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EstruturaEstrutura

Parte de uma construção destinada a suportar as cargas atuantes (vento, peso próprio, sobrecarga, etc.).

cargas atuantes ( vento, peso próprio, sobrecarga, etc. ). Uma estrutura é constituída por diversos elementos:
cargas atuantes ( vento, peso próprio, sobrecarga, etc. ). Uma estrutura é constituída por diversos elementos:

Uma estrutura é constituída por diversos elementos: vigas, lages, pilares, etc

AçoAço

Liga metálica composta basicamente de ferro e pequenas quantidades de carbono (0,18 a 0,25%).

InfluênciaInfluência dodo CarbonoCarbono

 
Teor Teor de de Carbono Carbono Ductilidade

TeorTeor dede CarbonoCarbono

Teor Teor de de Carbono Carbono Ductilidade

Ductilidade

 
   

Resistência Mecânica

Soldabilidade

ComposiçãoComposição QuímicaQuímica dodo AçoAço

 
 

ElementosElementos ResiduaisResiduais

   

ElementosElementos AdicionadosAdicionados

 
 

Enxofre (S)

 

Manganês (Mn)

 
 
O enxofre é extrema- mente prejudicial aos aços !
O enxofre é extrema-
mente prejudicial aos
aços !

Cobre (Cu) Níquel (Ni) Cromo (Cr)

 
   
 
  Nióbio (Nb) Titânio (Ti)

Nióbio (Nb) Titânio (Ti)

 

InfluênciaInfluência dosdos ElementosElementos dede LigaLiga

 

C

Mn

Si

S

P

Cu

Ti

Cr

Nb

 

Resist. Mecânica

+

+

+

-+

 

++

+

Ductilidade

-

-

--

-

-

-

Tenacidade

-

--

 

-

+

Soldabilidade

-

-

+--

-

-

Resist. à Corrosão

-

+

 

++

++

 

• Existe uma grande variedade de aços disponíveis no mercado em forma de chapas, perfis, tubos e cabos.

• Classificação Geral dos Aços

perfis, tubos e cabos. • Classificação Geral dos Aços Aços Carbono (Média Resistência) Aços de Alta
perfis, tubos e cabos. • Classificação Geral dos Aços Aços Carbono (Média Resistência) Aços de Alta
Aços Carbono (Média Resistência) Aços de Alta Resistência e Baixa Liga Aços Tratados Termicamente Aços
Aços Carbono (Média Resistência)
Aços de Alta Resistência e Baixa Liga
Aços Tratados Termicamente
Aços Resistentes ao Fogo

AAççosos CarbonoCarbono

– Segundo a NBR 6215 aços carbono são aqueles que contém elementos de liga em teores residuais máximos admissíveis.

Classe

 

Fu

Principais

do Aço

(MPa)

Aplicações

Baixo

< 440

Pontes, Edifícios, tubos e estruturas mecânicas.

Carbono

Médio

440

a 590

Estruturas de navios e vagões. Estruturas mecânicas e equip. agrícolas.

Carbono

 

Alto

590

a 780

Peças mecânicas, trilhos e rodas ferroviárias. Equipamentos agrícolas.

Carbono

 
•• AAççosos dede AltaAlta ResistResistêênciancia ee BaixaBaixa LigaLiga Adição de Cr, Cu, P, Si Aços
•• AAççosos dede AltaAlta ResistResistêênciancia ee BaixaBaixa LigaLiga
Adição de
Cr, Cu, P, Si
Aços
Patináveis ou
Aclimáveis
Os aços patináveis quando expostos
ao clima desenvolvem em sua superfície
uma camada de óxido aderente que
funciona como barreira protetora.
EstudoEstudo RealizadoRealizado pelapela USIMINASUSIMINAS Atmosfera Marinha (Arraial do Cabo - RJ) 5 4 3 Aço
EstudoEstudo RealizadoRealizado pelapela USIMINASUSIMINAS
Atmosfera Marinha (Arraial do Cabo - RJ)
5
4
3
Aço USI-SAC
2
Aço Carbono Comum
1
0
0
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
Tempo em Esposição (em anos)
Atmosfera Industrial Local: Tobata - Japão
0,7
0,6
0,5
Aço USI-SAC
0,4
0,3
Aço Carbono Comum
0,2
0,1
0
0
2
4
6
8
10
12
14
Tempo em Esposição (em anos)
Fonte: DIAS (1997)
Perda de Espessura (mm)
Perda de Espessura (mm)
Aços Resistentes ao Fogo ? Os aços resistentes ao fogo são o resultado de modifi-
Aços Resistentes
ao Fogo ?
Os aços resistentes ao fogo
são o resultado de modifi-
cações dos aços resistentes
à corrosão atmosférica.
É necessário consultar
os catálogos dos fabricantes
e o Anexo A da
NBR 8800 (1986).

PrincipaisPrincipais AçosAços EstruturaisEstruturais

Tipo de Aço

Propriedades

Aplicações

.ASTM A-36

É o tipo mais comum de aço carbono, possui fy = 250 MPa e fu = 400 a 500 MPa

É aplicado em estruturas em geral sob a forma de perfis e chapas

ASTM A-307

Aço com baixo teor de carbono com fu = 380 MPa

Fabricação de parafusos comuns

ASTM A -325

Aço com teor de carbono moderado que recebe tratamento térmico para aumento da resistência, possui fy = 550 MPa e fu = 750 MPa

Fabricação de parafusos de alta resistência

ASTM A-242

Aço de baixa liga com fy de 290 a 350 MPa

É aplicado em estruturas em geral, e estruturas em ambientes agressivos. É fabricado sob a forma de perfis e chapas

CORTEN A e CORTEN B

Aços tipo ASTM A-242 fabricados pela CSN fy = 350 MPa fu = 490 MPa

Mesmas aplicações do aço ASTM A-242

CORTEN C

Aço tipo ASTM A-242 fabricado pela CSN fy = 420 MPa fu = 560 MPa

Mesmas aplicações do aço ASTM A-242

SAC - 50

Aço semelhante ao CORTEN A e B, porém fabricado pela USIMINAS

Mesmas aplicações do aço ASTM A-242 e do CORTEN

SAC - 41

Aço fabricado pela USIMINAS de média resistência mecânica (maior que o ASTM A-36 porém menor que o SAC - 50)

Mesmas aplicações do aço ASTM A-242 e do CORTEN

COS-AR-COS

Aço de alta resistência e baixa

Mesmas aplicações do aço ASTM A-242 e do CORTEN

500

liga resistente à corrosão. Fabricado pela COSIPA

COS-AR-COS

Aço de média resistência e baixa liga resistente à corrosão. Fabricado pela COSIPA

Mesmas aplicações do aço ASTM A-242 e do CORTEN

400

Possuem resistência mecânica melhor que o ASTM A-36 porém inferior ao COS-AR-COS 500

Fonte: Manual Brasileiro da Construção Metálica

DiagramaDiagrama TensãoTensão xx DeformaçãoDeformação

σ F u F y F p 2 34 1 ε
σ
F
u
F
y
F
p
2
34
1
ε
Deformação Deformação σ F u F y F p 2 34 1 ε Fase Elástica: Comportamento

Fase Elástica: Comportamento Elástico- Linear, com a tensão variando de 0 à Fp

Fase de Escoamento: Ocorre deformação sem variação da tensão

Fase de Encruamento: Nesta fase ocorre variação da tensão com a deformação mas não de forma linear, devido a um rearranjo da estrutura interna do material

Fase de Ruptura do Material

PropriedadesPropriedades MecânicasMecânicas

• E = 205.000 MPa

• G = 80.000 MPa

ν = 0,3

ρ = 7850 kgf/cm 3

ProdutosProdutos SiderúrgicosSiderúrgicos EstruturaisEstruturais

• chapas e perfis

• cabos, fios e cordoalhas

PerfisPerfis

Barras com forma e dimensões padronizadas.

Estruturais • chapas e perfis • cabos, fios e cordoalhas Perfis Perfis Barras com forma e

CaracterísticasCaracterísticas dosdos PerfisPerfis

Seção Transversal Aberta

Paredes Delgadas

Elevada Relação Inércia/Peso

Seção retangular com dimensões equivalentes a seção em I.

VS 600 x 152

 

Inércia

135.154

cm

4

cm

4

   

=

 

=

887,42

 
Peso 152,3 kg     kg

Peso

152,3 kg

   

kg

   

Seção Retangular (30 x 60)

 
   

Inércia

450.000

 

cm

4

cm

4

 

=

 

=

318,47

 

Peso

1.413 kg

   

kg

   
Seção retangular com inércia equivalente à seção em I. VS 600 x 152 4 4
Seção retangular com inércia
equivalente à seção em I.
VS 600 x 152
4
4
Inércia
135.154
cm
cm
=
= 887,42
Peso
152,3 kg
kg
Seção Retangular Equivalente
4
4
Inércia
135.154
cm
cm
=
= 3 82,10
Peso
353,72 kg
kg

TiposTipos dede PerfisPerfis

Laminados:Laminados: obtidos diretamente dos laminadores das siderúrgicas. Estão disponíveis no mercado em forma de I, H, U e L. Soldados:Soldados: obtidos através da soldagem de várias chapas. Estão disponíveis no mercado em forma de I (composição de três chapas). Dobrados:Dobrados: obtidos através do dobramento de chapas em máquinas chamadas viradeiras. Estão disponíveis em forma de U e L.

Perfis Laminados e Soldados

disponíveis em forma de U e L. Perfis Laminados e Soldados NBR 8800 (1986) Perfis Dobrados

NBR 8800 (1986)

Perfis Dobrados

(conformados a frio)

NBR 8800 (1986) Perfis Dobrados (conformados a frio) NBR 8800 (1986) Projeto e Execução de Estruturas

NBR 8800 (1986) Projeto e Execução de Estruturas de Aço de Edifícios

NBR 8800 (1986) Projeto e Execução de Estruturas de Aço de Edifícios

NB-137 (1967)

a frio) NBR 8800 (1986) Projeto e Execução de Estruturas de Aço de Edifícios NB-137 (1967)

Revisão em Andamento

TiposTipos dede PerfisPerfis Perfis Laminados Perfis Dobrados Perfil Soldado É relativamente comum a importação de
TiposTipos dede PerfisPerfis
Perfis Laminados
Perfis Dobrados
Perfil Soldado
É relativamente comum a
importação de perfis estran-
geiros.

FabricaçãoFabricação dede ChapasChapas ee PerfisPerfis

Minério de Ferro

Calcário

Carvão Coque

ALTOFORNO FERRO GUSA AÇO LINGOTES LAMINAÇÃO
ALTOFORNO
FERRO GUSA
AÇO
LINGOTES
LAMINAÇÃO
Perfis Perfis Minério de Ferro Calcário Carvão Coque ALTOFORNO FERRO GUSA AÇO LINGOTES LAMINAÇÃO CHAPAS PERFIS
Perfis Perfis Minério de Ferro Calcário Carvão Coque ALTOFORNO FERRO GUSA AÇO LINGOTES LAMINAÇÃO CHAPAS PERFIS
Perfis Perfis Minério de Ferro Calcário Carvão Coque ALTOFORNO FERRO GUSA AÇO LINGOTES LAMINAÇÃO CHAPAS PERFIS
Perfis Perfis Minério de Ferro Calcário Carvão Coque ALTOFORNO FERRO GUSA AÇO LINGOTES LAMINAÇÃO CHAPAS PERFIS
Perfis Perfis Minério de Ferro Calcário Carvão Coque ALTOFORNO FERRO GUSA AÇO LINGOTES LAMINAÇÃO CHAPAS PERFIS
Perfis Perfis Minério de Ferro Calcário Carvão Coque ALTOFORNO FERRO GUSA AÇO LINGOTES LAMINAÇÃO CHAPAS PERFIS

CHAPAS

PERFIS

EsquemaEsquema dede umum LaminadorLaminador dede ChapasChapas GrossasGrossas

Laminador Laminador de de Chapas Chapas Grossas Grossas Esquema Esquema de de um um Laminador Laminador

EsquemaEsquema dede umum LaminadorLaminador UniversalUniversal

Esquema Esquema de de um um Laminador Laminador Universal Universal Fases Fases de de Laminação Laminação

FasesFases dede LaminaçãoLaminação

Esquema Esquema de de um um Laminador Laminador Universal Universal Fases Fases de de Laminação Laminação

AplicaçõesAplicações dasdas EstruturasEstruturas dede AçoAço

• Edifícios Industriais, Residenciais e Comerciais

• Coberturas para Grandes Vãos

• Pontes, Viadutos e Passarelas

• Silos e Reservatórios

• Torres de Transmissão

• Plataformas e Hangares

• Suporte para Tubulações

• Mezaninos

VantagensVantagens dasdas EstruturasEstruturas dede AçoAço

• Maior rapidez na execução da obra

• Possibilidade de vencer maiores vãos

• Fundações mais econômicas

• Possibilidade de montar a estrutura em horários especiais

SistemasSistemas EstruturasEstruturas UsuaisUsuais emem AçoAço a) Galpões em duas águas b) Edifícios de Andares
SistemasSistemas EstruturasEstruturas UsuaisUsuais emem AçoAço
a)
Galpões em duas águas
b)
Edifícios de Andares Múltiplos

c) Galpões em shed

c) Galpões em shed d) Galpões com treliça atirantada e) Galpões com arco metálico treliçado

d) Galpões com treliça atirantada

c) Galpões em shed d) Galpões com treliça atirantada e) Galpões com arco metálico treliçado

e) Galpões com arco metálico treliçado

c) Galpões em shed d) Galpões com treliça atirantada e) Galpões com arco metálico treliçado

AçõesAções ee SegurançaSegurança emem EstruturasEstruturas dede AçoAço segundosegundo aa NBRNBR 8800/19868800/1986

ConceitosConceitos ImportantesImportantes

Ações: são as causas que provocam esforços e deformações nas estruturas;

Solicitações: são os esforços atuantes na estrutura, decorrentes da atuação das ações;

Deslocamentos: variação da posição dos diversos pontos da estrutura.

Métodos de Dimensionamento

Método das Tensões Admissíveis: considera apenas a região onde o material trabalha em regime elástico. Adota o início da plastificação como limite de resistência do material;

Método dos Estados Limites: é um critério para definir um estágio a partir do qual uma estrutura não poderá ser mais utilizada, ou um estágio acima do qual será considerada insegura.

Diz-se que uma estrutura atingiu um estado limite quando ela deixa de preencher uma das finalidades da sua construção.

1

Em termos práticos: Estado Limite = Ruína
Em termos práticos:
Estado Limite = Ruína

Estados Limites Últimos: correspondem ao esgota- mento da capacidade portante da estrutura. Representa o colapso da estrutura como um todo ou em parte.

Estados Limites de Utilização: estão relacionados às

condições de utilização da estrutura. Englobam

questões como estética, beleza e conforto.

88

FilosofiaFilosofia dodo MétodoMétodo dosdos EstadosEstados LimitesLimites: consiste

em verificar a não ocorrência de estados limites,

quer sejam últimos quer sejam de utilização.

VerificaçãoVerificação dada SegurançaSegurança: é feita comparando-se as

solicitações de cálculo com as resistências de cálculo

de forma que:

Segurança : é feita comparando-se as solicitações de cálculo com as resistências de cálculo de forma

2

88

ParâmetrosParâmetros NominaisNominais ee dede CálculoCálculo • Ações Nominais: são as ações propriamente
ParâmetrosParâmetros NominaisNominais ee dede CálculoCálculo
• Ações Nominais: são as ações propriamente
ditas. Valores obtidos em normas específicas.
– NBR 6120 - Cargas para o Cálculo de Estruturas de
Edificações
– NBR 6123 - Forças devidas ao Vento em Edificações
• Ações de Cálculo: são as ações nominais
multiplicadas por coeficientes de ponderação
(γ) e coeficientes de combinação (ψ).
• Resistências Nominais: são os esforços
máximos que uma peça pode suportar.
– Propriedades Mecânicas do Material
– Características Geométricas da Barra
• Resistências de Cálculo: são as resistências
nominais multiplicadas por coeficientes de
minoração (φ).
Majoração das Ações
Introdução
da Segurança
Minoração das Resistências
3

CombinaçãoCombinação dede AçõesAções

Situação de Projeto

Combinação de de Ações Ações Situação de Projeto Vários Tipos de Ações Atuando As ações poderão

Vários Tipos de Ações Atuando

Situação de Projeto Vários Tipos de Ações Atuando As ações poderão atuar sob várias combinações É

As ações poderão atuar sob várias combinações

É preciso determinar a combinação crítica de ações.
É preciso determinar a
combinação crítica de
ações.
É preciso determinar a combinação crítica de ações. Exemplo: Exemplo: Carga Valor Característica

Exemplo:Exemplo:

Carga

Valor

Característica

Permanente Vento 1 Vento 2 Sobrecarga Equipamento

+15 kN +10 kN -12 kN +20 kN - 60 kN

Sempre atua Às vezes atua Às vezes atua Às vezes atua Às vezes atua

Se todas as ações atuarem: P = 15+10-12+20-60 = -27 kN Combinação Crítica 1: P = 15+10+20 = +45 kN Combinação Crítica 2: P = 15-12-60 = -57 kN

4

Combinação Crítica / Regra de Turkstra O máximo efeito de uma combinação de ações ocorre
Combinação Crítica / Regra de Turkstra
O máximo efeito de uma combinação de ações
ocorre quando uma das ações variáveis encontra-
se com seu valor máximo e as demais encontram-
se com um valor qualquer.
Estudo Estatístico
Hipótese Crítica
Expressão proposta pela NBR 8800/1986
para combinação de ações normais e
combinações durante a construção:
Sd =
γ
Gi +
γ
Q +
γ ψ
Qi
g
q
qi
qi
Gi : ações permantes
Q: ação variável principal
Qi: ações variáveis secundárias
γ: coeficiente de majoração (ver norma)
ψ: coeficiente de combinação (ver norma)
5
AçãoAção PermanentePermanente VentoVento SobrecargaSobrecarga Tempo SuperposiçãoSuperposição 6 Carga
AçãoAção PermanentePermanente
VentoVento
SobrecargaSobrecarga
Tempo
SuperposiçãoSuperposição
6
Carga

RecomendaçõesRecomendações GeraisGerais

ψ = 1,0 para ações não citadas na tabela anterior;

ψ = 1,0 quando a ação variável considerada for de mesma natureza que a ação variável predominante;

EfeitoEfeito FavorávelFavorável

Nqpredominante; Efeito Efeito Favorável Favorável Peso Obs.: Nd > Peso Peso Nq As ações Variáveis só

predominante; Efeito Efeito Favorável Favorável Nq Peso Obs.: Nd > Peso Peso Nq As ações Variáveis
predominante; Efeito Efeito Favorável Favorável Nq Peso Obs.: Nd > Peso Peso Nq As ações Variáveis
predominante; Efeito Efeito Favorável Favorável Nq Peso Obs.: Nd > Peso Peso Nq As ações Variáveis

Peso

Obs.: Nd > Peso

Efeito Favorável Favorável Nq Peso Obs.: Nd > Peso Peso Nq As ações Variáveis só entram
Efeito Favorável Favorável Nq Peso Obs.: Nd > Peso Peso Nq As ações Variáveis só entram

Peso

Favorável Favorável Nq Peso Obs.: Nd > Peso Peso Nq As ações Variáveis só entram nas

Nq

Favorável Favorável Nq Peso Obs.: Nd > Peso Peso Nq As ações Variáveis só entram nas

As ações Variáveis só entram nas Combinações se tiverem efeito desfavorável à segurança

As ações permanentes entram em todas as combinações de ações.

ExemploExemplo dede AplicaçãoAplicação 11 (Fonte:(Fonte: SálesSáles etet alal (1993))(1993)) Determinação da
ExemploExemplo dede AplicaçãoAplicação 11 (Fonte:(Fonte: SálesSáles etet
alal (1993))(1993))
Determinação da solicitação crítica de uma estrutura
solicitada pelas seguintes ações:
N g = 10 kN (permanente pequena variabilidade)
N q1 = 30 kN (Vento 1)
N q2 = -40 kN (Vento 2)
N q3 = 60 kN (Equipamento)
1.1 - Combinações Positivas
a) Considerando N q3 como ação variável principal
N d1 = γ g N g + γ q N q3 + γ q ψ 0 N q1
N d1 = 1,3 x 10 + 1,5 x 60 + 1,4 x 0,6 x 30
N d1 = 128,2 kN
b) Considerando N q1 como ação variável principal
N d2 = γ g N g + γ q N q1 + γ q ψ 0 N q3
N d2 = 1,3 x 10 + 1,4 x 30 + 1,5 x 0,65 x 60
N d2 = 113,5 kN
1.2 - Combinação Negativa
N d3 = γ g N g + γ q N q2
N d3 = 1,0 x 10 + 1,4 x (-40)
N d3 = -46 kN
N d (+) = 128,2 kN
Resumo:
N d (-) = 46 kN

ExemploExemplo dede AplicaçãoAplicação 22 (Fonte:(Fonte: SálesSáles etet alal (1993))(1993))

Determinação das combinações críticas em uma coluna de um edifício industrial que está submetida às seguintes solicitações:

N g = 300 kN (permanente pequena variabilidade)

N q1 = 400 kN (Ponte Rolante 1)

N q2 = 300 kN (Ponte Rolante 2)

N q3 = 200 kN (Vento 1)

N q4 = -300 kN (Vento 2)

N q5 = -100 kN (Variação de Temperatura)

2.1 - Combinação Positiva

a) Considerando N q1 como ação variável principal

N d1 = γ g N g + γ q N q1 + γ q ψ 0 N q2 + + γ q ψ 0 N q3 N d1 = 1,3 x 300 + 1,5 x 400 + 1,5 x 1,0 x 300 + 1,4 x 0,6 x 200 N d1 = 1.608 kN

2.2 - Combinação Negativa N d3 = γ g N g + γ q N q4 + γ q ψ 0 N q5 N d3 = 1,0 x 300 + 1,4 x (-300) + 1,2 x 0,6 x (-100) N d3 = -192 kN

9

ElementosElementos TracionadosTracionados segundo a norma NBR - 8800 (1986) • Esforços de Tração: retificam
ElementosElementos TracionadosTracionados
segundo a norma NBR - 8800 (1986)
Esforços de Tração: retificam imperfeições
iniciais da peça.
Tirantes ou Pendurais
Elementos Tracionados:
Contraventamentos
Barras de Treliça
Seções Transversais
A escolha da seção
depende da finalidade
da estrutura !
••
EstadosEstados LimitesLimites ÚltimosÚltimos
– Escoamento da Seção Bruta
φ t N n = φ t A g f y
– Ruptura da Seção Líquida
φ t N n = φ t,u A e f u
φ t = 0,90
A g = Área bruta da seção
f y = tensão de escoamento
φ t,u = 0,75
A e = Área líquida efetiva
f u = tensão de ruptura
A Resistência de cálculo da peça é o menor
valor fornecido pelas equações acima.
EstadosEstados LimitesLimites ÚltimosÚltimos b) Ruptura da Seção Líquida a) Escoamento da Seção Bruta
EstadosEstados LimitesLimites ÚltimosÚltimos
b) Ruptura da Seção Líquida
a) Escoamento da Seção Bruta
LinhasLinhas dede RupturaRuptura -- ÁreaÁrea EfetivaEfetiva
A
g
C
g
D
B
s
s
Trajetória A-B
ÉÉ precisopreciso analisar:analisar:
Trajetória A-C-D
Trajetória A-C-B
A linha crítica será aquela que conduzir
ao menor valor de área líquida.
Determinação da Área Líquida 2  t s  ( ) ch A = A
Determinação da Área Líquida
2
t
s
(
)
ch
A
=
A
d t
+ 
n
g
f
ch
4g
2
t
s
ch
Termo avaliado experimentalmente
4 g
Determinação da Área Líquida Efetiva
A e = C t x A n
Ct = coeficiente de uniformização das tensões de tração
O Coeficiente C t corrige os casos
nos quais apenas parte da seção absorve
os esforços de tração.
C t = 0,75 a 1,00
•• LimitaçãoLimitação dada EsbeltezEsbeltez dasdas PeçasPeças – Evitar flexibilidade excessiva – Reduzir
••
LimitaçãoLimitação dada EsbeltezEsbeltez dasdas PeçasPeças
– Evitar flexibilidade excessiva
– Reduzir efeitos vibratórios
provados pelo vento ou por impactos
– Recomendações da NBR 8800 (1986)
• Peças Principais:λ máx = 240
• Peças Secundárias: λ máx =300
Peças principais são aquelas que
fazem parte do sistema estrutural.
Peças Principais
Peças Secundárias
RecomendaçõesRecomendações dodo Prof.Prof. HermanHerman SchulteSchulte::
Barras de Treliça
λ = 250 a 300
Diagonais Principais
λ = 300 a 350
Barras Secundárias
λ = 350
Contraventamentos
λ = 400
Barras Redondas
λ = ilimitado

ExemploExemplo dede AplicaçãoAplicação (Fonte:(Fonte: MaliteMalite (1994))(1994))

Verificar uma peça de treliça com 4,00 m de comprimento constituída por um perfil 2L 64 x 64 x 6,35 em aço MR-250 submetida às seguintes solicitações nominais:

Fg = 100 kN (carga permanente grande variabilidade)

F q1 = 80 kN (carga de equipamento)

F q1 = 70 kN (carga de vento)

F q1 = -50 kN (carga de vento)

70 kN (carga de vento) F q 1 = -50 kN (carga de vento) Diâmetro dos

Diâmetro dos parafusos = 16 mm

1. Dados Gerais

de vento) Diâmetro dos parafusos = 16 mm 1. Dados Gerais Ag = 15,36 cm 2

Ag = 15,36 cm 2

r min = 1,83 cm

Fy = 250 MPa = 25 kN/cm 2

Propriedades das cantoneiras

Propriedades do aço

Fu = 400 MPa = 40 kN/cm 2

2. Esforço de Cálculo n Fd = γ F + γ F + ∑ γ
2. Esforço de Cálculo
n
Fd
=
γ
F
+
γ
F
+
γ ψ
F
g
g
q
q
qi
i
qi
i = 2
1 a Combinação: Nd = 1,4 x 80 + 1,4 x 100 + 1,4 x 0,6 x 70
Nd = 310,8 kN
2 a Combinação: Nd = 1,4 x 80 + 1,4 x 70 + 1,4 x 0,7 x 100
Nd = 308 kN
3 a Combinação: Nd = 0,9 x 80 + 1,4 x (-50)
Nd = 2 kN
Conclusão: Nd = 310,8 kN
É para este valor que a peça
deverá ser verificada !
3. Verificação do Escoamento da Seção Bruta
φ t N n = φ t A g F y
φ t N n = 0,9 x 15,36 x 25
φφφφ t N n = 345,60 kN
Com isso:
φφφφ t N n > N d , logo, a peça “passa”
no estado limite último de escoamento da
seção bruta.

4.

Verificação da Ruptura na Seção Líquida

 
 

φ t.u N n = φ t,u A e F u

   

Onde: Ae = Ct x An

d f = d p + 1,5 mm + 2,0

d f = d p + 1,5 mm + 2,0 mm = 19,5 mm Furos puncionados

mm = 19,5 mm

d f = d p + 1,5 mm + 2,0 mm = 19,5 mm Furos puncionados

Furos puncionados Folga prevista em norma

 
 

A

n

=

A

g

(

d t

f

ch

)

+

   

t

s

4g

ch

2

A

n

An

=

15,36

= 12,88

2 1,95 0,635

x

x

2

cm

 

C t = 0,85 (NBR 8800/1986, pág. 11)

 

φ t.u N n = 0,75 x 0,85 x 12,88 x 40

 

φ t.u N n = 328,44 kN

Com isso:

φφφφ t,u N n > N d , logo, a peça “passa” no estado

limite último de ruptura da seção líquida efetiva.

 

5. Verificação do Índice de Esbeltez

 
 

λ

máx

=

L

=

400

=

219

<

240

OK

!

 

r

min

1,83

 

6. Conclusão

 
 

A peça atende os critérios de segurança da NBR 8800 (1986).

ElementosElementos ComprimidosComprimidos segundo a norma NBR - 8800 (1986) Influência das Imperfeições Iniciais
ElementosElementos ComprimidosComprimidos
segundo a norma NBR - 8800 (1986)
Influência das Imperfeições Iniciais
Elementos
Comprimidos
Problemas de perda de Estabilidade
Estados Limites Últimos
– Escoamento da Seção Transversal
– Flambagem Global (Instabilidade da Haste com
um todo)
– Flambagem Local (Instabilidade das Chapas que
compõem a peça comprimida)
por flexão (predominante)
Flambagem Global:
por flexão e torção (anexo J)
Flambagem das chapas das abas
Flambagem Local:
Flambagem da chapa da alma
DeterminaçãoDeterminação dada ResistênciaResistência dede CálculoCálculo ((FlambagemFlambagem porpor
DeterminaçãoDeterminação dada ResistênciaResistência dede CálculoCálculo
((FlambagemFlambagem porpor Flexão)Flexão)
c
n
c
g
f y
Escoamento
Instabilidade Local
Instabilidade Global
Coef. Segurança = 0,9
Aumentando λ
Peças Curtas
Peças Esbeltas
kL
λ =
Colapso por
escoamento da
seção transversal
r
Colapso por perda de
estabilidade
N
> N
y
cr
N máx < N cr
N máx < N y
De onde vem a parcela que
considera o escoamento da
seção transversal ?
Vem da Resistência
dos Materiais !
N
σ =
fazendo
σ =