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BURNOUT:

Como o Trabalho pode


Levar ao Adoecimento
Profª Drª Ana Maria T. Benevides Pereira
GEPEB – Grupo de Estudos e Pesquisas sobre Estresse e Burnout
Universidade Estadual de Maringá
Pontifícia Universidade Católica do Paraná
Universidad Autónoma de Madrid

www.sindromedeburnout.com
Você se sente assim pela manhã???

Ana Maria T.Benevides-


T.Benevides-Pereira
2010
Ou assim no seu trabalho???

Ana Maria T.Benevides-


T.Benevides-Pereira
2010
Assim com a vida???

Ana Maria T.Benevides-


T.Benevides-Pereira
2010
Ou tem se sentido assim de
um modo geral???

Ana Maria T.Benevides-


T.Benevides-Pereira
2010
Cuidado!!!
Você pode estar em
estresse
ou mesmo já em
BURNOUT!
Ana Maria T.Benevides-
T.Benevides-Pereira
2010
Para entendermos o processo da
SÍNDROME DE BURNOUT,
precisamos primeiramente
entender o que é
ESTRESSE

Ana Maria T.Benevides-


T.Benevides-Pereira
2010
Estresse

• Ocorre diante de uma situação (real ou


imaginária) que venha a desestabilizar o
sistema homeostático do indivíduo,
exigindo um sobreesforço por parte deste
para recuperar-
recuperar-se.

Benevides-Pereira

Ana Maria T.Benevides-


T.Benevides-Pereira
2010
Estresse

• O estresse sobrevém quando os


recursos disponíveis estão aquém das
demandas.
(Lazarus & Folkman, 1984)

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Estresse
Estresse Positivo Estresse Negativo

Eustresse Distresse

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T.Benevides-Pereira Benevides-Pereira, 2002
2010
Importância
do trabalho
• O trabalho não só está relacionado ao
sustento,
sustento,
• ele também está intrinsecamente
relacionado à identidade individual,
• o que o reveste de uma importância ainda
maior
Ana Maria T.Benevides-
T.Benevides-Pereira
2010
Estresse no Trabalho
ou Ocupacional

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2010
• Exigências cada vez maiores do mercado
de trabalho
• Conhecimento específico
• Proficiência de outros idiomas e informática
• Capacidades pessoais de relacionamento
• Desemprego em ascensão

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2010
O que é BURNOUT?
• É a resposta à cronificação do estresse
ocupacional.
• Surge como uma forma de enfrentamento,
mesmo que inadequada, aos sintomas
desencadeados pelo estresse,
• implementando outros para que a pessoa
possa “sobreviver” no posto de trabalho
trabalho..

Ana Maria T.Benevides-


T.Benevides-Pereira
2010
O que é burnout?
• É uma forma de defesa à cronificação do
estresse ocupacional

•Portanto, sempre se refere ao mundo


do trabalho

•Distresse
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2010
Histórico
• Herbert J. Freudenberger (1974) – Staff burn-
burn-
out
• Bradley (1969)
• Maslach & Jackson (1981)
síndrome multidimensional constituída por:
– exaustão emocional,
– Desumanização (despersonalização) e
– reduzida realização pessoal no trabalho

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Exaustão Emocional
“ se refere a sensação de esgotamento,
tanto físico como mental, ao sentimento
de não dispor de energia para
absolutamente nada. De haver chegado ao
limite das possibilidades.”
(Benevides--Pereira, 2002, p.35)
(Benevides

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2010
Desumanização
“…contato frio e impessoal com os
“…contato
usuários de seus serviços (alunos,
pacientes, clientes, etc.) passando a
denotar atitudes de cinismo y ironia em
relação às pessoas, assim como
indiferença ao que pode vir a ocorrer aos
demais””
demais
(Benevides--Pereira, 2002, p.35)
(Benevides

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T.Benevides-Pereira
2010
Realização Pessoal
“ evidencia o sentimento de insatisfação
com as atividades laborais que vem
realizando, sentimento de insuficiência,
baixa auto-
auto-estima, fracasso profissional,
desmotivação, revelando baixa eficiência
no trabalho.”
trabalho.”
(Benevides--Pereira, 2002, p.35)
(Benevides

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2010
Ocupações predisponentes
• Qualquer atividade pode vir a desencadear
um processo de burnout,
• As ocupações cujas atividades estão
dirigidas a pessoas e que envolvam contato
muito próximo, preferentemente de cunho
emocional, são tidas de maior risco ao
burnout..
burnout
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2010
• Pessoas propensas ao burnout:
• idealistas,
• altamente motivadas,
• identificadas com seu trabalho,
• empáticas,
• com altas expectativas,
• responsáveis
• perfeccionistas,
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2010
Figura 1 – Ativação Psicofisiológica em Processos
de Estresse (Benevides-
(Benevides-Pereira, 2002)
AGENTE ESTRESSOR

ORGANISMO

Ativação CÉREBRO

ESTRESSE
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AGENTE ESTRESSOR
PERCEPÇÃO

Hipotálamo
CRF - Fator liberador da corticotropina
ENDORFINA
Hipófise (Inibe a sensação da dor)
Pituitária

PROLACTINA
VASOPRESSINA (Inibe a atividade reprodutora)
(Ação Antidiurética)

SISTEMA NERVOSO SIMPÁTICO

CATECOLAMIDAS ACTH GLUCAGON


(Corticotropina) Pãncreas
Adrenalina Noradrenalina

GLICOCORTICÓIDES
Supra--Renais
Supra

Elevação do nível de glicose na circulação, freqüência cardíaca, pressão sanguínea Mobilização da energia

Benevides-Pereira, 2002, p.32


ESTRESSE
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T.Benevides-Pereira 2010
Psiconeuroendocrinoimunologia
Sistema Nervoso Sistema Endócrino

Processos Imunitários Fatores Psicossociais

“os quatro setores se modificam mutuamente em


múltiplos níveis: molecular, tissular, orgânico e social”
Rof Carballo
Carballo,, 1984
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2010
Sintomas Físicos
• Fadiga constante e progressiva
• Distúrbios do sono
• Dores musculares ou osteo osteo--musculares
• Cefalééias, enxaquecas
Cefal
• Perturbaçções gastrointestinais
Perturba
• Imunodeficiência
• Transtornos cardiovasculares
• Distúúrbios do sistema respirató
Dist respiratório
• Disfunçções sexuais
Disfun
• Alteraçções menstruais
Altera nas
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mulheres
-Pereira
Sintomas Psicológicos
• Emocionais
• Comportamentais
• Defensivos

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2010
Sintomas Psicológicos

• Falta de atenção, de concentração


• Alterações de memória
• Lentificaçãão do pensamento
Lentificaç
• Sentimento de alienação
• Sentimento de solidão
• Impaciência

Ana Maria T.Benevides-


T.Benevides-Pereira
2010
Sintomas Psicológicos
• Sentimento de insuficiência
• Baixa auto-
auto-estima
• Labilidade emocional
• Dificuldade de auto-
auto-aceitação
• Astenia, desânimo, disforia,
disforia, depressã
depressão
• Desconfiança, paranóia

Ana Maria T.Benevides-


T.Benevides-Pereira
2010
Sintomas Psíquicos
• Falta de atenção, de concentração
• Alteraçções de memó
Altera memória
• Lentificaçção do pensamento
Lentifica
• Sentimento de alienaç
alienação
• Sentimento de solidão
• Impaciência
• Sentimento de insuficiência
• Baixa auto-
auto-estima
• Labilidade emocional
• Dificuldade de auto-
auto-aceita
aceitaçção
• Astenia, desânimo, disforia
disforia,, depressão
• Desconfiançça, paran
Desconfian paranóóia
Ana Maria T.Benevides-
T.Benevides-Pereira
2010
Sintomas Comportamentais
• Negligencia ou excesso de escrúpulos
• Irritabilidade
• Incremento da agressividade
• Incapacidade para relaxar
• Dificuldade na aceitação de mudanças
• Perda de iniciativa
• Aumento do consumo de substâncias
• Comportamento de alto-
alto-risco
• Suicídio

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Sintomas Defensivos
• Tendência ao isolamento
• Sentimento de onipotência
• Perda do interesse pelo trabalho
(ou até pelo lazer)
• Absenteísmo
• Ironia, Cinismo

Ana Maria T.Benevides-


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Mediadores, Facilitadores e/ou
Desencadeantes do Burnout
• Características Pessoais
• Idade
• Sexo
• Nível educacional
• Filhos
• Personalidade:
– Nível de Resiliência
– Locus de Controle
– Padrão de personalidade Tipo A
– Variáveis do „self‟
– Estratégias de Enfrentamento
– Perfeccionismo
– Motivação
– Idealismo
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2010
Mediadores, Facilitadores e/ou
Desencadeantes do Burnout
Características do Trabalho
• Tipo de Ocupação • Tipo de Cliente
• Tempo de Profissão • Conflito de Papel
• Tempo na Instituição • Ambigüidade de Papel
• Trabalho por Turnos ou Noturno • Suporte Organizacional
• Sobrecarga • Satisfação
• Relacionamento entre os colegas de • Nível de Controle, Autonomia
trabalho • Responsabilidade
• Assédio Moral • Pressão
• Relação Profissional-
Profissional-Cliente • Percepção de Ineqüidade
• Falta de feed
feed--back • Conflito com os Valores Pessoais

Ana Maria T.Benevides-


T.Benevides-Pereira
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Mediadores, Facilitadores e/ou
Desencadeantes do Burnout
Características Organizacionais
• Ambiente Físico
• Mudanças Organizacionais
• Normas Institucionais
• Clima
• Burocracia
• Comunicação
• Autonomia
• Recompensas
• Segurança
Ana Maria T.Benevides-
T.Benevides-Pereira
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Mediadores, Facilitadores e/ou
Desencadeantes do Burnout
•Características Socio-
Socio-Culturais

• Suporte social
• Suporte familiar
• Cultura
• Prestígio
Ana Maria T.Benevides-
T.Benevides-Pereira
2010
Observação sobre as Causas e os
Sintomas
• “As causas e os sintomas não são
universais. Dependendo das
universais.
características da pessoa e das
circunstâncias em que esta se encontre, o
grau e as manifestações são diferentes.”

(Benevides--Pereira, 2001, pág.34).


(Benevides
Ana Maria T.Benevides-
T.Benevides-Pereira
2010
Pior:

•O mesmo estímulo
•Na mesma pessoa

Pode ser inócuo em um determinado momento


ou situação
e ser considerado como extremamente
ameaçador em outro
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O ser humano é o único que sofre por
antecipação
ou diante de algo imaginário, fruto de sua
imaginação ou fantasia.

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2010
Resultados no local de trabalho

• “No trabalho, seus efeitos se fazem sentir


principalmente nas constantes faltas por
problemas de saúde, nos conflitos com a
equipe e nas atitudes para com os usuários dos
serviços ofertados, na rotatividade, bem como
na deteriorização da qualidade e na queda da
produtividade.”
(Benevides-Pereira, 2002)

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T.Benevides-Pereira
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Instrumentos de avaliação
Não há instrumentos de avaliação específicos para o
burnout, validados para o Brasil.
– MBI – Maslach Burnout Inventory (Maslach & Jackson, 1986)
– CBB - Cuestionário Breve de Burnout,
Burnout, (Moreno-
(Moreno-Jiménez, Bustos,
Matallana y Miralles, 1997)
– SBS--HP – Staff Burnout Scale for Health Professionals, (Jones, 1980)
SBS
– CDPE - Cuestionario de Desgaste Profesional de Enfermería (Moreno
(Moreno--
Jiménez, Garrosa & Gonzalez
Gonzalez,, 2000b);
– IBP – Inventário de Burnout para Psicólogos (Benevides
Benevides--Pereira &
Moreno--Jiménez, 2000)
Moreno
– CBP--R Cuestionário de Burnout para Profesores Revisado (Moreno
CBP (Moreno--
Jiménez, et al.,
al., 2002)
– CESQT – Cuestionario para la Evaluación del Sindrome de Quemarse
por el Trabajo (Gil
(Gil--Monte, 2005)
– ISB – Inventário da Síndrome de Burnout (Benevides
Benevides--Pereira – 2007)
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Instrumentos jurídicos disponíveis

• Decreto 3048/99:
– Artigo II dos Agentes Patogênicos
causadores de Doenças Profissionais ou do
Trabalho
• Síndrome de Burnout ou Síndrome do
Esgotamento Profissional
• causa o Ritmo de trabalho penoso (Z56.3) (Z56.3)..
• outras dificuldades físicas e mentais relacionadas com
o trabalho (Z56.6)
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T.Benevides-Pereira
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Decreto 3048/99:

• Afastamento por burnout

– Fundo de Garantia
– Estabilidade no Emprego

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• Para que o funcionário tenha seus direitos
preservados, seu afastamento deve ser
caracterizado como “auxílio
“auxílio--doença
acidentário””
acidentário
(Brasil, Lei n.º 8.213/1991).
8.213/1991).

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• Também há que ressaltar que, a partir da
Lei 9.732/98, a empresa é responsável
pelo custeio da aposentadoria especial,
não ficando ao encargo da seguridade
social o financiamento desse beneficio.

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T.Benevides-Pereira
2010
A partir de abril de 2007, entra em vigor a
Lei n.º 11.430/2006,
11.430/2006, regulamentada pelo Decreto
6042,, de 12 de fevereiro de 2007 e
6042
Instrução Normativa do INSS 16,16, de 27 de março de
2007:
“Art. 21
“Art. 21--A. A perícia médica do INSS considerará
caracterizada a natureza acidentária da incapacidade
quando constatar ocorrência de nexo técnico
epidemiológico entre o trabalho e o agravo, decorrente
da relação entre a atividade da empresa e a entidade
mórbida motivadora da incapacidade elencada na
Classificação Internacional de Doenças - CID, em
conformidade com o que dispuser o regulamento”
(Brasil, 2006
2006)).
Ana Maria T.Benevides-
T.Benevides-Pereira
2010
Manual de Procedimentos
• Serviços de Saúde concernente às Doenças
Relacionadas ao Trabalho
(Brasil Ministério da Saúde (2001)
O diagnóstico de um caso de síndrome de esgotamento
profissional deve ser abordado como evento sentinela e
indicar investigação da situação de trabalho, visando a
avaliar o papel da organização do trabalho na
determinação do quadro sintomatológico. Podem estar
indicadas intervenções na organização do trabalho, assim
como medidas de suporte ao grupo de trabalhadores de
onde o acometido proveio. (p.194).

Ana Maria T.Benevides-


T.Benevides-Pereira
2010
Formas de prevenç
prevenção e/ou
Intervençção
Interven
•aos profissionais comprometidos com a saú
saúde
laboral,
adotar aç
ações preventivas adequadas. Nos casos
em que o processo de estresse jájá esteja em
curso, há
há a possibilidade de propor medidas
que possam vir a solucionar o problema
•aos trabalhadores,
que estes possam autoavaliar-
autoavaliar-se e, desta forma,
procurar minimizar ou eliminar os agentes
estressores envolvidos, buscando restabelecer
condiçções saudá
condi saudáveis de trabalho e no ambiente
ocupacional,
Ana bem como -ajuda
Maria T.Benevides-
T.Benevides Pereira caso necessá
necessário
2010
Níveis de Atuaç
Atuação

• Individual,
• Institucional e
• Inter
Inter--rela
relaçção indiví
indivíduo/institui
duo/instituiçção

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T.Benevides-Pereira
2010
Classificação das possiveis formas de intervenção
(Baseado em Schaufeli & Enzmann
Enzmann,, 1998)
FOCO
O individuo O individuo em A organização
interação com a
organização

Identificação
PROPÓSITO

Prevenção

Tratamento

Reintegração laboral

Ana Maria T.Benevides


T.Benevides--Pereira 2010
Primeiro passo...
Ter informação sobre o processo

Sabendo:

•O que é

•Como se manifesta

•Facilitadores

•Fatores desencadeantes
Hábitos saudáveis
• Alimente-se de forma balanceada;
Alimente-
• Preserve os horários de sono (7 a 8 horas diárias);
• Efetue exercícios físicos regularmente;
• Não fume, ou diminua o fumo;
• Modere a ingestão de bebidas alcoólicas;
• Evite a utilização de substâncias ativadoras ou
relaxantes;
• Realize atividades de lazer prazerosas,
preferentemente de estilo diverso das
habituais/ocupacionais;
• Usufrua de suas férias regularmente.
regularmente.
Ana Maria T.Benevides-
T.Benevides-Pereira
2010
Faça uma auto-
auto-análise
• Identifique quais sintomas
relativos ao estresse/
estresse/burnout
burnout vem
apresentando e diante de quais
eles se dão.
Benevides--Pereira & Alves, 2003
Benevides
Ana Maria T.Benevides-
T.Benevides-Pereira
2010
Aprenda a dizer
NÃO
respeitando seus
próprios limites
Benevides--Pereira & Alves, 2003
Benevides
Errar é Humano!
Realizar adequadamente
seu trabalho é o ideal,
mas o perfeccionismo
pode ser um fator
estressante
desnecessário
Benevides--Pereira & Alves, 2003
Benevides
Se o estresse e o burnout
contraem ...

Aprenda a se ALONGAR

Realize alongamentos periódicos no


decorrer de uma jornada de
trabalho

Ana Maria T.Benevides-


T.Benevides-Pereira
2010
Se o estresse e o burnout
ativam o organismo...

•É necessário aprender a
RELAXAR
Ana Maria T.Benevides-
T.Benevides-Pereira
2010
Não hesite em procurar ajuda
profissional
caso perceba que mesmo com
estas recomendações ainda lhe
está sendo difícil fazer frente aos
sintomas sentidos.
Referências
• Benevides
Benevides--Pereira, A.M.T. (2001). A saúde mental de profissionais de saúde
mental: uma investigação da personalidade de psicólogos.
psicólogos. EDUEM.
• Benevides--Pereira, A.M.T. (org.). (2002). Burnout: quando o trabalho
Benevides
ameaça o bem-
bem-estar do trabalhador.
trabalhador. S.Paulo:
S.Paulo:Casa
Casa do Psicólogo.
• Benevides--Pereira, A.M.T. (2007). El sindrome de burnout em Brasil y su
Benevides
expresión em el ámbito médico. In: Gil-
Gil-Monte, P.R. & Moreno, B. (2007) El
síndrome de quemarse por el trabajo
trabajo.. Madrid: Pirámide
Pirámide..
• Brasil (2001). Doenças relacionadas ao trabalho: manual de procedimentos
para os serviços de saúde.
saúde. Brasília: Ministério da Saúde
• Brasil (2007). Lei 11.430/2006, Ministério da Previdência Social, DOU
27.12.2006.
• Brasil (2007). DECRETO N.º 6.042 – Alterações do Regulamento da
Previdência Social Ministério da Previdência Social - DOU de 12/2/2007
• Gil--Monte, P.R. (2005) El síndrome de quemarse por el trabajo (burnout).
Gil
Madrid: Pirámide.
• Carrobles,, J.A. & Benevides
Carrobles Benevides--Pereira, A.M.T. (2007). El estrés y la psicología
positiva . Fernández
Fernández--Abascal
Abascal,, E.G. Emociones Positivas.
Positivas. Madrid: Ed.Pirámide.
• Desenhos – Ilustração Cesar Barbosa
• Imagens Google
Ana Maria T.Benevides
T.Benevides--Pereira 2010

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