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INSTITUTO FEDERAL DE SÃO PAULO

Portas Lógicas e suas aplicações

Curso: Tecnologia Automação Industrial


Turma: J3
Disciplina: Laboratório de Sistemas Digitais
Professor: Danilow

Alunos:
Caio César de Miranda - 0973572
Gerson Almeida - 0973645
Heider Alves da Silva - 0973491

São Paulo - 2010 - IFSP - Automação industrial - Sistema Digitais 1


São Paulo
2010

Índice

1- Introdução teórica

1.1- Portas lógicas


1.1.1 – Porta AND
Pag. 3
1.1.2 – Porta OR
Pag. 4
1.1.3 – Porta NOT Pag. 5
1.1.4 – Porta NAND e NOR Pag. 6
1.1.5 – Porta Exclusive OR e Exclusive NOR Pag. 7
1.1.6 – Porta Exclusive NOR Pag. 8

1.2- Diodo e transistor como chave


Pag. 9

2- Objetivos
2.1- Procedimento 1
Pg. 10
2.2- Procedimento 2
Pg. 11
2.3- Procedimento 3 Pg. 11
2.4- Procedimento 4 Pg. 11
2.5- Procedimento 5 Pg. 11

3- Materiais e equipamentos utilizados Pag. 11

4 – Procedimentos experimentais Pag. 12

4- Conclusão Pag. 14

5- Bibliografia Pag. 14

6 – Anexos Pag. 15

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1- Introdução téorica

1.1 - Portas lógicas

A lógica digital pode ser descrita em símbolos lógicos padrões e suas tabelas-verdade
correspondentes. As empresas de eletrônicos desenvolveram chips baseados em transistores
que realizam a função de cada porta lógica. As linhas horizontais representam entradas ou
saídas e os círculos pequenos nas saídas à direita correspondem a um inversor (realizam uma
operação lógica NOT para a saída).

A facilidade do processamento de números binários decorre da existência de apenas dois


dígitos, 0 e 1 (bit), que podem ser representados por 2 níveis de tensão (por exemplo 0 = 0 volt
e 1 = 5 volts). Os símbolos representam um bloco lógico com uma ou mais entradas lógicas
“A”, “B”, etc. e uma saída lógica “S”. As entradas e saídas lógicas só assumem valores
correspondentes aos níveis lógicos “0” e ‘1”. Um bloco lógico executa uma determinada
função lógica para a qual foi projetado.

1.1.1 Porta AND (E)

Esta porta pode ter duas ou mais entradas e uma saída e funciona de acordo com a seguinte
definição: "A saída de uma porta AND será 1, somente se todas as entradas forem 1".
Na figura 3, temos o símbolo de uma porta AND de 2 entradas ( A e B) juntamente com um
quadro que mostra todas as possibilidades de níveis de entrada com a respectiva saída. Este
quadro é chamado de Tabela Verdade.

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Analisemos agora o circuito da figura 4. Este circuito executa a função AND. Considere o
nível lógico 1 igual a "Chave fechada" e nível lógico 0 (zero) igual a chave aberta.

Quando tivermos a condição de chave A aberta (0) e chave B aberta (0), não circulará corrente
e a lâmpada L fica apagada (0). Na condição de termos a chave A aberta (0) e a chave B
fechada (1), ainda assim não circula corrente e a lâmpada está apagada (0).
É fácil observar que a condição inversa [chave A(1) e chave B(0)], também implica em a
lâmpada estar apagada (0). Agora temos a condição em que a chave A fechada (1) e a chave B
fechada (1). Desta maneira a corrente pode circular e a lâmpada acende (1).
Verifique portanto que a análise acima descrita confirma a tabela verdade da figura 3. Para o
circuito AND portanto, podemos afirmar que qualquer 0 (zero) na entrada leva a saída para o 0
(zero).

1.1.2 - Porta OR (ou)

Esta porta também possui duas ou mais entradas, e uma saída, funcionando de acordo com a
seguinte definição: "A saída de uma porta OR será 1 se uma ou mais entradas forem 1".
Na figura 5 temos o símbolo de uma porta OR de 2 entradas (A e B) juntamente com a
respectiva tabela verdade.

Para a análise do circuito da porta OR (figura 6), vamos manter as mesmas considerações
utilizadas da porta AND, ou seja: Chave aberta = nível lógico 0 (zero) Chave fechada = nível
lógico 1 (um)

Quando tivermos chave A fechada e chave B aberta, teremos corrente circulando e


consequentemente a lâmpada L estará acesa. A lâmpada fica acesa também com as condições:
- Chave A = Aberta e Chave B = Fechada - Chave A = Fechada e Chave B =
Fechada.
A lâmpada somente estará apagada quando as duas chaves (A e B) estiverem abertas.

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Analise o circuito, novamente comparando-o com a tabela verdade da figura 5. Podemos
afirmar, portanto, que para um circuito OR, qualquer 1 na entrada leva a saída para 1.

1.1.3 - Porta NOT (não)

A porta NOT possui somente uma entrada e uma saída e obedece à seguinte definição:
"A saída de uma porta NOT assume o nível lógico 1 somente quando sua entrada é 0 (zero) e
vice-versa". Isto significa que a porta NOT é um inversor lógico, ou seja, o nível lógico da sua
saída será sempre o oposto do nível lógico de entrada. A figura 7 apresenta o símbolo da porta
lógica NOT e sua tabela verdade.

O circuito que executa a função NOT é mostrado na figura 8. Observe que o circuito se
resume a uma chave ligada para o terra. Quando a chave está aberta, a corrente circula pela
lâmpada que fica acesa. Quando a chave A fecha , a corrente circula agora pela chave. Com
isso a lâmpada se apaga. Verifica-se portanto a tabela verdade da figura 7.

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2-Objetivos:

Verificar o funcionamento de circuitos com a utilização de portas lógicas.

3- Materiais e equipamentos utilizados

01 Circuito Integrado 7400 (Porta NAND).


01 Circuito Integrado 7404 (Porta NOT).
01 Circuito Integrado 7408 (Porta AND).
01 Circuito Integrado 7432 (Porta OR).
01 Fonte de alimentação DC.
01 Multímetro
01 Osciloscópio.
01 Gerador de Funções.
02 Cabos para fonte.
02 Cabos para osciloscópio.
01 Cabo para o gerador de funções.
Led e resistor de 150 para monitoramento dos níveis lógicos.

4 – Procedimentos experimentais
A B C LED
0 0 0 0
0 0 1 0
0 1 0 0
0 1 1 0
1 0 0 0
1 0 1 0
1 1 0 0
1 1 1 1

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A B C D LED
0 0 0 0 0
0 0 0 1 1
0 0 1 0 1
0 0 1 1 1
0 1 0 0 1
0 1 0 1 1
0 1 1 0 1
0 1 1 1 1
1 0 0 0 1
1 0 0 1 1
1 0 1 0 1
1 0 1 1 1
1 1 0 0 1
1 1 0 1 1
1 1 1 0 1
1 1 1 1 1

Defina tempo de atraso? Defina o termo "propagation delay time””””?

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A LED
0 1
1 0

B LED
0 1
1 0

A B LED
0 0 0 A B LED
0 1 0 0 0 1
1 0 0 0 1 0
1 1 1 1 0 0
1 1 0

A B LED A B LED
0 0 1 0 0 1
0 1 1 0 1 0
1 0 1 1 0 0
1 1 0 1 1 0

5) Montar o circuito abaixo; Ajustar o Gerador de sinais para f = 1 kHz e Vin = 4 Vpp;
Anotar as formas de onda na entrada e saída cotadas e sincronizadas; para as duas condições
da chave K.

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Mudar a porta para uma NAND. Repita os procedimentos anteriores. Para cada situação da
chave K e em cada circuito anote as situações e o que ocorreu para o sinal de saída, na tabela a
seguir:

Posição da chave K Sinal de saída para Sinal de saída para


porta AND porta NAND
0 5V 5V
1 5V 1V
Qual a finalidade da porta neste circuito anteriormente montado?

6) Montar os circuitos a seguir e levantar a Tabela da Verdade. Desenhar a porta equivalente


que executa a mesma função. Especifique qual integrado pode realizar a função do circuito?

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Questões
1) Descreva em palavras a operação de uma porta AND. 2) O que uma NAND é
diferente de uma porta AND. 3) Escreva a Tabela da Verdade de uma porta NAND de 4
entradas. 4) Descreva em palavras a operação de uma porta OR. 5) O que uma NOR
é diferente de uma porta OR. 6) Escreva a Tabela da Verdade de uma porta NOR de 4
entradas 7) Desenhar o diagrama lógico de uma porta AND de quatro entradas usando
portas AND de
duas entradas. 8) Desenhar o diagrama lógico de uma porta NAND de quatro entradas
usando portas NAND
de duas entradas. 9) Desenhar o diagrama lógico de uma porta NOR de quatro entradas
usando portas NOR de
duas entradas. 10) Qual é o resultado na saída do último inversor se conectarmos um
número par de inversores
em série? 11) Qual é o resultado na saída do último inversor se conectarmos um número par
de inversores
em série? 12) Desenhar o diagrama lógico de uma porta AND usando somente portas
NOR.. 13) Desenhar o diagrama lógico de uma porta OR usando somente portas NAND.
14) Desenhar o diagrama lógico de uma porta NAND usando portas AND e inversores. 15)
Desenhar o diagrama lógico de uma porta NAND usando portas OR e inversores. 16)

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Desenhar o diagrama lógico de uma porta NOR usando portas OR e inversores
VII. Conclusão

4- Conclusão

Através do experimento podemos concluir que há como simular o funcionamento de portas


lógicas através de circuitos simples com diodos e transistores. Alternativa esta de extrema
importância quando considerarmos circuitos compactados.

5- Bibliografia

LABORATÓRIO DE SISTEMAS DIGITAIS II


Professores Alexandre Aragão e Luiz Danilow
Versão 1.0 - jul/7D7
www.centelhas.com.br.
Estudos Técnicos de Componentes e Periféricos (ETCP) Prof. Mauricio
Func ̧o ̃es Lo ́gicas e Portas Lo ́gicas
Prof. Daniel Barros Ju ́nior, Prof. Eduardo Augusto Bezerra
http://pt.wikipedia.org/wiki/Trans%C3%ADstor
http://pt.wikipedia.org/wiki/Diodo_semicondutor
http://www.scribd.com/doc/14133985/UFRJ-Aula-5-Transistor-Como-Chave
http://pt.wikipedia.org/wiki/Porta_l%C3%B3gica
http://www.inf.ufsc.br/ine5365/portlog.html

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6 – Anexos

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