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Processos de Usinagem

Carga horária: 60horas

IFSC- Campus Lages

Professor.: Ariton Araldi

CONCEITO DE AJUSTE

Elaborar e acabar manualmente uma peça metálica, segundo formas e medidas fixadas de antemão, por exemplo, fazer um gabarito, chaveta, etc.

Acabar e retocar peças trabalhadas previamente em máquinas. Adaptar duas ou mais peças que devem trabalhar uma dentro da outra.

CONCEITO DE AJUSTE

Todo trabalho de ajuste costuma ser bastante complexo, quer dizer, que para realizálo, completamente, deve ser executada uma série sucessiva e ordenada de operações simples, ou elementares chamados:

Limagem, traçados, corte, furação, serrar, rosqueamento, esmerilhamento, etc.

CONCEITO DE LIMAS

As limas são ferramentas manuais usadas para reduzir a dimensão de peças, cortando o metal cada vez que se executa um passe. São construídas com aço temperado e sua dureza varia entre 50 e 60HRC.

o metal cada vez que se executa um passe. São construídas com aço temperado e sua

CARACTERÍSTICAS DAS LIMAS

•O comprimento total ou comercial é composto pelo comprimento com o qual se trabalha a peça e pelo comprimento do talão (entre 75 e 400mm).

•O picado é a distância entre dois dentes consecutivos.

•A profundidade dos dentes varia de acordo com o tipo de picado.

•A forma da lima é dada pela sua seção transversal.

CLASSIFICAÇÃO DAS LIMAS

CLASSIFICAÇÃO DAS LIMAS

CLASSIFICAÇÃO DAS LIMAS

•O comprimento total ou comercial é composto pelo comprimento com o qual se trabalha a peça e pelo comprimento do talão (entre 75 e 400mm).

•O picado é a distância entre dois dentes consecutivos.

•A profundidade dos dentes varia de acordo com o tipo de picado.

•A forma da lima é dada pela sua seção transversal.

FORMAS DE LIMA

FORMAS DE LIMA

FORMAS DE LIMA

FORMAS DE LIMA

CLASSIFICAÇÃO DAS LIMAS Existe ainda um grupo especial de limas pequenas, inteiras de aço, chamadas de limas- agulha.

Elas são usadas em trabalhos especiais como, por exemplo, para a limagem de furos de pequeno diâmetro, construção de ranhuras e acabamento de cantos vivos e outras superfícies de pequenas dimensões nas quais se requer rigorosa exatidão.

ranhuras e acabamento de cantos vivos e outras superfícies de pequenas dimensões nas quais se requer

CLASSIFICAÇÃO DAS LIMAS Para trabalhar metal duro, pedra, vidro e matrizes em geral, e em ferramentaria para a fabricarão de ferramentas, moldes e matrizes em geral

São usadas limas diamantadas, ou seja, elas apresentam o corpo de metal recoberto de pó de diamante fixado por meio de um aglutinante.

CLASSIFICAÇÃO DAS LIMAS Para simplificar a usinagem manual de ajustagem, rebarbamento e polimento, usam-se as limas rotativas ou fresa-lima, cujos dentes cortantes são semelhantes aos das limas comuns. São acopladas a um eixo flexível e acionadas por meio de um pequeno motor.

ESCOLHA DA LIMA

ESCOLHA DA LIMA
ESCOLHA DA LIMA

ESCOLHA DA LIMA

ESCOLHA DA LIMA

OPERAÇÃO DE LIMAR

No processo o corpo deve acompanha o movimento dos braços. A peça a ser limada deve ser fixada um pouco mais a baixo que o cotovelo do colaborador em posição normal e a superfície de trabalho deve ficar aproximadamente na horizontal.

que o cotovelo do colaborador em posição normal e a superfície de trabalho deve ficar aproximadamente

OPERAÇÃO DE LIMAR

Como empunhar a lima:

OPERAÇÃO DE LIMAR Como empunhar a lima:
OPERAÇÃO DE LIMAR Como empunhar a lima:

OPERAÇÃO DE LIMAR

Limar Superfície Plana

Limar é desbastar ou dar acabamento com auxílio de uma ferramenta chamada lima. Limar superfície plana é a operação realizada com a finalidade de se obter um plano com um grau de precisão determinado. O ajustador executa esta operação, frequentemente, na reparação de máquinas e em ajustes diversos.

OPERAÇÃO DE LIMAR

Limar Material Fino

Esta operação se faz em metais de pouca espessura e de laminados finos (até 4 mm aproximadamente). Diferencia- se das outras operações de limar pela necessidade de se fixar o material por meios auxiliares, tais como: calços de madeira, cantoneiras, grampos e pregos.

Aplica-se na usinagem de gabaritos, lâminas para ajuste e outros.

Nesta operação, apresentam-se dois casos: um quando se limam bordas e o outro quando se limam faces.

OPERAÇÃO DE LIMAR

Processo de Execução Verifique se o material está desempenado. Se necessário, desempene-o, utilizando o macete.

Trace. Prenda a peça.

OBS.:

Use cantoneiras ou calços de madeira para evitar vibrações traçado deve ficar o mais próximo possível dos calços.

OPERAÇÃO DE LIMAR

Lime de modo que evite vibrações.

OBS.: Para eliminar as vibrações que se apresentam ao limar deve-se deslocar a lima em posição oblíqua à peça (fig. 4).

ao limar deve-se deslocar a lima em posição oblíqua à peça (fig. 4). Verifique a superfície

Verifique a superfície limada, com a régua.

OPERAÇÃO DE LIMAR

Limar Superfícies planas

Quando se trata de limar as faces da chapa, esta se prende sobre madeira, conforme mostram as figuras 5, 6 e 7

planas Quando se trata de limar as faces da chapa, esta se prende sobre madeira, conforme

OPERAÇÃO DE LIMAR

Limar Superfícies Côncavas e Convexas É produzir uma superfície curva, interna ou externa, pela ação manual de uma lima redonda, meia-cana ou chata, através de movimentos combinado (figs. 1 e 2).

Entre as principais aplicações desta operação, podemos citar a execução de gabaritos, matrizes, guias, dispositivos e chavetas.

OPERAÇÃO DE LIMAR

Processo de Execução

Trace a peça. Prenda a peça. Retire o material em excesso (conforme figuras).

OPERAÇÃO DE LIMAR Processo de Execução Trace a peça. Prenda a peça. Retire o material em
OPERAÇÃO DE LIMAR Processo de Execução Trace a peça. Prenda a peça. Retire o material em
OPERAÇÃO DE LIMAR Processo de Execução Trace a peça. Prenda a peça. Retire o material em

OPERAÇÃO DE LIMAR

No caso de limar superfície côncava, a curvatura da lima deve ser menor que a curvatura a limar (figs. 6 e 7).

lima deve ser menor que a curvatura a limar (figs. 6 e 7). O movimento da
lima deve ser menor que a curvatura a limar (figs. 6 e 7). O movimento da

O movimento da lima deve ser de acordo com as figuras 8, 9 e 10.

OPERAÇÃO DE LIMAR

Verifique a curvatura com gabarito.

OPERAÇÃO DE LIMAR Verifique a curvatura com gabarito. No caso de peças espessas, deve-se verificar o

No caso de peças espessas, deve-se verificar o esquadrejamento da superfície.

LIMAR Verifique a curvatura com gabarito. No caso de peças espessas, deve-se verificar o esquadrejamento da

OPERAÇÃO DE LIMAR

A pressão só deve ser exercida durante o movimento para frente e aliviada no retorno, conforme figura A, B e C.

DE LIMAR A pressão só deve ser exercida durante o movimento para frente e aliviada no

CONSELHOS PRÁTICOS

CONSELHOS PRÁTICOS Aliviar a lima no recuo. Usar todo o comprimento da lima. As limas mais

Aliviar a lima no recuo.

Usar todo o comprimento da lima.

As limas mais novas devem ser reservadas para latão e bronze; uma lima que escorrega nestes materiais pode ainda trabalha eficientemente o ferro.

Não limar peças mais dura que a lima. Peças fundidas com incrustações de areia de molde destroem rapidamente o fio da lima.

CONSELHOS PRÁTICOS

•Não limar demasiadamente rápido, a velocidade do trabalho é de 30 a 40 golpes por minuto.

•Usar primeiramente um lado da lima, só passando ao segundo quando o primeiro estiver gasto.

• Lima bastarda – quando desbastar mais que 0,5 mm.

• Lima murça – quando desbastar entre de 0,5 a 0,2 mm.

• Lima murça fina – quando desbastar menos que 0,2

mm.

•Não usar limas finas para desbastar materiais moles e usar limas de tamanho compatível com o da peça a limar.

CONSERVAÇÃO DAS LIMAS

Para que as limas tenham uma durabilidade maior, é necessário ter alguns cuidados:

•Quando ela perder â eficiência para o corte de materiais maleáveis, usá-la para trabalhar ferro fundido que é mais duro.

•As limas devem ser guardadas em suportes de madeira em locais protegidos contra a umidade.

Rasquetes

Ferramenta manual utilizada na remoção de estrias ou sulcos nas superfícies das peças e equipamentos.

Rasquetes Ferramenta manual utilizada na remoção de estrias ou sulcos nas superfícies das peças e equipamentos.

Rasquetes Classificação dos rasquetes Os rasquetes estão classificados em três grupos.

1- Rasquete chato – pode ser curvado ou não, sua aplicação é destinada para superfícies planas.

em três grupos. 1- Rasquete chato – pode ser curvado ou não, sua aplicação é destinada

Rasquetes

2- Rasquete triangular – aplicado nas operações de rebarbar furos, superfícies internas de furos e superfícies côncavas em geral.

– aplicado nas operações de rebarbar furos, superfícies internas de furos e superfícies côncavas em geral.

Rasquetes

3 - Rasquete raspador de mancais – utilizado no rasqueteamento de mancais, ajustes de eixos e superfícies côncavas em geral,

raspador de mancais – utilizado no rasqueteamento de mancais, ajustes de eixos e superfícies côncavas em

MORSA DE BANCADA

É um dispositivo de fixação constituído de duas mandíbulas, uma fixa e outra móvel, que se desloca por meio de parafuso e porca.

de fixação constituído de duas mandíbulas, uma fixa e outra móvel, que se desloca por meio

MORSA DE BANCADA

As mandíbulas são providas de mordentes estriados e temperados, para maior segurança na fixação das peças.

As morsas podem ser construídas de aço ou ferro fundido, em diversos tipos e tamanhos. Existem morsas de base giratória para facilitar a execução de certos trabalhos.

MORSA DE BANCADA

Os tamanhos das morsas são identificadas através de números correspondendo à largura das mandíbulas.

MORSA DE BANCADA Os tamanhos das morsas são identificadas através de números correspondendo à largura das

MORSA DE BANCADA

Mordentes de proteção Em certos casos, os mordentes devem ser cobertos com mordentes de proteção, para se evitarem marcas nas faces já acabadas das peças.

Os mordentes de proteção são feitos de material mais macio que o da peça a fixar. O material usado pode ser de chumbo, alumínio, cobre, latão ou madeira.

RÉGUA DE CONTROLE

Réguas de controle são instrumentos para a verificação de superfícies planas, construídas de aço, ferro fundido ou de granito. Apresentam diversas formas e tamanhos, e classificam-se em dois grupos:

•Réguas de fios retificados;

•Réguas de faces lapidadas, retificadas ou rasqueteadas;

•Réguas de fio retificado (biselada).

RÉGUA DE CONTROLE

Construída de aço-carbono, em forma de faca (biselada), temperada e retificada, com o fio ligeiramente arredondado. É utilizada na verificação de superfícies planas.

temperada e retificada, com o fio ligeiramente arredondado. É utilizada na verificação de superfícies planas.

RÉGUA DE CONTROLE

Régua triangular - Construída de aço- carbono, em forma de triângulo, com canais côncavos no centro e em todo o comprimento de cada face temperada, retificada e com fios arredondados. É utilizada na verificação de superfícies planas, onde não se pode utilizar a biselada.

e com fios arredondados. É utilizada na verificação de superfícies planas, onde não se pode utilizar

RÉGUAS DE FACES RETIFICADAS OU RASQUEADAS

Existem três tipos de régua com faces retificadas ou rasqueteadas:

•De superfície plana;

•Paralela plana;

•Triangular plana.

retificadas ou rasqueteada s: •De superfície plana; •Paralela p l a n a ; •Triangular p

CONSERVAÇÃO

•Não pressionar nem atritar a régua de fios retificados contra a superfície.

•Evitar choques.

•Não manter a régua de controle em contato com outros instrumentos.

Traçagem

Operação de traçagem nada mais é do que reproduzir, sobre a superfície da peça, retas, arcos e pontos importantes para a fabricação da mesma.

Traçagem

A seguir, temos alguns exemplos desses instrumentos. Acompanhe!

A seguir, temos alguns exemplos desses instrumentos. Acompanhe! Mesa de desempeno de Ferro Fundido Calços paralelos

Mesa de desempeno de Ferro Fundido

Calços paralelos

A seguir, temos alguns exemplos desses instrumentos. Acompanhe! Mesa de desempeno de Ferro Fundido Calços paralelos

Traçagem

Traçagem C a l ç o s e m V Cantoneira Macaco

Calços em V

Traçagem C a l ç o s e m V Cantoneira Macaco

Cantoneira

Traçagem C a l ç o s e m V Cantoneira Macaco

Macaco

Traçagem

Para efetuar a medição durante a traçagem pode ser necessário o emprego de uma escala, um goniômetro ou um calibrador traçador de altura.

uma escala, um goniômetro ou um calibrador traçador de altura. Escala Graduada Goniômetro Graminho Traçador de

Escala Graduada

Goniômetro
Goniômetro

Graminho

uma escala, um goniômetro ou um calibrador traçador de altura. Escala Graduada Goniômetro Graminho Traçador de

Traçador de altura

Traçagem

Quando vamos traçar efetivamente, precisaremos de um riscador, compasso, esquadro, régua, sutra etc

Traçagem Quando vamos traçar efetivamente, precisaremos de um riscador, compasso, esquadro, régua, sutra etc
Traçagem Quando vamos traçar efetivamente, precisaremos de um riscador, compasso, esquadro, régua, sutra etc
Traçagem Quando vamos traçar efetivamente, precisaremos de um riscador, compasso, esquadro, régua, sutra etc
Traçagem Quando vamos traçar efetivamente, precisaremos de um riscador, compasso, esquadro, régua, sutra etc

Traçagem

Precisando marcar o centro de um arco ou a posição de um furo, podemos empregar o punção e o martelo.

Traçagem Precisando marcar o centro de um arco ou a posição de um furo, podemos empregar
Traçagem Precisando marcar o centro de um arco ou a posição de um furo, podemos empregar

Características de tintas para Traçagem

Precisando marcar o centro de um arco ou a posição de um furo, podemos empregar o punção e o martelo.

CORTES MANUAIS

As operações de corte de material

manual ou

podem

mecanicamente.

feitas

ser

Essa operação manual é executada com uma serra, consiste em cortar, abrir fendas e iniciar ou abrir rasgos num determinado material.

ARCO DE SERRA

Serra

manual

é

uma

ferramenta

composta de um arco de aço carbono, onde deve ser montada uma lâmina de aço–rápido ou aço carbono, dentado e temperado.

de um arco de aço carbono, onde deve ser montada uma lâmina de aço–rápido ou aço

ETAPAS DO SERRAMENTO

•Marcação das dimensões no material a ser cortado. No caso de corte de contornos internos ou externos, há necessidade de traçagem, observando a sequência já estudada.

•Fixação da peça na morsa, se for o caso. Seleção da lâmina de serra de acordo com o material e sua espessura.

•Fixação da lâmina no arco (manual) ou na máquina, observando o sentido dos dentes de acordo com o avanço do corte.

ETAPAS DO SERRAMENTO •Ver a indicação de direção de corte cortado. No caso de corte de contornos internos ou externos, há necessidade de traçagem, observando a sequência já estudada.

•Fixação da peça na morsa, se for o caso. Seleção da lâmina de serra de acordo com o

ETAPAS DO SERRAMENTO

ETAPAS DO SERRAMENTO

ETAPAS DO SERRAMENTO

•Se o serramento for manual, manter o ritmo (aproximadamente 60 golpes por minuto);

•A pressão (feita apenas durante o avanço da serra).

•Usar a serra em todo o seu comprimento, movimentando somente os braços.

•Ao final da operação, diminuir a velocidade e a pressão sobre a serra para evitar acidentes.

SERRA MANUAL

Características

1. Comprimento comercial

Distância de centro a centro dos furos na lâmina (250-300 ou 500mm).

2. Largura A largura da lâmina mede geralmente 13 ou 16mm.

3. Espessura

Deve ser medida na borda superior da lâmina.

SERRA MANUAL Características

4 – Número de dentes por polegada

18 dentes / 1” – usada em materiais moles.

24 dentes / 1” – usada em materiais duros.

32 dentes / 1” – usada em materiais muito duros.

em materiais moles. 24 dentes / 1” – usada em materiais duros. 32 dentes / 1”

CONDIÇÕES DE USO DE UMA LÂMINA DE SERRA

CONDIÇÕES DE USO DE UMA LÂMINA DE SERRA
CONDIÇÕES DE USO DE UMA LÂMINA DE SERRA

ARCOS DE SERRA

ARCOS DE SERRA
ARCOS DE SERRA
ARCOS DE SERRA

Tesoura Reta

Características 4 – Número de dentes
Características
4 – Número de dentes
Tesoura Reta Características 4 – Número de dentes Tesoura Reta com Estreitas Lâminas

Tesoura

Reta

com

Estreitas

Lâminas

Tesoura Curva

Características 4 – Número de dentes

Tesoura Curva Características 4 – Número de dentes Tesoura de Bancada Cinzel
Tesoura Curva Características 4 – Número de dentes Tesoura de Bancada Cinzel

Tesoura de Bancada

Cinzel

Bedame ou Buril

Características 4 – Número de dentes
Características
4 – Número de dentes
Bedame ou Buril Características 4 – Número de dentes Bedame Meia Cana

Bedame Meia Cana

SERRAS MECÂNICA

Quando for necessário o corte de uma grande quantidade de chapas ou o corte de chapas com espessura maior que 3 mm, podemos empregar uma guilhotina.

SERRA MECÂNICA

Máquina de serrar alternativa

Para

o

corte

de

peças

com

(redondos, quadrados, retangulares

perfis

)

diversos

MECÂNICA Máquina de serrar alternativa Para o corte de peças com (redondos, quadrados, retangulares perfis )
MECÂNICA Máquina de serrar alternativa Para o corte de peças com (redondos, quadrados, retangulares perfis )

SERRA MECÂNICA

Máquinas de serrar de fita

Com as serras de fita verticais é possível realizar cortes em forma de curva.

de serrar de fita Com as serras de fita verticais é possível realizar cortes em forma
de serrar de fita Com as serras de fita verticais é possível realizar cortes em forma

Vertical

Horizontal

SERRA MECÂNICA

Serras circulares

São máquinas que empregam serras em forma de disco circular. Os cortes obtidos são retos.

MECÂNICA Serras circulares São máquinas que empregam serras em forma de disco circular. Os cortes obtidos
MECÂNICA Serras circulares São máquinas que empregam serras em forma de disco circular. Os cortes obtidos

Furadeiras

Tipos mais comuns de furadeiras

Furadeiras Tipos mais comuns de furadeiras Furadeira é máquina-ferramenta que executa operações de furação por meio

Furadeira é máquina-ferramenta que executa operações de furação por meio de uma ferramenta em rotação, fixada com acessório, ou montada diretamente no eixo principal.

de furação por meio de uma ferramenta em rotação, fixada com acessório, ou montada diretamente no
de furação por meio de uma ferramenta em rotação, fixada com acessório, ou montada diretamente no
de furação por meio de uma ferramenta em rotação, fixada com acessório, ou montada diretamente no

Furadeiras

Furadeira elétrica portátil

Furadeira projetada para ser transportada até o local de sua utilização, é muito utilizada em serviços de manutenção e montagem.

Os acessórios mais comuns são: mandril, chave de mandril e haste limitadora de profundidade.

de manutenção e montagem. Os acessórios mais comuns são: mandril, chave de mandril e haste limitadora

Furadeiras

Furadeira de bancada

Furadeira que necessita de uma bancada para sua fixação e é utilizada para pequenas furações.

Os acessórios mais comuns são: mandril, chave de mandril, haste limitadora de profundidade e morsa.

pequenas furações. Os acessórios mais comuns são: mandril, chave de mandril, haste limitadora de profundidade e
pequenas furações. Os acessórios mais comuns são: mandril, chave de mandril, haste limitadora de profundidade e

Furadeiras

Furadeira de coluna (de piso)

Furadeira

que

se

caracteriza

por

uma

base

fixada

diretamente no chão que é ligada ao cabeçote do motor por meio de uma coluna.

Os acessórios mais comuns são: mandril, chave de mandril, haste limitadora de profundidade e buchas de redução.

Furadeiras

Furadeira de coluna (de piso)

1. Base

2. Coluna

3. Mesa

4. Sistema motriz

5. Alavanca de acionamento linear da

ferramenta

6. Eixo principal (árvore)

7. Bucha de redução

8. Ferramenta

motriz 5. Alavanca de acionamento linear da ferramenta 6. Eixo principal (árvore) 7. Bucha de redução

Furadeiras

Furadeira radial Furadeira que se caracteriza por ter uma base fixada diretamente no chão que é ligada ao cabeçote do motor por meio de uma coluna e possui uma guia (bandeira) de deslocamento do cabeçote do motor, permitindo fazer vários furos sem modificar a posição da peça.

fazer vários furos sem modificar a posição da peça. Os acessórios mais comuns são: mandril, chave

Os acessórios mais comuns são: mandril, chave de mandril, haste limitadora de profundidade e buchas de redução.

Furadeiras

Furadeira radial

Furadeiras Furadeira radial
Furadeiras Furadeira radial

Furadeiras Furadeira de coordenadas (furadeira fresadora)

Furadeira que possui uma mesa de deslocamento longitudinal e transversal com anel graduado e em muitos casos a coluna cilíndrica é substituída por uma guia prismática.

Os acessórios mais comuns são: mandril, chave de mandri, haste limitadora de profundidade e buchas de redução.

Furadeiras

Furadeiras Furadeira múltipla É uma furadeira utilizada para produções em série, ela possui várias ferramentas que

Furadeira múltipla É uma furadeira utilizada para produções em série, ela possui várias ferramentas que executam várias operações simultaneamente ou em sequência, com o objetivo de diminuir o tempo de usinagem.

Furadeiras

Condições de segurança:

▪o aterramento das máquinas deve ser de acordo com a norma;

▪a furadeira possui partes rotativas e, portanto, deve- se evitar cabelo comprido solto, casacos soltos, anéis, pulseiras, relógios ou correntes que podem se prender às partes rotativas da máquina;

▪evitar contato com o cavaco produzido pelas operações de usinagem;

Furadeiras

▪cuidar com as arestas cortantes das ferramentas;

▪as peças e as ferramentas devem estar bem fixas;

▪realizar as manutenções de acordo com o manual para garantir um bom funcionamento do equipamento;

produz cavaco, é

necessário o uso de EPIs, tais como sapato de couro fechado, óculos de produção e vestimentas adequadas.

▪por ser um processo que

Furadeiras

Conservação do equipamento:

▪utilizar os lubrificantes conforme orientações do manual;

▪evitar impactos com acessórios;

▪utilizar

equipamento;

ferramentas

adequadas

ao

▪limpeza do equipamento.

Ferramentas

Brocas

Ferramenta

de

corte

utilizada

para

realizar

furações, possui forma cilíndrica. Podem ser de diversos tipos, tais como: brocas helicoidais (mais comuns), brocas ocas (para trepanação), brocas chatas e brocas canhão, etc.

tipos, tais como: brocas helicoidais (mais comuns), brocas ocas (para trepanação), brocas chatas e brocas canhão,
tipos, tais como: brocas helicoidais (mais comuns), brocas ocas (para trepanação), brocas chatas e brocas canhão,
tipos, tais como: brocas helicoidais (mais comuns), brocas ocas (para trepanação), brocas chatas e brocas canhão,

Ferramentas Principais características técnicas:

▪diâmetro externo;

▪comprimento útil de usinagem;

▪tipo de haste (cilíndrica ou cônica);

▪ângulo e sentido de hélice;

▪material com que é fabricada.

Tipos

Broca helicoidal

É a broca mais utilizada nos processos de fabricação, caracteriza-se pelos canais helicoidais que têm a função de permitir a saída de cavaco, a passagem de fluido e formar parte da geometria de corte da broca.

que têm a função de permitir a saída de cavaco, a passagem de fluido e formar

Tipos

Geometria básica das brocas helicoidais

É a broca mais utilizada nos processos de fabricação, caracteriza-se pelos canais helicoidais que têm a função de permitir a saída de cavaco, a passagem de fluido e formar parte da geometria de corte da broca.

Tipos

Geometria básica das brocas helicoidais

É a broca mais utilizada nos processos de fabricação, caracteriza-se pelos canais helicoidais que têm a função de permitir a saída de cavaco, a passagem de fluido e formar parte da geometria de corte da broca.

Tipos

Geometria básica das brocas helicoidais É a broca mais utilizada nos processos de fabricação, caracteriza-se
Geometria básica das brocas helicoidais
É a broca mais utilizada nos processos de fabricação,
caracteriza-se pelos canais helicoidais que têm a função
de permitir a saída de cavaco, a passagem de fluido e
formar parte da geometria de corte da broca.

Tipos

Tipos
Tipos

Escareadores

Ferramenta utilizada para usinar rebaixo cônico no início dos furos. O furo cônico gerado pelo escareador geralmente é utilizado para encaixar a cabeça de parafuso escareado ou o rebite cônico

cônico gerado pelo escareador geralmente é utilizado para encaixar a cabeça de parafuso escareado ou o

Escareadores

As principais características dos escareadores são:

▪ângulo da ponta;

▪sistema de fixação da haste (cilíndrico ou cônico);

▪diâmetro maior da ferramenta;

▪diâmetro da guia (caso seja com guia);

▪material da ferramenta.

ou cônico); ▪diâmetro maior da ferramenta; ▪diâmetro da guia (caso seja com guia); ▪material da ferramenta.
ou cônico); ▪diâmetro maior da ferramenta; ▪diâmetro da guia (caso seja com guia); ▪material da ferramenta.

Rebaixadores

Ferramentas utilizadas para usinar um rebaixo cilíndrico. O rebaixador geralmente possui um guia para centralizá-lo no furo, podendo este guia ser fixo, ou seja, fazer parte do corpo da ferramenta, ou móvel, podendo ser retirado e substituído em caso de desgaste ou quebra. O rebaixo cilíndrico geralmente é utilizado para encaixar a cabeça dos parafusos.

Rebaixadores

As principais características dos rebaixadores são:

▪sistema de fixação da haste (cilíndrico ou cônico);

▪diâmetro maior da ferramenta;

▪diâmetro da guia (caso seja com guia);

▪material da ferramenta;

▪tipo de guia.

▪diâmetro maior da ferramenta; ▪diâmetro da guia (caso seja com guia); ▪material da ferramenta; ▪tipo de

Alargadores

Ferramentas multicortantes que, por meio do movimento de rotação e avanço axial. Servem para alargar furos, melhorando o acabamento do furo e deixando as tolerâncias em classes de qualidade melhores que os gerados pelos processos de furação.

do furo e deixando as tolerâncias em classes de qualidade melhores que os gerados pelos processos

Alargadores

As principais características dos alargadores são:

▪sistema de fixação da haste (cilíndrico ou cônico);

▪diâmetro da ferramenta;

▪tipo de canais;

ou cônico); ▪diâmetro da ferramenta; ▪tipo de canais; ▪material da ferramenta; ▪tolerância do alargador.

▪material da ferramenta;

▪tolerância do alargador.

ROSCAS

A rosca é uma saliência (filete) da seção uniforme (triangular, quadrada, etc), que se desenvolve ao redor de uma superfície cilíndrica.

(filete) da seção uniforme (triangular, quadrada, etc), que se desenvolve ao redor de uma superfície cilíndrica.

ROSCAS

Sentido do filete O filete da rosca pode ter dois sentidos:

ROSCAS Sentido do filete O filete da rosca pode ter dois sentidos:
ROSCAS Sentido do filete O filete da rosca pode ter dois sentidos:

Roscas

As roscas de perfil triangular são fabricadas segundo três sistemas normalizados:

sistema métrico ou internacional (ISO);

sistema inglês ou whitworth;

sistema americano(unificada).

• sistema inglês ou whitworth; • sistema americano(unificada). Sistema americano Métrico Sistema whitworth Sistema

Sistema

americano

Métrico

Sistema

whitworth

• sistema inglês ou whitworth; • sistema americano(unificada). Sistema americano Métrico Sistema whitworth Sistema

Sistema

Machos de roscar

São ferramentas multicortantes que têm como função a execução de roscas internas. Os machos de roscar são ferramentas de perfil e devem ser utilizados de acordo com as especificações técnicas exigidas em desenho, respeitando a classe de tolerância.

Machos de roscar

A operação de roscar exige uma furação prévia que possui uma relação com o diâmetro nominal e passo das roscas. Os machos de roscar para uso manual vêm em jogos de duas ou três peças e sua utilização deve seguir a sequência:

Machos de roscar

As principais características dos machos de roscar são:

▪sistema de rosca;

dos machos de roscar são: ▪sistema de rosca; ▪aplicação; ▪passo; ▪características dos canais;

▪aplicação;

▪passo;

▪características dos canais;

▪diâmetro nominal;

▪diâmetro da haste.

Roscar externo manual

é

utilizada uma ferramenta manual chamada de cossinete ou tarraxa.

Para

realização

das

a

roscas

externas

Os cossinetes podem ser classificados de acordo com o material a ser usinado: com peeling (para usinagem de materiais de cavaco longo) e sem peeling (para usinagem de materiais de cavaco curto).

Ferramentas de Roscar externo

1.Preparação do material: deve-se conferir o diâmetro do material a ser roscado. O diâmetro ideal para essa operação é obtido aplicando-se a fórmula:

Diâmetro ideal do eixo = d - passo

5

a fórmula: Diâmetro ideal do eixo = d - passo 5 Para facilitar o início da

Para facilitar o início da operação, a ponta da peça cilíndrica deve ser chanfrada.

Ferramentas de Roscar externo

Encontramos três tipos diferentes de cossinetes, para diferentes operações, acompanhe.

Cossinete circular fechado ou rígido – não é possível fazer regulagens e mantém a tolerância especificada em seu corpo para manter roscas iguais e normalizadas.

Ferramentas de Roscar externo

Cossinete circular aberto – possui regulagem para ampliar a profundidade de corte, fazendo com que seja possível ampliar a gama de tolerância no processo de rosqueamento.

ampliar a profundidade de corte, fazendo com que seja possível ampliar a gama de tolerância no

Técnicas de Roscar sem ter tabela em mãos

Externo: Diâmetro ideal do eixo = d - passo

5

Interna: d= D – passo ( até 8 mm)

d= D – (1.2 x passo) ( acima de 8 mm )

Diâmetro ideal do eixo = d - passo

5

Conhecimentos já trabalhados em sala

•Ajustagem mecânica;

•Ferramentas Manuais utilizadas na Metalmecânica;

•Furadeiras e acessórios

•Ferramentas para furação e roscamento interno e externo e acessórios;

Exercícios

Tenho uma furação de cinco milímetros de diâmetro qual é a rosca métrica vou fazer?

Tenho um Paraf. M14X2 qual o Ø adequado para fazer a rosca interna?

Preciso fazer uma rosca UNC 3/8” X 16 fios qual o Ø adequado da furação?

Exercícios

Qual o Ø da broca para fazer uma rosca 9/16” X 18 fios UNF, e MF18 x 1.

Qual o Ø da broca para fazer uma rosca 1/4” X 20 fios UNC, e M10 x 1,5.

Determine o diâmetro do material cilíndrico para que seja feita uma rosca externa de M12 x 1,75

Tenho uma rosca externa 5/8” x 11fios a ser feita qual o diâmetro do material para fazer essa rosca?

Ferramentas de Corte

Ferramentas de corte são utilizadas para cortar materiais com remoção de cavaco. São materiais específicos para essa finalidade e têm dureza superior ao material que será usinado.

Os materiais mais comuns são:

•aço-carbono e aço rápido, que são materiais fundidos;

•metal

sinterizados.

duro

e

cerâmica

que

são

materiais

Geometria das ferramentas de corte

Ferramentas de corte são utilizadas para cortar materiais com remoção de cavaco. São materiais específicos para essa finalidade e têm dureza superior ao material que será usinado.

Os materiais mais comuns são:

•aço-carbono

fundidos;

e

aço

rápido,

•metal

materiais sinterizados.

duro

(carbetos);

e

que

são

cerâmica

materiais

que

são

Geometria das ferramentas de corte Ângulo de folga α (alfa)

Geometria das ferramentas de corte Ângulo de saída γ (gama)

Geometria das ferramentas de corte

Ângulo de cunha β (beta)

Geometria das ferramentas de corte Ângulo de cunha β (beta)

Geometria das ferramentas de corte Ângulo de cunha β (beta)
Geometria das ferramentas de corte Ângulo de cunha β (beta)

Geometria das ferramentas de corte Ângulo de cunha β (beta)

Usinabilidade dos Materiais

•Na obtenção de peças pela retirada de cavacos

um

comportamento diferente;

verificamos

cada

material

que

tem

•Enquanto uns podem ser trabalhados facilmente, outros apresentam problemas tais como:

Empastamento, desgaste rápido da ferramenta, mau acabamento, necessidade de grande potência para o corte, etc. Isto varia de acordo com a usinabilidade do material;

Usinabilidade dos Materiais

“Podemos definir usinabilidade como sendo o grau de dificuldade que determinado material apresenta para ser usinado” .

definir usinabilidade como sendo o grau de dificuldade que determinado material apresenta para ser usinado” .

Usinabilidade dos Materiais

• A usinabilidade não depende apenas das características do material, mas também, de outros parâmetros da usinagem, tais como: refrigeração, rigidez do sistema máquina-ferramenta, das características da ferramenta, tipo de operação, etc

• Assim, dependendo das condições de usinagem um mesmo material poderá ter variações em sua usinabilidade.

Usinabilidade dos Materiais

•Uma boa usinabilidade indica bom acabamento superficial e integridade , vida longa da ferramenta, e baixa força e potencia.

•E quanto ao tipo de cavaco o ideal é em pedaços.

Propriedade dos Materiais que podem influenciar na Usinabilidade

•Dureza e resistência mecânica: Valores baixos geralmente favorecem a usinabilidade;

•Ductibilidade: Valores baixos geralmente favorecem a usinabilidade;

• Condutividade térmica: Valores elevados geralmente favorecem a usinabilidade; • Taxa de encruamento: Valores baixos

• Condutividade

térmica:

Valores

elevados

geralmente favorecem a usinabilidade;

• Taxa

de

encruamento:

Valores

baixos

geralmente favorecem a usinabilidade;

A usinabilidade de um material normalmente é definida por quatro fatores: •Acabamento superficial e integridade

A

usinabilidade

de

um

material

normalmente é definida por quatro fatores:

•Acabamento superficial e integridade da peça usinada;

•Vida da ferramenta;

•Força e potência necessária;

•Tipo do cavaco.

PARÂMETROS DE CORTE

“Por que a broca ficou azulada?"

PARÂMETROS DE CORTE “Por que a broca ficou azulada?"

PARÂMETROS DE CORTE

•Parâmetros de corte são grandezas numéricas que representam valores de deslocamento da ferramenta ou da peça;

•Adequados ao tipo de trabalho a ser executado, ao material a ser usinado e ao material da ferramenta;

PARÂMETROS DE CORTE

•Os parâmetros ajudam a obter uma perfeita usinagem por meio da utilização racional dos recursos oferecidos por determinada máquina- ferramenta.

PARÂMETROS DE CORTE

Para

uma

operação

de

usinagem,

o

operador

considera

principalmente

os

parâmetros:

• Velocidade de corte, identificada por Vc;

• Avanço, identificado pelas letras a ou f;

•Rotações por minuto (rpm) identificado pela letra n.

PARÂMETROS DE CORTE

Além desses, há outros parâmetros mais complexos tecnicamente e usados em nível de projeto:

•Profundidade de corte, identificada pela

letra p. É uma grandeza numérica que

define a penetração da ferramenta para a

realização de uma determinada operação;

PARÂMETROS DE CORTE

• Área de corte, identificada pela letra s;

• Força de corte, identificada pela sigla fc;

• Potência de corte, ou Pc;

•Tempo de Corte Tc.

PARÂMETROS DE CORTE

• Pressão específica de corte, identificada pelas letras ks. É um valor constante que depende do material a ser usinado do estado de afiação, do material e da geometria da ferramenta, da área de seção do cavaco, da lubrificação e de velocidade de corte.

PARÂMETROS DE CORTE

A determinação desses parâmetros depende de muitos fatores:

•o tipo de operação;

•O material a ser usinado;

•O tipo de máquina-ferramenta;

•A geometria e o material da ferramenta de corte.

VELOCIDADE DE CORTE (Vc)

É

o espaço

que a ferramenta

cortando

determinado tempo.

material

um

dentro

percorre,

um

de

π ππ
π
ππ

v c = π . d . n

1000

d= diametro do material Vc = velocidade de corte. n = rpm (Rotação por minuto). = constante. 1000 = constante.

n 1000 d= diametro do material Vc = velocidade de corte. n = rpm (Rotação por

VELOCIDADE DE CORTE (Vc) Fatores que influenciam a Velocidade de Corte:

•Tipo de material da ferramenta;

•Tipo de material a ser usinado;

•Tipo de operação que será realizada;

•Condições de refrigeração;

•Condições da máquina;

VELOCIDADE DE CORTE (Vc)

Velocidade Maior

•Superaquecimento da ferramenta, que perde suas características de dureza e tenacidade.

•Superaquecimento da peça, gerando modificação de forma e dimensões da superfície usinada.

•Desgaste

corte.

prematuro

da

ferramenta

de

VELOCIDADE DE CORTE (Vc)

Velocidade Menor

•O corte fica sobrecarregado, gerando travamento e posterior quebra da ferramenta, inutilizando-a e também a peça usinada;

•Problemas da máquina-ferramenta, que perde rendimento do trabalho porque está sendo subutilizada.

VELOCIDADE DE CORTE (Vc)

Exemplo:

Uma operação torneamento será executada com uma ferramenta de aço rápido e um tarugo de aço 1020 com diâmetro de 50 mm. Qual será a Vc para que você possa fazer esse trabalho adequadamente? Sabendo que tenho n = 240rpm.

ROTAÇÕES POR MINUTO

Para

calcular

número

de

rpm

( rotação por minuto) de uma máquina, emprega-se a fórmula:

o

por minuto) de uma máquina, emprega-se a fórmula: o Vc = velocidade de corte. 1000 =

Vc = velocidade de corte. 1000 = constante. d = diâmetro. = constante. d= diametro do material

emprega-se a fórmula: o Vc = velocidade de corte. 1000 = constante. d = diâmetro. =

ROTAÇÕES POR MINUTO

Exemplo:

1- Um torneiro e precisa tornear com uma ferramenta de aço rápido um tarugo de aço 1020 com diâmetro de 80 mm. Qual será a rpm do torno para que você possa fazer esse trabalho adequadamente?

GOLPES POR MINUTO

Para calcular o número de gpm, emprega-se a fórmula:

Para calcular o número de gpm, emprega-se a fórmula: Vc = velocidade de corte. 1000 =

Vc = velocidade de corte. 1000 = constante. 2 = constante. C = comprimento da peça a ser usinada.

GOLPES POR MINUTO

Suponha que você precise aplainar uma placa de aço 1020 de 150 mm de comprimento e a folga de entrada e saída da ferramenta de 40mm, com uma ferramenta de aço rápido. Você sabe também que a velocidade de corte é de 12 m/min.

da ferramenta de 40mm, com uma ferramenta de aço rápido. Você sabe também que a velocidade

CALCULOS DA SENSIBILIDADE NO ANEL GRADUADO EM MILÍMETRO

ANEL GRADUADO

Uma das formas de obter o deslocamento

de precisão dos carros e das mesas de

máquinas

operatrizes convencionais como: plainas,

tornos, fresadoras e retificadoras é utilizar o

anel graduado.

CALCULOS DA SENSIBILIDADE NO ANEL GRADUADO EM MILÍMETRO

Essa operação é necessária sempre que o trabalho exigir que a ferramenta ou a mesa seja deslocada com precisão.

Essa operação é necessária sempre que o trabalho exigir que a ferramenta ou a mesa seja

CALCULOS DA SENSIBILIDADE NO ANEL GRADUADO EM MILÍMETRO

Quando se dá uma volta completa no anel graduado, o carro da máquina é deslocado a uma distância igual ao passo do fuso.

se dá uma volta completa no anel graduado, o carro da máquina é deslocado a uma

CALCULOS DA SENSIBILIDADE NO ANEL GRADUADO EM MILÍMETRO

Para esse cálculo, precisamos apenas de dois dados:

•o passo do fuso (pf) •número de divisões do anel (nº div.).

Assim, para calcular o deslocamento, usamos:

dados: •o passo do fuso (pf) •número de divisões do anel (nº div.). Assim, para calcular

CALCULOS DA SENSIBILIDADE NO ANEL GRADUADO EM MILÍMETRO

Em que A é a aproximação do anel graduado,

ou o deslocamento para cada divisão do anel.

Passo do fuso = 5 mm

Número de divisões = 250

do anel graduado, ou o deslocamento para cada divisão do anel. Passo do fuso = 5

CALCULOS DA SENSIBILIDADE NO ANEL GRADUADO EM MILÍMETRO

Cálculo do número de divisões por avançar no anel graduado em mm. Fórmulas:

Nd = ap

A

Nd = Numero de divisões por avançar no anel graduado;

ap= Profundidade de corte; A= Avanço correspondente a uma divisão do anel graduado(sensibilidade)

CALCULOS DA SENSIBILIDADE NO ANEL GRADUADO EM MILÍMETRO

Exemplo

Ache o número de divisões (x) para avançar

em um anel graduado de 250 divisões, para

aplainar 1,5 mm de profundidade uma barra de

aço, sabendo que o passo do fuso é de 5 mm.

EXERCICIOS – Correção 22:10

1- Quantas rotações por minuto deve-se empregar para desbastar no torno um tarugo de aço 1060 de 100 mm de diâmetro, usando uma ferramenta de aço rápido?

2- Suponha que você precise aplainar uma placa de aço 1020 de 150 mm de comprimento com uma ferramenta de aço rápido. Você sabe também que a velocidade de corte é de 12 m/min.

3- Calcule o número de divisões (x) para avançar em um anel graduado de 200

3- Calcule o número de divisões (x) para avançar em um anel graduado de 200 divisões, para aplainar 1,5 mm de profundidade em uma barra de aço, sabendo que o passo do fuso é de 4 mm.

4- Calcule quantas divisões (x) devem ser avançadas em um anel graduado de 200 divisões para se tornear uma superfície cilíndrica de diâmetro 50 mm, para deixá-la com 43 mm, sabendo que o passo do fuso é de 5 mm

Torno Horizontal

Exemplo

Ache o número de divisões (x) para avançar em um anel graduado de 250 divisões, para aplainar 1,5 mm de profundidade uma barra de aço, sabendo que o passo do fuso é de 5 mm.

Processo de Usinagem I

Fluidos de corte O fluido de corte tem como principal função refrigerar as peças em velocidades elevadas como também lubrificá-las em baixas velocidades de corte.

Existem variadas formas de ordenar os fluidos de corte. Não existe uma padronização que estabeleça uma classificação entre as empresas fabricantes.

Processo de Usinagem I Classificam-se os fluidos da seguinte forma:

▪ar;

▪aquosos

emulsões;

água,

soluções

químicas

e

▪óleos – minerais (integrais), graxos, compostos, de extrema pressão e de usos múltiplos.

Existem os lubrificantes sólidos, como por exemplo, a vaselina sólida e a banha animal.

Processo de Usinagem I

Processo de Usinagem I

Processo de Usinagem I

Processo de Usinagem I

Cuidados e Conservação com as Máquinas e Laboratórios

Verifique, antes de ligar a máquina, se a mesma não esta com avanços ligados ou obstruída;

•Proteja o barramento, sempre que colocar ou retirar placas ou materiais pesados;

Processo de Usinagem I

Cuidados e Conservação com as Máquinas e Laboratórios

Determine lugar apropriado para as ferramentas, instrumentos de medir e acessórios, e guardá-los após o uso;

•Evite colocar ferramentas e instrumentos de medir sobre o barramento;

Mantenha

lugar adequado;

os

acessórios

do

torno

em

Processo de Usinagem I

•Antes de iniciar qualquer operação no torno, lembre-se sempre de usar o equipamento de proteção individual (EPI): óculos de segurança, sapatos e roupas apropriadas;

As guias e os parafusos de comando dos carros e os barramentos devem ser limpos após o uso e lubrificados com óleo das motolíneas;

Processo de Usinagem I

•Fazer a limpeza do local de trabalho mantendo organizado;

Não utilizar adornos como relógios, correntes, brincos, pulseiras, alianças e anéis.

Processo de Usinagem I Dispositivos de fixação

Processo de Usinagem I Dispositivos de fixação

Processo de Usinagem I Dispositivos de fixação
Processo de Usinagem I Dispositivos de fixação

Processo de Usinagem I

Dispositivos de fixação

Processo de Usinagem I Dispositivos de fixação
Processo de Usinagem I Dispositivos de fixação
Processo de Usinagem I Dispositivos de fixação

Processo de Usinagem I

O aplainamento é um processo mecânico de usinagem cuja operação é efetuada por uma máquina denominada plaina.

Este processo de fabricação se utiliza de um movimento retilíneo alternado da ferramenta ou da peça podendo ser vertical, horizontal ou inclinada.

Processo de Usinagem I

As plainas são classificas em dois tipos: plaina limadora e plaina de mesa.

A

plaina

limadora,

por

sua

horizontal ou vertical.

em dois tipos: plaina limadora e plaina de mesa. A plaina limadora, por sua horizontal ou

vez,

pode

ser

em dois tipos: plaina limadora e plaina de mesa. A plaina limadora, por sua horizontal ou

Processo de Usinagem I

Processo de Usinagem I
Processo de Usinagem I
Processo de Usinagem I

Processo de Usinagem I

•Quais são as posições que pode obter ao plainar uma superfície plana? E em quantos sentidos pode se obter o aplainamento?

•Quais são os dois tipos de maquinas para aplainamento que podemos encontrar?

•No Aplainamento o que significa passo de avanço?

•Qual é o curso da plaina Limadora?

•Cite três cuidados de uso e manuseio da plaina.

Processo de Fabricação I Aula do dia 06-04-2011

Desenvolvimento de Ferramentas;

Desenvolvimento de Peça de ajustagem;

Desenvolvimento de Eixo.

Processo de Usinagem I Torneamento cilíndrico interno e furação

Processo de Usinagem I Torneamento cilíndrico interno e furação
Processo de Usinagem I Torneamento cilíndrico interno e furação
Processo de Usinagem I Torneamento cilíndrico interno e furação

Processo de Usinagem I Sangrar, Recartilhar, e Perfilar

Processo de Usinagem I Sangrar, Recartilhar, e Perfilar

Processo de Usinagem I Sangrar, Recartilhar, e Perfilar

Processo de Usinagem I

Fresadoras

Fresadoras são máquinas operatrizes normalmente empregadas para usinar peças prismáticas com superfícies planas, rasgos, rebaixos e perfis diversos.

normalmente empregadas para usinar peças prismáticas com superfícies planas, rasgos, rebaixos e perfis diversos.
normalmente empregadas para usinar peças prismáticas com superfícies planas, rasgos, rebaixos e perfis diversos.
normalmente empregadas para usinar peças prismáticas com superfícies planas, rasgos, rebaixos e perfis diversos.

Processo de Usinagem I

Fresando superfícies planas Atividade 04 (em dupla) Fresagem

Fresagem frontal em fresadora vertical

Processo de Usinagem I Fresando superfícies planas Atividade 04 (em dupla) Fresagem Fresagem frontal em fresadora
Processo de Usinagem I Fresando superfícies planas Atividade 04 (em dupla) Fresagem Fresagem frontal em fresadora

Fórmulas

v c = Π . d . n

1000

Fórmulas v c = Π . d . n 1000 Nd = pc a

Nd = pc

a

Fórmulas v c = Π . d . n 1000 Nd = pc a
Fórmulas v c = Π . d . n 1000 Nd = pc a
Fórmulas v c = Π . d . n 1000 Nd = pc a