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PROJETO DE AERONAVES Uma abordagem teórica sobre os conceitos de aerodinâmica, desempenho e estabilidade Prof.
PROJETO DE
AERONAVES
Uma abordagem teórica sobre os conceitos de
aerodinâmica, desempenho e estabilidade
Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues
Conceitos Fundamentais Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues 1ª Semana da Tecnologia – IFSP
Conceitos
Fundamentais
Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues
1ª Semana da Tecnologia – IFSP
Fundamentos do Projeto Projeto conceitual Aerodinâmica Desempenho Estabilidade Análise estrutural Projeto

Fundamentos do Projeto

Projeto conceitual Aerodinâmica Desempenho Estabilidade Análise estrutural Projeto detalhado Construção do protótipo Ensaios em vôo Embraer - 170

Ensaios em vôo E m b r a e r - 1 7 0 Prof. MSc.

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vôo E m b r a e r - 1 7 0 Prof. MSc. Luiz Eduardo
Perspectiva Histórica – 14 Bis 1º Vôo de uma aeronave mais pesada que o ar

Perspectiva Histórica – 14 Bis

1º Vôo de uma aeronave mais pesada que o ar Paris – 23/10/1906 Alberto Santos Dumont Altura 3m do solo por uma distância de 60m

Santos Dumont Altura 3m do solo por uma distância de 60m 14 Bis – Primeiro vôo

14 Bis – Primeiro vôo homologado da história da aviação

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vôo homologado da história da aviação Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues 1ª Semana da
Vista frontal e lateral do “Demoiselle” – Santos Dumont Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J.

Vista frontal e lateral do “Demoiselle” – Santos Dumont

Vista frontal e lateral do “Demoiselle” – Santos Dumont Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues

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do “Demoiselle” – Santos Dumont Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues 1ª Semana da Tecnologia
Evolução das Aeronaves Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues 1ª Semana da Tecnologia –

Evolução das Aeronaves

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Evolução das Aeronaves Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues 1ª Semana da Tecnologia – IFSP
Componentes básicos de uma Aeronave Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues 1ª Semana da

Componentes básicos de uma Aeronave

Componentes básicos de uma Aeronave Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues 1ª Semana da Tecnologia

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Componentes básicos de uma Aeronave Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues 1ª Semana da Tecnologia
Fuselagem A fuselagem inclui a cabine de comandos, que contém os assentos para seus ocupantes

Fuselagem

A fuselagem inclui a cabine de comandos, que contém os assentos para seus ocupantes e os controles de vôo da aeronave, também possui o compartimento de carga e os vínculos de fixação para outros componentes principais do avião

de fixação para outros componentes principais do avião Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues 1ª

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outros componentes principais do avião Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues 1ª Semana da Tecnologia
Asas As asas são superfícies sustentadoras unidas a cada lado da fuselagem e representam os

Asas

As asas são superfícies sustentadoras unidas a cada lado da fuselagem e representam os componentes fundamentais que suportam o avião no vôo

os componentes fundamentais que suportam o avião no vôo Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues

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fundamentais que suportam o avião no vôo Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues 1ª Semana
Nomenclatura do Perfil e da Asa Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues 1ª Semana

Nomenclatura do Perfil e da Asa

Nomenclatura do Perfil e da Asa Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues 1ª Semana da

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Nomenclatura do Perfil e da Asa Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues 1ª Semana da
Empenagem A empenagem possui como função principal estabilizar e controlar o avião durante o vôo

Empenagem

A empenagem possui como função principal estabilizar e controlar o avião durante o vôo

principal estabilizar e controlar o avião durante o vôo Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues

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e controlar o avião durante o vôo Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues 1ª Semana
Tipos de Empenagem Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues 1ª Semana da Tecnologia –

Tipos de Empenagem

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Tipos de Empenagem Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues 1ª Semana da Tecnologia – IFSP

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Tipos de Empenagem Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues 1ª Semana da Tecnologia – IFSP
Trem de Pouso As funções principais do trem de pouso são apoiar o avião no

Trem de Pouso

As funções principais do trem de pouso são apoiar o avião no solo e manobrá-lo durante os processos de taxiamento, decolagem e pouso

durante os processos de taxiamento, decolagem e pouso Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues 1ª

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processos de taxiamento, decolagem e pouso Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues 1ª Semana da
Grupo Moto-Propulsor O grupo moto-propulsor é formado pelo conjunto motor e hélice. A função primária

Grupo Moto-Propulsor

O grupo moto-propulsor é formado pelo conjunto motor e hélice. A função primária do motor é fornecer a potência necessária para colocar a hélice em movimento de rotação, uma vez obtido esse movimento, a hélice possui a função de gerar tração para

a hélice possui a função de gerar tração para impulsionar o avião Prof. MSc. Luiz Eduardo

impulsionar o avião

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de gerar tração para impulsionar o avião Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues 1ª Semana
Superfícies de Controle Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues 1ª Semana da Tecnologia –

Superfícies de Controle

Superfícies de Controle Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues 1ª Semana da Tecnologia – IFSP

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Superfícies de Controle Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues 1ª Semana da Tecnologia – IFSP
Funcionamento das Superfícies de Controle Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues 1ª Semana da

Funcionamento das Superfícies de Controle

Funcionamento das Superfícies de Controle Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues 1ª Semana da Tecnologia
Funcionamento das Superfícies de Controle Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues 1ª Semana da Tecnologia
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Funcionamento das Superfícies de Controle Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues 1ª Semana da Tecnologia
Fundamentos de Aerodinâmica Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues 1ª Semana da Tecnologia –
Fundamentos de
Aerodinâmica
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Definição de Aerodinâmica A aerodinâmica é o estudo do movimento de fluidos gasosos, relativo às

Definição de Aerodinâmica

A aerodinâmica é o estudo do movimento de fluidos gasosos, relativo às suas propriedades e características, e às forças que exercem em corpos sólidos neles imersos

e às forças que exercem em corpos sólidos neles imersos Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J.

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Análise CFD de um perfil aerodinâmico

Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues 1ª Semana da Tecnologia – IFSP Análise CFD de
Forças Atuantes em uma Aeronave Durante o Vôo L = Força de sustentação D =

Forças Atuantes em uma Aeronave Durante o Vôo

L = Força de sustentação D = Força de arrasto T = Força de tração ou empuxo W = Peso da aeronave

T = Força de tração ou empuxo W = Peso da aeronave Prof. MSc. Luiz Eduardo

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tração ou empuxo W = Peso da aeronave Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues 1ª
Física da Força de Sustentação Teorema de Bernoulli Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues

Física da Força de Sustentação

Teorema de Bernoulli

Física da Força de Sustentação Teorema de Bernoulli Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues 1ª

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de Sustentação Teorema de Bernoulli Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues 1ª Semana da Tecnologia
de Sustentação Teorema de Bernoulli Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues 1ª Semana da Tecnologia
Perfil Aerodinâmico Critérios de seleção de um novo perfil aerodinâmico a) influência do número de

Perfil Aerodinâmico

Critérios de seleção de um novo perfil aerodinâmico

a) influência do número de Reynolds;

b) características aerodinâmicas do perfil;

c) dimensões do perfil;

d) escoamento sobre o perfil;

e) velocidades de operação

desejada para a aeronave; f) eficiência aerodinâmica do perfil;

g) limitações operacionais da aeronave.

do perfil; g) limitações operacionais da aeronave. Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues 1ª Semana

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g) limitações operacionais da aeronave. Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues 1ª Semana da Tecnologia
Coeficiente de Sustentação O coeficiente de sustentação representa a eficiência do perfil em gerar a

Coeficiente de Sustentação

O coeficiente de sustentação representa a eficiência do perfil em gerar a força de sustentação. Perfis com altos valores de coeficiente de sustentação são considerados como eficientes para a geração de sustentação. O coeficiente de sustentação é função do modelo do perfil, do número de Reynolds e do ângulo de ataque.

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Perfil Eppler 423 - cl x alfa - Re 380000

2,5 2 1,5 1 0,5 0 0 5 10 15 Coeficiente de sustentação
2,5
2
1,5
1
0,5
0
0
5
10
15
Coeficiente de sustentação

Ângulo de ataque

423 - cl x alfa - Re 380000 2,5 2 1,5 1 0,5 0 0 5
Coeficiente de Arrasto Tal como o coeficiente de sustentação, o coeficiente de arrasto representa a

Coeficiente de Arrasto

Tal como o coeficiente de sustentação, o coeficiente de arrasto representa a medida da eficiência do perfil em gerar a força de arrasto. Enquanto maiores coeficientes de sustentação são requeridos para um perfil ser considerado eficiente para produção de sustentação, menores coeficientes de arrasto devem ser obtidos, pois um perfil como um todo somente será considerado aerodinamicamente eficiente quando produzir grandes coeficientes de sustentação aliados a pequenos coeficientes de arrasto

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Perfil Eppler 423 - cd x alfa - Re 380000

0,04 0,035 0,03 0,025 0,02 0,015 0,01 0,005 0 0 5 10 15 Coeficiente de
0,04
0,035
0,03
0,025
0,02
0,015
0,01
0,005
0
0
5
10
15
Coeficiente de arrasto

Ângulo de ataque

380000 0,04 0,035 0,03 0,025 0,02 0,015 0,01 0,005 0 0 5 10 15 Coeficiente de
Forças Aerodinâmicas e Momento em um Perfil Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues 1ª

Forças Aerodinâmicas e Momento em um Perfil

Forças Aerodinâmicas e Momento em um Perfil Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues 1ª Semana

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Aerodinâmicas e Momento em um Perfil Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues 1ª Semana da
Asas de Envergadura Finita Forma geométrica Fixação da asa na fuselagem Prof. MSc. Luiz Eduardo

Asas de Envergadura Finita

Forma geométrica Fixação da asa na fuselagem

Finita Forma geométrica Fixação da asa na fuselagem Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues 1ª

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Fixação da asa na fuselagem Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues 1ª Semana da Tecnologia
Forma Geométrica da Asa Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues 1ª Semana da Tecnologia

Forma Geométrica da Asa

Forma Geométrica da Asa Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues 1ª Semana da Tecnologia –

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Forma Geométrica da Asa Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues 1ª Semana da Tecnologia –
Asa Retangular É uma asa de baixa eficiência aerodinâmica, ou seja, a relação entre a

Asa Retangular

É uma asa de baixa eficiência aerodinâmica, ou seja, a relação entre a força de sustentação e a força de arrasto (L/D) é menor quando comparada a uma asa trapezoidal ou elíptica, isto ocorre devido ao arrasto de ponta de asa também conhecido por arrasto induzido, que no caso da asa retangular é maior que em uma asa trapezoidal ou elíptica

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que em uma asa trapezoidal ou elíptica Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues 1ª Semana
Asa Trapezoidal É uma asa de ótima eficiência aerodinâmica, pois com a redução gradativa da

Asa Trapezoidal

É uma asa de ótima eficiência aerodinâmica, pois com a redução gradativa da corda entre a raiz e a ponta da asa consegue-se uma significativa redução do arrasto induzido. Nesse tipo de asa o processo construtivo torna-se um pouco mais complexo uma vez que a corda de cada nervura possui uma dimensão diferente

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cada nervura possui uma dimensão diferente Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues 1ª Semana da
Asa Elíptica representa a asa ideal, pois é a que proporciona a máxima eficiência aerodinâmica,

Asa Elíptica

representa a asa ideal, pois é a que proporciona a máxima eficiência aerodinâmica, porém é de difícil fabricação e mais cara quando comparada às outras formas apresentadas

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comparada às outras formas apresentadas Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues 1ª Semana da Tecnologia
Fixação das Asas na Fuselagem Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues 1ª Semana da

Fixação das Asas na Fuselagem

Fixação das Asas na Fuselagem Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues 1ª Semana da Tecnologia

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Fixação das Asas na Fuselagem Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues 1ª Semana da Tecnologia
Alongamento O alongamento representa a relação entre o quadrado da envergadura e a área da

Alongamento

O alongamento representa a relação entre o quadrado da envergadura e a área da asa

O alongamento na prática é uma poderosa ferramenta para se melhorar consideravelmente

o desempenho da asa, pois com o seu aumento

possível reduzir de maneira satisfatória o arrasto induzido

é

AR =

b

2

S

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o arrasto induzido é AR = b 2 S Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues
Influência do Alongamento Asas de alto alongamento: Problemas de ordem estrutural Problemas de manobrabilidade Prof.

Influência do Alongamento

Influência do Alongamento Asas de alto alongamento: Problemas de ordem estrutural Problemas de manobrabilidade Prof. MSc.

Asas de alto alongamento:

Problemas de ordem estrutural Problemas de manobrabilidade

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estrutural Problemas de manobrabilidade Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues 1ª Semana da Tecnologia –
Relação de Afilamento Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues 1ª Semana da Tecnologia –

Relação de Afilamento

Relação de Afilamento Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues 1ª Semana da Tecnologia – IFSP

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Relação de Afilamento Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues 1ª Semana da Tecnologia – IFSP
Distribuição de Sustentação ao Longo da Envergadura da Asa Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J.

Distribuição de Sustentação ao Longo da Envergadura da Asa

de Sustentação ao Longo da Envergadura da Asa Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues 1ª

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ao Longo da Envergadura da Asa Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues 1ª Semana da
Comparação do coeficiente de Sustentação Perfil/Asa Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues 1ª Semana

Comparação do coeficiente de Sustentação Perfil/Asa

Comparação do coeficiente de Sustentação Perfil/Asa Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues 1ª Semana da

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do coeficiente de Sustentação Perfil/Asa Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues 1ª Semana da Tecnologia
Estol em Asas A velocidade de estol representa a mínima velocidade com a qual se

Estol em Asas

A velocidade de estol representa a mínima velocidade com a qual se consegue manter uma aeronave em vôo nivelado

com a qual se consegue manter uma aeronave em vôo nivelado Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda

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v estol

=

 

2 W

 

ρ

S

C

Lmáx

v estol =   2 ⋅ W   ρ ⋅ S ⋅ C Lmáx
1ª Semana da Tecnologia – IFSP v estol =   2 ⋅ W   ρ ⋅
Ensaio em Vôo para Verificação do Estol Fios de lã presos ao extradorso da asa

Ensaio em Vôo para Verificação do Estol

Fios de lã presos ao extradorso da asa

do Estol Fios de lã presos ao extradorso da asa Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J.

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Fios de lã presos ao extradorso da asa Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues 1ª
Ensaio em Túnel de Vento para Verificação do Estol Fios de lã presos ao extradorso

Ensaio em Túnel de Vento para Verificação do Estol

Ensaio em Túnel de Vento para Verificação do Estol Fios de lã presos ao extradorso da

Fios de lã presos ao extradorso da asa

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Fios de lã presos ao extradorso da asa Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues 1ª
Arrasto em Aeronaves Arrasto Parasita: proveniente de todas as partes da aeronave que não contribuem

Arrasto em Aeronaves

Arrasto Parasita: proveniente de todas as partes da aeronave que não contribuem com a sustentação Arrasto Induzido: proveniente da geração de sustentação na asa (vórtice de ponta de asa) Arrasto de Onda: ocorre em vôos transônicos ou supersônicos

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em vôos transônicos ou supersônicos Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues 1ª Semana da Tecnologia
Arrasto Induzido Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues 1ª Semana da Tecnologia – IFSP

Arrasto Induzido

Arrasto Induzido Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues 1ª Semana da Tecnologia – IFSP

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Arrasto Induzido Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues 1ª Semana da Tecnologia – IFSP
Ensaio em Túnel de Vento para Verificação do Arrasto induzido Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda

Ensaio em Túnel de Vento para Verificação do Arrasto induzido

em Túnel de Vento para Verificação do Arrasto induzido Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues

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para Verificação do Arrasto induzido Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues 1ª Semana da Tecnologia
Polar de Arrasto (Eficiência Aerodinâmica) Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues 1ª Semana da

Polar de Arrasto (Eficiência Aerodinâmica)

Polar de Arrasto (Eficiência Aerodinâmica) Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues 1ª Semana da Tecnologia

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Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues 1ª Semana da Tecnologia – IFSP E máx =

E máx

=

C L

C

D

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Análise de Desempenho Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues 1ª Semana da Tecnologia –
Análise de
Desempenho
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Vôo Reto e Nivelado Equilíbrio estático L = W (Sustentação = Peso) T = D

Vôo Reto e Nivelado

Equilíbrio estático L = W (Sustentação = Peso) T = D ( Tração = Arrasto)

L = W (Sustentação = Peso) T = D ( Tração = Arrasto) Prof. MSc. Luiz

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= Peso) T = D ( Tração = Arrasto) Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues
Tração Disponível e Requerida Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues 1ª Semana da Tecnologia

Tração Disponível e Requerida

Tração Disponível e Requerida Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues 1ª Semana da Tecnologia –

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Tração Disponível e Requerida Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues 1ª Semana da Tecnologia –
Potência Disponível e Requerida Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues 1ª Semana da Tecnologia

Potência Disponível e Requerida

Potência Disponível e Requerida Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues 1ª Semana da Tecnologia –

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Potência Disponível e Requerida Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues 1ª Semana da Tecnologia –
Efeitos da Altitude Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues 1ª Semana da Tecnologia –

Efeitos da Altitude

Efeitos da Altitude Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues 1ª Semana da Tecnologia – IFSP
Efeitos da Altitude Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues 1ª Semana da Tecnologia – IFSP

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Efeitos da Altitude Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues 1ª Semana da Tecnologia – IFSP
Desempenho de Subida Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues 1ª Semana da Tecnologia –

Desempenho de Subida

Desempenho de Subida Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues 1ª Semana da Tecnologia – IFSP

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Desempenho de Subida Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues 1ª Semana da Tecnologia – IFSP
Razão de Subida Representa a velocidade vertical da aeronave, calculado a partir da sobra de

Razão de Subida

Representa a velocidade vertical da aeronave, calculado a partir da sobra de potência

W

R

/ C

=

vsenθ

P

d

P r =

W R / C = vsen θ P d − P r = Prof. MSc. Luiz

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C = vsen θ P d − P r = Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J.
Desempenho de Descida Similar ao cálculo do desempenho de subida Razão de descida: representa a

Desempenho de Descida

Similar ao cálculo do desempenho de subida Razão de descida:

representa a velocidade de descida vertical da aeronave

representa a velocidade de descida vertical da aeronave Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues 1ª

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velocidade de descida vertical da aeronave Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues 1ª Semana da
Polar de Velocidades (Planeio) Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues 1ª Semana da Tecnologia

Polar de Velocidades (Planeio)

Polar de Velocidades (Planeio) Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues 1ª Semana da Tecnologia –

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Polar de Velocidades (Planeio) Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues 1ª Semana da Tecnologia –
Polar de Velocidades (Planeio) Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues 1ª Semana da Tecnologia –
Decolagem 2ª Lei de Newton Velocidade de decolagem 20% maior que a velocidade de estol

Decolagem

2ª Lei de Newton Velocidade de decolagem 20% maior que a velocidade de estol Requisito fundamental (comprimento de pista e peso de decolagem)

fundamental (comprimento de pista e peso de decolagem) S Lo = 1,44 ⋅ W 2 g

S Lo

=

1,44 W

2

g

ρ

S

C

Lmáx

{

T

[

D

+

µ

(

W

L

)]}

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⋅ ( W − L ) ] } Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues 1ª
Influência da Altitude no Desempenho de Decolagem Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues 1ª

Influência da Altitude no Desempenho de Decolagem

Influência da Altitude no Desempenho de Decolagem Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues 1ª Semana

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da Altitude no Desempenho de Decolagem Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues 1ª Semana da
Pouso Similar ao cálculo de decolagem Tração nula T = 0 Velocidade de aproximação 30%

Pouso

Similar ao cálculo de decolagem Tração nula T = 0 Velocidade de aproximação 30% maior que a velocidade de estol

de aproximação 30% maior que a velocidade de estol 2 1,69 ⋅ W = S L
2 1,69 ⋅ W = S L g ⋅ ρ ⋅ S ⋅ C ⋅
2
1,69 ⋅ W
=
S L
g
ρ
S
C
[
D
+
µ
(
W
L
)]
Lmáx
0,7
v
t

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µ ⋅ ( W − L )] Lmáx 0,7 v t Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda
Influência da Altitude no Pouso Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues 1ª Semana da

Influência da Altitude no Pouso

Influência da Altitude no Pouso Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues 1ª Semana da Tecnologia

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Influência da Altitude no Pouso Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues 1ª Semana da Tecnologia
Diagrama v-n – Envelope de Vôo da Aeronave Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues

Diagrama v-n – Envelope de Vôo da Aeronave

Diagrama v-n – Envelope de Vôo da Aeronave Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues 1ª

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v-n – Envelope de Vôo da Aeronave Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues 1ª Semana
Vôo em Curva Raio de curvatura mínimo Máximo ângulo de inclinação das asas Prof. MSc.

Vôo em Curva

Raio de curvatura mínimo Máximo ângulo de inclinação das asas

mínimo Máximo ângulo de inclinação das asas Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues 1ª Semana

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Máximo ângulo de inclinação das asas Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues 1ª Semana da
Teto Absoluto Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues 1ª Semana da Tecnologia – IFSP

Teto Absoluto

Teto Absoluto Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues 1ª Semana da Tecnologia – IFSP

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Teto Absoluto Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues 1ª Semana da Tecnologia – IFSP
Estabilidade Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues 1ª Semana da Tecnologia – IFSP
Estabilidade
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Eixos de Referência Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues 1ª Semana da Tecnologia –

Eixos de Referência

Eixos de Referência Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues 1ª Semana da Tecnologia – IFSP

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Estabilidade Longitudinal

Estável
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Instável
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Posição do Centro de Gravidade Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues 1ª Semana da

Posição do Centro de Gravidade

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x CG

=

W

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Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues 1ª Semana da Tecnologia – IFSP x CG =
Momentos em uma Aeronave Instável Estável Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues 1ª Semana

Momentos em uma Aeronave

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O Ponto Neutro e a Margem Estática Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues 1ª

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Passeio do CG Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues 1ª Semana da Tecnologia –

Passeio do CG

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Estabilidade Lateral

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