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SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO EM EDIFÍCIOS ESCOLARES A APLICAÇÃO DO REGIME JURÍDICO E REGULAMENTO TÉCNICO DE

SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO EM EDIFÍCIOS ESCOLARES

SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO EM EDIFÍCIOS ESCOLARES A APLICAÇÃO DO REGIME JURÍDICO E REGULAMENTO TÉCNICO DE SEGURANÇA

A APLICAÇÃO DO REGIME JURÍDICO E REGULAMENTO TÉCNICO DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO AOS PROJECTOS DE SCIE

RJ-SCIE – Regime Jurídico de Segurança Contra Incêndio em Edifícios e Recintos dec-lei 220/2008 de

RJ-SCIE – Regime Jurídico de Segurança Contra Incêndio em Edifícios e Recintos dec-lei 220/2008 de 12 de Novembro

RT-SCIE – Regulamento Técnico de Segurança Contra Incêndio em Edifícios e Recintos portaria 1532/2008 de 29 de Dezembro

1. Norma Transitória • 1 de Janeiro de 2009 Entrada em vigor da nova legislação

1. Norma Transitória

• 1 de Janeiro de 2009 Entrada em vigor da nova legislação
• 1 de Janeiro de 2009
Entrada em vigor da nova legislação

Introdução – condições de apreciação do projecto de SCIE

• Os projectos de edifícios e recintos, cujo licenciamento ou comunicação prévia tenha sido requerida até à data da entrada em vigor do presente decreto - lei, são apreciadas e decididas de acordo com a legislação vigente à data da sua apresentação.

• Se o processo de licenciamento não estiver concluído, as alterações efectuadas dentro do mesmo projecto cujo licenciamento ou comunicação prévia já esteja em apreciação ou aprovado na Câmara Municipal, antes de 1 de Janeiro não é exigido a aplicação do novo RJ-SCIE.

• Se o processo de licenciamento estiver concluído, as alterações efectuadas são consideradas uma nova operação urbanística.

2. Condições de Segurança Tipo A são as condições de segurança que devem estar cumpridas

2. Condições de Segurança

2. Condições de Segurança Tipo A são as condições de segurança que devem estar cumpridas no
2. Condições de Segurança Tipo A são as condições de segurança que devem estar cumpridas no

Tipo A são as condições de segurança que devem estar cumpridas no Projecto de SCIE, para que a apreciação tenha um parecer FAVORÁVEL. Trata-se das condições de segurança respeitantes às disposições do Decreto-Lei nº. 220/2008, de 12 de Novembro, à Portaria nº.1532/2008, de 29 de Dezembro e ao Despacho nº. 2074/2009, de 15 de Janeiro.

Tipo B são as que, sendo o projecto de segurança favorável, foram mencionadas no respectivo parecer correcções de detalhe e sendo estas verificadas posteriormente em vistoria.

foram mencionadas no respectivo parecer correcções de detalhe e sendo estas verificadas posteriormente em vistoria.
2.1 Condições de Segurança Procedimentos a adoptar para projectos considerados de perigosidade atípica: Os projectos

2.1 Condições de Segurança

2.1 Condições de Segurança Procedimentos a adoptar para projectos considerados de perigosidade atípica: Os projectos

Procedimentos a adoptar para projectos considerados de perigosidade atípica:

Os projectos são considerados de perigosidade atípica, quando comprovadamente se encontram desadequados às medidas constantes do RT-SCIE, e ficam sujeitos a soluções de SCIE que, cumulativamente:

a)Sejam devidamente fundamentadas pelo autor do projecto;

b)Sejam baseadas em tecnologias inovadoras no âmbito das disposições construtivas ou dos sistemas e equipamentos de segurança;

c)Sejam explicitamente referidas como não conformes no termo de responsabilidade do autor do projecto;

d)Sejam aprovadas pela ANPC

3. Procedimentos Após a recepção do pedido de apreciação do Projecto de SCIE e uma

3. Procedimentos

3. Procedimentos Após a recepção do pedido de apreciação do Projecto de SCIE e uma vez
3. Procedimentos Após a recepção do pedido de apreciação do Projecto de SCIE e uma vez

Após a recepção do pedido de apreciação do Projecto de SCIE e uma vez concluída a análise liminar, efectua-se a análise do projecto, a qual incide sobre as seguintes Condições de Segurança, explicitas na memória descritiva e apresentadas nas peças desenhadas:

• Introdução

• Condições exteriores

• Resistência ao fogo de elementos de construção

• Reacção ao fogo de materiais

• Evacuação

• Instalações técnicas

• Equipamentos e sistemas de segurança

Anexo IV artigo 2º. do Decreto-Lei nº 220/2008, de 12 de Novembro

• Introdução Edifícios independentes 1.Edifícios dotados de estruturas independentes sem comunicação interior

Introdução

• Introdução Edifícios independentes 1.Edifícios dotados de estruturas independentes sem comunicação interior

Edifícios independentes

1.Edifícios dotados de estruturas independentes sem comunicação interior entre eles ou quando exista, seja efectuada exclusivamente por câmara corta-fogo.

• A cada edifício independente corresponde uma categoria de risco, resultante dos seus factores de risco;

•A categoria de risco de um estabelecimento escolar, distribuído por vários edifícios independentes é a maior das categorias de risco dos edifícios que o compõem;

Condições exteriores

Faixa de operação 7m 15m 3 a 10m h < 9m - As vias de

Faixa de operação

7m 15m 3 a 10m
7m
15m
3 a 10m
Faixa de operação 7m 15m 3 a 10m h < 9m - As vias de acesso
h < 9m - As vias de acesso devem possibilitar o estacionamento dos veículos de
h <
9m
- As vias de acesso devem possibilitar o
estacionamento dos veículos de socorro a uma distância
não superior a 30m de, pelo menos, uma das saídas do
edifício.
Nos edifícios situados em centros urbanos antigos e em
locais onde a rede viária existente não possa ser corrigida,
a distância máxima pode ser aumentada para 50m.
h >
9m
-
As vias de acesso devem possibilitar o
estacionamento dos veículos de socorro junto às fachadas.
• Condições exteriores Acessibilidade às fachadas • Os pontos de penetração devem estar situados a

Condições exteriores

Acessibilidade às fachadas • Os pontos de penetração devem estar situados a uma altura não
Acessibilidade às fachadas
• Os pontos de penetração devem estar
situados a uma altura não superior a
50m, à razão mínima de um ponto de
penetração por cada 800 m 2 de área do
piso, ou fracção, que servem e possuam
abertura fácil a partir do exterior ou sejam
facilmente destrutíveis pelos bombeiros.
• Em qualquer caso os pontos de
penetração devem permitir atingir os
caminhos horizontais de evacuação e as
suas dimensões mínimas devem ser de
1,2 x 0,6 m.
• Todos os edifícios superior a 9m devem
possuir, no mínimo uma fachada
acessível.
• Condições exteriores Abastecimento e prontidão dos meios de socorro •Nas imediações dos edifícios e

Condições exteriores

Abastecimento e prontidão dos meios de socorro •Nas imediações dos edifícios e dos recintos deve
Abastecimento e prontidão dos meios de socorro
•Nas imediações dos edifícios e dos recintos deve existir
disponibilidade de água para abastecimento dos veículos de
socorro no combate a um incêndio.
• O fornecimento de água para
abastecimento dos veículos de
socorro deve ser assegurado por
hidrantes exteriores, alimentados
pela rede de distribuição pública ou,
excepcionalmente, por rede
privada, na falta de condições
daquela.
• devem-se
localizar
a
uma
distância não superior a 30m de
qualquer das saídas de evacuação
do edifício.
• Condições exteriores • Se entre vãos sobrepostos existirem elementos salientes tais como palas, galerias

Condições exteriores

• Se entre vãos sobrepostos existirem elementos salientes tais como palas, galerias corridas, varandas ou
• Se entre vãos sobrepostos existirem
elementos salientes tais como palas,
galerias corridas, varandas ou bacias de
sacada, prolongadas mais de 1m para
cada um dos lados desses vãos, ou que
sejam delimitadas lateralmente por
guardas opacas, o valor de 1,1m
corresponde à distância entre vãos
sobrepostos somada com a do balanço
desses elementos, desde que estes
garantam a classe de resistência ao fogo
padrão EI 60.

Limitações à propagação do incêndio pelo exterior

1,1m
1,1m
• Condições exteriores ≤ 100º 1,5 m >100º ≤135º 1 m Limitações à propagação do

Condições exteriores

≤ 100º 1,5 m >100º ≤135º 1 m
≤ 100º
1,5 m
>100º ≤135º
1 m

Limitações à propagação do incêndio pelo exterior de paredes tradicionais

8m α
8m
α

• Nas zonas das fachadas em que existam diedros de abertura < 135º, deve ser estabelecida de cada lado da aresta do diedro uma faixa vertical, garantindo a classe de resistência ao fogo padrão, de acordo com a altura do edifício:

28 m - EI 30 28m - EI 60

• No caso dos diedros entre corpos de edifícios com alturas diferentes, a faixa estabelecida no corpo mais elevado deve ser prolongada por toda a sua altura, com o máximo exigível de 8 m acima da cobertura do corpo mais baixo.

• Condições exteriores Cobertura Resistente A1 eEI60 4 m Limitações à propagação do incêndio pelo

Condições exteriores

Cobertura Resistente A1 eEI60 4 m
Cobertura Resistente
A1 eEI60
4 m

Limitações à propagação do incêndio pelo exterior de paredes tradicionais

Cobertura Resistente A1 eEI60 4 m Limitações à propagação do incêndio pelo exterior de paredes tradicionais

Resistência ao fogo de elementos de construção

Os elementos estruturais de um edifício devem garantir um determinado grau de estabilidade ao fogo.
Os elementos estruturais de um edifício devem garantir um determinado grau de estabilidade ao fogo.
Os elementos estruturais de um edifício devem garantir um determinado grau de estabilidade ao fogo.

Os elementos estruturais de um edifício devem garantir um determinado grau de estabilidade ao fogo.

Os edifícios e estabelecimentos devem ainda conter o número de compartimentos corta-fogo necessários e suficientes para garantir a protecção de determinadas áreas e têm um papel importantíssimo no impedimento da propagação de incêndio aos restantes espaços.

Utilizações-tipo diferentes, no mesmo edifício, devem constituir compartimentos corta-fogo independentes.

A compartimentação corta-fogo deve ser obtida pelos elementos de construção, pavimento, paredes e vãos, que garantam também a estanquidade a chamas e gases quentes e o isolamento térmico durante um determinado tempo.

Os locais de risco C e F, devem constituir compartimentos corta-fogo.

• Sistemas de cortina de água associado a elemento resistente ao fogo
• Sistemas de cortina de água associado a elemento
resistente ao fogo
• Sistemas de cortina de água associado a elemento resistente ao fogo • Cortina corta-fogo •

• Cortina corta-fogo

• Sistemas de cortina de água associado a elemento resistente ao fogo • Cortina corta-fogo •

• Cortina corta-fogo

PÁTIOS INTERIORES Só são permitidos pátios interiores ou poços de luz, desde que: As dimensões

PÁTIOS INTERIORES

PÁTIOS INTERIORES Só são permitidos pátios interiores ou poços de luz, desde que: As dimensões em

Só são permitidos pátios interiores ou poços de luz, desde que:

As dimensões em planta permitam inscrever um cilindro dimensionado em função da altura do pátio H, expressa em metros, cujo diâmetro seja igual ou superior a:

- H, para H 7m, com um mínimo de 4 m

-

superior a: - H, para H ≤ 7m , com um mínimo de 4 m -

7H, para H > 7m

•Quanto ao respectivo isolamento e protecção, estes devem ser regidos pelo Artigo 19º do presente Decreto-Lei.

Evacuação

• A distância máxima a percorrer de qualquer ponto das vias horizontais de evacuação, medida
• A distância máxima a percorrer de qualquer ponto das vias horizontais de evacuação, medida
• A distância máxima a percorrer de qualquer ponto das vias horizontais de evacuação, medida
• A distância máxima a percorrer de
qualquer ponto das vias horizontais
de evacuação, medida segundo o
seu eixo, até uma saída para o
exterior ou uma via de evacuação
vertical protegida, não deve
exceder:
a)10m, em impasse, para vias que
servem locais de risco D ou E;
b)15m, nos restantes casos;
D ou E
c)30m,
quando
não
está
em
impasse.
Nota: a distância referida na alínea
c) é reduzida para 20m em vias que
servem locais de risco D.
1UP = 0.90m n UP = n x 0.60 2UP = 1.40m • As portas
1UP = 0.90m n UP = n x 0.60 2UP = 1.40m • As portas

1UP = 0.90m

n UP = n x 0.60

2UP = 1.40m

1UP = 0.90m n UP = n x 0.60 2UP = 1.40m • As portas de
• As portas de acesso a vias de evacuação devem ser recedidas, podendo excepcionalmente reduzir
• As portas de acesso a vias de evacuação devem
ser recedidas, podendo excepcionalmente reduzir
em 10% da largura da via.

3UP = 1.80m

Dispensar o uso de sistemas de fecho (apenas trinco), excepto: destinados a crianças e adolescentes
Dispensar o uso de sistemas de fecho (apenas trinco), excepto: destinados a crianças e adolescentes
Dispensar o uso de sistemas de fecho (apenas trinco), excepto: destinados a crianças e adolescentes
Dispensar o uso de sistemas de fecho (apenas trinco), excepto: destinados a crianças e adolescentes
Dispensar o uso de sistemas de fecho (apenas trinco), excepto:
destinados
a
crianças
e
adolescentes
desde
que
vigiados

As portas utilizáveis por mais de 50 pessoas devem:

- Abrir no sentido da evacuação;

- Possuir sinalização do modo de operar;

Quando de acesso directo ao exterior, possuir uma zona livre no exterior até uma distância de 3m, com largura igual à de saída;

-

-

Locais

permanentemente.

As portas de vaivém devem:

- Possuir superfícies transparentes à altura da visão;

- Possuir batentes protegidos contra o esmagamento de mãos;

- No caso de possuírem duas folhas, dispor de sinalização que

oriente para a abertura da folha que se apresenta à direita.

Portas que carecem de barras antipânico, sinalizadas:

-Utilizáveis por mais de 200 pessoas; -Utilizáveis por mais de 50 pessoas em acesso a vias verticais de evacuação.

Vias horizontais de evacuação Devem conduzir, directamente ou através de câmaras corta-fogo, a vias verticais

Vias horizontais de evacuação

Devem conduzir, directamente ou através de câmaras corta-fogo, a vias verticais de evacuação ou ao exterior do edifício.

a vias verticais de evacuação ou ao exterior do edifício. Vias horizontais de evacuação que têm

Vias horizontais de evacuação que têm de ser protegidas:

Comunicações comuns a diversas fracções ou UT da 3ª e 4ª cat. de risco ou com comprimento >30m;

-

Com comprimento >10m, em pisos com altura >28m, ou em pisos abaixo do plano de referência;

-

Incluídas nos caminhos horizontais de evacuação de locais de risco B, quando estes não disponham de vias alternativas;

-

-

Incluídas nos caminhos horizontais de evacuação de locais de risco D;

Em impasse com comprimento >10m, excepto se todos os locais que servirem dispuserem de outras vias de evacuação;

-

Galerias fechadas de ligação entre edifícios independentes ou corpos independentes do mesmo edifício.

-

Vias verticais de evacuação Devem sempre que possível, ser contínuas ao longo da sua altura

Vias verticais de evacuação

Devem sempre que possível, ser contínuas ao longo da sua altura até ao piso do plano de referência, mais próximo dos pisos que servem.

do plano de referência, mais próximo dos pisos que servem. As vias que sirvam pisos situados

As vias que sirvam pisos situados abaixo do piso do plano de referência não devem comunicar directamente com as que sirvam os pisos acima desse plano.

Dispensado nas UT das 1ª e 2ª categorias de risco, que ocupem um número de pisos três.

Têm que ser protegidas todas as vias verticais com excepção:

- Das que sirvam em exclusivo espaços, em edifícios de pequena altura em que três pisos constituam um só compartimento corta-fogo, desde que a área útil de cada piso não ultrapasse 800m 2 e nenhum deles se situe mais do que um piso abaixo do plano de referência; - Das afectas à UT IV, com locais de risco D apenas no piso do plano de referência;

- De escadas que interligam níveis diferentes no interior de um mesmo compartimento corta-fogo;

- Das situadas em edifícios de pequena altura, apenas com um piso abaixo do plano de referência e desde que não constituam a única via vertical de evacuação de locais de risco B, D, E ou F.

Equipamentos e sistemas de segurança

Limitações à propagação do incêndio no interior Painel de Cantonamento OS EFEITOS DA REDUÇÃO DE

Limitações à propagação do incêndio no interior

Painel de Cantonamento
Painel de Cantonamento
propagação do incêndio no interior Painel de Cantonamento OS EFEITOS DA REDUÇÃO DE OXIGÉNIO NO AMBIENTE
propagação do incêndio no interior Painel de Cantonamento OS EFEITOS DA REDUÇÃO DE OXIGÉNIO NO AMBIENTE
OS EFEITOS DA REDUÇÃO DE OXIGÉNIO NO AMBIENTE Concentração Efeito (%) 21 Nulo 17 Aumento
OS EFEITOS DA REDUÇÃO DE OXIGÉNIO
NO AMBIENTE
Concentração
Efeito
(%)
21
Nulo
17
Aumento do ritmo
respiratório
Vertigens, dores
12
de cabeça e sinais
de fadiga
9
Inconsciência
6
Morte em alguns
minutos por
deficiências
respiratórias

Os edifícios devem ser dotados de meios que promovam a libertação para o exterior do fumo e dos gases tóxicos ou corrosivos, reduzindo a contaminação e a temperatura dos espaços e mantendo condições de visibilidade, nomeadamente nas vias de evacuação.

Controlo de fumo Em caso de incêndio o controlo de fumo é mais uma vertente

Controlo de fumo

Em caso de incêndio o controlo de fumo é mais uma vertente a que se deve dar especial atenção, para controlo do ambiente interior. Tratando-se de uma medida preventiva deve-se ter como objectivo:

- A fluidez dos ocupantes do edifício e possibilitar que os meios de segunda intervenção possam actuar no local de sinistro;

- Limitar a propagação do incêndio, fazendo a extracção do fumo para o exterior;

- Impedir

temperatura interior.

o

rápido

aumento

da

Notas técnicas de controlo de fumo no CAPÍTULO IV do presente regulamento.

TÉCNICAS DE CONTROLO DE FUMO

IV do presente regulamento. TÉCNICAS DE CONTROLO DE FUMO Passiva Activa Através de vãos devidamente localizados

Passiva

Activa

Através de vãos devidamente localizados e dimensionados numa fase embrionária do projecto.

Utilizada à partida em certos tipos de edifícios, pode ser considerada como uma solução para edifícios existentes, quando não exista ainda nenhum tipo de controlo de fumo.

• Permitem a admissão de ar e evacuação de fumos para o exterior. Os fumos
• Permitem a admissão de ar e
evacuação de fumos para o
exterior.
Os fumos são extraídos por meios
mecânicos e a admissão de ar
pode ser por meios naturais ou
mecânicos.
Notas:
-O controlo de fumo nas vias
verticais de evacuação,
normalmente caixa de escadas,
apenas pode ser realizado por
desenfumagem passiva ou por
sobrepressão relativamente aos
espaços adjacentes.
- Não é permitida a extracção
forçada de fumo em vias verticais
de evacuação.
Posto de segurança Categorias de risco 1ª 2ª 3ª 4ª Posto de segurança Junto a
Posto de segurança
Categorias de risco
Posto de segurança
Junto a um
acesso
principal
apenas com
locais de
risco D
Junto a um acesso principal
3ª categoria com locais de risco D ou E
4ª categoria o posto deve ser local de
risco F
Meios de intervenção Os edifícios devem dispor no seu interior de meios próprios de intervenção
Meios de intervenção Os edifícios devem dispor no seu interior de meios próprios de intervenção
Meios de intervenção Os edifícios devem dispor no seu interior de meios próprios de intervenção

Meios de intervenção

Os edifícios devem dispor no seu interior de meios próprios de intervenção que permitam a actuação imediata sobre focos de incêndio pelos seus ocupantes e que facilitem aos bombeiros o lançamento rápido das operações de socorro.

Os meios de extinção a aplicar no interior dos edifícios podem ser:

a)Extintores portáteis e móveis, redes de incêndio armadas e outros meios de primeira intervenção; b)Redes secas ou húmidas para a 2ª intervenção; c)Outros meios, de acordo com as disposições do respectivo regulamento.

Nota: Os de primeira intervenção podem ser utilizáveis por qualquer ocupante;

Os de 2ª intervenção são utilizados apenas pelos bombeiros ou equipas preparadas para actuar em caso de incêndio.

As desconformidades devem ser relatadas activamente, para que se desenvolva um plano ajustado às necessidades
As desconformidades devem ser relatadas activamente, para que se desenvolva um plano ajustado às necessidades
As desconformidades devem
ser relatadas activamente, para
que se desenvolva um plano
ajustado às necessidades de
cada caso e se consiga uma
ligação mais próxima entre
técnicos e responsáveis de
segurança, com um principal
objectivo – o desenvolvimento
num sentido produtivo, no que
respeita à segurança e
protecção do cidadão.
SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO EM EDIFÍCIOS ESCOLARES A APLICAÇÃO DO REGIME JURÍDICO E REGULAMENTO TÉCNICO DE

SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO EM EDIFÍCIOS ESCOLARES

SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO EM EDIFÍCIOS ESCOLARES A APLICAÇÃO DO REGIME JURÍDICO E REGULAMENTO TÉCNICO DE SEGURANÇA

A APLICAÇÃO DO REGIME JURÍDICO E REGULAMENTO TÉCNICO DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO AOS PROJECTOS DE SCIE

RJ-SCIE – Regime Jurídico de Segurança Contra Incêndio em Edifícios e Recintos dec-lei 220/2008 de

RJ-SCIE – Regime Jurídico de Segurança Contra Incêndio em Edifícios e Recintos dec-lei 220/2008 de 12 de Novembro

Portaria 1532/2008 de 29 de Dezembro