntor e meio; Pátios 230 e 138 kV: arranjo barra dupla com disjuntor simples e quatro chaves.

• São permitidas variantes destas configurações, desde que:

Possa evoluir para os padrões citados anteriormente; Atenda aos requisitos mínimos do sistema de proteção, supervisão/controle e de telecomunicações do módulo 2.5 do Procedimento de Rede do ONS; Tenha desempenho, comprovado, igual ou superior aos padrões estabelecidos.

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICAcomprovado, igual ou superior aos padrões estabelecidos. EXEMPLO DE UM ESQUEMA ELÉTRICO COMPLETO (DIAGRAMA UNIFILAR

EXEMPLO DE UM ESQUEMA ELÉTRICO

COMPLETO

(DIAGRAMA UNIFILAR OPERACIONAL)

ESQUEMA ELÉTRICO COMPLETO (DIAGRAMA UNIFILAR OPERACIONAL) CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS

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CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICAAULA 7 Interpretação dos Diagramas Unifilares das Subestações Elétricas CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE

AULA 7

Interpretação dos Diagramas Unifilares das Subestações Elétricas

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICAdos Diagramas Unifilares das Subestações Elétricas QUAL O SIGNIFICADO DO TERMO “UNIFILAR”? “UNIFILAR”

QUAL O SIGNIFICADO DO TERMO “UNIFILAR”?

“UNIFILAR” SIGNIFICA DIZER QUE, EMBORA O SISTEMA ELÉTRICO POSSA INCORPORAR CIRCUITOS A DOIS OU MAIS CONDUTORES, O DIAGRAMA DEVE REPRESENTÁ-LO SEMPRE EM APENAS UMA LINHA.

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICAO DIAGRAMA DEVE REPRESENTÁ-LO SEMPRE EM APENAS UMA LINHA. DIAGRAMA TRIFILAR EXEMPLO DIAGRAMA UNIFILAR CENTRO FEDERAL

TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA DIAGRAMA TRIFILAR EXEMPLO DIAGRAMA UNIFILAR CENTRO FEDERAL

DIAGRAMA TRIFILAR

EXEMPLO

ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA DIAGRAMA TRIFILAR EXEMPLO DIAGRAMA UNIFILAR CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA
ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA DIAGRAMA TRIFILAR EXEMPLO DIAGRAMA UNIFILAR CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA

DIAGRAMA UNIFILAR

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICAELÉTRICA DIAGRAMA TRIFILAR EXEMPLO DIAGRAMA UNIFILAR A QUE FINALIDADES SE PRESTAM O DIAGRAMA UNIFILAR NA

A QUE FINALIDADES SE PRESTAM O DIAGRAMA UNIFILAR NA ENGENHARIA ELÉTRICA?

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICAREPRESENTAR, DE FORMA ESQUEMÁTICA, TODAS AS CONEXÕES (LINHAS, BARRAMENTOS, CABOS ETC ) REPRESENTAR, COM

REPRESENTAR, DE FORMA ESQUEMÁTICA, TODAS AS

CONEXÕES (LINHAS, BARRAMENTOS, CABOS ETC

)

REPRESENTAR, COM FIDELIDADE, TODAS FUNÇÕES

OPERACIONAIS DO SISTEMA ELÉTRICO (MANOBRAS,

INTERLIGAÇÕES, INTERTRAVAMENTOS ETC

)

REPRESENTAR TODOS OS EQUIPAMENTOS PRINCIPAIS DO CIRCUITO, DISPOSITIVOS DE MEDIÇÃO, PROTEÇÃO, COMANDO E ALARME.

INDICAR AS LINHAS DE ATUAÇÃO DOS DISPOSITIVOS DE PROTEÇÃO, COMANDO E ALARME.

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICAATUAÇÃO DOS DISPOSITIVOS DE PROTEÇÃO, COMANDO E ALARME. APRESENTAR OS PARÂMETROS ELÉTRICOS BÁSICOS DOS

APRESENTAR OS PARÂMETROS ELÉTRICOS BÁSICOS DOS

DISPOSITIVOS (RELAÇÃO DE TRANSFORMAÇÃO, EXATIDÃO, CORRENTE NOMINAL, CAPACIDADE DE RUPTURA DOS

DISJUNTORES, ETC

)

INDICAR AS BITOLAS E CLASSES DE TENSÃO NOMINAL DOS CONDUTORES ELÉTRICOS DOS CIRCUITOS PRINCIPAIS.

INDICAR, EM FORMA DE NOTAS, TODAS AS PARTICULARIDADES QUE MELHOR IDENTIFIQUEM O FUNCIONAMENTO DO SISTEMA ELÉTRICO.

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICAMELHOR IDENTIFIQUEM O FUNCIONAMENTO DO SISTEMA ELÉTRICO. LINHAS GRÁFICAS INSERIDAS EM UM DIAGRAMA UNIFILAR Circuitos

LINHAS GRÁFICAS INSERIDAS EM UM DIAGRAMA UNIFILAR

ELÉTRICA LINHAS GRÁFICAS INSERIDAS EM UM DIAGRAMA UNIFILAR Circuitos Principais de Força e Barramentos Secundário de

Circuitos Principais de Força e Barramentos

Secundário de Transformadores para Instrumentos (TP´s e TC´s)

Linhas de Atuação da Proteção, comando ou Alarme

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICAe TC´s) Linhas de Atuação da Proteção, comando ou Alarme PRINCIPAIS ETAPAS NA ELABORAÇÃO DO DIAGRAMA

PRINCIPAIS ETAPAS NA ELABORAÇÃO DO DIAGRAMA UNIFILAR

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICANA ELABORAÇÃO DE UM DIAGRAMA UNIFILAR, PODEMOS CONSIDERAR AS SEGUINTES ETAPAS: CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO

NA ELABORAÇÃO DE UM DIAGRAMA UNIFILAR, PODEMOS CONSIDERAR AS SEGUINTES ETAPAS:

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICADIAGRAMA UNIFILAR, PODEMOS CONSIDERAR AS SEGUINTES ETAPAS: a) DEFINIR A SIMBOLOGIA A SER UTILIZADA NA REPRESENTAÇÃO

a) DEFINIR A SIMBOLOGIA A SER UTILIZADA NA REPRESENTAÇÃO DOS COMPONENTES, O QUE DEVE SEGUIR UMA DETERMINADA NORMA.

EXEMPLOS:

O QUE DEVE SEGUIR UMA DETERMINADA NORMA. EXEMPLOS: CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS
O QUE DEVE SEGUIR UMA DETERMINADA NORMA. EXEMPLOS: CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICAO QUE DEVE SEGUIR UMA DETERMINADA NORMA. EXEMPLOS: b) DEFINIR A FILOSOFIA BÁSICA DE OPERAÇÃO DO

b) DEFINIR A FILOSOFIA BÁSICA DE OPERAÇÃO DO SISTEMA ELÉTRICO QUE SE QUER REPRESENTAR.

EXEMPLO 1:

QUADRO DE DISTRIBUIÇÃO DE SERVIÇOS AUXILIARES Vca, COM UM CIRCUITO GERAL DE ENTRADA E 5 CIRCUITOS DE SAÍDA.

COM UM CIRCUITO GERAL DE ENTRADA E 5 CIRCUITOS DE SAÍDA. CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICACOM UM CIRCUITO GERAL DE ENTRADA E 5 CIRCUITOS DE SAÍDA. EXEMPLO 2: QUADRO DE DISTRIBUIÇÃO

EXEMPLO 2:

DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA EXEMPLO 2: QUADRO DE DISTRIBUIÇÃO DE FORÇA ALIMENTANDO TRÊS CCM`s.
DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA EXEMPLO 2: QUADRO DE DISTRIBUIÇÃO DE FORÇA ALIMENTANDO TRÊS CCM`s.

QUADRO DE DISTRIBUIÇÃO DE FORÇA ALIMENTANDO TRÊS CCM`s.

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA Obs.: O exemplo 3

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA

TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA Obs.: O exemplo 3 a seguir tem por finalidade

Obs.: O exemplo 3 a seguir tem por finalidade apenas a interpretação do diagrama unifilar, não se presumindo, portanto, qualquer exatidão operacional e dimensional do circuito apresentado

EXEMPLO 3:

bay” DE TRANSFORMAÇÃO EM UMA SUBESTAÇÃO, REPRESENTANDO O CIRCUITO PRIMÁRIO, O TRANSFORMADOR ABAIXADOR E O CIRCUITO DE SAÍDA NO SECUNDÁRIO.

ABAIXADOR E O CIRCUITO DE SAÍDA NO SECUNDÁRIO . CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA

EXEMPLO 3 (Cont.):

INCLUSÃO DOS CIRCUITOS DE PROTEÇÃO, MEDIÇÃO E ALARME, ONDE NECESSÁRIO, INDICANDO O QUANTITATIVO DE CADA UM DELES, QUANDO FOR DIFERENTE DE UMA UNIDADE.

DE CADA UM DELES, QUANDO FOR DIFERENTE DE UMA UNIDADE. CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA

EXEMPLO 3 (Cont.):

INCLUSÃO DAS LINHAS DE ATUAÇÃO DA PROTEÇÃO, BEM COMO DAQUELAS RELATIVAS À SINALIZAÇÃO DE ALARME.

BEM COMO DAQUELAS RELATIVAS À SINALIZAÇÃO DE ALARME. CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS

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EXEMPLO 3 (Cont.):

REGISTRO DOS PRINCIPAIS DADOS TÉCNICOS NOMINAIS DOS COMPONENTES.

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICAEXEMPLO 3 (Cont.): DIAGRAMA UNIFILAR CONCLUÍDO! CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA

TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA EXEMPLO 3 (Cont.): DIAGRAMA UNIFILAR CONCLUÍDO! CENTRO

EXEMPLO 3 (Cont.):

DIAGRAMA UNIFILAR

CONCLUÍDO!

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICAELÉTRICA EXEMPLO 3 (Cont.): DIAGRAMA UNIFILAR CONCLUÍDO! OUTRAS FORMAS DE SE ELABORAR UM DIAGRAMA UNIFILAR CENTRO

OUTRAS FORMAS DE SE ELABORAR UM DIAGRAMA UNIFILAR

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICAELÉTRICA OUTRAS FORMAS DE SE ELABORAR UM DIAGRAMA UNIFILAR NA DISTRIBUIÇÃO DE FORÇA, É COMUM APRESENTAR

NA DISTRIBUIÇÃO DE FORÇA, É COMUM APRESENTAR PARTE DO DIAGRAMA UNIFILAR EM FORMA DE SAÍDAS
NA DISTRIBUIÇÃO DE FORÇA, É COMUM APRESENTAR
PARTE DO DIAGRAMA UNIFILAR EM FORMA DE SAÍDAS
TÍPICAS. EXEMPLO:

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICADO DIAGRAMA UNIFILAR EM FORMA DE SAÍDAS TÍPICAS. EXEMPLO: NOS PAINÉIS DE SERVIÇOS AUXILIRES Vca, É

NOS PAINÉIS DE SERVIÇOS AUXILIRES Vca, É COMUM APRESENTAR PARTE DO DIAGRAMA EM FORMA DE LISTA DE CARGAS. P. EX.:

NOS PAINÉIS DE SERVIÇOS AUXILIRES Vca, É COMUM APRESENTAR PARTE DO DIAGRAMA EM FORMA DE LISTA
NOS PAINÉIS DE SERVIÇOS AUXILIRES Vca, É COMUM APRESENTAR PARTE DO DIAGRAMA EM FORMA DE LISTA
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA CONSIDERAÇÕES FINAIS CENTRO

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA

CONSIDERAÇÕES FINAIS

ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA CONSIDERAÇÕES FINAIS CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA

UM DIAGRAMA UNIFILAR DEVE ESPELHAR SEMPRE A SITUAÇÃO ATUALIZADA DO SISTEMA ELÉTRICO QUE ELE REPRESENTA.

DESTA FORMA, TODAS AMPLIAÇÕES, REVISÕES ETC QUE OCORREREM NO SISTEMA ELÉTRICO DEVERÃO SER INCORPORADAS DE IMEDIATO AO DIAGRAMA UNIFILAR RESPECTIVO (AS BUILT).

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA AULA 8 Diretrizes para
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS
ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA
AULA 8
Diretrizes para Elaboração de
Arranjos Físicos de Subestações
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA QUE SIGNIFICA “ARRANJO
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ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA
QUE SIGNIFICA “ARRANJO FÍSICO” DE UMA
SUBESTAÇÃO?
Arranjo físico de uma subestação nada mais é do que a
representação em desenhos (plantas, elevações e cortes)
devidamente cotados, de todos os equipamentos montados
segundo as diretrizes impostas pelas normas e pelas boas práticas
das instalações para:
• ancoragem nos pórticos de LT’s e saídas de RD’s;
• estrutura suporte para barramentos e equipamentos;
• barramentos e conexões entre equipamentos;
• montagem dos equipamentos diversos (Chaves, TC’s, TP’s, etc.);
• disposição das circulações, passagens de veículos, pedestres etc.
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA QUE PRINCIPAIS PRÉ-REQUISITOS
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ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA
QUE PRINCIPAIS PRÉ-REQUISITOS DEVEM ESTAR
DEFINIDOS PARA SE PROJETAR O ARRANJO
FÍSICO DE UMA SUBESTAÇÃO?
• Área do terreno já escolhida
• Diagrama Unifilar já consolidado
• Acesso à subestação já definido
• Posicionamento das chegadas de e saídas de LT’s ou RD’s
já definido
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA Para se dar início
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS
ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA
Para se dar início à concepção do ”arranjo físico da subestação ”, é
imprescindível que sejam do conhecimento do projetista civil os
seguintes elementos:
• Marcos topográficos Mx, My, Mz e Mw (*)
• Nível da elevação do terreno já terraplenado
• Indicação da direção dos nortes de projeto e magnético
(*) Todas as cotas da subestação devem ser referidas aos eixos
formados pelas retas Mx – My e Mz – Mw.
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA DISTANCIAMENTO ELÉTRICO •
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ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA
DISTANCIAMENTO ELÉTRICO
• Em uma instalação onde os níveis de tensão já estejam definidos, é
importante se avaliar as distâncias (mínimas e recomendadas) para os
afastamentos entre condutores sob tensão (fase-fase e fase-terra,
passagem de pedestres e de veículos);
Obs: A preferência deve recair sobre as
distâncias recomendadas; distâncias
mínimas somente devem ser aceitas
quando não existir outra alternativa.
• Os valores usuais estão apresentados
na tabela a seguir.
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA DISTÂNCIAS ELÉTRICAS A
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS
ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA
DISTÂNCIAS ELÉTRICAS A RESPEITAR PARA
PROJETOS DE SUBESTAÇÕES EXTERNAS (mm)
Condutores Flexíveis
Condutores Rígidos sob Tensão
Altura
Altura
Vnom.
sob Tensão
Mínima
Mínima
do sist.
TSI (kV)
Ø – Ø
Ø – T
Ø – Ø
Ø – T
Passagem
Passagem
(kV)
Pedestres
Veículos
Mín.
Recom.
Mín.
Recom.
Mín.
Recom.
13,8
110
250
400
190
260
3000
6800
23
150
360
600
280
310
3000
6800
34,5
200
450
800
350
390
800+fmax
390+fmax
3000
6800
69
350
870
1500
680
740
1500+fmax
740+fmax
3600
7000
138
650
1720
2500
1330
1350
2500+fmax
1350+fmax
4000
8000
900
2440
3350
1900
1930
3350+fmax
1930+fmax
230
5000
8600
1050
2840
3950
2200
2300
3950+fmax
2300+fmax
345
1300
3100
4500
2750
2900
4500+fmax
2900+fmax
6000
10000
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA OUTRAS RECOMENDAÇÕES
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS
ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA
OUTRAS RECOMENDAÇÕES REFERENTES À
DISPOSIÇÃO DOS EQUIPAMENTOS NO
ARRANJO FÍSICO DA SUBESTAÇÃO
Observar para a distância entre dois equipamentos adjacentes numa
mesma fase:
• o vão máximo (flecha máxima admissível do condutor de
interligação, seja ele rígido ou flexível);
• o espaçamento mínimo em torno de cada equipamento destinado
à sua manutenção;
• o espaçamento mínimo para acesso de veículos que transportem
equipamentos e materiais destinados às montagens/manutenção
Estudar a melhor solução para o acesso de pessoas e veículos;
Estudar os raios de curvatura para manobras de caminhões e
carretas nas vias de circulação no interior da subestação;
Estudar criteriosamente os meios de retirada dos transformadores
principais (principalmente quando se tratar de mais de uma unidade)
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA OUTRAS RECOMENDAÇÕES
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS
ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA
OUTRAS RECOMENDAÇÕES REFERENTES À
DISPOSIÇÃO DOS EQUIPAMENTOS NO
ARRANJO FÍSICO DA SUBESTAÇÃO (cont.)
Todo pátio de equipamentos deve ser coberto com uma camada de
100 mm de pedra britada;
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA OUTRAS RECOMENDAÇÕES
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS
ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA
OUTRAS RECOMENDAÇÕES REFERENTES À
DISPOSIÇÃO DOS EQUIPAMENTOS NO
ARRANJO FÍSICO DA SUBESTAÇÃO (cont.)
A distância elétrica fase-terra nas condições de chave de manobra
aberta e fechada pode variar, dependendo do tipo construtivo da
chave. Veja o exemplo abaixo para uma subestação classe 138 kV:
Obs.: neste caso, confirmar se a menor distância verificada atende à
“distância elétrica” mínima exigida.
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA CARREGAMENTO MÁXIMO NOS
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS
ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA
CARREGAMENTO MÁXIMO NOS PÓRTICOS DE
ANCORAGEM DE LT’s NAS SE’s DE A.T.
Esforço de Tração por Condutor (kgf)
Condutor
13,8 kV
23 kV
34,5 kV
69 kV
138 kV
230 kV
345 kV
Fase
200
200
200
1000
1000
2000
2000
Cabo Para-raios
150
600
600
1000
1000
kgf
kgf
kgf
Condutor Fase
Cabo Para-raios
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA DISTÂNCIA MÍNIMA ENTRE VIGAS
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS
ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA
DISTÂNCIA MÍNIMA ENTRE VIGAS DE
ANCORAGEM E CABOS PARA-RAIOS NAS
SUBESTAÇÕES DE A.T.
Distância Mínima A (mm)
13,8 kV
23 kV
34,5 kV
69 kV
138 kV
230 kV
345 kV
2000
3000
3500
5000
7000
A
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA ALTURA MÍNIMA DAS VIGAS
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS
ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA
ALTURA MÍNIMA DAS VIGAS DE ANCORAGEM
DE LT’s NAS SUBESTAÇÕES DE A.T.
Altura Mínima A (mm)
13,8 kV
23 kV
34,5 kV
69 kV
138 kV
230 kV
345 kV
6300
6300
8000
9500
12000
18000
20000
A
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA DISTÂNCIAS ENTRE CONDUTORES E
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS
ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA
DISTÂNCIAS ENTRE CONDUTORES E PÓRTICO DE
CHEGADA DE LT’s
Distâncias Mínimas (mm)
13,8 kV
23 kV
34,5 kV
69 kV
138 kV
230 kV
345 kV
A 700
1520
2400
3250
5600
6000
B 550
1180
2100
2250
4400
5000
B A
A
B
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA ALTURAS MÍNIMAS ENTRE A
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS
ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA
ALTURAS MÍNIMAS ENTRE A BASE DO EQUIP. / SOLO (A)
E CONDUTOR VIVO / SOLO (B)
Alturas Mínimas (mm)
13,8 kV
23 kV
34,5 kV
69 kV
138 kV
230 kV
345 kV
A 2500
2500
2500
2500
2500
2500
2500
B 3100
3100
3100
3600
4100
5100
6100
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA DISTÂNCIAS MÍNIMAS EM
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS
ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA
DISTÂNCIAS MÍNIMAS EM ESTRUTURAS DE
BARRAMENTOS RÍGIDOS
Distâncias Mínimas (mm)
13,8 kV
23 kV
34,5 kV
69 kV
138 kV
230 kV
345 kV
A 400
600
800
1500
2500
4000
4500
B 4000
4000
4000
5500
7000
9000
11000
A
A
B
A A CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA DISTÂNCIAS MÍNIMAS
A
A
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS
ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA
DISTÂNCIAS MÍNIMAS EM ESTRUTURAS DE
BARRAMENTOS FLEXÍVEIS
Distâncias Mínimas (mm)
13,8 kV
23 kV
34,5 kV
69 kV
138 kV
230 kV
345 kV
A 450
800
1520
2500
3250
5600
6000
B 5100
5100
6500
7100
8100
12100
13100
B
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA ASPECTOS RELEVANTES DO ARRANJO
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS
ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA
ASPECTOS RELEVANTES DO ARRANJO
FÍSICO RELACIONADOS ÀS OBRAS CIVIS
DAS SUBESTAÇÕES
Localização da casa de controle no layout da subestação
Localização das bases suporte de equipamentos e estruturas
Sistema de abastecimento de água e rede de esgoto
Sistema de drenagem pluvial
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA EQUIPAMENTOS DA CASA DE
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS
ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA
EQUIPAMENTOS DA CASA DE CONTROLE
Inicialmente deve se dispor das dimensões e quantitativos dos
equipamentos que serão instalados na casa de controle, p. ex.:
• painéis de comando, medição
e sinótico;
• painéis de serviços auxiliares
(Vca e Vcc);
•••• cubículos do sistema de
comunicação (carrier);
•••• sistema de rádio comunicação;
•••• painel retificador de tensão.
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA EQUIPAMENTOS DA CASA DE
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS
ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA
EQUIPAMENTOS DA CASA DE CONTROLE(cont.)
Inicialmente deve se dispor das dimensões e quantitativos dos
equipamentos que serão instalados na casa de controle, p. ex.:
• sistema supervisório;
• medição digitalizada;
• baterias acumuladoras.
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA COMPARTIMENTOS DA CASA DE
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS
ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA
COMPARTIMENTOS DA CASA DE CONTROLE
Com base nesses dados, projeta-se a disposição dos
mesmos, sendo usual:
• 01 sala de painéis;
• 01 sala para o conjunto de baterias acumuladoras;
• 01 instalação sanitária completa;
• 01 depósito de pequenos materiais (relés, instrumentos
de teste, etc.)
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA LOCALIZAÇÃO DA CASA DE
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS
ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA
LOCALIZAÇÃO DA CASA DE CONTROLE NO
LAYOUT DA SUBESTAÇÃO
Prever canaletas sob os painéis, de modo a receber com facilidade de
montagem e manutenção os cabos de B.T. provenientes do pátio de
equipamentos (secundário de TC’s, TP’s, comando de disjuntores,
chaves seccionadoras, transformadores, etc.);
Posicionar a casa de controle em local onde a fiação de B.T. seja a
mais centralizada possível em relação aos equipamentos de origem
no pátio externo;
Estudar um fácil acesso para os veículos que transportem os
equipamentos a serem instalados no interior da casa de controle;
Sempre que possível, posicionar a casa de controle próxima do
portão de acesso à subestação;
Fornecer ao projetista de civil / arquitetura o padrão desejado de
acabamento;
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA EXEMPLO DE PROJETO DE
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS
ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA
EXEMPLO DE PROJETO DE CASA DE
CONTROLE DE SUBESTAÇÕES
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA EXEMPLO DE PROJETO DE
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS
ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA
EXEMPLO DE PROJETO DE CASA DE
CONTROLE DE SUBESTAÇÕES (cont.)
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA OBRAS CIVIS (BASES SUPORTES)
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ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA
OBRAS CIVIS (BASES SUPORTES)
Após consolidado o
arranjo dos
equipamentos em
conformidade com
as distâncias
definidas, deve-se
preparar uma planta
com a localização
de todas as bases
de estruturas
suportes,
equipamentos, casa
de controle, cerca
externa, portões,
circulações e
acesso;
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ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA
OBRAS CIVIS (BASES SUPORTES) cont.
As bases (fundações) civis normalmente são niveladas a 200 mm
acima da cota de nível de referência do solo terraplenado;
mm002
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ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA
OBRAS CIVIS (BASES SUPORTES) cont.
As cotas de locação são lançadas entre os eixos principais de cada
base e devem ser rigorosamente conferidas antes do início das obras.
Um erro, por menor que seja, pode causar prejuízos irreparáveis na
etapa de montagem dos equipamentos e estruturas.
Distância
das entre
eixos
bases
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ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA
OBRAS CIVIS (BASES SUPORTES) cont.
Da mesma forma, devem ser locadas todas as outras bases, cercas,
portões, canaletas para cabos, paredes corta-fogo, etc.
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ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA
OBRAS CIVIS (BASES SUPORTES) cont.
As bases dos transformadores
principais deverão ser projetadas para
escoar, além das águas da drenagem
pluvial, eventuais descargas de óleo
em compartimentos específicos;
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA SISTEMA DE ABASTECIMENTO DE
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ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA
SISTEMA DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA E
REDE DE ESGOTO
Trata-se de uma necessidade básica em qualquer instalação a
existência do abastecimento de água e o seu conseqüente
escoamento após o uso, o que é feito via esgoto sanitário;
Para cada subestação, a solução adotada é específica. O conveniente
é que já exista uma infra-estrutura de saneamento básico na área de
abrangência da subestação;
Inexistindo redes de água e esgoto, a solução é a construção de uma
cisterna. Nesse caso, corre-se o risco de não encontrar água no
subsolo ou localizá-la muito profunda;
Outra alternativa é a construção de um poço artesiano. Nesse caso, os
custos decorrentes são maiores (tubulação, bombeamento);
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SISTEMA DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA E
REDE DE ESGOTO (cont.)
A solução de última
hipótese é a
construção de uma
caixa d’água (em geral
20.000 litros) em um
local mais elevado
possível, com a água
descendo por
gravidade e
dispensando o
bombeamento. Esta
caixa é abastecida por
caminhão pipa;
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SISTEMA DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA E
REDE DE ESGOTO (cont.)
Da mesma forma, a solução para o esgoto sanitário passa pela
existência de uma infra-estrutura no local ou na construção de uma
fossa séptica devidamente dimensionada e em local previamente
escolhido.
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA DICAS PARA UMA CORRETA
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ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA
DICAS PARA UMA CORRETA ELABORAÇÃO DE
ARRANJO FÍSICO DE SUBESTAÇÕES
1 – Analise o diagrama unifilar definitivo. Uma vez definidas as
direções das linhas aéreas de chegada e saída, inicie por um “bay”
mais extenso (p. ex.: o bay de entrada de linha até o barramento
principal);
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DICAS PARA UMA CORRETA ELABORAÇÃO DE
ARRANJO FÍSICO DE SUBESTAÇÕES (cont.)
2 – Faça esboços do arranjo desse bay em cortes longitudinais e
transversais (sempre se lembrando que as conexões são normalmente
trifásicas e a visão espacial nesse caso é fundamental);
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DICAS PARA UMA CORRETA ELABORAÇÃO DE
ARRANJO FÍSICO DE SUBESTAÇÕES (cont.)
3 – Utilize as distâncias elétricas recomendadas (fase-fase, fase-terra,
passagem de pedestres, passagem de veículos, etc.);
4 – Projetar sempre lembrando-se dos espaços destinados a uma
eventual manutenção dos equipamentos (entrada e saída de veículos e
materiais);
5 – As vias de circulação de veículos devem possuir raios de curvatura
adequados, de modo a se evitar manobras indesejáveis;