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PRINCIPAIS CONTEÚDOS APRENDIDOS NOS SEMINÁRIOS

A Abordagem do Estilo estuda o comportamento do líder, como os líderes atuam em cada situação, essa abordagem pode ser estudada focando o relacionamento com as tarefas e com as pessoas, desta forma um líder pode ter mais afinidade com uma do que outra, ou até mesmo com ambas, mas isso depende de suas características.

Esses comportamentos podem ser definidos como:

Tarefas: foco nas atividades, estruturação e implementação das atividades, definição de atividades e atribuição de graus de poder.

Pessoas: foco nos relacionamentos, estrutura de afinidades, entre laços entre líderes e seguidores.

Essas duas abordagens são distintas entre si, logo não existe uma implicância entre ter e não ter uma (no que diz respeito a incutir resultados uma na outra, afetar), elas simbolizam o que cada líder pode conseguir - ou não - dentro do seu grupo, e se os resultados são afetados por esse comportamento da liderança.

Essa visão pode ser dita similar entre os estudos realizados por Ohio e Michigan, houve uma diferença no começo do estudo referente a visão de Michigan, mas com a finalização dos estudos a mesma se enquadrou no padrão de Ohio (a diferença foi a questão de que um líder só podia ter um foco de comportamento, não podendo interagir entre os dois).

A Grade de Liderança de Blake e Mouton também está estruturada nesse formato entre tarefas e pessoas, diferenciando-se apenas as nomenclaturas:

Preocupação com a Produção: realização de tarefas, tomada de decisões políticas, desenvolvimento de produtos, estudo dos processos e correção, etc. Todas as atividades que estão focadas na tarefa e realização de um trabalho estão aqui, não existe afeição ao comportamento humano.

Preocupação com as Pessoas: desenvolvimento do compromisso do grupo com a instituição, criação de confiança e união, valorização do corpo de membros e

busca para proporcionar o sentimento de realização no mesmo, etc. A estrutura fica totalmente focada para o indivíduo e o processo vira segundo plano.

Desta forma podemos definir 4 comportamentos de Líderes dentro de uma instituição:

. Foco na realização das tarefas: toda a força do líder vai em cumprir metas e

realizar tarefas, pessoas são vistas como objetos que permitem realizar atividade fim,

não existe preocupação com a personalidade do grupo.

. Foco nas pessoas: muita preocupação com os indivíduos o que deixa a realização das tarefas a quem, existe um clima de satisfação e confiabilidade no grupo.

. Sem foco: líderes que não se preocupam com as tarefas e nem os funcionários, de certa forma tudo acontece na estrutura, mas esses se mantém longe da realização do projeto.

. Foco de meio de caminho em ambos: existe um trato tanto com as pessoas

quanto as tarefas, só que nenhum é desenvolvido eficazmente, tudo funciona na medida do possível, não existe uma estabilidade, a liderança é vista como

conveniente.

. Foco perfeito: atinge de forma eficaz tanto pessoas como tarefas, equipes

fortes e estruturadas, existe participação dos membros, o líder é mais um e interage com o grupo.

Além destes ainda existe a visão Paternalista e Maternalista, que utiliza dos primeiros dois focos para lidar com os grupos, são chamados de ditadores benevolentes, pois utilizam do poder e do agrado para conseguir resultados.

Ainda existe o Líder Oportunista, que utiliza de qualquer um dos 5 focos para conseguir o que deseja, ele se adapta a toda situação e se movimenta entre comportamentos buscando a sua realização e satisfação.

A abordagem do Estilo analisa as capacidades de como um líder interage dentro de um grupo, desta forma ela não se foca em capacitar ou treinar e sim em entender o que se passa. Ela nivela os níveis de responsabilidade e estimula a busca por aperfeiçoamento das falhas, já que apresenta os pontos fracos e fortes. Por ser simples e fácil de se colocar em prática ela possuí vários pontos fortes como: muitos

estudos realizados, distinção de comportamentos e ela é visível de entendimento. Mas possuí fraquezas: os pesquisadores não conseguiram definir a implicância do estilo no resultado final da tarefa e ela não consegue encontrar um estilo final e universal.

A abordagem Situacional diz que cada situação necessita de um comportamento de líder, de outra forma, os lideres surgem conforme a necessidade deles. Essa abordagem é uma das mais estudadas e revisadas no meio, implicando uma atualização constante.

Essa abordagem foca no comportamento adaptativo do líder para se entrelaçar aos seus subordinados e assim conseguir um desenvolvimento pleno das tarefas. Nessa visão este comportamento gera um líder eficiente.

Neste estudo se definiu quatro estilos de liderança:

1)

Direcionador: seu foco é o cumprir as metas, toda a sua direção é para elas, supervisionando o que acontece.

2)

Coaching: o líder toma a decisão final, mas é mais participativo, é focado na comunicação em todos os momentos, é um líder envolvido e incentivador.

3) Suporte: o líder da presta apoio ao grupo, ele não se foca nas metas, mas sim em dar liberdade de realização aos membros, mas permanece presente.

4) Delegada: o líder é menos presente e permite que os membros se desenvolvam, o que facilita a criação de confiança e desenvolvimento entre os membros.

Dentro desse estudo também se implica o nível de desenvolvimento dos membros, que remete as competências de realização de uma determinada tarefa ou atividade, os membros estão em um nível alto se dominam a tarefa e estão interessados e confiantes em realiza-la, de contrapartida o inverso é real, membros em baixo nível não dominam e não tem interesse.

Esse estudo estrutura a função seno, ele cresce e diminui, isso quando falamos das capacidades dos funcionários no meio, por exemplo membros podem ser extremamente eficazes e satisfeitos com uma tarefa, mas por causa de uma nova tecnologia, os mesmos podem perder a confiança e se comportarem de forma leviana, isso porque não dominam a nova situação. Desta forma o líder deve avaliar sua

participação em cada situação e saber que nunca estará em uma situação linear de eficiência eterna. O líder tem que estar preparado, tem que dominar os conhecimentos

e aplica-los de forma sensata para dar confiança ao grupo, a preparação e curso para os membros ajuda nisso, mas ao mesmo tempo ele tem que se permitir ouvir, pois pode ocorrer de membros dominar algum conteúdo que ele ainda não esteja tão aprimorado.

O líder tem que estar ciente que seu estilo de liderança deve ser adaptativo e que precisa aplicar de forma a se adaptar aos seus membros. Ele tem que saber sair da característica de apoio para a delegação de forma tranquila, sem querer implicar em tudo.

Essa abordagem tem como forçar: o tempo, já que a mesma resiste aos anos

e ainda é utilizada no mercado, ela é prática de se entender e utilizar, podendo ser

utilizada em vários contextos, ela determina o comportamento a ser tomado nas situações, conseguindo prescrever a receita, a flexibilidade da liderança torna o convívio mais tranquilo e o desenvolvimento das tarefas mais práticos, e por fim ela lembra que cada membro é único e deve ser preparado individualmente,

Por fraquezas ela possuí: por mais que exista vários estudos, pouca pesquisa prática foi realizada, falta uma maior conformidade, compromisso e competência ficam invisíveis do contexto de entendimento, não se sabe como esses dois se combinam para formar a estrutura, membros podem querer mostrar suas capacidades e não existe um formato de valorização disso, o estilo do líder com as capacidades dos membros tem que ser aprimorada, não se enxerga sua aplicabilidade e como influências externas podem afetar toda a estrutura, exemplo idade, gênero e educação.

NOSSAS EXPERIÊNCIAS

Ocorreu

alguns

comparativos

com

as

apresentações

anteriores

e

se

desenvolveu explicação de como deve ser realizado o artigo.