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UFCD 6578 CUIDADOS NA SAÚDE MATERNA Professora Isabel Henriques
UFCD 6578 CUIDADOS NA SAÚDE MATERNA Professora Isabel Henriques
UFCD 6578
CUIDADOS NA SAÚDE MATERNA
Professora Isabel Henriques
Conteúdos  Noções sobre hereditariedade, reprodução e desenvolvimento embrionário  A Importância da
Conteúdos  Noções sobre hereditariedade, reprodução e desenvolvimento embrionário  A Importância da
Conteúdos
Conteúdos

Noções sobre hereditariedade, reprodução e desenvolvimento

embrionário

A Importância da vigilância da saúde materna

A Fisiologia normal do parto Noções gerais sobre tipos de parto

Ambiente e emoções durante o parto

Os cuidados à puérpera: Mobilização,Alimentação, amamentação e Higiene

Lóquios (características normais e sinais de alerta)

Noções sobre algumas das complicações maternas no pósparto

Tarefas que em relação a esta temática se encontram no âmbito

de intervenção do/a Técnico/a Auxiliar de saúde

Tarefas que, sob orientação de um Enfermeiro, tem de executar

sob sua supervisão directa

Tarefas que, sob orientação e supervisão de um Enfermeiro de

saúde, pode executar sozinho/a

Na espécie humana existem dois seres de caraterísticas distintas, macho e fêmea , e só
Na espécie humana existem dois seres de caraterísticas distintas, macho e fêmea , e só

Na espécie humana existem dois seres de caraterísticas

distintas, macho e fêmea, e só pela junção de elementos

apenas existentes em cada um deles é possível a reprodução.

Assim, só com a

fecundação de um óvulo

(Oócito) por um

espermatozoide é possível a criação de um

novo ser, semelhante aos

progenitores.

um espermatozoide é possível a criação de um novo ser, semelhante aos progenitores. 3 Professora Isabel
Como é constituído o sistema reprodutor feminino? O aparelho reprodutor feminino está situado na parte
Como é constituído o sistema reprodutor feminino? O aparelho reprodutor feminino está situado na parte

Como é constituído o sistema reprodutor feminino?

O aparelho reprodutor feminino está situado na parte

inferior do abdómen, entre a bexiga e o reto.

O aparelho genital feminino é constituído pelos:

Ovários.

Trompas de Falópio.

Útero.

Vagina.

é constituído pelos:  Ovários.  Trompas de Falópio.  Útero.  Vagina. 4 Professora Isabel
7 Orifício 8 urinário
7
Orifício
8
urinário

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Trompas

de

Falópio

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Pavilhão

da

Trompas

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Orifício

genital

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Vulva

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Como é constituído o sistema reprodutor feminino? 6 Professora Isabel Henriques
Como é constituído o sistema reprodutor feminino? 6 Professora Isabel Henriques

Como é constituído o sistema reprodutor feminino?

Como é constituído o sistema reprodutor feminino? O sistema feminino é composto pelas gónadas e
Como é constituído o sistema reprodutor feminino? O sistema feminino é composto pelas gónadas e

Como é constituído o sistema reprodutor feminino?

O sistema feminino é composto pelas gónadas

e pelas vias genitais, encontrando-se

anatomicamente separado do sistema urinário.

anatomicamente separado do sistema urinário. Os ovários correspondem às gónadas, produzindo células

Os ovários correspondem às gónadas, produzindo células

sexuais e hormonas associadas.

produzindo células sexuais e hormonas associadas. As trompas de Falópio são tubulares e permitem a

As trompas de Falópio são tubulares

e permitem a deslocação das células reprodutoras (óvulos e espermatozóides).

das células reprodutoras (óvulos e espermatozóides). O útero é um órgão muito musculado, responsável pelo

O útero é um órgão muito

musculado, responsável pelo

alojamento de uma gravidez.

A vagina é composta pelas vias genitais; a vulva pelos órgãos

genitais externos.

Como é constituído o sistema reprodutor feminino? 8 Professora Isabel Henriques
Como é constituído o sistema reprodutor feminino? 8 Professora Isabel Henriques

Como é constituído o sistema reprodutor feminino?

Como é constituído o sistema reprodutor feminino? 8 Professora Isabel Henriques
Como é constituído o sistema reprodutor feminino? 8 Professora Isabel Henriques

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Professora Isabel Henriques

Como é constituído o sistema reprodutor feminino? 9 Professora Isabel Henriques
Como é constituído o sistema reprodutor feminino? 9 Professora Isabel Henriques

Como é constituído o sistema reprodutor feminino?

Como é constituído o sistema reprodutor feminino? 9 Professora Isabel Henriques
Como é constituído o sistema reprodutor feminino? 9 Professora Isabel Henriques

9

Professora Isabel Henriques

Como é constituído o sistema reprodutor feminino? 10 Professora Isabel Henriques
Como é constituído o sistema reprodutor feminino? 10 Professora Isabel Henriques

Como é constituído o sistema reprodutor feminino?

Como é constituído o sistema reprodutor feminino? 10 Professora Isabel Henriques
Como é constituído o sistema reprodutor feminino? 10 Professora Isabel Henriques

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Professora Isabel Henriques

Como é constituído o sistema reprodutor feminino? 11 Professora Isabel Henriques
Como é constituído o sistema reprodutor feminino? 11 Professora Isabel Henriques

Como é constituído o sistema reprodutor feminino?

Como é constituído o sistema reprodutor masculino? 12 Professora Isabel Henriques
Como é constituído o sistema reprodutor masculino? 12 Professora Isabel Henriques

Como é constituído o sistema reprodutor masculino?

Como é constituído o sistema reprodutor masculino? 13 Professora Isabel Henriques
Como é constituído o sistema reprodutor masculino? 13 Professora Isabel Henriques

Como é constituído o sistema reprodutor masculino?

Como é constituído o sistema reprodutor masculino? 14 Professora Isabel Henriques
Como é constituído o sistema reprodutor masculino? 14 Professora Isabel Henriques

Como é constituído o sistema reprodutor masculino?

Como é constituído o sistema reprodutor masculino? 15 Professora Isabel Henriques
Como é constituído o sistema reprodutor masculino? 15 Professora Isabel Henriques

Como é constituído o sistema reprodutor masculino?

3 2 1 9 1 0 11 12 12 1 3 14 15 16 22

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Professora Isabel Henriques

Como é constituído o sistema reprodutor masculino? O sistema masculino é composto pelas gónadas, as
Como é constituído o sistema reprodutor masculino? O sistema masculino é composto pelas gónadas, as

Como é constituído o sistema reprodutor masculino?

O sistema masculino é composto pelas gónadas, as vias genitais, os órgãos anexos

e o órgão copulador.

Como é constituído o sistema reprodutor masculino? A próstata produz As vesículas seminais o líquido
Como é constituído o sistema reprodutor masculino? A próstata produz As vesículas seminais o líquido

Como é constituído o sistema reprodutor masculino?

A próstata produz As vesículas seminais o líquido produzem o líquido prostático, essencial na manutenção
A próstata produz
As vesículas seminais
o líquido
produzem o líquido
prostático,
essencial na
manutenção das
seminal, importante
no fornecimento de
nutrientes para os
condições de pH
espermatozóides,
do esperma.
compondo grande
parte do esperma.
Os vasos
deferentes são
vias genitais que
transportam os
espermatozóides
do epidídimo até
à uretra.
No epidídimo ocorre
a maturação final
Os testículos
produzem os
dos espermatozóides
e a sua acumulação
até serem
espermatozóides
ejaculados.
e a testosterona.
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Professora Isabel Henriques
Como é constituído o sistema reprodutor masculino? 20 Professora Isabel Henriques
Como é constituído o sistema reprodutor masculino? 20 Professora Isabel Henriques

Como é constituído o sistema reprodutor masculino?

Como é constituído o sistema reprodutor masculino? 20 Professora Isabel Henriques
Como é constituído o sistema reprodutor masculino? 20 Professora Isabel Henriques

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Professora Isabel Henriques

Como é constituído o sistema reprodutor masculino? 21 Professora Isabel Henriques
Como é constituído o sistema reprodutor masculino? 21 Professora Isabel Henriques

Como é constituído o sistema reprodutor masculino?

Desenvolvimento Embrionário

Desenvolvimento Embrionário 22 Professora Isabel Henriques
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Desenvolvimento Embrionário

Desenvolvimento Embrionário 23 Professora Isabel Henriques
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Desenvolvimento Embrionário

Desenvolvimento Embrionário 24 Professora Isabel Henriques
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Desenvolvimento Embrionário

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Desenvolvimento Embrionário

Desenvolvimento Embrionário 26 Professora Isabel Henriques
Desenvolvimento Embrionário 26 Professora Isabel Henriques
Desenvolvimento Embrionário 26 Professora Isabel Henriques

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Desenvolvimento Embrionário

Desenvolvimento Embrionário 27 Professora Isabel Henriques
Desenvolvimento Embrionário 27 Professora Isabel Henriques

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Desenvolvimento Embrionário

Desenvolvimento Embrionário 28 Professora Isabel Henriques
Desenvolvimento Embrionário 28 Professora Isabel Henriques
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Desenvolvimento Embrionário

Desenvolvimento Embrionário 29 Professora Isabel Henriques
29 Professora Isabel Henriques
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Desenvolvimento Embrionário

Desenvolvimento Embrionário 30 Professora Isabel Henriques
Desenvolvimento Embrionário 30 Professora Isabel Henriques
Desenvolvimento Embrionário 30 Professora Isabel Henriques

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Desenvolvimento Embrionário

Desenvolvimento Embrionário 31 Professora Isabel Henriques
Desenvolvimento Embrionário 31 Professora Isabel Henriques
Desenvolvimento Embrionário 31 Professora Isabel Henriques

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Desenvolvimento Embrionário

Desenvolvimento Embrionário 32 Professora Isabel Henriques
Desenvolvimento Embrionário 32 Professora Isabel Henriques

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Desenvolvimento Embrionário CICLO GRAVÍDICO PUERPERAL   Gestação Parto Puerpério (Nutriz)  GESTAÇÃO ESTADO
Desenvolvimento Embrionário CICLO GRAVÍDICO PUERPERAL   Gestação Parto Puerpério (Nutriz)  GESTAÇÃO ESTADO

Desenvolvimento Embrionário

CICLO GRAVÍDICO PUERPERAL
CICLO GRAVÍDICO PUERPERAL

Gestação Parto Puerpério (Nutriz)


GESTAÇÃO
GESTAÇÃO

ESTADO ESPECIAL

(Episódio)

(Nutriz)  GESTAÇÃO ESTADO ESPECIAL (Episódio)  Adaptação do organismo materno para manutenção e

Adaptação do organismo materno para manutenção

e desenvolvimento da gestação

Alta velocidade de crescimento fetal

da gestação  Alta velocidade de crescimento fetal Maior risco de adoecer e morrer do binômio

Maior risco de adoecer e morrer

do binômio mãe-filho

Alta velocidade de crescimento fetal Maior risco de adoecer e morrer do binômio mãe-filho 33 Professora

33

Professora Isabel Henriques

Alta velocidade de crescimento fetal Maior risco de adoecer e morrer do binômio mãe-filho 33 Professora
34 Professora Isabel Henriques
34 Professora Isabel Henriques
Desenvolvimento Embrionário DURAÇÃO DA GESTAÇÃO 280 dia ou 40ª semana ou 9 meses Períodos gestacionais
Desenvolvimento Embrionário DURAÇÃO DA GESTAÇÃO 280 dia ou 40ª semana ou 9 meses Períodos gestacionais

Desenvolvimento Embrionário

DURAÇÃO DA GESTAÇÃO
DURAÇÃO
DA
GESTAÇÃO

280 dia ou 40ª semana ou 9 meses

280 dia ou 40ª semana ou 9 meses

Períodos gestacionais

Da fecundação até final da 12 semana - período embrionário Perda- aborto
Da fecundação até final da 12 semana - período embrionário
Perda- aborto
Da 13 semana à 40 semana - período fetal Nascimento com menos de 37 semanas
Da 13 semana à 40 semana - período fetal
Nascimento com menos de 37 semanas – prematuro
Nascimento com 37 à 42 semana - termo
Nascimento com 42 semana em diante – pós termo
- termo Nascimento com 42 semana em diante – pós termo 35 Professora Isabel Henriques 280

35

Professora Isabel Henriques

280 dias ou 40ª semanas ou 9 meses

Desenvolvimento Embrionário DETERMINAÇÃO DA IDADE GESTACIONAL Gestograma Regra de Nagele + 7 dias ao 1º
Desenvolvimento Embrionário DETERMINAÇÃO DA IDADE GESTACIONAL Gestograma Regra de Nagele + 7 dias ao 1º

Desenvolvimento Embrionário

DETERMINAÇÃO DA IDADE GESTACIONAL

Gestograma

Regra de Nagele

+ 7 dias ao 1º

dia da última

menstruação

e

-3 meses ao mês em que ocorreu

a última

menstruação

Desenvolvimento Embrionário Duração: 42 dias após o nascimento  Involução uterina  Sistema imunológico
Desenvolvimento Embrionário Duração: 42 dias após o nascimento  Involução uterina  Sistema imunológico

Desenvolvimento Embrionário

Desenvolvimento Embrionário Duração: 42 dias após o nascimento  Involução uterina  Sistema imunológico

Duração: 42 dias após o nascimento

Involução uterina

Sistema

imunológico

leva

de

9

a

40

semanas

para

voltar ao normal.

A Importância da vigilância da saúde materna  A gravidez é um processo fisiológico e
A Importância da vigilância da saúde materna  A gravidez é um processo fisiológico e

A Importância da vigilância da saúde materna

A gravidez é um processo fisiológico e as intervenções oferecidas no âmbito dos cuidados pré-natais devem ter

benefícios conhecidos e ser aceites pelas grávidas.

Estas recomendações são a base dos cuidados pré-natais para

todas as grávidas, não contemplando os cuidados adicionais que

algumas grávidas necessitam.

Os cuidados pré-natais devem estar centrados na mulher, que deve ter acesso fácil à sua prestação e continuidade de cuidados.

À grávida deve ser dada a possibilidade de tomar decisões após discussão das opções com os profissionais envolvidos.

A comunicação entre a grávida e os profissionais de saúde é

fundamental.

Informação pré-natal Deve ser prestada informação à grávida baseada na evidência, suportada por informação
Informação pré-natal Deve ser prestada informação à grávida baseada na evidência, suportada por informação

Informação pré-natal

Deve ser prestada informação à grávida baseada na evidência,

suportada por informação escrita, sobre:

Alterações fisiológicas da gravidez

Vigilância da gravidez (periodicidade das consultas, ecografias e

estudos analíticos)

Alimentação

Estilos de vida (cessação dos consumos de tabaco, álcool e drogas)

Trabalho e atividade física

Prevenção primária da transmissão da toxoplasmose

Amamentação

Parto

Cuidados ao recém-nascido

Abordagem dos sintomas próprios da gravidez

Parto  Cuidados ao recém-nascido  Abordagem dos sintomas próprios da gravidez 39 Professora Isabel Henriques
Boletim de saúde da grávida O Boletim de Saúde da Grávida deve ser preenchido na
Boletim de saúde da grávida O Boletim de Saúde da Grávida deve ser preenchido na

Boletim de saúde da grávida

O Boletim de Saúde da Grávida deve ser preenchido na 1ª consulta e estar permanentemente atualizado.

Saúde da Grávida deve ser preenchido na 1ª consulta e estar permanentemente atualizado. Professora Isabel Henriques

Professora Isabel Henriques

Saúde da Grávida deve ser preenchido na 1ª consulta e estar permanentemente atualizado. Professora Isabel Henriques

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Datação da gravidez  A gravidez deve ser datada entre as 11 e as 13
Datação da gravidez  A gravidez deve ser datada entre as 11 e as 13

Datação da gravidez

A gravidez deve ser datada entre as 11 e as 13 semanas + 6 dias através do comprimento craniocaudal (CCC);

Se o CCC for superior a 84 mm deve utilizar-se para estimar a idade gestacional o perímetro cefálico.

superior a 84 mm deve utilizar-se para estimar a idade gestacional o perímetro cefálico. 41 Professora
superior a 84 mm deve utilizar-se para estimar a idade gestacional o perímetro cefálico. 41 Professora

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Professora Isabel Henriques

Suplementação  Todas as grávidas devem ser suplementadas com ácido fólico (400 microgramas/dia) na
Suplementação  Todas as grávidas devem ser suplementadas com ácido fólico (400 microgramas/dia) na

Suplementação

Todas as grávidas devem ser

suplementadas com ácido fólico (400

microgramas/dia) na preconceção e até às 12 semanas; aquelas que ainda não

tiverem iniciado ácido fólico devem faze-lo

que ainda não tiverem iniciado ácido fólico devem faze-lo na 1ª consulta.  A suplementação com

na 1ª consulta.

A suplementação com ferro (60 mg ferro ferroso/dia) não deve ser efetuada por rotina, mas apenas nas grávidas que

apresentem hemoglobina <11 g/dl2.

Devem ser suplementadas com vitamina D (10 microgramas/dia) as

ser suplementadas com vitamina D (10 microgramas/dia) as grávidas com dieta pobre em vitamina D ou

grávidas com dieta pobre em vitamina

D ou com risco aumentado para deficiência

de vitamina D.

com dieta pobre em vitamina D ou com risco aumentado para deficiência de vitamina D. 42

42

Professora Isabel Henriques

com dieta pobre em vitamina D ou com risco aumentado para deficiência de vitamina D. 42
Esquema das consultas  Recomenda-se a realização de 10 consultas durante a gravidez, distribuídas da
Esquema das consultas  Recomenda-se a realização de 10 consultas durante a gravidez, distribuídas da

Esquema das consultas

Recomenda-se a realização de 10 consultas durante a gravidez, distribuídas da seguinte forma:

1ª consulta antes das 12 semanas

Consultas às 16, 22, 28, 32, 35, 37, 39, 40 e 41 semanas.

antes das 12 semanas  Consultas às 16, 22, 28, 32, 35, 37, 39, 40 e
antes das 12 semanas  Consultas às 16, 22, 28, 32, 35, 37, 39, 40 e
antes das 12 semanas  Consultas às 16, 22, 28, 32, 35, 37, 39, 40 e
Rastreios infeciosos  São preconizados durante a gravidez a realização dos rastreios de bacteriúria
Rastreios infeciosos  São preconizados durante a gravidez a realização dos rastreios de bacteriúria

Rastreios infeciosos São preconizados durante a gravidez a realização dos rastreios de bacteriúria assintomática, rubéola, sífilis, toxoplasmose,VIH 1 e 2, hepatite B e estreptococos do grupo B.

, rubéola, sífilis, toxoplasmose,VIH 1 e 2, hepatite B e estreptococos do grupo B. 44 Professora
A Importância da vigilância da saúde materna Rastreio/ diagnóstico de patrologias associadas à gravidez 
A Importância da vigilância da saúde materna Rastreio/ diagnóstico de patrologias associadas à gravidez 

A Importância da vigilância da saúde materna

A Importância da vigilância da saúde materna Rastreio/ diagnóstico de patrologias associadas à gravidez  Durante

Rastreio/ diagnóstico de patrologias associadas à gravidez

Durante a gravidez deve efetuar-se o diagnóstico de anemia e outras estudos ao sangue.

Determinação do grupo de sangue, do factor Rh e a pesquisa de

aglutininas irregulares.

A aloimunização anti-D é passível de prevenção através da

administração de imunoglobulina anti-D. Deve ponderar-se não ministrar

nos casos em que o cônjuge é RhD negativo.

É recomendado o diagnóstico universal de diabetes gestacional

através da realização da PTOG com 75g.

Na 1ª consulta deve proceder-se à avaliação dos fatores de risco e

deve ser dada informação à grávida sobre os sintomas e sinais de

alarme, que devem fazê-la recorrer aos cuidados de saúde.

A Importância da vigilância da saúde materna Rastreio de cromossomopatias  Deve ser explicado e
A Importância da vigilância da saúde materna Rastreio de cromossomopatias  Deve ser explicado e

A Importância da vigilância da saúde materna

Rastreio de cromossomopatias

Deve ser explicado e dada a possibilidade a todas as grávidas de efetuar o rastreio de síndrome de Down.

Biopsia das vilosidades coriónicas deve ser disponibilizada a realização de rastreio integrado.

Quando a grávida procura os cuidados de saúde depois das 14

semanas a opção é pela realização do rastreio bioquímico do 2º

trimestre (teste quádruplo).

opção é pela realização do rastreio bioquímico do 2º trimestre (teste quádruplo). 46 Professora Isabel Henriques
opção é pela realização do rastreio bioquímico do 2º trimestre (teste quádruplo). 46 Professora Isabel Henriques

46

Professora Isabel Henriques

A Importância da vigilância da saúde materna Avaliação fetal A avaliação fetal deve efetuar-se pela:
A Importância da vigilância da saúde materna Avaliação fetal A avaliação fetal deve efetuar-se pela:

A Importância da vigilância da saúde materna

Avaliação fetal

A avaliação fetal deve efetuar-se pela:

Audição do foco fetal (com Doppler contínuo, a partir das 11 semanas)

Medição da altura uterina (a partir das 24 semanas), apesar da fraca evidência.

 Medição da altura uterina (a partir das 24 semanas), apesar da fraca evidência. 47 Professora
 Medição da altura uterina (a partir das 24 semanas), apesar da fraca evidência. 47 Professora
 Medição da altura uterina (a partir das 24 semanas), apesar da fraca evidência. 47 Professora
A Importância da vigilância da saúde materna Terminação da gravidez na 41ª semana  Com
A Importância da vigilância da saúde materna Terminação da gravidez na 41ª semana  Com

A Importância da vigilância da saúde materna

Terminação da gravidez na 41ª semana

Com o objetivo de diminuir o número de grávidas que atingem as 41 semanas e que vão necessitar de indução do parto, é de proceder previamente ao descolamento de membranas.

É recomendado avaliar a situação e apresentação fetal perto do

termo, orientando para versão cefálica por manobras externas os casos de

apresentação não cefálica.

para versão cefálica por manobras externas os casos de apresentação não cefálica. 48 Professora Isabel Henriques
A Fisiologia normal do parto O parto significa o nascimento do bebé devido ao aumento
A Fisiologia normal do parto O parto significa o nascimento do bebé devido ao aumento

A Fisiologia normal do parto

O parto significa o nascimento do bebé devido ao aumento

progressivo da excitabilidade uterina.Tal excitabilidade é possível graças a dois eventos principais, sendo eles:

Mudanças hormonais progressivas que aumentam a excitabilidade da musculatura uterina; Mudanças mecânicas progressivas.

a excitabilidade da musculatura uterina;  Mudanças mecânicas progressivas. 49 Professora Isabel Henriques
a excitabilidade da musculatura uterina;  Mudanças mecânicas progressivas. 49 Professora Isabel Henriques
A Fisiologia normal do parto Fatores hormonais que aumentam a contratilidade uterina  Maior proporção
A Fisiologia normal do parto Fatores hormonais que aumentam a contratilidade uterina  Maior proporção

A Fisiologia normal do parto

Fatores hormonais que aumentam a contratilidade uterina

Maior proporção de estrógeno em relação à progesterona que aumenta a contratilidade uterina.

Oxitocina como forte estimulador da contração uterina.

A Fisiologia normal do parto Fatores mecânicos que aumentam a contratilidade uterina  Distensão da
A Fisiologia normal do parto Fatores mecânicos que aumentam a contratilidade uterina  Distensão da

A Fisiologia normal do parto

Fatores mecânicos que aumentam a contratilidade uterina

Distensão da musculatura uterina: a simples distensão de órgãos da

musculatura lisa geralmente aumenta a sua contratilidade.

distensão de órgãos da musculatura lisa geralmente aumenta a sua contratilidade . 51 Professora Isabel Henriques
distensão de órgãos da musculatura lisa geralmente aumenta a sua contratilidade . 51 Professora Isabel Henriques

51

Professora Isabel Henriques

A Fisiologia normal do parto Mecanismos de parto  As contrações uterinas durante o trabalho
A Fisiologia normal do parto Mecanismos de parto  As contrações uterinas durante o trabalho

A Fisiologia normal do parto

Mecanismos de parto

As contrações uterinas durante o trabalho de parto

começam basicamente no topo do fundo uterino e

espalham-se para baixo por todo o corpo uterino. Portanto, cada contração uterina tende a forçar o bebé para baixo

da direção do colo uterino.

As contrações do parto ocorrem de forma intermitente,

pois contrações fortes e contínuas podem interferir ou, até

mesmo interromper o fluxo sanguíneo através da placenta podendo levar ao óbito fetal.

Em 95% dos nascimentos o bebé apresenta-se em

posição cefálica, uma vez que a cabeça funciona como uma cunha que abre as estruturas do canal do parto

enquanto o feto é forçado para baixo.

cunha que abre as estruturas do canal do parto enquanto o feto é forçado para baixo.
cunha que abre as estruturas do canal do parto enquanto o feto é forçado para baixo.
cunha que abre as estruturas do canal do parto enquanto o feto é forçado para baixo.
A Fisiologia normal do parto Mecanismos de parto Primeiro estágio do trabalho de parto: Corresponde
A Fisiologia normal do parto Mecanismos de parto Primeiro estágio do trabalho de parto: Corresponde

A Fisiologia normal do parto

Mecanismos de parto

Primeiro estágio do trabalho de parto:

Corresponde ao período de dilatação cervical progressiva, que vai até a abertura cervical estar tão grande quanto a cabeça do feto. Duração deste estágio: 8 a 24 horas, na primeira gestação, mas muitas

vezes apenas alguns minutos depois de várias gestações.

primeira gestação , mas muitas vezes apenas alguns minutos depois de várias gestações. 53 Professora Isabel
primeira gestação , mas muitas vezes apenas alguns minutos depois de várias gestações. 53 Professora Isabel

53

Professora Isabel Henriques

A Fisiologia normal do parto Mecanismos de parto Segundo estágio do trabalho de parto: Quando
A Fisiologia normal do parto Mecanismos de parto Segundo estágio do trabalho de parto: Quando

A Fisiologia normal do parto

Mecanismos de parto

Segundo estágio do trabalho de parto:

Quando o colo está totalmente dilatado, as membranas fetais geralmente rompem-se e o líquido amniótico vaza abruptamente pela vagina.

Em seguida, a cabeça do feto move-se

rapidamente para o canal do parto e, com a força descendente adicional, continua a forçar

caminho através do canal do parto até a expulsão

final. Duração deste estágio: na primeira gestação

30 minutos e após muitas gestações até menos de

1 minuto.

: na primeira gestação 30 minutos e após muitas gestações até menos de 1 minuto. 54
: na primeira gestação 30 minutos e após muitas gestações até menos de 1 minuto. 54
A Fisiologia normal do parto Mecanismos de parto Separação e expulsão da placenta Em torno
A Fisiologia normal do parto Mecanismos de parto Separação e expulsão da placenta Em torno

A Fisiologia normal do parto

Mecanismos de parto

Separação e expulsão da placenta

Em torno de 10 a 45 minutos após o parto o útero continua a contrair-se reduzindo progressivamente de tamanho. Isto leva a uma separação entre o útero e a placenta causando a separação desta placenta que será

expulsa.

entre o útero e a placenta causando a separação desta placenta que será expulsa . 55
entre o útero e a placenta causando a separação desta placenta que será expulsa . 55
entre o útero e a placenta causando a separação desta placenta que será expulsa . 55

55

Professora Isabel Henriques

A Fisiologia normal do parto - Mecanismos de parto

Ruptura do

Saco

amniótico

DILATAÇÃO

Saída do Feto

Contrações

Uterinas

Dilatação do

colo do

Útero

EXPULSÃO

Contrações

Uterinas

Saída do Feto

Corte do cordão umbilical Separação e expulsão da placenta NASCIMENTO 56 Professora Isabel Henriques
Corte do cordão
umbilical
Separação e
expulsão da placenta
NASCIMENTO
56
Professora Isabel Henriques
A Fisiologia normal do parto Involução do útero depois parto Durante as primeiras 4 a
A Fisiologia normal do parto Involução do útero depois parto Durante as primeiras 4 a

A Fisiologia normal do parto

Involução do útero depois parto

Durante as primeiras 4 a 5 semanas pós parto, o útero involui. O peso do útero fica menor que a metade do peso imediatamente após o parto em 1 semana. Após 4 semanas, o útero retornará ao tamanho de antes da gravidez.

em 1 semana. Após 4 semanas , o útero retornará ao tamanho de antes da gravidez.
Noções gerais sobre tipos de parto Pode definir- se parto como “um processo que tem
Noções gerais sobre tipos de parto Pode definir- se parto como “um processo que tem

Noções gerais sobre tipos de parto

Pode definir-se parto como “um processo que tem como finalidade

expulsar o feto, a placenta, e as membranas, para o exterior do útero, através do canal de parto”.

Assim, verifica-se que existem dois tipos de trabalho de parto:

O parto eutócico O parto distócico

dois tipos de trabalho de parto:  O parto eutócico  O parto distócico 58 Professora
dois tipos de trabalho de parto:  O parto eutócico  O parto distócico 58 Professora
Noções gerais sobre tipos de parto Parto eutócico: Consiste na expulsão do feto por via
Noções gerais sobre tipos de parto Parto eutócico: Consiste na expulsão do feto por via

Noções gerais sobre tipos de parto

Parto eutócico:

Consiste na expulsão do feto por via vaginal que ocorre com ou sem episiotomia e sem intervenção

instrumental, onde a expulsão do bebé ocorre apenas

pela pressão que as paredes do útero exercem sobre o

mesmo.

Eutócia refere-se ao “trabalho de parto ou parto

normal ou natural”.

Considera-se um parto normal como tendo:

Início espontâneo:

• De baixo risco no início do trabalho de parto,

mantendo-se assim até ao nascimento;

• A criança nasce espontaneamente, em posição cefálica;

• Entre as 37 e as 42 semanas completas de gravidez;

Depois do parto, a mãe e o bebé apresentam-se em boa condição.

de gravidez; Depois do parto, a mãe e o bebé apresentam -se em boa condição. •

59

Professora Isabel Henriques

de gravidez; Depois do parto, a mãe e o bebé apresentam -se em boa condição. •
de gravidez; Depois do parto, a mãe e o bebé apresentam -se em boa condição. •
de gravidez; Depois do parto, a mãe e o bebé apresentam -se em boa condição. •
Noções gerais sobre tipos de parto Parto distócico:  É a expulsão do feto com
Noções gerais sobre tipos de parto Parto distócico:  É a expulsão do feto com

Noções gerais sobre tipos de parto

Parto distócico:

É a expulsão do feto com recurso a instrumentos

cirúrgicos, tais como, forceps ou ventosa, que são realizados por via vaginal, ou cesariana, que consiste “no

nascimento do feto por meio de uma incisão

transabdominal do útero”.

Distócia consiste no “parto prolongado, doloroso

ou difícil devido a fatores mecânicos provocados pelo

objeto (o feto) ou pelo trajeto (a pelve e os tecidos moles do canal do parto da mãe), pela força

inadequada (uterina e outra atividade muscular) ou

pela posição da mãe .”

e outra atividade muscular) ou pela posição da mãe .”  Forceps ou ventosa são utilizados
e outra atividade muscular) ou pela posição da mãe .”  Forceps ou ventosa são utilizados

Forceps ou ventosa são utilizados em casos de: período

expulsivo prolongado, necessidade de abreviar o

período expulsivo e suspeita de sofrimento fetal.

Noções gerais sobre tipos de parto Cesariana é realizada quando existe:“ a impossibilidade ou contraindicação
Noções gerais sobre tipos de parto Cesariana é realizada quando existe:“ a impossibilidade ou contraindicação

Noções gerais sobre tipos de parto

Cesariana é realizada quando existe:“a

impossibilidade ou contraindicação de parto

existe:“ a impossibilidade ou contraindicação de parto vaginal , incluindo-se nestas últimas todas as que

vaginal, incluindo-se nestas últimas todas as que

constituem um risco para a vida da mãe ou do

feto”. Indicações Maternas:

Hemorragia ante-parto

Placenta prévia (total é indicação absoluta)

Abruptio placentar

Desproporção feto-pélvia

Doença hipertensiva

Distócia mecânica (massa prévia ou tumor pélvico)

Neoplasia cervical

Apresentação anormal

Cicatriz de cesariana anterior (de indicação

anormal  Cicatriz de cesariana anterior (de indicação semelhante), ou de fístulas 61 Professora Isabel Henriques
anormal  Cicatriz de cesariana anterior (de indicação semelhante), ou de fístulas 61 Professora Isabel Henriques

semelhante), ou de fístulas

anormal  Cicatriz de cesariana anterior (de indicação semelhante), ou de fístulas 61 Professora Isabel Henriques

61

Professora Isabel Henriques

Noções gerais sobre tipos de parto Cesariana Indicações Fetais:  Prolapso do cordão (com parto
Noções gerais sobre tipos de parto Cesariana Indicações Fetais:  Prolapso do cordão (com parto

Noções gerais sobre tipos de parto

Cesariana

Indicações Fetais:

Prolapso do cordão (com parto vaginal demorado)

Desproporção cefalo-pélvica (a cabeça do bebé é maior que a estrutura pélvica da mãe)

Se o bebé estiver numa posição transversal

(atravessado), na hora do parto

Sofrimento fetal (falta de oxigénio no sangue do bebé)

Risco elevado (diabetes, doença Rh, etc…

Parto potencialmente traumático

Infeção materna (herpes, com feto não infetado)

Feto pélvico (o bebé está sentado)

Macrossomia fetal (bebés de grande peso)

 Feto pélvico (o bebé está sentado)  Macrossomia fetal (bebés de grande peso) 62 Professora
 Feto pélvico (o bebé está sentado)  Macrossomia fetal (bebés de grande peso) 62 Professora

62

Professora Isabel Henriques

Ambiente e emoções durante o parto O parto é um evento que traz muitas expectativas
Ambiente e emoções durante o parto O parto é um evento que traz muitas expectativas

Ambiente e emoções durante o parto

O parto é um evento que traz muitas expectativas

desde o início da gravidez.

A atitude da mulher face à maternidade é bastante variável, existindo contudo uma enorme carga de

sentimentos e emoções.

A experiência do parto é um fenómeno multifacetado, onde a qualidade desta experiência interfere no ajustamento emocional da mulher após o parto.

O técnico de saúde encontra-se numa situação

privilegiada quer para compreender a experiência do sofrimento.

O ato de ajudar impõe exigências como dar do seu

tempo; dar da sua competência; dar do seu saber; dar do

seu interesse; dar da sua capacidade de escuta e

compreensão.

dar do seu saber; dar do seu interesse; dar da sua capacidade de escuta e compreensão.
dar do seu saber; dar do seu interesse; dar da sua capacidade de escuta e compreensão.
dar do seu saber; dar do seu interesse; dar da sua capacidade de escuta e compreensão.

63

Professora Isabel Henriques

Os cuidados à puérpera Mobilização Durante o acolhimento da utente recomenda-se o repouso absoluto no
Os cuidados à puérpera Mobilização Durante o acolhimento da utente recomenda-se o repouso absoluto no
Os cuidados à puérpera Mobilização Durante o acolhimento da utente recomenda-se o repouso absoluto no
Os cuidados à puérpera Mobilização Durante o acolhimento da utente recomenda-se o repouso absoluto no
Os cuidados à puérpera Mobilização Durante o acolhimento da utente recomenda-se o repouso absoluto no

Os cuidados à puérpera

Mobilização

Durante o acolhimento da utente recomenda-se o repouso absoluto no leito com os inferiores estendidos e pernas cruzadas, promovendo o repouso do útero.

Se o bebé ainda não mamou ser colocado ao peito.

O levante é incentivado entre a 6ª e a 12ª hora

após o parto.

É fundamental que a mãe seja capaz de satisfazer as necessidades do seu filho e que

com isso se sinta feliz.

seja capaz de satisfazer as necessidades do seu filho e que com isso se sinta feliz

64

Professora Isabel Henriques

Os cuidados à puérpera Alimentação Não existem restrições dietéticas para as mulheres de parto vaginal.
Os cuidados à puérpera Alimentação Não existem restrições dietéticas para as mulheres de parto vaginal.

Os cuidados à puérpera

Alimentação

Não existem restrições dietéticas para as

mulheres de parto vaginal. A dieta, em geral,

deve ser diversificada e apetitosa.

Duas horas após o parto, se não se

previrem complicações, a mulher deve fazer uma pequena refeição.

As necessidades calóricas para a mulher que amamenta são de 2600 Kcal diárias,

repartidas por 6 refeições diárias, incluindo

proteínas, hidratos de carbono de absorção

lenta, gorduras, fibras vegetais e fruta.

proteínas, hidratos de carbono de absorção lenta, gorduras, fibras vegetais e fruta. 65 Professora Isabel Henriques
proteínas, hidratos de carbono de absorção lenta, gorduras, fibras vegetais e fruta. 65 Professora Isabel Henriques
Os cuidados à puérpera Alimentação O leite deve ser consumido na quantidade de ½ a
Os cuidados à puérpera Alimentação O leite deve ser consumido na quantidade de ½ a

Os cuidados à puérpera

Os cuidados à puérpera Alimentação O leite deve ser consumido na quantidade de ½ a 1
Os cuidados à puérpera Alimentação O leite deve ser consumido na quantidade de ½ a 1

Alimentação

O leite deve ser consumido na quantidade

de ½ a 1 Litro diariamente. A ingestão de

água deve ser incentivada (cerca de 1m5

Litros por dia).

Durante o período de lactação, devem ser restringidas as bebidas excitantes (chá, café) e banidas as bebidas alcoólicas.

No pós-parto, é frequente a utilização de

suplementos vitamínicos, principalmente

aqueles contendo ferro.

a utilização de suplementos vitamínicos, principalmente aqueles contendo ferro . 66 Professora Isabel Henriques

66

Professora Isabel Henriques

Os cuidados à puérpera A amamentação Durante o exame físico à puérpera, os técnicos de
Os cuidados à puérpera A amamentação Durante o exame físico à puérpera, os técnicos de

Os cuidados à puérpera

A amamentação

Durante o exame físico à puérpera, os técnicos de saúde, entre outros

procedimentos, devem analisar os conhecimentos que a mulher tem

acerca da amamentação.

O processo de amamentação obedece a um ciclo de sucção, deglutição e

respiração e, para que o bebé faça uma pega correta.

sucção , deglutição e respiração e, para que o bebé faça uma pega correta. 67 Professora
Os cuidados à puérpera A amamentação Fases da Amamentação Antes:  Lavagem correta das mãos
Os cuidados à puérpera A amamentação Fases da Amamentação Antes:  Lavagem correta das mãos
Os cuidados à puérpera A amamentação Fases da Amamentação Antes:  Lavagem correta das mãos

Os cuidados à puérpera

A amamentação

Fases da Amamentação

Antes:

à puérpera A amamentação Fases da Amamentação Antes:  Lavagem correta das mãos ;  Observação

Lavagem correta das mãos;

Observação do estado das mamas (se

ingurgitadas deve ser realizada a expressão

do leite até a aréola ficar macia, de forma a facilitar a pega);

Posicionamento confortável de forma a

a pega);  Posicionamento confortável de forma a favorecer os reflexos do bebé, a pega correta

favorecer os reflexos do bebé, a pega correta

e o contacto visual mãe-filho.

Os cuidados à puérpera A amamentação Fases da Amamentação Durante:  Posicionamento do bebé próximo
Os cuidados à puérpera A amamentação Fases da Amamentação Durante:  Posicionamento do bebé próximo
Os cuidados à puérpera A amamentação Fases da Amamentação Durante:  Posicionamento do bebé próximo

Os cuidados à puérpera

A amamentação

Fases da Amamentação

Durante:

Posicionamento do bebé próximo da mama, com a boca centrada de

frente para o mamilo;

O pescoço do recém-nascido pode estar ligeiramente em extensão;

Observação e avaliação pela mãe da pega correta;

Audição da deglutição e observação dos movimentos das mandíbulas, como sinais de uma amamentação eficiente;

O bebé deve mamar em cada mama o tempo que quiser, devendo

largá-la sozinho indicando que não quer mamar mais nessa mama;

Colocação do bebé na outra mama.

Professora Isabel Henriques 70
Professora Isabel Henriques 70
Professora Isabel Henriques
Professora Isabel Henriques

70

Professora Isabel Henriques 70
Os cuidados à puérpera A amamentação Após:  No final de cada mamada as mamas
Os cuidados à puérpera A amamentação Após:  No final de cada mamada as mamas

Os cuidados à puérpera

A amamentação

Após:

No final de cada mamada as mamas devem

ficar vazias e macias (o bebé pode ter-se

alimentado apenas de leite de uma das mamas/);

Manutenção das mamas secas no intervalo das mamadas;

Deve ser recomeçada a próxima mamada pela mama

que terminou na mamada anterior.

Aliviar o desconforto causado pela descida do leite, através da utilização gelo (não diretamente na pele), após a mamada, de modo a prevenir o ingurgitamento destas.

(não diretamente na pele), após a mamada, de modo a prevenir o ingurgitamento destas. 71 Professora
(não diretamente na pele), após a mamada, de modo a prevenir o ingurgitamento destas. 71 Professora
Os cuidados à puérpera Higiene  Consoante o bem-estar físico e a estabilidade dos sinais
Os cuidados à puérpera Higiene  Consoante o bem-estar físico e a estabilidade dos sinais

Os cuidados à puérpera

Higiene

Consoante o bem-estar físico e a estabilidade

dos sinais vitais, a puérpera é convidada a

fazer a higiene diária através de um banho de chuveiro, devendo usar na lavagem da pele

um gel ou sabão com pH ácido.

A primeira vez deverá ser sob

sabão com pH ácido.  A primeira vez deverá ser sob supervisão de uma enfermeira ou

supervisão de uma enfermeira ou auxiliar de

ação médica.

A zona da perineorrafia deve ser

mantida sempre limpa e seca,

recomendando-se a mudança frequente dos pensos higiénicos. Sempre que necessário, a

lavagem pode ser efetuada com Cloro- hexidina.

higiénicos. Sempre que necessário, a lavagem pode ser efetuada com Cloro- hexidina . 72 Professora Isabel
higiénicos. Sempre que necessário, a lavagem pode ser efetuada com Cloro- hexidina . 72 Professora Isabel

72

Professora Isabel Henriques

Os cuidados à puérpera Higiene  Em relação às mãos, a puérpera deve ser encorajada
Os cuidados à puérpera Higiene  Em relação às mãos, a puérpera deve ser encorajada

Os cuidados à puérpera

Higiene

Em relação às mãos, a puérpera deve ser

encorajada à lavagem cuidadosa, sempre

antes de cuidar do bebé, antes de amamentar e após a sua própria higiene.

O uso de cinta abdominal não tem benefícios

higiene.  O uso de cinta abdominal não tem benefícios demonstrados, podendo ser uma opção se
higiene.  O uso de cinta abdominal não tem benefícios demonstrados, podendo ser uma opção se

demonstrados, podendo ser uma opção se a

puérpera entender que lhe proporciona um maior

conforto.

podendo ser uma opção se a puérpera entender que lhe proporciona um maior conforto. 73 Professora
podendo ser uma opção se a puérpera entender que lhe proporciona um maior conforto. 73 Professora

73

Professora Isabel Henriques

Lóquios (características normais e sinais de alerta) Após o parto , o interior do útero
Lóquios (características normais e sinais de alerta) Após o parto , o interior do útero

Lóquios (características normais e sinais de alerta)

Após o parto, o interior do útero continua a albergar restos da parte

uterina da placenta e coágulos de sangue, elementos que devem ser

eliminados através de específicas secreções vaginais denominadas lóquios.

Os lóquios são a secreção uterina pós-parto. Inicialmente são vermelho vivo, lóquios hemáticos, que contêm restos

de tecido trofoblástico, hemácias, leucócitos e decídua, têm um odor

característico e têm duração de três a quatro dias.

e decídua, têm um odor característico e têm duração de três a quatro dias. Professora Isabel

Professora Isabel Henriques

e decídua, têm um odor característico e têm duração de três a quatro dias. Professora Isabel

74

Lóquios (características normais e sinais de alerta) Do quinto ao décimo dia , os lóquios
Lóquios (características normais e sinais de alerta) Do quinto ao décimo dia , os lóquios

Lóquios (características normais e sinais de alerta)

Do quinto ao décimo dia, os lóquios mudam para vermelho-rosado ou

avermelhado. Nesta altura têm um odor forte.

Posteriormente, do décimo dia até três semanas pós-parto, passam a

uma secreção cremosa amarelada. Os lóquios costumam desaparecer ao fim de um período de tempo que

oscila entre dez dias a duas semanas após o parto, embora as secreções

esbranquiçadas possam persistir até cerca de cinco semanas.

parto , embora as secreções esbranquiçadas possam persistir até cerca de cinco semanas. 75 Professora Isabel
parto , embora as secreções esbranquiçadas possam persistir até cerca de cinco semanas. 75 Professora Isabel

75

parto , embora as secreções esbranquiçadas possam persistir até cerca de cinco semanas. 75 Professora Isabel
parto , embora as secreções esbranquiçadas possam persistir até cerca de cinco semanas. 75 Professora Isabel

Professora Isabel Henriques

Algumas das complicações maternas no pós-parto  Involução uterina O processo de “involução uterina”
Algumas das complicações maternas no pós-parto  Involução uterina O processo de “involução uterina”

Algumas das complicações maternas no pós-parto Involução uterina

O processo de “involução uterina” (útero voltar ao tamanho normal) inicia-se

após o parto e dura aproximadamente 10 dias.

voltar ao tamanho normal) inicia -se após o parto e dura aproximadamente 10 dias . 76
Algumas das complicações maternas no pós-parto  Episiorrafia Sutura do corte cirúrgico feito no períneo
Algumas das complicações maternas no pós-parto  Episiorrafia Sutura do corte cirúrgico feito no períneo

Algumas das complicações maternas no pós-parto

Episiorrafia Sutura do corte cirúrgico feito no períneo, (região muscular que

fica entre a vagina e o ânus) durante o parto, para facilitar a passagem

do bebé.

Os pontos caem espontaneamente e não necessitam de

cuidados além dos de higiene.

O que fazer:

Aplicar gelo protegido durante 15 minutos, várias vezes ao dia até

não sentir dor/ desconforto (+- 2 dias após o parto)

até não sentir dor/ desconforto (+- 2 dias após o parto)  Não usar tampões 

Não usar tampões

Manter a região da sutura o mais seca e limpa possível, (evita infeção)

Mudar o penso higiénico com frequência

Limpar-se sempre de frente para trás quando urinar ou evacuar

Evitar ficar sentada por muitas horas seguidas enquanto o

períneo estiver em fase de cicatrização

Contrair a região glútea antes de se sentar e utilizar uma bóia como apoio

Algumas das complicações maternas no pós-parto  Complicações decorrentes da cesariana A cesariana é uma
Algumas das complicações maternas no pós-parto  Complicações decorrentes da cesariana A cesariana é uma

Algumas das complicações maternas no pós-parto Complicações decorrentes da cesariana

A cesariana é uma cirurgia abdominal, pelo que é normal sentir dores e/ou desconforto nesta zona, devido à

incisão e às contrações do útero.

A incisão interna uterina cicatriza habitualmente

em seis semanas e a sutura da pele numa semana.

Se tiver pontos externos devem ser retirados entre o 8º -10º dia após parto. São raras as complicações

associadas à cesariana; no entanto podem surgir

hematomas, seromas, infeção ou deiscência

(abertura) da sutura.

podem surgir hematomas , seromas , infeção ou deiscência ( abertura) da sutura . 78 Professora
podem surgir hematomas , seromas , infeção ou deiscência ( abertura) da sutura . 78 Professora
Algumas das complicações maternas no pós-parto  Função urinária As micções não devem ser dolorosas
Algumas das complicações maternas no pós-parto  Função urinária As micções não devem ser dolorosas

Algumas das complicações maternas no

pós-parto

Função urinária

As micções não devem ser dolorosas e nos primeiros dias podem ser mais frequentes devido à eliminação da água retida pelo organismo durante a gravidez.

Pode surgir incontinência urinária, durante os

primeiros 3 a 4 meses após o parto que deverá ser

passageira.

3 a 4 meses após o parto que deverá ser passageira.  Função Intestinal Vários são

Função Intestinal

Vários são os fatores que predispõem à obstipação durante este período e que contribuem para que se instale um “ciclo” em que a obstipação se acentua cada vez mais,

sendo mais doloroso evacuar, o que por sua vez leva a

uma inibição da eliminação intestinal, aumentando o desconforto, a dor e a ansiedade.

a uma inibição da eliminação intestinal, aumentando o desconforto, a dor e a ansiedade. 79 Professora
a uma inibição da eliminação intestinal, aumentando o desconforto, a dor e a ansiedade. 79 Professora

79

Professora Isabel Henriques

Algumas das complicações maternas no pós-parto  Hemorroidas São veias dilatadas do canal anal e
Algumas das complicações maternas no pós-parto  Hemorroidas São veias dilatadas do canal anal e

Algumas das complicações maternas no pós-parto

Hemorroidas

São veias dilatadas do canal anal e podem ser causadas não só pela gravidez mas também pela força

exercida durante o parto. Podem ser internas ou

externas, sangrar ou não, mas são habitualmente dolorosas.

Edemas dos Membros Inferiores

Estes edemas podem prolongar-se até três semanas

após o parto.

Dores

As contrações uterinas são normalmente indolores,

mas podem ser intensas principalmente durante a amamentação.

normalmente indolores, mas podem ser intensas principalmente durante a amamentação . 80 Professora Isabel Henriques
normalmente indolores, mas podem ser intensas principalmente durante a amamentação . 80 Professora Isabel Henriques
normalmente indolores, mas podem ser intensas principalmente durante a amamentação . 80 Professora Isabel Henriques

80

Professora Isabel Henriques

Cabem ao enfermeiro especialista em saúde materna, obstétrica e ginecológica as seguintes competências gerais:
Cabem ao enfermeiro especialista em saúde materna, obstétrica e ginecológica as seguintes competências gerais:
Cabem ao enfermeiro especialista em saúde materna, obstétrica e ginecológica as seguintes competências gerais:

Cabem ao enfermeiro especialista em saúde materna, obstétrica e ginecológica as seguintes competências

gerais:

Cuidar a mulher inserida na família e comunidade no âmbito do planeamento familiar e durante o período:

Período pré-concecional,

Período pré-natal,

Período pré-natal;

Trabalho de parto;

Período pós-natal;

Período do climatério;

A vivenciar processos de saúde/ doença ginecológica;

Cuidar das mulheres em idade fértil.

processos de saúde/ doença ginecológica;  Cuidar das mulheres em idade fértil. 81 Professora Isabel Henriques
Neste contexto, cabem ao técnico/a de saúde as seguintes tarefas que, sob orientação de um
Neste contexto, cabem ao técnico/a de saúde as seguintes tarefas que, sob orientação de um

Neste contexto, cabem ao técnico/a de saúde

as seguintes tarefas que, sob orientação de um enfermeiro, tem de executar sob a supervisão

direta cooperar com outros profissionais:

sob a supervisão direta cooperar com outros profissionais:  Na implementação de programas de promoção,

Na implementação de programas de promoção, prevenção e controlo da dor;

No tratamento de recém-nascido e da puérpera;

No diagnóstico das afeções do aparelho genito-urinário e/ ou mama;

Em programas, projetos e intervenções para melhorar a qualidade global dos serviços no âmbito da saúde sexual e reprodutiva.

O Técnico/a auxiliar de saúde deve desempenhar, com autonomia , as seguintes tarefas: Objetivos gerais:
O Técnico/a auxiliar de saúde deve desempenhar, com autonomia , as seguintes tarefas: Objetivos gerais:

O Técnico/a auxiliar de saúde deve desempenhar, com autonomia, as seguintes tarefas:

Objetivos gerais:

Otimizar o processo de recuperação fisiológica e psicológica da

puérpera;

Promover a independência e o autocuidado;

Facilitar a aprendizagem e treino de habilidades para os cuidados ao

recém-nascido;

Promover os vínculos afetivos familiares.

O Técnico/a auxiliar de saúde deve desempenhar, com autonomia , as seguintes tarefas: Durante o
O Técnico/a auxiliar de saúde deve desempenhar, com autonomia , as seguintes tarefas: Durante o

O Técnico/a auxiliar de saúde deve

desempenhar, com autonomia, as seguintes

tarefas:

Durante o trabalho de parto:

, as seguintes tarefas: Durante o trabalho de parto:  Acompanhar o bem-estar físico e emocional

Acompanhar o bem-estar físico e emocional da mulher ao longo do

trabalho de parto e parto, assim como o desfecho do processo do nascimento.

Oferecer líquidos orais durante o trabalho de parto e parto.

Prever cuidados durante o trabalho de parto.

Oferecer às mulheres muita informação e explicações sobre o que elas desejarem.

Usar materiais descartáveis ou realizar desinfeção apropriada de materiais

reutilizáveis ao longo do trabalho de parto e parto.

Dar liberdade na seleção da posição e movimento durante o trabalho de

parto.

Esterilizar adequadamente o corte do cordão.

Prevenir hipotermia do bebé.

Realizar precocemente contacto pele a pele, entre mãe e filho, dando

apoio na iniciação de alimentação ao peito dentro de 1 hora do pós-parto.

O Técnico/a auxiliar de saúde deve desempenhar, com autonomia, as seguintes tarefas: Pós-parto Cuidados imediatos:
O Técnico/a auxiliar de saúde deve desempenhar, com autonomia, as seguintes tarefas: Pós-parto Cuidados imediatos:

O Técnico/a auxiliar de saúde deve desempenhar, com autonomia, as seguintes tarefas:

Pós-parto

Cuidados imediatos:

Avaliação das características e quantidade das perdas sanguíneas;

Avaliação da função urinária e estimulação da micção espontânea;

Lavagem vulvoperineal com solução antissética e desinfeção da sutura

perineal;

Aplicação de gelo na zona da perineorrafia, em caso de edema ou dor local;

Mudança de roupa, se a puérpera manifestar esse desejo;

Colocação do bebé ao peito e observação da capacidade de sucção

durante a mamada e satisfação.

O Técnico/a auxiliar de saúde deve desempenhar, com autonomia, as seguintes tarefas: Pós-parto Cuidados diários:
O Técnico/a auxiliar de saúde deve desempenhar, com autonomia, as seguintes tarefas: Pós-parto Cuidados diários:

O Técnico/a auxiliar de saúde deve desempenhar, com

autonomia, as seguintes tarefas:

Pós-parto

Cuidados diários:

Observação cuidadosa do aspeto geral

da utente, dialogando com ela sobre as dificuldades, preocupações e expectativas;

Prestação dos cuidados vulvoperineais,

expectativas;  Prestação dos cuidados vulvoperineais , iniciando-se sempre com o convite prévio à micção

iniciando-se sempre com o convite prévio à

micção espontânea;

Avaliação das características dos lóquios;

Ajuda, na posição deitada, à colocação

da cinta ou faixa abdominal;

lóquios ;  Ajuda, na posição deitada , à colocação da cinta ou faixa abdominal; 86

86

Professora Isabel Henriques

lóquios ;  Ajuda, na posição deitada , à colocação da cinta ou faixa abdominal; 86
O Técnico/a auxiliar de saúde deve desempenhar, com autonomia, as seguintes tarefas: Pós-parto Cuidados diários:
O Técnico/a auxiliar de saúde deve desempenhar, com autonomia, as seguintes tarefas: Pós-parto Cuidados diários:
O Técnico/a auxiliar de saúde deve desempenhar, com autonomia, as seguintes tarefas: Pós-parto Cuidados diários:

O Técnico/a auxiliar de saúde deve desempenhar, com autonomia, as

seguintes tarefas:

Pós-parto Cuidados diários:

Avaliação das mamas.

Observar a integridade dos mamilos e

saída de colostro.

Após a mamada, recomendar a massagem do mamilo com uma gota de

leite e deixar secar durante alguns minutos.

Pedir a colaboração da mãe na prestação dos cuidados ao bebé e, no

último dia de hospitalização, convidá-la a

executar os cuidados de higiene ao filho.

no último dia de hospitalização, convidá-la a executar os cuidados de higiene ao filho. 87 Professora
no último dia de hospitalização, convidá-la a executar os cuidados de higiene ao filho. 87 Professora

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Professora Isabel Henriques