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JUL 2003 NBR ISO 14015 Gestão ambiental - Avaliação ambiental de locais e organizações (AALO)
JUL 2003
NBR ISO 14015
Gestão ambiental - Avaliação ambiental
de locais e organizações (AALO)
Origem: Projeto 38:000.02-001:2003
ABNT/CB-38 - Comitê Brasileiro de Gestão Ambiental
CE-38:000.02 - Comissão de Estudo de Auditoria Ambiental e Investigações
Correlatas
NBR ISO 14015 - Environmental management - Environmental assessment of
sites and organizations (EASO)
Esta Norma é equivalente à ISO 14015:2001
Válida a partir de 01.09.2003
Palavras-chave: Meio ambiente. Gestão ambiental.
Auditoria ambiental
18 páginas

Sumário

Prefácio

Introdução

1

Escopo

2

Termos e definições

3

Funções e responsabilidades

3.1

Cliente

3.2

Representante do avaliado

3.3

Avaliador

4

Processo da avaliação

4.1

Geral

4.2

Planejamento

4.3

Coleta de informações e validação

4.4

Avaliação

5

Relatório

5.1

Conteúdo do relatório

5.2

Forma do relatório

5.3

Distribuição do relatório

Bibliografia

Prefácio

A ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas - é o Fórum Nacional de Normalização. As Normas Brasileiras, cujo conteúdo é de responsabilidade dos Comitês Brasileiros (ABNT/CB) e dos Organismos de Normalização Setorial (ABNT/ONS), são elaboradas por Comissões de Estudo (CE), formadas por representantes dos setores envolvidos, delas fazendo parte: produtores, consumidores e neutros (universidades, laboratórios e outros).

Os Projetos de Norma Brasileira, elaborados no âmbito dos ABNT/CB e ABNT/ONS, circulam para Consulta Pública entre os associados da ABNT e demais interessados.

Nesta Norma foram incluídas notas de rodapé na Introdução e em 2.11, para proporcionar melhor esclarecimento quanto à interpretação do texto.

Introdução

As organizações estão cada vez mais interessadas em compreender as questões ambientais associadas aos seus locais e atividades, ou aquelas com potencial de aquisição. Estas questões e suas conseqüências comerciais associadas podem ser apreciadas por intermédio de uma avaliação ambiental de locais e organizações (AALO).Tal avaliação pode ser realizada durante as operações, no momento da aquisição ou na alienação dos ativos, e pode ser conduzida como parte de um processo de avaliação mais amplo do negócio normalmente referenciado como “due diligence”.

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NBR ISO 14015:2003

Esta Norma fornece orientação para conduzir uma AALO. Ela proporciona a base para a harmonização da terminologia utilizada e para a abordagem estruturada, consistente, transparente e objetiva na condução das avaliações ambientais. Ela pode ser usada por todas as organizações, incluindo empresas de pequeno e médio porte, atuando em qualquer parte do mundo. Esta Norma é flexível em sua aplicação e pode ser usada para auto-avaliações, bem como para avaliações externas, com ou sem a necessidade do emprego de uma terceira parte. Espera-se que os usuários desta Norma sejam indústrias, antigos, atuais e possíveis futuros usuários de locais específicos e organizações com interesse financeiro na indústria ou local (por exemplo: bancos, companhia de seguros, investidores e proprietários). Esta Norma está adequada para ser usada por ocasião da transferência de responsabilidades e obrigações.

A informação usada durante uma AALO pode ser derivada de fontes que incluam auditorias de sistema de gestão

ambiental, auditoria de conformidade legal, avaliações de impacto ambiental, avaliações de desempenho ambiental ou investigações locais. Algumas destas avaliações ou investigações podem ter sido conduzidas utilizando-se outras normas pertinentes da ISO ou da ABNT (por exemplo: NBR ISO 14001, NBR ISO 14011 1) ou ISO 14031).

Por meio do processo da avaliação de informações, tanto as existentes quanto as recém-obtidas, uma AALO visa formular conclusões relativas às conseqüências nos negócios, associadas aos aspectos e às questões ambientais.

É recomendável que as conclusões de uma AALO sejam baseadas em informações objetivas. Na ausência de informações validadas, um avaliador AALO pode ser requerido para exercer julgamento profissional na avaliação da informação ambiental disponível e formulação de conclusões.

Esta Norma não fornece orientação para investigações intrusivas ou remediação de locais. Todavia, se requerido pelo cliente elas podem ser realizadas de acordo com outras normas ou procedimentos.

1 Escopo

Esta Norma fornece orientação de como conduzir uma avaliação ambiental de locais e organizações (AALO) por meio de um processo sistemático de identificação de aspectos e questões ambientais, e como determinar, se apropriado, suas conseqüências nos negócios.

Esta Norma inclui as funções e responsabilidades das partes envolvidas na avaliação (o cliente, o avaliador e o representante do avaliado) e os estágios do processo da avaliação (planejamento, coleta e validação das informações, avaliação e relatório). O processo para condução de uma AALO é mostrado na figura 1.

Esta Norma não fornece orientação de como conduzir outros tipos de avaliação ambiental, tais como:

a) análise crítica ambiental inicial;

b) auditorias ambientais (incluindo sistemas de gestão ambiental e auditorias de conformidade legal);

c) avaliações de impacto ambiental; ou

d) avaliações de desempenho ambiental

Investigações intrusivas e remediações de locais, bem como a decisão de realizá-las, estão fora do escopo desta Norma.

Esta Norma não foi elaborada para ser usada como um padrão de especificação para propósitos de certificação ou registro

ou

para o estabelecimento dos requisitos de sistemas de gestão ambiental.

O

uso desta Norma não implica que outros padrões e legislações sejam impostos ao cliente ou aos avaliados.

1) Para os efeitos desta Norma, a NBR ISO 19011 substitui a NBR ISO 14011.

NBR ISO 14015:2003

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Início

Início Planejamento (4.2) Objetivos da avaliação (4.2.2) Representante do avaliado (3.2) Cliente (3.1) -

Planejamento (4.2)

Objetivos da avaliação (4.2.2)

Representante do

avaliado (3.2)

Cliente (3.1)

-

-

Escopo da avaliação (4.2.3)

-

Critério da avaliação (4.2.4)

 

Avaliador (3.3)

Plano da avaliação (4.2.5)

 
 
 
 
 
   

Coleta de

informações e

validação (4.3)

Avaliação (4.4) (ver figura 2)

  Coleta de informações e validação (4.3) Avaliação (4.4) (ver figura 2) Relatório (seção 5)
  Coleta de informações e validação (4.3) Avaliação (4.4) (ver figura 2) Relatório (seção 5)
  Coleta de informações e validação (4.3) Avaliação (4.4) (ver figura 2) Relatório (seção 5)
  Coleta de informações e validação (4.3) Avaliação (4.4) (ver figura 2) Relatório (seção 5)

Relatório

(seção 5)

NOTA - Os números entre parênteses referem-se às subseções desta Norma. As linhas tracejadas indicam que o avaliado não está necessariamente envolvido em uma AALO como descrito nesta Norma (ver nota 3.1).

Figura 1 - Processo para condução de uma avaliação ambiental de locais e organizações

2 Termos e definições

Para os efeitos desta Norma, aplicam-se os seguintes termos e definições:

2.1

avaliado local ou organização que está sendo avaliada

2.2

avaliador pessoa, com competência suficiente, designada para conduzir ou participar de uma determinada avaliação

NOTA - Um avaliador pode ser interno ou externo à organização objeto da avaliação. Mais do que um avaliador pode ser requerido para garantir uma adequada cobertura para todos assuntos pertinentes, como, por exemplo, quando existe a necessidade de uma determinada especialidade.

2.3

conseqüência no negócio impacto real ou potencial (financeiro ou outro, positivo ou negativo, qualitativo ou quantitativo) das questões ambientais identificadas e avaliadas

2.4

cliente organização que solicitou a avaliação

EXEMPLOS: O proprietário do local, o avaliado ou outra parte qualquer.

2.5

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NBR ISO 14015:2003

meio ambiente circunvizinhança em que uma organização opera, incluindo ar, água, solo, recursos naturais, flora, fauna, seres humanos e suas inter-relações

NOTA - Neste contexto, circunvizinhança estende-se do interior das instalações para o sistema global.

[NBR ISO 14001:1996]

2.6

aspecto ambiental elemento das atividades, produtos ou serviços de uma organização que pode interagir com o meio ambiente

NOTA - Um aspecto ambiental pode ser relacionado às atividades passadas, presentes e futuras, produtos e serviços.

2.7

avaliação ambiental de locais e organizações AALO processo para identificar objetivamente os aspectos ambientais, para identificar questões ambientais e para determinar as conseqüências nos negócios em locais e organizações, como resultado de atividades passadas, presentes e de expectativas futuras

NOTA - A determinação das conseqüências nos negócios é opcional, a critério do cliente.

2.8

impacto ambiental qualquer modificação do meio ambiente, adversa ou benéfica, que resulte no todo ou em parte das atividades, produtos ou serviços de uma organização

[NBR ISO 14001:1966]

2.9

questões ambientais questões para as quais informações validadas dos aspectos ambientais divergem dos critérios selecionados e podem resultar em responsabilidade legal ou benefícios, que afetem a imagem pública do avaliado ou do cliente, ou outros custos

2.10

sistema de gestão ambiental parte do sistema de gestão global que inclui estrutura organizacional, atividades de planejamento, responsabilidades, práticas, procedimentos, processos e recursos para desenvolver, implementar, atingir, analisar criticamente e manter a política ambiental

[NBR ISO 14001:1996]

2.11

investigações intrusivas amostragem e ensaio utilizando instrumentos e/ou exigindo a interferência física 1)

2.12

organização companhia, corporação, firma, empresa ou instituição, ou parte ou combinação destas, pública ou privada, sociedade anônima, limitada ou com outra forma estatutária, que tem funções e estrutura administrativa próprias

NOTA - Para organizações com mais de uma unidade operacional, cada unidade isolada pode ser definida como uma organização.

2.13

representante do avaliado pessoa autorizada para representar o avaliado

1) Ensaio, amostragem ou interferência física podem ser interpretados também como perfuração no solo em diversos níveis para análise quanto à presença de substâncias perigosas provenientes de passivos ambientais.

NBR ISO 14015:2003

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2.14

local localização com limites geográficos definidos, onde as atividades podem ser realizadas sob o controle de uma organização

NOTA - Os limites geográficos podem ser na terra e na água, incluindo as estruturas acima ou abaixo da superfície, quer sejam naturais ou feitas pelo homem.

2.15

validação processo pelo qual o avaliador determina que a informação coletada é precisa, confiável, suficiente e apropriada para atingir os objetivos da avaliação

3 Funções e responsabilidades

3.1 Cliente

É recomendável que as responsabilidades e atividades do cliente incluam;

a) determinar a necessidade da avaliação,

b) definir os objetivos da avaliação,

c) determinar o escopo e os critérios da avaliação, se apropriado, consultando o avaliador,

d) selecionar o(s) avaliador(es),

e) fornecer instruções para o(s) avaliador(es),

f) definir quais as partes da avaliação (planejamento, coleta de informações e validação, avaliação e relatório) serão

conduzidas pelo avaliador e quais as partes serão de responsabilidade do cliente; esta situação pode requerer uma

identificação da coordenação com outros especialistas,

g) identificar e determinar as áreas prioritárias para avaliação, se apropriado,

h) contatar o representante do avaliado, se apropriado, para obter total cooperação e para iniciar o processo,

i) aprovar o plano da avaliação,

j) prover a autoridade e os recursos apropriados necessários para possibilitar que a avaliação seja conduzida,

k) fornecer ao avaliador as informações necessárias para realizar a avaliação, e

l) receber os resultados da avaliação e determinar a sua distribuição.

Antes da divulgação de qualquer resultado da avaliação a terceiros, é recomendável que o cliente decida se deve informar ao representante do avaliado.

NOTA - O cliente, o avaliador e o representante do avaliado podem ser da mesma organização.

3.2 Representante do avaliado

É recomendável que as funções e atividades do representante do avaliado incluam:

a) providenciar o acesso às áreas e às informações pertinentes para atingir os objetivos da avaliação,

b) informar aos funcionários e às demais partes pertinentes sobre o processo da avaliação,

c) fornecer ou auxiliar na provisão de pessoal adequado para as entrevistas,

d)

fornecer pessoal para dar assistência ao processo da avaliação, se solicitado,e

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NBR ISO 14015:2003

e) fornecer ao avaliador um ambiente seguro de trabalho.

A critério do cliente, o representante do avaliado pode participar da definição do escopo e do plano da avaliação, bem

como pode receber os resultados da avaliação.

As funções do representante do avaliado não se aplicam se a avaliação for realizada sem o conhecimento do avaliado, ou se as partes responsáveis envolvidas, locais e/ou organização, não puderem ser identificadas.

3.3 Avaliador

As funções e responsabilidades de um avaliador são em alguns casos diferentes daquelas atribuídas ao auditor. Enquanto um auditor verifica informações existentes, comparando-as aos critérios estabelecidos, um avaliador também coleta novas informações e é regularmente requisitado para avaliar informações que determinem suas conseqüências nos negócios.

É recomendável que na condução da avaliação ambiental de locais e organizações, um avaliador utilize o zelo, conhecimento, habilidade e julgamento esperados de qualquer avaliador em circunstâncias similares. É recomendável que um avaliador seja discreto e mantenha a confidencialidade, a menos que por força da lei ou de regulamentações seja necessário agir de outra forma.

É recomendável que as responsabilidades e as atividades do avaliador ou do líder da equipe, quando mais que um

avaliador estiver envolvido, incluam;

a) assessorar o cliente, quando requisitado, para determinar os objetivos, o escopo (incluindo a identificação e a

determinação da prioridade das áreas a serem avaliadas) e os critérios da avaliação,

b) combinar com o cliente sobre o método e a forma do relatório,

c) preparar o plano da avaliação e obter a aprovação do cliente e, se apropriado, do representante do avaliado,

d) elaborar e manter os documentos de trabalho, tais como listas de verificação e protocolos,

e) garantir que as habilidades necessárias estejam disponíveis, visando a atingir os objetivos da avaliação e, se

apropriado, montar uma equipe de avaliadores,

f) obter a aprovação da equipe de avaliadores pelo cliente,

g) obter as informações iniciais,

h) indicar os membros da equipe de avaliadores para conduzir as partes componentes da avaliação,

i) recolher e validar as informações de acordo com o plano da avaliação,

j) identificar e avaliar as questões ambientais,

k) determinar as conseqüências nos negócios, se solicitado pelo cliente, e

l) preparar e fornecer o relatório para o cliente, se solicitado.

Esta Norma não fornece orientações quanto à competência e às qualificações do avaliador. Entretanto, o desempenho de uma avaliação ambiental requer suficiente

- educação,

- treinamento, e

- experiência de trabalho pertinente,

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bem como conhecimento, e competência em:

- leis e regulamentos pertinentes e documentos correlatos,

- ciências e tecnologias ambientais,

- economia e as áreas de negócios pertinentes,

- aspectos técnicos e ambientais das operações (comerciais),

- disponibilidades operacionais, e

- técnicas de avaliação.

4 Processo da avaliação

4.1 Geral

O processo da avaliação envolve o planejamento da avaliação, a coleta e validação das informações, análise das informações e relatório da avaliação.

O processo pode incluir a identificação da oportunidade de negócio, se for solicitado especificamente pelo cliente.

4.2 Planejamento

4.2.1 Geral

Uma vez acordada a realização de uma avaliação, é recomendável que ela seja planejada. O planejamento inclui definir e acordar sobre os objetivos, o escopo e os critérios da avaliação, e o desenvolvimento do plano da avaliação.

4.2.2 Objetivos da avaliação

É recomendável que a avaliação atenda os objetivos definidos pelo cliente. Os objetivos de uma AALO podem incluir

- a identificação, coleta e avaliação das informações dos aspectos e questões ambientais associados ao local e/ou organização; e quando desejado,

-

a determinação das conseqüências nos negócios das questões ambientais associadas ao local e/ou organização.

4.2.3

Escopo da avaliação

O escopo estabelece os limites e o foco da avaliação.

A critério do cliente, o escopo pode ou não incluir a determinação das conseqüências nos negócios.

No desenvolvimento do escopo da avaliação, é recomendável que os seguintes pontos sejam considerados:

- as categorias dos aspectos ambientais a serem avaliados;

- quaisquer impactos ambientais que outros locais e/ou organizações possam ter no avaliado;

- limites físicos do avaliado (por exemplo, local, parte do local);

- locais adjacentes ou próximos, onde aplicável;

- limites organizacionais, incluindo seus relacionamentos, ou atividades envolvendo empreiteiros, fornecedores, organizações (por exemplo, armazenagem de resíduos dispostos fora dos limites do local da avaliação), pessoa física, antigos ocupantes;

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- período de cobertura (por exemplo passado, presente ou futuro):

- com relação às atividades do avaliado e/ou do cliente (por exemplo, operações correntes, planos de mudanças, expansão, demolição, descomissionamento, reconstrução);

- com relação ao desenvolvimento desse critério (ver 4.2.4); e

- o alcance das conseqüências dos custos para os negócios, se aplicável.

O escopo pode definir ou limitar a inclusão de qualquer local e organização na relação da avaliação. A critério do cliente, o

escopo pode ser corrigido antes do início da avaliação. É recomendável que qualquer mudança seja registrada e comunicada às partes interessadas.

O cliente pode identificar elementos dentro do escopo que mereçam uma atenção prioritária durante a avaliação. As prioridades são tipicamente demonstradas com base nas informações disponíveis por ocasião do planejamento da avaliação. A identificação das prioridades não exime o avaliador da obrigação de levar em consideração todo o escopo durante a avaliação.

4.2.4 Critérios da avaliação

É recomendável que os critérios sejam identificados comparando-os com as informações colhidas que serão avaliadas. Podem ser incluídos os seguintes critérios da avaliação, sem, entretanto, restringi-los a

- exigências legais atualmente aplicáveis e previsíveis (por exemplo concessões, permissões, leis e regulamentos ambientais e políticas regulatórias),

- outras exigências ambientais solicitadas pelo cliente (por exemplo, procedimentos e políticas organizacionais, condições ambientais específicas, práticas de gestão, sistemas e requisitos de desempenho, códigos de práticas e condutas industriais e profissionais),

- exigências, direitos ou reivindicações em potencial do interesse de terceiros (por exemplo, companhias de seguro, organizações financeiras), e

-

considerações tecnológicas.

4.2.5

Plano da avaliação

É recomendável que o plano da avaliação inclua o seguinte, onde aplicável:

- identificação do cliente, do representante do avaliado e do(s) avaliador(es);

- escopo e objetivos da avaliação;

- critérios de avaliação;

- áreas prioritárias de avaliação;

- funções e responsabilidades;

- idioma a ser utilizado na avaliação e no relatório;

- programação da avaliação, incluindo as datas e a duração;

- recursos necessários (por exemplo, humanos, financeiros, tecnológicos);

- resumo dos procedimentos da avaliação a serem utilizados;

- sumário dos documentos de referência, listas de verificação, protocolos e outros documentos necessários ao trabalho que serão utilizados;

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- requisitos do relatório; e

- requisitos de confidencialidade.

Possíveis limitações que possam influir na avaliação devem ser identificadas no plano da avaliação. Tais limitações incluem:

- tempo disponível para a avaliação;

- recursos disponíveis para a avaliação;

- acesso às áreas pertinentes

- informações disponíveis; e

- comunicação com o pessoal ou acesso aos documentos pertinentes.

É recomendável que o cliente realize uma análise crítica do plano da avaliação e aprove-o. É recomendável que o plano da

avaliação seja comunicado ao representante do avaliado, se apropriado.

4.3 Coleta de informações e validação

4.3.1 Geral

A avaliação é baseada nas informações validadas sobre os aspectos ambientais coletados por ocasião da análise crítica dos documentos e registros existentes (ambos antes e durante a visita ao local da avaliação), observando-se as atividades, as condições físicas e as entrevistas.

É recomendável que o processo de coleta de informações dos aspectos ambientais seja consistente com os objetivos, o

escopo e os planos de avaliação. É recomendável que, durante a coleta de informações, o avaliador assegure que estas sejam suficientes, pertinentes e exatas para os propósitos da avaliação. As informações coletadas são aplicáveis somente no momento da coleta, uma vez que mudanças de condições podem alterar a sua validade.

É recomendável que o avaliador se empenhe em coletar informações suficientes, de modo que constatações individuais e

consolidações de constatações menos significativas, as quais possam afetar quaisquer conclusões, sejam levadas em consideração.

Exemplos de tipos de informações que venham a ser necessárias para a avaliação são apresentadas na Ajuda Prática n o 1.

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NBR ISO 14015:2003

Ajuda Prática n o 1

Exemplos de informações que podem ser consideradas numa AALO a

- localização;

- características físicas (por exemplo, hidrogeologia);

- locais avaliados, adjacências e cercanias;

- uso do solo;

- instalações, processos e operações

- sensibilidade do local;

- matérias-primas, sub-produtos e produtos (incluindo materiais perigosos);

- manuseio e armazenagem de materiais;

- emissões e descargas para o ar, água e solo;

- armazenagem, manuseio e disposição de resíduos;

- planejamento de controle e prevenção de incêndio, de contenção de derrames e de outras emergências;

- águas de tempestades e inundações;

- segurança e saúde pública e ocupacional;

- requisitos legais, organizacionais e outros requisitos, descumprimentos e não-conformidades;

- relacionamento com partes externas.

a Nem todos estes exemplos serão considerados para todos os locais ou organizações, e outros podem ser aplicados.

4.3.2 Examinando os registros e documentos existentes

É recomendável que o avaliador colete e faça uma análise crítica dos documentos e registros, a fim de obter entendimento

suficiente do local e/ou organização, sem a desnecessária duplicação de esforços investigativos anteriores. Exemplos de tipos de registros e documentos que podem ser considerados estão relacionados na Ajuda Prática n o 2.

É recomendável que fontes múltiplas de informação sejam analisadas criticamente, para confirmar qualquer constatação

específica. Informações podem ser obtidas do avaliado ou de qualquer outra fonte. É recomendável que o avaliado não retenha, sem motivo razoável, as informações solicitadas. Se isto ocorrer, é recomendável que seja considerado como uma limitação da análise crítica. Outras limitações e restrições dessa análise crítica podem incluir tempo, custos e confidencialidade.

É recomendável que o avaliador mantenha os documentos de trabalho para apoiar o processo de coleta de informações.

Durante a coleta e análise crítica das informações, é importante que o avaliador registre o tipo, a fonte, a qualidade e a

confiabilidade das informações. Isto permitirá que a informação seja validada com melhor efetividade, como discutido em 4.3.5.

NBR ISO 14015:2003

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Ajuda Prática n o 2

Exemplos de documentos e fontes que podem ser consideradas em uma AALO a

Documentos

Fontes

- mapas, plantas e fotografias;

Externas

- registros históricos;

agências governamentais (nacionais, locais, regula- tórias, planejamento);

-

- registros geológicos/hidrológicos;

- arquivos;

- registros geotécnicos;

- empresas de utilidades;

- registros de embarque e manuseio;

- publicações comerciais;

folhas de dados de segurança (folhas de dados de segurança do material);

-

- códigos de práticas industriais;

- ordens de serviço;

- serviços de emergência;

- procedimentos e resultados de monitoramento;

- companhias de seguro.

documentos do processo (por exemplo, balanço de material);

-

Internas

- departamento de saúde, segurança e meio ambiente;

- registros de manutenção;

- departamento de engenharia;

- inventários;

- departamento de produção;

registros oficiais (por exemplo, aterros, locais contaminados);

-

- departamento de aquisição;

planos de contingência e outros planos de atendimento;

-

- pesquisa e desenvolvimento;

- gerência de ativos;

registros de treinamento em saúde, segurança e meio ambiente;

-

- gerência de instalações industriais;

- registros de acidentes;

- departamento de treinamento;

- permissões/licenças/notificações;

- departamento jurídico;

- organogramas (responsabilidades e tarefas);

- departamento de finanças e contabilidade;

- auditorias e outros relatórios;

- departamento de relações públicas;

- registros de não-conformidade e descumprimento;

- departamento de recursos humanos;

- reclamações;

- departamento médico.

- políticas da organização, planos e sistemas de gestão;

- necessidade de seguro;

- contratos com fornecedores e outras partes externas;

- registros de treinamento.

a Nem todos estes exemplos serão considerados para todos os locais ou organizações, e outros podem ser aplicáveis.

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4.3.3 Observando as atividades e condições físicas

É recomendável que o avaliador observe e registre a informação, considerando a condição física do local ou organização,

devido às atividades passadas e às operações correntes. Exemplos de elementos dentro e fora do local que podem ser observados, são apresentados na Ajuda Prática n o 3.

As observações podem levar em consideração informações provenientes dos documentos analisados criticamente, incluindo informações das pesquisas em arquivos e registros históricos, encontrados dentro e fora do local.

É recomendável que as observações sejam limitadas àquelas possíveis de serem detectadas, utilizando os sentidos

naturais. É recomendável que o avaliador, fundamente as observações com fotografias e/ou registros escritos, onde praticável, de acordo com o plano da avaliação.

É recomendável que o avaliador confirme os limites físicos do local e de quaisquer operações associadas, de acordo com

o escopo e o plano da avaliação. Havendo qualquer parte da organização ou do local sujeita à avaliação onde o avaliador seja incapaz de ter acesso, é recomendável que essa limitação seja registrada no relatório de avaliação.

É recomendável que o avaliador mantenha-se fiel a todos os requisitos de segurança aplicáveis, para as visitas/inspeções

no local.

Ajuda Prática n o 3

Exemplos de elementos que podem ser observados em uma AALO a

Atividades

- gerenciamento de resíduos;

- manuseio de produtos e materiais;

- operações dos processos;

- gerenciamento dos efluentes de água;

- controle de emissão atmosférica;

- descargas para corpos hídricos;

- utilização dos locais.

Condições físicas

- estações de tratamento de águas residuárias e sistemas de esgoto;

- sistemas de aquecimento e refrigeração;

- tubulação e ventilação;

- contenções, drenos e caixas coletoras;

- recipientes / tanques de estocagem;

- fornecimento de serviços de utilidades;

- ruído, luz, vibração ou calor;

- odor, poeira, fumaça, particulado;

- águas superficiais e paisagem local;

- entorno dos locais e locais e organizações adjacentes;

- condições do solo e aqüíferos subterrâneos;

- superfícies manchadas ou descoloradas;

- flora e fauna afetadas;

- aterros;

- edificações, instalações e equipamentos;

- estocagem de material;

- materiais, produtos e substâncias perigosas;

- equipamento de controle de incêndio e de emergência.

a Nem todas estas aplicações serão consideradas para todos os locais ou organizações, e outras podem ser aplicáveis.

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4.3.4 Entrevistando

4.3.4.1 Objetivo

A entrevista é um meio de coletar informações para confirmar ou ampliar as informações decorrentes das análises dos registros e documentos existentes, e das observações das condições físicas e das atividades.

4.3.4.2 Entrevistados

Com a aprovação do cliente e do representante do avaliado, o pessoal avaliado responsável ou envolvido com as atividades e processos que estão sendo avaliados pode ser entrevistado. As entrevistas também podem ser efetuadas, se apropriado, com indivíduos ou grupos internos ou externos ao local ou organização, se suas informações forem de valor para a avaliação. Exemplos de várias categorias de entrevistados estão listados na Ajuda Prática n o 4.

Ajuda Prática n o 4

Exemplos de entrevistados a

- gerência;

- especialistas em meio ambiente;

- pessoal responsável pelas atividades;

- operadores;

- pessoal de manutenção;

- empregados antigos e aposentados;

- agências reguladoras de meio ambiente;

- Corpo de Bombeiros;

- serviços de emergência;

- departamentos de Saúde;

- autoridades municipais;

- vizinhança do local;

- consultores legais;

- pessoal interno de segurança e saúde ocupacional;

- empreiteiros;

- pessoal de aquisição;

- antigos ocupantes.

a Nem todos estes serão entrevistados para todo local ou organização, e outros podem ser incluídos.

4.3.4.3 Conteúdo

Entre outras questões, os entrevistados podem ser solicitados, onde pertinente,

-

para descrever a natureza do seu trabalho, o modo como está sendo conduzido no momento e como foi no passado,

e

- para informação sobre o uso do local, condições e histórico, com particular referência aos eventos que tenham ocorrido, estejam ocorrendo ou que possam provocar um impacto ambiental.

4.3.4.4

Limitações

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NBR ISO 14015:2003

É recomendável que o entrevistado não seja obrigado a fornecer respostas, pois pode estar incapacitado para fornecê-las

por completo, em virtude de seus conhecimentos limitados. É recomendável que os avaliadores qualifiquem as suas constatações adequadamente.

É recomendável que o avaliador verifique se a falta de informação do entrevistado não é causada pela falta de comunicação, incluindo habilidade no idioma e na linguagem.

4.3.4.5 Conclusões

É recomendável que os resultados de cada entrevista sejam resumidos. É recomendável que quaisquer conclusões tiradas

sejam confirmadas onde possível.

4.3.5 Validação da informação

Logo que a informação for coletada, é recomendável que ela seja validada quanto à sua precisão, confiabilidade, suficiência e adequação, para os propósitos de atingir os objetivos da avaliação.

É recomendável que as conseqüências para a avaliação de quaisquer limitações de informações sejam determinadas e

comunicadas ao cliente o mais breve possível.

Se uma informação de valor for coletada fora do escopo da avaliação, mas que possa contribuir para alcançar os objetivos da avaliação, é recomendável que ela seja comunicada ao cliente.

Na ausência da informação validada, um avaliador AALO pode ser requisitado para exercer um julgamento profissional quanto à avaliação de uma informação disponível sobre o meio ambiente e extrair conclusões. Entretanto, é sempre preferível basear as conclusões em informações validadas.

4.4 Avaliação

4.4.1 Geral

A informação validada dos aspectos ambientais fornece a entrada para o processo de avaliação. Este processo consiste em duas etapas: identificar questões ambientais e determinar as conseqüências no negócio, como mostrado na figura 2. A critério do cliente, estas duas etapas podem ser conduzidas por partes distintas, particularmente quando o cliente puder requisitar outro especialista (por exemplo, técnico, legal ou financeiro) para determinar as conseqüências nos negócios.

NBR ISO 14015:2003

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Informação validada dos aspectos ambientais

(4.3)

Identificar
Identificar

Questões ambientais

(4.4.2)

Critérios de avaliação

(4.2.4)

Critérios de avaliação (4.2.4)
Critérios de avaliação (4.2.4)
Avaliar e determinar
Avaliar e
determinar
Conseqüências nos negócios (4.4.3)
Conseqüências nos negócios
(4.4.3)
Considerações para julgamento (4.4.3)
Considerações para
julgamento
(4.4.3)

NOTA - Os números dentro dos parênteses se referem a subseções desta Norma. As linhas tracejadas indicam que a determinação das conseqüências nos negócios não é necessariamente parte de uma AALO, como descrito nesta Norma.

Figura 2 - Processo de avaliação

4.4.2 Identificando as questões ambientais

Para identificarem as questões ambientais, a informação validada dos aspectos ambientais é comparada com os critérios selecionados. Uma questão ambiental é identificada no caso onde a informação validada diverge dos critérios selecionados e pode resultar em:

- responsabilidade civil ou benefícios para a organização,

- efeitos sobre a imagem pública do cliente ou do avaliado, ou

- outros custos.

Questões que possam ser menos pertinentes sob a perspectiva do negócio podem ser ambientalmente pertinentes e vice- versa.

Os resultados dessa etapa são identificados como questões ambientais, as quais são pertinentes para o cliente.

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NBR ISO 14015:2003

4.4.3 Determinando as conseqüências nos negócios

A determinação das conseqüências nos negócios é somente executada se tiver sido incluída nos objetivos e no escopo da

avaliação.

Conseqüências nos negócios são os impactos reais ou potenciais (financeiros ou outros; positivo ou negativo, qualitativo ou quantitativo) das questões ambientais identificadas e avaliadas.

Essa avaliação envolve tipicamente exercer julgamento sobre as conseqüências das questões ambientais em relação aos objetivos da AALO. Nessa etapa, os custos relacionados para atender às conseqüências nos negócios são estimados e os efeitos na imagem pública do cliente e/ou do avaliado são identificados e avaliados.

Ao exercer o julgamento, deve-se considerar o seguinte:

- resultados potenciais ou reais para atenuar medidas, ou ações para corrigir, evitar ou prevenir

- dano ambiental,

- responsabilidades civis existentes e futuras em potencial (pública ou privada), por exemplo, como um resultado de não-conformidade com mudanças atuais e previsíveis na legislação e outras exigências pertinentes,

- dano à imagem pública do cliente e/ou do avaliado, ou

- não-conformidade com a política corporativa do cliente ou do avaliado, ou outros requisitos definidos pelo cliente;

- estimativa de custos para tomar tais medidas ou ações;

- desenvolvimentos tecnológicos; e

- período de tempo dentro dos quais os custos devem ser determinados (por exemplo, relacionado à probabilidade de cumprimento das atividades ou estabelecimento de uma nova legislação).

Onde as conclusões forem restritas em função da insuficiência de informação, é recomendável que elas sejam declaradas

e é recomendável que qualquer opinião seja qualificada de acordo.

5 Relatório

5.1 Conteúdo do relatório

O avaliador tem a responsabilidade pelo conteúdo do relatório e é recomendável que apresente a informação de modo a

ajudar o cliente a entender o significado das constatações. Para fazer isso, é recomendável que o avaliador distinga fato de opinião, identifique claramente as bases para as constatações e indique as incertezas relativas, associadas com qualquer constatação.

É recomendável que as seguintes informações sejam relatadas ao cliente:

- identificação das localidades e/ou organizações avaliadas;

- nome(s) do(s) avaliador(es) e autor do relatório;

- escopo, critérios e objetivos da avaliação;

- datas e tempo de duração da avaliação;

- quaisquer limitações de disponibilidade de informação e suas conseqüências na avaliação;

- quaisquer limitações, exclusões, retificações e divergências do escopo acordado da avaliação; e

- resumo da informação coletada durante a avaliação e dos resultados da avaliação.

Conforme o acordo entre o cliente e o avaliador, as seguintes informações podem também ser relatadas:

- nome do cliente;

- nome do representante do avaliado;

- identificação dos membros da equipe de avaliação;

- horário de avaliação;

- resumo dos procedimentos utilizados para a avaliação;

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- resumo dos documentos de referência, listas de verificação e protocolos, e outros documentos de trabalho utilizados;

- métodos de avaliação, e a base sobre a qual as avaliações foram feitas;

- resultado da avaliação, se conduzida pelo avaliador;

- recomendações com referência às próximas etapas possíveis;

- requisitos de confiabilidade; e

- conclusões.

Um exemplo de um quadro de conteúdos de um relatório AALO é fornecido na Ajuda Prática nº 5.

Se for definido no escopo, é recomendável que o relatório forneça documentações suficientes, incluindo referências e informações essenciais, para sustentar as averiguações contidas no relatório e habilitar uma reavaliação quer para uma data posterior, quer por outra parte. É recomendável que o avaliador qualifique qualquer opinião para as quais existam limitações, por exemplo, por causa de informação insuficiente.

5.2 Forma do relatório

Prioridades do cliente ou outros protocolos podem requerer que o relatório seja apresentado apenas verbalmente. Caso contrário, é recomendável que o relatório seja apresentado por escrito.

Ajuda Prática n o 5

Exemplo de tabela de conteúdos de um Relatório AALO

a) resumo executivo:

b) introdução:

- nome do cliente;

- localidades ou organizações avaliadas;

- nome do representante do avaliado;

- nome do(s) avaliador(es);

- horário e duração da avaliação;

c) escopo e objetivos:

- instruções do cliente;

- limites organizacionais e da localidade;

d) critérios de avaliação;

e) processo da avaliação;

f) informação:

- fontes;

- limitações e conseqüências em potencial;

- resumo;

g) conclusões:

-

questões ambientais;

-

conseqüências na empresa;

Apêndices.

5.3 Distribuição do relatório

Os relatórios são de propriedade exclusiva do cliente. É recomendável que a confidência seja respeitada e protegida apropriadamente pelo(s) avaliador (es) ou qualquer destinatário. A distribuição do relatório fica a critério do cliente, que pode fornecer uma cópia do relatório para o avaliado.

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NBR ISO 14015:2003

Bibliografia

[1]

NBR ISO 14001:1996, Sistema de gestão ambiental - Especificação e diretrizes para uso

[2]

NBR ISO 14004:1996, Sistema de gestão ambiental - Diretrizes gerais sobre princípios, sistemas e técnicas de apoio

[3]

NBR ISO 14010:1996, Diretrizes para auditoria ambiental - Princípios gerais

[4]

NBR ISO 14011:1996, Diretrizes para auditoria ambiental - Procedimentos de auditoria - Auditoria de sistemas de

gestão ambiental

[5]

NBR ISO 14012:1996, Diretrizes para auditoria ambiental - Critérios de qualificação para auditores ambientais

[6]

ISO 14031, Environmental management - Environmental performance evaluation - Guidelines

[7]

ISO 14050, Environmental management - Vocabulary

- Environmental performance evaluation - Guidelines [7] ISO 14050, Environmental management - Vocabulary