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Coisas Atrativas Funcionam Melhor

Kurosu e Kashimura, dois Japoneses fizeram uma pesquisa na qual


desenvolveram duas máquinas que com elas era possível retirar dinheiro e fazer
algumas outros serviços bancários, uma das máquinas era mais atrativa e a outra
mais rude, embora as duas tinham a mesma quantidade de botões e executavam
as mesmas tarefas, os japoneses acharam a mais atrativa, mais fácil de usar que
outra.
Tractinsky contestou a pesquisa dos dois japoneses, afirmando que este
experimento daria certo no Japão, mas não em Israel, pelo fato de a cultura
japonesa enfatizar a beleza, mas em Israel devido a cultura do povo, isto não se
repetiria, dizendo assim que a estética era dependente da cultura. Após alguns
ajustes, foi realizada então a mesma pesquisa em Israel, tendo como resultado
números ainda mais distantes, entre as preferência das duas máquinas,
reforçando ainda mais a idéia dos dois japoneses.
Uma conclusão surpreendente. Na verdade Herbert Read chegou a conclusão de
como, as emoções mudam o jeito que as pessoas resolvem os problemas, o
sistema emocional muda como o sistema cognitivo opera, então se a estética
mudaria nosso estado emocional, o mistério pode ser explicado.
Atualmente sabe-se que quanto mais evoluído estão os animais, mais emocionais
eles estão, sendo os humanos os mais inteligentes deles. A psicóloga Alice Isen
descobriu que, uma pessoa se sai muito melhor na resolução de um problema
quando ela está se sentindo bem, isto é possível fazer simplesmente fazendo com
que as pessoas assistam um filme d de comédia ou recebendo um saquinho de
doces.
Sabe-se que quando uma pessoa está ansiosa, esta tende a diminuir seus
processos optativos, concentrando relevantes diretamente para o problema, está é
geralmente uma estratégia para fugir do risco, mas nem pensando ou imaginando
aproximar-se do problema. Isen provou com seus resultados que quando uma
pessoa está relaxada e feliz, ela expande seus processos optativos, e torna-se
mais criativa e imaginativa.
Para fazer com que uma pessoa se sinta contente, basta fazer com que ela tente
resolver algo e consiga encontrar a solução facilmente. Realizar uma tarefa várias
vezes é uma tarefa que só gosta mesmo quem gosta de tensão e mais
ansiedade, isso faz com que a pessoa fique focada somente ao problema que está
acontecendo e acaba falhando na hora de achar a solução, ficando assim cada
vez mais tenso e ansioso. Contrastando com esta situação, uma pessoa com o
mesmo problema para resolver, só que com um estado emocional positivo, esta
pessoa acaba buscando uma solução e chegando a resposta correta. Herbert
Read disse que precisaríamos de uma teoria mística para saber o que ligava
beleza e função, mas baseado na biologia, neurociência e psicologia, chega-se a
conclusão que não é necessário misticismo.
Humanos têm se envolvido durante anos em funções ricas e complexas do
mundo. Nosso sistema perceptual, nossos membros, o sistema motor que controla
todos os nosso músculos, tudo isto está envolvido em fazer-nos ter mais
funcionalidade no mundo. Afeto, emoção, e cognição faz-nos interagir e
complementar um ao outro. Cognição interpreta o mundo, Ajudando a entender e
conhecê-lo. Afeto, que inclui emoção, é o sistema de julgamento. Ele faz o
julgamento de valores, melhores para sobreviver.
O sistema afetivo que controla os músculos do corpo e comanda os
neurotransmissores muda o funcionamento do cérebro. A ação dos músculos nos
deixa prontos para responder, mas eles servem de sinais para outros, como
prover outro impulso para a emoção, como comunicação, nossa postura e a
expressão facial, e estado emocional. Cognição e afeto entendem e avaliam.

Três níveis de Processamento: Visceral, Comportamental e reflectivo


Os humanos têm o cérebro mais complexo de todos os animais, juntando-se a
isso há uma poderosa capacidade de associar coisas, construir, criar e agir.
O nível viceral – Ele faz um rápido julgamento, e manda o sinal apropriado para os
músculos e alerta o resto do cérebro. Este é o inicio do processo afetivo. O nível
comportamental, é o é a mais alta camada reflectiva, suas ações podem liverar ou
proibir pela camada reflectiva e proibir ou liberar a camada viceral. Ela não tem
acesso direto aos sensores.

Foco e Criatividade

O resultado de vários transferências no cérebro são que tudo que fazemos têm
um componente cognitivo e um componente afetivo para associar. Cognitivo ara
referenciar-se, afetivo para associar valor. Não pode-se escapa de afeto, o estado
afeto muda a forma do individuo pensar.
Quando estamos, em um estado afetivamente negativo, os neurotransmissores
focam os processos do cérebro. E acabam concentrando-se neste foco até chegar
a alguma resolução.
Quando um desenvolvedor está trabalhando tranqüilo, ele fica mais criativo e
produz mais, ao contrário de situações de stress onde acaba muitas vezes
perdendo o foco do desenvolvimento, por isso que situações de stress requere
muito cuidado.
Quando um desenvolvedor está projetando, ele deve estar relaxado, para criar e
desenvolver, mas após esta faze ele vai ao desenvolvimento, está fase necessita
de uma concentração maior e ai são grados os estímulos negativos, isto fará com
que fique concentrado.

O preparo do cérebro
O nível visceral é o mais simples e mais primitiva parte do cérebro, ele é sensível
a uma grande quantidade de condições de raiva. E geneticamente determinado,
com as condições envolvendo vagarozidade de tempo no curso da evolução. Ele
compartilha tudo apropriadamente, contudo, a condição pode ser reconhecida
simplesmente por um sensor de informação: O nível visceral é incapaz de
raciocinar. Comparando a situação com um histórico. Ele trabalha como, a ciência
cognitiva chama de “padrão combinatório”. Para que as pessoas geneticamente
são programadas ?

As pessoas já nascem prontas para aprender uma linguagem, e após algumas


experiências, elas acabam aprendendo a linguagem, elas vão a escola para
aprender a ler e escrever, mas não para a escutar e falar. Aprender a primeira
linguagem é sempre mais difícil que a segunda. Quanto mais velho uma pessoa
aprende uma linguagem, mais fluente, e entenderá e escreverá melhor, mas
manterá os acentos da primeira linguagem.