Você está na página 1de 291
Jf / Problems Cs Engenharia Mecanica Estatica Mais de 630 problemas resolvidos = Explanac6es concisas de todos os conceitos = Inclui triada ortogonal de vetores unitarios, resultante de sistemas de forcas distribuidas, dos sistemas nao coplanares de for: do diagrama de cortantes e declividade do diagrama de momentos E.W. Nelson, C.L. Best, W.G. McLean, Merle C. Potter E. W. NELSON graduou-se como B.S.M.E. e M.Adm.E. pela New York University. Ensinou Engenharia Mecanica na Faculdade de Lafayette e, mais tarde, integrou a consultoria em engenharia da Wester Electric Company (atualmente Lucent Technologies). Aposentado, deixou a Western Electric, ¢ atualmente € membro da Sociedade Americana de En- genharia Mecanica. Detém o titulo de Professional Engineer e é membro de Tau Beta Pi e Pi Tau Sigma, CHARLES L. BEST ¢ professor emérito da Faculdade de Engenharia de Lafayette. Graduou-se B.S.M.E. em Princeton, M.S. em Matematica pelo Instituto Politéenico do Brooklyn e é Ph.D. em Mecdniea Aplicada pelo Istituto Poitenico «da Virgina. E coautor de dois vos de Engenharia Mecnica ede outro de programagio em FORTRAN, para estudantes de engenharia, Emembro da Tau Beta W. G. MeLEAN ¢ diretor emérito da Faculdade de Engenharia de Lafayette, Graduou-se B.S.M.E, pela Faculdade de Lafayette e SoM. pela Brown University. E Eng. D. honorério da Faculdade de Lafayette. E coautor de dois livros em ‘engenharia mecfinica, ex-presidente da Sociedade de Profissionais de Engenharia da Pennsylvania e participante ativo nos comités de normalizago ¢ padronizagio da Sociedade Americana de Engenharia Mecdnica. Detém 0 titulo de Pro fessional Engineer e é membro de Phi Beta Kappa e de Tau Beta Pi. MERLE C. POTTER graduou-se B.S. ¢ MS. pela Universidade Tecnolsgica de Michigan, B.S. e Ph.D. pela Univer- sidade de Michigan, E autor de livros em Mecinica dos Fluidos, Termodindmica, Ciéneias do Calor, EquagSes Diferen- ciais, Matematica Avangada em Engenharia e Resisténeia eos Materiais,além de revisor téenico de inimeros cadernos de exames para engenheiros. Suas pesquisas envolvem estabilidade de escoamento de fluidos € t6picos relacionados 2 ‘energia, Além de receber viros prémios na drea do ensino, a ASME o premiou com a Medalha de Ouro James Harty Potter em 2008. E professor emeérto de Engenharia Mectinica na Universidade Estadual de Michigan e continua a escre- ver ejogar golf TOR, aR ag aa eRe. — 0 namaro™ E57. Engenharia mecinica {recurso eletrOnico]: esttiea/E, W, Nelson . et al]: tradugdo: Jose Benaque Rubert:revisio téenica: Walter Libardi, ~ Dados eletrnicos, - Porto Alegre Bookman, 2013 (Colegio Schaum) Ealtado tamipém como livro impresso em 2013, ISBN 978-85-8260-043-6 1. Engenharia mecinica. 2, Estitica I. Nelson, E,W. DU 6215312 ‘Catalogago na publicagdo: Ana Paula M. Magnus —-CRB 10/2052 E. W. Nelson W. G. McLean Engenheiro Supervisor Aposentado Diretor Emérito de Engenharia Western Electric Company Faculdade de Lafayette Charles L. Best Merle C. Potter Professor Emérito Professor Emérito de Engenharia Mecanica Facufdade de Lafayette Universidade Estadual de Michigan Engenharia Mecanica Estatica ‘Tradugio Jose Benaque Rubert Doutor em Engenharia Civil pela Universidade de So Paulo Doutorem Programa Sanduiche pela Université Poltéenica de Catalunya Intemational Center For Numerical Meth Professor adjunto coordenador do curso de Engenharia Mecinica da UFSCAR Revis Walter Libardi Doutor em Engenharia Civil pela Universidade de Sio Paulo Pés-Doutor pela Northwestern University/USA, Professor associado do Departamento de Engenharia de MateriaivUFSCAR 10 t6enica Versio impressa desta obra: 2013 2013, ‘Obra originalmente publicada sob o titulo Setaaumn’s Outline of Engineering Mechanics: States ISBN 007 1632379/9780071632379 (Original edition copyright ©2010, The McGraw-Hill Companies.Inc., New York, New York 10020 Al rights reserve. Portuguese language translation copyright ©2013 Bookman Companhia Editora Lida., a Grupo A Educagio S.A. company. Al rights reserved. Gerente editorial: Arsinha Jacques Affonso Colaboraram nesta edigao: Coordenadora editorial: Denise Weber Nowaczyk Capa: VS Digital (arte sobre capa original) Leitura final: Maria Eduarda Fet Tabajara Editoragio eletrinicu: Techbooks Reservados todos os direitos de publieagio, em lingua portuguesa, & BOOKMAN EDITORA LTDA., uma empresa do GRUPO A EDUCAGAO S.A. Ay. Jeronimo de Ornelas, 670 ~ Santana ‘9000-340 ~ Porto Alegre ~ RS Fone: (51) 3027-7000” Fax: (51) 3027-7070 E proibida a duplicacao ou reprodusio deste volume, no todo ou em parte, sob quaisquer formas ou por quaisquer meios (eletOnico, mecinico, sravagao, otoedpia, distribuigo na Web «© outros), sem petmissdo expressa da Eiitora, Unidad S30 Paulo Av. Embaixador Macedo Soares, 10.735 ~ Vila Anasticio ~ 05095-0835 ~ Sao Paulo ~ SP Fone: (11) 3665-1100 Fax: (11) 3667-1333 lho 5 ~ Cond. Espace Center ‘SAC 0800 703-3444 — wows grupoa.com.br IMPRESSO NO BRASIL. PRINTED IN BRAZIL. Prefacio Este livro se destina a complementar os textos tradicionais, principalmente ajudando estudantes de engenharia e de ciéncias a aprofundar o conhecimento ¢ a proficiéncia em Estitica, Ele se baseia na convicgaio que os autores tém de que uma boa quantidade de exereicios resolvidos € uma das melhores formas de esclarecer os prine‘pios, Embora este livro ndo se relacione precisamente com qualquer outro texto, os autores sentem que ele pode ser um valioso complemento para todos eles As edigdes anteriores deste livro foram muitos bem aceitas. Esta ediglo utiliza apenas unidades do SI. Os auto- res procuraram usar conhecimentos de matemitica acessiveis a estudantes de nivel intermedirio. Portanto, a abor- sagem yetoral éuilzada apenas em capitals ond el simpli a pat tesrca ea solugdo de problemas, Por ‘outro lado, nio hesitamos em utilizar 0 método escalar,jé que ele redunda em solugdes perf para a maioria dos problemas. O capitulo 1 é uma revisio completa das operagGes vetoriais e definigées minimas necessérias para todo o livro, ¢ aplicagdes deste capitulo introdut6rio so feitas a0 longo de todo liv. 0s tépicos dos capitulos eorrespondem ao material frequentemente estudado em cursos de Estiica tradicio- nais. Cada capitulo comega com definigdes e principios pertinentes. O material do texto € sezuido por conjuntos selesionados de problemas esolvidos ¢de problemas complementares, Qs problemas resolvidos ilustram e am- pliam a teoria, apresentam métodos de andlise, proporcionam exemplos praticos e colocam detalhes dos pontos, importantes, habilitando o estudante a aplicar de forma correta e contivel os prineipios bisieos. Virias dedugdes de formulas sio derivadas nas solugdes dos problemas resolvidos. Os muitos problemas complementares destinam- se a revisar os contetidos abordados em cada capitulo. Ori 4 primeira parte de Eng Schaum's. Tomou-se a decisio de separar a Estética ¢ a Dindmica em dois livros, porque os curriculos das cursos de engenharia oferecem essas disciplinas separadamente. O material sobre momentos de primeira e segunda ordem dos dois titimos capitulos geralmente incluem-se:na disciplina de Estétiea, mas so utilizados quando se estuda a “Resistencia dos Materia” e a “Dinimiea’. A incluso deste material na diseiplina de “Estética” poupa tempo em amas as disciplinas. Ele pode ou nio estar inclufdo em uma disciplina de esttic Na primeira edi sadeceram a Paul B. Eaton e a J. Warrem Gillon. Na segunda edigio, os auto- res receberam criticas ¢ sugestdes tteis de Charles L. Best ¢ de John W. McNabb, Ainda naquela edi, Larry Freed e Paull Gary verificaram a solugio dos problemas. Para esta quinta edigio, os autores agradecem William Best por verificar as soluges dos novos problemas e por revisar 0 novo material adicionado. Pela digitacio dos manuscritos da terceira e quarta edigdes, estamos em débito com Elizabeth Bullock nalmente, este livro er nharia Mecdnica Extatica ¢ Dindmica, da Colegio 10,08 autores: E,W. Nelson C.L. Best W.G. McLean MC. Potter CAPITULO 1 CAPITULO 2 CAPITULO 3 CAPITULO 4 CAPITULO 5 CAPITULO 6 Vetores 1.1 Definigdes 1.2 Adigdo de vetores 1.3 Subtragio de vetor 14 Vetor zer0 15 Composigiio de vetores 1,6 — Multplicagao de vetores por escalares 1.7 Trfada ortogonal de vetores unitérios 18 Vetor posigao 19 Produto escalar 1.10 © produto vetorial LI] Céleulo vetorial 1.12 Unidades e dimensdes Operagées com Forgas 21 23 26 ‘0 momento de uma forga Oconjugado ‘0 momento de um conjugado Substituindo uma fore Sistemas de forgas coplanares Notas Resultantes dos Sistemas Coplanares de Forgas 3 33 34 35 Forgas coplanares Sistemas concorrentes Sistemas paralelos Sistemas ndo concorrentes e no paralelos Resultantes de sistemas de forgas distribuidas Resultantes dos Sistemas nao Coplanares de Forgas 41 42 43 44 4s Equi sil 53 Sistemas de forgas ndio coplanares Resultantes das Forgas de um sistema naio coplanar Sistema concorrente Sistemas paralelos Sistema ndo concorrente, nfo paralelo brio de Sistemas de Forgas Coplanares Equilibrio de sistemas de forgas cop Elementos de dupla-forga Sistemas concorrentes Sistemas paralelos Sistemas no concorrentes e nao paralelos Observagdes ~ diagramas de corpo livre ibrio de Sistemas de For¢as nao Coplanares Equilibrio de sist Sistemas concorrentes nas de forgas néio coplanares 1 1 1 3 3 4 4 5 68 69 98 98 98 <-> CAPITULO 7 CAPITULO 8 CAPITULO @ susno 63. Sistema paralelo 6A Sistemas nio concorrentese no paralelos Treligas e Cabos TL Treligase cabos 72 Treligas 73° Cabos Esforcos em Vigas 8.1 Vigas 82 Tipos de vigas, 83 Cortante e momento 84 Diagramas de cortante e momento 85. Declividade do diagrama de cortantes 8.6 Variagdo na cortante 8.7 Declividade do diagrama de momentos 8.8 Variagdo no momento Atrito 9.1 Conceitos gerais 9.2 Leis do atrito 9.3, Macaco de parafuso 94 Correia de atritoe cintas de freio 9.5 Resisténcia a0 rolamento CAPITULO 10 Trabalho Virtual CAPITULO 11 10.1 Deslocamento virtuale trabalho virtual 10.2 Equilibrio 10.3 Equilibrio estavel 10.4 Equilibrio instavel 10.5 Equilibrio neutro 10.6 Resumno do equilibrio Centroides e Momentos de Primeira Ordem ILI Centroide de uma segio composta 11.2 Centroide de quantidades continuas 11.3 Teorema de Pappus Guldinus 114 Centro de pressio CAPITULO 12 Momentos de Inércia APENDICE A APENDICE B INDICE 12.1 Momento de inéreia de uma érea 12.2 Momento de inéteia polar de uma dea 12.3. Produto de inéreia de uma érea 124 Teorema dos eixos paralelos 125 Areas compostas 12.6 Sistemas de eixos rotacionados 12.7. Cireulo de Mohr 12.8 Momento de inéreia de massa 129° Produto de inéreia de massa 12.10 Teorema dos cixos paralelos para a massa 12.11 Massa composta Ul Momentos de Primeira Ordem e Centroides lades em SI 98 99 118 ns us 9 139 139 139 139 140 140 141 14 141 150 150 151 151 152 152 184 184 Ist 184 185 185 136 199 19 19 200 201 235 235, 235, 236 236 27 237 238 238 239 239 Vetores 1.1 DEFINIGOES Grandezas escalares possuem apenas magnitude: o tempo, o volume, a enengia, a massa, a densidade e o trabalho so alguns exemplos, Escalares somam-se pelo método algébrico usual, por exemplo, 28 +75 = 9s; 14 kg — Ske = 9 kg. Grandezas vetoriais possuem magnitude e direcio"; os exemplos sio a forca, 0 deslocamento, a velocidade. Um vetor é representado por uma seta e um seu comprimento nla a magnitude do vetor. O simbolo que indica um vetor & formatado em nk cmplo, PA mag- epresentada por [P| ou P. Frequentemente, em manuscritos, usaremos P. Um veror livre pode ser trasladado para qualquer posigZo no espago desde que se mantenham a mesma dirego ce magnitude, ‘Um vetor deslizante pode ser posicionado em qualquer ponto ao Tongo da sua linha de agio, Pelo principio da transmissibilidade, 0s efeitos externos de um vetor deslizante permanecem os mesmos. Um veror fixo deve permanecer sempre no mesmo ponto de aplicagao. Um vetor unitdrio € um vetor cujo comprimento € a unidade. Ele & representado por i, n, ou na form cerita por i, fi Onnegativo de um vetor P é um vetor ~P que tem a mesma magnitude e a mesma diregao, porém o seu sentido ulo dado, A orientafio da seta indica 0 sentido, ito, por € 0 oposto, A resultante de um sistema de vetores € a menor quantidade possivel de vetores que pode substituir um sistema dado, 1.2 ADIGAO DE VETORES (a) A regra do paralelogramo determina que a resultante R de dois vetores Pe Q é a diagonal do paralelogramo do qual P e Q slo os lados adjacentes. Os trés vetores, P, Qe R, si Pe Q silo também denominados componentes de R. 10 concorrentes, como mostra a Fig. I-1(a), a, | Figura 1-1 Adicao de vetores. * Entende-se que a dirego inelui 0 Angulo que a Tinka de ago do vetor forma com a referencia dada eo sentido do vetor 30 Jongo dessa linha de agio, EB eicnsrn tccincac scien (b) Se 0s lados do paralelogramo da Fig. 1-1(a) forem perpendiculares, os vetores Pe Q serio chamados de com- ponentes retangulares do vetor R. As componente’ retangulares esto ilustradas na Fig, 1-1(b). As magnitudes das componentes retangulares so dadas por Q=Reos 6 a aay P = Reos(90° ~ 6) = Rsen d (0) Regra do tringulo. Posicione a origem de um vetor na extremidade da seta do outro vetor. O vetor resultante seri obtido unindo a origem do primeiro vetor & extremidade da seta do segundo vetor. A regra do tridngulo resulta da regra do paralelogramo, os lados opostos do paralelogramo sio vetores livres, conforme mostra a Fig. 1-2 Figura 1-2 A egta do triangulo. (d) A adigdo de vetores & comutativa; ie.,P +Q=Q +P. 1.3 SUBTRACAO DE VETOR A subtragdo de um vetor é efetuada adicionando o negativo desse vetor: P-Q=P+(-Q 2) Note também que P+ Q)= P-Q 1.4. VETOR ZERO O ve1or zerv€ obtido quando um vetor € subtraido de si mesmo; ic, P — P = 0, Também é chamado de vetor nulo, 1.5 COMPOSIGAO DE VETORES A composigdo de vetores & 0 processo pelo qual se determina a resultante de um sistema de vetores. Um polfgono de vetores & desenhado posicionando a origem de cada vetor na extremidade da seta do vetor precedente, conforme ‘mostrado na Fig. 1-3. A resultante é obtida conectando a origem do primeiro vetor & seta do tiltimo vetor. Como serd mostrado adiante, nem todos os sistemas de vetores reduzem-se a um tinico vetor. Uma vez. que a ordem na «qual os vetores sao dispostos ¢ imaterial, para trés vetores P, Qe S dados, verifica-se que R=P+Q4S=P4+Q+S =P+(Q+S)=(P+5)+Q (3) Carmo + Veores © <> A equagiio dada pode ser estendida para qualquer niimero de vetores. Figura 1-3 Composicao de vetores. 1.6 MULTIPLICAGAO DE VETORES POR ESCALARES (a) 0 produto de um yetor P por um escalar m & 0 vetor mP cuja magnitude ¢ || vezes a magnitude do vetor Pe set orientado de acordo ou em oposicio a P, dependendo de m ser postivo ov negativo. (b) Outras operagdes com os escalares men sio (nb mP = mP + nP- m(P + Q) minP) (a) 1.7. TRIADA ORTOGONAL DE VETORES UNITARIOS Uma rriada ortogonal de vetores unitérios i,j e k é formada por vetores unitérios nas diregdes dos eixos x, ye: respectivamente, Um conjunio de eixos dextrorso & mostrado na Fig. 1-4 Ovvetor P € escrito como P= + P+ Pe as onde Pi, Pyje Pk sto as componentes de P nas diregbes dos eixos x, ye z, respectivamente, conforme mostrado na Fig. Observe que Py £05 8,, Py= Pecos 8, P.= P cos 6. econ tecitoce estica f p= Figura 1-4 Vetores unitarios I, Jk. Figura 1-5 Componentes do vetor P. 1.8 VETOR POSICAO. O vetor posigda F de um ponto (x, y, 2) no espago & escrito como reaityj tok a6) onde r = yiP Fy +H, ver Fig. 1-6. 1.9 PRODUTO ESCALAR produto escalar de dois vetores Pe Q, denotado por P+ Q, é uma quantidade escalar e ¢ definida pelo produto dos médulos dos dois vetores e do cosseno do dngulo 8 entre eles (ver Fig, 1-7). Portanto, P+Q=PQcos8 ay Figura 1-6 0 vetor posicao F. Figura 1-7 0 angulo 8 entre os vetores. Casio 1 + Veroxes © <> As regras a seguir aplicam-se aos seguintes produtos escalares, onde m & escalar: P-Q=Q-P P-(Q+S) *Q+P°S 3 P+Q-S+T) +(S+T)+Q-(S+T)=P-S+P*+T+Q-S+Q-T m(P + Q) = (mP)+ Q = P+(mQ) Desde que i,j ¢ k sejam ortogonais, ej =f-k=J-k = ({1)e0890" =0 o iei=jej=k-k =(1)(1)cos0” Também, se P= Pit Pj + Pike Q = Qa + O45 + O.k.emta0 P-Q=P.Q, + P,Q, + PO: (1.10) PP=P=P4R4P As magnitudes das componentes do vetor P na direcio dos eixos retangulares pode ser escrita por Pp=Pri Py=P+j PL=Pok aay e, exemplificando, Pit Pri + Pek) i= Pe +0+0=Py ‘Analogamente, a magnitude de uma componente de P em qualquer direcio L pode ser dada por Pe,. onde e, €0 vetor unitirio na direcdo L. (Alguns autores utilizam u para designar vetores unitirios.) A Fig. 1-8 mostra um plano que passa pela origem A e outro plano que passa pela seta B de um vetor P, ambos 0s planos perpendiculares A diregio L. Os planos interceptam a linha L nos pontos Ce D. O vetor CD & componente de P na diregio Le sua magnitude seri igual a P+ €, = Pe, cos 8 AplicagSes desses prineipios podem ser encontradas nos Problemas 1.15 e 1.16. Figura 1-8 Componente de P na diregao de uma linha, 1.10 © PRODUTOVETORIAL 0 produto verorial de dois vetores P e Q, denotado por P x Q,é um vetor R cujo médulo € dado pelo produto dos mdulos dos dois vetores e o seno do Angulo entre eles. O vetor R = P x Q é normal ao plano que contém Pe Q, EB ccccnsstecitucn:Esrirca com diregdo e sentido dados pela regra da mio direita quando aplicada girando de P para Q segundo 0 menor &ngu- lo Bentre eles. Assim, se € € um vetor unitiio que dé a diregaio de R= P x Q, 0 prexuto vetorial pode ser escrito R=PxQ=(POsene 0< 8 = 180 (1.12) A Figura 1-9 indica P x Q= ~ Q x P (no comutativa). @ o Voxrerxg Figura 1-9 Produto vetorial entre dois vetores. As seguintes regras aplicam-se aos produtos vetoriais, com m escalar: Px(Q+S)=PxQ+PxS P+ Q)xS+T)=PxS+N+Qx S41) ae PxS+PxT+QxS+QxT : m(P x Q) = (mP) x Q = P x (nrQ) ‘Uma vez que i, je k sio ortogonais, ixisjxjokxk=0 au ixj ixk=i kxisj eseP= Pi +P G+ PKe Q=Qi+Q,5+ O-kentio ik Px Q= (P,Q. P.Q))i+ (P.O. ~ P.O + (P.O, ~ P,Q.) Py P. (15) @ ara a demonstragdo desse produto vetorial, veja o Problema 1.12, 1.11 CALCULOVETORIAL (@) A diferenciagdo de um vetor P que varia com rel seguinte forma, Facamos P = P(); isto €, P é uma funeao do tempo 1. Um acréscimo AP em Pa medida que o tempo vai det para (1 + At) é dado por io a uma grandeza escalar, assim como 0 tempo, € feita da AP = PU+ An - PCO Entao. ae ap a, AP +40) dt ano At ny (1.16) Casio 1 + Veroxes. | —____< > Se P(s) = Pai + P,j + Pk, onde P,, Py € P- sto fungbes do tempo f teremos AP gg Pet APDL+ (Py + APIA + (P. + APIK— Pu - Pyj Pk ar = dim ry = ji APEHARG+ AP _dPL Pe dP. =a a alata As sepuintes operages sero vidas: d dP dQ art? aia d aP dQ ae Og Oh (18) d aP aQ fex@=Fxarex® d dP dd . gp) = 6 + 42P onde uma fongioescalar der () A integracao de um vetor P que varia com relagio a uma grandeza escalar, da conforme segue. Seja P = P(): isto €, P & uma fungao do tempo t. Ei im como o tempo f, seri efetua- [rode [car nir racer Padvei[ Pdr] Poa 9) 1.12 UNIDADES E DIMENSOES No estudo da mecinica, as caraeteristicas de um corpo ¢ seus movimentos podem ser descritas em termos de um, conjunto bisico de grandezas designadas por dimensOes. Nos Estados Unidos, os engenbeiros geralmente empre~ ‘gam um sistema gravitacional baseado nas dimensdes de forca, comprimento e tempo. Em muitos paises, usa-se 0 sistema absoluto no qual as dimensoes consideradas so a massa, 0 comprimento ¢ 0 tempo. Existe uma tendéncia dde que também nos Estados Unidos cresga o uso deste segundo sistema, ‘Ambos 0s sistemas derivam da segunda lei de Newton sobre o movimento, a qual escreve-se como R=ma (1.20) onde R é a resultante de todas as forgas que atuam em uma particula, a éa aceleragdo da particula, ¢ m é uma cons tante de proporcionalidade chamada de massa 0 Sistema Internacional (SI) No Sistema Internacional (S1)*a unidade de massa é 0 kilograma (kg), unidade de comprimento é o metro (m)e a unidade de tempo € o segundo (s). A unidade de forga & 0 Newton (N), que € definida como sendo a forga que acelera uma massa de um kilograma a um metro por segundo ao quadrado (ms*), Portanto IN = (1kg) (1 m/s*) = Lkg m/s? (21) 1m aerOnimo para Systéme International d'Unités (sistema mético internacional modernizado). scons tccincac sien ‘A massa de um 1 kg que cai livremente proxima a superficie terestre experimenta uma aceleraclo gravitacio- nal que varia de ponto para ponto. Neste livro, assumiremos um valor médio igual a 9,80 m/s?, Portanto, a forga sravitacional que atua em | kg de massa vem a ser W = mg = (1 kgX9,80 m/s?) = 9,80 kg - m/s? = 9,80N (1.22) [Naturalmente, os problemas da estitica envolvem forgas; mas, nos problemas, a massa dada em quilogramas no € uma forga. A forga gravitacional agindo na massa é o que devemos utilizar. Em todo trabalho onde a massa esta envolvida, o estudante deve lemibrar-se de multiplicar a massa em quilogramas por 9,80 mis" para obtera forga _gravitacional em newtons. Uma massa de 5 kg é submetida a uma forca gravitacional de 5 x 9,8 = 49 N. Ao resolver os problemas da esttica, a massa pode no ser mencionada. F importante notar que a massa em 4uilogramas ¢ uma constante para um dado corpo. Na superficie da Lua, a mesma massa dada softer a ago de ‘uma forga gravitacional de cerca de um sexto daquela observada na Terra, O estudante deve notar também que, no SI, 0 milimetro (mm) € a unidade padrao para designar medidas de ccomprimento em desenhios de engenharia, O uso dos centimetros ¢ tolerado no sistema SI e ser usado quando for conveniente representar medidas com menos zeros, Além disso, um espago em branco deve ser deixado entre 0 _timero e o simbolo da unidade, isto €, 2,85 mm, no 2.85mm. Ao usar cinco ou mais algarismos, represente-os, «em grupos de trés, comegando a partir do ponto que separa os decimais assim como em 12.830 008. Nao use las no SL. Um niimero com quatro algarismos pode ser escrito sem o espagamento mencionado desde que ele nao faca parte de uma coluna onde hi niimeros com cinco ou mais algarismos. ‘Tabelas com as unidades do SI, prefixos do SI fatores de conversio para o sistema métrico moderno (SI) es- {0 inclufdas no apendice A. Nesta sexta edigio, todos os problemas estdo formulados em unidades do SI Terminamas esta segio com comentérios sobre algarismos significativos. Na maior parte dos eilculos esta envolvida alguma propriedade dos materiais. As forgas que agem nos elementos estruturais € nas maquinas que sio de interesse para a Estética sio determinadas por meio desses célculos. As propriedades dos materiais sao forneci- das em geral com quatro algarismos significativos e eventualmente com trés, Como consequéncia, os dados forne- Cidos nos problemas sio precisos até oterceiro algarismo significativo ou, possivelmente, até o quarto digito signi- ficativo. Portanto, ndo é apropriado exprimir as respostas com cinco ou mais algarismos significativos. Nossos cleulos serio tao precisos quanto os algarismos significativos minimos. Por exemplo, usamos a acelerago da sravidade dada por 9,80 mvs", apenas tres digitos significaivos. Uma dimensio igual a 10 mm € considerada pre isa até trés ou no maximo quatro algarismos significativos. E frequentemente aceitivel exprimir as respostas uti= lizando quatro algarismos significativos, mas nao cinco ou seis. O uso de calculadoras pode fornecer até oito. O engenheito geralmente nao trabalha com cinco ou seis algarismos significativos. Observe que se o primeiro digito significativo em uma resposta for 1, ele ndo sera considerado como algarismo significative, ou seja, 124.8 ter és algarismos significativos. Problemas Resolvidos 1.1 Encontre, no plano, a resultante de uma forga de 300 N a 30° e de uma forea de ~250 N a 90° utilizando 0 étodo do paralelogramo. Veja a Fig. 1-10(a). Adicionalmente, determine 0 Angulo a entre a resultante e 0 €ixo y. (Os Angulos so sempre medidos no sentido anti-hordrio com inicio no eixo x positive.) Solugdo Desenhe tm esquema do problema, ni necessariamente em escala. © sinal menos indica que a forga de 250 N age na diregio de uma linha que Forma 90” a contar da origem. Iso & equivalente a uma forga positiva de 250 N na direglo de ‘uma linha que forma 270° com a mesma origem, de acordo com o prinejpio da transmissibilidade, ‘Como mostrado na Fig. 1-10{b), posicione a extremidade inicial dos dois vetores em urn mesmo ponto. Complete © paralelogramo. Considere 0 tingulo cujo lado esténo eixo y, na Fig. 1-10(b)- Os lados desse tringulo slo R, 250. 300. 0 ngulo entre os lados de 250 e 300 € 60°. Aplicando a lei ds cossenos, 100" + 250" ~ 2(300)250) 0860". R 78.3 Agora, aplicando a lei dos senos, 300 Sena sen 607 Casio 1 + Veroxes. © <> Observago: Se as forgas ¢ 0s ngulos forem desenhados em escala, a intensidade de Re ngulo a poderio ser medi- dos no desenho, 250 300 Sy @ o Figura 1-10 1.2. Use a lei do trigngulo para o Problema 1.1. Veja a Fig. 1-11 Solucao. E indiferente qual vetor ser escolhido primeiro. Use a forga de 300 N. A seta desse vetor, posicione a extremidade do vetor orga de 250 N. Desenhe a resultant iniciando na extremidade do vetor forga de 300 N e terminando na seta do vetorforga de 250 N, Usilizando o tiingulo mostrado, os resultados sero os mesmos daqueles do Problema 1.1 Figura 1-11 13 A resultante de duas forgas no plano é 400 N a 120°, conforme mostrado na Fig. 1-12. Uma das forgas & de 200 N a 20°, Determine a forga Fe 0 angulo a. Solugao. Escolha um ponte pelo qual assem resultante ea forga de 200 N dada, Desene a forgu que can dada e da resultante, Essa forga representa a incégnita F resultado ¢ obtido aplicando as leis da trigonometria. O angulo entre Re a forga de 200 N & 100°, e, pela Lei dos Cossenos, a forga F desconhecida & as seta da forga Figura 1-12 icons tccincac sien Entio, pela lei dos Senos, o Angulo a & determinades 477 _ 200 » Sen107 sen” 1.4 Em um plano, subtraia a forga de 130 N a 60° da forga de 280 N a 320°. Veja a Fig. 1-13, Solugao | forga de 280 N a 320° adicione w negativa da forga de 130 N a 60". A resultant éobtid conforme segue: BP = 280° + 130" ~ 20280130) 08 100°. R= 329 A.Lei dos Senos nos permite encontrar a 329130 Sen 100° ~Sen a= 29) Portanto,R forma com o eixo.x um ngulo de ~ 62.9°. Figura 1-13 Determine a resultante do seguinte sistema coplanar de forgas: 26 N a 10°; 39 N a 114°; 63 Na 183°: 57N 261°, Vejaa Fig. 1-14, Solugao Este problema pode ser resolvide utilizando a nogio de componentes retangulares. Decomponha cada forga na Fig. 1-14 nas suas componentes.xe y. Uma vez que todas as componentes em x so colineares, elas podem ser adicionudas algebricamente, assim como as componentes em y. Agora, se as componentes em xe y orem somadas, as duas somas formario as componentes xy da resultante. Portanto 26cas 10° + 39¢0s 114° + 630s 183° + $7.08261 N Ry = 26 sen 10° + 39sen 114° + 63 sen 183° +57 sen 261° = —19,5 Casio 1 + Vetoes. © <> ON SIN Figura 1-14 igual a 10 N na diregdo OH. A forga F atua a 60° do eixo 1.6 NaFig. 1-15, a componente retangular da forga F x positiv. Qual € 0 médulo da forea? Solugao ‘A componente de F na ditegio OH & F eos 0. Assi 10.35 N F eos 15° = 10, Figura 1-15 1.7 Um bloco de 80 kg € posicionado em um plano inclinado de 20° com a horizental. Qual é a componente _gravitacional (a) normal ao plano inclinado ¢ a (b) paralela ao plano inclinado? Veja a Fig. 1-16. Figura 1-16 EB crccrusuntecitncn:Escirca Solugao (@) A componente normal forma um dngulo de 20° com o veto forgagravitacional (0 peso), 0 qual tem médalo de '80(9,8) = 784 N. A componente normal é F, = T8Ac0820 (®) A componente paralela & Fy = 784.c0s 70" LBA forga P de 235 N atua formando um Angulo de 60° com a horizontal em um bloco que repousa em um, plano inclinado de 22°. Determine (a) as componentes vertical e horizontal de P e () as componentes de P perpendicular ¢ contida no plano, Veja a Fig, 1-17(a) Solugao (@) A componente P, sua para a esquerdae vale Py = 2850860" A componente vertical P,atua para cima e vale P, = 238 sen 60) cconforme mostrado na Fig. 1-17(b) () A componente Pj paralela ao plano & Py = 235.c0s(60' — 22°) = 185N agindo para cima no plano: A componente P normal ao plano & Py =235sen 38 145 cconforme mostrado na Fig. 1-17(@). 235N « ” © Figura 1-17 19. Astrés forgas mostradas na Fig. 1-18 produzem uma forga resultante de 20 N atuando para cima, na diregao doeixo y. Determine o médulo de F e P. Solucao. Para que a resultante seja uma forga de 20 N para cima, na direglo do eixo y.R, ‘componentes em.x deve ser igual a componente x da resultante: 20. Como a soma das Ry = P0830" — 90 c05 405 ET rccnusmtecitucn: Esririca 1.11 Determine as componentes x, ye z da orga de 100 N que passa pela origem e pelo ponto (2, 4, 1). Expri- ma o vetor em termos dos vetores unitiios i, Je K. Solugao (0s cossenos dretore da linha de ago da forga so 08 0, . 0437 cos, 0873 cos. = 0,381 Vor +(aP +0 Assim, Py = 43,7 N, Py = “87.3 N, P.= 218. O vetor PE P= 43,71 ~ 87,3) 421.8kN 1.12. Mostre que o produto vetorial entre dois vetores P e Q pode ser escrito como ik PxQ=|—R, PP. Q ®% @ Solugao Escreva os vetores dados na forma de suas componentese expands o produto vetorial para obler Px Q=(Pi+ Pit Pik) x (Q4+Q,5+ 0:8) (PLO x 1+ (PaO) x5 + (PLO xk +P, QdI x E+ (PQA xT + PQ) x + (P.QuK 1+ (PLO) x 5+ (P.OIK Xk Masi xb=Jxjokxk=O:elx jokes xt =k.ete. Assim, Px Q = (P.Q,)k = (P.0.)) — PyQ)K + (P/O. (P.O) = (P.O Esses termos podem ser agrupados como Px Q=(P,Q.~P.Q+ (P.O, — POM + (P.O, ~ P,QIK ‘una forma de um determinant como jk PxQa|P, BP. 2 a Seja cuidadoso e observe que as componentes escalares do primeiro vetor Pno produto vetoral devem ser escri- ‘sna linha do meio do determinant, 1.13 A forca F = 2,631 + 4,28) — 5,92k N atua passando pela origem. Qual é o médulo dessa forga e qual 0 Angulo que ela forma com os eixos x, ye 2? Solugao 1d 115 116 17 118 Casio 1 + Vetoes. © <5 F> Encontre o produto escalar de P = 4,82i — 2,33} + 5.47kNeQ= 2,814 ~ 6.095 + 1,12k m. Solugao P6Q= PQ. + PO, +P.Q. = (4.82281) + (-2.33)(—6.09) + (SAT) 672N-m Determine 0 vetor unitério e, para a reta L com origem no ponto (2, 3,0) e que passa pelo ponto (—2, 4, 6). Em seguida, determine a projecio do vetor P = 24 + 3j — k na direglo da retaL. Solugao. segmento de reta L varia de +2 a ~2 na diregdo x, ou uma variagio de ~4. A variago na diregao y €4 Variagdo na diregio de = € 6 — 0 = 6.0 vetor unitirio & = at oe 0.5491 40,1375 + 0.823K A projegio de P, entdo,¢ Pe, = 2(-0,549) + 3(0,137) — 100,823) = -141 101 — 8) + 14K N na diregdo da reta L com origem no ponto (2, Determine a projegio da forca e que passa pelo ponto (5, 2, 4). Solugao 0 vetr unio na diego dara Lé VETO = 02901 +0672) —0677k A projegio de Pem Lé 101 ~ 8} + 14k) «(0.291 + 0.677) - 0.677) = 2,90 ~5.42—9,48 = -12.0N (0 sinall menos indiea que a projeso esté no sentido oposto ao da orientagio de Encontze o produto vetorial de P= 2,85i + 4,67j ~ 8,09k me Q +4405 + 533KN, Solucao. ijk) |i Gok PxQ=/Pe Py P. 467-809) Q 2, 0.| [283 446 53, = (4.67)53.3) ~ (44.6)(—8.09)] ~ j(2.85)53.3) ~ 28.3)(-8.09)] + KI2.85\44,6) — (28,314,671 = 1249 + 361) — j(152 + 229) + K(127 — 132) = 6104 ~ 381) ~ SKN-m Determine a derivada no tempo do vetor posigio r = si + 6y°j ~ 3k, onde i,j, k slo vetores fixos, Solugao ‘A derivada no tempo 6 at _ ds, sy dv, de ey sayy Eq aah aS ae ER crccrusmtecitucn:Esrinca 1.19 Determine a integral no tempo do tempo 1, = 1s até 0 tempo ts = 3 s do vetor velocidade v= Fi +29 —k m/s onde i,j ek sio vetores fixes, Solugiio 424) — kya tj] max] a= 8.6714 8.0) — 2.00% Problemas Complementares 1.20 Determine a resultant das forges coplanares 100 N a 0° € 200 Na Resp, DANO. = 64 1.21. Determine a resultant das forgis coplanares 32 N 2 20° © 64 N a 1 Resp, 33,0N.0,= 18 1.22 Enconte a resultant ds forges copanares 80 N Resp. WON, 0,= 687° 1.23 Encontre a resultante das forgas concorrentes e coplanares 120 N a 78° € 70 a 293°, Resp. 741 N.0.=452° 1.24 A resulante de dus forgas coplanaes ¢ 18 N a 30°, Se uma das forgas 6 28 N°, determine a outa Resp. 15,3 N, 144" 1.25 A resulante de dus forgas coplanaes & 36 N a 45°, Se uma das forgas € 24 N 0°, determine a outa Resp. 255N,87° 1.26. resultane de dus forgas coplanares &50 N a 143°, Uma das forgas & 120 N a 238°, determine a forga desconhecida Resp. 134N,0,= 796° 1.27 A resultante de dua forgas, uma na diregio positva do ixo xe a outra na dreso positiva do cio y, € 100 N a 50° no sentido anti-hrdro a pats da direc positiva do eixo. Quis so as dus orga? Resp. Ry=O43N. Ry = 76.6N 1.28 Uma forga de 120.N tem uma componente retangular de 84 N agindo na drego de uma linha que faz-com o eixo posi- tivo de.* um Angulo de 20° no sentido anti-hordvi. Qual 60 dngulo que a forga de 120 N faz com o eo positiva de x? Resp. 656° 1.29 Determine a resulante das forgas coplanares: 6 N a 38; 12.Na 73°: 18 Na67? €24 Na 131° Resp. SON, 0,=91° 1.30 Determine a resultante das orgs coplanares:20/N a 0%; 200N a 30°; 20 N a 60": 20/N a 90%; 20 Na 120°; 20 N a 150" Resp. 17.2N.0,= 15" 1.31. Determine adnieaforga que pode substi seguint sistema de forgas coplanares: 120 N a 30"; 200 N a 110°; 340.N 180% 170.N a 240°: 80 N a 304P, Resp. 351,175 Casio 1 + Veroxes. | —____ 1.32 Enconire a dnica forca que substiul o seguinte sistema coplanar de Forgas: 180 Na 78°; 320N a 143"; 485 N a 249°; 98 Na 305°; 251 Na 84° Resp. 321.171 1.33 Um trené é puxado por una forga de 100 N por um plano inelinad que forma com a horizontal um éngulo de 30°. Qual < acomponente da lorsa que efetivamente puxa o trend? Qual é a camponente que tende & levuntaro tend na vertical? Resp. Py 166N, P,= SON 1.34 Determine a resultante das seguintes forgas coplanares: 15 N a 30"; $5 Na 80"; 90 N a 210°; 130 N a 260°. Resp. 136N,8,= 235° 1.35 Um automovel vig com velocidade constante por um tine em rampa de 1%% de inclinago. Se © automével mais os passageiros pesam 12.4 kN, qual deverd sera forga motriz provida pelo motor capaz de superar a componente da forga ‘ravitacional que age na diregio da parte mais baixa do tine!” Resp. 24N 1.36 Um poste telenico & suportado por um cabo fixo no seu topo e puxade por um homem que the aplica uma fonga de 800 N, Se onguloentreo cabo eo poste € 50°, quais sero as componentes vertical e horizontal doesforgo aplicado ao poste? SN 1.37 Um barco é conduzide através de um canal por um cabo horizontal que forma um Sngulo de 10° com a costa. Se 0 es- Forgo no cabo é de 200 N, encontre a forga que tende a mover o bareo na diregao do canal Resp. 197N 1.38. Exprima em termos dos vetores unitirios i, je ka forga de 200 N que se origina no ponto (2,5, ~3) passa pelo ponto 3.20. Resp. F=— 1411 —84,9) +113kN Sai — 6.6) + 58k 433) —20KN, Fy = 14 5.2) —29KNe Fy 1.39 Determine a resultante das trés forgas Fy 1N. que concorrem no ponto (2,2, -5) Resp, R + 0,3k Neem (2,2, -S) 1.40 A potia mostrada na Fig. 1-20 ¢ livre para deslizar pelo cabo de suport. Sea pola suporta um peso de 160.N, qual ser ‘oesforgo no cabo? Resp, T=24N Figura 1-20 141. Dois cabos suportam um peso de 500 N, conforme mostrado na Fig. Resp. Typ =433N, Tye = 250N 1 Determine 0 esforgo em cada cabo. Jsoow Figura 1-21 icons tccincac sien 142 Qual éa forea P, horizontal, necessiria para manier o peso W de 10 N na posigfo mostrada na Fig. 1-22? Resp. P=325N Figura 1-22 1.43 Uma particula carregada, em repouso, esti submetida a agio de outras ts particulas caregadas. A forga exercida por dduas das paticulas€ mostrada na Fig 1-23. Determine a intensidade ea diregio daterceira forga, Resp. F = 0147, 0, = 768° 0408 20] 0.20N Figura 1-23 144 Determine a resultante das Forgas coplanares 200 N a 0° e 400 N a 90" Resp. 448,N, da resutante neste problema deveri ser igual uo dobro daquela do Problema 1-20, 0 angulo permaneceré o mesmo.) 1, = 64°. (Uma vez que as foreas do Problema I-20 foram muliplicadas pelo esealar 2, a intensidade 145 Qual o vetor que deverd ser adicionado a0 vetor F Resp. 30N, 0, = 240° 10 N a 60" para obser o vetor nul? 1146. No instante de tempo 1 = 2's, um ponto que se move em uma curva tem as coordenadas 3, 3s, a8 eoordenadas do ponto sio (1, ~2, 0), Qual €a mudanga na posigdo do vetor? Resp, Ae =~ 2143)-2k 5,2), No instante de tempo 147 Determine o produto escalar de P Resp. +2 42) ke Q=—314 6) 2k 148. Enconite o produto escalar de P Resp. —14SN-m 212i + 8.15] — 428k Ne Q = 6.294 ~ 8.93) —10.5k m, 149 Determine o produto vetorial dos vetores do Problem 1.47. Resp, Px Q= 2+ 11) + 30k Casio 1 + Veroxes © <5 > 1.80 Determine o produto vetoral de P= Resp. ~124i + 12.5) - 37.6 4 8.15) — 428k Ne Q = 2.294 — 8.93) 10.5. 1.51. Determine a derivada em relagio ao tempo de P AP ds, dy a Rep. T= Git2G- Gk x 152 SeP=2i+37j-mhkeQaat+Ai+e mastre que d 2 GP -Q) = 41+ 80 Verifique o resultado usando w ry a -O4P a 1.53. No problem: interior, mostre que {exQ (8° +204 Verifique o resultado usando F Q+Px Qf xg 1.84 Determine os produtos escalares entre os seguintes vetores P Q Resp. (a) 31-2) + 8k -i-3j 2B (®) 0864 +029) - 037K 1.291 ~ 8.26) +4.0k -277 (©) ai4 jk did +k ad — be ef 1.85. Determine os produtos vetorais entre os seguintes vetores P 2 Resp. (@) 31-2) +8k ~i-2)-3k 221+] —8k (®) 0861 +029) - 037K 1.291 ~ 8.26) +408 =1,901 ~ 3,92) 7.48 (©) ai+ bj k di ej tik (of echt — Cf + edi — (ae + bik 1.56 Determine a componente do vetor Q = 10% — 20) ~ 20 na dirego do seemento de reta que ini pelo ponto (1, 0,5). Resp. ~ M72 em (2,3, —2)e passa 1.57 Determine a componente do vetor P «© passa pelo ponto (1,0, 5p. Resp. Ppa +159 521 — 2,63] + 0,83k na diregio do segmento de ret que inicia em (2, 3, ~2) 1.58 Dados 0s ytores P= seja 9 12} Resp. P,= 05 + 3), determine o valor de P, para que 0 produto vetorial dos dois vetores 1.59 Diados os vetoes 10 i+ Pe! =k, determine o valor de P. para que o produto escalar dos dois vetores sea 14 Resp. P. icons tccincac scien 1.60 Exprima os vetores mostrados na Pig, 1-24 na notagdo ijk. Resp. (a)P = 223i + 306) — 129k; (b) Q= +751 + 50] — 43,3k: (e) 8 = +1441 + 1299 + 524K. Pe sony @ o Figura 1-24 Operagdes com Forgas 2.1 O MOMENTO DE UMA FORCA O momento M de uma forga F em relacio a0 ponto 0 & o produto vetorial M =r x F, onde r é 0 vetor posigio. relativa ao ponto O de qualquer ponto P na linha de ago da forga F. Fisicamente, M representa a tendéncia que a forca F tem de rotacionar o corpo (no qual ela atua) em torno de um eixo que passa por Oe é perpendicular a0 plano que contém a forca F e o vetor posi Figura 2-1. © momento M de uma forca F. Se 0s eixos x, y¢ z sto desenhados passando por O, conforme mostrado na Fig. 2-1 raxityjtek F=Ri+hj+hk M=Mit+Mj+Mk en ©, por definigio, 22) a maw EB rconsrn tccincac scien Expandindo o determinante, Fy) + Fiz — Fa) + K(x — Fey) 23) ‘Comparando essa expressdo para M com aquela mostrada acima, observa-se que M=Fy-Rz My Fx M,=Fyx- Fy 4) As quantidades escalares M,,.M, eM. so as intensidades dos momentos resps eixos x, ye z pelo ponto 0. Veja os Problemas 2.3 Note que M, pode ser obtido fazendo o produto escalar do momento M pelo vetor unitirio i orientado segundo ocixo x, Portanto, sda forca F em relagio aos M. (Mi + M,j + Mik) +i = M,(1) + M,(0) + M0) = My 25) Analogamente, a intensidade do momento da forea F em relago a um eixo L que passa por 0 é a componente scalar de M na diregio de L. Ela pode ser obtida realizando o produto escalar de M pelo vetor unitério e, orienta do segundo L, Portanto, Mr =Mre 2.6) 2.2 OCONJUGADO Um conjugado consiste em um par de forcas paralelas e de mesma intensidade, mas com sentidos opostos. Obvia- mente, a soma das componentes dessas duas forgas, em qualquer direedo, € zero. Essas duas forgas nao tendem a transladar 0 corpo, mas @ rotacionsi-lo, 2.3 O MOMENTO DE UM CONJUGADO. © momento de um conjugado em relagio a qualquer ponto O € a soma dos momentos em relagio a O das duas forgas que formam 0 binério. O momento do binério mostrado na Fig. 2-2 ¢ Mean x F+ry x (-F)=(6) —1y) x F=axF en Figura 2-2 © momento de um binatio. Gaviruio2 + OPenacces com Foncas ©

Portanto, M é um vetor perpendicular ao plano que contém as duas forcas (a estd no mesmo plano). Por defi- nigio de produto vetorial, a intensidade de M ¢ fa X F] = aF sen 0. Uma ver que d, a distincia perpendicular entre as duas forgas do conjugado, é igual a a sen 0, a intensidade de M é M=Fa 2.8) Conjugados obedecem as leis dos vetores. Qualquer conjugado M pode ser escrito como M = My i++ My + M-k, onde M,, M, e M,sfo as intensidades das componentes. Observe que 0 ponto O pode ser qualquer um; consequentemente, o momento de um conjugado independe da escolha desse ponto 0. 2.4 SUBSTITUINDO UMA FORGA Uma forga F atuando em um ponto P pode ser substitufda por (a) uma forga igual e de mesma direedo atuando em {qualquer ponto O e (b) um conjugado M = r x F, onde r € 0 vetor posigio de P em relagio a O. Veja os Problemas 211e 2.12. 2.5 SISTEMAS DE FORCAS COPLANARES ‘Sistemas coplanares de forgas ocorrem em muitos problemas de mecani conveniente ao lidar com problemas de duas dimensdes. |O tratamento na forma escalar seguinte 1. Omomento Mo de uma forga em relagio a um ponto O em um plano que contém essa forea & 0 momento es- calar dessa forga em relago a um eixo que passa pelo ponto ¢ € perpendicular ao plano. Consequentemente, 0 momento é o produto de uma (a) forca por uma (5) distincia medida na perpendicular entre o ponto e a linha de ago da forga. E usual atribuir 0 sinal positivo ao momento se a forga tende a girar no sentido horério em relagio ao ponto. Veja 0 Problema 2.1. 2. O teorema de Varignon estabelece que o momento de uma forga em relagio a qualquer ponto ¢ igual, algebri- camente, i soma dos momentos de suas componentes em relagio a esse ponto. Veja o Problema 2.2. 3. O momento de um conjugado no mudara se (a) 0 conjugado for rotacionado ou trasladado em seu proprio plano, se (b) conjugado for transterido para um plano paralelo, ou se (c) a intensidade da forga for alterada, desde que 0 brago de momento sejaalterado para que a intensidade do momento seja a mesma. 4. Um conjugado e uma forga no mesmo plano, ou em planos paralelos, podem ser substituidos por uma tinica forga de mesma intensidade e sentido, paralela a forga dada. Veja o Problema 2.9. ‘5. Uma forga pode ser substituida por (a) outra forga, de mesma intensidade e orientaglo, aplicada em qualquer ponto e (b) um conjugado situado no mesmo plano que a forga e o ponto escolhido. Veja o Problema 2.11 2.6 NOTAS Em alguns dos problemas resolvidos so utilizadas equagGes vetoriais, mas em outros problemas so utilizadas equagdes escalares. Nas figuras, 0s vetores so identificados pelas suas intensidades quando sua orientagao é Gbvia Note também que, no sistema SI, as unidades de momento sio os newton-metros (N - m).. I rconsnn tccincac ren Problemas Resolvidos 2.1. Determine © momento de uma forga de 20 N em relagio a um ponto O dado. Veja a Fig, 2-3. ote Figura 2-3 Solugao ‘Trace pelo ponto O um segmento de rela OD perpendicular lina de ago da forga de 20 N. Seu comprimento.é5 cos 30° 33 m. O momento da forga em relagio a O (precisamente em relagdo a um eixo perpendicular ao plano xy que passa por 0), portant, M=-20% 433, 86,6N-m (© inal de menos ¢ usado porque o sentido de rotagdo observado a partir da extremidade postiva do eixo = (no mostrado) & horavo, 2.2. Resolva o Problema 2.1 utilizando o teorema de Varignon. Veja a Fig. 2-4 Figura 2-4 Solugao Usando este teorema, a forga de 20 N é substituida pelas suas componentes retangulares paralelas aos eixos x e y € atuando no ponto que for mais conveniente ao longo de sua linha de gio, ‘Se-0 ponte B ¢ escolhido no eixo x, é evidente que a componente + no produziré momento em relagio a 0.0 da forga de 20 N em relaio a O serd fungZo apenas do momento de sua componente orientada segundo 0 M=-1732x5 86,6N-m Caviru.o2 + Orcracces com Fongas = <-> Se forescolhido um ponto A no eixo y entio a componente y nfo produziré momento em relagio ao ponte 0.0 momento da forga de 20 N em rlagio a O sera apenas o momento de ua componente em relagio 8 0,08 M =-10 x 8,66 = —86,6N-m 2.3. Uma forga de 100 N ¢ orientada na diregdo da reta que une os pontos (2, 0, 4) me (5,1, 1) m. Quai serio ‘0s momentos dessas Forgas em relagdo aos eixos x, ye £? Solucao [Na Fig. 2-5, forga de 100 N &a diagonal do paralelepipedo cujos lados so paralelos 0s eixos. Os lads representam as components da fora, yy ag, Figura 2-5 © comprimento do fado x é 5 ~ 2 = 3 m, o comprimento do lado y € 1 ~ 0= 1 me o comprimento do lado = € 3 m, Isso significa que a componente F. tem sentido contririo ao da orientagdo do eixo = comprimento do lado x ‘comprimento da diagonal 8,7 ‘Analogamen 1 Fp=e x 10=29N, = vp Para determinar o momento da forga de 100 N em relagio ao eixo x, determine 6 momento de suas componentes «em relagio a esse eixo. Por inspect, a inica componente que produz momento em relagioa esse eixo é F,. Assim, My para a forga de 100 N € 0 momento da forga F, em relagdo ao eixo x € My = —22,9 x4 =—91,6N-m (© sinal de menos indica que a otagio que P, produz-& horéria em relagio ao eixo x quando vista a partir da ex- tnemidade postiva do cxo ‘Ao deerminar momento cm ela ao eixo y, note que F; é parla ao cixo ye no produziré momento em relago a ese cto. No entanto, ambas, Fe F devem ser consideradas.E melhor dterminar 0 sinal do momento por inspegio em ver de strbuirsinais para as componentese para as distincis. Poranto, My = 68,7 24.687 x4 12N-m Por razdes semelhantes ulizando apenas F, (uma vez que F€ paralela ao eixo z« F,interceptao eixo 2), M,= 2.9% 458N-m EB rccnusmtecitucn:Esrirca 24 25 Repita o Problema 2.3 utilizando o produto vetorial que define momento. ‘Solugao [No Problema 2.3, F = 68,71 + 22,9] ~ 68,7k. O vetor r 60 vetor posigto de qualquer ponto sobre a linha de agio de F em relago origem. Se usamnos 0 ponto (2, 0, 4).¥) = 21+ Oj + 4k. Entio, ij ok MenxF=/2 0 4 68.7 22.9 ~68.7 = 0 — 4(22,9)] ~ 2168.7) — 4(68,7)] + KI222,9) — 0) 91,64 +412} +45,8KN +m ‘Da mesma forma, uilizando © ponto (5. 1, 1) na linha de agdo de F, rp = Si-+J + k,entto jk soto4 68,7 22.9 ~687 i—1(68,7) — 22,9(1)] ~ j[5¢—68,7) — 1(68,7)] + W{5(22,9) — 68.7(1)] 91,61 + 412) +45,8kN-m MenxF= ‘Os momentos esealares em relagd0 aos eixos x, y€ 2 Slo 0s coeficientes dos vetoresunitirios Determine o momento da forga F = 2i + 3] — kN atuando no ponto (3,1, 1) € na diregio de uma reta que passa pelos pontos (2, 5, -2) ¢ (3, —1, 1). As coordenadas sio dadas em metros, Solugao © brago do momento F de uma forga pose ser obtdo utlizando um vetor posigo com origem em qualquer ponto sobre A linha de ago dessa forga. Considerando 0 ponto (2, 5, -2),0 vetor r = i — 4j + 3k. O momento M em relagao 30 Ponto escolhido € i M=rxF=|1 —4 3 |=-si+7j+1Ik Agora, anne =~ Var + 6F +0F ‘© momento de F em relagdo i reta€ a componente de M na direc dessa rea 4 tak My = Moe, = (51-4 75+ 11k) SES ' vie ‘Se o brago do momento ¢ escothido com origem em (3, —1, 1), 0 brago seri r = 2j.O momento M é ijk MarxF=|0 20 23 Assim, 0 momento de Mem relagio& eta é Mee, = (21-40) 4k) Gaviruio 2 + OPenacces com Foncas =< 72> 2.6 Determine o momento da forga P eujas componentes retangulares sfo P, = 22 N, P, =23N, P.=7N, atuando no ponto (1, ~L, ~2). Obtenha o momento em relagdo a reta que passa pela origem e pelo ponto (3 =1,0). As coordenadas esto em metros. Solucao P= 22423) + 7KN © brago do momento, r= (I= Oi + (-1 = Oi + (-2 -0k=1- J -2km, ii MarxF=|1 0-1 51j-+45kN-m ne 2.7 O conjugado de momento 60 N - mage no plano do papel. Indique esse conjugado com (a) forgas de 10 N (b) forgas de 30 N. Solugao [Em (a) o brago de momento deverser de 6 m, enquanto que em (b devers ser de 2m, ( sentido de rotagio deverd ser ant-hordrio, uma vez que o momento & positive. As forgas parallas posderio ser dadas com qualquer ingulo, conforme mostrado na Fig. 2-6 ss ~ - oy o Figura 26 2.8 Combine 0 conjugado My = 20.N-m com o conjugado Mz = —50 N-m, ambos no mesmo plano. Weja Fig. 27, Figura 2-7 Solucao Eevidente que forgascolineares eancelam-se, fieando das forgas de 10 N distantes 3 m entre si. © conjugado resultan- te€ — 30.N- m, resultado que também pode ser obtido por uma adigio algebrica M=M,4M)=20~50=~30N-m icons tccincac sien 2.9 Substitua o conjugado de momento ~ 100 N - me a forga vertical de $0 N atuando na origem, conforme mostrado na Fig. 2-8(a), por uma snica forga, Qual deverd ser a posiglo dessa forga tnica? Solugao Na Fig. 2-8(0), conjugado ¢representado por duasforgas igus € opostas de $0 N distantes 2 mina diregio perpendi- cular. Uma das forgs do eonjugado est alinhada com a forga dada de 50 N na origem, Essas dus forgas se cancelam, deixando apenas uma forga de 50 N para cima e agindo a m a esquerda da origem, SON 100N-m « ” Figura 2.8 2.10 Combine uma forga de 30 N a 60° com um conjugado de 50 N - m no mesmo plano. Veja a Fig. 2-9. 30N Daa sini forga Figura 2-9 ‘Solugao Um conjugado nio pode ser reduzido a um sistema mais si conjugado com forgas de 30 N de forma que uma de suas forgas sejacolinear a forga dada de 30 N, mas e ‘post. Por inspegio, as forgas colineates anulam-se,restando apenas uma iregdo da forga original, mas a uma distancia de 1,67 m desta, es, mas pode ser combinado & outra forga. Desenhe o sentide a forga de 30 N paralela e na mesma Gariruio 2 + OPenacces com Foncas © $< E> 2.11 Conforme mostrado na Fig. 2-10, um conjugado My de 20 N - m atua no plano xy, um conjugado Ms de 40 N + mage no plano yz € um conjugado Ms de — 55 N - m age no plano xz. Determine 0 conjugado resultant 55N-m My Figura 2-10 Solugao © conjugado M; épositivae ata no plano xy. Quando observado a partir da extremidade positiva do eixo zee tende a irarno sentido anti-horirio em relagio ao eixo =, Pela regra da mio direta, cle sed epresentado por um vetor ao longo ddocixo zpostivo, Utlizando est tipo de racioenio, os ts conjugados So representados na figura Somando vetrialmente, iso a = 20? + 40? + (557 = 70,9N-m Esses sio os cossenos dretores do conjugado M. O conjugado age em um plano perpendicular a esse vetor Utlizande a notwgio vetoral, © conjugado M pode ser escrito como {de onde se pode obter a intensidade de M igual & determinada acima. 2.12 Um tubo de 2 cm de didimetro esté submetido a uma forga de 250 N aplicada verticalmente para baixo em relagdio a uma haste distante 14 em do eixo do tubo. Substitua a forga de 250 N por (1) uma forga na extre- Imidade do tubo que produz momento e (2) um conjugado que distorce o eixo, submetendo-o a toredo. Quais, sero 0s momentos da forga e do conjugado? Veja a Fig. 2-11 (a). me 206m 250 gm 250 250 GON @ ® Figura 2-11 icons tccincac scien 213 244 Solugao Posicione das forgas verticais de 25 N com sentidos conrétios passando pelo centro do tubo, conforme mostrado na Fig. 2-1166). Ass forgas continuario a serequvalentes& orga original ‘A Forga para cima combinada com aforga original forma 0 conjuzado M=250 0,14 =35N-m Esse conjugado tende a tore o tubo no sentido anti-horirio em relagio ao eixe x ‘A outra forga de 250 N para haixo no tubo produziei um momento M-=250 x 020 ~50N-m cm relagio a0 cixoz Resolva o Problema 2.12 determinando 0 momento da forga de 250 N em relagio ao ponto 0. Solugao (© vet0r posigio do ponto de aplicagio da forga de 250 N com relagio & origem & Portanto, © momento da forga de 250 N em relagdo A origem & 121+ 0.14K. A forga P= —250} [0 — 0] + K(0.2(-250) — 0] — 50k N-m Isto esté de acondo com os resultados do Problema 2.12. © guincho mostrado na Fig. 2-12 esté no nivel do solo. O eixo x passa pelos pontos de contato das rodas traseiras com o Solo, o eixo ¥ € paralelo linha de centro ¢ 0 eixo = € vertical, conforme mostrado. O assento (plataforma) do guincho esta 1 m acima do solo. Para fins priticos, o piv6 na parte de baixo da lanca pode ser considerado no assento do guincho e a 2 m do centro da cabine, O centro da cabine esté sobre a linha de centro e 5 ma frente (@ esquerda) do eixo traseiro. A langa de 16 m forma um dnguto de 60° com 0 assento do guincho em um plano vertical, a cabine e a langa estio giradas horizontalmente de 45° em relagio & linha de centro que passa pelo assento, Considerou-se a distincia entre os pontos de contato das rodas traseiras igual a2,6 m. Determine © momento de giro da forga de 40 kN em relagZo ao eixo x. s0kN CGaviruto2 + OPeracces com Foncas =< a> Solucao Em relagio origem 0 dos eixos, as coordenadas do cento dacabine sto (—1,3, ~5, 1}. As eoordenadas do fundo da Tanga so (—1,3 + 2 sen 45°, —3 + 200s 45°, 1) ou (0,114, ~3.47 1). As coordenadas do topo da langa sto (0.114 +16 0860" sen 45°, -3.47 + 16.608 60° cos 45°, 1 + 16 sen 0°) ou (5.77, 219, 14.86) ‘© momento do peso de 40 kN em relacio ao ponto 0 & k 14.86 40 Marx 8161+ 231 (© coeficente escalar do termo i&o momento em relago 40 efx x, Portanto M, momento ¢ horirio em relaglo ao eixo x quando em vist lateral 87,6 KN -m, Além do que, 0 Problemas Complementares 2s 216 2a7 218, 29, 20 221 Em cada caso, encontre © momento da forga F em relagdo & origem, Utilize o teorema de Varignon, Angulo deF.com —_Coordenadas do ponto Intensidade de F a horizontal de aplicagao de F Resposta 20N 30" 6m T9N-m oan 40° am TIN-m ISN 237° 6-2) m =193N-m o8N 4s Dm 10,0283 N-m 4kN 90° (0,20) m 0 96N 60" @2)m 236N-m [No Problema 2.15, use a definigdo de momento via produto vetorial (M resposta seré acompanhada do vetor uniério k, A intensidade do momento nio se alterar ‘Uma forga de $0 N estéorientada segundo a reta que vai de (8,2, 3) ma Janes das Forgas em relagio aos eixos x, 'e2? Resp. My=137N-m,My=— 167 Nm, M,=—255N-m 6,5) m. Quais sero os momentos esea- Dada a forga P = 32,44 — 20,3) + 9.9K N atuando na origem, encontre © momento em relacio i reta que passa pelos pontos (0, ~1, 3)€ (3, 1, 1). As eoordenadas esto em metro. Resp. M=—882N-m {Uma forge atua na origem. As componentes retangulares dessa forga Sio P, = 68,7 N, P, = 22.9 N, P. = ~68.7 N. Determine 0 momento da forga P em relagdo 2 reta que passa pelos pontos (1,0, 1) (4, 4, —1). As coordenadas sio Resp. M=—137N-m Combine My =20N-m, Ms Resp. M S0N-me dts 178 N - matuando no mesmo plano ou em plano paralo, 18.N -m, todos no mesmo plano, ‘Suibstitua a forga vertical para baixo de 270 N atuando na origem por um forga vertical de 270 N atuando em x ‘ais um conjugado. Qual € a intensidade e orientagio desse conjugado? Resp, M==135Nem Sem EB ccccnustecitucn:Esrirca 2.22 Determine o vetorresultante dost conjugados 16 N -m, ~45 N-m, 120.N--m que agem respectivamente nos planos Resp. M = 129.2N--m,cos , = ~0.348, c0s 8, = 0.929, cos 8, = 0,124 ou ~45i +120) + 16k N-m. 223 Adicione o conjugado M = 304 ~ 20j + 35k Nm ao conjugado resultante do Problema 2.22. Resp. M=—15i+ 100) +SIkN-m 2.24 As forgas de 24.N aplicadas aos vértices A e B do paralelepipedo mostrado na Fig. 2-13 atuam ao longo dos lados AE BF, respectivamente. Mostre que 0 conjugado dado pode ser substtueo por um conjunto de Forgas verticals de 18. N para cima no ponto Ce para baixo no poato D. cs > 7m 2aN A G iso F Figura 2-13 2.25 Substtua o conjunto de forgas paralelas mostrado na Fig. 2-14 por uma tnica forga. Qual é a intensidade, a orientagio ce aposigdo dessa forga? Resp. SON, vertical e para cima, aplicada a 0,75 m a esquerda de A 20N 20N Figura 2-14 2.26 Uma barra horizontal de 8 m de comprimento est solicitada por uma forga vertical de 12 N na extremidade direita, cconforme mostrado na Fig, 2-15, Mostre que isso ¢ equivalente a uma Forga vertical para baixo de 12 N agindo ma ex- ‘remidade esquerda acompanhada de um conjugado horirio de 96 N =m. Caviruio2 + Ovcracoes com Fongas © ~ Mp para determinar Ge, portanto, a linha de agdo de . Se ¥< F = 0, o conjugado resultant, se existir um, ter a intensidade > Mo, src tccincac sien 3.4 SISTEMAS NAO CONCORRENTES E NAO PARALELOS A resultante poder ser (a) uma tnica forea R, (b) um conjugado no plano do sistema ou em um plano paralelo a este, ou (c) zero. Algebricamente, 2 2 xe RaJDAP HER) ean ake (DAY HOA) aa a3) onde 2° F,, © Fy = somas algébrieas das componentes x ¢ y, respectivamente, das forgas do sistema = ng ge restate form como 6x0 ara determina a ina dea da org estate, empregase a eqasio Ra=YMo 4) onde = um ponto de referéneia no plano 4 = distincia perpengiclar do ponto de referéncia O & resultante R a = momento de R em relagdo.a 0 Mo = soma algébrica dos momentos das forgas do sistema em relagdo ao ponto O Observe que, embora R =0, pode haver um conjugado cuja magnitude seja > Mo, 3.5 RESULTANTES DE SISTEMAS DE FORCAS DISTRIBUIDAS Um sistema de forgas distribuidas caracteriza-se quando no € possivel representar as forgas por vetores indivi- duais agindo em pontos especificos no espago: elas clevem ser representadas por um niimero infinito de vetores, cada um como fungio do ponto no qual a forga atua. Considere o sistema de forgas distribudas coplanares (pari lelas) mostrado na Fig. 3-1. As unidades para w(x) serdo, por exemplo, N/m. A resultante R do sistema de foreas e sua posigdo podem ser determinadas por integragio, Portanto, ef meds © Ri= | nina as) s Problemas de 3.13 a 3.15 sao exemplos espec we as ola Figura 3-1 Um sistema de forcas distribuidas, Caviruio 3 + ResurmTes 008 Sisteuns CopLananes 0€ Fongas | ——___~- Problemas Resolvidos 341 Determine a resultante do sistema de forgas concorrentes mostrado na Fig. 3-2(a), Ison 1808) wo o Figura 3-2 Solucéo Encontre as components « ¢y de cada uma das quatro forgas dadas, Some algebricamente as components em x para determinar > F,. Encontre ) F, utilizando as componentes em y, As informagdes podem ser mais claramente organi- 2zadas na forma de uma tabea, FORCA cos send, FE 5 150 0866 05001299 75.0 200 0866 0500-1732 1000 80 =0500 -0866 40,0 -69,2 180 0707-0707 12,3, 1273, DA = 440, DH = 215 A resultante & mostrada na Fig. 3-200) 3.2. Determine a resultante do sistema de forcas mostrado na Fig. 3-3(a). Note que a declividade da linha da aio de cada forga estd indicada na figura. on @ o Figura 3-3 EB crccrustecitucn:Esrinca Solugao ORCA fe 50 50x xe 100 30 CDF =- 410% 46,1) 51,6 N, com 6, = 206,5°. A resultante é mos- trada na Fig. 3300), 33. Encontre a resultante do sistema de forgas coplanares e concorrente da Fig, 3-4(a), Solugao 10 — 100 cos 30° ~ 125 sen 10° = ~38,3 N 25 cos 10° — 100 sen 30° = 73,1 N R= V(ILAY HEA P+ (1317 = 82,5N ae De acondo com a Fig. 34(0). eb == 05804. b= 207 Relativamente a0 eixo s 0 Angulo mais préximo é 8 = 90° + 27,7° = 118° one @ o Figura 3-4 Caviru.o 3 + ResurmvTes 008 SisteuAs CopLansnes 0€ Fongas = ——___~<@EE > 34 Determine a resultante do sistema de forgas paralelas da Fig. 3.5. Solugao. De acordo com o mostrado na Fig. 3-5, a Hinhas de aio das Forgas sto vertcus. R=-204+30+5—40=~25N (ic. para baixo) Para determina a linha de ago dessa forga de 25 N, escolha um ponto qualquer de referéncia O. Uma vez que o ‘momento de uma forga em relagio a um ponto a sua prépria linha de agio é zero, € aconselhsvel, mas nio necessirio, cscolher uma posigfo para o ponto O que se encontre na linha de ago de uma das forgas dadas. Considere © ponto O na linha de agio da forga de 30 N. IMo ‘Consequentemente, o momento de R deve ser igual a —360 N -m. Isso significa que R, que & para baixo (~) deve ser posicionada &direta de O. porque apenas dessa forma o momento sera no sentido horitio (—). Aplica-se Ra = > Mo para obter _ _360N-m 25N 360 N-m 20 x 6) + (30 x 0) + (5 x 8) — (40 x 13) 44m adireita de O ‘Observe que determinamos di sem levar em conta os sinais de R ou S Mo, mas usando a légica ws i 5 Figura 3-5 40N 35 Determine a resltante do sistema de Forgas paralelas da Fig. 3-6, As distincias estio em metros. Solucdo 100 + 200 ~ 200 + 400 — 300 = 0, Isso significa qu a resultant no & uma Forga nie. Agora determine YL Mo. Escolha 0 ponto O na linha de agio da forga de 100 N, conforme mostrado: LM A resultant &,portanto, um conjugado M ‘com as leis que governam os conjugados: PH 200 100 x 0) + (200 x 2) — (200 x 5) + (400 x 9) — (800 x 11 300 N - m, que pode ser representao no plano do papel ce acordo, Figura 3-6 creer tecitucn:Esrirca 3.6 Determine a resultante horizontal do sistema de forgas que atua na barra mostrada na Fig. 3-7. As distancias esto dadas em metros. Solugao R= LF, = 204-2040 = 0. bso sign que aresultante no é unas forga tinia, mas ele pode ser um conjugado, LiMo = 20 x 3) + (20 x 3)=0 Portanto, neste sistema, a resultant das forgas é2r0 ¢ a resultante dos conjugados também é zero, 20N “oN 20N Figura 3-7 37 As trés Forgas paralelas e o conjugado atuam na viga engastada conforme mostrado na Fig. 3-8. Qual é a resultante das t8s forcas e do conjugado? Solugéo R= YF = 500 — 400 ~ 200 = 100 Para que a resultante, ue é para baixo, produza um momento negativo, ela precisa estar localizada dieita do ponto 0. {A resultante, com sua localizagdo, esti mostrada como um vetor tracejaio na Fig. 3-8. 400 15008 Figura 3-8 38 Determine a resultante do sistema coplanar e ndo concorrente de Forgas mostrado na Fig. 3-9. As distincias esto em metros. Caviruio 3 + ResurmTes 008 Sisteuns CopLansnes 0€ Fongas <7 > Solucao SON son 4 oon Figura 3-9 R esti orientada para baixo e para a esquerda, , portant deverd estar acima da origem para produzir um momento positiv, 3.9 Determine a resultante do sistema das quatro forgas ndo paralelas e nao concorrentes mostrado na Fig. 3-10(a). As coordenadas estdo em metros. EF rccrusunmecituca: Esvirca Solugao Por conveninca, as forgas sero designadas por A. B, Ce D.O metodo mais simples de confrontaro problema & de- ‘compor eaua forga em suas componentes, conforme mostrado na Fig. 3-10(b).O somatrio das componentes das Forgas Fornece x =103,9 +70,7-447 38ND I4N ec R=VBE TBE Para localizar onde a resultant atua, os momentos em relagd0 ao eixo : fornecem SMo = 80 0-4 60 84+ 1039 48 470.7 x 1707147 117 8 = ION 10 94 Ra = DMo. 4,691 Uma ver que R age para cima e ligeiramente para a direta, cla deverd ser posicionada conforme mostrado, porque SEMo € positive: ie, R deve produzir um momento anti-horivo. ‘Outra forma de localizar a linha de ago da forgaresultante & determinar onde cla imtereepta, por exemplo, 0 eixo x Se as componentes da resultante slo desenhadas de modo a inteeptar 0 eixo x, a componente em x no produrins momento em relagio ao ponte 0. © momento seri determinado considerando apenas a componente y ¢ seri igual a0 produto da componente y pela distincia na dreedo dex até a imersecgHo (coordenada x da inteseegio) A resultante é mostrada interceptando 0 cixo-xa 4,70 m a dircita, porque > F, € positivo © > Mo ¢ positivo. Pode ser interessante, em algumas situagées, usar as componentes em posighes sobre a linha de ago da forga diferentes daquela que é dada; por exemplo, a forea C atuando a 45° tem sua linha de ago passando pela origem OE fécil verficar que 0 momento em relagio a O € igual a ero neste caso, 3.10 Determi metro: a resultante do sistema de forgas mostrado na Fig. 3-11(a). Assuma que as coordenadas so em ear 63am 10210 . em 28.1 P8N a Ison’ . : 313m. @ o Figura 3-11 Solugao (© somatsrio das componentes pode ser efetuado ditetamente como 100 c0s 60° + 80c0s 45° + 150 cos 75° = 145.4NN = —100 sen 60° + 80 sen 45° ~ 120 ~ 150 sen 75° = ~294,9N R= Y(ssay + (294.97 7 REN, 8 =p SEP = 037 x Caviruio 3 + ResurmTes 008 Sisteuns CopLantnes 0€ Fongas <> Somam-se 0s momentos das componentes em relagio a O: Mo = ~(20)100 cos 60" + (5)100 sem 60° ~ (10)80 cos 45" + (10)80 sen 45° — (25)120 — (15)150 cos 75° — (35)150 sen 75° = -9220N-m Para determinar a interseglo da resultante com o eixo x, usa-se (LA )E=DMo. 313m Para determinar a interseogdo da resultante com o eixo y, usa-se (LAF = DMo. 3 =6.4m A resultant & mostra na Fig. 3-11(5)eom @ = 9220/328 = 28,1 m. 3.11 Determine a resultante das quatro forcas tangentes ao cfrculo de raio 3 m mostrado na Fig. 3-12(a). Qual serd a localizaglo dessa resultante em relagdo ao centro do eirculo? 150N) Ly, oN son. ay » Figura 3-12 Solugo Note que as componentes vical e horizontal da forga de 100 N so amb iguais a 70,7 Portato, > Fi, 10,1 = 79,3 N. ies para diritaze )~ F, = 50 — 80 ~ 70,7 = —100.7 Nie para baixo, A resulante 1sn R=V (CA) HLA) ‘© momento de Rem relagio a 0 €R X a, ¢ isso € igual & soma das momentos de todas as forgas dadas em relagio 9 ponto 0. Portanto 1284 = 50 <3 ~ 150 x3 80x 3-100 x 3= -360. a=2.81m A resultante € mostrada, na Fig, -12(b), 8 distincia de 2,81 m do centro 0 do efreulo, causando um momento negativo. TR siconsin tccitncac ren 3.12. Encontre a resultante do sistema de forcas que atuam na cobrejunta de chapa fina da Fig. 3-13. Localize a resultante fornecendo a interseegio com 0 eixe x. As dimensiies 200N o i ‘1 Figura 3-13 Solugao DFr = 150c0845° + 200 — 2250830" = 11 YF, = 150sen45° ~ 225sen30° + 200 = 193,6N 1127 +1936 =23N 6, =e" Mo = (0.03)200 ~ (0,15)150c08 45° + (0,12)150sen45 ~ (0,06)200 +9 + (0,06)225 0s 30° — (0,03)225 sen 30 =8,13N-m Para localizararesultante pela sua intersecgio em x, usamos (CA )R=EDMo S13 =00419m ou 41,9mm 3.13 Na Fig. 3-14, 0 carregamento de 20 N/m est uniformemente distribuido na viga de comprimento igual a 6m. Determine Re d. Solugdo (© somatsrio das forgas momentos é feito por integragies Caviruio 3 + ResurmTes 008 Sisteuns CopLantnes 0€ Fongas WT sulle ll Ee 1 ¢m —___+] Figura 3-14 3.14 Na Fig. 3-15, 0 carregamento ¢ triangular. A altura do diagrama na distincia x do ponto 0 & proporeional- mente igual a (v9)30 N/m, Determine R e d. Figura 3-15 Solugao. A integrag forneve as quantidades desejadas: 35N, rcs tccitnca ten 3.15 Na Fig. 3-16, o carregamento varia parabolicamente. Determine R e d. Solugao A forga em um segmento di & wel. Consequentemente a= fr ac= 0" wesynael Problemas Complementares 3.16 Duas forcas de 200 N e 300 N solicitam um poste vertical sera restltante? Qual o Resp. R=3TSNO im plano horizontal. Se 0 ngulo entre elas € 85°, qual gulo que essa resultante faz com a forga de 200 N? sx [Nos problemas de 3.17 até 3.20, determine a resultante de cada sistema de Forgas concorrentes. O fingulo que cada {orga forma com: 0 eixo.x(medido no sentido anti-horsrio) é dado. As forcas estao em (N). BAT Forga 8 1266S OB 6, 38° 42169" 295° Resp. 38 Forga, 2 ob Dp 8 6 ss 220" 270° 358" Resp. 349 Forga 1250183085523) % oy 12s" Moe 196" Resp. aR 3.20 Fowa 285.860 6TS aS DL % 270° 180" 45° 3H 100° Resp, R= ISIN, 0, = 89° Cariruio 3 + ResurmTes 008 Sisteuns CopLananes 0€ Fongas | ——___~-< 72> 3.21. A forgade 100 N resultante de um sistema de quatro forgas é mostrada junto com ts dessas forgas na Pig. 3-17, Deter- mine a quarta forg, Resp. F=203N,0,= 49° Figura 3-17 3.22 Tes forgas coplanares de 80 N cada solicitam um pequeno anel (de didmetro desprezivel). Admitindo que as linhas de ago dessus Forgas foram dngulos iguais entre si (120°), determine a resultane, Esse sistema ¢ dito em equili- bri. Resp. R=0 323A resultante de ts forgas ¢ igual a 60 N, conforme mostrado na Fig. 3-18, Duas das és Forgas, 120N e 65 N. também ‘io mostradas, Determine a tereita for Resp. 169'N, 8, = 246" Figura 3-18 3.24 Tits fos exercem as tages indicadas em um olhal, conforme mostrado na Fig. 3-19. Considerando um sistema de Forgas concorrentes, determine qual deveria sera forga em um tnico fio para substitu os tres Fos dados Resp. T=108N,0,= 33" 20N on fe ON Figura 3-19 rca tccincac rien 3.28 Determine a resultante das trés Forgas com origem no ponto (3, ~3.0) ¢ passando pelos pontes (8,6) forga de 126 N, 2, —5)8 forga de 183 N e (—6, 3) forga de 269 N. Resp. R= 263 N,0,= 159° pelo ponto (3, ~3) 3.26 Determine os valores das forgas Pe Q na Fi 100 N orientada a 20° do eixo HON: = 161 N 3-20 de modo que a resultante das ts forgas coplanares sea igual a Resp. P 48) Coe 200 Figura 3-20 Determine a resultante das forgas nos Problemas 3-27 a 3-29. As forgas io horizontals ¢ expressas em nevtons. AS. distincias em y até as linhas de agao-das forgas sio dadas em metros. Esquemas das orcas sio muito dtels. 17 Foga 50 2-10 y 3 “6 Resp. 0.167 m 3.28 Foga 8003001000 600 y 6 “st 0 Resp. 81m 3.29 Foga 160 80-180 160 y 3 7 3 100 Resp, R=0,M=20N-m 3.0 Observe Fig. 3 Resp. RB 1. Encontre a resutante das trés forgas que atuam na wiga mostrada, 8 KN para baixo,& distincia de 8,37 m medida a parte do apoio da esquerda 20kN Figura 3-21 Caviruio 3 + ResurmvTes 008 Sisteuns CopLananes 0€ Foncas <> 3.31. Determine a resultant das quatro forgas mostradas na Fig. 3-22. lado de eada um dos pequenos quadrados mede | m, Resp. R=35N,F=2.99m 20N son 25N + . SON Figura 3-22 3.32 Seis pesos de 30, 20, 40,25, 10¢ 35 N estio em um plano e suspensos por um suporte horizontal a distincias,respecti- vamente, de 2,3, 5,7, 10 12m de uma parede. Qual fonsa substituiria us seis Forgas dadas? Resp. R= —160N, 6,34 mda parede 3.33 Ties Forgas agem em uma viga, duas das quais esto mostradas na Fig. 3-23, juntamente com a resultante dessas tés Forgas. Qual € a terceira forge? Resp. F =20kN para baixo, 10 m distante do apoio esquerdo. 10KN Figura 3-23 3.64 Determine a resultante do sistema de forgas coplanarese paralelas mostrado a Fig. 3-24. Resp. 30N para a esquerda, 2 m acima da horizontal inferior da figura SN Figura 3-24 icons tccincac tien 3.38 Determine a resultante do sistema de forgas coplanares e paralelas mostrado na Fig 3-25, Resp. R 100 N para baixo. 55 mm para cima no plano a partir de A son Figura 3-25 [Nos Problemas 3.36 a 3.38, determine a resultante do sistema de forcas no concorrentes, ssio dadas em newlons e as coordenadas em metros. 336 F 20 3050 0 4 45° 120" 190" 270° Coordenadas do pontode aplicago (1.3) (4,5) (5.2) (2.4) Resp. R=S4.1N, 0, = 157°, interceptando o eixo xa352.m 337 F so 100200 9 4 oo 150° 30° as* Coordenadas do ponto de aplicagio (2,2). (4,6) (3-2). .2) Resp, R=303N,0,= 60.3", interceptando ocixo x8 6.77 m 338 F 2 4 5 8 4 200° 18337 Coordenadas do ponto de aplicagio 0,5). 4,3). (4) (2-6) Resp. R=7,12N, 8, = 322", interceptando o eixo xa 1.20m 3.39 Determine a resultante das cinco Forgas mostradas na Fig. 3-26, As forgas soem newtons € os quadrados sio de I em por I em de lado, 2.68N-m Resp. 0 | 100 0 a Figura 3-26 CCapmuvo’3 + ResuzanTes 008 Sisreuas CoPLANARES DE Forgas =~ <> 3.40 Determine completamente a resultante das quatro forgas mostradas na Fig. 3-27. Cada orga forma com a vertical um Angulo de 15°, exceto a forga de 2000 N, que € venical Resp. R= 6830N para baixo, distante 1658 m da aticulagio 1000 2000 2500 100 10 10m 12m Figura 3-27 341 Um placa fina de ago 6 suportada pelas ts Forgas mostradas na Fig. 3-28, Qual seria a forca dnica que tera efeito equ valentena placa? Resp. R= 18, N, 0, = 285°, interceplando a bora inferior 4.27 m a esquerda de O bs m —__ Won, | me N 18N Figura 3-28 3A2_Derermine a resultante das forgas que agem na alavanca de acionamento mostrada na Fig, 3-29, As dimensdes esto Resp. R=247 NO, 59°, nterceptande a horizontal a ~6,3 em do ponto O fw son L0H wy y 2 = pA} J 100 v Loo Figura 3-29 icons tccincac tien 30, 42.N, 8, = 357°, R corta odidmetro vertical 2,27 m acim do ponto O 343 Determine a resultant das tr forgas que atuam na polia mostrada na Fig Resp. R S60 ON 180 Figura 3-30 344 Obienha a resultante das seis Forgas planares agindo na treliga mostrada na Fig, 3-31. Ts Forgas so verticals, As ages {do vento sio perpendiculares ao plano inclinado da. treliga. A treliga € simética Resp. R 10.7 KN, 8, = 281°, Rcorta 0 membro inferior da teliga a 1,54 m contados a partir do apoio esquerdo 3A5_ A resultante das quatro forgas verticals € um conjugado anichoririo de 300 N -m., Tres das quatro Forgas esto mostra das na Fig, 332, Determine a quata forge Resp. 33.N para cima, 4.46 m i direita do ponto O oN 20N Sm o 346 Determine M, Pe Q na Fi Resp. M=146N-m, 3-33 de modo que a resultante do sistema de forgas eoplanares nZo concorrentes sea ero, 161N.Q=27N 250 Figura 3-33 Caviruio 3 + ResurmTes 008 Sisteuns CopLananes 0€ Fongas © <> 3.47 Determine a resultante das forgas mostradas na Fig. 3-34. As coordenadas esto em metros. Resp. T34N,8,= 107°, interceptando o eixo x4 8.38 ma esquerda de O Figura 3-34 . » ) Figura 3-35 349 Determine a resultante do sister de forgas mostrado na Fig. 3-36, As coordenauas estio em milimetros 24.71-+ 12,95 N, interceptando oeixo.xa 24,5 mm Resp. R 40N icons tccitncas ren 3.80. A asa de 20m de um avito é submetida a uma carga de teste que varia parabolicamente,conforme mostrado. Observe a Fig. 3.37 e determine k, ago resultantee sua posigio. Resp. R= 80000N, F= 12m, k= 1342 Figura 3-37 Capitulo 4 Resultantes dos Sistemas nao Coplanares de Forgas 4.1 SISTEMAS DE FORGAS NAO COPLANARES Sistemas de forgas nao coplanares serio definidos a seguir Sistema concorrente consiste em um conjunto de Forgas ceujas inhas de agiointerceptar-se em um ponto Sistema paralelo consiste em um conjunto de forgas que se inter- ceptam no infinito, O sistema mais geral de forgas € denominado néo concorrente € ndo paralelo (ou obliquo). como 0 nome indica, as forgas nfo so todas concorrentes e também no slo todas paralelas. 4.2 RESULTANTES DAS FORCAS DE UM SISTEMA NAO COPLANAR A resultante de um sistema de Foreas néo coplanar é uma forga R e um conjugado M, onde R = > F, 0 vetor soma de todas as Forcas do sistema, e M = © M, 0 vetor soma dos momentos (em relagao.a um ponto definido) de todas a forgas do sistema, O valor de R ¢ independente da escolha do ponto de referéncia, mas 0 valor de M depende do ponto de referéncia. Para qualquer sistema de forgas € possivel escolher um tinico ponto de referéncia em relagao 0 qual o vetor M, no papel do conjugado, é paralelo a R. Essa combinagdo especial denomina-se par forca e con- Jugado, ‘A equagio vetorial do parsgrafo anterior pose ser diretamente aplicada aos sistemas nio coplanares para @ determinagiio da resultante. Pode-s utilizar também as seguintes equagies escalares para resolver o problema 4.3. SISTEMA CONCORRENTE A resultante R pode ser (a) uma forga simples que passa pelo ponto de concorréncia ou (b) zero. Algebricamente TAY HOCK HAY 1) cos 8, = cos 0, = 2 42) onde 5 Fy, Fy. F:= soma algébrica das componentes 1, y e< das forgas do sistema, respectivamente, 0,04, 8, = Angulos que a resultant forma com os eixos x ez, respectivamente —eiconsnntccincac sien 4.4. SISTEMAS PARALELOS ‘A resultante pode ser (a) uma tnica forga R paralela ao sistema, (b) um conjugado ou (c) zero. Assumindo que 0 eixo y € paralelo ao sistema, entdo, algebricamente, R=DF Ri mM. soma algébrica das forgas do sistema distancia da forca ao plano yz medida na perpendicular istincia da forga ao plano xy medida na perpendicular soma algébrica dos momentos das forgas do sistema em relaglo aos eiXos x z, respect vamente. mM (43) ‘onde Er MDM. Se. F= 0, oconjugado resultante M, se existir um, ser determinado pela seguinte equagdo: VEMHEMy com eo Em cM conde ¢ = fingulo que o vetor, que representa o conjugado resultante, forma com o eixo x, 4) 4.5 SISTEMA NAO CONCORRENTE, NAO PARALELO Como jé mencionado, a resultante nestes casos uma Forgae um conjugado, onde o conjugado varia com a escolha do ponto de referéncia, Nas discussdes seguintes, um conjunto de eixos x, ye z tem sua origem no ponto de refe- reneia, Substitua cada forga do sistema dado pelo seguinte: (1) forgas paralelas iguais agindo por qualquer origem ¢ (2) um conjugado atuando no plano que contém as forgas dadas e a origem, ‘A magnitude da resultante R do sistema de forgas concorrentes na origem é dada pela equagio RaV(CAY HERS HEA 45) com os cossenos diretores re DA re $= y= 03 6. = 4 cos = cos = 2 cos, = 2 46) conde as quantidades acima fem o mesmo significado que aquelas relacionadas na Seg 4.3 A intensidade do conjugado resultante M serd dada por M=V(oMy+(OMy + (OMe an com os cossenos diretoresdados por mM _=M, cos, = EH 005, = Et 48) onde YM, My, IM; = soma algébrica dos momentos das forgas do sistema em relagio aos eixos x, ¥€ 2 respectivamente 1.66. 6: = dngulos que o vetor que representa o conjugado forma com os eix0s x, ¥€ zreS- pectivamente. Capiruvo 4 + Resurmies 00s SisteMAs nio Coptanines 0¢ Fongas <> Problemas Resolvidos [Nos problemas seguintes, equacdes escalares equivalentes so usadas quando forem mais convenientes que as equagées vetoriais. Analogamente, nos diagramas, as forcas sao indicadas pelas suas intensidades se suas diregdes estiverem claramente indicadas. 4.1. As forgas de 20, 15, 30 ¢ 50.N sio concorrentes na origem e estio orientadas segundo os pontos cujas coorde- nadas Sio 2, 1,6). (4, ~2, 5), (-3, ~2, 1) e (5 1, ~2) espectivamente. Determine aresultante dos sistemas. Solugao F COORDENADAS em 0, co co rR 2» ano 2 0938 626312 188 x WhO Fe yan! 2631218 is a-2.5) 0748-896 44712 30 0268-241 161 804 so 1-2) 0365 456 915-183 do efeuando a ai quadrad da sora dos quads ds diferengasem x.¥e «Para forgade 30, isso equivale a (=3) + (=2) + (P= V8. F, € 0 resultado do produto de F por cos 0: 2 Fy = 6,26 + 8,96 — 8,300 2) F, = 19,7. Entio, 19,7 RRS cos 0,463 0 valor negative de-cos 6, significa que a resultant tem uma componente negativa na directo do eixo y. Isto esti ilustrado na Fig. 41 Figura 4-1 sic tccincac ten 4.2 "Trés forgas de 20 N, ~10 N e 30 N so mostradas na Fig. 4-2. 0 exo y éarbitrado paralelo & linha de ago das forgas, Essas retas furam o plano xz nos pontos cujas coordenadas x ez, em metros, te, (2,3), 4, 2)€(7, 4). Localize a resultante. fo, respectivamen- Rk 30N 9) en 625.4) 0.4) Figura 4-2 Solugao. R=DF=2W-10+3 4on Para determinar # coordenada + da resultant (i. do ponto pelo qual linha de ago da forga resultant aravessa ‘© plano xz), use 0 sistema projetado no plano xz, conforme mostrado na Fig. 4-3. Aplique a equagio Ri = )° M.: LM, =F Mo = 20 x 2) — (10 x 4) +30 x 7) =210N-m Figura 4-3 A coordenada x deve ser tal que a forga de 40 N (agindo para cima) produza um momento positivo ou anti- horirio, Portanto, R deve estar diteta de 0. 210 y= 525m Centfique-se de obler os sinais por inspeso, conforme indicado no pardigrafo anterior, € no pela combinago entre 0s sinas do momento e da orga |A Fig, 4-4 mostra a projegio do sistema no plano yz, 20M, =X Mo = —30 x 4) — 20x 3) + (10 x 2)= -160N-m 43 Caviruvo 4 + Resurmies 00s SistEMAs nio Coptantnes 0¢ Fongas <> ‘A coordenada z deve ser tal que a forga de 40 N (atuando para cima) produza um momento negative ou hordrio de 160N -m. Portanto, R deve estar & esquerda de O. Nesse caso, a coordenada : € positiva quando esta & esquerda de (0 (observe o diagrama em perspectiva 160 a0 4,00 m © problema pode agora ser resumido como: a resultante do sistema & uma forga le 40 N atuando para cima, A linha de agdo dessa forga € paralela ao eixo ye eruzao plano xz no ponto cujas coordenadas S10 (5,25, 4,00) m. Isso est mostrado na Fig, 42. Encontte a resultante do sistema de forgas mostrado na Fig. 4-5. As coordenadas esto em metros, Figura 4-5 Solugao R=DF=100450- 150 Isso indica que a resultante nto € uma dnia forge. Pode, no entanto, ser um conjugado, ‘Agora determine )> M, e > M_ conforme feito no problema anterior: SLM, = (100 % 2) + (60 x 2) + (150 x 3) SLM, = 100 % 2) + (50% 4) ~ (1508) = 150.8 m 800 N-m Uma vez que F = 0, 37 M, eS M. representam conjugados nos planos yz ¢ xy, respectivamente. Estes esto repre sentados na Fig. 4.6 sccm tector cn (Os dois vetoresrepresentando os conjugados so combinados na resultante M com intensidade M © vetor M no plano xz forma um angulo 8. com 9 eixo z,conforme mostra a figura, onde 8. = 8. De acordo com 0 convencionado para conjugado, a resltante de um conjugado age em um plano perpendicular ‘0 yetor M que o representa, Na figura, iss0 pode estar em um plano que contém 0 eixo y com projegio TT no plano xz 44 Determine a resultante do sistema de Forgas ndio concorrente e niio paralelo mostrado na Fig. 4-7, 2.0.4) Figura 4-7 Solugao [Neste exemplo, substitua cada forga por uma forga igual paralelaaplicada na origem e mais um conjugado. As Forgas aplicadas na origem sio decompostas usando os cossenos diretores e somadas nas dregées x, ye z. Portanto, a forga de 40.N tem cossenos dretores determinados pela dierenga das coordenadas dos dois pontos dads sobre a lina de ago dessa forga. A diferenga em x60 — 2 = ~2: a diferenga em y 2 ~ 0 = 2: a diferenga e Angulo que a forga de 40 N fz com oeixo +6 dado por 2-4 =-2. Ocosseno do Analogamente, cos , = 2//T2e cos 6. = —2 /W/T2. (Os resultados podem ser mostridos de forma mais conveniente por meio de tabelas, Ccarruio4 + Resumes 008 Sisreuas Who CopLanunes o¢Fonchs $<» Da tabela anterior, determine a rsultante deste sistema de forgas trnsladadas e concorrentes na origem: Vier +(Day +O) = Vos? + 28) + 374)? =508N DA 9s rs Zr P95 ous, cone, —E! 0.645, cos, 08 6, 0.137 ‘A resultante das Forgas transladadas € mostrada graficamente na Fig. 48, R=508N RAN Figura 4-8 © que foi exposto ate agora nto uilizou 0 conjugado associado a cada forga transladada. Determine os momentos de cuca uma das ts forgas em relagdo os ts eixos coordenados para determinar a intensidade ea dirego desses con- jugados. Observando a Fig. 4-7, considere aforga de 40 N agindo no ponto (2, 0,4). 0 momento dessa forga ern relagio av eixo xé a soma algébrica dos momentos de suas ts eomponentes em relagao ao eixo x. No entanto, sua componente em y 6. nica que realiza- momento em relagio ao eixo.x. O momento da forga de 40 N em relagio ao eixo x €, portan- to, ~(Q3,1 x 4) = —92.4 Nm, Ao determinar © momento em relago ao eina y i.e. M,), considere os momentos das ‘componentes em sz. O-momento da componente x em rlagio ao eixo y € —(23,1 % 4) 4N-m, O momento dda componente z em relagio ao eixo y (23.1 x 2) = 46,2N +m. Portanto, My € igual a —92.4 4 46,2 = ~46,2N-m. ‘© momento da forga de 40 N em relagio ao eixo z €0 mesmo que o momento de sua componente jem relagio ao eixo = Por isso, M: = (23,1 x 2) = 46.2.N-m. (Os momentos das forgas sio dados em forma de tabela F My, 40 Bl Bl 924 46. 3% 180. -20 -480 72.0 2 146 9 om 194 98 DM == 1598, CM, =356, CM. = 26 A intensidade do conjugado resultante & = Ma VMS OMY + (OMY (= 159.8)? + (35,69? + (29,6)? = 166N-m comin tecinvcr cn com cossenos diretores TM, _ -159.8 cong, Ms 2h = TR = 0963, 4, = et cos &, (© vetor M & mostrado na Fig. 4-9. O conjugado resultanteatua em um plano perpendicular ao vetor M. {A resultante do sistema é a combinagio da forga Re do conjugado M. Figura 4-9 4.5. Enconte o par forca-conjugado que corresponde & resultante do sistema de forcas nto coplanares e ndo con- correntes de 150 N na dregdo da reta que passa pelos pontos (2,0, 0) € (0,0, 1, de 90 N na dines da neta «que passa pelos pontos (0, ~2, ~1 e(—1, 0, ~ 1) de um conjugado de 160 N-m no plano xy. As distancias estdo em metros. Agrupe os momentos na origem. Solugao Expresse cada forca uilizando a notagao i,j,k encontre 0 momento de cada fora em relagao a origem. (0-24 + 0-0 40-0 V2 + OF +? i+ 2+ Ok 0 VE + OF + OF F) = 1501 13414 67.1KN B 40.251 + 80,5) N Eno, RAF) +P: = —174i +805) +67,1KN [Em seguida, determine My e M; ijk 2 0 0 134 0 67,1 ij k o 2 - 4025 805 0 Moan x Fy =134j Nem Dk 80,51 + 40,25) ~ 80,5k Num © conjugado no plano xy pode ser escrito como Ms = 160k Nm. O eonjugado resltante & M=M)+Mz-+ My = 80,5i ~ 93,8) +79,5k Nem Ccarruio 4 + Resuaves 008 Sisreuas Who CopLanunes ¢ Foncas © ~ OFM Pontos A, Be Cio cstejm alnhados soma das componentes x Solucao Amos, 0 cabo e o pau de carga sio exemplos de elementos de dupla-forca. Potanto forga F) orientase na Tongitu- inal do cabo ea forga F; orienta-se na drec20 do pau de carga. Por inspego, as setas so posicionadas como mostra a Fig, 5310) indicando tragao no cabo compressio no pau de care: AB = VIP 866m cos CCaleulando os momentos em relagio ao ponto A, apenas uma ineSgnita permanece na equacto: cM Somat as forasa veitical: (Fy AB) ~ (11760 x 5) F (8,66) ~ $8800 F, =6790N 13580. 11760 + F, 08 8, 0 = —11760 + 0,866F:, Resolva os esforgos nos elementos AB e BC solicitados pelas ages horizontal e vertical de 1000 N mostradas na Fig. 5-4(a). O elemento AB forma um Angulo @ e 0 elemento BC forma um Angulo B com a horizontal. 2 1000N 100081 @ o Solucao Desene 0 diagrama de compo livre da Fig, $-4(5) assumindo que Fay ¢ Frc Sio Forgas de compressio. As equagdes de equilri s Fygc0s 6 ~ Fac cos B+ 1000 o Fy sen 0+ Fyc sen BS — 1000 2 06 cos =08 sen 8 sen Suistituindo, chega-se a 06 Fun = 08 Fi 08 Fig + 0.6 Fae = 1000 E.asolugio do sistema formece 00 N compressio 1400 N compressio EB icons tccincac en 5.8. Na Fig, 5-5(a),a barra AB pesa 120 N/m € suportada pelo cabo AC e um pino em B. Determine a reagio em Bea tragio no cabo. 480 ® Figura 5-5 Solugao {A trago no cabo esta orientaca na diregdo longitudinal do cabo (elemento de dupla-forga). O pau de carga AB nao & ‘um elemento de forg-dupla, uma vez que existem forcas atuando em trés pontas. No diagrama de corpo livre da Fig, (a forga mostrada em B é de intensidade e orientagao desconhecicas. Por exsttem ts forgas nd paralelas que am 0 pau de carga, essas forgas devem ser concorrentes em um panto; esse caso, no ponto D. Da trigonometria, 30°, As equagies de equilorio fornecem Tos30" — Reos 30 Tsen30° + Rsen30"— 480 =0 } “TR = 480N 5.6 Os corpos A e B, pesando 40 N e 30'N, respectivamente, repousam em planos lisos, conforme mostraclo na Fig. 5-6. Eles estdo conectados por uma corda sem peso que passa por uma polia sem atrito, Determine 0 Angulo # ¢ a tensdo no cabo para que o sistema permanega em equilibrio, rom 2 é Liv KO" a Z| [ss ox aN ‘o ° Figura 5-6 Figura 5-7 Solugao (0s diagramas de corpo livre para os dois corpos esto mostrados na Fig. 5-7(a) ¢ (D). Sdo mostradas tr inesignitas na Fig, 5-T(b): 7, Np 8, Uma vez que apenas dispomos de duas equagies, o sistema parece ser estaicamente indetermi- nado na forma como esté. No entanto, a Fig. 5-7(a) mostra apenas duas ine6gnitas, ineluindo T, que aparece também na Fig, 5-7(b), tomando o sistema determinado uma vez que T'seja determinado, ‘Somando as forgas parafelas ao plano inetinado de 30°, temos a equagao de equilfbrio Dri ‘oltando& Fig, $-7(b)¢ somando a forgas Aquele plano, temos = 40sen30° ou F=20N LA =0=7-30sen0 send o=418 Caviru.o 5 + Eouciono o¢ Sistas o€ Forcas Coraunes = $< > 5.7 Uma viga esbelta de massa m tem seu centro de gravidade conforme mostrado na Fig. 5-8(a). O vértice no qual ela se apoia fomnece uma reagio N perpendicular a viga, A parede vertical esquerda ¢ lisa ¢ também fornece uma reagio normal. Qual ¢ 0 valor do angulo @ compativel com o equilfbrio? Figura 5-8 Solugao diagram de corpo tv esti representa na Fig. 5-8(). Some os momentos em relagao so pono 0: mM Neg ma(pteosd) ‘Somando as forgas na vertical, =0=Neos—me ov ae DF =0=Neosa—me = N= malcos # na primeira equagao para obter ga _ mgLcos 6 ow coro (22) cori # L 5.8 Uma viga considerada sem peso é carregada com forcas concentradas conforme mostra a Fig. 5-9(a). Deter- mine as reagdes em A eB, HSN 20N MON. IRON 125N.20N HON HON Tm Tm [Sm am 1m oy » Figura 5-9 ET src tccincac rien Solucdo Para encontrar as reacdes Ry e Ry na Viga mostrada na Fig. 5-9(0), € recomendvel caleuar 0s momentos em relagio 3A em seguida, em relagio a B. Dessa forma, cada equagdo ter apenas una incdgnita. Assim, as eag@es sao determina das de forma independente uma da outra, Nestas condigoes, a soma de todas as Forgas deve ser igual azer0, 0 que € uma oa forma de verficar os ealculos feito. Virios leitores podem prefer calcular uma das reag@es por meio da equaco «de momentos a outra pela soma das forgas. Esse é, obviamente, um procedimento aceitavel, No entanto, os autores utlizam as somat6rias de momentos, reservando a somatéria de Forgas para averiticagao dos célculos. Utlizando esse procedimento, as duas equagbes so rm TMp=0= (128 « 21) ~ Rex 17 + 200% 14) + HO 7) + 18022) 2 125 x 4) — (200 x 3) = B40 x 10) ~ 180 % 15) Ry XT 2 Ry =365N 480 Veriticando, 3D F = ~125 + 480 ~ 200 — 340 ~ 180 + 365 = 0, Esta soma deve, dentro das limites da preciso uili- ‘ada, se igual a 2er0, Se wssim for, as reagbes na viga estardo corretas 5.9 Determine as reagies para a viga com carregamentos concentrados ¢ distribudos, conforme mostrado na Fig. 5-10, 1200 200% am | 4 sm sm 6m anfe Figura 5-10 Solugdo ‘Observe que, no diagrama de corpo livre (Fig. S-11, ago distibuida de 600 N/m € substituida por uma ago concen- trada equivalente de 6000 N, aplicada no ponto médio dessetrecho. Isso & permite na determinaso das reagdes para aviga 2000 Figura 5-11 As equagaes de equltbrio So SMa = 16Rp ~ (6000)(1) ~ (8){1200) ~ (142000) = 0. Re LF, = Ru — 60000 — 1200 — 2000 + 2725 =0. = Ry = 6475 N (Capito 5 + Eaueiem De Sistenas 0€ FoRcAs CoPLaannes <> 8.10 Determine a forea P necesséria para manter suspensa e em equilfbrio uma massa de 10 kg utilizando o sis- tema de polias mostrado na Fig. 5-12(a), Admita que as polias tém o mesmo tamanho € ndo tém atrito, nh ‘ . Ph on n aN o © @ Figura 5-12 Solugao ‘A Figura 5-12(6) mostra o diagrama da pola inferior. forgagravitacional de 10 x 9.8 N age para bao. Em cada lado da polia,agem fora iguais para cima na corre, Uma vez que a correa & continua © que as po- lis no tm atrto, a tensfo para cima na coreia em um lad sera mesma que a tensio na coreia do outro lado (Some ‘0s momentos em relagdo a0 centro da pola para verifiear que iso € verdad) A soma das forgas na vertieal fomece rr Em seguida, desenhe um diagrama de compo livre da polia central Fig, 5-12(c). Pela razlo ja explicada, a tensio na correia em toro dessa pola se T3, Somando as Forgas verticals, a equagHo obtida é =r Finalmente, desenhe um diagrama de corpo livre da pola do alto: Fig, 27,98. =49N 2-7 T,- 49 T]= 24S 5-124), Uma ver que a coreia € continua, P. 4SN ‘A viga rigida da Fig, 5-13(a) € suportada por um pino em A e por molas em B e C. Se a constante de cada mola & de 2000 Nim, determine a reagdo em A e as forgas em cada mola, 4m 10m Ry 2000 fom i oN, 80) ua) Ta a ¢ * - e Sm 6m Sm yO Re Figura 5-13 Solucéo Consider, conforme mostrado na Fig, 5-1346). que 0 Angulo @ é pequeno e que as deflexdes das molas em metros sI0 80 e140. forga em B seri entio, y= 80 % 2000 = 160008 [A forga em C ¢ obtida de Forma semelhante: Ri 40 x 2000 = 280008 src tccincac rien Para obtcr 8, utilize a soma de momentos em relago & A: =M, 20100 9+ 160008 x 8 + 280000 x 14 ow 0346 rad, oR 160000 =S54N © Re = 280000 Para encontrar a reagio em A, lilize a somatGria das forgas verticals como segue: Ry + 584-4969 — 2000 0. y= A77N 5.12 Uma viga engastada com um comprimento de 3,8 m tem massa igual a 10 kg/m e suporta uma ago concen trada de 1000 N na sua extremidade livre. A outra extremidade da viga esté inserida em uma parede rigid, ‘Quais sdo as reagées na viga em A? Observe a Fig. 5-14(a), 1o90N 1000N @ ® Figura 5-14 Solugao CConsidere que a viga flexiona ce modo que a parede oferega um momento resistente tal que impesa a Desenhe um diagrama de coepo live mostrando no ponto médio da viga «ago gravitacional concentrada de 372, G.8m x 10 kg/m x 9,8 mis!) (Considere ky-mls = N.) Vejaa Fig. 5-14(b). Para determinar a forca de reagio Ry, some as Forgas na diregao vertical re Para determinar o momento de reagio My, some os momentos em relagao 8A para obter IM= sinal de menos indica que 0 momento é no sentido horirio, 1000 37244Ry, 2 Ry = 1372N = 1000 % 38-4 3724 x 19-4 My. 5.13 Os blocos A e B pesam 400 200 N, respectivamente. Eles repousam em um plano inclinado a 30° e esto conectados a um poste que é mantido na perpendicular em relagio ao plano inclinado por uma forga P paralela ao plano [veja a Fig. 5-15(a)]. Considere todas as superficies lisas ¢ as cordas paralelas ao plano. Determine o valor de P. O pino em 0 é livre de atrit. Solugéo Desenhe o diagrama de corpo livre para A. Be 6 poste conforme mostrado na Fig. $-15(). Vetifica-se, por inspegdo. «que Ty € Tx podem ser determinadas fazendo a somatéria das foreas paralelas a plano. Entio, 1, = 400 sen 30° = 200 Analogamente, Ty = 100 N. ‘No dingrama de corpo livre do poste, some os momentos em rel

ts ® J Oty as as # ws Figura 5-15 5.14. Uma forga vertical de 50 N esti aplicada no ponto A da manivela, conforme mostrado na Fig. 5-16, Uma forca aplicada em B impede a rotagio da manivela em tomo do ponto O, Determine a forga P e a reagao R no apoio em O. Figura 5-16 Solugéo Somando os momentos em rlagio a0: DMmo sen 60° x 405030, P=433N Somando as forgas nas diegdes dos cixos x y DF =0 = Resend — 43,308 30 DF, =0 = Roos #433 en. 30°— 50 27,62 © R= 809N 5.13 Determine as reagdes na viga carregada conforme mostrado na Fig. 5-17(a). Despreze as dimensdes da seco ea massa da viga. aN a kN « Figura 5-17 EE erccrusuntecitucn:Esvirca Solugao [No diagrama de compo livre, Fig. 5-17(0), as componentes horizontal, Cy € vertical, C, da. reagio no pino em € so consideradas positivas.O suporte de rolo sugere que a reaglo Rp é normal viga, conforme mostrado, ‘Somando as orga horizonais, obiém-se uma equacdo onde apenas C) €inebznita rn Isso significa que C) age para esquerda, ao contrario do assumido. ara determina Rp, calcule os momentos em relagdo ao ponto C: isso leva a uma equagdo que envolve apenas Rp =086 kN Cy — 2208 60" +3 E05 45° — 1.Se0s 80 G 5 x 2 ~ 2sen 60°) x 6 — 3 sen45°) x 13 ~ (1S sen 80") x 17+ Rp x17. Rp =4.3KN SMe Observe que © momento de cada forea em relagio ao ponto C € igual ao momento das componentes verticals, dessa Forgas em relagio a C, porque as linhas de ago das componentes horizontais das Forgas passam pelo ponte C. Para determinar C,,a somatéria dos momentos em relaglo a D & 0 conveniente: DMp=O=~ 6, 174 5% 15+ 28en60" x NE S8EN4S? AG O3kN Se qusermos, uma verifcagio dos valores dC, e Rp pode set obvida somando as Forgas vets, porgu essa euago anda no foi ilizads Esse somatvio, - F. deve ser gala zero quando os valores de C,¢ Rosi subsites Dk, = 603-52 0866 ~ 3 «0.707 = 15.44: 002 ‘Uma vez que o resultado esti dentro dos limites de precisdo do problema, os valores veriticados so sufieiente- ‘mente precios, 5.16 Para a viga mostrada na Fig. 5-18(a), determine as reagdes em A ¢ B. Solugo (0 diagrama de corpo livre é0 mostra na Fig, 5-18(b) As equages de equilibvio sio SEMy = 4p — (1200 — (3/200 + 500=0, + Ry = 75N. DLA, = Rat 75—200- 200=0. +. Ry =325N SJ im fin] im | i= 2m tm | 2m 1 t 1s 200 N 200 N 100 Nim awn | 0 a J) so0 nm }) 500m & Xe @ ® Figura 5-18 5.17 Determine a tensio no cabo AB que impede a viga BC de deslizar. A figura 5-19(a) mostra os dados essen- ciais. O peso da viga é 75 N. Assuma que todas as superficies sio lisas. Solugao ‘A Figura 5-19(b) mostra o diagrama de corpo livre. Observe que Ro € normal 8 viga e que Rr € normal ao piso, porque as superfcies so consideradas sem arto ‘Um procedimento¢ fazer 0 cdlculo dos momentos em relagio a B para determinar Rey e,entdo, soma as Forgas horizons pata encontrat Ta partir das seguntes equagdes: rMe= DA = -15(3,5.60860") + Rp — ty = 22,71 513.5 €0860°) + Ro ay Ry =22,1N 10866). -.T T~ Rpcos30" =T 9.7 Cariru.o 5 + Equciono o¢ Sistas o€ Forcas Coraunes = <> sm 15N 4 r Figura 5-19 5.18 Determine as seguintes forcas no pértico com a forma de um A mostrado na Fig. $-20(a): (1) as reagbes no piso em A e £, (2) as reagdes no pino em C no trecho CE e (3) as reagdes no pino em B no trecho AC. O piso € considerado liso. Despreze os pesos dos membros. 446m 35¢m- me 400N @ o Dd, 200m fe ™ Figura 5-20 EN crcenusuntecitucn:Esririca Solugao Para determinar as reagdes no piso em A e E,considere 0 pértico como um corpo livre solid tnico,conforme mostrado 1a Fig. 5-21) A forma como o péitico distribu imtermamente a carga de 400 N no intl na determinagio das reagdes externas em A E, Caleulando os momentos em relagio A e E, resulta as seguintes tespostas: TM, =0= Rex 8400446. 2 Re=223N DR =0= 8422-400, 2 R= 17TN ‘Ao resolver as partes (2) ¢ (3) do problema, desenhe o digrama de corpo livre do membre CE na Fig. 5-20(e). Assuma que as reagties nos pinos em CE sio conforme o mostrado, Na figura, temos quatro inedgitas ¢ apenas Wes equagies disponiveis. Outro compo live envolvendo algumas das mesmas incdgnitas deve ser desenhado. Desenbe 0 liagrama de compo livre do memnbro BD da Fig, 5-20{d) mostrando as reagbes que atuam no pino em D no echo BD em sentido oposto ao assumido na Fig, 5.2046). A distancia 2,126 m na Fig. 5-20(¢ € obtida subtraindo a projec horizontal da dimensdo de 2,0 m dos 3,54 m. Por raciocinio semelhante,obtém-se a outa dimensao, ‘As seguintes equagdes podem ser eseritas para a Fig. 5-20(c) DA =0=6,4D, o DR =0=6,4D, 4233 2 YMp =0=233 x 2 0848" ~ C, x 5.173 c08 45° ~ Cy x 5.173 sen 45° ° ara a Fig. $-20(d),escreva as sepuintes equagies: 400 x 3.644 ~ D, x 5.770 4 , — 400 ~ D, 6 hh Dy 6 ‘Ao resolver as equagdes: cima, ole para as equagGes com apenas uma inedgnita. De (4). 400 x 3,644 370 52.6N De (5), 400 — 2526 = 147.4 N Suibstitua D, = ~256,6.N na equacio 2) para obter C, = ~223 ~ (—252,6) = 29.6N. Sulbstitua C, = 29,6 N na equagio (3) para obter Cy = 56.6 N. De (6)e (1) By = +D, = +(—C)) = H-$6.6) = ~S6.6N. Para esumir os resultados, com énfase particular nos sinus: 1 Reagdes no piso: Ry=ITTNparacima Rp = 223 N para cima 2. Reagées no pino em C no membro CE: Assumiu-se que estas atuavam em CE no sentido positivo 16.6N paraadireita C= 29,6N para cima 3. Reagdes no pino em B no membro AC: Na Fig. 5-20(a), as reagGes do pino em B foram mostradas atuando em ‘BD. Portanto elas t&m sentido contro quando agem em AC. Na solugio da reagdo em BD, encontrou-se que: 47.4 N, ie. para cima. Portanto, as reagbes do pino em AC slo By =S66N paraadiveita By = 147,4N parabaixo Capiru.o 5 + Equciono o¢ Sistas o€ Forcas Coraunes = FT» 5.19 Umeilindro de 1 mde didmetro e massa igual a 10 kg estd encaixado entre duas pegas cruzadas que formam entre si um Angulo de 60°, conforme mostrado na Fig, 5-21(a), Determine a tenséo no tirante horizontal DE, assumindo que o piso é liso. NT 30 ™ o © Figura 5-21 Solugao ‘Considere toda a estrtura como um diagrama de corpo livre, Dada a simetria, 6 evidente que A «© para cima (a forga gravtacional é 10 x 9,8 = 98 N). Em seguida, desenhe © diagrama de corpo livre do brago DB mostrando o esforgo T do trante € as rages C,€ no pino C [Fig. 5-21(0)|- A reagio N, do cilindro & perpendicular ao brag. Se Nj fosse conhecida, entioa soma dos momentos em relagio a C levaria a0 valor da tensio T: Mas Ny pode ser ddeterminada desenhando © diagrama de corpo livre do ciindro [Fig. 5-21(c)]. Em fungSo da geometria envolvida, Nj ‘passa através do centro do clindro. Assim, a soma das Forgas na vertical condu7 a =F, Observe também que a distancia de N; na perpendicular até C é0,5/(tg 30°) = 0,866 m, Volte ao diagrama de compo livre do brage BD e some os momentos em relaglo ao ponto C para obter $42 Quio longe uma pessoa de 80 kg pode caminhar a0 longo de uma prancha, se a forga de esmagamento admissivel nos roletes em A e Bn Fig. 5-38 é de 1500 N? Despreze o peso da prancha, — ot Le Figura 5-38 5.43 NaFig. 5-39, ual é forga Pnecessria para clevara massa de 90 kg velocidad constante? Consiere as polias sem ati. Resp. P=441N 0 ke Figura 5-39 S44 Na Fig. 5-40, qual éa forga P necesséria para manter 0 peso de 600 N em equilfbrio? Resp. P=200N W=600N Figura 5-40 Eceaasia Mecha: Estrca 3.48 0 bloco superior na Fig. 5-41 esté suspenso a partir de um suport fio. A correia ¢fixada ao fundo da caixa do bloco superior € passa em toro da roldana do bloco inferior. Em seguida, a correia passa pela roldana do bloco superior ¢ & soliitada para baixo por uma forca P. Mostre que, para ter 0 equlibrio, a forga Pé de 245 N quando a massa de 50 kg € suspensa pelo fundo da eaixa do bloco inferior. Soke Figura 5-41 546 O bloco superior na Fig, 5-42 contém duas roldanas e o bloc inferior tem apenas uma. A correia éfixada & parte supe- ‘or do bloco inferior e passa, entdo, em torn de uma das roldanas do bloco superior. Em sepuida, passa pela roldana do bloco inferior eretorna passando em tomo da segunda roldana do bloco superior, onde uma forga P € aplicada. Mostre que, para 0 equilibrio, a forga P & de 133 N quando o peso suspenso pelo fundo da caixa do bloco inferior & de 400 N, LLLLLLLLLL 400 Figura 5-42 Cariru.o 5 + Equciono o¢ Sistas o€ Forcas Cortaunes = $<» 3.47 Na Fig. 5-43, um sistema de alavancas & mostrado suportando uma carga de 80 N. Determine as reagdes em A e B na alavanca Resp. Ry=—TNAN. Ry = 124N son fl a Figura 5-43 alee S48. As rodas de um guindaste movem-se sobre trilhos em A ¢ B, conforme mostrado na Fig. 5-44. 0 peso do guindaste Ede 88 KN, com centro de aplicagio | m i direita de A. O contrapeso C é de 35,2 kN com centro de aplicagio da forga 2,4 m i esquerda de A. Qual é peso maximo W, 4 m i direita de B, que pode ser carregado sem que 0 guin- daste se incline? Resp. W=6KN SL —___&, aw isa 4 Figura 5-44 5.49 Uma pessoa cuja massa 6 de 70 kg, representada por m, segura um massa de 25 kg, conforme mostrado na Fig, 5-45, CConsidera-se polia sem arto, A plataforma na qual a pessoa se encontra estésuspensa por cordas em A e em B. Qual {a tensdo na corda em A? Resp. A=294N te | in—ef- $2 » | Figura 5-45 icons tccincac ren 8.80 A Figura $-46 mostra uma viga suspensa que pesa 40 N / m. Uma carga uniformemente distribuida de 240 Nim é mos- ‘ada juntamente com ts eargas concentradas. Determine as reagdes na viga. Considere o peso da vig. Resp. Ry =TION, Ry = 1200 Figura 5-46 551 Uma tala diferencial € mostrada na Fig. 5-47. 0 componente superior conectado ao suporte & formado por duas polias Justapostas e de didmetros dye ds. polia inferior tem diametro ¥(d; + da). O peso & conectado a potia inferior. Uma Corrente passa em tomo das pois, conforme mostrado, Considere que a. tensio no lado frouxe da corrente énula (parte da corrente mostrada a direita da polia superior menor). Qual € a forga P necesséria para que o peso W figue na iminén- cia de subir? Resp, P= "Aly ~ diddy S52 NaFig. 5-48, AB ¢ uma haste rigida ¢ CB éum cabo, Se a massa é de 900 kg, qual a reagio no pino em A na haste AB? Qual Ea tensdo no cabo? Resp. Ay=153KN,A,= 8.82 kN, 153KN Capiru.o 5 + Equciono o¢ Sistas o€ Forcas Coraunes =< > 8.83, Uma forga horizontal F de 40 N ¢ aplicada ao martelo mostrado na Fig. $-49. Considerando que 0 martelo apoia-se no ponto-A, qual éa forgaexercida no prego vertical que estésendo arrancado da superficie horizontal? Resp. P=104N 6am | Figura 5-49 S54 Determine a forga P que mantém a alavanea mostrada na Fig 550 em equilibrio. Despreze 0 arto no ponto de apoio 0. Resp. P=522N Figura 5-50 55 A massa mde 450 kg esti conectada ao pino em C, conforme mostrado na Fig. $51. Determine as forgas que agem nos membros ACe BC, Resp. AC=S880N, BC = 7350 N Figura 5-51 icons tccincac sien 8.86 Na Fig. 5-52, as forgas mostradas agem na viga ems intervalos iguais. As cargas esto em kN. Determine as reagBes em AcB. Resp. Ay= LOSKN.A, = 4,60 KN, B= 8.71 KN Figura 5-52 557 A viga ED ¢ caregada conforme mostrado na Fig. 5-53. A viga é conectada por um pino & parede em E. Em D, uma polia de 20 cm de diimetro estéfixada & viga por meio de um mancal livre de arto. Uma corre passa pela poliae & cconectadla verticalmente pelas extremidades do diimetro horizontal aos pontos A e B. Determine as rages no pino em Eeewtensio na coreia Resp. B= 638N0, Figura 5-53 5.58 A barra uniforme de 3 m mostrada na Fig, 5-54 pesa 200 N.O piso e a parede vertical sto lisos. Determine a tenstio no FioAc, Resp. T=S1IN 30 Figura 5-54 Capiru.o 5 + Eouciono o¢ Sistas o€ Forcas Coraunes =<» 8.89 Determine as reagdes em A e B para o consolo mostrado na Fig. 5-85, Resp. B= 1390N,A, = —1390N, A, = 1200N one ( 45cm 7 oe Tem em cs 90cm 1200N + Figura 5-55 5.60 Determine a tensio no cabo BC, mostrado na Figuta 5-56, Despreze o peso de AB. Resp. T= 1000N Figura 5-56 icons tccincac ren 3.61 Uma porta uniforme de massa igual a 18 kg é conectada em A e B, conforme mostrado na Figura $-87. Determine as eagies nas conexdes da porta em A e B. Considere que as componentes verticis das reagBes em A e B Sio igus. Resp. A =99,8N, 0, = 118", B= 99,8 N, 0, = 62,1" Sa e i i E A Figura 5:57 5.62 0 pénico ilustrado na Figura 5-58 ¢ usado para suportar uma massa de 200 kg em F: Determine (a) reago no pino E «em DE, (b) areago no pino C em CF e (c). reagao no piso B em AB. Resp. (a) E = 6510N, 0, = 207; (6) C= 5960 N, 0, = 189°; (¢) By =2350N, B, = 1960 N 25mm 4 Figura 5-58 5.63 0 parafuso B é apertado por uma forca de 40 N perpendicular aos mordedores da chave mostrada na Fig, $-59. Quais ‘io as forgas P aplicadas na perpendicular de tal forma que a forga de aperto seja a fornecida? Resp. P=163N 0mm 12S mm Figura 5-59 Capiru.o 5 + Equciono oe Sistas o€ Forcas Cores =< > 8.64 Determine as componentes da reac no pino em A no pértico ilustrado na Figura $-60. O elemento AB é horizontal eo clement DBC € vertical. Todos os pinos sio livres de arto Resp. A, =2730N para a esquerda, 4, = 250 N para cima, Figura 5-60 8.45. A Figura 5-61 ilustr um peirtico suportando uma acio distribu por 6 m do elemento horizontal DEF de comprimento total igual a 8 m. Um momento de 30080 N - m é aplicado na exiremidade do elemento DEF. Determine a tensio no arame horizontal AC - m——e] 2m [+ Resp. T= 1900N SSSR cn Figura 5-61 icons tccincac ten 8.66 0 pico da Fig $-62 consisteem um elemento vertical GFHCB e um horizontal CDE, 20s quais estio conectadas, por meio de pinos sem atrito, as duas polias mostradas. Cada polia tem diimetro de 400 mm. A massa de $0 kg & mantida em equilfbvio por uma corda que passa pelas poliase ¢ paralela em parte de seu comprimento ao elemento de dupla-for- 62 FD. A corda AB € necessiria para manter todo o péitico em equilfrio. Determine a tensio Tem AB ea intensidade da reagio no pino Cem CDE. Resp. T=490N,C= 1100 N ood mm 4 30k 00mm Figura 5-62 5.67 As duas placas tiangulaes finas na Fig. $63 tm seus lados verticals ¢ horizontals eonforme mosteados, Elas slo ati- ‘euladas em C por um pino sem atrto. As ages mostradas sio tanto verticals como horizons, Determine a intensidade 8.48, Na estrutura mostrada na Fig. §-64, determine a intensidade da reago no pino em B no elemento horizontal BD. A superficie lisa na qual a estrutura repousa ¢ horizontal Resp. B=T9AKN Figura 5-64 $.69 A forga horizontal de 200 N na Fig. 5-65 ¢aplicada ao elemento inclinado BCD. cuja extremidade inferior repousa em ‘um plano horizontal liso, Sua extremidade superior & conectada por um pino em Hao clemnento horizontal AB. Qual 0 cconjugado M que deve ser aplicado ao memibro AB para que o sistema se mantenha em equilforio? Qual éa intensidade da reagio no pino em 2? Resp. M=3700 Nim, B= 306N Figura 5-65 8.10 Determine as rages na viga horizontal carregada conforme mostrado na Fig, 5-66, O sistema é nfo concorrente endo paralelo, Despreze 0 peso da viga, Resp. Ay= ~O44 KN, A, = 2.98 KN, B= 627 KN LSkN 3kN 38 : Capitulo 6 Equilibrio de Sistemas de Forgas nao Coplanares 6.1 EQUILIBRIO DE SISTEMAS DE FORGAS NAO COPLANARES (© equilfbrio de um sistema de forgas nio coplanares ocorre se a resultante ndo é uma forga R nem um conjugado M. As condigies necessérias e s que Re M sejam vetores nulos sto R=> 0 vetor soma de todas as forgas do sistema o vetor soma dos momentos (em relago a um ponto qualquer) de todas as Forgas do sistema, =0 e© M=YM=0 6.1) onde OF yM=0 AAs duas equagdes vetoriais acima podem ser aplicadas diretamente, ou, em problemas mais simples, as seguin- tes equagées escalares derivadas podem ser aplicadas em cada um dos trés sistemas no coplanares. 6.2 SISTEMAS CONCORRENTES 0 seguinteconjunto de equagdes assegurao equlfrio de um sistema de forgs ndo coplanares concorrentes: LAs0 EAR=0 DA=0 (62) onde 5 Fx, Fy. F:= tespectivamente, os somatérios das componentes sy ¢z das Forgas do sistema, SM =0 pode ser utitizado como alternativa a uma das equagBes aci Tizarmos no lugar de 5 F = 0, entio 5M pode sera soma algébrica dos momentos das forcas do sistema em relagdo a um ei a. Por exemplo, se a uti- o que nao é paralelo e nem corta 0 eixo . 6.3. SISTEMA PARALELO © conjunto de equagies a seguir assegura o equilbrio de um sistema paralelo de forgas nfo coplanares: DA=0 CM=0 La=0 (63) conde F, = somatério das componentesy da forgas do sistema escolhido paralelo ao sistema oa, © M = somatério dos momentos da forgas do sistema em relagdo aos xe z,respecivamente Casirio 6 + Eautiono oF STEMS 0€ FORCAS NiO ComLaAnes ~ Me = i ik i i k i ojok DexH=h) 0 10 0 |+Fe| 0 w 0 |4/0 0 0 0.433 0,866 0.25 0.433 0,866 -0,25| |591 —104 0 Expandindo os determinantes e combinando: 25F,—25 Fol + Ol) + 433A +4.33Fy — S910 (ou 2.5F ~ 2.5Fy = 08 4,33F4 + 4.33Fy ~ 5910 = 0, de onde Fy = 682 N de Tragio, Fy ‘A’soma das forgas na diregio y fornece C,, que & também de compressio no poste: DA, A soma dos momentos em relagio a O indica que C, = C. 1682.N de rag. = 0866F —0,866Fy— 105-0 on —C,=1200N, Casirio 6 + Eautiono oF STEMS 0€ FORCAS NiO ComLaAnes = ~ [A soma dos momentos das das forgas ser ijk ijk re 1-3 -f+eh 0 7840 vil, rrx Thtk + F501 — 35+ 98) via 301 Finalmente, obvemos ew DPX =0 Lx 784 2784187 V3 5x Vid O leitor poders usar 0 ponto B sobre AB eomo a refertncia para os momentos. Iso levat ao mesmo resultado, 6.6 Um peso de 800 N esti sendo retirado de um orificio de 1,2 m de didmetro, Trés correias conectadas a0 peso si agarradas por trés pessoas igualmente espacadas no entorno da borda do orificio. Qual é @ esforgo exercido em cada correia quando 0 peso esté a 1,2 m do topo? Considere que (a) cada pessoa realiza 0 mes- mo esforgo, que (b) 0 peso é centrado, © que (c) cada pessoa esta segurando a correia pelo espago livre do orificio. Solucao As componentes vertcais das rs forgas devem ser iguais ao peso de 800 N; isto €, 7 ¢08 centre a corres ea vertical através do peso, Ent, 106 1 100 N, onde #€ 0 ngulo m6 oe oT o=w 198N 6.7 O sistema mostrado na Fig. 6-6 esti sujeito a uma forga horizontal P de 100 N no plano xy. Determine a forga em cada perna, AC, CE CB. Solugo As distncasdesconcidas foram calcula ¢ valem CE = 5, BC = V34e AC = V1 m. Assuma que a ts frgas ‘as copies eto nm dibs trates ET crcerusntecitucn: Esvinca Some as forgas paralelas 20 cixo z para obier a relagio entre Fe F>.Calcule os momentos em relacio& linha AB para determinar Fs. Entio, some as forza paralelas ao eixo x para obteroutra relacio entre Fe F-Essas equagbes Sio 3 4 roost, o = va" aa Sry x6- 0x4 o 5 oe 3) va Val o 0s resultados so F, = 55,6 de rato, Fy = 45,7 N de tag, F) = 89.3 N de compress, 6.8 Resolva o Problema 6,7 usando a notagdo vetorial, Solugao {As quatrforgas podem expressar-se de acordo com as diregdes as cas, conforme segue: ‘Como si0 todos valores positives, serio todos esforgos de tag, conforme assumido, 6.9. Uma mesa com 600 mm por 600 mm é montada sobre tr8s pernas. Quatro cargas sto aplicadas conforme mostrado na Fig. 6-7, Determine as ts reages. Uma vez que para um sistema paralelo estio disponiveis, {és equagdes, apenas trés apoios So necessirios. Todas as coordenadas esto em mm. Casirio 6 + Eautiono oF STEMS 0€ FORCAS NiO ComLaAnes =~ Solucao Aplicando as ts equagies para sistemas paralelos, resultam as sepuintes equagdes: DF, =0=R, +R +R — 20-30-1050 a YM, = 0 = =Ry x 600 ~ Ro x 600-+ 20 x 500 + 30 x 300 + 50 x 500+ 10 x 200 @ YM, =0 = Rs 600-4 Rs x 600 — 20 x 200 — 50 x 400 — 10 x 400 — 30 x 200 ° Ap6s as simplificagbes, as és equagBes com tr inegnitas convertem-se em 33.3N S83N R=234N R Observacao: Outro método de solugio & somar os momentos em relagio is hordas Ris € RoR para obker Ry e . respectivamente 6.10 Um virabrequim esti submetido aos esforcos F e Fs paralelos ao eixo 2, ¢ F2 e Fy paralelos ao eixo y. Veja a Fig. 6-8. Quais so as reagdes nos maneais em A e B se os esforgos so todos iguais a F? Figura 6-8 Solucéo Assume-se que as rages de apoio nos mancais tem as dregdes positivas dos eixos ye. As equagies de equilfbrio 0 YM. =0= Fya +b) ~ Fila +30) +8,204+39) ® —F (a) + ya + 2b) — BAQa + 3b) 2 -AsQa-+ 30) Fla+2)) + Fala) 6) 24+ 36) + Fla +30) ~ Fas) ) Em um motor real, s forgas ni seriam iguais eas equagdesacima seriam resolvidas para as incgnitas que elas con- ‘tm, Seas forgas so assumidas ua, entéo 2» » —» tore” See “awe “ABE B, s sinais negativos indicam que as componentes A. ¢ A, na realidade, agem para tris e para baixo, respecti- vamente. A reacio total em B & paralela & reagio total em A; sdo iguais em intensidade, porém de sentidos oposts. As duas juntas formam um conjugado, como se poderia esperar, porque Fi, Fs. Fo, Fy formam conjugados quando ‘assume-se que elas so iguais em intensidade ET erccrustecituca:Esvinca 6.11. Considere que a porta de um automével pesando 240 N é uma chapa retangular de 90 em de largura por 120 «em de altura, com seu centro de gravidade coincidindo com seu centro geométrico (veja Fig. 6-9). A porta E aberta a 45°. A aco do vento de 200 N ¢ aplicada concentrada na perpendicular & porta ¢ em seu centro ‘geométrico. A maganeta da porta esté a 70 em da borda inferior e a 7,5 em da borda direita. Qual é a forga P, aplicada na maganeta em um plano horizontal formando um Angulo de 20° com a perpendicular & porta, necessiria para manter a porta aberta? Quais sio as componentes das reagdes nas dobradigas em A ¢ B? Escolha 0 eixo.x ao longo da porta do automével. Considere que a dobradiga inferior B suporta toda a forga vertical, isto &, A, =0. Tse "P= Psen* Lina de utomivel Figura 6-9 Solugao [Na Fig. 6-9 sio mostradas as componentes (consieleradas positivas) de cada reagio nas dobradigas. Observe que si0 ‘mostradas as duas componentes da forca P, uma perpendicular e a outa paralela& porta Calculando os momentos em relagio a0 eixa y, obtém-se uma equacio com uma incégnita, P., pela qual P pode sercaleulada, ‘Sormando as forges na direglo do eixo z obtém-se uma equacio com as incdgitas A ¢ &. Calculando os momen- tos em relasio ao eixo x, obtém-se outra equagio envolvendo A, ¢ &, Resolvasimultaneamente Caleulando os momentos em relagio ao eixo ze somando as Forgas na diego do eixo x, obtém-se duas equagdes em A,€ B,, Somando forgas na vertical, obém-se uma equagio envolvendo B (Os parigrafos acima indicam um tipo de andlise que pode ser feta antes que qualquer equagio sejaescrita. As cequagies so as que segue: YM, =0 = 200 45 +P, 82.5 a YF =0=A, +8. +200-P, oy YM, =0=A, x 104 B, x 25-4200 60 P. x 70 @ YM, = 0 = ~25 x By +P, x 10— 240 x 45 — A, x 70 @ YF =0=A,4B—Py o DF =0=8,- 240 o a equagio (1), oblemos P, = (200 x 45)/82,5 = 109 N. Mas P cos 20° = Ps entio, P = 116 N. Substiua P= 109 N nas equagies (2) e (3) e reagrupe os termos conforme segue: c+ Be = =200+ 108 e A, + 258. = —120000 + 7630 6) Casirio 6 + Eautiono oF STEMS 0€ FORCAS NiO ComLaanes =~ T72> Resolva o sistema de equagties simultineas(2') ¢ (3) para obter A. = ~46,6 N e B. = ~46,6 N. Em segui substituindo nas equagdes (4) ¢ (5), obtemos ~25B, + 70(116 x 0342) — 704, a“ Apt B,~ 116 «0342 = 0 6 Resolvao sistema de equagdes simultaneas (3) ¢ (5') para obter 240 N, 6.12, Uma haste homogénea &C de 10 m de comprimento e com uma massa de I kg repousa em uma parede lisa em B e no piso liso em C (veja Fig. 6-10). Determine as tenses em AB e DC, que silo cabos sustentando & hhaste em equilfbrio. Note, na Fig. 6-10, que BD € perpendicular ao eixo z e que AB esté no plano Figura 6-10 Solugao Introduza as reagdes na purede Ny ¢ no piso Ne para completa o diagrama de corpo livre da haste. Aplicaremos as seguintes equagies de equilibrio: YF. =0= Np — Tecos45 @ EF =0=t xd 984 @ EM, =0=-9,8 x 5e05 30" cos 5" + No x 9,808: con 45° No x 5 ® Asts equagdes contém quateo ineégnitas e aparentemente parecem impossiveis de resolver. Contd, para uma posi estvel, a soma das forcas peependiculares a0 plano BCD deve ser zero, Hi apenas duas forgas (Nq © Ty) com ‘componentes perpendicutares a esse plano. Assim, 4 . 4 Ta x5 x Coss’ = Nycosss’ ou Ty x= Np inem (3), fornece Ny Substiua esses valores na equagio (2) ¢ obtenba No 3.03 N. Entio, 8 — Np Essa rela, substi JON Daequagio (1), ET rca nccincas ren 6.13 Duas vistas de um molinete so mostradas na Fig. 6-11(a). Os mancais sio sem atrito. Qual é a forga P, perpendicular & manivela, necesséria para sustentar um peso de 800 N na posigio mostrada? Quais reagies nos mancais em A ¢ B? 10 a8, " dhe 06m I I 1+ 108 em ke 36cm) @ Figura 6-11 Solugéo 0 iggrama de compo live & esquematizado na Fig. 6-11(b) mostrando todas as forgas que atuam vez que nenhumna forga atua no sentido longitudinal do molinete, nenhuma componente aparece na diregio do eixo x. ‘Somando os momentos-em relagio a0 eixo x: EM ar as eagies nos mancais, as quatro equagdes seguintes podem ser ullizadas: =P 36 +800 x 15. =3N Para dete Li =0= = « 108-4 Peon 25° x 148 ® XM, =0=-800 x 60 + 8, x 108 — Psen 28° x 144 °) ®) “) Observe que a forga P = 333 N é resolvida por meio de suas componentes P cos 25° ¢ P sen 25° nas dregSes dos 1, respectivamente. Por exemplo, o momento de P em relagio ao exo € apenas © momento que sua compo- ;ente na dlireeio do eixo z produz em relago ao exo y, porque a componente na diregio do eixo y€ paralla a0 eixo y €, portanto, no produz momento em relacio a este ‘Da equagio (1), obtemos B, = 402 N: da equagio 2), obtemos B, = 632 N. Substiuindo os valores de B., Bye de P nas equagdes (3) (4), obtemos A, = 309 Ne A, = —102.N. 6.14 Determine as reagaes nos mancais em A e B para o eixo horizontal mostrado na Fig. 6-12(a). As polias so integradas ao eixo. As cargas na potia maior So horizontais, enquanto as cargas na polia menor Sdo verti- cas, Todas as dimensbes esto em em, i 00 = 129 99 @ Figura 6-12 Casirio 6 + Eautiono OF STEMS 0€ FORCAS NiO ComLaMAnes TE Solucao {A Fig, 6-12(b) mostra o diagrama de compo livre com 0s eixos escothidos convenientemente, Pra determinar a forga P, some 0s momentos em rela ao eixo x, obtendo Px 5 300%54160% 10-240 10=0 ou P=480N Por nfo termos forgas externas aplicadas na diregio do eixo x, podemos dizer que A. em relagio a diresio de A. leva a B,=0.A soma dos momentos 320 x 180+ 480 x 18048, x 270=0, +B, =-533N ‘A soma dos momentos em relagao a B.Fornece 320 x 90 ~ 480 x 90 ~ A, x 270 Como forma de verificacio, note que a soma de A, ¢ B, é 800 N para baixo, que corresponde a soma das duas Forgas para cima que agen na polia menor. Para determinar B., use a soma dos mon relagdo aAy- Assim, = 240 x 60 — 160 x 60+ Bx 270) B. S88 Para determina 4,, use a soma dos momentos em relagio a B,. Assim, =240 x 210-4 160 x 210 — A, « 276 0, A/=3IN ‘Como forma de verificagio, note que a soma de A. ¢ B. € 400 N para frente, que corresponde & soma das duas Forgas para tes que agem na polis mar, 6.15 A viga EF na Fig. 6-13 pesa 120 Nim e suporta um peso de 600 N na sua extremidade. Ela apoia-se em ‘uma articulagio esférica na extremidade em Ee nos cabos AB e CD. Determine os esforgos em AB e CD. Encontre a reagdo na extremidade artculacla em B. Todas as dimensdes esto em em. Figura 6-13 Solugao -Aidote os exons y€ x eonforme mostdo na Fig. 613, Para o equi da vign EF excolha DM As orga que atuam no sistema so as que segue: eDF=0, (1) Q peso W de 600 N, agindo verticalmente para bai 2) peso da viga € (2,4 > 120) N e€ dada por —288). @) A reagio na juntaesférica é E+ Ej + B.. representaco por —600), ETT crccrusmecitucn:Esvinca (4) Oesforgo em AB pode ser escrito por Ty = Ad +AJ +A.k, onde Ty = -0,384T, JOO 130" + 18O® (© sinal de cada componente fia definido uma vez que assumimos AB como tracionada e atuando na viga EF. no sentido de B para A, que corresponde ao sentido negativo do eixo x, a0 sentido postivo do eixo ye ao sentido ne- ativo do eixo (5) Oesforgo.em CD pode ser escrito por Te= Ci + C+ Ck, onde Fee itn asin YOO TIO 90 90 Gy = Tecos 6, = FE Te = O5TITe G Tecos Me & recomendéve star as cinco Forgas € 0s panto de apicago sobre sus linhas de ago para os qua os vetores posigo deve apontar partindo do pont E (1°) ~600j em (0, 0,240) (2!) ~288) em (0,0, 120) G) EA+ Bj + Ekem 0.0.0) (4) 03847 + 0.512744 — 0.7687sKem (0,0, 80) (6) 40577TA + 0571Te — OSTITeKem 00.90) ‘A soma dos momentos dessas cinco Forgas em relagio a deveri ser zero, Uilizando cada vetor pos do ponto (0, 0,0) para. ponto do vetor forg lstado acim, teremos joj kl ji G ki] fi Gk i i k 0 0 wol+]o 0 10/+)0 0 f+] o 0 180 0 600 0} jo 288 0 | |e & &] |-08er 0si2% -0.7687, i i k +| 0 0 90 OSTITe OS7ITe -0STITe 240(600)i + 120(288)1-+ 180(055127)i ~ 180(0.384T f+ |-90(0.577ToN + 900.5777] = 0 Tgualando os coeficientes em ia zero e, em seguida, os coeficientes em ja zero (dividids por 100 para simplificar): 1786 0, 1227 —0519Te=0 © 0.68171 +0,519Te de onde obtemos T, = ILION e To= 1460 N. Assim, =0,384(1 11031 + 0.512(1110)) ~ 0,768(1110)k. 0.S77(1460) + 0,577(1460)) ~ 05771460) 4261 + $86) — 852k S421 + 8425 ~ 842k ara determinar a reagio na junta, iguale sucessivamente a 2ero os coeficientes dos termos em jek da equagio F,—4264842=0 600 — 288-4 £, +568 + 842 852-842 =0 de onde obtemos E, = ~416N, Ey = —S22N, E. 1690 N. Casirio 6 + Eautiono oF STEMS 0€ FORCAS NiO ComLaAnes ~ Problemas Complementares 6.16 Na Fig. 6-14, uma massa de 30 kg €suportada por um elemento comprimide CD e dois elementos trcionados AC e BC. CCD forma um ingulo de 40° com a parede. A, Be C estio em um plano horizontal. AE = EB = 1000 mm. Encontre as Forgas em AC, BC e CD. BC =143N de tragio, CD. 84 N de compressio joke Figura 6-14 6.17 Na Fig, 6-15, # alavanca consiste em um pau de carga BE,em uma coluna BD (vertical) © em tés eabos, AD, CD e DE. A, Be Cestio em um plano horizontal. AC dividido pelo plano que contém BD, BE ¢ DE. Determine as forcas em AD, De Bb. Sugestio: Primero considereo sistema coplanar e concorrente por E para obtera forga em DE. Entio considere 0 sisienta ndo coplanar e no concorrente em D. Resp. Typ = Ten = 11,6 KN de tragio, Fyp = 11,9 KN de compressio. Figura 6-15 cco mecincr cn 6.18, Na Fig. 6-16, oesforgo horizontal de 400 N é mostrado atuando no topo do poste DB. O poste é mantido em equilbrio por dois tirantes AD ¢ CD. A, B e Cestio no nivel do piso. Encontre os esforgos em AD e CD. Resp. Typ = 306N de tragdo, Tep = 29 N de tragio om ry | Figura 6-16 6.19 Uma cimera de video com massa de 2g repousa em um tripé cujs pernas esto igualmente espacadas eformando um Angulo de 18° coma vertical. Assuma que o sistema de forgas & concorrente no ponto que est 1200 mm acima do nivel do piso e determine as forgas em cada perna. Resp. F=687N 6.20 Um peso de 2000 N esté pendurado por um tirante em um tripé com pernas de igual comprimento,conforme mostrado 1a Fig. 6-17. Cada perma forma um ingulo de 30° com o trante. A, Be C esto em um plano horizontal formarn um twingulo equilatero, Determine as forgas em cada pera, 168 N de compressio Resp. Fan a Figura 6-17 Casirio 6 + Eautiono oF STEMS 0€ FORCAS NiO ComLaAnes <> 621A mesa circular de 1800 mm de didmetro suporta uma carga de 400 N localizada em um diimetro a 300 mm co centr, ppara.o lado oposto a0 de R}, como mostrado na Fig. 6-18. Ry, Re € Ry esto igualmente espagadas. Determine a suas intensidades.. Resp. Ry =44N,Ry=178N R= 178N Bu) 900mm Figura 6-18 622 Em relagio A Fig. 6-19, Se a méxima resistencia admissivel para cada cabo & 10500 N, determine o peso permis para placa circular homogénea de rao igual a 2 m, Resp. 23400N Figura 6-19 6.23 A placa wiangular na Fig. 6-20 suporta uma carga de 140 N posicionada a 1200 mm medidos a partir do vertice da esquerda sobre a bissetriz do ngulo. 7), Ty Ts sio as cargas de tragio em ts fos de suporte verticals. Quais so seus valores? Resp. Ty=4L0N,Te= T= 49,5 N oN Figura 6-20 ET conser tecitce cn 6.24 Um cubo uniforme de peso Wé suporiado por seis cordas conectadas aos vértices, conforme mostrado na Fig. 6-21 Cada corda € perpendicular a uma fac, ic., a uma continuagio de uma aresta do cubo. Determine a tragio em cada cord de modo a que 6 eubo permanesa em equilbro. Resp. T= WR % ir n Ty Figura 6-21 6.25 Observe Fig. 6-22. Admita que um motor pesando 2000 N tem seu centro de graviade a cinco otavos do comprimen- to total em relagio & parte frontal e sobre uma linha de centro longitudinal. Se a base tem uma largura de 44 em e um ccomprimento de 68 em, qual a intensidade das reages nos suportes, considerando uma em cada vértice frontal e uma, no centro da parte trasera do motor? Um diagrama de bloco é mostrade na figura. Resp. Rp=3T6N, Ry = 1250 N Casirio 6 + Eautiono oF STEMS 0€ FORCAS NiO ComLaAnes =< E> 6.26 Vejaa Fig, 6-28. Um cixo vertical pesando 160 N suporta duas polias em Be D pesando 48 N e 36 N, respectivamente, Os estorgos de 60 N e 240 N sio paralelos ao eixo x. Os esforgos de 80 N e P sio parlelos ao eixo z. O mancal em Ce ‘o manecal de ebaixo em A sio considerados ser arto, Determine a forga P eas reagies em A eC. Resp. P= 320N,A, = 200N,A, = 244 N,A,= —132N, C, = ION, C.=532N, C, SON can Poli 2 (30 cm de didmetio) aw Pola B (0 em de diimet) a Figura 6-23 627 No guindaste simples mostrado na Fig. 6-24, CH € vertical, GD € horizontal e AC e BC sto cabos de ago. Os pontos Ae B so equidistantes do plano que contém CH, DG e EF. O peso é W = 16 KN, Determine o esforgo em AC as reagbes em H. Todas as dimensbes estio em centimetros 104 KN, Hy = L2KN, Hy = 32.2 kN, H,= 0 ET rccrusuamtecitucn:Esrinca 6.28 Um poste vertical é submetido a um esforgo de 620 N no plano ye 15° para baixo em relago i horizontal. Os cabs de ago AB e AC sio conectados a suportes no plano xO poste repousa em um encaixe (vejaa Fig. 6-25). Qual €0 esforeo «em cada cabo de ago? Tac = 689 N Resp. Tae Figura 6-25 6.29 Oalcapio homogéneo pesa 400 N. Qual €a trago T no trante necesséria para manter a porta na posigo a 26° mostrada na Fig. 6-26? Quais do as reagdes nas dobradigas em A e B? Considere que a pola D esténa direcdo do eixo vertical . ‘Tadas as dimensdes esto em Centimeteos. O plano 4) é horizontal N,Ar=B,= —120N, Ay = 125 N, Ar = 128N, By = —18N, Be = 125N Resp. 7. Caririo 6 + Eautiono oF STEMS 0€ FORCAS NiO ComLaanes =< 2> 6.30 0 pau de carga EF mostrado na Fig. 6-27 pode ser considerado sem massa. Ele &sustentado pelos cabos AB e CD e por um encaixe em F. Determine as tragdes nas dois cabos e as reagbes de apoio em E. Todas as dimensbes estio em ilimetrs. Resp. Tragdo em AB = 9020 N, tragdo em CD Figura 6-27 6.31. A porta mostrada na Fig 6-28 est conectada por tras soldadas na haste EB. A haste EB € suportada por mancais em A © B,e suporta uma engrenagem £ em sua extremidade. Um pinhdo (no mostrado) exerce uma forga F horizontal em- baixo da engrenagem £. Assumindo que a porta homogénea pesa 120 N, determine a forga Fe as reagbes nos mancais {quand o Angulo a é 58°. Todas as dimensdes estio em centimetros. Resp. F TION, B, = OON, Be H4AN, By = 60N, B.=0 6.33 No Problema 6,30, se a resisténcia maxima de ambos os eabos & $000 N, qual seréa maxima massa admissivel em F? Resp, Maske Treligas e Cabos 7.1 TRELICAS E CABOS Estes so exemplos de sistemas coplanares de forcas em equilibrio (veja Capitulo 5). 7.2. TRELICAS Hipéteses 1, Admite-se que toda a treliga ¢ formada por elementos rigidos contidos em um mesmo plano. Isso significa que se trata de um sistema de forgas coplanates. 2. O peso dos elementos é desprezado por ser considerado pequeno em comparagio com as agies. 3. As forgas so transmitidas de um elemento a outro através de pinos lisos perfeitamente ajustados aos ele- _mentos. Esses elementos, denominados elementos de duas forgas, estardo sempre tracionados (7) ou com- primidos (C), Solugdo pelo método dos nés Para usar esta técnica, des Ihe um diagrama de corpo livre para qualquer pino da treliga, com 0 cuidado de que nao mais que duas forcas atuem nesse pino. Essa limitagio se impdem porque se trata de um sistema de fors rentes para o qual, é claro, apenas duas equagées podem ser utilizadas para obter a solugdo, Resolve-se um pino depois do outro até que todas as inedgnitas tenham sido determinadas. Solugao pelo método das secées No método dos nds, conforme explicado, as forgas nos varios elementos so determinadas pelo uso do diagrama de corpo livre de cada pino, No método das seges, é uma segio da treliga que faz o papel de diagrama de corpo livre. Isso envolve um corte feito através de um certo nimero de elementos, inclusive dos elementos cujas forcas desconhecidas, para isolar uma parte da treliga, As Forcas nos elementos cortados externas aplicadas, contribuindo no equilfbrio nessa parte da treliga. Uma vez que o sistema € niio concorrente € nio paralelo, as trés equagées esto disponiveis, Portanto, em qualquer segio, no podem ser calculadas mais do que trés forcas incégnitas. Certifique-se de que o corpo livre esteja completamente isolado e que, ao mesmo tempo, rio tenha mais do que ts forgas inesgnit Carirw.o7 + Treucase Cros ~ Problemas Resolvidos 7.1 A treliga triangular simples na Fig. 7-4(a) suporta dois carregamentos, conforme mostrado, Determine as reagies ¢ as forgas em cada elemento, 2000. 4000 2000 4000 8 © AT AV ACTA , . om -_— 20» — 1» —§| 30m fy fy @ o ba 20 Fo a he hon hn Foe ’ wa hen, 2300, = we - 3500, w © wo Figura 7-4 Solucao A Figura 7-4(b) € um diagrama de corpo live da teliga completa pelo qual determinam-se Ry e Rr. Uma vez que as {duas agdes sio verticals, apenas uma componente da eacio no pino em A € a 2: x 40 ~ 4000 x 30 — 2000 > 10. Ry x 40+ 20K0 > 30 — 40X10 x 10, w @ {A soma na vertical das duas forgas dadas e das duas reagSes determinadas anteriormente¢ ig ‘mando, assim, 0s resultados. | Figura 7-4(c) 0 diagrama de corpo-livre do pino A. A reago de 2500 N ¢ para cima. A tinica forga que pode ter uma componente vertical para haixo que compensa Ry &0 esforgo no elemento AB. Forga essa que & mostrada na direeZo do pino, sugerindo que o elemento AB esti comprimido. Uma vez que a forga Fy age para a esquerda e para ‘aixo,alguma forca para adirita deveri se contrapor 8 primeira a fim de obter equlfbrio. Portanto, a forga Fic é mos- ‘rada para a diteita, puxando o pino. © pino por sua vez puxa o elemento AC para a esquerda,o que esti associado a uma Forga Fede tag, Escrevendo as equagies do sistema concorrente da Fig. 7-4), xh LF Resolvendo, teremos Fyy = +2500/0,866 = +2890 N, Fhe = Fy cos 60° = +1450 N, O sinal de mais indica que as siregdes escolhidas foram corretas. Assim, Fg = 2890 N C, Fyc = 1450 N T: C significa compressio e T: tagao. Em seguida, desenhe o diagrama de corpo livre para o pino B. Veja a Fig. 7-4). Alguém podria ter escolhide ‘© pino em C, mas, nesse c3so, rerfamos ts forcas desconhecidas: Fac, Fo Fee. Nessa figura o elemente AB esti «em compressdo e deve ser representado empurrando o pino. forga de 2000 N € mostrada agindo para baixo no pino [As dirogbes das Forgas Fo ¢ Fyc slo desconhecidas. Em vez de gastar tempo decidinde qual a diregio de cada uma, 1a zero, confir- Fac Fax c0s 60° 8) = 2500 ~ Fy sen 60° 4 =0 EEE erccrustecituca:Esvinca 12 assuma que elas esto tracionadas. O sinal mais no resultado indicard que a tragio & correta, enquanto o sinal de me- ‘nos indicaré compressio. As equagies para esse sistema sfo LF Fa + 2890 cos 60° + Fac 60s 60° 6) SOF, =0= 2890 sen 60" ~ 2000 ~ Fy sen 60° 6 Resolvendo a equacio (6), Fyc'= 577 N T- Substituindo na equasio (5). Fx tivo, esse elemento est na realidade, comprimido. Em seguida, desenha-se o diagrama de corpo livre para o ino em C, conforme mostrado na Fig. 7-4(e).Os dois valores conhecidos, Fjce Fac, So considerados. Uma vez que Fac tem componente vertical para cima, Fen devers ser adotada como de compressio. Se isto no lear claro, assuma que ela seja de trago, e um sinal de menos aparecers no Final, indicando compressio. As equagies sio 1730 N. Ura vez que osinal € nega DoF = 0= Fee ~ 1450 577608 60" — Fey 00s 60° ” Sr, 377 sen 60° — Fepsen 60° ®) Resolvenulo,teremos Fen = S77 N Ce For = 2020N 7. (© diagrama de corpo livee seguinte servird para determinara dima forga Fix € pode ser tanto para o pin em ‘D como em E. A Figura 7-4(f) mostra o diagrama de corpo live para o pino em E. Observe que a forga For & admitida ‘como inesignita. Iso foi feito com o propésito de servir como verfieagio desse valor, que devers ser igual ao obtido para pino em C. As equagies: sio uf Lr Resolvend, teremos Fe = 4030 N Ce Foe = 2020N T. 3500 — Fy sen 60° o F pg c08 60° — Fee 0) Determine as forcas em FH, HG, IG ¢ IK na treliga mostrada na Fig. 7-5. Cada ago é de 2 KN. Todos os {ridingulos so equiléteros, com lados de 4 m. Figura 7-5 Solugdo (© primeiro passo € determinar as reagdes. A reago de 7 KN a esquerda é determinada pela inspegao da estrutura com: pleta, que €simeéticae simetricamente carregada. Em sepuida, vrifique os elementos nos quais deseja obfer as forgas. Corte a estrutura através do maior nimero possvel de barras, mas nfo mais de tés que tenkam suas forgas ineSenitas. O primero corte passari pelos elementos FH, HG e GI. Desenhe agora © diagrama de corpo livre. que pode ser da parte esquerda ou direita do corte. Escola a parte que envolve o menor nimero possivel de forgas ~ a parte da esquerda, neste caso, Desenhe 0 diagrama de corpo livre dessa parte conforme mostrado na Fig. 7-6, Geralmente recomenda-se assumir Forgas de trago em todos os ele= ‘mentos, levando em conta que um sinal negativo no resultado indicart compresso, Uma seta que sai do corpo livre indica que o elemento puxa a estrutura e que, portanto, estar tracionado, ‘Quaisquer trés equagies de equilbrio poderdo ser aplicadas ao diagrama de corpo livre. © somatsrio de mo- ‘ments em relagdo a G fomece uma equagdo com apenas una inedgnita de forga, Fri. © somatério de momentos em relagdo a # (extemo a figura) envolve apenas uma inedgnita de Forga, Fe, uma vez que os elementos FFT © HG ineteeptamse em Ff. Finalmente, a som das forgas resultaréna solugao para a forga Fy. Utlizando esse proved mento, 05 resultados si0 EEMe = 0= Fay x 2180" — 7x 12-42 x 1042x642 x2 w Par 2g 30? Tx 44 2x 1242 e842 x4. ° 47=2-2-24 Fg sen 60°. 2 Fg = —LASKN o Carirw.o7 + Treucase Cros ~