Você está na página 1de 2

RELIGIO UMA BANDEIRA DO INFERNO

A FORMAO DA RELIGIO E A REVELAO DO EVANGELHO

CAIM E ABEL

A religio uma iniciativa humana, mas inventada pelo diabo, forjando o homem em seu
prprio deus e fingindo com isso que ele se aproxima do Deus verdadeiro.

O Evangelho um empreendimento Divino para alcanar o pecador. Deus descendo ao nvel


do miservel.

Enquanto instila o desejo humano de ser como Deus, o evangelho traz Deus ao poro da
humanidade para salv-la.

No Evangelho, Cristo, humildemente, se torna homem, para salvar os homens da arrogncia de


desejarem ser como Deus. Na Religio, as pessoas querem ser dignas de merecer a ateno
divina em razo de suas qualidades morais.

Todas as vezes que agimos e Deus colabora com o nosso projeto estamos vivendo uma
experincia religiosa. Sempre que alcanamos um objetivo com o nosso empenho penetramos
na rea privada do quintal religioso.

Tudo que o homem faz para ser aprovado por Deus fundamentalmente religio. Tudo o que
Deus fez para a aprovao do homem em Cristo essencialmente evangelho.

No mundo religioso, quanto mais desempenho, mais considerao. O Culto deve sempre
representar o sacrifcio do militante.

Os Salvos no se caracterizam por seus prprios mritos, mas pela graa do mediador.
Lutero

Caim traz uma oferta, fruto da sua atuao, e fica desapontado quando percebe que havia
pisado na bola. A caracterstica marcante do comportamento religioso preencher os
requisitos para ser aceitos pelos seus merecimentos. O Religioso visa ser aceito pela sua
dignidade, e fica emburrado quando acha que fracassou no seu desempenho.

A religio no suporta a graa. A religio est alicerada nos predicados do praticante.

Caim assassinou o irmo movido pela sua religio maligna, que busca a aceitao atravs das
obras de justia exercida pelos seus praticantes.

Por trs de todo mecanismo religioso, est o sentimento de independncia de Deus e a


atitude de autossatisfao. Nesse terreno, o ser humano vive, de contnuo, buscando sua
aprovao mediante os seus prprios atos de justia e suas qualidades morais.

Por trs da fachada de qualquer religio, encontra-se o esprito de importncia e a necessidade


de divinizao do ser humano. Lugares privilegiados, roupas caractersticas e ttulos
acadmicos ou dignitrios recebem ateno especial nesta trama da religio.

O diabo, sendo o mentor desse sistema arrogante de autojustificao, fomenta a rivalidade e


promove uma competio, eliminando todos aqueles que contrariam os moldes e preceitos da
justia de recompensa.

A rivalidade do pecado motivada pela intolerncia que a religio sustenta diante da graciosa
aceitao promovida pelo evangelho.

Você também pode gostar