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Infor SCM > Whitepaper

Infor SCM

Novas dimensões
em gerenciamento
de Supply Chain:
Oito estratégias para
melhorar o desempenho
Concept-to-Customer
Conteúdo

Sumário executivo ....................................................................................................................................................... 3


Gerenciamento de Supply Chain “concept-to-customer” ................................................................................ 4
Oito estratégias para otimizar o gerenciamento de Supply Chain “concept-to-customer” ................... 7
Benefícios do “concept-to-customer” .................................................................................................................11
Conclusão ....................................................................................................................................................................12


Infor SCM > Whitepaper A Infor não se compromete de maneira nenhuma com o desenvolvimento ou cumprimento de qualquer otimização,
atualização, produto ou funcionalidade. Veja o parágrafo “retratação” contido aqui.
Sumário executivo

No esforço de levar seus negócios a um novo nível, ou apenas acompanhar o passo da crescente
competição, muitos executivos estão percebendo que precisam de uma visão mais ampla do
ambiente de negócios de suas companhias. Houve um tempo em que isso significava olhar mais
profundamente e mais firmemente dentro de suas próprias empresas ou superficialmente além
em seus parceiros comerciais imediatos.

Isso não é mais o suficiente. Virtualmente toda empresa—fabricante, fornecedora de serviços de


logística até o varejista—está operando em um Supply Chain multifacetado muito mais complexo.
Isso significa que o negócio deles está sendo impactado por um conjunto de fatores
completamente novo do mais longo alcance de sua cadeia de suprimentos.

A lista de forças que dirigem essa mudança na dinâmica do Supply Chain é longa, variada e, na
maioria dos casos, não é uma surpresa. Isso inclui os suspeitos—globalização, uma mudança no
cenário competitivo, resultado de fusões e aquisições, a mudanças de requisitos regulamentares,
a mudança nas expectativas dos consumidores, e uma alta taxa de falha para a introdução de
novos produtos. Também há forças que são menos lembradas, incluindo a redução do ciclo de
vida dos produtos, a súbita variedade de produtos, custos crescentes de energia, aumento
do congestionamento de portos e estradas, e o impacto de desastres naturais reais ou
potenciais e terrorismo.

A Infor ™ analisou essas forças de negócio e o impacto que elas estão tendo em fabricantes,
fornecedores de logística e distribuidores e desenvolveu uma nova visão das companhias
sobre seus Supply Chains. Nós chamamos de abordagem de gerenciamento de supply chain
“concept-to-customer”.

Nessa exposição sobre o tema, nós descreveremos o gerenciamento de supply chain


“concept-to-customer” em detalhes e as oito estratégias que os clientes podem utilizar para
conseguir uma visão mais ampla de seu supply chain para desempenho melhorado do negócio.


A Infor não se compromete de maneira nenhuma com o desenvolvimento ou cumprimento de qualquer otimização, Infor SCM > Whitepaper
atualização, produto ou funcionalidade. Veja o parágrafo “retratação” contido aqui.
Gerenciamento de Supply Chain
“concept-to-customer”

Em seus termos mais simples, a abordagem “concept-to-customer” para gerenciamento de Supply


Chain pode ser definida como tomar a visão mais ampla possível das variáveis que impactam
um negócio. É um reconhecimento tácito de que o Supply Chain típico atual é multifacetado e
multidimensional e exige que as companhias vejam isso dessa forma. Baseado em nossa análise
de tendências de gerenciamento de Supply Chain, nós acreditamos que as companhias sejam
mais bem atendidas por seus Supply Chains em 3 fatores: ambiente interno, ambiente externo e
visão do cliente.

Ambiente Interno—o supply chain que você controla


O ambiente interno da companhia inclui os aspectos físicos de seu negócio que estão amplamente
sob seu controle. São estes: produção, distribuição, capacidade de venda e o
tempo e custos tomados no fornecimento, produção e distribuição dos produtos. A melhoria
no desempenho em tais áreas tem, até agora, sido a prioridade da maioria das iniciativas de
gerenciamento de Supply Chain. Para fabricantes, isso significou investir em automação e vendas
e tecnologias de planejamento de operações. Para distribuidores e varejistas, a prioridade
geralmente tem sido o gerenciamento do relacionamento com fornecedores, gerenciamento de
depósito, soluções de gerenciamento de transportes e a integração de tais soluções para dar
visibilidade de suprimento.

Companhias visionárias reconhecem que o ambiente interno também compreende o


desenvolvimento de seus produtos e a rede utilizada para que eles cheguem até os clientes.
O desenvolvimento dessa rede inclui considerações como onde colocar as instalações e
produção e as instalações de armazenamento, como projetar a rede de distribuição,
onde localizar os pontos de venda de varejo, e como formatar as lojas.

Dada à complexidade e a natureza global de muitos Supply Chains, o desenvolvimento da rede


é de crescente importância com impacto significativo em resultados de linha final, conforme
reconhecido por muitas companhias que já decidiram por produção “offshore”. Entretanto, há
evidências que apóiam que essas decisões precisam fatorar múltiplas considerações, incluindo
custos tradicionais de compensação tais como custos de produção, distribuição e inventário
assim como considerações não tradicionais como o risco maior de dano ao produto e atraso
resultante de offshoring.

O desenvolvimento do produto, outro componente do ambiente interno, engloba todas as


considerações que vão no processo do projeto, incluindo análise de exigências do mercado,
produtibilidade, e a facilidade com a qual o produto pode ser distribuído por todo o Supply Chain.

As companhias estão sendo apoiadas na abordagem “concept-to-customer” por soluções de


gerenciamento do ciclo de vida e desenvolvimento de rede que os ajudam a projetar produtos mais
efetivamente e tomar decisões estratégicas sobre onde localizar a produção, distribuição ou a
capacidade de varejo.


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Ambiente Externo – o supply chain que você não controla
O ambiente externo é composto por fatores de negócios sobre os quais as companhias têm pouco ou nenhum
controle. Como resultado, o ambiente externo tem sido uma prioridade baixa ou ausente de muitas iniciativas
de supply chain. Estão incluídas forças externas, algumas das quais são previsíveis e algumas não.

Fatores de negócios externos previsíveis incluem regulamentações do governo, ordens de


parceiros de negócios, exigências ambientais, e assim por diante. Para cada um desses, a
notificação com antecedência de uma forma ou de outra está geralmente disponível.

Fabricantes, por exemplo, podem preparar-se para cumprir exigências de saúde, segurança ou
regulamentares tais como regulamentos da US Food and Drug Administration—FDA (Administração
de Alimentos e Medicamentos) e UK Medicines Control Agency—MCA (Agência de Controle de
Medicamentos) rotineiramente aplicados em Supply Chains para alimentos, medicamentos e
cosméticos. Ordens de práticas comuns de comércio incluem a tecnologia de Electronic Data
Interchange—EDI (Intercâmbio Eletrônico de Dados) no supply chain automotivo e, a tecnologia
de Dispositivo de Identificação de Freqüência (RFID) que está surgindo como exigência obrigatória
em alguns produtos de consumo e Supply Chain de varejo. Considerações ambientais incluem
restrições bem conhecidas quanto ao descarte de resíduos sólidos, líquidos e gasosos. Esses
fatores externos levam complexidade para o Supply chain e ditam onde e como um produto é
produzido, como ele é armazenado, a que regiões e a quais parceiros comerciais eles são enviados
e como a informação sobre ele é comunicada.

Com abordagem e tecnologias corretas, as companhias podem incorporar esses fatores externos
previsíveis em seu planejamento estratégico, tático e operacional. Por exemplo, fabricantes podem
construir inteligência de fornecimento dentro de suas rotinas de planejamento de Supply Chain.
Fornecedores de logística podem utilizar serviços em tempo real para apoiar listas atualizadas de
triagem de parte restrita. E varejistas trabalhando com seus fornecedores chave podem desenvolver
tecnologias RFID para aumentar a visibilidade do produto e aumentar a eficiência do armazenamento.

Entretanto, o ambiente externo também inclui forças que são difíceis ou impossíveis de predizer e,
assim, podem abalar o equilíbrio de um negócio sem aviso. Fatores macroeconômicos como um pico
nos preços do combustível, greve de trabalhadores, e atrasos no envio devido a não conformidades
com a alfândega ou congestionamento no porto ou desastres maiores relacionados com o clima
podem aplicar um stress significativo nas cadeias de suprimentos de fabricantes, fornecedores de
logística e varejistas. Problemas que ocorrem dentro do supply chain de seus fornecedores ou de
seus clientes também podem levar a atrasos no fornecimento, produção e movimentação dos
produtos terminados, ameaçando a continuidade e a qualidade do serviço ao consumidor final.
Transpondo a linha entre previsíveis e imprevisíveis, estão as pressões de seus competidores,
algumas das quais você pode prever e responder a elas e algumas das quais você não pode.

Para superar aos desafios do ambiente externo, as companhias precisam de habilidades que os
ajude a aumentar e ampliar a visibilidade de seu Supply Chain, sentir e responder às mudanças em
tempo real e melhorar a medição do desempenho através de nós e modos de Supply Chain.

Visão do Cliente – onde você tem influência, mas não tem controle total
A visão do cliente para muitas companhias é geralmente uma combinação de características
comerciais sobre as quais eles têm influência, mas não controle total. Enquanto as companhias não
têm nenhum controle direto sobre a compra de seus produtos, eles têm maneiras de influenciar as
decisões de compra. Em um nível alto, essas incluem a otimização dos processos de gerenciamento
de ciclo de vida do produto para oferecer aos clientes as características e funções que eles querem,
quando eles as querem, e a um preço atraente. Em um nível mais tático, as companhias podem
organizar estratégias promocionais para influenciar e formatar a demanda para melhor cumprir os
seus objetivos comerciais.

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Com a abordagem do “concept-to-customer”, essas decisões são baseadas em uma visão do
Supply Chain centralizada no cliente. Para um fabricante, a visão do cliente engloba o que o
consumidor final precisa, não apenas o que a próxima empresa na seqüência do supply chain
precisa. Isso pode significar que as companhias que canalizam seus produtos através de
distribuidores organizam seus processos de gerenciamento de demanda para alcançar além do
distribuidor, o consumidor final. Isso ajudará a assegurar que o fornecimento esteja sincronizado
com a demanda do cliente e não com as práticas de compra do distribuidor.

Para o varejista, isso significa olhar mais a fundo para o inicio do fluxo do Supply Chain para influenciar
as ações dos fabricantes e as empresas de logística de maneira que as expectativas dos clientes
por mais disponibilidade, mais escolha, e resposta mais rápida possam ser cumpridas. Exemplos
incluem varejistas que cada vez mais procuram atingir lucro num novo produto, alcançar um ponto
determinado de preço na prateleira, ou cuidar de um segmento determinado de seu mercado
consumidor—tais como produtos com baixo nível de carboidratos, produtos que promovem
comércio justo, ou produtos que usam ingredientes inofensivos ao meio ambiente.

Líderes de Supply Chain geralmente aumentam uma combinação de soluções de gerenciamento


de ciclo de vida de produto, gerenciamento de Supply chain e gerenciamento de relacionamento
com o cliente para controlar melhor a visão do cliente.

Clientes da área da Saúde focam nas exigências do cliente final para direcionar
suas Cadeias de Suprimentos
Dois clientes da Infor na área da saúde reconheceram o valor de direcionar seus supply
chains com base nas exigências do consumidor final ao invés de se basear nas vendas
a seus consumidores iniciais.

Um deles, um importante fornecedor de equipamento dental, alcançou uma redução


de aproximadamente 90% na variabilidade prevista e uma redução de 93% em
estoque de segurança por englobar os dados de venda de seus clientes na solução de
planejamento de demanda da companhia. Com uma distribuição bem estabelecida,
a companhia está usando Infor SCM Demand Planning colaborativamente com seus
parceiros comerciais para fornecer o que os clientes finais precisam baseado em suas
vendas para profissionais da odontologia.

O outro, um importante fabricante de produtos da área da saúde que vende através de


distribuidores, está usando Infor SCM Demanding Planning, Info SCM Inventory Planner,
e Infor SCM Replenishment Planner para capturar informações de clientes finais para
melhorar a precisão de sua previsão. Resultado: níveis de serviços melhorados para
seus clientes e uma redução acentuada em sua necessidade de drop shipments
dispendiosos de 51/mês para 13/mês.


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Oito estratégias para otimizar o gerenciamento
de Supply Chain “concept-to-customer”

Implementar o pensamento “concept-to-customer” no gerenciamento de supply chain requer um


conjunto de ações e processos comerciais que são únicos para cada negócio. Mas a linha final para
cada companhia é a mesma—a necessidade de estabelecer um supply chain mais resiliente que
torne possível gerenciar melhor e adaptar todas, não somente algumas, das dinâmicas comerciais
impactantes na empresa. Isso inclui melhorar o critério e o controle sobre suas próprias operações;
cuidando, influenciando e respondendo mais rápido a incidentes além do seu controle; e mantendo foco
no cliente e em sinais de tendências do inicio do fluxo de operação para planejar e dirigir o Supply Chain.

Para ajudar a implementar e promover o pensamento “concept-to-customer”, a Infor identificou


oito estratégias de supply chain que possibilitam que companhias empreendedoras tomem
ações necessárias para desenvolver antecipação e resiliência em seus Supply Chains.

1. Ajustar dinamicamente sua rede. Para muitas companhias, a propriedade física de produção,
armazenamento, transporte e ou capacidade de varejo representa o maior elemento de custo
fixo de seus negócios. Apesar dessa importância financeira e competitiva, poucas companhias
têm uma estratégia para avaliar suas redes em uma base contínua para assegurar que estejam
otimizadas para suprirem as necessidades de seus negócios. Freqüentemente as companhias
não sentam e projetam redes de trabalho; eles as herdam como um resultado de aquisições ou
expandem suas redes com o passar do tempo ao passo que expandem suas operações. A Infor
recomenda que as companhias avaliem suas redes de Supply Chains várias vezes por ano.

Por otimizar as soluções de projeto de redes para dinamicamente avaliar suas redes, fabricantes,
fornecedores de logística e varejistas podem evitar as armadilhas de fazer pequenos ajustes
às redes de trabalho que não são fundamentalmente apropriadas para suprir as necessidades
comerciais atuais e futuras. Em alguns casos os ganhos com processos de produção e
distribuição eficientes são negligenciados pela localização física dos ativos ou a capacidade
da empresa de fabricar, movimentar e armazenar produtos enquanto a mistura de demandas
muda de ano para ano. Além disso, os efeitos das pressões externas—aumento no custo
de combustível, índices de impostos diferentes por região, conformidade regulamentar, e
preocupações ambientais—podem ser minimizados se as redes são regularmente avaliadas
para eficácia no cumprimento os requisitos. Embora ações de curto prazo possam compensar
uma rede de Supply Chain insuficientemente projetada, a lucratividade no longo prazo e a
competitividade dependem de ter a capacidade certa e a localização certa de ativos físicos.


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2. Ter uma visão global da demanda. Com os horizontes do mercado em expansão para muitas
companhias, tornou-se essencialmente importante avaliar a demanda do cliente em um nível
global ou pelo menos regional. Múltiplos canais para o mercado e uma base de clientes globais
produzem padrões de demanda que variam pelas regiões, estações e o ciclo de vida de seus
produtos. Por tomar uma visão global, sua empresa pode criar um ambiente que fornece o
quadro mais completo da demanda do cliente em seu negócio e detecta inteligentemente
tendências e mudanças nos níveis regionais, de produto, de canais e de cliente.

Gerenciar eficientemente a demanda é mais que apenas prever—trata-se de antecipar a


demanda e aproveitar oportunidades de influenciá-la para que ela forneça o desempenho
financeiro e comercial que a sua empresa está buscando. Preparar uma solução de
planejamento de demanda colaborativa é um primeiro passo provado para fornecer a fundação
para um planejamento comercial integrado. Ela dá uma visão global da demanda, dá a sua
companhia a visibilidade para sentir e reagir rapidamente à mudanças nos padrões de compras
de seus clientes, e fixa parâmetros para planos de inventário, produção, fornecimento e
distribuição que seguem.

3. Trabalhar a rede de fornecimento. Trabalhar a rede significa tomar decisões dinamicamente


sobre todos os fatores envolvidos em fazer com que os produtos cheguem nas mãos do seu
cliente. Em uma rede estendida, há múltiplas rotas pelas quais o produto pode alcançar os
clientes. Para trabalhar efetivamente a rede de informações é necessário tomar um número de
decisões estratégicas tais como fazer ou comprar; fornecer produtos usando instalações para
fabricação na América, Europa ou qualquer outro lugar; escolher um centro de distribuição ao
invés de outro; e determinar quanto estoque manter e onde.

Atualmente, líderes de Supply Chain podem tirar vantagem das tecnologias de otimização para
tomar essas decisões, baseados em uma figura holística de mistura de demandas e fatores de
capacidade de suprimento. Por adotar essa abordagem, você pode aumentar a probabilidade de
escolher a melhor opção em termos de serviço a cliente e custo total de suprimento. A otimização
da rede possibilita que você tenha condições de bancar os meios para gerenciar a complexidade
originada de fatores externos previsíveis e ordens de clientes relativas, antecipadamente.
Esses incluem fatores tais como restrições regulamentares no envio de produtos de uma região
para outra ou, no caso de uma empresa de alimentos, estar em conformidade com ordens de
varejistas quanto à quantidade restante de vida útil na prateleira sobre o produto entregue. A
otimização da rede de informação realmente sucede, entretanto, na habilidade de ajudar as
companhias a reagir rapidamente a aqueles fatores externos imprevisíveis tais como interrupção
do suprimento originado de uma falha na produção ou na falha de um fornecedor, gerando custos
com combustível em regiões específicas do mundo, ou a oportunidade apresentada por uma alta
demanda incomum por teus produtos. Qualquer um pode atuar em condições de estado de alerta
constante, mas ferramentas de planejamento baseadas na otimização podem dar a você uma
vantagem quando elas vêm para desviar seu caminho do problema.

4. Otimizar a produtividade dos ativos. Para os fabricantes, não há substitutos para o planejamento
eficiente e a organização para maximizar retornos em ativos críticos tais como equipamentos,
materiais e pessoas. Para fornecedores de logística e varejistas, não há uma necessidade menor
de planejamento eficiente e organização para maximizar a utilização de ativos de armazenamento e
transporte. Atualmente, soluções de planejamento antecipado levam fabricantes, fornecedores de
logística e varejistas além dos confins, do planejamento tradicional até mecanismos de resolução
rápida e responsiva de problemas que são conscientes de restrições da dimensão interna—as
coisas que você controla. Essas capacidades rotineiramente fornecem uma maior visibilidade
e controle sobre a capacidade, disponibilidade de material, preparação das habilidades para a
mão de obra, e sequenciamento de tarefas para assegurar que você faça o máximo com seus
investimentos de capital.

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atualização, produto ou funcionalidade. Veja o parágrafo “retratação” contido aqui.
É importante reconhecer que a rota para a produtividade de ativo capital varia dramaticamente
dentro das indústrias de fabricação, logística, e de varejo e até mesmo entre os tipos e estilos
de qualquer uma dessas indústrias. Em produção, por exemplo, demandas de produção de
alimentos exigem uma disciplina de planejamento radicalmente diferente daquela exigida para
fazer mecanismos ou equipamentos eletrônicos ou de alta tecnologia. Portanto, impulsionar
a produtividade com seus ativos capitais envolve escolher o planejamento e a programar
tecnologias que melhor se encaixam no teu modelo de negócio. O mesmo também é verdade
quando se decide a capacidade de gerenciamento de depósito e o transporte que você precisa.

5. Aumente sua visibilidade. Atualmente, o produto viaja mais quilômetros, passa por mais
pessoas, e cruza mais sistemas em sua jornada até seus clientes finais. Isso adiciona
numerosos pontos no Supply Chain onde a movimentação fácil dos produtos pode ser
interrompida. Por estender a visibilidade acima e abaixo no fluxo do supply chain, você pode
criar um supply chain que habilita que sua empresa se adapte mais rapidamente às forças
das dimensões de cliente e externa.

Inicialmente, isso pode significar o ganho de visibilidade de inventário em qualquer lugar que
ele possa estar—em uma fábrica, em um depósito, em trânsito, ou em uma loja. As tecnologias
e soluções de visibilidade do supply chain tais como RFID podem facilitar a visibilidade do
inventário em tempo real, independentemente de onde ele esteja e melhorar sua habilidade de
predizer e planejar a chegada do produto.

Soluções de visibilidade de demanda podem ajudar os fabricantes a ver o que os varejistas


estão vendendo de forma que eles possam ajustar sua produção para aperfeiçoar os resultados
comerciais e, por fazer isso, acomodar mais exigências da visão dos clientes. Reciprocamente,
varejistas podem implementar soluções que forneçam maior visibilidade acima do fluxo do
supply chain, dessa maneira eles podem entender quando o produto será entregue na loja deles
e ainda mais anteriormente o que está sendo produzido. Por fazer isso, varejistas se colocam em
uma posição a influenciar a produção e o desenvolvimento do produto para assegurar que eles
tenham produtos que os ajudará a manter relacionamentos de longo prazo com os clientes.

6. Saber o que acontece, quando acontece. Como os Supply Chains continuam a aumentar em
velocidade, os processos de negócio que se baseiam em relatórios de exceção ou análise de
variação periódica, para detectar e responder a problemas com o supply chain, não podem mais
lutar contra as demandas por imediação que estão sendo colocadas sobre eles. Para minimizar
o efeito de um incidente externo ou maximizar a oportunidade de uma nova demanda de cliente,
você precisa saber sobre isso o quanto antes possível para que você possa colocar a pessoa
certa para trabalhar nisso.

Tecnologias de gerenciamento de incidentes podem ajudar as companhias a perceber o que


está acontecendo tanto dentro quanto fora da organização e aumentar a velocidade com que os
problemas são detectados e as ações corretivas são tomadas. Aceitar essas forças englobadas
pelos ambientes internos, externos e visão dos clientes levam ao caos no supply chain e
interrompem os planos, a detecção rápida de não conformidades e respostas automatizadas
permitidas pelas soluções de gerenciamento de incidentes produzirá um supply chain mais
eficiente. Soluções de gerenciamento de incidentes pro ativamente trazem os assuntos até a
atenção de investidores para uma resolução rápida ou inicio de uma ação de planejamento em
longo prazo. Por exemplo, saber imediatamente quando houve uma interrupção catastrófica na
produção tornará possível alocar a produção para uma nova fábrica. Saber imediatamente


A Infor não se compromete de maneira nenhuma com o desenvolvimento ou cumprimento de qualquer otimização, Infor SCM > Whitepaper
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quando houve inesperadamente uma alta demanda do cliente tornará possível cumprir a
demanda por reorganizar a rota de produtos enquanto ele se move através do supply chain.
Enquanto as companhias se esforçam para organizar supply chains “concept-to-customer”, as
tecnologias de gerenciamento de incidentes serão uma ferramenta importante para oferecer as
respostas rápidas que eles precisam.

7. Oferecer desenvolvimento. Uma visão holística do supply chain é incompleta sem a


consideração do próprio projeto do produto. Os líderes de supply chain sabem que até 70 % das
introduções de um novo produto falham, então, o gerenciamento do ciclo de vida do produto
está sendo crescentemente incorporado no pensamento do supply chain de duas maneiras.
Primeiro, o gerenciamento do ciclo de vida do produto está sendo usado para conseguir projetos
de produto corretos logo na primeira vez, de maneira que a incidência de falha e o tempo de
comercialização possam ser reduzidos. Algumas introduções de novos produtos falham devido
a problemas inesperados de conformidade tais como o uso de materiais que são proibidos
em uma área e não em outras. O uso efetivo de soluções de gerenciamento de ciclo de vida de
produto pode ajudar a evitar essas complicações.

Em outro nível, alguns fabricantes reconheceram que introduzir um fornecedor de logística


terceirizado no processo de supply chain pode ser benéfico para ambos os fabricantes e
clientes. Por exemplo, a configuração final para muitos celulares e computadores está sendo
completa por fornecedores de logística ao invés dos fabricantes, possibilitando que o fabricante
a produza, envie, e estoque em um nível mais baixo que o produto terminado. Essa abordagem
é mais flexível e tira custos do processo de fabricação. Além disso, isso permite um maior grau
de configuração específica do cliente e possibilita a entrega de produtos finais configurados
freqüentemente dentro de 24 horas—para a máxima vantagem do cliente. Entretanto, obter
vantagens com essas estratégias de adiamento, como elas são chamadas, requer que se
desenvolva um produto com isso em mente. A Infor vê muitas empresas fazendo exatamente
isso—completando o círculo ““concept-to-customer”.

8. Rastrear o desempenho para melhoria contínua. Para sustentar a abordagem de supply


chain “concept-to-customer”, é necessário medir e rastrear quão bem a sua empresa está se
dedicando aos desafios de todas as três dimensões através de seu negócio e em contraste
com seus indicadores chave de desempenho.

Há um grande número de soluções analíticas e de gerenciamento de desempenho disponíveis


que podem aperfeiçoar a maneira como a informação é coletada, analisada, compartilhada com
parceiros no supply chain e relatadas a agências governamentais. Simplesmente melhorar o
fluxo de informação pode ajudar a reduzir significativamente os custos operacionais contínuos,
além de facilitar uma melhor tomada de decisões.

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Benefícios do “concept-to-customer”

Por implementar algumas ou todas as oito estratégias esboçadas neste documento, as empresas
podem obter benefícios de negócio tangíveis da abordagem do “concept-to-customer”. Em seu
nível mais fundamental, o pensamento do “concept-to-customer” leva à melhoria de tomada de
decisões porque você adquire melhor conhecimento de todos os fatores que influenciam seu
negócio. Além disso, este tipo de pensamento melhora a visibilidade e capacidade de antecipar e
responder a ambos os riscos e oportunidades no gerenciamento de seu supply chain.

Mais especificamente, os líderes de supply chain que adotam a abordagem de “concept-to-


customer” podem contar com a otimização do fluxo de informações e produtos por todo o supply
chain. Este, por sua vez, fixa o estágio para vários benefícios de negócio, incluindo:

< Redução de despesas operacionais. A figura mais clara da exigência do cliente final e maior
controle de capacidade de produção e logística ajudam as empresas a reduzirem os custos
operacionais totais, enquanto variam a mistura entre os diferentes custos dos elementos do
estoque, produção e despesas com transportes.

< Lucratividade melhorada. A abordagem do “concept-to-customer” pode melhorar a lucratividade


aumentando o índice de sucesso de novas introduções de produtos e fazendo com que as
operações internas sejam mais eficientes.

< Serviço a cliente melhorado. Fabricação, fornecedores de logística e varejistas que adotam uma
abordagem “concept-to-customer” têm maior visibilidade acima e abaixo do fluxo do supply
chain, então, eles entendem melhor seus papéis em cumprir as demandas dos clientes finais.

< Competitividade melhorada e crescimento mais rápido. A abordagem disciplinada e estratégica


de entender as dimensões internas, externas e de cliente do teu negócio, facilitada pelo
gerenciamento de supply chain “concept-to-customer” posiciona as companhias a fim de
superar os competidores cujas decisões são baseadas em informações menos completas e
menos profundas.

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Conclusão

Quer sua empresa fabrique, distribua ou venda produtos diretamente para clientes, é crucial
incorporar todos os condutores de negócio de supply chain para sua tomada de decisão.
A abordagem de gerenciamento de supply chain “concept-to-customer” desenvolvido pela
Infor fornece estrutura conceitual para forças de abordagem de negócios dentro das
dimensões internas, externas e clientes da sua cadeia de suprimentos—capacitando uma
visão multidimensional verdadeira de fatores impactando o desempenho de negócios. Com o
gerenciamento do supply chain e soluções complementares cobrindo tudo desde o design
do produto e rede até o gerenciamento de exceção e análise de desempenho para executar a
entrega até o último extremo, a Infor oferece o que os clientes precisam para construir sobre
esta estrutura conceitual e implementar estratégias de negócios necessárias para a
otimização do gerenciamento de supply chain—desde o conceito até o cliente.

Sobre a Infor.
A Infor oferece software específico de negócios para organizações empreendedoras. Com
experiência adquirida, as soluções da Infor capacitam negócios de todos os tamanhos a serem
mais empreendedores e se adaptarem às mudanças rápidas no mercado global. Com mais de
70.000 clientes, a Infor está mudando o que os negócios esperam de uma empresa provedora
de software. Para mais informações, visite o site www.infor.com.

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Política de Privacidade
Este documento reflete a direção que a Info pode tomar com respeito aos produtos específicos
descritos neste documento, todos quais estão sujeitos a mudanças pela Infor em seu único critério,
com ou sem aviso. Este documento não é um compromisso em nenhuma maneira e você não deve
se basear neste documento ou em nenhum do seu conteúdo para tomar decisões. A Infor não está se
comprometendo a desenvolver ou fornecer qualquer melhoria, atualização, produto ou funcionalidade
específica, nem que tais sejam descritas neste documento.

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