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NOVO MAIS EDUCAÇÃO

2017

LÍNGUA PORTUGUESA

Ensino Fundamental 2

Caderno

P0907

Nome do mediador(a)

Caro (a) Professor (a),

você está participando do Programa Novo Mais Educação como Mediador de Aprendizagem. O seu trabalho é muito importante para o sucesso da aprendizagem dos estudantes. Por isso, queremos conhecer um pouco sobre os seus conhecimentos em Língua Portuguesa.

Responda com calma, procurando não deixar nenhuma resposta em branco.

Bom teste!

NOVO MAIS EDUCAÇÃO

Portuguesa. Responda com calma, procurando não deixar nenhuma resposta em branco. Bom teste! NOVO MAIS EDUCAÇÃO

LP9EF

Leia o texto abaixo.

P0907

   

A mentira

João chegou em casa cansado e disse para sua mulher, Maria, que queria tomar um banho, jantar e ir direto para a cama. Maria lembrou a João que naquela noite eles tinham

ficado de jantar na casa de Pedro e Luíza. João deu um tapa na testa [

]

e declarou que,

de maneira nenhuma, não iria jantar na casa de ninguém. Maria disse que o jantar estava

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marcado há uma semana e seria uma falta de consideração com Pedro e Luíza, que afinal eram seus amigos, deixar de ir. João reafirmou que não ia. Encarregou Maria de telefonar para Luíza e dar uma desculpa qualquer. Que marcassem o jantar para a noite seguinte. Maria telefonou para Luíza e disse que João chegara em casa muito abatido, até com um pouco de febre, e que ela achava melhor não tirá-lo de casa aquela noite. Luíza disse que

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era uma pena, que tinha preparado uma Blanquette de Veau que era uma beleza, mas que tudo bem. Importante é a saúde e é bom não facilitar. Marcaram o jantar para a noite seguinte, se João estivesse melhor. João tomou banho, jantou e foi se deitar. Maria ficou na sala vendo televisão. Ali pelas nove bateram na porta. Do quarto, João, que ainda não dormira, deu um gemido. Maria, que já estava de camisola, entrou no quarto para pegar seu

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robe de chambre. João sugeriu que ela não abrisse a porta. Naquela hora só podia ser um

chato. Ele teria que sair da cama. Que deixasse bater. Maria concordou. Não abriu a porta. Meia hora depois, tocou o telefone, acordando João. Maria atendeu. Era Luíza querendo saber o que tinha acontecido.

– Por quê? – perguntou Maria.

 

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– Nós estivemos aí há pouco, batemos, batemos, e ninguém atendeu.

 

– Vocês estiveram aqui?

 

Para saber como estava o João. O Pedro disse que andou sentindo a mesma coisa há alguns dias e queria dar umas dicas. O que houve?

Nem te conto – contou Maria, pensando rapidamente. – O João deu uma piorada.

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Tentei chamar um médico e não consegui. Tivemos que ir a um hospital.

 

O quê? Então é grave. [

]

VERÍSSIMO, Luis Fernando. Festa de criança. São Paulo: Ática, 2000, p. 77. Fragmento. (P070094C2_SUP)

01) (P070100C2) O que gerou os fatos narrados nesse texto?

A) O fato de o casal desistir de sair de casa.

B) O fato de o marido estar muito doente.

C) O fato de o marido não querer ir ao jantar na casa dos amigos.

D) O fato de o marido e a mulher não gostarem de Blanquette de Veau.

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Leia o texto abaixo.

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Junta, separa e guarda

Papai e mamãe me contaram que vamos morar em outra casa. Vamos mudar de casa, de rua e de cidade. Mamãe me deu uma grande caixa azul e disse:

Junte seus brinquedos mais queridos nesta caixa.

Depois, ela me disse:

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Esta caixa vermelha é para guardar os brinquedos menos queridos.

Quando eu já estava quase acabando, mamãe chegou com uma caixa verde.

A caixa verde é para separar os sapatos que não cabem mais nos seus pés.

Depois, mamãe trouxe outras caixas coloridas para as roupas, para os chapéus, para os joguinhos, para os carrinhos e para minha coleção de figurinhas.

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De repente, eu me lembrei das outras coisas que queria levar.

– Como vou guardar aquilo tudo que ainda falta?

– Mamãe, como vou levar o cantinho atrás da porta onde gosto de brincar?

– E o desenho que fiz no muro do jardim?

– E aquele buraquinho na porta da cozinha?

DIAS, Vera Lúcia. Junta, separa e guarda. São Paulo: Callis, 2010. Fragmento. (P051044RJ_SUP)

02) (P051044RJ) No trecho “– E o desenho que fiz no muro do jardim?”, a interrogação indica

A) curiosidade.

B) dúvida.

C) irritação.

D) tristeza.

Leia o texto abaixo.

Fidelidade

Nos anos 1970, Claudiomiro, um voluntarioso centroavante do Internacional, que o locutor José Geraldo de Almeida chamava de “tanque colorado”, marcou o gol da vitória do Inter, na final, contra o Grêmio. Ao final da partida, eleito por uma rádio o melhor em campo, recebeu, como prêmio do patrocinador, uma caixa de azulejos para banheiro. Emocionado, Claudiomiro agradeceu, mas fez uma ressalva:

– Muitíssimo obrigado pelos azulejos, mas, pra ser sincero, eu preferia ganhar os “vermelhejos”, que são da cor do Inter e combinam melhor com o banheiro lá de casa

PRADO, Renato Maurício. Deixa que eu chuto 2, a missão! Rio de Janeiro: Relume Dumará, 2006. p. 48. (P090280A9_SUP)

03) (P090280A9) Nesse texto, sobre Claudiomiro, o traço de humor está na referência

A) à emoção de ter sido o melhor.

B) à confusão com a palavra “azulejo”.

C) ao apelido de “tanque colorado”.

D) ao presente ganhado pelo jogador.

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Leia o texto abaixo.

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Dicionário de criança

 

O

menino de sete anos chegou até o pai e pediu um dicionário.

 

O

pai lhe botou na mão um dicionário escolar, bastante simples. A criança olhou, leu,

sacudiu a cabeça:

 
 

Tá difícil, pai, isso aí não interessa. Não tem dicionário de criança?

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Hoje deve ter, mas naquele tempo não tinha. Enquanto os adultos pensavam no que fazer, o menino decidiu:

 

Eu vou escrever um, posso?

Claro que podia. Pegou-se um arquivo, que ainda existe, com folhas amarelas e sua caprichada letra de menino. O alfabeto ele conhecia, escrevia direitinho, e depois de uma

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semana chuvosa de férias saíram vários verbetes.

 
 

Alguns deles aqui vão: [

]

 

Seco. Seco é o contrário de molhado. Por exemplo: quando não chove fica tudo seco. Quando o sol fica raiando muitos dias tudo fica seco. Sem sol nada fica seco. Aí a mãe reclama que está tudo úmido. Úmido é um tipo de molhado, mas o sol não pode raiar o

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tempo todo. Porque daí todas as plantas se queimam e então também tem que existir a chuva. Que é molhada.

 

Zero. Eu lembrei outra palavra com essa letra, o zero. O zero não é uma palavra porque

é

um número. Mas número a gente também escreve o nome dele. Outro dia minha mãe

disse que ela é um zero na cozinha. Eu não entendi direito isso. [

]

O zero que eu conheço

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é

um número assim meio redondo quase como um ovo. Um cara é um zero à esquerda

quando não trabalha direito. Isso aí foi meu pai quem falou.

 

LUFT, Lya. Pensar é transgredir. 7. ed. Rio de Janeiro: Record, 2004. p.149-152. Fragmento. (P090273A9_SUP)

04) (P090273A9) Com relação à pesquisa no dicionário, há uma opinião do menino em

A) “Tá difícil, pai, isso aí não interessa.”.

B) “Hoje deve ter, mas naquele tempo não tinha.”.

C) “Eu vou escrever um, posso? Claro que podia.”.

D) “Mas o sol não pode raiar o tempo todo.”.

05) (P090276A9) Na frase “Isso aí foi meu pai quem falou.” (ℓ. 21), a expressão destacada retoma o trecho:

A) “Mas número a gente também escreve o nome dele.”. (ℓ. 18)

B) minha mãe diz que ela é um zero na cozinha.”. (ℓ. 18-19)

C) é um número assim meio redondo quase como um ovo.”. (ℓ. 20)

D) “Um cara é um zero à esquerda quando não trabalha direito.”. (ℓ. 20-21)

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Leia o texto abaixo.

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Tubarões preferem banhistas que usam preto e branco Vem ni mim, tubarão!

Está todo mundo lá na praia, nadando feliz e contente, quando vem um tubarão. Como é que ele escolhe qual pessoa morder? Uni-duni-tê? De acordo com a pesquisa do especialista em tubarões da Universidade da Flórida (EUA), George Burgess, a escolha fashion do banhista é um dos fatores que o bicho leva

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em consideração: quem usa trajes que combinem preto e branco tem mais chances de levar uma bela mordida. Burgess analisou dados de ataques de tubarão registrados nos últimos 50 anos no município de Volusia, uma região costeira da Flórida conhecida pela alta incidência de ataques (no período analisado, foram 231). Nessa análise, percebeu que a maioria das

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pessoas mordidas estava usando branco e preto. Mas por que o tubarão gosta dessa combinação? O cara ainda não sabe ao certo. Mas, segundo ele, é provável que o fenômeno esteja ligado à habilidade dos tubarões em enxergarem contrastes. Não por menos, a combinação de preto e amarelo também não se mostrou segura.

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Além disso, Burgess constatou outras coisas interessantes (e outras nem tanto): a maioria dos ataques acontece aos domingos (provavelmente porque é o dia em que a praia está mais cheia), a menos de 2 metros de profundidade (porque é onde a maioria das pessoas geralmente fica) e (isso sim é legal) durante a Lua nova. “Isso porque as marés, afetadas pela Lua, trazem os peixes preferidos dos tubarões para mais perto da costa”, diz

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o especialista.

Disponível em: <http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/tubaroes-preferem-banhistas-que-usam-preto-e-branco/>. Acesso em: 13 jul. 2011. (P090639C2_SUP)

06) (P090639C2) Nesse texto, em relação aos ataques de tubarão, há uma opinião no trecho:

A) “

branco

B) “

C) “Não por menos, a combinação de preto e amarelo também não se mostrou segura.”. (ℓ. 13-14)

D) “

domingos

é um dos fatores que o bicho leva em consideração: quem usa trajes que combinem preto e

”.

(ℓ. 4-5)

percebeu que a maioria das pessoas mordidas estava usando branco e preto.”. (ℓ. 9-10)

constatou outras coisas interessantes (e outras nem tanto): a maioria dos ataques acontece aos

”.

(ℓ. 15-16)

07) (P090640C2) O trecho “O cara ainda não sabe ao certo.” (ℓ. 11) é próprio da linguagem

A) culta.

B) informal.

C) regional.

D) técnica.

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Leia o texto abaixo.

P0907

Leia o texto abaixo. P0907 A GAZETA Vitória (ES), terça-feira, 22 mar. 2011, caderno 2. p.4.

A GAZETA Vitória (ES), terça-feira, 22 mar. 2011, caderno 2. p.4. (P091085ES_SUP)

08) (P091085ES) A atitude do personagem Zero em relação ao trabalho realizado por ele demonstra

A) alegria.

B) indiferença.

C) ironia.

D) segurança.

09) (P091088ES) No trecho “Essa ponte agora

A) afirmação.

B) lugar.

C) modo.

D) tempo.

”,

o termo destacado estabelece relação de

10) (P091089ES) Nesse texto, o efeito de humor está no

A) desvio utilizado pelo motorista.

B) material utilizado no conserto da ponte.

C) questionamento do motorista.

D) sorriso irônico da personagem Zero.

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Leia o texto abaixo.

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De bem com a vida

Filó, a joaninha, acordou cedo.

Que lindo dia! Vou aproveitar para visitar minha tia. [ ]

Filó colocou seu vestido amarelo de bolinhas pretas, passou batom cor-de-rosa, calçou os sapatinhos de verniz, pegou o guarda-chuva preto e saiu pela floresta: plecht, plecht

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Andou, andou

e logo encontrou Loreta, a borboleta.

– Que lindo dia!

– E pra que esse guarda-chuva preto, Filó?

É mesmo! – pensou a joaninha. E foi para casa deixar o guarda-chuva. De volta à floresta:

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Sapatinhos de verniz? Que exagero! – disse o sapo Tatá. Hoje nem tem festa na floresta.

É mesmo! – pensou a joaninha. E foi para casa trocar os sapatinhos. De volta à floresta:

– Batom cor-de-rosa? Que esquisito! – disse Téo, o grilo falante.

– É mesmo! – disse a joaninha. E foi para casa tirar o batom.

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Vestido amarelo com bolinhas pretas? Que feio! Por que não usa o vermelho? – disse a aranha Filomena.

É mesmo! – pensou Filó.

E foi para casa trocar de vestido. Cansada de tanto ir e voltar, Filó resmungava pelo caminho. O Sol estava tão quente que a joaninha resolveu desistir do passeio.

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Chegando em casa, ligou para tia Matilde. – Titia, vou deixar a visita para outro dia.

O que aconteceu, Filó?

Ah! Tia Matilde! Acordei cedo, me arrumei bem bonita e saí andando pela floresta. Mas no caminho

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Lembre-se, Filozinha

gosto de você do jeitinho que você é. Venha amanhã, estarei

te esperando com um almoço bem gostoso.

No dia seguinte, Filó acordou de bem com a vida. Colocou seu vestido amarelo de bolinhas pretas, amarrou a fita na cabeça, passou batom cor-de-rosa, calçou seus sapatinhos de verniz, pegou o guarda-chuva preto, saiu andando apressadinha pela floresta, plecht,

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plecht, plecht

e só parou para descansar no colo gostoso da tia Matilde.

RIBEIRO, Nye. Disponível em: <http://migre.me/9WOSW>. Acesso em: 15 dez. 2011. Fragmento. (P050116E4_SUP)

11) (P050123E4) No trecho “Venha amanhã, estarei te esperando

A) o lugar onde a tia da joaninha mora.

B) o modo como Filó irá se vestir para visitar a tia.

C) o momento em que a joaninha irá visitar sua tia.

D) o motivo pelo qual Filó resolveu visitar a tia.

(ℓ. 25-26), a palavra em destaque indica

12) (P050122E4) O trecho desse texto que apresenta uma opinião é:

A) “– Batom cor-de-rosa? Que esquisito!”. (ℓ. 13)
B) “E foi para casa trocar de vestido.”. (ℓ. 18)
C) “

D) “Venha amanhã, estarei te esperando

Filó resmungava pelo caminho.”. (ℓ. 18-19)

”. (ℓ. 25-26)

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Leia o texto abaixo.

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Leia o texto abaixo. P0907 SOUSA, Maurício de. As melhores tiras – Cascão . São Paulo:

SOUSA, Maurício de. As melhores tiras – Cascão. São Paulo: Globo, 2006. (P050374ES_SUP)

13) (P050374ES) No segundo quadrinho, Cebolinha demonstra estar

A) entusiasmado.

B) pensativo.

C) satisfeito.

D) surpreso.

Leia o texto abaixo.

 

Muito antes do celular

Basta olhar com um pouquinho de atenção para o mundo à nossa volta e fica fácil perceber: as tecnologias de comunicação estão cada vez mais presentes em nossas vidas. Telefones celulares com mil e uma funções, internet rápida, tablets, conexão sem fio Enviar e receber informações é o que está por trás de todas essas invenções.

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Cerca de 400 anos atrás, para uma mensagem sair de um lugar e chegar a outro, ela precisava ser escrita em um papel, que era transportado por um mensageiro do lugar onde a coisa aconteceu até o lugar onde estava a pessoa que seria informada sobre aquilo. Uma das maiores invenções humanas, o sistema de correios – surgido na Inglaterra no final do século 17 – permitiu dividir os custos de todas as mensagens trocadas, pois o

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mesmo mensageiro podia entregar vários bilhetes. [ ] No mesmo século, a invenção dos jornais tornou possível receber informações sobre muitas coisas diferentes, que haviam acontecido em lugares diversos. Todas eram transmitidas ao mesmo tempo, graças a uma central (o jornal) que recebia cartas de correspondentes em diversos lugares, o tempo todo.

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Só que, apesar desses dois grandes avanços na forma como as informações podiam ser compartilhadas, as mensagens ainda dependiam da velocidade dos meios de transporte para chegar ao seu destinatário, fosse uma pessoa ou um jornal. A saída inovadora e revolucionária para esse problema foi a invenção da telegrafia (tele

quer dizer “a distância”, e grafia significa “escrita”). Foram elaborados sistemas de semáforos

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em que letras são formadas por bandeirolas dispostas de maneiras específicas. [ ] A partir do final do século 18, na França, foram instaladas “linhas” de semáforos, capazes

de transmitir mensagens ao longo de centenas de quilômetros. [

]

Já em meados do século

19, a descoberta da indução eletromagnética permitiu ligar dois pontos muito distantes por um fio condutor de eletricidade, dando origem à telegrafia por fio. [ ]

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Com o desenvolvimento desta tecnologia, foi possível deitar cabos no leito dos oceanos, conectando todo o mundo através do telégrafo. E esse foi o ponto de partida para o surgimento de meios de comunicação como telefone, rádio e TV. [ ]

Disponível em: <http://chc.cienciahoje.uol.com.br/muito-antes-do-celular/>. Acesso em: 26 ago. 2013. Fragmento. (P090321F5_SUP)

14) (P090324F5) Nesse texto, no trecho “

A) coisas diferentes.

B) grandes avanços.

C) invenções humanas.

D) mensagens trocadas.

que haviam acontecido

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(ℓ. 12), o termo destacado retoma

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Leia o texto abaixo.

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Os índios na atualidade Alguns indígenas brasileiros ainda vivem isolados e sem contato com o homem branco, mas boa parte deles está integrada à vida moderna

19 de abril é o Dia do Índio e, para comemorar a data, é comum que crianças pintem o rosto e façam enfeites que imitam cocares para colocar na cabeça. Esses são dois costumes conhecidos dos índios, mas eles têm muitos outros hábitos que estão se modificando ao longo do tempo. Vários, como tomar banho todos os dias, nós herdamos desses povos,

assim como algumas palavras, como abacaxi e outras que dão nome a cidades por todo o Brasil, como Anhembi, Itacarambi e Itabirito. Hoje, são 230 povos e pelo menos a metade vive quase que exclusivamente das fontes tradicionais (caça e pesca), como os Piripikura que vivem no Mato Grosso, enquanto outros já sabem usar computador, falam português e até atuam como políticos. Como você pode

perceber, não dá para generalizar o modo de viver dos índios porque cada grupo vive de um jeito. Muitas pessoas se lamentam por pensarem que os indígenas estão perdendo sua cultura, por ficarem cada vez mais parecidos com os homens brancos. Mas os indígenas se defendem e dizem que o modo de vida de toda sociedade se transforma com o passar do tempo e, com eles, não poderia ser diferente.

Disponível em: <http://migre.me/rGg63>. Acesso em: 17 abr. 2013. (P050453E4_SUP)

15) (P050455E4) O assunto desse texto é

A) a comemoração do Dia do Índio.

B) a pintura escolar feita na infância.

C) o modo de vida dos índios hoje em dia.

D) o uso de computadores atualmente.

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Leia o texto abaixo.

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Os melhores contos de aventura

Quem nunca leu Moby Dick pelo menos ouviu falar desse super-romance. Está lá, na estante principal da melhor literatura de todos os tempos. “A história de Town-Ho”, incluído aqui em Os melhores contos de aventura, foi publicada originariamente como conto, por volta de 1850. Um ano depois, seu autor – Herman Melville (1819-1891) – o incluiria na

sua monumental obra-prima: a leitura do conto separado, portanto, além de seus méritos como narrativa curta, serve também como uma boa introdução a Moby Dick. E ao estilo consagrado de um autor que nos legou também novelas como Taipi, paraíso dos canibais,

Billy Budd, Benito Cereno e o sempre reeditado e lido Bartleby, o escriturário. Melville, que abandonou a escola aos 15 anos, na sua Nova York natal, e embarcou como camareiro

de bordo para Liverpool, nunca foi um intelectual de gabinete. Dedicou-se à sua grande e estranha paixão, o mar, e depois de muita vivência, escreveu sobre ela, a paixão, ou ele,

o mar-oceano. O resultado disso pode ser visto nesta “A história de Town-Ho” e em Moby Dick. Visto, lido e admirado – com o coração pleno de emoção e aventura. [ ]

Disponível em: <http://veja.abril.com.br/livros_mais_vendidos/trechos/os-melhores-contos-de-aventura.html>. Acesso em: 31 maio 2011. *Adaptado: Reforma Ortográfica. Fragmento. (P090390C2_SUP)

16) (P090391C2) No trecho “

Herman Melville (1819-1891) – o incluiria

A) Moby Dick.

B) o conto “A história de Town-Ho”.

C) o autor Herman Melville.

D) Benito Cereno.

(ℓ. 4), o termo destacado substitui

17) (P090390C2) Nesse texto, algumas expressões como “Moby Dick” estão escritas de forma diferente porque

A) são palavras desconhecidas.

B) são palavras recém-criadas.

C) se referem a nomes de autores.

D) se referem a nomes de livros.

Leia o texto abaixo.

O verde que aquece Algas deverão colonizar fachadas de edifícios e fornecer energia elétrica

Normalmente, elas não são bem-vindas em casas ou edifícios, porque, onde as algas

proliferam, o material de construção sofre danos. No entanto, elas são muito eficientes para utilizar a luz solar, a umidade e o dióxido de carbono para o seu próprio crescimento. Agora, arquitetos alemães querem aproveitar esse potencial e empregar algas como

fornecedoras de energia em um moderno prédio de apartamentos. [ ] As algas devem formar biomassa em elementos de celuloide transparente na fachada do edifício para posteriormente serem bombeadas por canalizações até o porão. Ali, uma miniusina elétrica doméstica gerará gás metano a partir da matéria aquosa. Esse gás volátil, rico em energia, tem uma qualidade semelhante ao gás natural e pode ser queimado

para gerar aquecimento ambiente, bem como energia elétrica. Nesse processo, a queima libera na atmosfera apenas a quantidade de CO 2 que as algas usaram anteriormente para

o seu crescimento. Portanto, a usina alimentada pelos micro-organismos opera de modo climaticamente neutro. [ ]

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Geo. n. 21. Escala. p. 18. *Adaptado: Reforma Ortográfica. Fragmento. (P090931ES_SUP)

18) (P090933ES) Qual é o tema desse texto?

A) Algas aquecedoras.

B) Celuloide transparente.

C) Proliferação das algas.

D) Queima do gás volátil.

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P0907

Leia novamente o texto “O verde que aquece” para responder às questões abaixo.

19) (P090934ES) De acordo com esse texto, as algas são usadas principalmente para

A) alimentar a usina.

B) gerar energia elétrica.

C) produzir gás metano.

D) proliferar materiais.

20) (P090932ES) O objetivo desse texto é

A) alertar sobre o uso de algas dentro de casa.

B) ensinar como construir uma fachada de edifício com algas.

C) descrever o trabalho dos arquitetos alemães.

D) informar sobre um projeto que utilizará algas que fornecerão energia.

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