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Tele Norte Leste Participações S.A.

Telemar Norte Leste S.A.

Brasil Telecom S.A.

Tele Norte Celular Participações S.A.

Brasil Telecom Participações S.A.

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SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa
CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS
ITR - INFORMAÇÕES TRIMESTRAIS Data-Base - 30/06/2007 Legislação Societária
EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS

O REGISTRO NA CVM NÃO IMPLICA QUALQUER APRECIAÇÃO SOBRE A COMPANHIA , SENDO OS SEUS
ADMINISTRADORES RESPONSÁVEIS PELA VERACIDADE DAS INFORMAÇÕES PRESTADAS.

01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

01765-5 TELE NORTE LESTE PARTICIPAÇÕES S/A 02.558.134/0001-58


4 - NIRE

3330026253-9

01.02 - SEDE

1 - ENDEREÇO COMPLETO 2 - BAIRRO OU DISTRITO

Rua Humberto de Campos, 425 - 8º andar Leblon


3 - CEP 4 - MUNICÍPIO 5 - UF

22430-190 Rio de Janeiro RJ


6 - DDD 7 - TELEFONE 8 - TELEFONE 9 - TELEFONE 10 - TELEX

021 3131-1208 3131-1110 3131-1315


11 - DDD 12 - FAX 13 - FAX 14 - FAX

021 3131-1144 3131-1155 -


15 - E-MAIL

invest@oi.net.br

01.03 - DIRETOR DE RELAÇÕES COM INVESTIDORES (Endereço para Correspondência com a Companhia)

1 - NOME

José Luís Magalhães Salazar


2 - ENDEREÇO COMPLETO 3 - BAIRRO OU DISTRITO

Rua Humberto de Campos, 425 - 8º andar Leblon


4 - CEP 5 - MUNICÍPIO 6 - UF

22430-190 Rio de Janeiro RJ


7 - DDD 8 - TELEFONE 9 - TELEFONE 10 - TELEFONE 11 - TELEX

021 3131-1123 - -
12 - DDD 13 - FAX 14 - FAX 15 - FAX

021 3131-1155 - -
16 - E-MAIL

jls@oi.net.br

01.04 - REFERÊNCIA / AUDITOR

EXERCÍCIO SOCIAL EM CURSO TRIMESTRE ATUAL TRIMESTRE ANTERIOR

1 - INÍCIO 2 - TÉRMINO 3 - NÚMERO 4 - INÍCIO 5 - TÉRMINO 6 - NÚMERO 7 - INÍCIO 8 - TÉRMINO

01/01/2007 31/12/2007 2 01/04/2007 30/06/2007 1 01/01/2007 31/03/2007


9 - NOME/RAZÃO SOCIAL DO AUDITOR 10 - CÓDIGO CVM

BDO Trevisan Auditores Independentes 00210-0


11 - NOME DO RESPONSÁVEL TÉCNICO 12 - CPF DO RESP. TÉCNICO

José Luiz de Souza Gurgel 918.587.207-53

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01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

01765-5 TELE NORTE LESTE PARTICIPAÇÕES S/A 02.558.134/0001-58

01.05 - COMPOSIÇÃO DO CAPITAL SOCIAL

Número de Ações 1 - TRIMESTRE ATUAL 2 - TRIMESTRE ANTERIOR 3 - IGUAL TRIMESTRE EX. ANTERIOR

(Mil) 30/06/2007 31/03/2007 30/06/2006


Do Capital Integralizado
1 - Ordinárias 130.612 130.612 130.612
2 - Preferenciais 261.223 261.223 261.223
3 - Total 391.835 391.835 391.835
Em Tesouraria
4 - Ordinárias 3.238 3.238 3.238
5 - Preferenciais 6.476 6.476 6.476
6 - Total 9.714 9.714 9.714

01.06 - CARACTERÍSTICAS DA EMPRESA

1 - TIPO DE EMPRESA

Empresa Comercial, Industrial e Outras


2 - TIPO DE SITUAÇÃO

Operacional
3 - NATUREZA DO CONTROLE ACIONÁRIO

Nacional Holding
4 - CÓDIGO ATIVIDADE

1130 - Telecomunicações
5 - ATIVIDADE PRINCIPAL
Exploração dos serviços de telecomunicações

6 - TIPO DE CONSOLIDADO

Total
7 - TIPO DO RELATÓRIO DOS AUDITORES

Sem Ressalva

01.07 - SOCIEDADES NÃO INCLUÍDAS NAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS

1 - ITEM 2 - CNPJ 3 - DENOMINAÇÃO SOCIAL

01.08 - PROVENTOS EM DINHEIRO DELIBERADOS E/OU PAGOS DURANTE E APÓS O TRIMESTRE

1 - ITEM 2 - EVENTO 3 - APROVAÇÃO 4 - PROVENTO 5 - INÍCIO PGTO. 6 - ESPÉCIE E 7 - VALOR DO PROVENTO P/ AÇÃO
CLASSE DE
AÇÃO

01 AGO 11/04/2007 Juros Sobre Capital Próprio 20/04/2007 ON 0,6711000000


02 AGO 11/04/2007 Juros Sobre Capital Próprio 20/04/2007 PN 0,6711000000
03 AGO 11/04/2007 Dividendo 20/04/2007 ON 0,0789000000
04 AGO 11/04/2007 Dividendo 20/04/2007 PN 0,0789000000

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01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

- . . / -

01.09 - CAPITAL SOCIAL SUBSCRITO E ALTERAÇÕES NO EXERCÍCIO SOCIAL EM CURSO

1- ITEM 2 - DATA DA 3 - VALOR DO CAPITAL SOCIAL 4 - VALOR DA ALTERAÇÃO 5 - ORIGEM DA ALTERAÇÃO 7 - QUANTIDADE DE AÇÕES EMITIDAS 8 - PREÇO DA AÇÃO NA
ALTERAÇÃO EMISSÃO
(Reais Mil) (Reais Mil) (Mil)
(Reais)

01.10 - DIRETOR DE RELAÇÕES COM INVESTIDORES

1 - DATA 2 - ASSINATURA

02/08/2007

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01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

01765-5 TELE NORTE LESTE PARTICIPAÇÕES S/A 02.558.134/0001-58

02.01 - BALANÇO PATRIMONIAL ATIVO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 - 30/06/2007 4 - 31/03/2007

1 Ativo Total 12.205.637 12.127.338


1.01 Ativo Circulante 1.156.938 1.520.899
1.01.01 Disponibilidades 785.310 641.288
1.01.02 Créditos 0 0
1.01.02.01 Clientes 0 0
1.01.02.02 Créditos Diversos 0 0
1.01.03 Estoques 0 0
1.01.04 Outros 371.628 879.611
1.01.04.01 Tributos Diferidos e a Recuperar 331.751 321.564
1.01.04.02 Dividendos e Juros s/o Capital Próprio 12.835 542.801
1.01.04.03 Adiantamento a Fornecedores 1.649 0
1.01.04.04 Despesas Antecipadas 16.640 6.688
1.01.04.05 Demais Ativos 8.753 8.558
1.02 Ativo Não Circulante 11.048.699 10.606.439
1.02.01 Ativo Realizável a Longo Prazo 428.503 446.447
1.02.01.01 Créditos Diversos 208.348 204.074
1.02.01.01.01 Tributos Diferidos e a Recuperar 196.539 192.265
1.02.01.01.02 Créditos a Receber 11.809 11.809
1.02.01.02 Créditos com Pessoas Ligadas 152.289 147.194
1.02.01.02.01 Com Coligadas e Equiparadas 0 0
1.02.01.02.02 Com Controladas 152.289 147.194
1.02.01.02.03 Com Outras Pessoas Ligadas 0 0
1.02.01.03 Outros 67.866 95.179
1.02.01.03.01 Depósitos e Bloqueios Judiciais 6.686 6.624
1.02.01.03.02 Incentivos Fiscais 9.286 9.286
1.02.01.03.03 Despesas Antecipadas 51.787 79.162
1.02.01.03.04 Demais Ativos 107 107
1.02.02 Ativo Permanente 10.620.196 10.159.992
1.02.02.01 Investimentos 10.613.534 10.152.947
1.02.02.01.01 Participações Coligadas/Equiparadas 0 0
1.02.02.01.02 Participações Coligadas/Equiparadas-Ágio 0 0
1.02.02.01.03 Participações em Controladas 10.605.902 10.145.315
1.02.02.01.04 Participações em Controladas - Ágio 0 0
1.02.02.01.05 Outros Investimentos 7.632 7.632
1.02.02.02 Imobilizado 3.889 4.109
1.02.02.03 Intangível 2.773 2.936
1.02.02.04 Diferido 0 0

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01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

01765-5 TELE NORTE LESTE PARTICIPAÇÕES S/A 02.558.134/0001-58

02.02 - BALANÇO PATRIMONIAL PASSIVO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 - 30/06/2007 4 - 31/03/2007

2 Passivo Total 12.205.637 12.127.338


2.01 Passivo Circulante 471.448 780.976
2.01.01 Empréstimos e Financiamentos 357.057 367.912
2.01.02 Debêntures 0 0
2.01.03 Fornecedores 3.969 4.802
2.01.04 Impostos, Taxas e Contribuições 15.582 16.784
2.01.04.01 Tributos a Recolher e Diferidos 1.763 1.951
2.01.04.02 REFIS II-Programa Refinanciamento Fiscal 13.819 14.833
2.01.05 Dividendos a Pagar 90.480 387.078
2.01.06 Provisões 0 0
2.01.07 Dívidas com Pessoas Ligadas 0 0
2.01.08 Outros 4.360 4.400
2.01.08.01 Salários, Encargos Sociais e Benefícios 1.481 1.503
2.01.08.02 Demais Obrigações 2.879 2.897
2.02 Passivo Não Circulante 1.676.937 1.741.205
2.02.01 Passivo Exigível a Longo Prazo 1.676.937 1.741.205
2.02.01.01 Empréstimos e Financiamentos 1.287.873 1.328.821
2.02.01.02 Debêntures 0 0
2.02.01.03 Provisões 1.224 3.218
2.02.01.04 Dívidas com Pessoas Ligadas 168.950 189.252
2.02.01.05 Adiantamento para Futuro Aumento Capital 0 0
2.02.01.06 Outros 218.890 219.914
2.02.01.06.01 REFIS II-Programa Refinanciamento Fiscal 150.765 150.813
2.02.01.06.02 Demais Obrigações 68.125 69.101
2.02.02 Resultados de Exercícios Futuros 0 0
2.04 Patrimônio Líquido 10.057.252 9.605.157
2.04.01 Capital Social Realizado 4.688.731 4.688.731
2.04.02 Reservas de Capital 25.083 25.083
2.04.03 Reservas de Reavaliação 0 0
2.04.03.01 Ativos Próprios 0 0
2.04.03.02 Controladas/Coligadas e Equiparadas 0 0
2.04.04 Reservas de Lucro 4.564.060 4.564.060
2.04.04.01 Legal 209.975 209.975
2.04.04.02 Estatutária 0 0
2.04.04.03 Para Contingências 0 0
2.04.04.04 De Lucros a Realizar 0 0
2.04.04.05 Retenção de Lucros 0 0
2.04.04.06 Especial p/ Dividendos Não Distribuídos 0 0
2.04.04.07 Outras Reservas de Lucro 4.354.085 4.354.085
2.04.04.07.01 Reserva de Investimentos 4.727.351 4.727.351
2.04.04.07.02 Ações em Tesouraria (373.266) (373.266)

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01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

01765-5 TELE NORTE LESTE PARTICIPAÇÕES S/A 02.558.134/0001-58

02.02 - BALANÇO PATRIMONIAL PASSIVO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 -30/06/2007 4 -31/03/2007

2.04.05 Lucros/Prejuízos Acumulados 779.378 327.283


2.04.06 Adiantamento para Futuro Aumento Capital 0 0

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01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

01765-5 TELE NORTE LESTE PARTICIPAÇÕES S/A 02.558.134/0001-58

03.01 - DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 - 01/04/2007 a 30/06/2007 4 - 01/01/2007 a 30/06/2007 5 - 01/04/2006 a 30/06/2006 6 - 01/01/2006 a 30/06/2006

3.01 Receita Bruta de Vendas e/ou Serviços 0 0 0 0


3.02 Deduções da Receita Bruta 0 0 0 0
3.03 Receita Líquida de Vendas e/ou Serviços 0 0 0 0
3.04 Custo de Bens e/ou Serviços Vendidos 0 0 0 0
3.05 Resultado Bruto 0 0 0 0
3.06 Despesas/Receitas Operacionais 447.818 762.358 303.367 463.939
3.06.01 Com Vendas 0 0 0 0
3.06.02 Gerais e Administrativas (6.221) (16.526) (13.952) (22.516)
3.06.03 Financeiras (7.548) (39.158) (53.799) (139.460)
3.06.03.01 Receitas Financeiras 26.724 46.716 64.195 142.062
3.06.03.02 Despesas Financeiras (34.272) (85.874) (117.994) (281.522)
3.06.04 Outras Receitas Operacionais 2 1.925 0 0
3.06.05 Outras Despesas Operacionais 1.014 (1.022) (2.786) (3.434)
3.06.06 Resultado da Equivalência Patrimonial 460.571 817.139 373.904 629.349
3.07 Resultado Operacional 447.818 762.358 303.367 463.939
3.08 Resultado Não Operacional 0 0 (271) (271)
3.08.01 Receitas 0 0 0 0
3.08.02 Despesas 0 0 (271) (271)
3.09 Resultado Antes Tributação/Participações 447.818 762.358 303.096 463.668
3.10 Provisão para IR e Contribuição Social 0 0 (45.712) (47.447)
3.11 IR Diferido 4.277 17.020 9.763 (20.028)
3.12 Participações/Contribuições Estatutárias 0 0 0 0
3.12.01 Participações 0 0 0 0
3.12.02 Contribuições 0 0 0 0
3.13 Reversão dos Juros sobre Capital Próprio 0 0 0 0
3.15 Lucro/Prejuízo do Período 452.095 779.378 267.147 396.193

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01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

01765-5 TELE NORTE LESTE PARTICIPAÇÕES S/A 02.558.134/0001-58

03.01 - DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 - 01/04/2007 a 30/06/2007 4 - 01/01/2007 a 30/06/2007 5 - 01/04/2006 a 30/06/2006 6 - 01/01/2006 a 30/06/2006

NÚMERO AÇÕES, EX-TESOURARIA (Mil) 382.121 382.121 382.121 382.121


LUCRO POR AÇÃO (Reais) 1,18312 2,03961 0,69912 1,03683
PREJUÍZO POR AÇÃO (Reais)

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01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

01765-5 TELE NORTE LESTE PARTICIPAÇÕES S/A 02.558.134/0001-58

08.01 - BALANÇO PATRIMONIAL ATIVO CONSOLIDADO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 - 30/06/2007 4 - 31/03/2007

1 Ativo Total 27.319.740 27.464.147


1.01 Ativo Circulante 10.587.687 10.424.440
1.01.01 Disponibilidades 4.469.748 4.562.533
1.01.02 Créditos 3.618.522 3.665.409
1.01.02.01 Clientes 3.618.522 3.665.409
1.01.02.02 Créditos Diversos 0 0
1.01.03 Estoques 124.160 102.356
1.01.04 Outros 2.375.257 2.094.142
1.01.04.01 Tributos Diferidos e a Recuperar 1.525.686 1.237.780
1.01.04.02 Adiantamentos a Empregados 19.451 19.782
1.01.04.03 Adiantamentos a Fornecedores 232.843 226.591
1.01.04.04 Despesas Antecipadas 506.343 521.411
1.01.04.05 Créditos a Receber 86.134 85.000
1.01.04.06 Demais Ativos 4.800 3.578
1.02 Ativo Não Circulante 16.732.053 17.039.707
1.02.01 Ativo Realizável a Longo Prazo 3.789.970 3.839.745
1.02.01.01 Créditos Diversos 2.489.585 2.466.486
1.02.01.01.01 Tributos Diferidos e a Recuperar 2.206.441 2.185.994
1.02.01.01.02 Créditos a Receber 283.144 280.492
1.02.01.02 Créditos com Pessoas Ligadas 9.350 9.371
1.02.01.02.01 Com Coligadas e Equiparadas 0 0
1.02.01.02.02 Com Controladas 9.350 9.371
1.02.01.02.03 Com Outras Pessoas Ligadas 0 0
1.02.01.03 Outros 1.291.035 1.363.888
1.02.01.03.01 Depósitos e Bloqueios Judiciais 1.053.276 1.100.524
1.02.01.03.02 Incentivos Fiscais 63.792 63.792
1.02.01.03.03 Despesas Antecipadas 166.793 192.995
1.02.01.03.04 Demais Ativos 7.174 6.577
1.02.02 Ativo Permanente 12.942.083 13.199.962
1.02.02.01 Investimentos 58.712 77.608
1.02.02.01.01 Participações Coligadas/Equiparadas 0 0
1.02.02.01.02 Participações Coligadas/Equiparadas-Ágio 0 0
1.02.02.01.03 Participações em Controladas 0 0
1.02.02.01.04 Participações em Controladas - Ágio 37.721 56.582
1.02.02.01.05 Outros Investimentos 20.991 21.026
1.02.02.02 Imobilizado 11.299.919 11.485.944
1.02.02.03 Intangível 1.236.779 1.278.375
1.02.02.04 Diferido 346.673 358.035

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ITR - INFORMAÇÕES TRIMESTRAIS Data-Base - 30/06/2007 Legislação Societária
EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS

01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

01765-5 TELE NORTE LESTE PARTICIPAÇÕES S/A 02.558.134/0001-58

08.02 - BALANÇO PATRIMONIAL PASSIVO CONSOLIDADO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 - 30/06/2007 4 - 31/03/2007

2 Passivo Total 27.319.740 27.464.147


2.01 Passivo Circulante 5.550.831 5.753.147
2.01.01 Empréstimos e Financiamentos 1.785.550 1.826.497
2.01.02 Debêntures 87.721 22.355
2.01.03 Fornecedores 1.888.534 1.848.629
2.01.04 Impostos, Taxas e Contribuições 1.288.624 1.132.582
2.01.04.01 Tributos a Recolher e Diferidos 1.159.270 1.004.059
2.01.04.02 REFIS II-Programa Refinanciamento Fiscal 129.354 128.523
2.01.05 Dividendos a Pagar 144.642 555.162
2.01.06 Provisões 0 0
2.01.07 Dívidas com Pessoas Ligadas 0 0
2.01.08 Outros 355.760 367.922
2.01.08.01 Salários, Encargos Sociais e Benefícios 219.309 153.511
2.01.08.02 Consignação a Favor de Terceiros 14.595 15.985
2.01.08.03 Demais Obrigações 121.856 198.426
2.02 Passivo Não Circulante 9.663.307 10.174.515
2.02.01 Passivo Exigível a Longo Prazo 9.653.631 10.163.226
2.02.01.01 Empréstimos e Financiamentos 4.442.974 4.798.379
2.02.01.02 Debêntures 2.160.000 2.160.000
2.02.01.03 Provisões 2.147.754 2.277.265
2.02.01.04 Dívidas com Pessoas Ligadas 0 0
2.02.01.05 Adiantamento para Futuro Aumento Capital 0 0
2.02.01.06 Outros 902.903 927.582
2.02.01.06.01 Tributos a Recolher e Diferidos 67.216 72.039
2.02.01.06.02 REFIS II-Programa Refinanciamento Fiscal 727.335 746.522
2.02.01.06.03 Demais Obrigações 108.352 109.021
2.02.02 Resultados de Exercícios Futuros 9.676 11.289
2.03 Part. de Acionistas Não Controladores 2.335.859 2.234.274
2.04 Patrimônio Líquido 9.769.743 9.302.211
2.04.01 Capital Social Realizado 4.688.731 4.688.731
2.04.02 Reservas de Capital 25.083 25.083
2.04.03 Reservas de Reavaliação 0 0
2.04.03.01 Ativos Próprios 0 0
2.04.03.02 Controladas/Coligadas e Equiparadas 0 0
2.04.04 Reservas de Lucro 4.245.676 4.245.676
2.04.04.01 Legal 209.975 209.975
2.04.04.02 Estatutária 0 0
2.04.04.03 Para Contingências 0 0
2.04.04.04 De Lucros a Realizar 0 0
2.04.04.05 Retenção de Lucros 0 0
2.04.04.06 Especial p/ Dividendos Não Distribuídos 0 0

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01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

01765-5 TELE NORTE LESTE PARTICIPAÇÕES S/A 02.558.134/0001-58

08.02 - BALANÇO PATRIMONIAL PASSIVO CONSOLIDADO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 -30/06/2007 4 -31/03/2007

2.04.04.07 Outras Reservas de Lucro 4.035.701 4.035.701


2.04.04.07.01 Reserva de Investimentos 4.408.967 4.408.967
2.04.04.07.02 Ações em Tesouraria (373.266) (373.266)
2.04.05 Lucros/Prejuízos Acumulados 810.253 342.721
2.04.06 Adiantamento para Futuro Aumento Capital 0 0

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01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

01765-5 TELE NORTE LESTE PARTICIPAÇÕES S/A 02.558.134/0001-58

09.01 - DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO CONSOLIDADO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 - 01/04/2007 a 30/06/2007 4 - 01/01/2007 a 30/06/2007 5 - 01/04/2006 a 30/06/2006 6 - 01/01/2006 a 30/06/2006

3.01 Receita Bruta de Vendas e/ou Serviços 6.209.619 12.373.028 5.825.515 11.667.443
3.02 Deduções da Receita Bruta (1.852.033) (3.710.097) (1.763.249) (3.549.914)
3.03 Receita Líquida de Vendas e/ou Serviços 4.357.586 8.662.931 4.062.266 8.117.529
3.04 Custo de Bens e/ou Serviços Vendidos (2.294.156) (4.629.110) (2.230.581) (4.496.609)
3.05 Resultado Bruto 2.063.430 4.033.821 1.831.685 3.620.920
3.06 Despesas/Receitas Operacionais (1.242.338) (2.584.370) (1.379.361) (2.850.877)
3.06.01 Com Vendas (705.066) (1.316.011) (663.814) (1.311.500)
3.06.02 Gerais e Administrativas (256.604) (575.981) (302.357) (577.844)
3.06.03 Financeiras (147.807) (307.327) (374.897) (713.286)
3.06.03.01 Receitas Financeiras 195.174 426.734 180.643 347.835
3.06.03.02 Despesas Financeiras (342.981) (734.061) (555.540) (1.061.121)
3.06.04 Outras Receitas Operacionais 143.533 272.184 152.461 273.785
3.06.05 Outras Despesas Operacionais (289.739) (666.825) (260.705) (589.669)
3.06.06 Resultado da Equivalência Patrimonial 13.345 9.590 69.951 67.637
3.07 Resultado Operacional 821.092 1.449.451 452.324 770.043
3.08 Resultado Não Operacional 8.843 11.589 9.294 4.908
3.08.01 Receitas 11.111 15.237 11.429 14.051
3.08.02 Despesas (2.268) (3.648) (2.135) (9.143)
3.09 Resultado Antes Tributação/Participações 829.935 1.461.040 461.618 774.951
3.10 Provisão para IR e Contribuição Social (294.061) (564.578) (205.533) (358.633)
3.11 IR Diferido 30.178 91.240 93.518 133.774
3.12 Participações/Contribuições Estatutárias 0 0 0 0
3.12.01 Participações 0 0 0 0
3.12.02 Contribuições 0 0 0 0
3.13 Reversão dos Juros sobre Capital Próprio 0 0 0 0
3.14 Part. de Acionistas Não Controladores (98.520) (177.449) (67.019) (123.023)
3.15 Lucro/Prejuízo do Período 467.532 810.253 282.584 427.069

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01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

01765-5 TELE NORTE LESTE PARTICIPAÇÕES S/A 02.558.134/0001-58

09.01 - DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO CONSOLIDADO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 - 01/04/2007 a 30/06/2007 4 - 01/01/2007 a 30/06/2007 5 - 01/04/2006 a 30/06/2006 6 - 01/01/2006 a 30/06/2006

NÚMERO AÇÕES, EX-TESOURARIA (Mil) 382.121 382.121 382.121 382.121


LUCRO POR AÇÃO (Reais) 1,22352 2,12041 0,73951 1,11763
PREJUÍZO POR AÇÃO (Reais)

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1 Contexto operacional

A Tele Norte Leste Participações S.A. (Companhia ou “TNL”) foi criada em 22 de maio de 1998,
pela cisão da Telecomunicações Brasileiras S.A. (“Telebrás”), tendo como principais atividades a
participação em outras sociedades e promoção de gestão operacional e financeira de suas empresas
controladas, direta ou indiretamente. A TNL é uma holding controlada pela Telemar Participações
S.A. (“Telemar Participações”), que atualmente detém 17,48% do capital total e 52,45% do capital
votante.

A TNL é registrada na CVM - Comissão de Valores Mobiliários como companhia aberta e tem suas
ações negociadas na Bolsa de Valores de São Paulo. É também registrada na SEC - Securities and
Exchange Commission dos EUA e seus “ADS - American Depositary Shares “ - nível II são
negociados na (“ NYSE”) Bolsa de Valores de New York, através de “ADR´s – American
Depositary Receipts”. Aproximadamente 53,30% das ações preferenciais são negociadas na NYSE
sob a forma de ADR´s.

(a) Seus principais negócios estão divididos em dois segmentos:

Telefonia fixa
A Telemar Norte Leste S.A. (“TMAR”) é a principal prestadora de serviços de telefonia fixa em sua
área de atuação - Região I - que compreende os estados do Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito
Santo, Bahia, Sergipe, Alagoas, Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte, Ceará, Piauí,
Maranhão, Pará, Amazonas, Roraima e Amapá (exceto no Setor 3 da referida Região, que
corresponde a 57 municípios do Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba no estado de Minas Gerais,
onde a CTBC - Companhia de Telecomunicações do Brasil Central, opera). A prestação desses
serviços é efetuada com base nas concessões outorgadas pela ANATEL - Agência Nacional de
Telecomunicações, órgão regulador do setor brasileiro de telecomunicações, vigentes até 31 de
dezembro de 2005. O Contrato de Concessão assinado pela TMAR em 1998 previa a sua
prorrogação por prazo de 20 anos. Essa prorrogação ocorre a título oneroso, sendo devido pela
Concessionária a cada biênio 2% da receita líquida de telecomunicações do ano anterior. Em 22 de
dezembro de 2005 foram assinados novos contratos com novas metas de universalização e de
qualidade, prorrogando a concessão da TMAR. Para o novo período de concessão, as principais
alterações em relação ao contrato que vigorou de 1998 a 2005, são as seguintes:

• O serviço local passa a ser cobrado com base na medição em minutos e a franquia da assinatura
mensal passa a ser de 200 minutos para a classe Residencial e de 150 minutos para a classe
Não-Residencial;

• O IST - Índice do Setor de Telecomunicações é o indexador que serve de base para os reajustes
futuros das tarifas. O IST é divulgado mensalmente pela ANATEL e sua composição é revista a
cada dois anos. O reajuste das tarifas dos serviços fixos locais e de longa distância de 2006 foi
baseado no IGP-DI, no que tange aos sete meses referentes a 2005 (junho a dezembro de 2005),

Pág: 14
e no IST para os primeiros cinco meses de 2006 (janeiro a maio de 2006). O reajuste de 2007
em diante é baseado integralmente na variação do IST.

• Sobre as metas de universalização houve a criação de meta de PST - Postos de Serviços de


Telecomunicações, que trata da instalação de 4.071 computadores para conexão do público à
internet, e a diminuição de exigências relativas a densidade dos telefones públicos de oito por
mil habitantes para seis por mil habitantes; e

• Criação do AICE - Acesso Individual para Classe Especial com valor da assinatura inferior à do
Plano Básico, necessariamente pré-pago, destinado apenas a clientes residenciais.

A TMAR é controlada pela TNL, que atualmente detém 80,89% do capital total e 97,24% do capital
votante.

Telefonia móvel

A TNL PCS S.A. (“Oi”), adquirida pela TMAR em 30 de maio de 2003, tem como objetivo
oferecer SMP - Serviço Móvel Pessoal. Em 12 de março de 2001 a Oi recebeu da ANATEL
autorização, por prazo indeterminado, para exploração do SMP, associada ao direito de uso de
radiofreqüências por um prazo de 15 anos, renovados por mais 15 anos, a título oneroso, pagando a
cada biênio 2% da receita líquida de SMP do ano anterior, desde que cumpridas as condições da
autorização.

A autorização para exploração do SMP e a outorga de radiofreqüências associadas somente


produziram efeito, por condições regulamentares, a partir de 26 de junho de 2002, quando se deu o
início da operação comercial da Oi.

Em conjunto com a autorização do serviço SMP, a Oi também recebeu, por prazo indeterminado, as
autorizações para exploração do serviço STFC – Serviço Telefônico Fixo Comutado, nas seguintes
modalidades: (i) LDN - Longa Distância Nacional: na Região II, que compreende os Estados do Rio
Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Goiás, Tocantins,
Rondônia e Acre, e o Distrito Federal; na Região III que refere-se ao Estado de São Paulo e no
Setor 3 da Região I e (ii) LDI - Longa Distância Internacional em todo o território brasileiro.

(b) Demais controladas

• A Companhia AIX de Participações (“AIX”), adquirida pela TMAR em 31 de dezembro de


2003, tem como objeto social o provimento de infra-estrutura de dutos para instalação de fibras
ópticas ao longo de rodovias do estado de São Paulo, prestando serviços para a TMAR;

• Em 28 de abril de 2006, a Assembléia Geral Extraordinária da TNL, aprovou o Protocolo e


Justificação da Incorporação da HiCorp Comunicações Corporativas S.A. pela controladora

Pág: 15
TNL, considerando o interesse na continuidade da reorganização societária das empresas do
Grupo Telemar (vide Nota 15);

• A TNL.Net Participações S.A. (“TNL.Net”), controlada diretamente pela TNL, tem como
objeto social a participação em outras sociedades, comerciais e civis, como sócia, acionista ou
cotista, que tenham por objeto a exploração, por si ou outras sociedades, de atividades
relacionadas à internet no país ou no exterior;
• A Telemar Internet Ltda. (“Oi Internet”), controlada integralmente pela TMAR, tem por objeto
social a prestação de serviços de provimento de acesso à internet e iniciou suas atividades em
janeiro de 2005;

• A Telemar Telecomunicações Ltda. (“Telemar Telecomunicações”), cujo controle acionário é


integralmente da TNL, tem como objeto social a participação direta ou indireta, em outras
sociedades, comerciais e civis, como sócia, acionista ou cotista, no país ou no exterior;

• A TNL Trading S.A. (“TNL Trading”), cujo controle acionário é integralmente da TNL, tem
como objeto social a importação e a exportação de bens de consumo. As suas operações
encontram-se suspensas desde abril de 2005;

• A TNL PCS Participações S.A. (“TNL PCS Participações”), cujo controle acionário é
integralmente da TNL, tem como objetivo a prestação de serviços de telecomunicações em
quaisquer de suas formas. Essa empresa ainda não iniciou suas operações;

• A Coari Participações S.A. (“Coari”), adquirida pela TMAR em dezembro de 2003, tem como
objeto social a participação em outras sociedades, comerciais e civis, como sócia, acionista ou
cotista, no país ou no exterior. Essa empresa ainda não iniciou suas operações; e

• A Calais Participações S.A. (“Calais”), adquirida pela TMAR em dezembro de 2004, tem como
objeto social a participação em outras sociedades, comerciais e civis, como sócia, acionista ou
cotista, no país ou no exterior. Essa empresa ainda não iniciou suas operações.

• A Serede Serviços de Rede S.A (“Serede”), adquirida pela TMAR em 11 de junho de 2007, tem
como objeto social a prestação de serviços de instalação, manutenção, operação e construção de
redes, compra e venda, importação e exportação de equipamentos. Essa empresa ainda não
iniciou suas operações.

Todos os serviços de telefonia estão sujeitos à regulamentação e da ANATEL, de acordo com a Lei
nº 9.472, de 16 de julho de 1997.

2 Principais práticas contábeis

As informações contábeis contidas nas ITR´s - Informações Trimestrais foram elaboradas e estão
apresentadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, com base nas disposições
contidas na Lei das Sociedades por Ações e nas normas estabelecidas pela CVM, aplicadas de
maneira uniforme em relação àquelas adotadas na elaboração das demonstrações financeiras
referentes ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2006.

Pág: 16
3 Receita Operacional
Consolidado

30/06/2007 % 30/06/2006 %
Serviço telefônico fixo
Local:
Assinatura 3.441.938 27,8 3.316.244 28,5
Pulsos excedentes 990.643 8,0 1.221.372 10,5
Ligações fixo-móvel VC1 1.359.455 11,0 1.272.522 10,9
A cobrar 7.880 24.052 0,2
Habilitação 46.211 0,4 23.676 0,2
Outras receitas 379 5.475
Longa-distância:
Intra-setorial 829.443 6,7 876.250 7,5
Inter-setorial 220.947 1,8 259.655 2,2
Inter-regional 322.875 2,6 332.500 2,9
Internacional 40.587 0,3 39.561 0,3
Ligações fixo-móvel VC2 e VC3 398.771 3,2 328.508 2,8
Cartões de telefones de uso público 583.905 4,7 569.018 4,9
Voz avançada (substancialmente 0500/0800) 120.547 1,0 114.018 1,0
Serviços adicionais 303.693 2,5 284.610 2,4

8.667.274 70,0 8.667.461 74,3


Serviço telefônico móvel
Assinatura 425.855 3,4 336.718 2,9
Chamadas originadas 762.905 6,2 620.817 5,3

Pág: 17
Venda de aparelhos e acessórios 116.088 0,9 186.104 1,6
Roaming nacional 25.486 0,2 25.887 0,2
Roaming internacional 30.425 0,3 36.994 0,3
Serviços adicionais 132.167 1,1 131.270 1,1

1.492.926 12,1 1.337.790 11,4


Remuneração pelo uso da rede fixa
Ligações fixo-fixo 255.121 2,1 281.897 2,4
Ligações móvel-fixo 41.279 0,3 59.904 0,5

296.400 2,4 341.801 2,9


Remuneração pelo uso da rede móvel
Ligações fixo-móvel 107.949 0,9 106.075 0,9
Ligações móvel-móvel 417.120 3,3 17.045 0,2

525.069 4,2 123.120 1,1


Serviços de comunicação de dados
ADSL (“Velox”) 540.604 4,4 422.807 3,6
Transmissão (“EILD”) 254.779 2,1 246.365 2,1
Serviços de linhas dedicadas - SLD 125.512 1,0 146.473 1,3
Serviços IP 165.591 1,3 108.826 1,0
Comutação por pacotes e frame relay 133.799 1,1 132.439 1,1
Outros 169.710 1,4 139.332 1,2

1.389.995 11,3 1.196.242 10,3

Outros serviços 1.364 1.029

Receita operacional bruta 12.373.028 100,0 11.667.443 100,0

Deduções da receita bruta


Tributos (3.401.042 ) (27,5 ) (3.286.092 ) (28,2 )
Outras deduções (309.055 ) (2,5 ) (263.822 ) (2,3 )

Receita operacional líquida 8.662.931 70,0 8.117.529 69,5

Reajustes tarifários (não auditado)

As tarifas dos serviços de telecomunicações estão sujeitas a uma regulamentação abrangente. As


concessões estabelecem um mecanismo de teto para os reajustes anuais de tarifas (líquidas de
impostos), estipulando o limite superior com base na média ponderada das tarifas das cestas do
serviço local e de longa distância. As tarifas de interconexão também são corrigidas anualmente.

Em 11 de julho de 2006, conforme Ato nº 59.517, a ANATEL homologou os seguintes reajustes de


tarifas para a modalidade local, que vigoram desde 14 de julho de 2006.

• Habilitação: -0,5134%
• Assinatura: -0,5134%
• Pulso local (médio): -0,5134%
• Crédito de cartão indutivo: -0,43%
• Cesta LDN: -2,86% (i)
• TU-RL: -0,5134% (ii)
• TU-RIU: -2,86% (ii)

(i) Em 14 de julho de 2006, conforme Ato nº 59.665, a ANATEL homologou o reajuste para
cesta de LDN, que vigora desde 20 de julho de 2006.

(ii) A partir de janeiro de 2006, a tarifa TU-RL – Tarifa de Uso de Rede Local passou a ser
50% da tarifa do minuto local e a tarifa de TU-RIU – Tarifa de Uso de Rede Interurbana

Pág: 18
passou a ser 30% da tarifa de LDN referente ao degrau 4 (+ 300 km). A partir de janeiro
de 2007, a tarifa de TU-RL passou a ser 40% da tarifa do minuto local.

Tarifas médias
em reais (com impostos)

Atual Anterior
Serviço local
Habilitação (i) 52,91 33,80
Assinatura residencial 39,30 39,87
Assinatura não-residencial (i) 65,87 65,80
Assinatura tronco (i) 65,87 56,13
Assinatura AICE (iii) 23,57
Pulso local (médio) 0,15040 0,15240
Minuto local (Plano Básico de Minutos) (iv) 0,09673
Minuto local (Plano Alternativo de Serviços de Oferta Obrigatória) (iv) 0,03762
Crédito de cartão indutivo 0,11600 0,11650

Longa distância (Km) (ii)


0 – 50 0,33581 0,37575
51 – 100 0,43290 0,49313
101 – 300 0,48859 0,53463
+ 300 0,53537 0,58872

(i) As tarifas praticadas antes de julho de 2006 eram promocionais para esses serviços.

(ii) Ponderadas por tráfego de minutos de chamadas de longa distância no horário


diferenciado.

(iii) Em 1 de julho de 2006, a TMAR iniciou a oferta do serviço de AICE - Acesso Individual
Classe Especial, por determinação da ANATEL, nas localidades com população acima de
500.000 habitantes (vide Nota 1).

(iv) Alteração da tarifação de pulsos para minutos a partir de março de 2007.

Os valores médios estimados por minuto, no horário normal, para as tarifas dos serviços fixo-móvel
(VC1, VC2 e VC3), incluindo os impostos, são:

• VC1 = R$ 0,7163
• VC2 = R$ 1,5023
• VC3 = R$ 1,7093

A tarifa VC1 refere-se às ligações fixo-móvel local, dentro da mesma área de registro. A tarifa VC2
refere-se às ligações fixo-móvel de longa distância dentro do mesmo estado e a tarifa VC3 refere-se
às ligações fixo-móvel de longa distância entre dois estados.

O valor de VC1 apresentado acima corresponde ao reajuste de 7,99% autorizado pela ANATEL em
15 de julho de 2005. Os valores das tarifas do VC2 e VC3 para o SMP também sofreram reajuste de
7,99%, a partir de 30 de março de 2006.

Em 17 de julho de 2007, conforme Atos nº 66.028 e 66.031, a ANATEL homologou os seguintes


reajustes de tarifas fixo-fixo para as modalidades local e longa distância nacional respectivamente,
que vigoram a partir de 20 de julho de 2007.

Pág: 19
• Habilitação: 1,83%
• Assinatura: 1,83%
• Pulso local (médio): 1,83% (i)
• Minuto local : 1,83% (i)
• Crédito de cartão indutivo: 1,85%
• Cesta LDN: 1,83%
• TU-RL: 1,83%
• TU-RIU: 1,83%

(i) Em função da mudança na forma de bilhetagem do serviço local fixo-fixo, de pulso


para minuto, a Oi vai manter, promocionalmente, os valores anteriores ao reajuste das
tarifas de tráfego local fixo-fixo, até 30 de setembro de 2007.

Tarifas médias
em reais (com impostos)

Atual Anterior
Serviço local
Habilitação 53,93 52,91
Assinatura residencial 40,00 39,30
Assinatura não-residencial 69,00 65,87
Assinatura tronco 69,04 65,87
Assinatura AICE 24,06 23,57
Pulso local (médio) 0,15325 0,15040
Minuto local (Plano Básico de Minutos) 0,09849 0,09673
Minuto local (Plano Alternativo de Serviço de Oferta Obrigatória) 0,03830 0,03762
Crédito de cartão indutivo 0,11815 0,11600

Longa distância (Km) (i)


0 – 50 0,33581 0,33581
51 – 100 0,44353 0,43290
101 – 300 0,49921 0,48859
+ 300 0,54975 0,53357

(v) Ponderadas por tráfego de minutos de chamadas de longa distância no horário


diferenciado.

Também em 17 de julho de 2007, conforme Ato nº 66.029, a ANATEL homologou o reajuste de


2,88% das tarifas fixo-móvel, para as modalidades local (VC1) e longa distância nacional (VC2 e
VC3), vigorando a partir de 20 de julho de 2007.

Os valores médios estimados, no horário normal, para as tarifas dos serviços fixo-móvel (VC1, VC2
e VC3), incluindo os impostos, são:

Tarifas médias
em reais (com impostos)

Pág: 20
Atual Anterior
Serviço fixo-móvel
VC1 0,7617 0,7163
VC2 1,5472 1,5023
VC3 1,7605 1,7093

O reajuste da tarifa de VUM – Valor de Uso Móvel foi de 1,97% correspondente a 68,5% do
reajuste das tarifas VC1, VC2 e VC3.

Os principais preços de serviços dos planos de maior adesão da Oi são:

Oi 40
Valores em reais
(com impostos)

Assinatura (com franquia de 40 minutos) (i) R$ 40,41 fixo mensal


Móvel-Fixo e Móvel-Móvel Oi R$ 0,90 por minuto
Móvel-Móvel Outra Operadora R$ 0,95 por minuto
Adicional de chamada – deslocamento R$ 1,33 por chamada

(i) Em setembro de 2006 houve reajuste médio no valor promocional da assinatura do Oi 40 em


7,99%.

Oi Controle
Valores em reais
(com impostos)

Assinatura Oi Controle R$ 37,15 fixo mensal


Móvel-Fixo e Móvel-Móvel Oi R$ 0,86 por minuto
Móvel-Móvel Outra Operadora R$ 0,98 por minuto
Adicional de chamada – deslocamento R$ 1,38 por chamada

O valor da tarifa móvel-fixo e móvel-móvel para o serviço pré-pago é de R$ 1,04 por minuto.

Pág: 21
4 Custos dos serviços prestados, das mercadorias vendidas e despesas operacionais

Custos dos serviços prestados e das mercadorias vendidas Consolidado

30/06/2007 30/06/2006

Interconexão (i) 1.663.986 1.216.857


Depreciação (ii) 1.122.430 1.432.095
Serviço de manutenção da rede (iii) 686.456 685.554
Aluguéis e seguros (iv) 321.073 290.155
Serviços de terceiros (v) 240.439 166.242
Materiais (vi) 134.432 148.317
Pessoal 130.491 96.340
Custos de aparelhos e outros (vii) 125.060 251.942
Taxa de Prorrogação do Contrato de Concessão – ANATEL (Nota 1(a)) 54.831 69.207
Outros custos e despesas (viii) 149.912 139.900

4.629.110 4.496.609

Comercialização dos serviços Consolidado

30/06/2007 30/06/2006

Serviços de terceiros (v) 695.220 765.841


Provisão para créditos de liquidação duvidosa 318.929 243.320
Publicidade e propaganda 155.591 167.369
Pessoal 101.359 90.360
Depreciação (ii) 17.005 25.896
Materiais (vi) 1.121 2.870
Aluguéis e seguros (iv) 411 953
Outros custos e despesas (viii) 26.375 14.891

1.316.011 1.311.500

Gerais e administrativas Controladora Consolidado

30/06/2007 30/06/2006 30/06/2007 30/06/2006

Serviços de terceiros (v) 9.741 9.088 288.331 278.683


Pessoal 5.342 10.007 146.159 131.180
Depreciação (ii) 766 1.483 91.126 105.724
Aluguéis e seguros (iv) 582 1.742 44.235 49.578
Materiais (vi) 9 39 4.515 5.248
Outros custos e despesas (viii) 86 157 1.615 7.431

16.526 22.516 575.981 577.844

Pág: 22
(i) Os custos com interconexão referem-se, basicamente, às tarifas cobradas pelos demais
provedores de telefonia móvel pela utilização de suas redes, reduzindo, substancialmente, a
margem dos serviços fixo-móvel (VC1, VC2 e VC3). Em julho de 2006, com a publicação da
Resolução 438/2006 da ANATEL, que aprovou o Regulamento de Remuneração pelo Uso de
Redes de Prestadoras do SMP, o balanceamento de tráfego foi descontinuado e foi adotado o
processo de reconhecimento da receita e da despesa de tráfego.

(ii) Os custos de depreciação de equipamentos de comutação e transmissão vêm reduzindo em


função do aumento gradativo do volume de equipamentos da TMAR totalmente depreciados.

(iii) O custo com serviços de manutenção da rede é composto, substancialmente, por gastos
provenientes da contratação de serviços para a manutenção da planta, sem aumento de vida
útil, com destaque para expansão de instalações de “Velox” e da base de assinantes da rede de
telefonia da Oi.

(iv) Os custos com aluguéis e seguros incluem, basicamente, os valores que estão sendo pagos
pelos aluguéis de circuitos, plataformas celulares, postes de energia elétrica, satélite, direito
de uso de passagem e por linhas dedicadas de outros prestadores de serviços de telefonia, bem
como áreas para instalação de torres da Oi.

A TMAR possui contrato de aluguel de rede com a Oi para prestação de STFC através da
tecnologia WLL – “Wireless Local Loop”, cujos gastos no semestre findo em 30 de junho de
2007 totalizaram R$ 42.486 (30/06/2006 - R$ 41.905).

(v) Os custos com serviços de terceiros referem-se, basicamente, a consultorias organizacionais,


assessoria jurídica, comissionamento e agenciamento de vendas, postagem e taxa de
cobrança, energia elétrica e operação de contact center.

(vi) O custo com materiais é composto, substancialmente, por materiais aplicados na manutenção
da planta, sem incrementar a vida útil dos bens, além dos gastos com combustíveis e
lubrificantes.

(vii) Refere-se ao custo de venda de aparelhos móveis, cartões Simcards – Subscriber Identify
Module Cards e outros acessórios da Oi, cuja redução ocorreu em função da queda do volume
de vendas de aparelhos móveis, proveniente do incentivo de venda direta do fornecedor aos
respectivos canais de vendas, e da reversão da provisão de obsolescência do estoque (R$
55.338) devido ao incêndio ocorrido no CD – Centro de Distribuição do Rio de Janeiro da Oi
(Nota 11 (ii)).

(viii) Refere-se, substancialmente, a despesa com a taxa FISTEL de habilitação de terminais e


manutenção de equipamentos de rede, indenizações, doações e multas diversas.

5 Outras despesas operacionais, líquidas

Controladora Consolidado

Pág: 23
30/06/2007 30/06/2006 30/06/2007 30/06/2006

Outras receitas operacionais


Aluguéis de infra-estrutura (i) 102.199 99.902
Multas cobradas sobre contas vencidas (Nota 10) 88.355 83.755
Despesas recuperadas (ii) 1.925 30.236 8.386
Serviços técnicos administrativos 22.227 22.781
Bonificações obtidas (iii) 9.568 42.394
Amortização do deságio na aquisição da AIX 3.225 3.225
Outras receitas 16.374 13.342

1.925 272.184 273.785

Outras despesas operacionais


Provisões/reversões para perdas em processos judiciais (Nota 22 (c)) (32 ) 25 (255.644 ) (259.797 )
Tributos (ii) (56 ) (2.424 ) (193.807 ) (187.396 )
Itens extraordinários (iv) (53.365 )
Participação dos empregados no resultado (Nota 26 (b)) (37.846 ) (27.710 )
Amortização de ágio na aquisição da Pegasus (Nota 15) (37.721 ) (37.721 )
Amortização do diferido (Nota 18) (32.745 ) (33.078 )
Despesas com multas (934 ) (1.028 ) (6.052 ) (5.476 )
Outras despesas (7 ) (49.645 ) (38.491 )

(1.022 ) (3.434 ) (666.825 ) (589.669 )

903 (3.434 ) (394.641 ) (315.884 )

(i) Refere-se ao aluguel cobrado dos provedores de telefonia móvel pela utilização dos prédios
e infra-estrutura da TMAR e da Oi para a instalação de ERB - Estação de Rádio-Base.

(ii) No semestre findo em 30 de junho de 2007, as controladas TMAR e Oi registraram


R$ 117.106 (30/06/2006 - R$ 121.628) referentes ao FUST - Fundo de Universalização de
Serviços de Telecomunicações e FUNTTEL - Fundo para o Desenvolvimento Tecnológico
das Telecomunicações Brasileiras.

No que se refere ao FUST, desde novembro de 2003 até dezembro de 2005, em virtude da
Publicação de Decisão da ANATEL, tais contribuições eram calculadas à razão de 1,0% da
receita operacional bruta dos serviços de telecomunicações, sendo excluídas as despesas de
EILD e interconexão, o ICMS, o PIS e a COFINS e os descontos concedidos. A partir daí,
em face da edição da Súmula 1 (posteriormente convertida em Súmula 7) pela ANATEL, a
base de cálculo para apuração do FUST teria sofrido alteração, de forma a não se permitir
mais a exclusão das despesas relativas à EILD e interconexão.

Desde janeiro de 2006 (competência dezembro de 2005), a TMAR vem depositando em


juízo, nos autos do mandado de segurança 2006.34.00.000369-4, da 7ª Vara Federal da
Seção Judiciária do Distrito Federal, a contribuição ao FUST apurada de acordo com o que
dispõe a Súmula da ANATEL publicada em 19 de dezembro de 2005. Essa norma
estabelece a incidência da referida contribuição sobre os valores recebidos a título de
interconexão e meios de rede e impede a dedução desses custos da base de cálculo da
referida contribuição. A TMAR ajuizou mandado de segurança questionando as
determinações da Súmula 7 da ANATEL e sua aplicação retroativa. Em abril de 2006, a
TMAR, e as demais operadoras co-autoras no mandado de segurança citado, obtiveram

Pág: 24
liminar perante o TRF - Tribunal Regional Federal da 1ª região, no que se refere à
irretroatividade dessa Súmula. Para as competências de dezembro de 2005 e de janeiro de
2006 foram depositados integralmente pela TMAR os valores do FUST e a partir da
competência de fevereiro de 2006 vem sendo depositado apenas o valor da parcela
controversa. Em junho de 2007, foi obtida decisão parcialmente favorável às operadoras,
que determinou que as receitas por elas auferidas como remuneração pela interconexão não
devem sofrer a incidência do FUST. Em contrapartida, de acordo com os termos da Lei
9.998/2000, o custo com interconexão também não pode ser deduzido. No que se refere à
provisão, foi registrada a reversão dos valores provisionados correspondentes aos impactos
decorrentes da decisão mencionada no montante de R$ 24.716 (consolidado), dos quais R$
15.756 foram registrados em Outras receitas operacionais - despesas recuperadas, R$ 6.422
foram registrados em Outras despesas operacionais – tributos e R$ 2.538 foram registrados
em Despesa financeira – atualização monetária de provisões para perdas em processos
judiciais.

No que se refere ao FUNTTEL, a Telemar e a Oi vêm provisionando a diferença entre os


valores a recolher a título de FUNTTEL, apurados de acordo com os critérios vigentes antes
de dezembro de 2003 e a nova metodologia de cálculo aplicável a partir daí, em virtude da
decisão publicada pela ANATEL para o FUST, como dito acima. Na opinião da
administração, o FUNTTEL deveria ser apurado e recolhido com base nos mesmos critérios
do FUST, considerando a natureza e semelhança das referidas contribuições.

Adicionalmente, para fins de apresentação dos resultados consolidados, são reclassificados


para essa rubrica os valores dos tributos (ISS, PIS e COFINS) incidentes sobre as receitas
entre empresas do grupo que foram eliminadas no consolidado, totalizando R$ 20.516
(30/06/2006 - R$ 20.406).

(iii) Refere-se às bonificações obtidas dos fornecedores da Oi e da TMAR, conforme cláusulas


contratuais relacionadas ao cumprimento de volume de compras de aparelhos e de
equipamentos.

(iv) Refere-se ao valor da baixa do estoque da Oi devido ao incêndio ocorrido no CD do Rio de


Janeiro, incluídos os impostos e a indenização do seguro. Para maiores detalhes vide Nota
11 (ii).

6 Resultado financeiro

Controladora Consolidado

30/06/2007 30/06/2006 30/06/2007 30/06/2006

Receitas financeiras
Rendimentos de aplicações financeiras (Nota 9) 5.150 49.358 205.758 187.765
Juros sobre o capital próprio a receber 364.436
Reversão de juros sobre o capital próprio (364.436 )
Juros e variações monetárias sobre outros ativos (i) 15.941 11.284 126.743 117.626
Descontos financeiros obtidos (ii) 84.654 37.500
Juros e variações monetárias sobre
empréstimos a receber de controladas (Nota 27) 25.614 80.102 9.579 1.235
Outros 11 1.318 3.709

46.716 142.062 426.734 347.835

Pág: 25
Despesas financeiras
Resultado de operações de “hedge” (iii) (177.412 ) (162.945 ) (397.556 ) (520.888 )
Variação monetária e cambial sobre
empréstimos a pagar a terceiros (iii) 139.719 70.712 319.621 279.494
Juros sobre empréstimos a pagar a controladas (Nota 27) (10.359 ) (364 )
Juros sobre o capital próprio a pagar (83.815 )
Reversão de juros sobre o capital próprio 83.815
Juros sobre empréstimos a pagar a terceiros (18.412 ) (23.257 ) (196.929 ) (218.512 )
Atualização monetária de provisões para perdas em
processos judiciais (Nota 22) (56 ) (151 ) (136.774 ) (135.020 )
Juros sobre debêntures (Nota 23) (84.230 ) (134.492 ) (170.384 )
IRRF sobre operações financeiras e encargos
bancários, incluindo CPMF (3.414 ) (24.574 ) (126.551 ) (118.416 )
Juros sobre impostos e contribuições parcelados -
REFIS II (Nota 21) (5.389 ) (7.201 ) (28.533 ) (39.761 )
Juros e variações monetárias sobre outros passivos (2.716 ) (6.585 ) (19.725 ) (28.157 )
IOF e PIS/COFINS sobre receitas financeiras (2.469 ) (36.922 ) (2.615 ) (42.729 )
Outros (5.366 ) (6.005 ) (10.507 ) (66.748 )

(85.874 ) (281.522 ) (734.061 ) (1.061.121 )

(39.158 ) (139.460 ) (307.327 ) (713.286 )

(i) Refere-se, substancialmente, à atualização de depósitos judiciais, juros sobre clientes em


atraso e atualização de créditos fiscais.

(ii) Refere-se, basicamente, a descontos obtidos em decorrência de pagamentos antecipados a


fornecedores.

(iii) No semestre findo em 30 de junho de 2007, a moeda nacional valorizou 11% em relação ao
dólar dos Estados Unidos da América (30/06/2006 - valorização de 8,2%).

7 Resultado não-operacional

Controladora Consolidado

30/06/2006 30/06/2007 30/06/2006

Resultado na alienação de ativo permanente, líquido (i) (271 ) 11.586 (4.031 )


Reversão de provisão para perdas sobre incentivos fiscais (ii) 8.293
Outras receitas (despesas) não-operacionais, líquidas 3 646

(271 ) 11.589 4.908

(i) Refere-se, principalmente, a baixa de equipamentos da rede e imóveis, líquida de eventuais


receitas auferidas na alienação desses bens.

(ii) A variação ocorrida no semestre é decorrente da revisão da expectativa de realização dos


incentivos fiscais.

Pág: 26
8 Imposto de renda e contribuição social

A reconciliação do imposto de renda e da contribuição social, apurados conforme alíquotas


nominais e efetivas, está apresentada a seguir:

Controladora Consolidado

30/06/2007 30/06/2006 30/06/2007 30/06/2006

Lucro antes do imposto de renda, da


contribuição social e das participações minoritárias 762.358 463.668 1.461.040 774.951

Imposto de renda e contribuição social, calculados


à alíquota estatutária (34%) (259.201 ) (157.647 ) (496.753 ) (263.483 )

Ajustes para apuração da alíquota efetiva:

Efeito Tributário sobre adições permanentes (i) (1.611 ) (1.644 ) (21.509 ) (21.826 )

Exclusão (adição) permanente do resultado de equivalência


patrimonial (Nota 15) 277.832 213.978 3.625 22.996

Efeitos tributários dos juros sobre o capital próprio (Nota 6) (123.908 ) 28.497

Incentivos fiscais e perdas de investimentos não constituídos 2.234

Imposto de renda e contribuição social sobre prejuízo fiscal e base negativa


não constituídos, conforme instrução CVM nº 371 (Nota 12) 28.344 (14.687 )

Outros 1.746 12.955 21.410

Pág: 27
Imposto de renda e contribuição social, de acordo com a
demonstração do resultado 17.020 (67.475 ) (473.338 ) (224.859 )

Alíquota efetiva (2,23)% 14,55% 32,40% 29,01%

(i) Refere-se às despesas com multas, doações, brindes e patrocínios, considerados indedutíveis,
bem como a perda de derivativos (“swap” “off shore”) na TNL, na TMAR e na Oi.
Adicionalmente, o resultado de equivalência patrimonial de controladas com passivo a
descoberto também é tratado como adição permanente ao lucro real e à base de cálculo da
contribuição social.

Os créditos (despesas) com o imposto de renda e a contribuição social no resultado do exercício


estão compostos da seguinte forma:

Controladora Consolidado

30/06/2007 30/06/2006 30/06/2007 30/06/2006

Exercícios anteriores (a)


Imposto de renda (243 ) (3.841 )
Contribuição social (2 ) (510 )

(245 ) (4.351 )
Corrente
Imposto de renda (34.425 ) (421.745 ) (262.756 )
Contribuição social (13.022 ) (142.588 ) (91.526 )

(47.447 ) (564.333 ) (354.282 )


Diferido
Imposto de renda sobre adições temporárias (11.362 ) (14.726 ) 37.884 101.318
Contribuição social sobre adições temporárias (4.090 ) (5.302 ) 8.547 32.456
Imposto de renda sobre prejuízos fiscais (b) 23.876 33.112
Contribuição social sobre base negativa (b) 8.596 11.697

17.020 (20.028 ) 91.240 133.774

17.020 (67.475 ) (473.338 ) (224.859 )

(a) Refere-se, basicamente, aos ajustes de IRPJ e CSSL com relação ao exercício anterior.

(b) De acordo com a legislação vigente, os prejuízos fiscais do imposto de renda e a base negativa
da contribuição social poderão ser compensados com lucros tributáveis futuros, até o limite
anual de 30% desses lucros.

Pág: 28
9 Disponibilidades
Controladora Consolidado

30/06/2007 31/03/2007 30/06/2007 31/03/2007

Caixa e bancos 911 9.895 71.784 145.415


Aplicações financeiras:
Fundos de investimentos (i) 784.205 631.152 3.594.299 3.526.691
Títulos públicos (ii) 52 250.561 271.675
Operações compromissadas (iii) 220.731 172.782
Notas (iv) 172.454 241.952
CDB (iii) 194 189 58.063 141.869
Depósitos remunerados (v) 101.856 62.149

785.310 641.288 4.469.748 4.562.533

(i) As aplicações financeiras em fundos de investimentos possuem liquidez imediata, sendo, no


consolidado: R$ 798.018 (31/03/2007 - R$ 854.914) em fundos de investimentos no exterior
cuja carteira é composta, basicamente, de títulos do governo dos Estados Unidos da América
e de títulos privados emitidos por instituições financeiras e R$ 2.796.281 (31/03/2007 -
R$ 2.671.777 ) em fundos de investimentos nacionais.

(ii) Refere-se a aplicações em títulos públicos do tipo LFT – Letras Financeiras do Tesouro, cuja
liquidez é imediata.

(iii) Essas aplicações financeiras são indexadas à variação da taxa do CDI - Certificado de
Depósito Interfinanceiro, com liquidez imediata.

(iv) Refere-se a aplicações em notas emitidas por governo no exterior.

(v) Refere-se a depósitos remunerados de curtíssimo prazo, indexados à variação da taxa do CDI,
com liquidez imediata.

Pág: 29
A administração das carteiras de investimentos é de responsabilidade dos próprios fundos, não
sendo requerida a consolidação das demonstrações financeiras destes fundos nos termos da
Instrução CVM nº 408/2004.

10 Contas a receber

Consolidado

30/06/2007 31/03/2007

Serviços faturados 2.846.095 2.902.577


Serviços a faturar 977.460 983.800
Aparelhos e acessórios vendidos 92.571 89.578
Provisão para créditos de liquidação duvidosa (297.604 ) (310.546 )

3.618.522 3.665.409

A composição por idade dos valores a receber é apresentada a seguir:


Consolidado

30/06/2007 % 31/03/2007 %

A faturar 977.460 25,0 983.800 24,7


A vencer 928.733 23,7 1.228.768 30,9
A receber de outros provedores 687.459 17,6 522.279 13,1
Vencidas até 30 dias 683.237 17,4 560.655 14,1
Vencidas de 31 a 60 dias 218.742 5,6 244.135 6,1
Vencidas de 61 a 90 dias 115.324 2,9 144.824 3,6
Vencidas há mais de 90 dias 305.171 7,8 291.494 7,5

3.916.126 100,0 3.975.955 100,0

Sobre as contas em atraso, há incidência de multa de 2% sobre o valor total da dívida (registrado em
"Outras receitas operacionais") e juros de mora de 1% “pro rata” ao mês (registrado em "Receitas
financeiras"), reconhecidos contabilmente quando da emissão da primeira conta após o pagamento
da conta vencida.

A provisão para créditos de liquidação duvidosa é constituída com o intuito de reconhecer prováveis
perdas com relação às contas a receber, considerando as medidas que são tomadas para limitar os
serviços proporcionados a clientes com contas vencidas e para cobrar tais contas, a começar quando
o atraso é superior a 60 dias, aumentando progressivamente, como segue:

% de perda
Contas em atraso provisionada

Pág: 30
De 1 a 60 dias Zero
De 61 a 90 dias 40
De 91 a 120 dias 60
De 121 a 150 dias 80
Acima de 151 dias 100

A partir de 180 dias em atraso, as contas a receber e respectiva provisão para créditos de liquidação
duvidosa são revertidas no balanço patrimonial.

11 Valores a receber

Controladora Consolidado

30/06/2007 31/03/2007 30/06/2007 31/03/2007

Valores a receber – Way TV (i) 132.750 132.750


Valores a receber – Seguro Incêndio (ii) 85.000 85.000
Valores a receber - Barramar S.A. (iii) 62.847 64.213
Bens destinados à venda (iv) 17.663 17.663 56.904 56.904
Valores a receber - Hispamar S.A. (v) 36.043 36.226
Outros 5.335
Provisão para perda (iv) (5.854 ) (5.854 ) (9.601 ) (9.601 )

11.809 11.809 369.278 365.492

Curto prazo 86.134 85.000


Longo prazo 11.809 11.809 283.144 280.492

(i) Em 27 de julho de 2006 a TNL PCS Participações, empresa controlada da TNL, adquiriu
através de leilão realizado na BOVESPA, bloco único e indivisível de 44.428.569 ações
ordinárias e 27.962.449 ações preferenciais de emissão da WAY TV Belo Horizonte S.A.
(“WAY TV”), pelo preço total de R$ 132.750.

A WAY TV é uma empresa prestadora de serviços de TV por assinatura e acesso à internet


em banda larga, oferecendo soluções aos mercados residencial, comercial e corporativo. Atua
nas cidades de Belo Horizonte, Poços de Caldas, Uberlândia e Barbacena, apoiada em uma
rede híbrida de fibra ótica e cabo coaxial (HFC) bidirecional que permite uma ampla oferta
de serviços interativos, tais como ensino à distância, telefonia e telemedicina, entre outros.

A assinatura do contrato de compra e venda de ações foi realizada em 1 de agosto de 2006 e o


valor pago está sendo mantido em conta vinculada sob custódia do Banco do Brasil S.A.. O
pagamento somente será liberado, em favor dos vendedores, após a obtenção de anuência da
ANATEL para a aquisição do controle da WAY BRASIL pela TNL PCS Participações.

Em 19 de março de 2007, a ANATEL negou o Pedido de Anuência Prévia para compra da


totalidade das ações da Way TV pela TNL PCS Participações S.A. e, em 13 de abril de 2007,
a empresa apresentou a ANATEL Pedido de Reconsideração. Não há previsão de prazo para
o julgamento do pedido. Em caso de decisão final negativa da Anatel, os recursos mantidos

Pág: 31
em conta vinculada, serão liberados para a Companhia sem quaisquer ônus conforme
previsão contratual.

(ii) Em 19 de janeiro de 2007, ocorreu o incêndio do galpão sob a administração da


transportadora Cometa S/A onde encontrava-se estocado o material para revenda (aparelhos
celulares, simcards e acessórios) da Oi, empresa controlada da TMAR, no estabelecimento do
Rio de Janeiro.

O Boletim de Ocorrência emitido pelo Corpo de Bombeiros Militar avaliou os prejuízos como
perda de 100% do estoque. Ainda segundo o Laudo do Instituto de Criminalística Carlos
Éboli o sinistro foi de causa acidental, excluindo a possibilidade de omissão humana
configurada por imprudência, negligência e imperícia. A Oi acionou o seguro como
beneficiária da apólice, cujo valor de cobertura é de R$ 85.000. Consequentemente, foi aberto
o processo de sinistro junto ao Itaú Seguros e ao IRB – Instituto de Resseguros do Brasil,
estando o mesmo em fase final de recebimento da indenização. Em julho de 2007, a
Companhia recebeu R$ 76.400 e estando pendente o valor de R$ 8.600 em função do contrato
de resseguros do IRB.

(iii) O valor a receber da empresa Barramar S.A. refere-se a 50% dos valores registrados no
realizável a longo prazo da AIX. Em decorrência da falência da Barramar S.A. decretada
pela 5ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, em
julgamento realizado no dia 24 de março de 2004, a AIX está tomando as providências legais
cabíveis para habilitar seus créditos junto à massa falida e para a apuração de ativos
operacionais da falida em virtude de sua participação no Consórcio Refibra.

(iv) Em 26 de julho de 2006, os Conselhos de Administração da TNL e da TMAR, aprovaram a


alienação de 14 imóveis pelo valor médio das avaliações, que não supera o custo de
aquisição, sendo um de titularidade da TNL e os demais da TMAR.

(v) Em novembro de 2001, a TMAR firmou um acordo de associação com a Hispamar Satélites
S.A., objetivando reduzir os custos da prestação de serviços na região norte do país,
especificamente de aluguel de "transponders" da Embratel. Em 31 de dezembro de 2002, a
TMAR assinou com a Hispamar Satélites S.A., controlada da Hispamar Ltda., um contrato de
transferência onerosa do direito de exploração de satélite geostacionário de Banda C, lançado
em 4 de agosto de 2004. O preço de transferência do direito de exploração foi estabelecido
através de laudo elaborado por empresa especializada e independente, totalizando R$ 28.659,
sendo atualizado pelo “IPC” - Índice de Preços ao Consumidor.

A conversão desses créditos em participação societária na Hispamar Satélites S.A. já foi


aprovada pelo Conselho de Administração da TMAR, estando pendente a finalização dos
acordos societários. Dessa forma, a TMAR continuará classificando esses valores no
realizável a longo prazo até serem convertidos para investimentos permanentes. A
administração da TMAR estima que esta participação não ultrapassará 20% do capital social
daquela investida.

12 Tributos diferidos e a recuperar

Pág: 32
Controladora Consolidado

30/06/2007 31/03/2007 30/06/2007 31/03/2007

Curto Longo Curto Longo Curto Longo Curto Longo


prazo prazo prazo prazo prazo prazo prazo prazo

ICMS a recuperar 433.161 229.925 396.742 239.439


IR sobre adições temporárias (i) 29.520 64.580 29.520 63.218 173.955 917.852 173.955 896.000
CS sobre adições temporárias (i) 10.627 23.831 10.627 23.342 62.624 307.095 62.624 302.544
IR sobre prejuízos fiscais (i) 79.959 78.176 375 553.560 375 550.831
CS sobre base negativa (i) 28.169 27.529 198.009 197.180
IR a recuperar 257.096 249.264 552.664 373.691
CS a recuperar 18.968 18.434 142.089 71.671
Impostos retidos na fonte 7.845 6.023 85.189 82.183
Outros impostos a recuperar 7.695 7.696 75.629 76.539

331.751 196.539 321.564 192.265 1.525.686 2.206.441 1.237.780 2.185.994

(i) A TNL e suas controladas registram seus créditos fiscais diferidos decorrentes de diferenças
temporárias, dos prejuízos fiscais e da base negativa da contribuição social, de acordo com
as disposições da Deliberação CVM nº 273/1998 e Instrução CVM nº 371/2002. Conforme
estudo técnico aprovado pelos órgãos da administração da TNL, submetido à aprovação do
Conselho Fiscal, a geração de lucros tributáveis nos próximos dez anos, ajustados a valor
presente, será suficiente para absorver esses créditos tributários, como segue:

Controladora Consolidado
Até 31 de dezembro de:

2007 20.074 118.477


2008 30.562 292.863
2009 25.961 286.888
2010 a 2012 65.035 838.283
2013 a 2016 95.054 676.959

236.686 2.213.470

Para as controladas diretas e indiretas que não apresentaram, em 30 de junho de 2007, históricos de
rentabilidade e/ou expectativa de geração de lucros tributáveis suficientes nos próximos dez
exercícios, os créditos tributários sobre os prejuízos fiscais de imposto de renda e da base negativa
da contribuição social não foram reconhecidos na sua totalidade. Os créditos não reconhecidos
contabilmente totalizam R$ 126.754 (31/03/2007 - R$ 141.743), sendo que R$ 80.425 referem-se à
Oi (31/03/2007 - R$ 95.078).

Adicionalmente, em 30 de junho de 2007 os créditos tributários sobre diferenças temporárias, não


reconhecidos contabilmente, totalizam R$ 2.443 (31/03/2007 - R$ 1.981).

13 Despesas antecipadas

Controladora Consolidado

30/06/2007 31/03/2007 30/06/2007 31/03/2007

Pág: 33
Encargos financeiros (i) 61.202 80.068 203.054 220.654
Taxa FISTEL (ii) 159.762 214.980
Subsídio aparelhos Oi (iii) 155.809 130.908
Taxa de Prorrogação do Contrato de Concessão
ANATEL (Nota 1) 40.965
Aluguel de postes 27.504 42.482
Publicidade 17.187 28.270
Custo de emissão de lista telefônica 17.070 25.605
Tributos,taxas e contribuições 72 72 14.492 17.042
Seguros 1.567 262 8.239 8.604
Outras (iv) 5.586 5.448 29.054 25.861

68.427 85.850 673.136 714.406

Curto prazo 16.640 6.688 506.343 521.411


Longo prazo 51.787 79.162 166.793 192.995

(i) Os encargos financeiros e prêmios pagos antecipadamente quando da obtenção de


empréstimos, financiamentos e na emissão de debêntures, são amortizados pelo período de
vigência dos contratos.

(ii) Refere-se ao valor da taxa FISTEL pago sobre as habilitações (R$ 26,83 por habilitação).
Essa taxa é diferida para amortização durante o período estimado de fidelização dos clientes,
equivalente a 24 meses no valor total de R$ 59.270 (31/03/2007 – R$ 71.871).
Adicionalmente, também são registrados como despesas antecipadas os pagamentos efetuados
pela TMAR e Oi, em conformidade com a legislação aplicável, a título da taxa FISTEL de
manutenção, apropriados mensalmente ao longo do ano, no montante de R$ 100.492
(31/03/2007 – R$ 143.109).

(iii) Refere-se aos aparelhos pós-pagos, vendidos com subsídio médio de R$ 300,00 por aparelho
e com base nas adições efetivas, recuperável em até 12 meses, previsto nas cláusulas
contratuais de multa por cancelamento antecipado ou por migração para plano pré-pago.

(iv) Refere-se a despesas de contratos anuais de direito de passagem e outros.

14 Depósitos e bloqueios judiciais

Controladora Consolidado

30/06/2007 31/03/2007 30/06/2007 31/03/2007

Tributários (*) 4.747 4.654 399.455 430.994


Cíveis 1.873 1.873 303.401 276.935
Trabalhistas (*) 3 34 91.054 139.465
Bloqueios judiciais 63 63 259.366 253.130

6.686 6.624 1.053.276 1.100.524

Pág: 34
(*) Valores líquidos de depósitos judiciais vinculados aos passivos correspondentes (Notas 20 e
22), conforme Deliberação 489/2005 da CVM.

A TNL e suas controladas mantêm depósitos judiciais para garantir o direito de recurso em ações de
naturezas cíveis, trabalhistas e tributárias. Dentre as tributárias destacam-se:

Consolidado

30/06/2007 % 31/03/2007 %

INSS 106.377 26,7 108.589 25,2


Autuações fiscais de ICMS 64.186 16,1 85.783 19,9
PAES 53.498 13,4 52.016 12,1
IRPJ 38.523 9,7 63.289 14,7
CSLL 30.693 7,7 18.091 4,2
COFINS 24.589 6,1 18.152 4,2
IPTU 24.084 6,0 24.426 5,7
PIS/PASEP 18.099 4,5 17.971 4,2
Outros (i) 39.406 9,8 42.677 9,8

399.455 100,0 430.994 100,0

(i) Referem-se aos depósitos efetuados como garantia de execuções tributárias relacionadas à
cobrança de tributos administrados pela SRF – Secretaria da Receita Federal, bem como a
suspensão da exigibilidade de outros débitos junto às Fazendas Públicas Estaduais e
Municipais.

Conforme estabelecido pelas respectivas legislações, no semestre findo em 30 de junho de 2007, os


depósitos judiciais tributários foram atualizados monetariamente, no montante de R$ 25.609
(31/03/2007 – R$ 12.071) de acordo com as seguintes taxas de juros e índices:

• Impostos Federais e Estaduais - Variação da taxa SELIC (Sistema Especial de Liquidação e


Custódia); e
• Impostos Municipais - UFIR (Unidade Fiscal de Referência).

15 Investimentos

Controladora Consolidado

30/06/2007 31/03/2007 30/06/2007 31/03/2007

Participações avaliadas pelo método


de equivalência patrimonial 10.605.902 10.145.315
Ágio pago na aquisição da Pegasus, líquido (i) 37.721 56.582
Incentivos fiscais (ii) 10.698 10.698 48.621 48.621
Provisão para perdas sobre incentivos fiscais (ii) (3.143) (3.143 ) (32.390 ) (32.390 )
Outros investimentos 77 77 4.760 4.795

10.613.534 10.152.947 58.712 77.608

Pág: 35
(i) Refere-se ao ágio pago pela TMAR na aquisição da Pegasus em 27 de dezembro de 2002,
que está fundamentado em expectativa de rentabilidade futura de suas operações decorrente
de avaliações econômico-financeiras realizadas por terceiros e ganhos de sinergia entre as
operações da TMAR e da Pegasus. Esse ágio vem sendo amortizado pelo prazo de 5 anos
desde janeiro de 2003.

(ii) Refere-se ao FINOR – Fundo de Investimento do Nordeste e ao FUNRES – Fundo de


Recuperação Econômica do Estado do Espírito Santo.

Pág: 36
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS
ITR - Informações Trimestrais
Legislação Societária
EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS
Data-Base - 30/06/2007

01765-5 – TELE NORTE LESTE PARTICIPAÇÕES S/A


02.558.134/0001-58

04.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


(Em milhares de reais, exceto quando indicado)

Dividendos e
Patrimônio Lucro Participação - % Qtde. milhares de ações/cotas Equivalência patrimonial juros sobre
líquido líquido o capital
(passivo a (prejuízo) próprio a
Capital Capital
descoberto) do semestre receber
Controladas total votante Ordinárias Preferenciais 30/06/2007 30/06/2006 3

TMAR (ii) 12.925.535 981.570 80,89 97,24 104.228 91.250 816.572 625.478 12.835 1
Telemar Telecomunicações 10.311 458 100 100 2 458 (429 )
TNL.Net 5.561 161 100 100 24.001 161 224
HiCorp (iii) 4.076
TNL Trading (15 ) (52 ) 100 100 55.524 (52 )
TNL PCS Participações 354 100 100 354

817.139 629.349 12.835 1

Outros investimentos

(i) Conforme definido no Art. 12 da Instrução CVM nº 247/1996, a TNL constitui provisão no
passivo circulante para fazer face à cobertura de passivo a descoberto de controladas.

Pág: 37
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EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS Data-Base - 30/06/2007

01765-5 TELE NORTE LESTE PARTICIPAÇÕES S/A 02.558.134/0001-58

04.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

(ii) A equivalência patrimonial na TMAR é calculada pelo percentual de participação direta


obtido após exclusão das ações mantidas em tesouraria, sendo de 81,92% na TNL.

(iii) Conforme comentado na Nota 1 (b), em 28 de abril de 2006, a Assembléia Geral


Extraordinária da TNL, aprovou o Protocolo e Justificação da Incorporação da HiCorp
Comunicações Corporativas S/A. pela controladora TNL, considerando o interesse na
continuidade da reorganização societária das empresas do Grupo Telemar. Nesta
Assembléia também foi aprovado o Laudo de avaliação contábil do patrimônio líquido da
HiCorp Comunicações Corporativas S/A (“incorporada”), elaborado por empresa
especializada, no montante global de R$ 108.822, avaliado a valor contábil em 31 de março
de 2006.

A movimentação dos investimentos da Companhia decorre, substancialmente, do resultado de


equivalência patrimonial de suas controladas.

O balanço patrimonial da HiCorp em 31 de março de 2006, data base para incorporação pode ser
resumido como segue:

Ativo Passivo e patrimônio líquido

Circulante Circulante
Disponibilidade 4 Fornecedores 25
Tributos a recuperar 1.804 Tributos a recolher 1.899
Outras contas a receber 11 Juros sobre o capital próprio 2.609
Outras obrigações 65
1.819 4.598

Não Circulante
Realizável a longo prazo
Empréstimos a controladora 110.055 Patrimônio líquido
Capital social 5.001
Permanente Reservas de lucros 1.000
Imobilizado 1.546 Lucros acumulados 102.821
111.601 108.822

Total do ativo 113.420 Total do passivo e patrimônio líquido 113.420

Pág: 38
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04.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

A demonstração do resultado da HiCorp em 31 de março de 2006 pode ser resumida como segue:

Custo dos serviços prestados (60 )

Prejuízo bruto (60 )

Receitas (despesas) operacionais


Comercialização dos serviços (867 )
Gerais e administrativas (454 )
Outras receitas operacionais, líquidas 2.701

1.380

Lucro operacional antes do resultado financeiro 1.320

Resultado financeiro 4.647

Lucro antes do imposto de renda e da contribuição social 5.967

Imposto de renda e contribuição social (1.891 )

Lucro do exercício 4.076

Pág: 39
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04.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

16 Imobilizado

Controladora

30/06/2007 31/03/2007 Taxa


anual de
Depreciação Valor Valor depreciação
Custo acumulada residual residual (%)

Prédios e edificações 1.089 (494) 595 622 4 a 10


Outros equipamentos 831 (350) 481 503 10
Hardware 16.087 (16.009) 78 104 20
Outros ativos 9.462 (6.727) 2.735 2.880 10 a 20

27.469 (23.580) 3.889 4.109

Consolidado

30/06/2007 31/03/2007 Taxa


anual de
Depreciação Valor Valor depreciação
Custo acumulada residual residual (%)

Cabos (rede de acesso) 6.428.737 (3.969.174) 2.459.563 2.475.404 5 a 20


Equipamentos de transmissão TMAR 9.110.302 (7.255.366) 1.854.936 1.688.172 5 a 20
Equipamentos de transmissão Oi (i) 2.152.075 (727.681) 1.424.394 1.450.979 10 a 20
Equipamento de comutação Oi (i) 1.128.335 (351.110) 777.225 794.996 10 a 20
Canalização subterrânea 2.037.208 (1.306.303) 730.905 736.600 4
Prédios e edificações 2.016.819 (1.353.847) 662.972 687.346 4 a 10
Postes e torres 932.887 (404.162) 528.725 530.211 4a5
Meio de transmissão – entroncamento (switches) 5.588.878 (5.071.871) 517.007 567.344 5 a 20
Outros equipamentos 1.929.017 (1.427.488) 501.529 497.285 4 a 20
Benfeitorias em propriedade de terceiros 658.908 (255.268) 403.640 397.907 10
Equipamento de comutação TMAR 9.259.452 (8.892.455) 366.997 359.200 20
Obras em construção 343.703 343.703 557.500
Hardware 693.374 (482.102) 211.272 224.311 20
Estoque para expansão 157.154 157.154 148.995
Terrenos 137.871 137.871 138.148
Equipamentos terminais 2.215.630 (2.146.593) 69.037 64.521 13 a 20
Outros ativos 604.436 (451.447) 152.989 167.025 10 a 20

45.394.786 (34.094.867) 11.299.919 11.485.944

(i) As taxas de depreciação dos equipamentos de transmissão e comutação da Oi estão


suportadas por laudos internos de avaliação de vida útil. A avaliação está baseada
principalmente na obsolescência tecnológica e desgaste físico, em linha com as práticas
adotadas no setor de telefonia móvel.

Pág: 40
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04.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

17 Intangível

Controladora

30/06/2007 31/03/2007 Taxa


anual de
Amortização Valor Valor amortização
Custo acumulada residual residual (%)

Software 7.021 (4.438) 2.583 2.732 20


Marcas e Patentes 547 (357) 190 204 10

7.568 (4.795) 2.773 2.936

Consolidado

30/06/2007 31/03/2007 Taxa


anual de
Amortização Valor Valor amortização
Custo acumulada residual residual (%)

Direito de Uso Oi (i) 1.236.567 (437.910 ) 798.657 820.833 7a8


Software 1.331.133 (921.728 ) 409.405 427.598 20
Outros 87.855 (59.138 ) 28.717 29.944 10 e 20

2.655.555 (1.418.776) 1.236.779 1.278.375

(i) Refere-se ao direito de uso das radiofreqüências adquirido pela Oi em março de 2001, por
R$ 1.102.007, e em julho de 2003 e janeiro de 2004, por R$ 70.618, cuja amortização é
calculada de acordo com o prazo de vigência das referidas autorizações, até 12 de março de
2016. Os encargos financeiros incorridos até o início das operações da Oi foram capitalizados,
totalizando R$ 63.942.

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04.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

18 Diferido - consolidado

Os valores correspondem aos gastos incorridos por algumas controladas durante a fase pré-
operacional e são amortizados com base em estudos de viabilidade econômica elaborados por
terceiros. O prazo médio de amortização é estimado em dez anos para Oi Internet, AIX e Oi.

Os saldos do diferido por controlada podem ser sumariados como segue:

30/06/2007 31/03/2007

Amortização Valor Valor


Custo acumulada residual residual

Oi 631.633 (316.991 ) 314.642 330.349


TNL PCS Participações 19.459 19.459 14.449
AIX 21.512 (11.940 ) 9.572 10.137
Oi internet 4.000 (1.000 ) 3.000 3.100

676.604 (329.931 ) 346.673 358.035

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04.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


(Em milhares de reais, exceto quando indicado)

19 Empréstimos e financiamentos

Cont
Venci-
Início Mento Garantias Encargos financeiros 30/06/2007 31
(a) Em moeda nacional

BNDES (i) 11/2006 06/2014 Aval da TNL e recebíveis da TMAR TJLP + 2,50 % a.a. e 4,50% a.a

BNDES (ii) 09/2004 10/2012 Aval da TNL e recebíveis da Oi TJLP + 4,50% a.a.

BNDES (iii) 12/2000 01/2008 Aval da TNL e recebíveis da TMAR TJLP + 3,85% a.a.

BNDES (iv) 12/2003 01/2011 Aval da TNL e recebíveis da TMAR TJLP + 4,50% a.a.

BNDES (v) 07/2005 08/2013 Aval da TNL e recebíveis da TMAR TJLP + 3,50% a.a e 4,50% a.a.

BNDES 12/2005 12/2013 Aval da TNL e recebíveis da TMAR TJLP + 4,50% a.a.

Banco do Nordeste do Brasil S.A. 06/2004 12/2014 Recebíveis da TMAR 11,9% a.a. e 10,5% a.a.

Outros

Com controladas Sem garantia 104% do CDI 168.950

Encargos financeiros

Total em moeda nacional 168.950

C
Venci-
Início mento Garantias Moeda Encargos financeiros 30/06/2007
(b) Em moeda estrangeira

ABN AMRO Bank N.V. (vi) 08/2001 08/2009 Aval da TNL US$ LIBOR + 0,50% a.a. a
3,81% a.a.

ABN AMRO Bank S.A. 09/2005 09/2008 Sem garantia US$ 5,45% a.a.

ABN AMRO Bank N.V. 01/2004 04/2009 Sem garantia US$ LIBOR + 3,0% a.a. a
4,83% a.a.

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04.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


(Em milhares de reais, exceto quando indicado)

ABN AMRO Bank S.A. 06/2005 05/2008 Sem garantia US$ 5,05% a.a.

ABN AMRO Bank S.A. 06/2005 12/2010 Sem garantia US$ 5,51% a.a.

ABN AMRO Bank S.A. 12/2005 11/2008 Sem garantia US$ 5,43% a.a.

ABN AMRO Bank S.A. 10/2005 10/2008 Sem garantia US$ 5,28% a.a.

ABN AMRO Bank S.A. 02/2006 11/2008 Sem garantia US$ 5,40% a.a.

Unibanco - União de Bancos Brasileiros S.A. (vii) 09/2006 12/2008 Sem garantia Yen 1,0%a.a 276.225

Unibanco - União de Bancos Brasileiros S.A. 12/2004 12/2007 Sem garantia US$ 4,90% a.a.

Japan Bank for International 01/2003 01/2011 Sem garantia Yen LIBOR Japonesa +
Cooperation - JBIC (viii) 1,25% a.a. 233.496

Japan Bank for International 08/2001 01/2010 Sem garantia Yen 1,65% a.a. 219.556
Cooperation - JBIC (viii)

FINNVERA - Finnish Export Credit (ix) 02/2003 02/2012 Aval da TNL e penhor US$ LIBOR + 1,1 % a.a.
dos equipamentos da Oi

FINNVERA - Finnish Export Credit (vi) 11/2004 11/2010 Aval da TNL e penhor US$ LIBOR + 1,685% a.a. e.
dos equipamentos da Oi 4,56% a.a

BNDES (iii) 12/2000 01/2008 Aval da TNL UMBND (x) Taxa variável do
e recebíveis da TMAR BNDES + 3,85% a.a.

BNDES (iv) 12/2003 01/2011 Aval da TNL UMBND (x) Taxa variável do
e recebíveis da TMAR BNDES + 4,50% a.a.

C
Venci-
Início mento Garantias Moeda Encargos financeiros 30/06/2007

KFW - Kreditanstalt Fur Wiederaufbau (ix) 02/2003 08/2012 Aval da TNL e penhor US$ LIBOR + 0,75% a.a.
dos equipamentos da Oi

KFW - Kreditanstalt Fur Wiederaufbau 07/2002 01/2011 Sem garantia US$ LIBOR + 0,8% a.a. e
4,5% a.a.

KFW - Kreditanstalt Fur Wiederaufbau 06/2000 04/2007 Sem garantia US$ 8,75% a 11,87% a.a.

Société Générale / Coface (ix) 02/2003 11/2012 Aval da TNL e penhor US$ LIBOR + 0,75% a.a.
dos equipamentos da Oi

Société Générale / Natexis 12/2004 10/2009 Sem garantia US$ LIBOR + 1,95% a.a.

Société Générale 12/2002 06/2007 Sem garantia US$ LIBOR + 5% a.a.

Nordic Investment Bank - NIB (vi) 11/2004 11/2010 Aval da TNL e penhor US$ LIBOR + 1,625%a.a. e
dos equipamentos da Oi 4,5 % a.a.

Nordic Investment Bank - NIB (ix) 03/2003 02/2012 Aval da TNL e penhor US$ LIBOR + 4,3 % a.a.
dos equipamentos da Oi

Banco Santander do Brasil S/A 04/2005 04/2008 Sem garantia US$ 5,9% a.a.

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04.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


(Em milhares de reais, exceto quando indicado)

EDC - Export Development Corporation 01/2000 04/2007 Sem garantia US$ LIBOR + 3,0% a.a.

Senior Notes (xi) 12/2003 08/2013 Sem garantia US$ 8% a.a. 288.930

Encargos financeiros 6.792

Total em moeda estrangeira 1.024.999

Saldo de operações com "swap" em moeda estrangeira 619.931

Total dos empréstimos e financiamentos 1.813.880

Empréstimos e financiamentos - Curto prazo 357.057


Empréstimos e financiamentos - Longo prazo 1.456.823

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04.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

(a) Movimentação dos empréstimos e financiamentos no semestre findo em 30 de junho de 2007


(consolidado)

Saldo em Encargos Saldo em


31/03/2007 Captações Amortizações financeiros 30/06/2007

6.624.876 (471.691 ) 75.339 6.228.524

(b) Descrição dos principais empréstimos e financiamentos

(i) Em novembro de 2006, a TMAR celebrou contrato de financiamento com o BNDES no


montante de R$ 1.970.896 e sacou R$ 810.000 com o objetivo de financiar a expansão e
atualização tecnológica da rede de telecomunicação fixa da TMAR programadas para o
período entre 2006 e 2008. O vencimento dos encargos financeiros será trimestral até junho
de 2009, passando a ser mensal para o período de julho de 2009 até junho de 2014. O
principal vencerá mensalmente a partir de julho de 2009.

(ii) Em setembro de 2004, a Oi celebrou contrato de financiamento com o BNDES no montante


de R$ 663.000 e sacou R$ 585.000 com o objetivo de financiar seu plano de investimento,
sendo o saque de R$ 400.000 em setembro de 2004 e de R$ 185.000 em maio de 2005. O
vencimento dos encargos financeiros foi trimestral até abril de 2006, passando a ser mensal
para o período de maio de 2006 até outubro de 2012. O principal vence mensalmente desde
maio de 2006. Em 29 de dezembro de 2005, com a anuência do BNDES, a Oi transferiu o
financiamento, em sua totalidade, para a TMAR.

(iii) Refere-se à utilização dos recursos das linhas especiais de crédito para aquisição e
instalação de equipamentos, infra-estrutura e outros, nos termos previstos no "Programa de
Apoio a Investimentos em Telecomunicações". Os vencimentos dos encargos financeiros e
do principal são mensais até janeiro de 2008.

(iv) No período de dezembro de 2003 a outubro de 2004, a TMAR sacou R$ 529.635 relativos
ao contrato de empréstimo celebrado com o BNDES em dezembro de 2002 com o objetivo
de financiar seu plano de investimentos para os anos de 2002, 2003 e 2004. Os recursos
foram aplicados na expansão da rede de telecomunicações e melhorias operacionais. O
vencimento dos encargos financeiros foi trimestral até janeiro de 2005, sendo mensal para o
período de maio de 2005 até janeiro de 2011. O principal vence mensalmente desde maio de
2005.

(v) Em julho de 2005, a TMAR celebrou contrato de empréstimo com o BNDES no montante
de R$ 217.945 e sacou R$ 80.000 em julho de 2005 com o objetivo de financiamento do
PGMU - Plano Geral de Metas de Universalização. O vencimento dos encargos financeiros
foi trimestral até agosto de 2006, sendo mensal para o período de setembro de 2006 até
agosto de 2013. O principal vence mensalmente desde setembro de 2006.

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04.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

(vi) Em agosto de 2001, a Oi obteve uma linha de US$ 1,425 bilhão com um consórcio de bancos
e fornecedores (Nokia, Siemens e Alcatel), liderado pelo banco holandês ABN AMRO
Bank, N.V., para a realização de investimentos e capital de giro. Após a realização de três
reestruturações do empréstimo, a última realizada em agosto de 2005, o saldo da linha em
30 de junho de 2007 é de US$ 276 milhões (31/03/2007 – US$ 276 milhões), descontadas
as amortizações. Os recursos propostos da linha de financiamentos já foram integralmente
utilizados. Em novembro de 2003 foi efetuada a transferência da dívida da Oi para TMAR.

(vii) Em setembro de 2006, a TNL captou R$ 322.650 junto ao Unibanco - União de Bancos
Brasileiros S.A. uma linha de repasse de recursos externos (Resolução 2770) com a
finalidade de prover capital de giro.

(viii) Nos meses de agosto de 2001, janeiro e fevereiro de 2003, a TNL obteve R$ 1.646.110 com
o JBIC - Japan Bank for Internacional Cooperation para financiar investimentos na TMAR.

(ix) Em dezembro de 2002, a Oi celebrou contrato de financiamento com KFW – Kreditanstalt


Fur Wiederaufbau, NIB – Nordic Investment Bank, Société Générale/Coface e FINNVERA
– Finnish Export Credit no montante de US$ 300 milhões para substituição parcial da linha
de crédito contratada com o ABN AMRO Bank N.V.. Em novembro de 2003, foi efetuada a
transferência da dívida da Oi para a TMAR.

(x) Cesta de moedas divulgada diariamente pelo BNDES.

(xi) Em 18 de dezembro de 2003, a TNL obteve R$ 878.820 (US$ 300 milhões) por meio de
uma emissão de títulos no exterior, "Senior Notes" não conversíveis, sendo o JP Morgan o
agente coordenador da emissão, com participação do BB Securities – Banco do Brasil
Securities e CSFB – Credit Suisse First Boston na distribuição. Esses títulos são
remunerados à taxa de 8% a.a. e possuem vencimento em agosto de 2013, com opção de
resgate antecipado pela TNL anualmente a partir do 5º ano, não havendo garantias. Esses
recursos serão utilizados para diversos fins corporativos. Em 1º de dezembro de 2005, a
TNL antecipou a recompra de parte dessas “Sênior Notes”, no valor de US$ 150 milhões,
com posterior cancelamento das mesmas.

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04.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

O desembolso de dívidas de longo prazo está programado como segue:

Controladora % Consolidado %
Em moeda nacional
2008 168.950 11,6 120.047 2,8
2009 302.687 6,8
2010 383.941 8,6
2011 311.158 7,0
2012 em diante 555.710 12,5

168.950 11,6 1.673.543 37,7

Em moeda estrangeira
2008 436.227 30,0 945.604 21,2
2009 311.800 21,4 947.247 21,3
2010 202.496 13,9 380.785 8,6
2011 48.420 3,3 149.066 3,4
2012 em diante 288.930 19,8 346.729 7,8

1.287.873 88,4 2.769.431 62,3

Total
2008 605.177 41,6 1.065.651 24,0
2009 311.800 21,4 1.249.934 28,1
2010 202.496 13,9 764.726 17,2
2011 48.420 3,3 460.224 10,4
2012 em diante 288.930 19,8 902.439 20,3

1.456.823 100,0 4.442.974 100,0

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04.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

20 Tributos a recolher e diferidos

Controladora Consolidado

30/06/2007 31/03/2007 30/06/2007 31/03/2007

Curto Curto Curto Longo Curto Longo


prazo prazo prazo prazo prazo prazo

ICMS (i) 445.151 35 391.729 35


ICMS - Convênio 69/1998 (ii) 65.234 59.815
PIS e COFINS 357 389 93.340 92.445
Imposto de renda a pagar 702 859 434.110 213.883
Contribuição social a pagar 142.588 69.236
Imposto de renda e contribuição
social diferidos - Lei 8.200/1991 11.606 11.822
FISTEL 178.461
Outros 704 703 32.475 1.947 46.483 12.189

1.763 1.951 1.159.270 67.216 1.004.059 72.039

(i) Incidem sobre os serviços de telecomunicações diversos impostos, inclusive municipais,


estaduais e federais, sendo o principal tributo o ICMS, cobrado pelos estados com alíquotas
diversas. A alíquota do ICMS é de 35% para Rondônia; 30% para os estados do Pará,
Paraíba, Mato Grosso e Rio de Janeiro; 29% para os estados de Goiás e Mato Grosso do
Sul; 28% para Pernambuco; 27% para os estados da Bahia, Ceará, Rio Grande do Norte,
Sergipe, Paraná, Alagoas e Maranhão. Para os demais estados, a alíquota do ICMS é 25%.

(ii) Valor líquido de depósitos judiciais de R$ 139.426 (31/03/2007 – R$ 135.337) no


consolidado.

21 REFIS II – Programa de Refinanciamento Fiscal

A TNL e suas controladas TMAR e Oi aderiram ao PAES – Parcelamento Especial, (também


conhecido como REFIS II – Programa de Recuperação Fiscal II), disciplinado pela Lei nº
10.684/2003, inscrevendo parte substancial dos débitos com a Fazenda Nacional e com o INSS
vencidos até 28 de fevereiro de 2003. Conforme previsto no Art. 7º da referida Lei, a TNL e suas
controladas são obrigadas a manter o pagamento regular das parcelas do REFIS II, podendo ser
excluídas do programa caso atrasem esses pagamentos por três meses consecutivos ou seis meses
alternados, o que primeiro ocorrer.

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04.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

Os refinanciamentos foram pactuados em 180 meses para a TNL e em 120 meses para as
controladas, tendo sido liquidados, sem atraso no semestre findo em 30 de junho de 2007, R$ 7.437
(TNL) e R$ 64.436 (consolidado), em consonância com a determinação da Instrução nº 346 da
CVM, que dispõem sobre a regularidade do pagamento como condição essencial para a manutenção
das condições previstas no REFIS II.
Os valores do REFIS II são compostos como segue:

Controladora Consolidado

30/06/2007 31/03/2007 30/06/2007 31/03/2007

Curto Longo Curto Longo Curto Longo Curto Longo


prazo prazo prazo prazo prazo prazo prazo prazo

COFINS 67.692 334.071 66.603 345.351


CPMF 3.727 40.662 4.001 40.675 27.982 159.757 27.866 163.821
Imposto de renda 12.432 59.009 12.232 61.118
Contribuição social 4.181 24.173 4.113 24.813
INSS - SAT 2.928 20.297 2.893 20.680
IOF 10.092 110.103 10.832 110.138 13.539 126.834 14.225 127.449
PIS 600 3.194 591 3.290

13.819 150.765 14.833 150.813 129.354 727.335 128.523 746.522

Os valores do REFIS II segregados em principal, multas e juros são compostos como segue:

Consolidado

30/06/2007 31/03/2007

Principal Multas Juros Total Total

COFINS 289.565 29.076 83.121 401.762 411.954


CPMF 136.401 13.640 37.698 187.739 191.687
IOF 102.804 10.280 27.289 140.373 141.674
Imposto de renda 39.149 9.244 23.048 71.441 73.350
Contribuição social 15.724 3.511 9.119 28.354 28.926
INSS - SAT 13.619 2.353 7.252 23.224 23.573
PIS 2.419 270 1.107 3.796 3.881

599.681 68.374 188.634 856.689 875.045

Esses valores são atualizados monetariamente pela variação da TJLP, tendo sido reconhecidos
R$ 5.389 na TNL e R$ 28.533 no consolidado como “Despesas financeiras”, no semestre findo em
30 de junho de 2007 (vide Nota 6).

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04.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

Em 30 de junho de 2007, os fluxos de pagamentos do REFIS II trazidos a valor presente, pela taxa
de 12% ao ano (taxa média projetada de remuneração), pelo prazo restante de 10 anos e onze meses,
totalizam R$ 130.411 na TNL e R$ 725.942 no consolidado.

A TMAR em face da inclusão indevida por parte da SRF e PGFN – Procuradoria Geral da Fazenda
Nacional de débitos no PAES, entendeu necessário o ajuizamento de ação judicial para comprovar a
regularidade do pagamento das parcelas do programa, bem como, de maneira a demonstrar
corretamente os débitos incluídos naquele programa. Nesse sentido, em face de concessão de
medida liminar condicionada a garantia, na referida ação, efetuava-se mensalmente depósito
judicial complementar, de aproximadamente R$ 3.000, até que fosse obtida decisão administrativa
ou judicial que ajustasse o saldo correto das dívidas por ela incluídas no PAES. Em maio de 2006, a
TMAR obteve decisão judicial autorizando que a garantia a ser ofertada mensalmente na referida
ação, fosse feita mediante fiança bancária e não depósito em dinheiro.

No que se refere à TNL e à Oi, foi detectada a mesma inclusão indevida por parte das autoridades
administrativas de outros valores que não aqueles indicados pelas sociedades. Em 22 de agosto de
2006 a SRF excluiu a TNL e a Oi do REFIS II, em razão de suposta inadimplência. Tendo em conta
que a administração e seus assessores jurídicos entendem que tal exclusão é absolutamente
equivocada, uma vez que o cálculo das parcelas pagas é efetuado com base nos valores cuja
inclusão foi efetivamente requerida, a TNL e a Oi estão adotando as providências administrativas e
judiciais necessárias para a reinclusão no parcelamento REFIS II. No caso de recálculo da dívida do
REFIS II sem os benefícios previstos na Lei nº 10.684/2003, o valor da referida dívida de longo
prazo seria transferida para o passivo circulante, no montante de R$ 154.886 (consolidado), e seria
devido o registro complementar de encargos financeiros no montante aproximado de R$ 11.083
(consolidado).

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04.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

22 Provisões para perdas em processos judiciais

(a) Composição do saldo


Controladora Consolidado

30/06/2007 31/03/2007 30/06/2007 31/03/2007

Tributárias

(i) Autuações fiscais de ICMS 341.709 358.326


(ii) Compensação de prejuízos fiscais
e base negativa 77.187 90.959
FUST 62.423 77.428
(iii) ISS 424 424 58.436 49.751
INSS (responsabilidade solidária, honorários e verbas
indenizatórias) linha 1.978 48.650 49.731
(iv) ILL 42.283 41.693
FUNTTEL 35.701 33.663
(v) Demais ações 4 4 99.537 96.217
Depósitos judiciais vinculados (*) (141.967 ) (80.657 )

428 2.406 623.959 717.111

Trabalhistas

(i) Horas extras 646 624 391.275 390.850


(ii) Subsidiariedade 89 100 337.888 299.362
(iii) Equiparação salarial/reenquadramento 14 13 110.223 114.651
(iv) Indenizações 24 23 108.843 111.116
(v) Adicional de periculosidade 107.076 107.905
(vi) Demais ações 54 52 171.184 170.026
Depósitos judiciais vinculados (*) (31 ) (274.511 ) (210.176 )

796 812 951.978 983.734


Cíveis

(i) Estimativas ANATEL 167.482 165.767


(ii) Juizados Especiais Cíveis 80.680 80.659
(iii) Multas ANATEL 56.389 62.263
(iv) Demais ações 267.266 267.731

571.817 576.420

1.224 3.218 2.147.754 2.277.265

(*) Conforme Deliberação 489/2005 da CVM.

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04.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

Conforme estabelecido pelas respectivas legislações, as provisões para perdas em processos


judiciais são mensalmente atualizadas monetariamente de acordo com as seguintes taxas de juros e
índices:

Tributárias: Variação da taxa de juros SELIC e UFIR;

Trabalhistas: Índices dos TRT’s - Tribunal Regional do Trabalho, acrescida de 1% de juros a.m.;

Cíveis: UFIR – Unidade Fiscal de Referência, acrescido de juros (0,5% até 9 de janeiro de
2003 e 1% a partir de 10 de janeiro de 2003) a.m. e
ANATEL - IGP-DI - Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna.

(b) Detalhamento dos processos por natureza de risco em 30 de junho de 2007 (consolidado)

Tributárias Trabalhistas Cíveis Total

Prováveis 623.959 951.978 571.817 2.147.754


Possíveis 6.341.282 964.314 2.038.572 9.344.168
Remotas 635.991 1.332.588 717.828 2.686.407

Total 7.601.232 3.248.880 3.328.217 14.178.329

(c) Resumo das movimentações dos saldos de provisões para perdas em processos judiciais

Controladora

Tributárias Trabalhistas Total

Saldo em 31 de dezembro de 2006 428 778 1.206

Adições, líquidas de reversões 1.978 4 1.982


Atualização monetária (Nota 6) 30 30

Em 31 de março de 2007 2.406 812 3.218

Adições, líquidas de reversões (1.937 ) (12) (1.949)


Baixas por pagamento (41) 1 (40)
Atualização monetária (Nota 6) 26 26
Depósitos judiciais vinculados (31 ) (31 )

Em 30 de junho de 2007 428 796 1.224

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04.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

Consolidado

Tributárias Trabalhistas Cíveis Total

Em 31 de dezembro de 2006 673.507 924.978 555.126 2.153.611

Adições, líquidas de reversões (a) 47.886 59.420 50.364 157.670


Baixas por pagamento (15.111 ) (39.033 ) (46.348 ) (100.492 )
Atualização monetária (Nota 6) 20.282 43.264 17.278 80.824
Transferência 780 1.382 2.162
Depósitos judiciais vinculados (10.233 ) (6.277 ) (16.510 )

Em 31 de março de 2007 717.111 983.734 576.420 2.277.265

Adições, líquidas de reversões (a) 10.802 55.591 46.552 112.945


Baixas por pagamento (49.446 ) (64.072 ) (59.243 ) (172.761 )
Atualização monetária (Nota 6) 6.802 41.060 8.088 55.950
Depósitos judiciais vinculados (61.310 ) (64.335 ) (125.645 )

Em 30 de junho de 2007 623.959 951.978 571.817 2.147.754

(a) O total das adições líquidas de reversões do semestre, no valor de R$ 270.615, é composto pelas
despesas com provisões para perda em processos judiciais no valor de R$ 255.644 (vide Nota 5)
e pelos valores discriminados no quadro que segue abaixo, no valor total de R$ 14.971.

Os valores provisionados referentes aos questionamentos relativos ao ICMS sobre locação de porta
IP, INCRA, FUST, FUNTTEL e, Crédito de ICMS sobre energia elétrica são registrados nas contas
de resultado desses tributos, como demonstrado a seguir:

Consolidado

30/06/2007 30/06/2006
Deduções da receita bruta:
Locação de portas IP (10.600 )

Despesas de pessoal:
INCRA (380 ) (372 )

Outras despesas operacionais:


FUST 3.351 (25.351 )
FUNTTEL (6.235 ) (5.473 )
Crédito de ICMS sobre energia elétrica (1.107 ) (7.062 )

(14.971 ) (38.258 )

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04.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

(d) Provisões prováveis (consolidado)

Tributárias:

(i) Autuações fiscais de ICMS - Refere-se à provisão considerada suficiente pela administração
para fazer face a autuações fiscais diversas relacionadas à: (a) exigência de tributação de
determinadas receitas pelo ICMS ao invés do ISS; (b) compensação e apropriação de
créditos sobre a aquisição de bens e outros insumos, inclusive necessários à manutenção da
rede; (c) autuações relacionadas a descumprimento de obrigações acessórias; e (d)
autuações de tributos sobre energia elétrica. As variações ocorridas no semestre findo em
30 de junho de 2007 referem-se a entrada de novas autuações no Rio de Janeiro relativo a
energia elétrica, tendo em vista a revogação da Resolução 222/2005 que concedia o efetivo
crédito, e ao pagamento de diversos autos de infração nos estados de Minas Gerais e São
Paulo, aproveitando as anistias concedidas naqueles estados (Conv. 72/2006), que além de
isentar o pagamento de multa e juros, reduziu a alíquota de ICMS de 25% para 5% até
31/12/2003, 12% de janeiro a dezembro de 2004 e 15% de janeiro a dezembro de 2005.

(ii) Compensações de prejuízos fiscais e base negativa – A TMAR possui liminar judicial
garantindo a compensação de prejuízos fiscais e base negativa, quando apurados nos anos-
base anteriores a 1998, inclusive, com base em 100% dos lucros tributáveis apurados. A
variação ocorrida no semestre findo em 30 de junho de 2007 refere-se à reversão de
atualização monetária do período de 2001, em função da decadência.

(iii) ISS - A TMAR mantém provisões para autuações fiscais relacionadas a questionamentos
acerca da incidência da tributação de ISS sobre diversos serviços, como aluguéis de
equipamentos, de valor agregado e, técnicos e administrativos. O valor provisionado reflete
a parcela das autuações que os consultores jurídicos entendem ser passível de perda. A
variação ocorrida no semestre findo em 30 de junho de 2007 refere-se a novos autos
impetrados no Estado da Bahia.

(iv) ILL - A TMAR compensou o valor do ILL recolhido até o ano-calendário de 1992 com
base em decisões do STF - Supremo Tribunal Federal acerca da inconstitucionalidade do
referido imposto. Entretanto, embora o mérito da discussão já esteja pacificado no âmbito
dos tribunais superiores, uma provisão ainda é mantida tendo em vista que não existe
decisão definitiva sobre os critérios de atualização daqueles créditos. A variação ocorrida
no semestre findo em 30 de junho de 2007 refere-se à atualização monetária.

(v) Demais ações - Refere-se, substancialmente, a provisões para fazer face a autuações fiscais
de IPTU, no valor de R$ 10.462 (31/03/2007 – R$ 10.462), a diversas autuações fiscais
relacionadas à cobrança de imposto de renda e contribuição social, no montante de
R$ 37.438 (31/03/2007 – R$ 36.330) e provisões de ICMS sobre créditos de energia
elétrica no montante de R$ 21.994 (31/03/2007 – R$ 21.343).

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04.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

Trabalhistas:

Houve um aumento no período na quantidade de processos em função de: (a) reestruturações no


quadro de pessoal ocorridas em anos anteriores, principalmente em condenações que versam sobre
horas extras; (b) incentivo à recuperação das diferenças das multas rescisórias de FGTS, relativas
aos expurgos inflacionários dos planos econômicos Verão e Collor; (c) acréscimo no volume de
processos de subsidiariedade relacionados às desmobilizações de empresas de manutenção da rede
cujo desempenho não atendiam ao padrão de qualidade requerido pelo Grupo Oi. Tendo em vista
que grande parte das desmobilizações ocorreram no último trimestre de 2005, estão sendo
proferidas decisões no curso dos processos movidos por ex-colaboradores das empresas
desmobilizadas, o que gera, conseqüentemente, um incremento dos valores provisionados; e (d)
expansão da competência da justiça do trabalho após a publicação da Emenda Constitucional nº 45.

As principais provisões por natureza de processos estão resumidas abaixo:

(i) Horas extras - Reclamações referentes a pedidos de recebimento de horas adicionais,


trabalhadas além da jornada normal de trabalho.

(ii) Subsidiariedade - Reclamações movidas por ex-empregados de empresas terceirizadas,


sendo a TMAR responsabilizada subsidiariamente pelos créditos porventura devidos e não
liquidados pelas empresas terceirizadas, normalmente em decorrência do encerramento das
atividades destas empresas.

(iii) Equiparação salarial/reenquadramento - Representada por verbas decorrentes de diferenças


salariais entre empregados, pleiteadas por aqueles que recebem menor remuneração a
despeito da identidade de funções, associada a outros requisitos previstos na legislação
aplicável.

(iv) Indenizações - As indenizações correspondem a pedidos de ressarcimento ou compensação


por danos ocorridos no curso do contrato de trabalho, decorrentes de razões diversas, entre
as quais pode-se citar: acidente do trabalho, estabilidade provisória, danos morais,
devolução de descontos em folha de pagamento, auxílio creche e produtividade previstos
em acordo coletivo.

(v) Adicional de periculosidade - Reflete as expectativas de perda nas ações que dizem respeito
à exigibilidade do pagamento de adicional de periculosidade para empregados que
desempenham funções em um ambiente considerado perigoso, principalmente próximo às
instalações de alta tensão.

(vi) Demais ações - Refere-se a questionamentos diversos relativos a pedidos de adicionais por
tempo de serviço, insalubridade, participação nos resultados, trabalho noturno, diárias de
viagem, entre outros, destacando-se os principais itens abaixo:

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04.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

Controladora Consolidado

30/06/2007 31/03/2007 30/06/2007 31/03/2007

Multas trabalhistas diversas 6 5 38.068 38.373


Complemento de aposentadoria 28 27 28.917 28.165
PIRC – Plano incentivado de rescisão contratual 21.590 22.265
Diferenças salariais 17.143 17.697
Outras 20 20 65.466 63.526

54 52 171.184 170.026

Cíveis:

(i) Estimativas ANATEL – A variação ocorrida no semestre findo em 30 de junho de 2007, é


composta pelo complemento da provisão no montante de R$ 1.715 (30/06/2006 –
R$ 6.373), substancialmente, em função do descumprimento das obrigações de PGMU.

(ii) Juizados Especiais Cíveis - Questionamentos realizados por clientes cujos valores
individuais de indenização não ultrapassam quarenta salários mínimos. A variação ocorrida
no semestre findo em 30 de junho de 2007, pode ser justificada pela implementação de
sistema com nova metodologia, padronizando o cálculo em todas as filiais e pelo aumento
da quantidade de processos encerrados com pagamentos e sem acordo. No decorrer do
semestre findo em 30 de junho de 2007, foram efetuados pagamentos para liquidação de
diversos processos, no montante de R$ 17.590 (30/06/2006 - R$ 19.177), compensados por
novas provisões no total de R$ 17.611 (30/06/2006 - R$ 13.451).

(iii) Multas ANATEL - A variação ocorrida no semestre findo em 30 de junho de 2007, é


composta pela atualização monetária de R$ 3.035 (30/06/2006 – R$ 575), pelo
complemento da provisão em R$ 23.751 (30/06/2006 – R$ 5.799) e por pagamentos no
montante de R$ 32.660 (30/06/2006 – R$ 5.564), substancialmente, em função de
pagamentos de PADO’s de PGMQ e RIQ – Regulamento de Indicadores de Qualidade.

(iv) Demais ações - Referem-se a diversas ações em curso abrangendo rescisão contratual,
indenização de ex-fornecedores e empreiteiras, planos de expansão com emissão de ações,
entre outros. A variação ocorrida no semestre findo em 30 de junho de 2007 decorre da
revisão do risco de perda dessas ações, com base na opinião dos consultores jurídicos da
Companhia, bem como da reavaliação dos valores provisionados para fazer face às perdas
com ações de rescisão contratual.

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04.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

(e) Contingências possíveis (não provisionadas)

A TNL e suas controladas também possuem diversos processos cujas expectativas de perda são
classificadas como possíveis na opinião de seus consultores jurídicos e para as quais não foram
constituídas provisões para contingências.

Na opinião dos consultores jurídicos, as principais contingências classificadas com expectativa de


perda possível estão resumidas abaixo:

Tributárias

Os montantes informados estão baseados nos valores totais das causas ou dos autos de infração e
notificações fiscais, os quais muitas vezes são arbitrados, não havendo detalhamento acerca da
infração. Dessa forma, podem haver variações significativas em relação aos valores reais passíveis
de discussão.

ICMS – A TMAR sofreu diversas autuações fiscais de ICMS que alcançam o montante aproximado
de R$ 1.547.129. Dentre essas autuações, destacam-se dois objetos principais: a cobrança de ICMS
sobre determinadas receitas de serviços já tributadas pelo ISS ou que não compõem a base de
cálculo do ICMS e o aproveitamento de créditos sobre a aquisição de bens e outros insumos
necessários à manutenção da rede.

ISS - As autuações referentes à incidência de ISS sobre aluguel de equipamentos, serviços


despertador, entre outros serviços de comunicação, no montante total aproximado de R$ 1.156.131,
não estão provisionadas por serem consideradas como possíveis de perda, já que essas atividades
não se enquadram na lista de incidência do ISS ou já são tributadas pelo ICMS. Ademais,
fortalecendo os argumentos de defesa, o STF decidiu no último trimestre de 2001 que o ISS não
deve incidir sobre locação de equipamentos, sendo que parte substancial dos valores autuados
refere-se a esta modalidade de receita.

INSS - Existem processos no montante aproximado de R$ 429.394 relacionados à responsabilidade


solidária, percentual aplicável de SAT - Seguro de Acidente de Trabalho e verbas passíveis de
incidência de INSS. Para questões referentes aos mesmos temas, a TMAR obteve decisões
favoráveis, inclusive definindo a tributação do SAT sobre seus serviços à alíquota de 1%, como
pretendia a administração. Obteve ainda decisões favoráveis para acatar os documentos
apresentados e afastar a responsabilidade solidária que lhe foi atribuída pelo INSS.

Em julho de 2005, o INSS lavrou contra a TMAR 24 NFLD’s - Notificações Fiscais de Lançamento
de Débitos no valor total de R$ 335.880, as quais foram impugnadas pela Companhia. Este valor é,
substancialmente, composto por:

(i) Não incidência de contribuição previdenciária sobre valores pagos a título de participação nos
lucros e resultados da TMAR. Este pagamento foi realizado nos termos da Lei 10.101 e do art.
7º da Constituição Federal de 1988, não devendo integrar a base de cálculo da referida
contribuição. O valor referente a esta autuação monta a R$ 247.303.

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04.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

(ii) Não incidência de contribuição previdenciária sobre valores pagos a título de abono
indenizatório, auxílios creche, auxílio filhos excepcionais, etc.. Essas verbas têm, no entender
dos assessores internos e externos da TMAR, natureza indenizatória e, portanto, não ensejam a
incidência da referida contribuição. O valor referente a essa autuação monta a R$ 61.688.

(iii) Não incidência de contribuição previdenciária sobre os valores pagos a autônomos contratados
pela TMAR. Neste caso, a fiscalização não teve acesso à documentação que comprova que a
empresa pagou regularmente os valores devidos aos autônomos por ela contratados e
informados nas obrigações previdenciárias acessórias específicas. Neste sentido, a
administração da TMAR entende que levantará a totalidade da documentação suporte para
elidir a NFLD lavrada. O valor referente a essa autuação monta a R$ 13.238.

Federais - Existem ainda diversas autuações fiscais de créditos de imposto de renda, contribuição
social, PIS, PASEP e COFINS e salário-educação, relativos à suposta falta de recolhimento e
procedimentos de compensação e de denúncia espontânea considerados indevidos pela Receita
Federal do Brasil, no valor aproximado de R$ 575.052. A administração da Companhia, baseada na
opinião de seus consultores jurídicos, considera como boa as chances de êxito nesses processos, por
essa razão não constitui provisões para eventuais perdas.

Adicionalmente, em agosto de 2000 a TMAR foi autuada pela SRF do Rio de Janeiro, por fatos
geradores ocorridos em 1996, anteriormente, portanto, à privatização. Essas autuações totalizavam
R$ 993.689, relativamente ao imposto de renda, contribuição social, PIS, COFINS e imposto de
renda retido na fonte. Desse montante foram inscritos aproximadamente R$ 51.000 no REFIS II.
Após decisão final, o valor remanescente, cujo risco máximo é considerado possível, totaliza
aproximadamente R$ 125.367.

Em julho de 2005, a TNL foi autuada pela SRF, no valor de R$ 1.801.315, substancialmente,
relacionado à operação societária realizada pela Companhia em 1998 que proporcionou a
apropriação do ágio contábil apurado no leilão de privatização do Sistema Telebrás. A amortização
do ágio e correspondente dedução para fins tributários estão previstas na Lei n° 9.532/1997, que, em
seu artigo 7°, autoriza que o produto da amortização do ágio seja computado no lucro real da
Companhia resultante de fusão, cisão ou incorporação, em que uma delas detenha investimentos na
outra, adquiridos com ágio fundamentado na perspectiva de rentabilidade da investida. Há, portanto,
previsão expressa na legislação federal vigente quanto à possibilidade de aproveitamento do ágio
pago na aquisição de investimentos. Trata-se de operação usual no mercado e que obedeceu,
inclusive, às prescrições da Instrução CVM n° 319/1999. A TNL conta com pareceres jurídicos de
quatro renomados escritórios de advocacia tributária, confirmando a licitude dos procedimentos
adotados na operação em questão. A Companhia impugnou regularmente o auto de infração e já
obteve decisão parcialmente favorável na 1ª instância administrativa, que entendeu por bem excluir
a multa majorada de 150% imputada a empresa. Isso reduziu em aproximadamente R$ 300.000 o
valor da dívida autuada. Foi interposto recurso voluntário em face da parcela da decisão que foi
desfavorável à empresa.

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04.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

Em 30 de junho de 2006, a SRF lavrou contra a TMAR, auto de infração atualizado no valor
total de R$ 550.354, sendo R$ 61.622 referente a diversas glosas de exclusões nas bases de cálculo
das contribuições ao PIS e à COFINS, e R$ 380.872 devido a fiscalização não ter considerado as
informações constantes nas obrigações acessórias retificadas pelo contribuinte (DCTF – Declaração
de Débitos e Créditos Tributários Federais retificadoras) para a apuração dos valores devidos, e
R$ 107.860 referente a incorreções nos comparativos (PIS e COFINS apurado x DCTF´s) por parte
da fiscalização. A Companhia levantou os documentos comprobatórios para defesa da sua correta
apuração e recolhimento e, baseada na opinião de seus consultores jurídicos, avalia como possível
as chances de perda nessa autuação. Em junho de 2007, a companhia obteve decisão parcialmente
favorável em primeira instância (ainda provisória), através da qual foi reduzido em
aproximadamente R$ 364.826 o valor autuado. Está sendo providenciado o recurso que será
interposto em face da parcela desfavorável da decisão. Tendo em vista que o valor reduzido é
decorrente da identificação de erros cometidos, a avaliação da Companhia é de que a parcela em
discussão deve ser considerada remota, permanecendo possível a parcela restante.

Em novembro de 2006, as autoridades da SRF lavraram auto de infração contra a TNL para
cobrança de R$ 92.522, supostamente devidos a título de IRPJ e CSLL, pela apropriação de
despesas com juros e variação cambial decorrentes de operações de crédito externas, por força da
celebração de contratos de assunção de dívida com a TNL Trading. A Companhia impugnou o auto
de infração em questão e obteve decisão favorável em primeira instância, considerando o
lançamento improcedente. A Companhia, baseada na avaliação de seus advogados, avalia como
possíveis as chances de perda nessa autuação.

No final de dezembro de 2006, a TMAR recebeu nova autuação, através da qual foi cobrado o
montante de R$ 92.964 a título de IRPJ e CSLL. O montante em questão é supostamente devido em
razão de (i) glosas consideradas indevidas, decorrentes de serviços prestados por empresas
coligadas; (ii) despesas indedutíveis referentes a operação de swap; (iii) compensação de prejuízo
fiscal além do limite de 30%, em alguns estados; (iv) aproveitamento indevido de prejuízo fiscal da
Telerj com lucro das outras teles quando da incorporação e (v) lucro inflacionário não realizado
integralmente em algumas filiais, também quando da incorporação. A TMAR não concorda com os
argumentos da autuação e apresentou sua defesa em face da referida autuação. Após ser proferida
decisão que reduziu em parte o montante autuado, foi interposto recurso voluntário ao Conselho de
Contribuintes, em face da parcela da decisão que foi desfavorável.

Trabalhistas:

Referem-se a questionamentos em diversos pedidos de reclamação relativos a diferenças salariais,


horas extras, adicional de periculosidade e responsabilidade subsidiária, dentre outros, no valor
aproximado de R$ 964.314 (31/03/2007 – R$ 1.071.985), que se encontram substancialmente em 1ª
instância judicial, não tendo sido publicada qualquer decisão acerca do mérito dessas ações.

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04.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

Cíveis:

Referem-se a ações que não possuem decisão judicial vinculada, cujos principais objetos estão
associados a questionamentos em relação aos planos de expansão da rede, indenizações por danos
morais e materiais, ações de cobrança, processos de licitação, entre outras. Esses questionamentos
perfazem mais de 25.022 ações (31/03/2007 – 25.820), que totalizam aproximadamente
R$ 2.038.572 (31/03/2007 – R$ 1.967.845). Esse valor está baseado, exclusivamente, nos
montantes dos pedidos dos autores (normalmente superiores à realidade do mérito), não havendo até
a presente data decisão judicial final.

23 Debêntures

Em Assembléia Geral Ordinária, realizada em 7 de março de 2006, foi aprovada a emissão pública,
pela TMAR, de 216.000 (duzentos e dezesseis mil) debêntures simples, não conversíveis em ações,
em duas séries, no valor nominal unitário de R$ 10, totalizando R$ 2.160.000, sendo a data de
emissão 1 de março de 2006 e a data da colocação 27 de março de 2006. O prazo de vencimento das
debêntures de 1ª série é de cinco anos e de 2ª série de sete anos, a contar da data de emissão,
remuneradas a 103% a.a. da taxa de juros do CDI e a taxa de juros do CDI acrescida de “spread” de
0,55% a.a., respectivamente. Os juros registrados no passivo circulante em 30 de junho de 2007,
no montante de R$ 87.721 (31/03/2007 – R$ 22.355) são amortizados semestralmente, tendo o
último vencimento ocorrido em 1 de março de 2007 e o próximo ocorrerá em 1 de setembro de
2007. O Conselho de Administração da TMAR aprovou essa operação em 15 de março de 2006.

24 Patrimônio líquido

Em Assembléia Geral Ordinária realizada no dia 11 de abril de 2007, foi aprovada a destinação do
lucro líquido do exercício findo em 31 de dezembro de 2006 no montante de R$ 1.248.204, da
seguinte forma: (a) constituição de reserva legal no montante de R$ 62.410, (b) constituição de
reserva de investimento no montante de R$ 1.128.336 e (c) destinação do montante total de
R$ 329.962 sendo R$ 29.996 a título de dividendos e 299.966 a título de juros sobre o capital
próprio, cujo pagamento iniciou em 20 de abril de 2007.

Em Assembléia Geral Extraordinária da TNL, realizada em 11 de abril de 2007, foi aprovada a


proposta de apropriação de juros sobre o capital próprio ao longo do exercício de 2007 no montante
de até R$ 600.000.

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04.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

As conciliações do lucro líquido do semestre e do patrimônio líquido em 30 de junho de 2007, da


controladora e do consolidado, estão apresentadas a seguir:

Lucro líquido do Patrimônio


semestre líquido

Controladora 779.378 10.057.252

Eliminação do lucro não realizado na alienação da participação


societária que TNL detinha na Pegasus para a TMAR (43.271 )

Eliminação do lucro não realizado na alienação da participação


Societária da TNL na Oi para a TMAR (499.994 )

Eliminação da parcela da amortização do ágio pago pela TMAR na


aquisição da participação da TNL na Pegasus 9.904 89.139

Amortização do ágio que a TNL detinha na Pegasus (5.577 ) (50.194 )

Eliminação da amortização do ágio pago pela TMAR na


aquisição da participação da TNL na Oi 26.548 216.811

Consolidado 810.253 9.769.743

25 Instrumentos financeiros

A TNL e suas controladas estão expostas, principalmente, ao risco de mercado decorrente de


mudanças nas taxas de câmbio, uma vez que grande parte do seu endividamento é denominada em
moeda estrangeira enquanto suas receitas são auferidas em reais. Visando a redução da exposição
ao risco, utilizam instrumentos derivativos tais como contratos de “swap”. A TNL e suas
controladas não utilizam derivativos para outros fins.

Essas transações são realizadas por intermédio da área de tesouraria de acordo com a estratégia
previamente aprovada pela administração.

(a) Risco de taxa de câmbio

Aproximadamente 37% (31/03/2007 - 40%) da dívida consolidada, incluindo debêntures e


excluindo as operações de “swap”, é expressa em moeda estrangeira (dólares dos Estados Unidos da
América, cesta de moeda do BNDES e Yen Japonesa).

A soma do valor nominal dos “swaps” e de investimentos em moeda estrangeira em 30 de junho de


2007 totalizam US$ 1.165.665 mil (31/03/2007 - US$ 1.215.342 mil) no consolidado e
US$ 506.521 mil (31/03/2007 - US$ 522.836 mil) na controladora, representando 86% e 95% de
cobertura do risco cambial, respectivamente (31/03/2007 - 84% e 94%).

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04.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

A posição resumida dessas operações se apresenta como segue:

Valor dos contratos Ganho (perda)


de “hedge” com derivativos

30/06/2007 31/03/2007 30/06/2007 30/06/2006

Controladora
Aplicação em moeda estrangeira (i) 585.638 631.152 (63.872 ) (36.055 )
“Swap” cambial 389.780 440.624 (110.434 ) (122.485 )

Consolidado
Aplicação em moeda estrangeira (i) 798.018 854.914 (80.874 ) (54.565 )
“Swap” cambial 1.446.955 1.636.690 (318.388 ) (465.585 )

As operações de “swap” cambial transferem o risco de variação de moedas estrangeiras para a


variação do CDI.

(i) Os rendimentos de aplicações financeiras em moeda estrangeira são registrados em resultado


de operações de “hedge” (vide Nota 6).

(b) Risco de taxa de juros

A TNL e suas controladas possuem empréstimos e financiamentos sujeitos a taxa de juros flutuantes
com base na TJLP ou no CDI, no caso das dívidas expressas em reais, da LIBOR no caso da dívida
expressa em dólares dos Estados Unidos da América, LIBOR japonesa no caso de parte da dívida
expressa em Yen japonesa e das taxas de juros variáveis do BNDES no caso da dívida expressa em
cesta de moedas do BNDES. De forma a reduzir a exposição à taxa LIBOR, a TNL e suas
controladas possuem operações de “swap” que alteram as taxas de LIBOR para taxas fixas.

Em 30 de junho de 2007, aproximadamente 81% (31/03/2007 – 80%) da dívida contratada,


incluindo debêntures, estava sujeita a taxas de juros flutuantes, e 12% (31/03/2007 – 12%) foram
trocados por taxas fixas por meio das operações de “swap”.

Ganho (Perda)
Valor dos contratos com “hedge”

30/06/2007 31/03/2007 30/06/2007 30/06/2006

“Swap” de taxa de juros:


Controladora 54.666 58.190 (3.106 ) (4.405 )
Consolidado 675.826 719.402 1.706 (738 )

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04.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

(c) Concentração de risco de crédito

A concentração do risco de crédito associado às contas a receber de clientes não é relevante em


função da pulverização da carteira e dos controles de monitoramento aplicados à mesma. Os
créditos de liquidação duvidosa estão adequadamente cobertos por provisão para fazer face a
eventuais perdas nas suas realizações (vide Nota 10).

As operações com instituições financeiras (aplicações financeiras e empréstimos e financiamentos)


são distribuídas em instituições de primeira linha, evitando risco de concentração.

(d) Valor de mercado dos instrumentos financeiros

Exceto pelo investimento direto na TMAR, os valores de mercado dos principais instrumentos
financeiros aproximam-se dos valores contábeis, destacando-se:

30/06/2007

Controladora Consolidado

Valor Valor de Valor Valor de


contábil mercado contábil mercado

(i) Empréstimos e financiamentos 1.813.880 1.803.058 6.228.524 6.217.344


(ii) Aplicações em títulos e valores mobiliários 784.399 784.399 4.296.108 4.296.108
(ii) Debêntures 2.247.721 2.247.721
(iii) Investimento direto na TMAR 10.589.676 17.004.486

31/03/2007

Controladora Consolidado

Valor Valor de Valor Valor de


contábil mercado contábil mercado

(i) Empréstimos e financiamentos 1.885.985 1.876.609 6.624.876 6.610.045


(ii) Aplicações em títulos e valores mobiliários 631.393 631.393 4.354.969 4.354.969
(ii) Debêntures 2.182.355 2.182.355
(iii) Investimento direto na TMAR 10.129.337 13.239.332

(i) Os valores de mercado dos empréstimos e financiamentos foram calculados conforme o


valor presente desses instrumentos financeiros, considerando a taxa de juros praticada pelo
mercado para operações de natureza, prazo e risco similares.

(ii) Os saldos contábeis de aplicações em títulos e valores mobiliários e debêntures em 30 de


junho e 31 de março de 2007 são semelhantes aos valores de mercado, pois encontram-se
registrados a valores de realização.

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04.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

(iii) O valor de mercado do investimento na TMAR foi calculado com base na cotação de
fechamento do último dia útil do trimestre na BOVESPA – Bolsa de Valores de São Paulo.
Não foi feita a estimativa de valor de mercado dos investimentos em controladas de capital
fechado devido ao fato de não existir um mercado ativo para aqueles papéis. Ressalta-se,
ainda, que o valor de mercado calculado em função de cotações em bolsa é decorrente de
transações entre minoritários, não representando, necessariamente, o valor que seria obtido
numa transação de transferência da participação do controle da TNL na TMAR.

26 Benefícios a empregados

(a) Planos de previdência privada

A SISTEL é uma entidade de direito privado, de fins previdenciais, assistenciais e não-lucrativos,


instituída em novembro de 1977, e tem por objetivo, instituir planos privados de concessão de
pecúlios ou de rendas, de benefícios complementares ou assemelhados da previdência oficial, aos
empregados e seus familiares vinculados às patrocinadoras da SISTEL.

Com as alterações estatutárias, aprovadas pela SPC em janeiro de 2000, as patrocinadoras


negociaram as condições para a criação de planos individualizados por patrocinadora e restringiram
a solidariedade somente aos participantes que se aposentaram até 31 de janeiro de 2000 (plano
previdenciário denominado PBS-Assistidos - "PBS-A").

A TNL e sua controlada TMAR patrocinam planos de previdência privada de benefícios definidos
(PBS-A e PBS-Telemar) e a TNL e suas controladas TMAR e Oi patrocinam planos de previdência
privada de contribuição variável (TelemarPrev).

Conforme facultado pelo Art. 33 da Lei Complementar nº 109, de 29 de maio de 2001, o Conselho
Deliberativo da SISTEL protocolou em outubro de 2004 o pedido de transferência da administração
dos planos PBS-Telemar e TelemarPrev para a Fundação Atlântico de Seguridade Social. Essa
Fundação foi constituída pela TMAR, e foi autorizada pela SPC em 12 de janeiro de 2005, a iniciar
suas atividades. Em 28 de fevereiro de 2005, foi concluído o processo de transferência da
administração dos planos de benefícios PBS-Telemar e TelemarPrev da SISTEL para a Fundação
Atlântico de Seguridade Social, permanecendo sob a responsabilidade da SISTEL o plano PBS-A.

A Fundação Atlântico de Seguridade Social, entidade fechada de previdência complementar


multipatrocinada e multiplano, é pessoa jurídica de direito privado, de fins previdenciais e não
lucrativos, com autonomia patrimonial, administrativa e financeira, com sede e foro na Cidade do
Rio de Janeiro, Estado do Rio de Janeiro, tem por objetivo administrar e executar planos de
benefícios previdenciários para os empregados e dirigentes de suas Patrocinadoras.

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Em dezembro de 2005, a SPC aprovou as alterações dos Regulamentos dos Planos de Benefícios,
PBS-Telemar e TelemarPrev, para adequação às exigências da Resolução MPS/CGPC nº 6 de 30 de
outubro de 2003 e Instrução Normativa SPC nº 5 de 9 de dezembro de 2003 em relação aos
Institutos (Benefício Proporcional Diferido, Autopatrocínio, Resgate e Portabilidade).

Em dezembro de 2006, a SPC aprovou novas alterações do regulamento do TelemarPrev, visando a


simplificação do texto regulamentar e procedimentos operacionais.

(b) Participações dos empregados no resultado

O plano de participação nos lucros foi instituído em 1999 como forma de incentivar os empregados
a alcançar as metas individuais e corporativas, melhorando o retorno dos acionistas. O plano entra
em vigor quando são atingidas as seguintes metas:

• Cumprimento de metas de valor adicionado econômico (indicadores de lucro antes dos juros,
imposto de renda, depreciação e amortização, além de indicadores de valor econômico
adicionado); e
• Indicadores operacionais, qualidade e mercado.

Em 30 de junho de 2007, a TMAR, Oi e Oi Internet registraram provisões com base nas estimativas
do cumprimento dessas metas, no montante total de R$ 33.669 (30/06/2006 – R$ 17.836).

As diferenças entre os valores provisionados e os apresentados nas demonstrações de resultados,


referem-se a reversões ou complementos das estimativas do ano anterior quando do pagamento
efetivo.

(c) Demais benefícios a empregados

A Companhia oferece ainda a seus empregados planos de assistência médica e odontológica, auxílio
farmácia, auxílio creche e seguro de vida em grupo, sendo os descontos em folha de pagamento
efetuados em conformidade com as faixas salariais fixadas nos acordos coletivos de trabalho.

(d) Plano de Opção de Compra de Ações

A AGE realizada em 11 de abril de 2007 aprovou o Plano de Opção de Compra de Ações, constante
do site da Companhia (www.oi.com.br/ri) e disponível na página da CVM
(www.cvm.gov.br), atribuindo ao Conselho de Administração a gestão do referido Plano, devendo
este criar periodicamente Programas de Opção de Compra de Ações.

O Programa de Opção de Compra de Ações de 2007 contempla 40 beneficiários que, no total,


fazem jus a uma outorga total correspondente de até 1,31% do capital social subscrito e
integralizado, cujo exercício será adquirido em quatro lotes anuais iguais. O Preço do
Exercício fixado foi baseado na média ponderada da cotação na Bovespa nos 30 dias
imediatamente anteriores à data da concessão, e será atualizado monetariamente pelo IGP-M.

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27 Transações com partes relacionadas - controladora

As transações com partes relacionadas possuem prazos, preços e demais condições semelhantes àquelas
realizadas com terceiros, sendo as principais sumariadas a seguir:

TNL PCS Telemar


TMAR Oi TNL.Net Participações Telecomunicações TNL T

Ativo
Empréstimos com controladas 152.236
Dividendos e juros sobre o capital próprio (Nota 15) 12.835
Demais ativos 9.647

22.482 152.236

Passivo
Empréstimos e financiamentos 168.937 8 5

Receitas
Receitas financeiras 16.665 8.947

Custos e despesas
Despesas financeiras (2.599 ) (7.386 ) (225 ) (149 )

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TNL PCS Telemar Telem


TMAR Oi TNL.Net Participações Telecomunicações Participaçõ

Ativo
Empréstimos com controladas 147.169
Dividendos e juros sobre o capital próprio (Nota 15) 542.801
Demais ativos 9.190

551.991 147.169

Passivo
Empréstimos e financiamentos 182.224 4.222 2.806
Dividendos e juros sobre o capital próprio 59.4

182.224 4.222 2.806 59.4

TMAR TNL.Net Telecom

Receitas
Receitas financeiras 76.964

Despesas
Despesas financeiras (297 )

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(a) Linhas de crédito cedidas pela controladora

As linhas de crédito concedidas pela TNL para as suas controladas têm por finalidade fornecer
capital de giro para as atividades operacionais, onde o prazo de vencimento pode ser repactuado
com base nos fluxos de caixa projetados dessas empresas, à taxa correspondente à 104% do CDI
(31/03/2007 – 104% do CDI).

(b) Contratos de empréstimos com o BNDES

Em dezembro de 1999, algumas das antigas 16 controladas de telefonia fixa incorporadas na TMAR
firmaram contratos de empréstimo com o BNDES, o acionista controlador do BNDESPar, que
detém 25% do capital votante da Telemar Participações S.A.. O valor total desses empréstimos era
de R$ 400.000, com vencimento em dezembro de 2000 e com incidência de juros baseados na taxa
SELIC acrescida de “spread” de 6,5% a.a.. Em dezembro de 2000, esses contratos foram
renegociados e substituídos por dois novos contratos, prevendo uma linha de crédito de até
R$ 2.700.000, sendo a taxa de juros do contrato em moeda nacional baseada na TJLP e do contrato
em moeda estrangeira (Cesta de Moedas do BNDES) baseada na taxa de juros variáveis do BNDES,
acrescidas de 3,85% a.a.. O vencimento dos encargos financeiros era trimestral até janeiro de 2002,
sendo mensal para o período de fevereiro de 2002 a janeiro de 2008. Desse total, 30% foi sacado
diretamente do BNDES e os 70% restantes de um grupo de Bancos. O Banco Itaú e o Banco do
Brasil lideraram o grupo de bancos formado também por Bradesco, Banco Alfa, Unibanco,
Citibank, Safra, Votorantim, Sudameris e Santander. Desde 2002, não foram feitos novos saques
dessa linha, que começou a ser amortizada em janeiro de 2002. Em 30 de junho de 2007, o saldo
dessa linha de crédito no balanço patrimonial totaliza R$ 399,4 milhões (31/03/2007 - R$ 451,8
milhões).

No período de dezembro de 2003 a junho de 2007, a TMAR e a Oi sacaram, respectivamente,


R$ 1.446.104 e R$ 585.000, relativos a novos contratos de empréstimos celebrados com o BNDES
em outubro de 2003, setembro de 2004, julho de 2005, dezembro de 2005 e novembro de 2006. O
valor total desses contratos é de R$ 3.395.772. Os recursos são aplicados na expansão das redes de
telecomunicações e em melhorias operacionais. Em 29 de dezembro de 2005, com a anuência do
BNDES, a Oi transferiu o financiamento, em sua totalidade, para a TMAR (vide Nota 19, item (b),
alínea (ii)).

(c) Aplicações financeiras administradas pelo BB DTVM

A TNL possui aplicação em fundo de investimento no exterior, no montante de R$ 585.638


(31/03/2007 – R$ 631.153), cujo fundo é administrado pela BB DTVM, subsidiária integral do
Banco do Brasil S.A., empresas ligadas a Brasilcap Capitalização S.A. e a Brasilveículos Cia. De
Seguros que detêm 5% cada uma do capital votante da Telemar Participações S.A..

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04.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

28 Seguros

Durante o período de concessão, compete à concessionária manter as seguintes apólices de seguros,


conforme os prazos previstos: seguro do tipo "todos os riscos" para danos materiais, seguro de
preservação de condições econômicas para continuidade da exploração do serviço e seguro garantia
do cumprimento das obrigações relativas à qualidade e à universalização.

Os ativos, incluindo os bens integrantes da concessão e responsabilidades de valores relevantes e/ou


alto risco estão cobertos por seguros. A TNL e suas controladas mantêm seguro garantindo
cobertura para danos materiais, perda de receitas decorrentes desses danos (lucros cessantes), entre
outros. A administração entende que o montante segurado é suficiente para garantir a integridade
patrimonial e continuidade operacional, bem como o cumprimento das regras estabelecidas nos
Contratos de Concessão.

As apólices de seguros propiciam as seguintes coberturas, segundo os riscos e a natureza dos bens
em 30 de junho de 2007:

Importância Segurada
Modalidade de seguro Consolidada

Riscos operacionais e lucros cessantes 800.000


Responsabilidade civil - terceiros 123.024
Incêndio – Estoques 112.000
Seguro garantia 31.590
Roubo - Estoques 30.000
Responsabilidade civil - geral 20.000
Responsabilidade civil - veículos 3.000

29 Eventos subseqüentes

Em 9 de julho de 2007, foi publicado no Diário Oficial da União, a formalização da transferência da


autorização de prestação do STFC, da Oi para TMAR, nas modalidades LDN e LDI, na Região I
(LDN - apenas no Setor 3) e nas Regiões II e III do PGO - Plano Geral de Outorgas.

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07.01 - COMENTÁRIO DO DESEMPENHO DA COMPANHIA NO TRIMESTRE

VER COMENTÁRIO DO DESEMPENHO CONSOLIDADO

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PRÓXIMOS EVENTOS: TELECONFERÊNCIAS

PORTUGUÊS INGLÊS
DATA: Sexta-feira, 27 de julho de 2007 DATA: Sexta-feira, 27 de julho de 2007

10 horas (Rio) - 09 horas (NY) 13 horas (Rio) - 12 horas (NY)

ACESSO: Fone: (55 11) 4688 - 6301 ACESSO: Fone: 888 – 790 - 1641 (EUA)

Senha: Oi 1 210 234 0010 (Brasil / outros países)

Replay: (55 11) 4688 - 6225 Senha: Oi

(senha 494) Replay: 800 – 793 - 2386 (EUA)

Disponível até o dia 06/08/07 1 – 402 – 280 – 1611 (Brasil / outros)

Disponível até o dia 11/08/07

WEBCAST: http://www.ccall.com.br/oi

A apresentação de suporte estará disponível antes do início da teleconferência no site da Oi: http://www.oi.com.br/ri

ÍNDICE

1 PRINCIPAIS DESTAQUES 3

2 PERFORMANCE OPERACIONAL 4

3 RESULTADOS CONSOLIDADOS 6

4 ENDIVIDAMENTO, INVESTIMENTOS E FLUXO DE CAIXA 14

5 EVENTOS RECENTES 16

6 DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS 19

7 GLOSSÁRIO 25

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TNL Participações Telemar Norte Leste


Ações em Circulação (Mil): 382.122 Ações em Circulação (Mil): 238.614
TNLP3: R$ 76,80 TMAR3 ON: R$ 116,00
TNLP4: R$ 36,95 TMAR5 PNA: R$ 53,85
TNE: US$ 18,97 ADR TMAR6 PNB: R$ 52,99

Observações: (1) Cotações referentes ao final do 2° Trimestre de 2007; (2) Ações em circulação ex-tesouraria.

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Rio de Janeiro, 26 de julho de 2007: Tele Norte Leste Participações S.A (“Telemar”) (Bovespa: TNLP4
e TNLP3) divulga hoje os resultados do segundo trimestre de 2007 (2T07).

1) PRINCIPAIS DESTAQUES

• Empresas Oi agregaram 369 mil novas UGRs (Unidades Geradoras de Receitas) no


2T07, 30% acima das adições líquidas do 1T07 (284 mil), totalizando 29,2 milhões ao final
de junho/07.

• Planos alternativos de telefonia fixa foram ampliados em 915 mil no trimestre,


atingindo 3,5 milhões, representando 25% do total das linhas em serviço.

• Oi Conta Total já registra 351 mil clientes ou aproximadamente 15% de nossa base
móvel pós-paga.

• Com adesão de 84 mil clientes, Oi Velox volta a crescer em ritmo acelerado (7,1%).

• A receita média mensal por cliente (ARPU) da telefonia fixa foi de R$85,12,
crescimento tanto no trimestre (+0,7%) quanto no ano (+3,4%). Na telefonia móvel, o
ARPU manteve-se estável em R$21,50.

• Foco em rentabilidade na móvel. A performance do serviço móvel foi um dos principais


motivadores para o crescimento de 10,1% do EBITDA consolidado no 2T07, que totalizou
R$1.596 milhões resultando em uma margem de 36,6%.

• Nova redução da dívida líquida no trimestre (-5,6%) para R$4.006 milhões, equivalente
à 0,66x EBITDA dos últimos doze meses.

• Forte performance operacional, saudável posição financeira e indicadores


macroeconômicos (juros e câmbio) sob controle, ampliaram o lucro líquido consolidado
para R$468 milhões (R$1,22/ação e US$0,62/ADR), uma evolução de 36,4% e 65,4% no
trimestre e em relação ao 2T06, respectivamente.

• Os investimentos somaram R$387 milhões no 2T07, representando 8,9% da receita


líquida consolidada.

• O fluxo de caixa líquido após investimentos somou R$783 milhões no trimestre (-6,9%
sobre o 1T07).

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Quadro 1 – Principais Indicadores Financeiros

Trimestral Semestral
R$ Milhões 2T06 1T07 2T07 ∆ Trim. ∆ Ano 1S06 1S07 ∆ Ano
TNL Consolidada
Receita Líquida 4.062 4.305 4.358 1,2% 7,3% 8.118 8.663 6,7%
EBITDA 1.562 1.449 1.596 10,1% 2,2% 3.047 3.045 -0,1%
Margem EBITDA (%) 38,4% 33,7% 36,6% 2,9 p.p. -1,8 p.p. 37,5% 35,1% -2,4 p.p.
Lucro Líquido 283 343 468 36,4% 65,4% 427 810 89,7%

Dívida Líquida 6.090 4.245 4.006 -5,6% -34,2% 6.090 4.006 -34,2%
CAPEX 484 344 387 12,5% -20,0% 925 730 -21,1%
Fluxo de Caixa Livre 1.057 841 783 -6,9% -25,9% 1.512 1.625 7,5%
Dívida Líquida / EBITDA 0,9 0,7 0,7 0,0% -22,2% 0,9 0,7 -22,2%

TMAR Controladora
Receita Líquida 3.508 3.533 3.548 0,4% 1,1% 7.053 7.081 0,4%
EBITDA 1.429 1.276 1.334 4,5% -6,6% 2.828 2.610 -7,7%
Margem EBITDA (%) 40,7% 36,1% 37,6% 1,5 p.p. -3,1 p.p. 40,1% 36,9% -3,2 p.p.
Lucro Líquido 371 437 545 24,7% 46,9% 680 982 44,4%

Oi (TNL PCS)
Receita Líquida 807 1.000 1.028 2,8% 27,4% 1.558 2.027 30,1%
EBITDA 154 183 267 45,9% 73,4% 250 450 80,0%
Margem EBITDA (%) 19,0% 18,3% 25,9% 7,6 p.p. 6,9 p.p. 16,0% 22,2% 6,2 p.p.
Lucro Líquido 0,4 45,6 102,5 124,8% 25525,0% -27,8 148,0 632,4%

2) PERFORMANCE OPERACIONAL:

Telefonia Fixa – Oi Fixo

O foco da Companhia visando a estabillização da base de clientes de telefonia fixa gera, de forma
gradativa e consistente, resultados positivos, em decorrência de uma política criteriosa de flexibilização
de crédito.

Aliado a isto, cumpre ressaltar que desde maio/06, a companhia tem atuado na oferta segmentada de
planos alternativos e convergentes, que ao final do semestre já somam 3,5 milhões de clientes
(+34,8% em relação ao 1T07) e representam 24,7% do total de linhas fixas em serviço, contribuindo
para a maior fidelização do cliente.

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Banda Larga – Oi Velox

A planta média em serviço do Oi Velox cresceu 6,6% no trimestre e 30,8% sobre o 2T06, impulsionada
pelas campanhas comerciais e ofertas de produtos convergentes. O total de usuários do Oi Velox
representa 8,8% das linhas em serviço, comparativamente a 8,2% no trimestre anterior e 6,7% no 2T06.
Neste trimestre, registramos maior ritmo de crescimento dos serviços de acesso à internet em banda
larga, relativamente ao observado no trimestre anterior.

Telefonia Móvel – Oi Móvel

As adições líquidas de 276 mil no trimestre elevaram a base de clientes a 13,6 milhões, como resultado
de adições brutas de 1.319 mil clientes – sendo 291 mil (22%) no segmento pós-pago (13% no 1T07) –
e desligamentos (churn) de 1.043 mil. O churn trimestral manteve-se estável em 7,7%, com viés de
melhora no segmento de pós-pago de alto valor, impulsionado pelas ofertas de planos convergentes, com
destaque para os planos Oi Conta Total.

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Quadro 2 – Indicadores Operacionais

2T06 3T06 4T06 1T07 2T07 ∆ Trim. ∆ Ano

Telefonia Fixa - OI Fixo

Linhas Instaladas (Mil) 17.041 17.025 17.136 17.111 16.927 -1,1% -0,7%
Linhas em Serviço (Mil) (a) 14.499 14.431 14.388 14.338 14.347 0,1% -1,0%
Residencial (%) 78,1% 78,1% 78,1% 78,1% 78,1% 0,0 p.p. 0,0 p.p.
Comercial (%) 17,8% 17,9% 17,9% 17,9% 17,9% 0,0 p.p. 0,1 p.p.
TUP (%) 4,2% 4,0% 4,0% 4,0% 4,0% 0,0 p.p. -0,2 p.p.
Planos Alternativos em minutos (Mil) 295 825 1.653 2.632 3.547 34,8% 1102,4%
% das Linhas em Serviço 2,0% 5,7% 11,5% 18,4% 24,7% 6,3 p.p. 22,7 p.p.
ARPU Oi Fixo (R$) 82,3 84,9 87,2 84,5 85,1 0,7% 3,4%

Banda Larga - Oi Velox

Usuários ADSL (Mil) (b) 970 1.046 1.128 1.182 1.266 7,1% 30,5%
% das Linhas em Serviço 6,7% 7,3% 7,8% 8,2% 8,8% 0,6 p.p. 2,1 p.p.
Residencial (%) 83,3% 83,7% 84,4% 84,6% 85,3% 0,7 p.p. 2,0 p.p.
ARPU Oi Velox (R$) 53,8 56,0 54,7 53,6 51,8 -3,4% -3,7%

Telefonia Móvel - Oi Móvel 2T06 3T06 4T06 1T07 2T07 D Trim. D Ano

Usuários Móveis (Mil) (c) 12.034 12.643 13.078 13.358 13.634 2,1% 13,3%
% Pós - Pago 20% 20% 18% 17% 18% 1,0 p.p. -2,0 p.p.
Base Média (Mil) 11.629 12.375 12.816 12.952 13.097 1,1% 12,6%
Market Share Oi - Região I 27,8% 27,6% 27,4% 27,2% 26,5% -0,7 p.p. -1,3 p.p.
% das Adições Líquidas da Região I 38,1% 24,4% 22,9% 21,1% 11,5% -9,6 p.p. -26,6 p.p.
Penetração Região I 42,7% 45,1% 46,8% 47,9% 50,1% 2,2 p.p. 7,4 p.p.
Churn Trimestral 6,4% 7,9% 8,8% 7,7% 7,7% 0,0 p.p. 1,3 p.p.
ARPU Oi (R$) 17,8 22,4 22,1 21,6 21,5 -0,5% 20,8%

UGR - Unidades Geradoras de


27.503 28.120 28.594 28.878 29.247 1,3% 6,3%
Receita (a+b+c)

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3) RESULTADOS
ESULTADOS CONSOLIDADOS:

3.1) Receita

A receita bruta consolidada (R$6.210 milhões) foi superior em 0,8% à do trimestre anterior e em
6,6% à do mesmo período de 2006, com destaque para o aumento das receitas de serviços “móveis”,
“dados” e fixo-móvel (VC-1/VC-2/VC-3), que passaram a representar, respectivamente, 16%, 11% e
14% da receita bruta consolidada do 1S07, como a seguir.

Quadro 3 – Composição da Receita Bruta

Trimestral Semestral Composição %

R$ Milhões 2T06 1T07 2T07 ∆ Trim. ∆ Ano 1S06 1S07 Var. % 1S06 1S07

Telefonia Fixa 5.047 5.173 5.182 0,2% 2,7% 10.207 10.355 1,4% 87% 84%
Local (ex - VC1) 2.291 2.249 2.239 -0,4% -2,3% 4.591 4.487 -2,3% 39% 36%
Assinatura 1.641 1.705 1.737 1,9% 5,9% 3.316 3.442 3,8% 28% 28%
Tráfego Local 630 516 475 -7,9% -24,6% 1.221 991 -18,8% 10% 8%
Outros 20 27 27 0,0% 35,0% 53 54 1,9% 0% 0%
Fixo Móvel Local (VC1) 619 676 684 1,2% 10,5% 1.273 1.359 6,8% 11% 11%
Longa Distância (ex - VC2/3) 717 722 692 -4,2% -3,5% 1.508 1.414 -6,2% 13% 11%
Fixo Móvel (VC2/3) 160 197 202 2,5% 26,3% 329 399 21,3% 3% 3%
Uso da Rede 169 150 146 -2,7% -13,6% 342 296 -13,5% 3% 2%
Dados 614 674 716 6,2% 16,6% 1.196 1.390 16,2% 10% 11%
Velox 215 266 275 3,4% 27,9% 423 541 27,9% 4% 4%
Outros 399 408 441 8,1% 10,5% 773 849 9,8% 7% 7%
Telefones Públicos 281 302 282 -6,6% 0,4% 569 584 2,6% 5% 5%
Serviços Adicionais 144 144 160 11,1% 11,1% 285 304 6,7% 2% 2%
Voz Avançada / Outros 52 60 62 3,3% 19,2% 115 122 6,1% 1% 1%

Telefonia Móvel 779 990 1.028 3,8% 32,0% 1.461 2.018 38,1% 13% 16%
Serviços 670 936 966 3,2% 44,2% 1.275 1.902 49,2% 11% 15%
Assinatura 184 207 219 5,8% 19,0% 337 426 26,4% 3% 3%
Chamadas Originadas 321 374 389 4,0% 21,2% 621 763 22,9% 5% 6%
Roaming 29 29 27 -6,9% -6,9% 63 56 -11,1% 1% 0%
Uso de Rede 62 260 265 1,9% 327,4% 123 525 326,8% 1% 4%
Dados / Valor Adicionado 75 66 66 0,0% -12,0% 131 132 0,8% 1% 1%
Revenda de Aparelhos 109 54 62 14,8% -43,1% 186 116 -37,6% 2% 1%
Telefonia Fixa 5.047 5.173 5.182 0,2% 2,7% 10.207 10.355 1,4% 87% 84%
Telefonia Móvel 779 990 1.028 3,8% 32,0% 1.461 2.018 38,1% 13% 16%
Receita Bruta Total 5.826 6.163 6.210 0,8% 6,6% 11.667 12.373 6,1% 100% 100%

Receita Líquida Consolidada 4.062 4.305 4.358 1,2% 7,3% 8.118 8.663 6,7% 70% 70%

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Telefonia Fixa:
Fixa:

A receita bruta de telefonia fixa teve aumento de R$9 milhões no trimestre e R$135 milhões em relação
ao mesmo período do ano anterior, basicamente, devido ao aumento da receita com “assinatura”, com
serviços de “comunicação de dados” (principalmente expansão do Oi Velox) e com “serviços adicionais”,
compensando reduções de receitas do tráfego “local”, da “longa distância” (ex- VC-2 e VC-3) e da
“telefonia pública”.

Serviço Local

Fixo-
Fixo-Fixo: A receita bruta dos serviços locais que ficou praticamente estável (-0,4%)
(assinatura, relativamente ao 1T07, e 2,3% inferior à do 2T06, revela uma nova
tráfego, dinâmica a partir da contínua adesão de clientes aos planos alternativos
habilitação) de minutos (+34,8% em relação ao 1T07), a saber: menores receitas com
pulsos/minutos, face ao menor tráfego faturado e aumento de receita com
“assinaturas”.

Cabe pontuar que, conforme previsto no contrato de concessão, a


tarifação do tráfego fixo-fixo local está sendo migrada de “pulso” para
“minuto” e, de março/07 até o final de junho/07, foram concluídas as
migrações compulsórias para o plano básico de minutos em seis estados
da Região I de atuação da Oi, o que representa 43% da base de
assinantes. Esta migração estará concluída em todos os estados da Região
I até o final de julho de 2007.

Fixo-
Fixo-Móvel: Receita R$8 milhões superior à registrada no 1T07, basicamente em
(VC1) virtude do crescimento do tráfego deste serviço. Em relação ao 2T06,
registrou-se aumento de R$65 milhões principalmente devido ao impacto
indireto da introdução da sistemática do full billing em julho de 2006
(interconexão para 100% das chamadas locais entre operadoras móveis),
que deslocou parte das chamadas originadas em telefones móveis para a
rede fixa.

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12.01 - COMENTÁRIO DO DESEMPENHO CONSOLIDADO NO TRIMESTRE


Serviços de Longa Distância (LD)

LD Fixo Queda de R$30 milhões em relação ao trimestre anterior, basicamente


(LDN e LDI) devido à sazonalidade das férias de verão no 1T07. Relativamente ao
2T06, a redução de R$25 milhões refere-se, principalmente, à queda no
tráfego.

LD Fixo-
Fixo-Móvel A receita manteve-se praticamente no mesmo nível do trimestre anterior
(VC2/VC
(VC2/VC3)
VC3) (+R$5 milhões) e R$42 milhões superior ao 2T06 em função do aumento
de tráfego.

Remuneração pelo Uso da Rede Fixa:

A receita manteve-se praticamente estável em relação ao 1T07 e R$23 milhões inferior ao 2T06,
devido à redução de 20% na tarifa de interconexão com a rede fixa local (TU-RL) estabelecida na
renovação do contrato de concessão (Dez/05) e em vigor desde jan/07.

Serviços de Comunicação de Dados:

Receita superior em R$42 milhões e R$102 milhões em relação ao 1T07 e ao 2T06, respectivamente,
com destaque para as receitas de “Oi Velox” (clientes ADSL), em virtude do crescimento da base de
clientes, e dos “Serviços IP” impulsionados, pontualmente, por operações relacionadas com o projeto
dos Jogos dos Pan-americanos Rio 2007.

Telefones Públicos:
Públicos:

Receita de R$20 milhões inferior ao 1T07 devido à menor quantidade de créditos vendidos. Em
relação ao 2T06 a receita se manteve estável (+R$1 milhão).

Telefonia Móvel

A receita bruta de telefonia móvel aumentou R$38 milhões no trimestre, principalmente com
“assinaturas” e “chamadas originadas”, resultado do crescimento da base média de usuários, com foco
em clientes de alto valor e de planos convergentes (Oi Conta Total). Em relação ao 2T06, a receita
aumentou R$249 milhões, dos quais R$203 milhões (81,5%) são relativos à receita de remuneração de
rede, significativamente impactada pela introdução do novo sistema de tarifação (full billing), a partir de
jul/06.

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A receita com a revenda de aparelhos registrou pequeno crescimento (R$8 milhões) no trimestre, face às
vendas dos períodos festivos do Dia das Mães (maio) e dos Namorados (junho), registrando queda de
R$47 milhões em relação ao 2T06. Tal redução está em linha com a estratégia da Oi implementada no
início de 2006, de venda apenas do sim card para o segmento pré-pago, objetivando a redução do custo
de aquisição desses clientes, notadamente subsídios de aparelhos.

Cabe destacar que a base de clientes do segmento pré-pago cresceu 1,8% (195 mil novos usuários) em
relação ao 1T07, e 17,1% (1.646 mil novos usuários) em relação ao 2T06.

A remuneração pelo uso da rede manteve-se estável em relação ao 1T07, somando R$265 milhões após
eliminação de receitas de R$180 milhões no 2T07 (R$190 milhões no 1T07) recebidas da TMAR.

A receita da telefonia móvel no trimestre representa 16,6% da receita bruta total consolidada,
comparado a 13,4% no 2T06 e 16,1% no trimestre anterior.

No trimestre, a receita bruta da Oi (TNL- PCS) somou R$1.370 milhões e a receita líquida R$1.028 milhões
(+2,8% sobre o 1T07 e +27,3% sobre o 2T06).

A receita média mensal por usuário (ARPU) atingiu R$21,50 no trimestre, praticamente estável (-0,5%)
sobre o 1T07 e superior em 20,8% em relação ao 2T06.

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3.2)
.2) Custos e Despesas Operacionais

Os custos e despesas operacionais diminuíram em R$94 milhões no trimestre e aumentaram R$261


milhões em relação ao 2T06. A redução de 3,3% sobre o trimestre anterior deveu-se, basicamente, à
queda nas Outras Despesas (Receitas) Operacionais, a despeito do crescimento observado em
Publicidade e Propaganda, Pessoal e Provisão para Devedores Duvidosos. Relativamente ao 2T06, o
crescimento de 10,4% decorreu principalmente do aumento em custos de interconexão e da PDD –
Provisão para Devedores Duvidosos, embora beneficiado pela redução do Custo das Mercadorias
Vendidas.

Quadro 4 – Composição dos Custos e Despesas Operacionais

Trimestral Semestral

Item - R$ Milhões 2T06 1T07 2T07 ∆ Trim. ∆ Ano 1S06 % Total 1S07 % Total ∆ Ano

Interconexão 590 826 838 1,5% 42,0% 1.217 24% 1.664 30% 36,7%
Pessoal 164 179 199 11,2% 21,3% 318 6% 378 7% 18,9%
Materiais 72 70 70 0,0% -2,8% 156 3% 140 2% -10,3%
Custo de Aparelhos SMP e outros (CMV) 140 68 57 -16,2% -59,3% 252 5% 125 2% -50,4%
Serviços de Terceiros 966 969 942 -2,8% -2,5% 1.896 37% 1.910 34% 0,7%
Publicidade e Propaganda 71 69 87 26,1% 22,5% 167 3% 156 3% -6,6%
Aluguéis e Seguros 169 189 177 -6,3% 4,7% 341 7% 366 7% 7,3%
PDD 135 143 176 23,1% 30,4% 243 5% 319 6% 31,3%
Outras Desp. (Rec.) Operac. 194 344 216 -37,2% 11,3% 480 9% 560 10% 16,7%
TOTAL 2.501 2.856 2.762 -3,3% 10,4% 5.071 100% 5.618 100% 10,8%

Interconexão:

O aumento de R$12 milhões em relação ao 1T07 provém do maior volume de tráfego fixo–móvel e,
em relação ao 2T06, o aumento de 42% deve-se à introdução da sistemática de full billing (jul/06)
entre as operadoras móveis. Desconsiderando tal efeito, a variação relativamente ao 2T06, teria sido
de 8,7% quando comparado ao 2T06.

Pessoal:

Os aumentos de R$20 milhões sobre o 1T07 e de R$35 milhões sobre o 2T06 devem-se,
principalmente, ao processo de primeirização de serviços relacionados com o Centro de
Gerenciamento de Rede, iniciado no 1T07, e ao reajuste salarial referente ao acordo coletivo
realizado no 4T06. No final de Junho/07, o quadro de colaboradores totalizava 8.539 (7.552 em
Junho/06).

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Custo de Aparelhos SMP e outros (CMV):

No 2T07 houve uma queda de R$11 milhões frente ao 1T07. Esta redução teria sido de R$66 milhões
desconsiderando o evento não recorrente ocorrido no 1T07 (R$55 milhões), relativo ao estorno da
provisão de obsolescência do estoque em decorrência do incêndio ocorrido em Jan/07 no depósito de
aparelhos de handset e acessórios da Oi.

Adicionalmente, a redução frente ao 2T06 está relacionada à estratégia de venda do “sim card alone”
no segmento pré-pago, iniciada em 2006.

Serviços de Terceiros:

As despesas foram reduzidas em R$27 milhões sobre o 1T07 e R$24 milhões sobre o 2T06. Em
relação ao 1T07, tal queda deve-se a menores despesas com manutenção de planta, em função do
desfecho de rescisões de contratos com empreiteiras (empresas prestadoras de serviços
terceirizados) no 1T07. Em relação ao 2T06 também refere-se aos menores gastos com manutenção
de planta (R$26 milhões), bem como à operação de call center (R$22 milhões), às despesas com
consultorias e assessoria jurídica (R$14 milhões) e aos maiores gastos com “outros” (R$26 milhões),
notadamente relacionados a ofertas de clientes pós pago de alto-valor.

Quadro 5 – Composição de Serviços de Terceiros

Trimestral Semestre
Item - R$ Milhões 2T06 1T07 2T07 ∆ Trim. ∆ Ano 1S06 1S07 ∆ Ano
Manutenção da Planta (CSP) 342 371 316 -14,8% -7,6% 686 686 0,0%
Comissões e Vendas (DCOM) 130 119 122 2,5% -6,2% 263 242 -8,0%
Postagem e Cobrança (DCOM) 87 85 93 9,4% 6,9% 180 178 -1,1%
Energia Elétrica (CSP/DGA) 76 85 89 4,7% 17,1% 153 174 13,7%
Processamento de Dados (CSP/DGA) 36 47 35 -25,5% -2,8% 71 82 15,5%
Operação de Call Center (DCOM) 112 81 90 11,1% -19,6% 207 172 -16,9%
Consultorias e Assessorias Jurídicas (CSP/DGA) 62 59 48 -18,6% -22,6% 108 107 -0,9%
Serviços de Impressão e Clearing (DCOM) 15 16 16 0,0% 6,7% 29 32 10,3%
Outros 106 105 132 25,7% 24,5% 200 238 19,0%
Total 966 969 942 -2,8% -2,5% 1.896 1.910 0,7%

Publicidade e Propaganda:

Aumento de R$18 milhões (1T07) e R$16 milhões (2T06) devido às campanhas de divulgação e
consolidação da marca “Oi”, lançada em mar/07, bem como, pelo patrocínio do projeto dos jogos
Pan-americanos Rio 2007.

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Provisões para Devedores Duvidosos – PDD:

O aumento de R$33 milhões no trimestre e de R$41 milhões em relação ao mesmo período de 2006
reflete em boa parte, a estratégia da Oi de flexibilizar a política de crédito de forma rentável,
resultando na manutenção da base de clientes de telefonia fixa.

Outras Despesas (Receitas) Operacionais:

Redução de R$128 milhões no trimestre, principalmente devido à queda nas provisões para
contingências em R$43 milhões, desconsiderando despesa não recorrente de R$53 milhões. Este item
não recorrente foi proveniente de baixa do estoque resultado do incêndio ocorrido em Jan/07 no
depósito de aparelhos de handset e acessórios da Oi.

Em relação ao 2T06 houve aumento de R$22 milhões devido, basicamente, ao aumento das
provisões para contingências (+R$27 milhões), principalmente trabalhistas e regulatórias.

3.3)
.3) Demais Itens do Resultado Consolidado

EBITDA (LAJIDA)
(LAJIDA):
:

Quadro 6 – EBITDA e Margem EBITDA

2T06 1T07 2T07 ∆ Trim. ∆ Ano 1S06 1S07 ∆ Ano

TNL Consolidado
EBITDA (R$ MM) 1.562 1.449 1.596 10,1% 2,2% 3.047 3.045 -0,1%
Margem % 38,4% 33,7% 36,6% 2,9 p.p. -1,8 p.p. 37,5% 35,1% -2,4 p.p.
TMAR Controladora
EBITDA (R$ MM) 1.429 1.276 1.334 4,6% -6,6% 2.828 2.610 -7,7%
Margem % 40,7% 36,1% 37,6% 1,5 p.p. -3,1 p.p. 40,1% 36,9% -3,2 p.p.
Oi (TNL-PCS)
EBITDA (R$ MM) 154 183 267 45,4% 73,5% 250 450 80,0%
Margem % 19,0% 18,3% 25,9% 7,6 p.p. 6,9 p.p. 16,0% 22,2% 6,2 p.p.

O EBITDA consolidado foi 10,1% superior ao do trimestre anterior, com margem de 36,6% (33,7%
no 1T07). Em relação ao 2T06, a margem EBITDA reduziu 1,8 p.p. principalmente devido ao efeito do
full billing. Cabe ressaltar que considerando esse efeito do full billing na margem no 2T06, esta teria
sido de 36,6%, estável quando comparada ao 2T07.

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A TMAR controladora registrou aumento no EBITDA e na margem EBITDA do trimestre (+R$58
milhões e +1,5 p.p.), basicamente em função do crescimento consistente da receita de comunicação
de dados, com destaque para o Oi Velox. Aliado a isto, contribuiu para a performance do trimestre a
estabilização da receita dos serviços de telefonia local pela manutenção da base fixa com a
flexibilização das políticas de crédito, além do crescimento do ARPU, motivado pela migração de
clientes para planos alternativos.

A Oi (TNL PCS) registrou aumento no EBITDA de R$84 milhões no trimestre, com a redução de custos
e devido ao mix da carteira de clientes Oi Móvel, com ênfase em planos pós-pagos de alto valor
(Corporativo e Oi Conta Total).

No 2T07 foi alterada a classificação do Resultado de Equivalência Patrimonial que passa a ser
apresentada após o EBIT de forma a permitir uma melhor apresentação da Demonstração do
Resultado, conforme quadro abaixo. Ressalte-se que o EBIT evoluiu 20,7% e 26,2% relativamente ao
1T07 e 2T06.

Quadro 7 – EBITDA x EBIT x Lucro Líquido

R$ Milhões 2T06 1T07 2T07 1S06 1S07


EBITDA 1.561,7 1.449,3 1.595,7 3.047,0 3.045,0
Depreciações e Amortizações 804,4 657,6 640,2 1.631,3 1.297,8
EBIT 757,3 791,7 955,5 1.415,7 1.747,2
Equivalência Patrimonial (70,0) 3,8 -13,3 (67,6) (9,6)
Receitas Financeiras (180,6) (231,6) -195,2 (347,8) (426,7)
Despesas Financeiras 555,5 391,1 343,0 1.061,1 734,1
Despesas (receitas) não operacionais (9,3) (2,7) -8,8 (4,9) (11,6)
Participações Minoritárias 67,0 78,9 98,5 123,0 177,4
Imposto de Renda e Contribuição Social 112,0 209,5 263,9 224,9 473,3
Lucro líquido 282,6 342,7 467,5 427,1 810,2

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Resultado Financeiro Líquido

Seguindo a tendência dos trimestres anteriores, as despesas financeiras líquidas foram menores
em R$12 milhões que as do 1T07 e R$227 milhões referente ao 2T06, como detalhado a seguir:

Quadro 8 – Resultado Financeiro

Trimestral Semestral

R$ Milhões 2T06 1T07 2T07 ∆ Trim. ∆ Ano 1S06 1S07 Var. %

Receitas Financeiras 181 232 195 -15,9% 7,7% 348 427 22,7%
Juros s/ Aplicações financeiras 97 110 96 -12,7% -1,0% 188 206 9,6%
Outras Receitas financeiras 83 122 99 -18,9% 19,3% 160 221 38,1%
Despesas Financeiras (556) (391) (343) 12,3% 38,3% (1.061) (734) 30,8%
Juros s/ empréstimos e financiamentos (224) (172) (159) 7,6% 29,0% (389) (331) 14,9%
Resultado Cambial s/ Emprest. e Financ. (115) (46) (32) 30,4% 72,2% (241) (78) 67,6%
Variação monetária e cambial (19) 117 203 73,5% 1168,4% 279 320 14,7%
Resultado de hedge cambial (96) (162) (235) -45,1% -144,8% (521) (398) 23,6%
Outras Despesas Financeiras (217) (173) (152) 12,1% 30,0% (431) (325) 24,6%
Encargos bancários (incluindo CPMF) (60) (60) (67) -11,7% -11,7% (118) (127) -7,6%
Juros s/ impostos parcelados (Refis) (19) (14) (14) 0,0% 26,3% (40) (29) 27,5%
Atualização monetária de prov.contingências (71) (81) (56) 30,9% 21,1% (135) (137) -1,5%
IOF, PIS, COFINS sobre receitas financeiras (21) (1) (2) -100,0% 90,5% (43) (3) 93,0%
Outras (46) (17) (13) 23,5% 71,7% (95) (30) 68,4%
Resultado Financeiro Líquido (375) (160) (148) 7,5% 60,5% (713) (307) 56,9%

As receitas financeiras foram inferiores às registradas no trimestre anterior em R$37 milhões


devido, principalmente, ao menor volume médio de caixa no período, menor taxa de juros e à
redução dos descontos financeiros obtidos no período.

As despesas financeiras diminuíram R$48 milhões sobre o 1T07, como detalhado a seguir:

• Juros sobre empréstimos e financiamentos menores em R$13 milhões devido,


basicamente, à redução da dívida bruta consolidada e das taxas de juros no trimestre.

• Resultado cambial sobre empréstimos e financiamentos, com despesas inferiores em


R$14 milhões no trimestre, decorrentes de:

- Ganhos cambiais sobre a dívida de R$205 milhões, face à valorização do Real frente ao
dólar americano, e despesas com variações monetárias de R$2 milhões;

- Despesa de R$235 milhões com hedge cambial, provenientes de despesas de R$153


milhões com variações cambiais e de R$82 milhões com juros base CDI;

- Redução da dívida em moeda estrangeira e, consequentemente, dos saldos de hedge.

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• Outras despesas financeiras foram R$21 milhões menores no trimestre, devido,
principalmente, à redução da atualização monetária das contingências.

Depreciação/Amortização

As depreciações e amortizações consolidadas totalizaram R$640 milhões no 2T07, menores em 2,7%


em relação ao 1T07, e 20,4% ao 2T06, notadamente na telefonia fixa, reflexo de depreciações
aplicadas sobre os investimentos realizados quando do Plano de Antecipação de Metas (2000/2001).

Quadro 9 – Depreciações e Amortizações

Trimestre Semestre
R$ Milhões 2T06 1T07 2T07 ∆ Trim. ∆ Ano 1S06 1S07 Var. %

Telefonia Fixa / Holding 642 479 460 -4,0% -28,3% 1.310 939 -28,3%
Depreciações 624 462 441 -4,5% -29,3% 1.274 903 -29,1%
Amortização do Ágio/Diferido (Líq.) 18 17 19 11,8% 5,6% 36 36 0,0%
Telefonia Móvel 163 179 180 0,6% 10,4% 321 359 11,8%
Depreciações 125 141 142 0,7% 13,6% 245 283 15,5%
Amortização da Licença/Diferido 37 38 38 0,0% 2,7% 76 76 0,0%
Total 804 658 640 -2,7% -20,4% 1.631 1.298 -20,4%

Resultado Líquido
Líquido

O lucro líquido consolidado atingiu R$468 milhões no trimestre (R$1,22 por ação e US$0,62/ADR),
+65,4% acima do mesmo período de 2006 e 36,4% superior ao 1T07. O aumento de R$125 milhões
no trimestre deveu-se à melhora dos resultados operacionais e à redução das despesas financeiras e
de depreciação.

O lucro líquido da TMAR controladora foi de R$545 milhões no trimestre, crescimentos de 24,7%
sobre o 1T07 e de 46,9% em relação ao 2T06.

A Oi (TNL PCS) apresentou lucro de R$102 milhões no trimestre, +121,7% sobre o 1T07, e bem
acima do apresentado no 2T06 (R$0,4 milhões).

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12.01 - COMENTÁRIO DO DESEMPENHO CONSOLIDADO NO TRIMESTRE


Quadro 10 – Lucro Líquido

Trimestral Semestral
2T06 1T07 2T07 ∆ Trim. ∆ Ano 1S06 1S07 ∆ Ano

TNL Consolidado
Lucro Líquido (R$ MM) 283 343 468 36,4% 65,4% 427 810 89,7%
Lucro por ação (R$) 0,740 0,897 1,223 36,3% 65,3% 1,118 2,120 89,6%
Lucro por ADR (US$) 0,338 0,426 0,617 44,8% 82,5% 0,510 1,037 103,3%

TMAR Consolidado

Lucro Líquido (R$ MM) 371 437 545 24,7% 46,9% 681 982 44,2%
Lucro por ação (R$) 1,554 1,830 2,284 24,8% 47,0% 2,852 4,114 44,2%

Oi (TNL-PCS)

Lucro Líquido (R$ MM) 0,4 46 102 121,7% na -28 148 na

4) ENDIVIDAMENTO, INVESTIMENTOS E FLUXO DE CAIXA

4.1) Endividamento

A dívida líquida consolidada, de R$4.006 milhões, foi reduzida em R$239 milhões no trimestre e
R$2.084 milhões desde junho de 2006.

Do total (R$2.628 milhões) de dívida em moeda estrangeira, cerca de 85,6% encontra-se hedgeado.
O custo médio da dívida acumulado no semestre ficou em 90,5% do CDI, após os efeitos dos hedges
cambiais.

Quadro 11 - Endividamento (final de período)

%
R$ Milhões jun/06 set/06 dez/06 mar/07 jun/07 Dívida
Bruta
Curto Prazo 2.482 2.044 2.092 1.849 1.873 22,1%
Longo Prazo 7.151 6.870 7.478 6.958 6.603 77,9%
Dívida Total 9.634 8.915 9.570 8.807 8.476 100,0%
Em moeda nacional 4.216 3.989 4.733 4.500 4.404 52,0%
Em moeda estrangeira 3.652 3.522 3.377 2.965 2.628 31,0%
Swap 1.766 1.404 1.460 1.342 1.444 17,0%
(-) Caixa (3.544) (3.358) (4.687) (4.563) (4.470) -52,7%
(=) Dívida Líquida 6.090 5.557 4.883 4.245 4.006 47,3%

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Ressalte-se que o cronograma de vencimentos da dívida bruta está razoavelmente distribuído nos
próximos anos, sem grandes concentrações de pagamentos até 2001. O volume de recursos
existentes em caixa (R$4.470 milhões) é suficiente para fazer frente aos vencimentos da dívida até
2009.

Quadro 12 - Cronograma de Amortização da Dívida Bruta

2012 em
(R$ milhões) 2007 2008 2009 2010 2011 Total
diante

Amortização da
1.083 1.856 1.250 765 2.080 1.442 8.476
Dívida Bruta

4.2) Investimentos

Os investimentos consolidados somaram R$387 milhões no 2T07 (8,9% da receita líquida), sendo
R$323 milhões alocados na telefonia fixa e R$64 milhões na telefonia móvel, respectivamente 83,5%
e 16,5%. No 1S07, os investimentos totalizaram R$730 milhões (R$925 milhões 1S06), com foco na
ampliação da rede e infra-estrutura da planta de dados, visando aumentar a capacidade de
transmissão e expansão da plataforma de banda larga.

Quadro 13 - Investimentos

Trimestral Semestral
R$ Milhões 2T06 1T07 2T07 ∆ Trim. ∆ Ano 1S06 % 1S07 % ∆ Ano
Telefonia Fixa 328 279 323 15,8% -1,5% 669 72% 602 82% -10,0%
Expansão e Qualidade 121 102 95 -6,9% -21,5% 270 29% 197 27% -27,0%
Dados / Sist. de Comunic. / Outros 207 177 227 28,2% 9,7% 399 43% 404 55% 1,3%
Telefonia Móvel 156 65 64 -1,5% -59,0% 256 28% 129 18% -49,6%
TOTAL 484 344 387 12,5% -20,0% 925 100% 730 100% -21,1%

4.3) Fluxo de Caixa

O fluxo de caixa líquido após atividades de investimentos foi de R$ 783 milhões no trimestre, 6,9% e
25,9% inferior ao 1T07 e o 2T06, respectivamente. O menor valor do Fluxo de Caixa registrado no
período, em que pese o melhor resultado operacional, ocorreu em decorrência dos efetivos
desembolsos realizados no período, sendo:

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- R$ 234,9 milhões referente ao ônus de 2%, a cada biênio, incidentes sobre a receita líquida
anual, pela renovação do contrato de concessão das licenças de telefonia fixa e de longa
distância, correspondentes aos anos de 2006 e de 2007;

- R$ 201,2 milhões referentes a taxa Fistel manutenção (Taxa de Fiscalização e


Funcionamento), relativa à base de clientes (fixos e móveis) existente ao final de 2006.

Ressalte-se, ainda, que durante o 2T07 foram pagos os dividendos / JCP consolidados (TNL e TMAR),
de R$404,2 milhões aprovados pela AGO de Abril de 2007.

Quadro 14 – Fluxo de Caixa


Trimestral Semestral

R$ Milhões 2T06 1T07 2T07 1S06 1S07

(i) Fluxo de caixa das atividades operacionais 1.540,8 1.193,5 1.169,1 2.460,9 2.362,7
Lucro do Período 282,6 342,7 467,5 427,1 810,3
Participação dos minoritários no resultado 67,0 78,9 98,5 123,0 177,4
Ajuste para conciliar o lucro às disponibilidades 1.338,7 1.116,3 966,9 2.690,4 2.083,2
Juros e Var. Monet. e cambiais sobre emprést. e financ. 346,5 202,0 140,7 578,6 342,7
Depreciação/Amortização 804,4 657,7 640,2 1.631,4 1.297,9
Provisão para Contingências 173,1 238,5 168,9 433,1 407,4
Outros 14,6 18,1 17,1 47,3 35,2
Variações no capital circulante e de longo prazo, líquidas (147,5) (344,4) (363,8) (779,6) (708,2)
(ii) Fluxo de caixa das atividades de investimentos (483,7) (352,1) (386,0) (948,9) (738,1)

Fluxo de caixa após atividades de investimentos 1.057,1 841,5 783,2 1.512,0 1.624,6

(iii) Fluxo de Caixa das atividades de financiamentos (1.733,9) (964,8) (471,7) (799,5) (1.436,5)

Fluxo de caixa após atividades de financiamento (676,8) (123,3) 311,5 712,5 188,1

Dividendos / Juros sobre Capital Próprio (936,6) (1,4) (404,2) (939,5) (405,6)
Aumento (redução) das disponibilidades (1.613,5) (124,7) (92,8) (227,0) (217,5)
Disponibilidades no início do período 5.157,6 4.687,2 4.562,5 3.771,2 4.687,2
Disponibilidades no final do período 3.544,2 4.562,5 4.469,7 3.544,2 4.469,7

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5) EVENTOS RECENTES

5.1) Telemar Participações (TmarPart) adquire ações da Telemar Norte Leste em


Oferta Pública

Em 24 de julho de 2007 a Telemar Participações adquiriu 10.091.956 ações preferenciais classe A


da Telemar Norte Leste S.A. (TMAR5) em Oferta Pública de Aquisição de ações (OPA). Esta
quantidade representa, respectivamente, 25,70% das ações PNA em circulação no mercado, 7,74%
do total de ações PNA da companhia ex-tesouraria e 4,23% do total das ações do capital social (ex-
tesouraria). O valor pago por ação atingiu R$67,50, o que representa um volume financeiro total na
operação de
R$ 681.207 mil.

A OPA das ações preferenciais da Tele Norte Leste Participações (TNLP4) foi adiado para o dia 14 de
agosto de 2007, conforme Comunicado ao Mercado divulgado no dia 20 de Julho de 2007.

5.2) A Anatel autorizou o reajuste anual para as tarifas de telefonia fixa,


fixo-móveis e interconexão móvel

As tarifas da cesta local (assinatura, minuto, crédito de TUP, TU-RL) e da cesta de longa-distância
foram reajustadas para nossos clientes em 1,83% em 20.07.2007. O percentual corresponde à
inflação dos últimos 12 meses (IST de 2,91%) e uma produtividade de aproximadamente 1%. Para
evitar que o aumento do valor do minuto coincida com o período de conversão pulso-minuto, a Oi
concordou em praticar promocionalmente o valor não reajustado do minuto até 30.09.2007.

As tarifas Fixo-Móveis (VC1, VC2, VC3) foram reajustadas em 2,88% em 20.07.2007,


correspondente à inflação acumulada desde janeiro de 2005 e o deflator da produtividade. As
tarifas de interconexão pagas para as operadoras móveis (VUM) aumentarão em 1,97%. Esse
aumento do VUM é decorrente de um acordo de pactuação firmado com as operadoras móveis que
fixa um repasse para VUM equivalente a 68,5% do reajuste de VC1. O acordo é valido também
para o próximo reajuste de tarifas em julho de 2008.

O reajuste das tarifas VC acima (2,88%) do custo de interconexão VUM (1,97%) vem consolidar a
progressiva melhoria da margem do segmento Fixo-Móvel defendida pela Companhia.

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5.3) Oi recorreu da decisão da Anatel sobre Way TV e iniciou projetos
relacionados a oferta de vídeo

Em março de 2007, a Oi solicitou do Conselho Diretor da Anatel a reconsideração da decisão que


vetou a compra da Way TV. Não há previsão de prazo para o julgamento do pedido. A Oi continua
acreditando que a regulamentação irá evoluir para viabilizar as ofertas triple-play por todos os
players em função dos benefícios para os clientes. Em paralelo às ações junto à Anatel, a Oi está
implementando sua estratégia de oferecer serviços de transmissão de vídeo através do projeto-
piloto de Video on Demand (VoD) por rede IPTV no Rio de Janeiro e da parceria comercial com a
maior operadora de DTH do país (Sky).

5.4) Constituição de subsidiária para prestação de serviços de manutenção de rede

Em junho de 2007, a Telemar Norte Leste S/A adquiriu uma controlada (99,99%) denominada
SEREDE – Serviços de Rede S.A., com capital de R$3.000.000,00, que terá por finalidade a
prestação de serviços de instalação, manutenção, operação e construção de redes na área de
telecomunicações.

5.5) Transferência de outorgas da TNL PCS S/A para Telemar Norte Leste S/A

Em 9 de julho de 2007, foi formalizada a transferência da autorização de prestação do Serviço


Telefônico Fixo Comutado – STFC, da TNL PCS S/A para Telemar Norte Leste S/A, nas
modalidades Longa Distância Nacional – LDN e Longa Distância Internacional - LDI, na Região I
(LDN – apenas no Setor 3) e nas Regiões II e III do Plano Geral de Outorgas – PGO.

Dessa forma, a partir do próximo trimestre as receitas e os custos provenientes dessas


operações serão apresentados na TMAR Controladora.

5.6) Oi: Novos contratos, produtos e serviços

Oi – Patrocinadora Oficial dos jogos Pan-


Pan-americanos 2007
2007

Como patrocinadora de atletas e dos Jogos Pan-americanos Rio 2007, a empresa visa associar sua
marca aos atributos positivos do esporte, como paixão, superação de limites e espírito de equipe.
Nos Jogos Rio 2007, a Oi está representada por sete atletas de diferentes modalidades esportivas.

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A empresa tem investido ainda em serviços para os Jogos. A Oi lançou conteúdos no modelo de
cross media (no celular e na internet). Estes serviços podem ser obtidos tanto no Portal Wap,
acessando Jogos Rio 2007, como no hotsite hospedado no portal Oi Internet
(www.oi.com.br/rio2007). Os usuários têm, ainda, acesso a blogs e download de conteúdos dos
Atletas Oi (papéis de parede, jogos e vídeos).
A Oi prepara ainda ações promocionais durante o período do Pan. Para atender toda a população do
Rio, e também os turistas que a cidade receberá durante os Jogos, a empresa instalará Quiosques
Oi com informações sobre os serviços da companhia e sobre o evento.

Lançamento do “Oi Office”


Office”

Em 22 de junho de 2007 a Oi lançou o novo produto para o mercado corporativo, o “Oi Office”,
facilitando o acesso ao Outlook a partir do telefone móvel. Este serviço oferece ao mercado
corporativo mais eficiência no acesso a e-mails em tempo real, navegação na web e o uso de
aplicativos empresariais com sistema operacional Windows Mobile no aparelho móvel da Oi. A
parceria com a Microsoft amplia o conceito de convergência também para pequenas e médias
empresas. O objetivo é oferecer aos clientes a possibilidade de trabalhar de qualquer lugar,
contribuindo para o aumento da produtividade dos funcionários.

Não é necessário investimento adicional em infra-estrutura de TI (software e servidores) ou


capacitação e desenvolvimento de equipe em ambiente Microsoft. A Oi oferece planos a partir de
R$99,80, com dados ilimitados para navegação na internet, solução que permite economia de cerca
de 30% se comparada às demais ofertas do mercado que necessitam de software e servidor
dedicados.

O novo serviço é parte da estratégia de oferta de serviços convergentes da Companhia, reunindo


voz, dados e mobilidade em um mesmo produto. O “Oi Office” está disponível em toda a área de
atuação da rede móvel da Oi e pode ser acessada nas outras regiões do Brasil e exterior através de
parcerias de roaming GPRS com outras operadoras.

Lançamento do “Oi Você na Tela”


Tela”

Em 16 de julho de 2007 a Oi lançou o “Oi você na tela”, serviço que permite aos clientes serem
remunerados pela produção de seus próprios vídeos. O conteúdo criado pelo cliente fica disponível
para download e o autor recebe créditos por cada compra efetuada, que posteriormente podem ser
resgatados em dinheiro. O acesso ao conteúdo pode ser feito tanto pelo portal wap dos aparelhos
móveis da Oi, quanto pelo website www.vcnatela.oi.com.br .

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O conceito por trás do produto é o de que o aparelho móvel é muito mais um gerador de conteúdo
do que um mero receptor. É necessário um cadastro inicial a partir do qual os usuários podem
enviar vídeos de até 30 segundos por MMS, recebendo R$0,99 por vídeo e R$ 0,10 por download.
Quando acumulados R$ 20,00 em créditos, o usuário pode resgatar o valor em dinheiro.

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6) DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS

6.1) Tele Norte Leste Participações - TNLP Consolidada


R$ Milhões

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Demonstração do Resultado do Exercício 2T06 1T07 2T07 1S06 1S07
Serviço Telefônico Fixo 5.046,7 5.173,3 5.181,7 10.206,5 10.355,0
Receita Serviço Local 2.909,6 2.924,1 2.922,4 5.863,3 5.846,5
Assinatura 1.640,8 1.705,3 1.736,7 3.316,2 3.441,9
Tráfego Local 630,0 515,8 474,9 1.221,4 990,6
Habilitação 12,4 22,9 23,3 23,7 46,2
A Cobrar 9,4 4,3 3,6 24,1 7,9
Outras Receitas (1,9) 0,3 0,1 5,5 0,4
Fixo-Móvel (VC1) 618,9 675,6 683,9 1.272,5 1.359,5
Receita de Longa Distância 876,5 918,9 893,7 1.836,5 1.812,6
Intra-Setorial 417,0 424,1 405,4 876,3 829,4
Inter-Setorial 122,7 111,3 109,6 259,7 220,9
Inter-Regional 158,3 163,7 159,2 332,5 322,9
Internacional 18,9 22,9 17,7 39,6 40,6
Fixo-Móvel (VC2 e VC3) 159,6 197,0 201,8 328,5 398,8
Receita de Voz Avançada 51,5 59,5 61,1 114,0 120,5
Receita de Telefone de Uso Público 281,2 302,2 281,7 569,0 583,9
Receita de Serviços Adicionais 144,2 143,9 159,8 284,6 303,7
Remuneração pelo Uso da Rede 169,3 150,0 146,4 341,8 296,4
Receita de Comunicação de Dados 613,7 674,1 715,9 1.196,2 1.390,0
Velox 215,0 266,0 274,6 422,8 540,6
EILD 126,7 130,1 124,7 246,4 254,8
Serviços de linhas Dedicadas (SLDD/SLDA) 78,2 63,0 62,5 146,5 125,5
Serviços IP 55,6 75,5 90,1 108,8 165,6
Comutação por Pacotes + Frame Relay 67,8 62,4 71,4 132,4 133,8
Outros Serviços de Dados 70,4 77,2 92,6 139,3 169,7
Outros 0,8 0,5 0,8 1,0 1,4
Serviço Telefônico Móvel 778,8 990,1 1.027,9 1.460,9 2.018,0
Assinatura 183,6 207,2 218,7 336,7 425,9
Chamadas originadas 320,8 374,2 388,8 620,8 762,9
Roaming nacional/internacional 29,5 28,9 27,0 62,9 55,9
Remuneração pelo Uso de Rede Móvel 61,6 259,6 265,4 123,1 525,1
Dados / Valor Adicionado 74,7 66,2 66,0 131,3 132,2
Material de Revenda (aparelhos) 108,6 54,1 62,0 186,1 116,1
Receita Operacional Bruta 5.825,5 6.163,4 6.209,6 11.667,4 12.373,0
Impostos e Deduções 1.763,2 1.858,1 1.852,0 3.549,9 3.710,1
Receita Operacional Líquida 4.062,3 4.305,4 4.357,6 8.117,5 8.662,9
Custos e Despesas Operacionais 2.500,6 2.856,1 2.761,9 5.070,5 5.617,9
Custo de Serviços Prestados 791,2 873,9 843,7 1.595,7 1.717,6
Custo das Mercadorias Vendidas 140,2 67,8 57,2 251,9 125,1
Custos de Interconexão 590,4 825,7 838,3 1.216,9 1.664,0
Despesas de Comercialização 651,0 602,5 696,5 1.285,6 1.299,0
Despesas Gerais e Administrativas 253,0 270,0 214,9 472,1 484,9
Outras Despesas (Receitas), líquidas 74,7 216,1 111,3 248,3 327,4
EBITDA 1.561,7 1.449,3 1.595,7 3.047,0 3.045,0
Margem % 38,4% 33,7% 36,6% 37,5% 35,1%
Depreciações e Amortizações 804,4 657,6 640,2 1.631,3 1.297,8
EBIT 757,3 791,7 955,5 1.415,7 1.747,2
Equivalência Patrimonial (70,0) 3,8 (13,3) (67,6) (9,6)
Despesas Financeiras 555,5 391,1 343,0 1.061,1 734,1
Receitas Financeiras 180,6 231,6 195,2 347,8 426,7
Despesas (Receitas) Não Operacionais (9,3) (2,7) (8,8) (4,9) (11,6)
Lucro Antes dos Impostos e Particip. 461,6 631,1 829,9 775,0 1.461,0
Imposto de Renda e Contribuição Social 112,0 209,5 263,9 224,9 473,3
Participações Minoritárias 67,0 78,9 98,5 123,0 177,4
Lucro Líquido 282,6 342,7 467,5 427,1 810,2
Margem % 7,0% 8,0% 10,7% 5,3% 9,4%
Quantidade de Ações em Mil (ex-tesouraria) 382.122 382.122 382.122 382.122 382.122
Lucro por ação (R$) 0,740 0,897 1,223 1,118 2,120
Lucro por ADR (US$ médio do período) 0,338 0,426 0,617 0,510 1,037

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12.01 - COMENTÁRIO DO DESEMPENHO CONSOLIDADO NO TRIMESTRE


6.1) Tele Norte Leste Participações – TNLP Consolidada (Continuação)

R$ Milhões

Balanço Patrimonial 30/6/2006 31/3/2007 30/6/2007

TOTAL DO ATIVO 26.536 27.464 27.320

Ativo Circulante 9.396 10.424 10.588


Disponibilidades 3.544 4.563 4.470
Contas a Receber 3.777 3.665 3.619
Tributos Diferidos e a Recuperar 1.149 1.238 1.526
Estoques 189 102 124
Outros Ativos 736 856 850

Ativo Não Circulante 17.140 17.040 16.732

Realizável a Longo Prazo 3.425 3.840 3.790


Tributos Diferidos e a Recuperar 1.772 2.186 2.206
Outros Ativos 1.653 1.654 1.584

Permanente 13.715 13.200 12.942


Investimentos 132 78 59
Imobilizado 11.922 11.486 11.300
Intangível 1.268 1.278 1.237
Diferido 393 358 347

Balanço Patrimonial 30/6/2006 31/3/2007 30/6/2007

TOTAL DO PASSIVO 26.536 27.464 27.320

Passivo Circulante 5.623 5.753 5.551


Fornecedores 1.538 1.849 1.889
Empréstimos e Financiamentos 2.482 1.849 1.873
Pessoal, Encargos sociais e Benefícos 138 154 219
Tributos a Recolher e Diferidos 1.023 1.133 1.289
Dividendos e Juros s/ Capital Próprio 213 555 145
Outras Contas a Pagar 230 214 136

Passivo Não Circulante 10.504 10.175 9.663

Exigível a Longo Prazo 10.487 10.163 9.654


Empréstimos e Financiamentos 7.151 6.958 6.603
Tributos a Recolher e Diferidos 999 819 795
Provisões para Perdas em Processos Judiciais 2.225 2.277 2.148
Outras Contas a Pagar 111 109 108

Resultado de Exercícios Futuros 17 11 10

Participação Minoritária 2.003 2.234 2.336

Patrimônio Líquido 8.406 9.302 9.770

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6.2) Telemar Norte Leste - TMAR Consolidada
R$ Milhões

Demonstração do Resultado do Exercício 2T06 1T07 2T07 1S06 1S07


Serviço Telefônico Fixo 5.046,7 5.173,3 5.181,7 10.206,5 10.355,0
Receita Serviço Local 2.909,6 2.924,1 2.922,4 5.863,3 5.846,5
Assinatura 1.640,8 1.705,3 1.736,7 3.316,2 3.441,9
Tráfego Local 630,0 515,8 474,9 1.221,4 990,6
Habilitação 12,4 22,9 23,3 23,7 46,2
A Cobrar 9,4 4,3 3,6 24,1 7,9
Outras Receitas (1,9) 0,3 0,1 5,5 0,4
Fixo-Móvel (VC1) 618,9 675,6 683,9 1.272,5 1.359,5
Receita de Longa Distância 876,5 918,9 893,7 1.836,5 1.812,6
Intra-Setorial 417,0 424,1 405,4 876,3 829,4
Inter-Setorial 122,7 111,3 109,6 259,7 220,9
Inter-Regional 158,3 163,7 159,2 332,5 322,9
Internacional 18,9 22,9 17,7 39,6 40,6
Fixo-Móvel (VC2 e VC3) 159,6 197,0 201,8 328,5 398,8
Receita de Voz Avançada 51,5 59,5 61,1 114,0 120,5
Receita de Telefone de Uso Público 281,2 302,2 281,7 569,0 583,9
Receita de Serviços Adicionais 144,2 143,9 159,8 284,6 303,7
Remuneração pelo Uso da Rede 169,3 150,0 146,4 341,8 296,4
Receita de Comunicação de Dados 613,7 674,1 715,9 1.196,2 1.390,0
Outros 0,8 0,5 0,8 1,0 1,4
Serviço Telefônico Móvel 778,8 990,1 1.027,9 1.460,9 2.018,0
Assinatura 183,6 207,2 218,7 336,7 425,9
Chamadas originadas 320,8 374,2 388,8 620,8 762,9
Roaming nacional/internacional 29,5 28,9 27,0 62,9 55,9
Remuneração pelo Uso de Rede Móvel 61,6 259,6 265,4 123,1 525,1
Dados / Valor Adicionado 74,7 66,2 66,0 131,3 132,2
Material de Revenda (aparelhos) 108,6 54,1 62,0 186,1 116,1
Receita Operacional Bruta 5.825,5 6.163,4 6.209,6 11.667,4 12.373,0
Impostos e Deduções 1.763,2 1.858,1 1.852,0 3.549,9 3.710,1
Receita Operacional Líquida 4.062,3 4.305,3 4.357,6 8.117,5 8.662,9
Custos e Despesas Operacionais 2.484,6 2.846,0 2.757,0 5.047,9 5.603,0
Custo de Serviços Prestados 791,2 873,9 842,9 1.595,6 1.716,8
Custo das Mercadorias Vendidas 140,2 67,8 57,2 251,9 125,1
Custos de Interconexão 590,4 825,7 838,3 1.216,9 1.664,0
Despesas de Comercialização 649,3 601,6 695,3 1.283,1 1.297,0
Despesas Gerais e Administrativas 241,7 260,9 211,0 452,7 471,9
Outras Despesas (Receitas), líquidas 71,8 216,0 112,3 247,7 328,3
EBITDA 1.577,6 1.459,4 1.600,6 3.069,6 3.060,0
Margem % 38,8% 33,9% 36,7% 37,8% 35,3%
Depreciações e Amortizações 818,9 672,7 655,2 1.660,0 1.327,9
EBIT 758,7 786,7 945,4 1.409,7 1.732,0
Equivalência Patrimonial 0,3 2,3 0,5 0,4 2,9
Despesas Financeiras 482,7 353,8 321,4 865,4 675,2
Receitas Financeiras 161,4 225,4 180,8 286,8 406,2
Despesas (Receitas) Não Operacionais (9,6) (2,7) (8,8) (5,2) (11,6)
Lucro Antes dos Impostos e Particip. 446,7 658,7 813,1 836,0 1.471,8
Imposto de Renda e Contribuição Social 76,0 222,1 268,1 155,4 490,2
Lucro Líquido 370,7 436,6 545,0 680,5 981,6
Margem % 9,1% 10,1% 12,5% 8,4% 11,3%

Total de Ações em Mil (excluindo tesouraria) 238.614 238.614 238.614 238.614 238.614
Lucro por ação (R$) 1,554 1,830 2,284 2,852 4,114

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12.01 - COMENTÁRIO DO DESEMPENHO CONSOLIDADO NO TRIMESTRE


6.2) Telemar Norte Leste - TMAR Consolidada (Continuação)

R$ Milhões

Balanço Patrimonial 30/6/2006 31/3/2007 30/6/2007

TOTAL DO ATIVO 25.417 26.510 26.182

Ativo Circulante 8.217 9.446 9.437


Disponibilidades 2.752 3.920 3.676
Contas a Receber 3.779 3.666 3.620
Tributos Diferidos e a Recuperar 765 908 1.185
Estoques 189 102 124
Outros Ativos 730 850 831

Ativo Não Circulante 17.200 17.064 16.746

Realizável a Longo Prazo 3.170 3.590 3.550


Tributos Diferidos e a Recuperar 1.620 1.994 2.010
Outros Ativos 1.550 1.596 1.540

Permanente 14.030 13.474 13.196


Investimentos 474 373 339
Imobilizado 11.899 11.482 11.296
Intangível 1.265 1.275 1.234
Diferido 393 344 327

Balanço Patrimonial 30/6/2006 31/3/2007 30/6/2007

TOTAL DO PASSIVO 25.417 26.510 26.182

Passivo Circulante 5.377 5.524 5.101


Fornecedores 1.536 1.844 1.885
Empréstimos e Financiamentos 2.048 1.481 1.516
Pessoal, Encargos sociais e Benefícos 137 152 218
Tributos a Recolher e Diferidos 944 1.115 1.273
Dividendos e Juros s/ Capital Próprio 476 711 67
Outras Contas a Pagar 236 221 143

Passivo Não Circulante 8.961 8.623 8.155

Exigível a Longo Prazo 8.944 8.611 8.146


Empréstimos e Financiamentos 5.836 5.630 5.315
Tributos a Recolher e Diferidos 846 668 644
Provisões para Perdas em Processos Judiciais 2.222 2.274 2.147
Outras Contas a Pagar 41 40 40

Resultado de Exercícios Futuros 17 11 10

Patrimônio Líquido 11.079 12.364 12.926

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6.3) Telemar Norte Leste - TMAR Controladora
R$ Milhões

Demonstração do Resultado do Exercício 2T06 1T07 2T07 1S06 1S07

Receita Serviço Local 2.925,8 2.925,1 2.923,2 5.888,7 5.848,3


Receita de Longa Distância 821,6 863,1 837,0 1.716,3 1.700,1
Receita de Voz Avançada 53,5 60,3 62,0 117,9 122,3
Receita de Telefone de Uso Público 281,2 302,2 281,7 569,0 583,9
Receita de Serviços Adicionais 144,9 144,4 159,9 286,1 304,3
Remuneração pelo Uso da Rede 174,8 146,4 145,6 352,1 292,1
Receita de Comunicação de Dados 577,9 624,5 653,9 1.121,3 1.278,3
Outros 0,6 0,5 0,8 0,7 1,4
Receita Operacional Bruta 4.980,3 5.066,5 5.064,1 10.052,0 10.130,7
Impostos e Deduções 1.472,4 1.533,9 1.516,1 2.999,0 3.049,9
Receita Operacional Líquida 3.507,9 3.532,7 3.548,1 7.053,0 7.080,7
Custos e Despesas Operacionais 2.079,2 2.256,7 2.213,8 4.224,8 4.470,5
Custo de Serviços Prestados 650,4 702,8 662,5 1.311,4 1.365,4
Custos de Interconexão 693,3 748,3 742,6 1.424,8 1.490,9
Despesas de Comercialização 454,8 441,3 531,2 871,6 972,5
Despesas Gerais e Administrativas 204,8 220,1 178,7 388,7 398,7
Outras Despesas (Receitas), líquidas 75,9 144,2 98,9 228,2 243,1
EBITDA 1.428,7 1.275,9 1.334,3 2.828,2 2.610,2
Margem % 40,7% 36,1% 37,6% 40,1% 36,9%
Depreciações e Amortizações 654,9 492,5 474,2 1.336,7 966,7
EBIT 773,8 783,4 860,0 1.491,5 1.643,5
Equivalência Patrimonial 8,6 (40,2) (101,1) 43,3 (141,3)
Despesas Financeiras 438,5 341,9 309,2 792,0 651,2
Receitas Financeiras 107,1 167,8 125,4 170,7 293,2
Despesas (Receitas) Não Operacionais (10,0) (3,1) (3,9) (5,8) (7,0)
Lucro Antes dos Impostos e Particip. 443,8 652,5 781,3 832,7 1.433,9
Imposto de Renda e Contribuição Social 73,1 215,9 236,3 152,2 452,3
Lucro (Prejuízo) Líquido 370,7 436,6 545,0 680,5 981,6
Margem % 10,6% 12,4% 15,4% 9,6% 13,9%

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6.3) Telemar Norte Leste - TMAR Controladora (Continuação)

Balanço Patrimonial 30/6/2006 31/3/2007 30/6/2007

TOTAL DO ATIVO 24.634 25.390 25.065

Ativo Circulante 5.319 6.315 6.050


Disponibilidades 1.337 2.314 1.931
Contas a Receber 3.150 3.067 2.954
Tributos Diferidos e a Recuperar 527 660 879
Estoques 39 39 35
Outros Ativos 265 236 251
Ativo Não Circulante 19.316 19.075 19.015
Realizável a Longo Prazo 2.437 2.392 2.382
Tributos Diferidos e a Recuperar 1.021 1.142 1.167
Outros Ativos 1.416 1.250 1.215
Permanente 16.878 16.683 16.633
Investimentos 8.080 8.284 8.352
Imobilizado 8.573 8.095 7.990
Intangível 226 304 290
TOTAL DO PASSIVO 24.634 25.390 25.065
Passivo Circulante 4.663 4.576 4.121
Fornecedores 1.101 1.338 1.221
Empréstimos e Financiamentos 2.048 1.481 1.516
Pessoal, Encargos sociais e Benefícos 114 128 185
Tributos a Recolher e Diferidos 799 815 1.040
Dividendos e Juros s/ Capital Próprio 476 711 67
Outras Contas a Pagar 125 102 92
Passivo Não Circulante 8.892 8.450 8.018
Exigível a Longo Prazo 8.892 8.450 8.018
Empréstimos e Financiamentos 5.878 5.620 5.306
Tributos a Recolher e Diferidos 812 652 638
Provisões para Perdas em Processos Judiciais 2.188 2.165 2.062
Outras Contas a Pagar 13 13 13
Patrimônio Líquido 11.079 12.364 12.926

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6.4) TNL PCS (Oi)
R$ Milhões

Demonstração do Resultado do Exercício 2T06 1T07 2T07 1S06 1S07


Receita de Serviço Telefônico Móvel 949,8 1.180,0 1.211,4 1.808,4 2.391,4
Assinatura 183,6 207,2 218,7 336,7 425,9
Chamadas originadas 320,7 374,2 388,8 620,8 762,9
Roaming nacional/internacional 29,5 28,9 27,0 62,9 55,9
Remuneração pelo Uso de Rede 232,5 449,4 445,3 470,3 894,7
Dados / Valor Adicionado 74,7 66,2 66,0 131,3 132,2
Outros serviços SMP 0,2 0,1 0,4 0,3 0,6
Material de Revenda (handsets) 108,6 54,1 65,2 186,1 119,3
Receitas de Serviços de LD / Voz Avançada / Rede* 156,2 150,9 158,8 317,0 309,6
Receita Operacional Bruta 1.106,0 1.330,9 1.370,2 2.125,4 2.701,1
Impostos e Deduções 298,9 331,3 342,7 567,6 674,0
Receita Operacional Líquida 807,2 999,5 1.027,5 1.557,8 2.027,0
Custos e Despesas Operacionais 653,5 816,2 761,0 1.308,1 1.577,2
Custo de Serviços Prestados 202,3 222,0 233,7 406,6 455,6
Custo das Mercadorias Vendidas 140,2 67,8 57,2 251,9 125,1
Custos de Interconexão 88,1 284,9 293,2 179,5 578,1
Despesas de Comercialização 258,4 196,7 199,6 491,8 396,3
Despesas Gerais e Administrativas 31,0 39,0 29,8 59,8 68,9
Outras Despesas (Receitas), líquidas (66,5) 5,8 (52,6) (81,5) (46,8)
EBITDA 153,6 183,3 266,5 249,7 449,9
Margem % 19,0% 18,3% 25,9% 16,0% 22,2%
Depreciações e Amortizações 162,9 179,0 179,8 321,0 358,8
EBIT (9,2) 4,4 86,7 (71,3) 91,1
Despesas Financeiras 44,1 11,2 10,6 84,1 21,8
Receitas Financeiras 56,7 58,3 52,7 130,6 111,1
Despesas (Receitas) Não Operacionais 0,6 0,2 (4,9) 0,6 (4,7)
Lucro Antes dos Impostos e Particip. 2,8 51,3 133,7 (25,3) 185,1
Imposto de Renda e Contribuição Social 2,4 5,7 31,3 2,4 37,0
Lucro (Prejuízo) Líquido 0,4 45,6 102,5 (27,8) 148,0
Margem % 0,0% 4,6% 10,0% -1,8% 7,3%

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12.01 - COMENTÁRIO DO DESEMPENHO CONSOLIDADO NO TRIMESTRE


6.4) TNL PCS (Oi) (Continuação)

Balanço Patrimonial 30/6/2006 31/3/2007 30/6/2007

TOTAL DO ATIVO 8.474 8.962 9.076

Ativo Circulante 3.023 3.155 3.422


Disponibilidades 1.399 1.509 1.651
Contas a Receber 773 725 801
Tributos Diferidos e a Recuperar 237 245 303
Estoques 150 64 89
Outros Ativos 463 612 579
Ativo Não Circulante 5.451 5.808 5.654
Realizável a Longo Prazo 730 1.140 1.109
Tributos Diferidos e a Recuperar 599 851 841
Empréstimos e Financiamentos 81 201 188
Outros Ativos 50 88 81
Permanente 4.721 4.668 4.544
Imobilizado 3.313 3.374 3.293
Intangível 1.031 964 936
Diferido 377 330 315
TOTAL DO PASSIVO 8.474 8.962 9.076

Passivo Circulante 843 1.064 1.109


Fornecedores 574 630 803
Empréstimos e Financiamentos - - -
Pessoal, Encargos sociais e Benefícos 22 23 33
Tributos a Recolher e Diferidos 136 292 223
Outras Contas a Pagar 111 117 50
Passivo Não Circulante 87 144 110
Exigível a Longo Prazo 87 144 110
Empréstimos e Financiamentos - - -
Provisões para Perdas em Processos Judiciais 30 104 80
Tributos a Recolher e Diferidos 33 16 6
AFAC - - -
Outras Contas a Pagar 25 24 24
Patrimônio Líquido 7.543 7.755 7.857

7) GLOSSÁRIO

Adições líquidas:
Adições brutas (total de novos clientes do período) (–) desligamentos de clientes.

ARPU (Average Revenue per Unit)


Indicador utilizado na indústria de telecomunicações que significa receita média mensal por usuário em
um determinado período (receita líquida do período / base média de clientes).

Churn:
Taxa percentual que mede o número de clientes desligados da base de clientes durante um determinado
período de tempo.

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12.01 - COMENTÁRIO DO DESEMPENHO CONSOLIDADO NO TRIMESTRE


UGR
Unidade Geradora de Receita - Cliente que gera receita em qualquer dos serviços Oi Fixo e/ou Oi
Móvel e/ou Oi Velox. Um único cliente que usa os três serviços resulta em três UGR.

Full Billing
O full billing consiste em cobrar tarifa de interconexão em toda chamada móvel-móvel dentro da mesma
área local. A regra foi determinada pela Anatel na Resolução 438, publicada em julho/06. Anteriormente a
esta regra vigorava o sistema conhecido como “bill and keep parcial”. Nele, as operadoras só pagavam
interconexão à outra companhia celular quando a proporção entre o tráfego entrante e sainte extrapolava
a faixa de 45% a 55%. Este modelo continua em prática na telefonia fixa local.

Planos por minuto x plano por pulso


Na tarifação por pulsos, cobra-se um pulso para cada chamada completada e um pulso aleatório, em até
4 minutos. Após a cobrança do pulso aleatório, cobra-se um pulso a cada 4 minutos. Os planos em
minutos se baseiam no tempo efetivo de utilização.

Clique aqui para conhecer nossos planos de minutos:


http://www.novaoi.com.br/controlebanners2/campanhas/planodeminutos/index.html

Plano Básico x Alternativo


As operadoras são obrigadas a oferecer dois planos básicos: o Plano Básico e o Plano Alternativo de
Serviço de Oferta Obrigatória (PASOO). No plano básico em minutos a franquia para assinantes
residenciais é de 200 minutos e para assinantes comerciais é de 150 minutos. No PASOO, a franquia para
assinantes residenciais é de 400 minutos e para assinantes comerciais é de 360 minutos. O valor do
minuto é diferente em cada plano.

Vale ressaltar que, além dos planos obrigatórios, as operadoras também poderão oferecer planos
alternativos em minutos com características e benefícios não regulamentados pela Anatel.

Share of Wallet
“Parcela do bolso do cliente”, representa o quanto que o usuário pode a gastar com um determinado
serviço, neste caso, serviços de telecomunicações.

Valor de Remuneração de Uso de Rede do SMP


Valor que remunera uma prestadora de SMP, por unidade de tempo, pelo uso de sua rede.

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12.01 - COMENTÁRIO DO DESEMPENHO CONSOLIDADO NO TRIMESTRE


IST
Desde 2006, a Anatel está usando um índice de reajuste específico de tarifas, com base em um pacote de
tarifas para os serviços de telecomunicações, denominado índice IST. O índice IST permite um maior
equilíbrio na evolução dos preços cobrados de clientes de varejo e atacado, do que a antiga tarifa de
inflação aplicada ao setor de telecomunicações, o IGP-DI, que está mais focada na evolução dos preços de
atacado.

Fator de Produtividade
De acordo com o método de cálculo do Fator X, estabelecido no Contrato de Concessão 2006, a Anatel
calculará a taxa de produtividade média e a comparará com nosso resultado individual de produtividade.
O fator de produtividade a ser descontado do Índice IST será igual a 50% do que for maior entre: (1) a
taxa média de produtividade do setor de telecomunicações, e (2) nosso resultado de produtividade
individual. Se uma empresa tiver produtividade negativa, a Anatel não permitirá que a mesma tenha suas
tarifas reajustadas acima do Índice IST.

Instrução CVM nº 358, art. 12: Os acionistas controladores, diretos ou indiretos, e os acionistas que
elegerem membros do Conselho de Administração ou do Conselho Fiscal, bem como qualquer pessoa
natural ou jurídica, ou grupo de pessoas, agindo em conjunto ou representando um mesmo interesse,
que atingir participação, direta ou indireta, que corresponda a 5% (cinco por cento) ou mais de espécie
ou classe de ações representativas do capital de companhia aberta, deverá comunicar à CVM, e a
Companhia de acordo com os termos do artigo.

A Oi orienta seus acionistas quanto ao cumprimento dos termos do artigo 12 da Instrução CVM 358,
porém não se responsabiliza pela divulgação das informações sobre aquisição ou alienação, por
terceiros, de participação que corresponda a 5% ou mais de espécie ou classe de ações representativas
de seu capital ou de direitos sobre essas ações e demais valores mobiliários de sua emissão.

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12.01 - COMENTÁRIO DO DESEMPENHO CONSOLIDADO NO TRIMESTRE


Ações do Com
Ações TNL Em Tesouraria Em circulação
Capital Social Controlador

Ordinárias 130.611.732 3.237.832 68.504.187 58.869.713

Preferenciais 261.223.463 6.475.663 0 254.747.800

Total 391.835.195 9.713.495 68.504.187 313.617.513

Ações do Com
Ações TMAR Em Tesouraria Em circulação
Capital Social Controlador

Ordinárias 107.186.966 123.873 104.227.873 2.835.220

Preferenciais (A) 133.376.070 2.928.905 91.249.767 39.197.398

Preferenciais (B) 1.105.197 1.100 6 1.104.091

Total 241.668.233 3.053.878 195.477.646 43.136.709

OBS: Posição acionária em 30 de junho de 2007

Este relatório contém projeções e/ou estimativas de futuros eventos. As projeções aqui disponíveis
foram reunidas de maneira criteriosa dentro da atual conjuntura, baseadas em trabalhos em
andamento e respectivas estimativas. O uso de termos como: "projeta", "estima", "antecipa", "prevê",
"planeja", "espera" entre outros, objetivam sinalizar possíveis tendências que, evidentemente,
envolvem incertezas e riscos, cujos resultados futuros podem diferir das expectativas atuais. A Oi não
se responsabiliza por operações ou decisões de investimento tomadas em função de tais projeções ou
estimativas. Como tratam-se de informações não auditadas, as mesmas podem apresentar diferença
em relação aos resultados finais.

Oi – Relações com Investidores


Roberto Terziani 55 (21) 3131-1208 rterziani@oi.net.br
Carolina Gava Silveira 55 (21) 3131-1314 ana.silveira@oi.net.br
Bernardo Guttmann 55 (21) 3131-1316 bernardo.guttmann@oi.net.br
Cristiana Ortigão 55 (21) 3131-1317 cristiana.ortigao@oi.net.br

Global Consulting Group


Lucia Domville 1 (646) 284-9416 ldomville@hfgcg.com

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21.01 - RELATÓRIO DA REVISÃO ESPECIAL - SEM RESSALVA

Aos administradores e acionistas


Tele Norte Leste Participações S.A.

1 Efetuamos uma revisão especial das informações trimestrais (ITR), da Tele Norte Leste
Participações S.A. (controladora e consolidado), referente ao trimestre findo em 30 de junho de
2007, compreendendo o balanço patrimonial, a demonstração do resultado e o relatório de
desempenho, expressos pelas práticas contábeis adotadas no Brasil, elaborados sob a
responsabilidade de sua administração. Nossa responsabilidade é emitir relatório, sem expressar
opinião, sobre essas demonstrações contábeis. A revisão das informações contábeis do trimestre
findo em 30 de junho de 2007 das controladas indiretas TNL PCS S.A. (“Oi”), e Companhia AIX
de Participações, utilizadas para fins de consolidação, foi conduzida sob a responsabilidade de
outros auditores independentes. O nosso relatório, no que se refere aos valores dessas controladas
indiretas, está baseado exclusivamente nos relatórios desses outros auditores independentes.

2 Nossa revisão foi efetuada de acordo com as normas específicas estabelecidas pelo Instituto dos
Auditores Independentes do Brasil - IBRACON, em conjunto com o Conselho Federal de
Contabilidade, e consistiu, principalmente de: (a) indagação e discussão com os administradores
responsáveis pelas áreas contábil, financeira e operacional da Companhia, quanto aos principais
critérios adotados na elaboração das informações trimestrais e (b) revisão das informações e dos
eventos subseqüentes que tenham ou possam vir a ter efeitos relevantes sobre a situação financeira e
operações da Companhia.

3 Baseados em nossa revisão especial e nos relatórios emitidos por outros auditores independentes,
conforme mencionado no primeiro parágrafo, não temos conhecimento de nenhuma modificação
relevante que deva ser feita nas informações trimestrais referidas no parágrafo 1 para que estejam
de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicadas de forma condizente com as
normas expedidas pela Comissão de Valores Mobiliários, especificamente aplicáveis à elaboração
das informações trimestrais.

Rio de Janeiro, 24 de julho de 2007.

José Luiz de Souza Gurgel


Sócio-contador
CRC RJ – 087339/O-4
BDO Trevisan Auditores Independentes
CRC 2SP013439/O-5 “S” RJ

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01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

01765-5 TELE NORTE LESTE PARTICIPAÇÕES S/A 02.558.134/0001-58

ÍNDICE
GRUPO QUADRO DESCRIÇÃO PÁGINA

01 01 IDENTIFICAÇÃO 1
01 02 SEDE 1
01 03 DIRETOR DE RELAÇÕES COM INVESTIDORES (Endereço para Correspondência com a Companhia) 1
01 04 REFERÊNCIA DO ITR 1
01 05 COMPOSIÇÃO DO CAPITAL SOCIAL 2
01 06 CARACTERÍSTICAS DA EMPRESA 2
01 07 SOCIEDADES NÃO INCLUÍDAS NAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS 2
01 08 PROVENTOS EM DINHEIRO 2
01 09 CAPITAL SOCIAL SUBSCRITO E ALTERAÇÕES NO EXERCÍCIO SOCIAL EM CURSO 3
01 10 DIRETOR DE RELAÇÕES COM INVESTIDORES 3
02 01 BALANÇO PATRIMONIAL ATIVO 4
02 02 BALANÇO PATRIMONIAL PASSIVO 5
03 01 DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO 7
08 01 BALANÇO PATRIMONIAL ATIVO CONSOLIDADO 9
08 02 BALANÇO PATRIMONIAL PASSIVO CONSOLIDADO 10
09 01 DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO CONSOLIDADO 12
06 01 NOTAS EXPLICATIVAS 14
07 01 COMENTÁRIO DO DESEMPENHO DA COMPANHIA NO TRIMESTRE 71
12 01 COMENTÁRIO DO DESEMPENHO CONSOLIDADO NO TRIMESTRE 72
21 01 RELATÓRIO DA REVISÃO ESPECIAL 107

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O REGISTRO NA CVM NÃO IMPLICA QUALQUER APRECIAÇÃO SOBRE A COMPANHIA , SENDO OS SEUS
ADMINISTRADORES RESPONSÁVEIS PELA VERACIDADE DAS INFORMAÇÕES PRESTADAS.

01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

01132-0 TELEMAR NORTE LESTE S/A 33.000.118/0001-79


4 - NIRE

33300152580

01.02 - SEDE

1 - ENDEREÇO COMPLETO 2 - BAIRRO OU DISTRITO

Rua General Polidoro, 99 Botafogo


3 - CEP 4 - MUNICÍPIO 5 - UF

22280-001 Rio de Janeiro RJ


6 - DDD 7 - TELEFONE 8 - TELEFONE 9 - TELEFONE 10 - TELEX

021 3131-1208 - -
11 - DDD 12 - FAX 13 - FAX 14 - FAX

021 3131-1155 - -
15 - E-MAIL

invest@oi.net.br

01.03 - DIRETOR DE RELAÇÕES COM INVESTIDORES (Endereço para Correspondência com a Companhia)

1 - NOME

José Luís Magalhães Salazar


2 - ENDEREÇO COMPLETO 3 - BAIRRO OU DISTRITO

Rua Humberto de Campos, 425 - 8º andar Leblon


4 - CEP 5 - MUNICÍPIO 6 - UF

22430-190 Rio de Janeiro RJ


7 - DDD 8 - TELEFONE 9 - TELEFONE 10 - TELEFONE 11 - TELEX

021 3131-1123 - -
12 - DDD 13 - FAX 14 - FAX 15 - FAX

021 3131-1155 - -
16 - E-MAIL

jls@oi.net.br

01.04 - REFERÊNCIA / AUDITOR

EXERCÍCIO SOCIAL EM CURSO TRIMESTRE ATUAL TRIMESTRE ANTERIOR

1 - INÍCIO 2 - TÉRMINO 3 - NÚMERO 4 - INÍCIO 5 - TÉRMINO 6 - NÚMERO 7 - INÍCIO 8 - TÉRMINO

01/01/2007 31/12/2007 2 01/04/2007 30/06/2007 1 01/01/2007 31/03/2007


9 - NOME/RAZÃO SOCIAL DO AUDITOR 10 - CÓDIGO CVM

BDO Trevisan Auditores Independentes 00210-0


11 - NOME DO RESPONSÁVEL TÉCNICO 12 - CPF DO RESP. TÉCNICO

José Luiz de Souza Gurgel 918.587.207-53

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01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

01132-0 TELEMAR NORTE LESTE S/A 33.000.118/0001-79

01.05 - COMPOSIÇÃO DO CAPITAL SOCIAL

Número de Ações 1 - TRIMESTRE ATUAL 2 - TRIMESTRE ANTERIOR 3 - IGUAL TRIMESTRE EX. ANTERIOR

(Mil) 30/06/2007 31/03/2007 30/06/2006


Do Capital Integralizado
1 - Ordinárias 107.187 107.187 107.187
2 - Preferenciais 134.481 134.481 134.481
3 - Total 241.668 241.668 241.668
Em Tesouraria
4 - Ordinárias 124 124 124
5 - Preferenciais 2.930 2.930 2.930
6 - Total 3.054 3.054 3.054

01.06 - CARACTERÍSTICAS DA EMPRESA

1 - TIPO DE EMPRESA

Empresa Comercial, Industrial e Outras


2 - TIPO DE SITUAÇÃO

Operacional
3 - NATUREZA DO CONTROLE ACIONÁRIO

Privada Nacional
4 - CÓDIGO ATIVIDADE

1130 - Telecomunicações
5 - ATIVIDADE PRINCIPAL
Exploração dos serviços de telecomunicações

6 - TIPO DE CONSOLIDADO

Total
7 - TIPO DO RELATÓRIO DOS AUDITORES

Sem Ressalva

01.07 - SOCIEDADES NÃO INCLUÍDAS NAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS

1 - ITEM 2 - CNPJ 3 - DENOMINAÇÃO SOCIAL

01.08 - PROVENTOS EM DINHEIRO DELIBERADOS E/OU PAGOS DURANTE E APÓS O TRIMESTRE

1 - ITEM 2 - EVENTO 3 - APROVAÇÃO 4 - PROVENTO 5 - INÍCIO PGTO. 6 - ESPÉCIE E 7 - VALOR DO PROVENTO P/ AÇÃO
CLASSE DE
AÇÃO

01 AGO 11/04/2007 Juros Sobre Capital Próprio 20/04/2007 ON 0,8796000000


02 AGO 11/04/2007 Juros Sobre Capital Próprio 20/04/2007 PNA 0,9675000000
03 AGO 11/04/2007 Juros Sobre Capital Próprio 20/04/2007 PNB 0,8796000000
04 AGO 11/04/2007 Juros Sobre Capital Próprio 20/04/2007 ON 0,7767000000
05 AGO 11/04/2007 Juros Sobre Capital Próprio 20/04/2007 PNA 0,8543000000
06 AGO 11/04/2007 Juros Sobre Capital Próprio 20/04/2007 PNB 0,7767000000
07 AGO 11/04/2007 Juros Sobre Capital Próprio 20/04/2007 ON 0,7080000000

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01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

01132-0 TELEMAR NORTE LESTE S/A 33.000.118/0001-79

08 AGO 11/04/2007 Juros Sobre Capital Próprio 20/04/2007 PNA 0,7788000000


09 AGO 11/04/2007 Juros Sobre Capital Próprio 20/04/2007 PNB 0,7080000000
10 AGO 11/04/2007 Dividendo 20/04/2007 PNB 0,9054000000

25/08/2009 14:51:42 Pág: 3


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01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

- . . / -

01.09 - CAPITAL SOCIAL SUBSCRITO E ALTERAÇÕES NO EXERCÍCIO SOCIAL EM CURSO

1- ITEM 2 - DATA DA 3 - VALOR DO CAPITAL SOCIAL 4 - VALOR DA ALTERAÇÃO 5 - ORIGEM DA ALTERAÇÃO 7 - QUANTIDADE DE AÇÕES EMITIDAS 8 - PREÇO DA AÇÃO NA
ALTERAÇÃO EMISSÃO
(Reais Mil) (Reais Mil) (Mil)
(Reais)

01.10 - DIRETOR DE RELAÇÕES COM INVESTIDORES

1 - DATA 2 - ASSINATURA

02/08/2007

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01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

01132-0 TELEMAR NORTE LESTE S/A 33.000.118/0001-79

02.01 - BALANÇO PATRIMONIAL ATIVO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 - 30/06/2007 4 - 31/03/2007

1 Ativo Total 25.064.537 25.389.636


1.01 Ativo Circulante 6.049.883 6.314.624
1.01.01 Disponibilidades 1.930.602 2.313.535
1.01.02 Créditos 2.954.160 3.066.653
1.01.02.01 Clientes 2.954.160 3.066.653
1.01.02.02 Créditos Diversos 0 0
1.01.03 Estoques 34.692 38.656
1.01.04 Outros 1.130.429 895.780
1.01.04.01 Tributos Diferidos e a Recuperar 879.268 659.628
1.01.04.02 Créditos com Pessoas Ligadas 0 0
1.01.04.03 Adiantamentos a Empregados 16.714 16.965
1.01.04.04 Adiantamentos a Fornecedores 43.142 40.264
1.01.04.05 Despesas Antecipadas 187.254 176.564
1.01.04.06 Demais Ativos 4.051 2.359
1.02 Ativo Não Circulante 19.014.654 19.075.012
1.02.01 Ativo Realizável a Longo Prazo 2.382.090 2.391.666
1.02.01.01 Créditos Diversos 1.238.560 1.213.626
1.02.01.01.01 Tributos Diferidos e a Recuperar 1.167.023 1.141.906
1.02.01.01.02 Créditos a Receber 71.537 71.720
1.02.01.02 Créditos com Pessoas Ligadas 175 125
1.02.01.02.01 Com Coligadas e Equiparadas 0 0
1.02.01.02.02 Com Controladas 175 125
1.02.01.02.03 Com Outras Pessoas Ligadas 0 0
1.02.01.03 Outros 1.143.355 1.177.915
1.02.01.03.01 Depósitos e Bloqueios Judiciais 978.715 1.014.203
1.02.01.03.02 Incentivos Fiscais 54.459 54.459
1.02.01.03.03 Despesas Antecipadas 105.414 105.027
1.02.01.03.04 Demais Ativos 4.767 4.226
1.02.02 Ativo Permanente 16.632.564 16.683.346
1.02.02.01 Investimentos 8.352.078 8.283.593
1.02.02.01.01 Participações Coligadas/Equiparadas 0 0
1.02.02.01.02 Participações Coligadas/Equiparadas-Ágio 0 0
1.02.02.01.03 Participações em Controladas 8.023.579 7.922.408
1.02.02.01.04 Participações em Controladas - Ágio 315.554 348.240
1.02.02.01.05 Outros Investimentos 12.945 12.945
1.02.02.02 Imobilizado 7.990.313 8.095.431
1.02.02.03 Intangível 290.173 304.322
1.02.02.04 Diferido 0 0

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01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

01132-0 TELEMAR NORTE LESTE S/A 33.000.118/0001-79

02.02 - BALANÇO PATRIMONIAL PASSIVO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 - 30/06/2007 4 - 31/03/2007

2 Passivo Total 25.064.537 25.389.636


2.01 Passivo Circulante 4.120.748 4.575.758
2.01.01 Empréstimos e Financiamentos 1.428.493 1.458.584
2.01.02 Debêntures 87.721 22.355
2.01.03 Fornecedores 1.220.734 1.338.237
2.01.04 Impostos, Taxas e Contribuições 1.040.018 815.192
2.01.04.01 Tributos a Recolher e Diferidos 924.958 701.970
2.01.04.02 REFIS II-Programa Refinanciamento Fiscal 115.060 113.222
2.01.05 Dividendos a Pagar 54.162 168.084
2.01.06 Provisões 0 0
2.01.07 Dívidas com Pessoas Ligadas 12.835 542.801
2.01.07.01 Dividendos e Juros s/ o Capital Próprio 12.835 542.801
2.01.08 Outros 276.785 230.505
2.01.08.01 Salários, Encargos Sociais e Benefícios 184.728 128.048
2.01.08.02 Consignação a Favor de Terceiros 12.572 13.533
2.01.08.03 Demais Obrigações 79.485 88.924
2.02 Passivo Não Circulante 8.018.254 8.450.267
2.02.01 Passivo Exigível a Longo Prazo 8.018.254 8.450.267
2.02.01.01 Empréstimos e Financiamentos 3.145.770 3.460.214
2.02.01.02 Debêntures 2.160.000 2.160.000
2.02.01.03 Provisões 2.061.608 2.165.483
2.02.01.04 Dívidas com Pessoas Ligadas 0 0
2.02.01.05 Adiantamento para Futuro Aumento Capital 0 0
2.02.01.06 Outros 650.876 664.570
2.02.01.06.01 Tributos a Recolher e Diferidos 65.269 59.850
2.02.01.06.02 REFIS II-Programa Refinanciamento Fiscal 572.449 591.537
2.02.01.06.03 Demais Obrigações 13.158 13.183
2.02.02 Resultados de Exercícios Futuros 0 0
2.04 Patrimônio Líquido 12.925.535 12.363.611
2.04.01 Capital Social Realizado 7.418.989 7.418.989
2.04.02 Reservas de Capital 1.912.482 1.895.940
2.04.03 Reservas de Reavaliação 0 0
2.04.03.01 Ativos Próprios 0 0
2.04.03.02 Controladas/Coligadas e Equiparadas 0 0
2.04.04 Reservas de Lucro 2.611.503 2.611.503
2.04.04.01 Legal 327.422 327.422
2.04.04.02 Estatutária 0 0
2.04.04.03 Para Contingências 0 0
2.04.04.04 De Lucros a Realizar 0 0
2.04.04.05 Retenção de Lucros 0 0
2.04.04.06 Especial p/ Dividendos Não Distribuídos 0 0

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01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

01132-0 TELEMAR NORTE LESTE S/A 33.000.118/0001-79

02.02 - BALANÇO PATRIMONIAL PASSIVO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 -30/06/2007 4 -31/03/2007

2.04.04.07 Outras Reservas de Lucro 2.284.081 2.284.081


2.04.04.07.01 Reserva de Investimentos 2.454.059 2.454.059
2.04.04.07.02 Ações em Tesouraria (169.978) (169.978)
2.04.05 Lucros/Prejuízos Acumulados 982.561 437.179
2.04.06 Adiantamento para Futuro Aumento Capital 0 0

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01132-0 TELEMAR NORTE LESTE S/A 33.000.118/0001-79

03.01 - DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 - 01/04/2007 a 30/06/2007 4 - 01/01/2007 a 30/06/2007 5 - 01/04/2006 a 30/06/2006 6 - 01/01/2006 a 30/06/2006

3.01 Receita Bruta de Vendas e/ou Serviços 5.064.144 10.130.670 4.980.340 10.052.021
3.02 Deduções da Receita Bruta (1.516.054) (3.049.931) (1.472.436) (2.999.017)
3.03 Receita Líquida de Vendas e/ou Serviços 3.548.090 7.080.739 3.507.904 7.053.004
3.04 Custo de Bens e/ou Serviços Vendidos (1.818.305) (3.696.120) (1.924.501) (3.916.947)
3.05 Resultado Bruto 1.729.785 3.384.619 1.583.403 3.136.057
3.06 Despesas/Receitas Operacionais (952.414) (1.957.762) (1.149.586) (2.309.153)
3.06.01 Com Vendas (537.062) (984.256) (466.246) (894.974)
3.06.02 Gerais e Administrativas (201.130) (448.452) (234.801) (455.961)
3.06.03 Financeiras (183.802) (357.957) (331.432) (621.298)
3.06.03.01 Receitas Financeiras 125.439 293.196 107.062 170.684
3.06.03.02 Despesas Financeiras (309.241) (651.153) (438.494) (791.982)
3.06.04 Outras Receitas Operacionais 118.061 220.384 107.411 217.377
3.06.05 Outras Despesas Operacionais (249.602) (528.829) (215.947) (510.995)
3.06.06 Resultado da Equivalência Patrimonial 101.121 141.348 (8.571) (43.302)
3.07 Resultado Operacional 777.371 1.426.857 433.817 826.904
3.08 Resultado Não Operacional 3.944 7.006 10.028 5.802
3.08.01 Receitas 6.271 10.457 11.892 14.674
3.08.02 Despesas (2.327) (3.451) (1.864) (8.872)
3.09 Resultado Antes Tributação/Participações 781.315 1.433.863 443.845 832.706
3.10 Provisão para IR e Contribuição Social (262.249) (526.512) (156.884) (305.995)
3.11 IR Diferido 25.900 74.219 83.754 153.801
3.12 Participações/Contribuições Estatutárias 0 0 0 0
3.12.01 Participações 0 0 0 0
3.12.02 Contribuições 0 0 0 0
3.13 Reversão dos Juros sobre Capital Próprio 0 0 0 0
3.15 Lucro/Prejuízo do Período 544.966 981.570 370.715 680.512

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01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

01132-0 TELEMAR NORTE LESTE S/A 33.000.118/0001-79

03.01 - DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 - 01/04/2007 a 30/06/2007 4 - 01/01/2007 a 30/06/2007 5 - 01/04/2006 a 30/06/2006 6 - 01/01/2006 a 30/06/2006

NÚMERO AÇÕES, EX-TESOURARIA (Mil) 238.614 238.614 238.614 238.614


LUCRO POR AÇÃO (Reais) 2,28388 4,11363 1,55362 2,85194
PREJUÍZO POR AÇÃO (Reais)

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01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

01132-0 TELEMAR NORTE LESTE S/A 33.000.118/0001-79

08.01 - BALANÇO PATRIMONIAL ATIVO CONSOLIDADO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 - 30/06/2007 4 - 31/03/2007

1 Ativo Total 26.182.249 26.509.880


1.01 Ativo Circulante 9.436.513 9.446.179
1.01.01 Disponibilidades 3.676.414 3.920.369
1.01.02 Créditos 3.619.593 3.666.214
1.01.02.01 Clientes 3.619.593 3.666.214
1.01.02.02 Créditos Diversos 0 0
1.01.03 Estoques 124.160 102.357
1.01.04 Outros 2.016.346 1.757.239
1.01.04.01 Tributos Diferidos e a Recuperar 1.185.238 907.738
1.01.04.02 Adiantamentos a Empregados 19.388 19.722
1.01.04.03 Adiantamentos a Fornecedores 231.195 226.591
1.01.04.04 Despesas Antecipadas 489.703 514.723
1.01.04.05 Créditos a Receber 86.134 85.000
1.01.04.06 Demais Ativos 4.688 3.465
1.02 Ativo Não Circulante 16.745.736 17.063.701
1.02.01 Ativo Realizável a Longo Prazo 3.549.896 3.589.919
1.02.01.01 Créditos Diversos 2.148.487 2.129.661
1.02.01.01.01 Tributos Diferidos e a Recuperar 2.009.902 1.993.728
1.02.01.01.02 Créditos a Receber 138.585 135.933
1.02.01.02 Créditos com Pessoas Ligadas 178.287 191.595
1.02.01.02.01 Com Coligadas e Equiparadas 0 0
1.02.01.02.02 Com Controladas 178.287 191.595
1.02.01.02.03 Com Outras Pessoas Ligadas 0 0
1.02.01.03 Outros 1.223.122 1.268.663
1.02.01.03.01 Incentivos Fiscais 54.459 54.459
1.02.01.03.02 Depósitos e Bloqueios Judiciais 1.046.590 1.093.901
1.02.01.03.03 Despesas Antecipadas 115.006 113.833
1.02.01.03.04 Demais Ativos 7.067 6.470
1.02.02 Ativo Permanente 13.195.840 13.473.782
1.02.02.01 Investimentos 338.590 372.922
1.02.02.01.01 Participações Coligadas/Equiparadas 0 0
1.02.02.01.02 Participações Coligadas/Equiparadas-Ágio 0 0
1.02.02.01.03 Participações em Controladas 0 0
1.02.02.01.04 Participações em Controladas - Ágio 325.230 359.528
1.02.02.01.05 Outros Investimentos 13.360 13.394
1.02.02.02 Imobilizado 11.296.030 11.481.835
1.02.02.03 Intangível 1.234.006 1.275.439
1.02.02.04 Diferido 327.214 343.586

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01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

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08.02 - BALANÇO PATRIMONIAL PASSIVO CONSOLIDADO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 - 30/06/2007 4 - 31/03/2007

2 Passivo Total 26.182.249 26.509.880


2.01 Passivo Circulante 5.101.395 5.523.707
2.01.01 Empréstimos e Financiamentos 1.428.493 1.458.584
2.01.02 Debêntures 87.721 22.355
2.01.03 Fornecedores 1.884.565 1.843.827
2.01.04 Impostos, Taxas e Contribuições 1.272.555 1.115.343
2.01.04.01 Tributos a Recolher e Diferidos 1.157.020 1.001.654
2.01.04.02 REFIS II-Programa Refinanciamento Fiscal 115.535 113.689
2.01.05 Dividendos a Pagar 54.162 168.084
2.01.06 Provisões 0 0
2.01.07 Dívidas com Pessoas Ligadas 12.835 542.801
2.01.07.01 Dividendos e Juros s/ Capital Próprio 12.835 542.801
2.01.08 Outros 361.064 372.713
2.01.08.01 Salários, Encargos Sociais e Benefícios 217.829 152.008
2.01.08.02 Consignação a Favor de Terceiros 14.236 15.592
2.01.08.03 Demais Obrigações 128.999 205.113
2.02 Passivo Não Circulante 8.155.319 8.622.562
2.02.01 Passivo Exigível a Longo Prazo 8.145.643 8.611.274
2.02.01.01 Empréstimos e Financiamentos 3.155.101 3.469.558
2.02.01.02 Debêntures 2.160.000 2.160.000
2.02.01.03 Provisões 2.146.531 2.274.047
2.02.01.04 Dívidas com Pessoas Ligadas 0 0
2.02.01.05 Adiantamento para Futuro Aumento Capital 0 0
2.02.01.06 Outros 684.011 707.669
2.02.01.06.01 Tributos a Recolher e Diferidos 67.216 72.039
2.02.01.06.02 REFIS II-Programa Refinanciamento Fiscal 576.570 595.709
2.02.01.06.03 Demais Obrigações 40.225 39.921
2.02.02 Resultados de Exercícios Futuros 9.676 11.288
2.03 Part. de Acionistas Não Controladores 0 0
2.04 Patrimônio Líquido 12.925.535 12.363.611
2.04.01 Capital Social Realizado 7.418.989 7.418.989
2.04.02 Reservas de Capital 1.912.482 1.895.940
2.04.03 Reservas de Reavaliação 0 0
2.04.03.01 Ativos Próprios 0 0
2.04.03.02 Controladas/Coligadas e Equiparadas 0 0
2.04.04 Reservas de Lucro 2.611.503 2.611.503
2.04.04.01 Legal 327.422 327.422
2.04.04.02 Estatutária 0 0
2.04.04.03 Para Contingências 0 0
2.04.04.04 De Lucros a Realizar 0 0
2.04.04.05 Retenção de Lucros 0 0

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01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

01132-0 TELEMAR NORTE LESTE S/A 33.000.118/0001-79

08.02 - BALANÇO PATRIMONIAL PASSIVO CONSOLIDADO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 -30/06/2007 4 -31/03/2007

2.04.04.06 Especial p/ Dividendos Não Distribuídos 0 0


2.04.04.07 Outras Reservas de Lucro 2.284.081 2.284.081
2.04.04.07.01 Reserva de Investimentos 2.454.059 2.454.059
2.04.04.07.02 Ações em Tesouraria (169.978) (169.978)
2.04.05 Lucros/Prejuízos Acumulados 982.561 437.179
2.04.06 Adiantamento para Futuro Aumento Capital 0 0

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01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

01132-0 TELEMAR NORTE LESTE S/A 33.000.118/0001-79

09.01 - DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO CONSOLIDADO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 - 01/04/2007 a 30/06/2007 4 - 01/01/2007 a 30/06/2007 5 - 01/04/2006 a 30/06/2006 6 - 01/01/2006 a 30/06/2006

3.01 Receita Bruta de Vendas e/ou Serviços 6.209.619 12.373.028 5.825.515 11.667.443
3.02 Deduções da Receita Bruta (1.852.034) (3.710.097) (1.763.249) (3.549.914)
3.03 Receita Líquida de Vendas e/ou Serviços 4.357.585 8.662.931 4.062.266 8.117.529
3.04 Custo de Bens e/ou Serviços Vendidos (2.293.346) (4.628.268) (2.230.562) (4.496.517)
3.05 Resultado Bruto 2.064.239 4.034.663 1.831.704 3.621.012
3.06 Despesas/Receitas Operacionais (1.260.030) (2.574.492) (1.394.513) (2.790.240)
3.06.01 Com Vendas (703.866) (1.313.957) (662.163) (1.308.973)
3.06.02 Gerais e Administrativas (252.362) (562.268) (290.054) (556.520)
3.06.03 Financeiras (140.624) (269.016) (321.291) (578.535)
3.06.03.01 Receitas Financeiras 180.796 406.205 161.409 286.825
3.06.03.02 Despesas Financeiras (321.420) (675.221) (482.700) (865.360)
3.06.04 Outras Receitas Operacionais 143.532 270.260 243.680 270.591
3.06.05 Outras Despesas Operacionais (306.163) (696.651) (364.410) (616.452)
3.06.06 Resultado da Equivalência Patrimonial (547) (2.860) (275) (351)
3.07 Resultado Operacional 804.209 1.460.171 437.191 830.772
3.08 Resultado Não Operacional 8.845 11.589 9.565 5.179
3.08.01 Receitas 11.113 15.237 11.429 14.051
3.08.02 Despesas (2.268) (3.648) (1.864) (8.872)
3.09 Resultado Antes Tributação/Participações 813.054 1.471.760 446.756 835.951
3.10 Provisão para IR e Contribuição Social (293.988) (564.409) (159.796) (309.240)
3.11 IR Diferido 25.900 74.219 83.755 153.801
3.12 Participações/Contribuições Estatutárias 0 0 0 0
3.12.01 Participações 0 0 0 0
3.12.02 Contribuições 0 0 0 0
3.13 Reversão dos Juros sobre Capital Próprio 0 0 0 0
3.14 Part. de Acionistas Não Controladores 0 0 0 0
3.15 Lucro/Prejuízo do Período 544.966 981.570 370.715 680.512

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SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa
CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS
ITR - INFORMAÇÕES TRIMESTRAIS Data-Base - 30/06/2007 Legislação Societária
EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS

01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

01132-0 TELEMAR NORTE LESTE S/A 33.000.118/0001-79

09.01 - DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO CONSOLIDADO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 - 01/04/2007 a 30/06/2007 4 - 01/01/2007 a 30/06/2007 5 - 01/04/2006 a 30/06/2006 6 - 01/01/2006 a 30/06/2006

NÚMERO AÇÕES, EX-TESOURARIA (Mil) 238.614 238.614 238.614 238.614


LUCRO POR AÇÃO (Reais) 2,28388 4,11363 1,55362 2,85194
PREJUÍZO POR AÇÃO (Reais)

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1 Contexto operacional

Áreas de atuação e serviços

A Telemar Norte Leste S.A. (Companhia ou "TMAR") é a principal prestadora de serviços de


telefonia fixa em sua área de atuação - Região I - que compreende os estados do Rio de Janeiro,
Minas Gerais, Espírito Santo, Bahia, Sergipe, Alagoas, Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte,
Ceará, Piauí, Maranhão, Pará, Amazonas, Roraima e Amapá (exceto no Setor 3 da referida Região,
que corresponde a 57 municípios do Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba no estado de Minas Gerais,
onde a “CTBC” - Companhia de Telecomunicações do Brasil Central opera). A prestação desses
serviços é efetuada com base nas concessões outorgadas pela ANATEL - Agência Nacional de
Telecomunicações, órgão regulador do setor brasileiro de telecomunicações, vigentes até 31 de
dezembro de 2005. O Contrato de Concessão assinado pela TMAR em 1998 previa a sua
prorrogação por prazo de 20 anos. Essa prorrogação ocorre a título oneroso, sendo devido pela
Concessionária a cada biênio, 2% da receita líquida de telecomunicações do ano anterior. Em 22 de
dezembro de 2005 foram assinados novos contratos com novas metas de universalização e de
qualidade, prorrogando a concessão da TMAR. Para o novo período de concessão, as principais
alterações em relação ao contrato que vigorou de 1998 a 2005, são as seguintes:

• O serviço local passa a ser cobrado com base na medição em minutos e a franquia da assinatura
mensal passa a ser de 200 minutos para a classe Residencial e de 150 minutos para a classe
Não Residencial;

• O IST - Índice do Setor de Telecomunicações é o indexador que serve de base para os reajustes
futuros das tarifas. O IST é divulgado mensalmente pela ANATEL e sua composição é revista
a cada dois anos. O reajuste das tarifas dos serviços fixos locais e de longa distância de 2006
foi baseado no IGP-DI, no que tange aos sete meses referentes a 2005 (junho a dezembro de
2005), e no IST para os primeiros cinco meses de 2006 (janeiro a maio de 2006). O reajuste de
2007 em diante é baseado integralmente na variação do IST.

• Sobre as metas de universalização houve a criação de meta de PST – Postos de Serviços de


Telecomunicações, que trata da instalação de 4.071 computadores para conexão do público à
internet, e a diminuição de exigências relativas a densidade dos telefones públicos de oito por
mil habitantes para seis por mil habitantes; e

• Criação do AICE - Acesso Individual para Classe Especial com valor da assinatura inferior à
do Plano Básico, necessariamente pré-pago, destinado apenas a clientes residenciais.

A TMAR é controlada pela Tele Norte Leste Participações S.A. (“TNL”), que atualmente
detém 80,89% do capital total e 97,24% do capital votante.

A TMAR possui seis controladas, sendo:

• A TNL PCS S.A. ("Oi"), adquirida pela TMAR em 30 de maio de 2003, tem como objetivo
oferecer SMP - Serviço Móvel Pessoal. Em 12 de março de 2001 a Oi recebeu da ANATEL

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autorização, por prazo indeterminado, para exploração do SMP, associada ao direito de uso de
radiofreqüências por um prazo de 15 anos, renovados por mais 15 anos, a título oneroso,
pagando a cada biênio 2% da receita líquida de SMP do ano anterior, desde que cumpridas as
condições da autorização.

A autorização para exploração do SMP e a outorga de radiofreqüências associadas somente


produziram efeito, por condições regulamentares, a partir de 26 de junho de 2002, quando se
deu o início da operação comercial da Oi.

Em conjunto com a autorização do serviço SMP, a Oi também recebeu, por prazo


indeterminado, as autorizações para exploração do serviço STFC – Serviço Telefônico Fixo
Comutado, nas seguintes modalidades: (i) LDN – Longa Distância Nacional: na Região II,
que compreende os Estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Mato Grosso do
Sul, Mato Grosso, Goiás, Tocantins, Rondônia e Acre e o Distrito Federal; na Região III que
refere-se ao Estado de São Paulo e no Setor 3 da Região I e (ii) LDI – Longa Distância
Internacional em todo o território brasileiro.

• A Companhia AIX de Participações ("AIX"), adquirida pela TMAR em 31 de dezembro de


2003, tem como objeto social o provimento de infra-estrutura de dutos para instalação de fibras
ópticas ao longo de rodovias do estado de São Paulo, prestando serviços para a TMAR;

• A Telemar Internet Ltda. ("Oi Internet"), controlada integralmente pela TMAR, tem por objeto
social a prestação de serviços de provimento de acesso à internet e iniciou suas atividades em
janeiro de 2005;

• A Coari Participações S.A. ("Coari"), adquirida pela TMAR em dezembro de 2003, tem como
objeto social a participação em outras sociedades, comerciais e civis, como sócia, acionista ou
cotista, no país ou no exterior. Essa empresa ainda não iniciou suas operações; e

• A Calais Participações S.A. ("Calais"), adquirida pela TMAR em dezembro de 2004, tem como
objeto social a participação em outras sociedades, comerciais e civis, como sócia, acionista ou
cotista, no país ou no exterior. Essa empresa ainda não iniciou suas operações.

• A Serede Serviços de Rede S.A (“Serede”), adquirida pela TMAR em 11 de junho de 2007, tem
como objeto social a prestação de serviços de instalação, manutenção, operação e construção de
redes, compra e venda, importação e exportação de equipamentos. Essa empresa ainda não
iniciou suas operações (vide Nota 15).

Todos os serviços de telefonia estão sujeitos à regulamentação e fiscalização da ANATEL, de


acordo com a Lei nº 9.472, de 16 de julho de 1997.

2 Principais práticas contábeis

As informações contábeis contidas nas ITR’s - Informações Trimestrais foram elaboradas e estão
apresentadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, com base nas disposições
contidas na Lei das Sociedades por Ações e nas normas estabelecidas pela CVM - Comissão de

Pág: 16
Valores Mobiliários, aplicadas de maneira uniforme em relação àquelas adotadas na elaboração das
demonstrações financeiras referentes ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2006.

3 Receita operacional
Controladora Consolidado

30/06/2007 % 30/06/2006 % 30/06/2007 % 30/06/2006 %


Serviço telefônico fixo
Local:
Assinatura 3.442.187 34,0 3.333.201 33,1 3.441.938 27,8 3.316.244 28,5
Pulsos excedentes 991.378 9,8 1.224.373 12,2 990.643 8,0 1.221.372 10,5
Ligações fixo-móvel VC1 1.360.293 13,4 1.277.879 12,7 1.359.455 11,0 1.272.522 10,9
A cobrar 7.880 0,1 24.052 0,2 7.880 24.052 0,2
Habilitação 46.211 0,5 23.676 0,2 46.211 0,4 23.676 0,2
Outras receitas 361 5.475 0,1 379 5.475

Longa distância:
Intra-setorial 804.655 7,9 840.148 8,4 829.443 6,7 876.250 7,5
Inter-setorial 220.123 2,2 259.041 2,6 220.947 1,8 259.655 2,2
Inter-regional 296.281 2,9 301.767 3,0 322.875 2,6 332.500 2,9
Internacional 40.587 0,3 39.561 0,3
Ligações fixo-móvel VC2 e VC3 379.021 3,7 315.349 3,1 398.771 3,2 328.508 2,8
Cartões de telefones de uso público 583.905 5,8 569.018 5,7 583.905 4,7 569.018 4,9

Pág: 17
Voz avançada (substancialmente 0500/0800) 122.288 1,2 117.928 1,2 120.547 1,0 114.018 1,0
Serviços adicionais 304.328 3,0 286.068 2,8 303.693 2,5 284.610 2,4

8.558.911 84,5 8.577.975 85,3 8.667.274 70,0 8.667.461 74,3


Serviço telefônico móvel
Assinatura 425.855 3,4 336.718 2,9
Chamadas originadas 762.905 6,2 620.817 5,3
Venda de aparelhos e acessórios 116.088 0,9 186.104 1,6
Roaming nacional 25.486 0,2 25.887 0,2
Roaming internacional 30.425 0,3 36.994 0,3
Serviços adicionais 132.167 1,1 131.270 1,1

1.492.926 12,1 1.337.790 11,4


Remuneração pelo uso da rede fixa
Ligações fixo-fixo 234.036 2,3 263.345 2,6 255.121 2,1 281.897 2,4
Ligações móvel-fixo 58.044 0,6 88.738 0,9 41.279 0,3 59.904 0,5

292.080 2,9 352.083 3,5 296.400 2,4 341.801 2,9


Remuneração pelo uso da rede móvel
Ligações fixo-móvel 107.949 0,9 106.075 0,9
Ligações móvel-móvel 417.120 3,3 17.045 0,2

525.069 4,2 123.120 1,1


Serviços de comunicação de dados
ADSL ("Velox") 540.604 5,3 436.103 4,4 540.604 4,4 422.807 3,6
Transmissão ("EILD") 250.424 2,5 259.345 2,6 254.779 2,1 246.365 2,1
Serviços de linhas dedicadas - SLD 106.487 1,1 125.604 1,3 125.512 1,0 146.473 1,3
Serviços IP 150.343 1,4 93.083 0,9 165.591 1,3 108.826 1,0
Comutação por pacotes e frame relay 106.931 1,1 102.727 1,0 133.799 1,1 132.439 1,1
Outros 123.527 1,2 104.409 1,0 169.710 1,4 139.332 1,2

1.278.316 12,6 1.121.271 11,2 1.389.995 11,3 1.196.242 10,3

Outros serviços 1.363 692 1.364 1.029

Receita operacional bruta 10.130.670 100,0 10.052.021 100,0 12.373.028 100,0 11.667.443 100,0

Deduções da receita bruta


Tributos (2.901.868 ) (28,6 ) (2.853.623 ) (28,4 ) (3.401.042 ) (27,5 ) (3.286.092 ) (28,2 )
Outras deduções (148.063 ) (1,5 ) (145.394 ) (1,4 ) (309.055 ) (2,5 ) (263.822 ) (2,3 )

Receita operacional líquida 7.080.739 69,9 7.053.004 70,2 8.662.931 70,0 8.117.529 69.5

Reajustes tarifários (não auditado)

As tarifas dos serviços de telecomunicações estão sujeitas a uma regulamentação abrangente.


As concessões estabelecem um mecanismo de teto para os reajustes anuais de tarifas (líquidas de
impostos), estipulando o limite superior com base na média ponderada das tarifas das cestas do
serviço local e de longa distância. As tarifas de interconexão também são corrigidas anualmente.

Em 11 de julho de 2006, conforme Ato nº 59.517, a ANATEL homologou os seguintes reajustes de


tarifas para a modalidade local, que vigoram desde 14 de julho de 2006.

• Habilitação: -0,5134%
• Assinatura: -0,5134%
• Pulso local (médio): -0,5134%
• Crédito de cartão indutivo: -0,43%
• Cesta LDN: -2,86% (i)
• TU-RL: -0,5134% (ii)
• TU-RIU: -2,86% (ii)

Pág: 18
(i) Em 14 de julho de 2006, conforme Ato nº 59.665, a ANATEL homologou o reajuste para
a cesta de LDN, que vigora desde 20 de julho de 2006.

(ii) A partir de janeiro de 2006, a tarifa de TU-RL – Tarifa de Uso de Rede Local passou a ser
50% da tarifa do minuto local e a tarifa de TU-RIU – Tarifa de Uso de Rede Interurbana
passou a ser 30% da tarifa de LDN referente ao degrau 4 (+ 300 km). A partir de janeiro
de 2007, a tarifa de TU-RL passou a ser 40% da tarifa do minuto local.

Tarifas médias
em reais (com impostos)

Atual Anterior
Serviço local
Habilitação (i) 52,91 33,80
Assinatura residencial 39,30 39,87
Assinatura não-residencial (i) 65,87 65,80
Assinatura tronco (i) 65,87 56,13
Assinatura AICE (iii) 23,57
Pulso local (médio) 0,15040 0,15240
Minuto local (Plano Básico de Minutos) (iv) 0,09673
Minuto local (Plano Alternativo de Serviço de Oferta Obrigatória) (iv) 0,03762
Crédito de cartão indutivo 0,11600 0,11650

Longa distância (Km) (ii)


0 - 50 0,33581 0,37575
51 - 100 0,43290 0,49313
101 - 300 0,48859 0,53463
+ 300 0,53537 0,58872

(i) As tarifas praticadas antes de julho de 2006 eram promocionais para esses serviços.

(ii) Ponderadas por tráfego de minutos de chamadas de longa distância no horário


diferenciado.

(iii) Em 1 de julho de 2006, a TMAR iniciou a oferta do serviço de AICE - Acesso Individual
Classe Especial, por determinação da ANATEL, nas localidades com população acima de
500.000 habitantes (vide Nota 1).

(iv) Alteração da tarifação de pulsos para minutos a partir de março de 2007.

Os valores médios estimados por minuto, no horário normal, para as tarifas dos serviços fixo-móvel
(VC1, VC2 e VC3), incluindo os impostos, são:

• VC1 = R$ 0,7163
• VC2 = R$ 1,5023
• VC3 = R$ 1,7093

A tarifa VC1 refere-se às ligações fixo-móvel local, dentro da mesma área de registro. A tarifa VC2
refere-se às ligações fixo-móvel de longa distância dentro do mesmo estado e a tarifa VC3 refere-se
às ligações fixo-móvel de longa distância entre dois estados.

Pág: 19
O valor de VC1 apresentado acima corresponde ao reajuste de 7,99% autorizado pela ANATEL em
15 de julho de 2005. Os valores das tarifas do VC2 e VC3 para o SMP também sofreram reajuste de
7,99%, a partir de 30 de março de 2006.

Em 17 de julho de 2007, conforme Atos nº 66.028 e 66.031, a ANATEL homologou os seguintes


reajustes de tarifas fixo-fixo para as modalidades local e longa distância nacional respectivamente,
que vigoram a partir de 20 de julho de 2007.

• Habilitação: 1,83%
• Assinatura: 1,83%
• Pulso local (médio): 1,83% (i)
• Minuto local: 1,83% (i)
• Crédito de cartão indutivo: 1,85%
• Cesta LDN: 1,83%
• TU-RL: 1,83%
• TU-RIU: 1,83%

(i) Em função da mudança na forma de bilhetagem do serviço local fixo-fixo, de pulso


para minuto, a Oi vai manter, promocionalmente, os valores anteriores ao reajuste das
tarifas de tráfego local fixo-fixo, até 30 de setembro de 2007.

Tarifas médias
em reais (com impostos)

Atual Anterior
Serviço local
Habilitação 53,93 52,91
Assinatura residencial 40,00 39,30
Assinatura não-residencial 69,00 65,87
Assinatura tronco 69,04 65,87
Assinatura AICE 24,06 23,57
Pulso local (médio) 0,15325 0,15040
Minuto local (Plano Básico de Minutos) 0,09849 0,09673
Minuto local (Plano Alternativo de Serviço de Oferta Obrigatória) 0,03830 0,03762
Crédito de cartão indutivo 0,11815 0,11600

Longa distância (Km) (i)


0 – 50 0,33581 0,33581
51 – 100 0,44353 0,43290
101 – 300 0,49921 0,48859
+ 300 0,54975 0,53537

(i) Ponderadas por tráfego de minutos de chamadas de longa distância no horário


diferenciado.

Também em 17 de julho de 2007, conforme Ato nº 66.029, a ANATEL homologou o reajuste de


2,88% das tarifas fixo-móvel, para as modalidades local (VC1) e longa distância nacional (VC2 e
VC3), vigorando a partir de 20 de julho de 2007.

Pág: 20
Os valores médios estimados, no horário normal, para as tarifas dos serviços fixo-móvel (VC1, VC2
e VC3), incluindo os impostos, são:

Tarifas médias
em reais (com impostos)

Atual Anterior
Serviço fixo-móvel
VC1 0,7617 0,7163
VC2 1,5472 1,5023
VC3 1,7605 1,7093

O reajuste da tarifa de VUM – Valor de Uso Móvel foi de 1,97% correspondente a 68,5% do
reajuste das tarifas VC1, VC2 e VC3.

Os principais preços de serviços dos planos de maior adesão da Oi são:

Oi 40
Valores em reais
(com impostos)

Assinatura (com franquia de 40 minutos) (i) R$ 40,41 fixo mensal


Móvel-Fixo e Móvel-Móvel Oi R$ 0,90 por minuto
Móvel-Móvel Outra Operadora R$ 0,95 por minuto
Adicional de chamada – deslocamento R$ 1,33 por chamada

(i) Em setembro de 2006 houve reajuste médio no valor promocional da assinatura do Oi 40 em


7,99%.

Oi Controle
Valores em reais
(com impostos)

Assinatura Oi Controle R$ 37,15 fixo mensal


Móvel-Fixo e Móvel-Móvel Oi R$ 0,86 por minuto
Móvel-Móvel Outra Operadora R$ 0,98 por minuto
Adicional de chamada – deslocamento R$ 1,38 por chamada

O valor da tarifa móvel-fixo e móvel-móvel para o serviço pré-pago é de R$ 1,04 por minuto.

Pág: 21
4 Custos dos serviços prestados, das mercadorias vendidas e despesas operacionais

Custos dos serviços prestados e das


mercadorias vendidas Controladora Consolidado

30/06/2007 30/06/2006 30/06/2007 30/06/2006

Interconexão (i) 1.490.853 1.424.787 1.663.986 1.216.857


Depreciação (ii) 839.891 1.180.769 1.122.430 1.432.095
Serviço de manutenção da rede (iii) 634.652 599.775 686.456 685.554
Aluguéis e seguros (iv) 245.174 238.495 321.073 290.155
Serviços de terceiros (v) 167.513 151.690 240.381 166.206
Materiais (vi) 129.253 147.073 134.432 148.317
Pessoal 122.373 91.382 129.707 96.284
Custos de aparelhos e outros (vii) 125.060 251.942
Taxa de Prorrogação do Contrato de Concessão
– ANATEL (Nota 1 (a)) 54.831 69.207 54.831 69.207
Outros custos e despesas (viii) 11.580 13.769 149.912 139.900

3.696.120 3.916.947 4.628.268 4.496.517

Comercialização dos serviços Controladora Consolidado

30/06/2007 30/06/2006 30/06/2007 30/06/2006

Serviços de terceiros (v) 484.874 472.459 695.217 764.972


Provisão para créditos de liquidação duvidosa 242.603 203.526 318.929 243.320
Publicidade e propaganda 152.686 113.546 154.437 165.718
Pessoal 83.700 72.985 100.462 90.360
Depreciação (ii) 11.762 23.343 17.005 25.889
Materiais (vi) 356 729 1.121 2.870
Aluguéis e Seguros (iv) 402 852 411 953
Outros custos e despesas (viii) 7.873 7.534 26.375 14.891

984.256 894.974 1.313.957 1.308.973

Gerais e administrativas Controladora Consolidado

30/06/2007 30/06/2006 30/06/2007 30/06/2006

Serviços de terceiros (v) 249.943 243.496 279.787 271.265

Pág: 22
Pessoal 104.210 87.150 142.498 121.141
Depreciação (ii) 49.717 67.222 90.360 103.861
Aluguéis e seguros (iv) 41.506 46.953 43.652 47.804
Materiais (vi) 4.433 4.986 4.506 5.209
Outros custos e despesas (viii) (1.357 ) 6.154 1.465 7.240

448.452 455.961 562.268 556.520

(i) Os custos com interconexão referem-se, basicamente, às tarifas cobradas pelos demais
provedores de telefonia móvel pela utilização de suas redes, reduzindo substancialmente a
margem dos serviços fixo-móvel (VC1, VC2 e VC3). Em julho de 2006, com a publicação da
Resolução 438/2006 da ANATEL, que aprovou o Regulamento de Remuneração pelo Uso de
Redes de Prestadoras do SMP, o balanceamento de tráfego foi descontinuado e foi adotado o
processo de reconhecimento da receita e da despesa de tráfego.

(ii) Os custos de depreciação de equipamentos de comutação e transmissão vêm reduzindo em


função do aumento gradativo do volume de equipamentos da TMAR totalmente depreciados.

(iii) O custo com serviços de manutenção da rede é composto, substancialmente, por gastos
provenientes da contratação de serviços para a manutenção da planta, sem aumento de vida
útil, com destaque para expansão de instalações de “Velox” e da base de assinantes da rede
de telefonia da Oi.

(iv) Os custos com aluguéis e seguros incluem, basicamente, os valores que estão sendo pagos
pelos aluguéis de circuitos, plataformas celulares, postes de energia elétrica, satélite, direito
de uso de passagem e por linhas dedicadas de outros prestadores de serviços de telefonia,
bem como áreas para instalação de torres da Oi.

A TMAR possui contrato de aluguel de rede com a Oi para prestação de STFC através da
tecnologia WLL - Wireless Local Loop, cujos gastos no semestre findo em 30 de junho de
2007 totalizaram R$ 42.486 (30/06/2006 - R$ 41.905).

(v) Os custos com serviços de terceiros referem-se, basicamente, a consultorias organizacionais,


assessoria jurídica, comissionamento e agenciamento de vendas, postagem e taxa de
cobrança, energia elétrica e operação de contact center.

(vi) O custo com materiais é composto, substancialmente, por materiais aplicados na manutenção
da planta, sem incrementar a vida útil dos bens, além dos gastos com combustíveis e
lubrificantes.

(vii) Refere-se ao custo de venda de aparelhos móveis, cartões SIMCARDS – Subscriber Identify
Module Cards e outros acessórios da Oi, cuja redução ocorreu em função da queda do
volume de vendas de aparelhos móveis, proveniente do incentivo de venda direta do
fornecedor aos respectivos canais de vendas, e da reversão da provisão de obsolescência do
estoque (R$ 55.338) devido ao incêndio ocorrido no CD – Centro de Distribuição do Rio de
Janeiro da Oi (Nota 11(i)).

(viii) Refere-se, substancialmente, a despesa com a taxa FISTEL de habilitação de terminais e


manutenção de equipamentos de rede, indenizações, doações e multas diversas.

Pág: 23
5 Outras despesas operacionais, líquidas

Controladora Consolidado

30/06/2007 30/06/2006 30/06/2007 30/06/2006

Outras receitas operacionais


Aluguel de infra-estrutura (i) 67.095 73.777 102.199 99.902
Multas aplicadas sobre contas vencidas (Nota 10) 74.493 74.559 88.355 83.755
Despesas recuperadas (ii) 20.034 4.748 28.312 5.197
Serviços técnicos e administrativos 39.167 40.987 22.227 22.781
Bonificações obtidas (iii) 6.750 9.568 42.394
Amortização do deságio na aquisição da AIX (Nota 15) 3.225 3.225 3.225 3.225
Outras receitas 16.370 13.331 16.374 13.337

220.384 217.377 270.260 270.591

Outras despesas operacionais


Provisões para perdas em processos judiciais (Nota 22 (c)) (239.186 ) (242.293 ) (255.612 ) (259.821 )
Tributos (ii) (138.578 ) (131.261 ) (193.725 ) (184.893 )
Itens extraordinários (iv) (53.365 )
Amortização do ágio pago na aquisição da Pégasus
(Nota 15) (42.048 ) (42.048 ) (42.048 ) (42.048 )
Participações dos empregados nos
resultados (Nota 26 (b)) (28.154 ) (23.179 ) (37.846 ) (27.710 )
Amortização do diferido (Nota 18) (32.745 ) (32.745 )
Amortização do ágio pago na aquisição da Oi (Nota 15) (26.548 ) (26.548 ) (26.548 ) (26.548 )
Despesas com multas (4.778 ) (3.978 ) (5.117 ) (4.274 )
Outras despesas (49.537 ) (41.688 ) (49.645 ) (38.413 )

(528.829 ) (510.995 ) (696.651 ) (616.452 )

(308.445 ) (293.618 ) (426.391 ) (345.861 )

(i) Refere-se ao aluguel cobrado dos provedores de telefonia móvel pela utilização dos prédios e
infra- estrutura da TMAR e da Oi para a instalação de ERB - Estação de Rádio-Base.

(ii) No semestre findo em 30 de junho de 2007, a TMAR e sua controlada Oi registraram


R$ 117.106 (30/06/2006 - R$ 121.628) referentes ao FUST - Fundo de Universalização de
Serviços de Telecomunicações e FUNTTEL - Fundo para o Desenvolvimento Tecnológico das
Telecomunicações Brasileiras.

No que se refere ao FUST, desde novembro de 2003 até dezembro de 2005, em virtude da
Publicação de Decisão da ANATEL, tais contribuições eram calculadas à razão de 1,0% da
receita operacional bruta dos serviços de telecomunicações, sendo excluídas as despesas de
EILD e interconexão, o ICMS, o PIS e a COFINS e os descontos concedidos. A partir daí, em
face da edição da Súmula 1 (posteriormente convertida em Súmula 7) pela ANATEL, a base de
cálculo para apuração do FUST teria sofrido alteração, de forma a não se permitir mais a
exclusão das despesas relativas à EILD e interconexão.

Pág: 24
Desde janeiro de 2006 (competência dezembro de 2005), a TMAR vem depositando em juízo,
nos autos do mandado de segurança 2006.34.00.000369-4, da 7ª Vara Federal da Seção
Judiciária do Distrito Federal, a contribuição ao FUST apurada de acordo com o que dispõe a
Súmula da ANATEL publicada em 19 de dezembro de 2005. Essa norma estabelece a
incidência da referida contribuição sobre os valores recebidos a título de interconexão e meios
de rede e impede a dedução desses custos da base de cálculo da referida contribuição. A
TMAR ajuizou mandado de segurança questionando as determinações da Súmula 7 da
ANATEL e sua aplicação retroativa. Em abril de 2006, a TMAR, e as demais operadoras co-
autoras no mandado de segurança citado, obtiveram liminar perante o TRF - Tribunal Regional
Federal da 1ª região, no que se refere a irretroatividade dessa Súmula. Para as competências de
dezembro de 2005 e de janeiro de 2006 foram depositados integralmente pela TMAR os
valores do FUST e a partir da competência de fevereiro de 2006 vem sendo depositado apenas
o valor da parcela controversa. Em junho de 2007, foi obtida decisão parcialmente favorável às
operadoras, que determinou que as receitas por elas auferidas como remuneração pela
interconexão não devem sofrer a incidência do FUST. Em contrapartida, de acordo com os
termos da Lei 9.998/2000, o custo com interconexão também não pode ser deduzido. No que se
refere à provisão, foi registrada a reversão dos valores provisionados correspondentes aos
impactos decorrentes da decisão mencionada, no montante de R$ 24.716 (consolidado), dos
quais R$ 15.756 foram registrados em Outras receitas operacionais - despesas recuperadas,
R$ 6.422 foram registrados em Outras despesas operacionais – tributos e R$ 2.538 foram
registrados em Despesa financeira – atualização monetária de provisões para perdas em
processos judiciais.

No que se refere ao FUNTTEL, a Telemar e a Oi vêm provisionando a diferença entre os


valores a recolher a título de FUNTTEL, apurados de acordo com os critérios vigentes antes de
dezembro de 2003 e a nova metodologia de cálculo aplicável a partir daí, em virtude da decisão
publicada pela ANATEL para o FUST, como dito acima. Na opinião da administração, o
FUNTTEL deveria ser apurado e recolhido com base nos mesmos critérios do FUST,
considerando a natureza e semelhança das referidas contribuições.

Adicionalmente, para fins de apresentação dos resultados consolidados, são reclassificados


para essa rubrica os valores dos tributos (ISS, PIS e COFINS) incidentes sobre as receitas entre
empresas do grupo que foram eliminadas no consolidado, totalizando R$ 20.516 (30/06/2006 -
R$ 20.406).

(iii) Refere-se às bonificações obtidas dos fornecedores da Oi e da TMAR, conforme cláusulas


contratuais relacionadas ao cumprimento de volume de compras de aparelhos e de
equipamentos.

(iv) Refere-se ao valor da baixa do estoque da Oi devido ao incêndio ocorrido no CD do Rio de


Janeiro, incluídos os impostos e a indenização do seguro. Para maiores detalhes vide Nota 11
(i).

6 Resultado financeiro

Controladora Consolidado

30/06/2007 30/06/2006 30/06/2007 30/06/2006


Receitas financeiras
Rendimentos de aplicações financeiras (Nota 9) 106.995 44.610 200.608 138.406
Juros e variações monetárias sobre outros ativos (i) 100.290 96.029 110.327 106.057

Pág: 25
Descontos financeiros obtidos (ii) 82.850 29.744 84.654 37.500
Juros e variações monetárias sobre empréstimos
a receber de empresas ligadas (Nota 27) 3.039 34 10.616 1.235
Outros 22 267 3.627
293.196 170.684 406.205 286.825
Despesas financeiras
Juros sobre o capital próprio a pagar (448.251 ) (448.251 )
Reversão de juros sobre o capital próprio 448.251 448.251
Resultado de operações de "hedge" (iii) (220.144 ) (357.944 ) (220.144 ) (357.944 )
Variação monetária e cambial sobre
empréstimos a pagar a terceiros (iii) 179.902 208.782 179.902 208.782
Juros sobre empréstimos a pagar a terceiros (178.517 ) (195.253 ) (178.517 ) (195.255 )
Atualização monetária de provisões para perdas em
processos judiciais (Nota 22) (133.110 ) (132.593 ) (136.719 ) (134.869 )
Juros sobre debêntures (Nota 23) (134.492 ) (86.154 ) (134.492 ) (86.154 )
IRRF sobre operações financeiras e encargos
bancários, incluindo CPMF (110.298 ) (77.815 ) (123.137 ) (93.735 )
Juros sobre impostos e contribuições parcelados -
REFIS II (Nota 21) (22.993 ) (32.357 ) (23.144 ) (32.560 )
Juros e variações monetárias sobre outros passivos (11.198 ) (18.679 ) (17.009 ) (21.560 )
Juros sobre empréstimos a pagar a empresas ligadas (Nota 27) (17.318 ) (94.134 ) (16.665 ) (79.611 )
Outros (2.985 ) (5.835 ) (5.296 ) (72.454 )
(651.153 ) (791.982 ) (675.221 ) (865.360 )
(357.957 ) (621.298 ) (269.016 ) (578.535 )

(i) Refere-se, substancialmente, à atualização de depósitos judiciais, juros sobre clientes em


atraso e atualização de créditos fiscais.

(ii) Refere-se, basicamente, a descontos obtidos em decorrência de pagamentos antecipados a


fornecedores.

(iii) No semestre findo em 30 de junho de 2007, a moeda nacional valorizou 11% em relação ao
dólar dos Estados Unidos da América (30/06/2006 - valorização de 8,2%).

7 Resultado não-operacional

Controladora Consolidado

30/06/2007 30/06/2006 30/06/2007 30/06/2006

Resultado na alienação de ativo permanente, líquido (i) 7.006 (3.134 ) 11.586 (3.760 )
Reversão de provisão para perdas sobre incentivos fiscais (ii) 8.293 8.293
Outras receitas (despesas) não-operacionais, líquidas 643 3 646

7.006 5.802 11.589 5.179

Pág: 26
(i) Refere-se principalmente, a baixa de equipamentos de rede e imóveis, líquida de eventuais
receitas auferidas na alienação desses bens.

(ii) A variação ocorrida no semestre é decorrente da revisão da expectativa de realização dos


incentivos fiscais.

8 Imposto de renda e contribuição social

A reconciliação do imposto de renda e da contribuição social apurados conforme alíquotas nominais


e efetivas está apresentada a seguir:

Controladora Consolidado

30/06/2007 30/06/2006 30/06/2007 30/06/2006


Lucro antes do imposto de renda e da
contribuição social e das participações minoritárias 1.433.863 832.706 1.471.760 835.951

Imposto de renda e contribuição social,


calculados à alíquota estatutária (34%) (487.513 ) (283.120 ) (500.398 ) (284.223 )

Ajustes para apuração da alíquota efetiva:

Efeitos tributários dos juros sobre o capital próprio (Nota 6) 152.405 152.405

Exclusão (adição) permanente do resultado de equivalência


patrimonial (Nota 15) 48.083 (14.705 ) (608 ) (120 )

Pág: 27
Imposto de renda e contribuição social sobre
prejuízo fiscal e base negativa não constituídos, conforme
Instrução CVM nº 371 (Nota 12) 28.287 (14.659 )

Efeitos tributários sobre adições permanentes (i) (15.498 ) (18.051 ) (19.899 ) (20.181 )

Incentivos fiscais e perdas de investimentos não constituídos 2.234 2.234

Outros 2.635 9.043 2.428 9.105

Imposto de renda e contribuição social, de acordo com a


demonstração do resultado (452.293 ) (152.194 ) (490.190 ) (155.439 )

Alíquota efetiva 31,54% 18,28% 33,31% 18,59%

(i) Refere-se às despesas com multas, doações, brindes e patrocínios, considerados indedutíveis,
bem como a perda de derivativos (“swap” “off shore”) na TMAR e na Oi. Adicionalmente, o
resultado de equivalência patrimonial de controladas com passivo a descoberto também é
tratado como adição permanente ao lucro real e à base de cálculo da contribuição social.

Os créditos (despesas) com imposto de renda e a contribuição social no resultado do exercício estão
compostos da seguinte forma:

Controladora Consolidado

30/06/2007 30/06/2006 30/06/2007 30/06/2006


Exercícios anteriores (a)
Imposto de renda (245 ) (3.841 ) (243 ) (3.841 )
Contribuição social (2 ) (510 ) (2 ) (510 )

(247 ) (4.351 ) (245 ) (4.351 )


Corrente
Imposto de renda (393.818 ) (224.521 ) (421.628 ) (226.903 )
Contribuição social (132.447 ) (77.123 ) (142.536 ) (77.986 )

(526.265 ) (301.644 ) (564.164 ) (304.889 )


Diferido
Imposto de renda sobre adições temporárias 58.481 116.044 49.245 116.044
Contribuição social sobre adições temporárias 15.738 37.757 12.637 37.757
Imposto de renda sobre prejuízos fiscais (b) 9.236
Contribuição social sobre base negativa (b) 3.101

74.219 153.801 74.219 153.801

(452.293 ) (152.194 ) (490.190 ) (155.439 )

Pág: 28
(a) Refere-se, basicamente, aos ajustes de IRPJ e CSSL com relação ao exercício anterior.

(b) De acordo com a legislação vigente, os prejuízos fiscais do imposto de renda e a base negativa
da contribuição social poderão ser compensados com lucros tributáveis futuros, até o limite
anual de 30% desses lucros.

9 Disponibilidades

Controladora Consolidado

30/06/2007 31/03/2007 30/06/2007 31/03/2007

Caixa e bancos 54.123 80.057 62.849 134.642


Aplicações financeiras:
Fundos de investimentos (i) 1.354.873 1.659.185 2.810.095 2.895.539
Títulos públicos (ii) 73.225 96.359 250.561 271.623
Operações compromissadas (iii) 127.052 51.493 220.731 172.782
Notas (iv) 172.454 241.952 172.454 241.952
CDB (iii) 46.796 122.115 57.868 141.680
Depósitos remunerados (v) 102.079 62.374 101.856 62.151

1.930.602 2.313.535 3.676.414 3.920.369

(i) As aplicações financeiras em fundos de investimentos possuem liquidez imediata, sendo, no


consolidado: R$ 212.381 (31/03/2007 – 223.762) em fundo de investimento no exterior cuja a
carteira é composta, basicamente, de títulos do governo dos Estados Unidos da América e de
títulos privados emitidos por instituições financeiras e R$ 2.597.714 (31/03/2007 –
R$ 2.671.777) em fundos de investimentos nacionais.

(ii) Refere-se a aplicações em títulos públicos do tipo LFT – Letras Financeiras do Tesouro, cuja
liquidez é imediata.

(iii) Essas aplicações financeiras são indexadas à variação da taxa do CDI - Certificado de Depósito
Interfinanceiro, com liquidez imediata.

(iv) Referem-se a aplicações em notas emitidas por governo no exterior.

Pág: 29
(v) Refere-se a depósitos remunerados de curtíssimo prazo, indexados à variação da taxa do CDI,
com liquidez imediata.

A administração das carteiras de investimentos é de responsabilidade dos próprios fundos, não


sendo requerida a consolidação das demonstrações financeiras destes fundos nos termos da
Instrução CVM nº 408/2004.

10 Contas a receber

Controladora Consolidado

30/06/2007 31/03/2007 30/06/2007 31/03/2007

Serviços faturados 2.287.512 2.400.833 2.847.166 2.903.382


Serviços a faturar 867.992 878.826 977.460 983.800
Aparelhos e acessórios vendidos 81 68 92.571 89.578
Provisão para crédito de liquidação duvidosa (201.425 ) (213.074 ) (297.604 ) (310.546 )

2.954.160 3.066.653 3.619.593 3.666.214

A composição por idade dos valores a receber é apresentada a seguir:

Controladora

30/06/2007 % 31/03/2007 %

A faturar 867.992 27,5 878.826 26,8


A vencer 760.708 24,1 975.063 29,7
A receber de outros provedores 363.955 11,5 290.201 8,8
Vencidas até 30 dias 631.703 20,0 537.539 16,4
Vencidas de 31 a 60 dias 184.908 5,9 222.209 6,8
Vencidas de 61 a 90 dias 102.275 3,2 128.916 3,9
Vencidas há mais de 90 dias 244.044 7,8 246.973 7,6

3.155.585 100,0 3.279.727 100,0

Consolidado

30/06/2007 % 31/03/2007

A faturar 977.460 23,9 983.800 24,8


A vencer 929.804 26,8 1.229.573 30,9
A receber de outros provedores 687.459 16,8 522.279 13,1
Vencidas até 30 dias 683.237 16,7 560.655 14,1
Vencidas de 31 a 60 dias 218.742 5,4 244.135 6,1
Vencidas de 61 a 90 dias 115.324 2,8 144.824 3,6

Pág: 30
Vencidas há mais de 90 dias 305.171 7,6 291.494 7,4

3.917.197 100,0 3.976.760 100,0

Sobre as contas em atraso, há incidência de multa de 2% sobre o valor total da dívida (registrado
em "Outras receitas operacionais") e juros de mora de 1% “pro rata” ao mês (registrado em
"Receitas financeiras"), reconhecidos contabilmente quando da emissão da primeira conta após o
pagamento da conta vencida.

A provisão para créditos de liquidação duvidosa é constituída com o intuito de reconhecer prováveis
perdas com relação às contas a receber, considerando as medidas que são tomadas para limitar os
serviços proporcionados a clientes com contas vencidas e para cobrar tais contas, a começar quando
o atraso é superior a 60 dias, aumentando progressivamente, como segue:

% de perda
Contas em atraso provisionada

De 1 a 60 dias Zero
De 61 a 90 dias 40
De 91 a 120 dias 60
De 121 a 150 dias 80
Acima de 151 dias 100

A partir de 180 dias em atraso, as contas a receber e respectiva provisão para créditos de liquidação
duvidosa são revertidas no balanço patrimonial.

11 Valores a receber

Controladora Consolidado

30/06/2007 31/03/2007 30/06/2007 31/03/2007

Valores a receber – Seguro Incêndio (i) 85.000 85.000


Valores a receber - Barramar S.A. (ii) 62.847 64.213
Bens destinados à venda (iii) 39.241 39.241 39.241 39.241
Valores a receber - Hispamar S.A. (iv) 36.043 36.226 36.043 36.226
Outros 5.335
Provisão para perdas (iii) (3.747 ) (3.747 ) (3.747 ) (3.747 )

71.537 71.720 224.719 220.933

Curto prazo 86.134 85.000


Longo prazo 71.537 71.720 138.585 135.933

(i) Em 19 de janeiro de 2007, ocorreu o incêndio do galpão sob a administração da


Transportadora Cometa S/A onde encontrava-se estocado o material para revenda
(aparelhos celulares, simcards e acessórios) da Oi, empresa controlada da TMAR, no
estabelecimento do Rio de Janeiro.

Pág: 31
O Boletim de Ocorrência emitido pelo Corpo de Bombeiros Militar avaliou os prejuízos
como perda de 100% do estoque. Ainda segundo o Laudo do Instituto de Criminalística
Carlos Éboli o sinistro foi de causa acidental, excluindo a possibilidade de omissão humana
configurada por imprudência, negligência e imperícia. A Oi acionou o seguro como
beneficiária da apólice, cujo valor de cobertura é de R$ 85.000. Conseqüentemente, foi
aberto o processo de sinistro junto a Itaú Seguros e ao IRB – Instituto de Resseguros do
Brasil, estando o mesmo em fase final de recebimento da indenização. Em julho de 2007, a
Companhia recebeu R$ 76.400 e estando pendente o valor de R$ 8.600 em função do
contrato de resseguros do IRB.

(ii) O valor a receber da empresa Barramar S.A. refere-se a 50% dos valores registrados no
realizável a longo prazo da AIX. Em decorrência da falência da Barramar S.A. decretada
pela 5ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, em
julgamento realizado no dia 24 de março de 2004, a AIX está tomando as providências
legais cabíveis para habilitar seus créditos junto à massa falida e para a apuração de ativos
operacionais da falida, em virtude de sua participação no Consórcio Refibra.

(iii) Em 26 de julho de 2006, o Conselho de Administração da TMAR, aprovou a alienação de


13 imóveis pelo valor médio das avaliações, que não supera o custo de aquisição.

(iv) Em novembro de 2001, a TMAR firmou um acordo de associação com a Hispamar Satélites
S.A., objetivando reduzir os custos da prestação de serviços na região norte do país,
especificamente de aluguel de "transponders" da Embratel. Em 31 de dezembro de 2002, a
TMAR assinou com a Hispamar Satélites S.A., controlada da Hispamar Ltda., um contrato
de transferência onerosa do direito de exploração de satélite geostacionário de Banda C,
lançado em 4 de agosto de 2004. O preço de transferência do direito de exploração foi
estabelecido através de laudo elaborado por empresa especializada e independente,
totalizando R$ 28.659, sendo atualizado pelo "IPC" - Índice de Preços ao Consumidor .

A conversão desses créditos em participação societária na Hispamar Satélites S.A. já foi


aprovada pelo Conselho de Administração da TMAR, estando pendente a finalização dos
acordos societários. Dessa forma, a TMAR continuará classificando esses valores no
realizável a longo prazo até serem convertidos para investimentos permanentes. A
administração da TMAR estima que esta participação não ultrapassará 20% do capital
social daquela investida.

Pág: 32
12 Tributos diferidos e a recuperar

Controladora Consolidado

30/06/2007 31/03/2007 30/06/2007 31/03/2007

Curto Longo Curto Longo Curto Longo Curto Longo


prazo prazo prazo prazo prazo prazo prazo prazo

ICMS a recuperar 260.577 167.553 262.805 168.120 433.158 229.926 396.739 239.436
IR sobre adições temporárias (i) 124.689 752.972 124.689 731.535 144.435 853.273 144.435 832.782
CS sobre adições temporárias (i) 44.888 246.498 44.888 242.251 51.997 283.263 51.997 279.202
IR sobre prejuízos fiscais (i) 375 473.601 375 472.655
CS sobre base negativa (i) 169.839 169.653
IR a recuperar 265.486 107.175 287.639 116.643
CS a recuperar 115.054 49.792 122.984 53.137
Outros impostos a recuperar 26.173 25.641 67.384 68.294
Impostos retidos na fonte 42.401 44.638 77.266 76.118

879.268 1.167.023 659.628 1.141.906 1.185.238 2.009.902 907.738 1.993.728

(i) A TMAR e suas controladas registram seus créditos fiscais diferidos decorrentes de diferenças
temporárias, dos prejuízos fiscais e da base negativa da contribuição social, de acordo com as
disposições da Deliberação CVM nº 273/1998 e da Instrução CVM nº 371/2002. Conforme
estudo técnico aprovado pelos órgãos da administração da TMAR, submetido à aprovação do
Conselho Fiscal, a geração de lucros tributáveis nos próximos dez anos, ajustados a valor
presente, será suficiente para absorver esses créditos tributários, como segue:

Controladora Consolidado
Até 31 de dezembro de:
2007 84.789 98.404
2008 201.231 262.301
2009 184.279 260.927
2010 a 2012 482.341 773.249
2013 a 2015 216.407 581.902

1.169.047 1.976.783

Para as controladas diretas que não apresentaram, em 30 de junho de 2007, histórico de


rentabilidade e/ou expectativa de geração de lucros tributáveis suficientes nos próximos dez
exercícios, os créditos tributários sobre os prejuízos fiscais de imposto de renda e da base
negativa da contribuição social não foram reconhecidos na sua totalidade. Os créditos não
reconhecidos contabilmente totalizam R$ 105.280 (31/03/2007 - R$ 120.266), sendo que
R$ 80.425 referem-se à Oi (31/03/2007 - R$ 95.078).

Adicionalmente, em 30 de junho de 2007 os créditos tributários sobre diferenças temporárias,


não reconhecidos contabilmente, totalizam R$ 2.443 (31/03/2007 - R$ 1.981).

13 Despesas antecipadas

Controladora Consolidado

Pág: 33
30/06/2007 31/03/2007 30/06/2007 31/03/2007

Taxa FISTEL (i) 11.129 9.152 159.762 214.980


Subsídio aparelhos Oi (ii) 155.809 130.908
Encargos financeiros (iii) 141.749 140.462 141.749 140.462
Taxa de Prorrogação do Contrato de Concessão
ANATEL (Nota 1) 40.965 40.965
Aluguel de Postes 27.334 42.107 27.504 42.482
Publicidade 11.580 20.442 17.187 28.270
Custo de emissão de lista telefônica 17.070 25.605 17.070 25.605
Tributos, taxas e contribuições 14.418 16.970 14.420 16.970
Seguros 5.176 6.710 6.673 8.342
Outras (iv) 23.247 20.143 23.570 20.537

Total 292.668 281.591 604.709 628.556

Curto prazo 187.254 176.564 489.703 514.723


Longo prazo 105.414 105.027 115.006 113.833

(i) Refere-se ao valor da taxa FISTEL pago sobre as habilitações (R$ 26,83 por habilitação).
Essa taxa é diferida para amortização durante o período estimado de fidelização dos
clientes, equivalente a 24 meses, no valor total de R$ 59.270 (31/03/2007 – R$ 71.871).
Adicionalmente, também são registrados como despesas antecipadas os pagamentos
efetuados pela TMAR e Oi, em conformidade com a legislação aplicável, a título da taxa
FISTEL de manutenção, apropriados mensalmente ao longo do ano, no montante de
R$ 100.492 (31/03/2007 – R$ 143.109).

(ii) Refere-se aos aparelhos pós-pagos, vendidos com subsídio médio de R$ 300,00 reais por
aparelho e com base nas adições efetivas, recuperável em até 12 meses, previsto nas
cláusulas contratuais de multa por cancelamento antecipado ou por migração para plano
pré-pago.

(iii) Os encargos financeiros e prêmios pagos antecipadamente quando da obtenção de


empréstimos e financiamentos e na emissão de debêntures são amortizados pelo período de
vigência dos contratos.

(iv) Refere-se a despesas de contratos anuais de direito de passagem e outros.

14 Depósitos e bloqueios judiciais

Controladora Consolidado

30/06/2007 31/03/2007 30/06/2007 31/03/2007

Tributários (*) 347.942 365.107 394.709 426.341


Cíveis 285.497 261.241 301.527 275.062
Trabalhistas (*) 90.667 139.318 91.051 139.432
Bloqueios judiciais 254.609 248.537 259.303 253.066

Pág: 34
978.715 1.014.203 1.046.590 1.093.901

(*) Valores líquidos de depósitos judiciais vinculados aos passivos correspondentes (Notas 20 e 22),
conforme Deliberação 489/2005 da CVM.
A TMAR e suas controladas mantêm depósitos judiciais para garantir o direito de recurso em ações
de naturezas cíveis, trabalhistas e tributárias. Dentre as tributárias, destacam-se:

Consolidado

30/06/2007 % 31/03/2007 %

INSS 106.377 27,0 108.589 25,5


Autuações fiscais de ICMS 64.186 16,3 85.783 20,1
PAES 53.498 13,6 52.016 12,2
IRPJ 38.523 9,8 63.289 14,8
CSLL 30.693 7,8 18.091 4,2
COFINS 24.217 6,1 17.791 4,2
IPTU 24.084 6,1 24.426 5,7
PIS/PASEP 18.019 4,6 17.893 4,2
Outros (i) 35.112 8,7 38.463 9,1

394.709 100,0 426.341 100,0

(i) Referem-se aos depósitos efetuados como garantia de execuções tributárias relacionadas à
cobrança de tributos administrados pela SRF - Secretaria da Receita Federal, bem como a
suspensão da exigibilidade de outros débitos junto às Fazendas Públicas Estaduais e
Municipais.

Conforme estabelecido pelas respectivas legislações, no semestre findo em 30 de junho de 2007, os


depósitos judiciais tributários foram atualizados monetariamente, no montante de R$ 25.609
(31/03/2007 - R$ 12.071) de acordo com as seguintes taxas de juros e índices:

• Impostos Federais e Estaduais - Variação da taxa SELIC (Sistema Especial de Liquidação e


Custódia); e

• Impostos Municipais – UFIR (Unidade Fiscal de Referência).

15 Investimentos

Controladora Consolidado

30/06/2007 31/03/2007 30/06/2007 31/03/2007

Participações avaliadas pelo método de


equivalência patrimonial 8.023.579 7.922.408
Ágio pago na aquisição da Oi, líquido (i) 283.182 296.456 283.182 296.456
Ágio pago na aquisição da Pegasus, líquido (ii) 42.048 63.072 42.048 63.072
Deságio na aquisição da AIX, líquido (iii) (9.676 ) (11.288 )
Incentivos fiscais (iv) 37.923 37.923 37.923 37.923
Provisão para perdas sobre incentivos fiscais (iv) (29.247 ) (29.247 ) (29.247 ) (29.247 )
Outros investimentos 4.269 4.269 4.684 4.718

Pág: 35
8.352.078 8.283.593 338.590 372.922

(i) Em 30 de maio de 2003, após aprovação dos Conselhos de Administração da TNL e da


TMAR, a TMAR adquiriu de sua controladora TNL 99,99% das ações da Oi. O valor pago foi
superior ao valor contábil, gerando um ágio de R$ 499.994, justificado economicamente pela
"mais-valia" do ativo imobilizado, suportado pelo laudo de avaliação de empresa técnica
especializada. O ágio será integralmente amortizado em 9,5 anos, correspondendo ao prazo
médio de depreciação dos ativos.

(ii) Refere-se ao ágio pago pela TMAR na aquisição da Pegasus em 27 de dezembro de 2002, que
está fundamentado em expectativa de rentabilidade futura de suas operações decorrente de
avaliações econômico-financeiras realizadas por terceiros e ganhos de sinergia entre as
operações da TMAR e da Pegasus. Esse ágio vem sendo amortizado pelo prazo de 5 anos
desde janeiro de 2003.

(iii) Refere-se ao deságio reconhecido na TMAR em decorrência da aquisição de participação


societária na AIX alienada pela Pegasus. O mesmo está fundamentado em estudo de
viabilidade econômica e vem sendo amortizado pelo prazo de 5 anos, desde janeiro de 2004.
Conforme previsto no Art. 26 da Instrução CVM nº 247/1996, para fins de consolidação o
deságio foi classificado como "Resultados de exercícios futuros".

(iv) Refere-se ao FINOR - Fundo de Investimento do Nordeste e ao FUNRES - Fundo de


Recuperação Econômica do Estado do Espírito Santo.

Pág: 36
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04.01 - NOTAS EXPLICATIVAS (Em milhares de reais, exceto quando indicado)

Patrimônio Lucro Equivalência Provisão para


líquido líquido Qtde. milhares de ações/cotas Participação - % patrimonial Valor do investimento passivo a descoberto (i)
(passivo a (prejuízo) Capital Capital
Controladas descoberto) do semestre Ordinária Preferenciais total votante 30/06/2007 30/06/2006 30/06/2007 31/03/2007 30/06/2007 31/03/2007

Oi 7.857.101 148.048 6.101.213 100 100 148.048 (27.727 ) 7.857.101 7.754.642


AIX 118.413 (5.404 ) 298.563 50 50 (4.490 ) (2.796 ) 59.207 60.747
Oi Internet (ii) 107.271 (2.138 ) 188.903 100 100 (2.138 ) (12.725 ) 107.271 107.019
Coari (92 ) (34 ) 5.500 11.000 100 100 (34 ) (26 ) (92 ) (69 )
Calais (83 ) (38 ) 5.033 10.067 100 100 (38 ) (28 ) (83 ) (57 )

Total 141.348 (43.302 ) 8.023.579 7.922.408 (175 ) (126 )

Ágios Oi e Pegasus 325.230 359.528


Deságio AIX (9.676 ) (11.288 )
Outros investimentos 12.945 12.945

Total de investimentos 8.352.078 8.283.593

(i) Conforme definido no Art. 12 da Instrução CVM nº 247/1996, a TMAR constituiu provisão no passivo circulante para fazer face à
cobertura de passivo a descoberto de controladas.

(ii) Em 23 de março de 2007 a TMAR aprovou o aumento de capital na controlada Oi Internet no montante de R$ 100.000, mediante a
capitalização do saldo de mútuo no valor de R$ 10.619 e aporte de capital no valor de R$ 89.381.

Em 11 de junho de 2007, foi adquirida pela TMAR, a Companhia Serede, cujo objeto principal é a prestação de serviços de rede, conforme
comentado na Nota 1. Em 21 de junho de 2007, em reunião de Assembléia Geral Extraordinária, a TMAR aumentou o capital da Serede
através da subscrição de R$ 2.999 cuja integralização foi realizada em 18 de julho de 2007. O capital social é de R$ 3.000, dividido em
3.000 mil ações ordinárias, nominativas e sem valor nominal.

A movimentação dos investimentos da Companhia decorrem, substancialmente, do resultado de equivalência patrimonial de suas
controladas.

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04.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

16 Imobilizado
Controladora

30/06/2007 31/03/2007 Taxa


anual de
Depreciação Valor Valor depreciação
Custo Acumulada residual residual (%)

Cabos (rede de acesso) 6.226.380 (3.925.701) 2.300.679 2.314.701 5 a 20


Equipamentos de transmissão 9.110.302 (7.255.366) 1.854.936 1.688.172 5 a 20
Canalização subterrânea 2.023.434 (1.303.432) 720.002 725.451 4
Prédios e edificações 2.007.666 (1.351.603) 656.063 680.614 4 a 10
Meios de transmissão -
entroncamento (switches) 5.583.971 (5.071.424) 512.547 562.849 5 a 20
Postes e torres 794.284 (382.584) 411.700 411.704 4a5
Equipamentos de comutação 9.259.452 (8.892.455) 366.997 359.200 20
Outros equipamentos 1.671.238 (1.317.435) 353.803 347.163 10 a 20
Obras em construção 235.774 235.774 438.168
Terrenos 137.840 137.840 138.117
Estoques para expansão 134.757 134.757 126.518
Hardware 480.650 (363.653) 116.997 120.773 20
Equipamentos terminais 2.210.150 (2.143.226) 66.924 62.928 13 a 20
Benfeitoria em propriedade de terceiros 126.983 (71.264) 55.719 49.508 10
Outros ativos 351.816 (286.241) 65.575 69.565 10 a 20

40.354.697 (32.364.384) 7.990.313 8.095.431

Consolidado

30/06/2007 31/03/2007 Taxa


anual de
Depreciação Valor Valor depreciação
Custo Acumulada residual residual (%)

Cabos (rede de acesso) 6.428.737 (3.969.174) 2.459.563 2.475.404 5 a 20


Equipamentos de transmissão TMAR 9.110.302 (7.255.366) 1.854.936 1.688.172 5 a 20
Equipamentos de transmissão Oi (i) 2.152.075 (727.681) 1.424.394 1.450.979 10 a 20
Equipamento de comutação Oi (i) 1.128.335 (351.110) 777.225 794.996 10 a 20
Canalização subterrânea 2.037.208 (1.306.303) 730.905 736.600 4
Prédios e edificações 2.015.729 (1.353.353) 662.376 686.724 4 a 10
Postes e torres 932.887 (404.162) 528.725 530.211 4a5
Meios de transmissão – entroncamento (switches) 5.588.878 (5.071.871) 517.007 567.344 5 a 20
Outros equipamentos 1.928.186 (1.427.138) 501.048 496.782 4 a 20
Benfeitorias em propriedade de terceiros 653.197 (251.041) 402.156 396.370 10
Equipamentos de comutação TMAR 9.259.452 (8.892.455) 366.997 359.200 20
Obras em construção 343.703 343.703 557.500
Hardware 677.287 (466.094) 211.193 224.207 20
Estoques para expansão 157.154 157.154 148.995
Terrenos 137.871 137.871 138.148
Equipamentos terminais 2.215.630 (2.146.593) 69.037 64.521 13 a 20
Outros ativos 600.685 (448.945) 151.740 165.682 10 a 20

45.367.316 (34.071.286) 11.296.030 11.481.835

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04.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

(i) As taxas de depreciação dos equipamentos de transmissão e comutação da Oi estão suportadas por
laudos internos de avaliação de vida útil. A avaliação está baseada principalmente na obsolescência
tecnológica e desgaste físico, em linha com as práticas adotadas no setor de telefonia móvel.

17 Intangível

Controladora

30/06/2007 31/03/2007 Taxa


anual de
Amortização Valor Valor amortização
Custo acumulada residual residual (%)

Software 1.044.972 (773.487) 271.485 284.786 20


Direito de Passagem 22.020 (5.447) 16.573 17.075 20
Outros 50.321 (48.206) 2.115 2.461 10 e 20

1.117.313 (827.140) 290.173 304.322

Consolidado

30/06/2007 31/03/2007 Taxa


anual de
Amortização Valor Valor amortização
Custo acumulada residual residual (%)

Direito de Uso Oi (i) 1.236.567 (437.910) 798.657 820.833 7a8


Software 1.324.113 (917.291) 406.822 424.866 20
Direito de Passagem 22.020 (5.447) 16.573 17.075 20
Outros 65.287 (53.333) 11.954 12.665 10 e 20

2.647.987 (1.413.981) 1.234.006 1.275.439

(i) Refere-se ao direito de uso das radiofreqüências adquirido pela Oi em março de 2001, por
R$ 1.102.007, e em julho de 2003 e janeiro de 2004, por R$ 70.618, cuja amortização é
calculada de acordo com o prazo de vigência das referidas autorizações, até 12 de março de
2016. Os encargos financeiros incorridos até o início das operações da Oi foram capitalizados,
totalizando R$ 63.942.

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04.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

18 Diferido - consolidado

Os valores correspondem aos gastos incorridos por algumas controladas durante a fase pré-
operacional e são amortizados com base em estudos de viabilidade econômica elaborados por
terceiros. O prazo médio de amortização é estimado em dez anos para a Oi Internet, AIX e Oi.

Os saldos do diferido por controlada podem ser sumariados como segue:

30/06/2007 31/03/2007

Amortização
Custo acumulada Valor residual Valor residual

Oi 631.633 (316.991 ) 314.642 330.349


AIX 21.512 (11.940 ) 9.572 10.137
Oi Internet 4.000 (1000 ) 3.000 3.100

657.145 (329.931 ) 327.214 343.586

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04.01 - NOTAS EXPLICATIVAS (Em milhares de reais, exceto quando indicado)

19 Empréstimos e financiamentos
Controladora Consolidado

Início Vencimento Garantias Encargos financeiros 30/06/2007 31/03/2007 30/06/2007 31/03/2007

(a) Em moeda nacional

BNDES (i) 11/2006 06/2014 Aval da TNL e recebíveis da TMAR TJLP + 2,50 % a.a. e 4,50% a.a 812.540 811.562 812.540 811.562

BNDES (ii) 09/2004 10/2012 Aval da TNL e recebíveis da Oi TJLP + 4,50% a.a. 508.599 531.799 508.599 531.799

BNDES (iii) 12/2000 01/2008 Aval da TNL e recebíveis da TMAR TJLP + 3,85% a.a. 252.758 360.647 252.757 360.647

BNDES (iv) 12/2003 01/2011 Aval da TNL e recebíveis da TMAR TJLP + 4,50% a.a. 284.515 303.998 284.515 303.998

BNDES (v) 07/2005 08/2013 Aval da TNL e recebíveis da TMAR TJLP + 3,50 % a.a. e 4,50% a.a. 75.298 78.256 75.298 78.256

BNDES 12/2005 12/2013 Aval da TNL e recebíveis da TMAR TJLP + 4,50% a.a. 24.436 24.407 24.436 24.407

Banco do Nordeste do Brasil S.A. 06/2004 12/2014 Recebíveis da TMAR 11,9% a.a. e 10,5% a.a. 180.256 187.931 180.256 187.931

Outros 9.250 9.250

Encargos financeiros 8.516 9.860 8.597 9.954

Total em moeda nacional 2.146.918 2.308.460 2.156.248 2.317.804

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04.01 - NOTAS EXPLICATIVAS (Em milhares de reais, exceto quando indicado)

Controladora Consolidado

Início Vencimento Garantias Moeda Encargos financeiros 30/06/2007 31/03/2007 30/06/2007 31/03/2007

(b) Em moeda estrangeira

ABN AMRO Bank N.V. (vi) 08/2001 08/2009 Aval da TNL US$ LIBOR + 0,50% a.a.
a 3,81% a.a. 393.821 419.214 393.821 419.214

ABN AMRO Bank S.A. 09/2005 09/2008 Sem garantia US$ 5,45%a.a. 115.917 123.391 115.917 123.391

ABN AMRO Bank N.V. 01/2004 04/2009 Sem garantia US$ LIBOR 3,00% a.a. a
4,83% a.a. 96.310 123.024 96.310 123.024

ABN AMRO Bank S.A. 06/2005 05/2008 Sem garantia US$ 5,05% a.a. 57.786 61.512 57.786 61.512

ABN AMRO Bank S.A. 06/2005 12/2010 Sem garantia US$ 5,51% a.a. 40.835 48.389 40.835 48.389

ABN AMRO Bank S.A. 12/2005 11/2008 Sem garantia US$ 5,43 % a.a. 38.524 41.008 38.524 41.008

ABN AMRO Bank S.A. 10/2005 10/2008 Sem garantia US$ 5,28 % a.a. 29.503 31.405 29.503 31.405

ABN AMRO Bank S.A. 02/2006 11/2009 Sem garantia US$ 5,40 % a.a. 26.018 27.696 26.018 27.696

FINNVERA - Finnish Export Credit (vii) 02/2003 02/2012 Aval da TNL e penhor
de equipamentos da Oi US$ LIBOR + 1,1 % a.a. 192.620 205.040 192.620 205.040

FINNVERA - Finnish Export Credit (vi) 11/2004 11/2010 Aval da TNL e penhor LIBOR + 1,685% a.a. e
de equipamentos da Oi US$ 4,56% a.a. 95.284 101.428 95.284 101.428

BNDES (iii) 12/2000 01/2008 Aval da TNL Taxa variável do


e recebíveis da TMAR UMBND (viii) BNDES + 3,85% a.a. 58.286 88.871 58.286 88.871

BNDES (iv) 12/2003 01/2011 Aval da TNL e UMBND (viii) Taxa variável do
recebíveis da TMAR BNDES + 4,50% a.a. 43.481 49.646 43.481 49.646

KFW - Kreditanstalt Fur 02/2003 08/2012 Aval da TNL e penhor


Wiederaufbau (vii) de equipamentos da Oi US$ LIBOR + 0,75 % a.a. 86.308 91.873 86.308 91.873

KFW - Kreditanstalt Fur 07/2002 01/2011 Sem garantia US$ LIBOR + 0,8% a.a. e
Wiederaufbau 4,5% a.a. 72.792 77.486 72.792 77.486

KFW - Kreditanstalt Fur 06/2000 04/2007 Sem garantia US$ 8,75% a 11,87% a.a. 45.280 45.280
Wiederaufbau

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04.01 - NOTAS EXPLICATIVAS (Em milhares de reais, exceto quando indicado)

Controladora Consolidado

Início Vencimento Garantias Moeda Encargos financeiros 30/06/2007 31/03/2007 30/06/2007 31/03/2007

Société Générale / Coface (vii) 02/2003 11/2012 Aval da TNL e penhor


de equipamentos da Oi US$ LIBOR + 0,75% a.a. 61.319 71.207 61.319 71.207

Société Générale/Natexis 12/2004 10/2009 Sem garantia US$ LIBOR + 1,95% a.a. 41.276 52.725 41.276 52.725

Nordic Investment Bank - NIB (vi) 11/2004 11/2010 Aval da TNL e penhor LIBOR + 1,625% a.a. e
de equipamentos da Oi US$ 4,5 % a.a. 38.524 41.008 38.524 41.008

Nordic Investment Bank - NIB (vii) 03/2003 02/2012 Aval da TNL e penhor
de equipamentos da Oi US$ LIBOR + 4,3 % a.a. 36.116 38.445 36.116 38.445

Banco Santander do Brasil S/A 04/2005 04/2008 Sem garantia US$ 5,9% a.a. 23.477 24.991 23.477 24.991

Unibanco - União de Bancos


Brasileiros S.A. 12/2004 12/2007 Sem garantia US$ 4,90% a.a. 6.949 7.397 6.949 7.397

Encargos financeiros 48.264 51.926 48.265 51.926

Total em moeda estrangeira 1.603.410 1.822.962 1.603.411 1.822.962

Saldo de operações com "swap" em moeda estrangeira 823.935 787.376 823.935 787.376

Total dos empréstimos e financiamentos 4.574.263 4.918.798 4.583.594 4.928.142

Empréstimos e financiamentos - Curto prazo 1.428.493 1.458.584 1.428.493 1.458.584


Empréstimos e financiamentos - Longo prazo 3.145.770 3.460.214 3.155.101 3.469.558

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04.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

(a) Movimentação dos empréstimos e financiamentos no semestre findo em 30 de junho de 2007


(consolidado)

Saldo em Encargos Saldo em


31/03/2007 Captações Amortizações financeiros 30/06/2007

4.928.142 (438.746 ) 94.198 4.583.594

(b) Descrição dos principais empréstimos e financiamentos

(i) Em novembro de 2006, a TMAR celebrou contrato de financiamento com o BNDES no


montante de R$ 1.970.896 e sacou R$ 810.000 com o objetivo de financiar a expansão e
atualização tecnológica da rede de telecomunicação fixa da TMAR programadas para o
período entre 2006 e 2008. O vencimento dos encargos financeiros será trimestral até junho
de 2009, passando a ser mensal para o período de julho de 2009 até junho de 2014. O
principal vencerá mensalmente a partir de julho de 2009.

(ii) Em setembro de 2004, a Oi celebrou contrato de financiamento com o BNDES no


montante de R$ 663.000 e sacou R$ 585.000 com o objetivo de financiar seu plano de
investimento, sendo o saque de R$ 400.000 em setembro de 2004 e de R$ 185.000 em maio
de 2005. O vencimento dos encargos financeiros foi trimestral até abril de 2006, passando a
ser mensal para o período de maio de 2006 até outubro de 2012. O principal vence
mensalmente desde maio de 2006. Em 29 de dezembro de 2005, com a anuência do BNDES,
a Oi transferiu o financiamento, em sua totalidade, para a TMAR.

(iii) Refere-se à utilização dos recursos das linhas especiais de crédito para aquisição e instalação
de equipamentos, infra-estrutura e outros, nos termos previstos no "Programa de Apoio a
Investimentos em Telecomunicações". Os vencimentos dos encargos financeiros e do
principal são mensais até janeiro de 2008.

(iv) No período de dezembro de 2003 a outubro de 2004, a TMAR sacou R$ 529.635


relativos ao contrato de empréstimo celebrado com o BNDES em dezembro de 2002
com o objetivo de financiar seu plano de investimentos para os anos de 2002, 2003 e 2004.
Os recursos foram aplicados na expansão da rede de telecomunicações e melhorias
operacionais. O vencimento dos encargos financeiros foi trimestral até janeiro de 2005, sendo
mensal para o período de maio de 2005 até janeiro de 2011. O principal vence mensalmente
desde maio de 2005.

(v) Em julho de 2005, a TMAR celebrou contrato de empréstimo com o BNDES no montante
de R$ 217.945 e sacou R$ 80.000 em julho de 2005 com o objetivo de financiamento do
PGMU – Plano Geral de Metas de Universalização. O vencimento dos encargos financeiros
foi trimestral até agosto de 2006, sendo mensal para o período de setembro de 2006 até
agosto de 2013. O principal vence mensalmente desde setembro de 2006.

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04.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

(vi) Em agosto de 2001, a Oi obteve uma linha de US$ 1,425 bilhão com um consórcio de bancos
e fornecedores (Nokia, Siemens e Alcatel), liderado pelo banco holandês ABN AMRO Bank,
N.V., para a realização de investimentos e capital de giro. Após a realização de três
reestruturações do empréstimo, a última realizada em agosto de 2005, o saldo da linha em 30
de junho de 2007 é de US$ 276 milhões (31/03/2007 – US$ 276 milhões), descontadas as
amortizações. Os recursos propostos da linha de financiamentos já foram integralmente
utilizados. Em novembro de 2003 foi efetuada a transferência da dívida da Oi para TMAR.

(vii) Em dezembro de 2002, a Oi celebrou contrato de financiamento com KFW- Kreditanstalt Fur
Wiederaufbau, NIB - Nordic Investment Bank, Société Générale/Coface e FINNVERA -
Finnish Export Credit no montante de US$ 300 milhões para substituição parcial da linha de
crédito contratada com o ABN AMRO Bank N.V.. Em novembro de 2003 foi efetuada a
transferência da dívida da Oi para TMAR.

(viii) Cesta de moedas divulgada diariamente pelo BNDES.

O desembolso de dívidas de longo prazo está programado como segue:

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04.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

Controladora % Consolidado %
Em moeda nacional
2008 110.716 3,5 120.047 3,7
2009 302.687 9,6 302.687 9,6
2010 383.941 12,2 383.941 12,2
2011 311.158 9,9 311.158 9,9
2012 em diante 555.710 17,7 555.710 17,6

1.664.212 52,9 1.673.543 53,0

Em moeda estrangeira
2008 509.376 16,2 509.376 16,2
2009 635.448 20,2 635.448 20,1
2010 178.289 5,7 178.289 5,7
2011 100.646 3,2 100.646 3,2
2012 em diante 57.799 1,8 57.799 1,8

1.481.558 47,1 1.481.558 47,0

Total
2008 620.092 19,7 629.423 19,9
2009 938.135 29,8 938.135 29,7
2010 562.230 17,9 562.230 17,9
2011 411.804 13,1 411.804 13,1
2012 em diante 613.509 19,5 613.509 19,4

3.145.770 100,0 3.155.101 100,0

20 Tributos a recolher e diferidos


Controladora Consolidado

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04.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

30/06/2007 31/03/2007 30/06/2007 31/03/2007

Curto Longo Curto Longo Curto Longo Curto Longo


prazo prazo prazo prazo prazo prazo prazo prazo

ICMS (i) 279.503 35 305.213 35 445.151 35 391.729 35


ICMS - Convênio 69/1998 (ii) 65.234 59.815 65.234 59.815
PIS e COFINS 72.133 71.108 92.983 92.057
Imposto de renda a pagar 405.162 208.042 432.971 212.597
Contribuição social a pagar 132.446 67.581 142.537 69.208
Imposto de renda e contribuição
social diferidos – Lei 8.200/1991 11.606 11.822 11.606 11.822
FISTEL 178.461
Outros 24.108 38.204 31.772 1.947 45.780 12.189

924.958 65.269 701.970 59.850 1.157.020 67.216 1.001.654 72.039

(i) Incidem sobre os serviços de telecomunicações diversos impostos, inclusive municipais,


estaduais e federais, sendo o principal tributo o ICMS, cobrado pelos estados com alíquotas
diversas. A alíquota do ICMS é de 35% para Rondônia; 30% para os estados do Pará, Paraíba,
Mato Grosso e Rio de Janeiro; 29% para os estados de Goiás e Mato Grosso do Sul; 28% para
Pernambuco; 27% para os estados da Bahia, Ceará, Rio Grande do Norte, Sergipe, Paraná,
Alagoas e Maranhão. Para os demais estados, a alíquota do ICMS é 25%.

(ii) Valor líquido de depósitos judiciais de R$ 139.426 (31/03/2007 – R$ 135.337).

21 REFIS II - Programa de Refinanciamento Fiscal

A TMAR e sua controlada Oi aderiram ao PAES - Parcelamento Especial, (também conhecido


como REFIS II – Programa de Recuperação Fiscal II), disciplinado pela Lei nº 10.684/2003,
inscrevendo parte substancial dos débitos com a Fazenda Nacional e com o INSS vencidos até 28 de
fevereiro de 2003. Conforme previsto no Art. 7º da referida Lei, a TMAR e suas controladas são
obrigadas a manter o pagamento regular das parcelas do REFIS II, podendo ser excluídas do
programa caso atrasem esses pagamentos por três meses consecutivos ou seis meses alternados, o
que primeiro ocorrer.

Os refinanciamentos foram pactuados em 120 meses, tendo sido liquidados, sem atraso no semestre
findo em 30 de junho de 2007, R$ 56.767 (TMAR) e R$ 56.999 (consolidado), em consonância
com a determinação da Instrução nº 346 da CVM, que dispõem sobre a regularidade do pagamento
como condição essencial para a manutenção das condições previstas no REFIS II.

Os valores do REFIS II são compostos como segue:

Controladora Consolidado

30/06/2007 31/03/2007 30/06/2007 31/03/2007

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04.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

Curto Longo Curto Longo Curto Longo Curto Longo


prazo prazo prazo prazo prazo prazo prazo prazo

COFINS 67.382 330.977 66.299 342.231 67.692 334.071 66.603 345.351


CPMF 24.132 118.491 23.745 122.522 24.255 119.094 23.866 123.146
Imposto de renda 12.432 59.009 12.232 61.118 12.432 59.009 12.232 61.118
Contribuição social 4.181 24.173 4.113 24.813 4.181 24.173 4.113 24.813
INSS - SAT 2.928 20.297 2.893 20.680 2.928 20.297 2.893 20.680
IOF 3.447 16.732 3.391 17.311 3.447 16.732 3.391 17.311
PIS 558 2.770 549 2.862 600 3.194 591 3.290

115.060 572.449 113.222 591.537 115.535 576.570 113.689 595.709

Os valores do REFIS II segregados em principal, multas e juros são compostos como segue:

Consolidado

30/06/2007 31/03/2007

Principal Multas Juros Total Total

COFINS 289.565 29.076 83.121 401.762 411.954


CPMF 103.019 10.302 30.028 143.349 147.012
Imposto de renda 39.149 9.244 23.048 71.441 73.350
Contribuição social 15.724 3.511 9.119 28.354 28.926
INSS - SAT 13.619 2.353 7.252 23.224 23.573
IOF 13.577 1.358 5.244 20.179 20.702
PIS 2.419 270 1.107 3.796 3.881

477.072 56.114 158.919 692.105 709.398

Esses valores são atualizados monetariamente pela variação da TJLP, tendo sido reconhecidos
R$ 22.993 (TMAR) e R$ 23.144 (consolidado) como “Despesas financeiras” no semestre findo em
30 de junho de 2007 (vide Nota 6).

Em 30 de junho de 2007, os fluxos de pagamentos do REFIS II trazidos a valor presente, pela taxa
de 12% ao ano (taxa média projetada de remuneração), pelo prazo restante de cinco anos e onze
meses totalizam R$ 591.863 na TMAR e R$ 595.531 no consolidado.

A TMAR em face da inclusão indevida por parte da SRF e PGFN – Procuradoria Geral da Fazenda
Nacional de débitos no PAES, entendeu necessário o ajuizamento de ação judicial para comprovar a
regularidade do pagamento das parcelas do programa, bem como, de maneira a demonstrar
corretamente os débitos incluídos naquele programa. Nesse sentido, em face de concessão de
medida liminar condicionada a garantia, na referida ação, efetuava-se mensalmente depósito
judicial complementar, de aproximadamente R$ 3.000, até que fosse obtida decisão administrativa
ou judicial que ajustasse o saldo correto das dívidas por ela incluídas no PAES. Em maio de 2006, a

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04.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

TMAR obteve decisão judicial autorizando que a garantia a ser ofertada mensalmente na referida
ação, fosse feita mediante fiança bancária e não depósito em dinheiro.

No que se refere a Oi, foi detectada a mesma inclusão indevida por parte das autoridades
administrativas de outros valores que não aqueles indicados pela sociedade. Em 22 de agosto de
2006 a SRF excluiu a Oi do REFIS II, em razão de suposta inadimplência. Tendo em conta que a
administração e seus assessores jurídicos entendem que tal exclusão é absolutamente equivocada,
uma vez que o cálculo das parcelas pagas é efetuado com base nos valores cuja inclusão foi
efetivamente requerida, a Oi está adotando as providências administrativas e judiciais necessárias
para a reinclusão no parcelamento REFIS II. No caso de recálculo da dívida do REFIS II sem os
benefícios previstos na Lei nº 10.684/2003, o valor da referida dívida de longo prazo seria
transferida para o passivo circulante, no montante de R$ 4.121 (consolidado), e seria devido o
registro complementar de encargos financeiros no montante aproximado de R$ 601.

22 Provisões para perdas em processos judiciais

(a) Composição do saldo

Controladora Consolidado

30/06/2007 31/03/2007 30/06/2007 31/03/2007


Tributárias

(i) Autuações fiscais de ICMS 272.644 293.469 341.709 358.326


(ii) Compensação de prejuízos fiscais

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04.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

e base negativa 77.187 90.959 77.187 90.959


FUST 62.423 65.773 62.423 77.428
(iii) ISS 58.012 49.329 58.012 49.327
INSS (responsabilidade solidária, honorários e verbas
indenizatórias) 48.650 47.754 48.650 47.753
(iv) ILL 42.283 41.693 42.283 41.693
FUNTTEL 35.306 31.517 35.701 33.663
(v) Demais ações 95.935 92.772 99.533 96.213
Depósitos judiciais vinculados (*) (125.703 ) (80.657 ) (141.967 ) (80.657 )

566.737 632.609 623.531 714.705


Trabalhistas

(i) Horas extras 387.448 386.908 390.629 390.226


(ii) Subsidiariedade 336.092 297.755 337.800 299.263
(iii) Equiparação salarial/reenquadramento 110.044 114.471 110.209 114.638
(iv) Indenizações 108.680 110.957 108.819 111.093
(v) Adicional de periculosidade 107.014 107.848 107.075 107.905
(vi) Demais ações 169.202 168.056 171.131 169.973
Depósitos judiciais vinculados (*) (273.025 ) (208.462 ) (274.480 ) (210.176 )

945.455 977.533 951.183 982.922


Cíveis

(i) Estimativas ANATEL 162.798 162.794 167.482 165.767


(ii) Juizados Especiais Cíveis 72.518 72.398 80.680 80.659
(iii) Multas ANATEL 53.773 59.648 56.389 62.263
(iv) Demais ações 260.327 260.501 267.266 267.731

549.416 555.341 571.817 576.420

2.061.608 2.165.483 2.146.531 2.274.047

(*) Conforme Deliberação 489/2005 da CVM.

Conforme estabelecido pelas respectivas legislações, as provisões para perdas em processos


judiciais são mensalmente atualizadas monetariamente de acordo com as seguintes taxas de juros e
índices:

Tributárias: Variação da taxa de juros SELIC e UFIR;

Trabalhistas: Índices dos TRT´s - Tribunal Regional do Trabalho, acrescida de 1% de juros a.m.;
Cíveis: UFIR – Unidade Fiscal de Referência, acrescido de juros (0,5% até 9 de janeiro de
2003 e 1% a partir de 10 de janeiro de 2003) a.m. e ANATEL - IGP-DI - Índice
Geral de Preços – Disponibilidade Interna.

(b) Detalhamento dos processos por natureza de risco em 30 de junho de 2007 (consolidado)

Tributárias Trabalhistas Cíveis Total

Prováveis 623.531 951.183 571.817 2.146.531


Possíveis 4.447.445 964.269 726.422 6.138.136

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Remotas 635.991 1.331.424 717.803 2.685.218

5.706.967 3.246.876 2.016.042 10.969.885

(c) Resumo das movimentações dos saldos de provisões para perdas em processos judiciais

Controladora

Tributárias Trabalhistas Cíveis Total

Em 31 de dezembro de 2006 600.053 919.980 535.990 2.056.023

Adições, líquidas de reversões 39.719 59.392 45.545 144.656


Baixas por pagamento (15.068 ) (38.973 ) (43.021 ) (97.062 )
Atualização monetária (Nota 6) 18.138 43.168 16.827 78.133
Depósitos judiciais vinculados (10.233 ) (6.034 ) (16.267 )

Em 31 de março de 2007 632.609 977.533 555.341 2.165.483

Adições, líquidas de reversões 9.384 55.433 41.863 106.680


Baixas por pagamento (36.345 ) (63.813 ) (55.764 ) (155.922 )
Atualização monetária (Nota 6) 6.135 40.866 7.976 54.977
Depósitos judiciais vinculados (45.046 ) (64.564 ) (109.610 )

Em 30 de junho de 2007 566.737 945.455 549.416 2.061.608

Consolidado

Tributárias Trabalhistas Cíveis Total

Em 31 de dezembro de 2006 673.078 924.200 555.126 2.152.404

Adições, líquidas de reversões (a) 45.909 59.416 50.364 155.689


Baixas por pagamento (15.111 ) (39.033 ) (46.348 ) (100.492 )
Atualização monetária (Nota 6) 20.282 43.234 17.278 80.794
Transferência 780 1.382 2.162
Depósitos judiciais vinculados (10.233 ) (6.277 ) (16.510 )

Em 31 de março de 2007 714.705 982.922 576.420 2.274.047

Adições, líquidas de reversões (a) 12.738 55.604 46.552 114.894

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04.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

Baixas por pagamento (49.406 ) (64.073 ) (59.242 ) (172.721 )


Atualização monetária (Nota 6) 6.804 41.034 8.087 55.925
Depósitos judiciais vinculados (61.310 ) (64.304 ) (125.614 )

Em 30 de junho de 2007 623.531 951.183 571.817 2.146.531

(a) O total das adições líquidas de reversões do semestre, no valor de R$ 270.583, é composto
pelas despesas com provisões para perda em processos judiciais no valor de R$ 255.612 (vide
Nota 5) e pelos valores discriminados no quadro que segue abaixo, no valor total de R$ 14.971.

Os valores provisionados referentes aos questionamentos relativos ao ICMS sobre locação de


portas IP, INCRA, FUST, FUNTTEL e Crédito de ICMS sobre energia elétrica são registrados
nas contas de resultado desses tributos, como demonstrado a seguir:

Controladora Consolidado

30/06/2007 30/06/2006 30/06/2007 30/06/2006


Deduções da receita bruta:
Locação de portas IP (10.600 )

Despesas de pessoal:
INCRA (322 ) (314 ) (380 ) (372 )

Outras despesas operacionais:


FUST (4.486 ) (23.948 ) 3.351 (25.351 )
FUNTTEL (6.235 ) (5.473 ) (6.235 ) (5.473 )
Crédito de ICMS sobre energia elétrica (1.107 ) (6.468 ) (1.107 ) (7.062 )

(12.150 ) (36.203 ) (14.971 ) (38.258 )

(d) Provisões prováveis (consolidado)

Tributárias:

(i) Autuações fiscais de ICMS - Refere-se à provisão considerada suficiente pela administração para
fazer face a autuações fiscais diversas relacionadas à: (a) exigência de tributação de determinadas
receitas pelo ICMS ao invés do ISS; (b) compensação e apropriação de créditos sobre a aquisição de
bens e outros insumos, inclusive necessários à manutenção da rede; (c) autuações relacionadas a
descumprimento de obrigações acessórias; e (d) autuações de tributos sobre energia elétrica. As
variações ocorridas no semestre findo em 30 de junho de 2007 referem-se a entrada de novas
autuações no Rio de Janeiro relativa a energia elétrica, tendo em vista a revogação da Resolução
222/2005 que concedia o efetivo crédito, e ao pagamento de diversos autos de infração nos estados
de Minas Gerais e São Paulo, aproveitando as anistias concedidas naqueles estados (Conv.

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04.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

72/2006), que além de isentar o pagamento de multa e juros, reduziu a alíquota de ICMS de 25%
para 5% até 31/12/2003, 12% de janeiro a dezembro de 2004 e 15% de janeiro a dezembro de 2005.

(ii) Compensações de prejuízos fiscais e base negativa – A TMAR possui liminar judicial garantindo a
compensação de prejuízos fiscais e base negativa, quando apurados nos anos-base anteriores a
1998, inclusive, com base em 100% dos lucros tributáveis apurados. A variação ocorrida no
semestre findo em 30 de junho de 2007 refere-se à reversão de atualização monetária do período de
2001, em função da decadência.

(iii) ISS – A TMAR mantém provisões para autuações fiscais relacionadas a questionamentos acerca da
incidência da tributação de ISS sobre diversos serviços, como aluguéis de equipamentos, de valor
agregado e técnicos e administrativos. O valor provisionado reflete a parcela das autuações que os
consultores jurídicos entendem ser passível de perda. A variação ocorrida no semestre findo em 30
de junho de 2007 refere-se a novos autos impetrados no Estado da Bahia.

(iv) ILL - A TMAR compensou o valor do ILL recolhido até o ano-calendário de 1992 com base em
decisões do STF - Supremo Tribunal Federal acerca da inconstitucionalidade do referido imposto.
Entretanto, embora o mérito da discussão já esteja pacificado no âmbito dos tribunais superiores,
uma provisão ainda é mantida tendo em vista que não existe decisão definitiva sobre os critérios de
atualização daqueles créditos. A variação ocorrida no semestre findo em 30 de junho de 2007
refere-se à atualização monetária.

(v) Demais ações - Refere-se, substancialmente, a provisões para fazer face a autuações fiscais de
IPTU, no valor de R$ 10.462 (31/03/2007 – R$ 10.462), a diversas autuações fiscais relacionadas à
cobrança de imposto de renda e contribuição social, no montante de R$ 37.438 (31/03/2007 –
R$ 36.330) e provisões de ICMS sobre créditos de energia elétrica no montante de R$ 21.994
(31/03/2007 – R$ 21.343).

Trabalhistas:

Houve um aumento no período na quantidade de processos trabalhistas em função de: (a)


reestruturações no quadro de pessoal ocorridas em anos anteriores, principalmente em condenações
que versam sobre horas extras; (b) incentivo à recuperação das diferenças das multas rescisórias de
FGTS, relativas aos expurgos inflacionários dos planos econômicos Verão e Collor; (c) acréscimo
no volume de processos de subsidiariedade relacionados às desmobilizações de empresas de
manutenção da rede cujo desempenho não atendiam ao padrão de qualidade requerido pelo Grupo
Oi. Tendo em vista que grande parte das desmobilizações ocorreram no último trimestre de 2005,
estão sendo proferidas decisões no curso dos processos movidos por ex-colaboradores das empresas
desmobilizadas, o que gera, conseqüentemente, um incremento dos valores provisionados; e (d)
expansão da competência da justiça do trabalho após a publicação da Emenda Constitucional nº 45.

As principais provisões por natureza de processos estão resumidas abaixo:

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04.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

(i) Horas extras - Reclamações referentes a pedidos de recebimento de horas adicionais,


trabalhadas além da jornada normal de trabalho.

(ii) Subsidiariedade - Reclamações movidas por ex-empregados de empresas terceirizadas, sendo


a TMAR responsabilizada subsidiariamente pelos créditos porventura devidos e não
liquidados pelas empresas terceirizadas, normalmente em decorrência do encerramento das
atividades destas empresas.

(iii) Equiparação salarial/reenquadramento - Representada por verbas decorrentes de diferenças


salariais entre empregados, pleiteadas por aqueles que recebem menor remuneração a
despeito da identidade de funções, associada a outros requisitos previstos na legislação
aplicável.

(iv) Indenizações - As indenizações correspondem a pedidos de ressarcimento ou compensação


por danos ocorridos no curso do contrato de trabalho, decorrentes de razões diversas, entre as
quais pode-se citar: acidente do trabalho, estabilidade provisória, danos morais, devolução de
descontos em folha de pagamento, auxílio creche e produtividade previstos em acordo
coletivo.

(v) Adicional de periculosidade - Reflete as expectativas de perda nas ações que dizem respeito à
exigibilidade do pagamento de adicional de periculosidade para empregados que
desempenham funções em um ambiente considerado perigoso, principalmente próximos às
instalações de alta tensão.

(vi) Demais ações - Refere-se a questionamentos diversos relativos a pedidos de adicionais por
tempo de serviço, insalubridade, participação nos resultados, trabalho noturno, diárias de
viagem, entre outros, destacando-se os principais itens abaixo:

Controladora Consolidado

30/06/2007 31/03/2007 30/06/2007 31/03/2007

Multas trabalhistas diversas 37.958 38.267 38.063 38.367


Complemento de aposentadoria 28.889 28.139 28.889 28.139
PIRC - Plano incentivado de rescisão contratual 21.590 22.265 21.590 22.265
Diferenças salariais 17.029 17.594 17.143 17.697
Outras 63.736 61.791 65.446 63.505

169.202 168.056 171.131 169.973

Cíveis:

(i) Estimativas ANATEL – A variação no semestre findo em 30 de junho de 2007, é composta


pelo complemento da provisão no montante de R$ 1.715 (30/06/2006 – R$ 6.373),
substancialmente, em função do descumprimento das obrigações de PGMU.

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04.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

(ii) Juizados especiais cíveis - Questionamentos realizados por clientes cujos valores individuais
de indenização não ultrapassam quarenta salários mínimos. A variação ocorrida no semestre
findo em 30 de junho de 2007, pode ser justificada pela implementação de sistema com nova
metodologia, padronizando o cálculo em todas as filiais e pelo aumento da quantidade de
processos encerrados com pagamentos e sem acordo. No decorrer do semestre findo em 30 de
junho de 2007, foram efetuados pagamentos para liquidação de diversos processos, no
montante de R$ 17.590 (30/06/2006 - R$ 19.177), compensados por novas provisões no total
de R$ 17.611 (30/06/2006 - R$ 13.451).

(iii) Multas ANATEL - A variação ocorrida no semestre findo em 30 de junho de 2007, é


composta pela atualização monetária de R$ 3.035 (30/06/2006 – R$ 575), pelo complemento
da provisão em R$ 23.751 (30/06/2006 – R$ 5.799) e por pagamentos no montante de
R$ 32.660 (30/06/2006 – R$ 5.564), substancialmente em função de pagamentos de PADO’s
de PGMQ e RIQ – Regulamento de Indicadores de Qualidade.

(iv) Demais ações - Referem-se a diversas ações em curso abrangendo rescisão contratual,
indenização de ex-fornecedores e empreiteiras, planos de expansão com emissão de ações,
entre outros. A variação ocorrida no semestre findo em 30 de junho de 2007 decorre da
revisão do risco de perda dessas ações, com base na opinião dos consultores jurídicos da
Companhia, bem como da reavaliação dos valores provisionados para fazer face às perdas
com ações de rescisão contratual.

(e) Contingências possíveis (não provisionadas)

A TMAR e suas controladas também possuem diversos processos cujas expectativas de perda são
classificadas como possíveis na opinião de seus consultores jurídicos e para as quais não foram
constituídas provisões para contingências.

Na opinião dos consultores jurídicos, as principais contingências classificadas com expectativa de


perda possível estão resumidas abaixo:

Tributárias:

Os montantes informados estão baseados nos valores totais das causas ou dos autos de infração e
notificações fiscais, os quais muitas vezes são arbitrados, não havendo detalhamento acerca da
infração. Dessa forma, podem haver variações significativas em relação aos valores reais passíveis
de discussão.

ICMS – A TMAR sofreu diversas autuações fiscais de ICMS que alcançam o montante aproximado
de R$ 1.547.129. Dentre essas autuações, destacam-se dois objetos principais: a cobrança de ICMS
sobre determinadas receitas de serviços já tributadas pelo ISS ou que não compõem a base de

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04.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

cálculo do ICMS e o aproveitamento de créditos sobre a aquisição de bens e outros insumos


necessários à manutenção da rede.

ISS - As autuações referentes à incidência de ISS sobre aluguel de equipamentos, serviços


despertador, entre outros serviços de comunicação, no montante total aproximado de R$ 1.156.131,
não estão provisionadas por serem consideradas como possíveis de perda, já que essas atividades
não se enquadram na lista de incidência do ISS ou já são tributadas pelo ICMS. Ademais,
fortalecendo os argumentos de defesa, o STF decidiu no último trimestre de 2001 que o ISS não
deve incidir sobre locação de equipamentos, sendo que parte substancial dos valores autuados
refere-se a esta modalidade de receita.

INSS - Existem processos no montante aproximado de R$ 429.394 relacionados à responsabilidade


solidária, percentual aplicável de SAT - Seguro de Acidente de Trabalho e verbas passíveis de
incidência de INSS. Para questões referentes aos mesmos temas, a TMAR obteve decisões
favoráveis inclusive definindo a tributação do SAT sobre os seus serviços à alíquota de 1%, como
pretendia a administração. Obteve ainda decisões favoráveis para acatar os documentos
apresentados e afastar a responsabilidade solidária que lhe foi atribuída pelo INSS.

Em julho de 2005, o INSS lavrou contra a TMAR 24 NFLD’s - Notificações Fiscais de Lançamento
de Débitos no valor total de R$ 335.880, as quais foram impugnadas pela Companhia. Este valor é,
substancialmente, composto por:

(i) Não incidência de contribuição previdenciária sobre valores pagos a título de participação
nos lucros e resultados da TMAR. Este pagamento foi realizado nos termos da Lei 10.101 e
do Art. 7º da Constituição Federal de 1988, não devendo integrar a base de cálculo da
referida contribuição. O valor referente a essa autuação monta a R$ 247.303.

(ii) Não incidência de contribuição previdenciária sobre valores pagos a título de abono
indenizatório, auxílios creche, auxílio filhos excepcionais, etc.. Essas verbas têm, no entender
dos assessores internos e externos da TMAR, natureza indenizatória e, portanto, não ensejam
a incidência da referida contribuição. O valor referente a essa autuação monta a R$ 61.688.

(iii) Não incidência de contribuição previdenciária sobre os valores pagos a autônomos


contratados pela TMAR. Neste caso, a fiscalização não teve acesso à documentação que
comprova que a empresa pagou regularmente os valores devidos aos autônomos por ela
contratados e informados nas obrigações previdenciárias acessórias específicas. Neste
sentido, a administração da TMAR entende que levantará a totalidade da documentação
suporte para elidir a NFLD lavrada. O valor referente a essa autuação monta a R$ 13.238.

Federais - Existem diversas autuações fiscais de créditos de imposto de renda, contribuição social,
PIS, PASEP, COFINS e salário educação, relativos à suposta falta de recolhimento e procedimentos
de compensação e de denúncia espontânea considerados indevidos pela Receita Federal do Brasil,
no valor aproximado de R$ 575.052. A administração da Companhia, baseada na opinião de seus

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04.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

consultores jurídicos, considera como boa as chances de êxito nesses processos, por essa razão não
constitui provisões para eventuais perdas.

Adicionalmente, em agosto de 2000 a TMAR foi autuada pela SRF do Rio de Janeiro, por fatos
geradores ocorridos em 1996, anteriormente, portanto, à privatização. Essas autuações totalizavam
R$ 993.689, relativamente ao imposto de renda, contribuição social, PIS, COFINS e imposto de
renda retido na fonte. Desse montante foram inscritos aproximadamente R$ 51.000 no REFIS II.
Após decisão final, o valor remanescente, cujo risco máximo é considerado possível, totaliza
aproximadamente R$ 125.367.

Em 30 de junho de 2006, a SRF lavrou contra a TMAR, auto de infração atualizado no valor total
de R$ 550.354, sendo R$ 61.622 referente a diversas glosas de exclusões nas bases de cálculo
das contribuições ao PIS e à COFINS, R$ 380.872 devido a fiscalização não ter considerado as
informações constantes nas obrigações acessórias retificadas pelo Contribuinte (DCTF – Declaração
de Débitos e Créditos Tributários Federais retificadoras) para a apuração dos valores devidos, e
R$ 107.860 referente a incorreções nos comparativos (PIS e COFINS apurado x DCTF’s) por parte
da fiscalização. A Companhia levantou os documentos comprobatórios para defesa da sua correta
apuração e recolhimento e, baseada na opinião de seus consultores jurídicos, avalia como possível
as chances de perda nessa autuação. Em junho de 2007, a companhia obteve decisão parcialmente
favorável em primeira instância (ainda provisória), através da qual foi reduzido em
aproximadamente R$ 364.826 o valor autuado. Está sendo providenciado o recurso que será
interposto em face da parcela desfavorável da decisão. Tendo em vista que o valor reduzido é
decorrente da identificação de erros cometidos, a avaliação da Companhia é de que a parcela em
discussão deve ser considerada remota, permanecendo possível a parcela restante.

No final de dezembro de 2006, a TMAR recebeu nova autuação, através da qual foi cobrado o
montante de R$ 92.964 a título de IRPJ e CSLL. O montante em questão é supostamente devido em
razão de (i) glosas consideradas indevidas, decorrentes de serviços prestados por empresas
coligadas; (ii) despesas indedutíveis referentes a operação de swap; (iii) compensação de prejuízo
fiscal além do limite de 30%, em alguns estados; (iv) aproveitamento indevido de prejuízo fiscal da
Telerj com lucro das outras teles quando da incorporação e (v) lucro inflacionário não realizado
integralmente em algumas filiais, também quando da incorporação. A TMAR não concorda com os
argumentos da autuação e apresentou sua defesa em face da referida autuação. Após ser proferida
decisão que reduziu em parte o montante autuado, foi interposto recurso voluntário ao Conselho de
Contribuintes, em face da parcela da decisão que foi desfavorável.

Trabalhistas:

Referem-se a questionamentos em diversos pedidos de reclamação relativos a diferenças salariais,


horas extras, adicional de periculosidade e responsabilidade subsidiária, dentre outros, no valor
aproximado de R$ 964.269 (31/03/2007 – R$ 1.071.866), que se encontram substancialmente em 1ª
instância judicial, não tendo sido publicada qualquer decisão acerca do mérito dessas ações.

Cíveis:

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04.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

Referem-se a ações que não possuem decisão judicial vinculada, cujos principais objetos estão
associados a questionamentos em relação aos planos de expansão da rede, indenizações por danos
morais e materiais, ações de cobrança, processos de licitação, entre outras. Esses questionamentos
perfazem mais de 25.004 ações (31/03/2007 – 25.801) que totalizam aproximadamente R$ 726.422
(31/03/2007 – R$ 688.401). Este valor está baseado, exclusivamente, nos montantes dos pedidos
dos autores (normalmente superiores à realidade do mérito), não havendo até a presente data
decisão judicial final.

23 Debêntures

Em Assembléia Geral Ordinária, realizada em 7 de março de 2006, foi aprovada a emissão pública,
pela TMAR, de 216.000 (duzentos e dezesseis mil) debêntures simples, não conversíveis em ações,
em duas séries, no valor nominal unitário de R$ 10, totalizando R$ 2.160.000, sendo a data de
emissão 1 de março de 2006 e a data da colocação 27 de março de 2006. O prazo de vencimento das
debêntures de 1ª série é de cinco anos e de 2ª série de sete anos, a contar da data de emissão,
remuneradas a 103% a.a. da taxa de juros do CDI e a taxa de juros do CDI acrescida de “spread” de
0,55% a.a., respectivamente. Os juros registrados no passivo circulante em 30 de junho de 2007,
no montante de R$ 87.721 (31/03/2007 – R$ 22.355) são amortizados semestralmente, tendo o
último vencimento ocorrido em 1 de março de 2007 e o próximo ocorrerá em 1 de setembro de
2007. O Conselho de Administração da TMAR aprovou essa operação em 15 de março de 2006.

24 Patrimônio líquido

Em Assembléia Geral Ordinária realizada no dia 11 de abril de 2007, foi aprovada a destinação do
lucro líquido do exercício findo em 31 de dezembro de 2006 no montante de R$ 1.614.526, da
seguinte forma: (a) constituição de reserva legal no montante de R$ 68.562, (b) constituição de
reserva de investimento no montante de R$ 943.523 e (c) destinação do montante total de
R$ 651.357 sendo R$ 1.000 a título de dividendos e 650.357 a título de juros sobre o capital
próprio, cujo pagamento iniciou em 20 de abril de 2007.

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04.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

Em Assembléia Geral Extraordinária da TMAR, realizada em 11 de abril de 2007, foi aprovada a


proposta de apropriação de juros sobre o capital próprio ao longo do exercício de 2007 no montante
de até R$ 800.000.

A movimentação do patrimônio líquido, no semestre findo em 30 de junho de 2007, pode ser resumida da
seguinte forma:

Em 31 de dezembro de 2006 11.928.767

Reservas de capital
Realização de reserva da Lei 8200/1991 (575 )
Reversão de reserva de incentivo fiscal - lucro da exploração de 2006 (1.760 )
Lucros acumulados 575
Lucro líquido do 1º trimestre 436.604

Em 31 de março de 2007 12.363.611

Reservas de capital
Realização de reserva da Lei 8200/1991 (416 )
Constituição de reserva de incentivo fiscal - lucro da exploração de 2006 16.958
Lucros acumulados 416
Lucro líquido do 2º trimestre 544.966

Em 30 de junho de 2007 12.925.535

25 Instrumentos financeiros

A TMAR está exposta, principalmente, ao risco de mercado decorrente de mudanças nas taxas de
câmbio, uma vez que parte do seu endividamento é denominada em moeda estrangeira enquanto

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04.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

suas receitas são auferidas em reais. Visando a redução da exposição ao risco, utiliza instrumentos
derivativos tais como contratos de "swap". A TMAR não utiliza derivativos para outros fins.

Essas transações são realizadas por intermédio da área de tesouraria de acordo com a estratégia
previamente aprovada pela administração.

(a) Risco de taxa de câmbio

Aproximadamente 27% (31/03/2007 - 29%) da dívida consolidada, incluindo debêntures e


excluindo as operações de “swap” e as transações entre partes relacionadas, é expressa em dólares
dos Estados Unidos da América e em cesta de moedas do BNDES.

A soma do valor nominal dos "swaps" e de investimentos em moeda estrangeira em 30 de junho de


2007 totalizam US$ 659.144 mil (31/03/2007 - US$ 692.506 mil) na controladora, com 79% de
cobertura do risco cambial (31/03/2007 – 76%).

A posição resumida dessas operações se apresenta como segue:

Valor dos contratos Ganho (perda)


de derivativos com derivativos

30/06/2007 31/03/2007 30/06/2007 30/06/2006


Controladora
Aplicação em moeda estrangeira (i) 212.380 223.762 (17.002 ) (18.510 )
"Swap" cambial 1.057.175 1.196.066 (207.954 ) (343.100 )

As operações de "swap" cambial transferem o risco de variação de moedas estrangeiras para a


variação do CDI.

(i) Os rendimentos de aplicações financeiras em moeda estrangeira são registrados em resultado de


operações de "hedge" (vide Nota 6).

(b) Risco de taxa de juros

A TMAR possui empréstimos e financiamentos sujeitos a taxas de juros flutuantes com base na
TJLP ou no CDI, no caso das dívidas expressas em reais, da LIBOR no caso da dívida expressa em
dólares dos Estados Unidos da América e das taxas de juros variáveis do BNDES no caso da dívida
expressa em cesta de moedas do BNDES. De forma a reduzir a exposição à taxa LIBOR, a TMAR
possui operações de "swap" que alteram as taxas de LIBOR para taxas fixas.

Em 30 de junho de 2007, aproximadamente 91% (31/03/2007 – 80%) da dívida contratada estava


sujeita a taxas de juros flutuantes e 11% (31/03/2007 – 11%) foram trocados por taxas fixas por
meio das operações de "swap".

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04.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

Ganho (Perda)
Valor dos contratos com “hedge”

30/06/2007 31/03/2007 30/06/2007 30/06/2006

“Swap” de taxa de juros:


Controladora 621.160 661.212 4.812 3.666

(c) Concentração de risco de crédito

A concentração do risco de crédito associado às contas a receber de clientes não é relevante em


função da pulverização da carteira e dos controles de monitoramento aplicados à mesma. Os
créditos de liquidação duvidosa estão adequadamente cobertos por provisão para fazer face a
eventuais perdas nas suas realizações (vide Nota 10).

As operações com instituições financeiras (aplicações financeiras e empréstimos e financiamentos)


são distribuídas em instituições de primeira linha, evitando risco de concentração.

(d) Valor de mercado dos instrumentos financeiros

Os valores de mercado dos principais instrumentos financeiros aproximam-se dos valores contábeis,
destacando-se:

30/06/2007

Controladora Consolidado

Valor Valor de Valor Valor de


contábil mercado contábil mercado

(i) Empréstimos e financiamentos 4.574.263 4.573.906 4.583.594 4.583.236


(ii) Aplicações em títulos e valores mobiliários 1.774.400 1.774.400 3.511.709 3.511.709
(ii) Debêntures 2.247.721 2.247.721 2.247.721 2.247.721

31/03/2007

Controladora Consolidado

Valor Valor de Valor Valor de


contábil mercado contábil mercado

(i) Empréstimos e financiamentos 4.918.798 4.913.343 4.928.142 4.923.666


(ii) Aplicações em títulos e valores mobiliários 2.171.104 2.171.104 3.723.576 3.723.576
(ii) Debêntures 2.182.355 2.182.355 2.182.355 2.182.355

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04.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

(i) Os valores de mercado dos empréstimos e financiamentos foram calculados conforme o valor
presente desses instrumentos financeiros, considerando a taxa de juros praticada pelo mercado
para operações de natureza, prazo e risco similares.

(ii) Os saldos contábeis de aplicações em títulos e valores mobiliários e debêntures em 30 de junho e 31


de março de 2007 são semelhantes aos valores de mercado, pois encontram-se registrados a
valores de realização.

26 Benefícios a empregados

(a) Planos de previdência privada

A SISTEL é uma entidade de direito privado, de fins previdenciais, assistenciais e não lucrativos,
instituída em novembro de 1977, e tem por objetivo, instituir planos privados de concessão de
pecúlios ou de rendas, de benefícios complementares ou assemelhados da previdência oficial, aos
empregados e seus familiares vinculados às patrocinadoras da SISTEL.

Com as alterações estatutárias, aprovadas pela SPC em janeiro de 2000, as patrocinadoras


negociaram as condições para a criação de planos individualizados por patrocinadora e restringiram
a solidariedade somente aos participantes que se aposentaram até 31 de janeiro de 2000 (plano
previdenciário denominado PBS-Assistidos – “PBS-A”).
A TMAR patrocina planos de previdência privada de benefícios definidos (PBS-A e PBS-Telemar)
e a TMAR e a Oi patrocinam planos de previdência privada de contribuição variável (TelemarPrev).

Conforme facultado pelo Art. 33 da Lei Complementar nº 109, de 29 de maio de 2001, o Conselho
Deliberativo da SISTEL protocolou em outubro de 2004 o pedido de transferência da administração
dos planos PBS-Telemar e TelemarPrev para a Fundação Atlântico de Seguridade Social. Essa
Fundação foi constituída pela TMAR, e foi autorizada pela SPC, em 12 de janeiro de 2005, a iniciar
suas atividades. Em 28 de fevereiro de 2005, foi concluído o processo de transferência da
administração dos planos de benefícios PBS-Telemar e TelemarPrev da SISTEL para Fundação
Atlântico de Seguridade Social, permanecendo sob a responsabilidade da SISTEL o plano PBS-A.

A Fundação Atlântico de Seguridade Social, entidade fechada de previdência complementar


multipatrocinada e multiplano, é pessoa jurídica de direito privado, de fins previdenciais e não
lucrativos, com autonomia patrimonial, administrativa e financeira, com sede e foro na Cidade do
Rio de Janeiro, Estado do Rio de Janeiro, tem por objetivo administrar e executar planos de
benefícios previdenciários para os empregados e dirigentes de suas Patrocinadoras.

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04.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

Em dezembro de 2005, a SPC aprovou as alterações dos Regulamentos dos Planos de Benefícios,
PBS-Telemar e TelemarPrev, para adequação às exigências da Resolução MPS/CGPC nº 6 de 30 de
outubro de 2003 e Instrução Normativa SPC nº 5 de 9 de dezembro de 2003 em relação aos
Institutos (Benefício Proporcional Diferido, Autopatrocínio, Resgate e Portabilidade).

Em dezembro de 2006, a SPC aprovou novas alterações do regulamento do TelemarPrev, visando a


simplificação do texto regulamentar e procedimentos operacionais.

(b) Participações dos empregados no resultado

O plano de participação nos lucros foi instituído em 1999 como forma de incentivar os empregados
a alcançar as metas individuais e corporativas, melhorando o retorno dos acionistas. O plano entra
em vigor quando são atingidas as seguintes metas:

• Cumprimento de metas de valor adicionado econômico (indicadores de lucro antes dos juros,
imposto de renda, depreciação e amortização, além de indicadores de valor econômico
adicionado); e

• Indicadores operacionais, qualidade e mercado.

Em 30 de junho de 2007, a TMAR, Oi e Oi Internet registraram provisões com base nas estimativas
do cumprimento dessas metas, no montante total de R$ 33.669 (30/06/2006 - R$ 17.836 ).

As diferenças entre os valores provisionados e os apresentados nas demonstrações de resultados,


referem-se a reversões ou complementos das estimativas do ano anterior quando do pagamento
efetivo.

(c) Demais benefícios a empregados

A Companhia oferece ainda a seus empregados planos de assistência médica e odontológica, auxílio
farmácia, auxílio creche e seguro de vida em grupo, sendo os descontos em folha de pagamento
efetuados em conformidade com as faixas salariais fixadas nos acordos coletivos de trabalho.

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04.01 - NOTAS EXPLICATIVAS (Em milhares de reais, exceto quando indicado)

27 Transações com partes relacionadas - controladora


As transações com partes relacionadas possuem prazos, preços e demais condições semelhantes àquelas realizadas com terceiros, sendo as
principais sumariadas a seguir:
30/06/2007
TNL Oi
TNL Oi Contax Internet AIX Coari Calais Total
Ativo
Contas a receber 88.587 1.158 3.261 93.006
Empréstimos com controladas 92 83 175
88.587 1.158 3.261 92 83 93.181
Passivo
Fornecedores 152.764 7.893 20.188 2.265 183.110
Dividendos e juros sobre o capital próprio 12.835 12.835
Demais obrigações 9.647 9.647
22.482 152.764 7.893 20.188 2.265 205.592
Receitas
Receitas dos serviços prestados 94.409 9.497 29.608 133.514
Outras receitas operacionais 3.005 74 3.079
Receitas financeiras 2.599 144 288 4 4 3.039
2.599 94.553 12.502 29.970 4 4 139.632
Custos e despesas
Custos dos serviços prestados (508.424 ) (48.999 ) (13.578 ) (571.001 )
Comercialização dos serviços (214.210 ) (16.447 ) (230.657 )
Outras despesas operacionais (4.717 ) (4.717 )
Despesas financeiras (16.665 ) (653 ) (17.318 )
(16.665 ) (509.077 ) (267.926 ) (16.447 ) (13.578 ) (823.693 )

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04.01 - NOTAS EXPLICATIVAS (Em milhares de reais, exceto quando indicado)

31/03/2007

TNL Oi
TNL Oi Contax Internet AIX Coari Calais Total

Ativo
Contas a receber 111.041 1.566 2.961 115.568
Empréstimos com controladas 68 57 125

111.041 1.566 2.961 68 57 115.693

Passivo
Fornecedores 138.250 7.830 17.707 2.275 166.062
Dividendos e juros sobre o capital próprio 542.801 542.801
Demais obrigações 9.190 9.190

551.991 138.250 7.830 17.707 2.275 718.053

30/06/2006

TNL Oi Telemar
TNL Oi Contax Internet AIX Coari Calais Telecomunicações Total
Receitas
Receitas dos serviços prestados 166.481 8.047 18.998 193.526
Outras receitas operacionais 7.031 7.031
Receitas financeiras 29 3 2 34

166.510 15.078 18.998 3 2 200.591

Custos e despesas
Custos dos serviços prestados (450.760 ) (75.414 ) (15.188 ) (541.362 )
Comercialização dos serviços (236.367 ) (4.593 ) (240.960 )
Outras despesas operacionais (4.768 ) (4.768 )
Despesas financeiras (76.964 ) (14.480 ) (42 ) (2.648 ) (94.134 )

(76.964 ) (465.240 ) (316.549 ) (4.635 ) (15.188 ) (2.648 ) (881.224 )

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04.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

(a) Linhas de crédito cedidas pela controladora

As linhas de crédito concedidas pela TMAR para suas controladas têm por finalidade fornecer
capital de giro para as atividades operacionais, onde o prazo de vencimento pode ser repactuado
com base nos fluxos de caixa projetados dessas empresas, à taxa correspondente a 104% do CDI
(31/03/2007 – 104% do CDI).

(b) Contratos de empréstimos com o BNDES

Em dezembro de 1999, algumas das antigas 16 controladas de telefonia fixa incorporadas na TMAR
firmaram contratos de empréstimo com o BNDES, o acionista controlador do BNDESPar, que
detém 25% do capital votante da Telemar Participações S.A.. O valor total desses empréstimos era
de R$ 400.000, com vencimento em dezembro de 2000 e com incidência de juros baseados na taxa
SELIC acrescida de “spread” de 6,5% a.a.. Em dezembro de 2000, esses contratos foram
renegociados e substituídos por dois novos contratos, prevendo uma linha de crédito de até
R$ 2.700.000, sendo a taxa de juros do contrato em moeda nacional baseada na TJLP e do contrato
em moeda estrangeira (Cesta de Moedas do BNDES) baseada na taxa de juros variáveis do BNDES,
acrescidas de 3,85% a.a.. O vencimento dos encargos financeiros era trimestral até janeiro de 2002,
sendo mensal para o período de fevereiro de 2002 a janeiro de 2008. Desse total, 30% foi sacado
diretamente do BNDES e os 70% restantes de um grupo de Bancos. O Banco Itaú e o Banco do
Brasil lideraram o grupo de bancos formado também por Bradesco, Banco Alfa, Unibanco,
Citibank, Safra, Votorantim, Sudameris e Santander. Desde 2002, não foram feitos novos saques
dessa linha, que começou a ser amortizada em janeiro de 2002. Em 30 de junho de 2007, o saldo
dessa linha de crédito no balanço patrimonial totaliza R$ 399,4 milhões (31/03/2007 - R$ 451,8
milhões).

No período de dezembro de 2003 a junho de 2007, a TMAR e a Oi sacaram, respectivamente,


R$ 1.446.104 e R$ 585.000 relativos a novos contratos de empréstimos celebrados com o BNDES
em outubro de 2003, setembro de 2004, julho de 2005, dezembro de 2005 e novembro de 2006. O
valor total desses contratos é de R$ 3.395.772. Os recursos são aplicados na expansão das redes de
telecomunicações e em melhorias operacionais. Em 29 de dezembro de 2005, com a anuência do
BNDES, a Oi transferiu o financiamento, em sua totalidade, para a TMAR (vide Nota 19, item (b),
alínea (ii)).

(c) Aluguel de infra-estrutura de transmissão

A AIX presta serviços para a TMAR referentes à locação de dutos para transmissão de tráfegos
originados com o CSP 31 fora da rede local da Região I. No semestre findo em 30 de junho de
2007, esses custos totalizam R$ 13.578 (30/06/2006 - R$ 15.188) e estão classificados como
"Aluguéis e seguros" (Nota 4).

(d) Aluguel de plataforma celular - WLL

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04.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

Conforme comentado na Nota 4, a TMAR possui contrato de aluguel de rede com a Oi para
prestação de serviço de telefonia fixa através da tecnologia de WLL.

(e) Principais transações com partes relacionadas

Oi

Receitas dos serviços prestados: Referem-se a aluguel de linhas dedicadas no montante de


R$ 32.830 (30/06/2006 - R$ 46.319), interconexão R$ 35.348 (30/06/2006 - R$ 40.246),
telecomunicações e serviços 0800 R$ 747 (30/06/2006 - R$ 3.474), comissão de cobrança
R$ 16.845 (30/06/2006 - R$ 19.935), aluguel de infra-estrutura, torres, circuitos e plataforma 102
R$ 6.818 (30/06/2006 - R$ 7.338) e campanhas de fidelização R$ 1.821 (30/06/2006 – R$ 49.169).

Custos dos serviços prestados: Referem-se as transações de remuneração de uso de rede no


montante de R$ 369.630 (30/06/2006 - R$ 347.142), aluguel de EILD R$ 26.093 (30/06/2006 -
R$ 26.093), comissão de cobrança R$ 7.812 (30/06/2006 - R$ 8.799), campanhas de fidelização
R$ 59.075 (30/06/2006 – R$ 26.717) e despesas com aluguel de plataforma celular para prestação
de serviços de telefonia fixa em certas localidades através da tecnologia de WLL.

Oi Internet

Receitas dos serviços prestados: Refere-se a aluguel de infra-estrutura “dial-up” para acesso a
internet no montante de R$ 1.755 (30/06/2006 - R$ 1.759) e acesso de banda larga R$ 25.840
(30/06/2006 - R$ 16.907).

Comercialização dos serviços prestados: Refere-se a comissões de vendas no montante de


R$ 16.447 (30/06/2006 - R$ 4.593).

TNL Contax

Custos dos serviços prestados/comercialização dos serviços/gerais e administrativas: As principais


transações consistem em prestação de serviço de call center no montante de R$ 133.164
(30/06/2006 - R$ 153.717), de apoio a venda R$ 41.153 (30/06/2006 - R$ 42.028) e tele-cobrança
R$ 39.893 (30/06/2006 - R$ 40.622).

28 Seguros

Durante o período de concessão, compete à concessionária manter as seguintes apólices de seguros,


conforme os prazos previstos: seguro do tipo "todos os riscos" para danos materiais, seguro de

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04.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

preservação de condições econômicas para continuidade da exploração do serviço e seguro garantia


do cumprimento das obrigações relativas à qualidade e à universalização.

Os ativos, incluindo os bens integrantes da concessão e responsabilidades de valores relevantes e/ou


alto risco estão cobertos por seguros. A TMAR e suas controladas mantêm seguro garantindo
cobertura para danos materiais, perda de receitas decorrentes destes danos (lucros cessantes), entre
outros. A administração entende que o montante segurado é suficiente para garantir a integridade
patrimonial e continuidade operacional, bem como o cumprimento das regras estabelecidas nos
Contratos de Concessão.

As apólices de seguros propiciam as seguintes coberturas, segundo os riscos e a natureza dos bens
em 30 de junho de 2007:

Importância Segurada
Modalidade de seguro consolidada

Riscos operacionais e lucros cessantes 800.000


Responsabilidade civil – terceiros 123.024
Incêndio – Estoques 112.000
Seguro garantia 31.590
Roubo – Estoques 30.000
Responsabilidade civil – geral 20.000
Responsabilidade civil – veículos 3.000

29 Eventos subseqüentes

Em 9 de julho de 2007, foi publicado no Diário Oficial da União, a formalização da transferência da


autorização de prestação do STFC, da Oi para TMAR, nas modalidades LDN e LDI, na Região I
(LDN - apenas no Setor 3) e nas Regiões II e III do PGO - Plano Geral de Outorgas.

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07.01 - COMENTÁRIO DO DESEMPENHO DA COMPANHIA NO TRIMESTRE

VER COMENTÁRIO DO DESEMPENHO CONSOLIDADO

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12.01 - COMENTÁRIO DO DESEMPENHO CONSOLIDADO NO TRIMESTRE


1) PRINCIPAIS DESTAQUES

• Empresas Oi agregaram 369 mil novas UGRs (Unidades Geradoras de Receitas) no


2T07, 30% acima do 1T07 (284 mil), totalizando 29,2 milhões ao final de junho/07.

• Planos alternativos de telefonia fixa foram ampliados em 915 mil no trimestre,


atingindo 3,5 milhões, representando 25% do total das linhas em serviço.

• Oi Conta Total já registra 351 mil clientes ou aproximadamente 15% de nossa base
móvel pós-paga.

• Com adesão de 84 mil clientes, Oi Velox volta a crescer em ritmo acelerado (7,1%).

• A receita média mensal por cliente (ARPU) da telefonia fixa foi de R$85,12,
crescimento tanto no trimestre (+0,7%) quanto no ano (+3,4%). Na telefonia móvel, o
ARPU manteve-se estável em R$21,50.

• Foco em rentabilidade na móvel. A performance do serviço móvel foi um dos principais


motivadores para o crescimento de 9,7% do EBITDA consolidado no 2T07, que totalizou
R$1.601 milhões resultando em uma margem de 36,7%.

• Nova redução da dívida líquida no trimestre (-1,1%) para R$3.155 milhões,


equivalendo a 0,51x EBITDA dos últimos doze meses.

• Forte performance operacional, saudável posição financeira e indicadores


macroeconômicos (juros e câmbio) sob controle, ampliaram o lucro líquido consolidado
para R$545 milhões (R$2,28/ação), uma evolução de 25% e 47% no trimestre e em doze
meses, respectivamente.

• Os investimentos somaram R$387 milhões no 2T07, representando 8,9% da receita


líquida consolidada.

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12.01 - COMENTÁRIO DO DESEMPENHO CONSOLIDADO NO TRIMESTRE

2) PERFORMANCE OPERACIONAL:

Telefonia Fixa – Oi Fixo

O foco da Companhia visando a estabillização da base de clientes de telefonia fixa gera, de forma
gradativa e consistente, resultados positivos, resultado de uma política criteriosa de flexibilização de
crédito.

Aliado a isto, cumpre ressaltar que desde maio/06, a companhia tem atuado na oferta segmentada de
planos alternativos e convergentes, que ao final do semestre já somam 3,5 milhões de clientes (+34,8%
em relação ao 1T07) e representam 24,7% do total de linhas fixas em serviço, contribuindo para a maior
fidelização do cliente.

Banda Larga – Oi Velox

A planta média em serviço do Oi Velox cresceu 6,6% no trimestre e 30,8% sobre o 2T06, impulsionada
pelas campanhas comerciais e ofertas de produtos convergentes. O total de usuários do Oi Velox
representa 8,8% das linhas em serviço, comparativamente a 8,2% no trimestre anterior e 6,7% no 2T06.
Neste trimestre, registramos maior ritmo de crescimento dos serviços de acesso à internet em banda
larga, relativamente ao observado no trimestre anterior.

Telefonia Móvel

As adições líquidas de 276 mil no trimestre elevaram a base de clientes a 13,6 milhões, como resultado
de adições brutas de 1.319 mil clientes – sendo 291 mil (22%) no segmento pós-pago (13% no 1T07) –
e desligamentos (churn) de 1.043 mil. O churn trimestral manteve-se estável em 7,7%, com viés de
melhora no segmento de pós-pago de alto valor, impulsionado pelas ofertas de planos convergentes, com
destaque para os planos Oi Conta Total.

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12.01 - COMENTÁRIO DO DESEMPENHO CONSOLIDADO NO TRIMESTRE


Quadro 1 – Indicadores Operacionais

2T06 3T06 4T06 1T07 2T07 ∆ Trim. ∆ Ano

Telefonia Fixa - OI Fixo

Linhas Instaladas (Mil) 17.041 17.025 17.136 17.111 16.927 -1,1% -0,7%
Linhas em Serviço (Mil) (a) 14.499 14.431 14.388 14.338 14.347 0,1% -1,0%
Residencial (%) 78,1% 78,1% 78,1% 78,1% 78,1% 0,0 p.p. 0,0 p.p.
Comercial (%) 17,8% 17,9% 17,9% 17,9% 17,9% 0,0 p.p. 0,1 p.p.
TUP (%) 4,2% 4,0% 4,0% 4,0% 4,0% 0,0 p.p. -0,2 p.p.
Planos Alternativos em minutos (Mil) 295 825 1.653 2.632 3.547 34,8% 1102,4%
% das Linhas em Serviço 2,0% 5,7% 11,5% 18,4% 24,7% 6,3 p.p. 22,7 p.p.
ARPU Oi Fixo (R$) 82,3 84,9 87,2 84,5 85,1 0,7% 3,4%

Banda Larga - Oi Velox

Total ADSL (Mil) (b) 970 1.046 1.128 1.182 1.266 7,1% 30,5%
% das Linhas em Serviço 6,7% 7,3% 7,8% 8,2% 8,8% 0,6 p.p. 2,1 p.p.
Residencial (%) 83,3% 83,7% 84,4% 84,6% 85,3% 0,7 p.p. 2,0 p.p.
ARPU Oi Velox (R$) 53,8 56,0 54,7 53,6 51,8 -3,4% -3,7%

Telefonia Móvel - Oi Móvel 2T06 3T06 4T06 1T07 2T07 D Trim. D Ano

Usuários (Mil) (c) 12.034 12.643 13.078 13.358 13.634 2,1% 13,3%
% Pós - Pago 20% 20% 18% 17% 18% 1,0 p.p. -2,0 p.p.
Base Média (Mil) 11.629 12.375 12.816 12.952 13.097 1,1% 12,6%
Market Share Oi - Região I 27,8% 27,6% 27,4% 27,2% 26,5% -0,7 p.p. -1,3 p.p.
% das Adições Líquidas da Região I 38,1% 24,4% 22,9% 21,1% 11,5% -9,6 p.p. -26,6 p.p.
Penetração Região I 42,7% 45,1% 46,8% 47,9% 50,1% 2,2 p.p. 7,4 p.p.
Churn Trimestral 6,4% 7,9% 8,8% 7,7% 7,7% 0,0 p.p. 1,3 p.p.
ARPU Oi (R$) 17,8 22,4 22,1 21,6 21,5 -0,5% 20,8%

UGR - Unidades Geradoras de


27.503 28.120 28.594 28.878 29.247 1,3% 6,3%
Receita (a+b+c)

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12.01 - COMENTÁRIO DO DESEMPENHO CONSOLIDADO NO TRIMESTRE


3) RESULTADOS CONSOLIDADOS:

3.1) Receita

A receita bruta consolidada (R$6.210 milhões) foi superior em 0,8% à do trimestre anterior e em
6,6% à do mesmo período de 2006, com destaque para o aumento das receitas de serviços “móveis”,
“dados” e fixo-móvel (VC-1/VC-2/VC-3), que passaram a representar, respectivamente, 16%, 11% e
14% da receita bruta consolidada do 1S07, como a seguir.

Quadro 2 – Composição da Receita Bruta

Trimestral Semestral Composição %

R$ Milhões 2T06 1T07 2T07 ∆ Trim. ∆ Ano 1S06 1S07 Var. % 1S06 1S07

Telefonia Fixa 5.047 5.173 5.182 0,2% 2,7% 10.207 10.355 1,4% 87% 84%
Local (ex - VC1) 2.291 2.249 2.239 -0,4% -2,3% 4.591 4.487 -2,3% 39% 36%
Assinatura 1.641 1.705 1.737 1,9% 5,9% 3.316 3.442 3,8% 28% 28%
Tráfego Local 630 516 475 -7,9% -24,6% 1.221 991 -18,8% 10% 8%
Outros 20 27 27 0,0% 35,0% 53 54 1,9% 0% 0%
Fixo Móvel Local (VC1) 619 676 684 1,2% 10,5% 1.273 1.359 6,8% 11% 11%
Longa Distância (ex - VC2/3) 717 722 692 -4,2% -3,5% 1.508 1.414 -6,2% 13% 11%
Fixo Móvel (VC2/3) 160 197 202 2,5% 26,3% 329 399 21,3% 3% 3%
Uso da Rede 169 150 146 -2,7% -13,6% 342 296 -13,5% 3% 2%
Dados 614 674 716 6,2% 16,6% 1.196 1.390 16,2% 10% 11%
Velox 215 266 275 3,4% 27,9% 423 541 27,9% 4% 4%
Outros 399 408 441 8,1% 10,5% 773 849 9,8% 7% 7%
Telefones Públicos 281 302 282 -6,6% 0,4% 569 584 2,6% 5% 5%
Serviços Adicionais 144 144 160 11,1% 11,1% 285 304 6,7% 2% 2%
Voz Avançada / Outros 52 60 62 3,3% 19,2% 115 122 6,1% 1% 1%

Telefonia Móvel 779 990 1.028 3,8% 32,0% 1.461 2.018 38,1% 13% 16%
Serviços 670 936 966 3,2% 44,2% 1.275 1.902 49,2% 11% 15%
Assinatura 184 207 219 5,8% 19,0% 337 426 26,4% 3% 3%
Chamadas Originadas 321 374 389 4,0% 21,2% 621 763 22,9% 5% 6%
Roaming 29 29 27 -6,9% -6,9% 63 56 -11,1% 1% 0%
Uso de Rede 62 260 265 1,9% 327,4% 123 525 326,8% 1% 4%
Dados / Valor Adicionado 75 66 66 0,0% -12,0% 131 132 0,8% 1% 1%
Revenda de Aparelhos 109 54 62 14,8% -43,1% 186 116 -37,6% 2% 1%
Telefonia Fixa 5.047 5.173 5.182 0,2% 2,7% 10.207 10.355 1,4% 87% 84%
Telefonia Móvel 779 990 1.028 3,8% 32,0% 1.461 2.018 38,1% 13% 16%
Receita Bruta Total 5.826 6.163 6.210 0,8% 6,6% 11.667 12.373 6,1% 100% 100%

Receita Líquida Consolidada 4.062 4.305 4.358 1,2% 7,3% 8.118 8.663 6,7% 70% 70%

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Telefonia Fixa:
Fixa:

A receita bruta de telefonia fixa teve aumento de R$9 milhões no trimestre e R$135 milhões em relação
ao mesmo período do ano anterior, basicamente, devido ao aumento da “assinatura” e dos serviços de
“comunicação de dados” (principalmente expansão do Oi Velox) e “serviços adicionais”, compensando
reduções de receitas de tráfego “local”, “longa distância” (ex- VC-2 e VC-3) e “telefonia pública”.

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Serviço Local

Fixo-
Fixo-Fixo: A receita bruta dos serviços locais que ficou praticamente estável (-0,4%)
(assinatura, relativamente ao 1T07, e 2,3% inferior à do 2T06, revela uma nova
tráfego, dinâmica a partir da contínua adesão de clientes aos planos alternativos
habilitação) de minutos (+34,8% em relação ao 1T07), a saber: menores receitas com
pulso/minuto, face ao menor tráfego faturado e aumento de receita com
”assinaturas”.

Cabe pontuar que, conforme previsto no contrato de concessão, a


tarifação do tráfego fixo-fixo local está sendo migrada de “pulso” para
“minuto” e, de março/07 até o final de junho/07, foram concluídas as
migrações compulsórias para o plano básico de minutos em seis estados
da Região I de atuação da Oi, o que representa 43% da base de
assinantes. Esta migração estará concluída em todos os estados da Região
I até o final de julho de 2007.

Fixo-
Fixo-Móvel: Receita R$8 milhões superior à registrada no 1T07, basicamente em
(VC1) virtude do aumento de tráfego. Em relação ao 2T06, registrou-se aumento
de R$65 milhões principalmente devido ao impacto indireto da introdução
da sistemática do full billing em julho de 2006 (interconexão para 100%
das chamadas locais entre operadoras móveis), que deslocou chamadas
originadas em telefones móveis para a rede fixa.

Serviços de Longa Distância (LD)

LD Fixo Queda de R$30 milhões em relação ao trimestre anterior devido à


(LDN e LDI) sazonalidade das férias de verão no 1T07. Relativamente ao 2T06, a
redução de R$25 milhões refere-se, principalmente, à queda no tráfego.

LD Fixo-
Fixo-Móvel A receita manteve-se praticamente no mesmo nível do trimestre anterior
(VC2/VC
(VC2/VC3)
VC3) (+R$5 milhões) e R$42 milhões superior ao 2T06 em função do aumento
de tráfego.

Remuneração pelo Uso da Rede Fixa:


Fixa:

Receita manteve-se praticamente estável em relação ao 1T07 e R$23 milhões inferior ao 2T06,
devido à redução de 20% na tarifa de interconexão com a rede fixa local (TU-RL) estabelecida na
renovação do contrato de concessão (Dez/05) e em vigor desde jan/07.

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12.01 - COMENTÁRIO DO DESEMPENHO CONSOLIDADO NO TRIMESTRE


Serviços de Comunicação de Dados:

Receita superior em R$42 milhões e R$102 milhões em relação ao 1T07 e ao 2T06, respectivamente,
com destaque para as receitas de “Oi Velox” (clientes ADSL), em virtude do crescimento da base de
clientes, e dos “Serviços IP” impulsionados, pontualmente por operações relacionadas com o projeto
dos Jogos do Pan-americanos Rio 2007.

Telefones Públicos:

Receita de R$20 milhões inferior ao 1T07 devido à menor quantidade de créditos vendido. Em relação
ao 2T06 a receita se manteve estável (+R$1 milhão).

Telefonia Móvel

A receita bruta de telefonia móvel aumentou R$38 milhões no trimestre, principalmente com
“assinaturas” e “chamadas originadas”, resultado do crescimento da base média de usuários, com foco
em clientes de alto valor e de planos convergentes (Oi Conta Total). Em relação ao 2T06, a receita
aumentou R$249 milhões, dos quais R$203 milhões (81,5%) são relativos à receita de remuneração de
rede, significativamente impactada pela introdução do novo sistema de tarifação (full billing), a partir de
jul/06.

A receita com a revenda de aparelhos registrou pequeno crescimento (R$8 milhões) no trimestre, face
aos períodos festivos do Dia das Mães (maio) e dos Namorados (junho), registrando queda de R$47
milhões em relação ao 2T06. Tal redução está em linha com a estratégia da Oi implementada no início de
2006, de venda apenas do sim card para o segmento pré-pago, objetivando a redução do custo de
aquisição desses clientes, notadamente subsídios de aparelhos.

Cabe destacar que a base de clientes do segmento pré-pago cresceu 1,8% (195 mil novos usuários) em
relação ao 1T07, e 17,1% (1.646 mil novos usuários) em relação ao 2T06.

A remuneração pelo uso da rede manteve-se estável em relação ao 1T07, somando R$265 milhões após
eliminação de receitas de R$180 milhões no 2T07 (R$190 milhões no 1T07) recebidas da TMAR.

A receita da telefonia móvel no trimestre representa 16,6% da receita bruta total consolidada,
comparado a 13,4% no 2T06 e 16,1% no trimestre anterior.

No trimestre, a receita bruta da Oi (TNL- PCS) somou R$1.370 milhões e a receita líquida R$1.028 milhões
(+2,8% sobre o 1T07 e +27,3% sobre o 2T06).

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A receita média mensal por usuário (ARPU) atingiu R$21,50 no trimestre, praticamente estável (-0,9%)
sobre o 1T07 e superior em 1,21% em relação ao 2T06.

3.2)
.2) Custos e Despesas Operacionais

Os custos e despesas diminuíram em R$89 milhões no trimestre e aumentaram R$272 milhões em


relação ao 2T06. A redução de 3,1% sobre o trimestre anterior deveu-se, basicamente, à queda nas
Outras Despesas (Receitas) Operacionais, a despeito do crescimento observado em Publicidade e
Propaganda, Pessoal e Provisão para Devedores Duvidosos. Relativamente ao 2T06, o crescimento de
10,9% decorreu principalmente do aumento em custos de interconexão e da PDD – Provisão para
Devedores Duvidosos, embora beneficiado pela redução do Custo das Mercadorias Vendidas.

Quadro 3 – Composição dos Custos e Despesas Operacionais

Trimestral Semestral
Var. %
Item 2T06 1T07 2T07 1S06 % Total 1S07 % Total Var. %
Trim. Anual
Interconexão 590 826 838 1,5% 42,0% 1.217 24% 1.664 30% 36,7%
Pessoal 159 176 196 11,4% 23,3% 308 6% 373 7% 21,1%
Materiais 72 70 70 0,0% -2,8% 156 3% 140 2% -10,3%
Custo de Aparelhos SMP e outros (CMV) 140 68 57 -16,2% -59,3% 252 5% 125 2% -50,4%
Serviços de Terceiros 960 963 939 -2,5% -2,2% 1.888 37% 1.902 34% 0,7%
Publicidade e Propaganda 69 68 87 27,9% 26,1% 166 3% 154 3% -7,2%
Aluguéis e Seguros 167 189 177 -6,3% 6,0% 339 7% 365 7% 7,7%
PDD 135 143 176 23,1% 30,4% 243 5% 319 6% 31,3%
Outras Desp. (Rec.) Operac. 191 344 217 -36,9% 13,6% 479 9% 561 10% 17,1%
TOTAL 2.485 2.846 2.757 -3,1% 10,9% 5.048 100% 5.603 100% 11%

Interconexão:

O aumento de R$12 milhões em relação ao 1T07 provém do maior volume de tráfego fixo–móvel e,
em relação ao 2T06, o aumento de 42% deve-se à introdução da sistemática de full billing (jul/06)
entre as operadoras móveis. Desconsiderando tal efeito, a variação, relativamente ao 2T06, teria sido
de 8,7% quando comparado ao 2T06.

Pessoal:

Os aumentos de R$20 milhões sobre o 1T07 e de R$37 milhões sobre o 2T06 devem-se,
principalmente, ao processo de primeirização de serviços relacionados com o Centro de
Gerenciamento de Rede, iniciado no 1T07, e ao reajuste salarial referente ao acordo coletivo
realizado no 4T06. No final de Junho/07, o quadro de colaboradores totalizava 8.539 (7.552 em
Junho/06).

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Custo de Aparelhos SMP e outros (CMV):

No 2º Trimestre houve uma queda de R$11 milhões frente ao 1T07. Esta redução teria sido de R$66
milhões desconsiderando o evento não recorrente ocorrido no 1T07 (R$55 milhões), relativo ao
estorno da provisão de obsolescência do estoque em decorrência do incêndio ocorrido em Jan/07 no
depósito de aparelhos de handset e acessórios da Oi.

Adicionalmente, a redução frente ao 2T06 está relacionada à estratégia de venda do “sim card alone”
no segmento pré-pago, iniciada em 2006.

Serviços de Terceiros:

As despesas foram reduzidas em R$24 milhões sobre o 1T07 e R$21 milhões sobre o 2T06. Em
relação ao 1T07, tal queda deve-se a menores despesas com manutenção de planta em função do
desfecho de rescisões de contratos com empreiteiras (empresas prestadoras de serviços
terceirizados) no 1T07. Em relação ao 2T06 refere-se, basicamente, aos menores gastos com
manutenção de planta (R$26 milhões), operação de call center (R$22 milhões), consultorias e
assessoria jurídica (R$14 milhões) e aos maiores gastos com “outros” (R$26 milhões), notadamente
relacionados a ofertas de clientes pós pago de alto-valor.

Publicidade e Propaganda:

Aumento de R$19 milhões (1T07) e R$18 milhões (2T06) devido às campanhas de divulgação e
consolidação da marca “Oi”, lançada em mar/07, bem como, pelo patrocínio do projeto dos jogos
Pan-americanos Rio 2007.

Provisões
Provisões para Devedores Duvidosos – PDD:

O aumento de R$ 33 milhões no trimestre e de R$ 41 milhões em relação ao mesmo período de 2006


decorre da estratégia da Oi de flexibilizar a política de crédito de forma rentável, resultando na
manutenção da base de clientes de telefonia fixa.

Outras Despesas (Receitas) Operacionais:

Redução de R$127 milhões no trimestre, principalmente devido à queda nas provisões para
contingências em R$43 milhões, desconsiderando despesa não recorrente de R$53 milhões. Este item
não recorrente foi proveniente de baixa do estoque resultado do incêndio ocorrido em Jan/07 no
depósito de aparelhos de handset e acessórios da Oi.

Em relação ao 2T06 houve aumento de R$26 milhões devido, basicamente, ao aumento das
provisões para contingências (+R$27 milhões), principalmente trabalhistas e regulatórias.

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3.3)
.3) Demais Itens do Resultado Consolidado

EBITDA (LAJIDA):
(LAJIDA):

O EBITDA consolidado foi 9,7% superior ao do trimestre anterior, com margem de 36,7% (33,9%
no 1T07). Em relação ao 2T06, a margem EBITDA reduziu 2,8 p.p. principalmente devido ao efeito do
full billing. Cabe ressaltar que considerando os efeitos do full billing na margem no 2T06, esta teria
sido de 37,0%, estável quando comparada ao 2T07.

A TMAR controladora registrou aumento no EBITDA e na margem EBITDA do trimestre (+R$58


milhões e +1,5 p.p.), basicamente em função do crescimento consistente da receita de comunicação
de dados, com destaque para o Oi Velox. Aliado a isto, contribuiu para a performance do trimestre a
estabilização da receita dos serviços de telefonia local pela manutenção da base fixa com a
flexibilização das políticas de crédito, além do crescimento do ARPU, motivado pela migração de
clientes para planos alternativos.

A Oi (TNL PCS) registrou aumento no EBITDA de R$83 milhões no trimestre, com a redução de seus
custos e devido ao mix da carteira de clientes Oi Móvel, com ênfase em planos pós-pagos de alto
valor (Corporativo e Oi Conta Total).

No 2T07 foi alterada a classificação do Resultado de Equivalência Patrimonial que passa a ser
apresentada após o EBIT de forma a permitir uma melhor apresentação da Demonstração do
Resultado, conforme quadro a seguir.. Ressalte-se que o EBIT evoluiu 20,7% no trimestre e 24,6%
relativamente ao mesmo período do ano passado.

Quadro 4 – EBITDA x EBIT x Lucro Líquido

R$ Milhões 2T06 1T07 2T07 1S06 1S07

EBITDA 1.577,6 1.459,4 1.600,6 3.069,7 3.059,9


Depreciações e Amortizações 818,9 672,7 655,2 1.660,0 1.327,9
EBIT 758,7 786,7 945,4 1.409,7 1.732,0
Equivalência Patrimonial 0,3 2,3 0,5 0,4 2,9
Receitas Financeiras (161,4) (225,4) (180,8) (286,8) (406,2)
Despesas Financeiras 482,7 353,8 321,4 865,4 675,2
Despesas (receitas) não operacionais (9,6) (2,7) -8,8 (5,2) (11,6)
Participações Minoritárias 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0
Imposto de Renda e Contribuição Social 76,0 222,1 268,1 155,4 490,2
Lucro líquido 370,7 436,6 545,0 680,5 981,5

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Resultado Financeiro Líquido

As despesas financeiras líquidas foram maiores em R$12 milhões que as do 1T07 e menores em
R$182 milhões referente ao 2T06, como detalhado a seguir:

Quadro 5 – Resultado Financeiro

Trimestral Semestral

R$ Milhões 2T06 1T07 2T07 ∆ Trim. ∆ Ano 1S06 1S07 Var. %

Receitas Financeiras 161 225 181 -19,8% 12,0% 287 406 41,6%
Juros s/ Aplicações financeiras 83 110 91 -17,3% 9,3% 138 201 44,9%
Outras Receitas financeiras 78 116 90 -22,2% 14,7% 149 206 38,4%

Despesas Financeiras (483) (354) (321) -9,2% -33,6% (866) (675) -22,1%
Juros s/ empréstimos e financiamentos (197) (165) (164) -0,4% -16,5% (325) (330) 1,4%
Resultado Cambial s/ Emprest. e Financ. (80) (25) (15) -39,2% -81,1% (149) (40) -73,0%
Variação monetária e cambial (2) 77 103 32,8% -6493,6% 209 180 -13,8%
Resultado de hedge cambial (79) (102) (118) 15,2% 49,7% (358) (220) -38,5%
Outras Despesas Financeiras (206) (164) (141) -13,6% -31,4% (392) (305) -22,1%
Encargos bancários (incluindo CPMF) (46) (53) (70) 30,4% 51,9% (94) (123) 31,4%
Juros s/ impostos parcelados (Refis) (15) (12) (11) -2,3% -24,7% (33) (23) -28,9%
Atualização monetária de prov.contingências (71) (81) (56) -30,8% -21,6% (135) (137) 1,4%
IOF, PIS,COFINS sobre receitas financeiras (4) (0) 0 -378,0% -106,1% (6) 0 -102,3%
Outras (70) (18) (5) -73,8% -93,4% (124) (22) -82,1%

Resultado Financeiro Líquido (322) (128) (140) 9,3% -56,4% (579) (269) -53,6%

As receitas financeiras foram inferiores às registradas no trimestre anterior em R$44 milhões


devido, principalmente, ao menor volume médio de caixa no período, menor taxa de juros e à
redução dos descontos financeiros obtidos no período.

As despesas financeiras diminuíram R$33 milhões sobre o 1T07, como detalhado a seguir:

• Resultado cambial sobre empréstimos e financiamentos, com despesas inferiores em


R$10 milhões no trimestre, decorrentes de:

- Ganhos cambiais sobre a dívida de R$105 milhões, face à valorização do Real frente ao
dólar americano, e despesas com variações monetárias de R$2 milhões;

- Despesa de R$118 milhões com hedge cambial, provenientes de despesas de R$64 milhões
com variações cambiais e de R$54 milhões com juros base CDI;

• Outras despesas financeiras foram R$23 milhões menores no trimestre, devido,


principalmente, à redução da atualização monetária das contingências.

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Resultado Líquido

O lucro líquido consolidado e da controladora atingiu R$545 milhões no trimestre (R$2,28 por
ação), +47,0% acima do mesmo período de 2006 e 24,8% superior ao 1T07. O aumento de R$108
milhões no trimestre deveu-se à melhora dos resultados operacionais e à redução da despesa de
depreciação.

A Oi (TNL PCS) apresentou lucro de R$102 milhões no trimestre, +124,7% sobre o 1T07, e bem
acuima do apresentado no 2T06 (R$0,4 milhões).

4) ENDIVIDAMENTO E INVESTIMENTOS

4.1) Endividamento

A dívida líquida consolidada, de R$3.155 milhões, foi reduzida em R$36 milhões no trimestre e
R$1.977 milhões desde junho de 2006.

4.2) Investimentos

Os investimentos consolidados somaram R$387 milhões no 2T07 (8,9% da receita líquida), sendo
R$323 milhões alocados na telefonia fixa e R$64 milhões na telefonia móvel, respectivamente 83,5%
e 16,5%. No 1S07, os investimentos totalizaram R$730 milhões (R$925 milhões 1S06), com foco na
ampliação da rede e infra-estrutura da planta de dados, visando aumentar a capacidade de
transmissão e expansão da plataforma de banda larga.
Quadro 6 - Investimentos

Trimestral Semestral
R$ Milhões 2T06 1T07 2T07 ∆ Trim. ∆ Ano 1S06 % 1S07 % ∆ Ano
Telefonia Fixa 328 279 323 15,8% -1,5% 669 72% 602 82% -10,0%
Expansão e Qualidade 121 102 95 -6,9% -21,5% 270 29% 197 27% -27,0%
Dados / Sist. de Comunic. / Outros 207 177 227 28,2% 9,7% 399 43% 404 55% 1,3%
Telefonia Móvel 156 65 64 -1,5% -59,0% 256 28% 129 18% -49,6%
TOTAL 484 344 387 12,5% -20,0% 925 100% 730 100% -21,1%

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5) EVENTOS RECENTES

5.1) Telemar Participações (TmarPart) adquire ações da Telemar Norte Leste em


Oferta Pública

Em 24 de julho de 2007 a Telemar Participações adquiriu 10.091.956 ações preferenciais classe A


da Telemar Norte Leste S.A. (TMAR5) em Oferta Pública de Aquisição de ações (OPA). Esta
quantidade representa, respectivamente, 25,70% das ações PNA em circulação no mercado, 7,74%
do total de ações PNA da companhia ex-tesouraria e 4,23% do total das ações do capital social (ex-
tesouraria). O valor pago por ação atingiu R$67,50, o que representa um volume financeiro total na
operação de
R$ 681.207 mil.

A OPA das ações preferenciais da Tele Norte Leste Participações (TNLP4) foi adiado para o dia 14 de
agosto de 2007, conforme Comunicado ao Mercado divulgado no dia 20 de Julho de 2007.

5.2) A Anatel autorizou o reajuste anual para as tarifas de telefonia fixa,


fixo-móveis e interconexão móvel

As tarifas da cesta local (assinatura, minuto, crédito de TUP, TU-RL) e da cesta de longa-distância
foram reajustadas para nossos clientes em 1,83% em 20.07.2007. O percentual corresponde à
inflação dos últimos 12 meses (IST de 2,91%) e uma produtividade de aproximadamente 1%. Para
evitar que o aumento do valor do minuto coincida com o período de conversão pulso-minuto, a Oi
concordou em praticar promocionalmente o valor não reajustado do minuto até 30.09.2007.

As tarifas Fixo-Móveis (VC1, VC2, VC3) foram reajustadas em 2,88% em 20.07.2007,


correspondente à inflação acumulada desde janeiro de 2005 e o deflator da produtividade. As
tarifas de interconexão pagas para as operadoras móveis (VUM) aumentarão em 1,97%. Esse
aumento do VUM é decorrente de um acordo de pactuação firmado com as operadoras móveis que
fixa um repasse para VUM equivalente a 68,5% do reajuste de VC1. O acordo é valido também
para o próximo reajuste de tarifas em julho de 2008.

O reajuste das tarifas VC acima (2,88%) do custo de interconexão VUM (1,97%) vem consolidar a
progressiva melhoria da margem do segmento Fixo-Móvel defendida pela Companhia.

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5.3) Anatel iniciou o processo de licitação de freqüências 2G e de Consulta
Pública para o regulamento de Terceira Geração

A Anatel iniciou em julho uma licitação de freqüências 2G e uma consulta pública do modelo da
futura licitação para freqüências 3G. Pretendemos participar da licitação 3G que deverá acontecer
no começo de 2008 mas iremos defender na consulta pública um modelo que seja economicamente
compatível com a realidade do mercado brasileiro e da nossa região.

5.4) Constituição de subsidiária para prestação de serviços de manutenção de rede

Em junho de 2007, a Telemar Norte Leste S/A adquiriu uma controlada (99,99%) denominada
SEREDE – Serviços de Rede S.A., com capital de R$3.000.000,00, que terá por finalidade:
- a prestação de serviços de instalação, manutenção, operação e construção de redes na área de
telecomunicações;
- a compra e venda, importação e exportação de equipamentos de telecomunicações,
eletrônicos, informática entre outros; a
- a elaboração de projetos executivos de telecomunicações e atividades correlatas.

5.5) Transferência de outorgas da TNL PCS S/A para Telemar Norte Leste S/A

Em 9 de julho de 2007, foi formalizada a transferência da autorização de prestação do Serviço


Telefônico Fixo Comutado – STFC, da TNL PCS S/A para Telemar Norte Leste S/A, nas
modalidades Longa Distância Nacional – LDN e Longa Distância Internacional - LDI, na Região I
(LDN – apenas no Setor 3) e nas Regiões II e III do Plano Geral de Outorgas – PGO.

Dessa forma, a partir do próximo trimestre as receitas e os custos provenientes dessas


operações serão apresentados na TMAR Controladora.

5.6) Oi: Novos contratos, produtos e serviços

Oi – Patrocinadora Oficial dos jogos Pan-


Pan-americanos 2007

Como patrocinadora de atletas e dos Jogos Pan-americanos Rio 2007, a empresa visa associar sua
marca aos atributos positivos do esporte, como paixão, superação de limites e espírito de equipe.
Nos Jogos Rio 2007, a Oi está representada por sete atletas de diferentes modalidades esportivas.

A empresa tem investido ainda em serviços para os Jogos. A Oi lançou conteúdos no modelo de
cross media (no celular e na internet). Estes serviços podem ser obtidos tanto no Portal Wap,
acessando Jogos Rio 2007, como no hotsite hospedado no portal Oi Internet

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(www.oi.com.br/rio2007). Os usuários têm, ainda, acesso a blogs e download de conteúdos dos
Atletas Oi (papéis de parede, jogos e vídeos).
A Oi prepara ainda ações promocionais durante o período do Pan. Para atender toda a população do
Rio, e também os turistas que a cidade receberá durante os Jogos, a empresa instalará Quiosques
Oi com informações sobre os serviços da companhia e sobre o evento.

Lançamento do “Oi Office”


Office”

Em 22 de junho de 2007 a Oi lançou o novo produto para o mercado corporativo, o “Oi Office”,
facilitando o acesso ao Outlook a partir do telefone móvel. Este serviço oferece ao mercado
corporativo mais eficiência no acesso a e-mails em tempo real, navegação na web e o uso de
aplicativos empresariais com sistema operacional Windows Mobile no aparelho móvel da Oi. A
parceria com a Microsoft amplia o conceito de convergência também para pequenas e médias
empresas. O objetivo é oferecer aos clientes a possibilidade de trabalhar de qualquer lugar,
contribuindo para o aumento da produtividade dos funcionários.

Não é necessário investimento adicional em infra-estrutura de TI (software e servidores) ou


capacitação e desenvolvimento de equipe em ambiente Microsoft. A Oi oferece planos a partir de
R$99,80, com dados ilimitados para navegação na internet, solução que permite economia de cerca
de 30% se comparada às demais ofertas do mercado que necessitam de software e servidor
dedicados.

O novo serviço é parte da estratégia de oferta de serviços convergentes da Companhia, reunindo


voz, dados e mobilidade em um mesmo produto. O “Oi Office” está disponível em toda a área de
atuação da rede móvel da Oi e pode ser acessada nas outras regiões do Brasil e exterior através de
parcerias de roaming GPRS com outras operadoras.

Lançamento do “Oi Você na Tela


Tela”

Em 16 de julho de 2007 a Oi lançou o “Oi você na tela”, serviço que permite aos clientes serem
remunerados pela produção de seus próprios vídeos. O conteúdo criado pelo cliente fica disponível
para download e o autor recebe créditos por cada compra efetuada, que posteriormente podem ser
resgatados em dinheiro. O acesso ao conteúdo pode ser feito tanto pelo portal wap dos aparelhos
móveis da Oi, quanto pelo website www.vcnatela.oi.com.br .

O conceito por trás do produto é o de que o aparelho móvel é muito mais um gerador de conteúdo
do que um mero receptor. É necessário um cadastro inicial a partir do qual os usuários podem
enviar vídeos de até 30 segundos por MMS, recebendo R$0,99 por vídeo e R$ 0,10 por download.
Quando acumulados R$ 20,00 em créditos, o usuário pode resgatar o valor em dinheiro.

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01132-0 TELEMAR NORTE LESTE S/A 33.000.118/0001-79

12.01 - COMENTÁRIO DO DESEMPENHO CONSOLIDADO NO TRIMESTRE


6) DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS

6.1
6.1) Telemar Norte Leste - TMAR Consolidada
R$ Milhões

Demonstração do Resultado do Exercício 2T06 1T07 2T07 1S06 1S07


Serviço Telefônico Fixo 5.046,7 5.173,3 5.181,7 10.206,5 10.355,0
Receita Serviço Local 2.909,6 2.924,1 2.922,4 5.863,3 5.846,5
Assinatura 1.640,8 1.705,3 1.736,7 3.316,2 3.441,9
Tráfego Local 630,0 515,8 474,9 1.221,4 990,6
Habilitação 12,4 22,9 23,3 23,7 46,2
A Cobrar 9,4 4,3 3,6 24,1 7,9
Outras Receitas (1,9) 0,3 0,1 5,5 0,4
Fixo-Móvel (VC1) 618,9 675,6 683,9 1.272,5 1.359,5
Receita de Longa Distância 876,5 918,9 893,7 1.836,5 1.812,6
Intra-Setorial 417,0 424,1 405,4 876,3 829,4
Inter-Setorial 122,7 111,3 109,6 259,7 220,9
Inter-Regional 158,3 163,7 159,2 332,5 322,9
Internacional 18,9 22,9 17,7 39,6 40,6
Fixo-Móvel (VC2 e VC3) 159,6 197,0 201,8 328,5 398,8
Receita de Voz Avançada 51,5 59,5 61,1 114,0 120,5
Receita de Telefone de Uso Público 281,2 302,2 281,7 569,0 583,9
Receita de Serviços Adicionais 144,2 143,9 159,8 284,6 303,7
Remuneração pelo Uso da Rede 169,3 150,0 146,4 341,8 296,4
Receita de Comunicação de Dados 613,7 674,1 715,9 1.196,2 1.390,0
Outros 0,8 0,5 0,8 1,0 1,4
Serviço Telefônico Móvel 778,8 990,1 1.027,9 1.460,9 2.018,0
Assinatura 183,6 207,2 218,7 336,7 425,9
Chamadas originadas 320,8 374,2 388,8 620,8 762,9
Roaming nacional/internacional 29,5 28,9 27,0 62,9 55,9
Remuneração pelo Uso de Rede Móvel 61,6 259,6 265,4 123,1 525,1
Dados / Valor Adicionado 74,7 66,2 66,0 131,3 132,2
Material de Revenda (aparelhos) 108,6 54,1 62,0 186,1 116,1
Receita Operacional Bruta 5.825,5 6.163,4 6.209,6 11.667,4 12.373,0
Impostos e Deduções 1.763,2 1.858,1 1.852,0 3.549,9 3.710,1
Receita Operacional Líquida 4.062,3 4.305,3 4.357,6 8.117,5 8.662,9
Custos e Despesas Operacionais 2.484,6 2.846,0 2.757,0 5.047,9 5.603,0
Custo de Serviços Prestados 791,2 873,9 842,9 1.595,6 1.716,8
Custo das Mercadorias Vendidas 140,2 67,8 57,2 251,9 125,1
Custos de Interconexão 590,4 825,7 838,3 1.216,9 1.664,0
Despesas de Comercialização 649,3 601,6 695,3 1.283,1 1.297,0
Despesas Gerais e Administrativas 241,7 260,9 211,0 452,7 471,9
Outras Despesas (Receitas), líquidas 71,8 216,0 112,3 247,7 328,3
EBITDA 1.577,6 1.459,4 1.600,6 3.069,6 3.060,0
Margem % 38,8% 33,9% 36,7% 37,8% 35,3%
Depreciações e Amortizações 818,9 672,7 655,2 1.660,0 1.327,9
EBIT 758,7 786,7 945,4 1.409,7 1.732,0
Equivalência Patrimonial 0,3 2,3 0,5 0,4 2,9
Despesas Financeiras 482,7 353,8 321,4 865,4 675,2
Receitas Financeiras 161,4 225,4 180,8 286,8 406,2
Despesas (Receitas) Não Operacionais (9,6) (2,7) (8,8) (5,2) (11,6)
Lucro Antes dos Impostos e Particip. 446,7 658,7 813,1 836,0 1.471,8
Imposto de Renda e Contribuição Social 76,0 222,1 268,1 155,4 490,2
Lucro Líquido 370,7 436,6 545,0 680,5 981,6
Margem % 9,1% 10,1% 12,5% 8,4% 11,3%

Total de Ações em Mil (excluindo tesouraria) 238.614 238.614 238.614 238.614 238.614
Lucro por ação (R$) 1,554 1,830 2,284 2,852 4,114

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12.01 - COMENTÁRIO DO DESEMPENHO CONSOLIDADO NO TRIMESTRE

6.1
6.1) Telemar Norte Leste - TMAR Consolidada (Continuação)

R$ Milhões

Balanço Patrimonial 30/6/2006 31/3/2007 30/6/2007

TOTAL DO ATIVO 25.417 26.510 26.182

Ativo Circulante 8.217 9.446 9.437


Disponibilidades 2.752 3.920 3.676
Contas a Receber 3.779 3.666 3.620
Tributos Diferidos e a Recuperar 765 908 1.185
Estoques 189 102 124
Outros Ativos 730 850 831

Ativo Não Circulante 17.200 17.064 16.746

Realizável a Longo Prazo 3.170 3.590 3.550


Tributos Diferidos e a Recuperar 1.620 1.994 2.010
Outros Ativos 1.550 1.596 1.540

Permanente 14.030 13.474 13.196


Investimentos 474 373 339
Imobilizado 11.899 11.482 11.296
Intangível 1.265 1.275 1.234
Diferido 393 344 327

Balanço Patrimonial 30/6/2006 31/3/2007 30/6/2007

TOTAL DO PASSIVO 25.417 26.510 26.182

Passivo Circulante 5.377 5.524 5.101


Fornecedores 1.536 1.844 1.885
Empréstimos e Financiamentos 2.048 1.481 1.516
Pessoal, Encargos sociais e Benefícos 137 152 218
Tributos a Recolher e Diferidos 944 1.115 1.273
Dividendos e Juros s/ Capital Próprio 476 711 67
Outras Contas a Pagar 236 221 143

Passivo Não Circulante 8.961 8.623 8.155

Exigível a Longo Prazo 8.944 8.611 8.146


Empréstimos e Financiamentos 5.836 5.630 5.315
Tributos a Recolher e Diferidos 846 668 644
Provisões para Perdas em Processos Judiciais 2.222 2.274 2.147
Outras Contas a Pagar 41 40 40

Resultado de Exercícios Futuros 17 11 10

Patrimônio Líquido 11.079 12.364 12.926

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12.01 - COMENTÁRIO DO DESEMPENHO CONSOLIDADO NO TRIMESTRE

6.2
6.2) Telemar Norte Leste - TMAR Controladora
R$ Milhões

Demonstração do Resultado do Exercício 2T06 1T07 2T07 1S06 1S07

Receita Serviço Local 2.925,8 2.925,1 2.923,2 5.888,7 5.848,3


Receita de Longa Distância 821,6 863,1 837,0 1.716,3 1.700,1
Receita de Voz Avançada 53,5 60,3 62,0 117,9 122,3
Receita de Telefone de Uso Público 281,2 302,2 281,7 569,0 583,9
Receita de Serviços Adicionais 144,9 144,4 159,9 286,1 304,3
Remuneração pelo Uso da Rede 174,8 146,4 145,6 352,1 292,1
Receita de Comunicação de Dados 577,9 624,5 653,9 1.121,3 1.278,3
Outros 0,6 0,5 0,8 0,7 1,4
Receita Operacional Bruta 4.980,3 5.066,5 5.064,1 10.052,0 10.130,7
Impostos e Deduções 1.472,4 1.533,9 1.516,1 2.999,0 3.049,9
Receita Operacional Líquida 3.507,9 3.532,7 3.548,1 7.053,0 7.080,7
Custos e Despesas Operacionais 2.079,2 2.256,7 2.213,8 4.224,8 4.470,5
Custo de Serviços Prestados 650,4 702,8 662,5 1.311,4 1.365,4
Custos de Interconexão 693,3 748,3 742,6 1.424,8 1.490,9
Despesas de Comercialização 454,8 441,3 531,2 871,6 972,5
Despesas Gerais e Administrativas 204,8 220,1 178,7 388,7 398,7
Outras Despesas (Receitas), líquidas 75,9 144,2 98,9 228,2 243,1
EBITDA 1.428,7 1.275,9 1.334,3 2.828,2 2.610,2
Margem % 40,7% 36,1% 37,6% 40,1% 36,9%
Depreciações e Amortizações 654,9 492,5 474,2 1.336,7 966,7
EBIT 773,8 783,4 860,0 1.491,5 1.643,5
Equivalência Patrimonial 8,6 (40,2) (101,1) 43,3 (141,3)
Despesas Financeiras 438,5 341,9 309,2 792,0 651,2
Receitas Financeiras 107,1 167,8 125,4 170,7 293,2
Despesas (Receitas) Não Operacionais (10,0) (3,1) (3,9) (5,8) (7,0)
Lucro Antes dos Impostos e Particip. 443,8 652,5 781,3 832,7 1.433,9
Imposto de Renda e Contribuição Social 73,1 215,9 236,3 152,2 452,3
Lucro (Prejuízo) Líquido 370,7 436,6 545,0 680,5 981,6
Margem % 10,6% 12,4% 15,4% 9,6% 13,9%

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12.01 - COMENTÁRIO DO DESEMPENHO CONSOLIDADO NO TRIMESTRE

6.2) Telemar Norte Leste - TMAR Controladora (Continuação)

Balanço Patrimonial 30/6/2006 31/3/2007 30/6/2007

TOTAL DO ATIVO 24.634 25.390 25.065

Ativo Circulante 5.319 6.315 6.050


Disponibilidades 1.337 2.314 1.931
Contas a Receber 3.150 3.067 2.954
Tributos Diferidos e a Recuperar 527 660 879
Estoques 39 39 35
Outros Ativos 265 236 251
Ativo Não Circulante 19.316 19.075 19.015
Realizável a Longo Prazo 2.437 2.392 2.382
Tributos Diferidos e a Recuperar 1.021 1.142 1.167
Outros Ativos 1.416 1.250 1.215
Permanente 16.878 16.683 16.633
Investimentos 8.080 8.284 8.352
Imobilizado 8.573 8.095 7.990
Intangível 226 304 290
TOTAL DO PASSIVO 24.634 25.390 25.065
Passivo Circulante 4.663 4.576 4.121
Fornecedores 1.101 1.338 1.221
Empréstimos e Financiamentos 2.048 1.481 1.516
Pessoal, Encargos sociais e Benefícos 114 128 185
Tributos a Recolher e Diferidos 799 815 1.040
Dividendos e Juros s/ Capital Próprio 476 711 67
Outras Contas a Pagar 125 102 92
Passivo Não Circulante 8.892 8.450 8.018
Exigível a Longo Prazo 8.892 8.450 8.018
Empréstimos e Financiamentos 5.878 5.620 5.306
Tributos a Recolher e Diferidos 812 652 638
Provisões para Perdas em Processos Judiciais 2.188 2.165 2.062
Outras Contas a Pagar 13 13 13
Patrimônio Líquido 11.079 12.364 12.926

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6.3)
6.3) TNL PCS (Oi)
R$ Milhões

Demonstração do Resultado do Exercício 2T06 1T07 2T07 1S06 1S07


Receita de Serviço Telefônico Móvel 949,8 1.180,0 1.211,4 1.808,4 2.391,4
Assinatura 183,6 207,2 218,7 336,7 425,9
Chamadas originadas 320,7 374,2 388,8 620,8 762,9
Roaming nacional/internacional 29,5 28,9 27,0 62,9 55,9
Remuneração pelo Uso de Rede 232,5 449,4 445,3 470,3 894,7
Dados / Valor Adicionado 74,7 66,2 66,0 131,3 132,2
Outros serviços SMP 0,2 0,1 0,4 0,3 0,6
Material de Revenda (handsets) 108,6 54,1 65,2 186,1 119,3
Receitas de Serviços de LD / Voz Avançada / Rede* 156,2 150,9 158,8 317,0 309,6
Receita Operacional Bruta 1.106,0 1.330,9 1.370,2 2.125,4 2.701,1
Impostos e Deduções 298,9 331,3 342,7 567,6 674,0
Receita Operacional Líquida 807,2 999,5 1.027,5 1.557,8 2.027,0
Custos e Despesas Operacionais 653,5 816,2 761,0 1.308,1 1.577,2
Custo de Serviços Prestados 202,3 222,0 233,7 406,6 455,6
Custo das Mercadorias Vendidas 140,2 67,8 57,2 251,9 125,1
Custos de Interconexão 88,1 284,9 293,2 179,5 578,1
Despesas de Comercialização 258,4 196,7 199,6 491,8 396,3
Despesas Gerais e Administrativas 31,0 39,0 29,8 59,8 68,9
Outras Despesas (Receitas), líquidas (66,5) 5,8 (52,6) (81,5) (46,8)
EBITDA 153,6 183,3 266,5 249,7 449,9
Margem % 19,0% 18,3% 25,9% 16,0% 22,2%
Depreciações e Amortizações 162,9 179,0 179,8 321,0 358,8
EBIT (9,2) 4,4 86,7 (71,3) 91,1
Despesas Financeiras 44,1 11,2 10,6 84,1 21,8
Receitas Financeiras 56,7 58,3 52,7 130,6 111,1
Despesas (Receitas) Não Operacionais 0,6 0,2 (4,9) 0,6 (4,7)
Lucro Antes dos Impostos e Particip. 2,8 51,3 133,7 (25,3) 185,1
Imposto de Renda e Contribuição Social 2,4 5,7 31,3 2,4 37,0
Lucro (Prejuízo) Líquido 0,4 45,6 102,5 (27,8) 148,0
Margem % 0,0% 4,6% 10,0% -1,8% 7,3%

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6.3) TNL PCS (Oi) (Continuação)

Balanço Patrimonial 30/6/2006 31/3/2007 30/6/2007

TOTAL DO ATIVO 8.474 8.962 9.076

Ativo Circulante 3.023 3.155 3.422


Disponibilidades 1.399 1.509 1.651
Contas a Receber 773 725 801
Tributos Diferidos e a Recuperar 237 245 303
Estoques 150 64 89
Outros Ativos 463 612 579
Ativo Não Circulante 5.451 5.808 5.654
Realizável a Longo Prazo 730 1.140 1.109
Tributos Diferidos e a Recuperar 599 851 841
Empréstimos e Financiamentos 81 201 188
Outros Ativos 50 88 81
Permanente 4.721 4.668 4.544
Imobilizado 3.313 3.374 3.293
Intangível 1.031 964 936
Diferido 377 330 315
TOTAL DO PASSIVO 8.474 8.962 9.076

Passivo Circulante 843 1.064 1.109


Fornecedores 574 630 803
Empréstimos e Financiamentos - - -
Pessoal, Encargos sociais e Benefícos 22 23 33
Tributos a Recolher e Diferidos 136 292 223
Outras Contas a Pagar 111 117 50
Passivo Não Circulante 87 144 110
Exigível a Longo Prazo 87 144 110
Empréstimos e Financiamentos - - -
Provisões para Perdas em Processos Judiciais 30 104 80
Tributos a Recolher e Diferidos 33 16 6
AFAC - - -
Outras Contas a Pagar 25 24 24
Patrimônio Líquido 7.543 7.755 7.857

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7) GLOSSÁRIO

Adições líquidas:
Adições brutas (total de novos clientes do período) (–) desligamentos de clientes.

ARPU (Average Revenue per Unit)


Indicador utilizado na indústria de telecomunicações que significa receita média mensal por usuário em
um determinado período (receita líquida do período / base média de clientes).

Churn:
Taxa percentual que mede o número de clientes desligados da base de clientes durante um determinado
período de tempo.

UGR
Unidade Geradora de Receita - Cliente que gera receita em qualquer dos serviços Oi Fixo e/ou Oi
Móvel e/ou Oi Velox. Um único cliente que usa os três serviços resulta em três UGR.

Full Billing
O full billing consiste em cobrar tarifa de interconexão em toda chamada móvel-móvel dentro da mesma
área local. A regra foi determinada pela Anatel na Resolução 438, publicada em julho/06. Anteriormente a
esta regra vigorava o sistema conhecido como “bill and keep parcial”. Nele, as operadoras só pagavam
interconexão à outra companhia celular quando a proporção entre o tráfego entrante e sainte extrapolava
a faixa de 45% a 55%. Este modelo continua em prática na telefonia fixa local.

Planos por minuto x plano por pulso


Na tarifação por pulsos, cobra-se um pulso para cada chamada completada e um pulso aleatório, em até
4 minutos. Após a cobrança do pulso aleatório, cobra-se um pulso a cada 4 minutos. Os planos em
minutos se baseiam no tempo efetivo de utilização.

Clique aqui para conhecer nossos planos de minutos:


http://www.novaoi.com.br/controlebanners2/campanhas/planodeminutos/index.html

Plano Básico x Alternativo


As operadoras são obrigadas a oferecer dois planos básicos: o Plano Básico e o Plano Alternativo de
Serviço de Oferta Obrigatória (PASOO). No plano básico em minutos a franquia para assinantes
residenciais é de 200 minutos e para assinantes comerciais é de 150 minutos. No PASOO, a franquia para
assinantes residenciais é de 400 minutos e para assinantes comerciais é de 360 minutos. O valor do
minuto é diferente em cada plano.

25/08/2009 14:51:52 Pág: 91


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12.01 - COMENTÁRIO DO DESEMPENHO CONSOLIDADO NO TRIMESTRE


Vale ressaltar que, além dos planos obrigatórios, as operadoras também poderão oferecer planos
alternativos em minutos com características e benefícios não regulamentados pela Anatel.

Share of Wallet
“Parcela do bolso do cliente”, representa o quanto que o usuário pode a gastar com um determinado
serviço, neste caso, serviços de telecomunicações.

Valor de Remuneração de Uso de Rede do SMP


Valor que remunera uma prestadora de SMP, por unidade de tempo, pelo uso de sua rede.

IST
Desde 2006, a Anatel está usando um índice de reajuste específico de tarifas, com base em um pacote de
tarifas para os serviços de telecomunicações, denominado índice IST. O índice IST permite um maior
equilíbrio na evolução dos preços cobrados de clientes de varejo e atacado, do que a antiga tarifa de
inflação aplicada ao setor de telecomunicações, o IGP-DI, que está mais focada na evolução dos preços de
atacado.

Fator de Produtividade
De acordo com o método de cálculo do Fator X, estabelecido no Contrato de Concessão 2006, a Anatel
calculará a taxa de produtividade média e a comparará com nosso resultado individual de produtividade.
O fator de produtividade a ser descontado do Índice IST será igual a 50% do que for maior entre: (1) a
taxa média de produtividade do setor de telecomunicações, e (2) nosso resultado de produtividade
individual. Se uma empresa tiver produtividade negativa, a Anatel não permitirá que a mesma tenha suas
tarifas reajustadas acima do Índice IST.

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12.01 - COMENTÁRIO DO DESEMPENHO CONSOLIDADO NO TRIMESTRE

Instrução CVM nº 358, art. 12: Os acionistas controladores, diretos ou indiretos, e os acionistas que elegerem
membros do Conselho de Administração ou do Conselho Fiscal, bem como qualquer pessoa natural ou
jurídica, ou grupo de pessoas, agindo em conjunto ou representando um mesmo interesse, que atingir
participação, direta ou indireta, que corresponda a 5% (cinco por cento) ou mais de espécie ou classe de
ações representativas do capital de companhia aberta, deverá comunicar à CVM, e a Companhia de acordo
com os termos do artigo.

A Oi orienta seus acionistas quanto ao cumprimento dos termos do artigo 12 da Instrução CVM 358, porém
não se responsabiliza pela divulgação das informações sobre aquisição ou alienação, por terceiros, de
participação que corresponda a 5% ou mais de espécie ou classe de ações representativas de seu capital ou
de direitos sobre essas ações e demais valores mobiliários de sua emissão.

Este relatório contém projeções e/ou estimativas de futuros eventos. As projeções aqui disponíveis foram
reunidas de maneira criteriosa dentro da atual conjuntura, baseadas em trabalhos em andamento e
respectivas estimativas. O uso de termos como: "projeta", "estima", "antecipa", "prevê", "planeja", "espera"
entre outros, objetivam sinalizar possíveis tendências que, evidentemente, envolvem incertezas e riscos,
cujos resultados futuros podem diferir das expectativas atuais. A Oi não se responsabiliza por operações ou
decisões de investimento tomadas em função de tais projeções ou estimativas. Como tratam-se de
informações não auditadas, as mesmas podem apresentar diferença em relação aos resultados finais.

25/08/2009 14:51:52 Pág: 93


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21.01 - RELATÓRIO DA REVISÃO ESPECIAL - SEM RESSALVA

Aos administradores e acionistas


Telemar Norte Leste S.A.

1 Efetuamos uma revisão especial das informações trimestrais (ITR), da Telemar Norte Leste
S.A. (controladora e consolidado), referente ao trimestre findo em 30 de junho de 2007,
compreendendo o balanço patrimonial, a demonstração do resultado e o relatório de
desempenho, expressos pelas práticas contábeis adotadas no Brasil, elaborados sob a
responsabilidade de sua administração. Nossa responsabilidade é emitir relatório, sem
expressar opinião, sobre essas demonstrações contábeis. A revisão das informações
contábeis do trimestre findo em 30 de junho de 2007 das controladas TNL PCS S.A. ("Oi")
e Companhia AIX de Participações, utilizadas para fins de cálculo da equivalência
patrimonial e consolidação, conforme descrito na nota explicativa nº 15, foi conduzida sob
a responsabilidade de outros auditores independentes. O nosso relatório, no que se refere
aos valores dessas controladas, está baseado exclusivamente nos relatórios desses outros
auditores independentes.

2 Nossa revisão foi efetuada de acordo com as normas específicas estabelecidas pelo Instituto
dos Auditores Independentes do Brasil - IBRACON, em conjunto com o Conselho Federal
de Contabilidade, e consistiu, principalmente de: (a) indagação e discussão com os
administradores responsáveis pelas áreas contábil, financeira e operacional da Companhia,
quanto aos principais critérios adotados na elaboração das informações trimestrais e (b)
revisão das informações e dos eventos subseqüentes que tenham ou possam vir a ter efeitos
relevantes sobre a situação financeira e operações da Companhia.

3 Baseados em nossa revisão especial e nos relatórios emitidos por outros auditores
independentes, conforme mencionado no primeiro parágrafo, não temos conhecimento de
nenhuma modificação relevante que deva ser feita nas informações trimestrais referidas no
parágrafo 1 para que estejam de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil,
aplicadas de forma condizente com as normas expedidas pela Comissão de Valores
Mobiliários, especificamente aplicáveis à elaboração das informações trimestrais.

Rio de Janeiro, 24 de julho de 2007.

José Luiz de Souza Gurgel


Sócio-contador
CRC RJ-087339/O-4
BDO Trevisan Auditores Independentes
CRC 2SP013439/O-5 “S” RJ

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01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

01132-0 TELEMAR NORTE LESTE S/A 33.000.118/0001-79

ÍNDICE
GRUPO QUADRO DESCRIÇÃO PÁGINA

01 01 IDENTIFICAÇÃO 1
01 02 SEDE 1
01 03 DIRETOR DE RELAÇÕES COM INVESTIDORES (Endereço para Correspondência com a Companhia) 1
01 04 REFERÊNCIA DO ITR 1
01 05 COMPOSIÇÃO DO CAPITAL SOCIAL 2
01 06 CARACTERÍSTICAS DA EMPRESA 2
01 07 SOCIEDADES NÃO INCLUÍDAS NAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS 2
01 08 PROVENTOS EM DINHEIRO 2
01 09 CAPITAL SOCIAL SUBSCRITO E ALTERAÇÕES NO EXERCÍCIO SOCIAL EM CURSO 4
01 10 DIRETOR DE RELAÇÕES COM INVESTIDORES 4
02 01 BALANÇO PATRIMONIAL ATIVO 5
02 02 BALANÇO PATRIMONIAL PASSIVO 6
03 01 DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO 8
08 01 BALANÇO PATRIMONIAL ATIVO CONSOLIDADO 10
08 02 BALANÇO PATRIMONIAL PASSIVO CONSOLIDADO 11
09 01 DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO CONSOLIDADO 13
06 01 NOTAS EXPLICATIVAS 15
07 01 COMENTÁRIO DO DESEMPENHO DA COMPANHIA NO TRIMESTRE 69
12 01 COMENTÁRIO DO DESEMPENHO CONSOLIDADO NO TRIMESTRE 70
21 01 RELATÓRIO DA REVISÃO ESPECIAL 94

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O REGISTRO NA CVM NÃO IMPLICA QUALQUER APRECIAÇÃO SOBRE A COMPANHIA , SENDO OS SEUS
ADMINISTRADORES RESPONSÁVEIS PELA VERACIDADE DAS INFORMAÇÕES PRESTADAS.

01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

01131-2 BRASIL TELECOM S.A. 76.535.764/0001-43


4 - NIRE

5.330.000.622.9

01.02 - SEDE

1 - ENDEREÇO COMPLETO 2 - BAIRRO OU DISTRITO

SIA/SUL - LOTE D - BL B - 1° ANDAR SIA


3 - CEP 4 - MUNICÍPIO 5 - UF

71215-000 BRASÍLIA DF
6 - DDD 7 - TELEFONE 8 - TELEFONE 9 - TELEFONE 10 - TELEX

61 3415-1010 3415-1256 3415-1119


11 - DDD 12 - FAX 13 - FAX 14 - FAX

61 3415-1593 3415-1315 -
15 - E-MAIL

ri@brasiltelecom.com.br

01.03 - DIRETOR DE RELAÇÕES COM INVESTIDORES (Endereço para Correspondência com a Companhia)

1 - NOME

PAULO NARCÉLIO SIMÕES AMARAL


2 - ENDEREÇO COMPLETO 3 - BAIRRO OU DISTRITO

SIA/SUL - LOTE D - BL A - 2° ANDAR SIA


4 - CEP 5 - MUNICÍPIO 6 - UF

71215-000 BRASÍLIA DF
7 - DDD 8 - TELEFONE 9 - TELEFONE 10 - TELEFONE 11 - TELEX

61 3415-1010 3415-1140 -
12 - DDD 13 - FAX 14 - FAX 15 - FAX

61 3415-1593 - -
16 - E-MAIL

ri@brasiltelecom.com.br

01.04 - REFERÊNCIA / AUDITOR

EXERCÍCIO SOCIAL EM CURSO TRIMESTRE ATUAL TRIMESTRE ANTERIOR

1 - INÍCIO 2 - TÉRMINO 3 - NÚMERO 4 - INÍCIO 5 - TÉRMINO 6 - NÚMERO 7 - INÍCIO 8 - TÉRMINO

01/01/2007 31/12/2007 2 01/04/2007 30/06/2007 1 01/01/2007 31/03/2007


9 - NOME/RAZÃO SOCIAL DO AUDITOR 10 - CÓDIGO CVM

Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes 00385-9


11 - NOME DO RESPONSÁVEL TÉCNICO 12 - CPF DO RESP. TÉCNICO

Marco Antônio Brandão Simurro 755.400.708-44

01/10/2009 18:24:19 Pág: 1


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01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

01131-2 BRASIL TELECOM S.A. 76.535.764/0001-43

01.05 - COMPOSIÇÃO DO CAPITAL SOCIAL

Número de Ações 1 - TRIMESTRE ATUAL 2 - TRIMESTRE ANTERIOR 3 - IGUAL TRIMESTRE EX. ANTERIOR

(Unidades) 30/06/2007 31/03/2007 30/06/2006


Do Capital Integralizado
1 - Ordinárias 249.597.049 249.597.049.542 249.597.049.542
2 - Preferenciais 311.353.240 311.353.240.857 311.353.240.857
3 - Total 560.950.289 560.950.290.399 560.950.290.399
Em Tesouraria
4 - Ordinárias 0 0 0
5 - Preferenciais 13.678.100 13.678.100.000 13.678.100.000
6 - Total 13.678.100 13.678.100.000 13.678.100.000

01.06 - CARACTERÍSTICAS DA EMPRESA

1 - TIPO DE EMPRESA

Empresa Comercial, Industrial e Outras


2 - TIPO DE SITUAÇÃO

Operacional
3 - NATUREZA DO CONTROLE ACIONÁRIO

Privada Nacional
4 - CÓDIGO ATIVIDADE

1130 - Telecomunicações
5 - ATIVIDADE PRINCIPAL
Exploração de Serviço Telefônico Fixo Comutado

6 - TIPO DE CONSOLIDADO

Total
7 - TIPO DO RELATÓRIO DOS AUDITORES

Sem Ressalva

01.07 - SOCIEDADES NÃO INCLUÍDAS NAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS

1 - ITEM 2 - CNPJ 3 - DENOMINAÇÃO SOCIAL

01.08 - PROVENTOS EM DINHEIRO DELIBERADOS E/OU PAGOS DURANTE E APÓS O TRIMESTRE

1 - ITEM 2 - EVENTO 3 - APROVAÇÃO 4 - PROVENTO 5 - INÍCIO PGTO. 6 - ESPÉCIE E 7 - VALOR DO PROVENTO P/ AÇÃO
CLASSE DE
AÇÃO

01 RCA 30/06/2006 Juros Sobre Capital Próprio 31/05/2007 ON 0,0003805236


02 RCA 30/06/2006 Juros Sobre Capital Próprio 31/05/2007 PN 0,0003805236
03 RCA 29/12/2006 Juros Sobre Capital Próprio 31/05/2007 ON 0,0001613731
04 RCA 29/12/2006 Juros Sobre Capital Próprio 31/05/2007 PN 0,0001613731
05 AGO 10/04/2007 Dividendo 31/05/2007 ON 0,0001130549
06 AGO 10/04/2007 Dividendo 31/05/2007 PN 0,0001130549

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01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

- . . / -

01.09 - CAPITAL SOCIAL SUBSCRITO E ALTERAÇÕES NO EXERCÍCIO SOCIAL EM CURSO

1- ITEM 2 - DATA DA 3 - VALOR DO CAPITAL SOCIAL 4 - VALOR DA ALTERAÇÃO 5 - ORIGEM DA ALTERAÇÃO 7 - QUANTIDADE DE AÇÕES EMITIDAS 8 - PREÇO DA AÇÃO NA
ALTERAÇÃO EMISSÃO
(Reais Mil) (Reais Mil) (Unidades)
(Reais)

01.10 - DIRETOR DE RELAÇÕES COM INVESTIDORES

1 - DATA 2 - ASSINATURA

24/07/2007

01/10/2009 18:24:20 Pág: 3


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01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

01131-2 BRASIL TELECOM S.A. 76.535.764/0001-43

02.01 - BALANÇO PATRIMONIAL ATIVO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 - 30/06/2007 4 - 31/03/2007

1 Ativo Total 13.799.911 14.802.341


1.01 Ativo Circulante 3.553.471 4.491.470
1.01.01 Disponibilidades 207.793 1.389.363
1.01.01.01 Caixa e Contas Bancárias 52.654 31.505
1.01.01.02 Aplicações de Liquidez Imediata 155.139 1.357.858
1.01.02 Créditos 1.913.610 1.946.478
1.01.02.01 Clientes 1.913.610 1.946.478
1.01.02.02 Créditos Diversos 0 0
1.01.03 Estoques 4.370 4.684
1.01.04 Outros 1.427.698 1.150.945
1.01.04.01 Empréstimos e Financiamentos 1.409 7.610
1.01.04.02 Tributos Diferidos e a Compensar 841.269 848.219
1.01.04.03 Depósitos Judiciais 217.899 140.062
1.01.04.04 Investimentos Temporários 200.752 0
1.01.04.05 Outros Ativos 166.369 155.054
1.02 Ativo Não Circulante 10.246.440 10.310.871
1.02.01 Ativo Realizável a Longo Prazo 1.351.494 1.272.237
1.02.01.01 Créditos Diversos 0 0
1.02.01.02 Créditos com Pessoas Ligadas 0 0
1.02.01.02.01 Com Coligadas e Equiparadas 0 0
1.02.01.02.02 Com Controladas 0 0
1.02.01.02.03 Com Outras Pessoas Ligadas 0 0
1.02.01.03 Outros 1.351.494 1.272.237
1.02.01.03.01 Empréstimos e Financiamentos 6.642 805
1.02.01.03.02 Tributos Diferidos e a Compensar 686.787 724.115
1.02.01.03.03 Títulos de Renda 845 819
1.02.01.03.04 Depósitos Judiciais 629.379 516.655
1.02.01.03.05 Outros Ativos 27.841 29.843
1.02.02 Ativo Permanente 8.894.946 9.038.634
1.02.02.01 Investimentos 3.672.484 3.557.997
1.02.02.01.01 Participações Coligadas/Equiparadas 4 4
1.02.02.01.02 Participações Coligadas/Equiparadas-Ágio 0 0
1.02.02.01.03 Participações em Controladas 3.568.550 3.448.731
1.02.02.01.04 Participações em Controladas - Ágio 40.468 45.986
1.02.02.01.05 Outros Investimentos 63.462 63.276
1.02.02.02 Imobilizado 4.658.489 4.865.993
1.02.02.03 Intangível 544.928 597.542
1.02.02.04 Diferido 19.045 17.102

01/10/2009 18:24:21 Pág: 4


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01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

01131-2 BRASIL TELECOM S.A. 76.535.764/0001-43

02.02 - BALANÇO PATRIMONIAL PASSIVO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 - 30/06/2007 4 - 31/03/2007

2 Passivo Total 13.799.911 14.802.341


2.01 Passivo Circulante 3.385.633 4.457.762
2.01.01 Empréstimos e Financiamentos 772.769 898.752
2.01.02 Debêntures 9.622 560.179
2.01.03 Fornecedores 1.031.947 1.040.278
2.01.04 Impostos, Taxas e Contribuições 848.909 795.295
2.01.04.01 Tributos Indiretos 683.685 714.156
2.01.04.02 Tributos sobre a Renda 165.224 81.139
2.01.05 Dividendos a Pagar 276.661 627.483
2.01.06 Provisões 173.200 203.652
2.01.06.01 Provisões para Contingências 135.240 158.062
2.01.06.02 Provisões para Fundos de Pensão 37.960 45.590
2.01.07 Dívidas com Pessoas Ligadas 0 0
2.01.08 Outros 272.525 332.123
2.01.08.01 Pessoal, Encargos e Benefícios Sociais 76.905 64.003
2.01.08.02 Consignações a Favor de Terceiros 102.899 105.457
2.01.08.03 Participações no Resultado 32.365 16.721
2.01.08.04 Autorização p/ Exploração Serv. Telecom. 0 84.203
2.01.08.05 Adiantamentos de Clientes 1.185 1.794
2.01.08.06 Outras Obrigações 59.171 59.945
2.02 Passivo Não Circulante 4.740.865 4.847.272
2.02.01 Passivo Exigível a Longo Prazo 4.740.865 4.847.272
2.02.01.01 Empréstimos e Financiamentos 2.421.076 2.509.371
2.02.01.02 Debêntures 1.080.000 1.080.000
2.02.01.03 Provisões 1.121.935 1.169.986
2.02.01.03.01 Provisões para Contingências 596.442 554.860
2.02.01.03.02 Provisões para Fundos de Pensão 513.185 606.028
2.02.01.03.03 Provisões para Perdas com Controladas 12.308 9.098
2.02.01.04 Dívidas com Pessoas Ligadas 0 0
2.02.01.05 Adiantamento para Futuro Aumento Capital 0 0
2.02.01.06 Outros 117.854 87.915
2.02.01.06.01 Fornecedores 23.945 7.650
2.02.01.06.02 Tributos Indiretos 25.673 17.558
2.02.01.06.03 Tributos sobre a Renda 50.469 47.240
2.02.01.06.04 Adiantamentos de Clientes 4.013 4.196
2.02.01.06.05 Outras Obrigações 5.780 3.297
2.02.01.06.06 Recursos Capitalizáveis 7.974 7.974
2.02.02 Resultados de Exercícios Futuros 0 0
2.04 Patrimônio Líquido 5.673.413 5.497.307
2.04.01 Capital Social Realizado 3.470.758 3.470.758
2.04.02 Reservas de Capital 1.327.927 1.327.927

01/10/2009 18:24:21 Pág: 5


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EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS

01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

01131-2 BRASIL TELECOM S.A. 76.535.764/0001-43

02.02 - BALANÇO PATRIMONIAL PASSIVO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 -30/06/2007 4 -31/03/2007

2.04.02.01 Ágio na Subscrição de Ações 358.862 358.862


2.04.02.02 Doações e Subvenções para Investimentos 123.558 123.558
2.04.02.03 Juros sobre Obras em Andamento 745.756 745.756
2.04.02.04 Correção Monetária Especial-Lei 8200/91 31.287 31.287
2.04.02.05 Outras reservas de Capital 68.464 68.464
2.04.03 Reservas de Reavaliação 0 0
2.04.03.01 Ativos Próprios 0 0
2.04.03.02 Controladas/Coligadas e Equiparadas 0 0
2.04.04 Reservas de Lucro 309.291 309.291
2.04.04.01 Legal 309.291 309.291
2.04.04.02 Estatutária 0 0
2.04.04.03 Para Contingências 0 0
2.04.04.04 De Lucros a Realizar 0 0
2.04.04.05 Retenção de Lucros 0 0
2.04.04.06 Especial p/ Dividendos Não Distribuídos 0 0
2.04.04.07 Outras Reservas de Lucro 0 0
2.04.05 Lucros/Prejuízos Acumulados 565.437 389.331
2.04.06 Adiantamento para Futuro Aumento Capital 0 0

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ITR - INFORMAÇÕES TRIMESTRAIS Data-Base - 30/06/2007 Legislação Societária
EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS

01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

01131-2 BRASIL TELECOM S.A. 76.535.764/0001-43

03.01 - DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 - 01/04/2007 a 30/06/2007 4 - 01/01/2007 a 30/06/2007 5 - 01/04/2006 a 30/06/2006 6 - 01/01/2006 a 30/06/2006

3.01 Receita Bruta de Vendas e/ou Serviços 3.359.909 6.745.313 3.256.874 6.606.736
3.02 Deduções da Receita Bruta (1.020.955) (2.045.479) (1.024.195) (2.075.525)
3.03 Receita Líquida de Vendas e/ou Serviços 2.338.954 4.699.834 2.232.679 4.531.211
3.04 Custo de Bens e/ou Serviços Vendidos (1.321.257) (2.694.641) (1.400.231) (2.821.899)
3.05 Resultado Bruto 1.017.697 2.005.193 832.448 1.709.312
3.06 Despesas/Receitas Operacionais (706.144) (1.701.976) (946.144) (1.750.188)
3.06.01 Com Vendas (236.021) (468.970) (239.494) (524.282)
3.06.02 Gerais e Administrativas (280.886) (551.792) (281.145) (545.999)
3.06.03 Financeiras (80.146) (436.966) (307.525) (413.841)
3.06.03.01 Receitas Financeiras 70.050 142.003 145.460 203.785
3.06.03.02 Despesas Financeiras (150.196) (578.969) (452.985) (617.626)
3.06.04 Outras Receitas Operacionais 124.508 224.607 205.209 284.648
3.06.05 Outras Despesas Operacionais (180.619) (347.244) (222.815) (338.165)
3.06.06 Resultado da Equivalência Patrimonial (52.980) (121.611) (100.374) (212.549)
3.07 Resultado Operacional 311.553 303.217 (113.696) (40.876)
3.08 Resultado Não Operacional (4.503) (4.784) (15.648) (18.984)
3.08.01 Receitas 5.381 10.080 14.299 19.066
3.08.02 Despesas (9.884) (14.864) (29.947) (38.050)
3.09 Resultado Antes Tributação/Participações 307.050 298.433 (129.344) (59.860)
3.10 Provisão para IR e Contribuição Social (130.944) (153.321) 2.423 (62.045)
3.11 IR Diferido 0 0 0 0
3.12 Participações/Contribuições Estatutárias 0 0 0 0
3.12.01 Participações 0 0 0 0
3.12.02 Contribuições 0 0 0 0
3.13 Reversão dos Juros sobre Capital Próprio 0 245.000 245.000 245.000
3.15 Lucro/Prejuízo do Período 176.106 390.112 118.079 123.095

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01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

01131-2 BRASIL TELECOM S.A. 76.535.764/0001-43

03.01 - DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 - 01/04/2007 a 30/06/2007 4 - 01/01/2007 a 30/06/2007 5 - 01/04/2006 a 30/06/2006 6 - 01/01/2006 a 30/06/2006

NÚMERO AÇÕES, EX-TESOURARIA (Unidades) 547.272.189 547.272.189 547.272.190.399 547.272.190.399


LUCRO POR AÇÃO (Reais) 0,32179 0,71283 0,00022 0,00022
PREJUÍZO POR AÇÃO (Reais)

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01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

01131-2 BRASIL TELECOM S.A. 76.535.764/0001-43

08.01 - BALANÇO PATRIMONIAL ATIVO CONSOLIDADO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 - 30/06/2007 4 - 31/03/2007

1 Ativo Total 14.708.400 15.665.878


1.01 Ativo Circulante 5.346.423 6.071.078
1.01.01 Disponibilidades 1.505.199 2.478.607
1.01.01.01 Caixa e Contas Bancárias 121.954 49.805
1.01.01.02 Aplicações de Liquidez Imediata 1.383.245 2.428.802
1.01.02 Créditos 2.144.234 2.157.723
1.01.02.01 Clientes 2.144.234 2.157.723
1.01.02.02 Créditos Diversos 0 0
1.01.03 Estoques 36.669 49.083
1.01.04 Outros 1.660.321 1.385.665
1.01.04.01 Empréstimos e Financiamentos 1.426 7.627
1.01.04.02 Tributos Diferidos e a Compensar 1.018.308 1.014.503
1.01.04.03 Depósitos Judiciais 219.123 140.979
1.01.04.04 Retenções Contratuais 0 0
1.01.04.05 Investimentos Temporários 200.752 0
1.01.04.06 Outros Ativos 220.712 222.556
1.02 Ativo Não Circulante 9.361.977 9.594.800
1.02.01 Ativo Realizável a Longo Prazo 2.046.977 1.952.003
1.02.01.01 Créditos Diversos 0 0
1.02.01.02 Créditos com Pessoas Ligadas 0 0
1.02.01.02.01 Com Coligadas e Equiparadas 0 0
1.02.01.02.02 Com Controladas 0 0
1.02.01.02.03 Com Outras Pessoas Ligadas 0 0
1.02.01.03 Outros 2.046.977 1.952.003
1.02.01.03.01 Empréstimos e Financiamentos 6.642 805
1.02.01.03.02 Tributos Diferidos e a Compensar 1.364.474 1.383.821
1.02.01.03.03 Títulos de Renda 3.510 3.399
1.02.01.03.04 Depósitos Judiciais 636.330 522.780
1.02.01.03.05 Estoques 0 0
1.02.01.03.06 Outros Ativos 36.021 41.198
1.02.02 Ativo Permanente 7.315.000 7.642.797
1.02.02.01 Investimentos 268.875 286.770
1.02.02.01.01 Participações Coligadas/Equiparadas 4 4
1.02.02.01.02 Participações Coligadas/Equiparadas-Ágio 0 0
1.02.02.01.03 Participações em Controladas 0 0
1.02.02.01.04 Participações em Controladas - Ágio 205.393 222.359
1.02.02.01.05 Outros Investimentos 63.478 64.407
1.02.02.02 Imobilizado 5.859.712 6.085.425
1.02.02.03 Intangível 1.073.496 1.150.428
1.02.02.04 Diferido 112.917 120.174

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01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

01131-2 BRASIL TELECOM S.A. 76.535.764/0001-43

08.02 - BALANÇO PATRIMONIAL PASSIVO CONSOLIDADO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 - 30/06/2007 4 - 31/03/2007

2 Passivo Total 14.708.400 15.665.878


2.01 Passivo Circulante 3.957.127 4.978.013
2.01.01 Empréstimos e Financiamentos 773.000 898.866
2.01.02 Debêntures 9.622 560.179
2.01.03 Fornecedores 1.293.284 1.264.866
2.01.04 Impostos, Taxas e Contribuições 973.856 898.006
2.01.04.01 Tributos Indiretos 793.433 807.189
2.01.04.02 Tributos sobre a Renda 180.423 90.817
2.01.05 Dividendos a Pagar 276.661 627.483
2.01.06 Provisões 191.629 220.694
2.01.06.01 Provisões para Contingências 153.669 175.104
2.01.06.02 Provisões para Fundos de Pensão 37.960 45.590
2.01.07 Dívidas com Pessoas Ligadas 0 0
2.01.08 Outros 439.075 507.919
2.01.08.01 Pessoal, Encargos e Benefícios Sociais 90.144 76.241
2.01.08.02 Consignações a Favor de Terceiros 108.052 121.132
2.01.08.03 Participações no Resultado 38.902 19.936
2.01.08.04 Autorização p/ Exploração Serv. Telecom. 71.873 154.658
2.01.08.05 Adiantamentos de Clientes 62.526 72.080
2.01.08.06 Outras Obrigações 67.578 63.872
2.02 Passivo Não Circulante 5.066.835 5.179.194
2.02.01 Passivo Exigível a Longo Prazo 5.066.835 5.179.194
2.02.01.01 Empréstimos e Financiamentos 2.440.344 2.528.639
2.02.01.02 Debêntures 1.080.000 1.080.000
2.02.01.03 Provisões 1.136.960 1.182.437
2.02.01.03.01 Provisões para Contingências 623.775 576.409
2.02.01.03.02 Provisões para Fundos de Pensão 513.185 606.028
2.02.01.04 Dívidas com Pessoas Ligadas 0 0
2.02.01.05 Adiantamento para Futuro Aumento Capital 0 0
2.02.01.06 Outros 409.531 388.118
2.02.01.06.01 Fornecedores 24.320 7.692
2.02.01.06.02 Tributos Indiretos 30.482 20.368
2.02.01.06.03 Tributos sobre a Renda 50.984 47.754
2.02.01.06.04 Autorização p/ Exploração Serv. Telecom. 221.661 226.068
2.02.01.06.05 Adiantamentos de Clientes 65.772 70.351
2.02.01.06.06 Outras Obrigações 8.338 7.911
2.02.01.06.07 Recursos Capitalizáveis 7.974 7.974
2.02.02 Resultados de Exercícios Futuros 0 0
2.03 Part. de Acionistas Não Controladores 11.025 11.364
2.04 Patrimônio Líquido 5.673.413 5.497.307
2.04.01 Capital Social Realizado 3.470.758 3.470.758

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01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

01131-2 BRASIL TELECOM S.A. 76.535.764/0001-43

08.02 - BALANÇO PATRIMONIAL PASSIVO CONSOLIDADO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 -30/06/2007 4 -31/03/2007

2.04.02 Reservas de Capital 1.327.927 1.327.927


2.04.02.01 Ágio na Subscrição de Ações 358.862 358.862
2.04.02.02 Doações e Subvenções para Investimentos 123.558 123.558
2.04.02.03 Juros sobre Obras em Andamento 745.756 745.756
2.04.02.04 Correção Monetária especial-Lei 8200/91 31.287 31.287
2.04.02.05 Outras Reservas de Capital 68.464 68.464
2.04.03 Reservas de Reavaliação 0 0
2.04.03.01 Ativos Próprios 0 0
2.04.03.02 Controladas/Coligadas e Equiparadas 0 0
2.04.04 Reservas de Lucro 309.291 309.291
2.04.04.01 Legal 309.291 309.291
2.04.04.02 Estatutária 0 0
2.04.04.03 Para Contingências 0 0
2.04.04.04 De Lucros a Realizar 0 0
2.04.04.05 Retenção de Lucros 0 0
2.04.04.06 Especial p/ Dividendos Não Distribuídos 0 0
2.04.04.07 Outras Reservas de Lucro 0 0
2.04.05 Lucros/Prejuízos Acumulados 565.437 389.331
2.04.06 Adiantamento para Futuro Aumento Capital 0 0

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01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

01131-2 BRASIL TELECOM S.A. 76.535.764/0001-43

09.01 - DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO CONSOLIDADO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 - 01/04/2007 a 30/06/2007 4 - 01/01/2007 a 30/06/2007 5 - 01/04/2006 a 30/06/2006 6 - 01/01/2006 a 30/06/2006

3.01 Receita Bruta de Vendas e/ou Serviços 3.972.871 7.869.945 3.619.302 7.274.189
3.02 Deduções da Receita Bruta (1.229.528) (2.435.745) (1.168.570) (2.346.560)
3.03 Receita Líquida de Vendas e/ou Serviços 2.743.343 5.434.200 2.450.732 4.927.629
3.04 Custo de Bens e/ou Serviços Vendidos (1.601.798) (3.214.063) (1.562.130) (3.131.391)
3.05 Resultado Bruto 1.141.545 2.220.137 888.602 1.796.238
3.06 Despesas/Receitas Operacionais (852.810) (1.969.343) (1.052.702) (1.926.136)
3.06.01 Com Vendas (386.678) (755.302) (365.482) (739.898)
3.06.02 Gerais e Administrativas (332.443) (648.316) (336.554) (654.526)
3.06.03 Financeiras (61.922) (406.791) (311.548) (437.963)
3.06.03.01 Receitas Financeiras 95.292 202.693 154.801 226.208
3.06.03.02 Despesas Financeiras (157.214) (609.484) (466.349) (664.171)
3.06.04 Outras Receitas Operacionais 129.397 243.170 204.634 286.220
3.06.05 Outras Despesas Operacionais (201.164) (402.104) (243.752) (379.969)
3.06.06 Resultado da Equivalência Patrimonial 0 0 0 0
3.07 Resultado Operacional 288.735 250.794 (164.100) (129.898)
3.08 Resultado Não Operacional 2.200 5.610 (14.456) (17.125)
3.08.01 Receitas 18.079 41.369 17.000 23.786
3.08.02 Despesas (15.879) (35.759) (31.456) (40.911)
3.09 Resultado Antes Tributação/Participações 290.935 256.404 (178.556) (147.023)
3.10 Provisão para IR e Contribuição Social (114.454) (111.499) 51.009 25.399
3.11 IR Diferido 0 0 0 0
3.12 Participações/Contribuições Estatutárias 0 0 0 0
3.12.01 Participações 0 0 0 0
3.12.02 Contribuições 0 0 0 0
3.13 Reversão dos Juros sobre Capital Próprio 0 245.000 245.000 245.000
3.14 Part. de Acionistas Não Controladores (375) 207 626 (281)
3.15 Lucro/Prejuízo do Período 176.106 390.112 118.079 123.095

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EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS

01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

01131-2 BRASIL TELECOM S.A. 76.535.764/0001-43

09.01 - DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO CONSOLIDADO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 - 01/04/2007 a 30/06/2007 4 - 01/01/2007 a 30/06/2007 5 - 01/04/2006 a 30/06/2006 6 - 01/01/2006 a 30/06/2006

NÚMERO AÇÕES, EX-TESOURARIA (Unidades) 547.272.189 547.272.189 547.272.190.399 547.272.190.399


LUCRO POR AÇÃO (Reais) 0,32179 0,71283 0,00022 0,00022
PREJUÍZO POR AÇÃO (Reais)

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

NOTAS EXPLICATIVAS ÀS INFORMAÇÕES TRIMESTRAIS DE 30/06/2007

(Em milhares de reais)

1. CONTEXTO OPERACIONAL

A BRASIL TELECOM S.A. (“Sociedade”) é uma concessionária do Serviço Telefônico Fixo Comutado
(“STFC”) e atua na Região II do Plano Geral de Outorgas, que abrange os estados brasileiros do Acre,
Rondônia, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Tocantins, Goiás, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul,
além do Distrito Federal. Nessa área, a Sociedade presta desde julho de 1998 o STFC nas modalidades local e
de longa distância intra-regional.

Face ao cumprimento antecipado das obrigações de universalização constantes do Plano Geral de Metas de
Universalização (“PGMU”), exigidas para 31 de dezembro de 2003, a Sociedade obteve junto à Agência
Nacional de Telecomunicações (“ANATEL”), em 19 de janeiro de 2004, autorizações para a exploração do
STFC nas seguintes modalidades de serviços: (i) Local e Longa Distância Nacional nas Regiões I e III e
Setores 20, 22 e 25 da Região II do Plano Geral de Outorgas (“PGO”); e (ii) Longa Distância Internacional,
nas Regiões I, II e III do PGO. Em decorrência dessas autorizações, a Sociedade passou a explorar os serviços
de Longa Distância Nacional e Longa Distância Internacional em todas as Regiões a partir de 22 de janeiro de
2004. No caso do Serviço Local nas novas regiões e setores do PGO, o serviço passou a ser ofertado a partir de
19 de janeiro de 2005.

Os negócios da Sociedade, bem como os serviços que oferece e as tarifas que cobra são regulamentados pela
ANATEL.

Os contratos de concessão vigentes, na modalidade de serviços local e de longa distância, entraram em vigor a
partir de 1º de janeiro de 2006, com vigência até 31 de dezembro de 2025. Informações adicionais sobre esses
contratos estão citadas na nota explicativa nº 5.i.

As informações referentes às metas de qualidade e universalização do Serviço Telefônico Fixo Comutado


estão disponíveis para acompanhamento dos interessados na página eletrônica da ANATEL, no site
www.anatel.gov.br.

O controle da Sociedade é exercido pela Brasil Telecom Participações S.A. (“BTP”), sociedade constituída em
22 de maio de 1998 em decorrência do processo de privatização do Sistema Telebrás.

A Sociedade é registrada na Comissão de Valores Mobiliários (“CVM”) e na Securities and Exchange


Commission – SEC – dos EUA, tendo suas ações negociadas na Bolsa de Valores de São Paulo
(“BOVESPA”), onde também integra o Nível 1 de Governança Corporativa, e negocia seus American
Depositary Receipts (“ADR`s”) na Bolsa de Valores de Nova Iorque (“NYSE”).

Controladas da Sociedade

Em 1º de agosto de 2006, foi aprovada pelo conselho de administração da Sociedade a reorganização societária
das empresas controladas. Tal reorganização, que visa a otimização da estrutura de controle com a redução de
empresas, concentração de atividades afins, simplificação das participações societárias inter-empresas, teve

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


início durante o segundo semestre de 2006. As alterações ocorridas no presente exercício estão citadas nos
comentários das empresas abaixo, quando a elas atribuídas. As alterações societárias realizadas em 2006 e
2007, efetuadas com bases nos valores contábeis, não causaram impactos relevantes na estrutura de custos.

a) 14 Brasil Telecom Celular S.A. (“BrT Celular”): subsidiária integral que opera desde o quarto trimestre
de 2004 na prestação do Serviço Móvel Pessoal (“SMP”), tendo autorização para atender a Região II do PGO.

b) BrT Serviços de Internet S.A. (“BrTI”): subsidiária integral que tem como principal produto o
provimento de acesso à Internet através de banda larga. Oferece ainda aos seus usuários, tanto residenciais
quanto empresariais, uma série de serviços de valor agregado, entre os quais a conexão de acesso sem fio.

A BrTI, por sua vez, possui o controle das seguintes sociedades:

(i) Empresas iBest

O iBest tem sua operação concentrada no provimento de acesso discado à Internet, venda de espaço
publicitário para divulgação em seu portal e serviço de valor agregado, sendo o acelerador de conexão à
Internet um dos principais serviços. Está representado pelas principais sociedades: iBest Holding Corporation,
constituída nas Ilhas Caimãs, e Freelance S.A., estabelecida no Brasil.

(ii) Empresas iG

O iG tem sua operação baseada no provimento de acesso à Internet, tanto discado quanto banda larga.
Também provê serviços de valor agregado voltado para o mercado residencial e empresarial. Além desses
serviços, o iG também conta com a venda de espaço publicitário em seu portal.

O controle da BrTI nas Empresas iG é atribuído à participação de 88,81% no capital social da sociedade
Internet Group (Cayman) Limited (“iG Cayman”), constituída nas Ilhas Caimãs.

A iG Cayman é uma holding que detém, por sua vez, o controle das sociedades Internet Group do Brasil S.A.
(“iG Brasil”) e Central de Serviços Internet Ltda. (“CSI”), ambas estabelecidas no Brasil.

Agência O Jornal da Internet Ltda. (“Jornal Internet”)

A BrTI mantém o investimento de trinta por cento no capital social da sociedade Jornal Internet, que tem por
objeto a comercialização de bens e serviços por meio da Internet, edição de jornais diários ou periódicos, bem
como a captação, geração e divulgação de notícias sobre fatos selecionados. Setenta por cento do capital social
da sociedade Jornal Internet é detido por Caio Túlio Vieira Costa, diretor vice-presidente das empresas de
Internet controladas da Sociedade.

c) Brasil Telecom Cabos Submarinos Ltda. (“BrT CS”): Empresa que era controlada pela BrTI até 2 de
janeiro de 2007. Em tal data, a BrTI reduziu parcela de seu capital social detido pela Sociedade, utilizando
para saldar parte da redução o investimento existente na BrT CS, no montante de R$ 132.678 mil. Desta
forma, a Sociedade passou a ser a controladora da BrT CS, possuindo praticamente a totalidade do capital
social da mesma. A BrTI continuou detentora de apenas uma quota do capital social da BrT CS, o que equivale
a uma participação inferior a 0,01%.

A BrT CS, em conjunto com suas sociedades controladas, opera através de um sistema de cabos submarinos de
fibra ótica, com pontos de conexão nos Estados Unidos, Ilhas Bermudas, Venezuela e Brasil, permitindo o

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


tráfego de dados através de pacotes de serviços integrados, oferecidos a clientes corporativos nacionais e
internacionais.

A BrT CS detém a totalidade do capital social da Brasil Telecom Subsea Cable Systems (Bermuda) Ltd. (“BrT
SCS Bermuda”), a qual, por sua vez, detém o total das ações da Brasil Telecom of America Inc. (“BrT of
America”) e da Brasil Telecom de Venezuela, S.A. (“BrT Venezuela”).

d) Brasil Telecom Comunicação Multimídia Ltda. (“BrT Multimídia”): A Sociedade detinha até 10 de
abril de 2007, 100% do capital da MTH Ventures do Brasil Ltda. (“MTH”), sociedade holding que possuía
84,4% do capital da Brasil Telecom Comunicação Multimídia Ltda., sendo que a Sociedade e a BrTI detinham
a participação restante. Na data citada, em Assembléia Geral Extraordinária realizada, foi deliberado à
Sociedade incorporar a MTH, cujo laudo de avaliação para incorporação correspondeu ao seguinte:

Ativo
Circulante R$ 37
Não Circulante
Permanente
Investimentos R$ 141.019
Total do Ativo R$ 141.056

Passivo
Patrimônio Líquido R$ 141.056
Total do Passivo R$ 141.056

A BrT Multimídia é provedora de serviços de rede privada de telecomunicações através de redes digitais de
fibra ótica de âmbito local em São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte, e rede de longa distância
conectando esses centros comerciais metropolitanos. Atua em âmbito nacional através de acordos comerciais
com outras empresas de telecomunicações para oferecer serviços para as demais regiões do Brasil. Também
possui um centro de soluções de Internet em São Paulo, que oferece serviços de co-location, hosting e demais
serviços de valor agregado.

e) Vant Telecomunicações S.A. (“VANT”): Empresa em que a Sociedade detém, praticamente, a totalidade
do capital social. Cabe à BrTI apenas uma ação do capital social da VANT, o que representa menos de 0,01%
de participação.

A VANT tem por objeto a prestação de serviços de comunicação multimídia, aquisição e cessão onerosa de
capacidades e demais meios, tendo como área de atuação as principais capitais brasileiras.

f) Santa Bárbara dos Pinhais S.A. (“SB dos Pinhais”)

Sociedade que na data de encerramento do trimestre não estava em operação, tem como objeto a prestação de
serviços em geral abrangendo atividades de administração de imóveis ou ativos, dentre outras.

Mudança da Administração

Nas datas de 27 de Julho de 2005 e 30 de setembro de 2005 ocorreram as trocas dos administradores da Brasil
Telecom Participações S.A. e da Sociedade, respectivamente. O processo de troca dos antigos
administradores, ligados ao antigo gestor Opportunity, foi litigioso, segundo consta de diversos fatos
relevantes divulgados pelas Sociedades durante o exercício de 2005 e de diversas ações movidas pelo antigo
gestor, visando retomar a gestão das Sociedades, que ainda estão em andamento.

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Acordos de 28 de abril de 2005 sob a Gestão Anterior

Em 28 de abril de 2005, ainda sob a gestão anterior, a Brasil Telecom Participações S.A. e a Brasil Telecom
S.A. celebraram vários acordos envolvendo os Grupos Opportunity e Telecom Itália (“Acordos de 28 de
Abril”).

Entre esses acordos, a Brasil Telecom S.A. e a sua subsidiária 14 Brasil Telecom Celular S.A. celebraram
com a TIM International N.V. (“TIMI”) e a TIM Brasil Serviços e Participações S.A. (“TIMB”) um
instrumento intitulado “Acordo de Incorporação” e um “Protocolo” a ele relacionado.

Conforme consta de fatos relevantes divulgados, a incorporação foi proibida por liminares expedidas pela
Justiça brasileira e norte-americana. Também é objeto de discussão em arbitragem envolvendo acionistas
controladores.

A atual administração da Brasil Telecom Participações S.A. e da Sociedade entende que o Acordo de
Incorporação, o respectivo Protocolo, e os demais Acordos de 28 de abril, que incluíram desistência e
transação em ações judiciais envolvendo as Sociedades, foram celebrados em conflito de interesses, com
violação à lei e aos estatutos sociais das Sociedades e, ainda, em contrariedade a acordos de acionistas e sem
as aprovações societárias necessárias. Ademais, a atual administração considera que tais acordos são
contrários aos melhores interesses das Sociedades, notadamente quanto ao seu negócio de telefonia móvel.

Relacionado ao “Acordo de Incorporação” citado nesta nota, a Sociedade e a controlada BrT Celular iniciaram
em 15 de março de 2006 uma arbitragem contra a TIMI e a TIMB, visando a anulação do mesmo. A Sociedade
divulgou fato relevante sobre este assunto em 16 de março de 2006.

A TIMI e a TIMB enviaram à Sociedade e à BrT Celular correspondência datada de 02 de maio de 2006,
rescindindo unilateralmente o referido “Acordo de Incorporação”, reservando suposto direito de indenização
por perdas e danos, o que está sendo tratado na citada arbitragem. Segundo análises dos assessores jurídicos
da Sociedade, o risco de perdas referente ao suposto direito de indenização é remoto e seu montante não é
passível de mensuração. Também no mês de maio de 2006, a Telecom Itália Internacional protocolou, junto à
Anatel e ao CADE, petições de requerimento de arquivamento da operação relativa ao “Acordo de
Incorporação” por perda de objeto.

2. APRESENTAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS

Critérios de Elaboração

As demonstrações contábeis foram preparadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, de
conformidade com a legislação societária, normas da CVM e normas aplicáveis às concessionárias de serviços
de telefonia.

A Sociedade, por estar registrada na SEC, está sujeita às suas normas, devendo elaborar demonstrações
contábeis e outras informações utilizando critérios que atendam aos requisitos daquela entidade. No
enquadramento a tais requisitos e visando atender às necessidades informativas do mercado, a Sociedade adota
como princípio a divulgação das informações nos dois mercados e nos respectivos idiomas.

As notas explicativas às demonstrações contábeis estão apresentadas em milhares de reais, exceto quando
estiver evidenciado de outra forma. Apresentam, de acordo com a situação, informações relativas à Sociedade

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e às demonstrações consolidadas, estando identificadas como “CONTROLADORA” e “CONSOLIDADO”,
respectivamente. Quando as informações são comuns às duas situações, estão indicadas como
“CONTROLADORA E CONSOLIDADO”.

Os valores dos depósitos judiciais vinculados às provisões para contingências são apresentados de forma
dedutiva dos passivos constituídos. Ainda no que se refere à forma de apresentação, as presentes informações
trimestrais contemplam os requisitos da Deliberação da CVM, nº 488/05, mais notadamente a segregação dos
ativos nos grupos circulante e não circulante, bem como pertencente a este último, a criação do subgrupo
intangível. Para efeitos de comparabilidade os saldos pertencentes ao exercício anterior foram reclassificados.

As estimativas contábeis foram baseadas em fatores objetivos e subjetivos, com base no julgamento da
administração para determinação do valor adequado a ser registrado nas demonstrações contábeis. Itens
significativos sujeitos a estas estimativas e premissas incluem o valor residual do ativo imobilizado, provisão
para créditos de liquidação duvidosa, estoques, imposto de renda e contribuição social diferidos, provisão para
contingências, valoração de instrumentos financeiros, e ativos e passivos relacionados a benefícios a
empregados. A liquidação das transações envolvendo essas estimativas poderá resultar em valores divergentes
devido a incertezas inerentes ao processo de sua determinação. A administração da Sociedade revisa as
estimativas e premissas pelo menos trimestralmente.

Demonstrações Contábeis Consolidadas

A consolidação foi elaborada de acordo com a Instrução CVM n° 247/96 e inclui a Sociedade e as sociedades
citadas na nota nº 1.

Entre os principais procedimentos de consolidação estão:

• Eliminação dos saldos das contas de ativos e passivos entre as empresas consolidadas, assim como as
receitas e despesas das transações entre elas.

• Eliminação dos saldos das contas de investimento e correspondentes participações no capital, reservas e
resultados acumulados entre as sociedades consolidadas.

• Segregação das parcelas do patrimônio líquido e do resultado pertencentes aos acionistas não
controladores, indicadas em itens específicos.

Informação Suplementar

A Sociedade está apresentando como informação suplementar à demonstração dos fluxos de caixa, a qual foi
preparada de acordo com a Norma e Procedimento de Contabilidade - NPC nº 20, do Instituto dos Auditores
Independentes do Brasil (“IBRACON”). Tal demonstração está apresentada junto à nota nº 17.

Relatório por Segmento

A Sociedade está apresentando, complementarmente na nota nº 41, o relatório por segmento de negócio. Um
segmento é um componente identificável da sociedade, destinado à prestação de serviços (segmento de
negócio), ou fornecimento de produtos e serviços o qual esteja sujeito a riscos e remunerações que são
diferentes entre si.

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3. RESUMO DAS PRINCIPAIS PRÁTICAS CONTÁBEIS

Os critérios mencionados abaixo referem-se a práticas adotadas pela Sociedade e por suas controladas que
estão refletidas nas demonstrações contábeis consolidadas.

a. Caixa, Contas Bancárias e Aplicações de Liquidez Imediata: As aplicações financeiras são


investimentos temporários de alta liquidez, com vencimento imediato. Estão registrados ao custo, acrescidos
dos rendimentos auferidos até as datas do encerramento dos trimestres apresentados e não superam o valor de
mercado. As quotas de fundos de investimentos estão valorizadas pelo valor da quota nas datas de
encerramento dos trimestres.

b. Contas a Receber de Clientes: As contas de créditos com usuários dos serviços de telecomunicações estão
registradas pelo valor da tarifa ou do serviço na data da sua prestação. As contas a receber de serviços incluem
créditos por serviços prestados e não faturados até a data do encerramento dos trimestres. As contas a receber
decorrentes da comercialização de aparelhos celulares e acessórios estão registradas pelos valores das vendas
realizadas, no momento em que as mercadorias são entregues e aceitas pelos clientes. O critério adotado para
constituição da provisão de créditos de liquidação duvidosa considera a apuração dos percentuais de perdas
reais ocorridas em cada faixa de vencimento de contas a receber. A partir desses percentuais históricos de
perdas são estimadas as perdas futuras sobre o atual saldo de contas a receber, que inclui as contas a vencer e
também a parcela de serviços prestados a faturar, constituindo-se assim, o montante que poderá se transformar
em perda futura, o qual é contabilizado a título de provisão.

c. Estoques de Materiais: Estão demonstrados pelo custo médio de aquisição, os quais não excedem ao custo
de reposição. Os estoques são segregados em expansão e manutenção da planta, e com relação às
demonstrações consolidadas, estoques de mercadorias para revenda representados, principalmente, por
aparelhos celulares, acessórios e cartões eletrônicos – chips. Os estoques destinados a expansão estão
classificados no imobilizado (obras em andamento), os estoques destinados a manutenção são classificados no
ativo circulante e realizável a longo prazo, de acordo com o prazo em que serão utilizados, e os estoques
destinados a revenda estão classificados no ativo circulante. Para os estoques considerados obsoletos, são
registradas provisões para perdas, sendo que para os aparelhos celulares e acessórios, a controlada BrT Celular
registra ajustes, nos casos em que as aquisições foram realizadas por valores superiores, adequando-os ao valor
de realização.

d. Investimentos: Os investimentos em sociedades controladas foram avaliados pelo método de equivalência


patrimonial. Os ágios registrados foram apurados com base na expectativa de resultados futuros e sua
amortização está relacionada ao volume de realização e tempo projetados, não excedendo ao período de dez
anos. Os demais investimentos estão registrados pelo custo de aquisição, deduzido de provisão para perdas,
quando aplicável. Os investimentos resultantes de aplicações em incentivos fiscais de imposto de renda são
reconhecidos quando efetivadas as aplicações e resultam em ações de empresas incentivadas ou quotas dos
fundos de investimentos. No período compreendido entre a aplicação e o recebimento de ações ou quotas dos
fundos, permanecem registrados no ativo realizável a longo prazo. Periodicamente esses investimentos são
avaliados e o resultado da comparação entre o seu custo original e o de mercado, quando este for menor,
resulta na formação de provisões para perdas prováveis.

e. Imobilizado: Está demonstrado pelo custo de aquisição e/ou construção, deduzido da depreciação
acumulada. Os encargos financeiros decorrentes de obrigações que financiam bens e obras enquanto em
construção são capitalizados.

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Os gastos incorridos que representam melhorias (aumento da capacidade instalada ou da vida útil) são
capitalizados. Os gastos com manutenção e reparo são debitados ao resultado, respeitando-se o regime de
competência.

A depreciação é calculada pelo método linear. As taxas de depreciação utilizadas estão de acordo com a
expectativa de vida útil dos bens e de conformidade com as normas do Serviço Público de Telecomunicações.
As principais taxas aplicadas estão demonstradas na nota nº 27.

f. Intangível: Refere-se, principalmente, a licenças e direitos de uso de software e regulatórias. A amortização


dos direitos de uso de software é calculada pelo método linear, pelo período de cinco anos e as licenças
regulatórias de acordo com os prazos determinados pelo órgão regulador. Quando identificado que uma
licença ou direito ligado a este ativo não produz mais benefícios, ocorre a baixa contra o resultado não-
operacional.

g. Diferido: Refere-se, principalmente, a gastos com instalação e reorganização. A amortização é calculada


pelo método linear, pelo prazo de cinco anos. Quando identificado que o ativo não produz mais benefícios,
ocorre a baixa contra o resultado não-operacional.

h. Imposto de Renda e Contribuição Social sobre o Lucro: O imposto de renda da pessoa jurídica e a
contribuição social sobre o lucro são contabilizados pelo regime de competência. Os tributos mencionados
atribuíveis a diferenças temporárias, prejuízos fiscais e base negativa da contribuição social são registrados no
ativo ou passivo, conforme o caso, somente no pressuposto de realização ou exigibilidade futura, dentro dos
parâmetros estabelecidos na Instrução CVM nº 371/02.

i. Empréstimos e Financiamentos: Estão atualizados pelas variações monetárias e/ou cambiais e juros
incorridos até a data do encerramento do trimestre. Idêntica atualização é aplicada aos contratos de garantia
para cobertura da dívida (hedge).

j. Provisões para Contingências: As provisões para contingências são constituídas mediante avaliações de
seus riscos e quantificadas com base em fundamentos econômicos e pareceres jurídicos sobre os processos e
outros fatos contingenciais conhecidos na data de encerramento do trimestre. Os fundamentos e as naturezas
das provisões estão descritos na nota nº 7.

k. Reconhecimento das Receitas: As receitas de serviços são reconhecidas quando estes são prestados. As
ligações locais e de longa distância são tarifadas pelo processo de medição por tempo conforme legislação em
vigor. As receitas provenientes da venda de cartões indutivos (Telefonia de Uso Público – TUP), aparelhos
celulares e seus acessórios, são registradas quando os mesmos são entregues e aceitos pelos clientes. Para os
serviços pré-pagos vinculados à telefonia celular a receita é reconhecida de acordo com a utilização dos
serviços. Uma receita não é reconhecida se há uma incerteza significativa na sua realização.

l. Reconhecimento das Despesas: As despesas são contabilizadas pelo regime de competência, obedecendo a
sua vinculação com a realização das receitas. As despesas que competem a exercícios futuros são diferidas.

m. Receitas (Despesas) Financeiras líquidas: As receitas financeiras são contabilizadas pelo regime de
competência e representam os juros auferidos sobre contas a receber liquidadas após o vencimento, os ganhos
com aplicações financeiras e os ganhos com hedge. As despesas financeiras representam os juros incorridos e
os demais encargos com empréstimos, financiamentos e outras transações financeiras.

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Os juros sobre capital próprio, quando creditados, compõem o saldo das despesas financeiras, sendo que para
fins de apresentação os valores registrados são revertidos contra o resultado do exercício e reclassificados
como dedução de lucros acumulados, no patrimônio líquido.

n. Benefícios a Empregados: Os planos de previdência privada e outros benefícios de aposentadoria


patrocinados pela Sociedade e suas Controladas a seus empregados são administrados por três fundações. As
contribuições são determinadas atuarialmente, quando aplicável, e contabilizadas pelo regime de competência.
Em 31 de dezembro de 2001 a Sociedade efetuou a contabilização do déficit atuarial existente naquela data,
contra o patrimônio líquido, excluindo os efeitos tributários correspondentes. A partir de 2002, na medida em
que novas reavaliações atuariais determinem a necessidade de ajustes à provisão, os mesmos são reconhecidos
contra o resultado do exercício. Informações complementares aos planos de previdência privada estão descritas
na nota nº 6.

o. Participações no Resultado: A provisão para participação de empregados e administradores nos resultados


é constituída de acordo com a competência, sendo contabilizada como despesa operacional. A determinação do
montante, que é pago no ano seguinte ao do registro da provisão, considera o programa de metas estabelecido
junto ao sindicato da categoria, através de acordo coletivo de trabalho, em consonância com a Lei nº 10.101/00
e com o estatuto social.

p. Lucro ou prejuízo por ação: O lucro ou prejuízo por ação é calculado com base na quantidade de ações
em circulação existentes na data do encerramento do trimestre. As ações em circulação são representadas pela
totalidade das ações emitidas, subtraída das ações em tesouraria.

4. TRANSAÇÕES COM PARTES RELACIONADAS

As transações com partes relacionadas referem-se às operações existentes com a Brasil Telecom Participações
S.A., controladora da Sociedade, e com as sociedades controladas descritas na nota nº 1.

As operações entre a Sociedade e as partes relacionadas são realizadas a preços e condições usuais de
mercado. As principais transações realizadas são as seguintes:

Brasil Telecom Participações S.A.

Avais e Fianças: (i) A Controladora presta avais em garantia de empréstimos e financiamentos devidos pela
Sociedade às instituições financeiras credoras. Até encerramento do trimestre, relacionado ao benefício da
garantia, a Sociedade registrou despesas em favor da Controladora no montante de R$ 2.003 (R$ 1.669 em
2006); e (ii) a Controladora presta fiança para a Sociedade, relativa à contratação de apólices de seguro
garantia de obrigações contratuais (GOC), as quais totalizaram R$ 101.502 (R$ 220.305 em 2006). Até o
trimestre, por conta da remuneração de tal fiança, a Sociedade registrou uma despesa operacional de R$ 58
(R$ 66 em 2006).

Valores a pagar e Receitas: resultantes de transações relacionadas a compartilhamento de recursos. O saldo a


pagar é de R$ 1.287 (R$ 454 a pagar, em 31/03/07) e os valores contabilizados contra o resultado ocorridos em
2006, representaram receitas operacionais de R$ 337.

BrT Serviços de Internet S.A.

Adiantamentos para Futuro Aumento de Capital: a importância existente a título de AFAC concedido é de R$
6.695 (R$ 6.695 em 31/03/07).

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EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS Data-Base - 30/06/2007

01131-2 BRASIL TELECOM S.A. 76.535.764/0001-43

06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

Valores a Receber, Receitas e Despesas: resultantes de transações relacionadas a utilização de instalações,


apoio logístico e serviços de telecomunicações. O saldo a receber é de R$ 16.417 (R$ 9.593 a receber, em
31/03/07). Os valores contabilizados contra o resultado até o trimestre representaram R$ 19.722 de receitas
operacionais (R$ 14.529 em 2006) e R$ 38 de despesas operacionais (R$ 17.092 em 2006).

14 Brasil Telecom Celular S.A.

Valores a Pagar, Receitas e Despesas: resultantes de transações relacionadas a utilização de instalações, apoio
logístico e serviços de telecomunicações. O saldo a pagar é de R$ 12.515 (R$ 18.427 a pagar, em 31/03/07).
Os valores contabilizados contra o resultado até o trimestre representaram R$ 110.578 de receitas operacionais
(R$ 92.600 em 2006) e R$ 215.414 de despesas operacionais (R$ 175.405 em 2006).

Vant Telecomunicações S.A.

Valores a Receber, Receitas e Despesas: resultantes de transações relacionadas a serviços de


telecomunicações. O saldo a receber é de R$ 5.608 (R$ 5.669 a receber, em 31/03/07) e os valores
contabilizados contra o resultado até o trimestre representaram R$ 1.344 de receitas operacionais (R$ 2.602
em 2006) e R$ 1.153 de despesas operacionais (R$ 971 em 2006).

Adiantamentos para Futuro Aumento de Capital: a importância existente a título de AFAC concedido é de R$
5.050 (R$ 5.050 em 31/03/07).

BrT SCS Bermuda

Valores a Receber e Receitas: resultantes de transações relacionadas a serviços de telecomunicações. O saldo a


receber é de R$ 395 (R$ 356 a receber, em 31/03/07). Os valores contabilizados contra o resultado até o
trimestre representaram R$ 79 de receitas operacionais (R$ 84 em 2006).

BrT of America

Valores a Receber, Receitas e Despesas: resultantes de transações relacionadas a serviços de


telecomunicações. O saldo a receber é de R$ 115 (R$ 3.157 a pagar em 31/03/07). Os valores contabilizados
contra o resultado até o trimestre representaram R$ 28 de receitas operacionais (R$ 60 em 2006) e R$ 3.378 de
despesas operacionais (R$ 3.232 em 2006).

BrT CS

Valores a Pagar e Despesas: resultantes de transações relacionadas a serviços de telecomunicações, o saldo a


pagar é de R$ 24 (R$ 3.583 a pagar, em 31/03/07). Os valores contabilizados contra o resultado até o trimestre
estão representados por despesas operacionais de R$ 20.147 (R$ 13.546 em 2006).

Freelance S.A.

Valores a pagar, Receitas e Despesas: resultantes de transações relacionadas a prestação de serviços de


telecomunicações. O saldo a pagar é de R$ 378 (R$ 245 a pagar, em 31/03/07). Os valores contabilizados
contra o resultado até o trimestre representaram R$ 2.824 de receitas operacionais (R$ 2.353 em 2006) e R$
9.097 de despesas operacionais (R$ 5.981 em 2006).

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

iG Brasil

Valores a Receber, Receitas e Despesas: resultantes de transações relacionadas a prestação de serviços de


telecomunicações. O saldo a receber é de R$ 5.203 (R$ 3.085 a receber, em 31/03/07). Os valores
contabilizados contra o resultado até o trimestre estão representados por R$ 4.264 de receitas operacionais (R$
1.227 em 2006) e despesas operacionais de R$ 2.142 (R$ 913 em 2006).

BrT Multimídia

Valores a receber, Receitas e Despesas: resultantes de transações relacionadas a serviços de telecomunicações.


O saldo a receber é de R$ 3.093 (R$ 3.196 a receber, em 31/03/07). Os valores contabilizados contra o
resultado até o trimestre estão representados R$ 172 de receitas operacionais (R$ 326 em 2006) e R$ 9.746 de
despesas operacionais (R$ 8.261 em 2006).

Adiantamentos para Futuro Aumento de Capital: a importância existente a título de AFAC concedido é de R$
23.000 (R$ 23.000 em 31/03/07).

Outras Transações com Partes Relacionadas

Devido à existência de sócio comum na cadeia de controle da Sociedade e das empresas citadas abaixo, as
operações entre estas podem ser classificadas, nos termos da Deliberação CVM nº 26/86, como “transações
entre partes relacionadas”.

Telemig Celular

A Sociedade e a Telemig Celular mantêm contratos relativos a operação de serviços de telecomunicações,


abrangendo o CSP 14 – Código de Seleção de Prestadora, aluguel de infra-estrutura e acordos de co-
faturamento. O valor a pagar, decorrente destes contratos e acordos é de R$ 8.751 (R$ 7.256 a pagar, em
31/03/07). Os valores contabilizados contra o resultado até o trimestre estão representados por despesas
operacionais de R$ 21.233 (R$ 21.052 em 2006) e receitas operacionais de R$ 70 (R$ 9 em 2006).

Amazônia Celular

A Sociedade e a Amazônia Celular mantêm contrato relativo a operação de serviços de telecomunicações,


abrangendo o CSP 14 – Código de Seleção de Prestadora e acordos de co-faturamento. O valor a pagar,
decorrente destes contratos e acordos é de R$ 2.500 (R$ 2.138 a pagar, em 31/03/07). Os valores
contabilizados contra o resultado até o trimestre estão representados por despesas operacionais de R$ 6.019
(R$ 6.116 em 2006).

TIM Celular

A Sociedade e as empresas Celulares da TIM mantêm contratos relativos a operação de serviços de


telecomunicações, abrangendo cessão de meios e acordos de co-faturamento, assim como relacionamentos
decorrentes de CSP. O valor a pagar, decorrente destas transações é de R$ 85.715 (R$ 102.619 a pagar, em
31/03/07). Os valores contabilizados contra o resultado até o trimestre estão representados por receitas
operacionais de R$ 57.310 (R$ 51.489 em 2006) e despesas operacionais de R$ 279.504 (R$ 246.998 em
2006).

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

5. VALOR DE MERCADO DOS ATIVOS E PASSIVOS FINANCEIROS (INSTRUMENTOS


FINANCEIROS) E ANÁLISE DE RISCOS

A Sociedade e suas controladas procederam a uma avaliação de seus ativos e passivos contábeis em relação
aos valores de mercado ou de efetiva realização (valor justo), utilizando informações disponíveis e
metodologias de avaliação apropriadas para cada situação. A interpretação dos dados de mercado quanto à
escolha de metodologias exige considerável julgamento e estabelecimento de estimativas para se chegar a um
valor considerado adequado para cada situação. Conseqüentemente, as estimativas apresentadas podem não
indicar, necessariamente, os montantes que poderão ser obtidos no mercado corrente. A utilização de
diferentes hipóteses para apuração do valor de mercado ou o valor justo pode ter efeito material nos valores
obtidos. A seleção dos ativos e passivos apresentados nesta nota ocorreu em razão de sua materialidade.
Aqueles instrumentos cujos valores se aproximam do valor justo, a exemplo de caixa, contas bancárias e
aplicações de liquidez imediata, contas a receber, ativos e passivos de tributos, fundos de pensão, entre outros,
e cuja avaliação de risco é irrelevante não estão mencionados.

De acordo com as suas naturezas, os instrumentos financeiros podem envolver riscos conhecidos ou não,
sendo importante, no melhor julgamento, o potencial desses riscos. Assim, podem existir riscos com garantias
ou sem garantias, dependendo de aspectos circunstanciais ou legais. Dentre os principais fatores de risco de
mercado que podem afetar o negócio da Sociedade, destacam-se:

a. Risco de Crédito

A maioria dos serviços prestados pela Sociedade está vinculada ao Contrato de Concessão e grande parte
desses serviços subordina-se ao estabelecimento de tarifas por parte do órgão regulador. A política de crédito
por sua vez, no caso de serviços públicos de telecomunicações, fica subordinada às normas legais
estabelecidas pelo poder concedente. O risco existe em razão da possibilidade da Sociedade vir a incorrer em
perdas resultantes da dificuldade de recebimento de valores faturados a seus clientes. A inadimplência da
Sociedade até o trimestre foi de 2,49% (2,63% em 2006), considerando o total de perdas com contas a receber
em relação à receita bruta. Para o Consolidado foi de 2,65% (2,71% em 2006). Através de controles internos, a
Sociedade monitora permanentemente o nível de suas contas a receber, o que limita o risco de contas
inadimplentes, procedendo ao corte do acesso ao serviço (tráfego sainte) se a fatura estiver vencida há mais de
trinta dias. São feitas exceções para o caso de serviços de telefonia que devem ser mantidos por razões de
segurança ou defesa nacional.

A Sociedade opera em co-faturamento, relativo às chamadas de longa distância com o uso do seu CSP (Código
de Seleção de Prestadora) originadas por assinantes das outras operadoras de telefonia fixa e móvel. As contas
a receber em co-faturamento são geridas por essas operadoras, com base nos acordos operacionais firmados
com as mesmas e de acordo com a disciplina estabelecida pela ANATEL. As regras de bloqueio estabelecidas
pelo órgão regulador são as mesmas para as sociedades de telefonia fixa e móvel fornecedoras do co-
faturamento. A Sociedade controla separadamente os recebíveis dessa natureza e mantém provisão para perdas
que poderão ocorrer, devidas aos riscos de não recebimento desses valores.

Com relação à telefonia móvel, o risco de crédito na venda de aparelhos e na prestação de serviços na
modalidade pós-pago é minimizado com a adoção de uma pré-análise de crédito. Ainda no que diz respeito ao
serviço pós-pago, cuja base de clientes no final do trimestre era de 23,6% do total da carteira (26,6% em
31/03/07), as contas a receber também são monitoradas a fim de limitar a inadimplência e efetua-se o bloqueio
ao serviço (tráfego sainte) quando a fatura estiver vencida há mais de quinze dias.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

b. Risco de Taxa de Câmbio

Passivos

A Sociedade possui empréstimos e financiamentos contratados em moeda estrangeira. O risco vinculado a


esses passivos surge em razão da possibilidade de existirem flutuações nas taxas de câmbio que possam
aumentar os saldos dos mesmos. Os empréstimos consolidados sujeitos a esse risco representam cerca de
18,3% (16,1% em 31/03/07) do total dos passivos de empréstimos e financiamentos consolidados,
desconsideradas as operações de proteção cambial contratadas. Para minimizar esse tipo de risco, a Sociedade
tem contratado operações de hedge cambial junto a instituições financeiras. Da parcela da dívida consolidada
em moeda estrangeira 41,0% (70,0% em 31/03/07) está coberta por operações de hedge e aplicações
financeiras em moeda estrangeira. Os efeitos positivos ou negativos não realizados nessas operações são
registrados no resultado como ganho ou perda. Até a data de encerramento do trimestre, a variação negativa
acumulada dos contratos de hedge totalizou R$ 78.271 (R$ 72.774 de variação negativa em 2006).

A exposição líquida, pelo valor contábil e de mercado, ao risco da taxa de câmbio na data do encerramento do
trimestre era a seguinte:

CONTROLADORA E CONSOLIDADO
30/06/07 31/03/07
Valor Valor de Valor Valor de
Contábil Mercado Contábil Mercado
Passivos
Empréstimos e Financiamentos 707.525 738.906 751.525 790.721
Contratos de Hedge 425.941 425.778 378.356 376.154
Total 1.133.466 1.164.684 1.129.881 1.166.875
Circulante 207.917 208.893 184.720 184.688
Longo Prazo 925.549 955.791 945.161 982.187

O método utilizado para o cálculo do valor de mercado (valor justo) dos empréstimos e financiamentos em
moeda estrangeira e instrumentos de hedge foi o dos fluxos de caixa futuros associados a cada instrumento
contratado, descontados às taxas de mercado vigentes na data de encerramento do trimestre.

c. Risco de Taxa de Juros

Ativos

A Sociedade possui um empréstimo concedido para a empresa produtora de listas telefônicas, remunerado pelo
IGP-DI, e também empréstimos decorrentes da venda de bens do ativo imobilizado para outras empresas de
telefonia, remunerados pelo IPA-OG/Produtos Industriais da Coluna 27 (FGV). São mantidos ainda, títulos de
renda (CDB´s) aplicados junto ao Banco de Brasília S.A., relacionados à garantia ao incentivo creditício
concedido pelo Governo do Distrito Federal, cujo programa denomina-se Programa de Promoção do
Desenvolvimento Econômico e Sustentável do Distrito Federal – PRO-DF, sendo a remuneração desses títulos
equivalente a 95% da taxa SELIC.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

Esses ativos estão assim representados no balanço:

CONTROLADORA CONSOLIDADO
Valor Contábil e de Mercado Valor Contábil e de Mercado
30/06/07 31/03/07 30/06/07 31/03/07
Ativos
Empréstimos, vinculados a:
IGP-DI 7.802 8.120 7.819 8.137
IPA-OG Coluna 27 (FGV) 249 295 249 295
Títulos de Renda, vinculados a:
Taxa SELIC 845 819 3.510 3.399
Total 8.896 9.234 11.578 11.831
Circulante 1.409 7.610 1.426 7.627
Longo Prazo 7.487 1.624 10.152 4.204

Passivos

A Sociedade possui empréstimos e financiamentos contratados em moeda nacional subordinados a taxas de


juros vinculadas aos indexadores: TJLP, UMBNDES, CDI e IGP/DI. O risco inerente a esses passivos surge
em razão da possibilidade de existirem flutuações nessas taxas. A Sociedade tem pactuado contratos de hedge
para 9,3% (12,5% em 31/03/07) das obrigações sujeitas à taxa UMBNDES, na modalidade de swap cambial.
Contudo, há um monitoramento contínuo das demais taxas de mercado com o propósito de avaliar a eventual
contratação de instrumentos para proteção contra a variação dessas taxas. Os efeitos positivos ou negativos não
realizados nessas operações são registrados no resultado como ganho ou perda. Até a data do encerramento do
trimestre, a variação negativa acumulada dos contratos de hedge totalizou R$ 3.133 (R$ 7.669 de variação
negativa em 2006).

Além dos empréstimos e financiamentos a Sociedade emitiu debêntures públicas, não conversíveis ou
permutáveis em ações. Este passivo foi contratado a taxa de juros vinculada ao CDI e o risco sobre esse
passivo surge em razão da possível elevação dessa taxa.

A situação dos passivos mencionados na data de encerramento do trimestre é a seguinte:

CONTROLADORA
30/06/07 31/03/07
Valor Valor de Valor Valor de
Contábil Mercado Contábil Mercado
Passivos
Empréstimos vinculados à TJLP 1.875.550 1.889.550 2.058.797 2.075.974
Debêntures – CDI 1.089.622 1.089.622 1.640.179 1.642.446
Empréstimos vinculados a UMBNDES 134.695 134.747 161.415 161.577
Hedge sobre Empréstimos vinculados a UMBNDES 12.436 12.276 17.298 16.879
Empréstimos vinculados ao IGP/DI 5.756 5.756 5.720 5.720
Outros Empréstimos 31.942 31.942 35.012 35.012
Total 3.150.001 3.163.893 3.918.421 3.937.608
Circulante 574.474 579.768 1.274.211 1.283.191
Longo Prazo 2.575.527 2.584.125 2.644.210 2.654.417

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

CONSOLIDADO
30/06/07 31/03/07
Valor Valor de Valor Valor de
Contábil Mercado Contábil Mercado
Passivos
Empréstimos vinculados à TJLP 1.875.550 1.889.550 2.058.797 2.075.974
Debêntures - CDI 1.089.622 1.089.622 1.640.179 1.642.446
Empréstimos vinculados a UMBNDES 134.695 134.747 161.415 161.577
Hedge sobre Empréstimos vinculados a UMBNDES 12.436 12.276 17.298 16.879
Empréstimos vinculados ao IGP/DI 25.255 25.255 25.102 25.102
Outros Empréstimos 31.942 31.942 35.012 35.012
Total 3.169.500 3.183.392 3.937.803 3.956.990
Circulante 574.705 579.999 1.274.325 1.283.305
Longo Prazo 2.594.795 2.603.393 2.663.478 2.673.685

Alguns dos contratos citados têm os valores de mercado iguais aos valores contábeis, devido às condições de
contratação atuais para estes tipos de instrumentos financeiros serem semelhantes àquelas em que os mesmos
se originaram ou não apresentarem parâmetros para cotação ou contratação.

d. Risco de Não Vinculação de Índices de Atualização Monetária de Empréstimos e Financiamentos


com o Contas a Receber

Os índices de empréstimos e financiamentos contratados pela Sociedade não estão correlacionados com os
valores das contas a receber. Desta maneira existe um risco, pois os reajustes de tarifas telefônicas não
necessariamente acompanham os aumentos nas taxas de juros locais que afetam as dívidas da Sociedade.

e. Riscos Contingenciais

Os riscos contingenciais são avaliados segundo hipóteses de exigibilidade entre provável, possível ou remota.
As contingências consideradas como de risco provável são registradas no passivo. Os detalhes desses riscos
estão apresentados na nota nº 7.

f. Riscos Relacionados a Investimentos

A Sociedade possui investimentos avaliados pelos métodos de equivalência patrimonial e custo de aquisição.
Os investimentos avaliados pela equivalência patrimonial estão citados na nota nº 26, para os quais inexiste
valor de mercado, pois são representados por sociedades de capital fechado ou limitada. São constituídas
provisões para perdas quando os fluxos de caixa futuros esperados de um investimento induzirem a
expectativas de perdas.

Os investimentos avaliados pelo custo de aquisição são irrelevantes em relação aos ativos totais. Os riscos a
eles relacionados não produziriam impactos representativos para a Sociedade caso ocorressem perdas com
esses investimentos.

g. Riscos de Aplicações Financeiras

As aplicações financeiras de liquidez imediata em moeda local são mantidas em fundos de investimento
financeiro (FIF’s) e aplicações em carteira própria de títulos privados (pós-fixados) emitidos por instituições
financeiras de primeira linha (CDB’s). As carteiras dos FIF´s são constituídas por títulos públicos federais

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