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-PÚBLICO- N-76 REV. G 12 / 2012 CONTEC Comissão de Normalização Técnica SC - 17

-PÚBLICO-

N-76

REV. G

N-76 REV. G 12 / 2012

12 / 2012

-PÚBLICO- N-76 REV. G 12 / 2012 CONTEC Comissão de Normalização Técnica SC - 17 Tubulação

CONTEC

Comissão de Normalização Técnica

SC - 17

Tubulação

Materiais de Tubulação para Instalações de Refino e Transporte

Procedimento

Esta Norma substitui e cancela a sua revisão anterior.

Cabe à CONTEC - Subcomissão Autora, a orientação quanto à interpretação do texto desta Norma. A Unidade da PETROBRAS usuária desta Norma é a responsável pela adoção e aplicação das suas seções, subseções e enumerações.

Requisito Técnico: Prescrição estabelecida como a mais adequada e que deve ser utilizada estritamente em conformidade com esta Norma. Uma eventual resolução de não segui-la (“não-conformidade” com esta Norma) deve ter fundamentos técnico-gerenciais e deve ser aprovada e registrada pela Unidade da PETROBRAS usuária desta Norma. É caracterizada por verbos de caráter impositivo.

Prática Recomendada: Prescrição que pode ser utilizada nas condições previstas por esta Norma, mas que admite (e adverte sobre) a possibilidade de alternativa (não escrita nesta Norma) mais adequada à aplicação específica. A alternativa adotada deve ser aprovada e registrada pela Unidade da PETROBRAS usuária desta Norma. É caracterizada por verbos de caráter não-impositivo. É indicada pela expressão: [Prática Recomendada].

Cópias dos registros das “não-conformidades” com esta Norma, que possam contribuir para o seu aprimoramento, devem ser enviadas para a CONTEC - Subcomissão Autora.

As propostas para revisão desta Norma devem ser enviadas à CONTEC - Subcomissão Autora, indicando a sua identificação alfanumérica e revisão, a seção, subseção e enumeração a ser revisada, a proposta de redação e a justificativa técnico-econômica. As propostas são apreciadas durante os trabalhos para alteração desta Norma.

“A presente Norma é titularidade exclusiva da PETRÓLEO BRASILEIRO S.A. - PETROBRAS, de uso interno na PETROBRAS, e qualquer reprodução para utilização ou divulgação externa, sem a prévia e expressa autorização da titular, importa em ato ilícito nos termos da legislação pertinente, através da qual serão imputadas as responsabilidades cabíveis. A circulação externa será regulada mediante cláusula própria de Sigilo e Confidencialidade, nos termos do direito intelectual e propriedade industrial.”

termos do direito intelectual e proprie dade industrial.” Apresentação As Normas Técnicas PETROBRAS são elaboradas

Apresentação

As Normas Técnicas PETROBRAS são elaboradas por Grupos de Trabalho - GT (formados por Técnicos Colaboradores especialistas da Companhia e de suas Subsidiárias), são comentadas pelas Unidades da Companhia e por suas Subsidiárias, são aprovadas pelas Subcomissões Autoras - SC (formadas por técnicos de uma mesma especialidade, representando as Unidades da Companhia e as Subsidiárias) e homologadas pelo Núcleo Executivo (formado pelos representantes das Unidades da Companhia e das Subsidiárias). Uma Norma Técnica PETROBRAS está sujeita a revisão em qualquer tempo pela sua Subcomissão Autora e deve ser reanalisada a cada 5 anos para ser revalidada, revisada ou cancelada. As Normas Técnicas PETROBRAS são elaboradas em conformidade com a Norma Técnica PETROBRAS N-1. Para informações completas sobre as Normas Técnicas PETROBRAS, ver Catálogo de Normas Técnicas PETROBRAS.

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1 Escopo -PÚBLICO- N-76 REV. G 12 / 2012 1.1 Esta Norma padroniza os materiais

1 Escopo

-PÚBLICO-

N-76

REV. G

N-76 REV. G 12 / 2012

12 / 2012

1.1 Esta Norma padroniza os materiais para tubulações metálicas nas classes de pressão 125, 150, 250, 300, 600, 900, 1500 e 2500, tubulações de PVC, tubulações de PEAD e tubulações de PRFV a serem utilizadas, nas instalações de Refino e Transporte da PETROBRAS relacionadas na PETROBRAS N-57.

1.2 Esta Norma se aplica a projetos iniciados a partir da data de sua edição e também a instalações/equipamentos já existentes, quando da sua manutenção ou reforma.

1.3 As classes de pressão definidas em 1.1 correspondem às das ASME B16.1, B16.5, B16.11, B16.24, B16.47 e ISO 4427.

1.4 Esta Norma contém somente Requisitos Técnicos.

2 Referências Normativas

Os documentos relacionados a seguir são indispensáveis à aplicação deste documento. Para referências datadas, aplicam-se somente as edições citadas. Para referências não datadas, aplicam-se as edições mais recentes dos referidos documentos.

PETROBRAS N-57 - Projeto Mecânico de Tubulação Industrial;

PETROBRAS N-75 - Abreviaturas para os Projetos Industriais;

PETROBRAS N-108 - Drenos e Suspiros;

PETROBRAS N-115 - Montagem de Tubulações Metálicas;

PETROBRAS N-1268 - Adaptador para Mangueira de Incêndio;

PETROBRAS N-1272 - Tampão para Mangueira de Incêndio;

PETROBRAS N-1647 - Material para Tubulação - Folha de Padronização;

PETROBRAS N-1693 - Critérios para Padronização de Material de Tubulação;

PETROBRAS N-1710 - Codificação de Documentos Técnicos de Engenharia;

PETROBRAS N-1931 - Material de Tubulação para Instrumentação;

PETROBRAS N-2043 - Revestimento Interno de Tubulações de Aço com Argamassa de Cimento e Areia;

PETROBRAS N-2546 - Critérios para Utilização de Válvulas Esfera “Fire-Safe”;

PETROBRAS N-2629 - Tinta de Acabamento Epóxi sem Solvente;

ABNT NBR 5648 - Sistemas Prediais de Água Fria - Tubos e Conexões de PVC 6,3, PN 750 kPa, com Junta Soldável - Requisitos;

ABNT NBR 15827 - Válvulas Industriais para Instalações de Exploração, Produção, Refino e Transporte de Produtos de Petróleo - Requisitos de Projeto e Ensaio de Protótipo;

-PÚBLICO- REV. G 12 / 2012 N-76 ISO 4427 - Polyethylene (PE) Pipes for Water

-PÚBLICO-

REV. G

12 / 2012

N-76

-PÚBLICO- REV. G 12 / 2012 N-76 ISO 4427 - Polyethylene (PE) Pipes for Water Supply

ISO 4427 - Polyethylene (PE) Pipes for Water Supply Specifications;

ISO 10434 (API 600) - Bolted Bonnet Steel Gate Valves for Petroleum and Natural Gas Industries;

ISO 14313 (API 6D) - Petroleum and Natural Gás Industries - Pipeline Transportation Systems - Pipeline Valves;

ISO 15761 (API 602) - Steel Gate, Globe and Check Valves for Sizes DN 100 and Smaller, for the Petroleum and Natural Gas Industries;

API SPEC 5L - Specification for Line Pipe;

API STD 594 - Check Valves: Wafer, Wafer-Lug, and Double Flanged Type;

API STD 599 - Metal Plug Valves - Flanged and Welding Ends Fourth;

API STD 609 - Butterfly Valves: Double Flanged, Lug - and Wafer - Type;

ASME B1.1 - Unified Inch Screw Threads;

ASME B1.20.1 - Pipe Threads, General Purpose (inch);

ASME B16.1 - Cast Iron Pipe Flanges and Flanged Fittings Classes 25, 125, and 250;

ASME B16.3 - Malleable Iron Threaded Fittings, Classes 150 and 300;

ASME B16.5 - Pipe Flanges and Flanged Fittings;

ASME B16.9 - Factory - Made Wrought Steel Buttwelding Fittings;

ASME B16.11 - Forged Fittings, Socket-Welding and Threaded;

ASME B16.14 - Ferrous Pipe Plugs, Bushing and Locknuts with Pipe Threads;

ASME B16.15 - Cast Bronze Threaded Fittings, Classes 125 and 250;

ASME B16.20 - Metallic Gaskets for Pipe Flanges Ring-Joint, Spiral-Wounds and Jacketed;

ASME B16.21 - Nonmetallic Flat Gaskets for Pipe Flanges;

ASME B16.24 - Cast Copper Alloy Pipe Flanges and Flanged Fittings: Class 150, 300, 400, 600, 900, 1500, and 2500;

ASME B16.36 - Orifice Flanges;

ASME B16.39 - Malleable Iron Threaded Pipe Union;

ASME B 16.47 - Large Diameter Steel Flanges (NPS 26 through NPS 60);

ASME B18.2.1 - Square and Hex Bolts and Screws;

ASME B18.2.2 - Square and Hex Nuts;

ASME B31.3 - Process Piping;

ASME B31.4 - Pipeline Transportation Systems for Liquid Hydrocarbons and Other Liquids;

ASME B31.8 - Gas Transmission and Distribution Piping Systems;

ASME B36.10 - Welded and Seamless Wrought Steel Pipe;

-PÚBLICO- N-76 REV. G 12 / 2012 ASME B36.19 - Stainless Steel Pipe; ASTM A123

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N-76 REV. G 12 / 2012

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ASME B36.19 - Stainless Steel Pipe;

ASTM A123 - Standard Specification for Zinc (Hot-Dip Galvanized) Coatings on Iron and Steel Products;

ASTM A 264 - Standard Specification for Stainless Chromium-Nickel Steel-Clad Plate;

ASTM A 530 - Standard Specification for General Requirements for Specialized Carbon and Alloy Steel Pipe;

ASTM A 733 - Standard Specification for Welded and Seamless Carbon Steel and Austenitic Stainless Steel Pipe Nipples;

AWWA C207 - Steel Pipe Flanges for Waterworks Service-Sizes 4 in Through 144 in;

BSI BS 1868 - Steel Check Valves (Flanged and Butt- Welding Ends) for the Petroleum, Petrochemical and Allied Industries;

BSI BS 1873 - Steel Globe and Globe Stop and Check Valves (Flanged and Butt Welding Ends) for the Petroleum, Petrochemical and Allied Industries;

CEN EN 13789 - Industrial Valves - Cast Iron Globe Valves;

MSS SP-70 - Cast Iron Gate Valves, Flanged and Threaded Ends;

MSS SP-71 - Gray Iron Swing Check Valves, Flanged and Threaded Ends;

MSS SP-80 - Bronze Gate, Globe, Angle and Check Valves;

MSS SP-83 - Class 3000 Steel Pipe Unions, Socket-Welding and Threaded;

MSS SP-88 - Diaphragm Type Valves;

MSS SP-95 - Swage(d) Nipples and Bull Plugs;

MSS SP-97 - Integrally Reinforced Forged Branch Outlet Fittings - Socket Welding, Threaded and Buttwelding Ends;

NFPA 1963 - Standard for Fire Hose Connections.

3 Condições Gerais

3.1 Esta Norma abrange várias Folhas de Padronização de Material de Tubulação, conforme

discriminado pela Lista das Folhas de Padronização de Material de Tubulação.

3.2 Cabe à Projetista a correta seleção da padronização em função das características do fluido,

requisitos de operação e condições de projeto, tendo o campo de serviços somente caráter de

orientação.

3.3 Caso as Folhas de Padronização de Material de Tubulação desta Norma não atendam aos

requisitos específicos do serviço, cabe à projetista elaborar Folhas de Padronização de Material de Tubulação, obedecendo aos seguintes critérios:

a) utilizar o formulário padronizado pela PETROBRAS N-1647;

b) para preenchimento do formulário, utilizar a PETROBRAS N-1693, bem como as Folhas de Codificação de Material constantes nesta Norma;

-PÚBLICO- N-76 REV. G 12 / 2012 c) como designação de cada fo lha, deve

-PÚBLICO-

N-76

REV. G

N-76 REV. G 12 / 2012

12 / 2012

c) como designação de cada folha, deve ser utilizado o procedimento descrito em 3.5, com exceção da 2ª letra, indicativa de cronológico, que deve ser substituída por um número, em algarismo arábico; além disso, a identificação da padronização deve ser sucedida dos 3 dígitos referentes a origem do documento e definido na PETROBRAS N-1710, entre parênteses; exemplo: B1 (PPC), corresponde a padronização B1 do CENPES;

d) os formulários assim constituídos são válidos apenas para um determinado projeto e devem estar sujeitos à aprovação da PETROBRAS; devem receber numeração independente como documento de projeto e serem citados em NOTAS GERAIS como “Não Padronizados pela PETROBRAS N-76”, nos diversos documentos que constituem o referido projeto mecânico de tubulações.

3.4 Eventualmente uma determinada especificação de projeto pode se tornar uma outra padronização desta Norma, recebendo, entretanto, outra designação conforme definido em 3.5.

3.5 Cada uma dessas Folhas de Padronização de Material de Tubulação é designada por um par de letras (ver coluna “Espec” da Tabela 3) sendo a primeira maiúscula, indicativa do material básico dos tubos e a segunda minúscula, indicativa da ordem cronológica. O critério de identificação está mostrado na Tabela 1.

Tabela 1 - Critério de Identificação das Padronizações de Material de Tubulação (Primeira Letra)

Classe de

 

Aços liga e inoxidáveis

   

pressão

Aço-carbono

Ferro fundido

Diversos

 

25

       

50

A

J

125

T

X

 

150

   

175

B

L

 

250

       

300

C

M

U

Z

 

400

D

N

 

600

E

O

 
 

800

   

900

F

P

1 500

G

Q

2 000

   

2 500

3 000

H

R

4

000

6

000

NOTA 1 As letras K, W e Y devem ser utilizadas para casos não previstos. NOTA 2 As letras I, S e V devem ser usadas para Padronização de Material de Instalação de Instrumentos (ver PETROBRAS N-1931). NOTA 3 A letra minúscula l não deve ser utilizada como seqüencial.

3.6 Além das abreviaturas apresentadas na PETROBRAS N-75, são usadas as seguintes:

ERA

- Ambas Extremidades Retas;

Aço Liga;

AFO

- Aço Forjado;

AFU

- Aço Fundido;

AL

Calc.

-

- Calcular;

CE

- Flange Cego;

-PÚBLICO- N-76 REV. G 12 / 2012 CSO - Castelo Soldado CSP - Castelo Selado

-PÚBLICO-

N-76

REV. G

N-76 REV. G 12 / 2012

12 / 2012

CSO - Castelo Soldado CSP - Castelo Selado à Pressão CWP - Colding Working Pressure; DN - Diâmetro Nominal; Ench. - Enchimento;

Exc - Excêntrica; ES - Extremidade com Encaixe para Solda; FJA - Face para Junta de Anel; FFU - Ferro Fundido;

FP

- Face Plana;

FR

- Face com Ressaltos;

HARI - Haste Ascendente Rosca Interna;

NBR

- Nitrile-Butadiene Rubber (Borracha Nitrilo-Butadieno);

NRC

- Niple de Redução Concêntrica;

NRE

- Niple de Redução Excêntrica;

Obtur. - Obturador;

OR

- Flange de Orifíco;

PC

- Ponta Chanfrada;

PEAD - Polietileno de Alta Densidade;

Ponta Lisa;

- PTFE - Politetrafluoretileno; RC - Raio Curto;

PR

PL

-

Ponta Roscada;

RI - Revestimento Interno;

RO

- Roscado;

SC

- Sem Costura;

ST - Solda de Topo; TAP - Tampa Aparafusada;

TRO

- Tampa Roscada;

TSO

- Tampa Soldada;

TSP - Tampa Selada à Pressão;

UEP

- Uma Extremidade Plana;

UER

- Uma Extremidade Roscada;

VAN

- Válvula Globo-Angular;

VBO

- Válvula Borboleta;

VDI - Válvula Diafragma;

VES - Válvula Esfera;

VGA - Válvula Gaveta; VGL - Válvula Globo;

VMA

VRE - Válvula de Retenção.

- Válvula Macho;

-PÚBLICO- N-76 REV. G 12 / 2012 4 Lista das Folhas de Padronização de Material

-PÚBLICO-

N-76

REV. G

N-76 REV. G 12 / 2012

12 / 2012

4 Lista das Folhas de Padronização de Material de Tubulação

A Lista das Folhas de Padronização estão apresentadas na Tabela 3.

Tabela 3 - Lista das Folhas de Padronização

           

Material dos

   

Espec.

Classe de

pressão

Corrosão

admissível

Temp.

mínima

Temp.

máxima

Material

do tubo

internos das

válvulas

Serviço

Páginas

             

Água clarificada, água de máquinas, água industrial, água

 

Aa

125

FP

1,6 mm

0

°C

80

°C

Aço-carbono

Bronze

ASTM B62

de incêndio, ar de serviço, solução de espuma em água, Nitrogênio e gases inertes

17

e 18

           

Bronze

Água de refrigeração, água bruta.

 

Ab

125

FP

3,2 mm

0

°C

80

°C

Aço-carbono

ASTM B62

19

e 20

Ac

125

FP

- 0

 

°C

65

°C

Aço-carbono

Bronze

Ar e Nitrogênio para

instrumentação, sistema de dilúvio,

21

e 22

     

galvanizado

ASTM B62

 
         

AC c/ RI de

Bronze

Água salgada e solução de espuma em água salgada.

 

Ad

125

FP

- 0

 

°C

80

°C

concreto

ASTM B62

23

e 24

Ae

125

FP

- 0

 

°C

80

°C

AC c/ RI de

Bronze

Água salgada e solução de espuma em água salgada.

25

e 26

Epóxi

ASTM B62

           

c/ RI de

Água decationizada, solução

diluída de ácido sulfúrico e hipoclorito de sódio.

 

Af

125

FP

- 0

 

°C

38

°C

AC c/ RI de

Ebonite

Ebonite, diafragma de Neoprene

27

e 28

Ag

125

FP

- 0

 

°C

38

°C

AC c/ RI de

c/ diafragma

Água deanionizada e desmineralizada.

29

e 30

     

Epóxi

de Neoprene

 
             

Processos gerais com

 

Ba

150

FR

1,6 mm

0

°C

400

°C

Aço-carbono

AISI 410

hidrocarbonetos, álcool, Nitrogênio

31

e 32

           

Obtur.

Gás combustível, gases liquefeitos de petróleo, gás

 

Bb

150

FR

1,6 mm

0

°C

80 °C/

Aço-carbono

AISI 410,

33

e 34

150

°C

sede

natural, soda cáustica (limitada a temperatura de 80 °C).

           

resiliente

 

Bc

150

FR

3,2 mm

0

°C

260

°C

Aço-carbono

AISI 410

Hidrocarbonetos corrosivos/ DEA (temperatura < 60 °C).

35

e 36

             

Hidrocarbonetos muito

 

Bd

150

FR

6,4 mm

0

°C

260

°C

Aço-carbono

AISI 410

corrosivos, condensado ácido, tocha ácida, H 2 SO 4 (92% a 98% velocidade até 5m/s)

37

e 38

Be

150

FR

6,4 mm

0

°C

180

°C

Aço-carbono

AISI 410

Enxofre líquido.

39

e 40

           

AISI

Vapor de baixa pressão, condensado, água.

 

Bf

150

FR

1,6 mm

0

°C

400

°C

Aço-carbono

304/410/

41

e 42

     

1) Stellite ®

 
           

Obtur. AISI

Gases liquefeitos de petróleo refrigerados.

 

Bg

150

FR

1,6 mm

- 45 °C

300

°C

Aço-carbono

304, sede

43

e 44

   

resiliente

 
           

Bronze

Água de incêndio e concentrado de espuma.

 

Bh

150

FR

1,6 mm

0

°C

80

°C

Aço-carbono

ASTM B62

45

e 46

Bj

150

FR

1,6 mm

0

°C

80

°C

Aço-carbono

AISI 410

Álcool anidro ou hidratado,

47

e 48

Bm

150

FR

1,6 mm

- 29 °C

400

°C

Aço-carbono

AISI 304

Hidrocarbonetos a baixas temperaturas.

49

e 50

             

Hidrocarbonetos corrosivos,

 

Bo

 

FR

3,2 mm

 

°C

 

°C

Aço-carbono

AISI 304

serviço com H 2 S, sujeito a corrosão sob tensão, DEA (60 °C< temperatura < 128 °C).

150

0

260

Acalmado

51

e 52

           

Bronze

Água de refrigeração, água bruta.

 

Bq

150

FR

3,2 mm

0

°C

80

°C

Aço-carbono

ASTM B62

53

e 54

Ca

300

FR

1,6 mm

0

°C

400

°C

Aço-carbono

AISI 410

Processos gerais com hidrocarbonetos, álcool.

55

e 56

-PÚBLICO- N-76 REV. G 12 / 2012 Tabela 3 - Lista das Folhas de Padronização

-PÚBLICO-

N-76

REV. G

N-76 REV. G 12 / 2012

12 / 2012

Tabela 3 - Lista das Folhas de Padronização (Continuação)

           

Material dos

   

Espec.

Classe de

pressão

Corrosão

admissível

Temp.

mínima

Temp.

máxima

Material

do tubo

internos das

válvulas

Serviço

Páginas

           

Obtur.

   

Cb

300

FR

1,6 mm

 

0

°C

150

°C

Aço-carbono

AISI 410,

Gases liquefeitos de petróleo, gás natural.

57

e 58

sede

           

resiliente

   

Cc

300

FR

3,2 mm

 

0

°C

260

°C

Aço-carbono

AISI 410

Hidrocarbonetos corrosivos, DEA (temperatura < 82 °C).

59

e 60

Cd

300

FR

6,4 mm

 

0

°C

260

°C

Aço-carbono

AISI 410

Hidrocarbonetos muito corrosivos, condensado ácido.

61

e 62

           

AISI

   

Ce

300

FR

1,6 mm

 

0

°C

400

°C

Aço-carbono

304/410/

Vapor, condensado e água.

63

e 64

     

Stellite

 
           

Obtur. de

   

Cf

250

FR

1,6 mm

 

0

°C

100

°C

Aço-carbono

Bronze B62, sede AISI 410

Água.

65

e 66

           

Obtur. de

   

Cg

300

FR

1,6 mm

 

45 °C

300

°C

Aço-carbono

AISI 304,

Gás liquefeito de petróleo refrigerado.

67

e 68

-

sede

           

resiliente

   

Ch

300

FR

- 0

 

°C

204

°C

Aço-carbono

Monel

Ácido fluorídrico.

69

e 70

Ci

250

FR

- 0

 

°C

65

°C

AC c/ RI de

Bronze

Água salgada de incêndio.

71

e 72

   

Concreto

ASTM B62

 
           

AC c/ RI de

Bronze

Água salgada de incêndio.

 

Cj

250

FR

- 0

°C

65

°C

EPÓXI

ASTM B62

73

e 74

Cm

300

FR

1,6 mm

 

29 °C

400

°C

Aço-carbono

AISI 304

Hidrocarbonetos a baixas temperaturas.

75

e 76

-

Acalmado

             

Hidrocarbonetos corrosivos,

 

Co

 

FR

3,2 mm

 

°C

 

°C

Aço-carbono

AISI 304

serviço com H 2 S, sujeito a corrosão sob tensão, DEA (82 °C<temperatura<128 °C).

300

 

0

260

Acalmado

77

e 78

Ed

600

FR

1,6 mm

 

0

°C

400

°C

Aço-carbono

AISI 410

Hidrocarbonetos, glicol.

79

e 80

Ee

600

FR

3,2 mm

 

0

°C

260

°C

Aço-carbono

AISI 410

Hidrocarbonetos corrosivos.

81

e 82

           

AISI 304/

Vapor (saturado ou

 

Ef

600

FR

1,6 mm

 

0

°C

400

°C

Aço-carbono

410/

superaquecido), condensado, água.

83

e 84

     

Stellite ®

 

Ei

600

FR

1,6 mm

 

0

°C

100

°C

Aço-carbono

AISI 410

Gases liquefeitos de petróleo, gás natural.

85

e 86

Ej

600

FR

1,6 mm

 

29°C

400

°C

Aço-carbono

AISI 304

Hidrocarbonetos a baixas temperaturas.

87

e 88

-

Acalmado

         

Aço-carbono

Acalmado

 

Hidrocarbonetos corrosivos,

 

Eo

600

FR

3,2 mm

 

0

°C

260

°C

AISI 304

serviço com H 2 S, sujeito a corrosão sob tensão.

89

e 90

Fa

900

FJA

1,6 mm

 

0

°C

400

°C

Aço-carbono

AISI 410

Processos gerais com hidrocarbonetos, álcool.

91

e 92

           

AISI 304/

Água de alimentação de caldeira.

 

Fb

900

FJA

3,2 mm

 

0

°C

400

°C

Aço-carbono

410/Stellite

93

e 94

Fc

900

FJA

1,6 mm

 

0

°C

100

°C

Aço-carbono

AISI 410

Gases liquefeitos de petróleo, gás natural.

95

e 96

Fd

900

FR

1,6 mm

 

0

°C

400

°C

Aço-carbono

AISI 410

Processos gerais com hidrocarbonetos, álcool.

97

e 98

           

AISI 304/

Água de alimentação de caldeira.

99 e

Fe

900

FR

3,2 mm

 

0

°C

400

°C

Aço-carbono

410/Stellite®

 

100

             

Gases liquefeitos de petróleo, gás natural.

101

e

Ff

900

FR

1,6 mm

 

0

°C

100

°C

Aço-carbono

AISI 410

 

102

             

Hidrocarbonetos corrosivos

 

Fg

900

FR

3,2 mm

 

0

°C

260

°C

Aço-carbono

AISI 304

em serviço com H 2 S sujeito a corrosão sob tensão.

103

e

     

Acalmado

 

104

Fo

900

FJA

3,2 mm

 

0

°C

260

°C

Aço-carbono

AISI 304

Hidrocarbonetos corrosivos

em serviço com H 2 S sujeito a corrosão sob tensão.

105

     

Acalmado

e

106

Go

1500 FJA

1,6 mm

 

0

°C

260

°C

Aço-carbono

AISI 304

Hidrocarbonetos corrosivos

em serviço com H2S sujeito a corrosão sob tensão.

107

   

Acalmado

e

108

-PÚBLICO- N-76 REV. G 12 / 2012 Tabela 3 - Lista das Folhas de Padronização

-PÚBLICO-

N-76

REV. G

N-76 REV. G 12 / 2012

12 / 2012

Tabela 3 - Lista das Folhas de Padronização (Continuação)

           

Material dos

   

Espec.

Classe de

pressão

Corrosão

admissível

Temp.

mínima

Temp.

máxima

Material

do tubo

internos das

válvulas

Serviço

Páginas

La

150

FR

3,2 mm

0

°C

540

°C

AL 5 % Cr 1/2 % Mo

AISI 304

Hidrocarbonetos corrosivos

em alta temperatura, mistura com hidrogênio.

109

     

e

110

             

Hidrocarbonetos corrosivos em serviço com hidrogênio H 2 , água decationizada e desmineralizada, Ar de Instrumento NPS >6, lubrificação e selagem.

 

111e

Lb

150

FR

1,6 mm

-40 °C

425

°C

AI TP 304L

AISI 316

112

Lc

150

FR

1,6 mm

 

-

180

°C

AL 3 1/2 % Ni

AISI 304

Gases liquefeitos de petróleo refrigerados.

113

 

60 °C

 

e

114

Ld

150

FR

1,6 mm

0

°C

450

°C

AI TP 316L

AISI 316

Hidrocarbonetos em serviço com corrosão naftênica

115

     

e

116

Le

150

FR

3,2 mm

0

°C

450

°C

AI TP 317L

AISI 317

Hidrocarbonetos em serviço com corrosão naftênica.

117

     

e

118

Ma

300

FR

3,2 mm

0

°C

540

°C

AL 5% Cr 1/2% Mo

AISI 304

Hidrocarbonetos muito

corrosivos (incluindo arraste de catalisador).

 

119

     

e

120

             

Hidrocarbonetos em serviço

 

com

hidrogênio,

 

121

Mb

300

FR

1,6 mm

0

°C

425

°C

AI TP 304L

AISI 316

decationizada,

água deanionizada e água desmineralizada.

água

e

122

Mc

300

FR

1,6 mm

- 60 °C

180

°C

AL 3 1/2 %Ni

AISI 304

Gases liquefeitos de petróleo refrigerados.

 

123

   

e

124

Md

300

FR

1,6 mm

0

°C

450

°C

AI TP 316L

AISI 316

Hidrocarbonetos em serviço com corrosão naftênica.

 

125

     

e

126

             

Hidrocarbonetos em serviço com corrosão naftênica.

127

e

Me

300

FR

3,2 mm

0

°C

450

°C

AI TP 317L

AISI 317

 

128

Ob

600

FR

1,6 mm

0

°C

510

°C

AL 1 1/4 % Cr 1/2 % Mo

AISI 304/

Vapor de alta pressão.

 

129

410/Stellite

e

130

             

Hidrocarbonetos corrosivos

 

Od

600

FR

0

°C

538

°C

AI TP 347

AISI 347

 

131

e

-

com H 2 S e/ou serviço com H 2 a alta temperatura.

 

132

Pa

900 FJA

1,6 mm

0

°C

510

°C

AL 1 1/4 % Cr 1/2 % Mo

AISI 304/

Vapor de alta pressão.

 

133

410/Stellite ®

e

134

             

Hidrocarbonetos em serviço

 

Pb

900

FR

1,6 mm

0

°C

538

°C

AI TP 347

AISI 347

com H 2 e/ou temperaturas.

H 2 S em altas

135

e

136

Pd

900

FR

1,6 mm

0

°C

538

°C

AI TP 347

AISI 347

Hidrocarbonetos em serviço

com H 2 e/ou H 2 S em altas temperaturas.

 

137

     

e

138

Qa

1500

ST

1,6 mm

0

°C

530

°C

AL 1 1/4 % Cr 1/2 % Mo

AISI

304/410/

Vapor de alta pressão.

 

139

     

Stellite ®

e

140

Qb

1500

ST

-

0

°C

538°C

AI TP 347

AISI 347

Hidrocarbonetos em serviço com H 2 e/ou H 2 S em altas temperaturas.

 

141

   

e

142

Ra

2500 FJA

1,6 mm

0

°C

538

°C

AI TP 347

AISI 347

Hidrocarbonetos em serviço

com H 2 e/ou H 2 S em altas temperaturas.

 

143

   

e

144

           

Internos

de

   

145

15

- 30

-

 

°C

PVC

 

Produtos químicos.

 
 

PVC

e

146

Xb

125

- 0

 

°C

200

°C

Cobre

Bronze

Traço de Vapor.

 

147

   

ASTM B62

e

148

Xe

PN16

- 0

 

°C

40

°C

PEAD

-

Água de incêndio (tubulação

 

149

   

enterrada).

e

150

           

Bronze

Água Industrial

 

151

e

Xf

125

FF

- 0

 

°C

60

°C

PRFV

ASTM B62

 

152

-PÚBLICO- N-76 REV. G 12 / 2012 5 Anexos - Folhas de Padronização e Codificação

-PÚBLICO-

N-76

REV. G

N-76 REV. G 12 / 2012

12 / 2012

5 Anexos - Folhas de Padronização e Codificação de Itens de Tubulação

Para fins de padronização de materiais de tubulação e acesso à descrição completa dos itens de tubulação e seus respectivos Códigos de Material do SAP (NM), são adotados os códigos definidos nos anexos:

Anexo A -Válvulas; Anexo B - Tubos; Anexo C - Conexões; Anexo D - Niples; Anexo E - Estojos; Anexo F - Flanges; Anexo G - Juntas.

6 Relação de Notas

No verso das Folhas de Padronização estão apresentadas as notas complementares de descrição dos materiais. Uma determinada nota que apareça em várias padronizações, possui uma mesma numeração válida para toda esta Norma. A relação de notas está apresentada a seguir:

1

a 7 - CANCELADA.

8

- Espessura de acordo com o tubo de diâmetro correspondente.

9

- Permite-se o uso de conexões fabricadas na obra (curva de gomos, etc), para NPS 24 e acima.

10 - Ebonite com espessura = 3 mm.

11 - CANCELADA

12 - Não utilizar válvulas borboletas para água de incêndio e solução de espuma em água.

13 - CANCELADA.

14 - Ebonite com espessura = 5 mm.

15 - Revestimento com resina epóxi autocurada (PETROBRAS N-2629), espessura mínima de película seca 250 micra.

16 - Usar flanges, sempre que necessário, para permitir a aplicação de revestimento interno.

17 a 27 - CANCELADA.

28 - Para material da camisa de vapor, usar padronização Bf desta Norma.

29 - Para os tubos de interligação (“Jump-over”), usar API 5L Gr. B PSL1, com conexão para solda de encaixe.

30 - Deve ser efetuado alívio de tensões nas soldas, regiões trabalhadas mecanicamente, a frio e de concentrações de esforços nas tubulações de soda cáustica conforme gráfico abaixo:

REGIÃO

1
1
de soda cáustica conforme gráfico abaixo: REGIÃO 1 REGIÃO 2 Temp.° C - Não é necessário

REGIÃO 2

Temp.° C - Não é necessário alívio de tensões

80

60

40

20

- Obrigatório o alívio de tensões

2 1 O 10 20 30 40 50 60 %
2
1
O
10
20
30
40
50
60 %

NaOH(peso)

-PÚBLICO- N-76 REV. G 12 / 2012 31 a 32 - CANCELADA.   33 -

-PÚBLICO-

N-76

REV. G

N-76 REV. G 12 / 2012

12 / 2012

31

a 32 - CANCELADA.

 

33

- A

dureza

máxima

das

soldas

e

das

regiões

termicamente

afetadas

deve

ser

de 235 Brinell.

 

34

a 39 - CANCELADA.

40

- Limite superior de diâmetro em aberto.

 

41

- CANCELADA.

 

42

- Para diâmetro de 20” e maiores, pode-se usar como alternativa, tubos feitos de chapa cladeada, seguindo a especificação da ASTM A 264, com material base em ASTM A 516 Gr 60 e revestimento em ASTM A 240 Gr TP 316. Espessura mínima do revestimento = 3 mm. Para fabricação do tubo seguir a especificação da ASTM A 530.

43

- CANCELADA.

 

44

- Para flanges soldados em tubos cladeados, deve-se usar flanges em ASTM A 105 com revestimento interno de AISI 316.

45

a 47 - CANCELADA.

 

48

- A furação do flange deve ser conforme a classe 125 da ASME B16.1.

 

49

- Revestimento interno de concreto conforme a AWWA C602.

50

e 51 - CANCELADA.

 

52

- As espessuras dos tubos e reforços da boca-de-lobo, para essa faixa de diâmetro, devem ser calculadas para a pressão e temperatura de projeto da linha, conforme a norma básica aplicável (ASME B31.3, B31.4 ou B31.8), buscando minimizar a variedade de espessuras para um mesmo diâmetro em uma dada instalação. Essas espessuras devem ser necessariamente registradas na folha de dados de tubulação.

53

- É necessário tratamento térmico de alívio de tensões nas regiões de solda e regiões trabalhadas mecanicamente a frio,conforme PETROBRAS N-115.

54

- Ensaio de dureza conforme PETROBRAS N-115. Dureza máxima admissível nas regiões de solda: 200 BHN. No procedimento de soldagem, a dureza deve ser limitada a 248 HV5. Tubulações e conexões trabalhadas mecanicamente a frio devem ter sua dureza, na região deformada, limitada a 190 BHN. É obrigatório o tratamento térmico de alívio de tensões caso a dureza máxima seja ultrapassada.

55

- Ensaios não destrutivos conforme PETROBRAS N-115 classe de inspeção IV.

 

56

- Faixa de aplicação econômica de padronização: -45 °C a -29 °C.

 

57

- CANCELADA.

 

58

- Utilizar flanges de pescoço apenas em flanges conectados com curvas.

 

59

a 63 - CANCELADA.

 

64

- Para ácidos naftênicos, somente utilizar esta padronização para manutenção de pequenos trechos. Para novos projetos utilizar a padronização Le no lugar da Ld, ou a padronização Me no lugar da Md.

65

- CANCELADA.

 
-PÚBLICO- N-76 REV. G 12 / 2012 66 - Para de ASTM A 203 Gr

-PÚBLICO-

N-76

REV. G

N-76 REV. G 12 / 2012

12 / 2012

66 - Para

de

ASTM A 203 Gr E.

efeito

cálculo

utilizar

as

tensões

da

especificação

da

chapa

67 - Extremidades conforme API 609; Pressão Máxima de Trabalho (CWP)=150 psig.

68 - Códigos das conexões CXX-YY conforme N-76 Anexo C:

C01-16: Joelho 90° ES C02-16: Joelho 45° ES

C07-16: Meia-luva ES C08-16: Luva Red. ES

C13.2-16: Colar Curva ES C14.2-16: Colar Lat. ES

C19-17: Red. Exc. PC C20-17: Tê PC

C03-16: Tê ES

Não Usar Bujões

C15-17: Curva 90° PC

C21-17:

Red.

 

PC

C04-16: Tê Red. ES

Não Usar Uniões

C16-17: Curva 45° PC

C22-17:

Tampão

 

PC

C05-16: Cruzeta ES

C11-16: Tampão ES

C17-17: Curva RC 90° PC

C06-16: Luva ES

C12-16:

Colar

C18-17: Red. Conc. PC

ES/PC

69 - Códigos das conexões CXX-YY conforme N-76 Anexo C:

C01-18: Joelho 90° ES C02-18: Joelho 45° ES

C07-18: Meia-luva ES C08-18: Luva Red. ES

C13.2-18: Colar Curva ES C14.2-18: Colar Lat. ES

C19-19: Red. Exc. PC C20-19: Tê PC

C03-18: Tê ES

Não Usar Bujões

C15-19: Curva 90° PC

C21-19:

Red.

 

PC

C04-18: Tê Red. ES

Não Usar Uniões

C16-19: Curva 45° PC

C22-19:

Tampão

 

PC

C05-18: Cruzeta ES

C11-18: Tampão ES

C17-19: Curva RC 90° PC

C06-18: Luva ES

C12-18:

Colar

C18-19: Red. Conc. PC

ES/PC

70 - Utilizar NPS 1/2 somente para conexões de flanges de orifício; NPS 3/4 para drenos e suspiros; NPS mínimo de 1 para tubulações de processo em serviços críticos e perigosos, conforme definido na PETROBRAS N-57.

71 - As regiões soldadas, bem como, as regiões mecanicamente trabalhadas a frio em tubulações com temperatura de operação acima de 60°C (140°F) devem ser submetidas a tratamento térmico de alívio de tensões conforme API RP 945.

72 - Prever adaptador para mangueira de incêndio e tampão de plástico ø 2 ½ ”, conforme PETROBRAS N-111.

73 - Utilizar o tipo da válvula de bloqueio definido no fluxograma de engenharia, seguindo os critérios da PETROBRAS N-1693.

74 - As espessuras padronizadas para os tubos correspondem ao maior valor obtido dentre as normas básicas indicadas. No caso do ASME B31.8 foram adotados: E=1; F=0,5;

T=1.

75 - Onde requerido pela PETROBRAS N-2546 ou definido pelo projeto, usar válvulas testadas a fogo (“fire type tested”), conforme requisitos da ABNT NBR 15827.

76 - VAGA.

77 - Para Bujão roscado utilizar a classe 150 conforme Anexo C, código C09-01.

-PÚBLICO- N-76 REV. G 12 / 2012 78 - Códigos das conexões CXX-YY conforme N-76

-PÚBLICO-

N-76

REV. G

N-76 REV. G 12 / 2012

12 / 2012

78 - Códigos das conexões CXX-YY conforme N-76 Anexo C:

C01-01: Joelho 90°

C04-01: Tê Red. RO

C08-01:

Luva

Red.

C11-01: Tampão RO

RO C02-01: Joelho 45°

C05-01: Tê Cruzeta

RO C09-01: Bujão RO

C23-01

Bucha

Red.

RO C03-01: Tê RO

RO C06-01: Luva RO C10-01: União RO

RO

79

- Códigos das conexões CXX-YY conforme N-76 Anexo C:

 

C01-01: Joelho 90°

C07-01: Meia-luva

C13.1-02: Colar Curva

C19-03: Red.

Exc.

RO

RO

RO

PC

C02-01: Joelho 45° RO

C08-01: Luva Red. RO

C14.1-02: Colar Lat. RO C20-03: Tê PC

 

C03-01: Tê RO C09-01: Bujão RO

C04-01: Tê Red. RO C05-01: Cruzeta RO

C10-01: União RO C11-01: Tampão RO

C06-01: Luva RO

C12.1/4/5-02:Colar

RO/PC

C15-03: Curva 90° PC C16-03: Curva 45° PC C17-03: Curva RC 90° PC C18-03: Red. Conc. PC

C21-03: Tê Red. PC C22-03: Tampão PC C23-01 Bucha Red. RO

80 - Códigos das conexões CXX-YY conforme N-76 Anexo C:

C15-03:

Curva

90°

C17-03: Curva RC 90°

C19-03:

Red.

Exc.

C21-03:

Red.

PC

PC

PC

PC

C16-03:

Curva

45°

C18-03: Red. Conc. PC C20-03: Tê PC

 

C22-03: Tampão

PC

PC

81 - Códigos das conexões CXX-YY conforme N-76 Anexo C:

C01-14: Joelho 90° RO C02-14: Joelho 45° RO

C07-14: Meia-luva RO C08-14: Luva Red. RO

C13.2-02: Colar Curva ES C14.2-02: Colar Lat. ES

C19-03: Red. Exc. PC C20-03: Tê PC

C03-14: Tê RO

Não Usar Bujões

C15-03: Curva 90° PC

C21-03:

Red.

 

PC

C04-14: Tê Red. RO

Não Usar Uniões

C16-03: Curva 45° PC

C22-03:

Tampão

 

PC

C05-14: Cruzeta RO

C11-14:

Tampão

C17-03: Curva RC 90°

RO

PC

C06-14: Luva RO C12.2-02: Colar ES C18-03: Red. Conc.

 
 

PC

82

- Códigos das conexões CXX-YY conforme N-76 Anexo C:

 

C01-02: Joelho 90°

C07-02: Meia-luva

C13.3-02:Colar Curva

C19-03:Red.Exc.

ES C02-02: Joelho 45° ES

ES C08-02: Luva Red. ES

ES C14.3-02: Colar Lat. ES

PC C20-03: Tê PC

 

C03-02: Tê ES

Não Usar Bujões

C15-03: Curva 90° PC

C21-03:

Red.

 

PC

C04-02: Tê Red. ES

Não Usar Uniões

C16-03: Curva 45° PC

C22-03:

Tampão

 

PC

C05-02: Cruzeta ES

C06-02: Luva ES

C11-02: Tampão ES C17-03: Curva RC 90° PC

C12.3/4/5/6-02:Colar

ES/PC

C18-03: Red. Conc. PC

-PÚBLICO- N-76 REV. G 12 / 2012 83 - Códigos das conexões CXX-YY conforme N-76

-PÚBLICO-

N-76

REV. G

N-76 REV. G 12 / 2012

12 / 2012

83 - Códigos das conexões CXX-YY conforme N-76 Anexo C:

C01-02: Joelho 90° ES C02-02: Joelho 45° ES

C03-02: Tê ES

C04-02: Tê Red. ES

C05-02: Cruzeta ES

C06-02: Luva ES

C07-02: Meia-luva ES

C08-02: Luva Red. ES

Não Usar Bujões

Não Usar Uniões

C11-02: Tampão ES

C12.2/4/5/6-02: Colar ES/PC

C13.2-02: Colar Curva ES C14.2-02: Colar Lat. ES C15-03: Curva 90° PC C16-03: Curva 45° PC C17-03: Curva RC 90° PC C18-03: Red. Conc. PC

C19-03: Red. Exc. PC

C20-03: Tê PC

C21-03: Tê Red. PC C22-03: Tampão PC

84 - Códigos das conexões CXX-YY conforme N-76 Anexo C:

C01-04: Joelho 90° ES C02-04: Joelho 45° ES

C07-04: Meia-luva ES C08-04: Luva Red. ES

C13.2-04: Colar Curva ES C14.2-04: Colar Lat. ES

C19-05: Red. Exc. PC C20-05: Tê PC

C03-04: Tê ES

Não Usar Bujões

C15-05: Curva 90° PC

C21-05:

Red.

 

PC

C04-04: Tê Red. ES

Não Usar Uniões

C16-05: Curva 45° PC

C22-05:

Tampão

 

PC

C05-04: Cruzeta ES

C11-04: Tampão ES C17-05: Curva RC 90° PC

C06-04: Luva ES

C12.3/4-04:Colar

C18-05: Red. Conc.

ES/PC

PC

85 - Códigos das conexões CXX-YY conforme N-76 Anexo C:

C01-06: Joelho 90°

C07-06: Meia-luva ES

C13.2-06: Colar Curva

C19-07: Red. Exc.

ES C02-06: Joelho 45°

C08-06: Luva Red. ES

ES C14.2-06: Colar Lat.

PC C20-07: Tê PC