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Rodada #1 Direito Administrativo Professor Armando Mercadante Assuntos da Rodada DIREITO ADMINISTRATIVO : 1. Noções
Rodada #1 Direito Administrativo Professor Armando Mercadante Assuntos da Rodada DIREITO ADMINISTRATIVO : 1. Noções

Rodada #1 Direito Administrativo

Professor Armando Mercadante

Assuntos da Rodada

DIREITO ADMINISTRATIVO: 1. Noções de organização administrativa. 2. Administração direta e indireta, centralizada e descentralizada. 3. Ato administrativo: conceito, requisitos, atributos, classificação e espécies. 4. Agentes públicos. 4.1 Espécies e classificação. 4.2 Cargo, emprego e função públicos. 5. Poderes administrativos. 5.1 Hierárquico, disciplinar, regulamentar e de polícia. 5.2 Uso e abuso do poder. 6. Controle e responsabilização da administração. 6.1 Controles administrativo, judicial e legislativo. 6.2 Responsabilidade civil do Estado. 7. Lei nº 8.429/1992, e suas alterações. 8. Lei nº 9.784/1999, e suas alterações.

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a. Teoria

1. Noções de organização administrativa.

O

Estado brasileiro (República Federativa do Brasil) - que é soberano (art. 1º,

I,

CF/88) -, é uma pessoa jurídica de direito público externo composta por

outras pessoas jurídicas de direito público interno, dotadas de autonomia política (art. 18, CF/88), que são União, Estados, Distrito Federal e Municípios.

A vontade do Estado é manifestada por meio de seus Poderes Legislativo,

Executivo e Judiciário, que de acordo com o art. 2º da CF/88 são independentes e harmônicos entre si.

O Brasil adota a clássica tripartição dos Poderes que prevê uma divisão constitucional de tarefas entre eles: Executivo (função administrativa), Legislativo (função legislativa) e Judiciário (função judicial).

Cada Poder exerce de forma típica a função para ele reservada precipuamente pela Constituição Federal (ex: Judiciário - função judicial) e de forma atípica as demais funções (ex: Judiciário realizando concurso público).

O que nos interessa diretamente nessa aula é a função administrativa, que

conforme visto acima é desempenhada pelos três Poderes, o que nos conduz à conclusão de que a administração pública também se faz presente nos três

Poderes. É justamente isso o que diz o art. 37, caput, da CF: “a administração

pública direta e indireta de qualquer dos Poderes

”.

Quanto à expressão administração pública, os dois sentidos mais usados pela doutrina são os seguintes:

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a) Sentido subjetivo, formal ou orgânico: nesse sentido, você deve pensar em “quem faz”, ou seja, em quem exerce a atividade administrativa. Esse sentido abrange as pessoas jurídicas, órgãos e agentes públicos encarregados de exercer a função administrativa.

b) Sentido objetivo, material ou funcional: nesse sentido, a expressão administração pública corresponde à atividade administrativa, ou seja, a função administrativa que é predominantemente (e não exclusivamente) exercida pelo Poder Executivo. A doutrina associa à função administrativa as seguintes atividades: fomento, polícia administrativa (poder de polícia), serviço público e intervenção.

No que se refere à composição da Administração pública, o tema será estudado no próximo tópico.

2. Administração direta e indireta, centralizada e descentralizada.

A Administração Pública, seja federal, estadual, distrital ou municipal, é divida em duas: Administração Direta e Administração Indireta.

O quadro abaixo indica a composição das Administrações Direta e Indireta:

ADMINISTRAÇÃO DIRETA

ADMINISTRAÇÃO INDIRETA

Órgãos da União

Autarquias

Órgãos dos Estados

Fundações públicas de direito público

Órgãos do Distrito Federal

Fundações públicas de direito privado

Órgãos dos Municípios

Empresas públicas

 

Sociedades de economia mista

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Além dos nomes acima listados como componentes da Administração Indireta, outras pessoas jurídicas também a integram, mas não com natureza jurídica diferente das apresentadas, pois serão espécies de autarquias e/ou de fundações públicas, dependendo do caso. São as seguintes entidades:

as agências reguladoras até então foram criadas no Brasil com a natureza de autarquias em regime especial (o que não impede que possam ser criadas com outra natureza jurídica, como fundações públicas, por exemplo);

as agências executivas podem ser autarquias ou fundações públicas que firmem com o Poder Público contrato de gestão e possuam plano estratégico;

as associações públicas são constituídas com a forma jurídica de autarquias.

União, Estados, DF e Municípios são chamados de entes federados ou pessoas políticas (gozam de autonomia política, podendo, por exemplo, elaborarem suas próprias constituições e suas leis, elegerem os seus governantes), ao passo que as pessoas jurídicas integrantes da Administração Indireta são denominadas de entidades administrativas (gozam de autonomia administrativa, o que é menor do que autonomia política).

Todos os componentes da Administração Direta, as autarquias e as fundações públicas de direito público são pessoas jurídicas de direito público, enquanto as fundações públicas de direito privado, empresas públicas e sociedades de economia mista são pessoas jurídicas de direito privado.

Importante destacar que as pessoas jurídicas de direito privado componentes do terceiro setor, as chamadas paraestatais, não integram a Administração

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Pública. São elas: organizações sociais, entidades de apoio, sociedades civis de interesse privado e serviços sociais autônomos.

Agora o foco do estudo será os conceitos de centralização, descentralização, concentração e desconcentração.

Centralização ocorre quando União, Estados, DF e Municípios, exercem suas atividades diretamente por meio de seus órgãos e de seus agentes públicos.

Diferentemente, quando União, Estados, DF e Municípios transferem para outras pessoas competência para execução de suas atividades, temos a chamada descentralização administrativa, que se divide em duas:

descentralização legal e descentralização negocial.

A descentralização legal (descentralização por serviço, funcional, técnica ou simplesmente outorga), ocorre quando o ente federativo, por meio de lei, atribui a titularidade e a execução de determinada atividade para as pessoas jurídicas por ele criadas (autarquias e fundações públicas de direito público) ou cuja criação foi por ele autorizada (fundações públicas de direito privado, empresas públicas e sociedades de economia mista).

Na descentralização negocial (delegação ou descentralização por colaboração), a pessoa política (União, Estados, DF e Municípios) não transfere a titularidade do serviço, mas tão somente a sua execução para concessionárias (pessoas jurídicas ou consórcio de pessoas jurídicas) e permissionárias (pessoas jurídicas ou pessoas físicas) de serviços públicos. Essa transferência da execução é formalizada por meio de contrato administrativo.

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Se descentralização envolve a transferência de competência entre pessoas, a desconcentração consiste na distribuição interna de competências mediante a

criação de órgãos públicos. Nessa existe subordinação com hierarquia, naquela

vinculação sem hierarquia.

na concentração ocorre a extinção de órgãos e a transferência interna de

suas competências para outros órgãos.

Agora vamos estudar as entidades integrantes da Administração Indireta:

2.1. Autarquias

São pessoas jurídicas de direito público interno integrantes da Administração Indireta, com autonomia administrativa e patrimônio próprio exclusivamente público, criadas por lei específica para execução de funções típicas do Estado.

Como exemplos: INSS, INCRA, CADE, IBAMA, Banco Central do Brasil, ANATEL

e Conselhos

conforme entendimento do STF - ADI nº 1.717-DF)

de Fiscalização de

profissões

regulamentadas (exceto OAB,

Atuam nas seguintes áreas: prestação de serviços públicos ou desempenho de atividades administrativas. Estão excluídas do seu objeto atividades de cunho econômico e mercantil.

Os bens das autarquias, por serem públicos, possuem as seguintes características: impenhorabilidade, imprescritibilidade (não sujeitos a usucapião), não sujeitos a ônus (hipoteca ou um penhor) e alienação condicionada (art. 17 da Lei 8.666/93).

O regime de trabalho adotado para os seus servidores é o estatutário.

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O STF considera constitucional a exigência de que a nomeação pelo Chefe do Executivo de dirigentes de autarquias, que são ocupantes de cargos em comissão, esteja condicionada à prévia aprovação pelo Poder Legislativo.

As autarquias gozam das mesmas prerrogativas assegurados à Fazenda Pública (União, Estados, DF e Municípios), tais como imunidade tributária (art. 150, §2º, CF/88), impenhorabilidade de seus bens e de suas rendas, imprescritibilidade de seus bens, prescrição quinquenal, créditos sujeitos à execução fiscal, os débitos decorrentes de condenação em sentença judicial são pagos por meio de precatórios ou de RPV (requisição de pequeno valor) e prazos processuais dilatados, conforme art. 183 do Novo Código de Processo Civil.

2.2. Fundações públicas

No âmbito da Administração Pública, doutrina e jurisprudência majoritárias admitem a existência de duas fundações: uma criada por lei específica (fundação pública de direito público) e outra cuja criação é autorizada por lei específica (fundação pública de direito privado).

Relativamente à fundação pública de direito público, sua semelhança com as autarquias é enorme, tanto que alguns doutrinadores a denominam de fundações autárquicas.

Dessa forma, o que eu disse nas questões relacionadas às autarquias será aplicável a essas fundações. Como exemplos: FUNAI e FUNASA.

Nas provas, as bancas identificam e exploram duas diferenças indicadas pela doutrina entre as autarquias e as fundações autárquicas:

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Enquanto a fundação pública é uma universalidade de bens personificada (personalizada), a autarquia é serviço público personificado.

As autarquias são criadas para o exercício de funções típicas do Estado, enquanto as fundações autárquicas exercem funções típicas e atípicas.

Portanto, como você já conhece as principais características das autarquias e das fundações públicas de direito público, a partir desse momento iniciaremos um breve estudo das fundações públicas de direito privado.

Fundações públicas de direito privado

São pessoas jurídicas de direito privado, de natureza administrativa, integrantes da Administração Indireta, cuja criação é autorizada por lei específica, com patrimônio privado destinado para a execução de atividades de caráter social e regime de trabalho celetista.

Nos termos da parte final do art. 37, XIX, CF, caberá à lei complementar definir as áreas de atuação dessas fundações.

Tem como objetivos sociais assistência social, assistência médica e hospitalar, educação, ensino, pesquisa e atividades culturais, destacando que fundações não exercem atividades econômicas.

Em regra não possui privilégios. Uma prerrogativa garantida consta do art. 150, §2º, da CF, que lhe confere a imunidade tributária relativamente a impostos sobre patrimônio, renda ou serviços, desde que vinculadas às suas atividades essenciais. Outro privilégio diz respeito à impenhorabilidade de bens afetados às suas finalidades.

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O regime jurídico será de direito privado, com incidência de regras de

direito público (ex: obrigatoriedade de realizar concurso público e licitação).

Daí dizer-se que seu regime jurídico é híbrido, como ocorre com as sociedades de economia mista e as empresas públicas.

2.3. Empresas públicas e sociedades de economia mista

Em virtude das semelhanças entre essas duas pessoas jurídicas integrantes da Administração Indireta será possível estudá-las em conjunto.

São pessoas jurídicas de direito privado, de natureza administrativa, integrantes da Administração Indireta, cuja criação é autorizada por lei específica, com patrimônio privado e regime de trabalho celetista

São instituídas para a prestação de serviços públicos ou, nos casos de segurança nacional ou relevante interesse público (art. 173 da CF/88), para exploração de atividades econômicas.

Como exemplos: empresas públicas (Caixa Econômica Federal e CORREIOS) e sociedades de economia mista (Petrobrás e Banco do Brasil).

A criação de subsidiárias, bem como a participação em empresas privadas, depende de autorização legislativa (art. 37, XX, CF/88).

Da mesma forrma que as demais entidades da Administração Indireta, não estão sujeitas à falência, seja prestadora de serviço público ou exploradora de atividade econômica.

O regime jurídico será híbrido (Direito Privado + Direito Público). Quando

prestadoras de serviços públicos (art. 175, CF/88), predominam as normas de

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direito público; quando exploradoras de atividades econômicas (art. 173, CF/88), predomínio das normas de direito privado.

A

propósito, veja a redação do art. 173 da CF:

 

Art. 173. A lei estabelecerá o estatuto jurídico da empresa pública e da sociedade

de

economia mista e de suas subsidiárias que explorem atividade econômica de

produção ou comercialização de bens ou de prestação de serviços, dispondo

sobre:

I sua função social e formas de fiscalização pelo Estado e pela sociedade; II a sujeição ao regime jurídico próprio das empresas privadas, inclusive quanto

aos direitos e obrigações civis, comerciais, trabalhistas e tributários;

III

licitação e contração de obras, serviços, compras e alienações, observados

os princípios da administração pública;

IV

a constituição e o funcionamento dos conselhos de administração e fiscal,

com a participação de acionistas minoritários.

V

os mandatos, a avaliação de desempenho e a responsabilidade dos

administradores.

O

estatuto referido acima foi criado com a edição da Lei 13.303/16.

Quanto às prerrogativas, as exploradoras de atividades econômicas não possuem qualquer privilégio. Tanto é assim que a CF no já citado art. 173, 1º, II, sujeita-as ao regime jurídico próprio das empresas privadas, inclusive quanto aos direitos e obrigações civis, comerciais, trabalhistas e tributários. Na mesma linha, preceitua o §2º do art. 173 da CF/88 que tais entidades não poderão gozar de privilégios fiscais não extensivos ao setor privado.

Diferentemente é a situação das prestadoras de serviços públicos, às quais não se aplica o conteúdo do art. 173 da CF, mas sim o do art. 175. Essas são regidas predominantemente pelo regime jurídico de direito público, motivo pelo qual fazem jus a algumas prerrogativas. Como exemplo: o STF

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decidiu o STF que os Correios, que é empresa pública federal prestadora de serviços públicos, goza de imunidade tributária recíproca de que trata o art. 150, VI, “a”, CF, c/c o §2º do mesmo artigo (imunidade de impostos sobre patrimônio, renda ou serviços, desde que vinculados às suas atividades essenciais).

No que se refere à possibilidade de penhora desses bens, os bens das empresas públicas e das sociedades de economia mista exploradoras de atividades econômicas são penhoráveis; já os bens das prestadoras de serviços públicos vinculados à prestação do serviço público serão impenhoráveis.

Quanto às diferenças existentes entre empresas públicas e sociedades de economia mista referem-se a: composição do capital, forma jurídica e foro dos litígios.

Composição do capital

A sociedade de economia mista é formada obrigatoriamente pela conjugação do capital privado com o público. Já o capital da empresa pública é inteiramente público (pertencente a entidades integrantes da administração pública).

Há uma particularidade nas empresas públicas: elas podem ser unipessoais, quando o capital pertencer exclusivamente à pessoa política instituidora. Tome como exemplo os CORREIOS e a CEF, que têm como único titular” a União.

Veja o que dispõem os arts. 3º e 4º da Lei 13.303/16:

Art. 3º. Empresa pública é a entidade dotada de personalidade jurídica de direito privado, com criação autorizada por lei e com patrimônio próprio, cujo capital

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social é integralmente detido pela União, pelos Estados, pelo Distrito Federal ou pelos Municípios. Parágrafo único. Desde que a maioria do capital votante permaneça em propriedade da União, do Estado, do Distrito Federal ou do Município, será admitida, no capital da empresa pública, a participação de outras pessoas jurídicas de direito público interno, bem como de entidades da administração indireta da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios.

Art. 4º Sociedade de economia mista é a entidade dotada de personalidade jurídica de direito privado, com criação autorizada por lei, sob a forma de sociedade anônima, cujas ações com direito a voto pertençam em sua maioria à União, aos Estados, ao Distrito Federal, aos Municípios ou a entidade da administração indireta.

Forma jurídica

Enquanto as sociedades de economia mista só podem ser criadas como sociedades anônimas, as empresas públicas podem ser instituídas sob qualquer forma admitida no ordenamento jurídico, inclusive sociedade anônima.

Foro dos litígios

A terceira diferença entre essas entidades diz respeito ao foro dos litígios, ou seja, em que juízo deve ser ajuizada uma ação em que uma dessas pessoas jurídicas seja parte.

De acordo com o art. 109 da CF/88:

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Art. 109. Aos juízes federais compete processar e julgar:

I - as causas em que a União, entidade autárquica ou empresa pública federal forem interessadas na condição de autoras, rés, assistentes ou oponentes, exceto as de falência, as de acidentes de trabalho e as sujeitas à Justiça Eleitoral e à Justiça do Trabalho;

Observe que o constituinte não fez referência às sociedades de economia mista. Enquanto as empresas públicas federais, juntamente com a União e as autarquias federais (aqui podemos incluir também as fundações públicas de direito público federais), serão julgadas pela Justiça Federal, as sociedades de economia mista serão julgadas pela Justiça Estadual.

Uma particularidade está no enunciado da súmula 270 do STJ: “o protesto pela preferência de crédito, apresentado por ente federal em execução que tramita na Justiça Estadual, não desloca a competência para a justiça federal”.

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b. Mapas mentais

DIREITO ADMINISTRATIVO b. Mapas mentais 15

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c. Revisão 1

QUESTÃO 01 - (2017/CESPE/SEDF) Quando a União cria uma nova secretaria vinculada a um de seus ministérios para repassar a ela algumas de suas atribuições, o ente federal descentraliza uma atividade administrativa a um ente personalizado.

QUESTÃO 02 - (2017/CESPE/SEDF) Por terem personalidade jurídica de direito privado, as sociedades de economia mista não se subordinam hierarquicamente ao ente político que as criou. Exatamente por isso elas não sofrem controle pelos tribunais de contas.

QUESTÃO 03 - (2017/CESPE/SEDF) Uma autarquia é entidade administrativa personalizada distinta do ente federado que a criou e se sujeita a regime jurídico de direito público no que diz respeito a sua criação e extinção, bem como aos seus poderes, prerrogativas e restrições.

QUESTÃO 04 - (2017/CESPE/TRE-PE/TÉCNICO JUDICIÁRIO) As autarquias são criadas, extintas e organizadas por atos administrativos.

QUESTÃO 05 - (2017/CESPE/SEDF) As autarquias e as empresas públicas têm personalidade jurídica de direito público, e as sociedades de economia mista têm personalidade jurídica de direito privado.

QUESTÃO 06 - (2017/CESPE/SEDF) Embora sejam entidades dotadas de personalidade jurídica de direito privado, as empresas públicas, como regra geral, estão obrigadas a licitar antes de celebrar contratos destinados à prestação de serviços por terceiros.

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QUESTÃO 07 - (2017/CESPE/SEDF) Somente as pessoas administrativas, seja qual for seu nível federativo ou sua natureza jurídica, podem participar do capital das empresas públicas.

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d. Revisão 2

QUESTÃO 08 - (2016/CESPE/TCE-PA/AUXILIAR TÉCNICO DE CONTROLE EXTERNO) A centralização consiste na execução das tarefas administrativas pelo próprio Estado, por meio de órgãos internos integrantes da administração direta.

QUESTÃO 09 - (2016/CESPE/TCE-PA/AUXILIAR TÉCNICO DE CONTROLE EXTERNO) A descentralização administrativa pressupõe a transferência, pelo Estado, da execução de atividades administrativas a determinada pessoa, sempre que o justificar o princípio da eficiência.

QUESTÃO 10 - (2016/CESPE/PREFEITURA DE SÃO PAULO) O aspecto mais relevante que caracteriza a administração indireta é o fato de ela ser, ao mesmo tempo, titular e executora de serviço público.

QUESTÃO 11 - (2016/CESPE/ANVISA/TÉCNICO ADMINISTRATIVO) Não existe hierarquia entre o Ministério da Saúde e a ANVISA.

QUESTÃO 12 - (2016/CESPE/PREFEITURA DE SÃO PAULO) Tanto a administração direta quanto a indireta são compostas por órgãos e por pessoas jurídicas administrativas, com a diferença de que todas as que integram a administração indireta estão submetidas a regime de direito privado.

QUESTÃO 13 - (2016/CESPE/TRT - 8ª REGIÃO/TÉCNICO JUDICIÁRIO) A autarquia inicia-se com a inscrição de seu ato constitutivo em registro público.

QUESTÃO 14 - (2016/CESPE/PC-PE/ESCRIVÃO DE POLÍCIA) Como pessoa jurídica de direito público, a autarquia realiza atividades típicas da administração pública.

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e. Revisão 3

QUESTÃO 15 (2016/CESPE/TCE-PR/ANALISTA DE CONTROLE) Cabe às autarquias a execução de serviços públicos de natureza social, de atividades administrativas e de atividades de cunho econômico e mercantil.

QUESTÃO 16 (2016/CESPE/TRT - 8ª Região (PA e AP)/ Técnico Judiciário) Os conselhos profissionais são considerados autarquias profissionais ou corporativas.

QUESTÃO 17 (2016/CESPE/FUB/ASSISTENTE EM ADMINISTRAÇÃO) Fundações públicas são entidades da administração indireta dotadas de personalidade jurídica de direito público.

QUESTÃO 18 (2016/CESPE/TCE-PR/ANALISTA DE CONTROLE) Poderá o Estado instituir fundações públicas quando pretender intervir no domínio econômico.

QUESTÃO 19 (2016/CESPE/TJ-DFT/JUIZ) As empresas públicas, que possuem personalidade jurídica de direito público, são organizadas sob qualquer das formas admitidas em direito, estão sujeitas à exigência constitucional de contratação mediante licitação e têm quadro de pessoal instituído pela legislação trabalhista, cuja contratação condiciona-se a prévia aprovação em concurso público.

QUESTÃO 20 (2016/CESPE/TJ-DFT/JUIZ) As sociedades de economia mista, cuja criação e cuja extinção são autorizadas por meio de lei específica, possuem personalidade jurídica de direito privado, são constituídas sob a forma de sociedade anônima e aplica-se ao pessoal contratado o regime de direito privado, com empregados submetidos ao regime instituído pela legislação trabalhista.

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QUESTÃO 21 (2016/CESPE/TCE-PR/ANALISTA DE CONTROLE) Tanto as sociedades de economia mista quanto as empresas públicas devem ter a forma de sociedades anônimas.

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f. Normas comentadas

DECRETO-LEI 200/67

Art. 5º Para os fins desta lei, considera-se:

I - Autarquia - o serviço autônomo, criado por lei, com personalidade jurídica,

patrimônio e receita próprios, para executar atividades típicas da Administração Pública, que requeiram, para seu melhor funcionamento, gestão administrativa

e financeira descentralizada.

( ) IV - Fundação Pública - a entidade dotada de personalidade jurídica de direito privado, sem fins lucrativos, criada em virtude de autorização legislativa, para o desenvolvimento de atividades que não exijam execução por órgãos ou entidades de direito público, com autonomia administrativa, patrimônio próprio gerido pelos respectivos órgãos de direção, e funcionamento custeado por recursos da União e de outras fontes. Defnições trazidas pelo Decreto-lei 200/67 de autarquias e fundações públicos de direito privado.

CONSTITUIÇÃO FEDERAL

Art. 37 ( ) XIX - somente por lei específica poderá ser criada autarquia e autorizada a instituição de empresa pública, de sociedade de economia mista e de fundação, cabendo à lei complementar, neste último caso, definir as áreas de sua

atuação;

Observe que a CF/88 apenas prevê a fundaçao pública de direito privado, sendo que a fundação pública de direito público é reconhecida pela doutrina e jurisprudência.

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Art. 37 (

XX - depende de autorização legislativa, em cada caso, a criação de subsidiárias

das entidades mencionadas no inciso anterior, assim como a participação de

qualquer delas em empresa privada; Essa autorização legislativa pode ser geral e constar somente da lei que autorizou a criação da empresa pública ou sociedade de economia, não sendo necessaria a edição de uma lei para cada subsidiária a ser criada ou para cada participaçao em empresa privada.

)

Art. 173. Ressalvados os casos previstos nesta Constituição, a exploração direta de atividade econômica pelo Estado só será permitida quando necessária aos imperativos da segurança nacional ou a relevante interesse coletivo, conforme definidos em lei.

§ 1º A lei estabelecerá o estatuto jurídico da empresa pública, da sociedade de economia mista e de suas subsidiárias que explorem atividade econômica de produção ou comercialização de bens ou de prestação de serviços, dispondo

sobre:

I - sua função social e formas de fiscalização pelo Estado e pela sociedade;

II - a sujeição ao regime jurídico próprio das empresas privadas, inclusive

quanto aos direitos e obrigações civis, comerciais, trabalhistas e tributários;

III - licitação e contratação de obras, serviços, compras e alienações,

observados os princípios da administração pública;

IV - a constituição e o funcionamento dos conselhos de administração e fiscal,

com a participação de acionistas minoritários;

V - os mandatos, a avaliação de desempenho e a responsabilidade dos

administradores.

§ 2º As empresas públicas e as sociedades de economia mista não poderão

gozar de privilégios fiscais não extensivos às do setor privado.

§ 3º A lei regulamentará as relações da empresa pública com o Estado e a

sociedade. Artigo de leitura obrigatória. Vai ser objeto de uma questão da prova!!!

DIREITO ADMINISTRATIVO

g. Gabarito

1

2

3

4

5

F

F

V

F

F

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8

9

10

V

F

V

V

V

11

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14

15

V

F

F

V

F

16

17

18

19

20

V

F

F

F

V

21

       

F

       

DIREITO ADMINISTRATIVO

h. Breves comentários às questões

QUESTÃO 01 - (2017/CESPE/SEDF) Quando a União cria uma nova secretaria vinculada a um de seus ministérios para repassar a ela algumas de suas atribuições, o ente federal descentraliza uma atividade administrativa a um ente personalizado. Comentário: a banca cometeu dois equívocos: primeiro ao denominar de descentralização o que constitui desconcentração (criação de órgãos); segundo ao afirmar que secretaria (órgão) é ente personalizado (pessoa jurídica), uma vez que os órgãos não possuem personalidade jurídica. São centros de competência despersonalizados. Gabarito: errada

QUESTÃO 02 - (2017/CESPE/SEDF) Por terem personalidade jurídica de direito privado, as sociedades de economia mista não se subordinam hierarquicamente ao ente político que as criou. Exatamente por isso elas não sofrem controle pelos tribunais de contas. Comentário: o enunciado vinha bem até o seu final. De fato as entidades da administração indireta não se subordinam hierarquicamente ao ente criador, porém todas elas estão sujeitas a controle pelos tribunais de contas. Gabarito:

errada.

QUESTÃO 03 - (2017/CESPE/SEDF/Conhecimentos Básicos) Uma autarquia é entidade administrativa personalizada distinta do ente federado que a criou e se sujeita a regime jurídico de direito público no que diz respeito a sua criação e extinção, bem como aos seus poderes, prerrogativas e restrições. Comentário: a assertiva traz uma definição correta de autarquia, destacando a sua natureza pública, o fato de ser entidade administrativa vinculada à administração direta e o regime jurídico de direito público a que está adstrita. Gabarito: correta.

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QUESTÃO 04 - (2017/CESPE/TRE-PE/TÉCNICO JUDICIÁRIO) As autarquias são criadas, extintas e organizadas por atos administrativos. Comentário: na realidade as autarquias são criadas e extintas por lei (ordinária) específica, conforme art. 37, XIX, da Constituição Federal. Quanto à organização, certo o enunciado, pois a organização das autarquias dar-se-á por meio de decreto. Gabarito: errada.

QUESTÃO 05 - (2017/CESPE/SEDF) As autarquias e as empresas públicas têm personalidade jurídica de direito público, e as sociedades de economia mista têm personalidade jurídica de direito privado. Comentário: questão também bem tranquila. Está errada, pois empresas públicas possuem personalidade jurídica de direito privado, pois não são criados por lei, mas sim lei específica autoriza a sua criação, conforme art. 37, XIX, CF. Gabarito: errada.

QUESTÃO 06 - (2017/CESPE/SEDF) Embora sejam entidades dotadas de personalidade jurídica de direito privado, as empresas públicas, como regra geral, estão obrigadas a licitar antes de celebrar contratos destinados à prestação de serviços por terceiros. Comentário: assertiva perfeita, pois todas as entidades integrantes da administração indireta estão, em regra, obrigadas a licitar para contratação de serviços e obras, bem como para suas compras. Gabarito: correta.

QUESTÃO 07 - (2017/CESPE/SEDF) Somente as pessoas administrativas, seja qual for seu nível federativo ou sua natureza jurídica, podem participar do capital das empresas públicas. Comentário: as empresas públicas, quando pluripessoais, podem ser formadas pela conjugação de capital de entes federados (pessoas políticas: União, Estados, DF e Municípios) e entidades administrativas integrantes da administração indireta. Gabarito: errada.

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QUESTÃO 08 - (2016/CESPE/TCE-PA/AUXILIAR TÉCNICO DE CONTROLE EXTERNO) A centralização consiste na execução das tarefas administrativas pelo próprio Estado, por meio de órgãos internos integrantes da administração direta. Comentário: a banca faz a associação correta entre centralização e execução de tarefas por órgãos da administração direta. Mais completa ficaria se associasse também aos agentes públicos. Execução direta de tarefas por meio de agentes públicos e órgãos da administração direta. De qualquer forma, a não menção a agentes não tornou a questão errada. Gabarito: correta.

QUESTÃO 09 - (2016/CESPE/TCE-PA/AUXILIAR TÉCNICO DE CONTROLE EXTERNO) A descentralização administrativa pressupõe a transferência, pelo Estado, da execução de atividades administrativas a determinada pessoa, sempre que o justificar o princípio da eficiência. Comentário: assertiva correta, fazendo a devida associação entre descentralização e transferência de execução de atividades administrativas a outras pessoas. Como a banca não especificou descentralização legal ou negocial não há necessidade de se preocupar com características atinentes a cada uma delas. A banca trouxe a regra geral de descentralização, inclusive vinculando-a com acerto ao princípio da eficiência. Gabarito: correta.

QUESTÃO 10 - (2016/CESPE/PREFEITURA DE SÃO PAULO) O aspecto mais relevante que caracteriza a administração indireta é o fato de ela ser, ao mesmo tempo, titular e executora de serviço público. Comentário: atenção para o conteúdo dessa questão, pois o CESPE com esses argumentos fará a distinção entre descentralização legal (outorga) e descentralização negocial (delegação). Na primeira, transfere-se titularidade e execução do serviço (ex. criação de autarquias e fundações); na segunda, transfere-se apenas a execução (ex. contratos firmados com concessionárias e permissionárias). Gabarito: correta.

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QUESTÃO 11 - (2016/CESPE/ANVISA/TÉCNICO ADMINISTRATIVO) Não existe hierarquia entre o Ministério da Saúde e a ANVISA. Comentário: de um lado Ministério da Saúde como órgão da União, integrante da administração direta. Do outro ANVISA, autarquia especial criada como agência reguladora, integrante da administração indireta. Entre administração direta e indireta não existe hierarquia. Gabarito: correta.

QUESTÃO 12 - (2016/CESPE/PREFEITURA DE SÃO PAULO) Tanto a administração direta quanto a indireta são compostas por órgãos e por pessoas jurídicas administrativas, com a diferença de que todas as que integram a administração indireta estão submetidas a regime de direito privado. Comentário: a administração direta é composta de pessoas políticas, todas com personalidade jurídica de direito público e sujeitas a regime jurídico de direito público. Já a administração indireta é composta por pessoas administrativas, sendo que autarquias e fundações autárquicas são pessoas jurídicas de direito público e sujeitas a regime jurídico de direito público, ao passo que empresas públicas, sociedades de economia mista e fundações públicas de direito privado são pessoas jurídicas de direito privado sujeitas a regime jurídico hibrido (direito público e direito privado). Gabarito: errada

QUESTÃO 13 - (2016/CESPE/TRT - 8ª REGIÃO/TÉCNICO JUDICIÁRIO) A autarquia inicia-se com a inscrição de seu ato constitutivo em registro público. Comentário: o registro do ato constitutivo constitui momento de criação para as pessoas jurídicas de direito privado, tais como empresas públicas, sociedades de economia mista e fundações públicas de direito privado. Para as autarquias e fundações autárquicas, que são pessoas jurídicas de direito público, o momento de nascimento (criação/aquisição de personalidade jurídica) coincide com a vigência da lei específica criadora. Gabarito: errada

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QUESTÃO 14 - (2016/CESPE/PC-PE/ESCRIVÃO DE POLÍCIA) Como pessoa jurídica de direito público, a autarquia realiza atividades típicas da administração pública. Comentário: muita atenção nesse ponto, pois aqui reside pegadinha que o CEBRASPE/CESPE gosta de utilizar. Autarquias desempenham atividades típicas da administração pública, ao passo que fundações desempenham atividades típicas e atípicas. Gabarito: correta.

QUESTÃO 15 (2016/CESPE/TCE-PR/ANALISTA DE CONTROLE) Cabe às autarquias a execução de serviços públicos de natureza social, de atividades administrativas e de atividades de cunho econômico e mercantil. Comentário: autarquias e fundações não desempenham atividades de cunho econômico e mercantil. Tais atividades são executadas por empresas públicas e sociedades de economia mista quando necessário aos imperativos da segurança nacional ou a relevante interesse coletivo, conforme definido em lei (art. 173. CF). Gabarito: errada.

QUESTÃO 16 (2016/CESPE/TRT - 8ª Região (PA e AP)/ Técnico Judiciário) Os conselhos profissionais são considerados autarquias profissionais ou corporativas. Comentário: o enunciado está perfeito. CREA, CRM, dentre outros conselhos, são autarquias. Contudo, muito cuidado com a OAB. De acordo com o STF, a OAB é uma pessoa jurídica de direito público, porém não se enquadra como autarquia, não sendo obrigada a realizar concursos públicos nem a prestar contas ao TCU (ADI 3026/DF). Gabarito: correta

QUESTÃO 17 (2016/CESPE/FUB/ASSISTENTE EM ADMINISTRAÇÃO) Fundações públicas são entidades da administração indireta dotadas de personalidade jurídica de direito público.

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Comentário: de acordo com doutrina e jurisprudência existem duas fundações:

uma de direito público (fundação autárquica) e outra de direito privado. Gabarito: errada

QUESTÃO 18 (2016/CESPE/TCE-PR/ANALISTA DE CONTROLE) Poderá o Estado instituir fundações públicas quando pretender intervir no domínio econômico. Comentário: vimos nessa aula que autarquias e fundações não podem desempenhar atividades econômicas. Quando o Poder Público tiver esse objetivo, deverá valer-se, nos casos de imperativo à segurança nacional e aos interesses coletivos, de sociedades de economia mista e empresas públicas. Gabarito: errada

QUESTÃO 19 (2016/CESPE/TJ-DFT/JUIZ) As empresas públicas, que possuem personalidade jurídica de direito público, são organizadas sob qualquer das formas admitidas em direito, estão sujeitas à exigência constitucional de contratação mediante licitação e têm quadro de pessoal instituído pela legislação trabalhista, cuja contratação condiciona-se a prévia aprovação em concurso público. Comentário: questão cujo conteúdo contém apenas uma informação equivocada: as empresas públicas são pessoas jurídicas de direito privado. Gabarito: errada

QUESTÃO 20 (2016/CESPE/TJ-DFT/JUIZ) As sociedades de economia mista, cuja criação e cuja extinção são autorizadas por meio de lei específica, possuem personalidade jurídica de direito privado, são constituídas sob a forma de sociedade anônima e aplica-se ao pessoal contratado o regime de direito privado, com empregados submetidos ao regime instituído pela legislação trabalhista. Comentário: assertiva traz diversas lições sobre sociedade de economia mista, não contendo nenhum erro. Tratou da autorização legislativa para criação, da

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forma jurídica obrigatoriamente sociedade anônima e do regime de trabalho celetista. Gabarito: correta

QUESTÃO 21 (2016/CESPE/TCE-PR/ANALISTA DE CONTROLE) Tanto as sociedades de economia mista quanto as empresas públicas devem ter a forma de sociedades anônimas. Comentário: a forma sociedade anônima só é obrigatória para as sociedades de economia mista, podendo as empresas públicas terem qualquer forma jurídica admissível no direito. Gabarito: errada.