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iWork

Guia do Utilizador de
Fórmulas e Funções
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Conteúdo

13 Prefácio:  Bem-vindo ao Fórmulas e funções do iWork

15 Capítulo 1:  Como utilizar fórmulas em tabelas


15 Os elementos de fórmulas
17 Como realizar cálculos instantâneos no Numbers
18 Como utilizar fórmulas rápidas predefinidas
19 Como criar as suas próprias fórmulas
19 Como adicionar e editar fórmulas com o editor de fórmulas
21 Como adicionar e editar fórmulas com a barra de fórmulas
22 Como adicionar funções a fórmulas
24 Como lidar com erros e avisos em fórmulas
24 Como remover fórmulas
25 Como fazer referência a células em fórmulas
27 Técnicas de inserção de referências de células em fórmulas
28 Como distinguir referências absolutas e relativas de células
29 Como utilizar operadores em fórmulas
29 Os operadores aritméticos
30 Os operadores de comparação
31 O operador de cadeias e os caracteres universais
32 Como copiar ou mover fórmulas e os respectivos valores calculados
32 Como visualizar todas as fórmulas de uma folha de cálculo
33 Como procurar e substituir elementos de fórmulas

35 Capítulo 2:  Perspectiva geral das funções do iWork


35 Uma introdução às funções
35 Informação acerca das funções
36 Termos e elementos sintácticos utilizados nas definições de funções
38 Tipos de valores
43 Lista de categorias de funções
43 Como colar a partir de exemplos na Ajuda

45 Capítulo 3:  Funções de data e hora


45 Lista de funções de data e hora
47 AGORA

 3
48 ANO
48 DATA
49 DATADIF
51 DATAM
51 DATA.VALOR
52 DIA
53 DIAS360
54 DIASEMANA
55 DIATRABALHOTOTAL
55 DIAÚTIL
56 FIMMÊS
57 FRACÇÃOANO
58 HOJE
58 HORA
59 MÊS
60 MINUTO
60 NOMEDIA
61 NOMEMÊS
62 NÚMSEMANA
63 SEGUNDO
63 TEMPO
65 VALOR.TEMPO

66 Capítulo 4:  Funções de duração


66 Lista de funções de duração
67 CONVERTDUR
67 DUR2DIAS
68 DUR2HORAS
69 DUR2MILISSEGUNDOS
69 DUR2MINUTOS
70 DUR2SEGUNDOS
71 DUR2SEMANAS
71 DURAÇÃO

73 Capítulo 5:  Funções de engenharia


73 Lista de funções de engenharia
74 BASE.EM.NUM
75 BESSELJ
76 BESSELY
77 BINADEC
77 BINAHEX
78 BINAOCT
79 CONVERTER

4 Conteúdo
80 Unidades de conversão suportadas
80 Peso e massa
81 Distância
81 Duração
81 Velocidade
82 Pressão
82 Força
82 Energia
82 Potência
82 Magnetismo
83 Temperatura
83 Líquidos
83 Prefixos métricos
84 DECABIN
85 DECAHEX
85 DECAOCT
86 DEGRAU.MI
87 DELTA
88 FUNCERRO
88 FUNCERROCOMPL
89 HEXABIN
90 HEXADEC
91 HEXAOCT
92 NUMABASE
92 OCTABIN
93 OCTADEC
94 OCTAHEX

96 Capítulo 6:  Funções financeiras


96 Lista de funções financeiras
100 AMORT
101 AMORTD
102 BD
104 BDD
105 BDV
107 CUPDIAS
108 CUPDIASINLIQ
109 CUPDIASPRÓX
111 CUPNÚM
112 DESC
113 DURAÇÃOTÍTULO
114 DURAÇÃOTÍTULOM
116 EFECTIVA

Conteúdo 5
116 É.PGTO
118 IPGTO
119 JUROSACUM
121 JUROSACUMV
122 LUCRO
124 LUCRODESC
125 LUCROVENC
126 NOMINAL
127 NPER
129 PGTO
130 PGTOCAPACUM
134 PPGTO
135 PREÇO
137 PREÇODESC
138 PREÇOVENC
140 RECEBIDO
144 TIR
146 TLIM
147 VA
150 VAL
151 VF

154 Capítulo 7:  Funções lógicas e de informação


154 Lista de funções lógicas e de informação
155 E
156 É.CÉL.VAZIA
157 É.ERRO
158 ÉÍMPAR
159 ÉPAR
159 FALSO
160 NÃO
161 OU
162 SE
163 SE.ERRO
164 VERDADEIRO

166 Capítulo 8:  Funções numéricas


166 Lista de funções numéricas
169 ABS
169 ALEATÓRIO
170 ALEATÓRIOENTRE
171 ARRED
172 ARRED.DEFEITO

6 Conteúdo
173 ARRED.EXCESSO
174 ARRED.PARA.BAIXO
175 ARRED.PARA.CIMA
176 COMBIN
177 EXP
178 FACTDUPLO
178 FACTORIAL
179 ÍMPAR
180 INT
181 LN
182 LOG
182 LOG10
183 MARRED
184 MDC
185 MMC
186 MULTINOMIAL
186 PAR
187 PI
188 POTÊNCIA
189 PRODUTO
189 QUOCIENTE
190 RAIZPI
191 RAIZQ
191 RESTO
192 ROMANO
193 SINAL
193 SOMA
194 SOMARPRODUTO
195 SOMARQUAD
196 SOMA.SE
198 SOMA.SE.S
200 SOMAX2DY2
200 SOMAX2SY2
201 SOMAXMY2
202 TRUNCAR

204 Capítulo 9:  Funções de referência


204 Lista de funções de referência
205 ÁREAS
206 COL
207 COLS
207 CORRESP
209 DESLOCAMENTO

Conteúdo 7
210 ENDEREÇO
212 HIPERLIGAÇÃO
212 ÍNDICE
214 INDIRECTO
215 LIN
216 LINS
217 PROC
218 PROCH
219 PROCV
221 SELECCIONAR
222 TRANSPOR

223 Capítulo 10:  Funções estatísticas


223 Lista de funções estatísticas
228 BETA.ACUM.INV
229 CLASSIFICAÇÃO
231 CONFIANÇA
231 CONTAR
233 CONTAR.SE
234 CONTAR.SE.S
236 CONTAR.VAL
237 CONTAR.VAZIO
238 CORREL
239 COVAR
240 CRIT.BINOM
241 DECLIVE
242 DESV.MÉDIO
243 DESVPAD
244 DESVPADA
246 DESVPADAP
248 DESVPADP
249 DESVQ
250 DISTBETA
250 DIST.BIN.NEG
251 DIST.CHI
252 DISTEXPON
253 DISTF
254 DISTGAMA
254 DIST.NORM
255 DIST.NORMALLOG
256 DIST.NORMP
257 DISTRBINOM
258 DISTT

8 Conteúdo
258 FREQUÊNCIA
260 INTERCEPTAR
261 INV.CHI
262 INVF
263 INVGAMA
263 INVLOG
264 INV.NORM
265 INV.NORMP
266 INVT
266 LNGAMA
267 MAIOR
268 MÁXIMO
269 MÁXIMOA
269 MED
270 MÉDIA
271 MÉDIAA
272 MÉDIA.GEOMÉTRICA
273 MÉDIA.HARMÓNICA
273 MÉDIA.SE
275 MÉDIA.SE.S
277 MENOR
278 MÍNIMO
278 MÍNIMOA
279 MODO
280 NORMALIZAR
281 ORDEM.PERCENTUAL
282 PERCENTIL
283 PERMUTAR
284 POISSON
284 PREVISÃO
286 PROB
288 PROJ.LIN
289 Estatísticas adicionais
291 QUARTIL
292 TESTE.CHI
293 TTEST
294 VAR
296 VARA
298 VARP
299 VARPA
301 ZTEST

Conteúdo 9
302 Capítulo 11:  Funções de texto
302 Lista de funções de texto
304 CARÁCT
305 CÓDIGO
306 COMPACTAR
306 CONCATENAR
307 DIREITA
308 ESQUERDA
308 EXACTO
309 FIXO
310 INICIAL.MAIÚSCULA
311 LIMPAR
312 LOCALIZAR
313 MAIÚSCULAS
313 MINÚSCULAS
314 MOEDA
314 NÚM.CARACT
315 PROCURAR
316 REPETIR
317 SEG.TEXTO
318 SUBST
319 SUBSTITUIR
319 T
320 VALOR

322 Capítulo 12:  Funções trigonométricas


322 Lista de funções trigonométricas
323 ACOS
324 ACOSH
324 ASEN
325 ASENH
326 ATAN
327 ATAN2
327 ATANH
328 COS
329 COSH
330 GRAUS
330 RADIANOS
331 SEN
332 SENH
333 TAN
334 TANH

10 Conteúdo
335 Capítulo 13:  Exemplos e tópicos adicionais
335 Exemplos e tópicos adicionais incluídos
336 Argumentos comuns utilizados em funções financeiras
345 Como seleccionar as funções de valor temporal do dinheiro a utilizar
346 Cash-flows e intervalos de tempo regulares
347 Cash-flows e intervalos de tempo irregulares
348 Que função deve utilizar para resolver questões financeiras comuns?
350 Exemplo de uma tabela de amortização de um empréstimo
352 Mais sobre arredondamentos
356 Como utilizar funções lógicas e de informação em conjunto
356 Como adicionar comentários com base no conteúdo de células
357 Interrupção de software em caso de divisão por zero
358 Como especificar condições e utilizar caracteres universais
360 Exemplo dos resultados de um inquérito

Conteúdo 11
Bem-vindo ao Fórmulas e funções

Prefácio
do iWork

O iWork inclui mais de duzentas e cinquenta funções que


pode utilizar para simplificar cálculos estatísticos, financeiros,
de engenharia e outros. O “Navegador de funções” integrado
permite-lhe conhecer rapidamente as funções e adicioná-las
a uma fórmula.
Para começar, digite apenas o sinal de igual numa célula de tabela vazia para abrir o
“Editor de fórmulas”. Depois seleccione Inserção > Função > Mostrar navegador de
funções.

Este guia do utilizador proporciona instruções detalhadas para ajudá-lo a escrever


fórmulas e a utilizar funções. Para além deste manual, poderá obter ajuda noutros
recursos disponíveis.

 13
Ajuda no ecrã
A ajuda no ecrã contém todas as informações deste manual num formato fácil de
procurar, que está sempre disponível no seu computador. Pode abrir a “Ajuda de
fórmulas e funções do iWork” a partir do menu Ajuda em qualquer aplicação do iWork.
Com o Numbers, Pages ou o Keynote abertos, seleccione Ajuda > Ajuda de fórmulas e
funções do iWork.

Website do iWork
Conheça as últimas novidades e informações acerca do iWork em
www.apple.com/pt/iwork.

Website de Suporte
Encontre informações detalhadas para resolução de problemas em
www.apple.com/pt/support/iwork.

Etiquetas de ajuda
As aplicações do iWork dispõem de etiquetas de ajuda (breves descrições) para a
maior parte dos itens no ecrã. Para visualizar uma etiqueta de ajuda, mantenha o
cursor sobre um item durante alguns segundos.

Tutoriais em vídeo online


Os tutoriais de vídeo online em www.apple.com/pt/iwork/tutorials consistem
em vídeos de procedimentos sobre como realizar tarefas comuns no Keynote, no
Numbers e no Pages. Ao abrir uma aplicação do iWork pela primeira vez, aparece uma
mensagem com uma hiperligação para estes tutoriais na Internet. É possível visualizar
estes tutoriais em vídeo a qualquer momento ao seleccionar Ajuda > Tutoriais de
vídeo no Keynote, no Numbers e no Pages.

14 Prefácio    Bem-vindo ao Fórmulas e funções do iWork


Como utilizar fórmulas em tabelas
1
Este capítulo descreve como efectuar cálculos em células de
tabelas utilizando fórmulas.

Os elementos de fórmulas
Uma fórmula executa um cálculo e apresenta o resultado na célula em que colocou a
fórmula. Uma célula que contém uma fórmula é designada de célula de fórmula.

É possível, por exemplo, inserir uma fórmula na célula inferior de uma coluna que
some os números de todas as células acima dela. Se qualquer dos valores das células
acima da célula da fórmula for alterado, a soma apresentada na célula da fórmula é
automaticamente actualizada.
Uma fórmula executa cálculos utilizando valores específicos por si fornecidos. Os
valores podem ser números ou texto (constantes) que insere na fórmula. Também
podem ser valores que residem em células que identifica na fórmula utilizado
referências de células. As fórmulas utilizam operadores e funções para efectuar cálculos
com os valores que fornece:
ÂÂ Os operadores são símbolos que iniciam operações aritméticas, de comparação ou
de cadeia. Os símbolos são utilizados nas fórmulas para indicar a operação que
deseja utilizar. Por exemplo, o símbolo + adiciona valores, e o símbolo = compara
dois valores para determinar se são iguais.
=A2 + 16:  Uma fórmula que utiliza um operador para adicionar dois valores.
=:  Precede sempre uma fórmula.
A2:  Uma referência de célula. A2 refere-se à segunda célula da primeira coluna.
+:  Um operador aritmético que adiciona o valor que o precede com o valor que o
segue.
16:  Uma constante numérica.
ÂÂ As funções são operações com nomes predefinidos, como SOMA e MÉDIA. Para
utilizar uma função, insira o nome da mesma e, entre parênteses a seguir ao nome,
introduza os argumentos necessários à função. Os argumentos especificam os
valores utilizados pela função quando executa as respectivas operações.

 15
=SOMA(A2:A10):  Uma formula que utiliza a função SOMA para adicionar os valores
num intervalo de células (nove células da primeira coluna).
A2:A10:  Uma referência de células que faz referência aos valores das células A2 à
A10.
Para saber como Ir para
mostrar instantaneamente a soma, a média, o “Como realizar cálculos instantâneos no
valor mínimo, o valor máximo e a contagem de Numbers” (página 17)
valores de células seleccionadas e opcionalmente
guardar a fórmula utilizada para obter estes
valores no Numbers
adicionar rapidamente uma fórmula que “Como utilizar fórmulas rápidas
apresenta a soma, a média, o valor mínimo, o predefinidas” (página 18)
valor máximo, a contagem ou o produto de
valores em células seleccionadas
utilizar ferramentas e técnicas para criar e “Como adicionar e editar fórmulas com o editor
modificar as suas fórmulas no Numbers de fórmulas” (página 19)
“Como adicionar e editar fórmulas com a barra de
fórmulas” (página 21)
“Como adicionar funções a fórmulas” (página 22)
“Como remover fórmulas” (página 24)
utilizar ferramentas e técnicas para criar e “Como adicionar e editar fórmulas com o editor
modificar as suas fórmulas no Pages e no Keynote de fórmulas” (página 19)
utilizar as centenas de funções do iWork e rever Ajuda > Ajuda de fórmulas e funções do iWork
exemplos que ilustram formas de aplicar as Ajuda > Guia do utilizador de fórmulas e funções
funções nas áreas financeira, de engenharia, do iWork
estatística e outros contextos
adicionar referências de células de diferentes “Como fazer referência a células em
tipos a uma fórmula no Numbers fórmulas” (página 25)
“Técnicas de inserção de referências de células
em fórmulas” (página 27)
“Como distinguir referências absolutas e relativas
de células” (página 28)
utilizar operadores em fórmulas “Os operadores aritméticos” (página 29)
“Os operadores de comparação” (página 30)
“O operador de cadeias e os caracteres
universais” (página 31)
copiar ou mover fórmulas ou os respectivos “Como copiar ou mover fórmulas e os respectivos
valores de cálculo entre células de tabelas valores calculados” (página 32)
procurar fórmulas e elementos de fórmulas no “Como visualizar todas as fórmulas de uma folha
Numbers de cálculo” (página 32)
“Como procurar e substituir elementos de
fórmulas” (página 33)

16 Capítulo 1    Como utilizar fórmulas em tabelas


Como realizar cálculos instantâneos no Numbers
Na parte inferior esquerda da janela do Numbers, é possível visualizar os resultados de
cálculos comuns utilizando valores de duas ou mais células de tabela seleccionadas.
Para efectuar cálculos instantâneos:
1 Seleccione uma ou mais células de uma tabela. Não têm de ser adjacentes.
Os resultados de cálculos com os valores dessas células são instantaneamente
apresentados na parte inferior esquerda.

Os resultados na parte inferior


esquerda baseiam-se em
valores contidos nestas duas
células seleccionadas.

soma:  apresenta a soma de valores numéricos das células seleccionadas.


méd:  apresenta a média de valores numéricos das células seleccionadas.
mín:  apresenta o valor numérico menor das células seleccionadas.
máx:  apresenta o valor numérico maior das células seleccionadas.
contagem:  apresenta o número de valores numéricos e valores de datas/horas em
células seleccionadas.
As células vazias e as células que contenham outros tipos de valores não são utilizadas
nos cálculos.
2 Para efectuar outro conjunto de cálculos instantâneos, seleccione células diferentes.

Se considerar um determinado cálculo muito útil e quiser integrá-lo numa tabela,


pode adicioná-lo como fórmula a uma célula de tabela vazia. Desloque simplesmente
soma, méd, ou um dos outros itens na parte inferior esquerda para uma célula vazia. A
célula não tem de estar na mesma tabela que as células utilizadas nos cálculos.

Capítulo 1    Como utilizar fórmulas em tabelas 17


Como utilizar fórmulas rápidas predefinidas
Uma forma fácil de realizar um cálculo básico utilizando valores num intervalo de
células adjacentes numa tabela é seleccionar as células e depois adicionar uma
fórmula rápida. No Numbers, isto é feito utilizando o menu instantâneo que aparece
quando se clica em Função na barra de ferramentas. No Pages e no Keynote, utiliza-se
o menu instantâneo “Fórmula rápida” no painel Formato do “Inspector de tabelas”.

Soma:  calcula a soma dos valores numéricos das células seleccionadas.


Média:  calcula a média dos valores numéricos das células seleccionadas.
Mínima:  determina o valor numérico menor das células seleccionadas.
Máxima:  determina o valor numérico maior das células seleccionadas.
Contagem:  determina o número de valores numéricos e valores de datas/horas em
células seleccionadas.
Produto:  multiplica todos os valores numéricos das células seleccionadas.

É também possível seleccionar Inserção > Função e utilizar o submenu apresentado.

As células vazias e as células com tipos de valores não mencionados são ignoradas.
Eis algumas formas de adicionar uma fórmula rápida:
mm Para utilizar os valores seleccionados numa coluna ou linha, seleccione as células.
No Numbers, clique em Função na barra de ferramentas e seleccione um cálculo no
menu instantâneo. No Keynote ou no Pages, seleccione Inserção > Função, e utilize o
submenu apresentado.
Se as células estiverem na mesma coluna, a fórmula e o respectivo resultado são
colocados na primeira célula vazia por baixo das células seleccionadas. Se não houver
nenhuma célula vazia, é adicionada uma linha para apresentar o resultado.
Se as células estiverem na mesma linha, a fórmula e o respectivo resultado são
colocados na primeira célula vazia à direita das células seleccionadas. Se não houver
nenhuma célula vazia, é adicionada uma coluna para apresentar o resultado.
mm Para utilizar todos os valores nas células de corpo de uma coluna, primeiro clique
na célula de cabeçalho da coluna ou no separador de referência. Em seguida, no
Numbers, clique em Função na barra de ferramentas e seleccione um cálculo no
menu instantâneo. No Keynote ou no Pages, seleccione Inserção > Função, e utilize o
submenu apresentado.

18 Capítulo 1    Como utilizar fórmulas em tabelas


A fórmula e o respectivo resultado são colocados numa linha de rodapé. Se não
houver uma linha de rodapé, é adicionada uma.
mm Para utilizar todos os valores numa linha, primeiro clique na célula de cabeçalho da
linha ou no separador de referência. Em seguida, no Numbers, clique em Função na
barra de ferramentas e seleccione um cálculo no menu instantâneo. No Keynote ou no
Pages, seleccione Inserção > Função, e utilize o submenu apresentado.
A fórmula e o respectivo resultado são colocados numa nova coluna.

Como criar as suas próprias fórmulas


Embora possa utilizar várias técnicas de atalho para adicionar fórmulas que executam
cálculos simples (consulte “Como realizar cálculos instantâneos no Numbers” na
página 17 e “Como utilizar fórmulas rápidas predefinidas” na página 18), se desejar
obter maior controlo, utilize as ferramentas de fórmulas para adicionar fórmulas.

Para saber como Ir para


utilizar o “Editor de fórmulas” para trabalhar com “Como adicionar e editar fórmulas com o editor
uma fórmula de fórmulas” (página 19)
utilizar a barra de fórmulas redimensionável para “Como adicionar e editar fórmulas com a barra de
trabalhar com uma fórmula no Numbers fórmulas” (página 21)
utilizar o “Navegador de funções” para “Como adicionar funções a fórmulas” (página 22)
rapidamente adicionar funções a fórmulas ao
utilizar o “Editor de fórmulas” ou a barra de
fórmulas
detectar uma fórmula errada “Como lidar com erros e avisos em
fórmulas” (página 24)

Como adicionar e editar fórmulas com o editor de fórmulas


O “Editor de fórmulas” pode ser utilizado como uma alternativa à edição de uma
fórmula directamente na barra de fórmulas (consulte “Como adicionar e editar
fórmulas com a barra de fórmulas” na página 21). O “Editor de fórmulas” tem um
campo de texto que contém a sua fórmula. À medida que adiciona referências de
células, operadores, funções ou constantes a uma fórmula, eles aparecem deste modo
no “Editor de fórmulas”.

Referência a uma O operador de Referência a células pelos


série de três células. Subtracção. respectivos nomes.

Todas as fórmulas
devem começar pelo
sinal de igual. A função Soma.

Eis algumas formas de trabalhar com o “Editor de fórmulas”:


mm Para abrir o “Editor de fórmulas”, efectue uma das seguintes operações:

Capítulo 1    Como utilizar fórmulas em tabelas 19


ÂÂ Seleccione uma célula da tabela e depois digite o sinal de igual (=).
ÂÂ No Numbers, faça duplo clique numa célula da tabela que contenha uma fórmula.
No Keynote e no Pages, seleccione a tabela e depois faça duplo clique numa célula
da tabela que contenha uma fórmula.
ÂÂ Apenas no Numbers, seleccione uma célula da tabela, clique em Função na barra de
ferramentas e seleccione “Editor de fórmulas” no menu instantâneo.
ÂÂ No Numbers, seleccione uma célula da tabela e depois escolha Inserção > Função
> Editor de fórmulas. No Pages e no Keynote, seleccione o “Editor de fórmulas” no
menu instantâneo Função no painel Formato do “Inspector de tabelas”.
ÂÂ Seleccione uma célula que contenha uma fórmula e depois prima Opção + Return.
O “Editor de fórmulas” abre-se por cima da célula seleccionada, mas é possível movê-lo.
mm Para mover o “Editor de fórmulas”, mantenha o cursor sobre a parte esquerda do “Editor
de fórmulas” até que este se altere para uma mão, e depois desloque-o.
mm Para criar a sua fórmula, proceda da seguinte forma:
ÂÂ Para adicionar um operador ou uma constante ao campo de texto, posicione o
ponto de inserção e escreva. É possível utilizar as teclas de seta para mover o ponto
de inserção em redor do campo de texto. Consulte “Como utilizar operadores em
fórmulas” na página 29 para conhecer os operadores que pode utilizar.
Nota:  Se a sua fórmula requerer um operador e não tiver adicionado um, o
operador + é inserido automaticamente. Seleccione o operador + e digite um
operador diferente, se necessário.
ÂÂ Para adicionar referências de células ao campo de texto, posicione o ponto de
inserção e siga as instruções em “Como fazer referência a células em fórmulas” na
página 25.
ÂÂ Para adicionar funções ao campo de texto, posicione o ponto de inserção e siga as
instruções em “Como adicionar funções a fórmulas” na página 22.
mm Para remover um elemento do campo de texto, seleccione o elemento e prima a tecla
Delete.
mm Para aceitar as alterações, prima Return, prima Enter ou clique no botão Aceitar no
“Editor de fórmulas”. É também possível clicar fora da tabela.
Para fechar o editor de fórmulas e não aceitar as alterações efectuadas, prima a tecla
Esc ou clique no botão Cancelar no “Editor de fórmulas”.

20 Capítulo 1    Como utilizar fórmulas em tabelas


Como adicionar e editar fórmulas com a barra de fórmulas
No Numbers, a barra de fórmulas, que se encontra por baixo da barra de formatação,
permite-lhe criar e modificar fórmulas numa célula seleccionada. À medida que
adiciona referências de células, operadores, funções ou constantes a uma fórmula, eles
aparecem deste modo.
Referência a células pelos
A função Soma. respectivos nomes.

Todas as fórmulas
devem começar pelo
sinal de igual. Referência a O operador de Subtracção.
uma série de
três células.

Eis algumas formas de trabalhar com a barra de fórmulas:


mm Para adicionar ou editar uma fórmula, seleccione a célula e adicione ou altere
elementos da fórmula na barra de fórmulas.
mm Para adicionar elementos à sua fórmula, proceda da seguinte forma:
ÂÂ Para adicionar um operador ou uma constante, coloque o ponto de inserção na
barra de fórmulas e escreva. É possível utilizar as teclas de seta para mover o ponto
de inserção. Consulte “Como utilizar operadores em fórmulas” na página 29 para
conhecer os operadores que pode utilizar.
Se a sua fórmula requerer um operador e não tiver adicionado um, o operador + é
inserido automaticamente. Seleccione o operador + e digite um operador diferente,
se necessário.
ÂÂ Para adicionar referências de células à fórmula, posicione o ponto de inserção e siga
as instruções em “Como fazer referência a células em fórmulas” na página 25.
ÂÂ Para adicionar funções à fórmula, posicione o ponto de inserção e siga as instruções
em “Como adicionar funções a fórmulas” na página 22.
mm Para aumentar ou diminuir o tamanho com que os elementos da fórmula são
apresentados na barra de fórmulas, seleccione uma opção do menu instantâneo
“Tamanho do texto das fórmulas” por cima da barra de fórmulas.
Para aumentar ou diminuir a altura da barra de fórmulas, desloque o controlo de
redimensionamento, que se encontra no extremo direito da barra de fórmulas, para
cima e para baixo, ou faça duplo clique no controlo de redimensionamento para
ajustar automaticamente a fórmula.
mm Para remover um elemento da fórmula, seleccione o elemento e prima a tecla Delete.
mm Para guardar alterações, prima Return, prima Enter ou clique no botão Aceitar por cima
da barra de fórmulas. É também possível clicar fora da barra de fórmulas.
Para evitar guardar alterações que tenha feito, clique no botão Cancelar por cima da
barra de fórmulas.

Capítulo 1    Como utilizar fórmulas em tabelas 21


Como adicionar funções a fórmulas
Uma função é uma operação predefinida e com nome próprio (como SOMA e MÉDIA)
que é possível utilizar para efectuar um cálculo. Uma função pode constituir um de
vários elementos numa fórmula ou até pode ser o único elemento de uma fórmula.

Existem várias categorias de funções, desde funções financeiras que calculam taxas
de juro, valores de investimento, etc., a funções estatísticas que calculam médias,
probabilidades, desvios padrão, etc. Para obter mais informações sobre todas as
categorias de funções do iWork e as respectivas funções, bem como para consultar
numerosos exemplos que ilustram como utilizá-las, seleccione Ajuda > Ajuda de
fórmulas e funções do iWork, ou Ajuda > Guia do utilizador de fórmulas e funções do
iWork.

Embora seja possível digitar uma função no campo de texto do “Editor de fórmulas” ou
na barra de fórmulas (apenas no Numbers), o “Navegador de funções” oferece-lhe uma
forma muito conveniente de adicionar uma função a uma fórmula.
Seleccione uma
categoria para ver
as funções incluídas
Para procurar uma função.
nessa categoria.

Seleccione uma
função para ver a
respectiva informação.

Para inserir a função seleccionada.

Painel esquerdo:  apresenta uma lista de categorias de funções. Seleccione


uma categoria para visualizar funções dessa categoria. A maioria das categorias
representam famílias de funções relacionadas. A categoria Todas apresenta uma lista
de todas as funções por ordem alfabética. A categoria Últimas apresenta a lista das
últimas dez funções inseridas com o navegador de funções.

22 Capítulo 1    Como utilizar fórmulas em tabelas


Painel direito:  apresenta uma lista de funções individuais. Seleccione uma função para
visualizar informação acerca dela e para opcionalmente adicioná-la a uma fórmula.
Painel inferior:  apresenta informação detalhada acerca da função seleccionada.
Para utilizar o “Navegador de funções” para adicionar uma função:
1 No “Editor de fórmulas” ou na barra de fórmulas (apenas no Numbers), coloque o
ponto de inserção no local em que deseja adicionar a função.
Nota:  Se a sua fórmula requerer um operador antes ou depois de uma função e não
tiver adicionado um, o operador + é inserido automaticamente. Seleccione o operador
+ e digite um operador diferente, se necessário.
2 No Pages ou no Keynote, seleccione Inserção > Função > Mostrar navegador de
funções, para abrir o “Navegador de funções”. No Numbers, proceda de uma das
seguintes formas para abrir o “Navegador de funções”:
ÂÂ Clique no botão do “Navegador de funções” na barra de fórmulas.
ÂÂ Clique no botão Função na barra de ferramentas e seleccione "Mostrar navegador
de funções".
ÂÂ Seleccione Inserção > Função > Mostrar navegador de funções.
ÂÂ Seleccione Visualização > Mostrar navegador de funções.
3 Seleccione uma categoria de funções.
4 Seleccione uma função ao fazer duplo clique nela ou ao seleccioná-la e clicar em
"Inserir função".
5 No “Editor de fórmulas” ou na barra de fórmulas (apenas no Numbers), substitua cada
marcador de posição de argumento na função inserida por um valor.
Clique para ver uma lista de valores válidos.

A ajuda do argumento "emissão" Os marcadores de posição dos


aparece quando coloca o cursor por argumentos opcionais aparecem
cima do marcador de posição. a cinzento-claro.

Para rever uma breve descrição do valor de um argumento:  Mantenha o cursor


sobre o marcador de posição do argumento. Também pode consultar informação
acerca do argumento na janela do navegador de funções.
Para especificar um valor para substituir qualquer marcador de posição de
argumento:  Clique no marcador de posição de argumento e digite uma constante
ou insira uma referência de célula (consulte “Como fazer referência a células
em fórmulas” na página 25 para obter instruções). Se o marcador de posição do
argumento for cinzento claro, a introdução de um valor é facultativa.

Capítulo 1    Como utilizar fórmulas em tabelas 23


Para especificar um valor para substituir um marcador de posição de um argumento
que tenha um triângulo de visualização:  Clique no triângulo de visualização e,
seguidamente, seleccione um valor no menu instantâneo. Para rever informação acerca
de um valor no menu instantâneo, mantenha o cursor sobre o valor. Para obter ajuda
para a função, seleccione “Ajuda das funções”.

Como lidar com erros e avisos em fórmulas


Quando a fórmula de uma célula da tabela está incompleta, contém referências de
células inválidas ou tem outras incorrecções, ou quando uma operação de importação
cria uma condição de erro numa célula, o Numbers apresenta um ícone na célula. Um
triângulo azul na parte superior esquerda de uma célula indica um ou mais avisos. Um
triângulo vermelho no meio de uma célula significa que ocorreu um erro de fórmula.
Para visualizar mensagens de erros e avisos:
mm Clique no ícone.

Uma janela de mensagem resume cada condição de erro e de aviso associada à célula.

Se pretender que o Numbers emita um aviso se uma célula referida numa fórmula
estiver vazia, seleccione Numbers > Preferências, e, no painel Geral, seleccione "Mostrar
avisos se células vazias forem referidas em fórmulas". Esta opção não está disponível
no Keynote nem no Pages.

Como remover fórmulas


Se não pretende utilizar mais uma fórmula associada a uma célula, é possível remover
rapidamente a fórmula.
Para remover uma fórmula de uma célula:
1 Seleccione a célula.
2 Prima a tecla Delete.

Se precisar de rever fórmulas numa folha de cálculo antes de decidir o que apagar,
seleccione Visualização > Mostrar lista de fórmulas.

24 Capítulo 1    Como utilizar fórmulas em tabelas


Como fazer referência a células em fórmulas
Todas as tabelas têm separadores de referência. São os números das linhas e os
cabeçalhos das colunas. No Numbers, os separadores de referência estão visíveis
sempre que a tabela tem foco; por exemplo, uma célula da tabela está actualmente
seleccionada. No Keynote e no Pages, os separadores de referência só aparecem
quando está seleccionada uma fórmula numa célula da tabela. No Numbers, os
separadores de referência têm o seguinte aspecto:

Os separadores de referência são as caixas cinzentas, no topo de cada coluna ou à


esquerda de cada linha, que contêm as letras das colunas (por exemplo, “A”) ou os
números das linhas (por exemplo, “3”). O aspecto dos separadores de referência no
Keynote e no Pages é semelhante ao do Numbers.

Utilizam-se referências de células para identificar células cujos valores pretende utilizar
em fórmulas. No Numbers, as células podem estar na mesma tabela que a célula da
fórmula ou podem estar noutra tabela na mesma folha ou noutra diferente.

As referências de células têm formatos diferentes, em função de factores como, por ex.,
se a tabela da célula tem cabeçalhos, se deseja fazer referência a uma única célula ou a
uma gama de células. Eis um sumário dos formatos que pode utilizar para referências
de células.

Para fazer referência a Utilizar estes formato Exemplo


qualquer célula na tabela que A letra do separador de C55 faz referência à linha 55 da
contém a fórmula referência seguida do número terceira coluna.
do separador de referência da
célula
uma célula numa tabela que O nome da coluna seguido do 2006 Receitas faz referência
tenha uma linha de cabeçalho e nome da linha a uma célula cuja linha de
uma coluna de cabeçalho cabeçalho contém 2006 e a
coluna de cabeçalho contém
Receitas.
uma célula numa tabela com O nome do cabeçalho das Se 2006 for um cabeçalho que
várias linhas e colunas de colunas ou linhas a que deseja abrange duas colunas (Receitas
cabeçalho fazer referência e Despesas), 2006 faz referência
a todas as células das colunas
receitas e Despesas.

Capítulo 1    Como utilizar fórmulas em tabelas 25


Para fazer referência a Utilizar estes formato Exemplo
um intervalo de células Dois pontos (:) entre a primeira B2:B5 refere-se a quatro células
e a última célula do intervalo, da segunda coluna.
utilizando a anotação dos
separadores de referência para
identificar as células
todas as células de uma linha O nome da linha ou número da 1:1 refere-se a todas as células
linha:número da linha da primeira linha.
todas as células de uma coluna O nome ou a letra da coluna C refere-se a todas as células da
terceira coluna.
todas as células num intervalo Dois pontos (:) entre o nome 2:6 refere-se a todas as células
de linhas ou o número da primeira e da de cinco linhas.
última linha do intervalo
todas as células num intervalo Dois pontos (:) entre o nome ou B:C refere-se a todas as células
de colunas a letra da primeira e da última da segunda e da terceira coluna.
coluna do intervalo
no Numbers, uma célula noutra Se o nome da célula for único Tabela 2::B5 refere-se à célula B5
tabela da mesma folha na folha de cálculo, então só é da tabela com o nome Tabela 2.
necessário o nome da célula; Tabela 2::2006 Matrícula refere-
caso contrário, é necessário o se a uma célula pelo nome.
nome da tabela seguido de dois
pontos duas vezes (::) e depois a
identificação da célula
no Numbers, uma célula numa Se o nome da célula for único Folha 2::Tabela 2::2006 Matrícula
tabela de outra folha na folha de cálculo, então só é refere-se a uma célula numa
necessário o nome da célula; tabela com o nome Tabela 2
caso contrário, é necessário numa folha com o nome Folha
o nome da folha de cálculo 2.
seguido de dois pontos duas
vezes (::), o nome da tabela, mais
dois pontos duas vezes e, por
fim, a identificação da célula

No Numbers, é possível omitir o nome de uma tabela ou folha se a célula ou as células


referenciadas tiverem nomes únicos na folha de cálculo.
No Numbers, quando referencia uma célula num cabeçalho com várias linhas ou várias
colunas, verificará o seguinte:
ÂÂ É utilizado o nome na célula de cabeçalho mais próxima da célula a que se refere.
Por exemplo, se uma tabela tiver duas linhas de cabeçalho e B1 contiver “Cão” e B2
contiver “Gato”, quando gravar uma fórmula que utiliza “Cão”, será gravado “Gato”.
ÂÂ Contudo, se “Gato” aparecer noutra célula de cabeçalho na folha de cálculo,
mantém-se “Cão”.

26 Capítulo 1    Como utilizar fórmulas em tabelas


Para obter informações sobre como inserir referências de células numa fórmula,
consulte “Técnicas de inserção de referências de células em fórmulas”. Consulte “Como
distinguir referências absolutas e relativas de células” para obter informações sobre
formas absolutas e relativas de referências de células, que são importantes quando
precisa de copiar um mover uma fórmula.

Técnicas de inserção de referências de células em fórmulas


Pode introduzir manualmente referências de célula numa fórmula ou pode inserir
referências de célula, utilizando atalhos do rato e teclado.
Eis algumas formas de inserir referências de células:
mm Para digitar uma referência de célula, coloque o ponto de inserção no “Editor de
fórmulas” ou na barra de fórmulas (apenas no Numbers) e introduza a referência da
célula utilizando um dos formatos referidos em “Como fazer referência a células em
fórmulas” na página 25.
Ao digitar uma referência de célula que inclua o nome de uma célula de cabeçalho
(todas as aplicações), de uma tabela (apenas no Numbers) ou de uma folha (apenas no
Numbers), depois de digitar 3 caracteres, surge uma lista de sugestões instantâneas se
os caracteres digitados corresponderem a um ou mais nomes da sua folha de cálculo.
Pode seleccionar um nome da lista ou continuar a digitar. Para desactivar as sugestões
de nomes no Numbers, seleccione Numbers > Preferências e anule a selecção da
opção “Usar nomes das células de cabeçalho como referência” no painel Geral.
mm Se quiser utilizar o rato para introduzir uma referência de célula, coloque o ponto
de inserção no “Editor de fórmulas” ou na barra de fórmulas (apenas no Numbers)
e proceda de uma das seguintes formas na tabela em que se encontra a célula da
fórmula ou, apenas no Numbers, numa tabela diferente na mesma folha ou noutra
diferente:
ÂÂ Para fazer referência a uma única célula, clique na célula.
ÂÂ Para fazer referência a todas as células de uma coluna ou linha, clique no separador
de referência da coluna ou da linha.
ÂÂ Para fazer referência a um intervalo de células, clique numa célula dentro do
intervalo e desloque o rato para cima, para baixo, para a esquerda ou a direita para
seleccionar ou alterar a dimensão do intervalo de células.
ÂÂ Para especificar atributos absolutos ou relativos de uma referência de célula depois
de a inserir e de a tornar um token, clique na referência inserida e seleccione uma
opção do menu instantâneo. Consulte “Como distinguir referências absolutas e
relativas de células” na página 28 para obter mais informações.

Capítulo 1    Como utilizar fórmulas em tabelas 27


No Numbers, a referência de célula inserida utiliza nomes em vez das anotações
dos separadores de referência, a não ser que a opção “Usar nomes das células de
cabeçalho como referência” esteja desseleccionada no painel Geral das preferências
do Numbers. No Keynote e no Pages, a referência de célula inserida utiliza nomes em
vez das anotações dos separadores de referência se as células referenciadas tiverem
cabeçalhos.
mm Para utilizar um atalho de teclado para introduzir uma referência de célula, coloque
o ponto de inserção no “Editor de fórmulas” ou na barra de fórmulas (apenas no
Numbers) e proceda de uma das seguintes formas:
ÂÂ Para fazer referência a uma única célula, prima a tecla Opção e depois use as teclas
de seta para seleccionar a célula.
ÂÂ Para fazer referência a um intervalo de células, prima as teclas Shift + Opção e
mantenha-as premidas depois de seleccionar a primeira célula do intervalo, até a
última célula do intervalo ser seleccionada.
ÂÂ No Numbers, para fazer referência a células de outra tabela na mesma folha ou
noutra diferente, seleccione a tabela premindo Opção + Comando + Page Down
para descer ao longo das tabelas ou Opção + Comando + Page Up para subir ao
longo das tabelas. Depois de estar seleccionada a tabela pretendida, continue a
manter premida a tecla Opção, mas solte a tecla Comando, e utilize as teclas de seta
para seleccionar a célula ou o intervalo de células (utilizando Shift + Opção) que
pretende.
ÂÂ Para especificar atributos absolutos ou relativos de uma referência de célula depois
de a inserir, clique na referência inserida e prima Comando + K para percorrer as
opções. Consulte “Como distinguir referências absolutas e relativas de células” na
página 28 para obter mais informações.

Como distinguir referências absolutas e relativas de células


Utilize formas absolutas e relativas de uma referência de célula para indicar a célula
que pretende associada à referência caso copie ou mova a fórmula.
Se uma referência de célula for relativa (A1):  Quando se move a fórmula, permanece
inalterada. Contudo, se a fórmula for cortada ou copiada e depois colada, a referência
de célula altera-se, de modo a manter a mesma posição em relação à célula da
fórmula. Por exemplo, se uma fórmula que contenha a referência A1 estiver na célula
C4 e copiar a fórmula e colá-la em C5, a referência de célula na C5 passa a ser A2.
Se os componentes de linha e coluna de uma referência de célula forem absolutos
($A$1):  Quando se copia a fórmula, a referência da célula não se altera. Utiliza-se o
símbolo do dólar ($) para atribuir a condição absoluta a um componente de linha ou
coluna. Por exemplo, se uma fórmula que contenha a referência $A$1 estiver na célula
C4 e copiar a fórmula e colá-la em C5 ou em D5, a referência de célula na C5 ou D5
mantém-se $A$1.

28 Capítulo 1    Como utilizar fórmulas em tabelas


Se o componente de linha de uma referência de célula for absoluto (A$1):  O
componente da coluna é relativo e pode alterar-se para manter a respectiva posição
relativa à célula da fórmula. Por exemplo, se uma fórmula que contenha a referência
A$1 estiver na célula C4 e copiar a fórmula e colá-la em D5, a referência de célula na
D5 passa a ser B$1.
Se o componente de coluna de uma referência de célula for absoluto ($A1):  O
componente da linha é relativo e pode alterar-se para manter a respectiva posição
relativa à célula da fórmula. Por exemplo, se uma fórmula que contenha a referência
$A1 estiver na célula C4 e copiar a fórmula e colá-la em C5 ou em D5, a referência de
célula na C5 e na D5 torna-se $A2.
Eis como especificar a condição absoluta dos componentes de uma referência de
célula:
mm Digite a referência da célula utilizando uma das convenções acima descritas.
mm Clique no triângulo de visualização de uma referência de célula e seleccione uma
opção do menu instantâneo.
mm Seleccione uma referência de célula e prima Comando + K para percorrer as opções.

Como utilizar operadores em fórmulas


Utilize operadores em fórmulas para efectuar operações aritméticas e comparar
valores:
ÂÂ Os operadores aritméticos efectuam operações aritméticas, como adição
e subtracção, e devolvem resultados numéricos. Consulte “Os operadores
aritméticos” na página 29 para obter mais informações.
ÂÂ Os operadores de comparação comparam dois valores e devolvem VERDADEIRO
ou FALSO. Consulte “Os operadores de comparação” na página 30 para obter mais
informações.

Os operadores aritméticos
É possível utilizar operadores aritméticos para executar operações aritméticas em
fórmulas.

Se pretender Utilize este operador Por exemplo, se em A2 estiver


aritmético 20 e em B2 estiver 2, a fórmula
Adicionar dois valores + (sinal de mais) A2 + B2 tem como resultado 22.
Subtrair um valor a outro valor – (sinal de menos) A2 – B2 tem como resultado 18.
Multiplicar dois valores * (asterisco) A2 * B2 tem como resultado 40.

Capítulo 1    Como utilizar fórmulas em tabelas 29


Se pretender Utilize este operador Por exemplo, se em A2 estiver
aritmético 20 e em B2 estiver 2, a fórmula
Dividir um valor por outro valor / (barra inclinada para a frente) A2 / B2 tem como resultado 10.
Elevar um valor a outro valor ^ (acento circunflexo) A2 ^ B2 tem como resultado
400.
Calcular uma percentagem % (sinal de percentagem) A2% tem como resultado 0,2,
apresentado com o formato
20%.

A utilização de uma cadeia com um operador aritmético devolve um erro. Por


exemplo, 3 + "saudação" não é uma operação aritmética correcta.

Os operadores de comparação
É possível utilizar operadores de comparação para comparar dois valores em
fórmulas. As operações de comparação devolvem sempre, como resultado, os valores
VERDADEIRO ou FALSO. Os operadores de comparação também podem ser utilizados
para criar as condições utilizadas por algumas funções. Consulte “condição” na tabela
“Termos e elementos sintácticos utilizados nas definições de funções” na página 36

Caso pretenda determinar se Utilize este operador de Por exemplo, se em A2 estiver


comparação 20 e em B2 estiver 2, a fórmula
Dois valores são iguais = A2 = B2 devolve FALSO.
Dois valores não são iguais <> A2 <> B2 devolve VERDADEIRO.
O primeiro valor é superior ao > A2 > B2 devolve VERDADEIRO.
segundo valor
O primeiro valor é inferior ao < A2 < B2 devolve FALSO.
segundo valor
O primeiro valor é superior ou >= A2 >= B2 devolve VERDADEIRO.
igual ao segundo valor
O primeiro valor é inferior ou <= A2 <= B2 devolve FALSO.
igual ao segundo valor

As cadeias são maiores do que números. Por exemplo, “saudação” > 5 devolve
VERDADEIRO.

É possível comparar VERDADEIRO e FALSO entre si, mas não com números ou
cadeias. VERDADEIRO > FALSO e FALSO < VERDADEIRO, dado que VERDADEIRO é
interpretado como 1 e FALSO é interpretado como 0. VERDADEIRO = 1 devolve FALSO
e VERDADEIRO = "AlgumTexto" devolve FALSO.

30 Capítulo 1    Como utilizar fórmulas em tabelas


As operações de comparações são sobretudo utilizadas em funções como a IF, que
compara dois valores e depois executa outras operações em função do resultado
VERDADEIRO ou FALSO da comparação. Para obter mais informações sobre este
tópico, seleccione Ajuda > Ajuda de fórmulas e funções do iWork, ou Ajuda > Guia
do utilizador de fórmulas e funções do iWork.“Como especificar condições e utilizar
caracteres universais”.

O operador de cadeias e os caracteres universais


O operador de cadeias pode ser utilizado em fórmulas e os caracteres universais
podem ser utilizados em condições.

Se pretender Utilize este operador de Por exemplo


cadeias ou carácter universal
Concatenar cadeias ou o & "abc”&”def” tem como resultado
conteúdo de células “abcdef”
"abc”&A1 tem como resultado
“abc2” se a célula A1 contiver 2.
A1&A2 tem como resultado “12”
se a célula A1 contiver 1 e a
célula A2 contiver 2.
Fazer corresponder um único ? “ea?“ irá fazer corresponder
carácter qualquer cadeia que comece
por “ea” e contenha exactamente
um carácter adicional.
Fazer corresponder qualquer * “*ed” irá fazer corresponder
número de caracteres uma cadeia de qualquer
comprimento que termine por
“ed”.
Fazer corresponder literalmente ~ “~?“ irá fazer corresponder o
um carácter universal ponto de interrogação, em
vez de o utilizar para fazer
corresponder um único carácter
qualquer.

Para obter mais informações sobre como utilizar os caracteres universais em


condições, consulte “Como especificar condições e utilizar caracteres universais” na
página 358.

Capítulo 1    Como utilizar fórmulas em tabelas 31


Como copiar ou mover fórmulas e os respectivos valores
calculados
Eis algumas técnicas para copiar e mover células associadas a uma fórmula:
mm Para copiar o valor calculado numa célula de fórmula, mas não a fórmula, seleccione a
célula, vá a Edição > Copiar, seleccione a célula cujo valor deseja manter e depois vá a
Edição > Colar valores.
mm Para copiar ou mover uma célula de fórmula ou uma célula a que uma fórmula faz
referência, siga as instruções e “Como copiar ou mover fórmulas e os respectivos
valores calculados” na página 32.
No Numbers, se a tabela for grande e desejar mover a fórmula para uma célula
que não esteja à vista, seleccione a célula, seleccione Edição > Marcar para mover,
seleccione a outra célula e depois vá a Edição > Mover. Por exemplo, se a fórmula =A1
estiver na célula D1 e desejar mover a mesma fórmula para a célula X1, seleccione
D1, vá a Edição > Marcar para mover, seleccione X1 e depois vá a Edição > Mover. A
fórmula =A1 aparece na célula X1.
Se copiar ou mover uma célula de fórmula:  Altere as referências de células conforme
descrito em “Como distinguir referências absolutas e relativas de células” na página 28,
caso necessário.
Se mover uma célula referida numa fórmula:  A referência da célula na fórmula é
automaticamente actualizada. Por exemplo, se uma referência à célula A1 fizer parte
de uma fórmula e mover A1 para D95, a referência de célula na fórmula passa a ser
D95.

Como visualizar todas as fórmulas de uma folha de cálculo


No Numbers, para visualizar uma lista de todas as fórmulas de uma folha de cálculo,
seleccione Visualização > Mostrar lista de fórmulas.

Em: identifica a folha e a tabela em que se encontra a fórmula.


Resultados:  apresenta o valor actual calculado pela fórmula.
Fórmula:  mostra a fórmula.

32 Capítulo 1    Como utilizar fórmulas em tabelas


Eis algumas formas de usar a janela da lista de fórmulas:
mm Para identificar a célula que contém uma fórmula, clique na fórmula. A tabela é
apresentada sobre a janela da lista de fórmulas com a célula da fórmula seleccionada.
mm Para editar a fórmula, faça duplo clique sobre ela.
mm Para alterar as dimensões da janela da lista de fórmulas, desloque a alça de selecção
no canto superior direito para cima ou para baixo.
mm Para encontrar fórmulas que contenham um determinado elemento, digite o elemento
no campo de pesquisa e prima a tecla Return.

Como procurar e substituir elementos de fórmulas


No Numbers, através da janela "Procurar e substituir", é possível procurar elementos
em todas as fórmulas de uma folha de cálculo para encontrá-los e eventualmente
alterá-los.
Eis algumas formas de abrir a janela “Procurar e substituir”:
mm Seleccione Edição > Procurar > Mostrar pesquisa e depois clique em “Procurar e
substituir”.
mm Seleccione Visualização > Mostrar lista de fórmulas e clique em “Procurar e substituir”.

Procurar: Digite o elemento da fórmula que pretende encontrar (referência de célula,


operador, função, etc.).
Onde?:  Seleccione "Apenas fórmulas" neste menu instantâneo.
Correspondência exacta:  Seleccione esta opção para encontrar apenas elementos
cujas maiúsculas e minúsculas correspondem exactamente ao que se encontra no
campo Procurar.
Palavras completas:  Seleccione esta opção para encontrar apenas elementos cujo
conteúdo completo corresponde ao que se encontra no campo Procurar.
Substituir:  Digite opcionalmente o que deseja utilizar para substituir o que se
encontra no campo Procurar.
Repetir procura (voltar ao princípio):  Seleccione esta opção para continuar a procurar
o conteúdo do campo Procurar, mesmo depois de já ter sido procurado em toda folha
de cálculo.

Capítulo 1    Como utilizar fórmulas em tabelas 33


Seguinte ou Anterior:  Clique nestas opções para procurar a ocorrência anterior ou
seguinte do que se encontra no campo Procurar. Quando um elemento é encontrado,
o editor de fórmulas abre-se e mostra a fórmula que contém a ocorrência do
elemento.
Substituir tudo:  Clique nesta opção para substituir todas as ocorrências do conteúdo
do campo Procurar pelo conteúdo do campo Substituir.
Substituir:  Clique nesta opção para substituir a ocorrência actual do conteúdo do
campo Procurar pelo conteúdo do campo Substituir.
Substituir e procurar:  Clique nesta opção para substituir a ocorrência actual do
conteúdo do campo Procurar e para procurar a ocorrência seguinte.

34 Capítulo 1    Como utilizar fórmulas em tabelas


Perspectiva geral das funções do
iWork 2
O presente capítulo apresenta as funções disponíveis no
iWork.

Uma introdução às funções


Uma função é uma operação com nome predefinido que pode incluir numa fórmula
para efectuar um cálculo ou tratar dados numa célula de tabela.

O iWork disponibiliza funções que efectuam, por ex., operações matemáticas ou


financeiras, obtêm valores de células com base numa pesquisa, manipulam cadeias de
texto ou apresentam a data e a hora actuais. Cada função tem um nome seguido de
um ou mais argumentos entre parênteses. Os argumentos são utilizados para fornecer
os valores que a função precisa para ser executada.

Por exemplo, a seguinte fórmula contém uma função com o nome SOMA com um
único argumento (uma gama de células) que adiciona os valores na coluna A, linhas 2
a 10:

=SOMA(A2:A10)

O número e o tipo de argumentos variam de função para função. O número e


a descrição dos argumentos estão incluídos na função, na “Lista de categorias
de funções” na página 43, por ordem alfabética. As descrições também incluem
informação adicional e exemplos de cada função.

Informação acerca das funções


Para mais informações sobre Ir para
Sintaxe utilizada nas definições de funções “Termos e elementos sintácticos utilizados nas
definições de funções” na página 36.
Tipos de argumentos utilizados por funções “Tipos de valores” na página 38.
Categorias de funções, tais como a duração e “Lista de categorias de funções” na página 43.
estatística As funções estão listadas por ordem alfabética
dentro de cada categoria.

 35
Para mais informações sobre Ir para
Argumentos comuns a várias funções financeiras “Argumentos comuns utilizados em funções
financeiras” na página 336.
Exemplos e tópicos suplementares “Exemplos e tópicos adicionais incluídos” na
página 335.

Termos e elementos sintácticos utilizados nas definições de


funções
As funções são descritas através de termos e elementos sintácticos específicos.

Termo ou símbolo Significado


texto em maiúsculas Os nomes das funções são apresentados em
maiúsculas. Porém, o nome de uma função pode
ser introduzido mediante qualquer combinação
de maiúsculas e minúsculas.
parênteses Os argumentos das funções são inseridos entre
parênteses. Os parênteses são necessários
embora, em circunstâncias limitadas, o iWork
possa inserir automaticamente o parêntese final.
texto em itálico O texto em itálico indica que tem de substituir o
nome do argumento por um valor a ser utilizado
pela função para cálculo de um resultado. Os
argumentos têm um tipo de valor, como um
“número”, uma “data/hora” ou uma “cadeia”. Os
tipos de valores são apresentados em “Tipos de
valores” na página 38.
vírgulas e pontos e vírgulas As descrições da sintaxe de funções utilizam
vírgulas para separar argumentos. Se as suas
Preferências do Sistema Internacionais estiverem
configuradas para utilizarem a vírgula como
separador das casas decimais, separe os
argumentos com um ponto e vírgula em vez de
uma vírgula.
reticências (…) Um argumento seguido de reticências pode ser
repetido todas as vezes necessárias. Quaisquer
limitações são descritas na definição do
argumento.
tabela Uma tabela é uma sequência de valores
utilizados por uma função ou que resultam de
uma função.

36 Capítulo 2    Perspectiva geral das funções do iWork


Termo ou símbolo Significado
constante de tabela Uma constante de tabela é um conjunto
de valores delimitado por chavetas ({}) e é
directamente digitado dentro da função. Por
exemplo, {1, 2, 5, 7} ou {“12/31/2008”, “3/15/2009”,
“8/20/2010”}.
função de tabela São poucas as funções descritas como “funções
de tabela”, em que o resultado da função é uma
tabela de valores e não um único valor. Estas
funções são frequentemente utilizadas para
fornecerem valores a outra função.
expressão booleana Uma expressão booleana é uma expressão que é
avaliada com o valor booleano VERDADEIRO ou
FALSO.
constante Uma constante é um valor especificado
directamente dentro da fórmula que não contém
quaisquer referências ou chamadas de funções.
Por exemplo, na fórmula =CONCATENAR("cat",
"s"), “cat” e “s” são constantes.
argumento modal Um argumento modal consiste num argumento
que pode ter um de vários valores possíveis
especificados. Normalmente os argumentos
modais especificam alguma coisa sobre o tipo de
cálculo que a função deve executar ou sobre o
tipo de dados que deverá resultar da função. Se
um argumento modal tiver um valor predefinido,
este é especificado na descrição do argumento.
condição Uma condição é uma expressão que pode
incluir operadores de comparação, constantes, o
operador de cadeias “&“ e referências. O conteúdo
da condição tem de originar que o resultado de
comparar a condição com outro valor resulte
no valor booleano VERDADEIRO ou FALSO.
Para mais informações e exemplos, consulte
“Como especificar condições e utilizar caracteres
universais” na página 358.

Capítulo 2    Perspectiva geral das funções do iWork 37


Tipos de valores
O argumento de uma função tem um tipo, que especifica o tipo de informação que
o argumento pode conter. As funções também têm como resultado um valor de um
determinado tipo.

Tipo de valor Descrição


qualquer Se um argumento for especificado como
“qualquer”, poderá ser um valor booleano, valor
de data/hora, valor de duração, valor numérico
ou valor de cadeia.
Booleano Um valor booleano é um valor VERDADEIRO (1)
ou FALSO (0) ou uma referência a uma célula
contendo ou tendo como resultado um valor
VERDADEIRO ou FALSO. Geralmente é o resultado
de uma expressão booleana, mas um valor
booleano pode ser directamente especificado
como argumento de uma função ou como
conteúdo de uma célula. A utilização de um valor
booleano é muito comum para determinar a
expressão que deverá resultar de uma função SE.
colecção Um argumento especificado como colecção pode
ser uma referência a uma única gama de células
de tabela, a uma constante de tabela ou a uma
tabela resultante de uma função de tabela. Um
argumento especificado como colecção terá um
atributo adicional que define o tipo de valores
que pode conter.

38 Capítulo 2    Perspectiva geral das funções do iWork


Tipo de valor Descrição
data/hora Trata-se de um valor de data/hora ou de uma
referência a uma célula que contenha um
valor de data/hora em qualquer dos formatos
suportados pelo iWork. Caso um valor de data/
hora seja digitado dentro de uma função, este
deve ser colocado entre aspas. É possível optar
por apresentar apenas uma data ou uma hora
numa célula, porém, todos os valores de data/
hora contêm uma data e uma hora.
Embora geralmente seja possível introduzir
datas directamente como cadeias (por
exemplo, “12/31/2010”), a utilização da função
DATA assegura que a data seja interpretada
consistentemente, independentemente dos
formatos de data seleccionados no painel de
preferências Internacional.

Capítulo 2    Perspectiva geral das funções do iWork 39


Tipo de valor Descrição
duração Uma duração é um período de tempo ou
uma referência a uma célula que contenha
um período de tempo. Os valores de duração
consistem em semanas (s ou semana), dias (d ou
dias), horas (h ou horas), minutos (m ou minutos),
segundos (s ou segundos) e milissegundos (ms
ou milissegundos). Um valor de duração pode ser
introduzido em um de dois formatos.
O primeiro formato consiste num número
seguido de um período de tempo (tal como
h para horas), opcionalmente seguido de um
espaço, e repete-se para outros períodos de
tempo. É possível utilizar quer a abreviatura para
especificação do período, como “h”, quer o nome
completo, como “horas”. Por exemplo, 12h 5d 3m
representa uma duração de 12 horas, 5 dias e 3
minutos. Os períodos de tempo não têm de ser
introduzidos por ordem nem são necessários
espaços. 5d 5h é o mesmo que 5h5d. Se digitados
directamente dentro de uma fórmula, a cadeia
deve ser delimitada por aspas, como em "12h 5d
3m".
Uma duração também pode ser introduzida
como uma série de números delimitados por
dois pontos. Se este for o formato utilizado, é
necessário incluir o argumento dos segundos,
que deve terminar com um número decimal
seguido pelo número de milissegundos,
que pode ser 0, se o valor de duração puder
ser confundido com um valor de data/hora.
Por exemplo, 12:15:30.0 representaria uma
duração de 12 horas, 15 minutos e 30 segundos,
enquanto que 12:15:30 representaria 12:15:30
da manhã. 5:00.0 representaria uma duração de
exactamente 5 minutos. Se o valor for digitado
directamente dentro de uma função, a cadeia
deve ser delimitada por aspas como “12:15:30.0”
ou "5:00.0". Se a célula estiver formatada para
apresentar a duração de determinada forma, as
unidades de duração são aplicadas em relação à
apresentação da duração e os milissegundos não
precisam de ser especificados.
lista Uma lista consiste numa sequência de
valores separados por vírgulas. Por exemplo,
=SELECCIONAR(3; "1º"; "segundo"; 7; "último").
Em alguns casos, a lista está inserida num
par de parênteses adicional. Por exemplo,
=ÁREAS((B1:B5; C10:C12)).

40 Capítulo 2    Perspectiva geral das funções do iWork


Tipo de valor Descrição
modal Um valor modal é um valor único,
frequentemente um número, que representa
um modo específico de um argumento modal.
“Argumento modal” é definido em “Termos e
elementos sintácticos utilizados nas definições de
funções” na página 36.
numérico Um valor numérico é um número, uma expressão
numérica ou uma referência a uma célula
contendo uma expressão numérica. Se os valores
aceitáveis de um número forem limitados (por
exemplo, o número tem de ser superior a 0), este
facto é incluído na descrição do argumento.
valor de intervalo Um valor de intervalo consiste numa referência a
um único intervalo ou gama de células (podendo
ser uma única célula). Um valor de intervalo
terá um atributo adicional que define o tipo de
valores que deve conter. Este será incluído na
descrição do argumento.

Capítulo 2    Perspectiva geral das funções do iWork 41


Tipo de valor Descrição
referência Trata-se de uma referência a uma única célula
ou a um intervalo de células. Se o intervalo for
mais do que uma célula, as células de início e de
fim são separadas por dois pontos. Por exemplo,
=CONTAR(A3:D7).
A não ser que o nome da célula seja único em
todas as tabelas, a referência deverá conter o
nome da tabela, caso seja feita a uma célula de
outra tabela. Por exemplo, =Tabela 2::B2. Note
que o nome da tabela e a referência da célula são
separadas por dois pontos duplos (::).
Se a tabela estiver noutra folha, o nome da folha
também tem de ser incluído, a não ser que o
nome da célula seja único em todas as folhas.
Por exemplo, =SOMA(Folha 2::Tabela 1::C2:G2). O
nome da folha, o nome da tabela e a referência
da célula são separados por dois pontos duplos.
Algumas funções que aceitam intervalos podem
operar em intervalos que abrangem várias
tabelas. Imagine que tem um ficheiro aberto
com uma folha que contém três tabelas (Tabela
1, Tabela 2, Tabela 3). Imagine ainda que a célula
C2 de cada tabela contém o número 1. A fórmula
que abrange várias tabelas =SOMA(Tabela
1:Tabela 2 :: C2) iria somar a célula C2 de todas as
tabelas entre a Tabela 1 e a Tabela 2. Portanto, o
resultado seria 2. Se deslocar a Tabela 3 de modo
a aparecer entre a Tabela 1 e Tabela 2 na barra
lateral, o resultado da função será 3, uma vez que
agora está a somar a célula C2 das três tabelas (a
Tabela 3 está entre a Tabela 1 e a Tabela 2).
cadeia Uma cadeia é zero ou mais caracteres, ou
uma referência a uma célula contendo um ou
mais caracteres. Os caracteres podem consistir
em quaisquer caracteres passíveis de serem
impressos, incluindo números. Caso um valor
de cadeia seja digitado dentro de uma fórmula,
este tem de ser colocado entre aspas. Se o valor
de cadeia for de alguma forma limitado (por
exemplo, a cadeia tem de representar uma data),
tal é incluído na descrição do argumento.

42 Capítulo 2    Perspectiva geral das funções do iWork


Lista de categorias de funções
Existem várias categorias de funções. Por exemplo, algumas funções efectuam
cálculos com valores de data/hora, as funções lógicas têm um resultado booleano
(VERDADEIRO ou FALSO) e outras funções efectuam cálculos financeiros. Cada
categoria de funções é tratada num capítulo separado.

“Lista de funções de data e hora” na página 45

“Lista de funções de duração” na página 66

“Lista de funções de engenharia” na página 73

“Lista de funções financeiras” na página 96

“Lista de funções lógicas e de informação” na página 154

“Lista de funções numéricas” na página 166

“Lista de funções de referência” na página 204

“Lista de funções estatísticas” na página 223

“Lista de funções de texto” na página 302

“Lista de funções trigonométricas” na página 322

Como colar a partir de exemplos na Ajuda


Muitos dos exemplos na Ajuda podem ser colados directamente numa tabela ou,
no Numbers, numa tela em branco. Existem dois grupos de exemplos que podem
ser copiados da Ajuda e colados numa tabela. O primeiro consiste em exemplos
individuais incluídos na Ajuda. Todos esses exemplos começam com um sinal de igual
(=). Na Ajuda para a função HORA, existem dois exemplos desses.

Para utilizar um destes exemplos, seleccione o texto que começa com o sinal de igual
até ao final do exemplo.

Capítulo 2    Perspectiva geral das funções do iWork 43


Assim que esse texto estiver realçado, é possível copiá-lo e depois colá-lo em qualquer
célula de uma tabela. Uma alternativa ao método de copiar e colar consiste em
deslocar a selecção do exemplo e largá-la em qualquer célula de uma tabela.

O segundo tipo de exemplo que pode ser copiado são os exemplos de tabelas
incluídos na Ajuda. Este é o exemplo de tabela da Ajuda para JUROSACUM.

Para utilizar uma tabela de exemplo, seleccione todas as células da tabela de exemplo,
incluindo a primeira linha.

Assim que esse texto estiver realçado, é possível copiá-lo e depois colá-lo em qualquer
célula de uma tabela ou, no Numbers, numa tela em branco. O método de deslocar e
largar não pode ser utilizado neste tipo de exemplo.

44 Capítulo 2    Perspectiva geral das funções do iWork


Funções de data e hora
3
As funções de data e hora permitem-lhe trabalhar mais
facilmente com datas e horas por forma a resolver
problemas, tais como descobrir o número de dias úteis entre
duas datas ou o nome do dia da semana em que cairá uma
data.

Lista de funções de data e hora


O iWork inclui estas funções de data e hora para utilização com tabelas.

Função Descrição
“AGORA” (página 47) A função AGORA tem como resultado o valor de
data/hora actual do relógio do sistema.
“ANO” (página 48) A função ANO tem como resultado o ano de um
determinado valor de data/hora.
“DATA” (página 48) A função DATA combina valores separados para
o ano, o mês e o dia e tem como resultado
um valor de data/hora. Embora geralmente
seja possível introduzir datas directamente
como cadeias (por exemplo, “12/31/2010”),
a utilização da função DATA assegura que
a data seja interpretada consistentemente,
independentemente dos formatos de data
seleccionados no painel de preferências
Internacional.

 45
Função Descrição
“DATADIF” (página 49) A função DATADIF tem como resultado o número
de dias, meses ou anos entre duas datas.
“DATAM” (página 51) A função DATAM tem como resultado uma data
correspondente a um número de meses antes ou
depois de uma determinada data.
“DATA.VALOR” (página 51) A função DATA.VALOR converte uma cadeia de
texto de data e apresenta como resultado um
valor de data/hora. Esta função é fornecida para
compatibilidade com outros programas de folha
de cálculo.
“DIA” (página 52) A função DIA tem como resultado o dia do mês
correspondente a um determinado valor de data/
hora.
“DIAS360” (página 53) A função DIAS360 tem como resultado o número
de dias entre duas datas com base em doze
meses de 30 dias e um ano de 360 dias.
“DIASEMANA” (página 54) A função DIASEMANA tem como resultado
um número que é o dia da semana de uma
determinada data.
“DIATRABALHOTOTAL” (página 55) A função DIATRABALHOTOTAL tem como
resultado o número de dias úteis entre duas
datas. Os dias úteis excluem os fins-de-semana e
quaisquer outras datas especificadas.
“DIAÚTIL” (página 55) A função DIAÚTIL tem como resultado a data
correspondente ao número de dias úteis indicado
antes ou depois de uma determinada data. Os
dias úteis excluem os fins-de-semana e quaisquer
outras datas especificamente excluídas.
“FIMMÊS” (página 56) A função FIMMÊS tem como resultado uma
data que corresponde ao último dia do mês
um número de meses antes ou depois de uma
determinada data.
“FRACÇÃOANO” (página 57) A função FRACÇÃOANO encontra a fracção
de um ano representada pelo número de dias
inteiros entre duas datas.
“HOJE” (página 58) A função HOJE tem como resultado a data actual
do sistema. A hora é definida para as 12:00.
“HORA” (página 58) A função HORA tem como resultado a hora de
um determinado valor de data/hora.

46 Capítulo 3    Funções de data e hora


Função Descrição
“MÊS” (página 59) A função MÊS tem como resultado o mês de um
determinado valor de data/hora.
“MINUTO” (página 60) A função MINUTO tem como resultado os
minutos de um determinado valor de data/hora.
“NOMEDIA” (página 60) A função NOMEDIA tem como resultado o nome
do dia da semana de um valor de data/hora ou
um número. O dia 1 é Domingo.
“NOMEMÊS” (página 61) A função NOMEMÊS tem como resultado o nome
do mês de um número. O mês 1 é Janeiro.
“NÚMSEMANA” (página 62) A função NÚMSEMANA tem como resultado o
número da semana do ano de uma determinada
data.
“SEGUNDO” (página 63) A função SEGUNDO tem como resultado os
segundos de um determinado valor de data/hora.
“TEMPO” (página 63) A função TEMPO converte valores separados para
horas, minutos e segundos num valor de data/
hora.
“VALOR.TEMPO” (página 65) A função VALOR.TEMPO tem como resultado o
tempo de um determinado valor de data/hora ou
de uma cadeia de texto como fracção decimal de
um dia de 24 horas.

AGORA
A função AGORA tem como resultado o valor de data/hora actual do relógio do
sistema.

AGORA()
Notas de utilização
ÂÂ A função AGORA não tem argumentos. Porém, tem de incluir os parênteses:
=AGORA().

Exemplo
=AGORA() tem como resultado 4 de Outubro de 2008 10:47, se o seu ficheiro for actualizado a 4 de
Outubro de 2008 às 10:47.

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“HOJE” na página 58

“Lista de funções de data e hora” na página 45

Capítulo 3    Funções de data e hora 47


“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

ANO
A função ANO tem como resultado o ano de um determinado valor de data/hora.

ANO(data)
ÂÂ data:  A data que deve ser usada pela função. data é um valor de data/hora. A parte
da hora é ignorada por esta função.

Exemplos
=ANO("6 de Abril de 2008") tem como resultado 2008.
=ANO(AGORA()) tem como resultado 2009, se calculado a 4 de Junho de 2009.

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“DIA” na página 52

“HORA” na página 58

“MINUTO” na página 60

“MÊS” na página 59

“SEGUNDO” na página 63

“Lista de funções de data e hora” na página 45

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

DATA
A função DATA combina valores separados para o ano, o mês e o dia e tem como
resultado um valor de data/hora. Embora geralmente seja possível introduzir datas
directamente como cadeias (por exemplo, “12/31/2010”), a utilização da função DATA
assegura que a data seja interpretada consistentemente, independentemente dos
formatos de data seleccionados no painel de preferências Internacional.

48 Capítulo 3    Funções de data e hora


DATA(ano; mês; dia)
ÂÂ ano:  O ano a incluir no valor devolvido. ano é um valor numérico. O valor não é
convertido. Se especificar 10, é utilizado o ano 10 e não 1910 ou 2010.
ÂÂ mês:  O mês a incluir no valor devolvido. mês é um número e deve estar no intervalo
de 1 a 12.
ÂÂ dia:  O dia a incluir no valor devolvido. dia é um valor numérico e deve estar no
intervalo entre 1 e o número de dias do mês.

Exemplos
Se a célula A1 contiver 2014, a A2 contiver 11 e a A3 contiver 10:
=DATA(A1; A2; A3) tem como resultado 10 de Nov. de 2014, sendo a data apresentada de acordo com
o formato actual da célula.
=DATA(A1; A3; A2) tem como resultado 11 de Out. de 2014.
=DATA(2012; 2; 14) tem como resultado 14 de Fev. de 2012.

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“DURAÇÃO” na página 71

“TEMPO” na página 63

“Lista de funções de data e hora” na página 45

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

DATADIF
A função DATADIF tem como resultado o número de dias, meses ou anos entre duas
datas.

DATADIF(data-inicial; data-fim; método-calc)


ÂÂ data-inicial:  A data de início. data-inicial é um valor de data/hora.
ÂÂ data-fim:  A data final. data-fim é um valor de data/hora.
ÂÂ método-calc:  Especifica como indicar a diferença horária e como tratar as datas em
anos ou meses diferentes.
"D":  Contar o número de dias entre as datas de início e de fim.
"M":  Contar o número de meses entre as datas de início e de fim.
"Y":  Contar o número de anos entre as datas de início e de fim.

Capítulo 3    Funções de data e hora 49


"MD":  Contar os dias entre as datas de início e de fim, ignorando os meses e os
anos. O mês da data-fim é considerado o mês da data-inicial. Se o dia de início for
depois do dia de fim, a contagem começa a partir do dia de fim como se fosse no
mês anterior. O ano da data-fim é utilizado para procurar anos bissextos.
"AM":  Contar o número de meses completos entre as datas de início e de fim,
ignorando o ano. Se o mês/dia de início for antes do mês/dia do fim, as datas são
tratadas como se fossem no mesmo ano. Se o mês/dia de início for depois do mês/
dia do fim, as datas são tratadas como se fossem em anos consecutivos.
"AD":  Contar o número de dias entre as datas de início e de fim, ignorando o ano.
Se o mês/dia de início for antes do mês/dia do fim, as datas são tratadas como se
fossem no mesmo ano. Se o mês/dia de início for depois do mês/dia do fim, as datas
são tratadas como se fossem em anos consecutivos.

Exemplos
Se a célula A1 contiver o valor de data/hora 6/4/88 e a A2 contiver o valor de data/hora 30/10/06:
=DATADIF(A1; A2; "D") tem como resultado 6781, o número de dias entre 6 de Abril de 1988 e 30 de
Outubro de 2006.
=DATADIF(A1; A2; "M") tem como resultado 222, o número de meses inteiros entre 6 de Abril de 1988
e 30 de Outubro de 2006.
=DATADIF(A1; A2; "Y") tem como resultado 18, o número de anos entre 6 de Abril de 1988 e 30 de
Outubro de 2006.
=DATADIF(A1; A2; "MD") tem como resultado 24, o número de dias entre o sexto dia de um mês e o
trigésimo dia do mesmo mês.
=DATADIF(A1; A2; "AM") tem como resultado 6, o número de meses entre Abril e o Outubro seguinte
no mesmo ano.
=DATADIF(A1; A2; "AD") tem como resultado 207, o número de dias entre 6 de Abril e o dia 30 do
Outubro seguinte no mesmo ano.
=DATADIF("06/04/1988”; AGORA(); "Y") & “ anos; “ & DATADIF("06/04/1988”; AGORA(); "AM") & “ meses
e “ & DATADIF("06/04/1988”; AGORA(); "MD") & “ dias" tem como resultado a idade actual de alguém
nascido no dia 6 de Abril de 1988.

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“DIAS360” na página 53

“DIATRABALHOTOTAL” na página 55

“AGORA” na página 47

“FRACÇÃOANO” na página 57

“Lista de funções de data e hora” na página 45

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

50 Capítulo 3    Funções de data e hora


“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

DATAM
A função DATAM tem como resultado uma data correspondente a um número de
meses antes ou depois de uma determinada data.

DATAM(data-inicial; mês-deslocação)
ÂÂ data-inicial:  A data de início. data-inicial é um valor de data/hora.
ÂÂ mês-deslocação:  O número de meses antes ou depois da data de início. mês-
deslocação é um valor numérico. Um mês-deslocação negativo é utilizado para
especificar um número de meses antes da data inicial e um mês-deslocação positivo
é utilizado para especificar um número de meses após a data inicial.

Exemplos
=DATAM("15/1/2000"; 1) tem como resultado 15/2/2000, a data um mês depois.
=DATAM("15/1/2000"; -24) tem como resultado 15/1/1998, a data 24 meses antes.

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“FIMMÊS” na página 56

“Lista de funções de data e hora” na página 45

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

DATA.VALOR
A função DATA.VALOR converte uma cadeia de texto de data e apresenta como
resultado um valor de data/hora. Esta função é fornecida para compatibilidade com
outros programas de folha de cálculo.

DATA.VALOR(texto-data)
ÂÂ texto-data:  A cadeia de data a ser convertida. texto-data é um valor de cadeia. Tem
de ser uma data especificada entre aspas ou um valor de data/hora. Se o texto-data
não for uma data válida, o resultado é um erro.

Capítulo 3    Funções de data e hora 51


Exemplos
Se a célula B1 contiver o valor de data/hora 2 de Agosto de 1979 06:30:00 e a célula C1 contiver a
cadeia 16/10/2008:
=DATA.VALOR(B1) tem como resultado 2 de Ago. de 1979, formatada de acordo com a formato da
célula actual (o formato predefinido é a data média do sistema configurada no painel de preferências
Internacional).
=DATA.VALOR(C1) tem como resultado 16 de Out. de 2008.
=DATA.VALOR(“29/12/1974”) tem como resultado 29 de Dez. de 1979.

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“DATA” na página 48

“TEMPO” na página 63

“Lista de funções de data e hora” na página 45

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

DIA
A função DIA tem como resultado o dia do mês de um determinado valor de data/
hora.

DIA(data)
ÂÂ data:  A data que deve ser usada pela função. data é um valor de data/hora. A parte
da hora é ignorada por esta função.

Exemplos
=DIA("6/4/88 11:59:22 PM") tem como resultado 6.
=DIA(“12/5/2009”) tem como resultado 12.

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“NOMEDIA” na página 60

“HORA” na página 58

“MINUTO” na página 60

“MÊS” na página 59

52 Capítulo 3    Funções de data e hora


“SEGUNDO” na página 63

“ANO” na página 48

“Lista de funções de data e hora” na página 45

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

DIAS360
A função DIAS360 tem como resultado o número de dias entre duas datas com base
em doze meses de 30 dias e um ano de 360 dias.

DIAS360(data-inicial; data-fim; usar-método-euro)


ÂÂ data-inicial:  A data de início. data-inicial é um valor de data/hora.
ÂÂ data-fim:  A data final. data-fim é um valor de data/hora.
ÂÂ usar-método-euro:  Um valor opcional que especifica se deve ser usado o método
NASD ou o método europeu de anotação de datas para as datas que calham no dia
31 do mês.
Método NASD (0, FALSO ou ignorado):  Use o método NASD para as datas que
calham no dia 31 do mês.
Método EURO (1 ou VERDADEIRO):  Use o método europeu para as datas que
calham no dia 31 do mês.

Exemplos
=DIAS360("20/12/2008"; "31/3/2009") tem como resultado 101d.
=DIAS360("27/2/2008"; "31/3/2009",0) tem como resultado 394d.
=DIAS360("27/2/2008"; "31/3/2009",1) tem como resultado 393d, uma vez que é utilizado o método
de cálculo europeu.

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“DATADIF” na página 49

“DIATRABALHOTOTAL” na página 55

“FRACÇÃOANO” na página 57

“Lista de funções de data e hora” na página 45

“Tipos de valores” na página 38

Capítulo 3    Funções de data e hora 53


“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

DIASEMANA
A função DIASEMANA tem como resultado um número que é o dia da semana de uma
determinada data.

DIASEMANA(data; primeiro-dia)
ÂÂ data:  A data que deve ser usada pela função. data é um valor de data/hora. A parte
da hora é ignorada por esta função.
ÂÂ primeiro-dia:  Um valor opcional que especifica como os dias são numerados.
Domingo é 1 (1 ou ignorado):  Domingo é o primeiro dia (1º dia) da semana e
sábado é o 7º.
Segunda-feira é 1 (2):  Segunda-feira é o primeiro dia (1º dia) da semana e domingo
é o 7º.
Segunda-feira é 0 (3):  Segunda-feira é o primeiro dia (dia 0) da semana e domingo
é o 6º.

Exemplos
=DIASEMANA("6 de Abr. 1988"; 1) tem como resultado 4 (quarta-feira, o quarto dia se iniciar a
contagem com o domingo como dia 1).
=DIASEMANA("6 de Abr. 1988") tem como resultado o mesmo valor que o exemplo anterior (o
esquema de numeração 1 é utilizado se não for especificado qualquer argumento relativo ao
esquema de numeração).
=DIASEMANA("6 de Abr. 1988"; 2) tem como resultado 3 (quarta-feira, o terceiro dia se iniciar a
contagem com a segunda-feira como dia 1).
=DIASEMANA("6 de Abr. 1988"; 3) tem como resultado 2 (quarta-feira, dia número 2 se iniciar a
contagem com a segunda-feira como dia 0).

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“NOMEDIA” na página 60

“NOMEMÊS” na página 61

“Lista de funções de data e hora” na página 45

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

54 Capítulo 3    Funções de data e hora


DIATRABALHOTOTAL
A função DIATRABALHOTOTAL tem como resultado o número de dias úteis entre duas
datas. Os dias úteis excluem os fins-de-semana e quaisquer outras datas especificadas.

DIATRABALHOTOTAL(data-inicial; data-fim; excluir-datas)


ÂÂ data-inicial:  A data de início. data-inicial é um valor de data/hora.
ÂÂ data-fim:  A data final. data-fim é um valor de data/hora.
ÂÂ excluir-datas:  Uma colecção opcional de datas que deveriam ser excluídas da
contagem. excluir-datas é uma colecção contendo valores de data/hora.

Exemplo
=DIATRABALHOTOTAL("01/11/2009"; "30/11/2009"; {"11/11/2009","26/11/2009"}) tem como resultado
19d, o número de dias úteis, excluindo os fins-de-semana e dois feriados especificamente excluídos.

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“DATADIF” na página 49

“DIAS360” na página 53

“DIAÚTIL” na página 55

“FRACÇÃOANO” na página 57

“Lista de funções de data e hora” na página 45

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

DIAÚTIL
A função DIAÚTIL tem como resultado a data correspondente ao número de dias úteis
indicado antes ou depois de uma determinada data. Os dias úteis excluem os fins-de-
semana e quaisquer outras datas especificamente excluídas.

DIAÚTIL(data; dias-úteis; excluir-datas)


ÂÂ data:  A data que deve ser usada pela função. data é um valor de data/hora. A parte
da hora é ignorada por esta função.
ÂÂ dias-úteis:  O número de dias úteis antes ou depois de determinada data. dias úteis
é um valor numérico. É positivo se a data desejada for posterior a data e negativo se
a data desejada for anterior a data.

Capítulo 3    Funções de data e hora 55


ÂÂ excluir-datas:  Uma colecção opcional de datas que deveriam ser excluídas da
contagem. excluir-datas é uma colecção contendo valores de data/hora.

Exemplo
=DIAÚTIL("01/11/2009"; 20; {"11/11/2009","26/11/2009"}) tem como resultado 1 de Dez. de 2009, o
dia útil 20 dias depois de 01/11/2009, excluindo fins-de-semana e os dois feriados especificamente
excluídos.

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“DIATRABALHOTOTAL” na página 55

“Lista de funções de data e hora” na página 45

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

FIMMÊS
A função FIMMÊS tem como resultado uma data que corresponde ao último dia do
mês um número de meses antes ou depois de uma determinada data.

FIMMÊS(data-inicial; mês-deslocação)
ÂÂ data-inicial:  A data de início. data-inicial é um valor de data/hora.
ÂÂ mês-deslocação:  O número de meses antes ou depois da data de início. mês-
deslocação é um valor numérico. Um mês-deslocação negativo é utilizado para
especificar um número de meses antes da data inicial e um mês-deslocação positivo
é utilizado para especificar um número de meses após a data inicial.

Exemplos
=FIMMÊS("15/5/2010"; 5) tem como resultado 31 de Out. de 2010, o último dia do mês, 5 meses depois
de Maio de 2010.
=FIMMÊS("5/15/2010"; -5) tem como resultado 31 de Dez. de 2009, o último dia do mês, 5 meses antes
de Maio de 2010.

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“DATAM” na página 51

“Lista de funções de data e hora” na página 45

“Tipos de valores” na página 38

56 Capítulo 3    Funções de data e hora


“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

FRACÇÃOANO
A função FRACÇÃOANO encontra a fracção de um ano representada pelo número de
dias inteiros entre duas datas.

FRACÇÃOANO(data-inicial; data-fim; base-dias)


ÂÂ data-inicial:  A data de início. data-inicial é um valor de data/hora.
ÂÂ data-fim:  A data final. data-fim é um valor de data/hora.
ÂÂ base-dias:  Um argumento opcional que especifica o número de dias por mês e o
número de dias por ano utilizados nos cálculos.
30/360 (0 ou omitido):  Meses de 30 dias, anos de 360 dias, com o método NASD de
anotação de datas que calham no dia 31 do mês.
reais/reais (1):  Dias reais por mês, dias reais por ano.
reais/360 (2):  Dias reais por mês, em ano de 360 dias.
reais/365 (3):  Dias reais por mês, em ano de 365 dias.
30E/360 (4):  Meses de 30 dias, anos de 360 dias, com o método europeu de
anotação de datas que calham no dia 31 do mês (30/360 europeu).

Exemplos
=FRACÇÃOANO("15/12/2009"; "30/06/2010",0) tem como resultado 0,541666667.
=FRACÇÃOANO("15/12/2009"; "30/06/2010",1) tem como resultado 0,539726027.
=FRACÇÃOANO("12/15/2009"; "6/30/2010",2) tem como resultado 0,547222222.
=FRACÇÃOANO("15/12/2009"; "30/06/2010",3) tem como resultado 0,539726027.
=FRACÇÃOANO("15/12/2009"; "30/06/2010",4) tem como resultado 0,541666667.

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“DATADIF” na página 49

“DIAS360” na página 53

“DIATRABALHOTOTAL” na página 55

“Lista de funções de data e hora” na página 45

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

Capítulo 3    Funções de data e hora 57


HOJE
A função HOJE tem como resultado a data actual do sistema. A hora é definida para as
12:00.

HOJE()
Notas de utilização
ÂÂ A função HOJE não tem argumentos. Porém, tem de incluir os parênteses: =HOJE().
ÂÂ A data apresentada é actualizada todas as vezes que abre ou modifica o ficheiro.
ÂÂ É possível utilizar a função AGORA para obter a data e a hora actuais e para formatar
a célula de forma a que apresente ambas.

Exemplo
=HOJE() tem como resultado 6 de Abril de 2008, se calculada a 6 de Abril de 2008.

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“AGORA” na página 47

“Lista de funções de data e hora” na página 45

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

HORA
A função HORA tem como resultado a hora de um determinado valor de data/hora.

HORA(hora)
ÂÂ hora:  A hora que deve ser usada pela função. hora é um valor de data/hora. A parte
da data é ignorada por esta função.

Notas de utilização
ÂÂ A hora apresentada como resultado está no formato de 24 horas (0 corresponde à
meia-noite, 23 corresponde às 11:00 da noite).

Exemplos
=HORA(AGORA()) tem como resultado a hora actual do dia.
=HORA("6/4/88 11:59:22 AM") tem como resultado 11.

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58 Capítulo 3    Funções de data e hora


“DIA” na página 52

“MINUTO” na página 60

“MÊS” na página 59

“SEGUNDO” na página 63

“ANO” na página 48

“Lista de funções de data e hora” na página 45

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

MÊS
A função MÊS tem como resultado o mês de um determinado valor de data/hora.

MÊS(data)
ÂÂ data:  A data que deve ser usada pela função. data é um valor de data/hora. A parte
da hora é ignorada por esta função.

Exemplo
=MÊS("6 de Abril; 1988 11:59:22 AM") tem como resultado 4.

Tópicos relacionados
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“DIA” na página 52

“HORA” na página 58

“MINUTO” na página 60

“NOMEMÊS” na página 61

“SEGUNDO” na página 63

“ANO” na página 48

“Lista de funções de data e hora” na página 45

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

Capítulo 3    Funções de data e hora 59


“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

MINUTO
A função MINUTO tem como resultado os minutos de um determinado valor de data/
hora.

MINUTO(hora)
ÂÂ hora:  A hora que deve ser usada pela função. hora é um valor de data/hora. A parte
da data é ignorada por esta função.

Exemplo
=MINUTO("6/4/88 11:59:22 AM") tem como resultado 59.

Tópicos relacionados
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“DIA” na página 52

“HORA” na página 58

“MÊS” na página 59

“SEGUNDO” na página 63

“ANO” na página 48

“Lista de funções de data e hora” na página 45

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

NOMEDIA
A função NOMEDIA tem como resultado o nome do dia da semana de um valor de
data/hora ou um número. O dia 1 é Domingo.

NOMEDIA(num-dia)
ÂÂ num-dia:  O dia da semana desejado. num-dia é um valor de data/hora ou um
valor numérico no intervalo de 1 a 7. Se o num-dia tiver casas decimais, estas são
ignoradas.

60 Capítulo 3    Funções de data e hora


Exemplos
Se a célula B1 contiver o valor de data/hora 2 de Agosto de 1979 06:30:00, a C1 contiver a cadeia
16/10/2008 e a D1 contiver 6:
=NOMEDIA(B1) tem como resultado Quinta-feira.
=NOMEDIA(C1) tem como resultado Quinta-feira.
=NOMEDIA(D1) tem como resultado Sexta-feira.
=NOMEDIA(“29/12/1974”) tem como resultado Domingo.

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“DIA” na página 52

“NOMEMÊS” na página 61

“DIASEMANA” na página 54

“Lista de funções de data e hora” na página 45

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

NOMEMÊS
A função NOMEMÊS tem como resultado o nome do mês de um número. O mês 1 é
Janeiro.

NOMEMÊS(mês-num)
ÂÂ mês-num:  O mês desejado. mês-num é um valor numérico e tem de estar no
intervalo de 1 a 12. Se o mês-num tiver casas decimais, estas são ignoradas.

Exemplos
=NOMEMÊS(9) tem como resultado Setembro.
=NOMEMÊS(6) tem como resultado Junho.

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“NOMEDIA” na página 60

“MÊS” na página 59

“DIASEMANA” na página 54

Capítulo 3    Funções de data e hora 61


“Lista de funções de data e hora” na página 45

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

NÚMSEMANA
A função NÚMSEMANA tem como resultado o número da semana do ano de uma
determinada data.

NÚMSEMANA(data; primeiro-dia)
ÂÂ data:  A data que deve ser usada pela função. data é um valor de data/hora. A parte
da hora é ignorada por esta função.
ÂÂ primeiro-dia:  Um valor opcional que especifica se as semanas devem começar por
domingo ou segunda-feira.
Domingo é 1 (1 ou ignorado):  Domingo é o primeiro dia (1º dia) da semana e
sábado é o 7º.
Segunda-feira é 1 (2):  Segunda-feira é o primeiro dia (1º dia) da semana e domingo
é o 7º.

Exemplo
=NÚMSEMANA("12/07/2009",1) tem como resultado 29.
=NÚMSEMANA("12/07/2009",2) tem como resultado 28.

Tópicos relacionados
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“DIA” na página 52

“HORA” na página 58

“MINUTO” na página 60

“MÊS” na página 59

“SEGUNDO” na página 63

“ANO” na página 48

“Lista de funções de data e hora” na página 45

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

62 Capítulo 3    Funções de data e hora


“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

SEGUNDO
A função SEGUNDO tem como resultado os segundos de um determinado valor de
data/hora.

SEGUNDO(hora)
ÂÂ hora:  A hora que deve ser usada pela função. hora é um valor de data/hora. A parte
da data é ignorada por esta função.

Exemplo
=SEGUNDO("6/4/88 11:59:22 AM") tem como resultado 22.

Tópicos relacionados
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“DIA” na página 52

“HORA” na página 58

“MINUTO” na página 60

“Lista de funções de data e hora” na página 45

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

TEMPO
A função TEMPO converte valores separados para horas, minutos e segundos num
valor de data/hora.

TEMPO(horas; minutos; segundos)


ÂÂ horas:  O número de horas a incluir no valor devolvido. horas é um valor numérico.
Se em horas existirem casas decimais, estas são ignoradas.
ÂÂ minutos:  O número de minutos a incluir no valor devolvido. minutos é um valor
numérico. Se em minutos existirem casas decimais, estas são ignoradas.
ÂÂ segundos:  O número de segundos a incluir no valor devolvido. segundos é um valor
numérico. Se em segundos existirem casas decimais, estas são ignoradas.

Capítulo 3    Funções de data e hora 63


Notas de utilização
ÂÂ É possível especificar valores de horas, minutos e segundos superiores a 24, 60 e 60
respectivamente. Se as horas, os minutos e os segundos somarem mais do que 24
horas, são repetidamente subtraídas 24 horas até o valor ser inferior a 24 horas.

Exemplos
=TEMPO(12; 0; 0) tem como resultado 12:00.
=TEMPO(16; 45; 30) tem como resultado 16:45.
=TEMPO(0; 900; 0) tem como resultado 15:00.
=TEMPO(60; 0; 0) tem como resultado 12:00.
=TEMPO(4,25; 0; 0) tem como resultado 4:00.

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Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“DATA” na página 48

“DATA.VALOR” na página 51

“DURAÇÃO” na página 71

“Lista de funções de data e hora” na página 45

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

64 Capítulo 3    Funções de data e hora


VALOR.TEMPO
A função VALOR.TEMPO tem como resultado o tempo de um determinado valor de
data/hora ou de uma cadeia de texto como fracção decimal de um dia de 24 horas.

VALOR.TEMPO(hora)
ÂÂ hora:  A hora que deve ser usada pela função. hora é um valor de data/hora. A parte
da data é ignorada por esta função.

Exemplos
=VALOR.TEMPO("6/4/88 12:00") tem como resultado 0,5 (o meio-dia representa uma metade do dia).
=VALOR.TEMPO("12:00:59") tem como resultado 0,5007 (arredondado a 4 casas decimais).
=VALOR.TEMPO("21:00") tem como resultado 0,875 (21 horas ou 21:00 divididas por 24).

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“Lista de funções de data e hora” na página 45

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

Capítulo 3    Funções de data e hora 65


Funções de duração
4
As funções de duração permitem-lhe trabalhar mais
facilmente com períodos de tempo (durações) ao fazerem a
conversão entre diferentes períodos de tempo, como horas,
dias e semanas.

Lista de funções de duração


O iWork disponibiliza estas funções de duração para utilização com tabelas.

Função Descrição
“CONVERTDUR” (página 67) A função CONVERTDUR avalia um determinado
valor e tem como resultado ou o número de
dias representado, se for um valor de duração,
ou o valor indicado. Esta função é incluída para
compatibilidade com outras aplicações de folhas
de cálculo.
“DUR2DIAS” (página 67) A função DUR2DIAS converte um valor de
duração num número de dias.
“DUR2HORAS” (página 68) A função DUR2HORAS converte um valor de
duração num número de horas.
“DUR2MILISSEGUNDOS” (página 69) A função DUR2MILISSEGUNDOS converte um
valor de duração num número de milissegundos.
“DUR2MINUTOS” (página 69) A função DUR2MINUTOS converte um valor de
duração num número de minutos.
“DUR2SEGUNDOS” (página 70) A função DUR2SEGUNDOS converte um valor de
duração num número de segundos.
“DUR2SEMANAS” (página 71) A função DUR2SEMANAS converte um valor de
duração num número de semanas.
“DURAÇÃO” (página 71) A função DURAÇÃO combina valores separados
para semanas, dias, horas, minutos, segundos e
milissegundos e apresenta, como resultado, um
valor de duração.

66
CONVERTDUR
A função CONVERTDUR avalia um determinado valor e tem como resultado ou o
número de dias representado, se for um valor de duração, ou o valor indicado. Esta
função é incluída para compatibilidade com outras aplicações de folhas de cálculo.

CONVERTDUR(qualquer-valor)
ÂÂ qualquer-valor:  Um valor. qualquer-valor pode conter qualquer tipo de valor.

Notas de utilização
ÂÂ Se qualquer-valor for um valor de duração, o resultado é igual ao da função
DUR2DIAS; caso contrário, qualquer-valor fica igual.
ÂÂ Esta função pode ser inserida automaticamente quando um documento do
Numbers '08 é actualizado ou quando um documento do Excel ou do Appleworks é
importado. É removida em qualquer cópia do ficheiro guardada como documento
do Numbers ‘08 ou do Excel.

Exemplos
=CONVERTDUR("1s") tem como resultado 7, o equivalente a uma semana em dias.
=CONVERTDUR(12) tem como resultado 12; uma vez que não é um valor de duração, o resultado é o
valor inalterado.
=CONVERTDUR("abc") tem como resultado “abc”.

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“Lista de funções de duração” na página 66

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

DUR2DIAS
A função DUR2DIAS converte um valor de duração num número de dias.

DUR2DIAS(duração)
ÂÂ duração:  O período de tempo a ser convertido. duração é um valor de duração.

Exemplos
=DUR2DIAS("2s 3d 2h 10m 0s 5ms") tem como resultado 17,09027784.
=DUR2DIAS("10:0:13:00:05.500") tem como resultado 70,5417302.

Capítulo 4    Funções de duração 67


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Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“DUR2HORAS” na página 68

“DUR2MILISSEGUNDOS” na página 69

“DUR2MINUTOS” na página 69

“DUR2SEGUNDOS” na página 70

“DUR2SEMANAS” na página 71

“Lista de funções de duração” na página 66

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

DUR2HORAS
A função DUR2HORAS converte um valor de duração num número de horas.

DUR2HORAS(duração)
ÂÂ duração:  O período de tempo a ser convertido. duração é um valor de duração.

Exemplos
=DUR2HORAS("2s 3d 2h 10m 0s 5ms") tem como resultado 410,1666681.
=DUR2HORAS("10:0:13:00:05.500") tem como resultado 1693,001528.

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“DUR2DIAS” na página 67

“DUR2MILISSEGUNDOS” na página 69

“DUR2MINUTOS” na página 69

“DUR2SEGUNDOS” na página 70

“DUR2SEMANAS” na página 71

“Lista de funções de duração” na página 66

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

68 Capítulo 4    Funções de duração


“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

DUR2MILISSEGUNDOS
A função DUR2MILISSEGUNDOS converte um valor de duração num número de
milissegundos.

DUR2MILISSEGUNDOS(duração)
ÂÂ duração:  O período de tempo a ser convertido. duração é um valor de duração.

Exemplos
=DUR2MILISSEGUNDOS("2s 3d 2h 10m 0s 5ms") tem como resultado 1476600005.
=DUR2MILISSEGUNDOS("10:0:13:00:05.500") tem como resultado 6094805500.

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Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“DUR2DIAS” na página 67

“DUR2HORAS” na página 68

“DUR2MINUTOS” na página 69

“DUR2SEGUNDOS” na página 70

“DUR2SEMANAS” na página 71

“Lista de funções de duração” na página 66

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

DUR2MINUTOS
A função DUR2MINUTOS converte um valor de duração num número de minutos.

DUR2MINUTOS(duração)
ÂÂ duração:  O período de tempo a ser convertido. duração é um valor de duração.

Exemplos
=DUR2MINUTOS("2s 3d 2h 10m 0s 5ms") tem como resultado 24610,0000833333.
=DUR2MINUTOS("10:0:13:00:05.500") tem como resultado 101580,091666667.

Capítulo 4    Funções de duração 69


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“DUR2DIAS” na página 67

“DUR2HORAS” na página 68

“DUR2MILISSEGUNDOS” na página 69

“DUR2SEGUNDOS” na página 70

“DUR2SEMANAS” na página 71

“Lista de funções de duração” na página 66

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

DUR2SEGUNDOS
A função DUR2SEGUNDOS converte um valor de duração num número de segundos.

DUR2SEGUNDOS(duração)
ÂÂ duração:  O período de tempo a ser convertido. duração é um valor de duração.

Exemplos
=DUR2SEGUNDOS("2s 3d 2h 10m 0s 5ms") tem como resultado 1476600,005.
=DUR2SEGUNDOS("10:0:13:00:05.500") tem como resultado 6094805,5.

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Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“DUR2DIAS” na página 67

“DUR2HORAS” na página 68

“DUR2MILISSEGUNDOS” na página 69

“DUR2MINUTOS” na página 69

“DUR2SEMANAS” na página 71

“Lista de funções de duração” na página 66

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

70 Capítulo 4    Funções de duração


“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

DUR2SEMANAS
A função DUR2SEMANAS converte um valor de duração num número de semanas.

DUR2SEMANAS(duração)
ÂÂ duração:  O período de tempo a ser convertido. duração é um valor de duração.

Exemplos
=DUR2SEMANAS("2s 3d 2h 10m 0s 5ms") tem como resultado 2,44146826223545.
=DUR2SEMANAS("10:0:13:00:05.500") tem como resultado 10,0773900462963.

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“DUR2DIAS” na página 67

“DUR2HORAS” na página 68

“DUR2MILISSEGUNDOS” na página 69

“DUR2MINUTOS” na página 69

“DUR2SEGUNDOS” na página 70

“Lista de funções de duração” na página 66

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

DURAÇÃO
A função DURAÇÃO combina valores separados para semanas, dias, horas, minutos,
segundos e milissegundos e apresenta, como resultado, um valor de duração.

DURAÇÃO(semanas; dias; horas; minutos; segundos; milissegundos)


ÂÂ semanas:  Um valor que representa o número de semanas. semanas é um valor
numérico.
ÂÂ dias:  Um valor opcional que representa o número de dias. dias é um valor numérico.
ÂÂ horas:  Um valor opcional que representa o número de horas. horas é um valor
numérico.

Capítulo 4    Funções de duração 71


ÂÂ minutos:  Um valor opcional que representa o número de minutos. minutos é um
valor numérico.
ÂÂ segundos:  Um valor opcional que representa o número de segundos. segundos é
um valor numérico.
ÂÂ milissegundos:  Um valor opcional que representa o número de milissegundos.
milissegundos é um valor numérico.

Notas de utilização
ÂÂ Um argumento que é 0 pode ser omitido, mas a vírgula tem de ser incluída se
forem incluídos valores posteriormente. Por exemplo, =DURAÇÃO(; ,12; 3) teria como
resultado um valor de duração de 12h 3m (12 horas e 3 minutos).
ÂÂ Os valores negativos são permitidos. Por exemplo, =DURAÇÃO(0; 2; -24) teria como
resultado uma duração de 1 dia (2 dias menos 24 horas).

Exemplos
=DURAÇÃO(1) tem como resultado 1s (1 semana).
=DURAÇÃO(,,1) tem como resultado 1h (1 hora).
=DURAÇÃO(1,5) tem como resultado 1s 3d 12h (1 semana, 3 dias, 12 horas ou 1,5 semanas).
=DURAÇÃO(3; 2; 7; 10; 15,3505) tem como resultado 3s 2d 7h 10m 15s 350ms (3 semanas, 2 dias, 7
horas, 10 minutos, 15 segundos, 350 milissegundos).

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“DATA” na página 48

“TEMPO” na página 63

“Lista de funções de duração” na página 66

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

72 Capítulo 4    Funções de duração


Funções de engenharia
5
As funções de engenharia permitem-lhe calcular alguns
valores de engenharia comuns e fazer conversões entre
diferentes bases numéricas.

Lista de funções de engenharia


O iWork disponibiliza estas funções de engenharia para utilização com tabelas.

Função Descrição
“BASE.EM.NUM” (página 74) A função BASE.EM.NUM converte um número da
base especificada num número de base 10.
“BESSELJ” (página 75) A função BESSELJ tem como resultado a função
de Bessel Jn(x) com número inteiro.
“BESSELY” (página 76) A função BESSELY tem como resultado a função
de Bessel Yn(x) com número inteiro.
“BINADEC” (página 77) A função BINADEC converte um número binário
no número decimal correspondente.
“BINAHEX” (página 77) A função BINAHEX converte um número binário
no número hexadecimal correspondente.
“BINAOCT” (página 78) A função BINAOCT converte um número binário
no número octal correspondente.
“CONVERTER” (página 79) A função CONVERTER converte um número de
um sistema de medição para o respectivo valor
correspondente noutro sistema de medição.
“DECABIN” (página 84) A função DECABIN converte um número decimal
no número binário correspondente.
“DECAHEX” (página 85) A função DECAHEX converte um número decimal
no número hexadecimal correspondente.

 73
Função Descrição
“DECAOCT” (página 85) A função DECAOCT converte um número decimal
no número octal correspondente.
“DEGRAU.MI” (página 86) A função DEGRAU.MI determina se um valor é
superior ou exactamente igual a outro valor.
“DELTA” (página 87) A função DELTA determina se dois valores são
exactamente iguais.
“FUNCERRO” (página 88) A função FUNCERRO tem como resultado a
função de erro integrada entre dois valores.
“FUNCERROCOMPL” (página 88) A função FUNCERROCOMPL tem como resultado
a função FUNCERRO complementar integrada
entre um determinado limite inferior e infinito.
“HEXABIN” (página 89) A função HEXABIN converte um número
hexadecimal no número binário correspondente.
“HEXADEC” (página 90) A função HEXADEC converte um número
hexadecimal no número decimal correspondente.
“HEXAOCT” (página 91) A função HEXAOCT converte um número
hexadecimal no número octal correspondente.
“NUMABASE” (página 92) A função NUMABASE converte um número de
base 10 num número da base especificada.
“OCTABIN” (página 92) A função OCTABIN converte um número octal no
número binário correspondente.
“OCTADEC” (página 93) A função OCTADEC converte um número octal no
número decimal correspondente.
“OCTAHEX” (página 94) A função OCTAHEX converte um número octal no
número hexadecimal correspondente.

BASE.EM.NUM
A função BASE.EM.NUM converte um número da base especificada num número de
base 10.

BASE.EM.NUM(converter-cadeia; base)
ÂÂ converter-cadeia:  A cadeia que representa o número a ser convertido. converter-
cadeia é um valor de cadeia. Tem de conter apenas números e letras aplicáveis à
base do número a ser convertido.
ÂÂ base:  A base actual do número a ser convertido. base é um valor numérico e tem de
estar no intervalo de 1 a 36.

74 Capítulo 5    Funções de engenharia


Notas de utilização
ÂÂ Esta função tem como resultado um valor numérico e pode ser adequadamente
utilizada numa fórmula contendo outros valores numéricos. Há outras aplicações de
folha de cálculo que apresentam como resultado um valor de cadeia.

Exemplos
=BASE.EM.NUM("3f"; 16) tem como resultado 63.
=BASE.EM.NUM(1000100; 2) tem como resultado 68.
=BASE.EM.NUM("7279"; 8) tem como resultado um erro, uma vez que o dígito “9” não é válido na base
8.

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“BINADEC” na página 77

“HEXADEC” na página 90

“NUMABASE” na página 92

“OCTADEC” na página 93

“Lista de funções de engenharia” na página 73

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

BESSELJ
A função BESSELJ tem como resultado a função de Bessel Jn(x) com número inteiro.

BESSELJ(qualquer-valor-x; valor-n)
ÂÂ qualquer-valor-x:  O valor x no qual pretende avaliar a função. qualquer-valor-x é um
valor numérico.
ÂÂ valor-n:  A ordem da função. valor-n é um valor numérico e tem de ser superior ou
igual a 0. Se em valor-n existirem casas decimais, estas são ignoradas.

Exemplos
=BESSELJ(25; 3) tem como resultado 0,108343081061509.
=BESSELJ(25; 3,9) também tem como resultado 0,108343081061509, uma vez que quaisquer casas
decimais do valor-n são ignoradas.
=BESSELJ(-25; 3) tem como resultado -0,108343081061509.

Capítulo 5    Funções de engenharia 75


Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“BESSELY” na página 76

“Lista de funções de engenharia” na página 73

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

BESSELY
A função BESSELY tem como resultado a função de Bessel Yn(x) com número inteiro.

BESSELY(valor-x-pos; valor-n)
ÂÂ valor-x-pos:  O valor x positivo no qual pretende avaliar a função. valor-x-pos é um
valor numérico e tem de ser superior a 0.
ÂÂ valor-n:  A ordem da função. valor-n é um valor numérico e tem de ser superior ou
igual a 0. Se em valor-n existirem casas decimais, estas são ignoradas.

Notas de utilização
ÂÂ Esta forma da função de Bessel também é conhecida como função de Neumann.

Exemplos
=BESSELY(25; 3) tem como resultado 0,117924850396893.
=BESSELY(25; 3,9) também tem como resultado 0,117924850396893, uma vez que quaisquer casas
decimais do valor-n são ignoradas.
=BESSELY(-25; 3) apresenta um erro como resultado, uma vez que não são permitidos valores
negativos ou zero.

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“BESSELJ” na página 75

“Lista de funções de engenharia” na página 73

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

76 Capítulo 5    Funções de engenharia


BINADEC
A função BINADEC converte um número binário no número decimal correspondente.

BINADEC(cadeia-binária; converter-comprimento)
ÂÂ cadeia-binária:  A cadeia que representa o número a ser convertido. cadeia-binária é
um valor de cadeia. Apenas pode conter 0s e 1s.
ÂÂ converter-comprimento:  Um valor opcional que especifica o tamanho mínimo do
número a ser devolvido. converter-comprimento é um valor numérico e tem de estar
no intervalo de 1 a 32. Se omitido, presume-se que é 1. Se incluído, em converter-
cadeia são acrescentados zeros à esquerda, se necessários para ter, pelo menos, o
cumprimento especificado em converter-cumprimento.

Exemplos
=BINADEC("1001") tem como resultado 9.
=BINADEC("100111"; 3) tem como resultado 039.
=BINADEC(101101) tem como resultado 45.

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“BINAHEX” na página 77

“BINAOCT” na página 78

“DECABIN” na página 84

“HEXADEC” na página 90

“OCTADEC” na página 93

“Lista de funções de engenharia” na página 73

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

BINAHEX
A função BINAHEX converte um número binário no número hexadecimal
correspondente.

BINAHEX(cadeia-binária; converter-comprimento)
ÂÂ cadeia-binária:  A cadeia que representa o número a ser convertido. cadeia-binária é
um valor de cadeia. Apenas pode conter 0s e 1s.

Capítulo 5    Funções de engenharia 77


ÂÂ converter-comprimento:  Um valor opcional que especifica o tamanho mínimo do
número a ser devolvido. converter-comprimento é um valor numérico e tem de estar
no intervalo de 1 a 32. Se omitido, presume-se que é 1. Se incluído, em converter-
cadeia são acrescentados zeros à esquerda, se necessários para ter, pelo menos, o
cumprimento especificado em converter-cumprimento.

Notas de utilização
ÂÂ Esta função utiliza a anotação de complemento para dois, com base em 32 bits. Por
conseguinte, os números negativos serão sempre de 8 dígitos.

Exemplos
=BINAHEX("100101") tem como resultado 25.
=BINAHEX("100111"; 3) tem como resultado 027.
=BINAHEX(101101) tem como resultado 2D.

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“BINADEC” na página 77

“BINAOCT” na página 78

“DECAHEX” na página 85

“HEXABIN” na página 89

“OCTAHEX” na página 94

“Lista de funções de engenharia” na página 73

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

BINAOCT
A função BINAOCT converte um número binário no número octal correspondente.

BINAOCT(cadeia-binária; converter-comprimento)
ÂÂ cadeia-binária:  A cadeia que representa o número a ser convertido. cadeia-binária é
um valor de cadeia. Apenas pode conter 0s e 1s.

78 Capítulo 5    Funções de engenharia


ÂÂ converter-comprimento:  Um valor opcional que especifica o tamanho mínimo do
número a ser devolvido. converter-comprimento é um valor numérico e tem de estar
no intervalo de 1 a 32. Se omitido, presume-se que é 1. Se incluído, em converter-
cadeia são acrescentados zeros à esquerda, se necessários para ter, pelo menos, o
cumprimento especificado em converter-cumprimento.

Notas de utilização
ÂÂ Esta função utiliza a anotação de complemento para dois, com base em 32 bits. Por
conseguinte, os números negativos serão sempre de 11 dígitos.

Exemplos
=BINAOCT("10011") tem como resultado 23.
=BINAOCT("100111"; 3) tem como resultado 047.

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“BINAHEX” na página 77

“DECAOCT” na página 85

“HEXAOCT” na página 91

“OCTABIN” na página 92

“BINADEC” na página 77

“Lista de funções de engenharia” na página 73

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

CONVERTER
A função CONVERTER converte um número de um sistema de medição para o
respectivo valor correspondente noutro sistema de medição.

CONVERTER(converter-num; converter-de; converter-em)


ÂÂ converter-num:  O número a converter. converter-num é um valor numérico.
ÂÂ converter-de:  A unidade actual do número a ser convertido. converter-de é um valor
de cadeia. Tem de ser uma das constantes especificadas.
ÂÂ converter-em:  A nova unidade do número a ser convertido. converter-em é um
valor de cadeia. Tem de ser uma das constantes especificadas.

Capítulo 5    Funções de engenharia 79


Notas de utilização
ÂÂ Os valores possíveis para converter-de e converter-em estão contidos em tabelas
que seguem os exemplos (“Unidades de conversão suportadas” na página 80).
As tabelas estão organizadas por categoria. Se o valor for inserido numa célula
referenciada, em vez de ser digitado directamente na função, as aspas incluídas nas
tabelas não são necessárias. As maiúsculas/minúsculas são importantes e têm de ser
estritamente seguidas.

Exemplos
=CONVERTER(9; "lbm"; "kg") tem como resultado 4,08233133 (9 libras são aproximadamente 4,08
quilogramas).
=CONVERTER (26,2; "mi"; "m") tem como resultado 42164,8128 (26,2 milhas são aproximadamente
42.164,8 metros).
=CONVERTER(1; "c.chá"; "ml") tem como resultado 4,92892159375 (1 colher de chá são
aproximadamente 4,9 mililitros).

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“Lista de funções de engenharia” na página 73

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

Unidades de conversão suportadas


Peso e massa
Medida Constante
Grama "g” (pode ser utilizado com prefixos métricos)
Slug "sg”
Libra massa (avoirdupois) "lbm”
U (unidade de massa atómica) "u” (pode ser utilizado com prefixos métricos)
Massa em onças (avoirdupois) "ozm”

80 Capítulo 5    Funções de engenharia


Distância
Medida Constante
Metro "m” (pode ser utilizado com prefixos métricos)
Milha inglesa "mi”
Milha náutica "Nmi”
Polegada "pol”
Pé "pé”
Jarda "yd”
Angstrom "ang” (pode ser utilizado com prefixos métricos)
Pica (1/6 pol., Postscript Pica) "Pica”

Duração
Medida Constante
Ano "ano”
Semana "sem”
Dia "dia”
Hora "h”
Minuto "mn”
Segundo "s” (pode ser utilizado com prefixos métricos)

Velocidade
Medida Constante
Milhas por hora "mi/h”
Milhas por minuto "mi/mn”
Metros por hora "m/h” (pode ser utilizado com prefixos métricos)
Metros por minuto "m/mn” (pode ser utilizado com prefixos
métricos)
Metros por segundo "m/s” (pode ser utilizado com prefixos métricos)
Pés por minuto "pés/mn”
Pés por segundo "pés/s”
Nó "nó”

Capítulo 5    Funções de engenharia 81


Pressão
Medida Constante
Pascal "Pa” (pode ser utilizado com prefixos métricos)
Atmosfera ”atm” (pode ser utilizado com prefixos métricos)
Milímetros de mercúrio "mmHg” (pode ser utilizado com prefixos
métricos)

Força
Medida Constante
Newton "N” (pode ser utilizado com prefixos métricos)
Dine "din” (pode ser utilizado com prefixos métricos)
Libra-força "lbf”

Energia
Medida Constante
Joule "J” (pode ser utilizado com prefixos métricos)
Erg "e” (pode ser utilizado com prefixos métricos)
Caloria termodinâmica "c” (pode ser utilizado com prefixos métricos)
Caloria IT "cal” (pode ser utilizado com prefixos métricos)
Electrão volt "eV” (pode ser utilizado com prefixos métricos)
Cavalos-hora "CVh”
Watt-hora "Wh” (pode ser utilizado com prefixos métricos)
Pé-libra "flb”
BTU "BTU”

Potência
Medida Constante
Cavalos "CV”
Watt "W” (pode ser utilizado com prefixos métricos)

Magnetismo
Medida Constante
Tesla "T” (pode ser utilizado com prefixos métricos)
Gauss "ga” (pode ser utilizado com prefixos métricos)

82 Capítulo 5    Funções de engenharia


Temperatura
Medida Constante
Graus Celsius "c”
Graus Fahrenheit "F”
Graus Kelvin "K” (pode ser utilizado com prefixos métricos)

Líquidos
Medida Constante
Colher de chá "c.chá”
Colher de sobremesa ”c.sob”
Onça fluida "oz”
Chávena "Cháv”
Pinta EUA "pt”
Pinta R.U. "pt_ru”
Quarto "qt”
Galão "gal”
Litro "l” (pode ser utilizado com prefixos métricos)

Prefixos métricos
Medida Constante Multiplicador
hexa "e” 1E+18
peta ”P” 1E+15
tera "T” 1E+12
giga "g” 1E+09
mega "M” 1E+06
quilo "K” 1E+03
hecto "h” 1E+02
deca "e” 1E+01
deci "d” 1E-01
centi "c” 1E-02
mili "M” 1E-03
micro "u” ou “µ” 1E-06

Capítulo 5    Funções de engenharia 83


Medida Constante Multiplicador
nano "N” 1E-09
pico "p” 1E-12
femto "F” 1E-15
ato "a” 1E-18

Notas de utilização
ÂÂ Estes prefixos só podem ser utilizados com as constantes métricas “g”, “u”, “m”, “ang”, “s”,
“m/h”, “m/mn”, “m/s”, “Pa”, “atm”, “mmHg”, “N”, “din”, “J”, “e”, “c”, “cal”, “eV”, “Wh”, “W”, “T”, “ga”, “K” e
“l”.

DECABIN
A função DECABIN converte um número decimal no número binário correspondente.

DECABIN(cadeia-decimal; converter-comprimento)
ÂÂ cadeia-decimal:  A cadeia que representa o número a ser convertido. cadeia-decimal
é um valor de cadeia. Apenas pode conter os números 0 a 9.
ÂÂ converter-comprimento:  Um valor opcional que especifica o tamanho mínimo do
número a ser devolvido. converter-comprimento é um valor numérico e tem de estar
no intervalo de 1 a 32. Se omitido, presume-se que é 1. Se incluído, em converter-
cadeia são acrescentados zeros à esquerda, se necessários para ter, pelo menos, o
cumprimento especificado em converter-cumprimento.

Exemplos
=DECABIN(100) tem como resultado 01100100.
=DECABIN("1001"; 12) tem como resultado 001111101001.

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“BINADEC” na página 77

“DECAHEX” na página 85

“DECAOCT” na página 85

“HEXABIN” na página 89

“OCTABIN” na página 92

“Lista de funções de engenharia” na página 73

“Tipos de valores” na página 38

84 Capítulo 5    Funções de engenharia


“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

DECAHEX
A função DECAHEX converte um número decimal no número hexadecimal
correspondente.

DECAHEX(cadeia-decimal; converter-comprimento)
ÂÂ cadeia-decimal:  A cadeia que representa o número a ser convertido. cadeia-decimal
é um valor de cadeia. Apenas pode conter os números 0 a 9.
ÂÂ converter-comprimento:  Um valor opcional que especifica o tamanho mínimo do
número a ser devolvido. converter-comprimento é um valor numérico e tem de estar
no intervalo de 1 a 32. Se omitido, presume-se que é 1. Se incluído, em converter-
cadeia são acrescentados zeros à esquerda, se necessários para ter, pelo menos, o
cumprimento especificado em converter-cumprimento.

Exemplos
=DECAHEX(100) tem como resultado 64.
=DECAHEX("1001"; 4) tem como resultado 03E9.

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“BINAHEX” na página 77

“DECABIN” na página 84

“DECAOCT” na página 85

“HEXADEC” na página 90

“OCTAHEX” na página 94

“Lista de funções de engenharia” na página 73

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

DECAOCT
A função DECAOCT converte um número decimal no número octal correspondente.

Capítulo 5    Funções de engenharia 85


DECAOCT(cadeia-decimal; converter-comprimento)
ÂÂ cadeia-decimal:  A cadeia que representa o número a ser convertido. cadeia-decimal
é um valor de cadeia. Apenas pode conter os números 0 a 9.
ÂÂ converter-comprimento:  Um valor opcional que especifica o tamanho mínimo do
número a ser devolvido. converter-comprimento é um valor numérico e tem de estar
no intervalo de 1 a 32. Se omitido, presume-se que é 1. Se incluído, em converter-
cadeia são acrescentados zeros à esquerda, se necessários para ter, pelo menos, o
cumprimento especificado em converter-cumprimento.

Exemplos
=DECAOCT(100) tem como resultado 144.
=DECAOCT("1001"; 4) tem como resultado 1751.

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“BINAOCT” na página 78

“DECABIN” na página 84

“DECAHEX” na página 85

“HEXAOCT” na página 91

“OCTADEC” na página 93

“Lista de funções de engenharia” na página 73

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

DEGRAU.MI
A função DEGRAU.MI determina se um valor é superior ou exactamente igual a outro
valor. Esta função utiliza a igualdade exacta. Por comparação, o operador = utiliza a
igualdade baseada na cadeia.

DEGRAU.MI(comparar-num; degrau-número)
ÂÂ comparar-num:  O número a comparar. comparar-num é um valor numérico.
ÂÂ degrau-número:  O tamanho do degrau. degrau-número é um valor numérico.

86 Capítulo 5    Funções de engenharia


Notas de utilização
ÂÂ DEGRAU.MI tem como resultado 1 (VERDADEIRO) se comparar-num for superior ou
exactamente igual a degrau-número; caso contrário, o resultado é 0 (FALSO).

Exemplos
=DEGRAU.MI(-4; -5) tem como resultado 1 (VERDADEIRO), um vez que -4 é superior a -5.
=DEGRAU.MI(4; 5) tem como resultado 0 (FALSO), um vez que 4 é inferior a 5.
=DEGRAU.MI(5; 4) tem como resultado 1 (VERDADEIRO), um vez que 5 é superior a 4.
=DEGRAU.MI(20; 20) tem como resultado 1 (VERDADEIRO), um vez que 20 é exactamente igual a 20.

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“DELTA” na página 87

“Lista de funções de engenharia” na página 73

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

DELTA
A função DELTA determina se dois valores são exactamente iguais. Esta função utiliza a
igualdade exacta. Por comparação, o operador = utiliza a igualdade baseada na cadeia.

DELTA(comparar-de; comparar-a)
ÂÂ comparar-de:  Um número. comparar-de é um valor numérico.
ÂÂ comparar-a:  Um número. comparar-a é um valor numérico.

Notas de utilização
ÂÂ DELTA tem como resultado 1 (VERDADEIRO) se comparar-de for exactamente igual a
comparar-a; caso contrário, o resultado é 0 (FALSO).

Exemplos
=DELTA(5; 5) tem como resultado 1 (VERDADEIRO).
=DELTA(5; -5) tem como resultado 0 (FALSO).
=DELTA(5; 5,000) tem como resultado 1 (VERDADEIRO).

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“DEGRAU.MI” na página 86

Capítulo 5    Funções de engenharia 87


“Lista de funções de engenharia” na página 73

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

FUNCERRO
A função FUNCERRO tem como resultado a função de erro integrada entre dois
valores.

FUNCERRO(inferior; superior)
ÂÂ inferior:  O limite inferior. inferior é um valor numérico.
ÂÂ superior:  Um argumento opcional que especifica o limite superior. superior é um
valor numérico. Se superior for omitido, presume-se que seja 0.

Notas de utilização
ÂÂ Esta função também é conhecida como a função de erro de Gauss.

Exemplos
=FUNCERRO(0; 1) tem como resultado 0,842700792949715.
=FUNCERRO(-1; 1) tem como resultado 1,68540158589943.
=FUNCERRO(1; 8) tem como resultado 0,157299207050285.

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“FUNCERROCOMPL” na página 88

“Lista de funções de engenharia” na página 73

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

FUNCERROCOMPL
A função FUNCERROCOMPL tem como resultado a função FUNCERRO complementar
integrada entre um determinado limite inferior e infinito.

FUNCERROCOMPL(inferior)
ÂÂ inferior:  O limite inferior. inferior é um valor numérico.

88 Capítulo 5    Funções de engenharia


Exemplos
=FUNCERROCOMPL(-1) tem como resultado 1,84270079294971.
=FUNCERROCOMPL(1) tem como resultado 0,157299207050285.
=FUNCERROCOMPL(12) tem como resultado 1,3562611692059E-64.

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“FUNCERRO” na página 88

“Lista de funções de engenharia” na página 73

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

HEXABIN
A função HEXABIN converte um número hexadecimal no número binário
correspondente.

HEXABIN(cadeia-hex; converter-comprimento)
ÂÂ cadeia-hex:  A cadeia que representa o número a ser convertido. cadeia-hex é um
valor de cadeia. Tem de conter apenas os números 0 a 9 e as letras A a F.
ÂÂ converter-comprimento:  Um valor opcional que especifica o tamanho mínimo do
número a ser devolvido. converter-comprimento é um valor numérico e tem de estar
no intervalo de 1 a 32. Se omitido, presume-se que é 1. Se incluído, em converter-
cadeia são acrescentados zeros à esquerda, se necessários para ter, pelo menos, o
cumprimento especificado em converter-cumprimento.

Notas de utilização
ÂÂ Esta função utiliza a anotação de complemento para dois, com base em 32 bits. Por
conseguinte, os números negativos serão sempre de 32 dígitos.

Exemplos
=HEXABIN("F"; 8) tem como resultado 00001111.
=HEXABIN(“3F”) tem como resultado 0111111.

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“BINAHEX” na página 77

Capítulo 5    Funções de engenharia 89


“HEXADEC” na página 90

“HEXAOCT” na página 91

“OCTABIN” na página 92

“DECABIN” na página 84

“Lista de funções de engenharia” na página 73

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

HEXADEC
A função HEXADEC converte um número hexadecimal no número decimal
correspondente.

HEXADEC(cadeia-hex; converter-comprimento)
ÂÂ cadeia-hex:  A cadeia que representa o número a ser convertido. cadeia-hex é um
valor de cadeia. Tem de conter apenas os números 0 a 9 e as letras A a F.
ÂÂ converter-comprimento:  Um valor opcional que especifica o tamanho mínimo do
número a ser devolvido. converter-comprimento é um valor numérico e tem de estar
no intervalo de 1 a 32. Se omitido, presume-se que é 1. Se incluído, em converter-
cadeia são acrescentados zeros à esquerda, se necessários para ter, pelo menos, o
cumprimento especificado em converter-cumprimento.

Exemplos
=HEXADEC("F"; 3) tem como resultado 015.
=HEXDAEC(“3F”) tem como resultado 63.

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“BINADEC” na página 77

“DECAHEX” na página 85

“HEXABIN” na página 89

“HEXAOCT” na página 91

“OCTADEC” na página 93

“Lista de funções de engenharia” na página 73

90 Capítulo 5    Funções de engenharia


“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

HEXAOCT
A função HEXAOCT converte um número hexadecimal no número octal
correspondente.

HEXAOCT(cadeia-hex; converter-comprimento)
ÂÂ cadeia-hex:  A cadeia que representa o número a ser convertido. cadeia-hex é um
valor de cadeia. Tem de conter apenas os números 0 a 9 e as letras A a F.
ÂÂ converter-comprimento:  Um valor opcional que especifica o tamanho mínimo do
número a ser devolvido. converter-comprimento é um valor numérico e tem de estar
no intervalo de 1 a 32. Se omitido, presume-se que é 1. Se incluído, em converter-
cadeia são acrescentados zeros à esquerda, se necessários para ter, pelo menos, o
cumprimento especificado em converter-cumprimento.

Notas de utilização
ÂÂ Esta função utiliza a anotação de complemento para dois, com base em 32 bits. Por
conseguinte, os números negativos serão sempre de 11 dígitos.

Exemplos
=HEXAOCT("F"; 3) tem como resultado 017.
=HEXAOCT(“4E”) tem como resultado 116.

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“BINAOCT” na página 78

“DECAOCT” na página 85

“HEXABIN” na página 89

“HEXADEC” na página 90

“OCTAHEX” na página 94

“Lista de funções de engenharia” na página 73

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

Capítulo 5    Funções de engenharia 91


NUMABASE
A função NUMABASE converte um número de base 10 num número da base
especificada.

NUMABASE(cadeia-decimal; base; converter-comprimento)


ÂÂ cadeia-decimal:  A cadeia que representa o número a ser convertido. cadeia-decimal
é um valor de cadeia. Apenas pode conter os números 0 a 9.
ÂÂ base:  A nova base do número a ser convertido. base é um valor numérico e tem de
estar no intervalo de 1 a 36.
ÂÂ converter-comprimento:  Um valor opcional que especifica o tamanho mínimo do
número a ser devolvido. converter-comprimento é um valor numérico e tem de estar
no intervalo de 1 a 32. Se omitido, presume-se que é 1. Se incluído, em converter-
cadeia são acrescentados zeros à esquerda, se necessários para ter, pelo menos, o
cumprimento especificado em converter-cumprimento.

Exemplos
=NUMABASE(16; 16) tem como resultado 10.
=NUMABASE(100; 32; 4) tem como resultado 0034.
=NUMABASE(100,2) tem como resultado 1100100.

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“BASE.EM.NUM” na página 74

“DECABIN” na página 84

“DECAHEX” na página 85

“DECAOCT” na página 85

“Lista de funções de engenharia” na página 73

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

OCTABIN
A função OCTABIN converte um número octal no número binário correspondente.

OCTABIN(cadeia-octal; converter-comprimento)
ÂÂ cadeia-octal:  A cadeia que representa o número a ser convertido. cadeia-octal é um
valor de cadeia. Apenas pode conter os números 0 a 7.

92 Capítulo 5    Funções de engenharia


ÂÂ converter-comprimento:  Um valor opcional que especifica o tamanho mínimo do
número a ser devolvido. converter-comprimento é um valor numérico e tem de estar
no intervalo de 1 a 32. Se omitido, presume-se que é 1. Se incluído, em converter-
cadeia são acrescentados zeros à esquerda, se necessários para ter, pelo menos, o
cumprimento especificado em converter-cumprimento.

Notas de utilização
ÂÂ Esta função utiliza a anotação de complemento para dois, com base em 32 bits. Por
conseguinte, os números negativos serão sempre de 32 dígitos.

Exemplos
=OCTABIN(127,8) tem como resultado 01010111.
=OCTABIN(15) tem como resultado 01101.

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“BINAOCT” na página 78

“DECABIN” na página 84

“HEXABIN” na página 89

“OCTADEC” na página 93

“OCTAHEX” na página 94

“Lista de funções de engenharia” na página 73

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

OCTADEC
A função OCTADEC converte um número octal no número decimal correspondente.

OCTADEC(cadeia-octal; converter-comprimento)
ÂÂ cadeia-octal:  A cadeia que representa o número a ser convertido. cadeia-octal é um
valor de cadeia. Apenas pode conter os números 0 a 7.
ÂÂ converter-comprimento:  Um valor opcional que especifica o tamanho mínimo do
número a ser devolvido. converter-comprimento é um valor numérico e tem de estar
no intervalo de 1 a 32. Se omitido, presume-se que é 1. Se incluído, em converter-
cadeia são acrescentados zeros à esquerda, se necessários para ter, pelo menos, o
cumprimento especificado em converter-cumprimento.

Capítulo 5    Funções de engenharia 93


Exemplos
=OCTADEC(127,4) tem como resultado 0087.
=OCTADEC(15) tem como resultado 13.

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“BINADEC” na página 77

“DECAOCT” na página 85

“OCTABIN” na página 92

“OCTAHEX” na página 94

“Lista de funções de engenharia” na página 73

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

OCTAHEX
A função OCTAHEX converte um número octal no número hexadecimal
correspondente.

OCTAHEX(cadeia-octal; converter-comprimento)
ÂÂ cadeia-octal:  A cadeia que representa o número a ser convertido. cadeia-octal é um
valor de cadeia. Apenas pode conter os números 0 a 7.
ÂÂ converter-comprimento:  Um valor opcional que especifica o tamanho mínimo do
número a ser devolvido. converter-comprimento é um valor numérico e tem de estar
no intervalo de 1 a 32. Se omitido, presume-se que é 1. Se incluído, em converter-
cadeia são acrescentados zeros à esquerda, se necessários para ter, pelo menos, o
cumprimento especificado em converter-cumprimento.

Notas de utilização
ÂÂ Esta função utiliza a anotação de complemento para dois, com base em 32 bits. Por
conseguinte, os números negativos serão sempre de 8 dígitos.

Exemplos
=OCTAHEX(127,4) tem como resultado 0057.
=OCTAHEX(15) tem como resultado 0D.

94 Capítulo 5    Funções de engenharia


Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“BINAHEX” na página 77

“DECAHEX” na página 85

“HEXAOCT” na página 91

“OCTABIN” na página 92

“OCTADEC” na página 93

“Lista de funções de engenharia” na página 73

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

Capítulo 5    Funções de engenharia 95


Funções financeiras
6
As funções financeiras permitem-lhe trabalhar mais
facilmente com cash-flows, activos depreciáveis, anuidades
e investimentos ao resolver problemas como o montante de
depreciação anual de um activo, os juros obtidos com um
investimento e o preço de mercado actual de um título.

Lista de funções financeiras


O iWork disponibiliza estas funções financeiras para utilização com tabelas.

Função Descrição
“AMORT” (página 100) A função AMORT calcula o montante da
depreciação de um activo para um período único
utilizando o método de linha recta.
“AMORTD” (página 101) A função AMORTD calcula o montante da
depreciação de um activo para um período
especificado utilizando o método da soma dos
dígitos dos anos.
“BD” (página 102) A função BD calcula o montante da depreciação
de um activo para um período especificado
utilizando o método de redução fixa do saldo.
“BDD” (página 104) A função BDD calcula o montante da depreciação
de um activo com base numa taxa de
depreciação especificada.
“BDV” (página 105) A função BDV calcula o montante da depreciação
de um activo durante um intervalo de
tempo seleccionado, com base numa taxa de
depreciação especificada.
“CUPDIAS” (página 107) A função CUPDIAS calcula o número de dias do
período do cupão em que ocorre a liquidação.

96
Função Descrição
“CUPDIASINLIQ” (página 108) A função CUPDIASINLIQ calcula o número de
dias entre o início do período do cupão em que
ocorre a liquidação e a data de liquidação.
“CUPDIASPRÓX” (página 109) A função CUPDIASPRÓX calcula o número de dias
entre a data de liquidação e o final do período do
cupão em que ocorre a liquidação.
“CUPNÚM” (página 111) A função CUPNÚM calcula o número de cupões a
serem pagos entre a data de liquidação e a data
de maturidade.
“DESC” (página 112) A função DESC calcula a taxa de desconto anual
de um título que não paga juros e é vendido com
desconto no seu valor de amortização.
“DURAÇÃOTÍTULO” (página 113) A função DURAÇÃOTÍTULO calcula a média
ponderada do valor actual dos cash-flows para
um valor nominal presumido de $100.
“DURAÇÃOTÍTULOM” (página 114) A função DURAÇÃOTÍTULOM calcula a média
ponderada modificada do valor actual dos cash-
flows para um valor nominal presumido de $100.
“EFECTIVA” (página 116) A função EFECTIVA calcula a taxa de juro anual
efectiva a partir da taxa de juro anual nominal
com base no número de períodos compostos
por ano.
“É.PGTO” (página 116) A função É.PGTO calcula a parcela de juros
relativa a um pagamento especificado de um
empréstimo ou de uma anuidade com base em
pagamentos periódicos fixos e numa taxa de juro
fixa. Esta função é fornecida para compatibilidade
com tabelas importadas de outras aplicações de
folha de cálculo.
“IPGTO” (página 118) A função IPGTO calcula a parcela de juros
relativa a um pagamento especificado de um
empréstimo ou de uma anuidade com base em
pagamentos periódicos fixos e numa taxa de juro
fixa.

Capítulo 6    Funções financeiras 97


Função Descrição
“JUROSACUM” (página 119) A função JUROSACUM calcula os juros
acumulados adicionados ao preço de compra de
um título e pagos ao vendedor quando o título
paga juros periódicos.
“JUROSACUMV” (página 121) A função JUROSACUMV calcula o total de juros
acumulados adicionados ao preço de compra de
um título e pagos ao vendedor quando o título
paga juros apenas na maturidade.
“LUCRO” (página 122) A função LUCRO calcula a taxa de juro anual
efectiva em relação a um título que paga juros
periódicos regulares.
“LUCRODESC” (página 124) A função LUCRODESC calcula a taxa de juro
anual efectiva de um título que é vendido com
desconto na amortização e não paga juros.
“LUCROVENC” (página 125) A função LUCROVENC calcula a taxa de juro anual
efectiva em relação a um título cujos juros são
apenas pagos na maturidade.
“NOMINAL” (página 126) A função NOMINAL calcula a taxa de juro anual
nominal a partir da taxa de juro anual efectiva
com base no número de períodos compostos
por ano.
“NPER” (página 127) A função NPER calcula o número de períodos
de pagamento de um empréstimo ou de uma
anuidade com base numa série de cash-flows
periódicos regulares (pagamentos de um
montante constante e todos os cash-flows em
intervalos constantes) e numa taxa de juro fixa.
“PGTO” (página 129) A função PGTO calcula o pagamento periódico
fixo de um empréstimo ou de uma anuidade
com base numa série de cash-flows periódicos
regulares (pagamentos de um montante
constante e todos os cash-flows em intervalos
constantes) e numa taxa de juro fixa.
“PGTOCAPACUM” (página 130) A função PGTOCAPACUM calcula o capital
cumulativo incluído em pagamentos de
empréstimos e anuidades durante um
intervalo de tempo seleccionado com base em
pagamentos periódicos fixos e numa taxa de juro
fixa.
“PGTOJURACUM” (página 132 A função PGTOJURACUM calcula os juros
cumulativos incluídos em pagamentos
de empréstimos e anuidades durante um
intervalo de tempo seleccionado com base em
pagamentos periódicos fixos e numa taxa de juro
fixa.

98 Capítulo 6    Funções financeiras


Função Descrição
“PPGTO” (página 134) A função PPGTO calcula a parcela de capital de
um pagamento especificado de um empréstimo
ou de uma anuidade com base em pagamentos
periódicos fixos e numa taxa de juro fixa.
“PREÇO” (página 135) A função PREÇO calcula o preço de um título
que paga juros periódicos por cada $100 de valor
nominal de amortização.
“PREÇODESC” (página 137) A função PREÇODESC calcula o preço de um
título que é vendido com desconto no valor de
amortização e não paga juros por cada $100 de
valor nominal de amortização.
“PREÇOVENC” (página 138) A função PREÇOVENC calcula o preço de um
título que paga juros apenas na maturidade por
cada $100 de valor nominal de amortização.
“RECEBIDO” (página 140) A função RECEBIDO calcula o valor de maturidade
de um título cujos juros são apenas pagos na
maturidade.
“TAXA” (página 141 A função TAXA calcula a taxa de juro de um
investimento, empréstimo ou anuidade com base
numa série de cash-flows periódicos regulares
(pagamentos de um montante constante e todos
os cash-flows em intervalos constantes) e numa
taxa de juro fixa.
“TAXAJUROS” (página 143) A função TAXAJUROS calcula a taxa de juro anual
efectiva em relação a um título cujos juros são
apenas pagos na maturidade.
“TIR” (página 144) A função TIR calcula a taxa interna de
rentabilidade de um investimento que se baseia
numa série de cash-flows potencialmente
irregulares que ocorrem em intervalos de tempo
regulares.
“TLIM” (página 146) A função TLIM tem como resultado a taxa
interna de rentabilidade modificada de um
investimento que se baseia numa série de cash-
flows potencialmente irregulares que ocorrem
em intervalos de tempo regulares. A taxa ganha
em cash-flows positivos e a taxa paga para
financiamento de cash-flows negativos podem
diferir.

Capítulo 6    Funções financeiras 99


Função Descrição
“VA” (página 147) A função VA calcula o valor actual de um
investimento ou uma anuidade com base
numa série de cash-flows periódicos regulares
(pagamentos de um montante constante e todos
os cash-flows em intervalos constantes) e numa
taxa de juro fixa.
“VAL” (página 150) A função VAL calcula o valor actual líquido de um
investimento com base numa série de cash-flows
potencialmente irregulares que ocorrem em
intervalos de tempo regulares.
“VF” (página 151) A função VF calcula o valor futuro de um
investimento com base numa série de cash-
flows periódicos regulares (pagamentos de um
montante constante e todos os cash-flows em
intervalos constantes) e numa taxa de juro fixa.

AMORT
A função AMORT calcula a depreciação de um activo para um período único utilizando
o método de linha recta.

AMORT(custo; resgate; vida)


ÂÂ custo:  O custo inicial do activo. custo é um valor numérico e tem de ser superior ou
igual a 0.
ÂÂ resgate:  O valor de resgate do activo. resgate é um valor numérico e tem de ser
superior ou igual a 0.
ÂÂ vida:  O número de períodos ao longo dos quais o activo está a depreciar. vida
é um valor numérico e tem de ser superior a 0. É permitida uma parte decimal
(fraccionada) de vida (por exemplo, 5,5 para uma vida depreciável de 5 anos e meio).

Exemplo
=AMORT(10000; 1000; 6) tem como resultado $1500, a depreciação (amortização) por ano, em dólares,
de um activo que custa originalmente $10.000 e tem um valor de resgate estimado de $1.000 após 6
anos.

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“BD” na página 102

“BDD” na página 104

“AMORTD” na página 101

100 Capítulo 6    Funções financeiras


“BDV” na página 105

“Argumentos comuns utilizados em funções financeiras” na página 336

“Lista de funções financeiras” na página 96

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

AMORTD
A função AMORTD calcula o montante da depreciação de um activo para um período
especificado utilizando o método da soma dos dígitos dos anos.

AMORTD(custo; resgate; vida; período-depr)


ÂÂ custo:  O custo inicial do activo. custo é um valor numérico e tem de ser superior ou
igual a 0.
ÂÂ resgate:  O valor de resgate do activo. resgate é um valor numérico e tem de ser
superior ou igual a 0.
ÂÂ vida:  O número de períodos ao longo dos quais o activo está a depreciar. vida
é um valor numérico e tem de ser superior a 0. É permitida uma parte decimal
(fraccionada) de vida (por exemplo; 5,5 para uma vida depreciável de 5 anos e meio).
ÂÂ período-depr:  O período para o qual pretende calcular a depreciação. período-depr
é um valor numérico e tem de ser superior a 0. Qualquer parte decimal (fraccionada)
de período-depr é ignorada.

Exemplos
=AMORTD(10000; 1000; 9; 1) tem como resultado $1.800, o montante da depreciação para o primeiro
ano relativamente a um activo com um custo inicial de $10.000 e um valor de resgate de $1.000 após
uma vida de 9 anos.
=AMORTD(10000; 1000; 9; 2) tem como resultado $1.600, o montante da depreciação para o segundo
ano.
=AMORTD(10000; 1000; 9; 8) tem como resultado $400, o montante da depreciação para o oitavo ano.

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“BD” na página 102

“BDD” na página 104

“AMORT” na página 100

“BDV” na página 105

Capítulo 6    Funções financeiras 101


“Argumentos comuns utilizados em funções financeiras” na página 336

“Lista de funções financeiras” na página 96

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

BD
A função BD calcula o montante da depreciação de um activo para um período
especificado utilizando o método de redução fixa do saldo.

BD(custo; resgate; vida; período-depr; meses-primeiro-ano)


ÂÂ custo:  O custo inicial do activo. custo é um valor numérico e tem de ser superior ou
igual a 0.
ÂÂ resgate:  O valor de resgate do activo. resgate é um valor numérico e tem de ser
superior ou igual a 0.
ÂÂ vida:  O número de períodos ao longo dos quais o activo está a depreciar. vida
é um valor numérico e tem de ser superior a 0. É permitida uma parte decimal
(fraccionada) de vida (por exemplo, 5,5 para uma vida depreciável de 5 anos e meio).
ÂÂ período-depr:  O período para o qual pretende calcular a depreciação. período-depr
é um valor numérico e tem de ser superior a 0. Qualquer parte decimal (fraccionada)
de período-depr é ignorada.
ÂÂ meses-primeiro-ano:  Um argumento opcional que especifica o número de meses
de depreciação no primeiro ano. meses-primeiro-ano é um valor numérico e tem de
estar no intervalo de 1 a 12. Qualquer parte decimal (fraccionada) de meses-primeiro-
ano é ignorada.

Exemplo 1
Como construir um plano de depreciação
Imagine que acabou de comprar um activo por $1.000, um valor de resgate de $100 e uma vida útil
prevista de 4 anos. Imagine que o activo será depreciado em 12 meses no primeiro ano.
Utilizando a função BD, é possível construir uma tabela de depreciação que mostre a depreciação
para cada ano.

102 Capítulo 6    Funções financeiras


   custo resgate vida período-depr meses-primeiro-
ano
   1000 100 4    12
Primeiro ano ( =BD(B2; C2; D2;       1   
devolve $438) E3; F2)
Segundo ano ( =BD(B2; C2; D2;       2   
devolve $246,16) E4; F2)
Terceiro ano ( =BD(B2; C2; D2;       3   
devolve $138,74) E5; F2)
Quarto ano ( =BD(B2; C2; D2;       4   
devolve $77,75) E6; F2)

Exemplo 2
Depreciação para uma parte do primeiro ano
Imagine que os factos são os mesmos do exemplo 1, excepto que o activo será depreciado em
menos de 12 meses no primeiro ano.

   custo resgate vida período-depr meses-primeiro-


ano
   1000 100 4  1    
Depreciar 9 meses =BD(B2; C2; D2;          9
(devolve $328,50) E2; F3)
Depreciar 6 meses =BD(B2; C2; D2;          3
(devolve $219) E2; F4)
Depreciar 3 meses =BD(B2; C2; D2;          6
(devolve $109,50) E2; F5)
Depreciar 1 mês =BD(B2; C2; D2;          1
(devolve $36,50) E2; F6)

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“BDD” na página 104

“AMORT” na página 100

“AMORTD” na página 101

“BDV” na página 105

“Argumentos comuns utilizados em funções financeiras” na página 336

“Lista de funções financeiras” na página 96

“Tipos de valores” na página 38

Capítulo 6    Funções financeiras 103


“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

BDD
A função BDD calcula o montante da depreciação de um activo com base numa taxa
de depreciação especificada.

BDD(custo; resgate; vida; período-depr; factor-depr)


ÂÂ custo:  O custo inicial do activo. custo é um valor numérico e tem de ser superior ou
igual a 0.
ÂÂ resgate:  O valor de resgate do activo. resgate é um valor numérico e tem de ser
superior ou igual a 0.
ÂÂ vida:  O número de períodos ao longo dos quais o activo está a depreciar. vida
é um valor numérico e tem de ser superior a 0. É permitida uma parte decimal
(fraccionada) de vida (por exemplo, 5,5 para uma vida depreciável de 5 anos e meio).
ÂÂ período-depr:  O período para o qual pretende calcular a depreciação. período-depr
é um valor numérico e tem de ser superior a 0. Qualquer parte decimal (fraccionada)
de período-depr é ignorada.
ÂÂ factor-depr:  Um número adicional que determina a taxa de depreciação. factor-depr
é um valor numérico. Se omitido, presume-se que é 2 (200% para redução dupla do
saldo). Quanto mais elevado o número, mais rápida a depreciação. Por exemplo, se
desejada uma taxa de depreciação de uma ou uma vez e meia a depreciação em
linha recta, utilize 1,5 ou 150%.

Exemplos
Imagine que acabou de comprar um activo por $1.000, um valor de resgate de $100 e uma vida útil
prevista de 4 anos.
Utilizando a função BDD, é possível determinar a depreciação para diferentes períodos e diferentes
taxas de depreciação.

   custo resgate vida período-depr factor-depr:


   1000 100 4      
Primeiro ano, =BDD(B2; C2; D2;       1 2
redução dupla do E3; F3)
saldo (o resultado
é $500)
Segundo ano, =BDD(B2; C2; D2;       2 2
redução dupla do E4; F4)
saldo (o resultado
é $250)

104 Capítulo 6    Funções financeiras


   custo resgate vida período-depr factor-depr:
Terceiro ano, =BDD(B2; C2; D2;       3 2
redução dupla do E5; F5)
saldo (o resultado
é $125)
Quarto ano, =BDD(B2; C2; D2;       4 2
redução dupla do E6; F6)
saldo (o resultado
é $25)
Primeiro ano, linha =BDD(B2; C2; D2;       1 1
recta (o resultado E7; F7)
é $250)
Primeiro ano, =BDD(B2,C2,D2,E8;       3 1
redução tripla do F8)
saldo (o resultado
é $750)

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“BD” na página 102

“AMORT” na página 100

“AMORTD” na página 101

“BDV” na página 105

“Argumentos comuns utilizados em funções financeiras” na página 336

“Lista de funções financeiras” na página 96

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

BDV
A função BDV (balanço decrescente variável) calcula o montante da depreciação de
um activo durante um intervalo de tempo seleccionado, com base numa taxa de
depreciação especificada.

BDV(custo; resgate; vida; começar-por; período-final; factor-depr; não-mudar)


ÂÂ custo:  O custo inicial do activo. custo é um valor numérico e tem de ser superior ou
igual a 0.

Capítulo 6    Funções financeiras 105


ÂÂ resgate:  O valor de resgate do activo. resgate é um valor numérico e tem de ser
superior ou igual a 0.
ÂÂ vida:  O número de períodos ao longo dos quais o activo está a depreciar. vida
é um valor numérico e tem de ser superior a 0. É permitida uma parte decimal
(fraccionada) de vida (por exemplo, 5,5 para uma vida depreciável de 5 anos e meio).
ÂÂ começar-por:  Primeiro período a incluir no cálculo. começar-por é um valor
numérico.
ÂÂ período-final:  Último período a incluir no cálculo. período-final é um valor numérico
e tem de ser superior a = e superior a começar-por.
ÂÂ factor-depr:  Um número adicional que determina a taxa de depreciação. factor-depr
é um valor numérico. Se omitido, presume-se que é 2 (200% para redução dupla do
saldo). Quanto mais elevado o número, mais rápida a depreciação. Por exemplo, se
desejada uma taxa de depreciação de uma ou uma vez e meia a depreciação em
linha recta, utilize 1,5 ou 150%.
ÂÂ não-mudar:  Um valor opcional que indica se a depreciação muda para método de
linha recta.
mudar (0, FALSO ou omitido):  Mudar para o método de linha recta nos anos em
que a depreciação em linha recta ultrapassa a depreciação do saldo em baixa.
não-mudar: (1, VERDADEIRO):  Não mudar para o método de linha recta.

Notas de utilização
ÂÂ começar-por deverá ser especificado como o período anterior ao primeiro período
que deseja incluir no cálculo. Se deseja incluir o primeiro período, utilize 0 para
começar-por.
ÂÂ Se deseja determinar a depreciação que inclui apenas o primeiro período, o período-
final deve ser 1.

Exemplos
Imagine que comprou um activo por $11.000,00, que tem um valor de resgate de $1.000,00 e cuja
uma vida útil prevista é de 5 anos. Pretende depreciar o activo utilizando o método de redução do
saldo (balanço decrescente) 1,5 (150%).
=BDV(11000; 1000; 5; 0; 1; 1,5; 0) tem como resultado $3.300, a depreciação para o primeiro ano.
=BDV(11000; 1000; 5; 4; 5; 1,5; 0) tem como resultado $1.386,50, a depreciação para o quinto (último)
ano, partindo do princípio de que a depreciação em linha recta é utilizada quando superior à
depreciação de redução do saldo.
=BDV(11000; 1000; 5; 4; 5;1,5; 1) tem como resultado $792,33, a depreciação para o quinto (último)
ano, partindo do princípio de que a depreciação de redução do saldo é utilizada todas as vezes (não-
mudar é VERDADEIRO).

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“BD” na página 102

106 Capítulo 6    Funções financeiras


“BDD” na página 104

“AMORT” na página 100

“AMORTD” na página 101

“Argumentos comuns utilizados em funções financeiras” na página 336

“Lista de funções financeiras” na página 96

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

CUPDIAS
A função CUPDIAS calcula o número de dias do período do cupão em que ocorre
liquidação.

CUPDIAS(liquidação; maturidade; frequência; base-dias)


ÂÂ liquidação:  A data de liquidação. liquidação é um valor de data/hora. A data de
liquidação é normalmente um ou mais dias depois da data da transacção.
ÂÂ maturidade:  A data de maturidade do título. maturidade é um valor de data/hora.
Tem de ser posterior à liquidação.
ÂÂ frequência:  O número de pagamentos de cupões por ano.
anual (1):  Um pagamento por ano.
semianual (2):  Dois pagamentos por ano.
trimestral (4):  Quatro pagamentos por ano.
ÂÂ base-dias:  Um argumento opcional que especifica o número de dias por mês e o
número de dias por ano utilizados nos cálculos.
30/360 (0 ou omitido):  Meses de 30 dias, anos de 360 dias, com o método NASD de
anotação de datas que calham no dia 31 do mês.
reais/reais (1):  Dias reais por mês, dias reais por ano.
reais/360 (2):  Dias reais por mês, em ano de 360 dias.
reais/365 (3):  Dias reais por mês, em ano de 365 dias.
30E/360 (4):  Meses de 30 dias, anos de 360 dias, com o método europeu de
anotação de datas que calham no dia 31 do mês (30/360 europeu).

Capítulo 6    Funções financeiras 107


Exemplo
Imagine que está a considerar comprar o título hipotético descrito pelos valores enunciados.
Poderia utilizar a função CUPDIAS para determinar o número de dias do período do cupão com data
de liquidação. O resultado da função é 91, uma vez que existem 91 dias no período do cupão, que
começa a 1 de Abril de 2010 e termina a 30 de Junho de 2010.

  liquidação maturidade frequência base-dias


=CUPDIAS(B2; C2; D2; 4/2/2010 12/31/2015 4 1
E2; F2; G2)

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“CUPDIASINLIQ” na página 108

“CUPDIASPRÓX” na página 109

“Argumentos comuns utilizados em funções financeiras” na página 336

“Lista de funções financeiras” na página 96

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

CUPDIASINLIQ
A função CUPDIASINLIQ calcula o número de dias entre o início do período do cupão
em que ocorre a liquidação e a data de liquidação.

CUPDIASINLIQ(liquidação; maturidade; frequência; base-dias)


ÂÂ liquidação:  A data de liquidação. liquidação é um valor de data/hora. A data de
liquidação é normalmente um ou mais dias depois da data da transacção.
ÂÂ maturidade:  A data de maturidade do título. maturidade é um valor de data/hora.
Tem de ser posterior à liquidação.
ÂÂ frequência:  O número de pagamentos de cupões por ano.
anual (1):  Um pagamento por ano.
semianual (2):  Dois pagamentos por ano.
trimestral (4):  Quatro pagamentos por ano.
ÂÂ base-dias:  Um argumento opcional que especifica o número de dias por mês e o
número de dias por ano utilizados nos cálculos.

108 Capítulo 6    Funções financeiras


30/360 (0 ou omitido):  Meses de 30 dias, anos de 360 dias, com o método NASD de
anotação de datas que calham no dia 31 do mês.
reais/reais (1):  Dias reais por mês, dias reais por ano.
reais/360 (2):  Dias reais por mês, em ano de 360 dias.
reais/365 (3):  Dias reais por mês, em ano de 365 dias.
30E/360 (4):  Meses de 30 dias, anos de 360 dias, com o método europeu de
anotação de datas que calham no dia 31 do mês (30/360 europeu).

Exemplo
Imagine que está a considerar comprar o título hipotético descrito pelos valores enunciados.
Poderia utilizar a função CUPDIASINLIQ para determinar o número de dias desde a data do último
pagamento do cupão até à data de liquidação. Seria o número de dias incluído no cálculo dos juros
acumulados que seriam adicionados ao preço de compra do título. O resultado da função é 2, uma
vez que existem 2 dias entre a data do último pagamento do cupão, 31 de Março de 2010, e a data de
liquidação, 2 de Abril de 2010.

  liquidação maturidade frequência base-dias


=CUPDIASINLIQ(B2; C2; 4/2/2010 12/31/2015 4 1
D2; E2; F2; G2)

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“CUPDIAS” na página 107

“CUPDIASPRÓX” na página 109

“Argumentos comuns utilizados em funções financeiras” na página 336

“Lista de funções financeiras” na página 96

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

CUPDIASPRÓX
A função CUPDIASPRÓX calcula o número de dias entre a data de liquidação e o final
do período do cupão em que ocorre a liquidação.

CUPDIASPRÓX(liquidação; maturidade; frequência; base-dias)


ÂÂ liquidação:  A data de liquidação. liquidação é um valor de data/hora. A data de
liquidação é normalmente um ou mais dias depois da data da transacção.

Capítulo 6    Funções financeiras 109


ÂÂ maturidade:  A data de maturidade do título. maturidade é um valor de data/hora.
Tem de ser posterior à liquidação.
ÂÂ frequência:  O número de pagamentos de cupões por ano.
anual (1):  Um pagamento por ano.
semianual (2):  Dois pagamentos por ano.
trimestral (4):  Quatro pagamentos por ano.
ÂÂ base-dias:  Um argumento opcional que especifica o número de dias por mês e o
número de dias por ano utilizados nos cálculos.
30/360 (0 ou omitido):  Meses de 30 dias, anos de 360 dias, com o método NASD de
anotação de datas que calham no dia 31 do mês.
reais/reais (1):  Dias reais por mês, dias reais por ano.
reais/360 (2):  Dias reais por mês, em ano de 360 dias.
reais/365 (3):  Dias reais por mês, em ano de 365 dias.
30E/360 (4):  Meses de 30 dias, anos de 360 dias, com o método europeu de
anotação de datas que calham no dia 31 do mês (30/360 europeu).

Exemplo
Imagine que está a considerar comprar o título hipotético descrito pelos valores enunciados.
Poderia utilizar a função CUPDIASPRÓX para determinar o número de dias até à data de pagamento
seguinte do cupão. Seria o número de dias até ao primeiro pagamento do cupão que receberia. O
resultado da função é 89, uma vez que existem 89 dias entre a data de liquidação, 2 de Abril de 2010,
e a data do próximo pagamento do cupão, 30 de Junho de 2010.

  liquidação maturidade frequência base-dias


=CUPDIASPRÓX(B2; 4/2/2010 12/31/2015 4 1
C2; D2; E2; F2; G2)

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“CUPDIAS” na página 107

“CUPDIASINLIQ” na página 108

“Argumentos comuns utilizados em funções financeiras” na página 336

“Lista de funções financeiras” na página 96

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

110 Capítulo 6    Funções financeiras


CUPNÚM
A função CUPNÚM calcula o número de cupões a serem pagos entre a data de
liquidação e a data de maturidade.

CUPNÚM(liquidação; maturidade; frequência; base-dias)


ÂÂ liquidação:  A data de liquidação. liquidação é um valor de data/hora. A data de
liquidação é normalmente um ou mais dias depois da data da transacção.
ÂÂ maturidade:  A data de maturidade do título. maturidade é um valor de data/hora.
Tem de ser posterior à liquidação.
ÂÂ frequência:  O número de pagamentos de cupões por ano.
anual (1):  Um pagamento por ano.
semianual (2):  Dois pagamentos por ano.
trimestral (4):  Quatro pagamentos por ano.
ÂÂ base-dias:  Um argumento opcional que especifica o número de dias por mês e o
número de dias por ano utilizados nos cálculos.
30/360 (0 ou omitido):  Meses de 30 dias, anos de 360 dias, com o método NASD de
anotação de datas que calham no dia 31 do mês.
reais/reais (1):  Dias reais por mês, dias reais por ano.
reais/360 (2):  Dias reais por mês, em ano de 360 dias.
reais/365 (3):  Dias reais por mês, em ano de 365 dias.
30E/360 (4):  Meses de 30 dias, anos de 360 dias, com o método europeu de
anotação de datas que calham no dia 31 do mês (30/360 europeu).

Exemplo
Imagine que está a considerar comprar o título hipotético descrito pelos valores enunciados.
Poderia utilizar a função CUPNÚM para determinar o número de cupões que seriam de esperar entre
a data de liquidação e a data de maturidade do título. O resultado da função é 23, uma vez que
existem 23 datas de pagamento do cupão trimestrais entre 2 de Abril de 2010 e 31 de Dezembro de
2015, sendo a primeira no dia 30 de Junho de 2010.

  liquidação maturidade frequência base-dias


=CUPNÚM(B2; C2; D2; 4/2/2010 12/31/2015 4 1
E2; F2; G2)

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“Argumentos comuns utilizados em funções financeiras” na página 336

“Lista de funções financeiras” na página 96

“Tipos de valores” na página 38

Capítulo 6    Funções financeiras 111


“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

DESC
A função DESC calcula a taxa de desconto anual de um título que não paga juros e é
vendido com desconto no seu valor de amortização.

DESC(liquidação; maturidade; preço; amortização; base-dias)


ÂÂ liquidação:  A data de liquidação. liquidação é um valor de data/hora. A data de
liquidação é normalmente um ou mais dias depois da data da transacção.
ÂÂ maturidade:  A data de maturidade do título. maturidade é um valor de data/hora.
Tem de ser posterior à liquidação.
ÂÂ preço:  O custo do título por $100 de valor nominal. preço é um valor numérico.
ÂÂ amortização:  O valor de amortização por cada $100 de valor nominal.. amortização
é um valor numérico e tem de ser superior a 0. amortização é o montante a receber
por $100 de valor nominal. Frequentemente é 100, ou seja, o valor de amortização
do título é igual ao respectivo valor nominal.
ÂÂ base-dias:  Um argumento opcional que especifica o número de dias por mês e o
número de dias por ano utilizados nos cálculos.
30/360 (0 ou omitido):  Meses de 30 dias, anos de 360 dias, com o método NASD de
anotação de datas que calham no dia 31 do mês.
reais/reais (1):  Dias reais por mês, dias reais por ano.
reais/360 (2):  Dias reais por mês, em ano de 360 dias.
reais/365 (3):  Dias reais por mês, em ano de 365 dias.
30E/360 (4):  Meses de 30 dias, anos de 360 dias, com o método europeu de
anotação de datas que calham no dia 31 do mês (30/360 europeu).

Exemplo
Neste exemplo, a função DESC é utilizada para determinar a taxa de desconto anual do título
hipotético descrito pelos valores enunciados.
O resultado da função é 5,25%, a taxa de desconto anual.

  liquidação maturidade preço amortização base-dias


=DESC(B2; C2; D2; 05/01/2009 06/30/2015 67.64 100 0
E2; F2)

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“PREÇODESC” na página 137

112 Capítulo 6    Funções financeiras


“LUCRODESC” na página 124

“Argumentos comuns utilizados em funções financeiras” na página 336

“Lista de funções financeiras” na página 96

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

DURAÇÃOTÍTULO
A função DURAÇÃOTÍTULO calcula a média ponderada do valor actual dos cash-flows
para um valor nominal presumido de $100.

DURAÇÃOTÍTULO(liquidação; maturidade; taxa-anual; lucro-anual; frequência; base-dias)


ÂÂ liquidação:  A data de liquidação. liquidação é um valor de data/hora. A data de
liquidação é normalmente um ou mais dias depois da data da transacção.
ÂÂ maturidade:  A data de maturidade do título. maturidade é um valor de data/hora.
Tem de ser posterior à liquidação.
ÂÂ taxa-anual:  A taxa anual do cupão ou taxa de juro anual indicada do título. taxa-
anual é um valor numérico e é introduzido como valor decimal (por exemplo, 0,08)
ou com um sinal de percentagem (por exemplo, 8%).
ÂÂ lucro-anual:  O lucro anual do título. lucro-anual é um valor numérico e é
introduzido como valor decimal (por exemplo, 0,08) ou com um sinal de
percentagem (por exemplo, 8%).
ÂÂ frequência:  O número de pagamentos de cupões por ano.
anual (1):  Um pagamento por ano.
semianual (2):  Dois pagamentos por ano.
trimestral (4):  Quatro pagamentos por ano.
ÂÂ base-dias:  Um argumento opcional que especifica o número de dias por mês e o
número de dias por ano utilizados nos cálculos.
30/360 (0 ou omitido):  Meses de 30 dias, anos de 360 dias, com o método NASD de
anotação de datas que calham no dia 31 do mês.
reais/reais (1):  Dias reais por mês, dias reais por ano.
reais/360 (2):  Dias reais por mês, em ano de 360 dias.
reais/365 (3):  Dias reais por mês, em ano de 365 dias.
30E/360 (4):  Meses de 30 dias, anos de 360 dias, com o método europeu de
anotação de datas que calham no dia 31 do mês (30/360 europeu).

Capítulo 6    Funções financeiras 113


Notas de utilização
ÂÂ Esta função tem como resultado um valor conhecido como a duração de Macauley.

Exemplo
Imagine que está a pensar comprar um título hipotético. A compra será efectuada em 2 de Abril de
2010 e a data de vencimento será em 31 Dezembro de 2015. A taxa do cupão é 5%, resultando num
lucro de aproximadamente 5,284% (o lucro foi calculado com a função LUCRO). O título rende juros
trimestralmente, com base nos dias reais.
=DURAÇÃOTÍTULO(“4/2/2010”; “12/31/2015”; 0,05; 0,05284; 4; 1) tem como resultado aproximadamente
5,0208, o valor presente dos cash-flows futuros (a duração do título), com base na duração de
Macauley. Os cash-flows consistem no preço pago, juros recebidos e capital recebido na maturidade.

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“DURAÇÃOTÍTULOM” na página 114

“Argumentos comuns utilizados em funções financeiras” na página 336

“Lista de funções financeiras” na página 96

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

DURAÇÃOTÍTULOM
A função DURAÇÃOTÍTULOM calcula a média ponderada modificada do valor actual
dos cash-flows para um valor nominal presumido de $100.

DURAÇÃOTÍTULOM(liquidação; maturidade; taxa-anual; lucro-anual; frequência; base-


dias)
ÂÂ liquidação:  A data de liquidação. liquidação é um valor de data/hora. A data de
liquidação é normalmente um ou mais dias depois da data da transacção.
ÂÂ maturidade:  A data de maturidade do título. maturidade é um valor de data/hora.
Tem de ser posterior à liquidação.
ÂÂ taxa-anual:  A taxa anual do cupão ou taxa de juro anual indicada do título. taxa-
anual é um valor numérico e é introduzido como valor decimal (por exemplo, 0,08)
ou com um sinal de percentagem (por exemplo, 8%).
ÂÂ lucro-anual:  O lucro anual do título. lucro-anual é um valor numérico e é
introduzido como valor decimal (por exemplo, 0,08) ou com um sinal de
percentagem (por exemplo, 8%).
ÂÂ frequência:  O número de pagamentos de cupões por ano.

114 Capítulo 6    Funções financeiras


anual (1):  Um pagamento por ano.
semianual (2):  Dois pagamentos por ano.
trimestral (4):  Quatro pagamentos por ano.
ÂÂ base-dias:  Um argumento opcional que especifica o número de dias por mês e o
número de dias por ano utilizados nos cálculos.
30/360 (0 ou omitido):  Meses de 30 dias, anos de 360 dias, com o método NASD de
anotação de datas que calham no dia 31 do mês.
reais/reais (1):  Dias reais por mês, dias reais por ano.
reais/360 (2):  Dias reais por mês, em ano de 360 dias.
reais/365 (3):  Dias reais por mês, em ano de 365 dias.
30E/360 (4):  Meses de 30 dias, anos de 360 dias, com o método europeu de
anotação de datas que calham no dia 31 do mês (30/360 europeu).

Notas de utilização
ÂÂ Esta função tem como resultado um valor conhecido como a duração de Macauley
modificada.

Exemplo
Imagine que está a pensar comprar um título hipotético. A compra será efectuada em 2 de Abril de
2010 e a data de vencimento será em 31 Dezembro de 2015. A taxa do cupão é 5%, resultando num
lucro de aproximadamente 5,284% (o lucro foi calculado com a função LUCRO). O título rende juros
trimestralmente, com base nos dias reais.
=DURAÇÃOTÍTULOM(“4/2/2010”; “12/31/2015”; 0,05; 0,05284; 4; 1) tem como resultado
aproximadamente 4,9554, o valor presente dos cash-flows futuros (a duração do título), com base na
duração de Macauley modificada. Os cash-flows consistem no preço pago, juros recebidos e capital
recebido na maturidade.

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“DURAÇÃOTÍTULO” na página 113

“Argumentos comuns utilizados em funções financeiras” na página 336

“Lista de funções financeiras” na página 96

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

Capítulo 6    Funções financeiras 115


EFECTIVA
A função EFECTIVA calcula a taxa de juro anual efectiva a partir da taxa de juro anual
nominal com base no número de períodos compostos por ano.

EFECTIVA(taxa-nominal; períodos-num-ano)
ÂÂ taxa-nominal:  A taxa de juro nominal de um título. taxa-nominal é um valor
numérico e é introduzido como valor decimal (por exemplo, 0,08) ou com um sinal
de percentagem (por exemplo, 8%).
ÂÂ períodos-num-ano:  O número de períodos compostos por ano. períodos-num-ano é
um valor numérico e tem de ser superior a 0.

Exemplos
=EFECTIVA(0,05; 365) tem como resultado aproximadamente 5,13%, a taxa de juro anual efectiva em
caso de capitalização diária de 5%.
=EFECTIVA(0,05; 12) tem como resultado aproximadamente 5,12%, a taxa de juro anual efectiva em
caso de capitalização mensal de 5%.
=EFECTIVA(0,05; 4) tem como resultado aproximadamente 5,09%, a taxa de juro anual efectiva em
caso de capitalização trimestral de 5%.
=EFECTIVA(0,05; 2) tem como resultado aproximadamente 5,06%, a taxa de juro anual efectiva em
caso de capitalização semianual de 5%.
=EFECTIVA(0,05; 1) tem como resultado aproximadamente 5,00%, a taxa de juro anual efectiva em
caso de capitalização anual de 5%.

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“NOMINAL” na página 126

“Argumentos comuns utilizados em funções financeiras” na página 336

“Lista de funções financeiras” na página 96

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

É.PGTO
A função É.PGTO calcula a parcela de juros relativa a um pagamento especificado
de um empréstimo ou de uma anuidade com base em pagamentos periódicos fixos
e numa taxa de juro fixa. Esta função é fornecida para compatibilidade com tabelas
importadas de outras aplicações de folha de cálculo.

116 Capítulo 6    Funções financeiras


É.PGTO(taxa-anual; período; períodos-num; valor-actual)
ÂÂ taxa-anual:  A taxa anual do cupão ou taxa de juro anual indicada do título. taxa-
anual é um valor numérico e é introduzido como valor decimal (por exemplo, 0,08)
ou com um sinal de percentagem (por exemplo, 8%).
ÂÂ período:  O período de pagamento para o qual pretende calcular a quantia de
capital ou juros. período é um número e tem de ser superior a 0.
ÂÂ períodos-num:  O número de períodos. períodos-num é um valor numérico e tem de
ser superior ou igual a 0.
ÂÂ valor-actual:  O valor do investimento inicial ou a quantia do empréstimo ou
anuidade. valor-actual é um valor numérico. No tempo 0, um montante recebido
é um montante positivo e um montante investido é um montante negativo. Por
exemplo, poderia ser um montante adquirido por empréstimo (positivo) ou o
pagamento inicial efectuado no âmbito de um contrato de anuidade (negativo).

Notas de utilização
ÂÂ A função IPGTO tem funcionalidades adicionais e deve ser utilizada em vez da
É.PGTO.

Exemplo
Neste exemplo, a função É.PGTO é utilizada para determinar a parcela de juros do primeiro
pagamento do terceiro ano do prazo de empréstimo (pagamento 25), tendo em conta os factos
apresentados relativos ao empréstimo.
O resultado da função é aproximadamente –$791,67, que representa a parcela de juros do
pagamento 25 do empréstimo.

  taxa-periódica período períodos-num valor-actual


=É.PGTO(B2; C2; D2; =0,06/12 25 =10*12 200000
E2)

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“IPGTO” na página 118

“Argumentos comuns utilizados em funções financeiras” na página 336

“Lista de funções financeiras” na página 96

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

Capítulo 6    Funções financeiras 117


IPGTO
A função IPGTO calcula a parcela de juros relativa a um pagamento especificado de
um empréstimo ou de uma anuidade com base em pagamentos periódicos fixos e
numa taxa de juro fixa.

IPGTO(taxa-periódica; período; períodos-num; valor-actual; valor-futuro; a-pagamento)


ÂÂ taxa-periódica:  A taxa de juro por período. taxa-periódica é um valor numérico
e é introduzido como valor decimal (por exemplo, 0,08) ou com um sinal de
percentagem (por exemplo, 8%).
ÂÂ período:  O período de pagamento para o qual pretende calcular a quantia de
capital ou juros. período é um número e tem de ser superior a 0.
ÂÂ períodos-num:  O número de períodos. períodos-num é um valor numérico e tem de
ser superior ou igual a 0.
ÂÂ valor-actual:  O valor do investimento inicial ou a quantia do empréstimo ou
anuidade. valor-actual é um valor numérico. No tempo 0, um montante recebido
é um montante positivo e um montante investido é um montante negativo. Por
exemplo, poderia ser um montante adquirido por empréstimo (positivo) ou o
pagamento inicial efectuado no âmbito de um contrato de anuidade (negativo).
ÂÂ valor-futuro:  Um argumento opcional que representa o valor do investimento ou
restante valor em dinheiro da anuidade (quantia positiva), ou o balanço residual
do empréstimo (quantia negativa), após o pagamento final. valor-futuro é um
valor numérico. no final do período de investimento, um montante recebido é um
montante positivo e um montante investido é um montante negativo. Por exemplo,
poderia ser um pagamento concentrado devido num empréstimo (negativo) ou o
valor residual de um contrato de anuidade (positivo). Se omitido, presume-se que é 0.
ÂÂ a-pagamento:  Um argumento opcional que especifica se os pagamentos são
devidos no início ou no fim de cada período. A maior parte de hipotecas e outros
empréstimos requerem o primeiro pagamento no final do primeiro período (0), que
é o predefinido. A maior parte dos pagamentos de aluguer e renda, e outros tipos
de pagamentos, são devidos no início de cada período (1).
fim (0 ou omitido):  Os pagamentos são devidos no fim de cada período.
começo (1):  Os pagamentos são devidos no início de cada período.

Exemplo
Neste exemplo, a função IPGTO é utilizada para determinar a parcela de juros do primeiro
pagamento do terceiro ano do prazo de empréstimo (pagamento 25), tendo em conta os factos
apresentados relativos ao empréstimo. O resultado da função é aproximadamente –$922,41,
representando a parcela de juros do pagamento 25 do empréstimo.

  taxa-periódica período períodos-num valor-actual valor-futuro a-pagamento


=IPGTO(B2; C2; =0,06/12 25 =10*12 200000 -100000 0
D2; E2; F2; G2)

118 Capítulo 6    Funções financeiras


Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“PGTOJURACUM” na página 132

“PGTOCAPACUM” na página 130

“PGTO” na página 129

“PPGTO” na página 134

“Exemplo de uma tabela de amortização de um empréstimo” na página 350

“Como seleccionar as funções de valor temporal do dinheiro a utilizar” na página 345

“Argumentos comuns utilizados em funções financeiras” na página 336

“Lista de funções financeiras” na página 96

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

JUROSACUM
A função JUROSACUM calcula os juros acumulados adicionados ao preço de compra
de um título e pagos ao vendedor quando o título paga juros periódicos.

JUROSACUM(emissão; primeiro; liquidação; taxa-anual; nominal; frequência; base-dias)


ÂÂ emissão:  A data em que o título foi primeiro emitido. emissão é um valor de data/
hora e das datas indicadas, tem de ser a primeira a ocorrer.
ÂÂ primeiro:  A data do primeiro pagamento dos juros. primeiro é um valor de data/
hora e tem de estar a seguir a emissão.
ÂÂ liquidação:  A data de liquidação. liquidação é um valor de data/hora. A data de
liquidação é normalmente um ou mais dias depois da data da transacção.
ÂÂ taxa-anual:  A taxa anual do cupão ou taxa de juro anual indicada do título. taxa-
anual é um valor numérico e é introduzido como valor decimal (por exemplo, 0,08)
ou com um sinal de percentagem (por exemplo, 8%).
ÂÂ nominal:  O valor nominal ou de maturidade do título. nominal é um valor numérico.
Se omitido (vírgula, mas sem valor), presume-se que nominal seja 1000.
ÂÂ frequência:  O número de pagamentos de cupões por ano.
anual (1):  Um pagamento por ano.
semianual (2):  Dois pagamentos por ano.
trimestral (4):  Quatro pagamentos por ano.

Capítulo 6    Funções financeiras 119


ÂÂ base-dias:  Um argumento opcional que especifica o número de dias por mês e o
número de dias por ano utilizados nos cálculos.
30/360 (0 ou omitido):  Meses de 30 dias, anos de 360 dias, com o método NASD de
anotação de datas que calham no dia 31 do mês.
reais/reais (1):  Dias reais por mês, dias reais por ano.
reais/360 (2):  Dias reais por mês, em ano de 360 dias.
reais/365 (3):  Dias reais por mês, em ano de 365 dias.
30E/360 (4):  Meses de 30 dias, anos de 360 dias, com o método europeu de
anotação de datas que calham no dia 31 do mês (30/360 europeu).

Notas de utilização
ÂÂ Se liquidação for antes de primeiro, a função tem como resultado os juros
acumulados desde a emissão. Se liquidação for depois de primeiro, a função tem
como resultado os juros acumulados desde a data de pagamento do cupão
imediatamente antes da liquidação.
ÂÂ Utilize a função JUROSACUM para um título que pague juros apenas na maturidade.

Exemplo 1
Imagine que está a considerar comprar o título hipotético descrito pelos valores enunciados. Parte-se
do princípio de que a data de liquidação é antes da primeira data do cupão.
Poderia utilizar a função JUROSACUM para determinar o montante de juros acumulados que seria
adicionado ao preço de compra/venda. A função determina o valor de $38,06, que representa os
juros acumulados entre a data de emissão e a data de liquidação.

  emissão primeiro liquidação taxa-anual nominal frequência base-dias


=JUROSACUM 12/14/2008 07/01/2009 05/01/2009 0.10 1000 2 0
(B2; C2; D2; E2;
F2; G2; H2)

Exemplo 2
Imagine que está a considerar comprar o título hipotético descrito pelos valores enunciados. Parte-se
do princípio de que a data de liquidação é depois da primeira data do cupão.
Poderia utilizar a função JUROSACUM para determinar o montante de juros acumulados que seria
adicionado ao preço de compra/venda. O resultado da função é aproximadamente $20,56, que
representa os juros acumulados entre a data de pagamento do cupão imediatamente anterior e a
data de liquidação.

  emissão primeiro liquidação taxa-anual nominal frequência base-dias


=JUROSACUM 12/14/2008 07/01/2009 09/15/2009 0.10 1000 2 0
(B2; C2; D2; E2;
F2; G2; H2)

120 Capítulo 6    Funções financeiras


Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“JUROSACUMV” na página 121

“Argumentos comuns utilizados em funções financeiras” na página 336

“Lista de funções financeiras” na página 96

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

JUROSACUMV
A função JUROSACUMV calcula o total de juros acumulados adicionados ao preço
de compra de um título e pagos ao vendedor quando o título paga juros apenas na
maturidade.

JUROSACUMV(emissão; liquidação; taxa-anual; nominal; base-dias)


ÂÂ emissão:  A data em que o título foi primeiro emitido. emissão é um valor de data/
hora e das datas indicadas, tem de ser a primeira a ocorrer.
ÂÂ liquidação:  A data de liquidação. liquidação é um valor de data/hora. A data de
liquidação é normalmente um ou mais dias depois da data da transacção.
ÂÂ taxa-anual:  A taxa anual do cupão ou taxa de juro anual indicada do título. taxa-
anual é um valor numérico e é introduzido como valor decimal (por exemplo, 0,08)
ou com um sinal de percentagem (por exemplo, 8%).
ÂÂ nominal:  O valor nominal ou de maturidade do título. nominal é um valor numérico.
Se omitido (vírgula, mas sem valor), presume-se que nominal seja 1000.
ÂÂ base-dias:  Um argumento opcional que especifica o número de dias por mês e o
número de dias por ano utilizados nos cálculos.
30/360 (0 ou omitido):  Meses de 30 dias, anos de 360 dias, com o método NASD de
anotação de datas que calham no dia 31 do mês.
reais/reais (1):  Dias reais por mês, dias reais por ano.
reais/360 (2):  Dias reais por mês, em ano de 360 dias.
reais/365 (3):  Dias reais por mês, em ano de 365 dias.
30E/360 (4):  Meses de 30 dias, anos de 360 dias, com o método europeu de
anotação de datas que calham no dia 31 do mês (30/360 europeu).

Notas de utilização
ÂÂ Utilize a função JUROSACUMV para um título que pague juros periódicos.

Capítulo 6    Funções financeiras 121


Exemplo
Imagine que está a considerar comprar o título hipotético descrito pelos valores enunciados. Este
título paga juros apenas na maturidade.
Poderia utilizar a função JUROSACUMV para determinar o montante de juros acumulados que seria
adicionado ao preço de compra/venda. O resultado da função é aproximadamente $138,06, que
representa os juros acumulados entre a data de emissão e a data de liquidação.

  emissão liquidação taxa-anual nominal base-dias


=JUROSACUMV(B2; 12/14/2007 05/01/2009 0.10 1000 0
C2; D2; E2; F2)

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“JUROSACUM” na página 119

“Argumentos comuns utilizados em funções financeiras” na página 336

“Lista de funções financeiras” na página 96

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

LUCRO
A função LUCRO calcula a taxa de juro anual efectiva em relação a um título que paga
juros periódicos regulares.

LUCRO(liquidação; maturidade; taxa-anual; preço; amortização; frequência; base-dias)


ÂÂ liquidação:  A data de liquidação. liquidação é um valor de data/hora. A data de
liquidação é normalmente um ou mais dias depois da data da transacção.
ÂÂ maturidade:  A data de maturidade do título. Tem de ser um valor de tipo data/hora,
Tem de ser posterior à liquidação.
ÂÂ taxa-anual:  A taxa anual do cupão ou taxa de juro anual indicada do título. taxa-
anual é um valor numérico e é introduzido como valor decimal (por exemplo, 0,08)
ou com um sinal de percentagem (por exemplo, 8%).
ÂÂ preço:  O custo do título por $100 de valor nominal. preço é um valor numérico.
ÂÂ amortização:  O valor de amortização por cada $100 de valor nominal.. amortização
é um valor numérico e tem de ser superior a 0. amortização é o montante a receber
por $100 de valor nominal. Frequentemente é 100, ou seja, o valor de amortização
do título é igual ao respectivo valor nominal.

122 Capítulo 6    Funções financeiras


ÂÂ frequência:  O número de pagamentos de cupões por ano.
anual (1):  Um pagamento por ano.
semianual (2):  Dois pagamentos por ano.
trimestral (4):  Quatro pagamentos por ano.
ÂÂ base-dias:  Um argumento opcional que especifica o número de dias por mês e o
número de dias por ano utilizados nos cálculos.
30/360 (0 ou omitido):  Meses de 30 dias, anos de 360 dias, com o método NASD de
anotação de datas que calham no dia 31 do mês.
reais/reais (1):  Dias reais por mês, dias reais por ano.
reais/360 (2):  Dias reais por mês, em ano de 360 dias.
reais/365 (3):  Dias reais por mês, em ano de 365 dias.
30E/360 (4):  Meses de 30 dias, anos de 360 dias, com o método europeu de
anotação de datas que calham no dia 31 do mês (30/360 europeu).

Exemplo
Neste exemplo, a função LUCRO é utilizada para determinar o lucro anual do título hipotético
descrito pelos valores enunciados. O título paga juros periódicos.
O resultado da função é aproximadamente 5,25%.

  liquidação maturidade taxa-anual preço amortização frequência base-dias


=LUCRO (B2; 05/01/2009 06/30/2015 0.065 106.50 100 2 0
C2; D2; E2; F2;
G2; H2)

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“PREÇO” na página 135

“LUCRODESC” na página 124

“LUCROVENC” na página 125

“Argumentos comuns utilizados em funções financeiras” na página 336

“Lista de funções financeiras” na página 96

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

Capítulo 6    Funções financeiras 123


LUCRODESC
A função LUCRODESC calcula a taxa de juro anual efectiva de um título que é vendido
com desconto na amortização e não paga juros.

LUCRODESC(liquidação; maturidade; preço; amortização; base-dias)


ÂÂ liquidação:  A data de liquidação. liquidação é um valor de data/hora. A data de
liquidação é normalmente um ou mais dias depois da data da transacção.
ÂÂ maturidade:  A data de maturidade do título. Tem de ser um valor de tipo data/hora,
Tem de ser posterior à liquidação.
ÂÂ preço:  O custo do título por $100 de valor nominal. preço é um valor numérico.
ÂÂ amortização:  O valor de amortização por cada $100 de valor nominal.. amortização
é um valor numérico e tem de ser superior a 0. amortização é o montante a receber
por $100 de valor nominal. Frequentemente é 100, ou seja, o valor de amortização
do título é igual ao respectivo valor nominal.
ÂÂ base-dias:  Um argumento opcional que especifica o número de dias por mês e o
número de dias por ano utilizados nos cálculos.
30/360 (0 ou omitido):  Meses de 30 dias, anos de 360 dias, com o método NASD de
anotação de datas que calham no dia 31 do mês.
reais/reais (1):  Dias reais por mês, dias reais por ano.
reais/360 (2):  Dias reais por mês, em ano de 360 dias.
reais/365 (3):  Dias reais por mês, em ano de 365 dias.
30E/360 (4):  Meses de 30 dias, anos de 360 dias, com o método europeu de
anotação de datas que calham no dia 31 do mês (30/360 europeu).

Exemplo
Neste exemplo, a função LUCRODESC é utilizada para determinar o lucro anual efectivo do título
hipotético descrito pelos valores enunciados. O título não paga juros e é vendido com desconto.
O resultado da função é aproximadamente 8,37%, que representa o lucro anual a um preço de
aproximadamente $65,98 por $100 de valor nominal.

  liquidação maturidade preço amortização base-dias


=LUCRODESC (B2; 05/01/2009 06/30/2015 65.98 100 0
C2; D2; E2; F2)

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“PREÇODESC” na página 137

“LUCRO” na página 122

“LUCROVENC” na página 125

124 Capítulo 6    Funções financeiras


“Argumentos comuns utilizados em funções financeiras” na página 336

“Lista de funções financeiras” na página 96

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

LUCROVENC
A função LUCROVENC calcula a taxa de juro anual efectiva em relação a um título
cujos juros apenas são pagos na maturidade.

LUCROVENC(liquidação; maturidade; emissão; taxa-anual; preço; base-dias)


ÂÂ liquidação:  A data de liquidação. liquidação é um valor de data/hora. A data de
liquidação é normalmente um ou mais dias depois da data da transacção.
ÂÂ maturidade:  A data de maturidade do título. Tem de ser um valor de tipo data/hora,
Tem de ser posterior à liquidação.
ÂÂ emissão:  A data em que o título foi primeiro emitido. emissão é um valor de data/
hora e das datas indicadas, tem de ser a primeira a ocorrer.
ÂÂ taxa-anual:  A taxa anual do cupão ou taxa de juro anual indicada do título. taxa-
anual é um valor numérico e é introduzido como valor decimal (por exemplo, 0,08)
ou com um sinal de percentagem (por exemplo, 8%).
ÂÂ preço:  O custo do título por $100 de valor nominal. preço é um valor numérico.
ÂÂ base-dias:  Um argumento opcional que especifica o número de dias por mês e o
número de dias por ano utilizados nos cálculos.
30/360 (0 ou omitido):  Meses de 30 dias, anos de 360 dias, com o método NASD de
anotação de datas que calham no dia 31 do mês.
reais/reais (1):  Dias reais por mês, dias reais por ano.
reais/360 (2):  Dias reais por mês, em ano de 360 dias.
reais/365 (3):  Dias reais por mês, em ano de 365 dias.
30E/360 (4):  Meses de 30 dias, anos de 360 dias, com o método europeu de
anotação de datas que calham no dia 31 do mês (30/360 europeu).

Exemplo
Neste exemplo, a função LUCROVENC é utilizada para determinar o lucro anual efectivo do título
hipotético descrito pelos valores enunciados. O título paga juros apenas na maturidade. O resultado
da função é 6,565%.

Capítulo 6    Funções financeiras 125


  liquidação maturidade emissão taxa-anual preço base-dias
=LUCROVENC 05/01/2009 06/30/2015 12/14/2008 0.065 99.002 0
(B2; C2; D2; E2;
F2; G2)

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“PREÇOVENC” na página 138

“LUCRO” na página 122

“LUCRODESC” na página 124

“Argumentos comuns utilizados em funções financeiras” na página 336

“Lista de funções financeiras” na página 96

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

NOMINAL
A função NOMINAL calcula a taxa de juro anual nominal a partir da taxa de juro anual
efectiva com base no número de períodos compostos por ano.

NOMINAL(taxa-juro-efectiva; períodos-num-ano)
ÂÂ taxa-juro-efectiva:  A taxa de juro efectiva de um título. taxa-juro-efectiva é um valor
numérico e é introduzido como valor decimal (por exemplo, 0,08) ou com um sinal
de percentagem (por exemplo, 8%).
ÂÂ períodos-num-ano:  O número de períodos compostos por ano. períodos-num-ano é
um valor numérico e tem de ser superior a 0.

Exemplos
=NOMINAL(0,0513; 365) tem como resultado aproximadamente 5,00%, a taxa de juros nominal anual,
se a taxa efectiva de 5,13% se tiver baseado numa capitalização diária.
=NOMINAL(0,0512; 12) tem como resultado aproximadamente 5,00%, a taxa de juros nominal anual,
se a taxa efectiva de 5,12% se tiver baseado numa capitalização mensal.
=NOMINAL(0,0509; 4) tem como resultado aproximadamente 5,00%, a taxa de juros nominal anual, se
a taxa efectiva de 5,09% se tiver baseado numa capitalização trimestral.
=NOMINAL(0,0506; 2) tem como resultado aproximadamente 5,00%, a taxa de juros nominal anual, se
a taxa efectiva de 5,06% se tiver baseado numa capitalização semianual.
=NOMINAL(0,0500; 1) tem como resultado aproximadamente 5,00%, a taxa de juros nominal anual, se
a taxa efectiva de 5,00% se tiver baseado numa capitalização anual.

126 Capítulo 6    Funções financeiras


Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“EFECTIVA” na página 116

“Argumentos comuns utilizados em funções financeiras” na página 336

“Lista de funções financeiras” na página 96

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

NPER
A função NPER calcula o número de períodos de pagamento de um empréstimo ou de
uma anuidade com base numa série de cash-flows periódicos regulares (pagamentos
de um montante constante e todos os cash-flows em intervalos constantes) e numa
taxa de juro fixa.

NPER(taxa-periódica; pagamento; valor-actual; valor-futuro; a-pagamento)


ÂÂ taxa-periódica:  A taxa de juro por período. taxa-periódica é um valor numérico
e é introduzido como valor decimal (por exemplo, 0,08) ou com um sinal de
percentagem (por exemplo, 8%).
ÂÂ pagamento:  O pagamento efectuado ou quantia recebida por período. pagamento
é um valor numérico. Em cada período, um montante recebido é um montante
positivo e um montante investido é um montante negativo. Por exemplo, poderia
ser um pagamento mensal de um empréstimo (negativo) ou o pagamento
periódico recebido no âmbito de uma anuidade (positivo).
ÂÂ valor-actual:  O valor do investimento inicial ou a quantia do empréstimo ou
anuidade, especificado como número negativo. valor-actual é um valor numérico.
No tempo 0, um montante recebido é um montante positivo e um montante
investido é um montante negativo. Por exemplo, poderia ser um montante
adquirido por empréstimo (positivo) ou o pagamento inicial efectuado no âmbito
de um contrato de anuidade (negativo).
ÂÂ valor-futuro:  Um argumento opcional que especifica o valor do investimento ou
restante valor em dinheiro da anuidade (quantia positiva), ou o balanço residual
do empréstimo (quantia negativa), após o pagamento final. valor-futuro é um
valor numérico. no final do período de investimento, um montante recebido é um
montante positivo e um montante investido é um montante negativo. Por exemplo,
poderia ser um pagamento concentrado devido num empréstimo (negativo) ou o
valor residual de um contrato de anuidade (positivo).

Capítulo 6    Funções financeiras 127


ÂÂ a-pagamento:  Um argumento opcional que especifica se os pagamentos são
devidos no início ou no fim de cada período. A maior parte de hipotecas e outros
empréstimos requerem o primeiro pagamento no final do primeiro período (0), que
é o predefinido. A maior parte dos pagamentos de aluguer e renda, e outros tipos
de pagamentos, são devidos no início de cada período (1).
fim (0 ou omitido):  Os pagamentos são devidos no fim de cada período.
começo (1):  Os pagamentos são devidos no início de cada período.

Exemplo 1
Imagine que está a planear a educação universitária da sua filha. Tem $50.000 para colocar numa
conta poupança hoje e pode fazer um reforço da conta no valor de $200 no final de cada mês.
Prevê-se que a conta poupança cresça a uma taxa de juro anual de 4,5%, sendo os juros pagos
mensalmente. Pensa que será necessário ter $150.000 de parte na altura em que a sua filha entrar na
universidade.
Com a função NPER, é possível determinar o número de períodos em que precisaria de efectuar o
pagamento de $200. Com base nas suposições apresentadas, seriam aproximadamente 181 períodos
ou 15 anos e 1 mês.

  taxa-periódica pagamento valor-actual valor-futuro a-pagamento


=NPER(B2; C2; D2; =0,045/12 -200 -50000 150000 1
E2; F2)

Exemplo 2
Imagine que está a planear comprar a cabana de montanha do seu tio. Tem $30.000 para dar hoje
como entrada e pode efectuar um pagamento mensal de $1.500. O seu tio mostra-se disposto a
emprestar-lhe a diferença entre o preço de venda da cabana, que é $200.000, e a entrada (tomaria
então como empréstimo $170.000) a uma taxa anual de 7%.
Com a função NPER, é possível determinar o número de meses que seriam necessários para pagar
o empréstimo ao seu tio. Com base nas suposições apresentadas, seriam aproximadamente 184
períodos ou 15 anos e 4 mês.

  taxa-periódica pagamento valor-actual valor-futuro a-pagamento


=NPER(B2; C2; D2; =0,07/12 -1500 170000 0 1
E2; F2)

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“VF” na página 151

“PGTO” na página 129

“VA” na página 147

“TAXA” na página 141

128 Capítulo 6    Funções financeiras


“Como seleccionar as funções de valor temporal do dinheiro a utilizar” na página 345

“Argumentos comuns utilizados em funções financeiras” na página 336

“Lista de funções financeiras” na página 96

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

PGTO
A função PGTO calcula o pagamento periódico fixo de um empréstimo ou de uma
anuidade com base numa série de cash-flows periódicos regulares (pagamentos de
um montante constante e todos os cash-flows em intervalos constantes) e numa taxa
de juro fixa.

PGTO(taxa-periódica; períodos-num; valor-actual; valor-futuro; a-pagamento)


ÂÂ taxa-periódica:  A taxa de juro por período. taxa-periódica é um valor numérico
e é introduzido como valor decimal (por exemplo, 0,08) ou com um sinal de
percentagem (por exemplo, 8%).
ÂÂ períodos-num:  O número de períodos. períodos-num é um valor numérico e tem de
ser superior ou igual a 0.
ÂÂ valor-actual:  O valor do investimento inicial ou a quantia do empréstimo ou
anuidade. valor-actual é um valor numérico. No tempo 0, um montante recebido
é um montante positivo e um montante investido é um montante negativo. Por
exemplo, poderia ser um montante adquirido por empréstimo (positivo) ou o
pagamento inicial efectuado no âmbito de um contrato de anuidade (negativo).
ÂÂ valor-futuro:  Um argumento opcional que representa o valor do investimento ou
restante valor em dinheiro da anuidade (quantia positiva), ou o balanço residual
do empréstimo (quantia negativa), após o pagamento final. valor-futuro é um
valor numérico. no final do período de investimento, um montante recebido é um
montante positivo e um montante investido é um montante negativo. Por exemplo,
poderia ser um pagamento concentrado devido num empréstimo (negativo) ou o
valor residual de um contrato de anuidade (positivo). Se omitido, presume-se que é
0.
ÂÂ a-pagamento:  Um argumento opcional que especifica se os pagamentos são
devidos no início ou no fim de cada período. A maior parte de hipotecas e outros
empréstimos requerem o primeiro pagamento no final do primeiro período (0), que
é o predefinido. A maior parte dos pagamentos de aluguer e renda, e outros tipos
de pagamentos, são devidos no início de cada período (1).
fim (0 ou omitido):  Os pagamentos são devidos no fim de cada período.

Capítulo 6    Funções financeiras 129


começo (1):  Os pagamentos são devidos no início de cada período.

Exemplo
Neste exemplo, a função PGTO é utilizada para determinar o pagamento fixo tendo em conta os
factos apresentados relativos ao empréstimo.
A função determina o valor de –$1.610,21, que representa o pagamento fixo (negativo porque trata-se
de um cash outflow) que teria de fazer por este empréstimo.

  taxa-periódica períodos-num valor-actual valor-futuro a-pagamento


=PGTO(B2; C2; D2; =0,06/12 =10*12 200000 -100000 0
E2; F2)

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“VF” na página 151

“IPGTO” na página 118

“NPER” na página 127

“PPGTO” na página 134

“VA” na página 147

“TAXA” na página 141

“Exemplo de uma tabela de amortização de um empréstimo” na página 350

“Como seleccionar as funções de valor temporal do dinheiro a utilizar” na página 345

“Argumentos comuns utilizados em funções financeiras” na página 336

“Lista de funções financeiras” na página 96

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

PGTOCAPACUM
A função PGTOCAPACUM calcula o capital cumulativo incluído em pagamentos de
empréstimos e anuidades durante um intervalo de tempo seleccionado com base em
pagamentos periódicos fixos e numa taxa de juro fixa.

130 Capítulo 6    Funções financeiras


PGTOCAPACUM(taxa-periódica; períodos-num; valor-actual; começar-por; período-final;
cum-a-pagamento)
ÂÂ taxa-periódica:  A taxa de juro por período. taxa-periódica é um valor numérico
e é introduzido como valor decimal (por exemplo, 0,08) ou com um sinal de
percentagem (por exemplo, 8%).
ÂÂ períodos-num:  O número de períodos. períodos-num é um valor numérico e tem de
ser superior ou igual a 0.
ÂÂ valor-actual:  O valor do investimento inicial ou a quantia do empréstimo ou
anuidade. valor-actual é um valor numérico. No tempo 0, um montante recebido
é um montante positivo e um montante investido é um montante negativo. Por
exemplo, poderia ser um montante adquirido por empréstimo (positivo) ou o
pagamento inicial efectuado no âmbito de um contrato de anuidade (negativo).
ÂÂ começar-por:  Primeiro período a incluir no cálculo. começar-por é um valor
numérico.
ÂÂ período-final:  Último período a incluir no cálculo. período-final é um valor numérico
e tem de ser superior a = e superior a começar-por.
ÂÂ a-pagamento:  Especifica se os pagamentos devem ser efectuados no início ou no
final de cada período.
fim (0):  Os pagamentos são devidos no fim de cada período.
começo (1):  Os pagamentos são devidos no início de cada período.

Exemplos
Normalmente considera-se que o montante da redução do capital de um empréstimo é mais elevado
nos últimos anos do que nos primeiros. Este exemplo demonstra o quão elevado poderá ser nos
primeiros anos. Imagine uma hipoteca com um empréstimo inicial no valor de $550.000, uma taxa de
juro de 6% e um prazo de 30 anos.
A função PGTOCAPACUM pode ser utilizada para calcular os juros para qualquer período. Na
seguinte tabela, a função PGTOCAPACUM foi utilizada para determinar o capital pago no primeiro
ano (pagamentos 1 até 12) e no último ano (pagamentos 349 até 360) do prazo do empréstimo.
O resultado da função é $6.754,06 e $38.313,75 respectivamente. O montante de capital pago no
primeiro ano é apenas cerca de 18% do montante de capital pago no último ano.

  taxa-periódica períodos-num valor-actual começar-por período-final a-pagamento


=PGTOCAPACUM =0,06/12 360 =550000 1 12 0
(B2; C2; D2; E2; F2;
G2)
=PGTOCAPACUM          349 360   
(B2; C2; D2; E3; F3;
G2)

Capítulo 6    Funções financeiras 131


Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“PGTOJURACUM” na página 132 

“IPGTO” na página 118

“PGTO” na página 129

“PPGTO” na página 134

“Exemplo de uma tabela de amortização de um empréstimo” na página 350

“Argumentos comuns utilizados em funções financeiras” na página 336

“Lista de funções financeiras” na página 96

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

PGTOJURACUM
A função PGTOJURACUM calcula os juros cumulativos incluídos em pagamentos de
empréstimos e anuidades durante um intervalo de tempo seleccionado com base em
pagamentos periódicos fixos e numa taxa de juro fixa.

PGTOJURACUM(taxa-periódica; períodos-num; valor-actual; começar-por; período-final;


a-pagamento)
ÂÂ taxa-periódica:  A taxa de juro por período. taxa-periódica é um valor numérico
e é introduzido como valor decimal (por exemplo, 0,08) ou com um sinal de
percentagem (por exemplo, 8%).
ÂÂ períodos-num:  O número de períodos. períodos-num é um valor numérico e tem de
ser superior ou igual a 0.
ÂÂ valor-actual:  O valor do investimento inicial ou a quantia do empréstimo ou
anuidade. valor-actual é um valor numérico. No tempo 0, um montante recebido
é um montante positivo e um montante investido é um montante negativo. Por
exemplo, poderia ser um montante adquirido por empréstimo (positivo) ou o
pagamento inicial efectuado no âmbito de um contrato de anuidade (negativo).
ÂÂ começar-por:  Primeiro período a incluir no cálculo. começar-por é um valor
numérico.
ÂÂ período-final:  Último período a incluir no cálculo. período-final é um valor numérico
e tem de ser superior a = e superior a começar-por.
ÂÂ a-pagamento:  Especifica se os pagamentos devem ser efectuados no início ou no
final de cada período.

132 Capítulo 6    Funções financeiras


fim (0):  Os pagamentos são devidos no fim de cada período.
começo (1):  Os pagamentos são devidos no início de cada período.

Notas de utilização
ÂÂ Se liquidação for antes de primeiro, a função tem como resultado os juros
acumulados desde a emissão. Se liquidação for depois de primeiro, a função tem
como resultado os juros acumulados desde a data de pagamento do cupão
imediatamente antes da liquidação.
ÂÂ Utilize a função JUROSACUM para um título que pague juros apenas na maturidade.

Exemplos
Normalmente considera-se que o montante de juros pago num empréstimo é mais elevado nos
primeiros anos, em comparação com os últimos anos. Este exemplo demonstra o quão elevados
poderão ser nos primeiros anos. Imagine uma hipoteca com um empréstimo inicial no valor de
$550.000, uma taxa de juro de 6% e um prazo de 30 anos.
A função PGTOJURACUM pode ser utilizada para calcular os juros para qualquer período. Na seguinte
tabela, a função PGTOJURACUM foi utilizada para determinar os juros do primeiro ano (pagamentos
1 até 12) e do último ano (pagamentos 349 até 360) do prazo do empréstimo. O resultado da função
é $32.816,27 e $1.256,58 respectivamente. O montante de juros pago no primeiro ano é mais do que
26 vezes superior aos juros pagos no último ano.

  taxa-periódica períodos-num valor-actual começar-por período-final a-pagamento


=PGTOJURACUM =0,06/12 360 =550000 1 12 0
(B2; C2; D2; E2;
F2; G2)
=PGTOJURACUM          349 360   
(B2; C2; D2; E3;
F3; G2)

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“PGTOCAPACUM” na página 130

“IPGTO” na página 118

“PGTO” na página 129

“PPGTO” na página 134

“Exemplo de uma tabela de amortização de um empréstimo” na página 350

“Argumentos comuns utilizados em funções financeiras” na página 336

“Lista de funções financeiras” na página 96

“Tipos de valores” na página 38

Capítulo 6    Funções financeiras 133


“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

PPGTO
A função PPGTO calcula a parcela de capital de um pagamento especificado de um
empréstimo ou de uma anuidade com base em pagamentos periódicos fixos e numa
taxa de juro fixa.

PPGTO(taxa-periódica; período; períodos-num; valor-actual; valor-futuro; a-pagamento)


ÂÂ taxa-periódica:  A taxa de juro por período. taxa-periódica é um valor numérico
e é introduzido como valor decimal (por exemplo, 0,08) ou com um sinal de
percentagem (por exemplo, 8%).
ÂÂ período:  O período de pagamento para o qual pretende calcular a quantia de
capital ou juros. período é um número e tem de ser superior a 0.
ÂÂ períodos-num:  O número de períodos. períodos-num é um valor numérico e tem de
ser superior ou igual a 0.
ÂÂ valor-actual:  O valor do investimento inicial ou a quantia do empréstimo ou
anuidade. valor-actual é um valor numérico. No tempo 0, um montante recebido
é um montante positivo e um montante investido é um montante negativo. Por
exemplo, poderia ser um montante adquirido por empréstimo (positivo) ou o
pagamento inicial efectuado no âmbito de um contrato de anuidade (negativo).
ÂÂ valor-futuro:  Um argumento opcional que representa o valor do investimento ou
restante valor em dinheiro da anuidade (quantia positiva), ou o balanço residual
do empréstimo (quantia negativa), após o pagamento final. valor-futuro é um
valor numérico. no final do período de investimento, um montante recebido é um
montante positivo e um montante investido é um montante negativo. Por exemplo,
poderia ser um pagamento concentrado devido num empréstimo (negativo) ou o
valor residual de um contrato de anuidade (positivo). Se omitido, presume-se que é
0.
ÂÂ a-pagamento:  Um argumento opcional que especifica se os pagamentos são
devidos no início ou no fim de cada período. A maior parte de hipotecas e outros
empréstimos requerem o primeiro pagamento no final do primeiro período (0), que
é o predefinido. A maior parte dos pagamentos de aluguer e renda, e outros tipos
de pagamentos, são devidos no início de cada período (1).
fim (0 ou omitido):  Os pagamentos são devidos no fim de cada período.
começo (1):  Os pagamentos são devidos no início de cada período.

134 Capítulo 6    Funções financeiras


Exemplo
Neste exemplo, a função PPGTO é utilizada para determinar a parcela de capital do primeiro
pagamento do terceiro ano do prazo de empréstimo (pagamento 25), tendo em conta os factos
apresentados relativos ao empréstimo. O resultado da função é aproximadamente –$687,80, que
representa a parcela de capital do pagamento 25.

  taxa-periódica período períodos-num valor-actual valor-futuro a-pagamento


=PPGTO(B2; C2; =0,06/12 25 =10*12 200000 -100000 0
D2; E2; F2; G2)

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“PGTOJURACUM” na página 132

“PGTOCAPACUM” na página 130

“IPGTO” na página 118

“PGTO” na página 129

“Exemplo de uma tabela de amortização de um empréstimo” na página 350

“Como seleccionar as funções de valor temporal do dinheiro a utilizar” na página 345

“Argumentos comuns utilizados em funções financeiras” na página 336

“Lista de funções financeiras” na página 96

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

PREÇO
A função PREÇO calcula o preço de um título que paga juros periódicos por cada $100
de valor nominal de amortização.

PREÇO(liquidação; maturidade; taxa-anual; lucro-anual; amortização; frequência; base-


dias)
ÂÂ liquidação:  A data de liquidação. liquidação é um valor de data/hora. A data de
liquidação é normalmente um ou mais dias depois da data da transacção.
ÂÂ maturidade:  A data de maturidade do título. maturidade é um valor de data/hora.
Tem de ser posterior à liquidação.

Capítulo 6    Funções financeiras 135


ÂÂ taxa-anual:  A taxa anual do cupão ou taxa de juro anual indicada do título. taxa-
anual é um valor numérico e é introduzido como valor decimal (por exemplo, 0,08)
ou com um sinal de percentagem (por exemplo, 8%).
ÂÂ lucro-anual:  O lucro anual do título. lucro-anual é um valor numérico e é
introduzido como valor decimal (por exemplo, 0,08) ou com um sinal de
percentagem (por exemplo, 8%).
ÂÂ amortização:  O valor de amortização por cada $100 de valor nominal.. amortização
é um valor numérico e tem de ser superior a 0. amortização é o montante a receber
por $100 de valor nominal. Frequentemente é 100, ou seja, o valor de amortização
do título é igual ao respectivo valor nominal.
ÂÂ frequência:  O número de pagamentos de cupões por ano.
anual (1):  Um pagamento por ano.
semianual (2):  Dois pagamentos por ano.
trimestral (4):  Quatro pagamentos por ano.
ÂÂ base-dias:  Um argumento opcional que especifica o número de dias por mês e o
número de dias por ano utilizados nos cálculos.
30/360 (0 ou omitido):  Meses de 30 dias, anos de 360 dias, com o método NASD de
anotação de datas que calham no dia 31 do mês.
reais/reais (1):  Dias reais por mês, dias reais por ano.
reais/360 (2):  Dias reais por mês, em ano de 360 dias.
reais/365 (3):  Dias reais por mês, em ano de 365 dias.
30E/360 (4):  Meses de 30 dias, anos de 360 dias, com o método europeu de
anotação de datas que calham no dia 31 do mês (30/360 europeu).

Exemplo
Neste exemplo, a função PREÇO é utilizada para determinar o preço de compra ao negociar o título
hipotético descrito pelos valores enunciados. O título paga juros periódicos.
A função determina o valor de –$106,50, que representa o preço por $100 de valor nominal.

  liquidação maturidade taxa-anual lucro-anual amortização frequência base-dias


=PREÇO (B2; 05/01/2009 06/30/2015 0.065 0.0525 100 2 0
C2; D2; E2; F2;
G2; H2)

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“PREÇODESC” na página 137

“PREÇOVENC” na página 138

136 Capítulo 6    Funções financeiras


“LUCRO” na página 122

“Argumentos comuns utilizados em funções financeiras” na página 336

“Lista de funções financeiras” na página 96

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

PREÇODESC
A função PREÇODESC calcula o preço de um título que é vendido com desconto no
valor de amortização e não paga juros por cada $100 de valor nominal de amortização.

PREÇODESC(liquidação; maturidade; lucro-anual; amortização; base-dias)


ÂÂ liquidação:  A data de liquidação. liquidação é um valor de data/hora. A data de
liquidação é normalmente um ou mais dias depois da data da transacção.
ÂÂ maturidade:  A data de maturidade do título. maturidade é um valor de data/hora.
Tem de ser posterior à liquidação.
ÂÂ lucro-anual:  O lucro anual do título. lucro-anual é um valor numérico e é
introduzido como valor decimal (por exemplo, 0,08) ou com um sinal de
percentagem (por exemplo, 8%).
ÂÂ amortização:  O valor de amortização por cada $100 de valor nominal.. amortização
é um valor numérico e tem de ser superior a 0. amortização é o montante a receber
por $100 de valor nominal. Frequentemente é 100, ou seja, o valor de amortização
do título é igual ao respectivo valor nominal.
ÂÂ base-dias:  Um argumento opcional que especifica o número de dias por mês e o
número de dias por ano utilizados nos cálculos.
30/360 (0 ou omitido):  Meses de 30 dias, anos de 360 dias, com o método NASD de
anotação de datas que calham no dia 31 do mês.
reais/reais (1):  Dias reais por mês, dias reais por ano.
reais/360 (2):  Dias reais por mês, em ano de 360 dias.
reais/365 (3):  Dias reais por mês, em ano de 365 dias.
30E/360 (4):  Meses de 30 dias, anos de 360 dias, com o método europeu de
anotação de datas que calham no dia 31 do mês (30/360 europeu).

Capítulo 6    Funções financeiras 137


Exemplo
Neste exemplo, a função PREÇODESC é utilizada para determinar o preço de compra ao negociar
o título hipotético descrito pelos valores enunciados. O título não paga juros e é vendido com
desconto.
O resultado da função é aproximadamente –$65,98, que representa o preço por cada $100 de valor
nominal.

  liquidação maturidade desconto amortização base-dias


=PREÇODESC (B2; 05/01/2009 06/30/2015 0.0552 100 0
C2; D2; E2; F2)

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“PREÇO” na página 135

“PREÇOVENC” na página 138

“LUCRODESC” na página 124

“Argumentos comuns utilizados em funções financeiras” na página 336

“Lista de funções financeiras” na página 96

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

PREÇOVENC
A função PREÇOVENC calcula o preço de um título que paga juros apenas na
maturidade por cada $100 de valor nominal de amortização.

PREÇOVENC(liquidação; maturidade; emissão; taxa-anual; lucro-anual; base-dias)


ÂÂ liquidação:  A data de liquidação. liquidação é um valor de data/hora. A data de
liquidação é normalmente um ou mais dias depois da data da transacção.
ÂÂ maturidade:  A data de maturidade do título. maturidade é um valor de data/hora.
Tem de ser posterior à liquidação.
ÂÂ emissão:  A data em que o título foi primeiro emitido. emissão é um valor de data/
hora e das datas indicadas, tem de ser a primeira a ocorrer.
ÂÂ taxa-anual:  A taxa anual do cupão ou taxa de juro anual indicada do título. taxa-
anual é um valor numérico e é introduzido como valor decimal (por exemplo, 0,08)
ou com um sinal de percentagem (por exemplo, 8%).

138 Capítulo 6    Funções financeiras


ÂÂ lucro-anual:  O lucro anual do título. lucro-anual é um valor numérico e é
introduzido como valor decimal (por exemplo, 0,08) ou com um sinal de
percentagem (por exemplo, 8%).
ÂÂ base-dias:  Um argumento opcional que especifica o número de dias por mês e o
número de dias por ano utilizados nos cálculos.
30/360 (0 ou omitido):  Meses de 30 dias, anos de 360 dias, com o método NASD de
anotação de datas que calham no dia 31 do mês.
reais/reais (1):  Dias reais por mês, dias reais por ano.
reais/360 (2):  Dias reais por mês, em ano de 360 dias.
reais/365 (3):  Dias reais por mês, em ano de 365 dias.
30E/360 (4):  Meses de 30 dias, anos de 360 dias, com o método europeu de
anotação de datas que calham no dia 31 do mês (30/360 europeu).

Exemplo
Neste exemplo, a função PREÇOVENC é utilizada para determinar o preço de compra ao negociar
o título hipotético descrito pelos valores enunciados. O título paga juros apenas na maturidade. A
função determina o valor de –$99,002, que representa o preço por cada $100 de valor nominal.

  liquidação maturidade emissão taxa-anual lucro-anual base-dias


=PREÇOVENC 05/01/2009 06/30/2015 12/14/2008 0.065 0.06565 0
(B2; C2; D2; E2;
F2; G2)

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“PREÇO” na página 135

“PREÇODESC” na página 137

“LUCROVENC” na página 125

“Argumentos comuns utilizados em funções financeiras” na página 336

“Lista de funções financeiras” na página 96

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

Capítulo 6    Funções financeiras 139


RECEBIDO
A função RECEBIDO calcula o valor de maturidade de um título cujos juros são apenas
pagos na maturidade.

RECEBIDO(liquidação; maturidade; quantia-investir; taxa-anual; base-dias)


ÂÂ liquidação:  A data de liquidação. liquidação é um valor de data/hora. A data de
liquidação é normalmente um ou mais dias depois da data da transacção.
ÂÂ maturidade:  A data de maturidade do título. maturidade é um valor de data/hora.
Tem de ser posterior à liquidação.
ÂÂ quantia-investir:  A quantia investida no título. quantia-investir é um valor numérico
e tem de ser superior ou igual a 0.
ÂÂ taxa-anual:  A taxa anual do cupão ou taxa de juro anual indicada do título. taxa-
anual é um valor numérico e é introduzido como valor decimal (por exemplo, 0,08)
ou com um sinal de percentagem (por exemplo, 8%).
ÂÂ base-dias:  Um argumento opcional que especifica o número de dias por mês e o
número de dias por ano utilizados nos cálculos.
30/360 (0 ou omitido):  Meses de 30 dias, anos de 360 dias, com o método NASD de
anotação de datas que calham no dia 31 do mês.
reais/reais (1):  Dias reais por mês, dias reais por ano.
reais/360 (2):  Dias reais por mês, em ano de 360 dias.
reais/365 (3):  Dias reais por mês, em ano de 365 dias.
30E/360 (4):  Meses de 30 dias, anos de 360 dias, com o método europeu de
anotação de datas que calham no dia 31 do mês (30/360 europeu).

Exemplo
Neste exemplo, a função RECEBIDO é utilizada para determinar o montante recebido na maturidade
do título hipotético descrito pelos valores enunciados. O título paga juros apenas na maturidade. O
resultado da função é $1.651,83, o montante a ser recebido na maturidade, incluindo o capital e os
juros.

  liquidação maturidade quantia-investir taxa-anual base-dias


=RECEBIDO (B2; 05/01/2009 06/30/2015 990.02 0.065 0
C2; D2; E2; F2)

140 Capítulo 6    Funções financeiras


Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“TAXAJUROS” na página 143

“Argumentos comuns utilizados em funções financeiras” na página 336

“Lista de funções financeiras” na página 96

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

TAXA
A função TAXA calcula a taxa de juro de um investimento, empréstimo ou anuidade
com base numa série de cash-flows periódicos regulares (pagamentos de um
montante constante e todos os cash-flows em intervalos constantes) e numa taxa de
juro fixa.

TAXA(períodos-num; pagamento; valor-actual; valor-futuro; a-pagamento; estimativa)


ÂÂ períodos-num:  O número de períodos. períodos-num é um valor numérico e tem de
ser superior ou igual a 0.
ÂÂ pagamento:  O pagamento efectuado ou quantia recebida por período. pagamento
é um valor numérico. Em cada período, um montante recebido é um montante
positivo e um montante investido é um montante negativo. Por exemplo, poderia
ser um pagamento mensal de um empréstimo (negativo) ou o pagamento
periódico recebido no âmbito de uma anuidade (positivo).
ÂÂ valor-actual:  O valor do investimento inicial ou a quantia do empréstimo ou
anuidade. valor-actual é um valor numérico. No tempo 0, um montante recebido
é um montante positivo e um montante investido é um montante negativo. Por
exemplo, poderia ser um montante adquirido por empréstimo (positivo) ou o
pagamento inicial efectuado no âmbito de um contrato de anuidade (negativo).
ÂÂ valor-futuro:  Um argumento opcional que representa o valor do investimento ou
restante valor em dinheiro da anuidade (quantia positiva), ou o balanço residual
do empréstimo (quantia negativa), após o pagamento final. valor-futuro é um
valor numérico. no final do período de investimento, um montante recebido é um
montante positivo e um montante investido é um montante negativo. Por exemplo,
poderia ser um pagamento concentrado devido num empréstimo (negativo) ou o
valor residual de um contrato de anuidade (positivo).

Capítulo 6    Funções financeiras 141


ÂÂ a-pagamento:  Um argumento opcional que especifica se os pagamentos são
devidos no início ou no fim de cada período. A maior parte de hipotecas e outros
empréstimos requerem o primeiro pagamento no final do primeiro período (0), que
é o predefinido. A maior parte dos pagamentos de aluguer e renda, e outros tipos
de pagamentos, são devidos no início de cada período (1).
fim (0 ou omitido):  Os pagamentos são devidos no fim de cada período.
começo (1):  Os pagamentos são devidos no início de cada período.
ÂÂ estimativa:  Um argumento opcional que especifica a estimativa inicial da taxa de
rentabilidade. estimativa é um valor numérico e é introduzido como valor decimal
(por exemplo, 0,08) ou com um sinal de percentagem (por exemplo, 8%). Se omitida,
é considerada 10%. Se o valor predefinido não resultar numa solução, experimente
inicialmente um valor positivo maior. Se isto não der um resultado, experimente um
valor negativo pequeno. O valor mínimo permitido é -1.

Exemplo
Imagine que está a planear a educação universitária da sua filha. Ela acabou de fazer 3 anos e espera
que ela entre na universidade dentro de 15 anos. Pensa que será necessário ter $150.000 de parte
numa conta poupança na altura em que ela entrar na universidade. Pode colocar hoje de parte
$50.000 e fazer um reforço da conta no valor de $200 no final de cada mês. Ao longo dos próximos
15 anos, prevê-se que a conta poupança cresça a uma taxa de juro anual de 4,5%, sendo os juros
pagos mensalmente.
Com a função TAXA, é possível determinar a taxa que tem de obter na conta poupança de modo
a atingir $150.000 na altura em que a sua filha entrar na universidade. Com base nas suposições
fornecidas, a taxa resultante da função é de aproximadamente 0,377% por mês, uma vez que
períodos-num era mensal, ou 4,52% por ano.

  períodos-num pagamento valor-actual valor-futuro a-pagamento estimativa


=TAXA(B2; C2; =15*12 -200 -50000 150000 1 =0,1/12
D2; E2; F2; G2)

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“VF” na página 151

“TIR” na página 144

“NPER” na página 127

“PGTO” na página 129

“VA” na página 147

“Como seleccionar as funções de valor temporal do dinheiro a utilizar” na página 345

“Argumentos comuns utilizados em funções financeiras” na página 336

142 Capítulo 6    Funções financeiras


“Lista de funções financeiras” na página 96

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

TAXAJUROS
A função TAXAJUROS calcula a taxa de juro anual efectiva em relação a um título cujos
juros são apenas pagos na maturidade.

TAXAJUROS(liquidação; maturidade; quantia-investir; amortização; base-dias)


ÂÂ liquidação:  A data de liquidação. liquidação é um valor de data/hora. A data de
liquidação é normalmente um ou mais dias depois da data da transacção.
ÂÂ maturidade:  A data de maturidade do título. maturidade é um valor de data/hora.
Tem de ser posterior à liquidação.
ÂÂ quantia-investir:  A quantia investida no título. quantia-investir é um valor numérico
e tem de ser superior ou igual a 0.
ÂÂ amortização:  O valor de amortização por cada $100 de valor nominal.. amortização
é um valor numérico e tem de ser superior a 0. amortização é o montante a receber
por $100 de valor nominal. Frequentemente é 100, ou seja, o valor de amortização
do título é igual ao respectivo valor nominal.
ÂÂ base-dias:  Um argumento opcional que especifica o número de dias por mês e o
número de dias por ano utilizados nos cálculos.
30/360 (0 ou omitido):  Meses de 30 dias, anos de 360 dias, com o método NASD de
anotação de datas que calham no dia 31 do mês.
reais/reais (1):  Dias reais por mês, dias reais por ano.
reais/360 (2):  Dias reais por mês, em ano de 360 dias.
reais/365 (3):  Dias reais por mês, em ano de 365 dias.
30E/360 (4):  Meses de 30 dias, anos de 360 dias, com o método europeu de
anotação de datas que calham no dia 31 do mês (30/360 europeu).

Exemplo
Neste exemplo, a função TAXAJUROS é utilizada para determinar a taxa de juro anual efectiva do
título hipotético descrito pelos valores enunciados. O título paga juros apenas na maturidade. O
resultado da função é aproximadamente 10,85%.

  liquidação maturidade quantia-investir nominal base-dias


=TAXAJUROS(B2; 05/01/2009 06/30/2015 990.02 1651.83 0
C2; D2; E2; F2)

Capítulo 6    Funções financeiras 143


Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“RECEBIDO” na página 140

“Argumentos comuns utilizados em funções financeiras” na página 336

“Lista de funções financeiras” na página 96

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

TIR
A função TIR tem como resultado a taxa interna de rentabilidade de um investimento
que se baseia numa série de cash-flows potencialmente irregulares (pagamentos que
não precisam de ser um montante constante) que ocorrem em intervalos de tempo
regulares.

TIR(intervalo-flows; estimativa)
ÂÂ intervalo-flows:  Uma colecção que contém os valores de cash-flow. intervalo-flows é
uma colecção que contém valores numéricos. A receita (cash inflow) é especificada
como um número positivo e uma despesa (um cash outflow) é especificada como
um número negativo. A colecção tem de incluir, pelo menos, um valor positivo e
um negativo. Os cash-flows têm de ser especificados por ordem cronológica e em
intervalos regulares (por exemplo, todos os meses). Se um período não tiver um
cash-flow, use 0 para esse período.
ÂÂ estimativa:  Um argumento opcional que especifica a estimativa inicial da taxa de
rentabilidade. estimativa é um valor numérico e é introduzido como valor decimal
(por exemplo, 0,08) ou com um sinal de percentagem (por exemplo, 8%). Se omitida,
é considerada 10%. Se o valor predefinido não resultar numa solução, experimente
inicialmente um valor positivo maior. Se isto não der um resultado, experimente um
valor negativo pequeno. O valor mínimo permitido é -1.

Notas de utilização
ÂÂ Se os cash-flows (fluxos monetários) periódicos forem iguais, considere utilizar a
função VAL.

144 Capítulo 6    Funções financeiras


Exemplo 1
Imagine que está a planear a educação universitária da sua filha. Ela acabou de fazer 13 anos e espera
que ela entre na universidade dentro de 5 anos. Tem $75.000 para colocar numa conta poupança
hoje e fará um reforço da conta com o bónus que receberá da entidade patronal no final de cada
ano. Tendo em conta que espera um aumento do bónus em cada ano, prevê que seja possível
colocar de parte $5.000, $7.000, $8.000, $9.000 e $10.000, respectivamente, no final de cada um dos
próximos 5 anos. Pensa que será necessário ter $150.000 de parte para a educação da sua filha na
altura em que ela entrar na universidade.
Com a função TIR, é possível determinar a taxa que precisará de receber por montantes investidos de
forma a ter $150.000. Com base nas suposições indicadas, a taxa seria 5,70%.

  Depósito Ano 1 Ano 2 Ano 3 Ano 4 Ano 5 Montante


inicial necessário
=TIR(B2:H2) -75000 -5000 -7000 -8000 -9000 -10000 150000

Exemplo 2
Imagine que lhe surge uma oportunidade de investimento numa parceria. O investimento inicial
necessário é $50.000. Dado que a parceria está ainda a desenvolver o produto, é necessário investir
adicionalmente $25.000 e $10.000 no final do primeiro e do segundo ano respectivamente. No
terceiro ano, a parceria prevê ser autofinanciada, mas sem retorno de qualquer dinheiro aos
investidores. No quarto e quinto ano, está previsto os investidores receberem $10.000 e $30.000
respectivamente. No final do sexto ano, a empresa espera vender e está previsto os investidores
receberem $100.000.
Com a função TIR, é possível determinar a taxa prevista de retorno com este investimento. Com base
nas suposições indicadas, a taxa seria de 10,24%.

  Depósito Ano 1 Ano 2 Ano 3 Ano 4 Ano 5 Produto das


inicial vendas
=TIR(B2:H2) -50000 -25000 -10000 0 10000 30000 100000

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“TLIM” na página 146

“VAL” na página 150

“Como seleccionar as funções de valor temporal do dinheiro a utilizar” na página 345

“Argumentos comuns utilizados em funções financeiras” na página 336

“Lista de funções financeiras” na página 96

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

Capítulo 6    Funções financeiras 145


“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

TLIM
A função TLIM tem como resultado a taxa interna de rentabilidade modificada de
um investimento que se baseia numa série de cash-flows potencialmente irregulares
(pagamentos que não precisam de ser um montante constante) que ocorrem em
intervalos de tempo regulares. A taxa ganha em cash-flows positivos e a taxa paga
para financiamento de cash-flows negativos podem diferir.

TLIM(intervalo-flows; taxa-finanças; taxa-reinvestir)


ÂÂ intervalo-flows:  Uma colecção que contém os valores de cash-flow. intervalo-flows é
uma colecção que contém valores numéricos. A receita (cash inflow) é especificada
como um número positivo e uma despesa (um cash outflow) é especificada como
um número negativo. A colecção tem de incluir, pelo menos, um valor positivo e
um negativo. Os cash-flows têm de ser especificados por ordem cronológica e em
intervalos regulares (por exemplo, todos os meses). Se um período não tiver um
cash-flow, use 0 para esse período.
ÂÂ taxa-finanças:  Taxa de juros paga por cash-flow negativo (outflow). taxa-finanças
é um valor numérico que é introduzido como valor decimal (por exemplo, 0,08)
ou com um sinal de percentagem (por exemplo, 8%) e representa a taxa à qual os
montantes investidos (cash-flows negativos) podem ser financiados. Por exemplo,
poderá ser utilizado o custo de capital de uma empresa.
ÂÂ taxa-reinvestir:  Taxa à qual o cash-flow positivo (inflow) pode ser reinvestido. taxa-
reinvestir é um valor numérico que é introduzido como valor decimal (por exemplo,
0,08) ou com um sinal de percentagem (por exemplo, 8%) e representa a taxa à qual
os montantes recebidos (cash-flows positivos) podem ser reinvestidos. Por exemplo,
poderá ser utilizada a taxa de investimento a curto prazo de uma empresa.

Notas de utilização
ÂÂ Os cash-flows devem ter intervalos regulares. Se não existir qualquer cash-flow num
determinado período, utilize 0.

Exemplo 1
Imagine que lhe surge uma oportunidade de investimento numa parceria. O investimento inicial
necessário é $50.000. Dado que a parceria está ainda a desenvolver o produto, é necessário investir
adicionalmente $25.000 e $10.000 no final do primeiro e do segundo ano respectivamente. No
terceiro ano, a parceria prevê ser autofinanciada, mas sem retorno de qualquer dinheiro aos
investidores. No quarto e quinto ano, está previsto os investidores receberem $10.000 e $30.000
respectivamente. No final do sexto ano, a empresa espera vender e está previsto os investidores
receberem $100.000. Imagine que pode actualmente pode tomar dinheiro de empréstimo a 9,00%
(taxa-finanças) e pode ganhar 4,25% em poupanças de curto prazo (taxa-reinvestir).
Com a função TIR, é possível determinar a taxa prevista de retorno com este investimento. Com base
nas suposições indicadas, a taxa seria de aproximadamente 9,75%.

146 Capítulo 6    Funções financeiras


  Depósito Ano 1 Ano 2 Ano 3  Ano 4 Ano 5 Produto das
inicial vendas
=TLIM (B2:H2; -50000 -25000 -10000 0 10000 30000 100000
0.09; 0.0425)

Exemplo 2
Imagine os mesmos factores do exemplo 1 mas, em vez de colocar os cash-flows em células
individuais, especifica os cash-flows como uma constante de tabela. A função TLIM seria então a
seguinte.
=TLIM({-50000; -25000; -10000; 0; 10000; 30000; 100000}; 0,09; 0,0425) tem como resultado
aproximadamente 9,75%.

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“TIR” na página 144

“VAL” na página 150

“VA” na página 147

“Como seleccionar as funções de valor temporal do dinheiro a utilizar” na página 345

“Argumentos comuns utilizados em funções financeiras” na página 336

“Lista de funções financeiras” na página 96

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

VA
A função VA calcula o valor actual de um investimento ou uma anuidade com
base numa série de cash-flows periódicos regulares (pagamentos de um montante
constante e todos os cash-flows em intervalos constantes) e numa taxa de juro fixa.

VA(taxa-periódica; períodos-num; pagamento; valor-futuro; a-pagamento)


ÂÂ taxa-periódica:  A taxa de juro por período. taxa-periódica é um valor numérico
e é introduzido como valor decimal (por exemplo, 0,08) ou com um sinal de
percentagem (por exemplo, 8%).
ÂÂ períodos-num:  O número de períodos. períodos-num é um valor numérico e tem de
ser superior ou igual a 0.

Capítulo 6    Funções financeiras 147


ÂÂ pagamento:  O pagamento efectuado ou quantia recebida por período. pagamento
é um valor numérico. Em cada período, um montante recebido é um montante
positivo e um montante investido é um montante negativo. Por exemplo, poderia
ser um pagamento mensal de um empréstimo (negativo) ou o pagamento
periódico recebido no âmbito de uma anuidade (positivo).
ÂÂ valor-futuro:  Um argumento opcional que especifica o valor do investimento ou
restante valor em dinheiro da anuidade (quantia positiva), ou o balanço residual
do empréstimo (quantia negativa), após o pagamento final. valor-futuro é um
valor numérico. no final do período de investimento, um montante recebido é um
montante positivo e um montante investido é um montante negativo. Por exemplo,
poderia ser um pagamento concentrado devido num empréstimo (negativo) ou o
valor residual de um contrato de anuidade (positivo).
ÂÂ a-pagamento:  Um argumento opcional que especifica se os pagamentos são
devidos no início ou no fim de cada período. A maior parte de hipotecas e outros
empréstimos requerem o primeiro pagamento no final do primeiro período (0), que
é o predefinido. A maior parte dos pagamentos de aluguer e renda, e outros tipos
de pagamentos, são devidos no início de cada período (1).
fim (0 ou omitido):  Os pagamentos são devidos no fim de cada período.
começo (1):  Os pagamentos são devidos no início de cada período.

Notas de utilização
ÂÂ A taxa-periódica é especificada através de um horizonte temporal de períodos-num.
Por exemplo, se períodos-num representar meses e a taxa de juros anual for 8%, a
taxa-periódica tem de ser especificada como 0,00667 ou 0,667% (0,08 dividido por
12).
ÂÂ Se o pagamento for especificado e não existir um valor de investimento, valor em
dinheiro, ou balanço residual do empréstimo, o valor-futuro pode ser omitido.
ÂÂ Se o pagamento for omitido, é necessário incluir o valor-futuro.

Exemplo 1
Imagine que está a planear a educação universitária da sua filha. Ela acabou de fazer 3 anos e
espera que ela entre na universidade dentro de 15 anos. Pensa que será necessário ter $150.000 de
parte numa conta poupança na altura em que ela entrar na universidade. Pode fazer um reforço da
conta no valor de $200 no final de cada mês. Ao longo dos próximos 15 anos, prevê-se que a conta
poupança cresça a uma taxa de juro anual de 4,5%, sendo os juros pagos mensalmente.
Com a função VA, é possível determinar o montante que deve ser depositado nesta conta poupança
hoje de modo que o valor na conta poupança atinja $150.000 na altura que a sua filha entre na
universidade. Com base nas suposições indicadas, a função tem como resultado –$50.227,88, sendo
este o montante que tem de ser hoje depositado (o resultado da função é negativo porque o
depósito na conta poupança hoje é um cash outflow).

148 Capítulo 6    Funções financeiras


  taxa-periódica períodos-num pagamento valor-futuro a-pagamento
=VA(B2; C2; D2; =0,045/12 =15*12 -200 150000 1
E2; F2)

Exemplo 2
Neste exemplo, surge-lhe uma oportunidade de investimento. A oportunidade é investir hoje
num título emitido abaixo do valor nominal, não tendo depois nada a pagar ou a receber até à
maturidade (vencimento) do título. O título emitido abaixo do valor nominal vence em 14 anos e tem
um valor de amortização de $100.000. Como alternativa, poderia deixar o seu dinheiro numa conta
poupança indexada ao mercado monetário em que teria um lucro anual previsto de 5,25%.
Com a função VA, é possível determinar o montante máximo que deveria estar disposto a pagar
hoje por este título emitido abaixo do valor nominal, partindo do princípio de que deseja uma taxa
de juro pelo menos tão atractiva como aquela que espera obter na sua conta com taxa indexada ao
mercado monetário. Com base nas suposições fornecidas, seria –$48.852,92 (o resultado da função é
um valor negativo uma vez que se trata de um cash outflow).

  taxa-periódica períodos-num pagamento valor-futuro a-pagamento


=VA(B2; C2; D2; 0.0525 14 0 100000 1
E2; F2)

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“VF” na página 151

“TIR” na página 144

“NPER” na página 127

“PGTO” na página 129

“TAXA” na página 141

“Como seleccionar as funções de valor temporal do dinheiro a utilizar” na página 345

“Argumentos comuns utilizados em funções financeiras” na página 336

“Lista de funções financeiras” na página 96

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

Capítulo 6    Funções financeiras 149


VAL
A função VAL calcula o valor actual líquido de um investimento com base numa
série de cash-flows potencialmente irregulares que ocorrem em intervalos de tempo
regulares.

VAL(taxa-periódica-desconto; cash-flow; cash-flow…)


ÂÂ taxa-periódica-desconto:  A taxa de desconto por período. taxa-periódica-desconto
é um valor numérico e é introduzido como valor decimal (por exemplo, 0,08) ou
com um sinal de percentagem (por exemplo, 8%). taxa-periódica-desconto tem de
ser superior ou igual a 0.
ÂÂ cash-flow:   O cash-flow. cash-flow é um valor numérico. Um valor positivo
representa receita (cash inflow). Um valor negativo representa uma despesa (cash
outflow). Os cash-flows devem ter intervalos regulares.
ÂÂ cash-flow…:  Incluir opcionalmente um ou mais cash-flows adicionais.

Notas de utilização
ÂÂ taxa-periódica-desconto é especificada com o mesmo horizonte temporal que é
utilizado para os cash-flows. Por exemplo, se os cash-flows forem mensais e a taxa
de desconto anual for 8%, a taxa-periódica-desconto tem de ser especificada como
0,00667 ou 0,667% (0,08 dividido por 12).
ÂÂ Se os cash-flows forem irregulares, utilize a função TIR.

Exemplo
Imagine que lhe surge uma oportunidade de investimento numa parceria. Dado que a parceria está
ainda a desenvolver o produto, é necessário investir adicionalmente $25.000 e $10.000 no final do
primeiro e do segundo ano respectivamente. No terceiro ano, a parceria prevê ser autofinanciada,
mas sem retorno de qualquer dinheiro aos investidores. No quarto e quinto ano, está previsto os
investidores receberem $10.000 e $30.000 respectivamente. No final do sexto ano, a empresa espera
vender e está previsto os investidores receberem $100.000. Para investir, deseja atingir um retorno
anual de, pelo menos, 10%.
Com a função VAL, é possível determinar o montante máximo que está disposto a investir
inicialmente. Com base nas suposições indicadas, a VAL seria de $50.913,43. Por conseguinte, se o
investimento inicial necessário for igual ou inferior a este valor, esta oportunidade corresponde ao
seu objectivo de 10%.

  taxa- Ano 1 Ano 2 Ano 3 Ano 4 Ano 5 Produto das


periódica vendas
=VAL(B2; 0.10 -25000 -10000 0 10000 30000 100000
C2:H2)

Tópicos relacionados
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“TIR” na página 144

150 Capítulo 6    Funções financeiras


“VA” na página 147

“Como seleccionar as funções de valor temporal do dinheiro a utilizar” na página 345

“Argumentos comuns utilizados em funções financeiras” na página 336

“Lista de funções financeiras” na página 96

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

VF
A função VF calcula o valor futuro de um investimento com base numa série de cash-
flows periódicos regulares (pagamentos de um montante constante e todos os cash-
flows em intervalos constantes) e numa taxa de juro fixa.

VF(taxa-periódica; períodos-num; pagamento; valor-actual; a-pagamento)


ÂÂ taxa-periódica:  A taxa de juro por período. taxa-periódica é um valor numérico
e é introduzido como valor decimal (por exemplo, 0,08) ou com um sinal de
percentagem (por exemplo, 8%).
ÂÂ períodos-num:  O número de períodos. períodos-num é um valor numérico e tem de
ser superior ou igual a 0.
ÂÂ pagamento:  O pagamento efectuado ou quantia recebida por período. pagamento
é um valor numérico. Em cada período, um montante recebido é um montante
positivo e um montante investido é um montante negativo. Por exemplo, poderia
ser um pagamento mensal de um empréstimo (negativo) ou o pagamento
periódico recebido no âmbito de uma anuidade (positivo).
ÂÂ valor-actual:  Um argumento opcional que especifica o valor do investimento inicial
ou a quantia do empréstimo ou anuidade. valor-actual é um valor numérico. No
tempo 0, um montante recebido é um montante positivo e um montante investido
é um montante negativo. Por exemplo, poderia ser um montante adquirido por
empréstimo (positivo) ou o pagamento inicial efectuado no âmbito de um contrato
de anuidade (negativo).
ÂÂ a-pagamento:  Um argumento opcional que especifica se os pagamentos são
devidos no início ou no fim de cada período. A maior parte de hipotecas e outros
empréstimos requerem o primeiro pagamento no final do primeiro período (0), que
é o predefinido. A maior parte dos pagamentos de aluguer e renda, e outros tipos
de pagamentos, são devidos no início de cada período (1).
fim (0 ou omitido):  Os pagamentos são devidos no fim de cada período.
começo (1):  Os pagamentos são devidos no início de cada período.

Capítulo 6    Funções financeiras 151


Notas de utilização
ÂÂ Se pagamento for especificado e não existir qualquer investimento inicial, é possível
omitir o valor-actual.

Exemplo 1
Imagine que está a planear a educação universitária da sua filha. Ela acabou de fazer 3 anos e espera
que ela entre na universidade dentro de 15 anos. Tem $50.000 para colocar numa conta poupança
hoje e pode fazer um reforço da conta no valor de $200 no final de cada mês. Ao longo dos próximos
15 anos, prevê-se que a conta poupança cresça a uma taxa de juro anual de 4,5%, sendo os juros
pagos mensalmente.
Com a função VF, é possível determinar o valor previsto da conta poupança na altura em que a sua
filha entra na universidade. Com base nas suposições indicadas, seria $149.553,00.

  taxa-periódica períodos-num pagamento valor-actual a-pagamento


=VF(B2; C2; D2; =0,045/12 =15*12 -200 -50000 1
E2; F2)

Exemplo 2
Imagine que lhe surge uma oportunidade de investimento. A oportunidade requer que invista hoje
$50.000 num título emitido abaixo do valor nominal e nada mais. O título emitido abaixo do valor
nominal vence em 14 anos e tem um valor de amortização de $100.000. Como alternativa, poderia
deixar o seu dinheiro numa conta poupança indexada ao mercado monetário em que teria um lucro
anual previsto de 5,25%.
Uma forma de avaliar esta oportunidade seria considerar o quanto valeriam os $50.000 no final do
período de investimento e comparar isso com o valor de amortização do título.
Com a função VF, é possível determinar o valor futuro previsto da conta com taxa indexada ao
mercado monetário. Com base nas suposições indicadas, seria $102.348,03. Por conseguinte, se todas
as suposições se revelarem conforme esperado, seria melhor manter o dinheiro na conta com taxa
indexada ao mercado monetário, uma vez que o respectivo valor após 14 anos ($102.348,03) excede
o valor da amortização do título ($100.000).

  taxa-periódica períodos-num pagamento valor-actual a-pagamento


=VF(B2; C2; D2; 0.0525 14 0 -50000 1
E2; F2)

152 Capítulo 6    Funções financeiras


Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“NPER” na página 127

“VAL” na página 150

“PGTO” na página 129

“VA” na página 147

“TAXA” na página 141

“Como seleccionar as funções de valor temporal do dinheiro a utilizar” na página 345

“Argumentos comuns utilizados em funções financeiras” na página 336

“Lista de funções financeiras” na página 96

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

Capítulo 6    Funções financeiras 153


Funções lógicas e de informação
7
As funções lógicas e de informação permitem-lhe mais
facilmente avaliar os conteúdos de células e determinar
como avaliar ou trabalhar com conteúdos de células ou
resultados de fórmulas.

Lista de funções lógicas e de informação


O iWork disponibiliza estas funções lógicas e de informação para utilização com
tabelas.

Função Descrição
“E” (página 155) A função E apresenta o resultado VERDADEIRO se
todos os argumentos forem verdadeiros e FALSO
caso contrário.
“É.CÉL.VAZIA” (página 156) A função É.CÉL.VAZIA apresenta o resultado
VERDADEIRO se a célula especificada estiver
vazia; caso contrário, o resultado é FALSO.
“É.ERRO” (página 157) A função É.ERRO apresenta o resultado
VERDADEIRO se uma determinada expressão for
avaliada como erro; senão o resultado é FALSO.
“ÉÍMPAR” (página 158) A função ÉÍMPAR apresenta o resultado
VERDADEIRO se o valor for ímpar (com resto
quando dividido por 2); caso contrário, o
resultado é FALSO.
“ÉPAR” (página 159) A função ÉPAR apresenta o resultado
VERDADEIRO se o valor for par (sem resto quando
dividido por 2); caso contrário, o resultado é
FALSO.
“FALSO” (página 159) A função FALSO apresenta como resultado o
valor booleano FALSO. Esta função é incluída
para compatibilidade com tabelas importadas de
outras aplicações de folha de cálculo.

154
Função Descrição
“NÃO” (página 160) A função NÃO apresenta como resultado o
oposto do valor booleano de uma expressão
especificada.
“OU” (página 161) A função OU apresenta o resultado VERDADEIRO
se qualquer argumento for verdadeiro; caso
contrário, o resultado é FALSO.
“SE” (página 162) A função SE tem como resultado um de dois
valores, dependendo da expressão especificada
ser avaliada com um valor booleano VERDADEIRO
ou FALSO.
“SE.ERRO” (página 163) A função SE.ERRO tem como resultado um valor
por si especificado se um determinado valor for
avaliado como erro; caso contrário, o resultado é
o valor.
“VERDADEIRO” (página 164) A função VERDADEIRO apresenta como resultado
o valor booleano VERDADEIRO. Esta função
é incluída para compatibilidade com tabelas
importadas de outras aplicações de folha de
cálculo.

E
A função E apresenta o resultado VERDADEIRO se todos os argumentos forem
verdadeiros e FALSO caso contrário.

E(expressão-teste; expressão-teste…)
ÂÂ expressão-teste:  Uma expressão. expressão-teste pode conter qualquer coisa,
desde que a expressão possa ser avaliada como um booleano. Se a expressão for
avaliada como número, 0 é considerado como FALSO e qualquer outro número é
considerado como VERDADEIRO.
ÂÂ expressão-teste…:  Incluir opcionalmente uma ou mais expressões.

Notas de utilização
ÂÂ A função E é equivalente ao operador lógico de conjunção utilizado em matemática
ou lógica. Primeiro avalia cada expressão-teste. Se todas as expressões indicadas
forem avaliadas com VERDADEIRO, a função E apresenta o resultado VERDADEIRO;
caso contrário, o resultado é FALSO.

Capítulo 7    Funções lógicas e de informação 155


Exemplos
=E(VERDADEIRO; VERDADEIRO) apresenta o resultado VERDADEIRO porque ambos os argumentos
são verdadeiros.
=E(1; 0; 1; 1) apresenta o resultado FALSO porque um dos argumentos é o 0 numérico, que é
interpretado como FALSO.
=E(A5>60; A5<=100) apresenta o resultado VERDADEIRO se a célula A5 contiver um número no
intervalo de 61 a 100, caso contrário, o resultado é FALSO.
As duas funções SE seguintes irão apresentar o mesmo valor como resultado:
=SE(B2>60; SE(B2<=100; VERDADEIRO; FALSO); FALSO)
=SE(E(B2>60; B2<=100); VERDADEIRO; FALSO)

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“SE” na página 162

“NÃO” na página 160

“OU” na página 161

“Como especificar condições e utilizar caracteres universais” na página 358

“Como adicionar comentários com base no conteúdo de células” na página 356

“Como utilizar funções lógicas e de informação em conjunto” na página 356

“Lista de funções lógicas e de informação” na página 154

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

É.CÉL.VAZIA
A função É.CÉL.VAZIA apresenta o resultado VERDADEIRO se a célula especificada
estiver vazia; caso contrário, o resultado é FALSO.

É.CÉL.VAZIA(célula)
ÂÂ célula:  Uma referência a uma única célula de tabela. célula é um valor de referência
a uma única célula que pode conter qualquer valor ou estar vazia.

156 Capítulo 7    Funções lógicas e de informação


Notas de utilização
ÂÂ Se a célula estiver totalmente vazia, a função apresenta o resultado VERDADEIRO;
caso contrário, o resultado é FALSO. Se a célula contiver um espaço ou um carácter
que não seja passível de ser impresso, a função apresenta o resultado FALSO, apesar
de a célula parecer estar vazia.

Exemplos
Se a célula de tabela A1 estiver vazia e a célula B2 for igual a 100:
=É.CÉL.VAZIA(A1) apresenta o resultado VERDADEIRO.
=É.CÉL.VAZIA(B2) apresenta o resultado FALSO.

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“SE.ERRO” na página 163

“É.ERRO” na página 157

“Como adicionar comentários com base no conteúdo de células” na página 356

“Como utilizar funções lógicas e de informação em conjunto” na página 356

“Lista de funções lógicas e de informação” na página 154

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

É.ERRO
A função É.ERRO apresenta o resultado VERDADEIRO se uma determinada expressão
for avaliada como erro; senão o resultado é FALSO.

É.ERRO(qualquer-expressão)
ÂÂ qualquer-expressão:  Uma expressão a ser testada. qualquer-expressão pode conter
qualquer tipo de valor.

Notas de utilização
ÂÂ Muitas vezes, é melhor utilizar a função SE.ERRO. A função SE.ERRO fornece todas as
funcionalidades de É.ERRO, mas permite uma interrupção do software (trap) e não
apenas uma identificação do erro.

Capítulo 7    Funções lógicas e de informação 157


Exemplos
Se B1 for um valor numérico e D1 der 0, então
=SE(É.ERRO(B1/D1),0,B1/D1) apresenta o resultado 0, uma vez que a divisão por zero resulta num
erro.
=SE.ERRO(B1/D1,0) é equivalente ao exemplo anterior, mas apenas requer uma função.

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“SE.ERRO” na página 163

“É.CÉL.VAZIA” na página 156

“Lista de funções lógicas e de informação” na página 154

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

ÉÍMPAR
A função ÉÍMPAR apresenta o resultado VERDADEIRO se o número indicado for ímpar
(com resto quando dividido por 2); caso contrário, o resultado é FALSO.

ÉÍMPAR(num)
ÂÂ num:  Um número. num é um valor numérico.

Notas de utilização
ÂÂ Se num for texto, a função dá erro. Se num for o valor booleano VERDADEIRO (valor
de 1), a função apresenta o VERDADEIRO. Se num for o valor booleano FALSO (valor
de 0), a função apresenta o resultado FALSO.

Exemplos
=ÉÍMPAR(3) tem o resultado VERDADEIRO.
=ÉÍMPAR(3,75) tem o resultado VERDADEIRO.
=ÉÍMPAR(2) tem o resultado FALSO.

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“ÉPAR” na página 159

“Lista de funções lógicas e de informação” na página 154

“Tipos de valores” na página 38

158 Capítulo 7    Funções lógicas e de informação


“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

ÉPAR
A função ÉPAR apresenta o resultado VERDADEIRO se o número indicado for par (sem
resto quando dividido por 2); caso contrário, o resultado é FALSO.

ÉPAR(num)
ÂÂ num:  Um número. num é um valor numérico.

Notas de utilização
ÂÂ Se num for texto, a função dá erro. Se num for o valor booleano VERDADEIRO (valor
de 1), a função apresenta o resultado FALSO. Se num for o valor booleano FALSO
(valor de 0), a função apresenta o resultado VERDADEIRO.

Exemplos
=ÉPAR(2) tem o resultado VERDADEIRO.
=ÉPAR(2,75) tem o resultado VERDADEIRO.
=ÉPAR(3) tem o resultado FALSO.

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“ÉÍMPAR” na página 158

“Lista de funções lógicas e de informação” na página 154

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

FALSO
A função FALSO apresenta como resultado o valor booleano FALSO. Esta função é
incluída para compatibilidade com tabelas importadas de outras aplicações de folha
de cálculo.

FALSO()
Notas de utilização
ÂÂ A função FALSO não tem argumentos. Porém, tem de incluir o parêntesis: =FALSO().

Capítulo 7    Funções lógicas e de informação 159


ÂÂ Em vez de utilizar a função FALSO, é possível especificar um valor booleano de
FALSO ao digitar simplesmente FALSO (ou false) numa célula ou como argumento
da função.

Exemplos
=FALSO() tem como resultado o valor booleano FALSO.
=E(1; FALSO()) tem como resultado o valor booleano FALSO.

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“VERDADEIRO” na página 164

“Lista de funções lógicas e de informação” na página 154

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

NÃO
A função NÃO apresenta como resultado o oposto do valor booleano de uma
expressão especificada.

NÃO(qualquer-expressão)
ÂÂ qualquer-expressão:  Uma expressão a ser testada. qualquer-expressão pode conter
qualquer coisa, desde que a expressão possa ser avaliada como um booleano. Se a
expressão for avaliada como número, 0 é considerado como FALSO e qualquer outro
número é considerado como VERDADEIRO.

Exemplos
=NÃO(0) apresenta o resultado VERDADEIRO porque 0 é interpretado como FALSO.
=OU(A9; NÃO(A9)) tem sempre o resultado VERDADEIRO porque A9 ou o respectivo oposto será
sempre verdadeiro.
=NÃO(OU(FALSO; FALSO)) apresenta o resultado VERDADEIRO porque nenhum dos argumentos do
OU lógico é verdadeiro.

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“E” na página 155

“SE” na página 162

“OU” na página 161

160 Capítulo 7    Funções lógicas e de informação


“Lista de funções lógicas e de informação” na página 154

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

OU
A função OU apresenta o resultado VERDADEIRO se qualquer argumento for
verdadeiro; caso contrário, o resultado é FALSO.

OU(qualquer-expressão; qualquer-expressão…)
ÂÂ qualquer-expressão:  Uma expressão a ser testada. qualquer-expressão pode conter
qualquer coisa, desde que a expressão possa ser avaliada como um booleano. Se a
expressão for avaliada como número, 0 é considerado como FALSO e qualquer outro
número é considerado como VERDADEIRO.
ÂÂ qualquer-expressão…:  Incluir opcionalmente uma ou mais colecções que
contenham valores a testar.

Notas de utilização
ÂÂ A função OU é equivalente à disjunção inclusiva ou disjunção lógica utilizada em
matemática ou lógica. Primeiro avalia cada expressão. Se qualquer das expressões
indicadas for avaliada como VERDADEIRO, a função OU apresenta o resultado
VERDADEIRO; caso contrário, o resultado é FALSO.
ÂÂ Se uma expressão for numérica, o valor de 0 é interpretado como FALSO e qualquer
outro valor que não seja zero é interpretado como VERDADEIRO.
ÂÂ OU é frequentemente utilizado com a função SE quando tem de ser considerada
mais do que uma condição.

Exemplos
=OU(A1+A2<100; B1+B2<100) apresenta o resultado FALSO se as somas das células indicadas foram
ambas superiores ou iguais a 100 e VERDADEIRO se, pelo menos, uma das somas for inferior a 100.
=OU(5; 0; 6) apresenta o resultado VERDADEIRO porque, pelo menos, um argumento não é zero.

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“E” na página 155

“SE” na página 162

“NÃO” na página 160

“Como especificar condições e utilizar caracteres universais” na página 358

Capítulo 7    Funções lógicas e de informação 161


“Como adicionar comentários com base no conteúdo de células” na página 356

“Como utilizar funções lógicas e de informação em conjunto” na página 356

“Lista de funções lógicas e de informação” na página 154

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

SE
A função SE tem como resultado um de dois valores, dependendo da expressão
especificada ser avaliada com um valor booleano VERDADEIRO ou FALSO.

SE(se-expressão; se-true; se-false)


ÂÂ se-expressão:  Uma expressão lógica. se-expressão pode conter qualquer coisa,
desde que a expressão possa ser avaliada como um booleano. Se a expressão for
avaliada como número, 0 é considerado como FALSO e qualquer outro número é
considerado como VERDADEIRO.
ÂÂ se-true:  O valor devolvido se a expressão for VERDADEIRO. se-true pode conter
qualquer tipo de valor. Se omitido (vírgula, mas sem valor), SE apresenta o resultado
0.
ÂÂ se-false:  Um argumento opcional que especifica o valor devolvido se a expressão
for FALSO. se-false pode conter qualquer tipo de valor. Se omitido (vírgula, mas sem
valor), SE apresenta o resultado 0. Se totalmente omitido (sem vírgula depois de se-
false) e a se-expressão for avaliada como FALSO, SE apresenta o resultado FALSO.

Notas de utilização
ÂÂ Se o valor booleano de se-expressão for VERDADEIRO, a função tem como resultado
a expressão se-true; caso contrário, o resultado é a expressão se-false.
ÂÂ Ambos os argumentos se-true e se-false podem conter funções SE adicionais
(funções SE aninhadas).

162 Capítulo 7    Funções lógicas e de informação


Exemplos
=SE(A5>=0; "Não negativo"; "Negativo") tem como resultado o texto "Não negativo" se a célula A5
contiver um número superior ou igual a zero ou um valor não numérico. Se a célula A5 contiver um
valor inferior a 0, o resultado da função é "Negativo".
=SE(SE.ERRO(OU(ÉPAR(B4+B5),ÉÍMPAR(B4+B5); FALSO),), "Todos são números", "Nem todos os
números") tem como resultado o texto “Todos são números” se ambas as células B4 e B5 contiverem
números; caso contrário, o resultado é o texto “Nem todos são números”. Consegue-se este resultado
ao testar se a soma de duas células é par ou ímpar. Se a célula não for um número, as funções PAR e
ÍMPAR apresentam um erro como resultado e a função SE.ERRO apresenta o resultado FALSO; caso
contrário, apresenta o resultado VERDADEIRO, uma vez que ou PAR ou ÍMPAR é VERDADEIRO. Se B4
ou B5 não for um número nem booleano, a instrução SE apresentará como resultado a expressão se-
false, “Nem todos são números”; caso contrário, o resultado é a expressão se-true “Todos são números”.

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“E” na página 155

“NÃO” na página 160

“OU” na página 161

“Como especificar condições e utilizar caracteres universais” na página 358

“Interrupção de software em caso de divisão por zero” na página 357

“Como adicionar comentários com base no conteúdo de células” na página 356

“Como utilizar funções lógicas e de informação em conjunto” na página 356

“Lista de funções lógicas e de informação” na página 154

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

SE.ERRO
A função SE.ERRO tem como resultado um valor por si especificado se um
determinado valor for avaliado como erro; caso contrário, o resultado é o valor.

SE.ERRO(qualquer-expressão; se-erro)
ÂÂ qualquer-expressão:  Uma expressão a ser testada. qualquer-expressão pode conter
qualquer tipo de valor.
ÂÂ se-erro:  o valor devolvido se qualquer-expressão der erro. se-erro pode conter
qualquer tipo de valor.

Capítulo 7    Funções lógicas e de informação 163


Notas de utilização
ÂÂ Utilize a função SE.ERRO para tratar erros numa fórmula. Por exemplo, se estiver a
trabalhar com dados em que um valor válido para a célula D1 é 0, a fórmula =B1/
D1 resultaria num erro (divisão por zero). Este erro pode ser evitado ao utilizar uma
fórmula como =SE.ERRO(B1/D1; 0) que apresenta como resultado a divisão efectiva
se D1 não for zero; caso contrário, o resultado é 0.

Exemplos
Se B1 for um valor numérico e D1 der 0, então:
=SE.ERRO(B1/D1,0) apresenta o resultado 0, uma vez que a divisão por zero resulta num erro.
=SE(SE.ERRO(B1/D1),0,B1/D1) é equivalente ao exemplo de SE.ERRO anterior, contudo, requer a
utilização de SE e SE.ERRO.
=SE(SE.ERRO(OU(ÉPAR(B4+B5),ÉÍMPAR(B4+B5); FALSO),), "Todos são números", "Nem todos os
números") tem como resultado o texto “Todos são números” se ambas as células B4 e B5 contiverem
números; caso contrário, o resultado é o texto “Nem todos são números”. Consegue-se este resultado
ao testar se a soma de duas células é par ou ímpar. Se a célula não for um número, as funções PAR e
ÍMPAR apresentam um erro como resultado e a função SE.ERRO apresenta o resultado FALSO; caso
contrário, apresenta o resultado VERDADEIRO, uma vez que ou PAR ou ÍMPAR é VERDADEIRO. Se B4
ou B5 não for um número nem um booleano, a instrução SE apresentará como resultado a expressão
se-false, “Nem todos são números”; caso contrário, o resultado é a expressão se-true “Todos são
números”.

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“É.CÉL.VAZIA” na página 156

“É.ERRO” na página 157

“Lista de funções lógicas e de informação” na página 154

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

VERDADEIRO
A função VERDADEIRO apresenta como resultado o valor booleano VERDADEIRO. Esta
função é incluída para compatibilidade com tabelas importadas de outras aplicações
de folha de cálculo.

VERDADEIRO()
Notas de utilização
ÂÂ A função VERDADEIRO não tem argumentos. Porém, tem de incluir o parêntesis:
=VERDADEIRO().

164 Capítulo 7    Funções lógicas e de informação


ÂÂ Em vez de utilizar a função VERDADEIRO, é possível especificar um valor booleano
de VERDADEIRO ao digitar simplesmente VERDADEIRO (ou true) numa célula ou no
argumento de uma função.

Exemplos
=VERDADEIRO() apresenta como resultado o valor booleano VERDADEIRO.
=E(1; VERDADEIRO()) tem como resultado o valor booleano VERDADEIRO.
=E(1; VERDADEIRO) funciona exactamente como o exemplo anterior.

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“FALSO” na página 159

“Lista de funções lógicas e de informação” na página 154

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

Capítulo 7    Funções lógicas e de informação 165


Funções numéricas
8
As funções numéricas permitem-lhe mais facilmente calcular
valores matemáticos normalmente utilizados.

Lista de funções numéricas


O iWork disponibiliza estas funções numéricas para utilização com tabelas.

Função Descrição
“ABS” (página 169) A função ABS tem como resultado o valor
absoluto de um número ou duração.
“ALEATÓRIO” (página 169) A função ALEATÓRIO tem como resultado um
número aleatório superior ou igual a 0 e inferior
a 1.
“ALEATÓRIOENTRE” (página 170) A função ALEATÓRIOENTRE tem como resultado
um número inteiro aleatório dentro de um
intervalo especificado.
“ARRED” (página 171) A função ARRED tem como resultado um número
arredondado às casas especificadas.
“ARRED.DEFEITO” (página 172) A função ARRED.DEFEITO arredonda um número
por defeito para o múltiplo mais próximo do
factor especificado.
“ARRED.EXCESSO” (página 173) A função ARRED.EXCESSO arredonda um número
por excesso para o múltiplo mais próximo do
factor especificado.

166
Função Descrição
“ARRED.PARA.BAIXO” (página 174) A função ARRED.PARA.BAIXO tem como resultado
um número arredondado para zero (arredondado
para baixo), para o número de casas especificado.
“ARRED.PARA.CIMA” (página 175) A função ARRED.PARA.CIMA tem como resultado
um número arredondado para cima (afastando-
se do zero) para o número especificado de casas.
“COMBIN” (página 176) A função COMBIN apresenta como resultado
o número de combinações possíveis de um
número de itens em grupos de um tamanho
específico, ignorando a ordem dentro dos grupos.
“EXP” (página 177) A função EXP apresenta como resultado e (a
base dos logaritmos naturais) elevada à potência
especificada.
“FACTDUPLO” (página 178) A função FACTDUPLO apresenta como resultado
o factorial duplo de um número.
“FACTORIAL” (página 178) A função FACTORIAL apresenta como resultado o
factorial de um número.
“ÍMPAR” (página 179) A função IMPAR arredonda um número por
excesso para o número ímpar seguinte.
“INT” (página 180) INT tem como resultado o número inteiro mais
próximo que é inferior ou igual ao número.
“LN” (página 181) A função LN apresenta como resultado o
logaritmo natural de um número, a potência
à qual e tem de ser elevado para resultar no
número.
“LOG” (página 182) A função LOG tem como resultado o logaritmo
de um número, utilizando uma base especificada.
“LOG10” (página 182) A função LOG10 apresenta como resultado o
logaritmo de base 10 de um número.
“MARRED” (página 183) A função MARRED arredonda um número para o
múltiplo mais próximo de um factor especificado.
“MDC” (página 184) A função MDC tem como resultado o máximo
divisor comum dos números especificados.
“MMC” (página 185) A função MMC tem como resultado o mínimo
múltiplo comum dos números especificados.
“MULTINOMIAL” (página 186) A função MULTINOMIAL tem como resultado a
forma fechada do coeficiente multinomial dos
números especificados.
“PAR” (página 186) A função PAR arredonda um número por excesso
para o número par seguinte.

Capítulo 8    Funções numéricas 167


Função Descrição
“PI” (página 187) A função PI tem como resultado o valor
aproximado de π (pi), a razão entre o perímetro
de uma circunferência e o respectivo diâmetro.
“POTÊNCIA” (página 188) A função POTÊNCIA tem como resultado um
número elevado a uma potência.
“PRODUTO” (página 189) A função PRODUTO tem como resultado o
produto de um ou mais números.
“QUOCIENTE” (página 189) A função QUOCIENTE tem como resultado o
quociente inteiro de dois números.
“RAIZPI” (página 190) A função RAIZPI tem como resultado a raiz
quadrada de um número multiplicado por π (pi).
“RAIZQ” (página 191) A função RAIZQ apresenta como resultado a raiz
quadrada de um número.
“RESTO” (página 191) A função RESTO tem como resultado o resto de
uma divisão.
“ROMANO” (página 192) A função ROMANO converte um número para a
numeração romana.
“SINAL” (página 193) A função SINAL apresenta o resultado 1 quando
determinado número é positivo, –1 quando é
negativo e 0 quando é zero.
“SOMA” (página 193) A função SOMA tem como resultado a soma de
uma colecção de números.
“SOMARPRODUTO” (página 194) A função SOMARPRODUTO tem como resultado a
soma dos produtos de números correspondentes
em uma ou mais gamas de células.
“SOMARQUAD” (página 195) A função SOMARQUAD tem como resultado
a soma dos quadrados de uma colecção de
números.
“SOMA.SE” (página 196) A função SOMA.SE tem como resultado a soma
de uma colecção de números, incluindo apenas
os números que satisfizerem uma condição
especificada.
“SOMA.SE.S” (página 197) A função SOMA.SE.S tem como resultado a soma
das células de uma colecção em que os valores
de teste correspondem às condições indicadas.
“SOMAX2DY2” (página 199) A função SOMAX2DY2 tem como resultado a
soma da diferença dos quadrados de valores
correspondentes em duas colecções.

168 Capítulo 8    Funções numéricas


Função Descrição
“SOMAX2SY2” (página 200) A função SOMAX2SY2 tem como resultado a
soma dos quadrados de valores correspondentes
em duas colecções.
“SOMAXMY2” (página 201) A função SOMAXMY2 tem como resultado a
soma dos quadrados das diferenças entre valores
correspondentes em duas colecções.
“TRUNCAR” (página 202) A função TRUNCAR trunca um número para o
número especificado de dígitos.

ABS
A função ABS tem como resultado o valor absoluto de um número ou duração.

ABS(dur-num)
ÂÂ dur-num:  Um número ou valor de duração. dur-num é um número ou um valor de
duração.

Notas de utilização
ÂÂ O resultado da função ABS ou é um número positivo ou é 0.

Exemplos
=ABS(A1) tem como resultado 5, se a célula A1 contiver 5.
=ABS(8-5) tem como resultado 3.
=ABS(5-8) tem como resultado 3.
=ABS(0) tem como resultado 0.
=ABS(A1) tem como resultado 0, se a célula A1 estiver vazia.

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“Lista de funções numéricas” na página 166

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

ALEATÓRIO
A função ALEATÓRIO tem como resultado um número aleatório superior ou igual a 0 e
inferior a 1.

Capítulo 8    Funções numéricas 169


ALEATÓRIO()
Notas de utilização
ÂÂ A função ALEATÓRIO não tem argumentos. Porém, tem de incluir o parêntesis:
=ALEATÓRIO().
ÂÂ Sempre que alterar um valor na tabela, é gerado um novo número aleatório
superior ou igual a 0 e inferior a 1.

Exemplo
=ALEATÓRIO() tem como resultado, por exemplo, 0,217538648284972, 0,6137690856,
0,0296026556752622 e 0,4684193600 para quatro cálculos novos.

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“ALEATÓRIOENTRE” na página 170

“Lista de funções numéricas” na página 166

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

ALEATÓRIOENTRE
A função ALEATÓRIOENTRE tem como resultado um número inteiro aleatório dentro
de um intervalo especificado.

ALEATÓRIOENTRE(inferior; superior)
ÂÂ inferior:  O limite inferior. inferior é um valor numérico.
ÂÂ superior:  O limite superior. superior é um valor numérico.

Notas de utilização
ÂÂ Sempre que alterar um valor na tabela, é gerado um novo número aleatório entre os
limites superior e inferior.

Exemplo
=ALEATÓRIOENTRE(1; 10) tem como resultado, por exemplo, 8, 6, 2, 3 e 5 para cinco cálculos novos.

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“ALEATÓRIO” na página 169

170 Capítulo 8    Funções numéricas


“Lista de funções numéricas” na página 166

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

ARRED
A função ARRED tem como resultado um número arredondado às casas especificadas.

ARRED(num-a-arredondar; dígitos)
ÂÂ num-a-arredondar:  O número a ser arredondado. num-a-arredondar é um valor
numérico.
ÂÂ dígitos:  O número de dígitos que pretende manter, relativamente à casa decimal.
dígitos é um valor numérico. Um número positivo representa dígitos (casas
decimais) a incluir à direita da vírgula. Um número negativo especifica dígitos
à esquerda da vírgula para substituir com zeros (o número de zeros no final do
número).

Exemplos
=ARRED(1,49; 0) tem como resultado 1.
=ARRED(1,50; 0) tem como resultado 2.
=ARRED(1,23456; 3) tem como resultado 1,235.
=ARRED(1111,222; -2) tem como resultado 1100.
=ARRED(-2,2; 0) tem como resultado -2.
=ARRED(-2,8; 0) tem como resultado -3.

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“ARRED.EXCESSO” na página 173

“PAR” na página 186

“ARRED.DEFEITO” na página 172

“INT” na página 180

“MARRED” na página 183

“ÍMPAR” na página 179

“ARRED.PARA.BAIXO” na página 174

“ARRED.PARA.CIMA” na página 175

Capítulo 8    Funções numéricas 171


“TRUNCAR” na página 202

“Mais sobre arredondamentos” na página 352

“Lista de funções numéricas” na página 166

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

ARRED.DEFEITO
A função ARRED.DEFEITO arredonda um número por defeito para o múltiplo mais
próximo do factor especificado.

ARRED.DEFEITO(num-a-arredondar; factor)
ÂÂ num-a-arredondar:  O número a ser arredondado. num-a-arredondar é um valor
numérico.
ÂÂ factor:  O número a utilizar para determinar o múltiplo mais próximo. factor é um
valor numérico. Tem de ter o mesmo sinal que num-a-arredondar.

Exemplos
=ARRED.DEFEITO(0,25; 1) tem como resultado 0.
=ARRED.DEFEITO(1,25; 1) tem como resultado 1.
=ARRED.DEFEITO(5; 2) tem como resultado 4.
=ARRED.DEFEITO(73; 10) tem como resultado 70.
=ARRED.DEFEITO(-0,25; -1) tem como resultado 0.
=ARRED.DEFEITO(9; 2,5) tem como resultado 7,5.

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“ARRED.EXCESSO” na página 173

“PAR” na página 186

“INT” na página 180

“MARRED” na página 183

“ÍMPAR” na página 179

“ARRED” na página 171

“ARRED.PARA.BAIXO” na página 174

172 Capítulo 8    Funções numéricas


“ARRED.PARA.CIMA” na página 175

“TRUNCAR” na página 202

“Mais sobre arredondamentos” na página 352

“Lista de funções numéricas” na página 166

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

ARRED.EXCESSO
A função ARRED.EXCESSO arredonda um número por excesso para o múltiplo mais
próximo do factor especificado.

ARRED.EXCESSO(num-a-arredondar; factor-múltiplos)
ÂÂ num-a-arredondar:  O número a ser arredondado. num-a-arredondar é um valor
numérico.
ÂÂ factor-múltiplos:  O número a utilizar para determinar o múltiplo mais próximo.
factor-múltiplos é um valor numérico e tem de ter o mesmo sinal que num-a-
arredondar.

Exemplos
=ARRED.EXCESSO(0,25; 1) tem como resultado 1.
=ARRED.EXCESSO(1,25; 1) tem como resultado 2.
=ARRED.EXCESSO(-1,25; -1) tem como resultado -2.
=ARRED.EXCESSO(5; 2) tem como resultado 6.
=ARRED.EXCESSO(73; 10) tem como resultado 80.
=ARRED.EXCESSO(7; 2,5) tem como resultado 7,5.

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“PAR” na página 186

“ARRED.DEFEITO” na página 172

“INT” na página 180

“MARRED” na página 183

“ÍMPAR” na página 179

“ARRED” na página 171

Capítulo 8    Funções numéricas 173


“ARRED.PARA.BAIXO” na página 174

“ARRED.PARA.CIMA” na página 175

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ARRED.PARA.BAIXO
A função ARRED.PARA.BAIXO tem como resultado um número arredondado para zero
(arredondado para baixo), para o número de casas especificado.

ARRED.PARA.BAIXO(num-a-arredondar; dígitos)
ÂÂ num-a-arredondar:  O número a ser arredondado. num-a-arredondar é um valor
numérico.
ÂÂ dígitos:  O número de dígitos que pretende manter, relativamente à casa decimal.
dígitos é um valor numérico. Um número positivo representa dígitos (casas
decimais) a incluir à direita da vírgula. Um número negativo especifica dígitos
à esquerda da vírgula para substituir com zeros (o número de zeros no final do
número).

Exemplos
=ARRED.PARA.BAIXO(1,49; 0) tem como resultado 1.
=ARRED.PARA.BAIXO(1,50; 0) tem como resultado 1.
=ARRED.PARA.BAIXO(1,23456; 3) tem como resultado 1,234.
=ARRED.PARA.BAIXO(1111,222; -2) tem como resultado 1100.
=ARRED.PARA.BAIXO(-2,2; 0) tem como resultado -2.
=ARRED.PARA.BAIXO(-2,8; 0) tem como resultado -2.

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“ARRED.EXCESSO” na página 173

“PAR” na página 186

“ARRED.DEFEITO” na página 172

174 Capítulo 8    Funções numéricas


“INT” na página 180

“MARRED” na página 183

“ÍMPAR” na página 179

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“ARRED.PARA.CIMA” na página 175

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ARRED.PARA.CIMA
A função ARRED.PARA.CIMA tem como resultado um número arredondado para cima
(afastando-se do zero) para o número especificado de casas.

ARRED.PARA.CIMA(num-a-arredondar; dígitos)
ÂÂ num-a-arredondar:  O número a ser arredondado. num-a-arredondar é um valor
numérico.
ÂÂ dígitos:  O número de dígitos que pretende manter, relativamente à casa decimal.
dígitos é um valor numérico. Um número positivo representa dígitos (casas
decimais) a incluir à direita da vírgula. Um número negativo especifica dígitos
à esquerda da vírgula para substituir com zeros (o número de zeros no final do
número).

Exemplos
=ARRED.PARA.CIMA(1,49; 0) tem como resultado 2.
=ARRED.PARA.CIMA(1,50; 0) tem como resultado 2.
=ARRED.PARA.CIMA(1,23456; 3) tem como resultado 1,235.
=ARRED.PARA.CIMA(1111,222; -2) tem como resultado 1200.
=ARRED.PARA.CIMA(-2,2; 0) tem como resultado -3.
=ARRED.PARA.CIMA(-2,8; 0) tem como resultado -3.

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

Capítulo 8    Funções numéricas 175


“ARRED.EXCESSO” na página 173

“PAR” na página 186

“ARRED.DEFEITO” na página 172

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“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

COMBIN
A função COMBIN apresenta como resultado o número de combinações possíveis de
um número de itens em grupos de um tamanho específico, ignorando a ordem dentro
dos grupos.

COMBIN(elementos-total; tamanho-grupo)
ÂÂ elementos-total:  O número total de elementos. elementos-total é um valor
numérico e tem de ser superior ou igual a 0. Se elementos-total tiver uma parte
decimal (fraccionada), esta é ignorada.
ÂÂ tamanho-grupo:  O número de elementos combinados em cada grupo. tamanho-
grupo é um valor numérico e tem de ser superior ou igual a 0. Se tamanho-grupo
tiver uma parte decimal (fraccionada), esta é ignorada.

Notas de utilização
ÂÂ As combinações não são o mesmo que permutações. A ordem dos itens num grupo
é ignorada nas combinações, mas não nas permutações. Por exemplo, (1, 2, 3) e (3, 2,
1) são a mesma combinação, mas são duas permutações únicas. Se quiser o número
de permutações e não o número de combinações, utilize a função PERMUTAR.

176 Capítulo 8    Funções numéricas


Exemplos
=COMBIN(3; 2) tem como resultado 3, o número de grupos únicos que pode criar se iniciar com 3
itens e os agrupar 2 de cada vez.
=COMBIN(3,2; 2,3) tem como resultado 3. As partes fraccionadas não são consideradas.
=COMBIN(5; 2) e =COMBIN(5; 3) têm como resultado 10.

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“PERMUTAR” na página 283

“Lista de funções numéricas” na página 166

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

EXP
A função EXP apresenta como resultado e (a base dos logaritmos naturais) elevada à
potência especificada.

EXP(expoente)
ÂÂ expoente:  A potência à qual pretende elevar e. expoente é um valor numérico.

Notas de utilização
ÂÂ EXP e LN são matematicamente inversos sobre o domínio em que LN é definido,
mas devido ao arredondamento do ponto flutuante, EXP(LN(x)) pode não ter como
resultado exactamente x.

Exemplo
=EXP(1) tem como resultado 2,71828182845905, uma aproximação de e.

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“LN” na página 181

“Lista de funções numéricas” na página 166

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

Capítulo 8    Funções numéricas 177


FACTDUPLO
A função FACTDUPLO apresenta como resultado o factorial duplo de um número.

FACTDUPLO(num-fact)
ÂÂ num-fact:  Um número. num-fact é um valor numérico e tem de ser superior ou
igual a -1. Os valores no intervalo de -1 a 1 têm como resultado 1. Qualquer parte
decimal (fraccionada) de num-fact é ignorada.

Notas de utilização
ÂÂ Para um número inteiro par, o factorial duplo é o produto de todos os números
inteiros pares inferiores ou iguais ao número inteiro indicado e superiores ou
iguais a 2. Para um número inteiro ímpar, o factorial duplo é o produto de todos
os números inteiros ímpares inferiores ou iguais ao número inteiro indicado e
superiores ou iguais a 1.

Exemplos
=FACTDUPLO(4) tem como resultado 8, o produto de 2 e 4.
=FACTDUPLO(4,7) tem como resultado 8, o produto de 2 e 4. A parte decimal é ignorada.
=FACTDUPLO(10) tem como resultado 3840, o produto de 2, 4, 6, 8 e 10.
=FACTDUPLO(1) tem como resultado 1, pois todos os números entre -1 e 1 têm como resultado 1.
=FACTDUPLO(-1) tem como resultado 1, pois todos os números entre -1 e 1 têm como resultado 1.
=FACTDUPLO(7) tem como resultado 105, o produto de 1, 3, 5 e 7.

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“FACTORIAL” na página 178

“MULTINOMIAL” na página 186

“Lista de funções numéricas” na página 166

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

FACTORIAL
A função FACTORIAL apresenta como resultado o factorial de um número.

FACTORIAL(num-fact)
ÂÂ num-fact:  Um número. num-fact é um valor numérico e tem de ser superior ou
igual a 0. Qualquer parte decimal (fraccionada) de num-fact é ignorada.

178 Capítulo 8    Funções numéricas


Exemplos
=FACTORIAL(5) tem como resultado 120 ou 1 * 2 * 3 * 4 * 5.
=FACTORIAL(0) tem como resultado 1.
=FACTORIAL(4,5) tem como resultado 24. A fracção não é considerada, sendo calculado o factorial de
4.
=FACTORIAL(-1) tem como resultado um erro; o número não pode ser negativo.

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“FACTDUPLO” na página 178

“MULTINOMIAL” na página 186

“Lista de funções numéricas” na página 166

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

ÍMPAR
A função IMPAR arredonda um número por excesso para o número ímpar seguinte.

ÍMPAR(num-a-arredondar)
ÂÂ num-a-arredondar:  O número a ser arredondado. num-a-arredondar é um valor
numérico.

Notas de utilização
ÂÂ Para arredondar para um número par, utilize a função PAR.

Exemplos
=ÍMPAR(1) tem como resultado 1.
=ÍMPAR(2) tem como resultado 3.
=ÍMPAR(2,5) tem como resultado 3.
=ÍMPAR(-2,5) tem como resultado -3.
=ÍMPAR(0) tem como resultado 1.

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“ARRED.EXCESSO” na página 173

“PAR” na página 186

Capítulo 8    Funções numéricas 179


“ARRED.DEFEITO” na página 172

“INT” na página 180

“MARRED” na página 183

“ARRED” na página 171

“ARRED.PARA.BAIXO” na página 174

“ARRED.PARA.CIMA” na página 175

“TRUNCAR” na página 202

“Mais sobre arredondamentos” na página 352

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“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

INT
INT tem como resultado o número inteiro mais próximo que é inferior ou igual ao
número.

INT(num-a-arredondar)
ÂÂ num-a-arredondar:  O número a ser arredondado. num-a-arredondar é um valor
numérico.

Exemplos
=INT(1,49) tem como resultado 1.
=INT(1,50) tem como resultado 1.
=INT(1,23456) tem como resultado 1.
=INT(1111,222) tem como resultado 1111.
=INT(-2,2) tem como resultado -3.
=INT(-2,8) tem como resultado -3.

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“ARRED.EXCESSO” na página 173

“PAR” na página 186

“ARRED.DEFEITO” na página 172

180 Capítulo 8    Funções numéricas


“MARRED” na página 183

“ÍMPAR” na página 179

“ARRED” na página 171

“ARRED.PARA.BAIXO” na página 174

“ARRED.PARA.CIMA” na página 175

“TRUNCAR” na página 202

“Mais sobre arredondamentos” na página 352

“Lista de funções numéricas” na página 166

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

LN
A função LN apresenta como resultado o logaritmo natural de um número, a potência
à qual e tem de ser elevado para resultar no número.

LN(num-pos)
ÂÂ num-pos:  Um número positivo. num-pos é um valor numérico e tem de ser superior
a 0.

Notas de utilização
ÂÂ EXP e LN são matematicamente inversos sobre o domínio em que LN é definido,
mas devido ao arredondamento do ponto flutuante, =LN(EXP(x)) pode não ter como
resultado exactamente x.

Exemplo
=LN(2,71828) tem como resultado aproximadamente 1, a potência à qual e tem de ser elevado para
produzir 2,71828.

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“EXP” na página 177

“LOG” na página 182

“INVLOG” na página 263

Capítulo 8    Funções numéricas 181


“DIST.NORMALLOG” na página 255

“Lista de funções numéricas” na página 166

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

LOG
A função LOG tem como resultado o logaritmo de um número, utilizando uma base
especificada.

LOG(num-pos; base)
ÂÂ num-pos:  Um número positivo. num-pos é um valor numérico e tem de ser superior
a 0.
ÂÂ base:  Um valor opcional que especifica a base do logaritmo. base é um valor
numérico e tem de ser superior a 0. Se base for 1, o resultado será uma divisão por
zero, sendo apresentado um erro. Se a base for omitida, presume-se que seja 10.

Exemplos
=LOG(8; 2) tem como resultado 3.
=LOG(100; 10) e LOG(100) têm como resultado 2.
=LOG(5,0625; 1,5) tem como resultado 4.

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“LOG10” na página 182

“Lista de funções numéricas” na página 166

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

LOG10
A função LOG10 apresenta como resultado o logaritmo de base 10 de um número.

LOG10(num-pos)
ÂÂ num-pos:  Um número positivo. num-pos é um valor numérico e tem de ser superior
a 0.

182 Capítulo 8    Funções numéricas


Notas de utilização
ÂÂ Para encontrar o logaritmo para outra base que não a 10, utilize a função LOG.

Exemplos
=LOG10(1) tem como resultado 0.
=LOG10(10) tem como resultado 1.
=LOG10(100) tem como resultado 2.
=LOG10(1000) tem como resultado 3.

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“LN” na página 181

“LOG” na página 182

“Lista de funções numéricas” na página 166

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

MARRED
A função MARRED arredonda um número para o múltiplo mais próximo de um factor
especificado.

MARRED(num-a-arredondar; factor)
ÂÂ num-a-arredondar:  O número a ser arredondado. num-a-arredondar é um valor
numérico.
ÂÂ factor:  O número a utilizar para determinar o múltiplo mais próximo. factor é um
valor numérico. Tem de ter o mesmo sinal que num-a-arredondar.

Exemplos
=MARRED(2; 3) tem como resultado 3.
=MARRED(4; 3) tem como resultado 3.
=MARRED(4.4999; 3) tem como resultado 3.
=MARRED(4.5; 3) tem como resultado 6.
=MARRED(-4,5; 3) tem como resultado um erro.

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“ARRED.EXCESSO” na página 173

Capítulo 8    Funções numéricas 183


“PAR” na página 186

“ARRED.DEFEITO” na página 172

“INT” na página 180

“ÍMPAR” na página 179

“ARRED” na página 171

“ARRED.PARA.BAIXO” na página 174

“ARRED.PARA.CIMA” na página 175

“TRUNCAR” na página 202

“Mais sobre arredondamentos” na página 352

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“Tipos de valores” na página 38

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“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

MDC
A função MDC tem como resultado o máximo divisor comum dos números
especificados.

MDC(valor-num; valor-num…)
ÂÂ valor-num:  Um número. valor-num é um valor numérico. Se existirem casas
decimais, estas são ignoradas.
ÂÂ valor-num…:  Incluir opcionalmente um ou mais números.

Notas de utilização
ÂÂ Por vezes designado máximo factor comum, o máximo divisor comum consiste no
maior número inteiro pelo qual é possível dividir cada um dos números sem resto.

Exemplos
=MDC(8; 10) tem como resultado 2.
=MDC(99; 102; 105) tem como resultado 3.
=MDC(34; 51) tem como resultado 17.

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

184 Capítulo 8    Funções numéricas


“MMC” na página 185

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“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

MMC
A função MMC tem como resultado o mínimo múltiplo comum dos números
especificados.

MMC(valor-num; valor-num…)
ÂÂ valor-num:  Um número. valor-num é um valor numérico.
ÂÂ valor-num…:  Incluir opcionalmente um ou mais números.

Notas de utilização
ÂÂ Por vezes designado menor múltiplo comum, o mínimo múltiplo comum é o
número inteiro mais pequeno que é múltiplo dos números especificados.

Exemplos
=MMC(2; 3) tem como resultado 6.
=MMC(34; 68) tem como resultado 68.
=MMC(30; 40; 60) tem como resultado 120.
=MMC(30,25; 40,333; 60,5) tem como resultado 120 (as partes fraccionadas são ignoradas).
=MMC(2; -3) apresenta um erro (não são permitidos números negativos).

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“MDC” na página 184

“Lista de funções numéricas” na página 166

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Capítulo 8    Funções numéricas 185


MULTINOMIAL
A função MULTINOMIAL tem como resultado o coeficiente multinomial dos números
especificados. Isto é conseguido determinando a razão do factorial da soma dos
números indicados para o produto dos factoriais dos números indicados.

MULTINOMIAL(num-não-neg; num-não-neg…)
ÂÂ num-não-neg:  Um número. num-não-neg é um valor numérico e tem de ser
superior ou igual a 0.
ÂÂ num-não-neg…:  Incluir opcionalmente um ou mais números.

Exemplos
=MULTINOMIAL(2) tem como resultado 1. O factorial de 2 é 2. O produto de 1 e 2 é 2. A razão de 2:2
é 1.
=MULTINOMIAL(1; 2; 3) tem como resultado 60. O factorial da soma de 1, 2 e 3 é 720. O produto dos
factoriais de 1, 2 e 3 é 12. A razão de 720:12 é 60.
=MULTINOMIAL(4; 5; 6) tem como resultado 630630. O factorial da soma de 4, 5 e 6 é 1,30767E+12. O
produto dos factoriais de 4, 5 e 6 é 2073600. A razão de 1,30767E+12:2073600 é 630630.

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“FACTORIAL” na página 178

“FACTDUPLO” na página 178

“Lista de funções numéricas” na página 166

“Tipos de valores” na página 38

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“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

PAR
A função PAR arredonda um número por excesso para o número par seguinte.

PAR(num-a-arredondar)
ÂÂ num-a-arredondar:  O número a ser arredondado. num-a-arredondar é um valor
numérico.

Notas de utilização
ÂÂ Para arredondar para um número ímpar, utilize a função ÍMPAR.

186 Capítulo 8    Funções numéricas


Exemplos
=PAR(1) tem como resultado 2.
=PAR(2) tem como resultado 2.
=PAR(2,5) tem como resultado 4.
=PAR(-2,5) tem como resultado -4.
=PAR(0) tem como resultado 0.

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“ARRED.EXCESSO” na página 173

“ARRED.DEFEITO” na página 172

“INT” na página 180

“MARRED” na página 183

“ÍMPAR” na página 179

“ARRED” na página 171

“ARRED.PARA.BAIXO” na página 174

“ARRED.PARA.CIMA” na página 175

“TRUNCAR” na página 202

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PI
A função PI tem como resultado o valor aproximado de π (pi), a razão entre o
perímetro de uma circunferência e o respectivo diâmetro.

PI()
Notas de utilização
ÂÂ A função PI não tem argumentos. Porém, tem de incluir o parêntesis: =PI().
ÂÂ PI têm uma precisão de até 15 casas decimais.

Capítulo 8    Funções numéricas 187


Exemplos
=PI() tem como resultado 3,14159265358979.
=SEN(PI()/2) tem como resultado 1, o seno de π/2 radianos ou 90 graus.

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“COS” na página 328

“SEN” na página 331

“TAN” na página 333

“Lista de funções numéricas” na página 166

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

POTÊNCIA
A função POTÊNCIA tem como resultado um número elevado a uma potência.

POTÊNCIA(number; expoente)
ÂÂ number:  Um número. number é um valor numérico.
ÂÂ expoente:  A potência à qual se pretende elevar o número especificado. expoente é
um valor numérico.

Notas de utilização
ÂÂ A função POTÊNCIA produz o mesmo resultado que o operador ^:  =POTÊNCIA(x; y)
tem o mesmo resultado que =x^y.

Exemplos
=POTÊNCIA(2; 3) tem como resultado 8.
=POTÊNCIA(2; 10) tem como resultado 1024.
=POTÊNCIA(0,5; 3) tem como resultado 0,125.
=POTÊNCIA(100; 0,5) tem como resultado 10.

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“Lista de funções numéricas” na página 166

“Tipos de valores” na página 38

188 Capítulo 8    Funções numéricas


“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

PRODUTO
A função PRODUTO tem como resultado o produto de um ou mais números.

PRODUTO(valor-num; valor-num…)
ÂÂ valor-num:  Um número. valor-num é um valor numérico.
ÂÂ valor-num…:  Incluir opcionalmente um ou mais números.

Notas de utilização
ÂÂ As células vazias incluídas nos valores são ignoradas e não afectam o resultado.

Exemplos
=PRODUTO(2; 4) tem como resultado 8.
=PRODUTO(0,5; 5; 4; 5) tem como resultado 50.

Tópicos relacionados
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“SOMA” na página 193

“Lista de funções numéricas” na página 166

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

QUOCIENTE
A função QUOCIENTE tem como resultado o quociente inteiro de dois números.

QUOCIENTE(dividendo; divisor)
ÂÂ dividendo:  Um número a ser dividido por outro número. dividendo é um valor
numérico.
ÂÂ divisor:  Um número a dividir noutro número. divisor é um valor numérico. Se 0, o
resultado será uma divisão por zero, sendo apresentado um erro.

Notas de utilização
ÂÂ Se o dividendo ou o divisor for negativo (não ambos), o resultado será negativo. Se
o sinal do dividendo e do divisor for igual, o resultado será positivo.

Capítulo 8    Funções numéricas 189


ÂÂ No resultado é apenas apresentada a parte inteira do quociente. A parte fraccionada
(ou resto) é ignorada.

Exemplos
=QUOCIENTE(5; 2) tem como resultado 2.
=QUOCIENTE(5,99; 2) tem como resultado 2.
=QUOCIENTE(-5; 2) tem como resultado -2.
=QUOCIENTE(6; 2) tem como resultado 3.
=QUOCIENTE(5; 6) tem como resultado 0.

Tópicos relacionados
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“RESTO” na página 191

“Lista de funções numéricas” na página 166

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

RAIZPI
A função RAIZPI tem como resultado a raiz quadrada de um número depois de ter sido
multiplicado por π (pi).

RAIZPI(número-não-neg)
ÂÂ número-não-neg:  Um número não negativo. num-não-neg é um valor numérico e
tem de ser superior ou igual a 0.

Exemplos
=RAIZPI(5) tem como resultado 3,96332729760601.
=RAIZPI(8) tem como resultado 5,013256549262.

Tópicos relacionados
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“Lista de funções numéricas” na página 166

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

190 Capítulo 8    Funções numéricas


RAIZQ
A função RAIZQ apresenta como resultado a raiz quadrada de um número.

RAIZQ(num)
ÂÂ num:  Um número. number é um valor numérico.

Exemplos
=RAIZQ(16) tem como resultado 4.
=RAIZQ(12,25) tem como resultado 3,5, a raiz quadrada de 12,25.

Tópicos relacionados
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“Lista de funções numéricas” na página 166

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

RESTO
A função RESTO tem como resultado o resto de uma divisão.

RESTO(dividendo; divisor)
ÂÂ dividendo:  Um número a ser dividido por outro número. dividendo é um valor
numérico.
ÂÂ divisor:  Um número a dividir noutro número. divisor é um valor numérico. Se 0, o
resultado será uma divisão por zero, sendo apresentado um erro.

Notas de utilização
ÂÂ O sinal do resultado é igual ao do divisor.
ÂÂ Ao calcular o RESTO(a; b), RESTO dá um número r, tal como a = bk + r, em que r está
entre 0 e b, sendo k um número inteiro.
ÂÂ RESTO(a; b) é equivalente a a–b*INT(a/b).

Exemplos
=RESTO(6; 3) tem como resultado 0.
=RESTO(7; 3) tem como resultado 1.
=RESTO(8; 3) tem como resultado 2.
=RESTO(-8; 3) tem como resultado 1.
=RESTO(4,5; 2) tem como resultado 0,5.
=RESTO(7; 0,75) tem como resultado 0,25.

Capítulo 8    Funções numéricas 191


Tópicos relacionados
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“QUOCIENTE” na página 189

“Lista de funções numéricas” na página 166

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

ROMANO
A função ROMANO converte um número para a numeração romana.

ROMANO(num-árabe; romanos)
ÂÂ num-árabe:  O número árabe que pretende converter. num-árabe é um valor
numérico no intervalo de 0 a 3999.
ÂÂ romanos:  Um valor opcional que determina o nível de aplicação das regras clássicas
de formação de números romanos.
estrito (0 ou VERDADEIRO, ou omitido):  Use as regras clássicas mais estritas.
Sempre que um número mais pequeno preceda um número maior para indicar
subtracção, o mais pequeno tem de ser uma potência de 10 e só pode preceder um
número que não seja mais de 10 vezes maior. Por exemplo, 999 é escrito CMXCIX, e
não LMVLIV.
atenuar um grau (1):  Atenuar a regra clássica estrita um grau. Quando um número
mais pequeno precede um número maior, este não tem de ser uma potência de 10
e a regra de tamanho relativo é expandida em um número. Por exemplo, 999 pode
ser representado por LMVLIV, mas não por XMIX.
atenuar dois graus (2):  Atenuar a regra clássica dois graus. Quando um número
mais pequeno precede um número maior, a regra de tamanho relativo é expandida
em dois números. Por exemplo, 999 pode ser representado por XMIX, mas não por
VMIV.
atenuar três graus (3):  Atenuar a regra clássica três graus. Quando um número mais
pequeno precede um número maior, a regra de tamanho relativo é expandida em
três números. Por exemplo, 999 pode ser representado por VMIV, mas não por IM.
atenuar quatro graus (4 ou FALSO):  Atenuar a regra clássica quatro graus. Quando
um número mais pequeno precede um número maior, a regra de tamanho relativo
é expandida em quatro números. Por exemplo, 999 pode ser representado por IM.

192 Capítulo 8    Funções numéricas


Exemplos
=ROMANO(12) tem como resultado XII.
=ROMANO(999) tem como resultado CMXCIX.
=ROMANO(999; 1) tem como resultado LMVLIV.
=ROMANO(999; 2) tem como resultado XMIX.
=ROMANO(999; 3) tem como resultado VMIV.

Tópicos relacionados
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“Lista de funções numéricas” na página 166

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

SINAL
A função SINAL apresenta o resultado 1 quando o número do argumento é positivo, -1
quando é negativo e 0 quando é zero.

SINAL(num)
ÂÂ num:  Um número. number é um valor numérico.

Exemplos
=SINAL(2) tem como resultado 1.
=SINAL(0) tem como resultado 0.
=SINAL(-2) tem como resultado -1.
=SINAL(A4) tem como resultado -1, se a célula A4 contiver -2.

Tópicos relacionados
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“Lista de funções numéricas” na página 166

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

SOMA
A função SOMA tem como resultado a soma de uma colecção de números.

Capítulo 8    Funções numéricas 193


SOMA(dur-data-num; dur-data-num…)
ÂÂ dur-data-num:  Um valor. dur-data-num é um valor numérico, um valor de data/hora
ou um valor de duração.
ÂÂ dur-data-num…:  Incluir opcionalmente um ou mais valores. Se for especificado
mais do que um valor dur-data-num, têm de ser todos do mesmo tipo.

Notas de utilização
ÂÂ Há um caso em que todos os valores não têm de ser do mesmo tipo. Se
exactamente um valor de data/hora for incluído, quaisquer valores numéricos
são considerados números de dias e todos os números e valores de duração são
adicionados ao valor de data/hora.
ÂÂ Os valor de data/hora não podem ser adicionados juntos, sendo apenas permitido
um valor de data/hora (conforme acima explicado).
ÂÂ Os valores podem estar em células individuais ou ser directamente incluídos como
argumentos na função.

Exemplos
=SOMA(A1:A4) adiciona os números de quatro células.
=SOMA(A1:D4) adiciona os números de uma tabela quadrada de dezasseis células.
=SOMA(A1:A4; 100) adiciona os números de quatro células mais 100.

Tópicos relacionados
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“PRODUTO” na página 189

“Lista de funções numéricas” na página 166

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

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SOMARPRODUTO
A função SOMARPRODUTO tem como resultado a soma dos produtos de números
correspondentes em uma ou mais gamas de células.

SOMARPRODUTO(âmbito; âmbito…)
ÂÂ âmbito:  Uma gama de células. âmbito é uma referência a uma única gama de
células contendo valores de qualquer tipo. Se no âmbito forem incluídos valores de
cadeia ou booleanos, estes são ignorados.
ÂÂ âmbito…:  Incluir opcionalmente uma ou mais gamas de células. As gamas têm de
ter todas as mesmas dimensões.

194 Capítulo 8    Funções numéricas


Notas de utilização
ÂÂ A função SOMARPRODUTO multiplica os números correspondentes em cada cama e
depois soma cada um dos produtos. Se apenas for especificada uma gama (âmbito),
SOMARPRODUTO tem como resultado a soma da gama.

Exemplos
=SOMARPRODUTO(3; 4) tem como resultado 12.
=SOMARPRODUTO({1; 2}; {3; 4}) = 3 + 8 = 11.

Tópicos relacionados
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“Lista de funções numéricas” na página 166

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

SOMARQUAD
A função SOMARQUAD tem como resultado a soma dos quadrados de uma colecção
de números.

SOMARQUAD(valor-num; valor-num…)
ÂÂ valor-num:  Um número. valor-num é um valor numérico.
ÂÂ valor-num…:  Incluir opcionalmente um ou mais números.

Notas de utilização
ÂÂ Os números podem estar em células individuais, gamas de células ou ser
directamente incluídos como argumentos na função.

Exemplos
=SOMARQUAD(3; 4) tem como resultado 25.
=SOMARQUAD(A1:A4) adiciona os quadrados da lista de quatro números.
=SOMARQUAD(A1:D4) adiciona os quadrados de 16 números numa tabela de células quadrada.
=SOMARQUAD(A1:A4; 100) adiciona os quadrados dos números em quatro células mais 100.
=RAIZQ(SOMARQUAD(3; 4)) tem como resultado 5, utilizando o teorema de Pitágoras para encontrar
o comprimento da hipotenusa de um triângulo com lados 3 e 4.

Tópicos relacionados
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“Lista de funções numéricas” na página 166

Capítulo 8    Funções numéricas 195


“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

SOMA.SE
A função SOMA.SE tem como resultado a soma de uma colecção de números,
incluindo apenas os números que satisfizerem uma condição especificada.

SOMA.SE(valores-teste; condição; valores-somar)


ÂÂ valores-teste:  A colecção que contém os valores a serem testados. valores-teste é
uma colecção que contém qualquer tipo de valores.
ÂÂ condição:  Uma expressão cujo resultado é um dos valores lógicos VERDADEIRO
ou FALSO. condição é uma expressão que pode conter qualquer coisa, desde que
o resultado da comparação da condição com um valor em valores-teste possa ser
expresso como um valor booleano de VERDADEIRO ou FALSO.
ÂÂ valores-somar:  Uma colecção opcional que contém os números a serem utilizados
para calcular uma adição. valores-somar é uma colecção com valores numéricos, de
data/hora ou de duração. Deve ter as mesmas dimensões que valores-teste.

Notas de utilização
ÂÂ Se valores-somar for omitido, o valor predefinido é valores-teste.
ÂÂ Embora os valores-teste possam conter qualquer tipo de valor, deverá conter
normalmente valores do mesmo tipo.
ÂÂ Se valores-somar for omitido, valores-teste deverá normalmente apenas conter
valores numéricos ou de duração.

196 Capítulo 8    Funções numéricas


Exemplos
Tendo em conta a seguinte tabela:

=SOMA.SE(A1:A8; “<5") tem como resultado 10.


=SOMA.SE(A1:A8; “<5"; B1:B8) tem como resultado 100.
=SOMA.SE(D1:F3; “=c"; D5:F7) tem como resultado 27.
=SOMA.SE(B1:D1; 1) ou SOMA.SE(B1:D1; SOMA(1)) totalizam ambas todas as ocorrência de 1 no
intervalo.

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Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“MÉDIA.SE” na página 273

“MÉDIA.SE.S” na página 275

“CONTAR.SE” na página 233

“CONTAR.SE.S” na página 234

“SOMA.SE.S” na página 197

“Como especificar condições e utilizar caracteres universais” na página 358

“Lista de funções numéricas” na página 166

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

Capítulo 8    Funções numéricas 197


SOMA.SE.S
A função SOMA.SE.S tem como resultado a soma das células de uma colecção em que
os valores de teste correspondem às condições indicadas.

SOMA.SE.S(valores-somar; valores-teste; condição; valores-teste…; condição…)


ÂÂ valores-somar:  Uma colecção que contém os valores a serem utilizados para
calcular uma adição. valores-somar é uma colecção com valores numéricos, de data/
hora ou de duração.
ÂÂ valores-teste:  Uma colecção de valores a serem testados. valores-teste é uma
colecção que contém qualquer tipo de valor.
ÂÂ condição:  Uma expressão cujo resultado é um dos valores lógicos VERDADEIRO
ou FALSO. condição é uma expressão que pode conter qualquer coisa, desde que
o resultado da comparação da condição com um valor em valores-teste possa ser
expresso como um valor booleano de VERDADEIRO ou FALSO.
ÂÂ valores-teste…:  Incluir opcionalmente uma ou mais colecções que contenham
valores a testar. Cada colecção destas tem de ser imediatamente seguida por uma
expressão de condição. Este padrão de valores-teste; condição pode ser repetido
todas as vezes necessárias.
ÂÂ condição…:  Se for incluída uma colecção opcional de valores-teste, uma expressão
cujo resultado lógico é VERDADEIRO ou FALSO. Tem de haver uma condição a seguir
a cada colecção de valores-teste e, portanto, esta função terá sempre um número
ímpar de argumentos.

Notas de utilização
ÂÂ Em cada um dos pares de valores de teste e condição, a célula ou o valor
correspondente (a mesma posição dentro do intervalo ou da tabela) é comparado
com a condição. Se todas as condições forem satisfeitas, a célula ou o valor
correspondente em valores-somar é incluído na soma.
ÂÂ Todas as tabelas t~em de ter o mesmo tamanho.

198 Capítulo 8    Funções numéricas


Exemplos
A seguinte tabela mostra parte de um registo de entregas de uma determinada mercadoria. Cada
carga é pesada, classificada com 1 ou 2 e é anotada a data de entrega.

=SOMA.SE.S(A2:A13,B2:B13,“=1",C2:C13,“>=12/13/2010",C2:C13,“<=12/17/2010") tem como resultado


23, o número de toneladas da mercadoria entregue na semana de 17 de Dezembro que foi
classificado com “1.“
=SOMA.SE.S(A2:A13,B2:B13,“=2",C2:C13,“>=12/13/2010",C2:C13,“<=12/17/2010") o número de toneladas
da mercadoria entregue na mesma semana que foi classificado com “2.“

Tópicos relacionados
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“MÉDIA.SE” na página 273

“MÉDIA.SE.S” na página 275

“CONTAR.SE” na página 233

“CONTAR.SE.S” na página 234

“SOMA.SE” na página 196

“Como especificar condições e utilizar caracteres universais” na página 358

“Lista de funções numéricas” na página 166

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

Capítulo 8    Funções numéricas 199


SOMAX2DY2
A função SOMAX2DY2 tem como resultado a soma da diferença dos quadrados de
valores correspondentes em duas colecções.

SOMAX2DY2(conj-valores-1; conj-valores-2)
ÂÂ conj-valores-1:  A primeira colecção de valores. conj-valores-1 é uma colecção que
contém valores numéricos.
ÂÂ conj-valores-2:  A segunda colecção de valores. conj-valores-2 é uma colecção que
contém valores numéricos.

Exemplo
Tendo em conta a seguinte tabela:

=SOMAX2DY2(A1:A6,B1:B6) tem como resultado –158, a soma das diferenças dos quadrados dos
valores na coluna A e dos quadrados dos valores na coluna B. A fórmula para a primeira diferença é
A12 – B12.

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“Lista de funções numéricas” na página 166

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

SOMAX2SY2
A função SOMAX2SY2 tem como resultado a soma dos quadrados de valores
correspondentes em duas colecções.

SOMAX2SY2(conj-valores-1; conj-valores-2)
ÂÂ conj-valores-1:  A primeira colecção de valores. conj-valores-1 é uma colecção que
contém valores numéricos.
ÂÂ conj-valores-2:  A segunda colecção de valores. conj-valores-2 é uma colecção que
contém valores numéricos.

200 Capítulo 8    Funções numéricas


Exemplo
Tendo em conta a seguinte tabela:

=SOMAX2SY2(A1:A6,B1:B6) tem como resultado 640, a soma dos quadrados dos valores na coluna A
e dos quadrados dos valores na coluna B. A fórmula para a primeira soma é A12 + B12.

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“Lista de funções numéricas” na página 166

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

SOMAXMY2
A função SOMAXMY2 tem como resultado a soma dos quadrados das diferenças entre
valores correspondentes em duas colecções.

SOMAXMY2(conj-valores-1; conj-valores-2)
ÂÂ conj-valores-1:  A primeira colecção de valores. conj-valores-1 é uma colecção que
contém valores numéricos.
ÂÂ conj-valores-2:  A segunda colecção de valores. conj-valores-2 é uma colecção que
contém valores numéricos.

Exemplo
Tendo em conta a seguinte tabela:

=SOMAXMY2(A1:A6,B1:B6) tem como resultado 196, a soma dos quadrados dos valores na coluna A e
dos quadrados dos valores na coluna B. A fórmula para a primeira soma (A1 – B1)2.

Capítulo 8    Funções numéricas 201


Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“Lista de funções numéricas” na página 166

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

TRUNCAR
A função TRUNCAR trunca um número para o número especificado de dígitos.

TRUNCAR(number; dígitos)
ÂÂ number:  Um número. number é um valor numérico.
ÂÂ dígitos:  Um valor opcional que especifica o número de dígitos que pretende
manter, relativamente à casa decimal. dígitos é um valor numérico. Um número
positivo representa dígitos (casas decimais) a incluir à direita da vírgula. Um número
negativo especifica dígitos à esquerda da vírgula para substituir com zeros (o
número de zeros no final do número).

Notas de utilização
ÂÂ Se dígitos for omitido, presume-se que seja 0.

Exemplos
=TRUNCAR(1,49; 0) tem como resultado 1.
=TRUNCAR(1,50; 0) tem como resultado 1.
=TRUNCAR(1,23456; 3) tem como resultado 1.234.
=TRUNCAR(1111,222; -2) tem como resultado 1100.
=TRUNCAR(-2,2; 0) tem como resultado -2.
=TRUNCAR(-2,8; 0) tem como resultado -2.

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“ARRED.EXCESSO” na página 173

“PAR” na página 186

“ARRED.DEFEITO” na página 172

“INT” na página 180

“MARRED” na página 183

202 Capítulo 8    Funções numéricas


“ÍMPAR” na página 179

“ARRED” na página 171

“ARRED.PARA.BAIXO” na página 174

“ARRED.PARA.CIMA” na página 175

“Mais sobre arredondamentos” na página 352

“Lista de funções numéricas” na página 166

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

Capítulo 8    Funções numéricas 203


Funções de referência
9
As funções de referência permitem-lhe encontrar mais
facilmente dados dentro de tabelas e obter dados de células.

Lista de funções de referência


O iWork disponibiliza estas funções de referência para utilização com tabelas.

Função Descrição
“ÁREAS” (página 205) A função ÁREAS tem como resultado o número
de gamas referenciadas pela função.
“COL” (página 206) A função COL tem como resultado o número da
coluna que contém uma célula especificada.
“COLS” (página 207) A função COLS tem como resultado o número
de colunas incluídas numa gama de células
especificada.
“CORRESP” (página 207) A função CORRESP tem como resultado a posição
de um valor dentro de uma gama.
“DESLOCAMENTO” (página 209) A função DESLOCAMENTO tem como resultado
uma gama de células que é o número
especificado de linhas e colunas à parte da célula
de base especificada.
“ENDEREÇO” (página 210) A função ENDEREÇO constrói uma cadeia
de endereço de uma célula a partir de
identificadores separados de linha, coluna e
tabela.

204
Função Descrição
“HIPERLIGAÇÃO” (página 212) A função HIPERLIGAÇÃO cria uma hiperligação
em que se pode clicar para abrir uma página web
ou uma nova mensagem de e-mail.
“ÍNDICE” (página 212) A função ÍNDICE tem como resultado o valor na
célula que se encontra na intersecção da linha
e coluna especificadas dentro de uma gama de
células.
“INDIRECTO” (página 214) A função INDIRECTO tem como resultado os
conteúdos de uma célula ou gama referenciada
por um endereço especificado como cadeia.
“LIN” (página 215) A função LIN tem como resultado o número da
linha que contém uma célula especificada.
“LINS” (página 216) A função LINS tem como resultado o número
de linhas incluídas numa gama de células
especificada.
“PROC” (página 217) A função PROC encontra uma correspondência
para um valor a procurar numa gama e
apresenta, como resultado, o valor na célula com
a mesma posição relativa numa segunda gama.
“PROCH” (página 218) A função PROCH tem como resultado um valor
de um intervalo de linhas ao utilizar a linha
superior de valores para seleccionar uma coluna
e um número de linha para seleccionar uma linha
dentro dessa coluna.
“PROCV” (página 219) A função PROCV tem como resultado um valor de
um intervalo de colunas ao utilizar a coluna de
valores da esquerda para seleccionar uma linha
e um número de coluna para seleccionar uma
coluna nessa linha.
“SELECCIONAR” (página 221) A função SELECCIONAR tem como resultado um
valor de uma colecção de valores com base num
valor de índice especificado.
“TRANSPOR” (página 222) A função TRANSPOR tem como resultado um
intervalo vertical de células como intervalo
horizontal de células, ou vice-versa.

ÁREAS
A função ÁREAS tem como resultado o número de gamas referenciadas pela função.

ÁREAS(áreas)
ÂÂ áreas:  As áreas que a função deve contar. áreas é um valor de lista. Ou é uma
única gama ou mais do que uma gama separada por vírgulas e delimitada por um
conjunto adicional de parêntesis; por exemplo, ÁREAS((B1:B5; C10:C12)).

Capítulo 9    Funções de referência 205


Exemplos
= ÁREAS(A1:F8) tem como resultado 1.
=ÁREAS(C2:C8 B6:E6) tem como resultado 1.
=ÁREAS((A1:F8; A10:F18)) tem como resultado 2.
=ÁREAS((A1:C1; A3:C3; A5:C5)) tem como resultado 3.

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“Lista de funções de referência” na página 204

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

COL
A função COL tem como resultado o número da coluna que contém uma célula
especificada.

COL(célula)
ÂÂ célula:  Uma referência opcional a uma única célula de tabela. célula é um valor
de referência a uma única célula que pode conter qualquer valor ou estar vazia.
Se célula for omitida, como em =COL(), a função tem como resultado o número da
coluna da célula que contém a fórmula.

Exemplos
=COL(B7) tem como resultado 2, o número de coluna absoluto da coluna B.
=COL() tem como resultado o número da coluna da célula que contém a função.

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“ÍNDICE” na página 212

“LIN” na página 215

“Lista de funções de referência” na página 204

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

206 Capítulo 9    Funções de referência


COLS
A função COLS tem como resultado o número de colunas incluídas numa gama de
células especificada.

COLS(âmbito)
ÂÂ âmbito:  Uma gama de células. âmbito é uma referência a uma única gama de
células que poderá conter valores de qualquer tipo.

Notas de utilização
ÂÂ Se seleccionar uma linha de tabela inteira para âmbito, COLS tem como resultado o
número total de colunas da linha, que muda quando altera o tamanho da tabela.

Exemplos
=COLS(B3:D10) tem como resultado 3, o número de colunas na gama (colunas B, C e D).
=COLS(5:5) tem como resultado o número total de colunas da linha 5.

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“LINS” na página 216

“Lista de funções de referência” na página 204

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

CORRESP
A função CORRESP tem como resultado a posição de um valor dentro de uma gama.

CORRESP(procurar; onde-procurar; método-correspondência)


ÂÂ procurar:  O valor a procurar. procurar pode conter qualquer tipo de valor.
ÂÂ onde-procurar:  A colecção que contém os valores a serem procurados.. onde-
procurar é uma colecção que contém qualquer tipo de valores.
ÂÂ método-correspondência:  Um valor opcional que especifica como é efectuada a
correspondência de valores.
encontrar valor maior (1 ou omitido):  Encontrar a célula com o valor maior que
seja menor que ou igual ao valor a procurar. Não é possível utilizar caracteres
universais em procurar.
encontrar valor (0):  Encontrar a primeira célula com um valor que coincida
exactamente com o valor a procurar. É possível utilizar caracteres universais em
procurar.

Capítulo 9    Funções de referência 207


encontrar valor mais baixo (–1):  Encontrar a célula com o valor mais baixo que seja
maior que ou igual ao valor a procurar. Não é possível utilizar caracteres universais
em procurar.

Notas de utilização
ÂÂ A função CORRESP funciona apenas numa gama que faça parte de uma única
linha ou coluna; não é possível utilizá-la para procurar numa colecção em duas
dimensões.
ÂÂ A numeração das células começa com 1 na célula de cima ou da esquerda para
gamas verticais ou horizontais respectivamente. As pesquisas são efectuadas de
cima para baixo ou da esquerda para a direita.
ÂÂ Ao procurar texto, a diferença entre maiúsculas e minúsculas é ignorada.

Exemplos
Tendo em conta a seguinte tabela:

=CORRESP(40; A1:A5) tem como resultado 4.


=CORRESP(40; E1:E5) tem como resultado 1.
=CORRESP(35; E1:E5; 1) tem como resultado 3 (30 é o maior valor inferior ou igual a 35).
=CORRESP(35; E1:E5; -1) tem como resultado 1 (40 é o menor valor superior ou igual a 35).
=CORRESP(35; E1:E5; 0) apresenta um erro (não é possível encontrar uma correspondência exacta).
=CORRESP("lorem"; C1:C5) tem como resultado 1 (“lorem” aparece na primeira célula do intervalo).
=CORRESP(“*x",C1:C5,0) tem como resultado 3 (“lorex”, que termina com um “x”, aparece na terceira
célula do intervalo).

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“PROC” na página 217

“Como especificar condições e utilizar caracteres universais” na página 358

“Lista de funções de referência” na página 204

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

208 Capítulo 9    Funções de referência


DESLOCAMENTO
A função DESLOCAMENTO tem como resultado uma gama de células que é o número
especificado de linhas e colunas à parte da célula de base especificada.

DESLOCAMENTO(base; deslocamento-linha; coluna-deslocação; linhas; colunas)


ÂÂ base:  O endereço da célula a partir da qual as deslocações são medidas. base é um
valor de referência.
ÂÂ deslocamento-linha:  O número de linhas da célula-base à célula de destino.
deslocamento-linha é um valor numérico. 0 significa que a célula de destino está
na mesma linha que a célula-base. Um número negativo significa que a célula de
destino está numa linha acima da base.
ÂÂ coluna-deslocação:  O número de colunas da célula-base à célula de destino.
coluna-deslocação é um valor numérico. 0 significa que a célula de destino está na
mesma coluna que a célula-base. Um número negativo significa que a célula de
destino está numa coluna à esquerda da base.
ÂÂ linhas:  Um valor opcional que especifica o número de linhas a devolver partindo da
localização de deslocamento.linhas é um valor numérico.
ÂÂ colunas:  Um valor opcional que especifica o número de colunas a devolver
partindo da localização de deslocamento.colunas é um valor numérico.

Notas de utilização
ÂÂ A função DESLOCAMENTO pode ter como resultado uma tabela para utilização
noutra função. Por exemplo, imagine que introduziu em A1, A2 e A3, a célula-base,
o número de linhas e o número de colunas, respectivamente, cuja soma deseja ter.
Seria possível encontrar a soma com =SOMA(DESLOCAMENTO(INDIRECTO(A1),0,0,A
2,A3)).

Capítulo 9    Funções de referência 209


Exemplos
=DESLOCAMENTO(A1; 5; 5) tem como resultado o valor na célula F6, a célula cinco colunas à direita e
cinco linhas abaixo da célula A1.
=DESLOCAMENTO(G33; 0; -1) tem como resultado o valor na célula à esquerda de G33, o valor em
F33.
=SOMA(DESLOCAMENTO(A7; 2; 3; 5; 5)) tem como resultado a soma dos valores nas células D9 a H13,
as cinco linhas e cinco colunas que começam duas linhas à direita e três colunas abaixo da célula A7.
Imagine que introduziu 1 na célula D7, 2 na célula D8, 3 na célula D9, 4 na célula E7, 5 na célula E8 e 6
na célula E9.
=DESLOCAMENTO(D7,0,0,3,1) introduzido na célula B6 resulta em erro, uma vez que nas 3 linhas e 1
coluna do resultado (o intervalo D7:D9) não há uma única intersecção com B6 (não há nenhuma).
=DESLOCAMENTO(D7,0,0,3,1) introduzido na célula D4 resulta em erro, uma vez que nas 3 linhas e 1
coluna do resultado (o intervalo D7:D9) não há uma única intersecção com B6 (há três).
=DESLOCAMENTO(D7,0,0,3,1) introduzido na célula B8 resulta em 2, uma vez que nas 3 linhas e 1
coluna do resultado (o intervalo D7:D9) há uma única intersecção com B8 (a célula D8, que contém
2).2
=DESLOCAMENTO(D7:D9,0,1,3,1) introduzido na célula B7 resulta em 4, uma vez que nas 3 linhas e 1
coluna do resultado (o intervalo E7:E9) há uma única intersecção com B7 (a célula E8, que contém 4).

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“COL” na página 206

“LIN” na página 215

“Lista de funções de referência” na página 204

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

ENDEREÇO
A função ENDEREÇO constrói uma cadeia de endereço de uma célula a partir de
identificadores separados de linha, coluna e tabela.

ENDEREÇO(linha; coluna; tipo-endereço; estilo-endereço; tabela)


ÂÂ linha:  O número de linha do endereço. linha é um valor numérico e tem de estar no
intervalo 1 a 65.535.
ÂÂ coluna:  O número de coluna do endereço. coluna é um valor numérico e tem de
estar no intervalo de 1 a 256.
ÂÂ tipo-endereço:  Um valor opcional que especifica se os números das linhas e das
colunas são relativos ou absolutos.

210 Capítulo 9    Funções de referência


todos absolutos (1 ou omitido):  As referências de linha e coluna são absolutas.
linha absoluta; coluna relativa (2):  As referências de linha são absolutas e as de
coluna são relativas.
linha relativa; coluna absoluta (3):  As referências a linhas são relativas e as
referências a colunas são absolutas.
todos relativos (4):  As referências de linha e coluna são relativas.
ÂÂ estilo-endereço:  Um valor opcional que especifica o estilo do endereço.
A1 (VERDADEIRO, 1 ou omitido):  O formato de endereço deve usar letras para as
colunas e números para as linhas.
R1C1 (FALSO):  O formato do endereço não é suportado e devolve um erro.
ÂÂ tabela:  Um valor opcional que especifica o nome da tabela. tabela é um valor
de cadeia. Se a tabela estiver noutra folha, o nome da folha também tem de ser
incluído. Se omitida, presume-se que a tabela seja a actual na folha actual (ou seja, a
tabela em que se encontra a função ENDEREÇO).

Notas de utilização
ÂÂ Um estilo de endereço de R1C1 não é suportado, sendo este argumento modal
apenas fornecido para compatibilidade com outros programas de folhas de cálculo.

Exemplos
=ENDEREÇO(3; 5) cria o endereço $E$3.
=ENDEREÇO(3; 5; 2) cria o endereço E$3.
=ENDEREÇO(3; 5; 3) cria o endereço $E3.
=ENDEREÇO(3; 5; 4) cria o endereço E3.
=ENDEREÇO(3; 3; ,; "Folha 2 ::  Tabela 1") cria o endereço Folha 2 ::  Tabela 1 ::  $C$3.

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“Lista de funções de referência” na página 204

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

Capítulo 9    Funções de referência 211


HIPERLIGAÇÃO
A função HIPERLIGAÇÃO cria uma hiperligação em que se pode clicar para abrir uma
página web ou uma nova mensagem de e-mail.

HIPERLIGAÇÃO(URL; encadear-texto)
ÂÂ URL:  Um localizador standard de recursos universais. URL é um valor de cadeia que
deverá conter uma cadeia de localizador de recursos universais adequadamente
formatada.
ÂÂ encadear-texto:  Um valor opcional que especifica o texto que aparece na ligação
da célula que pode ser clicada. encadear-texto é um valor de cadeia. Se omitido, o
URL é utilizado como encadear-texto.

Exemplos
=HIPERLIGAÇÃO("http://www.apple.com"; "Apple") cria uma hiperligação com o texto Apple, que abre
o navegador predefinido na página inicial da Apple.
=HIPERLIGAÇÃO("mailto:janedoe@example.com?subject=Pedido de orçamento"; "Obter orçamento")
cria uma hiperligação com o texto Obter orçamento que abre a aplicação de e-mail predefinida
para enviar uma nova mensagem para janedoe@example.com com a linha de assunto Pedido de
orçamento.

Tópicos relacionados
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“Lista de funções de referência” na página 204

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

ÍNDICE
A função ÍNDICE tem como resultado o valor na célula que se encontra na intersecção
da linha e coluna especificadas dentro de uma gama de células ou de uma tabela.

ÍNDICE(âmbito; índice-linha; coluna-índice; índice-área)


ÂÂ âmbito:  Uma gama de células. âmbito pode conter valores de qualquer tipo. âmbito
é uma única gama ou mais do que uma gama separada por vírgulas e delimitada
por um conjunto adicional de parêntesis. Por exemplo, ((B1:B5; C10:C12)).
ÂÂ índice-linha:  O número de linha do valor a ser devolvido. índice-linha é um valor
numérico e tem de ser superior ou igual a 0 e inferior ou igual ao número de linhas
no âmbito.

212 Capítulo 9    Funções de referência


ÂÂ coluna-índice:  Um valor opcional que especifica o número de coluna do valor a ser
devolvido. coluna-índice é um valor numérico e tem de ser superior ou igual a 0 e
inferior ou igual ao número de colunas no âmbito.
ÂÂ índice-área:  Um valor opcional que especifica o número de área do valor a ser
devolvido. índice-área é um valor numérico e tem de ser superior ou igual a 1 e
inferior ou igual ao número de áreas no âmbito. Se omitido, utiliza-se 1.

Notas de utilização
ÂÂ O ÍNDICE pode ter como resultado o valor numa intersecção especificada de uma
gama de valores em duas dimensões. Por exemplo, imagine que as células B2:E7
contêm os valores. =ÍNDICE(B2:D7; 2; 3) tem como resultado o valor encontrado na
intersecção da segunda linha com a terceira coluna (o valor da célula D3).
ÂÂ É possível especificar mais do que uma área ao delimitar os intervalos com um par
adicional de parêntesis. Por exemplo, =ÍNDICE((B2:D5,B7:D10); 2; 3; 2) tem como
resultado o valor na intersecção da segunda coluna com a terceira linha na segunda
área (o valor da célula D8).
ÂÂ A função ÍNDICE pode devolver uma tabela de uma linha ou uma coluna para
outra função. Deste modo, é necessário índice-linha ou coluna-índice, mas o outro
argumento pode ser omitido. Por exemplo =SOMA(ÍNDICE(B2:D5; ; 3)) tem como
resultado a soma dos valores na terceira coluna (células D2 a D5). De igual modo,
=MÉDIA(ÍNDICE(B2:D5; 2)) tem como resultado a média dos valores da segunda
linha (células B3 a D3).
ÂÂ A função ÍNDICE pode ter como resultado (ou “apresentar”) o valor de uma
tabela resultante de uma função de tabela (uma função cujo resultado é
uma tabela de valores e não um único valor). A função FREQUÊNCIA tem
como resultado uma tabela de valores baseada em intervalos especificados.
=ÍNDICE(FREQUÊNCIA($A$1:$F$5; $B$8:$E$8); 1) teria como resultado o primeiro
valor da tabela obtido pela função FREQUÊNCIA indicada. De igual modo,
=ÍNDICE(FREQUÊNCIA($A$1:$F$5; $B$8:$E$8); 5) teria como resultado o quinto valor
da tabela.
ÂÂ A localização no intervalo ou na tabela é especificado ao indicar o número de
linhas para baixo e o número de coluna para a direita em relação à célula do canto
superior esquerdo do intervalo ou da tabela.
ÂÂ Excepto quando ÍNDICE é especificado conforme descrito no terceiro caso
supramencionado, índice-linha não pode ser omitido e, se coluna-índice for omitida,
presume-se que seja 1.

Capítulo 9    Funções de referência 213


Exemplos
Tendo em conta a seguinte tabela:

=ÍNDICE(B2:D5,2,3) tem como resultado 22, o valor da segunda linha e terceira coluna (célula D3).
=ÍNDICE((B2:D5,B7:D10); 2; 3; 2) tem como resultado "f”, o valor da segunda linha e terceira coluna da
segunda área (célula D8).
=SOMA(ÍNDICE(B2:D5; ; 3)) tem como resultado 90, a soma dos valores na terceira coluna (células D2
a D5).
=MÉDIA(ÍNDICE(B2:D5,2)) tem como resultado 12, a média dos valores da segunda linha (células B3 a
D3).

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“COL” na página 206

“INDIRECTO” na página 214

“DESLOCAMENTO” na página 209

“LIN” na página 215

“Lista de funções de referência” na página 204

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

INDIRECTO
A função INDIRECTO tem como resultado os conteúdos de uma célula ou gama
referenciada por um endereço especificado como cadeia.

INDIRECTO(cadeia-endereço; estilo-endereço)
ÂÂ cadeia-endereço:  Uma cadeia que representa um endereço de célula. cadeia-
endereço é um valor de cadeia.

214 Capítulo 9    Funções de referência


ÂÂ estilo-endereço:  Um valor opcional que especifica o estilo do endereço.
A1 (VERDADEIRO, 1 ou omitido):  O formato de endereço deve usar letras para as
colunas e números para as linhas.
R1C1 (FALSO):  O formato do endereço não é suportado e devolve um erro.

Notas de utilização
ÂÂ O endereço indicado pode ser uma referência a um intervalo, ou seja, “A1:C5”,
não apenas uma referência a uma única célula. Se utilizada deste modo, a função
INDIRECTO tem como resultado uma tabela que pode ser utilizada como argumento
noutra função ou directamente lida utilizando a função ÍNDICE. Por exemplo,
=SOMA(INDIRECTO(A1:C5; 1)) tem como resultado a soma dos valores nas células
referenciadas pelos endereços nas células A1 a C5.
ÂÂ Um estilo de endereço de R1C1 não é suportado, sendo este argumento modal
apenas fornecido para compatibilidade com outros programas de folhas de cálculo.

Exemplo
Se a célula A1 contiver 99 e a A20 contiver A1:
=INDIRECTO(A20) tem como resultado 99, os conteúdos da célula A1.

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“ÍNDICE” na página 212

“Lista de funções de referência” na página 204

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

LIN
A função LIN tem como resultado o número da linha que contém uma célula
especificada.

LIN(célula)
ÂÂ célula:  Uma referência opcional a uma única célula de tabela. célula é um valor
de referência a uma única célula que pode conter qualquer valor ou estar vazia. Se
célula for omitida, como em =LIN(), a função tem como resultado o número da linha
da célula que contém a fórmula.

Capítulo 9    Funções de referência 215


Exemplos
=LIN(B7) tem como resultado 7, o número da linha 7.
=LIN() tem como resultado o número de linha absoluto da célula que contém a função.

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“COL” na página 206

“ÍNDICE” na página 212

“Lista de funções de referência” na página 204

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

LINS
A função LINS tem como resultado o número de linhas incluídas numa gama de
células especificada.

LINS(âmbito)
ÂÂ âmbito:  Uma gama de células. âmbito é uma referência a uma única gama de
células que poderá conter valores de qualquer tipo.

Notas de utilização
ÂÂ Se seleccionar uma coluna de tabela inteira para âmbito, LINS tem como resultado o
número total de linhas da coluna, que muda quando altera o tamanho da tabela.

Exemplos
=LINS(A11:D20) tem como resultado 10, o número de linhas de 11 a 20.
=LINS(D:D) tem como resultado o número total de linhas da coluna D.

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“COLS” na página 207

“Lista de funções de referência” na página 204

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

216 Capítulo 9    Funções de referência


“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

PROC
A função PROC encontra uma correspondência para um valor a procurar numa gama
e apresenta, como resultado, o valor na célula com a mesma posição relativa numa
segunda gama.

PROC(procurar; onde-procurar; valores-resultado)


ÂÂ procurar:  O valor a procurar. valor-procurar pode conter qualquer tipo de valor.
ÂÂ onde-procurar:  A colecção que contém os valores a serem procurados.. onde-
procurar é uma colecção que contém qualquer tipo de valores.
ÂÂ valores-resultado:  Uma colecção opcional que contém o valor a ser devolvido com
base na pesquisa. valores-resultado é uma colecção que contém qualquer tipo de
valores.

Notas de utilização
ÂÂ Quer onde-procurar quer valores-resultado são normalmente incluídos e são
especificados ou como colunas múltiplas, ou como linhas múltiplas, mas não ambas
(em uma dimensão). Porém, para compatibilidade com outras aplicações de folha
de cálculo, onde-procurar pode ser especificado como colunas múltiplas e linhas
múltiplas (em duas dimensões) e valores-resultado pode ser omitido.
ÂÂ Se onde-procurar tiver duas dimensões e valores-resultado for especificado, a linha
mais em cima e a coluna mais à esquerda, a que contiver mais células, é pesquisada
e o resultado é o valor correspondente de valores-resultado.
ÂÂ Se onde-procurar tiver duas dimensões e valores-resultado for omitido, o resultado
é o valor correspondente na última linha (se o número de colunas incluído no
intervalo for maior) ou coluna (se o número de linhas incluído no intervalo for
maior).

Exemplos
Tendo em conta a seguinte tabela:

=PROC("C"; A1:F1; A2:F2) tem como resultado 30.


=PROC(40; A2:F2; A1:F1) tem como resultado D.
=PROC("B"; A1:C1; D2:F2) tem como resultado 50.
=PROC("D",A1:F2) tem como resultado 40, o valor na última linha que corresponde a “D.“

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

Capítulo 9    Funções de referência 217


“PROCH” na página 218

“CORRESP” na página 207

“PROCV” na página 219

“Lista de funções de referência” na página 204

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

PROCH
A função PROCH tem como resultado um valor de um intervalo de linhas ao utilizar
a linha superior de valores para seleccionar uma coluna e um número de linha para
seleccionar uma linha dentro dessa coluna.

PROCH(procurar; intervalo-linhas; linha-devolver; correspondência-aprox)


ÂÂ procurar:  O valor a procurar. procurar pode conter qualquer tipo de valor.
ÂÂ intervalo-linhas:  Uma gama de células. âmbito é uma referência a uma única gama
de células que poderá conter valores de qualquer tipo.
ÂÂ linha-devolver:  O número de linha a partir do qual devolver o valor. linha-devolver é
um valor numérico e tem de ser superior ou igual a 1 e inferior ou igual ao número
de linhas no intervalo especificado.
ÂÂ correspondência-aprox:  Um valor opcional que especifica se é ou não necessário
que dois valores coincidam exactamente.
correspondência aproximada (VERDADEIRO, 1 ou omitido):  Se os valores não
coincidirem exactamente, seleccionar a coluna com o valor de linha superior maior,
que seja menor que o valor a procurar.. Não é possível utilizar caracteres universais
em procurar.
coincide exactamente (FALSO ou 0):  Se os valores não coincidirem exactamente,
devolver um erro. É possível utilizar caracteres universais em procurar.

Notas de utilização
ÂÂ PROCH compara um valor a procurar com os valores da linha superior de um
intervalo especificado. Salvo se for necessária uma correspondência exacta, é
seleccionada a coluna contendo o valor de linha superior maior, que seja menor do
que o valor a procurar. Por conseguinte, o valor da linha especificada nessa coluna
é devolvido pela função. Se for exigida uma correspondência exacta e nenhum dos
valores da linha superior corresponder ao valor a procurar, a função resulta num
erro.

218 Capítulo 9    Funções de referência


Exemplos
Tendo em conta a seguinte tabela:

=PROCH(20; A1:E4; 2) tem como resultado "E".


=PROCH(39; A1:E4; 2) tem como resultado "E".
=PROCH("M"; A2:E4; 2) tem como resultado "dolor".
=PROCH("C"; A2:E3; 2) tem como resultado "lorem.“
=PROCH("blandit"; A3:E4; 2) tem como resultado "5".
=PROCH("C"; A2:E4; 3; VERDADEIRO) tem como resultado "1".
=PROCH("C"; A2:E4; 3; FALSO) tem como resultado um erro porque não é possível encontrar o valor
(não existe uma correspondência exacta).

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“PROC” na página 217

“CORRESP” na página 207

“PROCV” na página 219

“Como especificar condições e utilizar caracteres universais” na página 358

“Lista de funções de referência” na página 204

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

PROCV
A função PROCV tem como resultado um valor de um intervalo de colunas ao utilizar
a coluna de valores da esquerda para seleccionar uma linha e um número de coluna
para seleccionar uma coluna nessa linha.

PROCV(procurar; colunas-intervalo; coluna-devolver; correspondência-aprox)


ÂÂ procurar:  O valor a procurar. valor-procurar pode conter qualquer tipo de valor.
ÂÂ colunas-intervalo:  Uma gama de células. âmbito é uma referência a uma única
gama de células que poderá conter valores de qualquer tipo.

Capítulo 9    Funções de referência 219


ÂÂ coluna-devolver:  Um número que especifica o número de coluna relativo da célula
da qual o valor deve ser devolvido. coluna-devolver é um valor numérico. A coluna
mais à esquerda do intervalo é a coluna 1.
ÂÂ correspondência-aprox:  Um valor opcional que determina se é ou não necessário
que dois valores coincidam exactamente.
correspondência aproximada (VERDADEIRO, 1 ou omitido):  Se os valores não
coincidirem exactamente, seleccionar a coluna com o valor de linha superior maior,
que seja menor que o valor a procurar.. Não é possível utilizar caracteres universais
em procurar.
coincide exactamente (FALSO ou 0):  Se os valores não coincidirem exactamente,
devolver um erro. É possível utilizar caracteres universais em procurar.

Notas de utilização
ÂÂ PROCV compara um valor a procurar com os valores da coluna mais à esquerda de
um intervalo especificado. Salvo se for necessária uma correspondência exacta, é
seleccionada a linha contendo o valor de coluna da esquerda maior, que seja menor
do que o valor a procurar. Por conseguinte, o valor da coluna especificada nessa
linha é devolvido pela função. Se for exigida uma correspondência exacta e nenhum
dos valores da coluna mais à esquerda corresponder ao valor a procurar, a função
resulta num erro.

Exemplos
Tendo em conta a seguinte tabela:

=PROCV(20; B2:E6; 2) tem como resultado E.


=PROCV(21; B2:E6; 2) tem como resultado E.
=PROCV("M"; C2:E6; 2) tem como resultado dolor.
=PROCV("blandit"; D2:E6; 2) tem como resultado 5.
=PROCV(21; B2:E6; 2; FALSO) resulta num erro porque nenhum dos valores da coluna da esquerda
corresponde exactamente a 21.

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“PROCH” na página 218

“PROC” na página 217

220 Capítulo 9    Funções de referência


“CORRESP” na página 207

“Como especificar condições e utilizar caracteres universais” na página 358

“Lista de funções de referência” na página 204

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

SELECCIONAR
A função SELECCIONAR tem como resultado um valor de uma colecção de valores com
base num valor de índice especificado.

SELECCIONAR(índice; valor; valor…)


ÂÂ índice:  O índice do valor a ser devolvido. índice é um valor numérico e tem de ser
superior a 0.
ÂÂ valor:  Um valor. valor pode conter qualquer tipo de valor.
ÂÂ valor…:  Incluir opcionalmente um ou mais valores.

Exemplos
=SELECCIONAR(4; "Segunda"; "Terça"; "Quarta"; "Quinta"; "Sexta"; "Sábado"; "Domingo") tem como
resultado Quinta, o quarto valor da lista.
=SELECCIONAR(3; "1º"; "segundo"; 7; "último") tem como resultado 7, o terceiro valor da lista.

Tópicos relacionados
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“Lista de funções de referência” na página 204

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

Capítulo 9    Funções de referência 221


TRANSPOR
A função TRANSPOR tem como resultado um intervalo vertical de células como
intervalo horizontal de células, ou vice-versa.

TRANSPOR(âmbito-tabela)
ÂÂ âmbito-tabela:  A colecção que contém os valores a serem transportados. âmbito-
tabela é uma colecção que contém qualquer tipo de valor.

Notas de utilização
ÂÂ A função TRANSPOR tem como resultado uma tabela com valores transpostos. Esta
tabela irá conter um número de linhas igual ao número de colunas na gama original
e um número de colunas igual ao número de linhas da gama original. Os valores
nesta tabela podem ser determinados (“lidos”) com a função ÍNDICE.

Exemplos
Tendo em conta a seguinte tabela:

Linha/Coluna Tecla A Tecla B Tecla C Tecla D Tecla E


1 5 15 10 9 7
2 11 96 29 11 23
3 37 56 23 1 12

=ÍNDICE(TRANSPOR($A$1:$E$3),1,1) tem como resultado 5, o valor na linha 1, coluna 1 do intervalo


transposto (era a linha 1, coluna A do intervalo original).
=ÍNDICE(TRANSPOR($A$1:$E$3),1,2) tem como resultado 11, o valor na linha 1, coluna 2 do intervalo
transposto (era a linha 2, coluna A do intervalo original).
=ÍNDICE(TRANSPOR($A$1:$E$3),1,3) tem como resultado 37, o valor na linha 1, coluna 3 do intervalo
transposto (era a linha 3, coluna A do intervalo original).
=ÍNDICE(TRANSPOR($A$1:$E$3),2,1) tem como resultado 15, o valor na linha 2, coluna 1 do intervalo
transposto (era a linha 1, coluna 2 do intervalo original).
=ÍNDICE(TRANSPOR($A$1:$E$3),3,2) tem como resultado 29, o valor na linha 3, coluna 2 do intervalo
transposto (era a linha 2, coluna C do intervalo original).
=ÍNDICE(TRANSPOR($A$1:$E$3),4,3) tem como resultado 1, o valor na linha 4, coluna 3 do intervalo
transposto (era a linha 3, coluna D do intervalo original).

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“Lista de funções de referência” na página 204

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

222 Capítulo 9    Funções de referência


Funções estatísticas
10
As funções estatísticas permitem-lhe manipular e analisar
com maior facilidade colecções de dados utilizando uma
variedade de medidas e técnicas estatísticas.

Lista de funções estatísticas


O iWork disponibiliza estas funções estatísticas para utilização com tabelas.

Função Descrição
“BETA.ACUM.INV” (página 228) A função BETA.ACUM.INV tem como resultado o
inverso do valor indicado de probabilidade de
distribuição beta cumulativa.
“CLASSIFICAÇÃO” (página 229) A função CLASSIFICAÇÃO tem como resultado
a classificação de um número dentro de um
intervalo de números.
“CONFIANÇA” (página 231) A função CONFIANÇA tem como resultado um
valor para criação de um intervalo de confiança
estatística de uma amostra de população com
um desvio padrão conhecido.
“CONTAR” (página 231) A função CONTAR tem como resultado o número
de argumentos que contêm números, expressões
numéricas ou datas.
“CONTAR.SE” (página 233) A função CONTAR.SE tem como resultado o
número de células de uma gama que satisfazem
uma determinada condição.
“CONTAR.SE.S” (página 234) A função CONTAR.SE.S tem como resultado
o número de células em uma ou mais gamas
que satisfazem determinadas condições (uma
condição por gama).

 223
Função Descrição
“CONTAR.VAL” (página 236) A função CONTAR.VAL tem como resultado o
número de argumentos que não estão vazios.
“CONTAR.VAZIO” (página 237) A função CONTAR.VAZIO tem como resultado
o número de células de uma gama que estão
vazias.
“CORREL” (página 238) A função CORREL tem como resultado a
correlação entre duas colecções utilizando a
análise de regressão linear.
“COVAR” (página 239) A função COVAR tem como resultado a co-
variância de duas colecções.
“CRIT.BINOM” (página 240) A função CRIT.BINOM tem como resultado o
menor valor para o qual a distribuição binomial
cumulativa é maior ou igual a um determinado
valor.
“DECLIVE” (página 241) A função DECLIVE tem como resultado o declive
da recta que melhor se ajusta à colecção
utilizando a análise de regressão linear.
“DESV.MÉDIO” (página 242) A função DESV.MÉDIO tem como resultado a
média da diferença de uma colecção de números
em relação à respectiva média aritmética.
“DESVPAD” (página 243) A função DESVPAD tem como resultado o desvio
padrão, uma medida de dispersão, de uma
colecção de valores com base na respectiva
variância da amostra (não enviesada).
“DESVPADA” (página 244) A função DESVPADA tem como resultado o
desvio padrão, uma medida de dispersão, de uma
colecção de valores que pode incluir valores de
texto ou booleanos, com base na variância da
amostra (não enviesada).
“DESVPADAP” (página 246) A função DESVPADAP tem como resultado o
desvio padrão, uma medida de dispersão, de
uma colecção de valores que pode incluir valores
de texto ou booleanos, com base na variância
(verdadeira) da população.
“DESVPADP” (página 248) A função DESVPADP tem como resultado o
desvio padrão, uma medida de dispersão, de
uma colecção de valores com base na respectiva
variância (verdadeira) da população.
“DESVQ” (página 249) A função DESVQ tem como resultado a soma
dos quadrados de desvios de uma colecção de
números, a partir da respectiva média aritmética.

224 Capítulo 10    Funções estatísticas


Função Descrição
“DISTBETA” (página 250) A função DISTBETA tem como resultado o valor
de probabilidade de distribuição beta cumulativa.
“DIST.BIN.NEG” (página 250) A função DIST.BIN.NEG tem como resultado a
distribuição binomial negativa.
“DIST.CHI” (página 251) A função DIST.CHI tem como resultado a
probabilidade unilateral da distribuição chi-
quadrado.
“DISTEXPON” (página 252) A função DISTEXPON tem como resultado a
distribuição exponencial da forma especificada.
“DISTF” (página 253) A função DISTF tem como resultado a
distribuição da probabilidade F.
“DISTGAMA” (página 254) A função DISTGAMA tem como resultado a
distribuição gama na forma especificada.
“DIST.NORM” (página 254) A função DIST.NORM tem como resultado
a distribuição normal da forma da função
especificada.
“DIST.NORMALLOG” (página 255) A função DIST.NORMALLOG tem como resultado
a distribuição normallog.
“DIST.NORMP” (página 256) A função DIST.NORMP tem como resultado a
distribuição normal padrão.
“DISTRBINOM” (página 257) A função DISTRBINOM tem como resultado a
probabilidade de distribuição binomial de termo
individual da forma especificada.
“DISTT” (página 258) A função DISTT tem como resultado a
probabilidade da distribuição t de Student.
“FREQUÊNCIA” (página 258) A função FREQUÊNCIA tem como resultado uma
tabela que mostra a frequência com que valores
de dados ocorrem numa gama de valores de
intervalo.
“INTERCEPTAR” (página 260) A função INTERCEPTAR tem como resultado a
intercepção y da recta que melhor se ajusta à
colecção através da análise de regressão linear.
“INV.CHI” (página 261) A função INV.CHI tem como resultado o inverso
da probabilidade unilateral da distribuição chi-
quadrado.
“INVF” (página 262) A função INVF tem como resultado o inverso da
distribuição da probabilidade F.
“INVGAMA” (página 263) A função INVGAMA tem como resultado o inverso
da distribuição gama cumulativa.

Capítulo 10    Funções estatísticas 225


Função Descrição
“INVLOG” (página 263) A função INVLOG tem como resultado o inverso
da função de distribuição cumulativa normallog
de x.
“INV.NORM” (página 264) A função INV.NORM tem como resultado o
inverso da distribuição cumulativa normal.
“INV.NORMP” (página 265) A função INV.NORMP tem como resultado o
inverso da distribuição cumulativa normal
padrão.
“INVT” (página 266) A função INVT tem como resultado o valor t
(uma função da probabilidade e dos graus de
liberdade) da distribuição t de Student.
“LNGAMA” (página 266) A função LNGAMA tem como resultado o
logaritmo natural da função gama, G(x).
“MAIOR” (página 267) A função MAIOR tem como resultado o valor
n-ésimo (nth) maior dentro de uma colecção. O
valor maior é classificado com o número 1.
“MÁXIMO” (página 268) A função MÁXIMO tem como resultado o maior
número de uma colecção.
“MÁXIMOA” (página 269) A função MÁXIMOA tem como resultado o maior
número de uma colecção de valores que pode
incluir valores de texto ou booleanos.
“MED” (página 269) A função MED tem como resultado o valor
da mediana de uma colecção de números. A
mediana é o valor em que metade dos números
da colecção é inferior à mediana e a outra
metade é superior.
“MÉDIA” (página 270) A função MÉDIA tem como resultado a média
aritmética de uma colecção de números.
“MÉDIAA” (página 271) A função MÉDIAA tem como resultado a média
aritmética de uma colecção de valores, incluindo
valores de texto e booleanos.
“MÉDIA.GEOMÉTRICA” (página 272) A função MÉDIA.GEOMÉTRICA tem como
resultado a média geométrica.
“MÉDIA.HARMÓNICA” (página 273) A função MÉDIA.HARMÓNICA tem como
resultado a média harmónica.

226 Capítulo 10    Funções estatísticas


Função Descrição
“MÉDIA.SE” (página 273) A função MÉDIA.SE tem como resultado a
média aritmética das células de uma gama que
satisfazem uma determinada condição.
“MÉDIA.SE.S” (página 275) A função MÉDIA.SE.S tem como resultado a
média aritmética das células de uma colecção
que satisfazem todas as condições indicadas.
“MENOR” (página 277) A função MENOR tem como resultado o nth-
ésimo valor menor num intervalo. O valor menor
é classificado com o número 1.
“MÍNIMO” (página 278) A função MÍNIMO tem como resultado o menor
número de uma colecção.
“MÍNIMOA” (página 278) A função MÍNIMOA tem como resultado o menor
número de uma colecção de valores que pode
incluir valores de texto ou booleanos.
“MODO” (página 279) A função MODO tem como resultado o valor que
ocorre com maior frequência numa colecção de
números.
“NORMALIZAR” (página 280) A função NORMALIZAR tem como resultado
um valor normalizado a partir da distribuição
caracterizada por uma determinada média e um
determinado desvio padrão.
“ORDEM.PERCENTUAL” (página 281) A função ORDEM.PERCENTUAL tem como
resultado a ordem de um valor numa colecção
como percentagem da colecção.
“PERCENTIL” (página 282) A função PERCENTIL tem como resultado o
valor numa colecção que corresponde a um
determinado percentil.
“PERMUTAR” (página 283) A função PERMUTAR tem como resultado o
número de permutações para um determinado
número de objectos que podem ser
seleccionados a partir de um número total de
objectos.
“POISSON” (página 284) A função POISSON tem como resultado a
probabilidade de ocorrência de um número
específico de eventos, utilizando a distribuição de
Poisson.

Capítulo 10    Funções estatísticas 227


Função Descrição
“PREVISÃO” (página 284) A função PREVISÃO tem como resultado o valor y
previsto para um determinado valor x com base
em valores de amostra, utilizando a análise de
regressão linear.
“PROB” (página 286) A função PROB tem como resultado a
probabilidade de um intervalo de valores,
se conhecer as probabilidades dos valores
individuais.
“PROJ.LIN” (página 288) A função PROJ.LIN tem como resultado uma
tabela das estatísticas de uma linha recta que
melhor se ajusta aos dados indicados utilizando o
método dos "quadrados mínimos".
“QUARTIL” (página 291) A função QUARTIL tem como resultado o valor
do quartil especificado de uma determinada
colecção.
“TESTE.CHI” (página 292) A função TESTE.CHI tem como resultado o valor
da distribuição chi-quadrado do dado indicado.
“TTEST” (página 293) A função TTEST tem como resultado a
probabilidade associada a um teste t de Student,
com base na função de distribuição t.
“VAR” (página 294) A função VAR tem como resultado a variância
(não enviesada) da amostra, uma medida de
dispersão, de uma colecção de valores.
“VARA” (página 296) A função VARA tem como resultado a variância
(não enviesada) da amostra, uma medida de
dispersão, de uma colecção de valores que inclui
valores de texto ou booleanos.
“VARP” (página 298) A função VARP tem como resultado a variância
(verdadeira) da população, uma medida de
dispersão, de uma colecção de valores.
“VARPA” (página 299) A função VARPA tem como resultado a variância
(não enviesada) da amostra, uma medida de
dispersão, de uma colecção de valores que inclui
valores de texto ou booleanos.
“ZTEST” (página 301) A função ZTEST tem como resultado o valor da
probabilidade unilateral do teste Z.

BETA.ACUM.INV
A função BETA.ACUM.INV tem como resultado o inverso do valor indicado de
probabilidade de distribuição beta cumulativa.

228 Capítulo 10    Funções estatísticas


BETA.ACUM.INV(probabilidade; alfa; beta; x-inferior; x-superior)
ÂÂ probabilidade:  Uma probabilidade associada com a distribuição. probabilidade é
um valor numérico e tem de ser superior a 0 e inferior a 1.
ÂÂ alfa:  Um dos parâmetros de forma da distribuição. alfa é um valor numérico e tem
de ser superior a 0.
ÂÂ beta:  Um dos parâmetros de forma da distribuição. beta é um valor numérico e tem
de ser superior a 0.
ÂÂ x-inferior:  Um limite inferior opcional para a probabilidade ou valor x especificado.
x-inferior é um valor numérico e tem de ser inferior ou igual à probabilidade ou
valor x especificado. Se omitido, utiliza-se 0.
ÂÂ x-superior:  Um limite superior opcional para a probabilidade ou valor x
especificado. x-superior é um valor numérico e tem de ser superior ou igual à
probabilidade ou valor x especificado. Se omitido, utiliza-se 1.

Exemplos
=BETA.ACUM.INV(0,5; 1; 2; 0,3; 2) tem como resultado 0,797918471982869.
=BETA.ACUM.INV(0,99; 1; 2; 0; 1) tem como resultado 0,9.
=BETA.ACUM.INV(0,1; 2; 2; 0; 2) tem como resultado 0,391600211318183.

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“DISTBETA” na página 250

“Lista de funções estatísticas” na página 223

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

CLASSIFICAÇÃO
A função CLASSIFICAÇÃO tem como resultado a classificação de um número dentro de
um intervalo de números.

CLASSIFICAÇÃO(dur-data-num; conj-dur-data-num; maior-é-alto)


ÂÂ dur-data-num:  Um valor. dur-data-num é um valor numérico, um valor de data/hora
ou um valor de duração.
ÂÂ conj-dur-data-num:  Uma colecção de valores. conj-dur-data-num é uma colecção
com valores numéricos, de data ou de duração. Todos os valores têm de ser do
mesmo tipo.

Capítulo 10    Funções estatísticas 229


ÂÂ maior-é-alto:  Um valor opcional que especifica se a classificação 1 se aplica ao valor
maior ou ao valor mais pequeno da colecção.
maior é baixo (0, FALSO ou omitido):  Atribuir a classificação 1 ao valor maior da
colecção.
maior é alto (1 ou VERDADEIRO):  Atribuir a classificação 1 ao valor mais baixo da
colecção.

Notas de utilização
ÂÂ Os valores iguais incluídos na colecção são classificados em conjunto, mas têm
impacto no resultado.
ÂÂ Se o valor especificado não corresponder a qualquer dos valores da colecção, o
resultado é um erro.

Exemplos
Imagine que a seguinte tabela contém as pontuações cumulativas do teste deste semestre dos seus
20 alunos. (Organizámos assim os dados para o exemplo; originalmente estariam provavelmente em
20 linhas separadas.)

=CLASSIFICAÇÃO(30; A1:E4; 1) tem como resultado 1, dado que 30 é a pontuação cumulativa mais
baixa do teste e optámos por classificar o valor menor primeiro.
=CLASSIFICAÇÃO(92; A1:E4; 0) tem como resultado 2, dado que 92 é a segunda pontuação
cumulativa mais alta do teste e optámos por classificar o valor maior primeiro.
=CLASSIFICAÇÃO(91; A1:E4; 1) tem como resultado 4, dado que existe um "empate" para o segundo
lugar. A ordem é 100, 92, 92 e depois 91 e a classificação é 1, 2, 2 e depois 4.

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“MAIOR” na página 267

“MENOR” na página 277

“Lista de funções estatísticas” na página 223

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

230 Capítulo 10    Funções estatísticas


CONFIANÇA
A função CONFIANÇA tem como resultado um valor para criação de um intervalo de
confiança estatística de uma amostra de população com um desvio padrão conhecido.

CONFIANÇA(alfa; desvpad; tamanho-amostra)


ÂÂ alfa:  A probabilidade de o verdadeiro valor da população estar fora do intervalo.
alfa é um valor numérico e tem de ser superior ou igual a 1. Ao subtrair o intervalo
de confiança de 1 obtém o alfa.
ÂÂ desvpad:  O desvio padrão da população. desvpad é um valor numérico e tem de ser
superior a 0.
ÂÂ tamanho-amostra:  O tamanho da amostra. tamanho-amostra é um valor numérico
e tem de ser superior a 0.

Notas de utilização
ÂÂ A estimativa de confiança presume que os valores da amostra estão distribuídos
normalmente.

Exemplos
=CONFIANÇA(0,05; 1; 10) tem como resultado 0,62. Se a média dos valores da amostra for 100, então
com 95% de confiança, a média da população situa-se no intervalo de 99,38–100,62.
=CONFIANÇA(0,1; 1; 10) tem como resultado 0,52. Se a média dos valores da amostra for 100, então
com 90% de confiança, a média da população situa-se no intervalo de 99,48–100,52.
=CONFIANÇA(0,05; 1; 20) tem como resultado 0,44.
=CONFIANÇA(0,05; 1; 30) tem como resultado 0,36.
=CONFIANÇA(0,05; 1; 40) tem como resultado 0,31.

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“DESVPAD” na página 243

“Lista de funções estatísticas” na página 223

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

CONTAR
A função CONTAR tem como resultado o número de argumentos que contêm
números, expressões numéricas ou datas.

CONTAR(valor; valor…)
ÂÂ valor:  Um valor. valor pode conter qualquer tipo de valor.

Capítulo 10    Funções estatísticas 231


ÂÂ valor…:  Incluir opcionalmente um ou mais valores.

Notas de utilização
ÂÂ Para contar qualquer célula que contenha qualquer tipo de valor (ou seja, qualquer
célula que não esteja vazia), utilize a função CONTAR.VAL.

Exemplos
A tabela deste exemplo é utilizada para ilustrar todas as variações da função CONTAR. A informação
não é significativa, mas ilustra o tipo de argumentos que cada variação de CONTAR inclui no
resultado da função.

=CONTAR(A1:E1) tem como resultado 5, dado que todos os argumentos são numéricos.
=CONTAR(A2:E2) tem como resultado 0, dado nenhum dos argumentos são numéricos.
=CONTAR(A3:E3) tem como resultado 3, dado que as últimas duas células não são numéricas.
=CONTAR(A4:E4) tem como resultado 0, dado que os argumentos são valores lógicos VERDADEIRO
ou FALSO, que não são contabilizados como numéricos.
=CONTAR(A5:E5) tem como resultado 2, dado que três células estão vazias.
=CONTAR(2; 3; A5:E5; SOMA(A1:E1); “A”; “b”) tem como resultado 5, dado que os argumentos 2 e 3 são
números, existem 2 números na gama A5:E5, a função SOMA tem como resultado 1 número e os
últimos dois argumentos são texto, não valores numéricos (no total, 5 argumentos numéricos).

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“CONTAR.VAL” na página 236

“CONTAR.VAZIO” na página 237

“CONTAR.SE” na página 233

“CONTAR.SE.S” na página 234

“Exemplo dos resultados de um inquérito” na página 360

“Lista de funções estatísticas” na página 223

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

232 Capítulo 10    Funções estatísticas


CONTAR.SE
A função CONTAR.SE tem como resultado o número de células de uma gama que
satisfazem uma determinada condição.

CONTAR.SE(tabela-teste; condição)
ÂÂ tabela-teste:  A colecção que contém os valores a serem testados. tabela-teste é
uma colecção que pode conter qualquer tipo de valor.
ÂÂ condição:  Uma expressão cujo resultado lógico é VERDADEIRO ou FALSO. condição
é uma expressão que pode conter qualquer coisa, desde que o resultado da
comparação da condição com um valor em tabela-teste possa ser expresso como um
valor booleano de VERDADEIRO ou FALSO.

Notas de utilização
ÂÂ Cada valor de tabela-teste e comparado com a condição. Se o valor satisfizer o teste
condicional, é incluído na contagem.

Exemplos
A tabela deste exemplo é utilizada para ilustrar todas as variações da função CONTAR, incluindo
CONTAR.SE. A informação não é significativa, mas ilustra o tipo de argumentos que cada variação de
CONTAR inclui no resultado da função.

=CONTAR.SE(A1:E1; “>0”) tem como resultado 5, dado que todas as células da gama têm um valor
superior a zero.
=CONTAR.SE(A3:E3; “>=100”) tem como resultado 3, dado que os três números são superiores a 100 e
os dois valores de texto são ignorados na comparação.
=CONTAR.SE(A1:E5; “=amet”) tem como resultado 2, dado que a cadeia de teste “amet” aparece duas
vezes na gama.
=CONTAR.SE(A1:E5; “=*t”) tem como resultado 4, dado que a terminação de cadeia com a letra “t”
aparece quatro vezes na gama.

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“CONTAR” na página 231

“CONTAR.VAL” na página 236

“CONTAR.VAZIO” na página 237

“CONTAR.SE.S” na página 234

Capítulo 10    Funções estatísticas 233


“Como especificar condições e utilizar caracteres universais” na página 358

“Exemplo dos resultados de um inquérito” na página 360

“Lista de funções estatísticas” na página 223

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

CONTAR.SE.S
A função CONTAR.SE.S tem como resultado o número de células em uma ou mais
gamas que satisfazem determinadas condições (uma condição por gama).

CONTAR.SE.S(valores-teste; condição; valores-teste…; condição…)


ÂÂ valores-teste:  Uma colecção de valores a serem testados. valores-teste é uma
colecção que contém qualquer tipo de valor.
ÂÂ condição:  Uma expressão cujo resultado lógico é VERDADEIRO ou FALSO. condição
é uma expressão que pode conter qualquer coisa, desde que o resultado da
comparação da condição com um valor em valores-teste possa ser expresso como
um valor booleano de VERDADEIRO ou FALSO.
ÂÂ valores-teste…:  Incluir opcionalmente uma ou mais colecções que contenham
valores a testar. Cada colecção destas tem de ser imediatamente seguida por uma
expressão de condição. Este padrão de valores-teste; condição pode ser repetido
todas as vezes necessárias.
ÂÂ condição…:  Se for incluída uma colecção opcional de valores-teste, uma expressão
cujo resultado lógico é VERDADEIRO ou FALSO. Tem de haver uma condição a seguir
a cada colecção de valores-teste e, portanto, esta função terá sempre um número
ímpar de argumentos.

Notas de utilização
ÂÂ Cada valor em valores-teste é comparado com a condição correspondente. Se os
valores correspondentes em cada colecção satisfizerem os testes condicionais
correspondentes, a contagem aumenta em 1.

234 Capítulo 10    Funções estatísticas


Exemplos
Tendo em conta a seguinte tabela:

=CONTAR.SE.S(A2:A13,“<40",B2:B13,“=M") tem como resultado 4, o número de pessoas do sexo


masculino (identificadas com um “M” na coluna B) com menos de quarenta anos de idade.
=CONTAR.SE.S(A2:A13,“<40",B2:B13,“=M",C2:C13,“=S") tem como resultado 2, o número de pessoas
do sexo masculino solteiras (identificadas com um “S” na coluna C) com menos de quarenta anos de
idade.
=CONTAR.SE.S(A2:A13,“<40",B2:B13,“=M",C2:C13,“=M") tem como resultado 2, o número de pessoas
do sexo masculino casadas (identificadas com um “M” na coluna C) com menos de quarenta anos de
idade.
=CONTAR.SE.S(A2:A13,“<40",B2:B13,“=F") tem como resultado 3, o número de pessoas do sexo
feminino (identificadas com um “F” na coluna B) com menos de quarenta anos de idade.

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“CONTAR” na página 231

“CONTAR.VAL” na página 236

“CONTAR.VAZIO” na página 237

“CONTAR.SE” na página 233

“Como especificar condições e utilizar caracteres universais” na página 358

“Lista de funções estatísticas” na página 223

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

Capítulo 10    Funções estatísticas 235


CONTAR.VAL
A função CONTAR.VAL tem como resultado o número de argumentos que não estão
vazios.

CONTAR.VAL(valor; valor…)
ÂÂ valor:  Um valor. valor pode conter qualquer tipo de valor.
ÂÂ valor…:  Incluir opcionalmente um ou mais valores.

Notas de utilização
ÂÂ Para contar apenas células ou argumento que contêm números ou datas, utilize a
função CONTAR.

Exemplos
A tabela deste exemplo é utilizada para ilustrar todas as variações da função CONTAR, incluindo
CONTAR.VAL. A informação não é significativa, mas ilustra o tipo de argumentos que cada variação de
CONTAR inclui no resultado da função.

=CONTAR.VAL(A1:E1) tem como resultado 5, dado que todas as células contêm um argumento (todos
numéricos).
=CONTAR.VAL(A2:E2) tem como resultado 5, dado que todas as células contêm um argumento (todos
texto).
=CONTAR.VAL(A3:E3) tem como resultado 5, dado que todas as células contêm um argumento
(incluindo valores de texto e numéricos).
=CONTAR.VAL(A4:E4) tem como resultado 5, dado que todas as células contêm um argumento
(VERDADEIRO ou FALSO).
=CONTAR.VAL(A5:E5) tem como resultado 2, dado que três células estão vazias.
=CONTAR.VAL(2; 3; A5:E5; SOMA(A1:E1); “A”; “b”) tem como resultado 7, dado que os argumentos 2
e 3 são números, existem 2 células que não estão vazias na gama A5:E5, a função SOMA tem como
resultado 1 número e “A” e “b” são expressões textuais(no total, 7 argumentos).

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“CONTAR” na página 231

“CONTAR.VAZIO” na página 237

“CONTAR.SE” na página 233

“CONTAR.SE.S” na página 234

“Exemplo dos resultados de um inquérito” na página 360

236 Capítulo 10    Funções estatísticas


“Lista de funções estatísticas” na página 223

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

CONTAR.VAZIO
A função CONTAR.VAZIO tem como resultado o número de células de uma gama que
estão vazias.

CONTAR.VAZIO(âmbito)
ÂÂ âmbito:  Uma gama de células. âmbito é uma referência a uma única gama de
células que poderá conter valores de qualquer tipo.

Exemplos
A tabela deste exemplo é utilizada para ilustrar todas as variações da função CONTAR, incluindo
CONTAR.VAZIO. A informação não é significativa, mas ilustra o tipo de argumentos que cada variação
de CONTAR inclui no resultado da função.

=CONTAR.VAZIO(A1:E1) tem como resultado 0, dado que não existem células vazias na gama.
=CONTAR.VAZIO(A2:E2) tem como resultado 0, dado que não existem células vazias na gama.
=CONTAR.VAZIO(A5:E5) tem como resultado 3, dado que existem três células vazias na gama.
=CONTAR.VAZIO(A6:E6) tem como resultado 5, dado que existem apenas células vazias na gama.
=CONTAR.VAZIO(A1:E6) tem como resultado 8 , dado que existe um total de 8 células vazias na gama.
=CONTAR.VAZIO(A1:E1; A5:E5) tem como resultado um erro, dado que CONTAR.VAZIO apenas aceita
uma gama como argumento.

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“CONTAR” na página 231

“CONTAR.VAL” na página 236

“CONTAR.SE” na página 233

“CONTAR.SE.S” na página 234

“Exemplo dos resultados de um inquérito” na página 360

Capítulo 10    Funções estatísticas 237


“Lista de funções estatísticas” na página 223

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

CORREL
A função CORREL tem como resultado a correlação entre duas colecções utilizando a
análise de regressão linear.

CORREL(valores-y; valores-x)
ÂÂ valores-y:  A colecção que contém os valores y (dependentes). valores-y é uma
colecção com valores numéricos, de data/hora ou de duração. Todos os valores têm
de ser do mesmo tipo.
ÂÂ valores-x:  A colecção que contém os valores x (independentes). valores-x é uma
colecção com valores numéricos, de data/hora ou de duração. Todos os valores têm
de ser do mesmo tipo.

Notas de utilização
ÂÂ valores-y e valores-x têm de ter as mesmas dimensões.
ÂÂ Se forem incluídos valores de texto ou booleanos nas colecções, estes são
ignorados.

Exemplo
Neste exemplo, a função CORREL é utilizada para determinar o quão próxima é a relação do preço
do fuelóleo (coluna A) com a temperatura que este proprietário hipotético de uma casa definiu no
termóstato.

=CORREL(A2:A11; B2:B11) tem como resultado aproximadamente -0,9076, indicando uma correlação
próxima (à medida que o preço aumentou, o termóstato baixou).

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238 Capítulo 10    Funções estatísticas


“COVAR” na página 239

“Exemplo dos resultados de um inquérito” na página 360

“Lista de funções estatísticas” na página 223

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

COVAR
A função COVAR tem como resultado a co-variância de duas colecções.

COVAR(valores-amostra-1; valores-amostra-2)
ÂÂ valores-amostra-1:  A colecção que contém a primeira colecção de valores de
amostra. valores-amostra-1 é uma colecção que contém valores numéricos.
ÂÂ valores-amostra-2:  A colecção que contém a segunda colecção de valores de
amostra. valores-amostra-2 é uma colecção que contém valores numéricos.

Notas de utilização
ÂÂ As duas tabelas têm de ter as mesmas dimensões.
ÂÂ Se forem incluídos valores de texto ou booleanos nas tabelas, estes são ignorados.
ÂÂ Se ambas as colecções forem idênticas, a co-variância é igual à variância da
população.

Exemplo
Neste exemplo, a função COVAR é utilizada para determinar o quão próxima é a relação do preço
do fuelóleo (coluna A) com a temperatura que este proprietário hipotético de uma casa definiu no
termóstato.

=COVAR(A2:A11; B2:B11) tem como resultado aproximadamente -1,6202, indicando uma correlação (à
medida que o preço aumentou, o termóstato baixou)

Capítulo 10    Funções estatísticas 239


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“CORREL” na página 238

“Exemplo dos resultados de um inquérito” na página 360

“Lista de funções estatísticas” na página 223

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

CRIT.BINOM
A função CRIT.BINOM tem como resultado o menor valor para o qual a distribuição
binomial cumulativa é maior ou igual a um determinado valor.

CRIT.BINOM(tentativas; prob-sucesso; alfa)


ÂÂ tentativas:  O número total de tentativas ou testes. tentativas é um valor numérico
que tem de ser superior ou igual a 0.
ÂÂ prob-sucesso:  A probabilidade de êxito de cada tentativa ou teste. prob-sucesso é
um valor numérico que tem de ser superior ou igual a 0 e inferior ou igual a 1.
ÂÂ alfa:  A probabilidade de o verdadeiro valor da população estar fora do intervalo.
alfa é um valor numérico e tem de ser inferior ou igual a 1. Ao subtrair o intervalo de
confiança de 1 obtém o alfa.

Exemplo
=CRIT.BINOM(97; 0,05; 0,05) tem como resultado 2, com base em 97 tentativas, sendo que cada
tentativa tem uma probabilidade e sucesso de 5% e um intervalo de confiança 95% (5% alfa).
=CRIT.BINOM(97; 0,25; 0,1) tem como resultado 19, com base em 97 tentativas, sendo que cada
tentativa tem uma probabilidade e sucesso de 25% e um intervalo de confiança 90% (10% alfa).
=CRIT.BINOM(97; 0,25; 0,05) tem como resultado 17, com base em 97 tentativas, sendo que cada
tentativa tem uma probabilidade e sucesso de 25% e um intervalo de confiança 95% (5% alfa).

240 Capítulo 10    Funções estatísticas


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“DISTRBINOM” na página 257

“DIST.BIN.NEG” na página 250

“PERMUTAR” na página 283

“PROB” na página 286

“Lista de funções estatísticas” na página 223

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

DECLIVE
A função DECLIVE tem como resultado o declive da recta que melhor se ajusta à
colecção utilizando a análise de regressão linear.

DECLIVE(valores-y; valores-x)
ÂÂ valores-y:  A colecção que contém os valores y (dependentes). valores-y é uma
colecção com valores numéricos, de data/hora ou de duração. Todos os valores têm
de ser do mesmo tipo.
ÂÂ valores-x:  A colecção que contém os valores x (independentes). valores-x é uma
colecção com valores numéricos, de data/hora ou de duração. Todos os valores têm
de ser do mesmo tipo.

Notas de utilização
ÂÂ As duas colecções têm de ter o mesmo tamanho ou a função dá erro.
ÂÂ Se, por exemplo, tivesse dados relativos à velocidade de condução de um veículo
e ao respectivo rendimento do combustível a cada velocidade, o rendimento do
combustível seria uma variável dependente e a velocidade de condução seria a
variável independente.
ÂÂ Para encontrar a intercepção y da recta de melhor ajuste, utilize a função
INTERCEPTAR.

Capítulo 10    Funções estatísticas 241


Exemplo
Neste exemplo, a função DECLIVE é utilizada para determinar o declive da recta que melhor se
ajusta à temperatura que este proprietário hipotético de uma casa definiu no termóstato (a variável
dependente), com base no preço do fuelóleo (a variável independente).

=DECLIVE(B2:B11; A2:A11) é avaliado com aproximadamente -3,2337, indicando uma recta de melhor
ajuste com declive descendente (à medida que o preço aumentou, o termóstato baixou).

Tópicos relacionados
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“INTERCEPTAR” na página 260

“Lista de funções estatísticas” na página 223

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

DESV.MÉDIO
A função MÉDIA tem como resultado a média aritmética de uma colecção de números.

DESV.MÉDIO(dur-data-num; dur-data-num…)
ÂÂ dur-data-num:  Um valor. dur-data-num é um valor numérico, um valor de data/hora
ou um valor de duração.
ÂÂ dur-data-num…:  Incluir opcionalmente um ou mais valores. Se for especificado
mais do que um valor dur-data-num, têm de ser todos do mesmo tipo.

Notas de utilização
ÂÂ A função DESV.MÉDIO divide a soma dos números pelo número de números para
obter a média. A diferença (valor absoluto) entre a média e cada número é somada
e dividida pelo número de números.
ÂÂ Se dur-data-num contiver valores de data/hora, o resultado é um valor de duração.

242 Capítulo 10    Funções estatísticas


Exemplos
=DESV.MÉDIO(2; 2; 2; 4; 4; 4) tem como resultado 1.
=DESV.MÉDIO(2; 2; 2; 2; 3; 3; 3; 3; 4; 4; 4; 4) tem como resultado 0,6666667.

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“Lista de funções estatísticas” na página 223

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

DESVPAD
A função DESVPAD tem como resultado o desvio padrão, uma medida de dispersão, de
uma colecção de valores com base na respectiva variância da amostra (não enviesada).

DESVPAD(dur-data-num; dur-data-num…)
ÂÂ dur-data-num:  Um valor. dur-data-num é um valor numérico, um valor de data/hora
ou um valor de duração.
ÂÂ dur-data-num…:  Um ou mais valores adicionais (é necessário um mínimo de dois
valores). Todos os valores dur-data-num têm de ser do mesmo tipo.

Notas de utilização
ÂÂ É adequado utilizar a função DESVPAD quando os valores especificados representam
apenas uma amostra de uma população maior. Se os valores que está a analisar
representarem uma colecção ou população inteira, utilize a função DESVPADP.
ÂÂ Se desejar incluir no cálculo valores de texto ou booleanos, utilize a função
DESVPADA.
ÂÂ O desvio padrão é a raiz quadrada da variância devolvida pela função VAR.

Exemplo
Imagine que entregou cinco testes a um grupo de alunos. Seleccionou arbitrariamente cinco alunos
para representarem a população total de estudantes (note que este é apenas um exemplo; isto
provavelmente não seria estatisticamente válido). Utilizando os dados da amostra, poderia utilizar a
função DESVPAD para determinar qual dos testes teve a maior dispersão de pontuações.
Os resultados das funções DESVPAD são aproximadamente 22,8035, 24,5357, 9,5026, 8,0747 e 3,3466.
Portanto, o teste 2 teve a dispersão mais elevada, seguido de perto pelo teste 1. Os outros três testes
tiveram uma baixa dispersão.

Capítulo 10    Funções estatísticas 243


  Teste 1 Teste 2 Teste 3 Teste 4 Teste 5
Aluno 1 75 82 90 78 84
Aluno 2 100 90 95 88 90
Aluno 3 40 80 78 90 85
Aluno 4 80 35 95 98 92
Aluno 5 90 98 75 97 88
  =DESVPAD(B2:B6) =DESVPAD(C2:C6) =DESVPAD(D2:D6) =DESVPAD(E2:E6) =DESVPAD(F2:F6)

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“DESVPADA” na página 244

“DESVPADP” na página 248

“DESVPADAP” na página 246

“VAR” na página 294

“VARA” na página 296

“VARP” na página 298

“VARPA” na página 299

“Exemplo dos resultados de um inquérito” na página 360

“Lista de funções estatísticas” na página 223

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

DESVPADA
A função DESVPADA tem como resultado o desvio padrão, uma medida de dispersão,
de uma colecção de valores que pode incluir valores de texto ou booleanos, com base
na variância da amostra (não enviesada).

DESVPADA(valor; valor…)
ÂÂ valor:  Um valor. valor pode conter qualquer tipo de valor. Todos os valores
numéricos têm de ser do mesmo tipo. Não pode misturar números, datas e valores
de duração.

244 Capítulo 10    Funções estatísticas


ÂÂ valor…:  Um ou mais valores adicionais (é necessário um mínimo de dois valores).
Todos os valores numéricos têm de ser do mesmo tipo. Não pode misturar números,
datas e valores de duração.

Notas de utilização
ÂÂ É adequado utilizar a função DESVPADA quando os valores especificados
representam apenas uma amostra de uma população maior. Se os valores que
está a analisar representarem uma colecção ou população inteira, utilize a função
DESVPADAP.
ÂÂ DESVPADA atribui um valor de 0 a qualquer valor de texto, 0 ao valor booleano
FALSO e 1 ao valor booleano VERDADEIRO e inclui-os no cálculo. As células vazias
são ignoradas. Se não desejar incluir no cálculo valores de texto ou booleanos,
utilize a função DESVPAD.
ÂÂ O desvio padrão é a raiz quadrada da variância devolvida pela função VARA.

Exemplo
Imagine que instalou um sensor de temperatura em Cupertino, Califórnia. O sensor regista as
temperaturas máxima e mínima diária. Para além disso, manteve registo dos dias em que ligou o ar
condicionado no seu apartamento. Os dados dos primeiros dias são apresentados na tabela seguinte
e são utilizados como amostra da população de temperaturas máximas e mínimas (note que este é
apenas um exemplo; não seria estatisticamente válido).

=DESVPADA(B2:B13) tem como resultado 24,8271, a dispersão medida pela função DESVPADA da
amostra de temperaturas máximas diárias.
Excede a gama real de temperaturas máximas de 15 graus porque é atribuído um valor de zero à
temperatura “indisponível”.

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“DESVPAD” na página 243

“DESVPADP” na página 248

“DESVPADAP” na página 246

Capítulo 10    Funções estatísticas 245


“VAR” na página 294

“VARA” na página 296

“VARP” na página 298

“VARPA” na página 299

“Exemplo dos resultados de um inquérito” na página 360

“Lista de funções estatísticas” na página 223

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

DESVPADAP
A função DESVPADAP tem como resultado o desvio padrão, uma medida de dispersão,
de uma colecção de valores que pode incluir valores de texto ou booleanos, com base
na variância (verdadeira) da população.

DESVPADAP(valor; valor…)
ÂÂ valor:  Um valor. valor pode conter qualquer tipo de valor.
ÂÂ valor…:  Incluir opcionalmente um ou mais valores. Todos os valores numéricos têm
de ser do mesmo tipo. Não pode misturar números, datas e valores de duração.

Notas de utilização
ÂÂ É adequado utilizar a função DESVPADAP quando os valores especificados
representam a colecção ou população inteira. Se os valores que está a analisar
representarem apenas uma amostra de uma população maior, utilize a função
DESVPADA.
ÂÂ DESVPADAP atribui um valor de 0 a qualquer valor de texto, 0 ao valor booleano
FALSO e 1 ao valor booleano VERDADEIRO e inclui-os no cálculo. As células vazias
são ignoradas. Se não desejar incluir no cálculo valores de texto ou booleanos,
utilize a função DESVPADP.
ÂÂ O desvio padrão é a raiz quadrada da variância devolvida pela função VARPA.

246 Capítulo 10    Funções estatísticas


Exemplo
Imagine que instalou um sensor de temperatura em Cupertino, Califórnia. O sensor regista as
temperaturas máxima e mínima diária. Para além disso, manteve registo dos dias em que ligou o ar
condicionado no seu apartamento. O sensor falhou após alguns dias e seguinte tabela representa a
população de temperaturas máximas e mínimas.

=DESVPADAP(B2:B13) tem como resultado 23,7702, a dispersão medida pela função DESVPADAP da
amostra de temperaturas máximas diárias.
Excede a gama real de temperaturas máximas de 15 graus porque é atribuído um valor de zero à
temperatura “indisponível”.

Tópicos relacionados
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“DESVPAD” na página 243

“DESVPADA” na página 244

“DESVPADP” na página 248

“VAR” na página 294

“VARA” na página 296

“VARP” na página 298

“VARPA” na página 299

“Exemplo dos resultados de um inquérito” na página 360

“Lista de funções estatísticas” na página 223

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

Capítulo 10    Funções estatísticas 247


DESVPADP
A função DESVPADP tem como resultado o desvio padrão, uma medida de dispersão,
de uma colecção de valores com base na respectiva variância (verdadeira) da
população.

DESVPADP(dur-data-num; dur-data-num…)
ÂÂ dur-data-num:  Um valor. dur-data-num é um valor numérico, um valor de data/hora
ou um valor de duração.
ÂÂ dur-data-num…:  Incluir opcionalmente um ou mais valores. Se for especificado
mais do que um valor dur-data-num, têm de ser todos do mesmo tipo.

Notas de utilização
ÂÂ É adequado utilizar a função DESVPADP quando os valores especificados
representam a colecção ou população inteira. Se os valores que está a analisar
representarem apenas uma amostra de uma população maior, utilize a função
DESVPAD.
ÂÂ Se desejar incluir no cálculo valores de texto ou booleanos, utilize a função
DESVPADAP.
ÂÂ O desvio padrão é a raiz quadrada da variância devolvida pela função VARP.

Exemplo
Imagine que entregou cinco testes a um grupo de alunos. Tem uma turma muito pequena e isto
representa a população total de alunos. Utilizando os dados desta população, poderia utilizar a
função DESVPADP para determinar qual dos testes teve a maior dispersão de pontuações.
Os resultados das funções DESVPADP são aproximadamente 20,3961, 21,9454, 8,49994, 7,2222 e
2,9933. Portanto, o teste 2 teve a dispersão mais elevada, seguido de perto pelo teste 1. Os outros três
testes tiveram uma baixa dispersão.

  Teste 1 Teste 2 Teste 3 Teste 4 Teste 5


Aluno 1 75 82 90 78 84
Aluno 2 100 90 95 88 90
Aluno 3 40 80 78 90 85
Aluno 4 80 35 95 98 92
Aluno 5 75 82 90 78 84
  =DESVPADP(B2:B6) =DESVPADP(C2:C6) =DESVPADP(D2:D6) =DESVPADP(E2:E6) =DESVPADP(F2:F6)

Tópicos relacionados
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“DESVPAD” na página 243

“DESVPADA” na página 244

248 Capítulo 10    Funções estatísticas


“DESVPADAP” na página 246

“VAR” na página 294

“VARA” na página 296

“VARP” na página 298

“VARPA” na página 299

“Exemplo dos resultados de um inquérito” na página 360

“Lista de funções estatísticas” na página 223

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

DESVQ
A função DESVQ tem como resultado a soma dos quadrados de desvios de uma
colecção de números, a partir da respectiva média aritmética.

DESVQ(valor-num; valor-num…)
ÂÂ valor-num:  Um número. valor-num é um valor numérico.
ÂÂ valor-num…:  Incluir opcionalmente um ou mais números.

Notas de utilização
ÂÂ A função DESVQ divide a soma dos números pelo número de números para obter
a média aritmética. A diferença (valor absoluto) entre a média e cada número é
elevada ao quadrado e somada, sendo o total apresentado como resultado.

Exemplo
=DESVQ(1; 7; 19; 8; 3; 9) tem como resultado 196,833333333333.

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“DESVPAD”

“Lista de funções estatísticas” na página 223

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

Capítulo 10    Funções estatísticas 249


DISTBETA
A função DISTBETA tem como resultado o valor de probabilidade de distribuição beta
cumulativa.

DISTBETA(valor-x; alfa; beta; x-inferior; x-superior)


ÂÂ valor-x:  O valor x no qual pretende avaliar a função. valor-x é um valor numérico e
tem de estar no intervalo de 0 a 1.
ÂÂ alfa:  Um dos parâmetros de forma da distribuição. alfa é um valor numérico e tem
de ser superior a 0.
ÂÂ beta:  Um dos parâmetros de forma da distribuição. beta é um valor numérico e tem
de ser superior a 0.
ÂÂ x-inferior:  Um limite inferior opcional para a probabilidade ou valor x especificado.
x-inferior é um valor numérico e tem de ser inferior ou igual à probabilidade ou
valor x especificado. Se omitido, utiliza-se 0.
ÂÂ x-superior:  Um limite superior opcional para a probabilidade ou valor x
especificado. x-superior é um valor numérico e tem de ser superior ou igual à
probabilidade ou valor x especificado. Se omitido, utiliza-se 1.

Exemplos
=DISTBETA(0,5; 1; 2; 0,3; 2) tem como resultado 0,221453287197232.
=DISTBETA(1; 1; 2; 0; 1) tem como resultado 1.
=DISTBETA(0,1; 2; 2; 0; 2) tem como resultado 0,00725.

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“BETA.ACUM.INV” na página 228

“Lista de funções estatísticas” na página 223

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

DIST.BIN.NEG
A função DIST.BIN.NEG tem como resultado a distribuição binomial negativa.

DIST.BIN.NEG(num-f; num-sucessos; prob-sucesso)


ÂÂ num-f:  O número de falhas. num-f é um valor numérico e tem de ser superior ou
igual a 0.

250 Capítulo 10    Funções estatísticas


ÂÂ num-sucessos:  O número de tentativas ou testes bem sucedidos. num-sucessos é
um valor numérico que tem de ser superior ou igual a 1.
ÂÂ prob-sucesso:  A probabilidade de êxito de cada tentativa ou teste. prob-sucesso é
um valor numérico que tem de ser superior a 0 e inferior a 1.

Notas de utilização
ÂÂ A função DIST.BIN.NEG tem como resultado a probabilidade de existência de um
número especificado de falhas, num-f, antes do número especificado de sucessos,
num-sucessos. A probabilidade constante de sucesso é prob-sucesso.

Exemplo
=DIST.BIN.NEG(3; 68; 0,95) tem como resultado 0,20913174716192.

Tópicos relacionados
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“DISTRBINOM” na página 257

“CRIT.BINOM” na página 240

“PERMUTAR” na página 283

“PROB” na página 286

“Lista de funções estatísticas” na página 223

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

DIST.CHI
A função DIST.CHI tem como resultado a probabilidade unilateral da distribuição chi-
quadrado.

DIST.CHI(valor-x-não-neg; graus-liberdade)
ÂÂ valor-x-não-neg:  O valor no qual pretende avaliar a função. valor-x-não-neg é um
valor numérico que tem de ser superior ou igual a 0.
ÂÂ graus-liberdade:  Graus de liberdade. graus-liberdade é um valor numérico e tem de
ser superior ou igual a 1.

Capítulo 10    Funções estatísticas 251


Exemplos
=DIST.CHI(5; 2) tem como resultado 0,0820849986238988.
=DIST.CHI(10; 10) tem como resultado 0,440493285065212.
=DIST.CHI(5; 1) tem como resultado 0,0253473186774683.

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“INV.CHI” na página 261

“TESTE.CHI” na página 292

“Lista de funções estatísticas” na página 223

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

DISTEXPON
A função DISTEXPON tem como resultado a distribuição exponencial da forma
especificada.

DISTEXPON(valor-x-não-neg; lambda; tipo-forma)


ÂÂ valor-x-não-neg:  O valor no qual pretende avaliar a função. valor-x-não-neg é um
valor numérico que tem de ser superior ou igual a 0.
ÂÂ lambda:  O valor do parâmetro. lambda é um valor numérico e tem de ser superior
a 0.
ÂÂ tipo-forma:  Um valor que indica a forma das funções exponenciais.
forma cumulativa (VERDADEIRO ou 1):  Devolve o valor da forma da função de
distribuição cumulativa.
forma da densidade de probabilidade (FALSO ou 0):  Devolve o valor da forma da
função de densidade de probabilidade.

Exemplos
=DISTEXPON(4; 2; 1) tem como resultado 0,999664537372097 (forma da distribuição cumulativa).
=DISTEXPON(4; 2; 0) tem como resultado 0,000670925255805024 (forma da densidade de
probabilidade).

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

252 Capítulo 10    Funções estatísticas


“DIST.NORMALLOG” na página 255

“Lista de funções estatísticas” na página 223

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

DISTF
A função DISTF tem como resultado a distribuição da probabilidade F.

DISTF(valor-x-não-neg; grau-lib-numerador; grau-lib-denominador)


ÂÂ valor-x-não-neg:  O valor no qual pretende avaliar a função. valor-x-não-neg é um
valor numérico que tem de ser superior ou igual a 0.
ÂÂ grau-lib-numerador:  Os graus de liberdade a incluir como numerador. grau-lib-
numerador é um valor numérico e tem de ser superior ou igual a 1. Se existirem
casas decimais, estas são ignoradas.
ÂÂ grau-lib-denominador:  Os graus de liberdade a incluir como denominador. grau-
lib-denominador é um valor numérico e tem de ser superior ou igual a 1. Se existirem
casas decimais, estas são ignoradas.

Notas de utilização
ÂÂ A distribuição F também é conhecida como a distribuição F de Snedecor ou
distribuição Fisher-Snedecor.

Exemplos
=DISTF(0,77; 1; 2) tem como resultado 0,472763488223567.
=DISTF(0,77; 1; 1) tem como resultado 0,541479597634413.
=DISTF(0,77; 2; 1) tem como resultado 0,627455805138159.

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“INVF” na página 262

“Lista de funções estatísticas” na página 223

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

Capítulo 10    Funções estatísticas 253


DISTGAMA
A função DISTGAMA tem como resultado a distribuição gama na forma especificada.

DISTGAMA(valor-x-não-neg; alfa; beta; tipo-forma)


ÂÂ valor-x-não-neg:  O valor no qual pretende avaliar a função. valor-x-não-neg é um
valor numérico que tem de ser superior ou igual a 0.
ÂÂ alfa:  Um dos parâmetros de forma da distribuição. alfa é um valor numérico e tem
de ser superior a 0.
ÂÂ beta:  Um dos parâmetros de forma da distribuição. beta é um valor numérico e tem
de ser superior a 0.
ÂÂ tipo-forma:  Um valor que indica a forma das funções exponenciais.
forma cumulativa (VERDADEIRO ou 1):  Devolve o valor da forma da função de
distribuição cumulativa.
forma da densidade de probabilidade (FALSO ou 0):  Devolve o valor da forma da
função de densidade de probabilidade.

Exemplos
=DISTGAMA(0,8; 1; 2; 1) tem como resultado 0,329679953964361 (a forma da distribuição cumulativa).
=DISTGAMA(0,8; 1; 2; 0) tem como resultado 0,33516002301782 (a forma da densidade de
probabilidade).

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“INVGAMA” na página 263

“LNGAMA” na página 266

“Lista de funções estatísticas” na página 223

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

DIST.NORM
A função DIST.NORM tem como resultado a distribuição normal da forma da função
especificada.

DIST.NORM(num; média; desvpad; tipo-forma)


ÂÂ num:  O número a ser avaliado. num é um valor numérico.

254 Capítulo 10    Funções estatísticas


ÂÂ média:  A média da distribuição. média é um valor numérico que representa a taxa
média aritmética conhecida de ocorrência de um evento.
ÂÂ desvpad:  O desvio padrão da população. desvpad é um valor numérico e tem de ser
superior a 0.
ÂÂ tipo-forma:  Um valor que indica a forma das funções exponenciais.
forma cumulativa (VERDADEIRO ou 1):  Devolve o valor da forma da função de
distribuição cumulativa.
forma da densidade de probabilidade (FALSO ou 0):  Devolve o valor da forma da
função de densidade de probabilidade.

Notas de utilização
ÂÂ Se a média for 0, desvpad for 1 e tipo-forma for VERDADEIRO, a função DIST.NORM
apresenta como resultado o mesmo valor que a distribuição cumulativa normal
padrão devolvida pela função DIST.NORMP.

Exemplos
=DIST.NORM(22; 15; 2,5; 1) tem como resultado 0,997444869669572, a forma da distribuição
cumulativa.
=DIST.NORM(22; 15; 2,5; 0) tem como resultado 0,00316618063319199, a forma da densidade de
probabilidade.

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“INV.NORM” na página 264

“DIST.NORMP” na página 256

“Lista de funções estatísticas” na página 223

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

DIST.NORMALLOG
A função DIST.NORMALLOG tem como resultado a distribuição normallog.

DIST.NORMALLOG(valor-x-pos; média; desvpad)


ÂÂ valor-x-pos:  O valor x positivo no qual pretende avaliar a função. valor-x-pos é um
valor numérico que tem de ser superior a 0.
ÂÂ média:  A média do logaritmo natural, ou seja, ln(x). média é um valor numérico e é a
média aritmética de ln(x); o logaritmo natural de x.

Capítulo 10    Funções estatísticas 255


ÂÂ desvpad:  O desvio padrão da população. desvpad é um valor numérico e tem de ser
superior a 0.

Exemplo
=DIST.NORMALLOG(0,78; 1,7; 2,2) tem como resultado 0,187899237956868.

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“LN” na página 181

“INVLOG” na página 263

“Lista de funções estatísticas” na página 223

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

DIST.NORMP
A função DIST.NORMP tem como resultado a distribuição normal padrão.

DIST.NORMP(num)
ÂÂ num:  Um número. num é um valor numérico.

Notas de utilização
ÂÂ Uma distribuição normal padrão tem uma média aritmética de 0 e um desvio
padrão de 1.

Exemplo
=DIST.NORMP(4,3) tem como resultado 0,999991460094529.

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“DIST.NORM” na página 254

“INV.NORMP” na página 265

“Lista de funções estatísticas” na página 223

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

256 Capítulo 10    Funções estatísticas


“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

DISTRBINOM
A função DISTRBINOM tem como resultado a probabilidade de distribuição binomial
de termo individual da forma especificada.

DISTRBINOM(num-sucessos; tentativas; prob-sucesso; tipo-forma)


ÂÂ num-sucessos:  O número de tentativas ou testes bem sucedidos. num-sucessos
é um valor numérico que tem de ser superior ou igual a 1 e inferior ou igual a
tentativas.
ÂÂ tentativas:  O número total de tentativas ou testes. tentativas é um valor numérico
que tem de ser superior ou igual a 0.
ÂÂ prob-sucesso:  A probabilidade de êxito de cada tentativa ou teste. prob-sucesso é
um valor numérico que tem de ser superior ou igual a 0 e inferior ou igual a 1.
ÂÂ tipo-forma:  Um valor que indica a forma das funções exponenciais.
forma cumulativa (VERDADEIRO ou 1):  Devolve o valor da forma da função de
distribuição cumulativa (que o número especificado de êxitos ou eventos, ou menos,
terá lugar).
forma da massa de probabilidade (FALSO ou 0):  Devolve o valor da forma da
função massa de probabilidade (que há exactamente o número especificado de
êxitos ou eventos).

Notas de utilização
ÂÂ A função DISTRBINOM é adequada para problemas com um número fixo de
tentativas independentes que têm uma probabilidade constante de sucesso e em
que os resultados de uma tentativa apenas são êxito ou falha.

Exemplos
=DISTRBINOM(3; 98; 0,04; 1) tem como resultado 0,445507210083272 (forma da distribuição
cumulativa).
=DISTRBINOM(3; 98; 0,04; 0) tem como resultado 0,201402522366024 (forma da massa de
probabilidade).

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“CRIT.BINOM” na página 240

“DIST.BIN.NEG” na página 250

“PERMUTAR” na página 283

“PROB” na página 286

Capítulo 10    Funções estatísticas 257


“Lista de funções estatísticas” na página 223

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

DISTT
A função DISTT tem como resultado a probabilidade da distribuição t de Student.

DISTT(valor-x-não-neg; graus-liberdade; pontas)


ÂÂ valor-x-não-neg:  O valor no qual pretende avaliar a função. valor-x-não-neg é um
valor numérico que tem de ser superior ou igual a 0.
ÂÂ graus-liberdade:  Graus de liberdade. graus-liberdade é um valor numérico e tem de
ser superior ou igual a 1.
ÂÂ pontas:  Se o valor a devolver é unilateral ou bilateral.
unilateral ( 1):  Devolver o valor de uma distribuição unilateral.
bilateral (2):  Devolver o valor de uma distribuição bilateral.

Exemplos
=DISTT(4; 2; 1) tem como resultado 0,0285954792089682, para uma distribuição unilateral.
=DISTT(4; 2; 2) tem como resultado 0,0571909584179364, para uma distribuição bilateral.

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“INVT” na página 266

“TTEST” na página 293

“Lista de funções estatísticas” na página 223

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

FREQUÊNCIA
A função FREQUÊNCIA tem como resultado uma tabela que mostra a frequência com
que valores de dados ocorrem numa gama de valores de intervalo.

258 Capítulo 10    Funções estatísticas


FREQUÊNCIA(valores-dados; valores-intervalo)
ÂÂ valores-dados:  Uma colecção contendo os valores que serão avaliados. valores-
dados é uma colecção que contém valores numéricos e de data/hora. Todos os
valores devem ser do mesmo tipo.
ÂÂ valores-intervalo:  Uma colecção que contém os valores de intervalo. valores-
intervalo é uma colecção que contém valores numéricos ou de data/hora. Todos os
valores devem ser do mesmo tipo que os valores da colecção valores-dados.

Notas de utilização
ÂÂ A FREQUÊNCIA determina o número de valores em valores-dados que se inserem
em cada intervalo. A tabela de intervalo é mais fácil de perceber se estiver ordenada
de forma ascendente. A primeira frequência será a contagem dos valores inferiores
ou iguais ao valor de intervalo mais baixo. Todos os outros valores de frequência,
excepto o último, serão a contagem dos valores superiores ao valor de intervalo
imediatamente abaixo e inferiores ou iguais ao valor de intervalo actual. O valor
de frequência final será a contagem dos valores de dados superiores ao valor de
intervalo maior.
ÂÂ Os valores que resultam da função encontram-se numa tabela. Um método de
leitura dos valores numa tabela é utilizar a função ÍNDICE. Pode inserir a função
FREQUÊNCIA dentro da função ÍNDICE: =ÍNDICE(FREQUÊNCIA(valores-dados; valores-
intervalo); x) em que x é o intervalo desejado. Lembre-se de que haverá mais um
intervalo do que valores-intervalo.

Exemplo
Imagine que a tabela seguinte contém as pontuações de 30 estudantes que recentemente fizeram
um teste por si apresentado. Imagine ainda que a pontuação mínima de aprovação é 65 e que as
pontuações mais baixas para outras classificações são as indicadas. Para facilitar a construção das
fórmulas, um “F” é representado por 1 e um “A” por 5.

=ÍNDICE(FREQUÊNCIA($A$1:$F$5; $B$8:$E$8); B9) tem como resultado 5, o número de estudantes


que obtiveram um “F” (pontuação igual ou inferior a 65). Esta fórmula pode ser introduzida na célula
B10 e depois expandida até à célula F10. Os valores resultantes para as classificações “D” a “A” são 3, 8,
8 e 6 respectivamente.

Capítulo 10    Funções estatísticas 259


Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“ÍNDICE” na página 212

“PERCENTIL” na página 282

“ORDEM.PERCENTUAL” na página 281

“QUARTIL” na página 291

“Lista de funções estatísticas” na página 223

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

INTERCEPTAR
A função INTERCEPTAR tem como resultado a intercepção y da recta que melhor se
ajusta à colecção através da análise de regressão linear.

INTERCEPTAR(valores-y; números-x)
ÂÂ valores-y:  A colecção que contém os valores y (dependentes). valores-y é uma
colecção com valores numéricos, de data/hora ou de duração. Todos os valores têm
de ser do mesmo tipo.
ÂÂ números-x:  A colecção que contém os valores x (independentes). números-x é uma
colecção que contém valores numéricos.

Notas de utilização
ÂÂ As duas tabelas têm de ter o mesmo tamanho.
ÂÂ Para encontrar o declive da recta de melhor ajuste, utilize a função DECLIVE.

260 Capítulo 10    Funções estatísticas


Exemplo
Neste exemplo, a função INTERCEPTAR é utilizada para determinar a intercepção y da recta que
melhor se ajusta à temperatura que este proprietário hipotético de uma casa definiu no termóstato
(a variável dependente), com base no preço do fuelóleo (a variável independente).

=INTERCEPTAR(B2:B11; A2:A11) apresenta como resultado aproximadamente 78, acima do valor


hipotético mais elevado uma vez que a recta de melhor ajuste tem um declive decrescente (à
medida que o preço aumentou, a temperatura do termóstato foi reduzida).

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“DECLIVE” na página 241

“Lista de funções estatísticas” na página 223

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

INV.CHI
A função INV.CHI tem como resultado o inverso da probabilidade unilateral da
distribuição chi-quadrado.

INV.CHI(probabilidade; graus-liberdade)
ÂÂ probabilidade:  Uma probabilidade associada com a distribuição. probabilidade é
um valor numérico e tem de ser superior a 0 e inferior a 1.
ÂÂ graus-liberdade:  Graus de liberdade. graus-liberdade é um valor numérico e tem de
ser superior ou igual a 1.

Capítulo 10    Funções estatísticas 261


Exemplos
=INV.CHI(0,5; 2) tem como resultado 1,38629436111989.
=INV.CHI(0,1; 10) tem como resultado 15,9871791721053.
=INV.CHI(0,5; 1) tem como resultado 0,454936423119572.

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“DIST.CHI” na página 251

“TESTE.CHI” na página 292

“Lista de funções estatísticas” na página 223

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

INVF
A função INVF tem como resultado o inverso da distribuição da probabilidade F.

INVF(prob; grau-lib-numerador; grau-lib-denominador)


ÂÂ prob:  Uma probabilidade associada com a distribuição. prob é um valor numérico e
tem de ser superior a 0 e inferior ou igual a 1.
ÂÂ grau-lib-numerador:  Os graus de liberdade a incluir como numerador. grau-lib-
numerador é um valor numérico e tem de ser superior ou igual a 1. Se existirem
casas decimais, estas são ignoradas.
ÂÂ grau-lib-denominador:  Os graus de liberdade a incluir como denominador. grau-
lib-denominador é um valor numérico e tem de ser superior ou igual a 1. Se existirem
casas decimais, estas são ignoradas.

Exemplos
=INVF(0,77; 1; 2) tem como resultado 0,111709428782599.
=INVF(0,77; 1; 1) tem como resultado 0,142784612191674.
=INVF(0,77; 2; 1) tem como resultado 0,34331253162422.

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“DISTF” na página 253

“Lista de funções estatísticas” na página 223

262 Capítulo 10    Funções estatísticas


“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

INVGAMA
A função INVGAMA tem como resultado o inverso da distribuição gama cumulativa.

INVGAMA(probabilidade; alfa; beta)


ÂÂ probabilidade:  Uma probabilidade associada com a distribuição. probabilidade é
um valor numérico e tem de ser superior a 0 e inferior a 1.
ÂÂ alfa:  Um dos parâmetros de forma da distribuição. alfa é um valor numérico e tem
de ser superior a 0.
ÂÂ beta:  Um dos parâmetros de forma da distribuição. beta é um valor numérico e tem
de ser superior a 0.

Exemplos
=INVGAMA(0,8; 1; 2) tem como resultado 3,2188758248682.
=INVGAMA(0,8; 2; 1) tem como resultado 2,99430834700212.

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“DISTGAMA” na página 254

“LNGAMA” na página 266

“Lista de funções estatísticas” na página 223

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

INVLOG
A função INVLOG tem como resultado o inverso da função de distribuição cumulativa
normallog de x.

INVLOG(probabilidade; média; desvpad)


ÂÂ probabilidade:  Uma probabilidade associada com a distribuição. probabilidade é
um valor numérico e tem de ser superior a 0 e inferior a 1.

Capítulo 10    Funções estatísticas 263


ÂÂ média:  A média do logaritmo natural, ou seja, ln(x). média é um valor numérico e é a
média aritmética de ln(x); o logaritmo natural de x.
ÂÂ desvpad:  O desvio padrão da população. desvpad é um valor numérico e tem de ser
superior a 0.

Notas de utilização
ÂÂ A função INVLOG é adequada quando o logaritmo de x é normalmente distribuído.

Exemplo
=INVLOG(0,78; 1,7; 2,2) tem como resultado 29,9289150377259.

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“LN” na página 181

“DIST.NORMALLOG” na página 255

“Lista de funções estatísticas” na página 223

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

INV.NORM
A função INV.NORM tem como resultado o inverso da distribuição cumulativa normal.

INV.NORM(probabilidade; média; desvpad)


ÂÂ probabilidade:  Uma probabilidade associada com a distribuição. probabilidade é
um valor numérico e tem de ser superior a 0 e inferior a 1.
ÂÂ média:  A média da distribuição. média é um valor numérico que representa a taxa
média aritmética conhecida de ocorrência de um evento.
ÂÂ desvpad:  O desvio padrão da população. desvpad é um valor numérico e tem de ser
superior a 0.

Notas de utilização
ÂÂ Se a média for 0 e o desvpad for 1, a função INV.NORM apresenta como resultado
o mesmo valor que o inverso da distribuição cumulativa normal padrão devolvida
pela função INV.NORMP.

Exemplo
=INV.NORM(0,89; 15; 2,5) tem como resultado 18,0663203000915.

264 Capítulo 10    Funções estatísticas


Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“DIST.NORM” na página 254

“INV.NORMP” na página 265

“Lista de funções estatísticas” na página 223

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

INV.NORMP
A função INV.NORMP tem como resultado o inverso da distribuição cumulativa normal
padrão.

INV.NORMP(probabilidade)
ÂÂ probabilidade:  Uma probabilidade associada com a distribuição. probabilidade é
um valor numérico e tem de ser superior a 0 e inferior a 1.

Notas de utilização
ÂÂ Uma distribuição normal padrão tem uma média aritmética de 0 e um desvio
padrão de 1.

Exemplo
=INV.NORMP(0,89) tem como resultado 1,22652812003661.

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“INV.NORM” na página 264

“DIST.NORMP” na página 256

“Lista de funções estatísticas” na página 223

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

Capítulo 10    Funções estatísticas 265


INVT
A função INVT tem como resultado o valor t (uma função da probabilidade e dos graus
de liberdade) da distribuição t de Student.

INVT(probabilidade; graus-liberdade)
ÂÂ probabilidade:  Uma probabilidade associada com a distribuição. probabilidade é
um valor numérico e tem de ser superior a 0 e inferior a 1.
ÂÂ graus-liberdade:  Graus de liberdade. graus-liberdade é um valor numérico e tem de
ser superior ou igual a 1.

Exemplo
=INVT(0,88; 2) tem como resultado 0,170940864689457.

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“DISTT” na página 258

“TTEST” na página 293

“Lista de funções estatísticas” na página 223

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

LNGAMA
A função LNGAMA tem como resultado o logaritmo natural da função gama, G(x).

LNGAMA(valor-x-pos)
ÂÂ valor-x-pos:  O valor x positivo no qual pretende avaliar a função. valor-x-pos é um
valor numérico e tem de ser superior a 0.

Exemplos
=LNGAMA(0,92) tem como resultado 0,051658003497744.
=LNGAMA(0,29) tem como resultado 1,13144836880416.

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“DISTGAMA” na página 254

“INVGAMA” na página 263

266 Capítulo 10    Funções estatísticas


“LN” na página 181

“Lista de funções estatísticas” na página 223

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

MAIOR
A função MAIOR tem como resultado o valor n-ésimo (nth) maior dentro de uma
colecção. O valor maior é classificado com o número 1.

MAIOR(conj-dur-data-num; classificação)
ÂÂ conj-dur-data-num:  Uma colecção de valores. conj-dur-data-num é uma colecção
com valores numéricos, de data ou de duração. Todos os valores têm de ser do
mesmo tipo.
ÂÂ classificação:  Um número que representa a classificação de tamanho do valor que
pretende obter. classificação é um valor numérico e tem de estar no intervalo entre
1 e o número de valores na colecção.

Notas de utilização
ÂÂ A classificação 1 apresenta o maior número de uma colecção, 2 o segundo maior
e assim sucessivamente. Os valores incluídos na tabela que tenham o mesmo
tamanho são classificados em conjunto, mas têm impacto no resultado.

Exemplos
Imagine que a seguinte tabela contém as pontuações cumulativas do teste deste semestre dos seus
20 alunos. (Organizámos assim os dados para o exemplo; originalmente estariam provavelmente em
20 linhas separadas.)

=MAIOR(A1:E4; 1) tem como resultado 100, a maior pontuação cumulativa do teste (célula B2).
=MAIOR(A1:E4; 2) tem como resultado 92, a segunda maior pontuação cumulativa do teste (célula B2
ou célula C2).
=MAIOR(A1:E4; 3) tem como resultado 92, também a terceira maior pontuação cumulativa do teste,
pois aparece duas vezes (células B2 e C2).
=MAIOR(A1:E4; 6) tem como resultado 86, a terceira maior pontuação cumulativa do teste (a ordem é
100 , 92, 92, 91, 90, depois 86).

Capítulo 10    Funções estatísticas 267


Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“CLASSIFICAÇÃO” na página 229

“MENOR” na página 277

“Lista de funções estatísticas” na página 223

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

MÁXIMO
A função MÁXIMO tem como resultado o maior número de uma colecção.

MÁXIMO(valor; valor…)
ÂÂ valor:  Um valor. valor pode conter qualquer tipo de valor.
ÂÂ valor…:  Incluir opcionalmente um ou mais valores.

Notas de utilização
ÂÂ Se valor não for avaliado como data ou número, não é incluído no resultado.
ÂÂ Para determinar o maior de qualquer tipo de valor numa colecção, utilize a função
MÁXIMOA.

Exemplos
=MÁXIMO(5; 5; 5; 5; 6) tem como resultado 6.
=MÁXIMO(1; 2; 3; 4; 5) tem como resultado 5.

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“MAIOR” na página 267

“MÁXIMOA” na página 269

“MÍNIMO” na página 278

“MENOR” na página 277

“Lista de funções estatísticas” na página 223

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

268 Capítulo 10    Funções estatísticas


“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

MÁXIMOA
A função MÁXIMOA tem como resultado o maior número de uma colecção de valores
que pode incluir valores de texto ou booleanos.

MÁXIMOA(valor; valor…)
ÂÂ valor:  Um valor. valor pode conter qualquer tipo de valor.
ÂÂ valor…:  Incluir opcionalmente um ou mais valores. Todos os valores numéricos têm
de ser do mesmo tipo. Não pode misturar números, datas e valores de duração.

Notas de utilização
ÂÂ Aos valores de texto e ao FALSO lógico é atribuído um valor de 0 e ao VERDADEIRO
lógico é atribuído um valor de 1.
ÂÂ Para determinar o maior valor de uma colecção que apenas contém números ou
datas, utilize a função MÁXIMO.

Exemplos
=MÁXIMOA(1; 2; 3; 4) tem como resultado 4.
=MÁXIMOA(A1:C1), em que A1:C1 contém -1, -10 e hello, o resultado é 0.

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“MÁXIMO” na página 268

“MÍNIMOA” na página 278

“Lista de funções estatísticas” na página 223

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

MED
A função MED tem como resultado o valor da mediana de uma colecção de números.
A mediana é o valor em que metade dos números do conjunto é inferior à mediana e
a outra metade é superior.

MED(dur-data-num; dur-data-num…)
ÂÂ dur-data-num:  Um valor. dur-data-num é um valor numérico, um valor de data/hora
ou um valor de duração.

Capítulo 10    Funções estatísticas 269


ÂÂ dur-data-num…:  Incluir opcionalmente um ou mais valores. Se for especificado
mais do que um valor dur-data-num, têm de ser todos do mesmo tipo.

Notas de utilização
ÂÂ Se o conjunto tiver um número par de valores, a função MED tem como resultado a
média dos dois valores do meio.

Exemplos
=MED(1; 2; 3; 4; 5) tem como resultado 3.
=MED(1; 2; 3; 4; 5; 6) tem como resultado 3,5.
=MED(5; 5; 5; 5; 6) tem como resultado 5.

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“MÉDIA” na página 270

“MODO” na página 279

“Lista de funções estatísticas” na página 223

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

MÉDIA
A função MÉDIA tem como resultado a média aritmética de uma colecção de números.

MÉDIA(dur-data-num; dur-data-num…)
ÂÂ dur-data-num:  Um valor. dur-data-num é um valor numérico, um valor de data/hora
ou um valor de duração.
ÂÂ dur-data-num…:  Incluir opcionalmente um ou mais valores. Se for especificado
mais do que um valor dur-data-num, têm de ser todos do mesmo tipo.
Notas de utilização 
ÂÂ A função MÉDIA divide a soma dos números pelo número de números.
ÂÂ Qualquer valor de cadeia ou booleano incluído numa célula referenciada é
ignorado. Se desejar incluir na média valores de cadeia ou booleanos, utilize a
função MÉDIAA.
ÂÂ Uma referência incluída na função como argumento pode ser de uma única célula
ou de uma gama de células.

270 Capítulo 10    Funções estatísticas


Exemplos
=MÉDIA(4; 4; 4; 6; 6; 6) tem como resultado 5.
=MÉDIA(2; 2; 2; 2; 3; 3; 3; 3; 4; 4; 4; 4) tem como resultado 3.

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“MÉDIAA” na página 271

“MÉDIA.SE” na página 273

“MÉDIA.SE.S” na página 275

“Lista de funções estatísticas” na página 223

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

MÉDIAA
A função MÉDIAA tem como resultado a média aritmética de uma colecção de valores,
incluindo valores de texto e booleanos.

MÉDIAA(valor; valor…)
ÂÂ valor:  Um valor. valor pode conter qualquer tipo de valor.
ÂÂ valor…:  Incluir opcionalmente um ou mais valores. Todos os valores numéricos têm
de ser do mesmo tipo. Não pode misturar números, datas e valores de duração.

Notas de utilização
ÂÂ A qualquer valor de cadeia incluído numa célula referenciada é atribuído o valor de
0. A um False booleano é atribuído um valor de 0 e a um VERDADEIRO booleano é
atribuído um valor de 1.
ÂÂ Uma referência incluída na função como argumento pode ser de uma única célula
ou de uma gama de células.
ÂÂ Para uma colecção contendo apenas números, a função MÉDIAA apresenta
o mesmo resultado que a função MÉDIA, que ignora células que não contêm
números.

Capítulo 10    Funções estatísticas 271


Exemplos
=MÉDIAA(A1:A4) tem como resultado 2,5 se as células A1 a A4 contiverem 4, a, 6, b. Os valores de
texto são contabilizados como zeros na soma de 10 e incluídos na contagem de valores (4). Compare
com =MÉDIA(A1:A4), que ignora completamente os valores de texto numa soma de 10, uma
contagem de 2 e uma média de 5.
=MÉDIAA(A1:A4) tem como resultado 4 se as células A1 a A4 contiverem 5, a, VERDADEIRO, 10. O
valor de texto conta como zero e VERDADEIRO conta como 1 numa soma de 16 e uma contagem de
4.
=MÉDIAA(A1:A4) tem como resultado 0,25 se as células A1 a A4 contiverem FALSO, FALSO, FALSO,
VERDADEIRO. Cada FALSO conta como zero e VERDADEIRO conta como 1 numa soma de 1 e uma
contagem de 4.

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“MÉDIA” na página 270

“MÉDIA.SE” na página 273

“MÉDIA.SE.S” na página 275

“Lista de funções estatísticas” na página 223

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

MÉDIA.GEOMÉTRICA
A função MÉDIA.GEOMÉTRICA tem como resultado a média geométrica.

MÉDIA.GEOMÉTRICA(num-pos; num-pos…)
ÂÂ num-pos:  Um número positivo. num-pos é um valor numérico e tem de ser superior
a 0.
ÂÂ num-pos…:  Incluir opcionalmente um ou mais números positivos.

Notas de utilização
ÂÂ A MÉDIA.GEOMÉTRICA multiplica os argumentos para obter um produto e depois
retira do produto a raiz que é igual ao número de argumentos.

Exemplo
=MÉDIA.GEOMÉTRICA(5; 7; 3; 2; 6; 22) tem como resultado 5,50130264578853.

Tópicos relacionados
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272 Capítulo 10    Funções estatísticas


“MÉDIA” na página 270

“MÉDIA.HARMÓNICA” na página 273

“Lista de funções estatísticas” na página 223

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

MÉDIA.HARMÓNICA
A função MÉDIA.HARMÓNICA tem como resultado a média harmónica.

MÉDIA.HARMÓNICA(num-pos; num-pos…)
ÂÂ num-pos:  Um número positivo. num-pos é um valor numérico e tem de ser superior
a 0.
ÂÂ num-pos…:  Incluir opcionalmente um ou mais números positivos.

Notas de utilização
ÂÂ A média harmónica é a recíproca da média aritméticas das recíprocas.

Exemplo
=MÉDIA.HARMÓNICA(5; 7; 3; 2; 6; 22) tem como resultado 4,32179607109448.

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“MÉDIA” na página 270

“MÉDIA.GEOMÉTRICA” na página 272

“Lista de funções estatísticas” na página 223

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

MÉDIA.SE
A função MÉDIA.SE tem como resultado a média aritmética das células de uma gama
que satisfazem uma determinada condição.

Capítulo 10    Funções estatísticas 273


MÉDIA.SE(valores-teste; condição; valores-média)
ÂÂ valores-teste:  Uma colecção de valores a serem testados. valores-teste é uma
colecção que contém qualquer tipo de valor.
ÂÂ condição:  Uma expressão cujo resultado lógico é VERDADEIRO ou FALSO. condição
é uma expressão que pode conter qualquer coisa, desde que o resultado da
comparação da condição com um valor em valores-teste possa ser expresso como
um valor booleano de VERDADEIRO ou FALSO.
ÂÂ valores-média:  Uma colecção opcional que contém os valores a serem utilizados
para calcular uma média. valores-média é uma referência a uma única gama de
células ou a uma tabela que poderá conter apenas números, expressões numéricas
ou valores booleanos.

Notas de utilização
ÂÂ Cada valor é comparado com a condição. Se o valor satisfizer o teste condicional, o
valor correspondente em valores-média é incluído na média.
ÂÂ valores-média e valores-teste (se especificado) têm de ter o mesmo tamanho.
ÂÂ Se valores-média for omitido, valores-teste é utilizado para valores-média.
ÂÂ Se valores-média for omitido ou for o mesmo que valores-teste, valores-teste apenas
pode conter números, expressões numéricas ou valores booleanos.

Exemplos
Tendo em conta a seguinte tabela:

=MÉDIA.SE(A2:A13; “<40"; D2:D13) tem como resultado aproximadamente 57429, o rendimento médio
das pessoas com menos de 40 anos de idade.
=MÉDIA.SE(B2:B13; “=F"; D2:D13) tem como resultado 62200, o rendimento médio das pessoas de
sexo feminino (identificadas com um “F” na coluna B).
=MÉDIA.SE(C2:C13; "S"; D2:D13) tem como resultado 55800, o rendimento médio das pessoas solteiras
(identificadas com um “S” na coluna C).
=MÉDIA.SE(A2:A13; “>=40"; D2:D13) tem como resultado 75200, o rendimento médio das pessoas com
40 ou mais anos de idade.

274 Capítulo 10    Funções estatísticas


Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“MÉDIA” na página 270

“MÉDIAA” na página 271

“MÉDIA.SE.S” na página 275

“Como especificar condições e utilizar caracteres universais” na página 358

“Lista de funções estatísticas” na página 223

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

MÉDIA.SE.S
A função MÉDIA.SE.S tem como resultado a média aritmética das células numa
determinada gama em que uma ou mais gamas satisfazem uma ou mais condições
relacionadas.

MÉDIA.SE.S(valores-média; valores-teste; condição; valores-teste…; condição… )


ÂÂ valores-média:  Uma colecção que contém os valores a serem utilizados para
calcular uma média. valores-média é uma referência a uma única gama de células ou
a uma tabela que poderá conter apenas números, expressões numéricas ou valores
booleanos.
ÂÂ valores-teste:  Uma colecção de valores a serem testados. valores-teste é uma
colecção que contém qualquer tipo de valor.
ÂÂ condição:  Uma expressão cujo resultado lógico é VERDADEIRO ou FALSO. condição
é uma expressão que pode conter qualquer coisa, desde que o resultado da
comparação da condição com um valor em valores-teste possa ser expresso como
um valor booleano de VERDADEIRO ou FALSO.
ÂÂ valores-teste…:  Incluir opcionalmente uma ou mais colecções que contenham
valores a testar. Cada colecção destas tem de ser imediatamente seguida por uma
expressão de condição. Este padrão de valores-teste; condição pode ser repetido
todas as vezes necessárias.
ÂÂ condição…:  Se for incluída uma colecção opcional de valores-teste, uma expressão
cujo resultado lógico é VERDADEIRO ou FALSO. Tem de haver uma condição a seguir
a cada colecção de valores-teste e, portanto, esta função terá sempre um número
ímpar de argumentos.
Notas de utilização 

Capítulo 10    Funções estatísticas 275


ÂÂ Em cada um dos pares de valores-teste e condição, o valor correspondente (a mesma
posição dentro do intervalo ou da tabela) é comparado com o teste condicional. Se
todos os testes condicionais forem satisfeitos, o valor correspondente em valores-
média é incluído na média.
ÂÂ Os valores-média e todas as colecções de valores-teste têm de ter o mesmo tamanho.

Exemplos
Tendo em conta a seguinte tabela:

=MÉDIA.SE.S(D2:D13,A2:A13,“<40",B2:B13,“=M") tem como resultado 56000, o rendimento médio das


pessoas do sexo masculino (identificadas com um “M” na coluna B) com menos de quarenta anos de
idade.
=MÉDIA.SE.S(D2:D13,A2:A13,“<40",B2:B13,“=M",C2:C13,“=S") tem como resultado 57000, o rendimento
médio das pessoas do sexo masculino solteiras (identificadas com um “S” na coluna C) com menos de
quarenta anos de idade.
=MÉDIA.SE.S(D2:D13,A2:A13,“<40",B2:B13,“=M",C2:C13,“=M") tem como resultado 55000, o
rendimento médio das pessoas do sexo masculino casadas (identificadas com um “M” na coluna C)
com menos de quarenta anos de idade.
=MÉDIA.SE.S(D2:D13,A2:A13,“<40",B2:B13,“=F") tem como resultado aproximadamente 59333, o
rendimento médio das pessoas do sexo feminino (identificadas com um “F” na coluna B) com menos
de quarenta anos de idade.

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“MÉDIA” na página 270

“MÉDIAA” na página 271

“MÉDIA.SE” na página 273

“Como especificar condições e utilizar caracteres universais” na página 358

“Lista de funções estatísticas” na página 223

“Tipos de valores” na página 38

276 Capítulo 10    Funções estatísticas


“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

MENOR
A função MENOR tem como resultado o nth-ésimo valor menor num intervalo. O valor
menor é classificado com o número 1.

MENOR(conj-dur-data-num; classificação)
ÂÂ conj-dur-data-num:  Uma colecção de valores. conj-dur-data-num é uma colecção
com valores numéricos, de data ou de duração. Todos os valores têm de ser do
mesmo tipo.
ÂÂ classificação:  Um número que representa a classificação de tamanho do valor que
pretende obter. classificação é um valor numérico e tem de estar no intervalo entre
1 e o número de valores na colecção.

Notas de utilização
ÂÂ A classificação 1 apresenta o menor número de uma colecção, 2 o segundo menor
e assim sucessivamente. Os valores incluídos na colecção que tenham o mesmo
tamanho são classificados em conjunto, mas têm impacto no resultado.

Exemplos
Imagine que a seguinte tabela contém as pontuações cumulativas do teste deste semestre dos seus
20 alunos. (Organizámos assim os dados para o exemplo; originalmente estariam provavelmente em
20 linhas separadas.)

=MENOR(A1:E4; 1) tem como resultado 30, a menor pontuação cumulativa do teste (célula A1).
=MENOR(A1:E4; 2) tem como resultado 51, a segunda menor pontuação cumulativa do teste (célula
E1).
=MENOR(A1:E4; 6) tem como resultado 75, a sexta menor pontuação cumulativa do teste (a ordem
é 30, 51, 68, 70, 75 e depois 75 novamente, pelo que 75 é a quinta e a sexta menor pontuação
cumulativa do teste).

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“MAIOR” na página 267

“CLASSIFICAÇÃO” na página 229

“Lista de funções estatísticas” na página 223

Capítulo 10    Funções estatísticas 277


“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

MÍNIMO
A função MÍNIMO tem como resultado o menor número de uma colecção.

MÍNIMO(valor; valor…)
ÂÂ valor:  Um valor. valor pode conter qualquer tipo de valor.
ÂÂ valor…:  Incluir opcionalmente um ou mais valores.

Notas de utilização
ÂÂ Se valor não for avaliado como data ou número, não é incluído no resultado.
ÂÂ Para determinar o menor de qualquer tipo de valor numa colecção, utilize a função
MÍNIMOA.

Exemplos
=MÍNIMO(5; 5; 5; 5; 6) tem como resultado 5.
=MÍNIMO(1; 2; 3; 4; 5) tem como resultado 1.

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“MAIOR” na página 267

“MÁXIMO” na página 268

“MÍNIMOA” na página 278

“MENOR” na página 277

“Lista de funções estatísticas” na página 223

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

MÍNIMOA
A função MÍNIMOA tem como resultado o menor número de uma colecção de valores
que pode incluir valores de texto ou booleanos.

278 Capítulo 10    Funções estatísticas


MÍNIMOA(valor; valor…)
ÂÂ valor:  Um valor. valor pode conter qualquer tipo de valor.
ÂÂ valor…:  Incluir opcionalmente um ou mais valores. Todos os valores numéricos têm
de ser do mesmo tipo. Não pode misturar números, datas e valores de duração.

Notas de utilização
ÂÂ Aos valores de texto e ao FALSO lógico é atribuído um valor de 0 e ao VERDADEIRO
lógico é atribuído um valor de 1.
ÂÂ Para determinar o menor valor de uma colecção que apenas contém números ou
datas, utilize a função MÍNIMO.

Exemplos
=MÍNIMOA(1; 2; 3; 4) tem como resultado 1.
=MÍNIMOA(A1:C1), em que A1:C1 contém -1, -10 e hello, o resultado é -10.
=MÍNIMOA(A1:C1), em que A1:C1 contém 1, 10 e hello, o resultado é 0.

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“MÁXIMOA” na página 269

“MÍNIMO” na página 278

“Lista de funções estatísticas” na página 223

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

MODO
A função MODO tem como resultado o valor que ocorre com maior frequência numa
colecção de números.

MODO(dur-data-num; dur-data-num…)
ÂÂ dur-data-num:  Um valor. dur-data-num é um valor numérico, um valor de data/hora
ou um valor de duração.
ÂÂ dur-data-num…:  Incluir opcionalmente um ou mais valores. Se for especificado
mais do que um valor dur-data-num, têm de ser todos do mesmo tipo.

Notas de utilização
ÂÂ Caso mais do que um número tenha o número máximo de ocorrências nos
argumentos, a função MODO apresenta como resultado primeiro destes números.

Capítulo 10    Funções estatísticas 279


ÂÂ Se nenhum dos valores tiver mais do que uma ocorrência, a função apresenta um
erro.

Exemplos
=MODO(5; 5; 5; 5; 6) tem como resultado 5.
=MODO(1; 2; 3; 4; 5) apresenta um erro.
=MODO(2; 2; 4; 6; 6) tem como resultado 2.
=MODO(6; 6; 4; 2; 2) tem como resultado 6.

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“MÉDIA” na página 270

“MED” na página 269

“Lista de funções estatísticas” na página 223

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

NORMALIZAR
A função NORMALIZAR tem como resultado um valor normalizado a partir da
distribuição caracterizada por uma determinada média e um determinado desvio
padrão.

NORMALIZAR(num; média; desvpad)


ÂÂ num:  O número a ser avaliado. num é um valor numérico.
ÂÂ média:  A média da distribuição. média é um valor numérico que representa a taxa
média aritmética conhecida de ocorrência de um evento.
ÂÂ desvpad:  O desvio padrão da população. desvpad é um valor numérico e tem de ser
superior a 0.

Exemplo
=NORMALIZAR(6; 15; 2,1) tem como resultado –4,28571428571429.

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“DIST.NORM” na página 254

“INV.NORM” na página 264

280 Capítulo 10    Funções estatísticas


“DIST.NORMP” na página 256

“INV.NORMP” na página 265

“ZTEST” na página 301

“Lista de funções estatísticas” na página 223

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

ORDEM.PERCENTUAL
A função ORDEM.PERCENTUAL tem como resultado a ordem de um valor numa
colecção como percentagem da colecção.

ORDEM.PERCENTUAL(conj-dur-data-num; dur-data-num; significado)


ÂÂ conj-dur-data-num:  Uma colecção de valores. conj-dur-data-num é uma colecção
com valores numéricos, de data ou de duração. Todos os valores têm de ser do
mesmo tipo.
ÂÂ dur-data-num:  Um valor. dur-data-num é um valor numérico, um valor de data/hora
ou um valor de duração.
ÂÂ significado:  Um valor opcional que especifica o número de dígitos à direita da casa
decimal. significado é um valor numérico que tem de ser superior ou igual a 1. Se
omitido, utiliza-se o valor predefinido de 3 (x.xxx%).

Notas de utilização
ÂÂ A função ORDEM.PERCENTUAL pode ser utilizada para avaliar a posição relativa de
um valor dentro de uma colecção. É calculada mediante determinação da posição
de um número específico numa colecção. Por exemplo, se numa determinada
colecção existirem dez valores inferiores a um número especificado e dez valores
superiores, a ORDEM.PERCENTUAL do número especificado é 50%.

Exemplo
=ORDEM.PERCENTUAL({5; 6; 9; 3; 7; 11; 8; 2; 14}; 10) tem como resultado 0,813, dado que existem sete
valores inferiores a 10 e apenas dois superiores.

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“FREQUÊNCIA” na página 258

“PERCENTIL” na página 282

Capítulo 10    Funções estatísticas 281


“Lista de funções estatísticas” na página 223

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

PERCENTIL
A função PERCENTIL tem como resultado o valor numa colecção que corresponde a
um determinado percentil.

PERCENTIL(conj-dur-data-num; percentil-valor)
ÂÂ conj-dur-data-num:  Uma colecção de valores. conj-dur-data-num é uma colecção
com valores numéricos, de data ou de duração. Todos os valores têm de ser do
mesmo tipo.
ÂÂ percentil-valor:  O valor do percentil que pretende encontrar, entre 0 e 1. percentil-
valor é um valor numérico e é introduzido como valor decimal (por exemplo, 0,25)
ou delimitado com um sinal de percentagem (por exemplo, 25%). Tem de ser
superior ou igual a 0 e inferior ou igual a 1.

Notas de utilização
ÂÂ Os valores incluídos na tabela que tenham o mesmo tamanho são classificados em
conjunto, mas têm impacto no resultado.

Exemplos
Imagine que a seguinte tabela contém as pontuações cumulativas do teste deste semestre dos seus
20 alunos. (Organizámos assim os dados para o exemplo; originalmente estariam provavelmente em
20 linhas separadas.)

=PERCENTIL(A1:E4; 0,90) tem como resultado 92, a pontuação cumulativa mínima do teste a estar nos
primeiros 10% da turma (90.º percentil).
=PERCENTIL(A1:E4; 2/3) tem como resultado 85, a pontuação cumulativa mínima do teste a estar no
primeiro terço da turma (2/3 ou aproximadamente 67.º percentil).
=PERCENTIL(A1:E4; 0,50) tem como resultado 83, a pontuação cumulativa mínima do teste a estar na
primeira metade da turma (o 50.º percentil).

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“FREQUÊNCIA” na página 258

282 Capítulo 10    Funções estatísticas


“ORDEM.PERCENTUAL” na página 281

“QUARTIL” na página 291

“Lista de funções estatísticas” na página 223

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

PERMUTAR
A função PERMUTAR tem como resultado o número de permutações para um
determinado número de objectos que podem ser seleccionados a partir de um
número total de objectos.

PERMUTAR(objectos-num; elementos-num)
ÂÂ objectos-num:  O número total de objectos. objectos-num é um valor numérico e
tem de ser superior ou igual a 0.
ÂÂ elementos-num:  O número de objectos a serem seleccionados do número total de
objectos em cada permutação. elementos-num é um valor numérico e tem de ser
superior ou igual a 0.

Exemplos
=PERMUTAR(25; 5) tem como resultado 6375600.
=PERMUTAR(10; 3) tem como resultado 720.
=PERMUTAR(5; 2) tem como resultado 20.

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“DISTRBINOM” na página 257

“CRIT.BINOM” na página 240

“DIST.BIN.NEG” na página 250

“PROB” na página 286

“Lista de funções estatísticas” na página 223

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

Capítulo 10    Funções estatísticas 283


POISSON
A função POISSON tem como resultado a probabilidade de ocorrência de um número
específico de eventos, utilizando a distribuição de Poisson.

POISSON(eventos; média; tipo-forma)


ÂÂ eventos:  O número de eventos (entradas) para as quais pretende calcular
probabilidades. eventos é um valor numérico.
ÂÂ média:  A média da distribuição. média é um valor numérico que representa a taxa
média aritmética conhecida de ocorrência de um evento.
ÂÂ tipo-forma:  Um valor que indica a forma das funções exponenciais.
forma cumulativa (VERDADEIRO ou 1):  Devolve o valor da forma da função de
distribuição cumulativa (que o número especificado de êxitos ou eventos, ou menos,
terá lugar).
forma da massa de probabilidade (FALSO ou 0):  Devolve o valor da forma da
função massa de probabilidade (que há exactamente o número especificado de
êxitos ou eventos).

Exemplo
Para uma média de 10 e uma taxa de entrada de 8:
=POISSON(; 10; FALSO) tem como resultado 0,112599.

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“DISTEXPON” na página 252

“Lista de funções estatísticas” na página 223

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

PREVISÃO
A função PREVISÃO tem como resultado o valor y previsto para um determinado x
com base em valores de amostra utilizando a análise de regressão linear.

PREVISÃO(dur-data-num-x; valores-y; valores-x)


ÂÂ dur-data-num-x:  O valor x para o qual a função deve devolver um valor y previsto.
dur-data-num-x é um valor numérico, um valor de data/hora ou um valor de
duração.

284 Capítulo 10    Funções estatísticas


ÂÂ valores-y:  A colecção que contém os valores y (dependentes). valores-y é uma
colecção com valores numéricos, de data/hora ou de duração. Todos os valores têm
de ser do mesmo tipo.
ÂÂ valores-x:  A colecção que contém os valores x (independentes). valores-x é uma
colecção com valores numéricos, de data/hora ou de duração. Todos os valores têm
de ser do mesmo tipo.

Notas de utilização
ÂÂ Todos os argumentos têm de ser do mesmo tipo.
ÂÂ As duas tabelas têm de ter o mesmo tamanho.
ÂÂ Se, por exemplo, tivesse dados relativos à velocidade de condução de um veículo
e ao respectivo rendimento do combustível a cada velocidade, o rendimento do
combustível seria uma variável dependente (y) e a velocidade de condução seria a
variável independente (x).
ÂÂ Pode utilizar as funções DECLIVE e INTERCEPTAR para encontrar a equação utilizada
para calcular os valores de previsão.

Exemplo
Tendo em conta a seguinte tabela:

=PREVISÃO(9; A3:F3; A2:F2) tem como resultado 19.

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“CORREL” na página 238

“COVAR” na página 239

“INTERCEPTAR” na página 260

“DECLIVE” na página 241

“Lista de funções estatísticas” na página 223

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

Capítulo 10    Funções estatísticas 285


PROB
A função PROB tem como resultado a probabilidade de um intervalo de valores, se
conhecer as probabilidades dos valores individuais.

PROB(conj-num; probabilidade-valores; inferior; superior)


ÂÂ conj-num:  Uma colecção de números. conj-num é uma colecção que contém
valores numéricos.
ÂÂ probabilidade-valores:  A colecção que contém os valores de probabilidade.
probabilidade-valores é uma colecção que contém valores numéricos. A soma das
probabilidades devem somar 1. Quaisquer valores de cadeia são ignorados.
ÂÂ inferior:  O limite inferior. inferior é um valor numérico.
ÂÂ superior:  Um limite superior opcional. superior é um valor numérico e tem de ser
superior ou igual a inferior.

Notas de utilização
ÂÂ A função PROB soma as probabilidades associadas a todos os valores da colecção
superiores ou iguais ao valor do limite inferior especificado e inferiores ou iguais
ao valor do limite superior especificado. Se superior for omitido, a função PROB
tem como resultado a probabilidade do único número igual ao limite inferior
especificado.
ÂÂ As duas tabelas têm de ter o mesmo tamanho. Se a tabela contiver texto, este é
ignorado.

286 Capítulo 10    Funções estatísticas


Exemplos
Imagine que está a pensar num número de 1 a 10 para outra pessoa adivinhar. A maior parte das
pessoas diria que a probabilidade de estar a pensar num determinado número é de 0,1 (10%),
conforme apresentado na coluna C, uma vez que existem dez opções possíveis. Porém, estudos
demonstraram que as pessoas não seleccionam número aleatórios.
Imagine que um estudo demonstrou que é mais provável pessoas com as suas características
seleccionarem determinados números em vez de outros. Estas probabilidades revistas estão na
coluna E.

=PROB(A1:A10; C1:C10; 4; 6) tem como resultado 0,30, a probabilidade de o valor ser 4, 5 ou 6,


partindo do princípio de que as opções são completamente aleatórias.
=PROB(A1:A10; C1:C10; 7) tem como resultado 0,28, a probabilidade de o valor ser 4, 5 ou 6, com base
na investigação que determinou que os números não são aleatoriamente seleccionados.
=PROB(A1:A10; C1:C10; 4; 6) tem como resultado 0,20, a probabilidade de o valor ser 7, com base na
investigação que determinou que os números não são aleatoriamente seleccionados.
=PROB(A1:A10; C1:C10; 6; 10) tem como resultado 0,50, a probabilidade de o valor ser superior a 5 (6
ou 10), partindo do princípio de que as opções são completamente aleatórias.

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“DISTRBINOM” na página 257

“CRIT.BINOM” na página 240

“DIST.BIN.NEG” na página 250

“PERMUTAR” na página 283

“Lista de funções estatísticas” na página 223

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

Capítulo 10    Funções estatísticas 287


PROJ.LIN
A função PROJ.LIN tem como resultado uma tabela das estatísticas de uma linha
recta que melhor se ajusta aos dados indicados utilizando o método dos "quadrados
mínimos".

PROJ.LIN(valores-y-conhecidos; valores-x-conhecidos; intercepção-y-difzero; mais-


estatísticas)
ÂÂ valores-y-conhecidos:  A colecção que contém os valores y conhecidos. valores-y-
conhecidos é uma colecção que contém valores numéricos. Se existir apenas uma
colecção de valores x conhecidos, valores-y-conhecidos pode ter qualquer tamanho.
Se existir mais do que uma colecção de valores x conhecidos, valores-y-conhecidos
pode ser ou uma coluna com os valores ou uma linha com os valores, não ambas.
ÂÂ valores-x-conhecidos:  Uma colecção opcional que contém os valores de x
conhecidos. valores-x-conhecidos é uma colecção que contém valores numéricos.
Se omitido, presume-se que seja o conjunto {1, 2, 3…} do mesmo tamanho que
valores-y-conhecidos. Se apenas existir um conjunto de valores x conhecidos, os
valores-x-conhecidos, se especificados, devem ter o mesmo tamanho que os valores-
y-conhecidos. Se existir mais do que um conjunto de valores x conhecidos, cada
linha/coluna de valores-x-conhecidos é considerada como sendo um conjunto e o
tamanho de cada linha/coluna tem de ser igual ao tamanho da linha/coluna dos
valores-y-conhecidos.
ÂÂ intercepção-y-difzero:  Um valor opcional que especifica como o valor de
intercepção y (constante b) deve ser calculado.
Normal (1, VERDADEIRO ou omitido):  O valor de intercepção y (constante b) deve
ser calculado normalmente.
forçar valor 0 (0, FALSO):  O valor de intercepção y (constante b) deve ser forçado a
ser 0.
ÂÂ mais-estatísticas:  Um valor opcional que especifica se deve ou não ser devolvida
informação estatística adicional.
sem estatísticas adicionais (0, FALSO ou omitido):  Não devolver estatísticas de
regressão adicionais na tabela devolvida.
estatísticas adicionais (1, VERDADEIRO):  Devolver estatísticas de regressão
adicionais na tabela devolvida.

Notas de utilização
ÂÂ Os valores que resultam da função encontram-se numa tabela. Um método de
leitura dos valores numa tabela é utilizar a função ÍNDICE. Pode integrar a função
PROJ.LIN na função ÍNDICE: =ÍNDICE(PROJ.LIN(valores-y-conhecidos; valores-x-
conhecidos; const-b; estatísticas); y; x) em que y e x são o índice de coluna e linha do
valor desejado.

288 Capítulo 10    Funções estatísticas


Se não forem devolvidas estatísticas adicionais (estatísticas é FALSO), a tabela
devolvida apresenta uma linha. O número de colunas é igual ao número de
conjuntos de valores-x-conhecidos mais 1. Contém os declives de linha (um valor
para cada linha/coluna de valores x) em ordem inversa (o primeiro valor diz respeito
à última linha/coluna de valores x) e depois o valor de b, a intercepção.
Se forem devolvidas estatísticas adicionais (estatísticas é VERDADEIRO), a tabela
apresenta cinco linhas. Consulte “Estatísticas adicionais” na página 289 para
conhecer os conteúdos da tabela.

Exemplos
Imagine que a tabela seguinte contém as pontuações de 30 estudantes que recentemente fizeram
um teste por si apresentado. Imagine ainda que a pontuação mínima de aprovação é 65 e que as
pontuações mais baixas para outras classificações são as indicadas. Para facilitar a construção das
fórmulas, um “F” é representado por 1 e um “A” por 5.

=ÍNDICE(PROJ.LIN(A2:A6; C2:C6; 1; 0); 1) tem como resultado 0,752707581227437, que corresponde ao


declive da recta de melhor ajuste.
=ÍNDICE(PROJ.LIN(A2:A6; C2:C6; 1; 0); 2) tem como resultado 0,0342960288808646, que é b, a
intercepção.

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“Lista de funções estatísticas” na página 223

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

Estatísticas adicionais
A presente secção apresenta as estatísticas adicionais que podem ser devolvidas pela
função PROJ.LIN.

Capítulo 10    Funções estatísticas 289


PROJ.LIN pode incluir informação estatística adicional na tabela devolvida pela função.
Para fins da seguinte exposição, imagine que existem cinco conjuntos de valores
x conhecidos, para além dos valores y conhecidos. Imagine ainda que os valores x
conhecidos estão em cinco linhas de tabela ou em cinco colunas de tabela. Com base
nestas suposições, a tabela devolvida pela função PROJ.LIN seria a seguinte (em que o
número a seguir a um x indica o conjunto de valores x a que o item se refere):

Linha/Coluna 1 2 3 4 5 6
1 declive x5 declive x4 declive x3 declive x2 declive x1 b (intercepção
y)
2 err-pdr x1 err-pdr x2 err-pdr x3 err-pdr x4 err-pdr x5 err-pdr b
3 coeficiente-det err-pdr y        
4 estat-F graus-de-        
liberdade
5 sq-reg sq-resid        

Definições dos argumentos


declive x:  O declive da linha relacionada com este conjunto de valores x conhecidos.
Os valores são devolvidos em ordem inversa, ou seja, se existirem cinco conjuntos de
valores x conhecidos, o valor para o quinto conjunto aparece em primeiro lugar na
tabela devolvida.
b:  A intercepção y para os valores x conhecidos.
err-pdr x:  O erro padrão para o coeficiente associado a este conjunto de valores x
conhecidos. Os valores são devolvidos por ordem, ou seja, se existirem cinco conjuntos
de valores x conhecidos, o valor para o primeiro conjunto aparece em primeiro lugar
na tabela. É o oposto da forma como os valores de declive são devolvidos.
err-pdr b:  O erro padrão associado ao valor da intercepção y (b).
coeficiente-det:  O coeficiente de determinação. Esta estatística compara valores y
estimados e reais. Se for 1, não existe diferença entre o valor y estimado e o valor y
real. A isso chama-se “correlação perfeita”. Se o coeficiente de determinação for 0, não
existe correlação e a equação de regressão indicada não ajuda a prever um valor y.
err-pdr y:  O erro padrão associado à estimativa do valor y.
estat-F:  O valor de F observado. O valor de F observado pode ser utilizado para
determinar melhor se a relação observada entre as variáveis dependentes e
independentes ocorre por acaso.
graus-de-liberdade:  Os graus de liberdade. Utilize a estatística dos graus de liberdade
para melhor determinar o nível de confiança.
sq-reg:  A soma de quadrados da regressão.
sq-resid:  A soma de quadrados residual.

290 Capítulo 10    Funções estatísticas


Notas de utilização
ÂÂ Não é importante se os valores x conhecidos e os valores y conhecidos são linhas ou
colunas. Em qualquer dos casos, a tabela devolvida é ordenada por linhas conforme
ilustrado na tabela.
ÂÂ O exemplo presume a existência de cinco conjuntos de valores x conhecidos. Se
existissem mais ou menos do que cinco, o número de colunas na tabela devolvida
alterar-se-ia em conformidade (é sempre igual ao número de conjuntos de valores x
conhecidos mais 1), mas o número de linhas manter-se-ia constante.
ÂÂ Se não forem especificadas estatísticas adicionais nos argumentos da função PROJ.
LIN, a tabela devolvida é apenas igual à primeira linha.

QUARTIL
A função QUARTIL tem como resultado o valor do quartil especificado de uma
determinada colecção de dados.

QUARTIL(conj-num; quarto-num)
ÂÂ conj-num:  Uma colecção de números. conj-num é uma colecção que contém
valores numéricos.
ÂÂ quarto-num:  Especifica o trimestre (quarto de ano) desejado.
mais pequeno (0):  Devolve o valor mais pequeno.
primeiro (1):  Devolve o primeiro quartil (25.º percentil).
Segundo (2):  Devolve o segundo quartil (50.º percentil)
terceiro (3):  Devolve o terceiro quartil (75.º percentil)
maior (4):  Devolve o valor maior.

Notas de utilização
ÂÂ MÍNIMO, MED e MÁXIMO têm como resultado o mesmo valor que QUARTIL quando
quarto-num é igual a 0, 2 e 4 respectivamente.

Exemplos
=QUARTIL({5, 6, 9, 3, 7, 11, 8, 2, 14}; 0) tem como resultado 2, o valor menor.
=QUARTIL({5, 6, 9, 3, 7, 11, 8, 2, 14}; 1) tem como resultado 5, o 25.º percentil ou primeiro quartil.
=QUARTIL({5, 6, 9, 3, 7, 11, 8, 2, 14}; 2) tem como resultado 7, o 50.º percentil ou segundo quartil.
=QUARTIL({5, 6, 9, 3, 7, 11, 8, 2, 14}; 3) tem como resultado 9, o 75.º percentil ou terceiro quartil.
=QUARTIL({5, 6, 9, 3, 7, 11, 8, 2, 14}; 0) tem como resultado 14, o valor maior.

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“FREQUÊNCIA” na página 258

“MÁXIMO” na página 268

Capítulo 10    Funções estatísticas 291


“MED” na página 269

“MÍNIMO” na página 278

“PERCENTIL” na página 282

“ORDEM.PERCENTUAL” na página 281

“Lista de funções estatísticas” na página 223

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

TESTE.CHI
A função TESTE.CHI tem como resultado o valor da distribuição chi-quadrado do dado
indicado.

TESTE.CHI(valores-reais; valores-esperados)
ÂÂ valores-reais:  A colecção que contém os valores reais. valores-reais é uma colecção
que contém valores numéricos.
ÂÂ valores-esperados:  A colecção que contém os valores esperados. valores-esperados
é uma colecção que contém valores numéricos.

Notas de utilização
ÂÂ Os graus de liberdade relacionados com o valor do resultado são o número de
linhas em valores-reais menos 1.
ÂÂ Cada valor esperado é calculado ao multiplicar a soma da linha pela soma da coluna
e dividir pelo total geral.

292 Capítulo 10    Funções estatísticas


Exemplo
Tendo em conta a seguinte tabela:

=TESTE.CHI(A2:B6,A9:B13) tem como resultado 5,91020074984668E-236.


Cada valor esperado é calculado ao multiplicar a soma da linha pela soma da coluna e dividir pelo
total geral. A fórmula para o primeiro valor esperado (célula A9) é =SOMA(A$2:B$2)*SOMA($A2:$A6)/
SOMA($A$2:$B$6). Esta fórmula pode expandida até à célula B9 e depois A9:B9 expandidas até
A13:B13 para completar os valores esperados. A fórmula resultante para o valor esperado final (célula
B13) é =SOMA(B$2:C$2)*SOMA($A6:$A11)/SOMA($A$2:$B$6).

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“DIST.CHI” na página 251

“INV.CHI” na página 261

“Lista de funções estatísticas” na página 223

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

TTEST
A função TTEST tem como resultado a probabilidade associada a um teste t de
Student, com base na função de distribuição t.

TTEST(valores-amostra-1; valores-amostra-2; pontas; teste-tipo)


ÂÂ valores-amostra-1:  A colecção que contém a primeira colecção de valores de
amostra. valores-amostra-1 é uma colecção que contém números.

Capítulo 10    Funções estatísticas 293


ÂÂ valores-amostra-2:  A colecção que contém a segunda colecção de valores de
amostra. valores-amostra-2 é uma colecção que contém valores numéricos.
ÂÂ pontas:  Se o valor a devolver é unilateral ou bilateral.
unilateral ( 1):  Devolve o valor de uma distribuição unilateral.
bilateral (2):  Devolve o valor de uma distribuição bilateral.
ÂÂ teste-tipo:  O tipo de t-teste a efectuar.
ligado (1):  Efectuar um teste emparelhado.
duas-amostras igual (2):  Efectuar um teste de divergência igual de duas amostras
(homocedástico).
duas-amostras desigual (3):  Efectuar um teste de divergência desigual de duas
amostras (heterocedástico).

Exemplos
=TTEST({57; 75; 66; 98; 92; 80}; {87; 65; 45; 95; 88; 79}; 1; 1) tem como resultado 0,418946725989974, para
um teste emparelhado unilateral.
=TTEST({57; 75; 66; 98; 92; 80}; {87; 65; 45; 95; 88; 79}; 2; 1) tem como resultado 0,837893451979947, para
um teste emparelhado bilateral.
=TTEST({57; 75; 66; 98; 92; 80}; {87; 65; 45; 95; 88; 79}; 1; 2) tem como resultado 0,440983897602811, para
um teste igual de duas amostras unilateral.
=TTEST({57; 75; 66; 98; 92; 80}; {87; 65; 45; 95; 88; 79}; 2; 2) tem como resultado 0,881967795205622, para
um teste igual de duas amostras bilateral.
=TTEST({57; 75; 66; 98; 92; 80}; {87; 65; 45; 95; 88; 79}; 1; 3) tem como resultado 0,441031763311189, para
um teste desigual de duas amostras unilateral.

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“DISTT” na página 258

“INVT” na página 266

“Lista de funções estatísticas” na página 223

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

VAR
A função VAR tem como resultado a variância (não enviesada) da amostra, uma
medida de dispersão, de uma colecção de valores.

294 Capítulo 10    Funções estatísticas


VAR(data-num; data-num…)
ÂÂ data-num:  Um valor. data-num é um valor numérico ou um valor de data/hora.
ÂÂ data-num…:  Incluir opcionalmente um ou mais valores. Se for especificado mais do
que um valor dur-data-num, têm de ser todos do mesmo tipo.

Notas de utilização
ÂÂ A função VAR encontra a variância (não enviesada) da amostra ao dividir a soma dos
quadrados dos desvios dos pontos de dados por um inferior ao número de valores.
ÂÂ É adequado utilizar a função VAR quando os valores especificados representam
apenas uma amostra de uma população maior. Se os valores que está a analisar
representarem uma colecção ou população inteira, utilize a função VARP.
ÂÂ Se desejar incluir no cálculo valores de texto ou booleanos, utilize a função VARA.
ÂÂ A raiz quadrada da variância devolvida pela função VAR é devolvida pela função
DESVPAD.

Exemplos
Imagine que entregou cinco testes a um grupo de alunos. Seleccionou arbitrariamente cinco alunos
para representarem a população total de estudantes (note que este é apenas um exemplo; isto
provavelmente não seria estatisticamente válido). Utilizando os dados da amostra, poderia utilizar a
função VAR para determinar qual dos testes teve a maior dispersão de pontuações.
Os resultados das funções VAR são aproximadamente 520,00, 602,00, 90,30, 65,20 e 11,20. Portanto,
o teste 2 teve a dispersão mais elevada, seguido de perto pelo teste 1. Os outros três testes tiveram
uma baixa dispersão.

  Teste 1 Teste 2 Teste 3 Teste 4 Teste 5


Aluno 1 75 82 90 78 84
Aluno 2 100 90 95 88 90
Aluno 3 40 80 78 90 85
Aluno 4 80 35 95 98 92
Aluno 5 75 82 90 78 84
  =VAR(B2:B6) =VAR(C2:C6) =VAR(D2:D6) =VAR(E2:E6) =VAR(F2:F6)

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“DESVPAD” na página 243

“DESVPADA” na página 244

“DESVPADP” na página 248

“DESVPADAP” na página 246

“VARA” na página 296

Capítulo 10    Funções estatísticas 295


“VARP” na página 298

“VARPA” na página 299

“Exemplo dos resultados de um inquérito” na página 360

“Lista de funções estatísticas” na página 223

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

VARA
A função VARA tem como resultado a variância (não enviesada) da amostra, uma
medida de dispersão, de uma colecção de valores que inclui valores de texto ou
booleanos.

VARA(valor; valor…)
ÂÂ valor:  Um valor. valor pode conter qualquer tipo de valor.
ÂÂ valor…:  Incluir opcionalmente um ou mais valores. Todos os valores numéricos têm
de ser do mesmo tipo. Não pode misturar números, datas e valores de duração.

Notas de utilização
ÂÂ A função VARA encontra a variância (não enviesada) da amostra ao dividir a soma
dos quadrados dos desvios dos pontos de dados por um inferior ao número de
valores.
ÂÂ É adequado utilizar a função VARA quando os valores especificados representam
apenas uma amostra de uma população maior. Se os valores que está a analisar
representarem uma colecção ou população inteira, utilize a função VARPA.
ÂÂ VARA atribui um valor de 0 a qualquer valor de texto, 0 ao valor booleano FALSO
e 1 ao valor booleano VERDADEIRO e inclui-os no cálculo. As células vazias são
ignoradas. Se não desejar incluir no cálculo valores de texto ou booleanos, utilize a
função VAR.
ÂÂ A raiz quadrada da variância devolvida pela função VARA é devolvida pela função
DESVPADA.

296 Capítulo 10    Funções estatísticas


Exemplo
Imagine que instalou um sensor de temperatura em Cupertino, Califórnia. O sensor regista as
temperaturas máxima e mínima diária. Para além disso, manteve registo dos dias em que ligou o ar
condicionado no seu apartamento. Os dados dos primeiros dias são apresentados na tabela seguinte
e são utilizados como amostra da população de temperaturas máximas e mínimas (note que este é
apenas um exemplo; não seria estatisticamente válido).

=VARA(B2:B13) tem como resultado 616,3864, a dispersão medida pela função VARA da amostra de
temperaturas máximas diárias.

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“DESVPAD” na página 243

“DESVPADA” na página 244

“DESVPADP” na página 248

“DESVPADAP” na página 246

“VAR” na página 294

“VARP” na página 298

“VARPA” na página 299

“Exemplo dos resultados de um inquérito” na página 360

“Lista de funções estatísticas” na página 223

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

Capítulo 10    Funções estatísticas 297


VARP
A função VARP tem como resultado a variância (verdadeira) da população, uma
medida de dispersão, de uma colecção de valores.

VARP(data-num; data-num…)
ÂÂ data-num:  Um valor. data-num é um valor numérico ou um valor de data/hora.
ÂÂ data-num…:  Incluir opcionalmente um ou mais valores. Se for especificado mais do
que um valor data-num, têm de ser todos do mesmo tipo.

Notas de utilização
ÂÂ A função VARP encontra a variância da população, ou verdadeira (em oposição
à variação da amostra, ou não enviesada) ao dividir a soma dos quadrados dos
desvios dos pontos de dados pelo número de valores.
ÂÂ É adequado utilizar a função VARP quando os valores especificados representam
a colecção ou população inteira. Se os valores que está a analisar representarem
apenas uma amostra de uma população maior, utilize a função VAR.
ÂÂ Se desejar incluir no cálculo valores de texto ou booleanos, utilize a função VARP.
ÂÂ A raiz quadrada da variância devolvida pela função VARP é devolvida pela função
DESVPADP.

Exemplo
Imagine que entregou cinco testes a um grupo de alunos. Tem uma turma muito pequena e isto
representa a população total de alunos. Utilizando os dados desta população, poderia utilizar a
função VARP para determinar qual dos testes teve a maior dispersão de pontuações.
Os resultados das funções VARP são aproximadamente 416,00, 481,60, 72,24, 52,16 e 8,96. Portanto,
o teste 2 teve a dispersão mais elevada, seguido de perto pelo teste 1. Os outros três testes tiveram
uma baixa dispersão.

  Teste 1 Teste 2 Teste 3 Teste 4 Teste 5


Aluno 1 75 82 90 78 84
Aluno 2 100 90 95 88 90
Aluno 3 40 80 78 90 85
Aluno 4 80 35 95 98 92
Aluno 5 75 82 90 78 84
  =VARP(B2:B6) =VARP(C2:C6) =VARP(D2:D6) =VARP(E2:E6) =VARP(F2:F6)

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“DESVPAD” na página 243

“DESVPADA” na página 244

298 Capítulo 10    Funções estatísticas


“DESVPADP” na página 248

“DESVPADAP” na página 246

“VAR” na página 294

“VARA” na página 296

“VARPA” na página 299

“Exemplo dos resultados de um inquérito” na página 360

“Lista de funções estatísticas” na página 223

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

VARPA
A função VARPA tem como resultado a variância (não enviesada) da amostra, uma
medida de dispersão, de uma colecção de valores que inclui valores de texto ou
booleanos.

VARPA(valor; valor…)
ÂÂ valor:  Um valor. valor pode conter qualquer tipo de valor.
ÂÂ valor…:  Incluir opcionalmente um ou mais valores. Todos os valores numéricos têm
de ser do mesmo tipo. Não pode misturar números, datas e valores de duração.

Notas de utilização
ÂÂ A função VARPA encontra a variância da população, ou verdadeira (em oposição
à variação da amostra, ou não enviesada) ao dividir a soma dos quadrados dos
desvios dos pontos de dados.
ÂÂ É adequado utilizar a função VARPA quando os valores especificados representam
a colecção ou população inteira. Se os valores que está a analisar representarem
apenas uma amostra de uma população maior, utilize a função VARA.
ÂÂ VARPA atribui um valor de 0 a qualquer valor de texto, 0 ao valor booleano FALSO
e 1 ao valor booleano VERDADEIRO e inclui-os no cálculo. As células vazias são
ignoradas. Se não desejar incluir no cálculo valores de texto ou booleanos, utilize a
função VAR.
ÂÂ A raiz quadrada da variância devolvida pela função VARPA é devolvida pela função
DESVPADAP.

Capítulo 10    Funções estatísticas 299


Exemplo
Imagine que instalou um sensor de temperatura em Cupertino, Califórnia. O sensor regista as
temperaturas máxima e mínima diária. Para além disso, manteve registo dos dias em que ligou o ar
condicionado no seu apartamento. O sensor falhou após alguns dias e seguinte tabela representa a
população de temperaturas máximas e mínimas.

=VARPA(B2:B13) tem como resultado 565,0208, a dispersão medida pela função VARPA da amostra de
temperaturas máximas diárias.

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“DESVPAD” na página 243

“DESVPADA” na página 244

“DESVPADP” na página 248

“DESVPADAP” na página 246

“VAR” na página 294

“VARA” na página 296

“VARP” na página 298

“Exemplo dos resultados de um inquérito” na página 360

“Lista de funções estatísticas” na página 223

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

300 Capítulo 10    Funções estatísticas


ZTEST
A função ZTEST tem como resultado o valor da probabilidade unilateral do teste Z.

ZTEST(conj-dur-data-num; dur-data-num; desvpad)


ÂÂ conj-dur-data-num:  Uma colecção de valores. conj-dur-data-num é uma colecção
com valores numéricos, de data ou de duração. Todos os valores têm de ser do
mesmo tipo.
ÂÂ dur-data-num:  Um valor. dur-data-num é um valor numérico, um valor de data/hora
ou um valor de duração.dur-data-num é o valor a testar.
ÂÂ desvpad:  Um valor opcional para o desvio padrão da população. desvpad é um
valor numérico e tem de ser superior a 0.

Notas de utilização
ÂÂ O teste Z é um teste estatístico que determina se a diferença entre a média de uma
amostra e a média da população é suficientemente grande para ser estatisticamente
significativa. O teste Z é utilizado sobretudo em testes normalizados.
ÂÂ Se desvpad for omitido, utiliza-se o desvio padrão presumido da amostra.

Exemplo
=ZTEST({57; 75; 66; 98; 92; 80}; 70; 9) tem como resultado 0,0147281928162857.

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“NORMALIZAR” na página 280

“Lista de funções estatísticas” na página 223

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

Capítulo 10    Funções estatísticas 301


Funções de texto
11
As funções de texto permitem-lhe trabalhar mais facilmente
com cadeias de caracteres.

Lista de funções de texto


O iWork disponibiliza estas funções de texto para utilização com tabelas.

Função Descrição
“CARÁCT” (página 304) A função CARÁCT tem como resultado o carácter
que corresponde a um código de carácter
Unicode decimal.
“CÓDIGO” (página 305) A função CÓDIGO tem como resultado o número
do código Unicode decimal do primeiro carácter
de uma cadeia especificada.
“COMPACTAR” (página 306) A função COMPACTAR tem como resultado uma
cadeia com base numa determinada cadeia,
depois de remover os espaços extra.
“CONCATENAR” (página 306) A função CONCATENAR junta (concatena) cadeias.
“DIREITA” (página 307) A função DIREITA tem como resultado uma
cadeia que consiste no número indicado de
caracteres a partir do extremo direito de uma
cadeia especificada.
“ESQUERDA” (página 308) A função ESQUERDA tem como resultado uma
cadeia que consiste no número especificado de
caracteres a partir do extremo esquerdo de uma
determinada cadeia.

302
Função Descrição
“EXACTO” (página 308) A função EXACTO tem como resultado
VERDADEIRO se as cadeias dos argumentos
forem idênticas quanto a maiúsculas/minúsculas
e ao conteúdo.
“FIXO” (página 309) A função FIXO arredonda um número a um
número especificado de casas decimais e depois
apresenta o resultado como valor de cadeia.
“INICIAL.MAIÚSCULA” (página 310) A função INICIAL.MAIÚSCULA tem como
resultado uma cadeia em que a primeira
letra de cada palavra é maiúscula e todos os
restantes caracteres estão em minúsculas,
independentemente do tamanho dos caracteres
na cadeia especificada.
“LIMPAR” (página 311) A função LIMPAR remove do texto a maior
parte dos caracteres comuns que não é possível
imprimir (códigos de caracteres Unicode 0–31).
“LOCALIZAR” (página 312) A função LOCALIZAR tem como resultado a
posição de início de uma cadeia dentro de outra.
“MAIÚSCULAS” (página 313) A função MAIÚSCULAS tem como resultado uma
cadeia toda em maiúsculas, independentemente
do tamanho das letras da cadeia especificada.
“MINÚSCULAS” (página 313) A função MINÚSCULAS tem como resultado uma
cadeia toda em minúsculas, independentemente
do tamanho das letras da cadeia especificada.
“MOEDA” (página 314) A função MOEDA tem como resultado uma
cadeia com a formatação de montante numa
moeda a partir de um determinado número.
“NÚM.CARACT” (página 314) A função NÚM.CARACT tem como resultado o
número de caracteres numa cadeia.
“PROCURAR” (página 315) A função PROCURAR tem como resultado a
posição de início de uma cadeia dentro de outra,
ignora o tamanho das letras e permite caracteres
universais.
“REPETIR” (página 316) A função REPETIR tem como resultado uma
cadeia que contém uma determinada cadeia
repetida um número de vezes especificado.
“SEG.TEXTO” (página 317) A função SEG.TEXTO tem como resultado uma
cadeia que consiste no número indicado de
caracteres de uma cadeia, a partir da posição
especificada.

Capítulo 11    Funções de texto 303


Função Descrição
“SUBST” (página 318) A função SUBST tem como resultado uma cadeia
em que os caracteres especificados de uma
determinada cadeia foram substituídos por uma
nova cadeia.
“SUBSTITUIR” (página 319) A função SUBSTITUIR tem como resultado
uma cadeia em que um número especificado
de caracteres de uma determinada cadeia foi
substituído por uma nova cadeia.
“T” (página 319) A função T tem como resultado o texto contido
numa célula. Esta função é incluída para
compatibilidade com tabelas importadas de
outras aplicações de folha de cálculo.
“VALOR” (página 320) A função VALOR tem como resultado um valor
numérico mesmo que o argumento esteja
formatado como texto.

CARÁCT
A função CARÁCT tem como resultado o carácter que corresponde a um código de
carácter Unicode decimal.

CARÁCT(código-número)
ÂÂ código-número:  Um número para o qual pretende devolver o carácter Unicode
correspondente. código-número é um valor numérico e tem de ser superior ou igual
a 32, inferior ou igual a 65.535 e não igual a 127. Se existirem casas decimais, estas
são ignoradas. Note que o carácter 32 é o carácter de espaço.

Notas de utilização
ÂÂ Nem todos os números Unicode estão associados a caracteres que possam ser
impressos.
ÂÂ É possível utilizar a janela Caracteres, que pode ser activada no painel de
preferências Internacional, para visualizar conjuntos completos de caracteres e os
respectivos códigos.
ÂÂ A função CÓDIGO tem como resultado o código numérico de um carácter
específico.

Exemplos
=CARÁCT(98,6) tem como resultado "b", que é representado pelo código 98. A parte decimal do
número é ignorada.
=CÓDIGO("b") tem como resultado 98.

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

304 Capítulo 11    Funções de texto


“CÓDIGO” na página 305

“Lista de funções de texto” na página 302

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

CÓDIGO
A função CÓDIGO tem como resultado o número do código Unicode decimal do
primeiro carácter numa cadeia especificada.

CÓDIGO(código-cadeia)
ÂÂ código-cadeia:  A cadeia a partir da qual deve ser devolvido o valor Unicode.
código-cadeia é um valor de cadeia. Apenas é utilizado o primeiro carácter.

Notas de utilização
ÂÂ É possível utilizar a janela Caracteres, que pode ser activada no painel de
preferências Internacional, para visualizar conjuntos completos de caracteres e os
respectivos códigos.
ÂÂ É possível utilizar a função CARÁCT para fazer o oposto da função
CÓDIGO:  converter um código numérico num carácter de texto.

Exemplos
=CÓDIGO("A") tem como resultado 65, o código do carácter "A" maiúsculo.
=CÓDIGO("abc") tem como resultado 97 para o "a" minúsculo.
=CARÁCT(97) tem como resultado "a".
=CÓDIGO(A3) tem como resultado 102 para o "f" minúsculo.
=CÓDIGO("三二一") tem como resultado 19.977, o valor Unicode decimal do primeiro carácter.

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“CARÁCT” na página 304

“Lista de funções de texto” na página 302

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

Capítulo 11    Funções de texto 305


COMPACTAR
A função COMPACTAR tem como resultado uma cadeia com base numa determinada
cadeia, depois de remover os espaços extra.

COMPACTAR(origem-cadeia)
ÂÂ origem-cadeia:  Uma cadeia. origem-cadeia é um valor de cadeia.

Notas de utilização
ÂÂ A função COMPACTAR remove todos os espaços antes do primeiro carácter, todos
os espaços depois do último carácter e todos os espaços duplos entre caracteres,
deixando apenas espaços individuais entre palavras.

Exemplo
=COMPACTAR(“ espaços espaços espaços “) tem como resultado "espaços espaços espaços" (os
espaços inicial e final foram removidos).

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“Lista de funções de texto” na página 302

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

CONCATENAR
A função CONCATENAR junta (concatena) cadeias.

CONCATENAR(cadeia; cadeia…)
ÂÂ cadeia:  Uma cadeia. cadeia é um valor de cadeia.
ÂÂ cadeia…:  Incluir opcionalmente uma ou mais cadeias.

Notas de utilização
ÂÂ Em alternativa à função CONCATENAR, é possível utilizar o operador de cadeia &
para concatenar cadeias.

Exemplos
Se a célula A1 contiver Lorem e a célula B1 contiver Ipsum, =CONCATENAR(B1; “; “; A1) tem como
resultado "Ipsum, Lorem".
=CONCATENAR("a"; "b"; "c") tem como resultado "abc".
="a"&"b"&"c" tem como resultado "abc".

306 Capítulo 11    Funções de texto


Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“Lista de funções de texto” na página 302

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

DIREITA
A função DIREITA tem como resultado uma cadeia que consiste no número
especificado de caracteres a partir do extremo direito de uma determinada cadeia.

DIREITA(origem-cadeia; tamanho-cadeia)
ÂÂ origem-cadeia:  Uma cadeia. origem-cadeia é um valor de cadeia.
ÂÂ tamanho-cadeia:  Um argumento opcional que especifica o tamanho desejado da
cadeia devolvida. tamanho-cadeia é um valor numérico e tem de ser superior ou
igual a 1.

Notas de utilização
ÂÂ Se tamanho-cadeia for superior ou igual ao tamanho de origem-cadeia, a cadeia
devolvida é igual a origem-cadeia.

Exemplos
=DIREITA("um dois três"; 2) tem como resultado "ês".
=DIREITA("abc") tem como resultado "c".

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“ESQUERDA” na página 308

“SEG.TEXTO” na página 317

“Lista de funções de texto” na página 302

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

Capítulo 11    Funções de texto 307


ESQUERDA
A função ESQUERDA tem como resultado uma cadeia que consiste no número
especificado de caracteres a partir do extremo esquerdo de uma determinada cadeia.

ESQUERDA(origem-cadeia; tamanho-cadeia)
ÂÂ origem-cadeia:  Uma cadeia. origem-cadeia é um valor de cadeia.
ÂÂ tamanho-cadeia:  Um argumento opcional que especifica o tamanho desejado da
cadeia devolvida. tamanho-cadeia é um valor numérico e tem de ser superior ou
igual a 1.

Notas de utilização
ÂÂ Se tamanho-cadeia for superior ou igual ao tamanho de origem-cadeia, a cadeia
devolvida é igual a origem-cadeia.

Exemplos
=ESQUERDA("uma duas três"; 2) tem como resultado "um".
=ESQUERDA("abc") tem como resultado "a".

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“SEG.TEXTO” na página 317

“DIREITA” na página 307

“Lista de funções de texto” na página 302

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

EXACTO
A função EXACTO tem como resultado VERDADEIRO se as cadeias dos argumentos
forem idênticas quanto a maiúsculas/minúsculas e ao conteúdo.

EXACTO(cadeia-1; cadeia-2)
ÂÂ cadeia-1:  A primeira cadeia. cadeia-1 é um valor de cadeia.
ÂÂ cadeia-2:  A segunda cadeia. cadeia-2 é um valor de cadeia.

308 Capítulo 11    Funções de texto


Exemplos
=EXACTO("toledo"; "toledo") apresenta o resultado VERDADEIRO, dado que todos os caracteres e o
respectivo tamanho são idênticos.
=EXACTO("Toledo"; "toledo") apresenta o resultado FALSO, dado que o tamanho dos caracteres de
ambas as cadeias não é idêntico.

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“LOCALIZAR” na página 312

“PROCURAR” na página 315

“Lista de funções de texto” na página 302

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

FIXO
A função FIXO arredonda um número a um número especificado de casas decimais e
depois apresenta o resultado como valor de cadeia.

FIXO(num; casas; sem-vírgulas)


ÂÂ num:  O número a ser utilizado. num é um valor numérico.
ÂÂ casas:  Um argumento opcional que indica o número de casas, à direita ou à
esquerda da vírgula, onde o número deve ser arredondado. casas é um valor
numérico. Ao arredondar para o número especificado de casas, é utilizado o
arredondamento aritmético padrão. Se o número mais significativo a ser eliminado
for 5 ou superior, o resultado é arredondado. Um número negativo indica que o
arredondamento deve ocorrer à esquerda da vírgula (por exemplo, arredondar às
centenas ou aos milhares).
ÂÂ sem-vírgulas:  Um argumento opcional que indica se devem ou não ser usados
separadores de posição em toda a porção do número resultante.
utilizar vírgulas (FALSO, 0 ou omitido):  Incluir separadores de posição no resultado.
sem vírgulas (VERDADEIRO ou 1):  Não incluir separadores de posição no resultado.

Capítulo 11    Funções de texto 309


Exemplos
=FIXO(6789,123; 2) tem como resultado "6.789,12".
=FIXO(6789,123; 1; 1) tem como resultado "6789,1".
=FIXO(6789,123; -2) tem como resultado "6.800".
=FIXO(12,4; 0) tem como resultado "12".
=FIXO(12,5; 0) tem como resultado "13".
=FIXO(4; -1) tem como resultado "0".
=FIXO(5; -1) tem como resultado "10".

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“MOEDA” na página 314

“Lista de funções de texto” na página 302

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

INICIAL.MAIÚSCULA
A função INICIAL.MAIÚSCULA tem como resultado uma cadeia em que a primeira
letra de cada palavra é maiúscula e todos os restantes caracteres estão em minúsculas,
independentemente do tamanho dos caracteres na cadeia especificada.

INICIAL.MAIÚSCULA(origem-cadeia)
ÂÂ origem-cadeia:  Uma cadeia. origem-cadeia é um valor de cadeia.

Notas de utilização
ÂÂ Qualquer carácter a seguir a um carácter não alfabético, com excepção do apóstrofo
(‘), é tratado como primeira letra de uma palavra. Deste modo, por exemplo,
qualquer letra a seguir a um hífen aparece em letra maiúscula.

Exemplos
=INICIAL.MAIÚSCULA("lorem ipsum") tem como resultado "Lorem Ipsum".
=INICIAL.MAIÚSCULA("lorem's ip-sum") tem como resultado "Lorem's Ip-Sum".
=INICIAL.MAIÚSCULA("1a23 b456") tem como resultado "1A23 B456".

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“MINÚSCULAS” na página 313

310 Capítulo 11    Funções de texto


“MAIÚSCULAS” na página 313

“Lista de funções de texto” na página 302

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

LIMPAR
A função LIMPAR remove do texto a maior parte dos caracteres comuns que não é
possível imprimir (códigos de caracteres Unicode 0–31).

LIMPAR(texto)
ÂÂ texto:  O texto do qual pretende remover caracteres que não são imprimidos. texto
pode conter qualquer tipo de valor.

Notas de utilização
ÂÂ Isto pode ser útil se copiar texto de outra aplicação que contenha pontos de
interrogação indesejados, espaços, caixas e outros caracteres inesperados.
ÂÂ Existem alguns caracteres menos comuns que não são impressos e que não são
removidos pela função LIMPAR (códigos de carácter 127, 129, 141, 143, 144 e 157).
Para os remover, pode utilizar a função SUBST para os substituir por um código no
intervalo 0 - 31 antes de utilizar a função LIMPAR.
ÂÂ É possível utilizar a função COMPACTAR para remover espaços extra do texto.

Exemplo
Imagine que copia o que acredita ser o texto "a b c d e f" de outra aplicação e cola-o na célula A1,
mas o que vê é "a b c ? ?d e f". Pode tentar utilizar a função LIMPAR para remover os caracteres
inesperados:
=LIMPAR(A1) tem como resultado "a b c d e f".

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“SUBST” na página 318

“COMPACTAR” na página 306

“Lista de funções de texto” na página 302

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

Capítulo 11    Funções de texto 311


“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

LOCALIZAR
A função LOCALIZAR tem como resultado a posição de início de uma cadeia dentro de
outra.

LOCALIZAR(procurar-cadeia; origem-cadeia; pos-início)


ÂÂ procurar-cadeia:  A cadeia a procurar. procurar-cadeia é um valor de cadeia.
ÂÂ origem-cadeia:  Uma cadeia. origem-cadeia é um valor de cadeia.
ÂÂ pos-início:  Um argumento opcional que especifica o ponto, dentro da cadeia
especificada, no qual a acção deve iniciar-se. pos-início é um valor numérico que
tem de ser superior ou igual a 1 e inferior ou igual ao número de caracteres em
origem-cadeia.

Notas
ÂÂ A pesquisa distingue maiúsculas e minúsculas e os espaços são contados. Não
são permitidos caracteres universais. Para utilizar caracteres universais ou para
ignorar a diferença entre maiúsculas e minúsculas na sua pesquisa, utilize a função
PROCURAR.
ÂÂ Especificar a pos-início permite-lhe iniciar a pesquisa de procurar-cadeia dentro, e
não no início, de origem-cadeia. Isto é especialmente útil se origem-cadeia puder
conter vários exemplos de procurar-cadeia e quiser determinar a posição de início
de outro que não o primeiro exemplo. Se a pos-início for omitida, presume-se que
seja 1.

Exemplos
=LOCALIZAR("e"; "onde poderá estar") tem como resultado 4 ("e" é o quarto carácter da cadeia "onde
poderá estar").
=LOCALIZAR("e"; "onde poderá estar"; 6) tem como resultado 9 ("e" de "poderá" é o primeiro "e"
localizado depois do carácter 6, o "p" em "poderá").

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“EXACTO” na página 308

“PROCURAR” na página 315

“Lista de funções de texto” na página 302

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

312 Capítulo 11    Funções de texto


MAIÚSCULAS
A função MAIÚSCULAS tem como resultado uma cadeia toda em maiúsculas,
independentemente do tamanho das letras da cadeia especificada.

MAIÚSCULAS(origem-cadeia)
ÂÂ origem-cadeia:  Uma cadeia. origem-cadeia é um valor de cadeia.

Exemplos
=MAIÚSCULAS("a b c") tem como resultado "A B C".
=MAIÚSCULAS("primeiro") tem como resultado "PRIMEIRO".

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“MINÚSCULAS” na página 313

“INICIAL.MAIÚSCULA” na página 310

“Lista de funções de texto” na página 302

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

MINÚSCULAS
A função MINÚSCULAS tem como resultado uma cadeia toda em minúsculas,
independentemente do tamanho das letras da cadeia especificada.

MINÚSCULAS(origem-cadeia)
ÂÂ origem-cadeia:  Uma cadeia. origem-cadeia é um valor de cadeia.

Exemplos
=MINÚSCULAS("MAIÚSCULAS") tem como resultado "maiúsculas".
=MINÚSCULAS("minúsculas") tem como resultado "minúsculas".
=MINÚSCULAS("MiStuRadaS") tem como resultado "misturadas".

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“INICIAL.MAIÚSCULA” na página 310

“MAIÚSCULAS” na página 313

“Lista de funções de texto” na página 302

Capítulo 11    Funções de texto 313


“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

MOEDA
A função MOEDA tem como resultado uma cadeia com a formatação de montante
numa moeda a partir de um determinado número.

MOEDA(num; casas)
ÂÂ num:  O número a ser utilizado. num é um valor numérico.
ÂÂ casas:  Um argumento opcional que especifica o número de casas, à direita ou
à esquerda da vírgula, onde o número deve ser arredondado. casas é um valor
numérico. Ao arredondar para o número especificado de casas, é utilizado o
arredondamento aritmético padrão; se o número mais significativo a ser eliminado
for 5 ou superior, o resultado é arredondado. Um número negativo indica que o
arredondamento deve ocorrer à esquerda da vírgula (por exemplo, arredondar às
centenas ou aos milhares).

Exemplos
=MOEDA(2323,124) tem como resultado $2.323,12.
=MOEDA(2323,125) tem como resultado $2.323,13.
=MOEDA(99,554; 0) tem como resultado $100.
=MOEDA(12; 3) tem como resultado $12,000.
=MOEDA(-12; 3) tem como resultado ($12,000), com parêntesis a indicar um montante negativo.
=MOEDA(123; -1) tem como resultado $120.

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“FIXO” na página 309

“Lista de funções de texto” na página 302

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

NÚM.CARACT
A função NÚM.CARACT tem como resultado o número de caracteres numa cadeia.

314 Capítulo 11    Funções de texto


NÚM.CARACT(origem-cadeia)
ÂÂ origem-cadeia:  Uma cadeia. origem-cadeia é um valor de cadeia.

Notas de utilização
ÂÂ Na contagem são incluídos todos os espaços, números e caracteres especiais.

Exemplos
=NÚM.CARACT("12345") tem como resultado 5.
=NÚM.CARACT(“ abc def “) tem como resultado 9, a soma das seis letras mais os espaços iniciais, os
espaços finais e os espaços de separação.

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“Lista de funções de texto” na página 302

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

PROCURAR
A função PROCURAR tem como resultado a posição de início de uma cadeia dentro de
outra, ignora o tamanho das letras e permite caracteres universais.

PROCURAR(procurar-cadeia; origem-cadeia; pos-início)


ÂÂ procurar-cadeia:  A cadeia a procurar. procurar-cadeia é um valor de cadeia.
ÂÂ origem-cadeia:  Uma cadeia. origem-cadeia é um valor de cadeia.
ÂÂ pos-início:  Um argumento opcional que especifica o ponto, dentro da cadeia
especificada, no qual a acção deve iniciar-se. pos-início é um valor numérico que
tem de ser superior ou igual a 1 e inferior ou igual ao número de caracteres em
origem-cadeia.

Notas de utilização
ÂÂ São permitidos caracteres universais em procurar-cadeia. Em procurar-cadeia,
utilize um * (asterisco) para corresponder a vários caracteres ou um ? (ponto de
interrogação) para corresponder a qualquer carácter único em origem-cadeia.
ÂÂ Especificar a pos-início permite-lhe iniciar a pesquisa de procurar-cadeia dentro, e
não no início, de origem-cadeia. Isto é especialmente útil se origem-cadeia puder
conter vários exemplos de procurar-cadeia e quiser determinar a posição de início
de outro que não o primeiro exemplo. Se a pos-início for omitida, presume-se que
seja 1.

Capítulo 11    Funções de texto 315


ÂÂ Para ter em consideração a diferença entre maiúsculas e minúsculas, utilize a função
LOCALIZAR.

Exemplos
=PROCURAR("ra"; "abracadabra") tem como resultado 3; a primeira ocorrência da cadeia "ra" começa
no terceiro carácter de "abracadabra".
=PROCURAR("ra"; "abracadabra"; 5) tem como resultado 10, a posição da primeira ocorrência da
cadeia "ra" quando começa a procurar a partir da posição 5.
=PROCURAR(“*eres”; ”Caracteres”) tem como resultado 1, dado que o asterisco no início da cadeia de
pesquisa corresponde a todos os caracteres antes de “eres”.
=PROCURAR(“*ers”; “Caracteres”) dá erro, uma vez que “ers” não existe.
=PROCURAR(“?eres”; “Caracteres”) tem como resultado 6, dado que o ponto de interrogação
corresponde ao carácter imediatamente antes de “eres”.
=PROCURAR(“t*s”; “Caracteres”) tem como resultado 6, dado que o asterisco corresponde a todos os
caracteres entre o “t” e o “s”.
=PROCURAR(“~?“; "Carácter? n.º”) tem como resultado 9, uma vez que o til significa que o carácter
seguinte (o ponto de interrogação) deve ser interpretado literalmente, não como um carácter, e o
ponto de interrogação é o 9.º carácter.

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“EXACTO” na página 308

“LOCALIZAR” na página 312

“Como especificar condições e utilizar caracteres universais” na página 358

“Lista de funções de texto” na página 302

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

REPETIR
A função REPETIR tem como resultado uma cadeia que contém uma determinada
cadeia repetida um número de vezes especificado.

REPETIR(origem-cadeia; número-repetições)
ÂÂ origem-cadeia:  Uma cadeia. origem-cadeia é um valor de cadeia.
ÂÂ número-repetições:  O número de vezes que determinada cadeia deve ser repetida.
número-repetições é um valor numérico que tem de ser superior ou igual a 0.

316 Capítulo 11    Funções de texto


Exemplos
=REPETIR(“*“; 5) tem como resultado “*****“.
=REPETIR("ha"; 3) tem como resultado "hahaha".

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“Lista de funções de texto” na página 302

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

SEG.TEXTO
A função SEG.TEXTO tem como resultado uma cadeia que consiste no número
indicado de caracteres de uma cadeia, a partir da posição especificada.

SEG.TEXTO(origem-cadeia; pos-início; tamanho-cadeia)


ÂÂ origem-cadeia:  Uma cadeia. origem-cadeia é um valor de cadeia.
ÂÂ pos-início:  O ponto, dentro da cadeia especificada, no qual a acção deve iniciar-se.
pos-início é um valor numérico que tem de ser superior ou igual a 1 e inferior ou
igual ao número de caracteres em origem-cadeia.
ÂÂ tamanho-cadeia:  O tamanho desejado da cadeia devolvida. tamanho-cadeia é um
valor numérico e tem de ser superior ou igual a 1.

Notas de utilização
ÂÂ Se tamanho-cadeia for superior ou igual ao tamanho de origem-cadeia, a cadeia
devolvida é igual a origem-cadeia, começando na pos-início.

Exemplos
=SEG.TEXTO("lorem ipsum dolor sit amet"; 7; 5) tem como resultado "ipsum".
=SEG.TEXTO("1234567890"; 4; 3) tem como resultado "456".
=SEG.TEXTO("encurtar"; 5; 20) tem como resultado "rtar".

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“ESQUERDA” na página 308

“DIREITA” na página 307

“Lista de funções de texto” na página 302

Capítulo 11    Funções de texto 317


“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

SUBST
A função SUBST tem como resultado uma cadeia em que os caracteres especificados
de uma determinada cadeia foram substituídos por uma nova cadeia.

SUBST(origem-cadeia; cadeia-existente; cadeia-nova; ocorrência.)


ÂÂ origem-cadeia:  Uma cadeia. origem-cadeia é um valor de cadeia.
ÂÂ cadeia-existente:  A cadeia dentro de determinada cadeia que vai ser substituída.
cadeia-existente é um valor de cadeia.
ÂÂ cadeia-nova:  O texto usado para substituir a secção de uma dada cadeia que
tenha sido substituída. cadeia-nova é um valor de cadeia. Não tem de ter o mesmo
tamanho que o texto substituído.
ÂÂ ocorrência:  Um valor opcional que especifica a ocorrência que deve ser substituída.
ocorrência. é um valor numérico e tem de ser superior ou igual a 1, ou omitido. Se
superior ao número de vezes que cadeia-existente aparece dentro de origem-cadeia,
não irá ocorrer nenhuma substituição. Se omitido, todas as ocorrências de cadeia-
existente dentro de origem-cadeia serão substituídas por cadeia-nova.

Notas de utilização
ÂÂ É possível substituir caracteres individuais, palavras inteiras ou cadeias de caracteres
dentro de palavras.

Exemplos
=SUBST("a b c d e f"; "b"; "B") tem como resultado "a B c d e f".
=SUBST("a a b b b c"; "a"; "A"; 2) tem como resultado "a A b b b c".
=SUBST("a a b b b c"; "b"; "B") tem como resultado "a a B B B c".
=SUBST("aaabbccc"; "bc"; "BC"; 2) tem como resultado "aaabbccc".

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“SUBSTITUIR” na página 319

“Lista de funções de texto” na página 302

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

318 Capítulo 11    Funções de texto


SUBSTITUIR
A função SUBSTITUIR tem como resultado uma cadeia em que um número
especificado de caracteres de uma determinada cadeia foi substituído por uma nova
cadeia.

SUBSTITUIR(origem-cadeia; pos-início; tamanho-substituir; cadeia-nova)


ÂÂ origem-cadeia:  Uma cadeia. origem-cadeia é um valor de cadeia.
ÂÂ pos-início:  O ponto, dentro da cadeia especificada, no qual a acção deve iniciar-se.
pos-início é um valor numérico que tem de ser superior ou igual a 1. Se pos-início for
superior ao número de caracteres em origem-cadeia, cadeia-nova é adicionada ao
fim de origem-cadeia.
ÂÂ tamanho-substituir:  O número de caracteres a substituir. tamanho-substituir é
um valor numérico que tem de ser superior ou igual a 1. Se tamanho-substituir for
superior ou igual ao tamanho de origem-cadeia, a cadeia devolvida é igual a cadeia-
nova.
ÂÂ cadeia-nova:  O texto usado para substituir a secção de uma dada cadeia que
tenha sido substituída. cadeia-nova é um valor de cadeia. Não tem de ter o mesmo
tamanho que o texto substituído.

Exemplo
=SUBSTITUIR("formulários do concorrente recebidos"; 16; 11; "Rui") tem como resultado "formulários
do Rui recebidos".

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“SUBST” na página 318

“Lista de funções de texto” na página 302

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

T
A função T tem como resultado o texto contido numa célula. Esta função é incluída
para compatibilidade com tabelas importadas de outras aplicações de folha de cálculo.

T(célula)
ÂÂ célula:  Uma referência a uma única célula de tabela. célula é um valor de referência
a uma única célula que pode conter qualquer valor ou estar vazia.

Capítulo 11    Funções de texto 319


Notas de utilização
ÂÂ Se a célula não contiver uma cadeia, a função T têm como resultado uma cadeia
vazia.

Exemplos
Se a célula A1 contiver "texto" e a célula B1 estiver vazia:
=T(A1) tem como resultado "texto"
=T(B1) tem como resultado nada.

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“Lista de funções de texto” na página 302

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

VALOR
A função VALOR tem como resultado um valor numérico mesmo que o argumento
esteja formatado como texto. Esta função é incluída para compatibilidade com tabelas
importadas de outras aplicações de folha de cálculo.

VALOR(origem-cadeia)
ÂÂ origem-cadeia:  Uma cadeia. origem-cadeia é um valor de cadeia.

Notas de utilização
ÂÂ Nunca terá de utilizar a função VALOR numa tabela nova, uma vez que os números
em texto são automaticamente convertidos.
ÂÂ Apenas o texto formatado é convertido. Por exemplo, se a cadeia $100,001 for
digitada numa célula, a formatação predefinida apenas apresentará duas casas
decimais ($100.00). Se a função VALOR tiver a referência desta célula, terá como
resultado 100, o valor do texto formatado, não 100,001.
ÂÂ Se o argumento não puder ser devolvido como valor numérico (não contém um
número), a função apresenta um erro.

Exemplos
=VALOR("22") tem como resultado o número 22.
=VALOR(DIREITA("O ano 1953"; 2)) tem como resultado o número 53.

320 Capítulo 11    Funções de texto


Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“Lista de funções de texto” na página 302

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

Capítulo 11    Funções de texto 321


Funções trigonométricas
12
As funções trigonométricas permitem-lhe trabalhar mais
facilmente com ângulos e os respectivos componentes.

Lista de funções trigonométricas


O iWork disponibiliza estas funções trigonométricas para utilização com tabelas.

Função Descrição
“ACOS” (página 323) A função ACOS tem como resultado o co-seno
inverso (arco co-seno) de um número.
“ACOSH” (página 324) A função ACOSH tem como resultado o co-seno
hiperbólico inverso (arco co-seno hiperbólico) de
um número.
“ASEN” (página 324) A função ASEN tem como resultado o arco seno
(o seno inverso) de um número.
“ASENH” (página 325) A função ASENH tem como resultado o seno
hiperbólico inverso de um número.
“ATAN” (página 326) A função ATAN tem como resultado a tangente
inversa (arco tangente) de um número.
“ATAN2” (página 327) A função ATAN2 tem como resultado o ângulo,
relativo ao eixo x positivo, da linha que passa pela
origem e o ponto especificado.
“ATANH” (página 327) A função ATANH tem como resultado a tangente
hiperbólica inversa de um número.
“COS” (página 328) A função COS tem como resultado o co-seno de
um ângulo expresso em radianos.
“COSH” (página 329) A função COSH tem como resultado o co-seno
hiperbólico de um número.

322
Função Descrição
“GRAUS” (página 330) A função GRAUS tem como resultado o número
de graus de um ângulo expresso em radianos.
“RADIANOS” (página 330) A função RADIANOS tem como resultado o
número de radianos de um ângulo expresso em
graus.
“SEN” (página 331) A função SEN tem como resultado o seno de um
ângulo expresso em radianos.
“SENH” (página 332) A função SENH tem como resultado o seno
hiperbólico do número especificado.
“TAN” (página 333) A função TAN tem como resultado a tangente de
um ângulo expresso em radianos.
“TANH” (página 334) A função TANH tem como resultado a tangente
hiperbólica do número especificado.

ACOS
A função ACOS tem como resultado o co-seno inverso (arco co-seno) de um número.

ACOS(num)
ÂÂ num:  Um número. num é um valor numérico no intervalo de –1 a 1.

Notas de utilização
ÂÂ A função ACOS tem como resultado um ângulo correspondente a um valor de co-
seno. O ângulo resultante é expresso em radianos no intervalo de 0 a π (pi). Para
ver o ângulo resultante em graus, em vez de radianos, insira esta função na função
GRAUS; ou seja, =GRAUS(ACOS(num)).

Exemplos
=ACOS(RAIZQ(2)/2) tem como resultado 0,785398163397448, que é aproximadamente π/4.
=ACOS(0,54030230586814) tem como resultado 1.
=GRAUS(ACOS(0,5)) tem como resultado 60, a medida em graus de um ângulo com um co-seno de
0,5.

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“ACOSH” na página 324

“COS” na página 328

“COSH” na página 329

“GRAUS” na página 330

Capítulo 12    Funções trigonométricas 323


“Lista de funções trigonométricas” na página 322

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

ACOSH
A função ACOSH tem como resultado o co-seno hiperbólico inverso (arco co-seno
hiperbólico) de um número.

ACOSH(num)
ÂÂ num:  Um número. num é um valor numérico que tem de ser superior ou igual a 1.

Exemplos
=ACOSH(10,0676619957778) tem como resultado 3.
=ACOSH(COSH(5)) tem como resultado 5.

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“ACOS” na página 323

“COS” na página 328

“COSH” na página 329

“Lista de funções trigonométricas” na página 322

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

ASEN
A função ASEN tem como resultado o arco seno (o seno inverso) de um número.

ASEN(num)
ÂÂ num:  Um número. num é um valor numérico que tem de ser superior ou igual a 1.

324 Capítulo 12    Funções trigonométricas


Notas de utilização
ÂÂ A função ASEN tem como resultado o ângulo correspondente a um seno. O
resultado é expresso em radianos no intervalo de -pi/2 a +pi/2. Para ver o ângulo
resultante em graus, em vez de radianos, insira esta função na função GRAUS; ou
seja, =GRAUS(ASEN(num)).

Exemplos
=ASEN(0,841470985) tem como resultado 1, a medida em radianos (aproximadamente 57,3 graus) do
ângulo que tem um seno de 0,8411470984807897.
=GRAUS(ASEN(0,5)) tem como resultado 30, a medida em graus de um ângulo com um seno de 0,5.

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“ASENH” na página 325

“GRAUS” na página 330

“SEN” na página 331

“SENH” na página 332

“Lista de funções trigonométricas” na página 322

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

ASENH
A função ASENH tem como resultado o seno hiperbólico inverso de um número.

ASENH(num)
ÂÂ num:  Um número. num é um valor numérico.

Exemplos
=ASENH(27,2899171971277) tem como resultado 4.
=ASENH(SENH(1)) tem como resultado 1.

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“ASEN” na página 324

“SEN” na página 331

Capítulo 12    Funções trigonométricas 325


“SENH” na página 332

“Lista de funções trigonométricas” na página 322

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

ATAN
A função ATAN tem como resultado a tangente inversa (arco tangente) de um número.

ATAN(num)
ÂÂ num:  Um número. num é um valor numérico.

Notas de utilização
ÂÂ A função ATAN tem como resultado o ângulo correspondente a uma tangente,
expresso em radianos no intervalo de -pi/2 a +pi/2. Para ver o ângulo resultante
em graus, em vez de radianos, insira esta função na função GRAUS; ou seja,
=GRAUS(ATAN(num)).

Exemplos
=ATAN(1) tem como resultado a medida do ângulo de 0,785398163 radianos (45 graus), que tem uma
tangente de 1.
=GRAUS(ATAN(1)) tem como resultado 45.

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“ATAN2” na página 327

“ATANH” na página 327

“GRAUS” na página 330

“TAN” na página 333

“TANH” na página 334

“Lista de funções trigonométricas” na página 322

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

326 Capítulo 12    Funções trigonométricas


ATAN2
A função ATAN2 tem como resultado o ângulo, relativo ao eixo x positivo, da linha que
passa pela origem e o ponto especificado.

ATAN2(ponto-x; ponto-y)
ÂÂ ponto-x:  A coordenada x do ponto por onde a linha passa. ponto-x é um valor
numérico.
ÂÂ ponto-y:  A coordenada y do ponto por onde a linha passa. ponto-y é um valor
numérico.

Notas de utilização
ÂÂ O ângulo é expresso em radianos no intervalo de -pi a +pi. Para ver o ângulo
resultante em graus, em vez de radianos, insira esta função na função GRAUS; ou
seja, =GRAUS(ATAN2(ponto-x; ponto-y)).

Exemplos
=ATAN2(1; 1) tem como resultado 0,78539816 radianos (45 graus), o ângulo de um segmento de linha
da origem ao ponto (1; 1).
=GRAUS(ATAN2(5; 5)) tem como resultado 45.

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“ATAN” na página 326

“ATANH” na página 327

“GRAUS” na página 330

“TAN” na página 333

“TANH” na página 334

“Lista de funções trigonométricas” na página 322

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

ATANH
A função ATANH tem como resultado a tangente hiperbólica inversa de um número.

Capítulo 12    Funções trigonométricas 327


ATANH(num)
ÂÂ num:  Um número. num é um valor numérico que tem de ser superior a -1 e inferior
a 1.

Exemplos
=ATANH(0,995054753686731) tem como resultado 3.
=ATANH(TANH(2)) tem como resultado 2.

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“ATAN” na página 326

“ATAN2” na página 327

“TAN” na página 333

“TANH” na página 334

“Lista de funções trigonométricas” na página 322

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

COS
A função COS tem como resultado o co-seno de um ângulo expresso em radianos.

COS(ângulo-radiano)
ÂÂ ângulo-radiano:  Um ângulo, expresso em radianos. ângulo-radiano é um valor
numérico. Embora possa ser qualquer valor, normalmente está no intervalo –π a +π
(–pi a +pi).

Notas de utilização
ÂÂ Para obter um ângulo em graus, utilize a função GRAUS (para converter radianos em
graus) com esta função; ou seja, =GRAUS(COS(ângulo-radiano)).

Exemplos
=COS(1) tem como resultado 0,540302306, o co-seno de 1 radiano (aproximadamente 57,3 graus).
=COS(RADIANOS(60)) tem como resultado 0,5, o co-seno de 60 graus.
=COS(PI()/3) tem como resultado 0,5, π/3 radianos (60 graus).
=COS(PI()) tem como resultado -1, o coseno de radianos π (180 graus).

328 Capítulo 12    Funções trigonométricas


Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“ACOS” na página 323

“ACOSH” na página 324

“COSH” na página 329

“GRAUS” na página 330

“SEN” na página 331

“TAN” na página 333

“Lista de funções trigonométricas” na página 322

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

COSH
A função COSH tem como resultado o co-seno hiperbólico de um número.

COSH(num)
ÂÂ num:  Um número. num é um valor numérico.

Exemplos
=COSH(0) tem como resultado 1.
=COSH(1) tem como resultado 1,543.
=COSH(5) tem como resultado 74,21.
=COSH(10) tem como resultado 11.013,233.

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“ACOS” na página 323

“ACOSH” na página 324

“COS” na página 328

“Lista de funções trigonométricas” na página 322

“Tipos de valores” na página 38

Capítulo 12    Funções trigonométricas 329


“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

GRAUS
A função GRAUS tem como resultado o número de graus de um ângulo expresso em
radianos.

GRAUS(ângulo-radiano)
ÂÂ ângulo-radiano:  Um ângulo, expresso em radianos. ângulo-radiano é um valor
numérico. Embora possa ser qualquer valor, normalmente está no intervalo –2π a
+2π (–2pi a +2pi).

Exemplos
=GRAUS(PI()) tem como resultado 180 (radianos π = 180 graus).
=GRAUS(1) tem como resultado 57,2957795130823, que é aproximadamente o número de graus por
radiano.

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“ACOS” na página 323

“ASEN” na página 324

“ATAN” na página 326

“ATAN2” na página 327

“COS” na página 328

“SEN” na página 331

“TAN” na página 333

“Lista de funções trigonométricas” na página 322

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

RADIANOS
A função RADIANOS tem como resultado o número de radianos de um ângulo
expresso em graus.

330 Capítulo 12    Funções trigonométricas


RADIANOS(ângulo-grau)
ÂÂ ângulo-grau:  Um ângulo, expresso em graus. ângulo-grau é um valor numérico.
Embora possa ser qualquer valor, normalmente está no intervalo de -360 a +360.

Notas de utilização
ÂÂ Esta função é útil se pretender utilizar um ângulo expresso em graus com qualquer
das funções geométricas padrão, uma vez que requerem que um ângulo seja
expresso em radianos. Introduza o argumento expresso em graus nessa função; por
exemplo, =COS(RADIANOS(ângulo-grau).

Exemplos
=RADIANOS(90) tem como resultado 1,5708 (90 graus são aproximadamente 1,5708 radianos).
=RADIANOS(57,2957795130823) tem como resultado 1 (1 radiano é aproximadamente 57,296 graus).

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“ACOS” na página 323

“ASEN” na página 324

“ATAN” na página 326

“ATAN2” na página 327

“COS” na página 328

“SEN” na página 331

“TAN” na página 333

“Lista de funções trigonométricas” na página 322

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

SEN
A função SEN tem como resultado o seno de um ângulo expresso em radianos.

SEN(ângulo-radiano)
ÂÂ ângulo-radiano:  Um ângulo, expresso em radianos. ângulo-radiano é um valor
numérico. Embora possa ser qualquer valor, normalmente está no intervalo –π a +π
(–pi a +pi).

Capítulo 12    Funções trigonométricas 331


Notas de utilização
ÂÂ Para obter um ângulo em graus, utilize a função GRAUS (para converter radianos em
graus) com esta função; ou seja, =GRAUS(SEN(ângulo-radiano)).

Exemplos
=SEN(1) tem como resultado 0,841470985, o seno de 1 radiano (aproximadamente 57,3 graus).
=SEN(RADIANOS(30)) tem como resultado 0,5, o seno de 30 graus.
=SEN(PI()/2) tem como resultado 1, o seno de π/2 radianos (90 graus).

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“ASEN” na página 324

“ASENH” na página 325

“COS” na página 328

“GRAUS” na página 330

“SENH” na página 332

“TAN” na página 333

“Lista de funções trigonométricas” na página 322

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

SENH
A função SENH tem como resultado o seno hiperbólico do número especificado.

SENH(num)
ÂÂ num:  Um número. num é um valor numérico.

Exemplos
=SENH(0) tem como resultado 0.
=SENH(1) tem como resultado 1,175.
=SENH(5) tem como resultado 74,203.
=SENH(10) tem como resultado 11013,233.

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

332 Capítulo 12    Funções trigonométricas


“ASEN” na página 324

“ASENH” na página 325

“SEN” na página 331

“Lista de funções trigonométricas” na página 322

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

TAN
A função TAN tem como resultado a tangente de um ângulo expresso em radianos.

TAN(ângulo-radiano)
ÂÂ ângulo-radiano:  Um ângulo, expresso em radianos. ângulo-radiano é um valor
numérico. Embora possa ser qualquer valor, normalmente está no intervalo de -pi a
+pi.

Notas de utilização
ÂÂ A tangente é a relação entre o seno e o co-seno.
ÂÂ Para obter um ângulo em graus, utilize a função GRAUS (para converter radianos em
graus) com esta função; ou seja, =GRAUS(TAN(ângulo-radiano)).

Exemplos
=TAN(1) tem como resultado 1,557407725, a tangente de 1 radiano (aproximadamente 57,3 graus).
=TAN(RADIANOS(45)) tem como resultado 1, a tangente de um ângulo de 45 graus.
=TAN(3*PI()/4) tem como resultado -1.

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“ATAN” na página 326

“ATAN2” na página 327

“ATANH” na página 327

“COS” na página 328

“GRAUS” na página 330

“SEN” na página 331

Capítulo 12    Funções trigonométricas 333


“TANH” na página 334

“Lista de funções trigonométricas” na página 322

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

TANH
A função TANH tem como resultado a tangente hiperbólica do número especificado.

TANH(num)
ÂÂ num:  Um número. num é um valor numérico.

Exemplos
=TANH(0) tem como resultado 0.
=TANH(1) tem como resultado 0,762.
=TANH(5) tem como resultado 0,999909.
=TANH(10) tem como resultado 0,999999996.

Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“ATAN” na página 326

“ATAN2” na página 327

“ATANH” na página 327

“TAN” na página 333

“Lista de funções trigonométricas” na página 322

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

334 Capítulo 12    Funções trigonométricas


Exemplos e tópicos adicionais
13
Exemplos aprofundados e tópicos adicionais que ilustram
a forma de trabalhar com algumas das funções mais
complexas.

Exemplos e tópicos adicionais incluídos


A tabela seguinte indica-lhe onde encontrar exemplos aprofundados e tópicos
adicionais que ilustram a forma de trabalhar com algumas das funções mais
complexas, com exemplos do mundo real.

Se desejar ver um exemplo ou obter mais Consulte esta secção


informações acerca de
As definições e especificações de argumentos “Argumentos comuns utilizados em funções
utilizados em funções financeiras financeiras” na página 336
As funções de valor temporal do dinheiro (VTD) “Como seleccionar as funções de valor temporal
do dinheiro a utilizar” na página 345
As funções VTD que lidam com cash-flows “Cash-flows e intervalos de tempo regulares” na
periódicos fixos e taxas de juro fixas página 346
As funções VTD que lidam com cash-flows “Cash-flows e intervalos de tempo irregulares” na
irregulares (de periodicidade variável) página 347
A função que mais poderá ser útil em resposta a “Que função deve utilizar para resolver questões
uma questão financeira comum financeiras comuns?“ na página 348
Como utilizar funções financeiras para criar uma “Exemplo de uma tabela de amortização de um
tabela de amortização de um empréstimo empréstimo” na página 350

 335
Se desejar ver um exemplo ou obter mais Consulte esta secção
informações acerca de
As várias funções que arredondam números “Mais sobre arredondamentos” na página 352
Como utilizar funções lógicas e de informação “Como utilizar funções lógicas e de informação
em conjunto para construir uma fórmula com em conjunto” na página 356
maior funcionalidade
Como compreender as condições e utilizar os “Como especificar condições e utilizar caracteres
caracteres universais com as condições universais” na página 358
Como utilizar funções estatísticas para analisar os “Exemplo dos resultados de um inquérito” na
resultados de um inquérito página 360

Argumentos comuns utilizados em funções financeiras


Muitos argumentos são comuns a funções financeiras relacionadas. A presente secção
disponibiliza informação relativa a esses argumentos. Os argumentos de data (emissão;
maturidade e liquidação) não são incluídos. Os argumentos utilizados apenas por uma
função financeira também não são incluídos.

336 Capítulo 13    Exemplos e tópicos adicionais


taxa-anual
Obrigações e outros títulos de dívida sujeitos a uma taxa de juro fixa têm uma taxa de juro anual ou
do cupão utilizada para determinar os pagamentos periódicos dos juros. A taxa-anual é utilizada para
representar a taxa de juro anual, quer seja uma taxa do cupão quer seja uma taxa de juro anual.
A taxa-cupão é especificada como um número decimal que representa a taxa anual do cupão. Em
algumas funções, taxa-cupão pode ser 0 (se o título não pagar juros periódicos), mas a taxa-cupão
não pode ser negativa.
Imagine que possui um título com um valor nominal de $1.000.000 que paga juros anuais de 4,5%
com base no valor nominal. A taxa-cupão seria 0,045. A frequência de pagamento não interessa.
lucro-anual
As obrigações e outros títulos de dívida emitidos abaixo do valor nominal e sujeitos a uma taxa de
juro têm um lucro que é calculado através da taxa de juro do cupão e do preço actual da obrigação.
O lucro-anual é especificado como um número decimal que representa o lucro anual do título, que é
normalmente expresso em percentagem. O lucro-anual tem de ser superior a 0.
Imagine que está a pensar comprar uma determinada obrigação. À medida que o preço da obrigação
desce, o respectivo lucro aumenta. De igual modo, se o preço da obrigação aumentar, o respectivo
lucro diminui. O seu corrector verifica os painéis dos preços e diz-lhe que a obrigação que está a
considerar tem uma taxa de cupão de 3,25% e um lucro anual de 4,5%, com base no respectivo
preço actual (a obrigação está a ser transaccionada com desconto). O lucro-anual seria de 0,045.
cash-flow
As anuidades, os empréstimos e os investimentos têm cash-flows. Um cash-flow é o montante
inicialmente pago ou recebido, se existir. Outros cash-flows consistem em outras receitas ou outros
pagamentos num momento específico.
O cash-flow é especificado como número, normalmente com a formatação de moeda. Os montantes
recebidos são especificados como números positivos e os montantes pagos são especificados como
números negativos.
Imagine que há uma casa que gostaria de comprar, arrendar por um determinado período e
depois revender. O pagamento de compra inicial (que poderá consistir na entrada e nos custos de
celebração de contrato), os pagamentos do empréstimo, reparações e manutenção, publicidade
e outros custos semelhantes seriam pagamentos (cash-flows negativos). As rendas recebidas dos
inquilinos, benefícios fiscais obtidos por redução de outros impostos e o montante recebido na
venda seriam receitas (cash-flows positivos).
custo
O custo inicial do activo a ser depreciado é geralmente o preço de compra, incluindo impostos,
entrega e instalação. Determinados benefícios fiscais poderão ser deduzidos do custo.
O custo é especificado como número, normalmente com a formatação de moeda. O custo tem de ser
superior a 0.
Imagine que compra uma nova fotocopiadora digital para o seu escritório. O preço de compra da
fotocopiadora foi $2.625, incluindo imposto. O vendedor cobrou $100 pela entrega e instalação.
Prevê-se que a fotocopiadora seja utilizada durante 4 anos, altura em que se prevê que o valor de
revenda seja $400. O custo seria de $2.725.

Capítulo 13    Exemplos e tópicos adicionais 337


cum-a-pagamento
Consulte a-pagamento. A única diferença é que as funções que utilizam o cum-a-pagamento
requerem que o argumento seja especificado e não presumem um valor, caso seja omitido.
base-dias
Existem várias convenções diferentes aplicáveis à contagem do número de dias de um mês e do
número de dias de um ano para determinar os juros de um empréstimo ou investimento. A base-
dias é utilizada para indicar a forma como os dias são contados para um determinado investimento
ou empréstimo. A base-dias é frequentemente definida pela prática do mercado e pode estar
relacionada com um determinado tipo de investimento. Por outro lado, a base-dias também pode
estar especificada em documentos relativos a um empréstimo.
base-dias é um argumento modal. É especificado como o número 0, 1, 2, 3 ou 4.
ÂÂ O valor 0 especifica que, para fins de calculo dos juros, cada mês completo tem 30 dias e cada
ano completo tem 360 dias, utilizando o método NASD de anotação de datas que calham no dia
31 do mês. Esta é vulgarmente conhecida por convenção 30/360. 0 (convenção 30/360) é o valor
predefinido.
No método NASD, se o valor dia da data de início (por exemplo, a data de liquidação) for 31, este
é tratado como se fosse 30. Se o valor dia for o último dia de Fevereiro, não é ajustado, pelo que
neste caso Fevereiro tem menos de 30 dias. Se o valor dia da data final (por exemplo, a data de
maturidade) for 31 e o valor dia da data de início for anterior ao dia 30 do mesmo mês, a data final
é considerada como sendo o primeiro dia do mês seguinte. Caso contrário, é considerada como
sendo o dia 30 do mesmo mês, resultando em 0 dias.
ÂÂ O valor 1 especifica que o número de dias real será utilizado para cada mês inteiro e para cada
ano. Esta é vulgarmente conhecida por convenção reais/reais.
ÂÂ O valor 2 especifica que o número de dias real será utilizado para cada mês inteiro e cada ano
completo terá 360 dias. Esta é vulgarmente conhecida por convenção reais/360.
ÂÂ O valor 3 especifica que o número de dias real será utilizado para cada mês inteiro e cada ano
completo terá 365 dias. Esta é vulgarmente conhecida por convenção reais/365.
ÂÂ O valor 4 especifica que cada mês completo tem 30 dias e cada ano completo tem 360 dias,
utilizando o método europeu de anotação de datas que calham no dia 31 do mês. Esta é
vulgarmente conhecida por convenção 30E/360.
No método europeu, o dia 31 do mês é sempre considerado como dia 30 do mesmo mês.
Fevereiro é sempre considerado com tendo 30 dias, portanto, se o último dia de Fevereiro for 28, é
considerado como dia 30.
Imagine que pretende determinar os juros de uma obrigação emitida por uma empresa dos EUA.. A
maior parte das obrigações deste género utilizam o método 30/360 para determinação dos juros, por
isso, a base-dias seria 0, o valor predefinido. Imagine agora que pretende determinar os juros de uma
obrigação do tesouro dos Estados Unidos. Estas obrigações geralmente pagam juros com base nos
dias reais de cada mês e de cada ano, pelo que a base-dias seria 1.
factor-depr
Em algumas fórmulas, a taxa de depreciação acelerada (que excede a depreciação em linha recta)
pode ser especificada. O factor-depr é utilizado para especificar a taxa de depreciação anual desejada.
O factor-depr é especificado como número decimal ou como percentagem (com o sinal de
percentagem).
Imagine que comprou um computador novo. Depois de consultar o seu contabilista, considera
permissível depreciar o computador numa base acelerada. Decide utilizar a taxa de depreciação de
150% da depreciação em linha recta e, portanto, o factor-depr seria 1,5.

338 Capítulo 13    Exemplos e tópicos adicionais


período-depr
Algumas funções têm como resultado o montante da depreciação por um período especificado. O
período-depr é utilizado para especificar o período.
O período-depr é especificado como número, representando o período de depreciação desejado e
utilizando o mesmo horizonte temporal (por exemplo, mensal, trimestral ou anual) que vida.
Imagine que compra uma nova fotocopiadora digital para o seu escritório. O preço de compra da
fotocopiadora foi $2.625, incluindo imposto. O vendedor cobrou $100 pela entrega e instalação.
Prevê-se que a fotocopiadora seja utilizada durante 4 anos, altura em que se prevê que o valor de
revenda seja $400. Se quisesse determinar a depreciação do terceiro ano, período-depr seria 3.
taxa-juro-efectiva
as anuidades e os investimentos têm uma taxa de juro efectiva, que é calculada com a taxa nominal
(declarada ou cupão) e o número de pagamentos de juros por ano.
A taxa-juro-efectiva é especificada como número decimal e tem de ser superior a 0.
Imagine que possui um título com um valor nominal de $1.000.000 que paga juros anuais de
4,5% com base no valor nominal numa base trimestral, correspondendo a uma taxa efectiva de
aproximadamente 4,58%. A taxa-juro-efectiva seria 0,0458. Consulte também taxa-nominal e períodos-
num-ano.
per-fim
Algumas funções têm como resultado o capital ou os juros de uma série de pagamentos
especificados. per-final é utilizado para indicar o último pagamento a ser incluído no valor do
resultado. Consulte também per-início.
per-fim é especificado como número e tem de ser superior a 0.
Imagine que está a comprar uma casa. O corretor hipotecário oferece-lhe um empréstimo com saldo
inicial de $200.000, um prazo de 10 anos, uma taxa de juro anual de 6,0%, pagamentos mensais fixos
de $1070,45, e um saldo a ser refinanciado na maturidade de $100.000. Se quiser saber o montante
total de juros pagos no terceiro ano, per-início seria 25 e per-fim seria 36.
estimativa
algumas funções financeiras utilizam uma estimativa do resultado esperado.
A estimativa é especificada como número decimal. Por exemplo, 13% é especificado como 0,13. A
estimativa pode ser negativa, se estiver prevista uma perda. Se a estimativa não for especificada,
utiliza-se 0,10 como valor predefinido.
Senão não tem nenhuma ideia sobre o resultado esperado e o valor predefinido não resultar numa
solução, tente inicialmente uma estimativa maior positiva. Se não der um resultado, experimente uma
estimativa negativa pequena.

Capítulo 13    Exemplos e tópicos adicionais 339


frequência
Um investimento pode pagar juros numa base periódica. A frequência é utilizada para indicar a
frequência de pagamento dos juros.
frequência é o número 1, 2 ou 4.
ÂÂ O valor 1 indica que o investimento paga juros anualmente (uma vez por ano).
ÂÂ O valor 2 indica que o investimento paga juros semianualmente (duas vezes por ano).
ÂÂ O valor 4 indica que o investimento paga juros trimestralmente (quatro vezes por ano).
Imagine que está a avaliar uma obrigação emitida por empresa que paga juros trimestralmente. A
frequência seria 4. Imagine agora que está a avaliar uma obrigação emitida pelo Estado que paga
juros semianualmente. A frequência seria 2.
valor-futuro
Um valor futuro é um cash-flow recebido ou pago no final do período de investimento ou
empréstimo ou o valor líquido restante após o pagamento final.
valor-futuro é especificado como número, normalmente com a formatação de moeda. Uma vez que
valor-futuro é um cash-flow, os montantes recebidos são especificados como números positivos e os
montantes pagos são especificados como números negativos.
Imagine que há uma casa que gostaria de comprar, arrendar por um determinado período e depois
revender. O preço de venda futura estimado poderia ser um valor-futuro e seria positivo. Imagine
agora que aluga um veículo em regime de locação financeira (leasing) e que o contrato contém
um cláusula que lhe permite comprar o veículo por um preço especificado no final do período de
locação. O montante desse pagamento poderia ser um valor-futuro e seria negativo. Imagine ainda
que tem um empréstimo hipotecário que, ao fim de 10 anos, tem um pagamento "concentrado". O
pagamento "concentrado" poderia ser um valor-futuro e seria negativo.
quantia-investir
O montante inicial investido numa obrigação é especificado com o argumento quantia-investir.
quantia-investir é especificado como um número, normalmente com a formatação de moeda. A
quantia-investir tem de ser superior a 0.
Imagine que compra uma obrigação por $800. A quantia-investir seria $800.

340 Capítulo 13    Exemplos e tópicos adicionais


vida
Os activos são depreciados por um período específico, conhecido como a vida depreciável ou a vida
útil prevista. Normalmente, para fins de contabilidade, a vida útil prevista do activo seria utilizada
para depreciação, enquanto que para outros fins (tal como a preparação da declaração fiscal) a vida
depreciável poderá ser especificada pela lei ou a prática.
A vida é especificada como número. vida tem de ser superior a 0.
Imagine que compra uma nova fotocopiadora digital para o seu escritório. O preço de compra da
fotocopiadora foi $2.625, incluindo imposto. O vendedor cobrou $100 pela entrega e instalação.
Prevê-se que a fotocopiadora seja utilizada durante 4 anos, altura em que se prevê que o valor de
revenda seja $400. A vida é 4.
taxa-nominal
As anuidades e os investimentos têm uma taxa de juro nominal, que é calculada com a taxa de juro
efectiva e o número de períodos compostos por ano.
A taxa-nominal é especificada como número decimal e tem de ser superior a 0.
Imagine que possui um título com um valor nominal de $1.000.000 que paga juros anuais de
4,5% com base no valor nominal numa base trimestral, correspondendo a uma taxa efectiva de
aproximadamente 4,58%. A taxa-nominal seria 0,045. Consulte também taxa-juro-efectiva e períodos-
num-ano.
períodos-num
O número de períodos (períodos-num) é o número total de períodos de um cash-flow que se repete,
ou o prazo de um empréstimo ou o período de investimento.
períodos-num é especificado como número, utilizando o mesmo horizonte temporal (por exemplo,
mensal, trimestral ou anual) que os argumentos relacionados utilizados pela função.
Imagine que está a comprar uma casa. O corretor hipotecário oferece-lhe um empréstimo com saldo
inicial de $200.000, um prazo de 10 anos, uma taxa de juro anual de 6,0%, pagamentos mensais fixos
e um saldo a ser refinanciado na maturidade de $100.000. períodos-num seria 120 (12 pagamentos
mensais em 10 anos). Imagine agora que investe as suas poupanças num certificado de depósito
com um prazo de 5 anos e capitalização trimestral dos juros. períodos-num seria 20 (4 períodos de
capitalização trimestrais por 5 anos).

Capítulo 13    Exemplos e tópicos adicionais 341


períodos-num-ano
O cálculo da taxa de juro nominal e efectiva baseia-se no número de períodos de capitalização de
juros por ano. períodos-num-ano é utilizado para especificar o número de períodos.
períodos-num-ano é especificado como número e tem de ser superior a 0.
Imagine que comprou um certificado de depósito que paga juros anualmente, com capitalização
trimestral. Se quisesse determinar a taxa de juro efectiva, períodos-num-ano seria 4. Consulte também
taxa-juro-efectiva e taxa-nominal.
nominal
O valor nominal de um título é geralmente o respectivo valor facial ou de maturidade.
nominal é especificado como número, normalmente com a formatação de moeda.
nominal é frequentemente um número como 100, 1.000 ou 1.000.000.
Imagine que está a pensar comprar uma obrigação emitida por empresa. O prospecto da obrigação
diz que cada obrigação será emitida com um valor facial e de maturidade de $1.000. $1.000 seria o
valor nominal da obrigação.
pagamento
Um pagamento é um cash-flow periódico e fixo recebido ou pago por um período de investimento
ou de empréstimo.
pagamento é especificado como número, normalmente com a formatação de moeda. Uma vez que
pagamento é um cash-flow, os montantes recebidos são especificados como números positivos e os
montantes pagos são especificados como números negativos.
pagamento frequentemente inclui capital e juros, mas não inclui normalmente outros montantes.
Imagine que há uma casa que gostaria de comprar, arrendar por um determinado período e depois
revender. O montante do pagamento mensal da hipoteca poderia ser um pagamento e seria
negativo. O pagamento da renda recebido mensalmente poderia ser um pagamento e seria positivo.
período
Determinadas funções apresentam como resultado um valor de capital ou de juro por um
determinado período. período é utilizado para indicar o período desejado.
período é especificado como número e tem de ser superior a 0.
Imagine que está a comprar uma casa. O corretor hipotecário oferece-lhe um empréstimo com saldo
inicial de $200.000, um prazo de 10 anos, uma taxa de juro anual de 6,0%, pagamentos mensais fixos
de $1070,45, e um saldo a ser refinanciado na maturidade de $100.000. Se quisesse saber o montante
de juros incluído no primeiro pagamento do terceiro ano, período seria 25, dado que os pagamentos
são mensais.

342 Capítulo 13    Exemplos e tópicos adicionais


taxa-periódica-desconto
A taxa de desconto é a taxa de juro que representa o lucro desejado utilizado para valorizar (ou
descontar) uma série de cash-flows.
taxa-periódica-desconto é especificado como número decimal (por exemplo, 0,08) ou delimitado por
um sinal de percentagem (por exemplo, 8%). É especificado com o mesmo horizonte temporal que é
utilizado para os cash-flows. Por exemplo, se os cash-flows forem mensais e a taxa de desconto anual
for 8%, a taxa-periódica-desconto tem de ser especificada como 0,00667 ou 0,667% (0,08 dividido por
12).
Imagine que está a avaliar a possível compra de uma empresa. No âmbito da avaliação que está a
efectuar, determina os cash-flows previstos mensalmente da empresa, o preço de compra pedido e o
preço estimado da revenda futura. Decide, com base em oportunidades de investimento alternativas
e no risco, que não irá investir se os cash-flows líquidos não corresponderem, pelo menos, ao lucro de
uma taxa de juro anual de 18%. taxa-periódica-desconto seria 0,015 (0,18 / 12 dado que os cash-flows
especificados são mensais).
taxa-periódica
Em alguns casos, ao trabalhar com uma série de cash-flows, um investimento, ou um empréstimo, é
possível que seja necessário conhecer a taxa de juro em cada período. Esta é a taxa-periódica.
A taxa-periódica é especificada como número decimal no mesmo horizonte temporal (por exemplo,
mensal, trimestral ou anual) que os outros argumentos (períodos-num ou pagamento).
Imagine que está a comprar uma casa. O corretor hipotecário oferece-lhe um empréstimo com saldo
inicial de $200.000, um prazo de 10 anos, uma taxa de juro anual de 6,0%, pagamentos mensais
fixos e um saldo a ser refinanciado na maturidade de $100.000. A taxa-periódica seria 0,005 (taxa
anual dividida por 12 para corresponder ao pagamento mensal). Imagine agora que investe as suas
poupanças num certificado de depósito com um prazo de 5 anos, com uma taxa de juro anual
nominal de 4,5% e capitalização trimestral dos juros. taxa-periódica seria 0,0125 (a taxa anual dividida
por 4 para corresponder aos períodos de capitalização trimestrais).
valor-actual
Um valor actual é um cash-flow recebido ou pago no início de um período de investimento ou de
empréstimo.
valor-actual é especificado como número, normalmente com a formatação de moeda. Uma vez que
valor-actual é um cash-flow, os montantes recebidos são especificados como números positivos e os
montantes pagos são especificados como números negativos.
Imagine que há uma casa que gostaria de comprar, arrendar por um determinado período e
depois revender. O pagamento de compra inicial (que poderá consistir na entrada e nos custos de
celebração de contrato) poderia ser um valor-actual e seria negativo. O montante inicial de capital de
um empréstimo para uma casa também poderia ser um valor-actual e seria positivo.

Capítulo 13    Exemplos e tópicos adicionais 343


preço
O preço de compra é o montante pago para comprar uma obrigação ou outro título de dívida
emitido abaixo do valor nominal e sujeito a uma taxa de juro. O preço de compra não inclui juros
acumulados comprados com o título.
O preço é especificado como um número que representa o valor pago por $100 de valor nominal
(preço de compra / valor nominal * 100). O preço tem de ser superior a 0.
Imagine que possui um título com o valor nominal de $1.000.000. Se pagou $965.000 quando
comprou o título, excluindo quaisquer juros acumulados, o preço seria 96,50 ($965.000 / $1.000.000 *
100).
amortização
As obrigações e outros títulos de dívida emitidos abaixo do valor nominal e sujeitos a uma taxa de
juro normalmente têm um valor de amortização declarado. Este é o montante a receber aquando da
maturidade do título de dívida.
amortização é especificado como um número que representa o valor a receber por $100 de valor
nominal (valor de amortização / valor nominal * 100). Frequentemente, a amortização é 100, o que
significa que o valor de amortização do título é igual ao valor nominal. O valor tem de ser superior a
0.
Imagine que possui um título com valor nominal de $1.000.000 pelo qual irá receber $1.000.000 na
maturidade. A amortização seria 100 ($1.000.000 / $1.000.000 * 100), porque o valor nominal e o valor
de amortização são iguais, um caso comum. Imagine ainda que o emissor deste título se oferece para
amortizar o título antes da maturidade e ofereceu $1.025.000 se amortizado um ano mais cedo. A
amortização seria 102,50 ($1.025.000 / $1.000.000 * 100).
resgate
Os activos muitas vezes têm um valor remanescente no final da vida depreciável ou da vida útil
prevista. Este é o valor de resgate.
O resgate é especificado como número, normalmente com a formatação de moeda. O resgate pode
ser 0, mas não pode ser negativo.
Imagine que compra uma nova fotocopiadora digital para o seu escritório. O preço de compra da
fotocopiadora foi $2.625, incluindo imposto. O vendedor cobrou $100 pela entrega e instalação.
Espera-se que a fotocopiadora seja utilizada durante 4 anos, altura em que se prevê que o valor de
revenda seja $400. O resgate é $400.

344 Capítulo 13    Exemplos e tópicos adicionais


per-início
Algumas funções têm como resultado o capital ou os juros de uma série de pagamentos
especificados. per-início é utilizado para indicar o primeiro pagamento a ser incluído no valor do
resultado. Consulte também per-fim.
per-início é especificado como número e tem de ser superior a 0.
Imagine que está a comprar uma casa. O corretor hipotecário oferece-lhe um empréstimo com saldo
inicial de $200.000, um prazo de 10 anos, uma taxa de juro anual de 6,0%, pagamentos mensais fixos
de $1070,45, e um saldo a ser refinanciado na maturidade de $100.000. Se quiser saber o montante
total de juros pagos no terceiro ano, per-início seria 25 e per-fim seria 36.
a-pagamento
Os pagamentos geralmente ocorrem no início ou no final de um período. a-pagamento é utilizado
para indicar se o pagamento ocorre no início ou no final de um período.
a-pagamento é um argumento modal. Pode ser o número 0 ou 1.
ÂÂ O valor 0 especifica que o pagamento é tratado como sendo recebido ou efectuado no final de
cada período. O é o valor predefinido.
ÂÂ O valor 1 especifica que o pagamento é tratado como sendo recebido ou efectuado no início de
cada período.
Imagine que está a comprar uma casa. O corretor hipotecário oferece-lhe um empréstimo com saldo
inicial de $200.000, um prazo de 10 anos, uma taxa de juro anual de 6,0%, pagamentos mensais
fixos e um saldo a ser refinanciado na maturidade de $100.000. a-pagamento seria 0 (o predefinido)
uma vez que os pagamentos são feitos no final do mês. Imagine agora que é proprietário de
um apartamento que arrenda e exige que o inquilino pague a renda no primeiro dia do mês.
a-pagamento seria 1, dado que este pagamento está a ser feito pelo inquilino no início do período
mensal.

Como seleccionar as funções de valor temporal do dinheiro a


utilizar
Esta secção fornece informação adicional relativa às funções utilizadas para resolver
problemas de valor temporal do dinheiro. Os problemas de valor temporal do dinheiro,
ou VTD, envolvem cash-flows ao longo do tempo e taxas de juros. a presente secção
encontra-se dividida em várias partes.

“Cash-flows e intervalos de tempo regulares” na página 346 apresenta as funções VTD


utilizadas com cash-flows regulares, em intervalos de tempo regulares e com taxas de
juro fixas.

“Cash-flows e intervalos de tempo irregulares” na página 347 apresenta as funções VTD


utilizadas com cash-flows irregulares, intervalos de tempo irregulares ou ambos.

“Que função deve utilizar para resolver questões financeiras comuns?“ na página 348
apresenta um número de problemas comuns de VTD (por ex., que função seria
utilizada para calcular os juros de uma conta poupança) e as funções que poderiam
ser utilizadas para resolução do problema.

Capítulo 13    Exemplos e tópicos adicionais 345


Cash-flows e intervalos de tempo regulares
As principais funções utilizadas com cash-flows periódicos regulares (pagamentos de
um montante constante e todos os cash-flows com intervalos regulares) e taxas de
juros fixas estão inter-relacionados.

Função e respectivo fim Argumentos utilizados pela função


“VF” (página 151) é a função a utilizar se pretender taxa-periódica, períodos-num, pagamento, valor-
determinar o valor futuro de uma série de cash- actual, a-pagamento
flows (o irá valer num determinado momento
futuro), considerando os outros factores como a
taxa de juro. Determina o argumento valor-futuro.
“NPER” (página 127) é a função a utilizar se taxa-periódica; pagamento; valor-actual; valor-
pretender determinar o número de períodos que futuro; a-pagamento
seriam necessários para pagar um empréstimo
ou o número de períodos em que receberia uma
anuidade, considerando os outros factores como
a taxa de juro. Determina o argumento períodos-
num.
“PGTO” (página 129) é a função a utilizar se taxa-periódica; períodos-num; valor-actual; valor-
pretender determinar o montante do pagamento futuro; a-pagamento
que seria necessário num empréstimo ou
recebido numa anuidade, considerando os
outros factores como a taxa de juro. Determina o
argumento pagamento.
“VA” (página 147) é a função a utilizar se taxa-periódica; períodos-num; pagamento; valor-
pretender determinar o valor actual de uma série futuro; a-pagamento
de cash-flows (o que vale hoje), considerando os
outros factores como a taxa de juro. Determina o
argumento valor-actual.
“TAXA” (página 141) é a função a utilizar se períodos-num; pagamento; valor-actual; valor-
pretender determinar a taxa de juro periódica futuro; a-pagamento; estimativa
de um empréstimo ou uma anuidade, com base
nos outros factores como o número de períodos
do empréstimo ou da anuidade. Determina o
argumento taxa-periódica.

Conforme ilustrado por esta tabela, estas funções VTD determinam e apresentam
como resultado o valor de um dos cinco argumentos principais quando o problema
a resolver envolve cash-flows periódicos regulares e taxas de juro fixas. Para além
disso, “IPGTO” (página 118) e “PPGTO” (página 134) podem determinar os componentes
de juros e de capital de um determinado pagamento de empréstimo ou anuidade
e “PGTOJURACUM” (página 132) e “PGTOCAPACUM” (página 130) podem determinar
os componentes de juros e de capital de uma série consecutiva de pagamentos de
empréstimos ou anuidades.

346 Capítulo 13    Exemplos e tópicos adicionais


Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“Cash-flows e intervalos de tempo irregulares” na página 347

“Argumentos comuns utilizados em funções financeiras” na página 336

“Lista de funções financeiras” na página 96

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

Cash-flows e intervalos de tempo irregulares


Alguns problemas de VTD envolvem cash-flows fixos periódicos irregulares em que
os cash-flows ocorrem em intervalos de tempo regulares, mas o montante é variável.
Outros problemas têm cash-flows com intervalos de tempo irregulares em que os
cash-flows não ocorrem necessariamente em intervalos de tempo regulares.

Função e respectivo fim Argumentos utilizados pela função


“TIR” (página 144) é a função a utilizar se intervalo-flows; estimativa
pretender determinar uma taxa periódica de intervalo-flows é um intervalo especificado de
modo que o valor actual líquido de uma série cash-flows que poderá incluir implicitamente um
de cash-flows potencialmente irregulares que pagamento, um valor-actual e um valor-futuro.
ocorre em intervalos de tempo regulares seja
igual a 0. Esta é normalmente designada taxa
interna de rendibilidade. A função TIR determina
o argumento taxa-periódica.
“TLIM” (página 146) é a função a utilizar se intervalo-flows; taxa-finanças; taxa-reinvestir
pretender determinar uma taxa periódica de intervalo-flows é um intervalo especificado de
modo que o valor actual líquido de uma série cash-flows que poderá incluir implicitamente um
de cash-flows potencialmente irregulares que pagamento, um valor-actual e um valor-futuro.
ocorre em intervalos de tempo regulares seja taxa-finanças e taxa-reinvestir são casos
igual a 0. A função TLIM é diferente da TIR porque específicos de taxa-periódica.
permite que cash-flows positivos e negativos
sejam descontados a uma taxa diferente.
Esta é normalmente designada taxa interna
de rendibilidade modificada. A função TLIM
determina o argumento taxa-periódica.
“VAL” é a função a utilizar se pretender taxa-periódica; cash-flow; cash-flow…
determinar o valor actual de uma série de cash- cash-flow; cash-flow… é uma série especificada
flows potencialmente irregulares que ocorrem de um ou mais cash-flows que poderá
em intervalos de tempo regulares. este é implicitamente incluir um pagamento; valor-
normalmente designado valor actual líquido. A actual e valor-futuro.
função VAL determina o argumento valor-actual.

Capítulo 13    Exemplos e tópicos adicionais 347


Tópicos relacionados
Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

“Cash-flows e intervalos de tempo regulares” na página 346

“Argumentos comuns utilizados em funções financeiras” na página 336

“Lista de funções financeiras” na página 96

“Tipos de valores” na página 38

“Os elementos de fórmulas” na página 15

Que função deve utilizar para resolver questões financeiras comuns?


A presente secção descreve algumas questões comuns que poderá querer resolver
e indica a função financeira que será eventualmente útil para a sua resolução. As
questões visam problemas financeiros do dia a dia. Para utilizações mais complexas
das funções financeiras, consulte “Cash-flows e intervalos de tempo regulares” na
página 346, “Cash-flows e intervalos de tempo irregulares” na página 347 e “Exemplo
de uma tabela de amortização de um empréstimo” na página 350.

Se quiser saber É possível que esta função seja útil


Poupanças   
A taxa de juro efectiva de um investimento ou de “EFECTIVA” (página 116)
uma conta poupança com juros periódicos
Quanto é que um certificado de depósito valerá “VF” (página 151) Note que o pagamento será 0
na maturidade
A taxa de juros nominal de um certificado de “NOMINAL” (página 126)
depósito em que o emissor tenha publicitado a
“taxa efectiva”
Quantos anos serão necessários para poupar um “NPER” (página 127) Note que valor-actual será o
montante específico, tendo em conta depósitos montante depositado no início e poderá ser 0
mensais numa conta poupança
Quanto deve poupar mensalmente para alcançar “PGTO” (página 129) Note que valor-actual será o
um objectivo de poupança num determinado montante depositado no início e poderá ser 0
número de anos
Empréstimos   
O montante de juros pago num empréstimo “PGTOJURACUM” (página 132)
durante três anos
O montante de capital pago num empréstimo “PGTOCAPACUM” (página 130)
durante três anos

348 Capítulo 13    Exemplos e tópicos adicionais


Se quiser saber É possível que esta função seja útil
O montante de juros incluído no 36.º pagamento “IPGTO” (página 118)
de um empréstimo
O montante de capital incluído no 36.º “PPGTO” (página 134)
pagamento de um empréstimo
Investimentos em obrigações   
O montante de juros que será necessário “JUROSACUM” (página 119) ou
adicionar ao preço de compra de uma obrigação “JUROSACUMV” (página 121)
O número de pagamentos de cupão entre a “CUPNÚM” (página 111)
compra da obrigação e a respectiva maturidade
A taxa de desconto anual de uma obrigação que “DESC” (página 112)
é vendida com desconto no valor de amortização
e não paga juros (frequentemente conhecida
como “obrigação de cupão zero”)
A taxa de juro anual efectiva de uma obrigação “TAXAJUROS” (página 143)
que paga juros apenas na maturidade (sem
pagamentos periódicos, mas a obrigação tem
uma taxa de cupão)
O preço de compra previsto de um obrigação “PREÇO” (página 135), “PREÇODESC” e
que paga juros periódicos, uma obrigação “PREÇOVENC”
vendida com desconto que não paga juros
ou uma obrigação que paga juros apenas na
maturidade
O montante recebido por uma obrigação “RECEBIDO” (página 140)
que paga juros apenas na maturidade (sem
pagamentos periódicos, mas a obrigação tem
uma taxa de cupão), incluindo juros
A taxa de juro anual efectiva de um obrigação “LUCRO” (página 122), “LUCRODESC” e
que paga juros periódicos, uma obrigação “LUCROVENC”
vendida com desconto que não paga juros
ou uma obrigação que paga juros apenas na
maturidade
Depreciação   
O montante periódico de depreciação de um “BD” (página 102)
activo utilizando o método de redução fixa do
saldo
A depreciação periódica de um activo utilizando “BDD” (página 104)
um método de redução do saldo (balanço
decrescente) como a “redução dupla do saldo “

Capítulo 13    Exemplos e tópicos adicionais 349


Se quiser saber É possível que esta função seja útil
A depreciação periódica de um activo utilizando “AMORT” (página 100)
o método de linha recta
A depreciação periódica de um activo utilizando “AMORTD” (página 101)
o método da soma dos dígitos dos anos
A depreciação total ao longo de um determinado “BDV” (página 105)
período de um activo depreciado através de
um método de redução do saldo (balanço
decrescente)

Exemplo de uma tabela de amortização de um empréstimo


Este exemplo utiliza as funções IPGTO, PPGTO e PGTO para construir uma tabela de
amortização de um empréstimo. As informações obtidas através das funções IPGTO,
PPGTO e PGTO estão relacionadas. Tal é ilustrado no exemplo.

350 Capítulo 13    Exemplos e tópicos adicionais


Como construir a tabela de amortização
Imagine que deseja construir uma tabela de amortização para todos os períodos de um empréstimo
com um montante de capital inicial de $50.000, um prazo de 2 anos, uma taxa de juro anual de 7% e
pagamento do saldo devido no final do prazo de $30.000. A primeira parte da tabela de amortização
(mostrando as fórmulas) poderia ser construída deste modo:

Explicações do conteúdo das células


A célula B6 utiliza a função PGTO para calcular o montante de cada pagamento mensal. Note que
será o total de juros e capital para cada mês (por exemplo, C9 + D9) conforme apresentado em F9.
As células C9 e D9 utilizam as fórmulas IPGTO e PPGTO, respectivamente, para calcular a parcela de
juros e de capital em cada pagamento mensal. Note que a função IPGTO é igual a PGTO - PPGTO e,
por sua vez, PPGTO é igual a PGTO - IPGTO.

Capítulo 13    Exemplos e tópicos adicionais 351


A tabela de amortização completada
Para completar a tabela, seria necessário seleccionar as células A10:A11 e expandir a selecção até
à A32 para incluir todos os 24 períodos do empréstimo hipotético. Depois, o intervalo C9:F9 seria
seleccionado para expandir até C32:F32 para completar as fórmulas. Eis a tabela completa com toda
a amortização, utilizando as fórmulas apresentadas na tabela anterior.

Comentários finais
Note que os resultados de IPGTO (coluna C) e PPGTO (coluna D) são adicionados mensalmente ao
PGTO calculado na célula B6 (conforme apresentado na coluna F). Note ainda que o capital final
restante, apresentado na célula E32, é $30.000, conforme especificado no pagamento "concentrado"
na célula B4.

Mais sobre arredondamentos


O iWork suporta muitas funções diferentes que arredondam números. Esta secção
compara essas funções.

352 Capítulo 13    Exemplos e tópicos adicionais


Para Utilize esta função Comentários
Arredondar um número por “ARRED.EXCESSO” (página 173) O arredondamento ocorre
excesso, para o múltiplo mais por passos; por exemplo, o
próximo de um determinado múltiplo mais próximo de 10. O
número arredondamento é por excesso,
por isso, =ARRED.EXCESSO(0,4;
1) resulta em 1 e =ARRED.
EXCESSO (-0,4; -1) resulta em -1.
Arredondar por excesso para o “PAR” (página 186) O arredondamento é feito para
número par mais próximo o número mais próximo divisível
por dois. O arredondamento é
por excesso, por isso, =PAR(0,4)
tem como resultado 2 e =PAR(-
0,4) tem como resultado -2.
Arredondar um número por “ARRED.DEFEITO” (página 172) O arredondamento ocorre
defeito, para o múltiplo mais por passos; por exemplo, o
próximo de um determinado múltiplo mais próximo de 10. O
número arredondamento é por defeito,
por isso, =ARRED.DEFEITO(0,4; 1)
resulta em 0 e =ARRED.DEFEITO
(-0,4, -1) também resulta em 0.
Arredondar um número para o “INT” (página 180) O arredondamento é feito
número inteiro mais próximo para o número inteiro mais
que é inferior ou igual ao próximo que é inferior ou igual
número indicado. ao número indicado. Portanto,
=INT(0,4) tem como resultado 0
e =INT(-0,4) tem como resultado
-1.
Arredondar um número para o “MARRED” (página 183) O arredondamento é feito para
múltiplo mais próximo de um o múltiplo mais próximo do
determinado número número indicado. Esta função
é diferente de ARRED.EXCESSO,
que arredonda por excesso
para o múltiplo mais próximo.
Portanto, , =MARRED(4; 3) tem
como resultado 3 uma vez
que 4 é mais próximo de 3 do
que o múltiplo de 3 seguinte,
que é 6. =ARRED.EXCESSO(4;
3) tem como resultado 6, o
múltiplo mais próximo de 3 ao
arredondar por excesso.
Arredondar por excesso para o “ÍMPAR” (página 179) O arredondamento é feito
número ímpar mais próximo para o número mais próximo
que não é divisível por dois. O
arredondamento é por excesso,
por isso, =ÍMPAR(1,4) tem como
resultado 3 e =ÍMPAR(-1,4) tem
como resultado -3.

Capítulo 13    Exemplos e tópicos adicionais 353


Para Utilize esta função Comentários
Arredondar um número para o “ARRED” (página 171) Um número positivo indica
número de casas especificado o número de dígitos (casas
decimais) à direita da vírgula a
incluir no número arredondado.
Um número negativo indica o
número de dígitos à esquerda
da vírgula para substituir com
zeros (o número de zeros no
final do número). O número é
arredondado de acordo com
estas especificações. Portanto,
=ARRED(1125; -2) tem como
resultado 1.100 e =ARRED(1155;
-2) tem como resultado 1.200.
O arredondamento é por
excesso, por isso, =ARRED(-1125;
-2) tem como resultado -1.100
e =ARRED(-1155; -2) tem como
resultado -1.200.
Arredondar um número para “ARRED.PARA. Um número positivo indica
baixo (por defeito), para o BAIXO” (página 174) o número de dígitos (casas
número especificado de casas decimais) à direita da vírgula a
incluir no número arredondado.
Um número negativo indica o
número de dígitos à esquerda
da vírgula para substituir com
zeros (o número de zeros no
final do número). O número é
arredondado de acordo com
estas especificações. Portanto,
=ARRED(1125; -2) tem como
resultado 1.100 e =ARRED(1155;
-2) tem como resultado 1.100,
dado que o arredondamento é
por defeito. =ARRED(-1125; -2)
tem como resultado -1.100 e
=ARRED(-1155; -2) também tem
como resultado -1.100.

354 Capítulo 13    Exemplos e tópicos adicionais


Para Utilize esta função Comentários
Arredondar um número para “ARRED.PARA.CIMA” (página 175) Um número positivo indica
cima (por excesso), para o o número de dígitos (casas
número especificado de casas decimais) à direita da vírgula a
incluir no número arredondado.
Um número negativo indica o
número de dígitos à esquerda
da vírgula para substituir com
zeros (o número de zeros no
final do número). O número é
arredondado de acordo com
estas especificações. Portanto,
=ARRED(1125; -2) tem como
resultado 1.200 e =ARRED(1155;
-2) tem como resultado 1.200,
dado que o arredondamento é
por excesso. =ARRED(-1125; -2)
tem como resultado -1.200 e
=ARRED(-1155; -2) também tem
como resultado -1.200.