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DIREITO PENAL Parte Geral RED ris. 1° a 120) Em consonéncia com a jurisprudéncia atualizada do STF e do STJ Grdficos e quadros esquematicos Questées de concursos puiblicos Abordagem completa das matérias que Com videoaulas de compéem os editais dos principais concursos temas explorados na obra De acordo com: rs F ree See ph eee Cee ck) Corea eens Oe tae Cleber Masson DIREITO PENAL Parte Geral 11,2 | ‘ovis atualizada e edigio | ampliada Gr disse Z5, 3 $ 8 = A EDITORA FORENSE se responsabiliza pelos vicios do produto no que conceme a sua edigdo (impressao e apresentago a fim de possibilitar a0 consumidor bem manused-lo @ 1é-1o). Nem a editora nem o autor assumem qualquer responsabilidade por eventuais danos ou perdas @ pessoa ou bens, decorrentes do uso da presente obra. Todos os direitos reservados. Nos termos da Lei que resguarda os direitos autorais, ¢ proi- bida a reprodugo total ou parcial de qualquer forma ou por qualquer meio, eletrénico ou mecénico, inclusive através de processos xerograficos, fotocdpia e gravagao, sem permisséo Por escrito do autor e do editor. Impresso no Brasil - Printed in Brazil Direitos exclusivos para o Brasil na lingua portuguesa Copyright © 2017 by EDITORA FORENSE LTDA. Uma editora integrante do GEN | Grupo Editorial Nacional Rua Conselheiro Nébias, 1384 - Campos Eliseos - 01203-904 - Sdo Paulo - SP Tel: (11) 5080-0770 / (21) 3543-0770 faleconosca@grupogen.com.br / www.grupogen.com.br #2 O titular cuja obra seja fraudulentamente reproduzida, divulgada ou de qualquer forma utilizada poderé requerer a apreensdo dos exemplares reproduzidos ou a suspensao da divulgagao, ‘sem prejuizo da indenizacdo cablvel (art. 102 da Lei n. 9.610, de 19.02.1998). ‘Quem vender, expuser & venda, ocultar, adquirir, distribuir, tiver em depésito ou utilizar obra ‘ou fonograma reproduzidos com fraude, com a finalidade de vender, obter ganho, vantagem, proveito, lucro direto ou indireto, para si ou para outrem, serd solidariamente responsavel ‘com 0 contrafator, nos termos dos artigos precedentes, respondendo como contrafatores 0 importador e 0 distribuidar em caso de reprodugao no exterior {art. 104 da Lei n. 9.610/98). 8 Capa: Danilo Oliveira 8 Data de fechamento: 02.01.2017 2 CIP - Brasil. Catalogagao-na-fonte. Sindicato Nacional dos Editores de Livros, RJ. Masson, Cleber Direito penal esquematizado: parte gerol - vol. 1 / Cleber Masson. - 11. ed. rev., atual. © ampl. ~ Rio de Janeiro: Forense; S40 Paulo: METODO, 2017. Inclui bibliografia ISBN: 978-85-309-7335-3 41. Direito penal - Brasil - Sinteses, compéndios, et. 1. Titulo 09-4509. CDU: 343(81) Aos meus pais e a minha irma. Com a sustentagdo moral e afetiva de uma familia maravilhosa, encontrei forgas para chegar até aqui e ir adiante. A Carol, companheira de todos os momentos, a quem entrego minha vida. As minhas princesas, Maria Lutsa e Rafaela. Vocés roubaram para sempre meu coragdo, mesmo antes de ter escutado o de vocés batendo. Filhas, vocés so o sentido de tudo! O amor que tenho por cada uma de vocés é algo que néo se pode descrever com simples palavras, e sim pela preocupagao constante, pelos sorrisos desinteressados, pelos olhares apaixonados e por todos os mais lindos sentimentos que vocés despertam em mim. Aos meus sobrinhos, Maria Eduarda, Anna Lara, Lo- renzo e Chiara, pelo carinho e pelos momentos de alegria que me proporcionam. Ao Doutor Cassio Juvenal Faria, mestre e amigo, mo- delo de retidao e de brithantismo profissional, exemplo de membro do Ministério Piblico e de professor, 0 qual busco seguir diariamente. A todos os estudantes de Direito e, em especial, aos candidatos de concursos ptiblicos. Aos nossos alunos, presen- ciais ou via satélite, e aos nossos leitores, aos quais empresto meu apoio e minha fé nessa fase tao dificil, mas necessdria, de nossa vida. Juntos enfrentaremos e superaremos o drduo caminho que leva a vitdria. AGRADECIMENTOS Inimeras pessoas sio importantes durante o desenrolar de nossa vida. Enumera-las seria tarefa impossivel, além de ingrata, em face da certeza de que erros graves seriam cometidos. Algumas pessoas e também instituicdes, entretanto, foram de fundamental importancia para a concretizagio deste trabalho, a saber: Aloisio Masson, mais do que um primo, o irmao que nao tive. Presente em todos os momentos: de luta, de frustracées, de alegrias e de conquistas; Professor Doutor Damasio E. de Jesus, reconhecido como um dos maio- res penalistas de todos os tempos e mundialmente respeitado, visionario, que com seu talento revolucionou o ensino juridico no Pais, por nos honrar com a oportunidade de ter integrado, no periodo de 2006 a 2011, a seleta equipe de docentes do seu Complexo Juridico; Vauledir Ribeiro Santos, por acreditar neste trabalho, e Adriano Koenigkam, pelo excelente trabalho de reviséo que muito enriqueceu a obra; Professor Doutor Marco Antonio Marques da Silva, desembargador do Tribunal de Justia de S4o Paulo e professor titular da Faculdade de Direito da Pontificia Universidade Catélica de Sao Paulo, pela maestria e pelo zelo com que nos conduziu durante os trabalhos de orientacdo no curso de mestrado; Ministério Publico do Estado de Sao Paulo, uma das reservas morais deste Pafs, instituigéo de que me orgulho fazer parte e a qual prometo sem- pre defender; Rede LFG, pela confianga depositada em nosso trabalho e, principal- mente, pela generosidade com que fui recebido em seus quadros a partir do més de novembro de 2011; DIREITO PENAL ESQUEMATIZADO - Parte Geral -Vol. 1 - Cleber Masson Curso G7 Juridico e todos os meus amigos que o integram, por lutarem ao meu lado na realizagio de um sonho; Estagiarios e servidores do Ministério Publico, que comigo trabalham ou jé trabalharam, e especialmente ao Thiago ¢ ao Gustavo, Sou grato a todos vocés pela lealdade, pela amizade e pelo apoio constante. E, é claro, aos colegas promotores de Justiga e professores com quem convivemos diariamente, pelo compromisso ético no desempenho de relevan- tes funcdes e por estarem sempre dispostos a compartilhar seus inesgotaveis conhecimentos. A todos os que sempre nos ajudaram, os meus sinceros agradecimentos. Que a vida Ihes recompense com muita satide, paz e alegria. Muito obrigado. O Autor NOTA DO AUTOR A 11? EDICAO Esta 11.* edig&o do nosso Direito Penal Esquematizado - Volume 1 - Parte Geral encontra-se atualizada com toda a legislagéo penal lancada no ano de 2016, especialmente as Leis 13.254 (extingio da punibilidade no RERCT - Regime Especial de Regularizacao Cambial e Tributaria), 13.257 (marco legal da primeira infancia), 13.260 (terrorismo), 13.271 (proibicao de revista intima em mulheres), 13.281 (alteragdes no Cédigo de Transito Brasileiro), 13.285 (prioridade de tramitagdo nas agdes penais envolvendo crimes hediondos), 13.344 (tréfico de pessoas), bem como o Decreto 8.858 (regulamentagao do uso de algemas). Analisamos detalhadamente o novo posicionamento do Supremo Tribunal Federal em relac&o ao instituto da execugao proviséria da pena e acrescenta- mos numerosos julgados relativos 4 Parte Geral do Cédigo Penal, noticiados nos Informativos do STF e do STJ ao longo de 2016. A obra também conta com novas teorias e propostas doutrindrias e, ao final dos capitulos, incluimos varias questées recentemente cobradas em concursos ptblicos. Mais uma vez, agradecemos pela sua confianca neste trabalho. Bons estudos, muita paz e felicidade na sua caminhada. Um forte abraco. APRESENTAGAO Quando cursava a faculdade de Direito, buscava sempre conciliar a doutrina e a jurisprudéncia em meus estudos. A tarefa era dificil e, principal- mente, dispendiosa. Livros custam caro € 0 acesso aos principais julgados dos Tribunais nao é simples. Demanda muito tempo a localizagio de ementas e acérdaos, notadamente quando se pretende sistematizar a jurisprudéncia por assunto. Em razéo disso, nao raras vezes, esse estudo completo era colocado em segundo plano, o que me levava a constatar um senstvel vazio acerca das matérias cujo conhecimento era necessirio. Com a colagao de grau, sobreveio a preparagao para o concurso ptblico. A dificuldade, outrora existente, acentuou-se significativamente. Era preciso dominar novos assuntos a cada dia que se passava. Somavam-se a isso a elevada concorréncia, que aumenta anualmente, a pressdo (prépria e das pessoas préximas) para a aprovacao, a ansiedade inerente ao concursando e, ainda, a luta incansdvel contra o relégio, pois o tempo para os estudos era desproporcional 4 quantidade de matéria exigida pelo edital. Além disso, sabia que, depois da primeira prova, enfrentaria outra e, depois, mais outra. E, caso fracassasse, precisaria aguardar longo periodo até o proximo edital, © que nem sempre seria possivel, além de amargar a frustracao da derrota. Felizmente, depois de muita luta, a aprova¢ao veio. E logo no primeiro concurso. No entanto, foi intensa a preparacao: exigiu sacrificio, dedicacio desmedida e inumeras privagdes. Mas tudo valeu a pena. E como valeu. Se precisasse, trilhava todo o caminho novamente. Nao hé nada no mundo mais gratificante do que vencer pelo proprio esforco, do que alcangar reconheci- mento e satisfacdo com o exercicio de um trabalho que se escolheu livremente, pelo qual muito se lutou. Em DIREITO PENAL ESQUEMATIZADO - Parte Geral - Vol. 1 - Cleber Masson Porém, decidi nao parar por ai. Era necessdrio repartir com outras pessoas © conhecimento adquirido, ajuda-las a enfrentar com seguranga 0 tortuoso caminho que leva ao sucesso em concursos publicos. Entao, comecei a lecionar em cursos preparatérios, a compartilhar os medos e as angustias dos candi- datos, a colher com emogio as vitérias, a festejar a tio almejada aprovacao. Depois de insistentes pedidos e de muito incentivo por parte dos alunos, surgiu a ideia de escrever um livro. Mais um desafio. Nao é simples atender as expectativas dos estudantes, sejam académicos, sejam concursandos. Reveste-se de enorme responsabilidade a tarefa de corresponder & confianca depositada na leitura de uma obra, pois todos esperam que as palavras langadas ao papel sejam capazes de auxiliar na conquista de seus objetivos. Apés certa relutancia, resolvi encarar mais essa prova da vida. Espero, sinceramente, vencé-la. O trabalho de meses resultou nesta obra que vocé ora nos dé o orgulho de ler. Trata-se de um livro completo que envolve a Parte Geral do Cédigo Penal, incluindo toda a Teoria Geral do Direito Penal. Escrita em linguagem clara e didatica, a obra abrange todas as questées relevantes dessa disciplina, revelando-se como suficiente para a aprovagao em qualquer prova, exame ou concurso piiblico. Além da doutrina classica, da histéria e da evolucao do Direito Penal, o livro aborda as mais recentes ideias penais, de diversos paises e variados dou- trinadores. Temas de vanguarda foram analisados, tais como o funcionalismo penal, a coculpabilidade, a teoria da imputacao objetiva, a teoria do dominio do fato no concurso de pessoas, a autoria por determinagdo, o direito penal do inimigo, as velocidades do direito penal, o direito de intervengio, entre tantos outros. Nas matérias controversas, foram expostas as diversas posigées da dou- trina e da jurisprudéncia, destacando-se sempre a mais aceita, bem como se indicando a melhor corrente a ser adotada em cada perfil de concurso publico. Sabe-se que cada concurso publico, variando conforme seu perfil, espera do candidato um pensamento coerente com a institui¢ao cujo ingresso se pretende. E, é claro, nao podia ser olvidada a jurisprudéncia. De elevada incidéncia em concursos piblicos, principalmente nos federais, é indicada a posicio do Supremo Tribunal Federal e a do Superior Tribunal de Justiga, quando exis- tentes, em cada um dos tépicos abordados nos 46 capitulos que compéem o nosso Direito penal esquematizado - Parte geral. Também foram abordadas as stimulas vinculantes do Supremo Tribunal Federal em matéria penal, a exemplo da que trata da limitagdo ao uso de algemas (Sumula Vinculante 11). Para facilitar a compreensao da matéria, especialmente nos assuntos mais complexos, 0 trabalho foi ilustrado com intimeros exemplos, sem prejuizo de gréficos e esquemas destinados & revisio do que foi lido e a assimilacdo visual ‘APRESENTACAO El de cada tema. Dessa forma, o leitor muitas vezes sentir-se-4 em sala de aula, como se estivesse lendo no quadro o que foi dito. No final de cada capitulo, foram inseridas questdes objetivas de varios concursos publicos. Além de simular uma prova, esse recurso permite ao concursando, com a andlise do numero de questes acerca de cada assunto, saber quais so os pontos mais cobrados pelos examinadores. Espero colaborar para sua aprova¢ao. Somos amigos, unidos em torno de um mesmo ideal: sua vitéria, a qual viré em breve. Agradeco pela confianca com que recebe esta obra e fico demasiadamente honrado com sua aceitagao. Criticas e sugestdes serio muito bem-vindas. Torco por vocé. Acredite, lute com todas as suas forgas por seu sonho. Vocé é capaz! Um forte abraco ¢ boa sorte. O Autor PREFACIO Colega de Ministério Publico ¢ de magistério, Cleber Rogério Masson facultou-me o privilégio de ter acesso aos originais de seu Direito penal esquematizado - Parte geral, assim como me concedeu a honra de escrever algumas notas sobre 0 autor e a obra, A guisa de preficio. O autor é bacharel em Direito e mestre em Direito Penal pela Pontificia Universidade Catélica de Sao Paulo. Promotor de Justica por vocacao muito cedo despertada, ingressou no Ministério Publico de Sao Paulo em 2000, ja no primeiro concurso realizado apés a colacdo de grau, pasando a desem- penhar com invulgar brilhantismo as suas fung6es institucionais, para tanto conciliando o seu espirito jovem e aguerrido com uma precoce e ponderada maturidade. Estudioso do Direito Penal, logo tomou 0 caminho paralelo do magistério, passando a lecionar em cursos preparatérios e a vivenciar as dificuldades e as preocupagées de seus alunos, candidatos a concursos piiblicos. Hoje, em- presta o seu nome a magnificéncia do corpo docente do Complexo Juridico Damasio de Jesus, em Sao Paulo. A leitura dos originais da primeira parte da obra (eis que a ela se seguiré a Parte Especial) trouxe-me a certeza do acerto de sua planificaco. A obra se destina, precipuamente, aos concursandos, e vem suprir uma lacuna editorial, uma vez que oferece, de forma consolidada e primando pela clareza de linguagem, ao lado dos ensinamentos da doutrina classica, a andlise dos temas hodiernos do Direito Penal, assim como possibilita a imediata pesquisa da jurisprudéncia mais atualizada do STF e do ST], assegurando aqueles o estudo completo dessa disciplina fundamental em uma unica e acessivel fonte de consulta. Ew DIREITO PENAL ESQUEMATIZADO ~ Parte Geral - Vol. 1 -Cleber Masson Nada obstante seja essa a destinacdo precipua da obra, a densidade e a atualizaco de seu contetido doutrindrio e jurisprudencial fazem-na de molde a tornar-se valiosa fonte de consulta também para aqueles que nado tém a pretensao do concurso, mas atuam profissionalmente com o Direito Penal. Fica a expectativa de que, para proveito de todos, concursandos ou nao, também venha a lume, o quanto antes, o projetado complemento da Parte Especial. Sao Paulo, setembro de 2008. Cassio Juvenal Faria Procurador de Justiga aposentado e Professor no Complexo Juridico Damésio de Jesus, em Sao Paulo. NOTA DA EDITORA O selo Método, desde a sua criacdo, sempre teve como objetivo fornecer © melhor contetido aos estudantes e profissionais do Direito. Para atingir esse propésito, busca os autores mais capacitados e prestigiados do mercado, voltados especialmente para a elaboragao de conteudo juridico direcionado a estudantes e profissionais. Considerando os avangos tecnolégicos e os novos meios disponiveis de comunicagao, 0 selo Método, imbuido de sua misséo e compromisso de forne- cer o melhor contetdo e as ferramentas de aprendizagem, lancou videoaulas. O contetido foi cuidadosamente preparado e adequado para a exposi¢ao de aulas, ministradas pelo proprio autor da obra impressa. Acreditando sempre na melhoria qualitativa e na evolucéo do pro- cesso de ensino-aprendizagem e busca pela informacao, nesta 11.* edi¢ao do Direito penal esquematizado - Parte geral - Volume I incluimos trechos dessas videoaulas para introduzir ou complementar determinado tema abordado pelo autor. Dessa forma, pudemos integrar a exposicao de conteido impresso com as aulas, conferindo dinamica ao processo de construcao do conhecimento. Nos videos selecionados, 0 autor, Professor Cleber Masson, apresenta alguns dos temas explorados, explicando sua importancia e seus desdo- bramentos. O acesso as aulas é simples: por meio de QR Codes ou URL. Posicio- nados em alguns pontos do texto, ¢ possivel visualizar as videoaulas em seu celular ou computador. DIREITO PENAL ESQUEMATIZADO ~ Parte Geral - Vol. 1 ~ Cleber Masson Esses pontos estado indicados no sumério pelo simbolo: Procure por quadros como o modelo abaixo: Assista a Introdugao do tema Esperamos que aproveitem essa nova ferramenta de aprendizagem e desejamos sucesso em seus estudos! 1. DIREITO PENAL: NOGOES INTRODUTORIAS. fd. 1.2, 13. 14, 15. 1.6. SUMARIO PARTE | TEORIA GERAL DO DIREITO PENAL Conceito de Direito Penal... Alocagao na Teoria Geral do Direit Nomenclatura. Caracteristicas do Direito Penal. Criminalizacao priméria e criminalizagdo secundaria. Seletividade ¢ vulnerabilidade no Direito Penal. Relagdes do Direito Penal com outros ramos do Direi 1.6.1. Com 0 Direito Processual Penal. 1.6.2. Com 0 Direito Constitucional. 1.6.3. Com 0 Direito Administrativo. 16.4. Com o Direito Civil 1.6.5. Com o Direito Internacional Fungées do Direito Penal. 1.7.1. Direito Penal como protegao de bens juridicos 1.7.2, Direito Penal como instrumento de controle social 1.7.3, Direito Penal como garantia..., 1.7.4, Fungo ético-social do Direito Penal 1.7.5, Fungo simbélica do Direito Penal. wee uw za DIREITO PENAL ESQUEMATIZADO — Parte Geral - Vol. 1 - Cleber Masson 1.7.6. Fungao motivadora do Direito Pena Fungio de redugio da violéncia estatal Fungio promocional do Direito Penal 1.8. A ciéncia do Direito Penal. Politica criminal Criminologi: 19. Divisées do Direito Penal. Direito Penal fundamental ou Direito Penal primitio.. Direito Penal complementar ou Direito Penal secundari Direito Penal comum 1.9.4. Direito Penal especial. 1.9.5. Direito Penal geral 1.9.6. Direito Penal local 1.9.7, Direito Penal objetivo... 1.9.8. Direito Penal subjetivo. 1.9.9. Direito Penal material 1.9.10. Direito Penal formal 1.10. Fontes do Direito Penal.. 1.10.1, Introdusio .. 1.10.2. Fontes materiais, substanciais ou de produgio. 1.10.3. Fontes formais, cognitivas ou de conhecimento... 1,103.1, Fontes formais mediatas. LIL, Questées. PRINC{PIOS DO DIREITO PENA! 2.1. Conceito..... 2.2. Principios em espéci 2.2.1. Principio da reserva legal ou da estrita legalidade Principio da reserva legal ¢ mandados de cri- minalizagio 2.2.2. Princfpio da anterioridade. 2.2.3. 27 oe 28 2.2.4, phy eel § 2.2.7. 2.2.8. a7 2.2.10. oad 2.2.12. 2.3. 3. A EVOLUGAO HISTORICA DO DIREITO PENAL... 3.1. © Direito Penal dos povos primitivos. 3.1 3.1.2. .. Principio da imputagao pessoal |. Principio da responsabilidade pelo fato . Principio da personalidade ou da intranscendénci . Principio da responsabilidade penal subjetiva . Principio do ne bis . Princ{pio da isonomia.. 2.2.3.3. 2.2.3.4. 22.35. Aplicabilidade 2.2.3.6. Principio da insignificanci de menor potencial ofensivo 2.2.3.7. A questo do furto privilegiado.. 2.2.3.8. Principio da insignificancia e sua valoragao pela autoridade policial 2.2.3.9. Principio da insignificancia imprépria ou da criminalidade de bagatela impropria Principio da individualizagio da pena Principio da alteridade. Principio da confianga Principio da adequagao social Principio da intervengao minima. 2.2.8.1, Principio da fragmentariedade ou cariter frag- mentétio do Direito Penal... 2.2.8.2. Princ{pio da subsidiariedade Principio da proporcionalidade. Principio da humanidade.... Principio da ofensividade ou da lesividade.. Principio da exclusiva protegio do bem juridico. 2.2.12.1. Eleigéo de bens juridicos e a teoria constitucional do Direito Penal 2.2.12.2. A espiritualizagio (desmaterializacio ou liquefa- do) de bens juridicos no Direito Penal. in idem Introdugao Vinganga divina. 28 _ 33 47 47 49 50 50 51 51 53 54 55 58 59 = 73 re ce 74 Em DIREITO PENAL ESQUEMATIZADO - Parte Geral - Vol. 1 -Cleber Masson 6. 3.1.3. Vinganga privad 3.1.4. Vinganga pablica 3.2, Idade antiga: Direito Penal grego e Direito Penal romano 3.2.1. Direito Penal grego. 3.2.2. Direito Penal romano. 33. Idade Médi 33.1. Direito Penal germani 33.2. Direito Penal canénico.. 3.4, Idade Moderna 3.4.1. Perfodo humanitario - O pensamento de Beccaria. A HISTORIA DO DIREITO PENAL BRASILEIRO. 4.1. Periodo Colonial . 4.2. Cédigo Criminal do Império 4.3. Periodo Republicano.. Correcionalismo Penal 5.4. Tecnicismo Juridico-Penal.. 5.5. A defesa social. 5.6. Questées... A EVOLUCAO DOUTRINARIA DO DIREITO PENAL 6.1. Positivismo juridico 6.2. Neokantismo penal. 63. Garantismo penal. 6.4, Funcionalismo penal . 6.4.1. Posigo de Claus Roxin ~ Escola de Munique 6.4.2. Posi¢ao de Giinther Jakobs - Escola de Bonn. 6.5. Novas propostas doutrindrias: Direito Penal ¢ enfrentamento da criminalidade moder 65.1. Introdugéo 65.2. Direito intervencionista ou de intervencio .. 65.3, As velocidades do Direito Penal 65.4. Direito Penal do inimigo.... 66. 7. LEI PENAL.... Introducio... Classificacéo 76. 77, 78. 65.42. Conceito de inimigo 6.5.4.3. _ Efeitos da aplicacdo da teoria do Direito Penal do inimigo Neopunitivismo: a quarta velocidade do Direito Penal... Direito Penal como protegio de contextos da vida em Caracteristicas da lei penal Lei penal em branco Interpretacao da lei penal 7.5.1. Introdugéo 75.2. Quanto ao sujeito: auténtica, judicial ou doutrinaria. 7.5.3. Quanto aos meios ou métodos: gramatical e légica.. 7.54. Quanto ao resultado: declaratéria, extensiva e restritiva 75.5, _Interpretagao progressiva.. 7.5.6. _Interpretagio anal6gica Analogiz 76.1. 7.6.2. Lei penal no tempo. 7.7.1. Introdugéo 7.7.2. Direito Penal intertemporal e 0 conflito de leis penais no Novatio legis incriminador: Lei penal mais grave ou lex gravior... Abolitio criminis e lei posterior benéfica Combinagio de leis penais (lex tertia) .. 7.7.25. Lei penal intermediéria, 7.7.3. Lei penal temporaria ¢ lei penal excep : 7.7.4. As leis penais em branco ¢ 0 conflito de leis no tempo.. Conflito aparente de leis penais.. 7.8.1. Conceito. 7.8.2. Requisi 2 113 114 117 118 120 131 131 132 132 132 134 134 135 135 136 eke 7.10. cee 7.13. . Extraterritorialidade DIREITO PENAL ESQUEMATIZADO - Parte Geral - Vol. 1 - Cleber Masson 7.8.3. Localizagio no Direito Penal... 7.84. Finalidade... 7.8.5. Diferenga com o concurso de crimes 7.8.6. Diferenca com o conflito de leis penais no tempo. 7.8.7. Principios para solugao do conflito. Principio da especialidade.. Principio da subsidiariedade . Principio da consungio ou da absorcao. 7.8.7.4. Principio da alternatividade 7.8.8. Auséncia de previsio legal ‘Tempo do crime.. Lei penal no espaco. 7.10.1. Introdugo 7.10.2. Principio da territorialidade.. 7.0.2.1. Conceito de territéric 7.10.2.2. Territério brasileiro por extensdo. 7.10.3, Outros principios 7.10.3.1. Principio da personalidade ou da nacion: dade Principio do dom Principio da defesa, real ou da protecio... Principio da justia universal, 7.103.5. Principio da representagio Lugar do crime... 7.11.1. Nao aplicagao da teoria da ubiquidade em outras hipé- teses 7.10.3.2, 7.12.1. Introdugio 7.12.2. Extratertitorialidade incondicionada.. 7.12.2.1, Extraterritorialidade incondicionada ¢ o art. 8.° do Cédigo Penal - Proibicao do bis in idem... 7.12.2.2, Extraterritorialidade incondicionada e a Lei de Tortura 7.12.3. Extraterritorialidade condicionada.. Lei penal em relagdo as pessoas 7.13.1. Introdugio 7.13.2. Imunidades diplomaticas e de chefes de governos estran- getTOS ese 147 148 149 149 150 150 153 155 166 172 173 173 173 174 174 7.14, Disposigées finais acerca da aplicagio da lei penal 7.15. Questées... CRIME: NOCOES INTRODUTORIAS 8.1. 8.2. 8.3. 8.4. 8.5. ‘SUMARIO. 7.13.3. Imunidades parlamentares... Conceito e finalidade Imunidade material ow inviolabilidade Imunidade formal Pessoas abrangidas pela imunidade.. Suspensio ¢ rentincia da imunidade Imunidades e estado de sitic 7.14.1. Introducio ... 7.14.2. Eficdcia da sentenga estrangeira. 7.14.3. Contagem de prazo. 7.14.4. Fragées no computaveis da pena. 7.14.5, Legislagéo especial PARTE II TEORIA GERAL DO CRIME Conceito de crime... 8.1.1, Critério material ou substancial. 8.1.2, Critério legal 8.1.2.1. Crime e contravengio pen: 8.1.2.2. Conceito legal de crime e o art. 28 da Lei 11.343/2006 - Lei de Drogas.. 8.1.3. Critério analitico 8.14, Critério adotado pelo Cédigo Penal. icito penal e outros ilicito: Sujeitos do crime. 8.3.1. Sujeito ativo. 8.3.1.1. A pessoa juridica como sujeito ativo de cri- mes. 8.3.2. Sujeito passivo. cm 197 197 198 198 200 201 203 204 205 206 206 207 21 212 212 DIREITO PENAL ESQUEMATIZADO - Parte Geral -Vol. 1 ~Cleber Masson 9. CLASSIFICAGAO DOS CRIMES. 9.1. Introduga ). Crimes de forma livre e de forma vinculada. . Crimes mono-ofensivos e pluriofensivos. . Crimes principais e acessérios .. . Crimes transeuntes € nao transeuntes . Crimes & distancia, plurilocais e em transi . Crimes independentes € conexos.. . Crimes condicionados e incondicionad . Outras classificagoes Crimes comuns, préprios e de mao prépria Crimes simples e complexos.. Crimes materiais, formais e de mera conduta.. Crimes instantaneos, permanentes, de efeitos permanentes € a prazo. Crimes unissubjetivos, plurissubjetivos e eventualmente coletivos.. Crimes de subjetividade passiva tinica e de dupla subjeti- vidade passiva Crimes de dano e de perigo.. Crimes unissubsistentes e plurissubsistentes Crimes comissivos, omissivos e de conduta mist: Crimes naturais, plasticos ¢ vazios. 3. Crimes de minimo, de menor, de médio, de elevado e de maximo potencial ofensivo 9.1.19.1. Crime gratuito. 9.1,19.2, Crime de impeto... 9.1.19.3. Crime exaurido.. Crime de circulacio.. Crime de atentado ou de empreendimento. Crime de opinido ou de palavra... Crime multitudinério, Crime vago . 9.1.19.9. Crime internacional. 9.1.19.10. Crime de mera suspeita, sem acio ou de mera 91.19.11. 91.19.12, rie 215 215 217 217 218 219 220 220 221 221 224 224 225 = — 226 227 rea8 227 228 228 229 229 229 229 229 229 230 230 230 230 pee 9.1,19.14. 91.19.15. 9.1,19.16, 9.1,19.17. 9.1.19.18. 9.1.19.19. 9.1.19.20. ee 9.1.19.24, 9.1,19.25. 91.19.32. ae 9.1.19.34. 9.1.19.35. 9.1.19.36. a. 9.1.19.38. 9.1.19.39. 9.1.19.40. 91.19.41. 9.2. Questées.. 10. FATO T{PICO. 10.1. Introdugio.. ‘SUMARIO. Crime profissional... Crime de expressio.. Crime de intengao ou de tendéncia interna transcendente Crime de tendéncia ou de atitude pessoal... Crime mutilado de dois atos ou tipos im- perfeitos de dois atos... Crime de agio violenta.. Crime de ago astuciosa. Crimes falimentares... _ Crimes funcionais ou delicta in officio... Crimes parcelares.. Crimes de hermentutica Crimes de rua, crimes do colarinho branco e do colarinho azul... Crimes de acumulagio ou crimes de dano cumulativo Crimes de olvido .. Crimes aberrantes. 231 231 231 10.2. Conduta. - Teoria classica, naturalistica, mecanicista ou causal DIREITO PENAL ESQUEMATIZADO — Parte Geral - Vol. 1 -Cleber Masson . Teoria cibernética. |. Teoria social . Teoria juridico-penal . Apontamentos gerais sobre a conduta . Formas de conduta.. . Teorias acerca da o1 . Caracteres da conduta. . Exclusio da conduta. 10.3. Resultado... Teoria final ou finalista... isso. 4.9. . Denominagio 2. Dispositivo legal . Conceito.. . Ambito de aplicagio . Teorias ._ Concausas 10.4.5.1. Teorias adotadas pelo Cédigo Penal. 10.4.6.1. Introduca 10.4.7.1. Conceito e alcance 10.4.7.2, Teoria adotada. 10.4.7.3, Dever de agir: critérios existentes para sua de- finigao 10.4.7.4. Poder de agir.. 10.4.7.5. Hipéteses de dever de agi ‘A questo da dupla causalidade. Teoria da imputagio objetiva 10.4.9.1. Evolugao histérica. 10.4.9.2. Introdu¢a 10.4.9.3. Conceito e ani se dos pressupostos. 244 244 246 248 249 250 250 ead 252 253 253 255 255 eid 255 256 256 256 257 257 Fanta 258 259 259 259 265 265 266 266 267 267 270 270 270 271 eees 10.6. 11. TEORIA DO TIPO. ILL. ee 11,3. 11.4, eH 11.6. 1L7. 12. CRIME DOLOSO... = ‘SUMARIO. 10.4.9.4. A imputagao objetiva para Jakobs e Roxin. 10.495. Conclusées 10.5.2. Evolugdo doutrinaria 10.5.2.1. Tipicidade como indicio da ilicitude e o art. 386, inc. VI, do Cédigo de Processo Penal 10.5.3. Teoria dos elementos negativos do tipo.. 10.5.4. Teoria da tipicidade conglobante.. 10.5.5. Adequagdo tipica: conceito e espécies Questées.. 11.4.4, Fungao diferenciadora do erro. 11.4.5. Fungéo seletiva . Estrutura do tipo legal 11.5.1, Elementos modais. Classificacéo doutrinaria do tipo legal 11.6.1. Tipo normal e tipo anormal., . Tipo fundamental e tipo derivad . Tipo fechado e tipo aberto . Tipo de autor e tipo de fato.. . Tipo simples e tipo misto . . Tipo congruente e tipo incongruente. . Tipo complexo. . Tipo preventive Questées. Introdugdo 277 278 279 a 279 281 281 282 283 284 289 289 289 290 290 290 291 291 291 ery 292 294 295, 295 295 pod 296 296 296 297 297 298 301 301 OIREITO PENAL ESQUEMATIZADO - Parte Geral -Vol. 1 = Cleber Masson }. CRIME CULPOSO 12.2. Teorias do dolo. 12.2.1, Teorias adotadas pelo Cédigo Penal 12.3. Elementos do dolo.... 12.4. Dolo natural e dolo normat 125. Espécies de dolo, 12.5.1. Dolo direto e dolo indiret 12.5.1.1. Dolo eventual ¢ os crimes de transit 12.5.2. Dolus bonus e dolus malus... 12.5.3. Dolo de propésito e dolo de impeto (ou repentino) 12.5.4. Dolo genérico e dolo especifico.... 125.5. Dolo presumido. 12.5.6, Dolo de dano e dolo de perigo 125.7. Dolo de primeiro grau e dolo de segundo grau 12.5.8 Dolo geral, por erro sucessivo ou dolus generalis 12.5.9. Dolo antecedent, dolo atual e dolo subsequente 12.6. O dolo nas contravengées penai 12.7. Questées.. 13.1, Introdugio . 13.2. Fundamento da punibilidade da cul 13.3. Conceito de crime culposo.. 13.4, Elementos do crime culpos 13.4.1. Conduta voluntaria 13.4.2, Violagdo do dever objetivo de cuidad 13.4.2.1. Apontamentos gerais. 1342.2. Modalidades de culp: 13.4.3. Resultado naturalistico involuntério. 13.4.4. Nexo causal.. 13.4.5, Tipicidade 13.4.6, Previsibilidade objetiva, 13.4.7, Auséncia de previsi 13.5. Espécies de culpa... 13.5.1. Culpa inconsciente e culpa consciente 13.5.2, Culpa prépria e culpa imprépr 13.5.3, Culpa mediata ou indireta 13.5.4, Culpa presumida 301 302 302 303 304 304 306 307 308 308 308 308 309 309 310 311 312 315 315 315 317 317 317 318 318 318 321 321 Brey erry 324 324 324 325, 326 327 ‘SUMARIO. 13.6. Graus de culpa... 13,7, Compensagao de culpa 13.8. Concorréncia de culpas 13.9, Cardter excepcional do crime culposo 13.10. Exclusdo da culpa. 13.11. Questées. 14, CRIME PRETERDOLOSO.... (2) 14.1. Conceit 14.2, Relagdo entre dolo e culpa. 14.3. Versari in re illicita 14.4, Crimes qualificados pelo resultado 145. Questées... 15, ERRO DE TIPO (2) 15.1. Introdugio 15.2, Previsio legal... 15.3. Erro e ignorncia: 15.4. Conceito. 15.4.1. Erro de tipo e crimes omissivos imprépri \Go e tratamento.. 15.5. 15.6. 15.7. Erro de tipo e crime put 15.8, Descriminantes putativas 15.9, Erro determinado por terceiro. 15.9.1. Erro determinado por terceiro e concurso de pessoas 15.10. Erro de tipo acidental. 15.10.1. Ero sobre a pessoa ou error in persona. 15.10.2. Ero sobre o objet 1510.3. Erro sobre as qualificadoras. 1510.4. Erro sobre 0 nexo causal ou aberratio causae .. 1510.5. Ero na execugdo ou aberratio ictus... 15.10,5.1. Espécies de erro na execucio. 15,10.6. Resultado diverso do pretendido, aberratio delicti ou 15.10.6.1 15.11. Gréfico conclusiv 15.12. Questées... 327 328 329 329 330 331 335, 335, 336 336 = 338 341 341 341 342 342 343 343 344 344 345, 347 348 349 349 349 350 350 351 352 353 353 354 355 fxxxit | DIREITO PENAL ESQUEMATIZADO - Parte Geral - Vol. 1 ~Cleber Masson 16. ITER CRIMINIS. 16.3. Fase externa.. 16.3.1. Preparacio. 16.3.2. Execugio 16.3.3. Transigao dos atos preparatérios para os atos executérios. 16.3.4. Consumagi . © exaurimento.. . Questies.. 17, TENTATIVA, 17.1. Dispositivo legal 17.2. Coneeito.. Teorias sobre a punibilidade da tentativa.. 17.7. Teoria adotada pelo Cédigo Penal.. 17.7.1, Critério para diminuigo da pena 17.8, Tentativa e crimes de competéncia dos Juizados Especiais Crimi nais 17.9, Tentativa e diminuigéo da pena no Cédigo Penal Militar 17.10, Espécies de tentativa.. 17.10.1. Tentativa branca ou incruent: 17.0.2, Tentativa cruenta ou vermelha 17.10.3, Tentativa perfeita, acabada ou crime falho. 17.104. Tentativa imperfeita, inacabada ou tentativa propri mente dits 17.11. Tentativa e crimes de impet 17.12. Tentativa e dolo eventual .. 17.13, Inadmissibilidade da tentativa.. 17.14. Crimes punidos somente na forma tentada 17.15. Questées. 18. DESISTENCIA VOLUNTARIA E ARREPENDIMENTO EFICA: 18.1. Dispositivo legal 18.2. Distingo com a tentativ: 387 387 387 ‘SUMARIO. 18.3. Fundamento 18.4. Natureza juridic 18.5. Desisténcia voluntari 18.6. Arrependimento eficaz... 18.7. 18.8. 18.9. 18.10. 18.11, Adiamento da pritica do crime 18.12, Comunicabilidade da desisténcia voluntaria e do arrependimento eficaz... = 18.13. Tentativa qualificad: 18.14, Desisténcia voluntéria, arrependimento eficaz e Lei de Terrorismo. 18.15. Questées.... 19. ARREPENDIMENTO POSTERIOR.. 19.1. Conceito.. 19.2. Alocagio do institut 19.3. Natureza juridica 19.4. Extenséo do beneficio. 19.5. Fundamentos. 19.6. Requisitos.... 19.7. Comunicabilidade do arrependimento posterior no concurso de pessoas. 19.8. Critério para reducdo da pena. 19.9. 19.10. Dispositivos especiais acerca da reparagio do dano.. Peculato culposo. Juizados Especiais Criminai Apropriagio indébita previdenciaria Samula 554 do Supremo Tribunal Federal, 20. 20.2. Natureza juridic 20.3. Teorias sobre o crime impossivel 388 388 389 389 390 391 391 ard = 392 393 393 394 Brg = 397 398 398 = 399 401 401 402 402 402 403 403 403 404 407 407 407 408 ele 22. 20.4. 20.5. 20.6. 20.7. . Concepgao unitéri |. Terminologia . Ilicitude objetiva e ilicitude subjetiva }. Ilicitude penal ¢ ilicitude extrapen: de.... 21.10. Questées. ESTADO DE NECESSIDADE. = 22.2. 22.3. 22.4. . Questies.. DIREITO PENAL ESQUEMATIZADO — Parte Geral - Vol. 1 - Cleber Masson Espécies de crime impossivel Momento adequado para afericio da inidoneidade absoluta Aspectos processuais inerentes ao crime impossivel Crime putativo e crime impossivel 20.7.1. Conceito de crime putativo 20.7.2. Espécies de crime putativo. 20.7.3. Diferenca entre crime impossivel e crime putativo. llicitude formal e ilicitude material. llicito e injusto.. Hicitude genérica e ilicitude especifica ‘Causas de exclusao da ili |. Introdugio .. . Nomenclatura. . Previsdo legal ilicitude. 21.9.5. Causas de exclusio da ilicitude e aspectos processuais.... 21.9.5.1. Prisio provis6ria e as inovagGes promovidas pela Lei 12.403/2011.. 21.9.6. Causas supralegais de exclusio da i 21.9.6.1. Consentimento do ofendid 21.9.7. Visio geral.. Dispositivo legal... Coneeito, Natureza juridica.. Teorias 4. Elementos objetivos e subjetivos das causas de exclusio da 410 411 412 412 412 413 415, 416 419 419 419 420 420 421 422 422 423 424 424 424 424 425 426 427 429 430 433 434 437 437 437 437 438 ‘SUMARIO 22.5. Requisitos. 440 22.5.1. Situagao de necessidade 441 2.5.1.1. Perigo atual 441 22.5.1.2, Perigo no provocado voluntariamente pelo agente 441 22.5.1.3, Ameaga a direito proprio ou alheio.. 443 22.5.1.4. Auséncia do dever legal de enfrentar o perigo 443 22.5.2. Fato necessitado.. 445 22.5.2.1. Inevitabilidade do perigo por outro modo... 445 2.5.2.2, Proporcionalidade. 445 22.6. Causa de diminuicao da pena 445 22.7. Espécies de estado de necessidade. 446 22.7.1, Quanto ao bem sacrificado. 446 22.7.2, Quanto a titularidade do bem juridico preservado... 446 22.7.3. Quanto a origem da situacao de perig 446 22.7.4. Quanto ao aspecto subjetivo do agent 447 447 22.9, Casos especificos de estado de necessidade 448 ilidade do estado de necessidade. 448 22.11, Estado de necessidade e crimes permanentes e habituai 449 22.12, Estado de necessidade e erro na execucio. 449 22.13. Estado de necessidade e dificuldades econdmicas 449 22.14, Questées.. 450 23. LEGITIMA DEFESA... 453 (2) 23.1. Fundamento.... 453 23.2. Dispositivo legal 454 23.3, Natureza juridica e conceito 454 23.4, 454 455 . Agressio atual ou iminente. 456 . Agressio a direito proprio ou alhei 457 Reagdo com os meios necessirios.. 458 . Uso moderado dos meios necessari 459 23.5. Legitima defesa e vinganca 459 23.6. Desafio e legitima defesa.. 460 23.7. Espécies de legitima defesa 460 2. gS a |. ESTRITO CUMPRIMENTO DE DEVER LEGAL... . EXERCICIO REGULAR DE DIREITO. DIREITO PENAL ESQUEMATIZADO - Parte Geral - Vol. 1 Cleber Masson » Quanto a forma de rea¢io. . Quanto a titularidade do bem juridico protegido. 3. Quanto ao aspecto subjetivo de quem se defende. |. Legitima defesa da honr: . Legitima defesa presumida . Legitima defesa sucessiva 23.8. Legitima defesa contra a multidio.. 23.9. Legitima defesa contra pessoa ju 23.10. Legitima defesa nas relagées familiares. 23.11. Legitima defesa e aberratio ictus 23.12. Legitima defesa de terceiro e consentimento do ofendido. 23.13. Diferenga entre estado de necessidade ¢ legitima defesa. 23.14, Existéncia simultanea de legitima defesa e de estado de necessi- dade 23,15. Legitima defesa e relacio com outras excludentes: dad 23.16. Legitima defesa e relacdo com outras excludentes: inadmissibili- ade sersnsessne 23.17. Legitima defesa ¢ desobediéncia civil: distingio 23.18. Questoes. |. Dispositivo legal Natureza jurfdica.. }.. Conceito . Fundamento .. 5. Dever legal. Destinatarios da excludente... . Limites da excludente. . Estrito cumprimento de dever legal e crimes culposos. . Comunicabilidade da excludente da i Natureza juridica.. 25.3. Conceito. 465 466 467 468 468 479 479 479 479 ‘SUMARIO 25.4. Limites da excludente. 480 25.5. Costumes 481 Distingées entre estrito cumprimento de dever legal e exercicio regular de direito 482 25.7. Lesoes em atividades esportivas. 482 25.8. Intervencdes médicas ou cirirgicas 482 25.9. Ofendiculas, 483 25.10. Meios mecnicos predispostos de defesa da propriedade 484 25.11, Exercicio regular de direito e utilizagio de cadaver para estudos e pesquisas cientificas 484 25.12. Questa 485 26. EXCESSO.. 487 26.1. Introdugao 487 26.2. Dispositivo legal e alcance. 487 26.3. Conceito.. 488 26.4. Espécies 488 26.4.1. Doloso, culposo, acidental ou exculpante. 488 26.4.2. Intensivo e extensivo. 489 26.5. Legitima defesa e excess: 490 26.6. Exemplo de quesitos em crime de competéncia do Tribunal do Jiri, incluindo o excesso 490 26.7. Questdes 493 . CULPABILIDADE.. 495 27.1. Introdugao 495 27.2. Conceito. 496 Culpabilidade pelo fat 496 27.4, Fundamento da culpabilidade .. 497 27.8. Evolucao do conceito de culpabilidade .. 497 275.1. Teoria psicolégica 497 27.5.2. Teoria normativa ou psicolégico-normativa.. 499 27.5.3. Teoria normativa pura, extrema ou estrita 500 27.5.4. Teoria limitada... SOL 27.6. Teoria adotada pelo Cédigo Penal. 501 27.7. Teoria funcional da culpabilidad 502 27.8. Tipo positivo e tipo negativo de culpabilidade 503 DIREITO PENAL ESQUEMATIZADO - Parte Geral - Vol, 1 - Cleber Masson 2 2 279, Coculpabilidade. 279.1. Coculpabilidade as avessas.. 27.10. Culpabilidade formal e culpabilidade material 27.11. Graus de culpabilidade . 27.12. Dirimentes.. 27.13. Questoes.. IMPUTABILIDADE PENAL 28.1. 28.2. 28.3, Momento para constatagao da imputabilidade... 28.4. Sistemas ou critérios para identificagao da inimputabi 28.5. Causas de inimputabilidade 28.6. Menoridade 28.6.1. Menor de 18 anos de idade e a emancipacao civil . 28.6.2. Reducio da maioridade penal... 28.6.3. Crimes permanentes e superveniéncia da maioridade penal. 28.6.4. Menoridade penal e crimes militares. Inimputabilidade por doenca mental 28.7.1. Doente mental ¢ intervalos de lucidez 28.8. Inimputabilidade por desenvolvimento mental incompleto 28.9. Inimputabilidade por desenvolvimento mental retardado.. 28.10. A pericia médica. 28.7. g 28.11. Efeitos da inimputabilidade... 28.12, Imputabilidade diminufda ou resteit 28,121. Dispositivo legal... 28.12.2, 28.123. Sistema adotado. Natureza juridica 28.12.6. _ Efeitos. 28.13, Emogio e paixio... 28.131. Apontamento histérico. 2813.2. Introdugo ¢ critério utilizado pelo Cédigo Penal 2813.3. Emocdo e paixdo: conceitos e distingdes. 28.134. Efeitos 503, 505, 506 506 506 507 509 509 509 510 510 Sil 512 512 $12 — 513 = 514 514 515 515 517 518 518 518 519 S19 519 520 521 $21 521 - nye 29. 28.14. 28.15. Questées.. POTENCIAL CONSCIENCIA DA ILICITUDE 29.1. pki 29.3. 29.4, 28.13.5. Emogio e paixdo patolégicas SUMARIO Espécies.. Disposigdes especiais no Cédigo Penal. A questio do homicidio passional.. 28.14.6. 28.14.7. 28,14.8, Introdugio_ Evoluga Critérios Exclusao 29.4.1. Denominagao Embriaguez crOnica ou patoldgica, ou alcoolismo cré- nico Periodos, fases ou etapas da embriagu Espécies de embriaguez 28.14.5.1. Quanto a intensidad 28.14.52. Quanto a origem... Embriaguez acidental completa e medida de seguranca. Prova da embriaguez. 28.14.7.1. Prova da embriaguez e o Cédigo de Transi Brasileiro, A teoria da actio libera in causa.. para determinagao do objeto da consciéncia da ilicitude Erro de proi 29.4.1.1. Introduga 29.4.1.2. Desconhecimento da lei (ignorantia legis) 29.4.1,3. Conceito de erro de proibica 29.4.1.4. Efeitos: escusdvel ¢ inescusavel.. 29.4.1.5. Critérios para identificagao da escusabilidade ou inescusabilidade do erro de proibicéo 29.4.1.6. Espécies de erro de proibigio: direto, indireto e mandamental.. 29.4.1.7. Erro de proibigao e crime putativo por erro de proibicio.. 294.18. Diferenga entre erro de tipo e erro de proibigio... 522 523 523 523 524 524 525, 525, 525, 526 526 526 Ere] 527 528 rd 536 541 541 541 543 543, 543, 543, 544 545 547 548 DIREITO PENAL ESQUEMATIZADO - Parte Geral - Vol. 1 ~ Cleber Masson 29.4.1.9. O erro de tipo que incide sobre a ilicitude do fato.. 29.5. Questées.. = EXIGIBILIDADE DE CONDUTA DIVERSA. 30.1. Conceito.. 30.2. Causas supralegais de exclusio da culpabilidade 30.2.1. Origem histérica. 30.2.2. Situago atual: admissibilidade e fundamentes.. 30.3. Coagio moral irresistivel 30.3.1. Dispositivo legal e incidéncia 30.3.2. Fundamento, 30.3.3. 30.3.4. 30.3.5. ‘Temor reverenci 30.4. Obediéncia hierérquica 30.4.1. Dispositivo legal 30.4.2. Conceit 30.4.3. Fundamento: 30.4.4. Requisitos. 30.4.5. Efeitos... 31. CONCURSO DE PESSOAS [2] 31.1. Tratamento legislativo .. 31.2. Denominacio 31.3, 314. . Pluralidade de agentes culpaveis. 31.4.2. Relevancia causal das condutas para a producdo do resul- tado 31.43. Vinculo subjetivo. 31.44. Unidade de infragdo penal para todos os agentes 5. Existéncia de fato punivel .. 31.5.1. Teorias 31.5.2, Teoria adotada pelo Cédigo Penal 549 549 553 553 554 554 554 556 556 556 556 557 558 Bd 559 559 pd 559 561 562 565, 565 565 566 566 566, 568 568 569 S71 571 571 574 SUMARIO . Punibilidade no concurso de pessoas. . Cooperacio dolosamente distinta. . Modalidades de concurso de pessoas: 31.8.1. Coautoria 31.8.1.1, Coautoria, crimes préprios e crimes de mao Propri 31.8.1.2. O executor de reserva .. 31.8.1.3. Coautoria sucessiva 31.8.1.4, Coautoria em crimes omissivos..... 31.8.1.5, A autoria mediata.. 31.8.1.6. Autoria por determinacdo 31.8.1.7, Autoria de escritério. 31.8.1.8, A teoria do dominio da organizacao 31.8.2. 31.8.2.1. 31.8.2.2. Punigao do participe: teorias da acessoriedade. 31.8.2.3. Participagéo de menor importancia.. 31.8.2.4. Participagéo impunivel 31.8.2.5. Participagdo por omissio. 31.8.2.6. Conivénci 31.8.2.7.. Participagdo sucessiva 31.8.2.8. Participagéo em cadeia ou participagao da par- ticipagio. 31.8.2.9. Participagio em ago alheia 31.9. Circunstancias incomunicaveis: 0 art. 30 do Cédigo Penal. 31.9.1. Distingdo entre elementares e circunstancias. 31.9.2. Espécies de elementares e de circunstancias 31.9.3. Condigdes de cardter pessoal. 31.9.4. As regras do art. 30 do Cédigo Penal. 31.9.5, Elementares personalissimas e a questo do estado puer- peral no infanticid 31.10, O excesso no mandato criminal BLL Questées diversas. 31.11.1, Autoria colateral 31.11.2. Autoria incerta. 31.11,3. Autoria desconhecida 31.12, Concurso de pessoas, crimes de autoria coletiva e deniincia genérica DIREITO PENAL ESQUEMATIZADO - Parte Geral - Vol. 1 - Cleber Masson 31.13. Concurso de pessoas e crimes culposos. 602 31.13.1. Coautoria e crimes culposos.. 602 31.13.2, Participagao e crimes culposos.. 603, 31.14. Questd 604 PARTE It TEORIA GERAL DA PENA . PENA: ASPECTOS GERAIS 611 | 32.1. Sango penal... 611 32.2. Conceito.. 612 32.3. Principios. 612 32.4. Teorias e finalidades. 615 32.4.1. Teoria absoluta e finalidade retributi 615 32.4.2. Teoria relativa e finalidades preventivas.. 616 32.4.3, Teoria mista ou unificadora e dupla finalidade: retribuicdo € prevencio.. 618 32.4.4, Teoria agnéstica.. 620 32.5. Fungo social da pena 621 32.6. Fundamentos da pena.. 621 32.7. Cominagio das penas.. 622 32.8. Classificagio das penas. 623 32.8.1. Quanto ao bem juridico do condenado atingido pela pena.. eseeen 623 32.8.2. Quanto ao critério constitucional.. 624 32.8.3, Quanto ao critério adotado pelo Cédigo Penal. 624 32.9. Abolicionismo penal. 625 32.10. Justica restaurative 627 32.11. Teoria das Janelas Quebradas (“Broken Windows Theory” 629 32.12. Questées. 631 33. PENA PRIVATIVA DE LIBERDADE... 635 33.1. Conceito.. 635 33.2. Espécies... 635 33.3. Regimes penitencidrios 635 33.4. Fixacdo do regime inicial de cumprimento da pena privativa de liberdade 636 33.4.1. Regime inicial de cumprimento da pena privativa de li- berdade ¢ crimes hediondos ou equiparados. 636 ‘SUMARIO. 33.4.2, Trafic de drogas Hediondos... . Competéncia para execucao da pena privativa de liberdad Jurisdicionalizacao da execucao penal 33.7. Pena de reclusa 33.8, Pena de detenco 33.9, Pena de prisio simple: 33.10. Diferengas entre reclusio e detengao. 33.11. Pena privativa de liberdade aplicada no minimo legal e regime prisional mais rigoroso.. 33.12. Impossibilidade de modificagio, pelo juizo da execucao, do regime prisional equivocadamente fixado na decisio condenatéria. 33.13. Obrigatoriedade de prévia execucio das penas mais graves 33.14. Progresso de regimes... 33.141. Proibigio da progressao “por saltos”.. 3.14.2. Progressio e crimes contra a Administragao Publi 33.143, Progresso e crimes hediondos ou equiparados.. 33.144. Requisito temporal para progressio em caso de execugo conjunta por crime hediondo e crime comum. 33.145. Progresso e nova condenacio. 33.146. Processamento do pedido de progressio.. 33.147. Progressio e pratica de falta grave. 33.148. Progresso e habeas corpus... 33.149, Progresso e vinculacio com o crime organizado.. 33.14.10. Progressio de regime prisional, condenado estrangeiro e process de expulsdo em tramite 33.14.11. Progressio de regime e prisio em unidade militar 33.14.12. Progresso de regime, colaboragéo premiada e Lei do Crime Organizado. 33.14.13. Progressio de regime e cumprimento da pena em pe- nitenciéria federal de seguranca maxima.. ee Regressio “por saltos” Regressio a regime mais grave do que o fixado na sentenca condenatéria 3315.3. Regressio cautelar 33.16. Execucdo proviséria 33.161. Execugao proviséria de réu presi 33.16.2. Execucio proviséria de réu solto. 33.16.2.1. Introducio. 638 640 640 640 642 643 643 g z 645, 645 648 649 650 661 662 662 666 666 667 667 667 669 669 EL Bre 33.18. 33.19. 33.20, Bae 33.22. 33.23. DIREITO PENAL ESQUEMATIZADO ~ Parte Geral - Vol. 1 ~ Cleber Masson 33.16.22. A execucio proviséria da pena no ‘comparado 33.16.2.3. A relatividade da presungio de inocénci 33.16.24. Presungdo de inocéncia versus efetividade da Justica penal. 33.16.2.5, As vantagens proporcionadas pela execugio provisoria 33.16.2.6. _Anélise do art. 283 do Cédigo de Processo Penal. 33.163, Execugo proviséria de pena aplicada em ago penal origindria 3316.4. Execu¢ao proviséria da pena imposta pelo Tribunal do h 33.16.5. Execucdo proviséria de penas restritivas de direitos. 33.16.6. Execucdo provisoria e priséo especial Autorizagées de saida.. 33.17.1. Permissio de said 33.172. Saida temporiri 33.17.21. Saida temporaria e monitoragao eletrénica.. 33.17.2.2. Saidas tempordrias automatizadas Regras do regime fechado.. 33.18.1. Local de cumprimento da pena. 33.18.2. Regime Disciplinar Diferenciado (RDD) Regras do regime semiaberto.. 33.191, Regime semiaberto e recurso da defesa Regras do regime aberto.. 33,20.1. Regime aberto prestagdo de servicos 4 comunidade. 33.20.2. _Legislagio local 33.20.3. Priso albergue domiciliar.. 33.20. Prisio albergue domiciliar e prisio domi ciliar: distinga 33.20.3.2. Prisio domiciliar e monitoracao eletré- nica 33.204, Regime aberto e crimes militares. A Stimula Vinculante 56: aplicabilidade aos regimes semiaberto € aberto Tabela comparativa entre os regimes. Regime especial 33.231. Execucdo penal, mies presas e filhos recém-nascidos. 33.23.2. Proibi¢do (ou nao) de revista intima.. 670 670 671 675, 676 677 677 677 678 678 678 678 681 682 685 687 690 691 691 693 693 693 695 695 696 696 697 698 698 699 ‘SUMARIO. 33.24, Direitos do preso 700 33.24.1. A questéo da visita intima 701 33.242, Limitacdo ao uso de algemas 702 33.24.2.1. Uso de algemas pela policia para apresen- tagio do preso & imprensa.. 705 33.24,3. A separacdo dos presos nos estabelecimentos penais.. 706 33.24.4. Obras emergenciais em presidios: a reserva do possivel € a separagio dos Poderes do Estado. 706 33.25. 708 33.26. 709 33.27. 709 709 712 7S 716 33.27.5, Falta grave e perda dos dias remidos. 6 33.27.6. _ Auséncia de trabalho ou de estudo por falta de condi no estabelecimento penal 721 33.28. Detracdo penal 721 33.281. Competéncia para aplicacao da detracao penal ¢ reflexos no regime inicial de cumprimento da pena Privativa de de 722 722 33.28.3. Detragdo penal e pena de multa. 723 33.28.4. Detrago penal e suspensio condicional da execucio da pena privativa de liberdade (sursis 723 3328.5. Detragdo penal e prescricio.. 723 724 725 729 729 729 Sistemas ou critérios para aplicagdo da pen: 730 |. Elementares e circunstancias 731 34.4.1. Classificago das circunstancias.... 732 . Agravantes genéricas e causas de aumento da pen: 732 ; Causas de aumento da pena e qualificadora: 733 . Atenuantes genéricas e causas de diminuigdo da pena.. 733